Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03395


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Full Text
AniioXXVIlI
Sexta eira 24
DURIO
MM
de Setembro de 1852.
N. 215.
PERMMBIM.
raU/O smoainiio.
PtaiMIHTO AduTimj.
jillrin""*' >.......
forsemeitr*. "..........
htoMimo DuimiiTii.
Pnf aU.rtcl ...
OTICI Arl DO 1 M FCI110
rri de Agosto Mina
I DIAKUA aMiBA. ddiiioUs.
4/000, 20Seg. S. Eutaquiol Judio Orpkt
8/000 2iTerc. S Ma- e5. '0 hor...
I.'i/ii.iii tbeu.Ap, I. tara doeivil.
'.' IQiiart. S. Mauricio. 3. e 6. ao meio-dla.
4/500 -'.'loiiiui S. Lino. Panuda.
34 Sen. Nona S, das i. e 8. 10 boras.
. 14 deAgosto Merces. 2. vara do civil.
Minaban. 8 deSclbr. S.Paulo. Tdedilo | 2:,Sab. S. Justina, i. esabadoaao melod
Viri.... dediio R.deJ.. <4 de .-etbr. j Dom. 17. Cleof.s i' Milfio.
I S. I.......... |Tercas e .abados.
H.irhib 17. edito Babia... 18 de dito
Cruce ir i 2o, a i bora e i minutada larde
Cbeiaa28, as 4 horas 8 miamos da m.
maguante 6, as horas 10 minutos da larde
Nota 13, as horas e 21 minutos da tarde
Fumino ioji
Primeira 1 hora* la mlnutosda tarde.
Segunda 1 hora e 42 minutos da inanbaa.
heiisii ios ooaanci.
Qolaanae Parahlba, s.eguad.i c sextas-
lelras.
Uiu-Giande-do-Norle e Victoria a a qulotas
felrat
(ouito, Caruarn,e OaranbUBS no l'e I. dccad8
m.z.
flores, Ourlcury.Exu e Boa-Vista i .1 e'28
Olinda, todos oa dlaa.
Todos os L'orreios partera ao meio-dla.
OTICIAB IITB1IIUI1I,
Portugal Mde Agosto
Ifespanba 8 de dito
Franca.. 8de dito
Blgica... de dito
Italia..'.. de dito
Alemanna. 3de dito
Prussia ...3dedlto
Dinamarca 31 de lnlho
Rmala. >0de dito
Turqua. 20 de dito
Austria .. 3 de Agosto
ISulasa...- 3 de dito.
'Suecla... 30 de Julho
.Inglaterra 9 de Agosto
F .-Unidos 24 dtulho
iMeilco... 3 dfdlto
[California '6 de Jnlho
'Chlll. 9 de Malo.
Buenos-A. deJulho
Montevideo 5de dito
CAMBIOS I 23 DB SETEMBBO
Sobre Londres.* 27 V. por i/OOO d.
a Parla, K9
Lisboa,lOOpor canto.
RAM,
Ouro. Oncas heapauhola............21/000
Hoedas de 6/400 velha......... lfi/ioO
> de6400noTa.........16/000
> de 4/000............... U/nOO
Prata.Palacoe.hra.lleiroa.......... i/'>"
Pesnscnlumnartof............ I/'I'.'O
Ditosmexicano.............. 1/800
PARTE OFFICIAL
e nos periodos designados, no so perd ra a
quantia correspondente as
menos fizer, mas tambe-m inco
"iiV|iTI."lMl 11(1 ni IMI 1(1 |ta, que Ihe ser impusla pelo governo, de
I1IiM9ICiH1U UU mil CilllU. 11 a *:O0O,0O0 por ca I. falta ; o na pena de
nECRETON. 1037 Di; 30 DE AGOSTO DE! perd do privilegio e da subvencao, sean.-
'852 I vegaco for inlerrompid. por
Conceden Ireno Evangelista deSoin.i priii-Jmi'Zes.
leyo exclusivo por 30 annos para a navega- i 10. Os vapores da companhia transporla-
f.1o o vapor no rio Amazonas. | rflo gratuitamente as misal do correio e a
Tomando ein onsiilerocSn o que me re-|cor^,,|,Pon'lenci, olTIcial, sendo os rspecti-
rnenloii Ireneo Evingel uitiilo a factible le d incorporar lima coro-i10 ea entrega as estaces competentes,
ntnbia p.r.oesl.taolrcmcnto da navega-j ';"> os convenientes recibos o os exigin-
cJo por vanme rio Amazonas: hei cor <" bm de conformid.do com o $ 1 )< art. a tenle auto-is.das.
da ll n. 586 de 6 .le setembro do 1850. con- ". Ser* lamben, gratuito o transpo.te
oaJer-lho o privilegio exclusivo por .10 ,.em cada viagom dos ditos vapores : 1. de
nos para o-lito fin, sol. as rondes nu, qualro Pass-gens do estado, mas sen 0,1-
conest* bailan. assMnsdas por Francisco n.edor.i.s I 2' de qua-squer sumai.s>
o0D0"ltes Martin, do meu oonielho, ena-|*h'roJ perlencentes sus cofres publi-
sccreirio de c"8 '< 3 ''" uma c*r*?a Pr c"'" 'lo K-
verno nSo exedente do ditas toneladas ;
Art. 2. Os juizesilepaz inals votados, a quem
iaffVns"qiie"d!n,P,ePr,ld'nc1 d" "'".", 5f2"-1S
.nrrAi ii mnl-iO0editaes que eipedlrem em virtuile do art.
lorreis na mu- |4 dj kl r'uUm<.nWr d eleicdes, deveao
dor do imperio, ministro e
estado los negocios do imperio ; desudo po-
rciii u cootraclo ilepeudente da approyscilo
iln corpo legislativo noque resi-eila a isen-
clo de direitOSi de que trata a primeira par-
lo da oitava das referidas con.licc.0cs. (I
misino ministro o tenha asslm eri'endido e
f*c expeutar PaliCo|doRio de Janeiro, ra
30 do go.-tu de 1852, 31 da indepen lencia
edo imperio.Con a rub'ica de S H. o im-
perador.- Francisco Cangalles Varlins
Contienes a uc se refere o decreto dcita dala
e com as quaes se contrac/a com Ireno EVM
gelitta ilt Soma a nucegac.i\'i por vapor no
rio Amazonas.
i' Oeniprrsaiio o obriga a incorporar
dentro de tres mezes, cuitados da data do
contracto, uma cotnpsnliia com o capital
nunca menor de 1.200,000, a qual lera por
d o sustentara navegsc.30 regular por vapor
nss ilusa linhas de que trota a con iico se-
gunda. Ns falta da incorporacito dentro do
priIO designado, incorrrr o emp'esario na
multa ate 10:000.000, o na pena de licar de
nenhum effeito o contracto.
2.' A primeira nha da navegacSo come-
(ii.i da culade de Helo n, capital da provin -
cia do f.ro-l'ar, o ira at cidade da barra
du Rio [Negro, capital da provincia no Ama-
zonas : a segunda seguir desta cidade e
cnegari Nauta povoaco da repblica do
Per. Ein ambas as linhas os vapoics loca-
r.lo ims pontos intermedios quo froui de-
lignadoi ooa regulamentos do guve no de
sccordo com a rompanlua ; o ah se. cslhe-
locera urnbem o lempo de"dernora em cala
um delles: sujeito ludo as modilicscei que
ronselharem as conveniencias do publico e
a experiencia, concilladas com os interesMCs
da empres-i.
3.' 0 governo conco le a cumpanhia o pri
vilegio fxclusivo por 30 Runos para so
ella tef empresa do navegac" por vapor en-
tre os pontos designados no artigo anteco-
ileute, e alcn disto nos priineiros 15 anuos
IIia prestara una SUbveocSn unnusl de
160 iion.oo pelo trrico da primeira linda,
reparlidos pelo numero do viagens rndon-
' da, ten lo lugar O pagamento no li-n de ca-
da urna deltas, da quota que l'i correspon-
der, ou iiests corle, ou na provincia do Ca-
ra, (MIDO aprouver a cumpanhia.
4.' I'iln servico da segunda linlia recebe-
r a i o i mili.i a subvencDu que der o go-
verno do Per, cujo pagamento cmntudo o
governo imperial gamite, reslisando-tl pels
mesilla (orina cstaheleci la na rondicclo80-
IrredenlenSo sendo nunca menor de 40:000/
por anuo, repaitidos pelo ouncro de via-
gent.
5 a Acompanhia nos cinco primeiros an-
uos do contracto he ohrig ida a fazer uma
viapem redonda cada mez na primeira liulia;
4', do dez pracas de pret, que pagaro s-
menle enmodorias. Por ludo inals que o
governo tiver de mandar couduzir pagar
10 io menos do quo o prego estabelecido pa-
ra os particulares.
II. Em caso de transporto por parle do
governo, le plvora, ou de quaesquor outros
gneros sujeilos a exploso, este [indura sor
realisado ni barcos proprios, rebocados pe-
los vapores da compaubia, pagan lo o go-
verno por osle serviQO o frete que r eon-
vccionadii, comtanto porumquea lotac;iio
drsles barcos nilo excoda de 50 toneladas.
13. A compauhia organissi e submclta-
ra n approvstSo do governo a tabella de
precos ile pnssagein c do Irele quo devcnln
declarar o numero de eleitores que cabe dar a
respectivas parochlas. ( aviso de 18 de juoho
1849.) ,.
Art. 3. as parocblss em que nao liveraviuo
cleifao era algum dos annos de 1*42. e 18.,
ou em ambos elles, dever-sr-ha tomar por ba-
se para determinar o numero de eleitores as
duas prltneirss eleices que se llteraiu poste-
riormente casa epocha, eo numero de vo-
tantes ultmame ule qualicados j de sorte que
o nuuiero de eleitores nao exceda o nomino dos
que houver dado a parochia em algujua dessas
eleices salvo o accressimo al a quinta p*r-
te inals. permiilido pelo art. 5J, segunda par-
le da lei ; adverlindo porem que este accressi-
mo nao dever ter lugar aenao quaodo peta
guenlo do numero de volautes, tlver dlrelto
elle a respectiva parochia ( avisos de 2 de no-
vembro de i84Gg 5. e 27 de jiinho de 1819.)
Art. s. Naquellaa paroebias em que nao li-
ver bavldo mais que uma clcifo desde 1812
al o presente, dever-se-ha regular o nuuiero
de eleitores pelo de votantes ltimamente qa-
licatlus, seguiodo-se a regra estahelecida na
primeira parte do art. 52 di lei ( avisos de 3i
de dezemhro de l84l g i, c .10 de Janeiro de
1819g 4.)
Ari. S. as paroebias em que nao se llver
podido concluir a qualiiicacio do crreme an-
no, servir a do anuo auterior tauto para a
chamada dos votantes, como para a deaiguA-
(o do numero de eleitores. Considera-se con-
cluida a qualilicaco lugo que as juutas qualili-
caduras (enhaui tenuiuado os seus trabalhos,
urna ves que nemhuin recurso se tenba dellss
inler|>osto para os couseliios uiunicipacs, e no
casodesehaver recorrido para os ditos consc-
Ihoi, logo que estes tenhaui fuucciouado, e rs-
inelido ao presdeme da juntada quahlicacao
a relaco das pessoas.cujus recuisos houvereui
seus concidadflos. Vuti-seeniAo \,oe accla- novo n estrado agradecer aos eleitores que
maefio, isto he, levantando a m jo, e os sh- Ihes dersm o seu voto. Temos enl9o nova
rifsdecaram que a esculla dos eleitores re-,serie do discursus, a nSo acab aqu a fe-ta
pagsrosparliculares, nflo sendo licito al- sidoattendidos. ( avisos de 30 de abril e t de
tera-la sem ** "'toes de M dejunho de
aniaa *t1 art. II. J
i Art. 6. as parocidas ein que o numero de
' vii 11 o es ol u ni noro n- quallbcadus nao chegar
governo.
14. Durante os 30 annos do privi
.bua .'cmi aina, na ruine, li-ioii's do A-j"jar im'uinero'a^eleiMrM Igual ao ins-
ma/..ni s e dos seus condueutos, 60 colonias u dos quedeu oas eleices de 1842 e i s II,
de cstrangeiros ou de Inlios, deveudp ser Iraxla de um eieiior, por cada 10 voianies, d-
os primeiros da nacSo que o governo desig- ver-sc-ba restringir o numero de eleitores so
nar. Para este limllio ser concedida gra- que uer o uumeru de votantes ( aviso de IIta
tuitamontea porco de terreno^ necesaria ''n-'. d, h.8. ) ,, de
para a* colonias OU sldeameOtM nao po- I fJfl,lS vai declarado ... tabella, quer se-
dando cada um destes ostabelocimentos oc- ,t pur nSo cnar ,luu.rJ dos que darasa
cu^ar menor anaco do que o indispensavol as eleices auie. lores, quer por nao tere...
para suslfUlacSo do 3,000 li.ilul-Tiil -.. vinduas qualittca9e> deste auno, devenio as
15 As colonias que a cooipuihia fundar cmaras municipal respectivas, leudo no vis-
gozaio .las inesmas vantagens o isencoes la os livros da> aciasdas eleives auierioreseas
concedidas ou que se conc^derem a iguacs qualuicacea ultllsiaa, e observando as regras
eslabol.Ciinenlosno impe.jo, uma vez quo a ci.ua pre.cnpias, declarar numero de ele-
m i irn mu' i i cabe dar, c cunimuiiica-lu un-
i.aosooppoiihams clrcdmst.ncla espe- ~XE2m*im l*m P .e.pectiv..,
cas da loc.ili.lado e as conveniencias nd- u.rllolpand -o ao governo con. os fuudamen-
iniuistriilivas. ios da dcliberaf.io que lomarem.
16. .Nilu concorrer o governo Com despo-, Arl. 8. Se o junes de paz das parochiascm
ZR algumn inru fundac;ao das colonias ou que lal falla se uer, n.o houverem receblo a
dos aldeamentos; mas dan a compauhia lo- coimnunicagio de que trata o ortigo auteceden-
d
t
lili II' !l I M 1 )(J !. V > *
paulu- l.ver o.contractsr u fazer transpor- dae, numero de cleiioics, que deve dar ca-
lar ; o bein assim ,nra remover quaesquer da parochia.
emnaracos imprevistos qu se o,iponham i Art. u. No proeeaso elailoral deverao osjui-
uiarcli.i o des'uvolvioionloda empresa, pre- zea de paz, presidentei e as mesas parucliiBes
cedendo recInmacAo da eoiiipanhia, e veri- obseriar a lei c 19 de ..gosio de 181b, as ius-
licada ii necessidade de piovincias iruccuo de 8 de juul.o de 1849. e inaltdlspo-
17. A prolecco do que fala a ondico aijocs posteriores
los aldeamentos; mas dan a compauhia tu- cominuuicacau de que irataoorugoaueceuen-
la a prolecciio eauxilin para facilitar o CUl- le o da em que deven, espediros emes de
Uacto, venda eeslabeleciinenn., lano dos J*V*?|< dc uu'u"'" p'u,*'?" "'
, .ii,tu vi QCCMTftC&O puf l tuestiioi, i(? sle que
lolonOS COIUO dOS m.SSI......nos que a Com- e^liumcaL.J.de,,. de mencionar ..ose-
leudo todo o cuidado
nos cinco annos subsequentes tres viagens
ein cada dous mezes, e dalu em dianle duas ,
mensalmcnte.emquanto durar o privilegio.i'"CCuo do quaesquer vas de cominunic-
Na segunda l.nha r.a no prime.ro auno tes ^" ''lor1 'lUB 'O'eressnrn a mais de unta
viagens, qualro no segundo, o seis em cada ."""Vincia ou i oslado vizinhos, facilitando
umdoattesseguintes. So o servico desla WIM Mpipr es re acOos.
segunda linha livor de continuar, o que o' ao- Este contracto dea de nonbiim elleito,
governo dever declarar no liin do quarto o-np"!"!.. incurrera alem disto Di mul-
auno, a cumpanhia sera ubrlgada pelas mes- la a,c do 0:000,060, se dentro de seis rnezes
mas condices a fazer uma viagem cada de sun data uSo comoQar as viagens na pri-
tiuea cleico se laca iiupreieriveliiieuie no da
anterior conprehendu mes no o auxilio de J'* M J dB l hro para que
destacamentos militares collocados ondosa,. u u,a u ae dc.eo.bro seguinle se reuni os c-
juUar conveniente. I ,, ,, uoscollegioseleuoracspara celebraren!
18. 0 governo conceder gratuitamente a sessao pnpaiaiuria, alim de icr lugar a eicl-
cnmpanliia, mediante corlas o determinadas cao dc depiiudos no Uii aeguinte, 7 dc dezem-
condicOes, e u exclusivo por lodo o lempo bro ( aviso de jI de julho uc IS49 J
docontrseto, o terreno necessario, seohou-- Palaeto do girverno de Peroaiubueo 18 dc
ver ilu voluto para a construccSo do um di- seieuil.ro dc 1842,
quo na cidado de lilein.
19. He garantida compauhia a prefe-
ncia durante o privilegio, ein igual.la.lo
de cotilleos, para einprosas de navegacSo|
dos c influentes do Amazonas, c de cons-i
Francisco Antonio llibeiio.
EXTERIOR.
CARTAS bOUllE A INGLATERRA.
Londres 9 de julho de 1852.
cahio em tal ou lal candidato
(Juan,lo a eieic.'i'. n.io he contestada, bas-
ta esta votacSo; a mesa declara a nomeacSo
valida, e d-se esta por terminada. Qnanlo
ha, porm, outros concurrentes, a nomea-
cSo n.'iu he senSo uma ceremonia prepsrato-
na,-sem Carapter legal Nada prova ; por-
quanto, como todos sabem que llavera um
escrutinio, poucossdo os que sabem do casa
para vociferar o jugar o soco na praca pu-
blica. (Veste caso, quBnilo a mesa declara
quo a vot ie;io foi em favor deste ou daquelle
candidato, pede o concurrente um escruti-
nio, que loin lugar no da seguinto. Levan-
lam-s- notao nos diire.eutes oonlos da cida-
de ou do districlo barracas de ma.lona, on-
de os elsiiores vSo votar.
Sabis quo em opposicflo ao queseprati-
ca om Franca, o vo'.oaqui hn publico ; o
leitor declara seu inun o qualidade, pres-
ta juramento do ideulidade, o vota lautas
vo/.-s q na o tos s.oi os representantes a le-
ger. Cada uma doslas barracas COStl mil
francos, que sfio pagos pelos candidatos. A
estas despozas p le dar-se o nomo do gas-
tos ni i u los; o quo cusa mais s3o as Com-
al Isses, os .iHonorios, as bandeiras, osa-
gentes eleiluraes, os advoga los encarrega-
dos do rocrutsr e de doutnnar os eloitor.-s,
os poiladures de aiiuuucios que passeiam
lodo o uia pula cidade com grandes Calales
as cosias,osoriinibos e ascarruagensquo vo
buscar os ele torosas suas casss.os canos que
corro ni as ras com bao las de msica, o as
lujas do lielnd-s alienas pormauenleinciite
para refresca'em ou aquece'em os partida-
rios. II i i.. i...'. i que r.isi i 50,000 o mesnio
100,000 francos ; nem a Indos he dado ir a
Corinllio.
L anda sssiniaseleii;Oesdehoje s3o uma
mullan,i ; como degeneraran! das de mili'
ora Anteriormente, nassas pocas a que o
bil de reforma pz termo, havia eleices
que doravain quin/.e das. Durante esses
15 das era preciso percorreras ras cm ca-
leche a qualro cavallos, fazor Daos, sabe
quantos discursos, euiquaulo os smigus, ho-
iii..os e mulliores, lam a todas as lojas recru-
tar votos.
Kcr Franca pode ter um candldsto os mes-
mos cuidados morses, mas nSo teni por cor-
to a mrsina fadiga physica. Niuguem p le
fazer idea do quinto he ardua esta fn.d.i.
He ardua em todas as eslaces, e boje mais
que nunca.- Parece que om Pars toin feto
um calor canicular ; Londres ndo tein liea-
do airas. O sol d Inglaterra, a que os Ita-
Bem que o resultado do escrutininseja co-
ndecido, n.o. he proclamado offlcialmenie
senao no dia seguinle. Os candidatos I. ni
de assishr tambem a esta ceremonia e de
tornar a agradecer; nova serie de discursos.
Abstrahindo dos oquivocos ou jngO de pa-
lavrai, cumpro reemhecer que so uma cuns
tituicSo mullo furto i de resistir a islo.
Disse cima que s nomeaco on a volaran
por arclamacflo inda prova quanlo tero da
haver un escrutinio, ", de leit >, be cm ge-
ral a ininoria que mais trabaltla para ven-
cer ueste primero i iis ni ; e Como elle se
faz na praca publica con acompaimamento
ir s -i' i, h -o, i a u,u.'"..i i mais inti-
ma que nell" toma pari. Nos Towr-11 in -
lets, que silo o ilislricto mais populoso da
Inglaterra fbairru da Torre de l.ondre.s), a
preseutou-se om candidato socialista. No
illi ll.....Uier.Vi a Mil O,'.io por c l.l urir i i
foi tola a seu favor, mas no da seguinle li-
cou na Cauda do escrutinio. Anida nssim
a ovacilo popular do quo foi objeelo di-ve
inspirar senos recelos para o da em que
houver oulra reforma clcitoral e inaivr fX-
i-ne.o, do suffragio,
O mesmo acoi.lecou em Weslminster.que
he ouo bairio do Londres. Ali (ni tmbeos
levada do assillo a nomeseno por isso e que
chamamos em Franca la brouse ; mas aqui
de venlo em popa para a torrente dos progrea-
sos, veinii-la comida sbitamente por ancoras
slidamente entrantndas Da Ierra.
Foi assiu. <|in- ai eleices dns condados, isto
he, do campo, viera.n quasl que conlrabalan- .
car as das cldades, e dar ao ministerio inaior
numero de votos do que elle esperava.
