Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03394


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Full Text
AnnoXXVlII
Quinta eira 23
deSetembro de 1852
N 214.
D LIRIO
vacuo a Bcnirolo.
fiamiMTo Aduhtado.
Hiltimeftre. ...i.........
rorieiuestre. sis..........
Pni anno .....'**
PaOODXNT.O DKTHIUESTII.
Pal quettel .....
r H SfOTICIAS DO IMPERIO.
fir Jl deAgoatoMinas... it deAgosto
Maranho. 1 de Selbr. S. Paulo. 7 de dilo
LclIj.... )! de dilo R.deJ.. i i de ,-eilir.
l,fklliiln l7:.edilo Babia... 17 de dito
4/000|20Seg. S. Eulanuio I Juiodt Orpki
8/000 2. Tere. J|i Ma-1, e5. ai 10 horai.
lS/ii.io theusAp, i. taradoeifl.
. On-iri. S. M.iiricio. .'i. e 6. ao meio-dla.
SSalM S Lloo. Faiind.i.
X aext. Nona S. das j. e 8. l 10 horas.
Merces. 2. tara do civil.
2!>Sab. S. Juiiina. 4. esabadosao melod
(iDom. i". CleofaS i Jtel.fo.
S. I i i ii.....i. 1 rrf.ii e sib.dos.
CreicBte2o, a i hora e i minuto 4a larde, |olaa e rarahlba, iisegundas leilar
(M- *._ O .. ..,,.. i. aailai A m fCi"a*l .
4/500
Chela a 28, as 4 horas 6 minutos da m,
Mingoanir fi, aa 4horas 16 minutos da tarde.
Nova 13, as boras e 21 minutos da tarde.
lauaiam ato ib
Prlmeira 0e 30 minutnida tarde.
Segunda 0 e54 minutos da inanbaa.
feiras.
Rlo-Grande-do-Rorte Victoria as quintas
tetras
lonlto,Cmaro,eGaraahUBS no l'e IS decad
mst.
flors,Ourlcury,Exu e Boa-Vista al3 38
Ollnda, lodosos diat.
Todos os Correios partemao melo-dia.
Portugal ttde Agosto.Austria .. 3 de Agosto
Hespanba 8dedito |Sulsaa.... Sdedito.
Franca.. 8 de dito ;Suecia... 3o de Julbo
Blgica... de dito Inglaterra o de Agosto
Italia..:'. > de dito E.-Unidos 24 de Julbo
Alemanba. 3de dito Mxico... 3 de dito
Proasla...3dedlto California todeJnlho
Dlnamsrca 31 de Jolho Chllt. 9 de Malo.
Russla... 30 de dito Rueos-A. de Julho
Turqua. 29 de dito |Montevideo 5de dito
CAMBIO* BB 23 BB SETEMBJIO
Sobre Londres, a 27'/ P0' i/Uoo d.
Paria, 39
Lisboa,lOOppr canto.
SBBTABB.
Ouro.Oncashelpanliolas...........29/00
Moedas de 6/400 velhas........ 18/dOO
de6|400noTa......... lli/WK
* de4/000............... /"00
PrataiPataaSeibrasileiro........... 1/o.zO
Pesoscolumnarloi............ 1/910
Dltosmeiicanos.............. 1/800
PAUTE OFFICIAL.
MINISTERIO DA FA/ENDA.
Drcrtto ft. Gol de de stlembro de IB52.
l'f miIj o pagamento da taxa do sello dos ln-
Iheics ou vales dos bancos estabcleciJos na
Coran da Icgi.laco un vigor.
Mi i por Ixiii sanecionar e mandar que se
Circules seguinlc resoluco da assemblca ge-
Arl. i. Os bancos estabelecidos na for-na da
legislacao em vigor pagaro .le sello dos seus
..ihftrs ou vales em cada semestre a taxa cor-
respondeole ao total da ominan autorisada pe-
los respectivos estatutos.
\rl. '2. Kicam revogadas as disposices cn
contrario.
Joai|iiim lote Rodrigues Torres, do mcu con-
selho, sonador do imperio, presidente do con-
sellio .le ministros, ministra c secretario de es-
lilla dos negocios da faxcuda, e presidente do
uibunal do Ihesouio publico nacional, assiin
n un ha entendido e laca exccul ir. Palacio do
Itin de Jsneiro aos 6 He selembro de 1851, tri-
gesiuio-prlmelro da Independenola c do impe-
rio.Con a rubrica de S. M. o Imperador.
Joaqmm Jos Rodrigue! Tal re.
Decretan. I''4') te G de sittmbro de 185a.
Approva as ..Itcraccs pepelas cm assemblca
gem do banco do Ifrazil aos estatutos do
inesmo banco.
Attcndtodoao que me representou o conse-
llio do banco do Hraxil, bel por bein appro-
var as alteraces abaiao declaradas, |>roposlas
em asscmablea geral, los estatuios do inesmo
banco, bein como aaulorisaco que igualmen-
te em assriiibla geral foia coofenda ao dito
consclhn para c.iabelccer raixas liliaes oas pro-
vincias de S. Pedro e S. Paulo
Ao art. 32, o accrescenlamenlo das seguimos
palavras:
a Sa niesina|occasio eda mrsma forma serao
cleilos sele supplentes para servir nos impedi-
mentos dos uieiubros do couselho de direccao.*
Ao art 39, alterado da mancira seguinte
- O baoco ser dirigido por un conscllio de
direccao de sete membros, c administrado por
oii-. gerentes, a
Ao art. 4h, eiiminando-se o ultimo periodo
concebido nos seguiules termos :
Pto se levara porein a cuello esta disposi*
eco emquanto existirern tres directores em
eieroleiQ*
Auloriflcno apnrovada.
A direccao do banco lica autorisada a cata-
belecer canas liliaes as provincias de S. Pe-
drodoSul c S.Paulo, formulndoos regula-
ineutos por que teio de guiar-se as adiniais-
tracfles das meamas, cingiudo-se s disposi-
cOes dos estatuios do banco, e aceitando as
ideas da commissao de exame de conlas a res-
pcilo no rclalorio approvado unnimemente
ncslascssao. Joaquim Jos Rodrigues Torres,
du ineu cuuselho, senador do imperio, pres-
deme do couscllio de miuislros, minisiro e se-
cretario de estado dos negocios na f.iieud, e
presidente do tribunal do thesnuro naciuiial,
asslmo tenba entendido e laca executar. Pa-
lacio do lliu 0c Janeiro, aos de seteubro de
ISM, Ulgesime prlmelro da iudepomlencia e
du imperio. Com a rubrica de S. M. u Impe-
radoi. Joanutm Jon1 Rodrigue* Torra.
MINISTERIO DA JUSTICA.
Atto de 17 de julho de 185?. ao insidite da/iro-
tiuria de .s. /'nulo.
Declara que, na apresenlacao dos recursos,
tanto na superior como na Interior instancia,
se nao deve contar o tciupo em que o juuo
csliver impedido, c que sao appllcaveis aos
promotores pblicos as disposices da lei de
.1 de drzeiubro de l84l, aria. 72 at 77.
.1, Sercfic. Ministerio dos negocios da jus-
tica. llio de Janeiro, em 17 de julbo de iria.
Illin. e Eiiii. Sr. Tendn sido ouvida a
seceo de juslica do conselho de estado sobre
oconteudu do ofticio do juia de direito da se-
gunda comarca dessa provincia, transmiltido
a esta secretaria de estado com ollicio dessa
presidencia de 28 de novembro de I84ti, anb n.
jTU. c no qual o referido juit de direitu pro-
p as seguintesduvidas, pedmdo a sua aulu-
jo t.,se bavendo o art. 77 da lei de I de
de/.embro de 1841 marcado Umpo certo para a !
aprcsenlaco na instancia inferior dos piovi-l
lenlos proferidos sobr* ns recursos na supe- '
rior instancia, e sendo pratica obseivada no
posiedes do art. lOdo cdigo criminal Igual-
mente concebidas cm lermosgeraes; e aleindis-
so fundadas no principio de humanidade, cla-
ro eslava que erain tsinl.em applicaveia aos es-
cravos. Oque coinmunico a V Ex. para sua
intelligencia. Dos guarde a V. Ex. *- Joie //-
r/e/onaa de A'oaaa Ramos. Sr. vice-presldente
da provincia de S. Paulo.
Aniso de 2? iltjunho ils IR52 ao vtce-presidentt da
ironincia do Rio de Janeiro.
Declara a inanelra por que deve ser observado
o art. 42 do regulaniento das correiedes,
acerca da prestaco das contas testamentarlas.
3. Secco. Ministerio dos negocias da jus-
lica. Rio de Janeiro, 22 de juuho de 18,'u.
lllin. c I'mil Sr. s. M. o Imperador, a
cuja prrsenca level o oflirio n. 71 de 21 de
m lu ultimo, remetiendo por copia o oicio
que V. Ex. dirlgioao juix municipal do termo
de Gabo Fro dessa piovlncia, pediudo ser es.
clarecido se, dispondo u regulamento das cor-
reices, no arl. 42, que os testainenteiros sao
sujeitos a emitas soiucnle al 86 anuos ( Ord.
do L I, til. d. $ 8 J, dever esta disposico
entendrr-sc como urna prescripeo eslabeleci-
da apenas a favor daqueiles testainenteiros que
dentro desse pra/.o iiotenbun sido cbaiuauos
a contas, e intcrrompida para aquellas que o
tenbaiii sido, ou se uuital praao be perempto-
rlVe fatal, nao so para que o teslamenleiru
nao possa ser chamado a conlas quando ainda o
nao iruli i sillo.mas lambein para que nao pus*
sa ser cunstraugido a conlinuaco dcllaa se a tiver
jcoinecafloenoconcluidoe lia vendo omesino
Aogusto Seuhor maudado ouvir o conselbeiro
prucuradur da coroa sobre este objecto, con-
lormando-se com o seu parecer, i lie ordenou
que deelarasse a Y. Ex. para aua intelligencia,
epaiafaer constar ao referido juix munici-
pal que a prescripeo de que se trata, estabe-j
lecida uo citaJo$8. do til. li'i da Urd. liv. I.,
c mais expressa e directamente no g 22 do
inesmo titulo esl sujeita a todas as clausulas
c.1ii ; e se para jurados ja lonin excluiJos os
anslphabeloi, em virlude do art. 27 da le
de 3 de dezembro de 1841, oom tnais rasSo
o deviam ser os proptislos para delegados e
subdelegados, altent.s as diT>renr;as das
respeclivas funeco-s, vislo que o jurado pro-
ounciava sobre o facto, e ajreciava as pro-
vas, luncrao que ainda se poda admitlir f-
cil e propria da bom senso, no onlatilo que
os delegados e subdelegados conheciam do
fado e da le, julgavam dinitivamente cer-
tascausas, formavam culpa, e linliam oulras
atlnbuicOes queseiia impossivel preench-
las sendo analphabelos, c que se algum des-
tes empregados nSo po iiam por sis coco-
prehender os seus deveres, nJo era preciso
cnamar accessores, pois que para dirigi-los
existiam "s chef.s do policia, que pelo 11
do art. 4.' da lei de 3 tle dezei)bro de Itrtl,
tiiiham de dar-lhe as instruccOes que fos-
sem necessanas para melnor doseinpenho
de suas allribuicOes, e os presidentes de
irovinciis aquem incumba, em face do ar-
tigo 499 do citado regulami'utu de 31 de Ja-
neiro de 1842, dar as autoridades policiaes
a mmimes os esclarecimenlos ndispensa-
veis para o bom e relugar auJamenlo dos
negocios ; e se, nao obstante tais insiruc-
ces o esclarecimenlos, elles commetism
faltss, para removc-las linliam os juizes mu-
nicipaes e do direito faculdade, na oOCtliao
quo prescievem o artigos 200, 2, 205 e
290 do sobredito regulamento, determma-
rem es diligencia que julgasse-u conte-
tiiontesparaemeula de Ues faltas, se ellas
inJuzissem iilidade'; darem ao facto e
suas circumslsncias lodo o desenvolvi-
menlo. O mesmo Augusto Senhor, de-
pois do curir o consolbciof procurador
dasprescripceseui geral sendo urna dellaa a ti Cor e a seecSo de juslica do ConM-
de suflrer ioterrupeo pela uotificaco ao les- Iho de estado sobre a niate'U dos relertdog
tanienleiro para prestar cootas urna vez que papis, houve por bent COObrmar-se Com o
seja aecusada competentemente, pois por es parecer da dita serebo, que approva a deci-
te acto perpelua-se a acco nos termos de di- sl0 ,|a(ja M0r cssi presidencia as uvidas
reno. Dos guarde a V. Es. Jos Ildefonso de propojll, pe|0 chefe de polica, por assen-
i di, RlTd~JVr"P dlproT'"- tar em solidos fun lamento,, e porque a,
ca do Rio de Janeiro. (< disposices .le direito, que permet-
____________ : liam os cessores, so po !em buje militar no
foro civel e iiSo no criminal, sujeito a regras
Por ilecretu.lo 30 de agosto ultimo Uve- expressas na iVgislaciio novissuna. O que
rain nien-O ilcserventa viialch dosollli'ios communico a V. Ex. para sua intelligoncia
de tabelio publico do judicial e nolis, o os- e para o fazer constar as autoridades ruspec-
crivo do geral do crime e civel da villa do tivas. Dos guarde a V. Ex. Jcse llJefunso
Pilar, da provincia dsParaliib, Luiz Lopes de Sousa Hamos.Sr. presidente da piovin.
Pernea ; o de escrivilo de orphSos e aune- cis de Sergipe.
iOI da villa do S. Riyirvindo .Nonato, da
provincia do l'iauby, II < v ni,nJo Antonio lli-
beiro.
Foi aposentado o padre Mannel Joaquini
da Silva GuimarSes na freguezia de S. I) i-
miugos do Ara;, na provincia do Minas Ce-
raes.
I'or decreto da 10;de selembro corren'.e
Commando tas armas.
Quartel general na cidade di Recife, 21 de te-
emOro de 1852.
Or.liKM II I UIA N. 133.
O mnrechal de campo comman tanto das
armas, em presenca da communicaijilo quo
< I il M I I i I t I t 1 1 I 1 I I l'IHVIH lllllll _
'e..en.i, pronunciado pelo crimo de ediSao !.mcj c'm referencia ao avisj do miiiisie-
ue leve lugar na villa do lia na nei ras, da." u" ?"" de 'l0 <*olo prximo liu-
rovn.ci.i da Psralivba, por o hsver pe- d PllC P coiihecimeiitu da guarui-
(ln ; {So, e duvi lo elleilo a relajan que se sogue :
fui amnisti la Al'-xiuidre da
Ve
q
provni
d
Fui comniutada < m lOO/OOOrs. para olios-
pital do lazaros da Corte a pena de oito illas
do prisilo a que foi coniieinnailu Jao Alves
da Silva Porto por seuleiiQs do juiz munici-
pal supi lenle da terceira vara.
Foi periloao a pena do oilo dias de pri-
s.lo a que ioi condemnado Antonio Jos
de Souza l.aiiie.r.i por sentenc,a do refundo
juiz.
Foram nomeados :
Silveira l.ima hoja lile |m fela pela presi lencia desta pro-
ltela?o nominal dos oUlciaes, e pragis de
pret, po niividos por decreto de 29 de ju-
lho do correle anuo, na parte relativa aos
corpo* do exercilo, que permanecen! em
Pamambuco.
Quurto regiment de cavallarta ligeira.
Para a I foros.
O particular segundo sergenlo da cotnpa-
nhia li\.i de < i v.> 11 n > de Pernambuco, Ma-
nuel Joaqunn Michado.
l'enente-coroneTcommandante do I. Da-! Compo.nl.ia xa de cava/lana de Pernambuco.
Para atieres.
O sargento quarlel-mestro do priTeiro re-
giment de cavallana ligeira Leopoldo Al-
ves n.ii i .ni.
Primeiro uatalhio de infantaria.
Para capilSo
I. ilnn da infanlaria da guarda eacional do
commando superior dos muDiCipioi de -San-
larem, A'omquor, Obidos, o Faro, da pro-
vincia do Para Joaqutm Rodrigues dos
Sanios.
Ten'ule-coronel commnndante do ter-
ciio hala lujo dito Ji'ju da Gama Lobo
Rentes.
Mejores ajudantes d'nrden do commando
l'icis, Jos
supeiior do Paraty o Augm dos
loro da cidade deS. Paulo( pratica que ao mes- }l"il hampos do Aaisral Jnior e PeJro Jos
uio jui paiece boa J, o considerar-ae fatales- fravassos. .
e praio, contado da publicafao em presenca Capitn secretario geral do mosmo COm
teacto de tnlerven(fii), sobre a famosa caria
do lord John Russell, obreo bil dos ttulos
ecclesissticos. Kn.-eri nndii-s em seu do-
minio espiritual, a igreja catholica n.li leni
incorrido nss leu penaes ; e atezar do Par-
lamento as dioceses nflo deixaram de sr
cnnstitui las, os bispos sagrados o o cardeal
Wiseman preside tiesta momento um syno-
do da prelados de sua igreja.
Ns poca em que o novo cardeal puhlicou
sus primeira carta pastoral, elle disse estas
palavras caractersticas : A Inglslorra ra
lluil um he restitu la om sua orbna no firma-
mento da iirreja, donde sua luz tiuha desde
muilo lempo desapiiarecidn, e ella turna nu-
tra vez Bgora sua carreira rogular em torno
lo centro da nnidvie. E'a este, com ef-
feito, o pansa iicl.to romano, r restabeleci-
mento o por assim dizor a oulrae m da uni-
dada. Mas astapensamentn lio muilo mis
visivel ainda na marcha seguida na Irlanda
pela corta do Roma.
Houve um tem.io em que a igreja eatholi-
ra da Irlanda nlfectav urna celta indepen-
dencia a respeilo da Santa S, e constitua
o que loriamos chamado urna igreja gali-
cana, lio curioso ver cmn quo i eiseversnga,
COm quo espirito ile consequecrla e com
quo delerininacao a curia romana traha-
Inou e consegiodosfriurlestaespecie do ins>
liluicSo nacional e a substituir o sen domi-
nio directo e absoluto. Ilavia no hispnlo
irlandez um parli lo inodorado e um parti-
do oxalta lo ; em que julg.iva tilil negociar
e transigir com o governo protestante, qnan-
do este governo se inosliava liberal t ben-
volo, uiit'ii que se recusava a toda s capo-
ci tle compromiso, e que era semira na
Irlanda o in.liuinentn directo da curia de
Roma. I'ode-se seguir pssjio a passo o mui-
todiatirictsmenle, a decaaeocla do pri-nei-
io o ii suprerracia cresrenle do sogundo.
Piestes ltimos annos foi ao terreno do
ensino que se deu conten la; he ainda nes-
te terreno que se encontrad] a igreja e o es-
tado. Roberto Peal, homem da poltica pra-
tica o das transieses, tinh eslahelecido na
Irlanda Universidades inixU, i''p ,l'i cnlle-
gios onde o ensino secular eslivo-so sepa-
rado do ensino religioso. O bispado irlan-
dez se aclioit dividido nesla quesillo. A'
frente do partido moderado estavam o Dr.
Grollx, areebispo d'Armagh, o primaz do Ir-
landa, e o Dr. Murray, areebispo de Dublin.
O areebispo d'Armagh filloceu ltimamen-
te e entSo so manifeslou de urna maneira
mu to directa a accSo da curia de Roma, a
direccao ultramontana.