A cmara dos cominuns eoinpe-se actual-
mente de 6.'4 iiiemhrnsjejn ves de H58. por ha-
verem sido duas cidades udbu.y e Salut-AI-
bans, privadas de sua represenlacao por causa
de corrupeo Ibigranle. ?,
Oesses lia! iiiembrna o ministerio conta ter
em seu favoi ans 300. I. menos dc insiade.
i.as he um s paitlo, enireanto quo o reato
eatidividido e............. lia. .,o.-. Una lOOou i.'.o
volos .o-, mu i-1 oh .na., lo d I.,ini llussele repre-
sentarn o amigo partido whlg ; oulra eentena
ac.mpanhar os irs. Cubdeu e Brlght; e Isso
quj se chanta escida de Slanchester. Oi.s 50
rec.berao a senta di. arcrl.ispn Cullen e for-
iliarao a brigada romana. F'lual.nenie temos
os votos que nao podem scrclassitlcatlos e que
represeniau. opiuioes ou tendeucias particula-
res. l-.M.i- fraeces nao podr.o coll.gar-so
aeuo U...III. ..i ll,, aiiii-oi.-, c uo podero for-
mar um guverno.
O ministerio de lord John Ilusaell viveu mul-
lus aunos pela simples e uuica razAo de nao
haver muro possivel o ministerio do Sr. Dls-
raeli val viver as me*.oas condlces. E por
que uo havia de vive, lambe. alguna anuos
prcheuccl.i'udo inecsnicaineule a t.refa admi-
nistrativa al o ilion.eulo em que o espirito
publicosej despertado por slguiua cun.u.ocao
ni-, tu i ou esterna?
I n
osterio que pode reunir 300 a 120 vo-
ltio ha blouses O ultimo vai redor de ras.'tol entre 60 le.n semp.c mulla forSa defensiva,
e a ultima quilandeira do batatas podem I "e"au1 4 e quando .,:.-. se agliau.
.ll. ter meias, ma, nunca os veris sen,\r.^Vi^^l^.o" 1X&EFX&.
chapen. A esto respe.loo perllua loma a rll| U Ja ,,,.,' aa |1Oi ,uduJ ug im.
llantera ao neCi'Ssarlo ; (alta-lhus inultas le,,u, ,a0 ,,uuc0 mais ou menos a mesuia
vozes o vcsti-lo mais necessario, mus o cha- cousa.
peo nunca. E quu traste! I Ornis erudito Alem disso o partido liberal prelcsa de r-
deciradur de tnoioglyplios, o mais onsado cousiruir-se, de realentar-se nos baucus di.
paitldaiiode melouipschnse, o maior inven- oppoalejo | se.upre se i.uton que os vrhigs dl-
tor do geuealogias, perderia toda a sua rlBei" '"or os negocios quando delles uao
scienci. %m buscadas traiisfonnacus in- fs,au ""''**> *'"' J"\*U^
s lumias Icuisiaiivas e Mdiimiisrrailvas volada
numeras e successivas purgue paua o Cha- u |iln U4 ,,. 1Cf^, liu|llll,,,do pr,pal,Ja,
peo inglez antes de chegar a sua ultima ma- e discutidas pelo partido liberal, massclie-
ni |esiai;.in gara... a ser leis no ininisierio lory.
A nutnoscilo do VVestminster fazia-se na O migo partido whig nao poder reviver
praca do mercado do Cunvol-Carden, onde sem se legenerar con. elementos mais novos
os prnjeclis estilo a nulo. Havia muitos c '"' radicaos. Eitingulu-se co.nu se enlu-
cirlos >s e militas soul.oras as jan. lias .Vo Buenas raca. que nao se cusan. | educou-se
seus amigos havia tinta bulla como na pra- ^ r U|M c,.ucu cn,|ho dos dez. He
cajera absolutamente impusevel ouviriima duvidoso qoo lord lohn Hoas.ll torne aser
palavra dos discursos j os oradores fallavam tender ou director da cmara dos comiuuus.
para os tachygraiibos dos jornai-s oo dia se- ser apoutado anula por multo lempo par.,
guiulo. Es'a eleicao do Westiiiinstor foi a chele de um ministerio liberal, J por seu O-
mais disputid do todas. Erain qualro os me illuslre, j por sua grande eapciienen.
candidatos: dous wings. un lory o um so- doa Dagocloai mas acamara electiva precisa
cialista. Jasabeisquelnuinpliar.musdous ? "'""' '"""" 'lc se ponbau. a testado
i ] 111 %t i 11 i | ... 11 -tu wa uuiifl
ianos chamam lu do iNapoleS.briina lia olio wlngs. O Cali lidatn lory, lurd Uaidstone, lS|.ia ,'iec,'so ,.ue o partido liberal arlstocra-
ou dez das com explondor ineridional. InSoteve, como seus advorsaruis, rouiiies lJto a|eda a contar com o partido liberal
Dize.n que na America do Sul a continua-. preparatorias, mus lano ello como os seus deinoeratloo, e se eooveoea de que asfr-miln
ello do Ceo azul acaba por llm por onlnsto- portidanos lizoram os maiores eaforcos pa- familt*i j nao poden, dispensar oapolO do
cer : aquello que viesse buje a Londres en ra reorutarem oS eleitores om seus domici- noiueaa da liga a da reforma econmica,
buscada Chuva Pican i muio desapunta Jo, l"OS. Tinha por si quasl toda a a istocracia Cuo.pic poi.n reconhecer que se na nova
.chana o Tamisa privado das suas neblinas des-e ba.iro lio neo, e no uu ,,a eleicao ^ZS^SS^m^Sm^W^
proverbiaes. Lamento os candidatos, pare- jmilites dM Mabun da tnetor nobreza a Ja f^ .^^ c du .,r uiaradA, o partido liberal
p
ce-ine que mo tenbu de ver o regimnn par-
lamentar inglez eslubeleci lo ntreos Napo-
litanos; quem me dora vO-los expostos a se-
melnanlesexercicios!
Quando a eleigo n.'n be contestada, a t-
rela I.....aso comparativamente facii. A-
sim fui ver a nomoacSo de Ma y-b'-Uone, e
achci em Portlaud Place uma barraca de la-
boas rodeada de trezuntos a qualroconlos
ni lividm s, que ii.'m pareciam ser a nata dos
eleitores, quo esparavam com paciencia,mu
grado os ralos de um sol rlente. Cne^a-
ram iLpois dous candidatos omcarruarem
descoberta puxadi a qualro cavallos, com
ramos'nos chapos e as casacas. FtZ cada
um o seu discurso aos eleitores, e como ii.in
havia concurrentes, foram declarados elei-
los, e deu-se a ceremonia por loruiinada.
Na cite' foi o negocio mais serio o mais
longo. As conimissoes que dirigen) s Ira
maior formusura foram a lo las ns lujas pe-
dir vutos.
guiz o acaso que eo morasso defronte da
casa ond su oslaboioCi-u a coiniuissSo cen-
tral de lord Msdslone, quo ostava Ooherli
de annuncios com o uoine do candi lato.
Era o quailol-geuoral dunJe parliam todas
as ordoos. I o :..- as maiilias cliegavain ali
centenares do individuos osfarrapa ios, mas
do chapeo ni cabera, quo era-u divididos
em esquadral para iicm assoaMiaros annun-
cios pelas ras. Knlileirava.il se hopasS'io,
respuiidiam a chamada, recebinm um cr-
laz uioustro con. o lime de Uaidstone, o
davain principio graveiuei.lo sua peregri-
nac:lo" A's 6 lloras da tarde voltsvaiii no
quarlol-general, rostituiam os oarlaxes, lor-
navsm a enlileirai-se, oncebiamo seu sa-
lario c o presenca dos impaSsiveis em .re-
gados da polica.
.liiuiu fazia-so todos os das. Nos
by i .
u.io conla multes hoaseal in.porianies. Se o
Sr. Disraeli visse um da contra si lord John
llussell, Sir James U.al.am eos ;>rs. Gladioue,
Cubdem, Macaulay eOsbo.ue. nao Ihepoderla
resistir ..pesar dc lodo seu espirito, A este res-
uello relo que a nova cantar., leu a lam o u
un. rebaUaiueulo gewl do nivel ioieiieciu.il a
mural, e que chega lapldanicnie ao oslado dc
um partido govo.iau.culal forie pelo numero,
ui.s infeiloa em caiiacldade, e que teni contra
si a or da Inlelllgeucias e das torcas activa
da n o;.i...
Com tacs elementos poder-ie-ba administrar
o paiz por'algun lempo, .nasos espritus nao se
governain pur milito lempo: U Sr. Disraeli, o
ho.iiei.i Imprtame do gabinete, ha dte ver
reduildo a u.ua polilica de eipedleniea. Hojr
j represeiila uuipapel democrtico. Importa-
se nuuco cun a proteccao, que esl deoldlda-
menle mora e enterrada. O seu programla he
que, teudo-se felo a revoluco ein prol da In-
dustria c das cidades, cuinpre faie-la hoje em
pro v. i lo da g'lgaltllvae do campo. (Juer nada
Anda no be tompo de apreciar o resul-bslbos oleitoraes liuham ajustado entre si ; d ^^,>' a.e|ej,.lu havia ale.n disso mui- r.;o,"q"el rkorma geral e Iuud...,et.l do
lado geral das elelcOes ; aluda no co.ibe- que n3o havona opposicio, c flue souain anu e J1|m|US a lranspuil.-js,,ie,,.a finaucelro. 1'.ie aer que tenha algu...
cemos scnilo es da cidade, e cumpre espe-, reeleitos os qualro re;iresentanles actuaos ; l.-itures Eslavam cubettus de alto srgredo; nao sel, mas sempre fui pe.lgoso
o i. no i ii. i apedra philosophal.
eixei de classilicar lord Palmerston porque
mi he classlltcavel. Sua pesioa conslilue por si
uuiasoforcacoiisideravelque lodosos partidos
qiiercm graogear Provaveliueiile nao se apre-
nlar na cscolha ; esperara occano oppor-
. -....- miai. '*-", w-...,.. -k---------------,_-...-,----------------------_"' ruin us el lloros. Lslavam c.ueiius ue anu
rar pelas dos condados, que pmvave rnenle mas alguna eleitores, que no estavam sa- d annuncios Com o nomo do candi-
restabelecera um pouco a balanca ministe-, lisfeitos com lord John llussell, .nSo islive- AecreWPoUi a islo grandes carros
rial. (luje no vos lallarei soi.Ao da physio- ram pelos autos, e ao star das fondas a,,ro- igu.lu.ent. cun o uoine
meira linlia : e na segn a om prazo maior nomia destas ileicOes, quo 13o singularuien-,soiitaram um novo can lidato. Foi so para
quolhe fOrdosignado. Us 30 annos do pri-1 le contrastam cjiii as uossas. Em Franca este que so lizeram despezas do aiinuucios, VBm
candidato, o bao las de msica que da-
em iiilruinoiilus d cobre esses gritos
provaco do governo inipen
7. Uuandonin c icsequ-.ucia de sinistm
ou de inoi.nveiiicnte de forga maior, o va-
por no completar a vigom ro loada, o go-
verno pagara smenle compsnhia a quan-
lis correspondente a distancia navegada,cal-
culada pelo numero de inilhas em relaclo
ao proco da viagem redonda.
8. Os vapores da compauhia sorflo nacio-
inlisados brazileiros, soja qiml lr o lu.'ar
(la construcclo, o isenla a aCquIsIcBo delles
de quaesquer dircitos de transferencia de
prupriedadu ou matricula. Ohscrva-so-lia a
'espcilo do suas Iripularjdcs m-'smo uue
sepraltca cun as das einharcii;oos nscio-
naes.
9. Si a compauhia dcixar do verificar o
liiimeru do viagens estipulado no cunlr.clo
lOLIIETM.
0 CONDE OECARIAGMLLO
(POS MOI.I. i,|.M M.IKIMMK. i
SEG>DA PARTE.
X.
fianea cmplice.
hil.ppc Mara trabalbava no tundo Je seu
gabinete com Krlccio. u qual coiiliuuava a aer
inda lalmide iuds reaoluces, o cuntilente
l1'- ii'Uf |iHhinici.i Estes iillimos ariilc-
cimentos tinbain-llie iuipifau na |>liysioia\piuU
tsiiginat | u.itiikIii> e iudelevels. ><-u oorpura-
Uva mais cuivo, st-usca.ellos mais esl>rauqul-
Virts, scuulhar iiias temo. Suas facfs enco-
vadas ii vil iv un um estado babiiual de soliri-
mento ede doenca, e a cxprestSo de margu-
'a que Ihc t<.iii/i.i os labios pareciam mdica
a accao tucessaue de un peasaiuento cruel
(*] Vide Diario n. 208.
Uiu de JaQciro, em 30 de agosto de 1852.
francisco >on^alves Martins,
G01HEl.NO DA PROVINCIA.
O Presidente da provincia altendendoa con-
veniencia de remover quasquer duvidas que
el un -sit 11 11 "f por occaiiiiu de procedcr-se
a elelcffn de rlriture*, e deputado* (ssemble'a
geral kRlslativa, e a flin *le que a dita eleico
se faca com toda s regularid&de e formalidades
prescript.s por lei ordena, que se obsrvenlas
seguidles initriicces.
Art. I Cada urna das paroebias da provincia
dai o numero de eleitores que Ihe cabe, se-
gundo se aclia declarado na tabella abaixo
transcripta.
----Hrf**
que o persegua por toda aparte sem tregoas
iit-m tlt'M'anso.
BolAo, munnurou Vlsconti, anda um re-
v anda urna batalha perdida K como se
o eco qui/.essc tirai-me t a esperanza dc uma
desforra, leva-me o mais lirme puio de tuinha
cora, o iiielh- r de influ generaes depuis des*
se que a traicao me roubou, Augclo de la Pr-
gola UUe que morreu.....
Algumas horas depois da derrota do cier-
cito, de uma sullocaco no coraeo, respondeu
Erlccio percorrendo outra ve um papel que
tinha na inao.
II.mu.ni, era uma cidade que eu perdia
replcou u duque depois de um momento de
silencio ; hoje he o inaisielozo de raeus solda-
dos Que ser amauba 1 miuha coroa sem
duf ida 1
Senhor I .... dissi brcelo.
Ab por que meios queres que eu a dc-
fenda, quando todos os das Ueos me quebra
uas mao a arma* com as quaes mais couiava \
Acharemos outras, senhor. lia l ein ci-
ma arsenacs de bomeus de guerra como ha c
embaixo arsenaes de courncas e laucas e ueiu
uns ueiu outros esfo anda esgolados. Aluda
que o estivessciii, existe um ultimo recurso
para os casos malt dwesperados, o qual muda
a fui luna dc um diapara o outro.....rste re-
curso est aqui *
Duendo issu, Ericcio pu o dedo sobre a
fronte.
Um sorriso de duvida e de mofa se desliou
pelo* labios do duque.
passadon promessas para o futino E |ois, !n3o V0|U sen3oconi loiifios iiileriniHenci
primeira sene de discursos de um lado, e | y0 j|a tft.guinte lurna e>Le puvo lraiit|uilla-
do outro primeira sene de vivas ou de vanas ^ m(!Ute (liira 0 sou trabalho, e lmetilfl us
e de fOras No da seguiute vem o Mcrutl- candi Jatos se lembram do guarlu de hora do
nio; as commissfles n3o deseanam ; as Habdais.
carruagens Iransportam os eleitotesuu as-
su.Ih i .ii os annuncios ; dn hora ein hora af-
Ik-so nos muros da cidade o resultado dos
volos ; quem pasta vai-os copiando, o as
com.nissrVs no se osquecen de dar sem-
qu
Joijn Lemoinne.
DEM 19 DE JULHO DE 1832.
Din i eu i.iim i das iniubas cartas passadas
coiivinba prejulgar a compusicao do
pre ao sen candidato mais volos do quo lem, noy pa.la.neiiio pe o '""du u..siihUa
para acoroi;o.r seus ....igos Oes, ru.init. |-/'d^^
aborto asoito lluras da munbaa, lecll.-se as t uco o f ,,,,,. He u que acuiii.ee sem-
qualro da tarde, e so entilo he que se subo >r<.. aJ enlades sao sempre precoces! Os
exaclamento quilllos volos lem Cada cinJi- gianjej rcus O industria, Oas luirs, dos ea-
dato. ciipios, das leiiuras, lumaiii sempre a iliautei-
Esles. vencedores ou venc los, vm de ra, e guando se pensa que a uau du i.ti.lu
dislrlctos que fsieui a sua ceitSn no segun-
do e no lercriro da. As.-im, foi no uia 6
quose feza eleicSo n ci'(e' nos dislriclos
ue Mary-le-llone, Kiuisbury, Tower-llim-
lels e l.aui lii'ili, e no dia 7 em Wusiminstor
e Soulbivark. Todos "estes dislriOlOf, cuja
populacSo lie de 500,000, de .luo.oiio e ue
250,000 almas, computa isso a queso chi-
ma cidade de Londres. Liverpool e Mati-
chester vutaram lamlioin no primeiro dia.
Ha dilTiremes mudus de votaban. Temos
em primeiro lugar a nomeacau' que solaz
en publico sob a presidencia do snrif.
Keuniliis os eleito-es.as laim em urna sal.,
as vezes em campo alieno, aproseutm-se
os candi lalos subre um eslrado, e lodoa-
dos dos seus anug.is solicit .m os votos dos
SL_!_ .1 J I. S^ I !!! II
sisas i expcUieuie. 1 iracas I sau us las ar-
mas.....e cuuveuliu que mullas veses tens ob-
lidu r ..a ellas buui resullau mas quando us
batalhcs' eslo dispustus uu canipu, sabes u
que be preciso / laucas, inacliaiius e espa ni ni i lia- por nius valentes ; he preciso u
peusau.eulu pruuipio, a prespicacia do grande
cuma.i..... Vai puis, (lubie i.i|.'/a, ineiier-ic
entre dous leo ^ que lugein prestes a lauca-
rem-se um subre u outro !
krlccio si ll'r. u com una resignacao inteira-
menlc plilluiupliica esta dialnbre impregna-
da dc pesara de fel..... Elle sabia que a recri-
tainacao se tinha tornado urna das i.ecessidades
do duque e que era uieoo. a elle do que ao
ino lado que de algum lempo perseguia ludas
as suas einprezas que se dirlgiaiu eatas pala- lava radiante.
vras do duque, pur issojulguu prudente mi Que vos tinha cu dilo .' exclainou Krlccio
responder e poi-se a trabalhar aluda com com asatisfaeco orgulliusa de um prophetaque
ni n.-i elo. I v cuinpr.das suas prediccocs. A l'orc a uuiuc- ,.,
Vlsconti apolou a fronlc sobre as maos e pa- ] rica de um exeiclio e a bravura de seus cheles lletira-le, quero estar i com mlulia nina...
receu relleclir prulundaiueuie. sao sem duvida grandes e iimnensas varilageiis; I l
Peno de cinco unuuios se tinhain passado mas con. ludo Isso uu. principe lie veucidw, de- ,
depois que o colloquio cessara, quando deie- sespera, senle o sceplro tremer-lbe uas mus, Val, val de pressa. De precisar ue u, cuaiuar-
despacl.o. ..-rconeu-o tidu e depoi, elfregou vencido de um criu.e cm qual _i|uer uulro pali
os ollios. tile nao couipiehendeu claraiiieu- do uiundu. N cuea vos sumara delle
te o de que se iratava seuu depois de um se- | K crl isso > pcrgunlou o duque, um tan-
gundo esame Icilo com mais madures e va- loiuquielu.
ar | Eitoii lirnienienle convencido..... e
Esl bem. Ocorreio que trouxc isto deve ; vossa escellencla qui>ess< crci-ine, me doii.i-
lersede, Dai-lhe urna boa garrafa de vinho dc ria partir para Vniea.. Juru que i.eni.uma
Teoedus, e mais ce.u sequms de uiiuha parte, misau secieta teria uuuca tido mal felues re-
ediiei-lueque espere a resposta. | aunados. Sel quaes sao os senadores que vl-
Visconil turoou a le u despacho, mas dcsU rain con. pezar ..eclarar-se a guerra coubecu
vez estudou-o, linha por linha, pesou longa- os iuimigus pessoacs do conde e combinando
mente cada una de suas |.hrasea, sonio cun com destreza tudos os elementos que Ihe o-
uin ar singular e aprescnlaiido-o a Ericlo, con- dem ser hostia.....
idou-o cun o gesto a la-Ir. Espera, espera, liilenoinpeu s-bilippe Ma-
Ericiolo-o com elleilo e quando acabou, ra batiendo na fioute. lenhouiii prujecio.....
olhou IriumpUaliiieule para seu amo ; este ea- Sun I he Isso..... lie isso mesnio .... elle esia
perdido 1
Ercelo quiz Interrogar o duque.
Mais larde saberas ludo. O crrelo espe-
tara va. nao ha um minuto a perder,
-le, quero
- s-oui vossa .....- .
__ Sun. Orden .que a iragaiu aqui ja e ja.
e ci ludo perdido i mas els que uu. I.uine... te-bel. '
iiai.il, escomido pur ni i ni, haveis de estar lem- Ericcio sabio co.n o rubor na iroiile c a hu-
bradu disso seuliur, sem soldados, sem outro iniliaco no cracan. Um lyrauno que lem amo
poder .i,a., que o da asiucia. sem oulra seles,- | uao podesoU'.er que ene se Ic.ub.e de pensar,
cia mais que a da occano, se dedica vusa de querer, ede ourar por si su.
ca-.sa e esprelta o ii.sianle em que uosso lnlu.i- Us ulhos de Plulippe se dlrigi.an aluda co-
. g* lira a couraca para feri-lu nu curafu L Que : rao por urna altracau involm.iarla, para a car-
- Ui Siuiunella 1 di c, dac! exclamou i podis desejsr uiais ? O iudomv>vel uigulbu dc la de Ugo Simonelia elle nao poda cancar-
Vvamele o duque. ,Laruiagnoi nerdeo-o. Ser suspeito de de reler essas l'nbas pr.ciosas que Ibe iraiiam
E quebrando coiu mo trmula o lello do IfalU em Veoezabe mala grave do que lereou- I no mel do desanimo de sua aiubicao veucida,
peute a porta do gabinete abrio-ie
O duque levaniuu a cabeca.