Ilab o il'!"'iilc de leu); O l ni um lal, OS
bispos calholicos ds llanda silo nomeados
pnr meio daehicJo. O clero da dio Me que
esla por ser prvida prsenla esculla di
Santa Se, u na lista triplic', e a So eso.illiu
LONIlRKS IH tW. UI.IIO. ordinariamente o mime que se ach e | n-
Se lula religiosa l'ollviw na Ingl Ierra, iiieiro lugar. Aquellos erioi ainda nimio
ella o devia ser nimia nfultJ mais un iran- Iran lease nflo milito Romanos. Ilavia o.n
da ondeosdous paitidos iiunigos est.oeii j Roma um padre qu < resiJii all, ha t'ints
rontralo immeliatu e perpetuo eomle ha annos, o qual ora cuelo de u i seminario ir-
um ie.o.itao permanenl'do ciinbustiveisao landez e que era por conseguale minio
quil o menorchoque to -asante para incen- i mais propim que uenhum uutro para re-
diar. O expccladulo selvagam que apra- presentar directa c Helmeuti a accilo da
se.staneste moinenloa Iran.la'nns reporta ', Santa S. Foi o Dr. Culleo que o papa no-
a mullos seculos Iraz; por toda a parle meou rreliispo d'Arnagli Um dos pfimei
no balaibSo, Antonio Maiia do Souza, por
antiguidade.
Pars alferes qusrtel-mtrstre
O sargento qusrtel-maslre doqusrto b-
talhflo da.mesma arma, Francisco Jos Joa-
quina de Barros.
Para espitaos.
O tenente do nooo batalhao da mesma ar-
ma, Jos Josquim de Barros, para a terceira
companhis.
O lente ajudanta do batalhSo do depo-
sito da corte, Joaquim Jos Muroira de Men-
dooca, para a quar'.a companhia.
Para teneutes.
Os alferes do mesmo .batalho, Vicenta
Paulo Ros deOliveira, Ignacio Gomes de
Sa Unen o/..
Os alferes do nono batalho da mesnn ar-
ma, Caelsno Gaspar Lopes do Azevedo Vil-
las-Bois, e Francisco Jos Damaceno Ro-
sado.
Para alferes.
Os pi unciros sargentos do decimo-terced
ro bklalhflo da ineStna arma, Jos Marlius ds
Silveia, o Joaquim Antonio de U.......
O primeiro ca dele segundo sargento do se-
guodo batalhao de arlilharia a p Antonio
dos Santos Correa.
O sargento ajudantfl do corpo da guarni-
cSo lixa da Rabia, Itaymuudo Nonato da
Silva.
O primeiro cadete do corpo da guatnic,3o
lixa deS. Paulo. Martlnho Jos llibeiro.
Decimo-quarlo batalh&o de inlantariiu
Para tenente.
O alfares do nono batalhao da me.un ar-
ma, Domingos Alves Branco Muniz Br-
relo
Meto balal/iSo do Piatthj.
Para capitao.
O tenente do nono bataliifio de infantaria,
JoSo Goncalves Neto, para a segunda com-
psnhia.
Antonio Correa Sera.
Quartel general na cidade do Hecife, 22 de le-
lembrn de 1852
OSIIKM DO OA k. 134.
O marechal de caoioO comioandanto das
armas, faz constar guarnieflo para os fins
convenientes, que Sua Magc.slade o Impera-
dor, houve por bein por aviso expedido pelo
imiiis'ciiu la guerras 24 do agosto ultimo
conceder um mez do licenga com sold o
etap ao capilo da companhia fxa decaval-
lariadesla provincia o Sr. Francisco do Si-
queira (Jueiroz, allm de ira do S Paulo bus-
car sua familia, segundo couslou do ollicio
da presidencia de bontem datado.
Antonio Correa Sera,
mm
.......
EXTERIOR.
membros do Parlamento, Mandones O ca-
lholicos zelosns, estavam na qualidade de o
ser, maso posto foi da lo a um inglez. a um
ministro protestante recantemente conver-
tido, a Mr. Wilbeiforce, irmlo do hispo pro-
teslanto de Oiford. Oslrlindezes puros II-
eaiiun muilo descontente, e provavalmenle
um caso semelhsnte nao se taris dsdo no
lempo da O'Connell ; mas o areebispo Cul-
|em doelarou sos recalcitrantes que a s*so-
i ai'.in iinii.i sid i ni.iiiui i n jo pars a na-
cionalidado irlandeza smente, mas pelo
contrario para absorver tolas as nacionali-
dadei na unidad catholica. Nosso flm,
dizia olla naquella oc asiSo, foi que todos
os cstholicos do Reino-Unido, cousliluissem
um -i, c i'po, eealivessem lodos em um es-
tado da perfoila igualdade sarn dslincslo
de provincia nem de paiz. Tomei parte no
estabeleclmentp ds souiodade para servir em
pnme! n lugar os inloicsese em segundo os inlcresses temporaes do
povo.
fcis-aqui debaixo dequi) inlluencia so fa-
znm as elelcOe na Irlanda. NSo se trata
mais de Celtas ou de Saxoniot; os pro'rio
IrleodezeS calbolicns que recosam recaber o
sanio da commissJo, s8o excluidos o em
certas occaSiO* substituidos por iuglezes.
No parlamento p ere lente havia o que se
cliainava a brigada irlaudea ; no nosso ha-
vera a brigaila romana ; o anda mesmo
quando a nova brigada fosse menos nume-
rosa, ella seria muilo mais diciplinada o
marcbaia co no nm s ho'iiem. Podo-seter
a certeza de que ella ha de causar muitos
embaraces ao goveruo, qualquor que elle
for. No estado de dlttslo dos partidos na
cmara dos communs, 40 ou 50 votos podem
pescar bastante pendendo para a direita ou
pira a esquerda. lie isto o quo redobra os
odios religiosos. Os inglezes dizeru quo no
moineiita o mais critico talvez de sua Histo-
ria c da Europa, elles v8o encontrar no seiu
mesmo de sua legislatura urna pequea pha
langa que recebo o sstito do urna cummissao
de crdese a de bispos, a qual recebo o
seu dircclamcnlo de liorna. He o itiunigo
no coutro da praca. Lembro-mo de quo ha
lez annos, fallando tamheui da ileigOes
inglezas, ou vos escreva que ante de pou-
cos annos, hiviamos de ver ressuscitaras
guerras daroligi3o; eu o creio aitldo.
(Correspondencia do ornal des Debates.)
verdadciras balalhas co u verdadei'os mor-
ios e ferido ; ras inleiras saqueada, igre-
jas roubadas e destruidas, casas incendiadas
e demolida. Ilouveram grandes cidadps,
como Belfas! por examplo, onde os catho-
cis e o protestantes deram urna batalha
formal a qual durou um dia inleiro e onde
oscombalentesus ram de podras, do lijullol
e bastOes, como tambem de armas de fugo.
Ove-iido vermelho que outr'ora vistoso no
horisonte fazia fugir a rebelliSo, ho boje
obrigado a abarracar noite e dia na pra^a
Ocspitao graduado do segundo batslhSo' publica, o a artilhana viga com o rnuro
da mesma arma, Fernando Machado deSou-iacasso. como em um paiz inimigo.
za, para a segunda com. anhis. -. Finalmente o signal das scanas sngumo-
Sequido balathu de infantaria. lentas tinha sido dado na propria Inglaterra.
Pas capitaes llaveis do estar lambrado deque lia urna
O lenle do mesmo hatilhao, JoSo do 'quinzena dadlas, que em urna cidade ma-
Souzi Teixeira, para a primeira companhia. nufaclureira da Lancaslnre, a populacho in-
O lenle do dcimo baMhao da mesma gleja e protestante fez urna.vordadena saz-
que elle chama boa, seguida no foro da cidade
de S. Paulo, nao be mais que a estricta obser-
vancia da lei, a qual, cm termos claroa c ex-
presaos, tcm litado o lempo dentro do qual
devem ser apresemados os recursos, tanto na
superior como na inferior instancia : mas que
a lei, prescrevando o que era da obrigaco daa
partes, nao teve poi Hu impr-lhes um procc-
dinicuto impossivel, como seria o de fiiercm
seguir capresemar um recurso quando liouves-
se impedimento do jui/o. I'iovado purmeste
impedimento niio se deve levar em cunta seno
o lempo que elle liver durado, evilaodo-se
assim os abusos i|ueuo foro poder.am iutrodu-
llr-SC com o lim de obter-se o espacaiueuiu do
lempo marcado pela le pra o segulmcnlo e
sprcsenlaco dos recursos. E quanto aegun-
da duvida, que a lei de s de dezembro de l8l,
nos arls. 72 at 77, uo f sobre o que ae deve praticar quando a juslica
ou i ni" e nao determinando casa le,
nem o cdigo do processo, diverso procedi-
ineuio quaodo os recursos sao Interposlis pe-
las panrs ou pelo pruinutnr publico, ncnliu-
n,a forra podem ter es argumentos dos juris-
consultos que, Myiilel<> aliaga o referido julx
dcdncilu, suslento na i seren applieatcis ao
proinolur pub ico us citados arligos da lei de 3
de di/einbiu de l84l.
Dos guaide V. Ex. Jojc itdtfonso di Sou-
za liamos. Sr. vice-nresidenle da provincia
de S. Paulo.
e Antonio da Silva Pvoa
Cspiao secretario geral do mesmo com-
mando, Joaquim dos Santos Braga.
Cnpiuo quarlel-mestro ijilo, Jos Tavares
de l'.rum Silva.
Cirorgiao-mr dilo, Dr. Jos Orliz.
AVISO AO PRESIDENTE DA PROVINCIA DE
SERGIPE, F.M 23 DE JUI.IIO DE 1S52
Declara mr' os delegados e subdelegados nad
puf' .mar accessores, e que para estes
caro* pal ir i a.nao podem ser nomeados a-
nalpha'jeios.
3" Seccao. -Ministerio dos negocios d
juslir;a. Ido de Janeiro, om 23 de julho de
1852.
Ulm. c Exm. Sr.Com o ollicio dessa pre-
sidencia da 20 de julho de 1849, sob n. 74,
foi piesentaa S. M. o Imperador a copia do
que a ella dirigi o chefe de polica dessa
provincia cm II do dilo mez, emitlindo a
opiiiiao d que aos delegados esubdelegados
era permillido chumar accessores, como
antigameiite pralicavam os juizes laigos, e
de que para estes empiegos de polica po-
diam sor nomeados cidadau quo n3o sou-
betsein lor nain eterever, segundo o dispos
to nos mis. 26, 27 e 54 do regulamenlo n.
120 de 31 do jsnciio de t842, o quo j havia
suio explicado polo aviso de 12 de agosto de
1835 relativamente aos jurados, e bem as-
stn a resposla data aosobredito magistrado
pela mesma presidencia, declaraudo-lhe que
mo proceda o argumento pt>r ella deduz-
AVIS DE 17 DE JULHO DE 1852 AO VICE-
I'llEblDENTE DA PROVINCIA DE S. PAULO.
Declara queaa diaposiedes do art. 10 $ I. do
cdigo criminal su laiiibcn applicaveis aos
escravos menores.
3. Seccao. Ministerio dos negocios da jus-
lica lUo'de Janeiro cm 17 de julbode iSi2.
Ulm. eEini, Sr. Entrando em duvida o do a 'respeilo d.i poderem aualphabelos
juu municipal du termo de Castro, dessa pro-er nomeados p.ua os empregos de policis,
vincu, conforme commumcou o anlessesor de | porqUanio, so O art. 23 do cdigo do proces-
& d?wT:ruc,:.:^ve.uvt:r.^m.; ....." -
genricos em que he concebido o art. 1. da 150> """*'* reconhecido bom senso para os
lelde 10 dejuubu de 183o era applicavel a dis- jurados, os aitigos do regulrnoslo que a-
posijao do art. 10 do 3 I. do cdigo crliniual, j puntsva exigeiu para os referidos empregos
que uiiojulga criminosos os menores de il an-!du polica, alm dsS qualidades requeridas
nos, crioula Ambrosia, de |3 para 14 anuos, i pava ser elcitor, recooliecMa probidsde e in-
que, no dlaio.de inaico prximo pretrito, te||gencia,0 que era muilo dlITorento, poi-
assassinou a mulher do cpala/, de aeu senbor, anal.diabcto poda ter bom sei.SO quoJ
%ZZtZF& .^A:''^" j diluir, .ntelleciua. /
responder a V. Ex. que bem resolveu essa pre-' a" recoiilieci Ja intelligencia, que presup-
idencia a duvida propoata pelo referido julx J P s'gum desenvulvimenlo dss aculdsdes
municipal quando deelarouque sendo as dis jdo espirito, medanle a necesstria educa-
Para tenentas
0.< alfares do mesmo liatalhffo, ThemoleSo
Pires de Albuquerquu MaranhUo. e Gabriel
do Souza Guedes.
0 alferes do decimc-iuarto batalhao da
mesma arma, Luiz Antonio do Couto.
O alferes do batalbo do cacadores do
M.iiin-Cio.so, Joaquim nonato llyacintho.
Para alferes.
O primeiro cadete sargento do mesmo ba-
tallllfo, Luiz Vicenta Vianns.
O primeiro cadete primeiro sirgento do
primeiro balallio da mesma arma, Cypria
no Jos Pires Fortorna.
11 mi .'iimln cadete do dilo primeiro bata-
lhSo, Gustavo ChcistiaDO Dezusar.
Quurto batalhio de inlanlaria
Psra inajor.
0 capitao do seguudo batalhao da mesma
arma, Antonio de Sampaio, por mereci-
mento.
Quinto batalhao de infantaria.
Para alferes.
O pri.ieiro cadete primeiro sargento do
segundo balalbSo da mesma arma, Luiz de
Quenoz C iiiiiniio.
Nono batalhSo de infantaria.
Para coronel commandante.
O tenente coronel commaudanle do meio
bstalnSo do Cears, Luiz Aulonio Favilla, por
sntiguidada.
Para tenente.
O alferes do mesmo batalhlo, Manoel Sa-
bino de Mello.
Para alferes.
O saguodo cadete do primeiro batalbSo
da mesma arma, Joao Caelano dos Santos.
O segundo cadete segundo sargento do d-
cimo batalbio da mesma arma, Joaquim Jo-
s Pareira Codeso.
O segundo cauelo segundo sargento do de-
ciuio-sogundo halslnao da mesma arma,
Francisco Jos Marlins Pamplona.
O primeiro sargento do extinelo sexto ba-
talhao de cacadores, Simeao ijni Lima.
O cadete .-oguiiio sargento do dito exlinc-
to sexto batalhao de cavadores, Antonio Pe-
reira llarreto.
Dcimo balall.io de infantaria.
Para coronel commandante.
O lenlo coronel commsudante do mes-
lu.ll tem urna grande parlo
dade. Na vospora inesmo das eleigOes ge-
raes, elle jugou a proposito por em vigor
urna lei quo fazia parte do seto da emanci-
pap8o do 1829, e que prohibia ao clero ca-
tliolico as procissOes f-a das igejas a o uso
publico do habito sacerdotal. Soesti pro-
hhicSo tivesse sido restabelecida no lim de
alguma desorlem,ella lena podido ser con-
siderada como una simples medida de poli-
ca ; mas resuscitada assim som pro'oca-
580, ella n3o tem sido olhada senSo como
urna manobra eleitoral e um Insulto gratui-
to igreja catholica. Algn dias depoil
da publicarlo da le, succe lou precisamente
o negocio de Stockporl, que pareceu ser a
sua consequencia natural, e o governo vio
que tinha provocado scenasque recordavam
a todos os espinlos os famosos Cordon-riols
do seculo pastado.
NSobavia necessidade destos novas pro-
vocac,0es para despertar o vcllio antagonis-
mo das duas Igrejas ou das duas religiOes,
porgue nunca lalvez elle nao foi tSo pro-
nunciado. Digo quo oestes ltimos tam-
poselle tam soOTrido, principalmente na Ir-
ianJa, urna tranaformrrjao que merece u na
atteur.au particular e quo se refero mais do
que e poJeris cir situagSo geral da Eu-
ropa.
Creio que se dove olhar como urna das
cousa as tnais maravilhosas desle lempo, o
movimenlo sbito de expsns8o e de resur-
reirjSo de que a igreja mana n deu o espec-
tculo no mesmo atoar noto em que ella pa-
reca suecumbir debaixo das revolu{es.
Deixode parte toda a questso de dogma, e
niio fallo aqui senao da sc^ao externa evisi-
vel ds Igreja ; digo da igreja romana, por-
que quero tallar principalmente da ccSo
partida de Roma mesma. dirigida pela S.na
S, em urna palavrs, do ullramotilanismo.
Masera nenhums paite da Europa esla ac-
cBo se manifestou de urna mauoisr 13o 110-
tavel como na Inglaterra e sobre,tud na Ir
lauda. Ilavieis de eslsr lembradu d como a
Inglaterra accordou umu raanh8vtoda sur-
preheudida de se schr coitads e dividida
cm dioceses calholicos pelo smelas elleilo
de urna bulla do Pspa. Nao voTUrei sobre a
viva e looga controversi j que seguio s rs-
ros actus do novo punazo convocar na
Iran Ja u 11 syundo nacional 1111 qual II uni-
versidades mixtas foram condemnadas. O
governo ingla tinha foilo entrar seis bispos
catholica no conselho superior; um resello
do pa.'a obrigou-os a que sahlssem s natu-
ralmente obedecoram. Quasi metade dos
prela ios que linliam tomado parlo na syno-
do, intaicaderam ao papa om favor das uni-
versidades : a sua frente si achava o Dr.
Mnrrai, areebispo do Dublnn, o qual conli-
nuava a representar o partido moderador.
Os collegios foram todavia condomnadus e
prohibidos.
Ultimaivenlo o areebispo de Dublin falla*
ceu. Sua S 1180 sendo a primeira na lerur-
ciiis, o crs em importancia poltica e em
influencia. A curia do Roma linha ja iustal
lado em Armagh seu ropresentanti especial
ella quiz aproxmalo ainda do centro da ac
c8o, o contrario anda ao uso, ella fez des-
cer o Dr. Cuiten de sua sede do primado pa-
ra llie dar a do arcebispailo do Dublin. Sua
installacao teve lugar, ha uns 15 das, com
grande pompa, e no lim do seu discurso, e
le dizia, fallando do successo de83o Pedro:
E hojo vemos a cadeira de Sao Pedro oceu-
pada porum dos mais nobres o dos Th-is
piedosos ponliliecs que jnms tinha presi-
dido a igreja Christa, pelo Ilustro Po IX
Ha em seu nome que eu venho para o meio
de vOs ; ea pompa o o esplendor que me
cercain aqu, s8o em testamunlio do resuel-
lo rendido n3o a mun, mas jo representante
daquclle que me ouvia.
O vclho areebispo Murray era no bispado
irlandez o ultimo modeadorj ello dnsap-
pareceu e com ello a ultima probibilidade
de transitado de paciDoaoBo. Eia-aqul para
o que resuelta a s04j8o de Roma -n' 1 o cle-
ro cumpre seguir tambem os progre.-sos
da inosma poltica no mundo secular e lie
ueste proposito que eu vos dizia a pouco
quo se tiuha operado urna graude transfur-
macOo na siluajilo da Irlanda para cooi a lu-
glatarra.