He un despachu, sennor, trasidu por um
crrelo, que acaba de chega. a galope. Elle
dizque veiii da parle do sigaor li^o Miuouet-
ta e assegura que nao deve voltar sem levar
urna resposta de vusja Escelleucia.
luna para iu.pur cundicdes, e u fara cun ex-
igeucia perinillida ao hoiueinque .,, l.i ,1.....uu
lia de inais populandade cm luglalerra, e
que iiielhor corresponde aos piejulzos uacio-
uaes.
CrC-se pois geralinenle que o ministerio
llravasaar sem dillculdade a curia srsso do
mes Ue oulul.ro e a seseo ordina.ia que se
abre cm feverciio. A oppo.ico parece resol-
vida a esperar ns aconteciineiilos. E depois
lem necessidade de couhecer suas Torcas, dc
orgaaisar-se, de aeba em si eleuieutospaia a
lo, ni i,.. i d,- iiiii governo.
A queslao leligiosa sera sempre um tropeco,
e sabcis o lugar que ella oceupa nesse pas.
O ministerio tez as eleices arvoraudo, uao a
bariileira da proieccu. nas a da secao pru-
lestaute, c deve recrudescencia daa paltes
religiosas 0 ler guillo lanos vulus. Pur esse
ladu esl elle en. upposicau coa. bun.eus como
o Sr. GladsioSe, lord Abeideeu, duque de
NewoasUe, e Sydney lleibel, cujas leudeucia.
polmcas se aprosiu.au. do paiudo conserva-
dor, mas que se pronunciaran coolra loda c
quaiquer pcraegiiivaorrlntlo 11c tamuem essa a queslao que levaula uma
parrrlra eiit.e lurd J.iliu llu.s.ll _s_cunser-
vin"i,"va c um .alo de cape-
mu ii.i ni de
ranea.
Ilianca anpaieceu.
A' sua vista, o duque dc Milao estremeceu.
tile n.i mili cridu que ella nesse la,, preste,
ean.iuqurlllou-septusauduque linha aludan
,-,.. estando sua tillia preseuie, um papel nu
filial' se oslcniava em termos uao equvocos c
cu... impiudeucla, a delato e a pe lidia.
i- He sabia bem que Blanca liuba o carcter rec-
eo coraco leal, e que se borroiisaria descu
pai. se ine visse uas maos essa arui odiosa e
iveuenada.
Il.i ,1,mais certos escriplos, cojos vesugioy.
iuiporia prlmeiroque ludo faier uesapparecer ,
pur sjo o duque queiuiuu luz da bogia a car-
ado procurador, euiquaulo a mii se aprosi-
V. me. me mandou chamar, meu pai ?
Sun. uiiuha lilha ; quero consulU,r-M so-
bre un. queslao imprtame. Seula-te escu-
u com atlenco o que lenho que duer- e.
Il.auca seuluu-.e. seo ciliar P'b*> u
limnldo se hou espellosaii.coic sobre o nal.
inupiuo se ijoj |uieie (tl,,
da .taud.de de meu puder e ---
- > i, iii-M-, ni uj luna, ao mea-
.' tome Te i'u.'feiicVlade e de leu luiuro,
mr Isso resolv co...munic..-ie um .egredo.. u-
. .',.,, i,r tal. aue nao quero con.......
" naoob.uute.ua ded.cacao a miuha pea-
...a' auie.que ludas as consequeudas que delle
dui re.ulur icub.m tido .cu luuiio elleito.



v.i'V'i.-i libroci. Imilla de proposito tobre<
te pmiifi por lor convlrcjto dr qui he o ponto
da poltica Hglcza. Ai dUcustdflt rtfngloBa |
necessariiuie< te sero de una violencia eitre-
lua no novo parlamento. A phalangr caltiullca
de que til le iiimn >'> <"'. e que aqu he cha-
mada brigada ultramontana, he tan Inhnlga
de lrd John Huwell como de lord Oerby, to-
mar na cmara un lugar parte c t aerT aos aeui hiieicei.
A corte de Ruma lem abido semprc confor-
marle com as dlllert-nics ImtUulcP polticas
de todos c>s palies : nlsto constte sua doutrlna
e sua Torca. Rui um patz procurar apoio oo'
elemento absolutista, e desptico, comanlo
que I ihi venba forca igrrj* ; em outro al-
Har-se-ha ao elemento radical e revoluciniia-
rio, como foi agora em liglat> rra, porqu nrlle
acha mu instrumentn e uina alavanca. O or-
gao principal do ultrainonlanismo nesle pali
diila outro da, atacando ot catboltcot in-
glezrs;
h Os chefes do intitulado partido catholico
sao geralmeole eicomuiungados c jinsenistas
e por Uso he multo natural que apoiem o
whig, succrssores legillmos de Jti i". O* ca-
tbolicoi de Londres voum em lord John Hus-
sell e no Sr. Ue Uothschml, homens que o dc-
testam....Mo queremos catholicoi que rene-
gam o* principios Ja sua igreja c a critica m.
fcsses sao verd*delros iiiiinlgos da IgreJ.
U mesino jornal Hccresccnta :
O gove no trabalha en seu favor melhor
do que nos rnemuua poderlamos trahalhar.
q aspecto dos uejvcl.'S a este resp-lt-i he
ameacsdor, e. segundo todas ai probabilidad'',
deslrchai sobre nris lerrivel ie>penade. Mal
be cerlo Unil-rut que a tempestarte quando
desaba nao rrspeita ninguevi, e a saralva n.io
poupa os castillo* quafldu cali obre as cliou-
pauas. Assltu aroniecer ua destrulco poli-
tica, e be os caiholtcol lorem fkllioat ler;io
companbelros uY lUpplclu que au coulnvam
por certo acpnipanha-loi.
l'iiriMi Inigmgem v se que para tudose
est preparado lia um proposito leiloede-
tcin.ii.iiii, de ir pur daoie, Em qu.iiH' O clero
da Irlanda pe rm marcha uiiliiar a sua briga-
da, o clero da Itiglatera, o canleal Wlsemao
C os ostros hisp*, lem um nyiiodo, e JeSdhaui
publicamente lell que sabem s.io Impotentes.
O* dous plincipaes piegadoies desu reuiao
sao dous ministros piott-sunles convertidos.
01 Drt. .N l)r. .Newiiiau ao Icrtuloai a sua exhuitaco:
i Floal ti u certos da que* reiUUitCu da
nona iijr.ja poda ser como tima pnmavera in-
glezv que lem de atravesar iimis de uina leni-
MlUdei I c cmuquauo os iiiiti lyic desles
Ue* ltimos &eculos truuxesscm com sua iih-t-
te umitas almas vida eterna, pode bum ser
que anda uao esteja terminado o trajelo^las
Uusoms proraces e lo uvsso pugaliis.
Heuui a esta a anude e a esta Imguagein
Igual vialencia de reai'f.io proietlioie. aiU
cujo oomese tueram a elinu.s em luyUlerra,
i'.i>h cuiingo i|ik,i> quesies religiosas U
i.m mu |Ugai mal impunaulc do queuuuca
no novo pal lamsiito.
Jo/me Lemoine,
PERNAMBUCO.
Reo i-Tenho-as dito Unt.s vetes. M* :-No di. 83 de outubro de 18SI, on
Juiz:-Ut he preciso dize-lis perante o!de eslava a. Sr i
*2

cons Iho ?
Rio :- Basta islo que disse.
lult r-Mo \i maisnada ?
Reo :--Nilo, senhor.
Jm'j :Aonlo esteve no da em que foi
assasstnado o bschirel Folippo de Barros e
Vasconcellos ?
Ho :--Na Soledo le.
Juiz :--K n companliia dn quem ?
Reo :--Em companhia de alguna olllciaea
do quluto batalhJo, e do alguns acad-
micos.
Ju/s :--At quo horas, juntamente com es-
ses comp.nlKi'OS, eslevo, Vasconcellos ?
ido :Al s 6 huras, pouco mais. ou
menus.
ulz :--P..ra onde se retirou ella ?
Reo :Relirou-se, encaminhando-se para
a rm da Trempe
Juta:-Ale que horas esleve com esses
coniiianheiros?
Rea :Al as 7 horas e lano; islo he al
que se dou a noticia da inorle do Vascon-
celos.
Jhi :--Aonde eslava, quando recebeu a
noiicia da morte delle?
Reo :Em casa do alferes Bello, em com
pai'hia dello, e de uiu bachsrel.
M :-L'!uibra-se de quem lhe den casa
nuliria t
Uro :-Um caixeiio do Vioira Cambista, de ,
no.no Antonio, mas nSo como assaasinado, pit.l; esiavam hMan lo na ra nisso, a mira
dou ii.itici.iiw quo lnitii cabido do caval- nSo disseram nuda
Re-a :Esllve na loja de tlhi^le^an que
trahalhava. \
i,s : Aj que horas estevada loja ?
Reo :Estivo I at S lea horas da larde
jux:-ftepoisda Dora para onde fui ?
Heo: Fui para o terco.
luii: -At que horas esteva no ter$n ?
neo : Ettive at as sote e m a horas, e
depois fui o quarlel do policia ver tocar o
reroiher, ah estivo conversan lo com uns
amigos. ,
luli: -Voltou a tenda outra vez depois
foi ao terco.'
Reo :-Depon que san do tere) ral na lo-
ja buso-ir uns glinhus que o mestre me
prometiera para eu levar para casa.
Jui'z :Como ao chamava essa negra com
qum esteve?
r.' i:Cluma-se Anna.
Ju:Escrava do quem?
Reo :De um Franco* ; mas eu nSo o co-
oheco.
luii:Ouvio dlier que foi assasainado o
baciurel Vasconcellos?
Ro :Ouvi fallar que llnha sillo morto
um moco quem era ou nSo, ndo soube.
Juia :A que horas;teve essa noticia ?
Reo : -A's oito e meia.
Juia :Em qu>t lugar ouvio dizer que s-
conl.'ceu ess< assa>s.nato?
Ile'o -Eu ouvi iliier isso no ptoo do llos-
vonlendo negativamente aos meamos, sen-
do Irlos pelo presidente do conselho.
O Juia absolve os reos, e coudemna a mu-
nicipalidade as cusas; lovantando a ses-
sSo is duas horas e um qunto da noitc.
Tri
8 792 arroba e 7 libras de asnear, 50 meias baracoa das reparlltaei, podero reqnerer, e,e
dita om I S03 rub.s e 7 libras de dila. Ihea d.ra u, c olas cum ''auf "''",., .. koq requerloieolo e documeoloa eoin einrcilicait
50 pipas agurdente, 230 malea o la, '7.600 ,d, io du dlll e .nno.-j01,,'/,
cocos seccu, 50 bsrris com 3oO libra| de |,odrlgei Torres, do mru comelho, ,eil,?
JHY I) RECIPE.
SESSAOBal 14 DBSGTEMBROHe 1852.
Prcsiiltncia do Sr, lir flnnoel Clemcnlino.
Promotor, o sr. Dr. Abilio Jos Tavarea da
Silva.
Advagado dos reos, o Sr. I'r. Itrand.lo
Escrii) do y'ury, o Sr. Joaquim Francisco
Eleves,
A' urna hora do tanle, foila a chamada,
verilica-su eslurciu presentes :r.i sen Lores ju-
rados.
U Sr. uis Vrisidcntc declara aborta a
Hssflo.
Apr^goados os reos e I -' ninnl, i-.
Sr. luis Presidente d. chira, que vi pro-
ceder-si ao soiloio do coiiSt'llio, que lem
d" ju -.ii ii- reos Jos Uoticalvaaa Silva e
Jaiiuano rrancisoo Caroeiro. arcusados peiu
OrlOIG ill' llouilci lio vnliil l;lr |i, i r.. t c.iil,
na pessoa do baciiarol Kelippe de Barros r
Vasconcellos.
Feto o sorteio com as formalidades do
oslylo, tica con posto dos >eg. intes scnho-
res: Antonio Joaquim de Uliveiri Baduem,
Juflo da Suva Loureiro, Francisco lo*c iia
Cu>ta l' ni c I, Jii/iii .Manuel Rodrigues Va
Ien(i, Jn.io Nepoinuceno llairozo, Francisco
Mallos II i o/ i, Judo Diilii'iguOS da Silva,
JoJo Francisco l'onies, Antonio PraDCiscu
Xivier, F. .iiicim'ii de Lomea Huaite, Jos Je-
to, o quo iliaso linha fiilecido, fui a primal'
ra Pt cia que se dou
Ju3 iEa que lugar falleceu elle?
Roo :Disseiam qu; na ra do Sebo
Jui:yuando o senhor recebeu a uoti-
cin, i-ara onde be ritirou?
Reo :PaN iniuha casa.
Jais :F.cou i-in casa ?
Befa .--Itrlne.-iiie para casa de mcu so-
gro, a ni qun ?
Juis :NSo se lembra de ilguma pessos
a quem ouvisse dizer isso ?
Ile'o : No, senhor.
Jniz :iS'csse dia uo foi k Roa-Vista ?
/Ico:Ja lana nas que eu nlo ia a Ba-
Visla; eu inorava na ra de Santo Amaro,
era corneta di guarJa nacional, trabaltluva
na tenda, no lioha que fazer na Ba-Visla
Juis ::-Qii>l o motivo por que perante o
ehefe de policia disae que es'0*o na tenia
luis :--Mo pretenda aoompanhar aa ou- at s oito horas, e agora diz que estovo
iras iiososs com quem segua ? com um prcla ?
Reo :--Sim, se.ilior, pretenda, mas inoti- Rae :-Eu estivo com a prcla Anna, nSo o
vos du Inmuta, meourigir.m a licar. disse ao Sr. cuete do polica porque nflo
Ju'3.'-E esses motivos, no os pode do- quena que se auuhessa que linha duas ra-
Olrr ? parigas, urna na ra e outra em casa, nSo
Ke< "Molestia de minlia senhora. 'qucia quo ellas souhrssem
nal do commercio.
De or'lenf (lo tribunal do commercio de Per-
ii iniliiii i) se Ut publico o aviso abaixo, expedi-
do pela aecrelarla de citado do negocios da
luatica, disclarando quaea oa das feriados que
se devem observar no foro cominerclal.
Secretarla do tribunal do commercio de Per-
nambuco ?3 de aetembro de 18*12.0
J "lin Pinlo de Leos,
Secretarlo iuteriuo.
Tercelra! secclo Mloisierlo|dos negocios da
ntica. Rio de Janeiro em 13 de sclcinbro de
1852.
Em reaposta ao officfo que Vmc. me dirigi
em 19 do asea anlecedeote, maada o goveino
Imperial remetter a Vine, para seu couheci-
ineuio, e dn tribunal o commercio deasa pro-
vincia, a Inclusa opla do aviso espedido ao
preiidente da meama provnola, ein 30 do dito
inez, declarando quaea os das feriados que se
devem observar no dro commerclal.
Dos guarde a Vino. JojJ tdefonso de Sousa
famoi. Sr. presidente do tribunal do. com-
inarcio da provincia de Pernambuco.
J o 1... 1. -- Aviso de 30 de agoato de 185!, ao
presidente da provincia de Pernambuco, de-
clarando quaes os dlaa feriados que se devein
observar no foro coimnerci.l.
Ministerio dos negoclus da juslica. Rio de
Janeiro pin 30 de agosto de lx;>. lllm e Kiio
Sr. Havendo o neguciante drsaa pra(a, Fran
cisco Jos barbosa, leito subir a presenca deS
M. o Imperador um rcqueriu.enlo peilindoque
se llie declarasae, se no loro coiniuercial seda-
vain 01 inesmos feriados, que para o foro coin-
inuin ac in un 11 mi observar pelo decreto 11.
7a de 28 de noveuibro .le I850, como bavia en-
tendido o juiz de direilo do ctvel deasa capital,
c constata dn despacho de.te, etarado na pell-
(ao que o suppllcanlc lhe dirigi] e junlou por
docuuieiito. Foi o iiiesiiio augusto senhor ser-
vido mandar consultar o tribunal docoiumer-
Clo da capital do imperio ceica de semelhaiile
negocio; e de couforiuldade como parecer do
dito tribunal, ordenou-uie que ruesse constar
a V. Ese. que nao obstante vigorar o decreto
n. 74o ilc 28 de novembro de 18JO paraojuizu
cuinuiercial, nao so por ser de dala posterior i
do decreto n. 737 de 2i daqueile mez c auno,
mas tambem porque elle nenhuina diatiuceo

do Imperio, ministro e secretarlo de Ciiloiin
RECERF.DORIA DE RENDAS INTERNAS 0E- 'negocios da faienda, e presidente do irlbunil
RAES DE PERNAMBUCO. ido tliciouro nacional, assiui otenhaeoiemlido
Rendimento dodi23.....1:UI,4U .e fa^a esecuiar
CONSULADO PROVINCIAL. '"alacio do Rio de Janeiro en. izde novembro
Rendimento do dia 23. ^^t'l^^'^Zl^iTu'^i' "'"
**^___^____________i mu aaaajjj.i i aijja^ w perlo. Com a iiiDricaue o. m. o Imperador,.
Movimento do porto. '
/Tatitos entrados no dia 33.
I'.u-iihiln i din- '.late brasileiro Santa
Cruz,do31 toneladas, mestre Vicente Fer-
reira l.opes, oquipagem5, carga troa de
mangue ; ao meslie.
Micei 30 horas galera inglezs Linda ,
capitao Daniel Creen, carga assucaseal-
godflo a Deane Youle t Companhia. --
Veio recabar ordens e seguio para Li-
verpool.
Navio sahido no mismo dia.
Liverpool pela Parahiba galera ingleza
Reindier, capilSo C. II. Ilunt, carga sa-
aucar.
KDITAES:
Jifia !0 liacliarel Vasco- cellos, linha re- ;ui3 : Sabia que Vascmcelloa linha ami-! Ubelece, Hcaud.. por isso vigente tanto para o
lacd-s ni c^sa do senor, e de BOU sogro ? zade em cas do sogro do Sr. Silvs ?
Rea : Tuilie rclacoes em casa do tneu Reo:Nunca la o vi.
SOgr. 1 juis:-N3o ia A casa do sogro do Sr.
Juis :Por coiiSiMitimenlo dell', e do se- Silva i ,,,,.,
u|llir i 1 Rea:Fui quando vlm do Rio de Janeiro,
Rea :-Com consonlimonto meo, nSo se- depois disso ",l0,_|l_'-'i_ !*"'*'*
nhor, eu no linlia relatOes algumas com
foro r111111n.11. como para os juizei especiacs
011 privativos, como sejaui o de orphAos, o dos
feilos da fazenda, e por consrquencia o do com-
mercio, segundo se tem entendido nesta corte,
e nelles se guardem os feriados marcados im
tabella que ualioii com o referido decreto n.
74'., com ludo para as causas privilegiadas por
elle, d9,ois do ola 17 de marco
Juis:No ezumjuizo acercado quem
foi o autor ueste assussinaio .'
II' .--Vio, .-. 'iiiiui, n.io pusso ajuizsr.
Juis:Nunca ouvio dizer"
Juss:Tem Iguma razo a quo allribua djrclt0i CUio sejatn as mencionadas no artigo
O prncessu que lizeram contra o Sr. ? 129 do regulamenlo n. 737 de 26 de novembro
ll^o:__Eizeram-o porque quizeram eu{ de I8a0, as quaes por qnalquer demora licariam
nlln liz crime algum ; o Sr. chife de polica prejudicadas, e cm geral todas aa sun.marias
lieauequiz fezer osse processo. I quedesua naturrza requercm prompta eiecu-
lui/' tem algum motivo de amizide ou ta'o, nao pode lar lugar essa disptelo a que
"-....."" r ... ,, iHumiiahii? 1 *e oppoe o artigo 729 do citado regulamenlo, e
leo -MO, senhor, soouco fallar que foi loimizade cot as leslemutihas? r5, do llv. 3.'lit. 18, SJ 9. e io., aluide
ou, e segundo o processo que injlaursram Reo :tu tifio conneco nenuuma, nunca ft jendo eHe, feritaoa ,iecTetados para 01
nuil apparece niais ninguein. vi ellas; nunca lu ver jurar tiStemunhas. ju|itJ e iribunaea Judiciarios, como taca nao
Juis --0 senhor tem contu'cimento de va- Ju'a Aotide dormio na nono em que podlam ser consideradas, e ilm como reparti-
ras carias, quo existoin cscriuUa nos au- aconlcceo a mo.te de Vaacoocellos ? taee publicas, osc.rtorio. doi tabelliaes, para
tu,? neo :-Na mnha casa; linha casa, por 'quea apenas sao feriados os das designados
Reo :-Sim, senhor. perfeito conheci- .. havi. de dormir tie.la, nao havi.de 5^% ^'.^Jtt ^l^.
itieotO. dormir na ra. to de H48,querevogouo de n 142, o que lem
Ju 3 !--De quem s3o ellas ? Assim deu 0 juiz por lindo 0 interrgalo- ,Mo pr,cado nesta capital, quer antes quer
llco :Ignoro. rio, e ordenuu que se lessem spelas do depois da promulga^o do cdigo commcrcial.
ji; :.N1os3o de pessoa de sua familia? processo. Pelo que lica posto he evideute que nao foi
lio :NAo, senhor. | Da leitura das mesillas so concilio que o legal o despacho do referido juli dediicilodo
Juii :-Nein presumo quem seja o autor i^chirel Filippo de Barros e Vasconcellos qudo ordenou ao tabelilao dos pro-
d-w''"? ? -'"-' 'TVd*fr^JB' W23Sbtf.^J*&
Reo :-NSo, senhor. 'dous homens vestidos de branco; que Silva e ,emihauics de seu olllci,., obse.vasse a
Jttil--LODliece, e tem amizaile, com as e januario se nchavam nesso da vestidos tabella que baixou com o sourediio decreto n.
testi'inun'ias que juraram ueste processo f |de branco. (JUJ relagOes amorosas havia 740, os iutelligrncia que sem duvid< traria gra-
lleo : Oo uina, ou oulra, cunheciuiento, el|i, o assasiuado o urna mulher de no- ves e incalculoveis prrjuizos ao commercio c
mas llfiO amizade. me E........A.......... C.......da S ........., navegacodu imperio, ae fosse aumitlida para
Jtlis -Tambem n.lu tem rases do iliiifli- porque trititi 0 lanas caitas eslSo iuntni acias eaira-judiciaes ou para as iraiisacces
zatle com ellas? nn processo assign.d.s com este nome ; '""ectu.daspara forado juiso.coui mutuo .cor-
?* "t40'* I'"0" rila lar a 'V <" P>''" "-'" tttti^52ttXS&
Juis >-lem algutn movo particular a <-ji.Io no flt-> com as iniciaos desle rnesmo jui dedirciio do civci.icaw capital,
que kttnbua esie processu, esta imputnSu norne Que Silva esiivera na tarda 0111 quo uea, guarde a V. Eso. Josa* lldefo-so de
foi assassi'iado Vasconcellos em urna casa ousn Ramos. Sr. presidente da provincia de
ia Solsdade, na com manira dasta o alferes Pcnimbucv,
que Ihu fazoiil ?
Reo ;NSo, senhor.
lu: :Depoa da sahia de Vasconcellos
da casa em que estuve, o senhor com outros
companheiroa, ealeve sempro avista, alo ao
momento do reerber a uoiicia da murle
dallar
Ile'o :-Sim, senhor
ronymodesouza Limoeiro, Joaqu.m JosJ. A'sim dpu "i"" Pr ****'.fi^sVS.
,;,,,. lugo a fazer ao reo Januario Francisco Car-
nciro o seguiule
da Silva
Foram recusados pelajuslifi publica, os
- 1111.1.-1 --.: Jos Francisco Uarinho, Manuel
Antonio Ferreira Comes, Joao Francisco Re
gis dos Alijos, Jo? Francisco Marques, Jos
uedos Salgueiro, Firmino JosC doOlivuira,
Uomingos lleiniques Mafra, Mano.'l Joaquiai
l'aes Barreto, Florencio Domiuguus da Suva
Jos Ferreira da Peiiha, Jofio.Moreira do Man-
dones, Jos ilrasilino da Silva.
Foram recusa los pelos los, os sunhnres :
Ignacio II 'lili de I. v.ill i, Joso Filis du Rri-
lo Macedo, Jos Lourenr;oda ,-silva, Antonio
UODcalVea l'oreira Lima, J0S0 Forreua da
Silva, Manuel Manriques Caruim, Cuslavo
Jos do llego, Jorge Vctor Ferreira Luios,
Antonio da AssumpeAo Caliral,Jos Baptis-
ta da F'onseca Jnior, Francisco de Paula Pi-
res Ramos Jnior e L. Jos da Silva Jnior.
Prestido o juramento do costumo
OSr. Juiz Presidente (*i ao ico Jos Con
jaivas da Sil.a, o s-guiulo
INTERHOCiTOMO.
Juis Corno se chama ?
Rifo :Jos Goucalves da Silva.
Juis 1Sua 1 i.i.ii- ?
/rao 33 anuos.
Juia Conhi'Ccu o bachsrel Felippo de
lu os e Vasconcellos .'
Ro ;~Sim, senhor.
Juit:--'! i'Vh com elle amizade?
Ido :--Sim, senhor.
Juia : Tevu amizado inlima ?
Reo NSo, senhor.
Juis t-Al quo lempoconservou essa ami-
zado?
Reo tAt 1701118 do marco da issi.
Juis :- Qun rasfio leve, para quebrares-
bis lelactes de amizade .*
flio ;Uconhecei nello, qun nao tinha as
qualiales precisas 1 ara jit.hm.h do ho-
mens de boui, o mcsino pur motivos paiti-
cuUris?
Juis -lio preciso declarar esses motivos,
que podem conconer para a boa decisilo da
quesillo ? _
Vvu, pols, tudu coulsr-lc... mas pira que? A
bora urge, um inensageiro, o qual nao se deve
demorar nem uiestnu o lempo necessario para
acudir 11 p de sens vestidos, espera no paleo
de meu palacio tuna respust.i que devo entre-
ga -llie o 111.11- cedo pos-ive! creio alcm disso
cuohecer basiaute o coracao de ininha lilba
para contar que uan rrfosar nada do que eu lin_.
podesie pedir-lhe. Vem c, pos, hiauca, toma I Jamis !... Jamis!
esia pena e eicreare o que un dictar-te I O olhar de liauca brilhava de Indignajao c
blanca obedeceo e o duque comecou assim : f de altiva*.
.1 Cliaru-ctuiilc, au ha lescmiiuenio humano '.oino qiiiicres, replicou fflameutc o du-
que ilu^cala e nao ae amiiquilc dame de um que depois de um silencio a ssa longo. Bem
HrrepJOiliineulo slnceru. fl vosso he mol ver- coinpreiieodc. praticando o esquecimenio das
didii'o. no combate de Macal., distes disso Injurias, nao qu.ro abdicar nem la digmdade
moa prova locouvealeuteqiir iin pos^o deisar lu-ui a ininha. Carmagnola me escreve que
de ccolUer com una cuufiauca igual mlnha amalilifoa sua iiigralidao para comlgo
alearla, vossa to louvavclvoha a senJa do de- suppllca-me que o reiUla sua proprla es-
vcr. O mal que me tendea feio uao me apa- lima perdnamlo como a um lho deivalra-
i-nii anda do coraco a leinbiii ca dos soivifns do. Elle lamenta principalmente ter perdido,
que me pieatasies. Este he o nico lempo de por sua culpa, urna felicidadc... Paro aqu....
que quero guardar lembratica, Voltai, pois, pola vejo que te revoltas a esta idea e te o
nuaulo antes a Milao, as honras ah vos eape- nil. n n r 1 aluda dlzendo-le com que llngoa-
ratli e eu vo-lo dign para que lomis nota, uo geni apaitonada elle talla de seu amor e toma o
ha favor ao qual uao lenhais dircitti de preteu- co por testeiuunha que para elle o malor dos
der. Para que no duvideii disso, e para que supplicios he viver para o futuro longc de ti.
i..mil* pruini-ss 1 seji acouipanhada de um Aperar de sua ii.nc.1o loo indigna, apezar do
tcsteinunho tal que niuguem llic po.sa contes- ultrag.' de que ac lornou culpado para com a
lar a Importancia, sirvo-inc da mo de nimba tilliadn seu beinfeltor, cnnfcssa que linha n do
lllha para trafar cite cinpcuho soleinue. iliauca napnisibilidade deum penlao... Tu crees o con-
esl pe.soaluieiite animad i dui mestiios seuli- trlrio... -\ 1, iwm... mi fallemos man nilio.
n nulos que eu... eu ... > O seio de uianca battla com forca ; um coin-
Dianca levanlou a cabrea, lirgou a pena e bale violento .se dava dentro della O duque
olliaudo lisamente para o pai, disie-lbe : Ungi romper o colloquio.
INTERROGATORIO .
Juis Como se chama?
Reo Januario Francisco Camoiro.
Juis :yue .lado tem?
Reo:NSo sei.
JuisTnm mais do 21 annos?
Reo Nao sei.
Juis Sabe ler ?
H*a 1.fWo, senhor,
Juis:Quil he a suo proliissSo ?
leo :Alfaialo
Juis:Foi creado doSr. Silva?
ifco :Nao, souhor.
Juis: Nunca esleve cm casa dello ?
Reo : Estiva sim. senhor.
Juis :Aeotnpitiho-o pira o Rio de Ja-
neiro .'
Reo :Sim. senhor.
Juia :Fui que auno ?
R>:No oslou lembrado; s sei dizer
quo passei a festa no Rio.
Juis :Quaudd voliou .'
Reo :Vespera de enlrudo.
Juis o atino paaaado?
fleo :o anuo paseado, eslava ou ahi.
Juis :NSo ia, constantemente, a casa do
Sr Sil.a?
Reo Desde que vi.11 do Rio, que tifio
vou la.
Juis :Aonde mora va?
Ile'o :Na ra de Siuto Amaro.
Juis :--E n outubro do 1851, aondo ostava
o Sr. 11 ."i n I 1.
fleo : Na roa do Santo Amaro.
Juis Em casi de quem ?
o :--Na m 1 ulia C1S1.
Juis :Morava s ?
leo: Eu, Dala urna rapariga.
Juis linha rulaces na casa da familia
do Sr. Silva; ia la c instantemente?
Reo : Nlo, lanDor.
Juis :Aonde morava o Sr. Silva?
Reo: Mo ava na 'na Formosa.
Bello e outra pessoa, o que quando Vascon-
cellos satura, tambe n Silva se retirara por
u curto aspago do lempo; ( diz elle para
fallar com urna negrinha ) quo quando se
recebeu a noticia da morie do Vasconcellos
estando ja Silva ns companhia dos ditos al-
eles Bello e outro companheiro, estes sa-
hiiam para ir vero acontecido, elle os nSo
arompanhou, flcou em casa da seu sogro
por ter dado um desmaio na mulher delle
Silva, 'ju" em marco de 1851 Silva lora em
casa de Vasconcellos com urna fac de pon-
a para obnga lo a mudar-se da casa em
que este morava, prxima a da familia do
roo. Que Vasconcellos confesstra islo, as-
Confoniie. Jolino do ?iascimento Silva.
Est coufbrme.
Secretaria '3 de setembro de 1852.
Joao' Silveira de Soma,
11 Mi i ,1-iti u r.
_____^COMMERCIO
l'li \i,..\ DO REGIFE 23 DE SETEMBRO, AS
3 IIOIIAS DA TARDE.
I 11 1 AI,IH MU I II.I U.S.
Descont de letras de 3 mezo 7 112 por cento
ao auno.
ALFANDEGA.
Rendimento do t a 99, .180:217,976
im como ( pelo que disse urna testemunha) dem do dia 23.......9:471,629
a sua vida nfio era minio exemplar .....
Tambem se deduz das mesmas pe;>s que 195:689,605
Januario tifio esiivera com a negra Anna no -------------
terco no dia 93, mas sim no a 22 na un Descarregam hoje 24 de setembro.
Augusta; e nfio se explica aonde esteve o Itrigue brasileiro Animo liams cun lou-
A quem me faz Vine, ese-rever assim r
P.ils nao o adviuhas ?.... be ao conde de
Carmagnola.
Eu /... eu. 1 ir vi 1 i csse homcn Oh .
V. me. nao pensuu beui nisso, meu pal.
_ Pelo coolrario, leuho relleetido inadura-
tncnic. Pega na pena, mlnha lilba, e con-
teiiiio que me lino eniie a saluda da tonda
aon le tahalhava, as seis horas da tardo,
at que se tecolheu.
as teslumunhas nida depozersm quanto
ao Tacto.
11 11 ;i ni o acusador o defensor; susten-
tando aquell" a arcusacSo rom as provas
que oisse resultaron dos autos, e bem as-
sim com 11'na certidfio de casamento de om
Jos Cungalves da Silva, que leve lugar em
da de S. Fllippe com uina t 1 Emtgidia;
por isso quo uina carCs das que so acham
uos autos falla nesso casamento, e t nlo
poder-se-ha d'ahi concluir que sendo essi
Carta da mullur do reo Silva, este por des-
formo de sua honra ultraja-la lomara aquella
mol'1 nc i, pe lindo un couseguinte a im-
|pozii;So da pena do art. 192, grao mximo
( pe.oa de motle ), por so darem diversas
cite imstancias aggravanles.
O def nsor, em um longo discurg), fez
observar qie nfio havia provas algumas con-
tra os reos, que mesmo tifio iiavia indicios;
e quo quando as bouvesso nfio era por ellas
que dous homnns podiam ser con.lemnados
a peona tilo grave, muito mais porque sen-
do O fallecido de urna vi la desregrada de
outra parte Ine polla vir o mal que lhe suc-
cedou.
Tendo replicado o Dr. promotor, e tripli-
cado o adnogado da deleza
O Juis fz os qui-ilos aojury, que ros-
ar-^--_Bs-4
O que V. me. me dli, meu pai, respon-
deu Uianca quasl s.irrindo e fingludo IndiU'e-
renca. me parece mu eilranho. Como o coa-
de de Carmagnola, essa alma soberba e ni.I 1-
tnavcl, di que me ama, que me ama scuipre ?
Viiconti fez um signal alflrinaiivo.
t Elle lhe escreveo isso, meu pai ?
Lscreu-me, sim.
- Deise-me vet sua carta.
\ 1.mu que nao Hulla previsto esta aiigen-
cia, fcil entretanto de presentir, se llvesse to-
mado em cousi.leracao a cunoiidade feminiua,
fez um ligeiro sobre aallo e mordeu os beicos,
mas turnando logo a si, respoodeo com o san-
gue fro que nao o abandouava jamis, prln
cipalmentc quando se tralava de snstentaruuia
impostura :
Esta caria, mlnha lillia, cootlnba cousas
de tal a irte graves que a prudencia me orde-
uava dclrui-la. Eu a queuuava, quando en-
traste.
Ali! siiu, he verdade, dlne Blanca abal-
lando a cabeca.
E cabio em urna longa medilacao.
Viscootl observou-a com attcnco e replicou
com o tom inais paternal posslvel:
cuino
Escuna porlugueza -- T/ietis mercaduras.
i m |) mi 111.u'i.
Escuna porlugueza Tnetts, vinda da ilha
Faial. consignada a Oliveira lrm3os & C ,
manifestou o seguiote:
767 gigua batatas, 302 dilos soblas, 95
muios sal, 200queijos, 10 pinas e 93 birns
vi un.', 2 ditos e 2 caixoles toucinho e car-
ne do porco, I caixoto doce, 102 lia 11
manteigs 17 ditos cune silgada, 5 ditos
beidaa esjiiituosas; aos consignatarios.
CONSULADO GERAL.
Itondimento do 1 a 22.....12:681,726
liom do da 23........ 833,11
13:517,815
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimento do 1 a 22.....1:177,371
Idemd0dia23........ 4,259
O lllm. Sr. contador da thesourarls pro-
vincial no Impedimento do inspector da mea-
ma Un -mu.11.1, ciu cuinpriineiiio do art. 82
do-rcgulJineiilo de 3 de agoito do corrcnle an-
uo, manda fasar publico, que do Io de julbo
de|teaunoprinclpiou a correr o prazo da pres-
ciipco da divida activa c pasiiva da laieuda
provincial na couformliladc da legislacao vi-
genle, art. W da Ici de 30de novembro de 1841,
explicado pelo decreto 11. HS7 th Je novem-
bro do anuo pasiadoque vai transcripto para
conheciiuenlo d'aquelles a quem possa iute-
ressar.
Decreto n. 87 de 13 de novembro de )85l. -
Kaplica o arl. da le de 30 de novembro
de 18U relativo a prcscrlpcao da divida activa
e pasova da nar.o.
Cnisideraudu <|uc o art. 2o da lei de 3.1 de
novembro de 1811, relativo a prcscrlpcao da
divida passiva c diva da liaran, exige explizia-
coea claras e explcitas, que sirvam tanto para
dirigir os caecutores, como fiara instiuir as
partes 110 que loca a seus direltos e iuteresies
Hei por bem determinar o seguiute :
Prescripf.10 de 6 anuos.
Artigo 1. A presciipcao de b aunos, posta
em vigor pelo art. 20 da lei de 3U do novembro
de 1811, com referencia ao capitulo 209 do re-
gulamenlo da fa/enda, a rcspeito da divida
pissiva e activa, opera a completa dezonera-
cao da fazenda nacional do pagamento da divl
da que iocorre na|mciina prescripfo.
Art. 2. Esta prescripcao compreheiide !
I. O direilo que alguem pretenda ter a se-
dcclarado credor do estado, sob qualquer tilur
lo que seja.
a. O direilo que algum tenha a haver pa-
gamento de una divida J recoiiheci.la, qual-
quer que seja a natureza della.
3. Todos aquelles, que pretendercm ser
credores da fazenda nacional por ordenados,
sidos, congruas, ou gralillcafes eoulros ven-
cimcnlos de euipregos por penques, tencas,
mel sold c monte pi, por preco de arrema-
lacoes c contractos de qualquer natureza, e
paga i.ento de despezas feltas, e servicos pres-
tados ; e por qualquer reclamares, indeinni-
zaces, e reslitnlces, deveeo requerer o re-
couliec.iineulo e uquldacao de suas devidas, a
< sf r.iic.io dos deapachos, ordeus e titulo para
o pagamento, e 1." 1 o assenlainculo dos que
o piecisarem dentro dos 5 anuus ; e passadu
este prazo, licar prescriplo .1 f ,vorda fazeuda
nacioual todo o direilo que liveiem.
Art. 4. '1 odos aquelles que depois de liavc-
rcm os seus despacius coi remes para o paga-
mento ttverein felto o asscntanieiitn, ou esli-
verem laucados na fulba, nao requererem que
elleclivaineiiie se llie pague o que Ibes fnr dc-
vido dentro dos i anuos, perdero o direito
esse pagamento em virtudc da presciipcao a fa-
Com a ittbrlca de S, M.
'otquim Jote Rodrigues Torres.
Epara conitar se inandou afflxar o preieoie
. publicar pelo Diario. Secretarla da theiou-
rarla provincial de Pernambuco 15 de seletnhr
de 1852. O -.. 1. 11, ,
Antonio Ferreira d'AnnuneiacHo
Deca ra9es
.a.fv
Peranto a cmara municipal tiesta ci-
da.le, continuam a estar em pra^a nosilii
24, 25, 27, 28, 29 e 30 do correnta os im-
po-to's subre moddss de farinha, mscales
e bocetoiras, e os alugueis das casas da So-
ledade e ra Imperial.
Polo consulado argentino se faz pub|.
co ao commercio do aviso, cujotncoriin
seguiute : Ministerio das rrfacOes n\B.
riores da confederaefio argentina, 13 j,
agosto de 1852. Se' previne a todos ns coq-
siguatarioa e capitfies ae navios du ultra-
mar, que, havoni>o-so notadu a infrierj0
queso faz das leis vigentes da r-publirs
quo ordenam que os navios Iragatn todj
seus ppela visado* por os cnsules da coa-
ftdera^Jo argeuliiia no lugir do s-n despa-
cho ; o go. vi n.1 ha ordnalo as me lulas
necossarias para cortroste buso,orlenan-
do, qu'i d. ntro do 3"s mezas, a contar des-
de aquella data, n 1 so adiiiillam nos por-
los da confodei agiio argentina, na vn algum
cojos papis naovenhain com asformilnii-
des da lei a
REAL COMPANHIA HE PAQUETES IXGLFZFS
A VAPOR.
No dia I.' de outubro, espo-
ra-seda Europa o bem fo-
nheci lo vapor Severo, cum-
n'.aiidanle Vincint, oqual -le-
pois da demora do cosluiiieseguir paraos
pollos do Sul: para phssageiros, trats-soem
casa da agencia na ra do Trapicho No-
vo 11. 42.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria u>
rateadas inania fazer publico, que a arre-
matitcSo da obra docies do Apollo, que tem
sido anniinciada por este Diaiio.coo trans-
ferida para o da 28 do crrante, ao meto
Uta, sendo esta a ultima piaca ; as pessuis
que quizercm licitar romparecam peranie
a mesma thesouraria completamente habi-
litadas, no dia e hura mencionados. Secre-
taria da tnesounria do fazenda do Pernam-
buco, 21 de selombro de 1852. 0 olTIcial-
iiia.ni interino,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
l un ti de Pertiamliuro.
Os descontos de 20 a 25 do corronto, s3o
do 6 por cont al o fim de outubro, o da
8 por'cento at 6 mezes. O conselho decla-
ra que compra o vendo letras sobre o Rio do
Janeiro, de quslquerqitantia e a prasos ri-
suaveis. Raneo do Pernambuco 18 de soletn-
bro de 1852, O secretario ti. I. de Oli-
veira.
A assoeiarpo commercial desta prari
acaba de leccber o-- arcano do Dr. F.Iusr.lo
Slolle-CUjoa salutares resultados ja foram
publica ios no merca 0 ti I da Rabia, n 175 da
9 de agosto do correte anuo, o qual fji
remanido pelo lllm. Sr. J. n stury, cnsul
gerr.l do lirasil na l'russia ; por isso a mes-
.1 a gratuita minie faculta a qualquor se-
nhor de engenho desta praca o ate tno do
vor da faltada nacional. Il)r StOlle-, cspcratio quo qualquer na-
au. 5. (Juando o pjgamcnlo que se houver I Ihoramento pelos mosmos encontrado o
de fateraos credores for dcvidldo por prazo sei ntiliquem a dila associasau corniner-
dc mezes trimestres, Bimestres, 011 aunes, e se cisl,
1:181,630
l'.xpoi lacio.
Liverpool, pela Parahyba, galera ingleza
Reinuer, de 426 toneladas, conduzio 1,000
sarcos com 5,000 arrobas de assucar.
Rio lian .o uo Sul, o patacho nacional
Paquete-ventura, de 189 tunela las, condu-
zio o seguiute:
410 metas barricas o 765 barricas com
ama*
Vejo com dor, minha lilha, que tomas is-
so multo apeito, c que laica um mouttro da
cousa mal simples. De tudas as propottai do
coode de Carmagnola nao loincl em considera-
ra o senSo aquella 101 que tua felieldade me pa-
rcela directamente interessada, e camei-te pa-
ra conformar exactamente mlnha resposta com
o leu desejo. Podes resolver o que bem te pa-
rececer, ntugueiu sabe que o conde deCannag-
nola me escreveu, acaba pois essa caria ou ras-
ga-a, aceila 011 refina a allianca que o con le
uos offerece, assigna a paz 00 1naDie.u1 u estado
de guerra, qualquer que seja i tua decisao,
iniuha chara Iliauca, po les licar certa que uo
me opporei tua ronlade, e que farei o que re-
solveres.