Oulr'ora havia na Irlanda nSo s o anta-
gonismo das duas rclig'es mas tambem o
antagonismo das duas ragas o das duas na-
cionalidades. Esto ultimo ten .'o Cada vez
mais a desipparecer 110 primeiro. Mojo nao
se trata mais da volna forca de cltamamen-
to; isto he sedujo, esta enterrado como'
Connell. Todas as amigas donomina(Oes
es ."ni apagadas ; a lula lulo he mait eulre
irlandeics e inglezes, entre Celtas e Saxo-
nios, entre whigs o torys, entro proteeionis-
tsse partidarios do commorcio livrej ella
he entre os ultramoolanos e aquellas qua o
naoqueremser. O partido do qual vos a-
cabo de tragar rpidamente a maicba sabia
e ousada, fundou, desde o auno pastado,
urna sociedade que fcn por Ululo ; socieda-
de de defesa cstlioltflF, quo ceutralisa. toda
a accao de Roma e do clero.. Dirigida por
un conselho, ou/sra meilwr iriier por um
concilio do prela Jos inglezes e irlandezes,
esta soeiedado omaua directamente da Sau-i
la S. Ella tem llvre e denodadamente er-
LONDRES 7 DE JULHO DE 1852.
Teve raxao aquellc que primeiro lovocou a
opiniao da rainlia do mundo, e eu nao quero
excmplo mais untavel do que aquelle que offe-
rece ueste momento a Inglaterra. Assim nln-
gueni pode dl/er ainda qual seta o resultado
geral das cleicocs, mas oque ludo sahem. he
,ioe a grande conquista denles dea ltimos an-
noa, a liberdade coinniercial. esl daqul riu
dianlc fra de toda a espectaliv... He um mi-
nisterio proteccionista que esl no poder, he
debaixo de ana iniluencla que se faiem as elei-
edaa e todava todos sabem que, mesino quan-
do houvesse una malorla no novo parlameiito,
elle nao lucara na liberdade do commcrcio. el-
le nao puder, elle nao oiisar faxe-lo. Fra
nina tentativa de conlra-revolucao que havia
de receber em resposi ama revoluco,
Niogueni forja os ros para que relrooedam a
sua crreme, nao se fax recalar os fados eon-
.iiooi 1.lo-. .Ha uns det anuos, eu aasiatia, co-
mo boje, s eleices geraes.. Naquelle lempo a
proteeeao era o avilen nacional por excelen-
cia, e o pala ou pelo menoa o pala legal, man-
dn ao narlaineiiio una inalorla-enorme com a
inissiio le sustentar o sj tema protector, tn-
trelanlo o que auccedeu ? succedeu que o 1111-
uialco poderoaameute esc dhido para detendei
a proteeeao fot precitamente aquelle mesmo
quedeu-lhe gratuitamente o golpe. Este ho-
mem que levava al o genio o bom senso e cn-
tendiu.eiuo. Roberto Peel. sen!lo que havia
se..o. 1 cutre o psii legal e o aenliineoto publi-
co, cutre a representado oflicial ti eata von-
ta.le geral que nao pode juljjar senao pelo lus-
Uneloj elle obrlgnu o seu partido a curvar a
cabeca e osalvou a seu pesar.
Ovelbo Mr. Home, o decano da cmara dos
communs, referido uliiniauenie que quando a
uotlcla darevolucSo de levereuo h'K0" ""-
dres, foi ao meio de urna satasMt. Elle al'"-
sou.alla para ir .u.ien.r-.ejunto de Robert
Peel que J nao era minisiro. e como ellas con-
vercaiseni .obre os acconteclmenios de Pars,
ee Ibedisse: Isto teve lugar por quem
envernar cm una maioria numrica, sem le-
var e, coma a opiniao de fra. K mostrando
o banco dos proteccionistas, deste |l>rUdoque
u tinha punidoV sua "*fM tJjrjmMeejg
com o ostracismo, ajuulou
lodavia eiaoquc
e^que^mqueu.lxesteUla.euooqu,,.
Elle velo, oquii a salvou o seu pala da crue
vi,?enta que algn annos depols agito,, a Eu-
,pa Elle tinba por assim d.r p.ea.ent.do a
voluco, e lem sido universal..!
,lo depoisque. se a luglaicria at
ente reconhe-
travessou lian-
rleoanoderB18. ella o deveu sa-
lsfaciMiada as ncce.a.dade. populares pela re-
fTl'7.r*"VCp*. diacr tambem tem nina
con, S co de Origen, ingl".. "'*:
la de uoa peca sorc laboa rasa; ella nao e -
rana e... ui.i qoadro. ne... em um. cal.. I e la
be um con.posio de convnceles e de ntcoes.
Sao deve jolga-la debaixo do ponto de vista
daUgica o do absoluto! he u,,.- -
qual ella nao realallrla "
a.tatotnia a
He un ...ecania.no bas-
''ante eo .,. ic do que para Ir.ba.b.r p.eel.a
da abedo'rla, do' bu... seuso e a moderac-o
dos bomci.1. Ora as classes governantes da lu
Uterni.mse.npre sabido ceder so lempo;
? I. bem que ueste pal. .. mas... lem ..oda
Le nos vcl e ondJ a realidade le.n o aeu Impe-
lo, concordou-.e e... que o parlamento
" a -co; mas quando he y.slvel e
ole a........ niuiao do na. lamento
l.c posslv
rio. Ass
pela, e que cumpr
l.la tSestes casos, a opiu.au a---
-^-ucce^r^T.;^"
cial: assim
emanclpac
de do co...
ful enlo qu
ceda ao temor da
rondo absndeir ds theocr.c a, debaixo da partido, propos U''tc*u "I'
qual ella chama lodos os calholicos roma- lor.ioda, as classes tu^^h^ n
.- .... 1 i.1 11 -.i.iii Ii Ibi.iil
nos sem
embora
, arlaineiilo apeaar da lei
que de Welliugton que ene
guerra civil.________((> djg roa,dcr}e. de seu
do avaiema prolec-
c 10dusl11.es
a Liga. Havia
Quaudo Peel 00 meio C
dislinccilo de nacionaldsde, sejsm d Inglaterra """'"" la.]ulWw! couua parla-
SaxOas ou Collas. He, sobretudo,)tP'"am ''l'Tnia contra o d. le. A flejio
MUTILADO
raa


2
qun o ella tem pendrado cm en pulinrje
como o ar que se respira c velo a ser sen sus*
lento e sua vida? A queslo he bem fcil de
e.t.brlecer ; ella e.l entre o privilegio e o di-
reilo, entre a propriedade e o trabadlo entre a
peuuria do po c a bartela. Quando Isto era
apenas urna opinio, nina dontriua ecououiica
pudia-.r disculi-la mas buje lie un facto, un
tacto in.ilhcinallco, um resultado adquirido c
una quesio asslin esiabelecida esta roolvida
antecedentemente ein lodo osespintos sensa-
tos, lia nina causa cen e lie que depol. do
isUbeleclineuto da liberdade da. permutas,
i. ni havido um augineoto considcravel da pros-
prridade das masas, be que lodos os grandes
objeclos de consuiumo estao muito btalos.
Dcpoi daquelle lempo imporla-sc lodos os an-
uos M ou 4U mllhOes de lieclolitros de trigo de
un-, do que eolio, leutal pols agora persuadir
i povo que he inlater que elle d esle pedaco
Ghe.it E.la convenci leve iofelize. i .sulla- 10; aluda nenhu.n dos seus csiau.iai recuou
do,, orquai.lo un. de .cu. arl.go, deu origen, anlc qualquer de.pez. que .e deva fazer pro-
l ..I.J dos limite, de nordeste, e oulr. pea- ducllvau.e.ile. p.ojrclo be yan.ajoso ao e
S. alnVla !< ilis. ussao gradee nieulo prjimo ou remlo da na >n 1
M hedenolar-scqucDoarllgoda me...... He e.sa a que.lao : ludo mala be secundario.
re allvo a. pe car a,, fi". palavr. rf.reilo Intel- Eniren. alud, mulla geni, considera .. ,er-
[Su."", .uprlmld" Nelle e.llpulou que o. b.s do orcamenl. das dc.peza. publicas como
hbil. e. do. Bllldo. U, ido. uL,n Ubcdadc outras lamas son.masque.e ..ranea... ao, con-
de pe.c.cm cor os lugares, e o. me.mu. Es- tribuiule. para enriquecer ao. que lein lugar
fado1. aibem por elle ".enuiiel.r.m -a loda a ccrlo no b.uqueledo orca.neuo t'l.e....
Ubtrdad, a. por si ou por scus habllanies de pescaren! nemo.ervlco que se paga, nein a.-va ilagens
qVae.qucr oulra. parle, de nos.a.'cos.a.. O reacs, os lucros, o ganho, par. fallar a I ngu.-
Ut'nliOjUo, pols nao pode ser Invocado de gen. delle.,-que de lae. dP ''iUin
modo algum. Tao ...ai, he l.lo de not.r-.e, para loda a .ociedade. Nao comprehendem
Deas guarde a V, Exc. Secretaria da poli-
ca de l'ernimbuco 18 de seterubro de 1852.
lirm. e Eim Sr. Dr. Francisco Antonio Ri-
beiro, presidente desta provincia.--Jos Vi-
colas Rigueira Costa, chefe de polica inte-
rino,
DEM 1)0 DU 20.
Illm. e Exm. Sr.~Das parles liontem e lio-
jn recehidas nesti repirticiio, consla lerem
sido presos ; ordem do subdclog.do da fro-
guezia da Boa Vista, Manoel la Cruz, Tito
Francisco de Mello, para averiguir,0es poli-
-...---. soldado do corpo de polica, Joiio
por todos que me conhecem, e em especial
por aquellos com quem hel n anudo reli-
eves commerciae qor nr-it. provincia,
qur na de Pernambuco, onde me teem le-
vado mnus negocios, nunca at1 boje ocea-
sionei a mais leve suspeita de que meus
tratos deixaisem do ser cumpridoi, minhi
palavra desamponhid, ou procuraste atral
coar aquelles que me honram com a sua
contiene., dispondo ocrultas dos meios
de minha garanta com o lim de prejudici-
los. Porm ossa mesma independencia de
meu carcter, a Ilimitada confian? de que
arhado seu lii" u no Irab.illio livre.
QrabtOdlllaOttdUcomndo que u operario mais rudrt .,ue a5 P"'|M ,*"c"bJa
, o irabdlhador no camo de sua cha- Ierra ISovj, bem como nos mare abcrlos, Ia-
i. mi ti he mu principio respetavel aiuda em
leus ciis, o patriotismo he un seutimeiiio
uue respira meil.or, em urna nalavra, que vive asignadas por Mr. Adams, enlKil secretario
m7iiw estado, ve-se que o preaideute os auiousou
'couvireiu ein um artigo pilo qual os Estado
vale pouco
ilfca cases.o privilegio dado companhia. e
priucipalnientc a concessiio de terrenos para o
ptireira das .Noves, sern declara^So do moti- gozo, a aflluencia de m<,us negocios, ocre
vo ordem do subdelegado la freguezia dito que mernce a firma social de minha
do Pogo da Panoli, Joiio Ferreirt, ser do- ; cisa de commercio, a estima e bom concei-
claratjTo do motivo ; e ordom do subdele-jto que diligenceio merecer, ludo mov-ju a
gido da freguezia da Muribeca, Virginio Fi- aviJoz do nuligno invejoso, que julgando
deilis, para correcgflo, o Francisco Leocadio fazer-se acreditado, procurou tisnar minha
de Albuqu-rquo, por crimedo morlo. reputbalo, fenr meus interesses; e pela
0 delegado do termo de Ohnda rae com- j mannira mais vil o abjecta, porm s digna
mumcou em ollicio de U do corrente, que de si mesmo, projeclou conscio de su
Jos Flix da Paix3o dora un,a facida em perversidade, detraliir o mcu merecimen-
Jjs Eleuterio de Mello, o qual v fallecer na mantiSa daquelle dia. O sssbss- i malvado topa em sua desvair la cmeira.
no evadi se, e constando achar-se refugia- | Assim aparelhado para a t'aicSo e para a
dono lugar do Fura deportas deste termo deshonra, o au laz detractor dirlje-so a al-
tenho excedido asrdeos necessarias para gumas das casas cornmerciaes em Pernam-
sua captura. buco, ealh, procurando ensinuar-se, quiz
O delegado do termo de Sanio Anillo, com- Tazer crer queeu na la possuo, que r.fohu*
municou-me lambem por ollcio da mesma ma seguranza olTere^o aos iralos a que me
data, que all tinham havido dous ferimeu- hei comprometido, por ter lodos os moiis
a e outro om Joso ibens hypothecados aollm, Sr. teneiite-co-
por Antonio Frau-| ronel Jos Narciso de Carvalho. On 1 falsi-
Pedrintias do dade! Oh! infamia! a quanto s capaz de
o sogunio por levar a malignidade! !
engenbo Aran- i Feltzmonte a mentira, que anda assim
comuietlido o mesmo se applaule triumphanto emquanlo
oire.idido. Ne- a verdide niio se faz patente, dcsla Vfz n3o
oram ser presos, logrou victoriar-se, nem por momentos
ordens
retaria da poli-
tembro de 1852.
seo Antonio LHi-
ncia.Jos Ni-
colao Higuoira Costa, ciefedo polica inte-
rino.
wmmmmmmmmmmmmmmBmmmm
narchia nn se
A priineira tentativa de icaciio neste intuito,
seria o slgoal de unta aglUcau formidavel para
una reforma clcitoral. He uina questan <|ue
dorme DesU nioineulo, porque esta oacao pra-
tica se inquieta pouco dos direitos nbstractos
com tanto que ^ lile d a- cousaa reaes. Mus
se ella se apercebesse que cu? iuteresses de
todus os lias nao podem estar em segurauca
,ini.i debaUo da guarda de uina n,li|v'll|l1'"
ni ir. popular, entao ella se lau(aria em um ino
nieutd de reforma que nada faria parar, e que
b *via de che^ar aos limites revcluciuuarios. O
bul tlr IS,'n tinlia j.i dnigido um forte taque
ao inouopulio da artocr- toria do norte sobre o sul, dos municipios so-
bre os castellos, dos cidadaos sobre os barVs,
dos anglo-Sxes sobie os INormaudos. Depoi
de euUo as forca da industria tem aluda du-
plicado, e se buje a luta se LravMie eutre as ci
J i-!- c o-, 'iMjn .i i ti i i-, da* trras, o resuliadu
nao seria duvidoso, lia no sjstcma actuilde
Clecao, ano alias que nao reslsuiiam a una
hora de discussao, Bis-aqul, por eaeiuplo, dous
coadados, o de Dorj; t c o dv Middleset, cada
um dos quaes tem quatore representanle,
mas o nrlmciro s icm 1/7,011) b-bitaules eo
seguuuo 1.89i,0U. mais de des tttet, O Viltl-
birc e y West-Kldlng do Yorksliire, cada um
tem lk irpreseutaiites; mas u primeiJO tem
. ii M M liabltaQtea, o seguudo l.iO.i'OC habi
taules. ODevonshlre que s Uin iV7},0Utl|iabl<
tintes tem -,060,000 almas da 28 representantes.
Ha .iidt m propriedades dcsle ou daquelle ba
rao, como Areudel, que nao tem a.uou babi
tautes c que sao representados uo parlamento
ba municipios como o de Utikenbead que ten
uina pupotacao d<-vj.000 alma* e que dOSSo
tepresculadus. Estes uovos bairr s que f.iem
de Londres urna Cldade sem limites, t.helsca,
Keuslitgtou, com urna populaco rie 5,00U e de
11,000 almas, nao tem npiciculautcs, Toluss
com l.oU, llomtor com JtUu, llarwicli cun
t,000, tem cada um dous repicsentaulcs. 1
.ver.amtets com oJ'J.oiJO almas, Liverpool
com 376,000, Mary-le-liouc com a70,u00 tem
taiubem dous representantes.
m.iii vedes que quando sc(quier aju&lai
represeutaco com a populacau, havert um
certo de*coucerto do equilibiio -ciual. lia de
baveralguina cuus de mudado quando te po-
tei na batane* Loudres c Mauctiestcr, l.ecdcs e
Urlstol, Snelheld c uuuiugham, todas ctas cl-
Uades de ferro.de fugo, de vapor cdccleclii-
;dade que uuuca descancam e que trabalhao
para o iiiuudu mtciru Lilas esperaro c calar-
O'bo. seosdeisaiem trabalhar em pal] mas
se qu ue re ni tocar na liberdade de sua indus-
tria, entao, v-las>bao, como na guerra da ine-
dia Idade. tocar o rebate das cidades contra o
castellot.
A Inglaterra sentc que he graude pehexpau-
..u lie seu comuieicio, sua Industria, seu
crdito que fazcm seu poder. Querer circuus-
crevedacm seu territorio, fura reduxi-la ao es-
tado de um principado alleinio he como se a
Veuesa oe outr'ora livcisu licado ciu u.t la*
ver d.utro de tres milhas das praias. termo Aikes de ludo, em.quaulo se avahara a com
-. babia i presta-sc auma inicrprctrac.io mu- munifeacao moral, civilisadora, entreasouas
to laia. Jonlisou o dilline urna abena na ter- prourtcias do Vai e do Amaionas.c eutre estas
ra, na qual lita fechada o mar p-r todos os la- e o rcko do imperio ? Em qnanto apromplidao
dos, ciceplo o da eutrada. da acca\ bcnelica do goveruo oas duaa provlu-
O direitos tcrriluriaes estemdem-se incon- cias i SaV beuelicios verdadeiros de que eaia-
lesiaveliuenle a estes espada d'agoa, c sao el- vamos prVadus, c de que, gravas a navegare
les da pos e do estado a que a co>ta pertence. do Amaionau, gocaiemos. be pudessemus abrir
.Maste principio applica-se estrictamente as todos os reclWos do imperioa commuuicavao
bauaade pequea tsteusiio, c noa porc.-sde Ij^ de lodo la seus babilautes, eremos que
mar Uo coDalderaveUcomo >babiade Hudioo, logo us piimeVos aimus multo gauariamos
que he lealmente um mar mediterrneo, em- em uioralidadef*ci.'i|isacao.
l>ora Mr. Webstu, um tanto iuipropuamcuie o I O trabalho mVf.,ua o liomein, e sem ftlra-
cite para luiidauentar sua arguineiitico. A das, tem canae, sci\ navegacao nao a tra-
***Kra que aceitamos como sa, be que estes di- 'ballio
sao dcuruiiiiadu. por urna V trabalho, eoriquecendo o homem, enri-
poula apona, e que dentro quecc o E. lado. FacUie-se o consumo, qie a
reitoa lenit^ri*
imiit tirada de
della pode o rcspeclivi estado estabtlecer e fa-
er ex* cutar suas lela e regulamentos.
U pomo mais importante desta questo he
puis a applicacHo pritica desles principios de
le baliia de i uniy. a (jue tem accesso os pes-
adores Americauus por coiiscnlimeuto deste
phi desde i si.) Esta baha he urna eutrada do
mar de 30 a *10 uiilhas de estens.io, limitada a
Oeste pela Nova tfrunswih, e em parte pelo
estado do Maine. e a esle pelo Nova Escocia.