As mais coutrarias ideias se crusavam no es-
pirito da iha de Viscootl e signaes visiveis Ira-
duslam sobre suas fcicdea pallidas e movis aa
angustias dessa lula intei lor. O olho de Viscon-
li penctrava nesse r:oraco, Inicuamente chelo
de una paixo uuica e soudava-lbe o recndito,
Slnto venia Icir um n'e, replicou elle, ter
distruido essa carta. O arrependimento de Cu -
magula se eipiiinia nella em termos queme
coinuioverain profuii.Iaiiiente, e sobre os qua
me leria sido agradavel consultar-te. Parece-
ine que a verdade lem acceutos a que nao se
pode resistir.... e dilUciluieiite se faria uina
ideia doenlhusiasino e ardor com que elle fal-
lara de ti, de tua belleza, das saudades que le-
vou de UHio.. Tela minha parte foi-mc im-
der a negligencia da pane dos meamos cicdo-
res, a presciipcao se ir verificando n respeito
d'aquelle ou d'aquelles pagamentos parciaes,
que se forcm comprehendciidcudo, no lapso
dos 5 anuos, de surte quo por se ler perdido u
direito a um pagamento uiensal, trimestral, se-
mestral ouannual, nao se perde o oireilo aos
seguiules a respeito dos quics aluda nao tiver
corrido o lempo da prescripco.
Art. 6. Us < huios para a picscripciio comc-
c un a correr, para as dividas reconhecidas ou
nao at o ultimo de dezembio de ISla, do dia
prlmeiro de Janeiro de 18U ; e para as dividas
posteriores, da dalla da publicarn dos despa-
chos ou ordens delinilivas para o paganieuio.
Arl. 7, Os 5 anuos nao corran para a pres-
cripco.
1.a Contra aquelles que dentro d'ellei, nao
poderem reqnerer nem por si netn por ou-
trcui: taes sao os menores, os dessasslsados, e
quaes quer outros que privados d'aduiiulstra-
co de suas pesaoas c beus, estn sujeitos a tu-
tela ou curadora.
-a. Quando a demora for occazionada por
fac:.. do taciouro, tnasouraclaa, eu icparticics
a que perlcnca fazer a liquldacn e reconheci-
meulo das dividas e ellcctuar o pagamento.
Art. 8. A presciipcao dos 5 anuos be exten-
siva as letras do thezouro cm viriude na dispo.
sic.'io da lei de 30 do novembio de l8tl, e do
art. 443 do cdigo commercial, comessando a
correr os anuos da dalla do vriicimcnto.
Prescripco de i annos.
Art. 9. A prcscripHo de 40auoos posta em
vigor pelo citado arl 2*1 da le de 3n de novem-
bro de l84t com refereucia ao capitulo rai0 do
regimentn da faienda, a respeito da divida ac-
tiva da naco, opera a completa dezoneraco
dos devedoresdafazenda naclunal do pagaioen
lo das dividas, que iucorrerein na mesilla
prescripco de maueira que passados ns 40 an.
nos, nao |inde haver contra clles peuhora, eze
CUC'iO, OUUUtrn '|il.ili|uer inn-Ii.l .;!iiienui.
Art. tO. Os 10 amioi para a prescripco da
divida activa coinecaui a correr, para a. divi-
das coutratiidas'ate o ultimo de dezembro de
I8l?, do da |n mi. n 1 .le Janeiro de 1813, c pa
raos posteriores, de.de o ultimo dia do prazo
estabelecidopara o pagamento por lei, regula-
memo ou coulracto, uina vez que passem con-
tinuada e seguidamente sem inteirupeo
Art, 11. O curso dos 40 anuos iuterrompe-se
impedindo a prescilpcau:
l. Pela cllaco, penbora, ou sequestro fel-
to aos'devcdores para se haver o pagamento.
i. Por qualquer outro proccdimeuto ju
dlcial ou administrativo havido contra clles pa-
ra o mesmo Hu.
3 Pela concessao deespaen aos devedores
adiniltindo-os pjgar por picsiaces.
Art t2. aquelles que quizerem segurar o
seu direito obslaudo que corra para a pres-
cripco o lempo consumido p.ir demora e cm-
que parcciam inspiradas pela paixo inais pro-
tuuda c verdadeira, se subre ludo n.iu partici-
pas dessa etleico to terna que elle parece ter-
te para sempre consagrado, comprchendo que
nao pussas perdoar-llie um ultrage, cujo es-
quectinenlo cumpleto exigira lalvcz urna in-
dulgencia excessiva, isto he, toda aabnegacn
de um coraco.... igualmente enamorado..., o
duque fez uuia pau.a que julKou oecessaria ao
successo de sua latica, depuis cominuou viva-
mente :
Dlze, pois, amas... ou nao aiuas ao con-
de ? Toda a questo est nisso.
A esta Inrerrogso dlrect., cuja crueza Vis-
cootl prncurou adocar tomando o acceuto da
blinda.le e liugindo depois arrumar alguns pa-
pis dispersos, Iliauca perturbou-se c levou a
mo ao rosto como para ocultar seu rubor. Ella
nao sabia o que respoudesse, e todava essa
resposta transbordava-lbe do coraco ; mas a
Un vi.la, o temor, a vergouha mesmo a detinham
aluda. Como acabarla esse cmbale cslranho?
A leiubrauca da injuria vencera acaso a espe-
raDca da felieldade? A palavra que ia sahir-
Ihe da alma seria por veoiura o esquecimcnlo
Pernambuco 15 de setembro do 1852.
Bernardo1 Olivcira Mello, director c secre-
tario.
TratJuf Se du forma por que se deue applieor
o arcano ao r. Slulte para a fabricado
do assucar.
Eslo tSo innocente como poderoso clin-
'ica.ior s p le ser outulu puio, do inventor
e privilegiado. Eduardo Stolleem Berliio,
Reino da Prussia.
DirecrjOes para so fazer uso delle. Urna
libra do arcano do Dr. Stolle o com al-
gumas qualidades do canoa, amia monos
desla i" i-., io. se devo juHtar a oda com
galOis da calda, o inais brove quo for pos-
stvel depois que se tiver espremido a canm,
para que o a cano pelas suas propri.dades
antesipticas eviti a Sua fermentaco. N3o
lio preciso dissolver o arcano antes do mis-
tura-lucom a calda. Deve-se spplicarca-
lor ao clanlicador (vasilha em que se fita
operaolol logo qua um terco, ou melada
doli estiver Cheto, o ler-se-ha cuidetlnde
meclier o conledo de quando em quando
para facilitar a disSOluQfio do a Cano. I.n.a
que o clarificador eslt ver choto, dove-se ele-
var a temperatura ( o calor } promptamento
a 155' do Fiihrcnhett. e tiesto momento 1.8
que se lhe junta a quautidade de cromo de
Cal ;' cream ot lime), quo he sulliciente pa-
ra oculralisar o aci lo da calda. Dupoisds
ferver por cinco mtuulos tita-se o logo, ees
impuiezas deixam-so sentar, depois doque
a calda, quo agora he de nina cor bolla, lie
coida so sojulga nec.'sS'rio, o concentrada
(mi ni i u,i ovaporada) pela forma do coS-
lum, e sera de inulta vanlsgem se o assu-
car for trtalo puta maquina centrifugado
Or. Stolle.
Eslo he considerado o melhor modo
de flinpregar o arcano ; porui um liom re-
soltado, so pode lainbom obler jutilau o o
arcano ao liquido cumulo no clarificador
dep os que a cal tem sidu misturada ean
tea de tai ti lo lugar a lervura. NiStocsso
sempre acunselho de misturar urna quanli-
dailo mu pequea do iroano com acalda
logo quo he espremida da caima para evilir
a fermeiiticfio.
Pernambuco 15 de setembro de 1852
Bernardo. Mello, dirccior e secrolaiio.
Tendo a thesonraria de fazenda do Per-
nambuco do saccar sobre a thesouraiia d
provincia da Parahyba al a quaulia do tin-
ta conloa de ris, esobro a do CearS ato qn>-
renta contos de ris, m n i i o lllm. Sr. ins-
possivel ler essas llnhas ardentei sem ficar con-1 ou a viogaiica? Biauca era mulher.... Uianca
vencido de que esse era o fundo de aeu pensa- amava ... Ella foi clemeute e boa : todos seus
ment e que elle le ama.... Oh .' que elle te odios, todas suai desconliaacas viera ni fuodlr-
aiuacnii um amor seno inliiiiio, sem lim es .. se cm um magnaiiimo perdi. Klla aproxi-
Bianoa aull'o.ava. inou-se da mesa e tornando a pegar da pena,
Pori'iu se nao eres nesse autor, prosegulo disse :
o duque mudando de tom, islo be com o tom Dicte, meu pai, que eu escrevo,
tnaii fri posslvel, sean cre nessas palavras Vejamos onde estavatnos, disse o duque
coja lufpossibilldadc formava um coutrastc
singular com a agil.ico da lilha. Ab I he isso...-
blanca est pessoalmcnte animada dos niel.
11101 sentluirnlos que eu e vos aceila por espo-
so. Ella pensou que a melhor prora que poda
dar-vos de suas boas disposlcdes para com vos-
eo era eicrever esta caria dictada por uinn, c
assigea-la cotnigo.ii
' Blanca eslava extenuada ; com ludo | de an-
da Ira, .ii seu nome i milano dessa pagina que
cotilinha em suas poucas liuhas tantas angui-
llas vencidas c tama felieldade em esperauca.
O duque quiz anda que ella mesma pozesse o
sobre-escripto oa capa, ella nbedeceu, mas.de-
pois deste ultimo esforco vergou debaiio do pe-
so da provaco porque acabava de passar, e seo-
lio que linha necessidade de reteinperar sua
alma na solidoc nas lagrimas, Ella paisou os
bracos ein toroo do pescoco de seu pai e dan-
do-lhe a fronte a beijar, sabio.
Ento o duque aorrlndo, ira no por sus vrz
urna palavra a prrssa, njunlou-a caria escrip-
ia prla lllha, c leudo euvolio ludo em novo pa-
pel, locou a campa.
-- O crrelo est ainda ah P
sim, seuhor.
Toma esta inensagem e dis-lhe que deve
ser entregue amaoba antes do lim do da ao
Sr, UgoMmoneita, procurador da seuhorla dr
Vcnea. Val-la!
( Continuar-si-li*.)


,ir convidar ns pesoas qno quizerem
F",, si8s .aques, para quo Ihe apresen-
S2 nmposlas, al o di. 25 co crrante,
|c f,-ch-1a. Secretaria d theioura-
e!" ,' ra,,.||.ia da Pernauhueo, 10 d* se.em-
'" la i8j2.- 0 oinciBl-maior interino.
KmilioXavierSobreira de Mello.
tro
Publicarlo Iliteraria.
Saino a luz.
38 liUAD\SCIlUZES 28
a fontinuuc da materia no lica homeo-
..fhifa augmentada da thcoria dasdozespa-
f ir uie.ncunaimpurlanlissima deisada
,rla'linrmnnao cuida lo dos seus disci-
', u- E*le voliime contm a palhogenezia
f.ma'ii 12 morainenlos Europeos e 'los
.cipa. medicamentos BIUSILKIHOS,
Gil1
erini
m.dus pelos alumnos da escola bo-
p,eopti"
do Itio de Janeiro.
Par as rcssoas queja compra-
'2 /rain os elementos de horneo-
'2 c'p"tliia o assignaram esta
- i (paraas nutras que s quizerem
(Para os asslgnantes e mais
pessoas que j compr-
ramos elementos de ho-
rneo, alhia
; --\Para asoutras pcssoas que
'" a quizerem a dita obra e
2^000
3/000
iterias proprias da educaco pr Alfredo de llornay, empresario da es-
senhoras, e real te na ra do Vi- Irada de ferro que se lem de construir na
3
nari as mi
marii das sent...
gario, segundo andar do sobrado u. U. provincia de l'crnambueo, convida a pea
_T.nrln te. I",n .IU-nlii a discua- sosa que por ventura desejarem obler ac
-r 1 enao-se Un .lisao a oi>cus ^ ^ rJ,8f,ecli, cornp,ni,i,, se ningl-
sao dO projecto de estatutos da TemH0 referido empiesario al o da 18 no
companhia de Seguros Martimos meideoutubr^o prximo futuro, emc.s.
1 8 dos senhores Rutile A Bidoulae, na ni" no
o secretario da reuniao, convida.aos Trpcne n, 12, no iiecire, em cari na forma
senhores accionistas, a comparece-' abado ni eoilicada
, ... ji__- I Sr. Alfredo do Momsy. Tendo-se de
rea a eleicaoda mesa Cdos (lirec- construir umcminhode ferro que parti-
tores, na conformidade do artigo; do da enfade do rtecifa.o passamio pelos dis-
/ i! j i:. n n i i Irictos mais assucareiros da proviocia de
4o, no da segunda ieira 17, as 11 P(irnambu(.0 V8 termlliar n, vili.. o'Agoa
horas da manhaa, na sala dasses- p.eta, conforme as cstiuuiacOes do contrato
s5es do banco de Pernambuco, na ^^^JS^USSStJt'
rui do Trapiche.
-- A mesa regadora da irmandade da San-
la casa da misericordia de Olinda,novamen-
le convida a tolos os devedores da mesma
Santa casa, vlrem solver os seus dbitos
dentro de 30 das desta dita; passados o|
quaes sem nenhum resultado, cuaioaconte-
ceu com o primeiro annuncio este anno re-
petidas vezas publicado, serSo ainJa pela
lorcei-a vez, a por esta niesmo canal, clu-
ppruvado pelo po
me a V. para o lirq de obter ( ) cc,0 s de
valor de 2 rnil libras esterlinas cada urna ; e
esperando que V. se sirva transmittir s-
presentn declarado directora dacompa
nhia quesa tem de encorporar P'a realtsar
1 referida obra, cuninre-me signillcar-lhe,
n8o obstante o que fio 1 eipostoa inlnco
em que estou de aceitar o numoro de ac-
edas que por ventola houver de caber-me
anda que menor seja do que a mxima ci-
ma fixado. Por esia occasio tenhu outro
sUr
2 : n 'a carteira
mados ditos devedores pelos aoos nomos.
com declaraclo das quantias devidas o do si n de decl irar-lhe qua me ob'igo pagar
tempo, que he desde um al cem annos; e j as respectivas presiacO's no lempo e pelo
em seguida (a fechar anda esto ultimo re-i modo que a directora houvor de delermi-
12,000 curso) se proceder pelos meios jodiciaes. A triar; e n3o o fazendo dentro do periodo d-
1 mesa actual esta na firme resolucSu de em- 30 dias depuis d nutilicado, lica des lo jn
pregar lodos os esorcos ao.seu aliance, pe- entendido que cessara lodo o rueu direiio
14,000 r/evitar, que, depoisde ler ioliabilitalo lSoriji) s as areles como tamben as presta-
po eslab. lecimento para salisfazer aos flns 1 cesqun tiverem sido pagas, coja importan-
THEAT1IO
I
NONA ItEflTA DA ASSICNATUIU.
Ssbbado ->5 de set.mbro de
Depois de urna escnlhi la ouvcrtnra, subi-
r a scena, o multo applau lido drama,
A SE,\IE\
ou
O Tribunal do Jury.
Em seguida a s-nhora I). Carmela, e o Sr.
Monleiro, cantarSo n duelo
As trombelinbas.
Rematar o espectculo 0011 o muito ap-
plaudiilo duelo _
O mt'irinho e a pobre,
(telado pela senhora D. Mara Amalia o o
Sr. Costa.
Principiar as 8 lloras. ___
iminmi 1iwiiiri----K.-.*jKrsaMa
Avisos martimos.
\1IIA.
U bem conhecid-i hiate nacio-
nal Amelia, de prtmeira mnrclid ,
legue em poneos das piraba Ba-
bia por j ter pmte da caiga
rompta : para o resto, tr,.la^e
com Novaes & Companhii, na ra
do Trapiche 11. 34, ou cum o mos-
tr a bordo.
Para o Kio do Janeiro, seguir coma
maior brevidade, o brigun Paquete de Per-
mmiiueo, recebe oargl o escravos. a frete, e
Dretto da carga, Irata-se co:n o consiv;nata-
1111 liomingos Alves Malheus.na ra da Cruz
0. 52, primeiio andar.
Para o Cear
Seiiui) com brevidade por ter parte da carga
. ipalacho Sania Cruz ; para o resto o p>ssa-
; 1 os, trala-se ao lado do Corpo Santo, loja
lie massai: es n. 2j.
Para o Cear sahe com brevidade o hia-
oorpo, rnos e p grandi-s ; levou vestido
encarnado deshula lo, com babados grandi s
por lnixo; a ni s na nao labeeamlohoipro
eur 1 n ii.enti.i llein-Tica de l.iojuen, ilund*
fui : quem soubir ou iega-la, I vo na ra
Augusta, junto do sobrado amarcllo'n. *,
que so griiilicara generosamente.
~ lle-iiipiareceu no dia 22 do correnta
urna preta, creoula.de nomo l.uzia, de i la-
de 18 anuos, puuco mais ou menos, a qual
sahio para a ra com labuleiro de vendas, c
levou vestido rouxo e panno da costa a7.nl
com mntamrs ; advi rie-se uuo esla escrava
aos meios de bran lua, ser de 90 das.
los Eustaquio Maciel Munleiro, escriviloda
' -. precisa-so de um menino, do 10 a 12
anuos, dos chegados ha pouco do Porto, pa-
ra enixeiro de uuia venda : no aterro da
Roa Vistan.70
__p,ccisa-se de um rapaz, que leona ins-
tante pmtica do lujado miudeas, para to-
mar conta de u 1 a loja por balaiujo, pree-
rindoseum qoe entre com alguns fuios,
para se Ihe dar suciedado : quem quizer,
annuncie.
Precisa se alugar urna prc-
... "f 1.1 |IO>, I1U UM O uo
ta captiva, ja idosa, ou mesmo lor- saj0,aos s-nhoresit.si
La n,i rna rio Ciihiio n I C. lo- venda no oiiflo do Livramento: reoommen-
ji-a. na roa aouaooga d. ui idi_gp 3autorid,des |:0|i0jaes cc.piuesde
a de millilezas. | campo, a sua appreheuvllo ; quem a pegar,
Francisco Mathias Percira da Costa ex- |cvo-a a rui Augusta n. 22, quo ser recom-
porta para o Rio do Janeiro, os seus escra- pensado.
vos. Zacaras, de 25 annos ; Adriano, de 18 .. para pinar a fasta, um bonito cabrio-
ann'os, a Cosmo, de 10 annos, todos ere- |et salo, muito seguro e moderno, por
oulos. 250,000 rs., com todos os seus aparelnos
O Sr. Jo5o Antonio Machado tem urna qoti novos ; a tallar no atierro da Boa-Vis-
earla do impoitmcia, para se Ihe entregar i n. 22, loja do cnapos deso. Na dita
pessoalmenie, no segundo andar do sobra- |o]a hl tambOOl um pequeo globo moler-
do n. 10, da travessa de S. Pedro. no, para alumiar urna sala eleg.ole.
Arrenda-se um optimosiiio, com mui- .. Aluga-se urna boa casa na l'ossagem da
to boa casa pBra grande familia, na estrada Magdalena, travessa dos Remedios, perteo-
do Monlero, sendo dito arrendan enlo por centeaos lierdeiros do finado Quoiroz Fon-
fesla, ou snnual ..-ente : a tratar 110 BUS- >ec, tem excellentes cominodos, Ir.'S >alas,
Imo sitio, ou na ra .Nova 11. 52 terceiio nove qoaitus, cosiulia fra, rocheira, casa
anjar. para prelus, estribara para cinco Cavallos,
-- 0'iem precisar do urna ama secca, pa- irvoielo defructo, o um pequeo vive.iio :
ra casa de portas a dentro, de inuilo boa quem preten le-la, di ija-o a travessa da
conduca: dinja-se a ra das Flores, ca- M.idre de DeuS, nrmazem do couros s ilua-
sa gg, dos,a fallar com Francisco de Paula Queiroi
A viuva ile Jos Joaquim Fernaudus a- Fonseca.
visa a lodos seus ere lores, para compare- Segunda-feira, 27 do crranle, as* ho-
ci-r. m boje as 4 borsa da tardo, na taberna ras da lar >e, na ra de lionas, na praca do
da ra dos Acouguinhos n.20. para a vista ooutor joiz de orpliflo, se ha de a>remalar
do bataneo tomaren) cunta, em consequeii- o pelo Anloio, peniioia lo por Francisco
ca do no poder continuar. Pedio Ferreir, a Viuva >5i Futios de Canuto
-- Precisa-so Lill-r cum Joo Flix do N.S- Jos Velloso da Silvei-a.
cimento, a seu imeresse : na ra da Moe la -- .No da 29 .10 correte jo mel da, de-
L 25. pois da audiencia do senlior doutor juil
O Hospital do Cari lade, precisa de um municipal da segunda vara, na casa da ines-
enfermeiro : quemrstiver tiestas circiims- ma audiencia, se lia deairenialar pur ser a
Inicias, dinja-se ao regento do niesmo los- ultima praca, a casa terrea da ra do Sebo
,,;tB|. 111. 15. oulra dita na roa da ConceicSo 11, 29,
Precisa-so do una sm jara cosinliar e nutra dita em arma/em no berco do Tam-
il diario de umn casa : na Iravessa du Cor-' M n. 11; todos na Bov-Visia, por ex-curjilo
po Sanio 11. 29. 1 de Luiz Comes Ferreir ro .tra os lierdeiros
I'recisa-se de um feitor para um sitio [de Prxedes da Fonseca Coutinbu, escrivao
perlo da prega, que entenda de horlalice e .Santos,
de plaiitssau de capim 1 na ra do Viga- Aviso.
ten eceiadoscommo los para passageiros: rio n*- *. i-ii r.a Philipp* Joscpba prazeres dosSanlos.pro-
os pnleiidentes, dirijam-se ao escriptuno | t.uilliermo aa losia i-orita i.tiie, es- lfeS9ura .,,iticolar pioviMonala, participa
de Manuel Coucalves da Silva. ponde que pode ser procurado no su es- UQS (,a]S dp su.,s a|umnas e ao resteiiavel
-- Segu uestes das para a Babia a Caro .criplono, na ra da tcrui n, 17, primeiro
Mira l.ivrkcao, de inulto boa marcha : para andar.
Exportam-so psia o Rio de Janeiro as
escravas, mulatas, de nomes Tlwreza de 26
annos, Maiia do 7 annos, a Tliereza da 18,
Ipertenccntes a Jo3o Antonio Alves de Brito.
i.uiein precisar ilaiun criado para urna
casa, dirija-se a ra do Mondego, casa n.*9. ^
, Precisa-se de una preta que venda na utJ..r|nlho
ra: quem a Uvero quizer .lugar, dirija- '
se a ra llireita n. 69. V"tvvht T-TT-rTT-r ^g
- Ha um oiez, pouco mais ou menos, de- i>
CUAPUONT & BERTRAND
REI.OJOEIROS FIIANCEZES,
Na praf* da Independencia, loja
que Coi do senlior Meros,
Rerelioram de Neuyok um rieo sortlme n-
10 de relugios americanos Je rtifFerentes gos-
los, uns com um dia do Borda, outro com
corda de oito das ; ur.s com campainha,ou-
1 o- com aiain -, e alguns de esperta lores;
esses Telonios encommenda los por elles
mesmos, s.lo afiaiifados por muito aupenor
ein qualidade a todos aquellos que chega-
ram at agora. Chaproul & Rertrand appro-
v ilaiu esta uri'ii-i.Vi para leuibrar aos ha-
nitanles desta provincia, que tazom seaipre
corn muita brevidade n cum tanta perfeiQito
como na Europa, qualquer concert que se-
ta de relogio.
-- JosCaetano Vieira da Silva vai a .Ba-
ha tratar de negocios, donde pretende vol-
tar no seguinte m<'Z, e nSo potendo pes-
soalmenie despedir-se das pessoas da sua
amizade, Ihe pede dasculpa desta falta.
Ama de leite.
Precisa-se da urna ama deleite, forra ou
captiva ; na ra da Cadeia do Becife n. S3,
primeiru andar,
-- A pessoa que tem procurado por este
Diario,pareles do fallecido alfares de orde-
nanzas Joao Nepomuceno de Farii, existe
I). Claulina Rosa Telles de Faria, lili) dos
fallecios Mano.-I Di'S de Furia, e Francisca
Telles de Menezes: na ruada Concordia n
3, ou na praca-da Independencia a. 31.
Aluga-se um quintal, na ra da Cuia,
proprio pura estribarla, por j ter telheiro
leilo, e tem boa camba com auoa : (iiern
11 pretender, dirija-se a ra da Cruz du lie-
dlo n. 2.
-- Domingos Alves Matbeus, Icn lo rece-
bi lo de llamburgo, peln escuna Dama.a h 111
c inhecid 1 agua de Seltz em botijas, vende a
vonlade dos cuin|)radores,no seu escriptorio
na ra da Cruz n. 52, primeiru an lar.
- Josa .Siipurle, como adniistrador da
::. s-a lallnla du Leopoldo Jos da Costa A-
raujo, convida aus cedores desta, para que
Ihe aiueseiilem os ltulos de suas diviias,
afim de qun, gen00 venlicados, se proceda a
ClaasifleaclO que he dulerminada pelo cdi-
go e 1 nuil' l'loi.
Calimete portuguez de leilnra .
I'orordem do lllm. Sr. presidenta da di-
rectora, svc.iiivoc o conselho deliberativo
ra se reunir ein -e-s iu extraordinaria, no
tu .Novo Qinda: quom nelle quizer carre- s,,,pareCPU um preto por nome Manoel.cre-'
{ir, dirija-se ao seu consignatario J. J. Tas- ou|0f,, om.0a| de alfaiate, bstanle conhe- t
w Jnior. |Ciitonesta pra?a,por j haver Irabalhado em g
I ara a habla muitss tojas, o qual p-rtence ao abaixo as- S
Saheem poucos das o vrleiro hiate Ca-I signado, e lem os signaes s< guinles :bal- p,
priclioto, o qual tem a manir parte di carga xo, quebrado das virillias, um pouco grosso ^>
locoipo, cor p ela, olhos gran es, tooi tres -
milo iliii-it i de uina
II i. i ii'' *.u..'.--o M*w...--------- i r----- ------------------------------------------------------ ---------------
loi de Paiiellas de Miranda,* comprada nes- j da 26 do corrente., pelas II horas da ma-
la iraca no da 27 de agosto prximo pas- nhila.
' stos 6 Uuiniares,com | -- Precisa-se alugar por lempos, urna
preta e.-crava, qun s.ilba perfeitanvnlo co-
sinliar o diario de u na casa, e comprar os
respectivos arrauj isj d-se, aim do susten-
to, de vestir e 10,000 rs. mensaes : na tra-
vessa da Casa Foite do Arraial, no sitio que
fui do senlior Paulino.
Precisa-se de um menino de idade 10 a
14 annos, embora nSo tono habilidade ; a
1 aun ua ra de S. Concallo n. 25.
Ao publico.
Na ra do Collegio, botica n. ^continua-
se a venJer as vordadairas e bem conceilua-
das pilulas para bobas, cravos seceos e du-
ros venreas por mais amigas quo sojam,
cujos boiiselTeitoscunlossam todos quodcl-
I is lniii (eilo uso, o que al o presenil' an-
da nlo f.illiaraii ; he prepararlo do falleci-
do phai ni. 1 ntio.i S''!>.:mi.ii J .s do tlliveira
Macedo, o soso vendo nicamente no-io lu-
gar; aondo tamhem exisiem duas unras do
Almei la para vender, sendo um tratado de
mil 1 .un ,ii -, u medicina oporntoria.
Lavt-ae eeogomma-se,cum umita per-
foicSo a asseio : uo pateo da Bibeira de S.
Jos n 15.
Precisa-so de urna ama de leite : na
ra d..s Trincheirasn. 42, subrudo de dous
andares.
* s>s ? ''4
O consultorio lloiuoepalliico da ra aj|
3I pelo Dr.l'ires Ramos Jnior, fui trans-
1 le ido para s Illa da Cadeia do Re :if 1 m
!$ 11. 41, no segundo andar, por cima da (,*
1 loja il 1 Hl'ii. S-. Jn.iii '. "iIiimi .w r-, fy
onde ja foi o consultorio do Sr. I)r.. %t
13} Sabino, ani se encoulrar eaiteiras J
.1 com iNedicamentos homccepallncos, 4
a) lubos avulQos, llDtnras de qualquer <,'
A dinamisacilo, e tambem se ridazem +
aquellos que estiverem deteriorados. *
<) Propagandas houiccopat'iicis do lllm. i.
4 Sr. Dr. Sabino, pelo preco d;' 1,000 rs. aja
<) cid .exemplnr. Estas inedieamenlns (/
r sSo preparados com tolo o cuidado, r>>
4 e j experimentados pelo Sr. Dr Sab- %
JJ nu na sua longa chuica, seuoo os re- >
f sultadusus maisfelizes; todas as car- t-
j teirs que sahiiem desle cousullurio |>
4 levarao a lirma do Sr. Dr. Sabino. As f|
q cii-oiia- bo das 8 horas nu dia at
^ 11- .1 la larde; depois deslas horas s fjj
> o poder3o proiurar na ra da Cruz ?
a) do Itecife n 50, segundo andar f
4la Catubua do Carmo n. 3, au dir
quem fat negocio com venc montos pbli-
cos.
jiv-jUij Aluga-se urna casa torrea com
'rw'al eomiiiodos pan grande familia,
'Si.-' na ra Imperial o p da fundi-
, publico, que mudou sua aula da ra da
UoiSo, para a praja da Boa-Vista n. 17, O
Contina receber meninas extornase pen-
sionistas, para educa las em grammalica
porlugueza, doutrina christ9a, contar as 4
especies, liem como sommar complexo, ju-
ros, COinpauhia, regio de ti es, costura cnS,
bordados, marcar do ludas as quahdades 0
WM'Vaj'^Vf' 4?V W !W ff f V V^
9VB
prompia ; para o reslo della, o passageiros
para o que otlercce booi con.modos, trta-
le com 1.. J. de Caslio Araujo, na ra da
tru2 11. H,
Para o Araraly sobe com muita brevi-
lade n Inate Flor uo Cuiuilpo: (ara carga e
r*SMgeiros,trata-M na ra da Cadeia do llo-
nle 11. 49. luiuieiro andar.
>. ti m >1 mm hb aa aBas
Leilo.
Oleilaoile fieodS de I.. Biuguicre,
lica traiisfeinlo para o dia que su onuuneiar.
Paia maior commodidade, o Sr. Ilen-
f>'Ciinstiq 1 ers mudou a inubiiii da sua ca-
a de Campo, p>ra a ra do Ira picho Novo
do Recite, onde morou u Sr. Dr. Sabino O-
l'trio I u ; n piuho, e se far o ":1.a da
Besa, por inlerventSo do rgeule uliveir,
no s.bbudo prximo, 25 do crrenlo, asi
lluras da mauhfta, e declara, que a tresna
tiiisisle em cadeirase mesas de dirterenles
',1 11 :,-i 1. s a latios marquezas, eouimodai,
liiatnrioi, loucadores, camas de ferro e de
I*', consolos, guarda lourja, apar, dur, qua-
(KM, facas u gaifns, loufjas, bvros im, ressos
ee OilTerenles idiomas, alguroas obras de
prata, um violto de cav s, urna Caixa de
lailaruga pir rsp de delicado lavor ; ss-
'i'ii cuino de*lres espirgard s do dous ca-
"os, pi-lolas de um e seis dito-, cavallo, se-
llas pira monta 1 i de seuboia de iiounin,
uoi piano em meio uso, proprio para um
principiaule aprender, e muitos outrosarti-
[0-de valor e ulilidade.
-- Miguel Carneiro, far leilflo por inler-
'eiicao do agente Robetts. no da texla-foi-
', 24 do corrente, as II horas da mantilla,
ioiu armazem, na ra do Trapiche n. 38,
toiguinle :mobilias para sala, gabinete,
quano", sala de janlar, cosinba etc., etc.;
'un como louca, vidros, candieiros, can-
Oi'Ulili,-, hitranei.. s, quaiiros com estam-
lfs, e uniros muilos objeclus que valem
Tena s.rem ariemtailos,eao nicio dia em
ponto ir a leilao tres burios grandes cho-
dos do Buenus-Ayres.proprios para cario
HOMEOPATHICA.
28 RA DAS CRZES 38,
Dirigidapor um phiirmuctutico
approvado.
Avisos diversos.
- Candida Mana da PaixSo Kocba pro-
l-nia particular, approvada pelo governo,
Wntii a a receber meninas, a quem ensi- para fors da proviocia
acalmes no i.raco o
operado que havia coflrido ha pouco no
htispllal ; he do piesumir que ande poi esta
cida le, vi^to ser della natural, ter alguns
prenles : roga-se as autoridades 1 oliciaes e
a toda e qualquer pessoa, a capiura do mes-
mo, o o lavor de o mandar entregar nBsta
cidade em casa do senhor subdelegado da
Boa-vista Rufino Jos Crrela de Aimcido;
e na cidade do llio-Formoso a Francisca
Chri-tina Lins, que sei generosamenle re-
compensado : o mcsnio abaixo assignado
protesta eorn todo o rigor da lei, contra a-
quella peSSOS, quem quer q
roou segundo sudar, cm qualquer ra do MI \1 II IIH III lllll
bairro de Santo Antonio, pelo preco do doze llIJlilUilU W lili. .} lllll.
mil ris.
cau do .enhor l."al, te.n grande lerrouo pa
Estacstabelocunonto possuc todos ^iia plantar, o o dono compromette-se a cer-
os medicamentos al agora experi- 2'c"-li '"K 1ufl cll alugadur para casa,
mentados, ta 11 lona Em opa como 00 7f Hamliem tm um grande VIVeiro, que so ihe
Brasil, c preparados pelas machinas la invenclo do Ir. Mure.
f> Carteiras de 12 tubos al 160, por <
preQos vanaveis, conforme a quali- ^i
& dadodas c^ixas, a quaiilidado dosre- **
S>- medios e suas'lynaiiiisaeOes. ^
Tubos nvulsos (cada um) 1/000 *
Tinluras de tolos os medicanien- ^
tos um frascos de I p2 oiifa 2f(l00
AVIAJI-SK GHATUITAMENTE

a iei, contra a- ^ para os pobr:,Sitas i.s receitas que
ios ja.quoo u ^ par(1ali mandar qualquer professor.
,aldas Luis. 1 .i.i<.tAi., (Juem quizor urna ama pBra cosinliar,
procure atraz do qual le de polica por'cima
do bilhar.
Iloje (21) se ha de arrematar as 4 horas
da larde, 1.0 aterro da Boa-Vista, :i porta
do quartosupplentn do juizo de ausentes o
senhor Jus Pires Ferreir, pnr st a uliima
praca, as dividas do Tinado Gabriel Concal-
ves l.omha,por;exeruQao dos seus ero lo es
- Pelas 7 horas da larde do 22 deste mez
de setembro, desappareceu da Passagem da
Mag Islea, da Casa de Jos Antonio Raslos,
um escravo pardo, claro, de idade 22 annos,
sem barba, cabello pouco torcido.encrespa-
do, cheiodo corpo, altura regular, era bu-
lieiro, sahio calcado com sapates, lom os
pos grandes, chama-sn Mnoel, he natural
oe Iguaressu' : quem o pegar pd leva-loa
casa do aro senhor dito Bustos,na Passagem
da Slagdalena.ou no Rerife no escriplorio do
mr-sino, na roa da Cadoia n. 34.
- Piecisa-se de um pequeo chegado ul-
tima mente :_no atorro da Uua-Visla n. 24,
se dir qu m precisa.
-- Eu abaixo assignado, aviso que o se-
nlior Manuel Fernando Bibeiro, deixou de
ser meu caixeiro. Adle Poiisun.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 9,
da rua'da Moeda, com commodos para glan-
de familia; a tratar 00 ariuazein du Luiz
Antonio Vieira & Companhia.
Arnaldo Alberto Rodrigues, relira-sc
I BAIiLZIDl) EM I'OKTUcUcZ.
16,000 rs. de e.ssignatura.
Sabio a luz o ririmeiro volume desta obra,
a melhorde ludas em seu genero : o nico
verdadeiro livro, por onde se pode estillar e
platicar a hoineopathia. Esta ntidamente
impresso eniexcellenle papel, com lodos os
signaes quecunlm o original para douotar
a differenca do valor dos sympto as.
Contina a assignatura 110 consultorio lio-
meupathico do Dr. Mosooso, onde os senho-
res assiguanlos pdern mandar receber os
seus exemplares
No mesmo consultorio ha todos os medica-
mentos la n.-iipallnro- VEHDADtlROS ; as-
sim como ricas carteiras, e rtformam-se
quaequer boticas, cujos medicamentos se-
j,1 ni falsos, ou deteriorados.
-- Aluga-se o ni a casa em Santa Thereza
do Olinda, junto a do Sr. CalSo, ou troca-se
p'or'outra neslo cidade, ou suburbios: a
tratar com J.J. Tasso Jnior, na madoA-
uiiimii n. 35.
-- l'recisa-sn alugar urna ama com bom
ieile c sem lidio, ara criar: a tratar na ra
do Sol 11. 23, primoiro andar.
Na ra do Trapicho n. 5, precisa-se de
um bom cosinheiro nacional ou cslrangeiro,
a ata mesmo escravo; promutte-se bom or-
denado.
-- Aluga-se para o servico do urna casa
mandaia 1 Or: a I alar na 111 1 do Crespo 11.
16, loja da esquina,
-- l'recisa-su alugar urna eslava para lo-
do o servico; paga-sebem : das Cinco Pon-
tas n. 98.
O baixo assignado, chegado ha pou-
cos das da Europa, lem a StiafSClO do an-
nunciarao lespeiUvel publico, ea seus en-
ligo* frenuozes, .(UO 1 mili: ricos desodlos
de obras de marcinuria, assiin como algu-
mas ruacliinas para meihor desempenbu do
sua aite. 11 aniiunciante jnlga desuecessa-
rio fallar de novamenle Sobro as suas habi-
lidades, porquautu tilas ji silu assas co-
ObrCidaS uesta provincia, e liojo mais que
nunca, nao prelendeodo offeinlor a nenlunn
do seus collegas ; esta mais habilitado que
osles sobre u modernismo, vislo quooan-
nuncanle lendu-so au.-eutado d'aqut a mais
de um nnno, en pregou lodo esse tempo
em fazer nm estudo parlioular sobre os no-
vos gosto.i de obras do niarcineria apresen-
lados na oxposi(So universal de Londres,
onde estova, alm de uuiras capilaes da Eu-
ropa, Pilis, Lisboa, oic., &c. O annun-
aanle se a:na acapacilado para Igualmen-
te empreonder quaosqu.ir conslrucrjOes de
. limaos, faz escadas circular, uval e outras
quo servein para subir-se por um lado a
iescer-se por outro. Avista, pois, do ex-
pendido, o abaixo assignado espera mere-
cer do respeuav 1 publico a sua prutecclo
querendoassim o hoiinrem do alguma en-
commenda; na ra da Concordia, juntada
u'lniai .o. Julio Frederico Schrueder.
Conslandu-iiie que a miaba escrava de
11.un" Cert un.-, nafSu angula, de idade 2
anuos, cor minio preta, ulbos grandes, pos,
a mSos pequeos, estatura liaixa, disdenta-
da na freuiu do lado do cima, e peilo de
pon lio ; se emcamiiinara ha quasi dous mo-
zos para o engaito de Fragoso, aoude a di-
ta escrava Gertrudes dizia ter urna comadre
( prela ) peco ao Sr. du dito engenho que
por favor, nu casu d'ella Ihe aparecer no seu
uugonhu ; que na mando pegar e remelter-
de pouca fa nilia, um. escrava, ou mulher me, a casa -lo piinha 's'Jona*'"J" '"
furia, pag.-se bem l no neceo do Encanta- Aurora 11. 52, pagando eu. as necessar as
ment n739. despezas, do cuju favor loe ficare ubrigado.
MUTILADO
Adverte-ae qun a dita preta foi escrava dr>|
hund! Joaquim da Ltugoels, e comprada em
lelflo publico qu 1 ni ndaram fazer os her-
deiri s do mesmo Joaquim da Lingoeta pelo
corretor, oSr. Oliveira, e dizem quo se tom
visto tamhem a refer la eacrava, ns cidade
de Olinda, e no mesmo lim r nos Arrumba-
dos em certa casa que ser lugo corrida e
o ladrflo snfrer as penas.da le.Francis-
co Ji s Barboza.
AGENCIA 1)K NEGOCIOS ENTRE O BRASIL E
Portugal.
Ficriplorio a villa do Cubo, rua da malris,
primtiro tobrado a direita.
Delegado,o bacharel Julio Paulo Monteiro de
Andrade.
A agencia promove os interesses licitos,
tanto dos subditos biasilairos no reino du
Puit' g.1,(''mu dos subditos pnrtugunres no
imperio do Brasil'; prosegue reclamafOes
de particulares quo bajara de ser feilasem
ambos os paizes; lenta composicOes.instau-
ra e seguo procedimenlus judiciaes ; proce-
de pesquizas acerca da existencia, mudan-
za de domicilio ou r.illei'iiiieiiius; sollicila
o cumprimento derogatorias, manda assis-
lir pracas; agenceia compra e vendada
predios uilanos 011 rsticos; vigia por inte-
resses de herdeiros ; faz manifestse regis-
tra hypolhecas; administra casase propie-
dades cobra ren lmenlos e juros; manda
li ar fulhas curndas, passaportes e doeu-
ineutus d.ia estacOes puld'Cas; requer quaes-
quer prelences justas du guveruu ; recebe
consigi(0es e tal cumprir nrdens conmnr-
ciaes; compra e vende paieii de crdito fa-
zendu niii-aceui'- du banco etc. A direcclo
central t.-m sua sede mi Lisboa, presidida
pelo senhor conselneiro iloutorjote Felicia-
no du Castillio brrelo c Noronha ; a direo-
filo geral no Rio de Janeiro, presidida pelo
senhor doutor Adriano Ernesto d" Castiiho
liarreto: sSo advogadosda empresa em Lis-
lina os senhores doutores Joo de Dos A11-
tunes Pinto e Gaspar Joaquim Telles da Sil-
va ; o correspondente uesta ultima cida le
lie 1 .- 'iiii.o 1 ti.una/ Amonio do Paiva, rua
il 1 Feriegial do cima n. 2. Ao senhor dou-
lor Adriano de Castilbo, comu direciur geral
da agencia, cabe o diieuo deestahelecer de-
ligadus us 1 un.is do imperio que os pre-
ci-areui, ein runfonuidadn com a atitunsa-
Clu quo HiiK-onfere o arligo 27 dos eslatu-
tu*. E pelu mesmo senlior diieclor foi 110-
moadu del-gado da agencia na coniaica do
Cabo o bacharel proiuutor punlico da mes-
is, J 1 1 Paulo Monleiro de Anurade, que
|iim 111,an mnpiegar ludus os esfori;os para
levar a euVilu as con lic/Oes fixadas no raga*
lamento respeotivo. as pttaoss, pois. qtia
liverem interesses a tratar por meio da ig"n-
ctu, poderlo di gir-so au escriploriu quo
elle tem eslahelecnlo em casa de sua resi-
dencia, na villa do Cabo, rua da malriz, pri-
meiru subrado a direita, das 9 huras da ma-
il'i.l.-i at as 5 da taide.