Ser a ana purfo ceutral franca aos pescado-
es Amcricdu-js, da mesma lorma que aos ..r-
tanmeos, ou os crucirus luglexes poderao le-
gtimamente uianlcr urna buha divisoria por
dentro delta ? Somos de opinio que a jurlsdic-
c;io llrltaumca comeca do ponto em quo do de
terriloiio Qrltanoleo ambas as maigeus da ba-
ha, e com quaulJ os subditos Americanos pos-
aam egitimamente pescar em qualquer parle
das costas ou bahas de nosias pruvuiclas na
distancia de tres mili.as, todava reuuiiciaram
bberdade de entrar uessas bahas ou pnrtos,
Salvo uiiicamentc para o lim de abrigarciu-si',
i f i ii in reparos, u aguada. Pde-se porm ie-
lorquir da oulra parte ijue a grandeza da inhii
de Kundy e a cireumsliucia de tocar o estado do
.Mame urna de suas margeos, a poem fra da
regra, que abas he ceiameulc applcavcl s
pequeas entradas do Uceeauo.
Esta distiucco ful recouhecida pela propria
lei de lngiateira relativa aos direlus de pescar
lis bahas desia 11 lia. Na Convengo concluida
com a tranca em ISJ9 conveiu-se a que a dis-
i i,ii.i i de tie.< milhas lixada como lmete ge-
ral para o direito exclusivo da pesca nal cattaa
d Franca c da Inglaterra liccrcn tlat bahas ctta
afoerflira nao excedesse de tttz legoas de tstiitxa .
cria medida de urna linda tecla lirada de urna
a outra pama a e este accordo (o adoptado pe-
lo acto do parlamento, 7 Victoria. Cap, 7n.
O'aqui resulta que quando a abertura de una
luhia de Inglaterra nao excede de dez militas
ilecteoslo, nao pudemos pretender o dirello
exclusivo de pescar mili. Mas isto he conse
queucla do ajuitc especial c reciproco com ;
Franca. Ncuuuma dilliuican deste geuero tem
havido entre as colonias Uritannicas da Ame
rica do Nm te, e os Eslados Unidos, c bom seria
se um tal ,u i.inj.i resultaste desta discussn.
Um judicioso cncrlptor nota do Jornal do
goas. Ue com a bberdade de couunercloe com jCommcrco /.Vrw-)orA, que a piclenco sus
. i hberde le exame, com o vapor c com a l'ibla -
que o Anglo-Saxo l,w. a volta do innu : c por
islohe que eu termino como principie!, dizrn-
do-vos que o novo parlamcuto, qualquer qus
for uio tocar aoJite tiade (commercio livre.)
(Correspondencia do Journal des Dabais
LONDRES.
Segunda-fcira 9 de agosto de i 302.
Temoa de algum modo exposto o laclo do
K"vn no Brllanuico oppondo-se aa pretcuedes
dos Estados Unidos sobre as pescaras America-
uas, se m mencin anuos a distincco entre u$
ter mus dlreilo de pescar c l.berdadc para
pesear w que se achain uo traladoj reli ivos a
este asiumpto, A prlmeira destas rxprcsses
deslgnam ui dlrelfi positivo a ullima um
prevllfglo ou conceaio frita pela outra parte
.i quem esse dirello pertence. Ambos estes .<'
moa for sin ein dillereutes tempns e com loteo*
tes diversas, emprrgados nestas nrgociaedes.
Pelo tratado de 178*. que reconheceu a inde-
pendencia dos Estados Unidos, concordou-se
que o povo deites continuarla a gosar, sem
embarazo, o diitilo de pescar toda a espe>ie de
pcixe no grande banco ou ein quaeaquer ou-
tras da Terra Nova e mais adianie -queoaha-
bitantea tdos Eslados Unidos teriam liberdade
de pescar quslquer espece de pexe ein todos
os lugares da costa da Terra Nova, da mesma
forma que os subditos britnicos f mas nao de
cura-Io e secca-lo na ilha ) e tambem as cos-
tas, i atiias e aograa de todos e quaesquer domi-
nios de S. ftl. Britsonlca na America Sobre
este artigo insstiram fortemente os negociado-
re Americanos ein Versaillc, c principalmen-
te Hr. Adams; os pleoipolenciinos Britaoni-
cos por lim coiivieram nelle sob condic.io de
intcrlr-SO a palana liberdade, em vea de direito,
ii parte do niesmo artigo relativo s pesca-
rlas costeiras-
foin este fuudamenlo ogoNerno Drltanuirn
oonsiilrrou tara pescarlas como um prevllcgiu
concedido pelo tratado de 1TH 1, e perdido em
cousequeucU dadeclaracao de guerra que se
trniada pelos Americanos he manifesiameute
exceasiva.pols que scmelbante IntelligCnela ha-
bilitara, em tal caso os pescadores Uritanni-
ooa a entrar na baha de heiapeak e a pescar
dentro das tres milhas de ttailnnore, embora
esta cidade esteja cem milhas dentro do terrl-
loiio Americano. Se porm he possivel que de
um lado os pescadores Amcricauos tenham
pretendido coinexcoaso, deiprcs-udo ate o li-
mite das f i < milhas, desembarcando em nos-
s netelo de coiilnbaudo sobre a capa de petca-
i i.i, he tainbrm p!>s^ivcl que por outra parle as
autoridades Hritauuica^ tenham cstendido suas
restrieces a espatos entre pontos demasiada
meo' distantes. verdadeiro iuteres*e das
prowncias Norie-Aiueficanos e dos Eslados da
Nova-Inglaterra requef ein aules urna justa par
licipacu cm suas mutual vautagens, do que
urna polilica de exclusaV damuosa c hostil, le
mos o niesmo dlreilo \ excluir os Amerlcaao
das nossas pescarlas coltfiras, que elles o de
exeluirein-nos de seus mvcados ; porein a po-
ltica mais sabia de ambosVis pases he adoptar
acerca de seus dirritoa ui iutelligencia mais
liberal", que nisso vai -i gt- al vauugciu dos po
vos de ambos, coiuanuteucio ti. (i./, e boas
rclaces dos Eslados a que os mesmoa dlreit
( Ti/ne. )
prodUOfu augmeu ta iiifalliveliiiente
E cuino se ha .acililai o cousumo, si o
cousumidor c o productor nao livcieiu lactli-
dade da se coiumumcarcm mutuameule ?
Essa 'acilidade, em relaco ao ulterior cas
piovincas do' l'ar e do Amazonas, he justa-
mente a prlmeira e mais natural consequencia
da uavegarao do nosso rio-glgaiate. Anida uin
s viajante, natural ou estranlio, nao penelrou
essa Icrlilissima provincia que nao admiaste
a inaguiliceucia de sua vegeiaco, a vanedade
rarissima de suas prodaeces, e ao niesmo
tempo nao laincntassc que a industria humana
uo fosie all ajudar c ulilisar as or(as da na
turesa. i Para que caucarmo-uos, dizem os
habitantes uo luterur das duas provincias
produzlmos o que bastante pura us nossos gas<
tos; laer mala seria perder trabalho. Agora
quando os barcos de vapor d cumpauhia lurem
lular comasp>rocas du Amauuas, ostentando
as giaudcas oa civilisacu, toda essa populaco
se eiguera para o trat-alho, deixara a lucrcia, e
aproveilar o toiro abcucoado que o Creador
hit: deu ein partilha.
Todis css^s cdades c villas estabelecdas
inargem do Ainaxunas, que delinbam por falta
de commaucaco, sero outros tantos foco
de Industria e coiiiuiercio, sero oulros lauto
maiidciaes de riquezas que i rao aprovcilar a
que ae uchaui disseminadas por cssas iminea-
sas planicies ein que tuda he abutidaucia e
grandeza.
As iiovas colonias que se furem estabeleccn-
du, luugc de ameacaicm a Independencia ua-
cioual, auiuiilar-se-bo lgo com os habitan-
tes da proviucia, tero cuiu elles os mesiuos
iutciesscs, c, apos os lacos do luleresse, virao
os da familia : sero outros lautos mulos Cun
o quaes quercro competir os ualuraes as lu-
las da industria. U paracnsc he de fcil com-
prei'cosao, nao se dcixar exceder.
A Impurtucu c a expurtaco augmcutaro
cousideravelmeute, estamos ccrlos disso. As
i.ndi- publicas seguiro o inesmo movimen-
to; e eulo os cofres geracs sero indemuisa-
dos com lucros usurarios do que houvcr des
pendido, e os provinciales podero mais dcsafo-
gadamente fazer face aos melhorameulos mu
raes e uiateriaes da piovincia.
Eslo dad saco, para o prsgrcsso, para o engrandec-
incalo do imperio americano. A iiavegaco do
Amazonas, a do Mucury, a estrada al Ouro
i'i el, sao psssos de gig >ute ; cumprc uo pa
r.ir .iln. Avante I avante! S empeuho os mcihorarnentos inatenaes
For elleso imperio lia de ser naco grande
espeilada, os brasileiros se elevaro dig
nldadc de ctdados de um estado livre c inde
pendente.
(do Jornal do Commercio.) _
uiAKio m\mm.
EClFK 23 DE 8ETEMBR0 DE 1852.
Entrou liontein ^mas s lioj le destrihui-
ram aa malas )do sul o vapur ingles Tya,
lr,i/ni In ii.i> datas ilo Uio de Janeiro at U
do rorreiilc, e da Ualiia at 18
.N'iJiii'iin noticia de interesas ailianlam as
(azet"S as qui) Iroaift o vapor nacional Im-
peralrii.
ii Sr. minisi.ro da marinha acaba de orde-
nar que no estaleiro do arsen.l uo guerra da
corlo, se desse principio a consfucco d
um vapora hlice, de for{a du 70cavallos,
e juntamente de um patacho de guerra, do
porte de 200 toneladas.
Ileunidas, no dia 11 ascompanhi.s do can-
to e bailo di tlieatro provisorio, il'i'l.iioi-
IhooSr. ilrs'inbai'na lor Miranda que, em
cumprimento da ordem do goveruo, sus-
penda as represntameos o (ochava o th :a-
tro : a nrssa mesma occasiilo dissolvoo m
escolhas de canto e baile, qui? Iiavia creado.
Tiuha ile sabir luz.no Hio de Janeiro,
u ni i revista semanal intituladaO 'oro Bra-
iileiro.redigida por trez hachareis.
O Sr. Antonio Carlos da Veiga, negociante
e proprielario abastado d'aqui'lla prai;a, toi
condecorado com acomuicnda de Cbristo,
de Portugal. a
Le-se no Correio mercantil do 13 do cr-
reme o saguinlo caso curioso :
. Urna inulher csala couvencou-se lia
poucus di.s da mlidelid.de du seu esposo;
juruii viugar-se, c couie^ou a procarar o
ineio ; achou-u no romance do Duni.s :
l'.sclioal Bruno. Ein nomo do mando nian-
lou sua rival una segu pedindo-lhe um
rendes vous em um ponto da Cidade Mova :
ella r iiiiu d m- .i i .iiii'-ni no I ,' c la se
achou inconlincnto. A vingativa tinm-se an-
ticipado, e a penas a infeliz su fui a pean Jo-so
da seg le-la agairar por dous hoinens, e s
a delxuu partir dcpuis de Ihu ter fetu raspar
a cabera a uavalba !!
O gen ro do viugau(a,8pezar do n3o sor
novo, lio obrem.neira engenhoso.
A alfandega da corte roudera do Io a 13
do corrente 351:777,763 rs.
Da llalli. niia tomo, a mencionar. A al-
(aoilega da capital dosta pruvincia rendeo
do 1 a 17docorrenle 156:488/263 rs.
Cotnmunicado.
re.peclivainccle peiteuccin.
A NAVEGAgAO DO AMAZONAS.
SECUNDO *.1Ig4'
Jremos noticia aos nussos leilores das prin-
cipan coiidlcOc. com que pelo goveroo fol
crfnccdid.i o privilegio exclusivo a navegacao
j vapor pela rln Amatoia. al a oayiial da pro-
vincia de.te i.mi e daqul ala ao porto do
,>aula na repblica du Per'. Knlio nos coin-
nroinrliemo. dlier quaes as vamagen. que
,c dos aulolliav.iu com rtiallado ccrlos da
PERNAMBUCO.
lieparticao da polica.
DIA 17DICSETEMBH0.
Illm. e Exm. Sr.:-Das partes hoje recehi-
das nosla repartiSo, consta lerem sido pre-
aos ; a minha ordem, o escravo Antoaio,
para avengu.ces policiaesje ordem do
subdolegado d. freguezia de S. Jos, Anto-
nia Helara dosPraieies, por desordom.
Dos guarde a V. Etc. Secretaria da poli-
ca de pernambuco 17 deselembro de 1852.
- Illm. o Exm. Sr. r. Francisco Antonio lli-
beiro, presidente desta provincia --Jos Ni-
colao Rigueira Costa, chefe de policia inte-
rino.
DEM DO DIA 18.
Illm. e Exm. Sr.-Das partes boje recebi-
Jas nesta reparticSo, const. terem sido pre-
sos ; a minha ordem, Antonio Jos Alves do
Meii"zus. para correcto ; ordem do sub-
delegadoula-freguezia deS. Frci Pedro Gon-
Est a innatliiade do Santis mento .la fr.'gnoza deSanto Antouii do llo-
cife, odiicaiid i suas catacumbas no cetni-
lerio publico, em um dos miniares lugares
all existente., e nSo no que pula planta Ihu
fura destinada ; por Jser intuir.mi ule im-
possivel pres nlainente,pelo aterro que pre-
cisa : esta trauslerencia lio duvida aos es-
forcos do Illm. Sr. presidente da cmara
municipal Kranciscn Antonio do Ohveir., ja
pHra com o Ex ti. Sr. presidente da provin-
cia, e com os illustrcs seus collegas iia mu-
nicipalidade, que generosameulo so presta-
i mi. Cabo muita parle nesio negocio aos
lll ns Srs. veriadoros Jos Camello do liego
Uirros, Ituliuo Jos Corris de Almeida, o
\liiinel l.ui' VirSes: os esforcos deste ulti-
mo senhor como a IministraJor do cemite-
no publico para que a irmandade udilicasso
uas citaciimbas, nilo s he ilevilonoseu
ii.lo equivoco genio obsequiador, mais pela
actividade da edilie ii;.1ii e fornioioamenlo
do estabelecimeuto que com tanta energa o
administra, honra Innseja feta, eoibora se
naja aujeitado a -ollier de algucm o q,ie m
a e.te cabe : continuo o seuhor Viriles a por-
tar-secomo at noje o tem feito, que ser
sempro tratado por um publico cuidado
com distincfu. O Justiceiro.
Publicaco'cs a pedido.
AO PUBLICO.
Longe o mullo longe eslava de pensar o
ver-mo ohrigado a oceupar s columnas de
umjo'nal para traz.'r ao publico circuns-
tancias do minha vida social, a no ser a
isso hoje torcido, afim de destruir a insi-
diosa e proterva calumnia frjala contra
niiiii pola mordacidade o malvadcza de um
srdido e astuto intrigante; o qual niio
contente com o escandaloso o imaioral p'O-
ceilimento, que ostenta na sociedade, so
arrojuu alinai a dcscer vil condicilo de
embusleiro constituindo-nie alvo do sua
inveja, e querendo arrastar-me como victi-
ma ao altar por elle erigido para o saciili-
cio da p rdicSo
E a o.!" ser ain la a suspeita de que a
mentira e a calumnia levada pelo enreda-
dor ao apuro da convicQSo possa innitrar.se
no animo do incauto e achar neste echo e
ilispo-ie/i-'s pa'a ser atlendiJa e abracada,
eu seria silencioso, e jamis oceupar-me-
hia com a dofeza do argido para nao dar
vu.lo e aprecn ao que s me cumpria des-
prezar; porom u.lu tanto a razii produii-
da, como a tranquillidale de minha cons-
ciencia silo os verdadeiros e nico, movis
_ guiar-me i franca exposicSo do occorri lo,
e pulilicidade dos documentos, que ollore-
co em contra-pon3o delle, cuja authenti-
cidade muilo devera interessar.
Coohecidu como sou nosta provincia on
pousar na imaginaco de alguem : com tu
do a minha tranquillidado resentla ohri-
gou-me a buscar prnvas para desf izer a mc-
uor sombra de verd.de com quo byiiocrita-
mente se houvesso acobeitado o embuste,
dirigindo-mc para iuo por cirta ao dito Sr
tenenle-coronel J is \ n n/n do Carvalho
doli houve a esposta que offerec,o ap con-
ceito do publico sub documento n. 1, bem
como a certidSo de lodos os t.belliScs de
notas desta cnlade, documento n. 2, afim
de com a leitura de taes documentos poder
riscar por urna vez o menor vestigio dess-
peila e desconfanca.
Esta satisfacSo dovid'j cm parle ao publi-
co, em parle os inleressados no creJito
que me h3o votado, julgo ser bastante a
ilrsfazer qualquer temerario ou iluiiio jui-
zo que a res;>eilo alguem menos informado
baja concebido.
Eslraiiho parecer o nao estampar aqu
o nome do maligno detractor do que hei
fallado; porm desprezando, orno despre-
zo, ente Un vil e 1,1o repudiado, tenho por
esta voz a precisa indulgencia decala-lo, e
s expondo, como liz, a calumnia por elle
urdida, nSo tenho mais que o interesse em
firmar no animo de alguem que com olla se
luja illudiio, nquolla atloncdii que sempre
liles hei merecido pela lirmeza di meu ca-
rcter, pela Ihaneza di! meus tratos, e por
aquella rnrii'i.v eiv.i i havida cm lo lo. OS
meus negocios.
Parahyba 30 de agosto de 1852.
yrjo Jos de Xedeiros Corrti.
DOCUMENTOS.
N. 1. Illm. Sr. tenente-coronel Jos Nar-
cizo de Carvlho. P.rabyba 23 de agosto
do 1852. Faz-se-mc preciso que V. S., res-
ponderlo ao pe desta, francamente declare
se todos ou alguma parle de meus bens es-
tilo siijeilos a V. S. por hyi'otheci ou oulra
qualquer seRurunca, por divida que om V.
S. )i:ij i contr.hido, ou inesmo por enipres-
limo particular, d'alguma quanlia. I'avcr
que saliera agradecei-lho quem lie com es-
tima de V. S. amigo intuito venerador e
criado Joiio Jes do Meleiros Curr..
Amigo o Senhor.Bm resposla ao contou-
do supra, sou a all mar que neiihum de
seus b.-ns me esta hypothecido, quer por
divid eu i: .In la, qur mcsino por empres-
li no particular de quiutia alguma, por n in
haveiem entre nos tiei transac^es : o que
allirmo em le de verdade, o me promi tfico
a sustentar em qualquer parte que necessa-
rlo fr, e s entre nos existo uina hypothe-
ci, que he a amizaiie que t mos, c nada
mais.
Engenho Outoiro 23 le agosto do 1852
Seu amigo certo -Jos N'arcizo : Carvalho.
V 2. -Mini. Sr. Juiz mi, i ipil Diz
JoSo Jos de Medeiros Cor a, que so Ihu in
preciso que os esurives o labdiiles pbli-
cos passetn por ceitidJo se o supplicante
tom todos ou parto de seus bens hy.iothoo-
ilos a alguem, n o mais quo a rospailo pus-
sa ron-lar : pelo quo-P. a V. S. assim o
determine por seu respetavel despacho. E
B. M.
C. Parahyba 16 do agosto de 1852. -Tor-
luliano 11 in n|,i, s.
i.i rlilii'n que dos ni-iis livrs de notas
n.ni consta que o supplic^nto tenha paite,
ou todos os seus bens hypolhecados a al-
guem.
Parahyba 16 de agosta de 1852. Em f de
verdad -Jos Jeronymo Res Chaves.
Certifloo qu dos meus livro. de notas
nn consta du hypolheca alguma fila polo
supplicante.
Parahyba 16 de agosto de 1852. Em f de
verdade.Antonio Delinques de Almeida.
Certifico que nada conula pelos livros
do notas de meu ca torio sobro o que requer
o suplicante.
Parahyba 16 de agosto do 1852. Em f do
verdade.Manoel .'ferino Garfil do Aina-
ral.
moQSo deste odlciil he devla a quererern
enipreg.-lo em nmi coniinissilo, equeju.
nnte o le npo quecommindou esta oscuna
mcreceu do ous superiores elogios,ojqUiips
foram levado! ao conhecimonto do aa
verno. s "
(Do Correio Mercantil da Crtn i
COIWIIIERC0=ga3
PltACA DO RECIPE 22 DE SETEMURoTs
8 HORAS DA TARDE. *S
COTACBSOFriCIAES.
Descon lo d e lotras de 3 a 6 mezes 8 por cem
ao auno. ""'
ALFAPiDEGA.
lien din o II I n do 1 a 21. .ITO-qoi l.
" -o di. 92.......Tg}g
86:217.976
Detcnrregam hoje 23 de selembro
Baroi portuguiza Santa Crat more.
dorias.
Escuna porluguoza -- Tht th soblos, bi-
tatas equeijos.
CONSULADOCERAL.
Reudimento do 1 I SI., ,
dem do di 22......
12:017,157
606,969
13:681,726
DIVERSAS PROVINCIAS.'""
Rendimenlodo 1 a 21. M7nian
idmao 1:177,171
RECEBEDOR1A DE RENDAS INTEli.VAS~~v~
RAES DE PERNAMBUCO.
Itondimento do din 22 611 (71
CONSULADO PROVINCIAL.
Rnnilinimil.. do .fin 22 901,3
Movimento do porto.
iVnuio entradanoiUa 21,
Rio da Janeiro e llalm-.7 dis, vapor in-
glez Tay, eommilldlnt. Mos. Tr.z a eu
bordo, para esta proTlnCia, Inao Miran li
lia Araujo o sua sinhora o Etm. Birao
da Boa Vista, Dr. J rouymo Mirtinianu
Figunra de Millo.D-.J.iJo Jos Ferreirnie
Aguiar, Dr. Francisco Xavier Paes Bnelo,
Dr. Jos Corren da Silva Ti tara, Dr.J.Jin-
sm ilo'l'aco.Dr.Fredericod -Alm ida e Al-
huqueiqun, M Correia de lim, Juan Au-
glada Filho, Bryan y Siversnore, II. da
Reuueile Dr. C. J. de M. Sarment, J. J,
do Aguiar, e Dr. P. p. da Silva Cuimaraes.
Navios laliidot no mesmo dia.
Rio da Janeiro o porios intormodio. vapor
brasileiro S Salvador, commandanlo Luiz
Curreia de Mello. Lev a sou burdo, des-
ta provincia, Jos Cornil da Silv Titn,
Uinoal Joiqiiim Du.rlo CuimiriVs, Justi-
11 1 da Cunha Couliuho, loaquini de Aze-
vodo Villarouco, Gailhermo Pereira de A-
zovodo, C. Somier e sua senhora, lescri-
vilo da rmala, 1 desertor, Maril brasili-
na e 12 escravos.
Pira e portos inlermo los -- vapor brasileiro
Imperatriz, commandanlo o primeiru l-
enle Joiquim Salo.ji Ramos de Azevc-
do. Leva a siu bordo, desta provncu, Jo-
s Jansen do Paco, Frederico ileAlmeili
e Albuquer iuo, Joiio Baptista Carneirodi
Cunha, Jos Smico, Francisco Edeluon ,
Joaquim di Costa Ribairo, Jiaquim M.
Carneiro da Cuuhi, o Joiio Carlos Wan-
derley.
(Tiiiio.. entrados no dia 22.
111*1 a do Faial 31 lias escuna portusucta
Thelis, do 116 toneladas, CipitSO Manuel
Mari, da Silva, eiuipagom lO.car^a vinhos
e mais gneros; lOliveiri ,\ Innos. Pas-
aaffeira. Rila Alex-m Inu da Clona c sul
s 111, mili menor Haila Olimpia.
Rie Grande ilo Nono barc.(,-a brasileira
Flor das Ondas, de 29 tunela las, infiltra
Viconte Jiis da Costa, oquipagem 1, car-
ga assucar ecouroa; a Viuva deGiudioo
e Filhos. Traz I escravo.
P/iwo sahidos no m^smo dia.
Southamptou o portol intermedios -- vipor
inglez Tay, coinman lauto Moss. i.ev.i des-
ta provincia. Joio y, Viniias o i li 1 to me-
nor, o A. Edua'do Pina.
Rio Orando do Sul -- hrigun brasileiro M.il-
fra,cipitao Jos Josqoim Das dos Prazo-
ii's, carga assucar emais gneros.
EDITABS."
calves, o nial uj,i portuguez, Manuel Ferrei-
>i, e o hepanhoes, Victorlo e Jos Nuuas, .
rniuisicilo dos.seus respectivos cnsules ;
ordem do subdelegado da freguezia da Mu- da existo hi mais de viole annns, ocou-
riboca, Antonio Luiz, Jos Femando. eMa- pado sempre em grangear honesto modo,
noel Claudio de Souza, para averigu.cea du viver, e issigurar a minha finulia un di da escuna Argos, viga a vella na Ifan-
policues. .liiungeiro futuro; bem-quisto e honrado 1 deg, aoieu satcessor; conta-nos qioa re-
N.9I. Joiquim Jos Rodrigues Torres,
presidente do triliuii.l Jo Ihesouro nacio-
nal, declaro ao Sr inspector d l.hesourari
le fazenda da provincia de Pero eo,em
resposla ao seu ollicio n. 98 de 2 iislu
ultimo, que as pslavras C.hi nica-
mente as lliesnurarias os pagamentos que
se lem no Jj 8." la circular n. 38 do 10 de
desenihro de 1851, stiverampor lim de-
clarar, que o processo relativo estes pa
gamonlos he exclusivo das contaduras de
marinha e guerra, mas niio exciuem, que as
thesourarias exerrjam a mais severa fiscali
(lonas despezas, que lizerem-sn pelos
aisenaes, e oulros estibeleeimentos dos
iiillerentes mioiiterios : pelo quo muito re-
gularmente obrou o eont.dor da thesoira-
na de fazenda dessa proviucia, prncuranlo
averiguar, se eran ou no exagerados o
procos dos gneros comprados pelo arsenal
de meriiilia do dila provincia, cumprindo
que o mosmn contador continuo | proceder
do mesmo modo .representando bo Ihesouro
contra todas as irregularidades, excessus, e
busos, quo enconl'ar as coutas que q-
rem apresentadas a thesnurari 1. Nosla da-
ta ao ministerio da niaripha se remettem
os papis, quo acompanrnram o citado olli-
cio do Sr. inspector, allm de que pelo refe-
rido miiiistario sa tomom as providencias,
qne exigem os abusos, que os meamos re-
velan!.
Tnosouro nicional em 9 do setembro de
1852, Joiquim Jus lioIrigues Torres.
Cumpra-se. Thosuuraria do fazenda do Per-
nambuco 21 dcsctouihro de 1852. Silva.
l'ublicacao a.pedido.
O Sr. pilmeiro-tenenle Podro Thom de
Castro Araujo.entregou honlem o caminan
O Illm. Sr. contador da the.ouraria pro-
vincial no impedimento do inspector da me-
ma tli -,>11 r 111. cm .un 1 iin.nni do art. 62
do rcgulanicnlo de 3 de agosto do correle an-
no, manda lazar publico, que do I' de julao
desle annoprincipou a correr o prazo da pres-
en ipcao d. divida aeliva e passiva da faieuda
provincial na cnnl'orml lade da legi.laco vi-
gente, art. 20 da le de 30de novembro de 1841,
explicado pelo decielo n. 847 da 13 de iioveiu-
bro do anno pas.ailoquc vai transcripto p.ra
conheclnienlo d'aquelles a quem po.aa inle-
re.sar.
Decreto n.8'7 de I3dc novembro de i8al.
Explica o art. i0 da lei de 30 de novembro
de i84l relativo a prc.crlpcao da divida icliva
e pa.siva da na(5o.
i:, ii-i ir i i mi, i -i in' ii li (. 2o da lei de 3o de
novembro de 1841, relativo a pre.crip(o da
divida pa.siva e i-ctiva da n exige explica-
ce. claras eexpliciia., que .irvaiu lano pira
dirigir o. executores, como para instruir a.
parles no que loca a seu9 direito. e iuterc.sei.
11,1 por bem determinar o seguinlc :
Presciipco de Januo..
Arligo 1. A prescripeo de auno., posta
un vigor pelo art. 20 da lei de 110 do novembro
de 1841, com referencia ao cipilulo 2011 do rc-
gulaincnto da fazenda, a re.peito da divida
paailvi c activa, opera a completa deaonera-
$ao da fazenda nacional do pagamento d* divi-
da que incurre na|uicsuia prescripeo.
Au. 2. Ella pic.ciipc.ao coiiiprchcndc :
I. O direito que alguem pretenda ler a le-
declarado credor do ciado, sol) qualquer lilur
lo que seja.
3. O direilo que algum tenha o haver pa-
gamento de uina divida j recooheclda, quil-
qoer que seja a n.lureza della.
3. Todo, aquellc, que prelcnderem er
credore. da fazenda nacional por ordenados,
sold., congrua., ou gralilieacoes cuulr.u veo-
i mu ni i. de einpregos por penc'.., lenfas,
nielo .odo c monte pie, por preco de arreiua-
tacoe. c contracto, de qualquer nalureza. c
paga i.cnlo de de.peza. fela., e acrvlco. prfi-
Udoi ; por qualquer riclainace, mdeiuni-
z.ees, c rcititiiicea, devero requerer o re-
conhecimento e lquldaeio de iuii dividas,
cxpeilito do. de.pachns, orden.-c Ululo para
o pagamento, c fa/.er o as.ciitanienlo dos rpn
o precisarein deniro do. 5 anuos; c paisaoo
esle prazo, ficar prescriptoa fivorda faieuda
nacional lodo o direilo que tiverein.
Art. 4. lodo, aquelles que depon de have-
rcm os seus despacho, crreme, para o paga"
iii'-nto liverein feilo o ...enlmenlo, on esu-
verem lanc.ado. na folba, nao requererem que
elleclivamente ic Ihc pague o que Ibes for dc-
vldo dentro dos i anuos, perderao o. dlreilo a
ene iiagaiiienloeiii vlrludc da prescripeo a li-
vor da faienda nacional.
Art. 6. Quando o pagamento que se houver
de faxer aos credore. for devidido por piaro
de ine.e. Irlme.tre., .ime.lres, ou annos, e se
der a negligencia da parle do. ine.uioa credo-
re, a pre.crlp{ao se ir verificando a repello
d'aquellc ou d'aquelles pagamentos parclae.,
que se forem coiiiprcbcndendcndo, no lap>
do. i anno., de orle que por se ler perdido o
direito a um pagamento incnsal, trimestral, -
ine.lral ouannual, nao c pcrJe o dirello a01
seguinlc. a respeilo do. quie. aiuda nao liver
corrido o lempo da prescripeo.
Art. 6. O. a anno. p.r a pre.crlpcao coine-
cain a correr, para a. divida, reconhecida. ou
nao al o ultimo de dezembro de 18fi, dj da
prlmelro de Janeiro de iS, i ; t para a. divida
po.teriore, da dalla da publica(o do. dtsp>-
MUTILADO
ftj


*w
mm*
u nrdcni dcfnitlva pira o pagamento
.-----..._ ..... prei-
*?. ","bl 5nno nao cortein para
ciilV
Cernir aquclles que denlro d'ellei. no
iorein "-querer no. por ncm por ou-
,,: taca lio o menores, 01 dciaaaal
das e serio concluidas no prazo de dous
mozos, contados como determina o artigo
SI iln le provincial n. 286.
3. A importancia desta obra ser paga
em duas prealacaVs, da maneira seguidlo :
a prinieira do valor de Ir -s quarlos da im-
portancia da arrematar, V', quando so liver
concluido a obra ; e i gnu 11 de um quar-
to quando so eflecluar o acabamonto defini-
tivo, que lera lugar um auno depois do re-
c-ibim cito provisorio.
4. Para tudu o raais que nSo estiver de-
terminado as presentrs clausulas, e em
seu orcamenlo, seguir-se-ha o que dispOe
a lei provincial n. 286 de 17 de maio do
1851. Conforme.-O secretario Antonio
Kerreira d'AnnunciacHo.
<""'] nuVr'otroa que prlvadoa d'adminlalra-
f,de"'* r",a" e bel"' e,lia ,uJe"05 a ,u-
*" o'Vh'ndo a demora for occazlooada por
*' d thriouro, thesouraria, ou repardcfle
"ir nnifina faiera llquldacio reconheci-
"J. 'a.,,, divlda e eflecluar o pagamento.
ii 8 nrcjcrlpyo dol aunoa he citen-
.ii letraa do Ibeiouro em virlnde .la dispo.
! "i, lfl de 10do novcmbiode i8ii, e do
i tilde coligo coinmercial, comessando a
"'.,, cu aannoa da dalla do vcnclmcnlo.
Prcicripcao de 4o annos.
,, o \ nrcscrlpcio de 4o annoa posta em
r'pfio citado art. 2o da le de 3o de novem-
''" J ,s|i coni referenciaao capitulo alO do
mida fairnda, a rcapeilo da divida ac-
ff. nato opera a completa dczoncraco --A caraira municipal des'a cidade.prln-
JVd'jfdoreidaf.iienda nacional do pagaincn- cipia hoje, 23, a sess3o ordinaria docorren-
dis dividas, que incorrerem na ineama te trimestre, e peranlo ella estarSo em pra-
.icripciode maneira que passados os 40 an- ra para seren arrematados OS impoatos j
i pode harer contra ellos penhora, exe- annuuciados*.
oulro qualquer constrangimcnlo. pelo consulado argentino se faz publi-
a P'eicrlpcao d.'cfl aocommercio do aTls0) cujo tbeor he o
domis 12 melicamenlos Europeos, e dos
12 principara medicamentos BRASILEIROS,
experimentados pelos alumnos da escola ho-
meopathica do Rio de Janeiro.
'Para as pessoasque j ompri-
fram os elementos do horoeo-
m |i Uii i e assignaram esta
3 I \ Para asjiutres que s quizerem
<: ]a dita obra. 3/dOO
3
U
Deca racoes
/Para os assignantes e mais
I pessoas quo j compra-
Iran os elementos de ho-
meopathia
jpara asoutras pessoas que
m quizerem a dita obra e
I a carteira.
12,000
14,000
quo so faz das lois vigentes da repblica,
que ordenam que os navios Iragarn todos
seus papis visados por os cnsules da con-
1'edoracSo argonlioa no lugar do sen despa-
cho ; o governo ha ordenado as medidas
r
[,., na> I1
(UC-O, OU -
1,1 ii). Oa 1" aniioi para a preicrlpcao d-
ti!2S&S2K*tt' fZLZft "i-s<- "s?* <" <*f~ "3-
!."o Jiapriiiieirode Janeiro de ii, epa- "Ores da ennfoderacao argentina, 13 de
,0,'noslerlore, deide o ullhno dia do prato agosto de 1852, Se previno a lodos o con-
riiibrlccidopara o pagainenio por lei, regula- signatarios e capitSes de navios de ullra-
inctito ou contracto, urna vez que passrm con- mar, que, havendo-so notado a infracija'o
nnU'd.1 e seguidamente sem inlerrupco
uti I'- t) cuno dos40 aunos ipterrompe-sc
asediado apreaerlpsioi
1,0 Pela ciuco. penhora, ou sequestro fel-
H jo( dcvrdorri para se haver o pagamentn.
.o por qualquer oulro procrdimcnlu ju
J..I ou adminlsirativo havido contra ellespa- nccessanas para corlar este abuso, ordenan-
o mesmo liin. do, que dentro do seis mozos, a contar des-
jc lela coiicrsso deespac ans devedores de aquella data, nflo so admittam nos por-
alMiiiiindo-o5 pagar por pretiacea. tus da'confedcacja'o argentina, navio nlgum
Ari li qurllra que quizerem segorar o cus papis nilo vnham com as f.irin ilida-
,.,, direilo nbataudo que corra para a prca- jpa ,|, |
ripea i o teinpo consumido por demora e fin-
nacos dai repartir/Sea, podero requerer, cae
,1. d ti um certificado de apprczcntacao du
[fiiorilnicnlo e documeotoa com especificada
leclarafio do dia, mez e anno.Joaquim .lose
odnguca Torres, do meu conaelho, senador
iki imperio, inlniatro c aecrelario de rilado dos
orgeeios da faienda, e presidente do tribunil
do llieaouro nacional, assiin o lenha entendido,
(faa ciecular
Palacio do Dio de Janeiro em i! de novembro
ci8l, irigealmo da iodependencia c do im-
jfrio. Com a lubrica de S. M. o Imperador.-
})njiiirn Joi Rodrigues Torrei.
REAL COMI'AMIIA DE PAQUETES I.NGLEZES
A VAPOR.
No dia I.* de oulubro, espo-
ra-se da Europa o bem co-
nlieci In vapor Severn, com-
m Mdante Vincent, oqual de-
pois da oomnra do coslumeseguir paraos
poitos do Sul: para passigeiros, t'ati-so em
casa da agencia na rua do Trapicho No-
vo n. 42.
t) lllm. Sr. inspector da thesouraria do
fazenda, man la fazer publiC'i, que a arre-
b'para constar s mandou alliiar o presente mat>C,!to da ulna do caes do Apollo, que tem
publicar pelo Diario. Secretaria da thesou- jjo aiinunciada por esto lliari'i.ficou tians-
I 1 n.^-n ubIubu 1 iln cala mlirn _.. ....i __...
s&ttiS&'Sisrss.'--. Yp,Tab'Je ,85a- offlc,l-
SSsttzs:. wrsftrt:ma,or p- w^^ Mol,-
Ivas de rape nacional em mo estado, a 100 Banco de 1 ernamDUCO.
r.<., total 3,000 rs.; I dita com 4 carril, s Os doscontos do 20a 25 do corrento, si.)
iuenas do jaropo de angigo a 1,000 rs do 6 por cenlu al o im do outuhro, o de
leUI 4,000 rs ; I pacoln com 4 rolos do fu- 8 por cento at 6 mezes. O conselho decla-
mo, proprio para cachi oibo, em mao esta- ra que compra o vendo letras sobre o Rio de
ou 1 loo ra., tiital 40o rs.; 2 poc,s de emvi- Janeiro, ripara amarrar charutos, por 80 rs.; 2 mo- soaveis. banco de Pcrnambuco 18 de selem-
.09 de follias de louro por 80 rs. ; I pipa bro do 1852. O secretario M. I. de 01 i
ra-iapoi 4,000 rs j 1 barril vatio por 1,000 veira.
H,; I sarco com folhas de louro por 100 A associarpo commercial desta praca
rs ; 2 ranas com passas arruinadas por acaba de recober o-- arcu.o do l)r. Eluarlo
Ntl is ; K barris com 360 caadas do vinlio Slollecujos saliilares n suliados j foram
Jo rsperillcado na tarifa, a 300 rs., lolal publcalos no mereintil da Baha, n 175 do
108,000 rs ; 4 barra VlSioa a 1,000 rs., lo- 9 de agosto du correle auno, o qual fui
lil 4,000 rs.; 1 barril com 36 caadas de remedido pelo lllm Sr. J. I). Slury, cnsul
civoj a C00 rs., tul I 21,600 is ; I barril gersj do Brasil na l'russia ; por isso a mes-
nsio por l.oOO is 1 ba sem chave, con- ma gialuitam ule ficulti a qualquor fe-
l-iido I liV/o iinpresso muitu usado; II ca- nhor do engenlio desta pratja o arcano do
isas de riscados do algodflu o panno de Dr. E. Stolle--, esperando que qualquer me-
|lplo liso, pata honieui, Ufadas, 6 calcas Ihoramctito pelos mesmus nncontradn o
dabiioida algodu entrauea io e de riicadu scioiililiquem dlia associacao commor-
da dito, I jaqueta de riscado do algodilo, ca 1.