Irmandade du Glorioso Pslriarcha S. Jos da
Aguuia, erecta no convento do Nossa
Senbora do Carmo.
A commissSo nomesda para receber as co-
tas para a ronslruccSu das catacumbas, roga
aos seus amados irmSos quo anda mo do-
ra m sua r iia.lmi un de u f.i/er, pois que
muitu preciso he a couclusSo das referidas
catacumbas; e pele o lliesuU'i'iro da dila
irmandade a tolus os irmos que j deram
sua cuia, e que anida nflo lanham seu com-
notente conheclmento, teuhain a hinidade
do diiigir-sea rua Direita 11. 16, para reco-
barem.
Compras.
-- Compram-sa c vendem se escravas,o re-
ceti m-so to cooimissAo, lauto iara a pro-
vincia, co no para (oro della: na ruados
QUSrlis n. 21, segundo andar.
Compra-BB um aiilheiro do tenas ser-
v las ; quero livor annoiirie, 011 dirija=so
na da l'reit deSinla Rita, delronta da li-
beira do peixe, casa n. 1
Cumpia-se uma casa terrea em qual-
quor rua do bairro do Sanio Antonio : que 11
tiver dirija se a rua do Quilinudo n. 6, loja,
que se dir qoem compra,
Compra-so uma canoa que comluza po-
lo menos um millieiro di lijlos de alvena-
ria : quem a tiver anuuncio.
-- ( uiupr .111 duas'dunas de taboas dere-
fug >, que sirva m para asoalhu ordinaiio ;
quem tiver snnuiiqe
Vendas.
joendsM -iiiiii'!'"! r-.
Na fundirlo do C. Star. & Cnmnsnhi .
amS. Amaro, acham-sea vonda moendas
le canna, todas de farro, o um mdelo e
coostrucco mu il o superior.,
Ararlos t\e. Torro.
Na fundicSo da Aurora, em S. o.
vendem-so arado6 de ferro de diversos
mo lelos.
I'dt.i.ss. americana.
No antigodaeositods cadma velha, n.
12 existe ii .r a pequea pnrr;So de polassa
ampricana.chegada recentemente quepo
superior riVal isa com adaltussia: vnde-
se por preco razoavcl
" Agencia de Erlwin Maw.
Ha rua de Apollo a.ti, armazem de Ic.Cal-
,aunt8ii:oiiipai>hia,ach.i-seconaianlemeole
bona aurlimenlo de uia de ferro coado e
Balido tanto raaa como finidas,inoendasln-
elias lodas de Ierro para aniuiaea, agoa.atr.
ditas para armar em madrira de lodos o ta-
naiiliose inodellua o mais moderno,machina
inri- mita I para vapor.coin-orfa de 4 caval-
los, coucoa, paasadeiraa de ferro esiaiihad-
liar casa de pulgar,por menos prefoqueo
lecobre, cacovena para navios,ferro i-ngle
tinlu em harraacomo em ircdsfolhas.eludo
pur barato preeo.
Taixas para engenho
Na Itindico de ferro ie D.
W. Bowmaa na rua do Brum
atiesando o chafaril contin.i a
linvcr um completo sortimenlo
le taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as aunes ;icham-se a venda, por
preco onimodo e com prompli-
dao, embarcain-se, ou curregam-
se em carros, sem despezas o
comprador.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da rua da Cadeia
dollecife n. ia,ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra ,
assim como potassa chegada ul-
timaniente a precos muito ra-
soaveis.
Vendem-se a i,aoo
Gigos com btalas muitu novas, das ulti-
mas chegalas das linas, prego de 1,200 rs.
a arroba, os giguss.lole di Her lites lama-
nlios : no caes da alfandeg, armazem da
es juina, e na Iravessa da Madre do Ueos,ar-
mazcm n 16. >
Carnauba de primeir.t sorte.
Ven le-so ein porreo e a re.lalho, no depo-
sito de D. II Andrade & Companliin, n.s i tu
da Cruz, confronte o chafariz n^io.'
Vendo-se um dos segutules predios,ou
/
rermuta-se por algum engenbo prrto i*a
praca, uma casa onde mora o lllm. 8r. Ba-
rrio de Capibaribe n. 28, jonto a botica da
Boa-Vista, um dita na rua da Cruz do fle-
cifo n. 32, e o sitio da Passagem da Magda-
lena, onde mora o o senhor Fenton, todos.
ra elriis proprios: a fallar na rua do Tra-
picho Nuvo n. l, iu unen o andar.
AGENCIA
da linii|ii;.io l.'.w->loor.
KUA DASKNZAI.I.A NOVA .N. *8.
Neste estabelecimento conti-
"|>| a haver um completo sorti-
mento de moendas o meiaa mo
enJas.para eugenlio machinas
de vapor, e taixas de ferro bati-
do ecoado de todos os lama
nhos, para dito.
Vendem-se dous molecotesde 18 a 30
annos, de bunilas llguraa, um preto bem
corpulento e sadio, bom par armazem do
assucar, iluus dilos buns vara ludo o servi-
rlo, duas pretaa boas quitan luiros que la-
vam, um preto'de meta idade, bem iohui-
to e bom pira sitio: na rua dos yuaituis n.
2. segundo andar.
Vende-se a rmafSo da Inja da prarja da
Boi-Vi.-ti, multo p ooria para sapato*. cha-
ruios, etc. ele quem preten ler, dirija-se
a luja do sapalos ue una piula.Junto a mes-
ma quo se vende, quo achara com quem
tratar.
Vendem-se relogios de on-
ro c preta, patente inglez: na rua
da Scnzalla Nova u. 4*.
Salsa de Sands.
liua larga do Rosa-
rio n. 50.
Este remedio acba-se a venda
na botica de Bnibolomeu Fran-
cisco de S ni? 1, im lugar cima m-
dicudo : o mesmo gurante a quem
duvidar ser a verdadeira Salsa de
Sands.
Vende-se uma mulata de
bonita figura parida de pouco
tempo, com bastante leite, -e pro-
pria para criar, boa co inlieira ,
costureira e engommadeira, sem
vicio, nem achaque, aexcep9aodo
defeito em um dos quartos, o qual
a nao prohibe de f izer todo o ser-
vico, alm de nao ser d*> risco al-
gum : na rua da Cadeia do b-ur-
ro de S. Antonio n. *5, segundo
andar.
Pianos.
Brunn Praeger & Companhia ,
receberain os mais nudernos pia-
nos, de excellentes vozes, que es-
tao .1 venda, em sua casa, na rua
da Cruz n. 10.
Obras de om ti.
As mais lindas que tecm vindo a
esta praca, e d 1 todas as qu.ilida-
les: vendem-Sfl em casa de Brunn
,Praeger k Companhia, na rua da
'uiz a. 10.
liistrumcntns de msica.
Tanto p >ra orchesti-, como pa-
ra msica iniliUr, vendem-se mui-
to e 11 couta : em casa de Bruno
Praeger Se Companhia, na rua da
Cruz 11. 10.
Vende-so um o vallo, ensiosdo para
carro de -2 e ro las : na rua do Vjgario,
ai in.i/.'in 11. 7, so nira on le se acha.
Vende-se urna canua de carreira, ji
prumpta, por barato preco: no armazem de
madeira, no porto da rua Nova.
Vende se um escravo creoulo, bom Of-
licial de carpiua, linda..... iiiilin, ariuaiem d*e llarboza Oliveira.
.\,i rua das Cruzes n. 3i, segundo an-
dar, vendem-se duas creoulas, peritas en-
gommadeirai e cosiuheiras, cosem cha a
lavaui do aadU ; uma im ia iliuiaiiulia de
12 aunns, propna para ser educada ; duas
pretas creoulas, ChegadaS do mato, Com al-
gumas hahilida es.cada uma dellas tem um
1,lia muleque de I a 3 annos, muito lindos ;
urna creoula da 1C ennus. e duas ditas para
ludu aerviCO da prarja e decampo.
vendem-se duas negras, sendo urna la
Costa, dn bonita ligura, e outra creoula. de
12 a 14 anuos de i lade.DOBS pegas ocun ha-
liilnla >es : na rna da Cadeia do Itecife n 6.
Vende-se um rico piano, de mesa de
Jacaranda, o niais excdanlo em vozes e
eonsiruceSo, que p le naver e por. commo-
do prei,o ; na ma das Flores, ca->a n. 21.
-. Vende-se uma duiia dj cadeiras de
1,0,1, posto, uma cama de armaco, uova ,
com culxea na rua das Flores, casa n. 9t.
Casa feliz, na praca da Indepen-
dencia-n. 36.
OrauHista da casa cima, annuncla ao
respeiiavel publico, quo s s .as cautelas
Silo da luteria da Matriz da Uoa Vista, cujas
rodas aii'iaiio no uia 26 do prximo outu-
bro, tlcste nnno.
Preco das cautelas.
Quartus 2,600
Decimos '.l"0
Vigsimos M
Vendem se dous bonitos molecotes.vin-
dos do Aeudi, de idade 18 a 20 annos: na
rua do Arapo n. 19, a fallar com Domingos
Vetho tar.eto. .
Vende-se tuna das melhores loja
da rua Nova.
Vende-se a loja do moda efazendasfrn-
cezas da rua l>ova n. 10, por o dono uaomr
retirar-so; a quem convier osle negocio,
nde dingir-se a mesma loj par*, traiar.
Veniem su quarcnia e tantes volumes
de diversas obras de dircili;, pela quarta
parte do seu justo valur, jor cstsrem Com
algum uso : nu becco das Barreiras, casa
grande de dous portars.
Na nova ioja d rua do Crespo
y n. g.
Vandem-se-s seguiutes hiendas :atoa-
Ihado do af.lili) do 8 l|2 palmos de laigu-
ra, peloWato preco de I.WO.dito de 6 1,2,
a l.Oyijitu de 4, a 800 rs oito de 3 l|8, a
?00 e.500 rs. vara, corles de camhraia de
bailados, smerior fazeiida a 5,000 rs.. da-
Casco de algurtaocom 7 palo os de largura,
a I ->80 el 3u0 o covado, lencos de seda su-
periores, por 2,000 e>JW0, cambraiaspara
cortinadojICOftVlsTa de largura.e com 20 va-
r^-iiMOelSOOO rs.; e outras multas
fazndas de gostos modernos.que se ven-
dem por menos preco do que em outra qual-
quer parto.




rl
di
:
V\
!'
Ir
fe
l IIimi: DE pars, i
Fabrica de chapeos de sol, na ruu
doColIrgio n. 4
Alm do aortimentn jA annunri.rio, rece-
beu-se polo navio Havre, ultimo vindo de
Fr-nga, um novo sortimonln do chapeos ile
Mil de seda o de panninho, para liomens e
gento'.*, dos ltimos gustos; superiores
chapos da sol de seila cum cabos da cana, o
outros ilos inediorcs quo tem vindo a esta
puu.ii, que se continiinm a vender por me-
nos proco que ero outra qualquer parle.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de seda ingle-
ses cbegaios pelos ltimos navios, polo di-
fluido prego de 5,000 rs. cada urna : na
ra doCullegio n. *.
-- Vendem-se palitos de brins o alpakas
mttiimoimiijg
DA
4 r------:
Gal virgem de Lisboa. Na ra dn Crespo, loja a-
Vemle-se superior cal virgem, Imarel'a n. 9 vendem-se cortes
chegada ltimamente de Lisboa, e de casimira superior, pelo dimi-
Cll C* Jl DJIDRS LIA lESRIS I fi |h.i preco muito em conta: no ai-jnuto preco de 3,5oo, 4,000 e :,ono
OMUMrHnnil-lHyi-8#lll# I XMhm mazem do Caes da Handega n. [.; panno mcsclado para palitos ,
salsaISE esak
AftlNCI
menle ninnlido la repula-
il
meselad.s, bem fe.tos e por preco muito tli?'lul a c"r,a ""TI"'"''w
em coi... : N pr.ca da Independencia n 3. ; do m\ J""1 *VlJg'J0m* Pder :
Vende-se um escravo creoulo, do20e' ftr- ,; f", u'"101-
lanos anuos, bnm oflicial de alfaiate, e op-' ., Hualo, ce.
tuno 11.1ra ho.li.irn. 011 i.aoem n.i l.ivra. SossO aprociavel snhor.
A salsa pnrrid.a deUristol data desde 18,12, o teni consl
cSo. sem necessidado de recorrer a pomposos annnncios do que as r-roparogoes
rilo podem despensar-se. Osucesso do l)r. Hristol tem provocado infinitas invens,
entre outra,* dos Srs. A. R. D. Sand*. de New-York, preparadores c proprielanos de
salsa parrilha conhecida pelo nome de Sands. .... -
Eslesseiihoregsolicitr3oemI842 a agencia do Salsa p.mlha Ue Bnslol, c como nao
o pudessem ohter, fabricarSo um. imilagaode Bristol.
fcis-aqui a carta que os Srs. A. R. I). Sands escreveram ao Dr. Hristol, no da 20 do abril
, panno mesciauo para p
7, 01.1 a tr.ilac no escriptorio defpur 2,000 e a,5oo rs., o covado :
iNovaes & Companhia, nj ra doicambraias finas de cores, por 600
Trapichen. '.'>]. (rs. avara: anda existem algumas
Vende-se um bonito molequedn u an-1 pecas de cambraiu de salpicos, das
nos, creoulo.proprio para embarque,pagem, .__ _____
011 lucio; na ru larga do itosario lil 35, ja annunciadas, por 3,000 rs., e
!>OSSO iipieu.HYUi .VIIIPII1.
Em todo o auno passado temos vendi lo quantididcs coisileraveis do extracto do
timo para bulieiro, ou pagem : no Livra-
m--\^dlUeVm'l^ -U~e ouvimosdiz'c'r de suas virtudes .quedes quo a ten. usa-
reiro nos f.".hos.'com 25' "m-T/ue ren" Jo, Julgamos que a venda da dita medicinase W^mSm^U^Z
renie lanos r fumn nroiirin nara di. \tUt um convenio comnosco eremos que nos resultara mult vanliigcn, Linio .1 nos
'como 1 Vm. Temosmuito prezer quo Vm. hos resnonda sobro este assuotplo, o se \ m.
vicr a esta cidade daqui a um moz, ou cousa semulhanic, loriamos muilo prazor cin o
ver em nossa botica, 1 ua do Kulton n. 79.
Fico asorden* de Vm. scus seguros servidores.
Assignados) A. II. I). Sands.;
C01TCLUSA5-
flcar urna pequena rasa : a tratar no Livra-
inenlo, loja das seis portas.
l'eijo novo a 6,000 rs.
No armazem du Couveia ai Dias, confrou-1
te a escadinha da Alfandega.
Queijos do sertao.
J^^n^TioQ^im^^t',0tl 1.-A antiguid.de da sWparrilha do Bristol, he claramente prosada, pois que eli-
do serillo, naro^fJJ,a0. daU daade 1838, o que a deSandss apparcceu em 1842, poca na qual este droguis-
Oob silo eiiecudus ta mo podo obter b agencia do Dr. Hristol.
rolie.tiires dk aledSo 2-' superioridad* da salsa parrilha de Brislol he incontestavel, pois quo n.loobs-
Muilo encorpad,'. I t">te a concurrencia da de Sands, o de urna porcao de outras preparares, ella tem man-
fla na dn Crnsnn lu il csniina ano vol- tidn a sua repulaco em quasi loda a America.
uVar a Cadea! a 1.600 rs "'.". m I As numerosas experiencias feitas com o uso da salsa parilha em todas as i
gas de pe_...------------ ----------,
jectos, que tudo se vende por precos muito o viaro.
rasoavcis. -, 9 a ,
oinlios de vento e sz-fi." = S "'*
' s ^~ = =
com bombas de repuxo para regrar hurtas
5*gS
Bgg
ebaixasdecaplm afunciijaodel). \V. Bow- -^ '?^.ga^.c;-o;.
ui.iKua ra do Brumos.6,8 o lo
l''a/.i:inl.i da moda.
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ISoSf ff o. ffo"?"?, &
Vendenl-se'superiores cortes de cambraiaj |_^=55^-JsS?<
de salpicos branco* do cor, pelo diminuto oSi"B g 8.-<= 3 &-
preco do 3,500 rs.: na ra*do Crespo, loja o e| E g 5* S g-" g 2
n. 6.
Cal virgem.
Vende-so cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na ru do Vigario n. 19, primei-
an lar, escriptorio de T. de Aquino Konseca
& Filho, ouna ra do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Fonseca.
Vende-se urna morada de
Josas, feita a moderna, com lijlo e
cal, sita na ra do Alotocolomli,
por preco muito em conta : a tra-
tar na ra Imperial a. 3i.
Atoalliados de linho,
Na loja do sobrado aiuarello, nos quatro
cantos da ruado Uuoima lo n. 29, tem paia
vender um lico sorliinenlo de atoalhado
adamascados, de puro luilio.consi-tindo em
loalhas do varios tainanhos e em pe;a para
vaias, sendo tninbeni do vanas larguias,
guardanapos u mesilla luzenda, e ludo so
vonie por preco deagiadar ao comprador. <" 5
Vcnile-sea cxcellenti ly|io-
graphia do Diario Novo estando, g 3
bem inonladu, tanto los, couio de lypo : quem a pre- A .-
tender, dinja-se a ra da Praia S >
n. 55, a tratar com a Viuva Huma, i ; |
Veudeui-se os verdadeiros solios in-
glozos, patonte, do molla e sem ella : na
ra da Si nzalla Mova n. 42.
Na ra do Crespo, loja n- 6.
Vendem-so u perioi es cortes de ca m lira la
de salpico, com 6 || e 7 varas, a 3,500 e Z-a
4,000 rs.; cortos de cassa chita, de Dovoai." a
gustos, a 2,210 e 2,500 is.; cassa franci-za a | n |
440 rs. avara Corles de brim trancado es- j
euros e mnsclados, a 2,000 rs. ; panno lino I _, M
preto, a 3,000 e 4,000 rs.; leiu;os de c in bra ia 4 =5
do linho, a.480 ra.i ditos Ue cassa grandes, I g
a 1601*.; risi ado d liuiio a 180 rs. o eovado | -
e multa outra fazeuda* em conta.
-- Urna oncomnieiida de^coberlores,
One por serem pouco
NJo podem clie;ar
A todos os compradores,
a 1,600 rs. cada um : na ra do Crespo, lo- ; j 5
ja D. 6. i |ts
~ Vendem-e amarras de forro: na "ia da | S
SenzadaI\ovan.42. c
Soitimento de panno. j a
Sa ra da Cadeia do Reoife, loja n. 50, ] s
veiuloni-se superiores paunoa pretos a 4,000,1 3A
4,500, 5,000, 5,500, 6,000 o 7.000 rs. o co- j o
Vado ; dilo azul e veide a 4,500 u 5.000 rs.; I n
assim como pannos mesclados, dos melho-1 3.
res gostos que ha ueste genero, por 3,500 3,
rs. o covado. 3,
ix-pu-it Suntos na lSaliia. "5
Vendo-e,em casa de N. i.u'iin .-. c,
na ra daCruz n. 4,nlgodSotransado a-i ~
quellarabrica,muitoproprioparasaccosde g-
assucar eroupa deescravos,porpre(;ocom- c
modo-
Deposito de cale potassa.
Vende-se superior cal e potassa,
e por preco couimodo : nu urina- -
zem do caes da Alf-indega n. 7.
Gotnma de engommar.
S- i
ilsiiiirici--
nmum
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t-o
(11 <
re i-n S I
F8J=*

^. o C -. O c___z"C
= 3 = ?oo3at.
Em casa de J. Kellcr &
; Companbia na ra da Cruz n.
55, lia para vender dous excel-
Vendem-*a saccas enm gomma, muito al-i lentes pi.inos fortes, e de lima das
va, uropriapaia engommar cf.zerbolinbos,1 jl ore) fabrca, chesados ulti-
por nSosersocca ao fogo: na ra do Quei-; "* r>
madon. 14. mmente da Ltiropa.
Vende-se ferro inglcz emj Chapeos de castor branco.
barra, em porcSes grandes, OU pe-) Ccnlinua-se a vender chapeos de castor
1 1, 1 1 .branco, boa tzen la,enoi commodo preco:
uena, e a escolher a vontade uo;(1, |oja Uu 3l,bra.io .marello, nos. quatro
rador, a A|5oors. O quintal, canto* da ra do (Jueimado 11. 29.
Na ra do Livramenlo, sobrado 11. 10,
*e dir quem ve |e varias obras de ouro e
prata.
Vende-se urna negra creoula do mato,
mota, e propria para qualquer servico : na
ra da Cadeia Velha 11. 24, primeiro andar.
Paulos baratos.
Vendem-se palitos de panno preto lino, e
de cores, uor barato preco, para acabar com
cle. : na loja do sobrado amarello.nos qua-
tro Cantos da ra do Uoeimado n. 29.
Cal virgem de Lisboa
Chegada ltimamente, vende-so na ra
da Cadeia Velha 11. 4g.
Viubo de Lisboa
Da melhor qualidad.e que apparece, ven-
de se em bairis de cinco em pipa : na ra
da Cadeia Velha n. 46, escriptorio do Augus-
to C. de Abreu.
Fumo em folba.
zem deJoaquimPinlieiroJcome, Vendem-se fardos com muilo bom fumo
' '. ., i n ."'ha, por preco mais commodo duque
10 quintaes para cima a 4,800
juintal em porcoes mais
peuenaf j> ra do Trapiche nu-
mero 3. \
l'iiiiios ii parisiense-
Veudem-se palili, ultima moja de Pa-
rs, de bonitos pannos mesclados o preto ;
na ra da Cadeia do Reeif), loja 11. 50, por
menos proco do que em oulras partes.
A 5,000 rs o barril.
Vende-se cal virgem etn pedra,
da mais nova que tem viudoNB es-
te mercado, pelo briguc Novo Ven-
cedor, a preco de 5,ooo rs. o bar-
ril : no armazem doTeixeira, no
Caes da Allandega, ou _no arma-
na travesaa da Madre de Dos nu
mero 9
em outra ql'alquer parte; na ra do Amo-
11 tu, armazeui n. 41.
aos i o. (um.s e 5:ooo.s de as.