Scintas para mannboiro, 2 cobertores do l'ernarnbuco 15 de setembru de 1852.
Ha, 2 lionelos de panno da 18a, t'ilo no va- llcrnaido Oliveira Mello, director c secro-
krde 8,000 is sendo a arrematago livre tario.
tadireilos ao arrematante. iTra Alfindega de l'ernarnbuco 21 do setemliro o ucu.no ao r. Slutle pura afabricaqao
do usiucar.
Este 15o innocente cumo poderoso clari-
ficador s p le ser obtido puro, do inventor
nomicial, servindo do inspector da mes- e privilegiado. Eduardo Stolle em Berlim,
mi thesouraria, cmcumprimentn da oidem Reino da l'russia.
illExm. Sr. pr.-sidenle da provincia, do 20 |)irecr;0es para so fazer uso dellp. Urna
de agosto prximo passado, manda fuer libra do arcano do-Dr. Stolle e com al-
publico que no 23 do corretile vai nnvamen- guias qualidades do canua, amia menos
le t uia^a pa'a ser arremata.tu peranle a desta porQlo, se d:vo juular a cnla cem
Bita il fazend da mcsini tliesourari, ajgalOdS da calda, o mais breve que for pos-
qtiein por menos lizer, a obra dos reparos sivel depois que se liver espremido a canna,
para que o nenio pelas suas propii-dades
antesiplicas eviti a s 1a fermenlago. N3o
he preciso dissolver o arcano antea do mis-
lura-lo com a calda. Dovc-so applicarca-
lor au clarificador (vasiilia em quo so faz a
operarjUoj logo que um terco, ou meta lo
dt 1852.O inspecUr interino, liento Josj
F-inaodos Barros.
- 0 lllm. Sr. contador da thesouraria
SS1S
O V U
5 a 11
Boga-se aos senhores assignantes, o favor
de mandar receber seus exemplares n.a bo-
tica lu ni "n,i.. 1 : ie 1 da rua das C Na msma botica ha um grande aortimento
de livros em portuguez e fiancoz para as
pessoas quo se querein dedicar ao esludo da
homeopathia.
THEATRO
NONA RECITA DA ASSIGMATURA.
S lili ul i a5 de 8eteml>ro de
l82.
Depois de urna escolliida ouverlnra, subi-
r a scena, o muito applaudido drama,
A sE:.fE\n
Ol)
'ribiinal
O Tribunal do .'ury.
Em seguida a senhora 11 Cirmola, e o Sr.
Monteiro, eintarSo oduclo
.\s troinbetinhas.
Remalnri 0 espectculo 0031 o muiloap-
plaudilo diieto
O mihinliij e a pobre,
canlado pela senho-a I). Maris Amalia o o
Sr. Costa.
PrinciDia' s8 lloras. ^^^
Avisos martimos.
dipoiile do Traeunhem, avaliada em ris
1760,000. A arreinala(,lii s-ra f'iti na fr-
audui aitigos 24 o 27 da lei provincial n.
- 1' 17 de in mi de 1851, e sob as clau-
mlis especiaes abaixo copiadas.
A pessoas que se propuzercm a osla 3r-
icaialacSo conipnrec,m na s.la das sessoes
dijiinla, 110 dia cima declarado, pelo meio
do, compelenlemoiiie habilitadas.
tpara constar so mandou alisar o pre-
sente, o publicar pelo Diario.
Vcictaria da thesouraria provincial de
Paruainbueo 17 do setenibro de 1852.-0
secretario, Antonio Per reir d'Anntinciac,!io.
Clausulas especiaes da arremalacSo.
1. As obras dos concertos .Jesla punte so-
lio [Pitos d" cunfonindado com o orcamen-
to nesli data (13 de egoslo; apresentado
iprovacilodoExm. Si. presidente da pro-
vincia, 111 impurtanria de 1:760,000 rs.
2. Estis obras deverilo ser principiadas
no prazo du um mez, c coucluilas no de
cineo ir.ezes, contados como determina o
arlign 31 da lei provincial n. 286.
- A imponencia desta arreniatago ser
PJ;I e 1 duas pre.-lacOes iguaes, da manei-
nwguinle : a primetra quan lo o arroma-
t-nle liver folio melado das obras, o a so-
onda quando esliverem lo las concluidas.
* Durante aeticuclo das obras o aire-
naUito alara fcil passagem para o transito
Publico.
5 l'ara ludo mais que n3o ostiver deler-
minado as prsenles clausulas, c num no
Mcamento, seguir-se-ha o quo oispOe a lei
provincial 11. 286 de 17 de maio de 1851.
Conforme.--!) secretario, Antonio Ferreira
Annunciacloi
- O III. Sr. conta lor da thesouraria pro-
'incial, servindo de inspector da mesma
Buouraria, em cumplimento da 01 dem do
ni. Sr. presidente da provincia, de 20 do
Jg'Wo prximo panado, manda fazer pu-
blico que 110 dia 23 do corrento val nnva-
lo a prafa para ser nrrematado perante
'luiila da fazenda da mesma Ihesouraria,
>quen por menos fizer, a obra de um en-
'ociimento em frente a poni da rua d'Au-
mra, avaliada em 950,000 ris. A arrema-
lir,So .era feila na lumia dos artigos 24 e
Oda le provincial 11. 286 do 17 de maio de
b>M, es 1 ti as clausulas especiaes abaixo
rupia las.
As pessoas quo se propozercm a esla arre-
r"alar,aocomparer;aui na sala das sesses da
" cu, junta, no da cima indicado, pelo
meio da, competentemente habilitadas.
r. para constar so mandou alixar o preseu-
*i1 a publicar pelo Diario.
Secretaria da ttirsouraria da fazenda pro-
Jiiicial de Pcrnambuco 17 du aetembro de
IK2.--0 secretario, Antouio Ferroira d'An-
nfuciacao.
Clausnlai especiaei da arremalacSo.
Seta feila eaia obra do cunformidade
wm oorcamenlo ncsla dala (13 de agosto)
[presentado approvac.o do Exm. Sr. pro-
laenn. oa proviucia, na importancia de
'aO.ooo ris.
-' Ai obras priocipiarSo no prazo de 15
della osliver cheio, e ler-se-lia cuidado de cife n. 49. p.imeiro a
BAHA.
O liem conhecid > hiale nacio-
nal Amelia, de primeira marcha ,
segu em poucos dios pira a Ba-
ha por j ter parte da carga
prompta : para o resto, trita-se
com Novaea & Gompanhia, na rua
do Trapiche n. 3!\, 011 com o Dies-
tra a bordo.
Para o Rio de Janeiro, seguir coma
maior brevidade, o brigue Paquete do Per-
namhuco, recebo carga c escravos a frete, n
tom oceiailos commodos para passageiros:
os pntendent"S, dinjam-SO ao cscriptorio
de Manoel t;nnc,alves da Silva.
-- Segu uestes dias para a Rahia a Caro
peia LlVraflBO, de mullo tioa niarcna : para
o rosto da Carga, trala-se com o consixllala-
rio Domingos Al ves Matheus.na rua da Cruz
n. 52, prlrueiro andar.
Fara o Cear
Seguo com lirofidado por ter parte da carga
o paladn Sania Crol; para o resto e pissa-
geiros, trala-se ao lado do Corpo Santo, luja
de massan.os n. 25.
Para o Coar sahn com brevidade o lta-
te Novo O.inda : quom nelle quizercarre-
gar, dirija-se ao sou consignatario J. J. Tas-
so Jnior.
i'ara a Baha
Saheom poucos dias o veleiro hiato Ca-
prichoso, o qual lem a nuiur parte d' carga
proinpla ; para u resto della, o passageiros
pura o que ollcreco bons commodos, trata-
se con L. J. do Castro Araujo, na rua da
Cruz n. 34. .
Para o Aracaty snhn com multa brevi-
dado o biela Fiordo Curuilpo: para carga o
passageiros,trata-se na rua da Cadea do Re- jier 20 anuos, falla intelligivel e'descansa- "
rpic se discute. tutos da compaphia de Seguros Ma-
rtimos,- convida aos senhores nc-
cionistas a comparecerem, hoje
r 11 inta fera 73 os 11 horas da
tu 1 nli'ia, a conliiinncao da segun-
da tlisxiissio do mesmo projecto ,
na sala tas sessSes do banco de
Pernambuco, na rua do Trapiche.
O Hospital de CaridaJe, precisa da um
enfermeiro : quem estiver nestas circuns-
tancias, dinja-se ao ragouto do mesmo los
pltal.
-- Precisa-se de urna ama para cosinhar
o diario de urna casa : na travessa do Cor-
po Santo u. 29.
Precisa-se do um foitor para um sitio
perto da prarja, que enlcna do hortalice e
de plantt(3o de capim : na rua do viga-
rio 11. 4.
Offerece-se una mulher parda, para
ama de urna casa, do que lem multa prati-
ca de todo o servido interno : quem preten-
der, dirija-sn a rua Dircita n. 76, que se di-
r aonde mora.
Cuilhorme da Costa Correa l.oile, res-
pondo que pode ser procurado no seu cs-
criptorio, na rui da (Cruz n, 17, primeiro
andar.
Joaqnim de Souza Silva Cunha, om-
prou meio bilheto da lotera do Rio de Ja-
neiro, a beneficio da fabrica de vidroi de S.
Roque, e da do liar n lecer algodSo, por
sildo da quinta da fabrica de vidros e da
linaria o ultima da do fiar e lecer algodilo,
de sociedado com Joaquim Ignacio da Silva
Gaulaite, o. 253.
Deseja-so fallar com o senhor Antonio
Xavier da Carvalho Mondoiifa, que morou
em O.in la : na rua da Mooda n. 25.
-- Preci-a se alugar Data ama doleilo: a
tratar na rila do Crespo n. 10.
-- Exporlam-so para o Rio de Janeiro as
escraves, mulatas, de nomes Thereza do 26
anuos, Mua de 7annos, e Thereza de 18,
pe.lenccntrsa JoSo Antonio Alvea de Brito.
A contraria do Senhor Bom Jess da
Via-Sacra da Santa Cruz, avisa ao publico,
que tendo do foslejar.no Domingo 26 do cr-
rente, o senhor Bom Jess dos l'a'ssos, apru-
viiti a accasio para nesse da as 4 horas da
tarde, benzer com loda a solemnidade as
liiiage.iis do SS. laii.iejn de Jess e da Se4
nliora da ConeeicSo, padro< ira du Imperto :
ruga, pots, a todos os irmilos e devotos, so
dignem concorrer com as su as assistencias,
lata do turnar o acto mais bnlhanle.
-- O abaixo assiiiuado, tundo do chimara
responsabilidade, o autor ilos tres artigos,
inseridos no Diario de Pernambuco n. 213,
rogaao rosaeilavel publico a suspeocSo di
seu 111o a tal resuelto, o 11 quanlo por meio
ie esponsabilldade, faga justificar o tal au-
tor, o i)ue calumniosamente dizem os mes-
mus ai ligos.Anloniu llaplista Vieira.
Aluga-se urna casa terrea com
.. commodos pa a grnnde familia,
si na rua Imperial ao p da fundi-
co u senhor Leal, tem graodo lerrouo pa-
ra plantar, o o dono comprometle-se n cer-
ca-o, logo que acho alugador para casa,
lambem tem um granJe viveiro," que s ihe
falla a porta d'agoa,e que tambem o dono a
mandara por: a tratar na rua do Crespo 11.
16, loja da esquina.
~ Procisa-se alugar urna escrava para to-
do o servico; paga-se bem : das Ciuco Pon-
tas n. 98.
Mu; i-so o segundo andar da casa n. 9,
da rua da Mueda, com commodos para glan-
de familia; a tratar no armazeiu do Luiz
tntonio Vieiri 61 Companhia.
---- O vicario do Suib '.ritoain
reside na travessa da nutriz, Cdsa
n. 11, segundo iiimIt.
-- Roga-se ao senhor...........
...... o la viii de ir ou mandar ao aterro
da Boa-Vista n. 49, resgalar os seus bilhetes
de debito, pois a pessoa em poder do quem
existem, relira -se por estes 15 dias para fu-
ra da provincia ; em sin ausencia tem de
dallar procurador habilitado para deman-
dar a tolos os seus devedores.
100,000 rs. de gratilicacao.
esappareceram de bordo do patacho na-
cional paquete Ventura, fundiado junto a
ponto do Recite, dous escravos, pretos, por
nomes Bento o Samuel; o primeiro em 16,
he natural di Cear, e tem os signaesse-
guitiles :alto e bonita figura, fulo, pouca
baria, o cualuma tratar rapada, fallam-lho
os denles da frente, e t-m urna cicatriz no
rosto, representa ter 24 anuos do idade ; o
segundo 0111 21 la rub ai do correcto, parece
Jos Sap rite, como administrador la; Anna Ferreira da Silva, sulnrisada por
massa (aluda de Leopoldo Js da Costa A- provisSo do Elm. Sr.- presidente, doulor
raujo, convida aos cedores deste, para que Francisco Antonio Ribeiro, de 29 de julbo
Ihe apreientem os ttulos de suas dividas, ido crrenle auno, tem aberto na casa de sua
afini do que, sendo verificados, se proceda 'residencia, na rua das Trincheiras n. 50,
classt(lc(;3o quo he determinada pelo codi-'nma aula de instruccSo primaria doprjmei-
go commeicial. o grao, pira o sexo fi minino :,os' f.ais de
Furtsrsm do abaixo assignado urna en- familias que della quizeiem confiar suas fi-
niere dous garfos de piala, desconfa s s t Ihat., poderfio dirigir-se a mencionada cata,
seus escravos : roga-se a qualquer praroa o a qualquer hora do da, corlo de que a an-
quem fin- ofTerecido taes otijectos, de os lo-; nuncianto empregar todos us seus desvelos
mar o ver quem he o ladro. em nRn desmerecer do seu conceilo.
Joaquim Francisco de Azevedo. Prrcisa-se fallar com o senhor Jos Meo-
ti a bine te portugus de leilnra des da Silva, ou com alguma pesoa que fa-
11 la:
mecner o contedo do quan lo em quando
para facilitar a dissolucilo do a-cano. Logo
que o clarificador estiver clieio, deve-se ele-
var a temperatura ( o calor ) promptamente
a 155 de iihri nhcit. e neslo momento he

Leil&o.
-- Para maior commodidade, o Sr. Ilen-
coada se se julga necossario, o concentrada
(apurada ou evaporada) pela forma do cos-
lume, o ser de inuila vanlagem se o assu-
cir for trtalo pula maquiua centrifugado
Dr. Stolle.
l.-ii' he considerado o n-,elhor modo
de empregar o arcano ; porm um bom le-
sullndo se pode tambem obler juntan lo o
arcano ao liquido eoulido no clarilicador
dep os que a cal lem sido misturada o an-
tes de ler lido lugar n lervura. Neste caso
serDpre aconselho de misturar um 1 quauli-
dadu mu pequeaa do arcano cun acalda
lugo quo he espremida da caima para evitar
a lertnenticS.
Pcrnambuco 15 de aetembro de '1852
Bernardo O. Mello, director e secretario.
-- leudo a thesouraria do fazenda de Per-
nambuco de saccar sobre a Ihesouraria da
provincia da Paiahyba al a quanlin do vio-
le contos de ris, e sobre a do Cear at qua-
renla conlos do ris, manda o lllm. Sr. ins-
pector convidar as pessoas quo quizerem
comprar estes saques, para quo Ihe apresen-
tem suas propostas, at o da 25 do crrente,
em carta fechada. Secretaria da thesoura-
ria do fazenda de Pcruaubuco, 10d sotem-
bro de 1852. Oolllcial-maior interino,
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
De orden) do lllm. Sr. dLector geral
da iuslrucijAo publica, farro saber que len-
do S. Ex. o Sr. presidente) da provincia ro-
movido o professor publico da cadeira do
instruccSo elementar da povoaco de Po-
dras de Fugo para a cadeira recem-C:iada
da freguezia da Escada, est pusla a primoi-
ra a concurso, oqual uovoia cITeiluar-so no
dia 25 do oulubro prximo.
Direcloria getal 9 de selembro de 1852.
0 Amanuense archivista, Candido Eustaquio
Cezar de Mello,
Publicac3o litterara. .
Saino a luz.
28 RUAD\S CRUZES 28
A coniiuuacSu da maleeia medica homeo-
patnics augmentada da theoria das dozes pe-
lo Dr. Muie.laeuna importanlissima deixada
por llahnemann ao cuida lo dos satue disc-
pulos. Este volme cooto a pathogenezia
consiste em cadetrase mesas de diferentes
qualida lis o fetios.marquezas, co nmodas,
lavatorios, loucadores, camas de ferro o de
pao, consolos, guarda louQa, aparador, qua-
rilOS, facas u gaifos, louc,as, livros imoressos
em differentcs idiomas, algumas obras de
prala, um violilo do chav s, urna caixa larlaruga para rap do delicado lavor ; as-
simeomo de tres espingardas de dous ca-
nos, pistolas de um e seis ditos, cavallo, so-
lios para montana de senhoro o de horaem,
e 111 mi ,s unirs ai ti.:o- de valor e utilidad.
A requerimento do administrador da
massa do lallido Leopoldo Jos da Costa -
raujo, so far luilSo por ordem do lllm. Sr.
Dr. juiz mullid. 11 supplenle da segunda va-
ra do civel e do comuiercio, o por interven-
i,.i do agento Crrgoriu Antunes de Oliveira,
do quiuze escravos inclusivo uma nogra,s n-
do esla o dous neg-os do servi(o de casa, e
dozo marinlieiros que faziam parte da tripu-
larfiu dos navios Paquete de Pernambuco,
deslino e Noro, lodos pertencentes a refjri-
da massa: hoje, 23 do Curenle, as II ho-
ras da mantilla cm ponto, porta da assucia-
V'Su commercial desla praca.
Luiz Briiguieru l'ara leilSo, por inler-
vencao do genle Oliveira,e por conta o lis-
co de quem pertaticer, do piirfo defazon-
dns inglezas u suissas, lauto de algodilo co-
mo de seda ele., as quaes setSu arremata-
das a diuneiro de cuutado, e por isso sem li-
mites em prego ; sexta-leira, 24 do corren-
te, as 10 horas da mat>li3a,no seu armszem,
na rua da Cruz.
-- Miguel Carneiro, far IciISo por inter-
vetu.au do agente Roberts, no dia sexta-foi-
ra, 24 do correrle, as II horas da manhBa,
nu seu armazem, na rua do Trapiche 11. 38,
doseguiute : mobilias para sala, gabinete,
quarlos, sala de jantar, cosinha etc., elo. ;
assim como lour;a, vidros, caodielros, can-
delabros, (lltraueiras, quadros com estam-
pas, o outros 111 ui tus ubjectus que valem
apena seren arrematados,e ao meio dia em
punto ira a loil.iu tres burios grandes che-
gados do Bueuos-Ayres.proprios para cano.
da, sem baiba, roslo redondo, beicos grus-
sos, trajava caifa branca, camisa azul e Ca-
ira puaa de panno : quem os pejjar, queira
iconduzi-lusa rua da Cadoia do R'ecifo 11 12,
armazem de llalthar& Oliveira, que recebe-
ra a gi..lilii'ai,-.iii cima.
Prccisa-se de uma ama seces, que se-
ja de meia idado, paga-so bem : na ru da
Praia n. 49, segundo, ou terceiio andar.
CHAPltONT S UEKTKAiNU
RKI.0J0E1BOS FIUNCEZES,
Na pi.K.M da Independencia, loja
que loi do senhor Meros,
Receboram de Neuyoik um rico sortimcn-
to de relogios americanos de dirferenlcs ges-
tos, uns cun um dia de curda, oulro com
corda de olio dias uus cun campanilla,ou-
Por ordem do lllm. Sr. presidento da di-
rectora, si convoca o conselho deliberativo
para se reunir em sesso extraordinaria, no
a 26 do corrento, pelas II horas da ma-
nhla.
Precisa-se de dous feitores estrangei-
ros ou nactonaes, que entendam de planta-
crtes, sendo para sillos perto da praca ; pa-
ga-se bem : quem quizer dirija-se a casa
das atiricies, na rua das Agoas Verdes n.
25, que so dir quem precisa
-- Deseja-se fallar ao Sr. Cuilh rmo da
Costa Correia Loito, queira fazer o favor an-
nunciar unde he murador.
l)eos Disp5e.
Acaba dochegar do Rio de Janeiro, tradu-
zido om portuguez, o excellenle romance de
Alexandre Dumas.que tem por titulo, U'os
DispOe, vende-sc na livaria da praca da In-
dependencia 11. 6 e8, a 8,000 rs. constando
de 6 vulumes.
Chegaram duas bonitas escravas do ma-
lo, perteiiceute a uma pessoa que as vende
por nSo precisar dellas : quemas pretender
irijn-se a rua das Larangetras 11. 14, paia
trlarcom o seu senhor.
Cavado furtado.
Do silio do Arco na Ponte de Ucha, do
senhor major Justino Pereira de Fari>, leva-
ran) em a uoile de 17 para 18 do crrenle,
um cavallo pequeo, cor ahsocaxit, fren
lo aberta, u p esquerdo calcado, bom cir-
regador de batuo al meio : no lugar do s-
lito tom um caloinUinho, e a concia da pi-
cadeira anda nova : ruga-se, portanto, as
autoridades policiaes a apprehenso do mes
mo, o a quem quer quo della der uutici,
love-o ao mesmo sitio, uu na padaria da rua
das Cruzes, que sera ein recompensado, e
satisfeilas quaesquer despesas que lenha
falto,
'Precisi-se do uma ama de leile: na rua
do Trapiche n. 40,;no lercairo andar, un no
hotel Francisco.
-- Aluga-se para o sorvico do uma casa
de pouca la nilia, urna escrva, ou muliier
forra, paga-se bem : no becco do Eneaula
monto 11. 39.
Precisa-se alugar um pardinho forro,
de 8 a 16 anuos, nicamente para fazer com-
pras e aviar reca ios, em casa de pouca fa-
milia : a ,,111'ui r nu a, diiija-sc a ruados
Quaiteis n. 24, luja de miudezas.
Precisa-se aiugar urna ama com bom
leile c sem filho, para criar: a tratar na rua
do Sol 11. 23, primeiro andar.
Precisa-ne de uma pequea quanlia, e
da-so para ponhur urna escrava muca de ex-
celloulu conduela,polo lempo e arranjo que
ae conveuciunar : uaiua da praia 11. 43, se-
guudo andar se lira quem he.
-- Arnaldo Alberto Rodrigues, rolira-se
para fora la provincia.
Precisa-se alugar por lempos, urna
preta escrava, que saiba perfeilaiiieiilo co-
sinhar o diario de una casa, o comprar o>
respectivos arrunjos; da-so, a om do susten-
to, de vestir o 10,000 rs. mensaes : na tra-
vessa da Casa Forte do Arraial, no sitio que
foi do senhor Paulino.
Precisa-se du um menino de i dale 10 a
1 1 "un. -"iliua ii.iu leit'ia h iluli lade ; a
talar na rua de S........,,. 1,. n. 25,
-- Aluga-se 11 11 sitio c un Pa casa, e qno
tem coiiituodos para grande familia, e tam-
bem iliversas arvores de fructo, pianiacu
de capim, e he muitu perto da praca por soi
pnuco adame da fabrica de sabo, na rua
imperial: Irala-se na rua Direita 11. 82, pri
mefro andar.
Roga-se ao senhor Ju3o Paulo, que
mora na Capunga ou Afilelos, o favor de se
dirigir ondo tiu ignora,alim de pagar 5,0u0
rs., resto do violSu que COUaproil, visto quo
o senhor seu pai diz nada ter com esta di-
vida.
Para negocio de interesse deseja-so sa-
ber so oxistn tiesta provincia t. Victoria Ma-
ra da ConeeicSo, m.ii do fallecido alfares
do ur I 11.111; i> Juan \ -p-uiHi ouu do Palia,
ou t. Claudina, sobriuha du meamo,fllba ie
Manuel Dias uo Farta, laiutiein j fallecido,
o D. Francisca Telles do Mcuezes: na rua da
Cruz o Recite u. 63.
Ao publico.
Na rua do Coliegio, botica n. 18,conlinua-
se a vender as verdadeiras e bem cuncetlua-
das pilulns para bobas, cravos secos e du-
res vuticroas por mais antigs que sojam,
cujos bonselleitos conlessam lodos que dol-
as lem feilo uso, o que at o present* alu-
da ii.ii t .1 In 11,1,11 ; he preparacSu do falleci-
do pharinacouticu Sehnsliilo Jos de oliveira
Macedo, o s se vendo nicamente noslo lu-
gar; aun le tambora existem duas obras de
Alno 1 la para vender, sendo um tratado de
iillainuiaiai -., o medicina operatoria.
Laa-se e engouima-se, com muita por-
feu.au e asseio : no pateo da Ribeira deS.
Jos 11. 15.
prcctsa-se de uma ama de Icite : na
rua das Trincheirasn. 42, sobrado do dous
andares.
Na rua do Trapiche n. 5, precisa-so de
ca as suas vezes, a negocio de interesse : na
rua das Laiang'iras n. 14, segundo andar.
I)esej-se fallar como aenhor Manoel
Antonio Crrela de Queiroz, ou pessoa que
fa(a ss suas vezes ; consta-me que este se-
nhor lem um mana quo morou ou mora na
rua do Apollo ; este senhor Queiruz em 1848
iiiiiriui em Garanhuns: quem delle souber
dar nulicia, dirija-so a rua das Laraugeiraf
11. 14, segundo andar, quo se Iho licuia obri-
gado.
-- Aluga-se um silio, que tonba casa rogo-
lar, e que seja perto da praca quem liver ,
annuncie.
Na rua do Livramcnto, sobrado n. 10,
se dir quem da dinheiro a juros.
-- Aluga-so o armazem da rua do Trapi-
che Novo n. 14, a tratar nu primeiro andar.
Lotera da matriz da Boa-Vista.
Jos Teixeira Basto actual the-
sourciro desta lotera, avisa ao res-
peitavcl publico, que a mesma cor-
re impreleriveluiente no da aO de
outubro do correute auno, no con-
sistorio da dita matriz, c se con-
tinuar a influencia tos comprado-
res correr no dia <> do mesmo
mez. Us bilhetes achara-se a ven-
da nos lugares j annunciados.
Compras.
-- Compra-so um relogio de prata, pa-
tento ingloz, o mesmo um Iraucclim, on
crlente; na travessa da Concordia, sobra-
do n. 5.
-- Compram-se o vendern-se escrava?,0 re-
cebem-se de commisslo, tanto para a pro-
vincia, como para fra della: na ruados
Quarleis 11. 24, segundo andar.
No cscriptorio de Novaos Si Companhia,
ua rua do Trapicho 11. 34, comprem-so es-
cravos de ambos os sexos, sendo pardos, de
12 a 20 anuos de idade.
Compra-se uma preta, que saiba en-
gommar o cosinhar, e que nSo lenha vicios,
nern achaques : na rua do Amori n n. 25.
Compra-sn um soilheiro de telhas ser-
vidas; quem livor annuncie, ou dirija-se
rua da Praia de Santa Rita, detroote da ri-
licira do pene, casa o. I
Vendas.
Avisos diversos.
O secretario da reuniao, em
tros com arames, o alguna de espoitadores| um bom cosinlieironacionalou eslrangetro,
esses relogios encominen la los por olles
mesmos, so aflamados por muitu superior
em qual da i" a todos aquellos quo chega-
ram at agora. Chapruul & Itertrand appro-
vetlain esta ueea-i.iu para letnbrar aos lia -
hitantes desta provincia, que fatom sompre
com muita hrevidade o com tanta perfeic lo
como na Europa, qualquer concert que sa-
la de'rclogio.
-- 1.111 ni precisar deum criado para uma
casa, dirija-se a ru do Mondego, casa n.49.
Precisa-so de uma prola quo venda na
rua : quem a liver o quizer alugar, dirija-
se a rua Direita n. 69.
-- Jus Caetanu Vieira da Silva vai a Ba-
ha Ir.tar de negucios, donde pretende vol-
tar 110 seguinlu mez, o nSo polen 10 pes-
soalmeulu despedir-so das pessoas do sua
atnizade, lhu pede -l.i-.onl i. desta falta.
Ama de loile.
Precisa-se do uma ama de leile, forra ou
captiva ; na rua da Cadea do Rucife n. 53,
primeiro andar,
A pessoa que lem procurado por este
Diario,prenles do fallecido alteres de orde-
nanzas J0A0 Nepomuceno de Faria, existe
D. Claudios Rosa Telles de Faria, lilha dus
fallecaos Manoel Dias de Faria, e Francisca
Telles de Menezes: na ruada Concordia n
3, ou ua praca da Independencia 11- 22.
Aluga-se um quiutal, na rua da Guia,
proprio para estribara, por j ter telheiro
leiin, e tem boa cacimba com agoa : )uem
o pretender, dtrija-ae a rua da Cruz do Re-
cite n. 2.
-- Domingos Alves Mathous, lendo rece-
bido de llamburgo, pela escuna Dani.a bem
cunhecida agoa ueSollz-em botijas, vendo a
voulade dos cotnpradores.no seu rscriplorio
na rua da Cruz n. 52, primeiro andar.
-- Precisa-so de uma ama, quo tenba bliBJ] -- Aluga-se uma casa eiu Sania Tuereza
tanto leite, so 11 lilhu, o que nao toaba qtism deOlinda, junto a do Sr. CatSo, ou lroea-s
a visite; paga-so bem : no pateo do Colla- | por oulra ueste cidade, ou suburbios ; a
gio, lorcctruaiidar, do seguinlu sobrado juu- tratar com J. J. Tasso Jnior, na rua do A-
to ao becco da CungregacSo. morim u. 35.
e al mesmo escravo; prometto-so bom or-
denado.
O meu escravo Bernardiuo, j anuun-
ciado no Diario tresou qualro vezi-s, o com
25 das do fuga, no lem appareci Jo; dizem-
1110 estar atingido om uma casa sorvin 10
de portas dentro, na ponte da Magdalena
ou Afugados; isto posto quem quer queso-
ja que o abrigue, mande-o trazor, alias usa-
rei dus meins legara o pagar-mo-ha dias de
soi viou-, o 1 lie itnporei s penas da lei, pois
ludo quanto so f.z nu mundo so sabo.
O Arco Verde
a| U consultorio liutuccpaliiico da rua -J"
a) do Trapiche Novo nuu.oro 15, dirigido f
aj pelo Dr.Pires llamos Jnior, fui trans- ^
.} lerido para a la da Cadeia do l>- il' e>.
.> n. 41, uo segundo andar, por cima da j
y loja do lllm. Sr. Jo3o Cardoio Ayres, fe
j ond ja fol o consultorio 00 Sr. Dr.
a) Sabino, un se encontrar caitoias aj
<0 com medicamentos homceepalhicos, a^
4 tubos avulcus, tinturas de qualquer t>

,p aquellos que esti'erein deteriorados. t>
9 Ploiiagandas hoinoeopatiiicas do lllm.
.} Sr. Dr. Sabino, pelo proco de 1,000 rs. $
i CadaiCXOUiplar. Usas mo lieam-iil ^
V s.ui preparados com todo o cui-' \
4 eja experimentados pelo Sr.' .- (.
^ nu na sua longa clnica, se o- 9
a| aullados os niaisfeitzes; ti car- fjj
4l teir-s que sahirein Ueste jltorio t>
4 levaruo a lirma do Sr. Dr, diiio. As
4 consultas sao das 8 hora, do dia at {
1 as 3 da tarde; depois dotas horas s t>
a> o poderlo procutar na rua da Cruz aa
,a) du Recito n. 50, segundo andar.
'!** **** . A o bom e barato.
Na rua da Cadeia Velha n 33,ha para ven-
der, pecas de muito bomalgodln da torra,
com 50 varas, polo diminuto prego de dez
mil rs.
Vende-se uma negra com uma cria de
dous anuos, com bom leite.a om abundan-
cia, e tambem so troca por uma oulra ne-
gra que seja moca, o que saiba vender na
rua, rmbnra n.lo lenha h-bilidades : na rua
Direita n. 5, sogun lo andar.
Novena do li osario
Vende-sc por 320 rs. um livrinho que con-
ten a novena do Nossa Sinhora do Rosario,
accrescentada com a nolicia resumida das
o |.|.: "ira- que lucram os seus confia les,
11 n oiTerectmentoe me lit-cSes dos seus ter-
cos, responso de Santo Antonio, modo da
visitar a grejl em da de juhileu, ou de in-
dulgencia, o ur na 1 para ule no.n a pureza ;
na I1vr.11: 1 11. 6 e 8da praca da Independen-
cia.
Vendo-so uma taberna,na rua das Cru-
zes n, 20 ; a Iratar ua mesma.
Blbetes do i'io de Janeiro.
AOS 20:1100,000 10:000,000, 4:000,000,
2:000 000 e 1:000,000 de rs.
Ach 1111--U expostos a venda, na afortna-
la casa de cambio, da rua da Cadeia do Re-
cito 11. 21, os mu afortunados bilhetes,
meios, quartos, oilavos o vigsimos da quin-
ta loleria da fabrica de Vidrus, equarta da
Fiacilo.
Vendem-so tres vaccas boas leileirasa
acoslnmadas ao pasto, duas sem bizerro, e
uma cun 1 1 o: ro, pur preco corltmodo : no
ilono da Roa-Vista, loja deseleiro de Ma-
nuel Corlho da Silva, se dir quem vendo.
J- Veude-so por menos de seu valor, um
larrenn com a frente para a roa do JoSo Fer-
nandes Vieira, quo vai da Soledado para o
Manguiuho, o d os fundos para a estrada
nova que fez o sonhor llerculanu Alves da
Silva que tambem val para o Miuguinhn,
rujo terreno l"ni 58 palmus de frente, o 1940
le fundos, sondo os 58 palmos de frenlo o
856 de fundos do principio da estrada de
Jo."i Fernandos Vieira, furoiros a irmsnda-
do de Nossa Senhor da Soletado; e dos
mesmos palmos de frente da oulra estrada
nova 1I0 senhor llerculano, e 590 de Fundos
proprius, com casa no centro de pedra ocal,
cacimba de muilo boa una do beber, todo
c rcado, e com muilos arvoro ios de fructos,
etc. ele.: quem o eretander dirija-se a rua
do Crespo 11. 15, quo se dir quem vende.
Remedio especial para boubase cravos
seceos contina a vender-se na rua do Ran-
gel, botica que fui do linado SebasttSo Jus
do Ol iv ira Mace lo.
Verniz do gomma copal contina a
vender-so na botica da rua du Rangel, a
1,280 rs a garr-fa.
Oleo especifico para curar a casps.cou
tina a venler-ss na rua do Rangel, a 640
rs. cada frasco.
Ven le-se uma escrava do 25 anuos de
i lade, pouco mais ou menos, cosinha, lava
o engomma : quem a pretender, dirija seao
pateo do Carmo, sobrado novo do Narciso,
que volts para a rua de Hurlas n. 2, segun-
do andar, das 10 horas da manlia as da
larde.
Ba do Crespo n. 9.
Vendern-se riscadinhos francezHS,peloba-
ratissimo procede 180 rs o cuvado, lencos/
da seda para algibeira, a 610 rs., Casemira
preta de superior qualidade, a 2,400 ft. o
covado, cortes de brim francez du agostos
Vende-se uma pequea porgifo de cera
de carnauba, em con, para-Ooocluir; na
rua do Burgos no lorio do Mallo n. 31,pada-
ria. Na iiio.-aia piecisa-se/de um loiueiro
que seja perito na sua 1
.'
MUTILADO



Vendem-seespelhos com mol-
duras douradas, os vnais ricos que
teemapparecido no mercado : na
ruad Cruz do Hecile n. 4)i ar'
mazem de L. Schuler & C'om-
panhia.
Vende-se um terrono. no becco doFer-
reiro, nos Coelho, com 25 palmus de frenle
e canto e tantos de fundo, p>oprio para edi-
ficar urna pequea rasa : a tratar no Livra-
mento, loja das seis portas.
-- Vende-se uir. preto creoulo, moto, pro-
prio de todo o servico : na ra Nova n. 48,
-- Na ra do Queimado n. 21 A, vende-se
um carro de qualro rodas, por prego com-
mo.io, he bastante usado, mas tem boas
molas.
Vendem-so urna bonita escrava creou-
la, com algumas habilidades e do limito boa
Na ra do Crespo, loja n. 6.
Vendem-se superiores cortes decamliraia
desalpicos, com 6 l|2 e 7 varas, a 3,500a
4
A PUBLICO. Gesso.
Km nuii crescido numero contaravam os Vende-se gesso ombarrlcas, chegado ol-
mdicos at agora molestias incuravois ,' timamente : em casa do I. Keller & Compa-
MOD .-, cortes decassa chita, de novos t^\^*!^%: *" "Mi" -a^rmittido ao pacen- ,,... re. da Cr n. 55.
rs.; caasa franocza aj .>ejii>vel publico de l'cniambiico, parliri
Fabrica He-chapeos de sol, noater-,
ro da" Boa-'Vita n. aa. I Jt
"nen- -"o"
HrHar- '? ""'iiKn,a<> para sofTrer um mal deque
I ni Ja ""o havia esparancag de poder liberta-lo,
euros e mesclados, a 2,000 rs.
gostos, a 2,240 e 2,500
de U'im irancauo es- ;,,, a04 seus rroguezes. quo receben um
2,000 rs. panno tino jgI,ja 80rtiuienlo de chapeo de seda o
l. lencos de cau>braia!pannjn|10 ,,ara homem, ricos chapeos de ser
os decassa grandes, Ilbora um grande eescolhidosorliuieiilo de
a160rs.;riscado.i liubo a 180 rs. o covado seu, 0 panninho r-u peca, para quem quizar "
Veodem-se lonas, brinz3o, luios, e
meias lonas da Russla ; no armazem deN.