O cauteli.ita Salusliauo de A-
quino l''crreira avisa ao re.peita-
vel publico, que a loteria da ma-
triz da lioa Yista corre iinpiete-
rivelinente no dia arj de outubro
do crtente anno, e estao expostas
a vtnda os seus afortunados bilhe-
tes e cautelas da mesma lotera ,
na pruca da Independencia n. 4
leja de miudezasde bortunato J'e-
reira da t'onseca Iinstos ; n. i3 e
i5, loja decapado do \rautes ;
n. 37 e 3g, loja de calcado de Por-
to &c Companbia, e na ra da Ca-
deia do Itccife n. 4i>, loja de iniu-
dezus de Jos l'orlunalo dos Santos
Porto.
Billietes 10,600
Meioi 5,3oo
(juartos a,tioo
Quintos 2,100
Decimos i,ioo
Vigsimos tuo
Vende-so urna pequea porcSo de cera
de carnauba, em (conta, para concluir; na
roa do Burgos no I-orle do Matlu 11. 31,pula-
ra. Na mesma precisa-so do um toiut-tro
que seja perito na sua arte. I
me- loja.
Fabrica de chapeos de coi, no ater-
ro da Um \ 1.-1,1 n. 23.
0 dono i"este estabelecimonto cima men-
cionado, tem a honra de participar ao res-
pcitavel publico de l'ernambueo, particular-
mente aos seus freguezes, que recebeu um
grande sorlimeuto do chapeos do sed. e
panuinlio para liomcm, ricos chapeos de so-
nhora.um grandoeescolhidosorlimento de
soda o pauuiuho ou peca, para quem quizer
mandar cubrir armario servida, fsz-so to-
das as qualidades de concertos ; todo o ob-
jecto arma mencionado, vende-se em gros-
soea rot albo, por precio com roo I o,que agra-
da ao Iregurz a vista da fazunda.
Loteria da Matriz da Boa Vista
Aos 10:000,000 e 5:ooo,ooo de rs.
Na loja do miudezas da praca da Indepen-
dencia 11. 4, vendem-so bilholes inteiros e
meios, a benelicio da Matriz da Boa Vista ,
que corre inipreterivclmente no dia 26 de
outubro.
Billictes inteiros 10,000
Motos Inlhetes 5,000
Azeile de carrapato da fabrica de Araujo e
Filhos, no l'enedo.
Acaba do ce-.mi urna porc30 deste j
bom conhecido e approvado azeite, c os f.i-
tiMCaules promettem ler sempro o deposito
abastecido para melhor certeza e commo-
do dos freguezes : vende-se na rua do Amo-
rim 11 55 armazem do J. J. Tasso Jnior.
Cal de i. 1 1111.1.
Vendo-so suuerior cal dejjsboa : na rua
do Vigario n. 7, armazem de llego Com-
panbia.
Algodo para roupa de escravos.
Veude-sealgodSo muilo encorpado, pro-
prio para roupa de escravos. com pequeo
toque de avana a 140 rs. a jarda ; dito
limpo a iHOrs.: na rua doCres,io n.5
-- Vende-se mjit'i boa cal nova de'Lis-
boa,'recent'mente chegada, na rua da Mu-
da D. 15, por menos prec,o do que 0111 outra
qualquer parle.
Potassa a 240 rs. a libra.
Na rua do Apollo, ar azem de
assuc.tr n. 2 B, de Leal Res, tem
superior potassa do Kio de Ja-
neiro.
Sebo refinado.
Na rua Direita 11. 59, vende-se sebo refi-
nado, por p.eco commodo.
Vende-se um rico realejo, co.ti 5 colin-
ilros, com campas e -zahumha, cumposto dn
mu 1 vanadas niuzicus oscolhidas, e taubem
permula-so | or um piano : na rua das Flo-
res, casa doSr. Tresse, organista, ou na rua
da Cruz n. 34.
Vondem-se os excedentes queijos de
niaiileiga do Sendo : no becco da Bomba
numero 4.
Loteiia de N. S. do Rosario.
Casado Fortuna, rua Direita u. 7.
Na casa cima e nos lugares do coslume, e
de novo, na cidade do Olinda, nos quatro
(milis, casa do sonlior Juan do Sacramento
llamHSio, aatflo a venda um Completo sorti-
mento das muilo acreditadas cautelas da di-
ta Interia, cujas rodas o lliesoureiro espora
l.-/.i r correr no da 30 do correnlo, se os
amantes deste jojio concorrerem a dar ex-
lraec;"ei aos billleles.
I! i I heles 8,000
Meios 4,000
(Juarlos 2,200
Decimos 1,000
Vigecimos 500
Pannos para cima de mesa.
Vi inlem.se pannos para cima do mesa, de
Cisemira, coro lindos deseo hos, superior fa-
zenda e muito mo lernos, sendo de varios
lamanhos, e por pre?o commodo : na loja do
sobrado amarillo, nos quatro cantos du rua
doQueimado n. 29.
Lotera de |N. S. do Rosario.
Os billiotes d.cst loteria acliam-se a ven-
da no lugar do costume, netla r.e.a ; na el-
dade doUlioda, DOSiqu.tro cautos, casado
sonlior Ju3o do Sucramciitu Dimasi i : o the-
soureiro roa aos am Hiles d slo jogo, que
CiMicorram a comprar os Inlhetes paia ler o
devido andamento dis rolas no dia 30 do
crrente, sem o que n3o podarfio aodif no
referido da.
Vondem-se asseguintes semeiues:
nabos, rbanos, rabanetesencarnadosobran-
00, -ella couvo trinxuda Ifaco ala-
mOa, repulliuda,chicoria, senoulas, feijao
e.i i e.i ain de tres qualidades, i rvilha torta e
direita, fava, coentro de touceira, s, lea, to-
mates grandes, repudio, couvo lombarda,
sahna, o muslarda : ua rua da Cruz n. 46,
defrunie do Sr. doulor Cosme.
Deposito de putino de algodao da
fabrica de Todos os dantos da
Babia.
Vende-s o bem conhecido pan-
no de algodao da Baha, proprio
para suecos e roupa de esciavos,
a vontade do comprado'r: no es-
criptorio de iNovaes & Compa-
nbia, na rua do Trapiche n. J:.
Potassa da Kussia'e col virgem.
No armazem da rua do Trapiche n. 17, de
Jos Fercira Basto, ha para vender superior
potassa da Bussia, chegada ha poucos dias.e
cal virgem da mais nuva quo ha nu morcado.
Burros.
Vondem-se burros mancos o gordos, eal-
guns mullo pasaeirOC na Tua do Queimado,
loja'du ferragens n. 14.
Cbarutos de llavana.
Os mclhoresquo leem vindo a usto mer-
cado : vendem-se continuadamente, ca-
sa de Hrunn Praeger Ai Companhia, na rua
da Cruz n. 10.
Venden!--e lonas, brinzSo, brins, e
meias lunas da Bussia ; no armaem de N.
O. Bieber & Companhia, na ru. da Cruz
n.4.
-- Vende-so um deposito de charutos, cim
armafilo, proprio nara miudezas, ou qual-
quer osUbelecimento : na rua do Pilar em
Fra do Portas n. 116.
Farinha de mandioca a 1,600 rs. a
sueca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior: na rua
O dAmorim n. 35.
Vendem-se saccas com fa-
rdos : na rua da Madre de Dos ,
armazem n. 20.
Ilemedio especial para boubas e cravos
seceos contina a vender-se na rua do Ban-
gel, bolic. que fui do finado Sebaslio Jos
Jo (lliveira .HaceJo.
Hilhetes do tiio de Janeiro
AOS 20:000,000 10:000,000, 4:000 Ofla
2:000.000 e liOOO.OOO dera '
Acham-ae expostos venda, na forlua
outras muitos fazendas de gosto
modernos, que se ven lem por me-
nos pre?o, do que em outra qual-
quer parte. dac.sadecambiordVru'.'da"^
- Vende-se um preto de 30 annos de ida- Cife 11. 24. os mui afortunados1 ani1**
de, pouco mais, ou menos, cosinheiro o ca- meios, quartos.oiiavos o vieesimn Ti
ador 1 na rua de S. Francisco, casa .pala- t, loteria da Tahrica do Vidroi en,'.V!"',"
tada, al as 9 horas. FiacSo. "<""". equ.rli j,
Vonde-se una escrava creoula, boa en- o e .
gommadeira, cosinheira e costureira : na ,cnsas para larinha,
rua Bella n. 16. 1 Wa lundico da Aurora em San
--Vende-se um excedente methodo para 1. .,... ,,|.,. "~
violSo, perfeitamento novo, por menos da l Ama,0> enodepozto di mesin
melado do sou valor : no aterro da Boa Vis- na entrada da rua do Bruin a.
i., lojan.ss. cham-se venda machinas para
Em.nov. fabrica desclate desande Henear larinha de mandioc, e
Iw.mcopalhico, approvado o applicado oelos outras para espressao do oleo de
senhores doutoro* da homoopalhia, na rua 'mamona, de tima invpnran !-.!
da*Trincheiras n. 8, seenconlra mais o se- ln*en9a0 Ultei-
guinte: o grande chocolate fino amargo, ramente nova. (Js annuncianteg
para r.galo,chocolate entre fino temperado, nao hesitatn em publicar aup >
tambm para regalo, dito do musgo eslandi-:,_. _i r **
go, dito ferreginoso para quem padece de las mi,cninas de sua invencao sao
ubstruccSo, dito de canela eeitorai, dito pa-(superiores a tudo, quanto at anui
ia o diario, cha da India, dito prelo horneo-1 ._. o,,ri-Q:,i '
pathico, farinha do MaranhSo, caf puro lcm aPPareciUo neste genero, re-
muido, caf de cevada, dito oiu grs.i, cha-, mundo a grande frc de prsalo
1 otos lia Bahia superiores, o mais generos.e a m-..... ;..,..!;_: 1 j 1
vendo se um lorr.dor dec-f novS. | a.ma"> -nplicidade de construc-
- Vende-so um sitio em ch.ios proprios, 9ao, e lacilidade na operacao, o
com boa casa de pedra e cal,cacimba de boa
agOie tanque, com diversos arvoredoj de
fructos, na estrada do Arraial, cujo divide
pela estrada, com o sitio do senhor Kllas lia -
ptisla lambam se permuta por urna rasa
5 ySfJKf d8 V"a"- C8S' ,9' I S2& om-conu0: W
Brunn Praeger Compauhia, na ru d,
Cruz n. 10.
que faz com que difficilmente -
possam desarranjar.
Vinho de champagne.
Vende-se o verdideiro vinho de cliim-
ou no iiie-um sitio.
Vendem-se quatro escravos, a saber :
urna bonita cabriuha, propria para mucam-
b*. por ler 14 annos, saber cozer, e mo ler
vicios; duas pretas boas cosinheiras, lnva-
deiras e qu.landeiras, e um bonito moleque
de 13 anuo* para pagem, ollicio, ou embar-
que, ludo barato quo be par. l.quid.r: na
rua larga do Rosario n. 35.
preco
do in-
armazem da
Escravos fgidos.
-- Desappareceu no dia 2 do correnlo is 6
horas da larde um preto perlencente a Vi-
cente Ferreira da dista, morador na rua do
Vende-se urna podra de marmore, que Hospicio com armazem o esciijtorio na mi
d urna excedente mesa : quem a pretender da Madre de Dos no Itccife, eflr prela, bai-
dirija-sa a rua da Cruz do Iti-cifen. 20, no xo, grosso, com falla de um denle na fren-
escriptorio dos senhores Avriaes, que ah le, alguma cuusa cambado das pernas, nes
achara com quem tratar. chatos o bicudos, parece ser creoulo, e re.
Vendcm-se duas negrinhas, com idade presonta ter 24 annos do 1 I ule, tem alguns
de 9 a 11 annos.muilo propiias par. se edu- si^naes as costas do nacilo, falla bem e des-
ear, por serem muito linda*; um. mu-1 caneado ; levou caiga a camisa de 1 iscado
lata 1. i-i 11I1 ni 1, de id.de 20 anuos, com lo-1 azul o chapeo de palli. ; este prelo fui com-
da* as habilidades precisas para urna casa de j prado na Parahyba : roga-so a lodas as auto-
familia; o motivo da venda su dir ao com-[ndadcs podemos, eaptlSai do cimpa, ou
prador : na rua Velha n. 55, casa terrea. j qualquer outra pessoa, a captura deste pro-
-- Verniz do gomma copal coutina a j lo, pelo quo ser gratificado,
vender-se na botica da rua do llangel, ai -- Fugio da casa de Antonio Alv.s Bar-
1,280 rs agarr>fa. boza, no dia 8 do corrente, um escravo
Oleo especifico para curar a caspa,con- creoulo de nomo Jos, ollkial de carpina, do
tin a vender-se na rua do llangel, a 640 i mato, que reprsenla de 25 a 30 annts da
r. cada frasco. I idade, estatura regular, grosso do corpo,
I'.ua do Crespo n. 9
Vendem-so riscadintns l'rancezes.pelo ba
ralissimo pro(o de 180 r* o covedo, loncos
do seda para algibeira, a 610 rs., casemira
prela de superior qualidade, a 2,400 rs. o
covado, cortes de brim francoz de gostos
modernos, a 3,000 c 3,200 rs.
-- Vendem-se tres vaccas boas leileiras o
acostuinadas ao pasto, du s sem bizerro, e
urna com lu. erro, por preco commodo : no
aterro da Boa-Vista, loja doseleirode Ma-
noel Coclho da Silva, se dir quem vende.
Veude-se pormenos de seu valor, um
lerreno com a frenlo para a rua de Jo.lo Fer-
D.ndca Vieira.quo val da Soledado para o
Manguind, o d os fundos para a estrada
nova quo fez o senhor llerculano Alves da
Silva que tambem val par. 0 Manguind,
ruin terreno tem 58 palmos de frente, e 1940
de fundos, sondo os 58 palmos de fronte e
856 de fundos do principio da estrada do
Joiio l'emaudes Vieira, foreiros a irmanda-
de de Nos>a Senhora da Sote lade ; o dos
mesmos palmos de frente da oulra estrada
nova do souhor llerculano, e 590 de fundos
proprios, com casa no centro de pedra e cal,
cacimba de muilo boa agoa de beber, todo
Ci-rcado, e com mudos arvoredos de fructos,
ole. etc. : quem o pretender dirija-se a rua
do Crespo n. 15, que se dir quem vendo.
Novena do Kosano
Vendse por 320 rs. um livnnho quo con-
ten a novena do Nossa Sanhora du Bosario,
accrescenlada com a noticia resumida das
indiligencias que lucram os seus conf a les,
um olleri-ciincnlo o molit'Cfies dos seus ter-
cos, responso do Santo Antonio, modo de
visitar a igieja en da de j u lu leo, ou do in-
dulgencia, e orafSo para alcancar a pureza :
na liviana n. 6 e 8da prac* da Independen-
cia.
Vendo-so urna taberna,na rua di* Cru-
zes n, 20 ; tratar u. mesma.
v-, mzstr.-^w
(iantois l'ailhetck Companliialb
[ Montinua-se a vender no deposito^
iie gcral da rua da Cruz u. 52, oexcel-9
lentee bem conceituado rap reiaili
. prela da fabrica deliaulois l'ailhct S j
I Companhia da Bahia, em grandes cj-i
poquelas porgos pelo prego ostabe-:
;J lecido. ..
Vende-se na loja de Jos Juaquim
Morena & Companhia, na rua
Nnva n. 8.
Lindas serpentinas do brons douradas
do 4 luas, linterna, do vidro com pe* lapi-
dados de lo ios os lamanhos o do varios pro-
cos, ditas com | es l.ronsoadas a 8,000 rs. o
par, lindas capellas brancas pira noiva ,
meias de soda brancas o prrlasdc peso para
senhora, sapatos de selim brancas recebidas
pelo ultima navio da franga, luvas de lo-
das as qualidades e do lodos os prerjos, di-
tas pretas e do pelica para meninas ue qual-
quer idea, chapeosinhos de seda para ba li-
tigados a 5,000 rs.. bonos de palha da Italia
para liomein a 2,000 rs., bicus do blondo
pretos e brancos, filas riquissimas lavradas
o lisas, ludo por precos que nSo desagrada-
ran aos compradores.
A o lin ni e barato.
.Na rua da Cadeia Velha n. 33,ha para ven-
der, pecas de muilo bom.lgodlo d. terr.,
com 50 varas, polo diminuto prego do dez
mil rs.
Vende-se urna nogra com urna cria de
dous annos, com bom leite.a eoi abundan-
cia, e tambem s troca por urna oulra ne-
gra quo seja moca, e que saiba vendirn.
ru, emliiir. n.lo tenha habilidades : na rua
Direita n. 5, secundo andar.
Instrumentos de inu/.u-i..
Vvnde-se toJa a qualidade de instrumen-
tos du muzica, para muzca militar, pUr ba-
rato prego e par. liquidar cuntas : em casa
de Brunn Praeger or Companhia, na rua d.
Cruz ii. 10.
pouca barba, rosto redondo, hombros lar-
gos o pos grossos, falla muilo descansada,
ten lo Das cusas ulicos signaea de castigo)
que tem rerobi lo em poder do oulrus se-
nhores ; levou caiga de brim e camisa nova
de algo 1.1o da Haba, chape i decouro: ro-
ga-so as pessoas que dedo liveicm noticia,
do ftzem-no apprehender e manda-lo a rua.
do Apodo, urmaznm n. 30, ondo so pagirJo
lu las as des, e/as.
-- Desappareceu no dia 15 do conenle.as
7 horas da imite, do Hotel Recite, o pardo
Exequial que fot do senhor l.uiz Indiques
Solt, e como polas circumsluiciasquii pre-
cedern! a essa fuga presuma-se quo ella
procuro a todo cusi oadir-se, roga-so as
autoridades policial s que o recommenlem
seus inspectores e pessoas do ronfianga,.|m
do ser desro'.icrlo o capturado: opardolia
baixo, de i lado 35 anuos, eio corpo, sem-
blante carrogado, tendo urna pequena rici-
triz na face, anda calcado o fuma : levou
chapeo do seda preto, e anda com urna ben-
gala lina ou junco, o inculca-so por forro;
anda frequentcmentonn baiiro da Boa-Vis-
ta aonde sempro he oncontrado : quem o
pegar leve-o a rua do Trapiche n. 5,que Mi
recompensado.
100,000 rs. de gratificacao.
Desapparrceram de bordo do patacho na-
cional Paquete Ventura, fundiado junto a
ponte do Itccife, douse*cravos, pretos, por
nomi-s Benlo o Samuel; o primeiro em 16,
ho natural du Ceara, o tem OS sifinaesse-
guintcs :ollu o bonita figura, fallo, pooei
barba, e costuma trazer lapada, fullaai-llia
os denlo* da fente, e tem uu..i cicatriz no
rosto, reprsenla ler 24 unos d- idade; o
seguudo oiu 21 tambem do correle, parir
ler 2 anuos, falla inledigivel descolga-
da, seui barba, rosto redondo, beigos ,-r.u-
sos, trajava caiga branca, camisa azuleca-
rapuga de panno : quem os pegar, quein
conduzi-los a rua da Cadeia do Itecife n 12,
armazem de Ballhar& Uliveira, que recebe-
r a gr.tific.ag3o cima
Do engonho Sania Cruz (fflail conheci-
do por Cal.cea de Porco), silo na freguezu
de I na, desappareceu no dia 16 de agosto, o
escravo Nicolao, creoklo, do Idada 30 a 35
annos, altura regular, grosso, um pouco pj-
xiill.i, e falla um pouco aponugueza.la. i\3o
so sabe ondo anda, maaauppde-ae andar no
Itecife, onde j d'oulra fgida fui preso, "
tem parcelros e prenles u'uin silio na es-
trada dos Afilelos, o n'oulro no llemodio:
quem ilelle der noticias, ou leva-lo ao mci-
mo engenho a entregar ao a l(Bnistr.dor,ou
aqui no Itecife o seu senhor, nu aterro da
Boa-Villa n. 12, primeiro andar, ou nu Mu-
guinho, sitio quo foi de Francisco limo I
da Silva Tararea, que sera gratifica lo.
- Desappareceu a 10 do maio deste nno,
a nc^ra Joaquina,de naco Cacange, que rs
presenta tei de 35 a 40 anuos, rh i. do cor-
po, allura legular, eflr fula, ullios pequen-s
o com carne subre elles; tem urna costura
do um talho na cara do lado egqu-irdo, pO-
rom amiga que mal se percebe; nariz Chat",
falla-lhe alguns denles da frente sonde.da
um o outro lado, e he fea ; tem urna empin-
ge em todo o rosto quo parece ser ue\ va-1
pellos muito pequeos e mrenos; Icinil-
gumas cicatriies de relho lias cuitas ; lera
as Iiadegas levantadas para tl'az que mal
mostra quan lo anda;quando lu.iu linha um
p mais grosso ; levou diversa roupa que so
nSo sabe de que usara; he bem falantoquo
parece ser creuula ; ltimamente estevaoc-
ciipiida.mi servigo de cosinha.e tem por cos-
tume andar soja ; quando foge costuma an-
dar pelos anchadles desla pr.ga quilandan-
do, lavando, oll'uiecondo-se paia auia.e in-
titulando-se forra qualquer pessoa que es-
leja sei nnilose cun ella na Ima le,quera
denuuciai-se, e do contrario se usara J"'
meius que loe facilita a lei : roga-se asan-
(un la.les policiaes, Cpltel deCampO, o
qualquer peasoa, que a preudaili uu faC prender, e levar ao seu salidor Domingos d
Silva Campos, na ru. d.g Crines u. 40, q"
ser generosa mente recompensado.__
MUTILADO
I'kbs. : Tvp. ub al. K. ua Fahi. l5-


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