M0rs.av.ra; cortes debm trancadon- manteaos seus freguezes, que recebe,, um 0 ., ,e,.,co philantropico a'dr de ver mui- O.BIeber & Compauhia, na ru. da Cruz
tos de seus s-molhanias victima
de linho, a 480 rs.; ditos decassa g^e,^^.'^^^
preto,.3,000e 4.000 rs.'; lenco, de'cmb.U j^"A.^SToS. rpeosT
rava
lamentar a
e multas outras fazendas em cunta.
t'ma eocommenda de^coberlores,
Que por serem poucos
NSo podem chegar
A todos os compradores,
a 1,600 rs. cada um : na rus do Crespo, lo-
ja n. 6.
VeDdem-seamarrasdeferro: na "ia da
Senzalla Nova n. 42.
Sortimenlo de panno.
Na ra da Cadeia do Recite, loja n. 50,
mandar cobiir
das as qualidade
jecto cima menci
soea relalho.por preco commoJo.que agr-
ida ao.fregucz vista da fazeuda.
Lotera da Matriz da Boa Vista.
Aos 10:000,000 e 5:ooo,ooo rlers.
Na luja de miudezas da praca da Indepen-
1 ni- .. Vende-se um deposito de charutos, com
fra srmaf.ln, proprio nara miudezas, 00 qual-
: na ra do Pilar em
.ZcoMrVTd. iS T-. que" "te'l'Kencia humana. Mas, grabas qer esl.belecimenlo
.1dKrto'todo ofob- ,S """< d medicina, gr.sc.as au zelo Kra de Portas n. 110.
conilucta, avista do comprador se dir o vendem-se superiores paunos pretos a 4,000,
motivo porque se veude : no aterro da Boa 4,500, 5,000, 5,500, 6,000 e 7,000 rs. o co-
Vista n. 14. vado ; dito azul e verde a 4,500 o 5,000 rs. ;
Vende-se um esclavo creoulo, de 20 e assim como pannos mesclados, dos melho-
1.iiiim. Huno-, hniii 1 Hiei.ii de alfaiate, e op- res gostos que ha nesle genero, por 3,500
timo para bulieiro, ou pagem : no Livra-,rs. o covado.
menlo, lujadas seis po.tas. Deposito da fabrica lie Todos os
Bol6e.su. 4. Santos na Uahia.
No.terro da Boa-Vista n. 46, vendem-se! Vende-se,em casa deN. O BwberA C,
ricas ahotuadur.s de botoes linos, para o 4.0: ru d Cruz n-. loda transado -
baulhfiodeBrlilh.na. .quellarabrica.muitopropnoparasaccosde
-- Na ra doi .Ideireiro, venda n. 94,exis-,assucar eroupa decscravos.porprecocom-
te por mdico preso, o segunde : orva-mat- "odu.
te o.mo nova, a 210 rs. a libra ; carne do I Deposito de cal C potassa.
sertao, a220 rs.; hnguicasdusertao, a 260.1 Yende-se superior cal e potassa,
-- Vendem-se palitos de brins e alpakas I ,
resaladas, bem foitus e por preco muito,e por preco commodo : no arma-
em corita: na praca da Independencia n 3.:zem 0 CBe8 d, ,\lfinJega n. 7.
Veude-se urna escrava da bonita llgu- ., __
ra. propria para qualquer servico. princi- bomma de engommar.
plmente do campo, por ter bom coreo, re- 1 Vendeoirse saccas com gomma, muito al
piesent ter pouco mais ou menos 35 an- va, oropria para engommar e fazor holinhos,
nos ; na ra Direita n. 106. por n5o ser secca ao fogo: na ra do Quai-
0 barateiro do l'asseio Publico, n"10 n- >* .
loja n. 11. Vende-se ferro inglez em
- Vendem-se superiores pannos finos de'barra, em porces grandes, ou pe-
todas as coros.de 3,500,3,800,4,5 e 6,000 rs.quenas, e a escolher a vontade do
o covado. casemiras prelus superiores, : -mnpB,inP /. ennPa o miintal
2,5ooe 2,800 is.setim preto macau, a 3,6001 comprBor, a j.Doors. o quintal,
rs., e de cores, a 2,800 o cono, sarja pela 'eilc ao quintaes para cima a 4,800
hespanhola, a 2,600 rs.. corles de vestidos* quintal em porcoes mais
de sargeliuas de soda, a 15.000 rs., ditos dei*" T ir!.
sedasiutados, a 12,000rs., cortos deobl-1pequeas: na ruado trapiche u-
tas cassas, a 2,000 o 2,500 rs., gorgures de njero 3#
seda para coletos, a 1,000 rs tfelas do co-' ... .
res, a 480 rs., selim cor de rosa, a 640 rs., I 1*811 tos a parisiense.
cassas pelas, a 400 rs., casinetas de 13a pu- | Vendem-se palitos, ultima moda de Pa-
ra para caifas, a 700 rs casemiras de algo- ; ris, de bonitos pannos mesclados e preto ;
il.lo, a 320 rs., chilas frncelas largas, a 240 ] na ra da Cadeia do llecife, loja n. 50, por
rs., nscados h ancer.es, a 160 e 240 rs., cha-: menos prec,o do que em outras partes
les de 13a e seda, a 4 e 5,000 rs., ditos de 13a \ |Ja| v'irtri'in de Lisboa
emit.ndo aseda, a 2.0.0 rs ditos de qua- Vendem.so briCM com c ,irgem de
T I i' ."i n V ? L'sbo, da mais nova que ha no mercado, e
2,000 rs.. ditos de chita finos, a 320 rs leo- ;c0 comnlo0o: rua do Apl.
eos ds cambra,, bordados para mCO de se- f mim de assucar ,0.
uhora, a 200 rs., cambraias lisas transpa- r l 'I
rentes, a 1,600 rs. 10 varas, e a vara, a 160 I 3>000 rs O Dinil.
rs., bnm para calcas, de cores, de i.ooo rs. j Vende-se cal virgem em pedra,
a 1,300, 1,400 e 1,500 rs., madapolSu de 3/, i
3,2o. I.5M, 3,80... 4:400,' s.ooo rs., e supe-1 a mais r.ova que tem vindo a es-
or, 5,5oo, aigodausuiho, cintas, e uuiras' te mercado, pelo brigue Novo i en-
muilas fazendas, manlelet-s e capotinhos, j i nlprn ,\e c non n a har-
cbalesdelSa pretos, brelanhas depuro li- ceuorJ a P'eV ue D'0,0,.ls. "dr
nho e muito lina, chapeos do massa francez ; ril : no armazem do Teixeira, no
a 6,000 rs., o mais lazeudas que se venderio QMa da Alfandeca, OU no arma-
baratas a vista da uiueda. *. .
-- No armazem de francisco A. da Cu- ] zem de Joaqu:m rifilieiro Jacome,
ol.. & companhia, nH ma do Vigario n. u,' na travessa da Madre de Dos mi
ha iiinu i ir ,;.', de lina lamilla de mandio-
ca ; taboas de lorro de pinlio ; um ancorete mero (J.
novo de 8,arrobas e 20 libras ; arcos para ni casa de J. Keller 6k
barricas; uina soleira ; dois maineis; 5 ver- r> i J. n______
gas de podra do Porto lavrada, e n.ais ob-, Companhia ua rua da Cruz n.
jeelus, que tudu se vende por presos muito, 55, lia para vender dous excel-
rasoaveis. i lentes pianos fortes, e de urna das
Moinhos de vento. n r i i ~ i. ..!;
. u melbores lu incas, cnegauos n I ti
com bombas de repuso para regrar hurtas.""" ""'" "'
ebaisasdecapim nafundicSodel). W. Bow- mmente da Luropa.
man:na rua do llrum ns.6,8 e 10. Vendem-se 11 escravos, sendo, 1 cs-
Fazenda da moda. 'crava, pre, engommadeira, coiinheira e
___oca a i,6oo rs. a
rando da perfeclibilidado d* scicncia, se
teem dedicado i investigacSo de remedios saeta.
que possam alliviar i humanidade de alguns No armazem de J. J. Tasao Jnior : na roa
males que a afiluem, o numero das moles- [o dAmorim n. 35.
lias reputadas incuraveis tai de dia em dia Vendem-SC saccas Com la-
diminuindo.
dencia n. 4, vendem-se bilheles inleiros o 8* Jf,
_.:__- i..,...,. .la \, .ti.. .,! R.tn vicia relleaia
indo. Assim, achar depois do Ion-i j Mar1M AP |)eos
balhos, dn profunda mediUClO e relos na rua aa 'uaare ae ueos
eios.a beneficio da Matriz da Boa Visla ,' renera.! experiencias, medicamento que armazem n. ao
que corro impreterivelmente no dia 26 de n
Vendem-so superiores cortes de cambraia id? honiu r'BUr,; ^ moleque, de idade do
salpicos braucos do cor, pelo diminuto ,5.a 18 a"n"s- creoulos ; 2 escravas quitan-
eco de 3,500 rs.: na rua do Crespo, leja ,e,rM ioit* cusluro.r o 5 escravo. de
: >todo o servico : na rua Direita n. 3.
de
praoo
n. 6.
Cal virgem.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova dot
Clmpeos de castor branco.
Cintinua-se a ven ler chapeos de castor
mercado: na rua do Vigario u. 19, primei-
andar, escriptorio de T. de Aquino Konseca
& lili,o, ouna rua do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Konseca.
Vende-se urna morada de
Casas, feita a moderna, com tijolo e
cal, sita na rua do Motocolomb,
por preco muito em conta : a tra-
tar nimia Imperial n. 3i.
Atoalhados de linbo,
Na loja do sobrado amarello, us quatro
cantos da rua do Uueimado n. 29, tem pura
vend-r um rico sortimenlo de atoalhados
adamascados, de puro liiilio.consistiudo em
toalhas de varios turnndose em po;a para
vaias, sendo tainbem de vanas larguras,
guardauapos da mesma (uzeada, e ludo se
vnu i por prego de agradar ao comprador.
Vende-se a excelleut typo-
graphia do iario Novo estando na ca da Independencia n. 4 ,
bem montada, tanto de bonspre-|,0:ade miudczas de Fortunato I'e-
Ios, como4e lypu- quem a pre-|rera da (0Mec? Bastos ; n. i3 e
Icado do Arantes ;
de calcado de Por-
to & Companbia, e na rua da Ca-
deia do ltecie u. 46, loja de miu-
dezas de Jos Fortunato dos Santos
Porto.
branco, boa fazen :.,,, por commodo preco:
na loja do sobrado amarello, nos quatro
cantos da rua do Queimado n. 29.
Veude-se um bonito molcquede fau-
nos, creoulo,proprio para embarqiie.pagcm,
ou ollicio: na rua larga do Itosano n. 35,
loja.
~ Vende-se urna negra crcoula do malo,
mora, e propria para qualquer servico : na
rua da.Cadeia Velha n 21, primeiru andar.
% aos ioiooos eS.ooos de as.
O cautelista Salustiano de A-
quino Fcrreira avisa ao respeita-
vel publico, que a loteria da ma-
triz da Boa Vista corre imprete-
ivelmente no da a(3 de outubro
do corrente anno, e estao expostas
a venda os seus afortunados bilhe-
tes e cautelas da mesma lotera ,
outubro.
Bilhetes inleiros 10,000
Meios bilhetes 5,000
Azeite de carrapato da fabrica de Araujo e
Filhos, no Penedo.
Acaba de chegar urna porc,30 deste ja
bem conliecido e approvado azeito, e os fa-
bricantes pronueltem ter sempre o dajiosilo
abastecido para melhor ceiteza e commo-
do dos freguezes : veude-se na rua do Amo-
i mi n. 55 armazem do J. J. Tasso Jnior.
Na rua do Livramento, sobrado n. 10,
se dir quem vende varias obras de ouro e
prala.
-- Vende-so urna escrava crcoula, com 18
annos do idade, capaz de prender ludo
quanto a ensinarom, minio lidia, a qual
iiSo tem vicios de qualidade .il-iinn o
que ludo aoafllaiifa: a tratar em blinda, na
padaria do Varadouro.
Cal de Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : na rua
do Vigario n. 7, armazem de Reg & Com-
panbia.
Algodao para roupa de escravos.
Vende-se a I go dSo muito nncorpado, pro-
prio para roupa do escravos, com pequeo
toque de avaria, a 140 rs. a jarda; dito
limpo a 180 rs.: na ru,i doCres,>o n. 5
Venderse muito boa cal nova de Lis-
boa, receiil'mente clicga la, ua rui da Mu-
da n. 15, por menos proco do que em ou Ira
qualquer parle.
Polassa a a4o rs. a libra.
Na rua do Apollo, ar i azem de
por- Na rua do Crespo, loia a-
tantea sentidos de que he dotado o homem,
quando estes jase achavam no supposlo es-imarel!a n. g ,
lado de incurabilidade e inteiramente p. i ,i,, ,-.,^i,nir,, si
didos, he por cuito um dusmaiores sorvi
(os que se poda prestar humnnididc; eis
O que eslava reservado i um homem piula n-
tropo da cidado de Braga, e.u Portugal,
cuja sciencia, cujo amor de seus semelhan-
tes se teem feuo geralmento conhecer. us
remedios que ora ofTerecemos ao publico,
noenlraiii na classe d'aquelles quo o vido
vendem-se cortes
"'de casimira superior, pelo dimi-
' uto prec,o de 3,5oo, nooo e 5,ooo
rs.; panno mesclado para palitos,
por 3,000 e a,5oo rs., o covado :
cambraias finas de cores, por 6oo
rs. a vara: ainda existem algumas
e sem discerninento, achando-so depois II-
ludido; te ir, porm, do oceupar mui dis-
tiucto lugar entre os medicamentos que
maiores beneficios prcslam uo liomom:
conslam elles da dissolucSo aquosa de ex-
tractos de plantas medicinaos, de virtudes
mui reconhecidas e verificadas. O longo
uso, as continuadas o severas espeiiencia-
a que por toda a parto teem elles sido sub-
meltidus, sem que urna su vez hajam fallas
doemse.is buns elfeilos, e desinenlidu as
esperancas que sobre elles liavia fundado
o seu inventor, Ihe teem grangeado cons-
tantes e repetidos elogios dos mais sabios
e respeileveis mdicos, assim na Euroi.a,
como na America, que unisnnos abonam o
proclan am sua acijilo sembr carta o benig-
na. L'm dcsles licores he destinado a com-
baler as molestias de olhos, e tem por prin-
cipal virtude restituir aos orgSos da visSo
suas funccOes; reanimar e fazer reapare-
cer om sua natural perfeii;3o a vista, quan-
do esta estiver freca ou quasi exmela ;
SUCar n. a B, de Leal Res, tem i comanlo, porm, quo no naja cegueira
i j. i:_ j absoluta cun desorgaiiisa?ao das parles;
superior potassa do Uto de -a-|nao mwos ulll 0nergico i,epardufazor
neiro. ascataratas, destruirs nevoas, e de promp-
Sebo refinado. lodebellar qualquer inlUmmaQo ou vsr-
Na rua Dircila n. 59. ven.io-se sebo refi-' meiidflo dus olhos. N3o causa d', nem
nado, por preo commodo. stimulo na parle ,
-- Vende-so um rico realejo, con 5 celin-1 Outro liquido rostiluo a ficuldade do ou-
e ousado chailatanismo inculca com rou- pecas de cinilirai i desalpicos, das
eos o desromp-ssados brados, e que ocre-, ja annuncadas, por 3,000 rs., e
dulo vulgo por ignorancia recebe na boa feJ ..' i .
dros, com campas e zaliumba, composto de
n ui variadas muzfeaf escolliidas, o tan,bom
pe miiiii-se por um piano : na rua das Plo-
res, casa doSr. Tresso, organista, ou na rua
da cruz n. 34.
Vpndem-so os escolenles queijos de
manleiga do S^'rid : no becco da Bomba
lino,i1,o 4. .
Lotera de N. S. do Rosario.
Casada Fortuna, rua Uireita n. 7.
Na casa cima e nos lugares do costume, o
de novo, na cidad.) dn tllinda, nos qualro
cantos, casa do sonhor Jou do Sacramento
DamaalO, esl.lo n venda um completo sorti-
menlo das muito acredia las cautelasd 1 di-
ta loteria, cujas rodas o (h.'soureiro espera
fczer correr no dia 30 do corrente, se o
amantes desle joo concorrerem a dar ex-
trac^o ao.. lolhi lea.
lllhtes
lUcius
Quarlos
Decimos
Vigeciaios
., i,ul tJi,v, Muci c pre-|reira da (.onseC
tender, dirjale a rua daPraiajl5 10a de ca|
n. 55, a tratar com a Viuva Roma. n> 3- Jq |0|a
Veudem-se os verdadeiros selius in- ._' 7a"i-_'__Vs
glozos, patente, de molla e sem olla : na
rua da Srnzalla Nova n. 42.
,1 1'IIIAUE iPAIIIX.
Fabrica de cbipeosde sol, na ruu
do Collegio n. 4
Alm do sortimenlo j annunciado, rece-
beu-se pelo navio Havre, ultimo viudo de
Franca, um novo sortimeutu de chapeos de
sol de seda e de panniuho, para homeos e
senboras, dos ltimos gustos; superiores
chapeos de sol de seda com cabos de cana/e
outros dos melbures que tem viudo a esta
praca, que se coutinuam a vonder pur me-
nos prego quo (mi, outra qualquer pane.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos do sol de seda in glo-
zos chegados pelos ltimos navios, pelo di-
minuto preco de 5,000 rs. cada urna : na
rua do Collegio 11. 4.
Vendem-se muito bons sapatos de du-
raque preto para sennora, a 900 icis upar ;
assim como esleirs muito granles a 1,28o
res cada urna; na rua do Livramento loja
n. II.
Mocadas superiores.
Na fuodicSo de C. Starr& Companhl,
em S.-Amaro,acham-scavenda moendas
de canoa, todas deferro, e um modeloe
constriiccao in mo superior.
Feijao novo a 6,000 rs.
No armazem de Couveia & Das, conrroo-
' te a escadinda da Alian.lega.
Queijos do sertao.
Vendem-se muito bons e frescaosqueijoi
do serian ; na rua do Queimado n. 14.
Alerta freguezos
\Que s3o cliegados,
(.oherlores de algodSo
Bilbetes 10,600
Meios. 5,3oo
Quartos 3,600
Quintos 3,ioo
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Palitos baratos.
Veodem-se palils do panno preto fino, e
de cores, uor barato preco, para acabar com
elles: na loja do sobrado amarello.nos qua-
lro Cantos da rua do Queimado u. 29.
Cal virgem de Lisboa
Chegada ltimamente, vende-se na rua
da Cadeia Velha n. 48.
Vinbo de Lisboa
Da melhor qualidade que apparece, ven-
de-se em barris de cinco em pipa: na rua
da Cadeia Velha n. 46, escriptorio de Augus-
to c. de Abren.
Fumo era fbllia.
Ven -o fardos com muito.bom fumo
em 1..I1 Teco mais commodo do que
em (iiili. 1er parte; ua rua do Aino-
nm.iii i 41.
i .al v -in de Lisboa.
Vende-se superior cal virgem,
chegada ni timamente de Lisboa,
por preco muito en conta: no ai -
yizem do Cues da Allandega n.
J 7, 'ou a tratar no escriptorio de
la para a Cadeia, a t)^oo rs. cada um. I Irapicbe n. J4
8,000
4,000
2,200
1,000
500
Casa feliz, na praca da Indepen-
dencia n. 36.
O anligo eautellisti da casa dn f annun-
cia aos seus freguezes, que abri dn novo
o seu eslalielecnueiilo de cau'ellas das lote-
ras da provincia, Di praca da Independen-
cia n- 36, com o titulo de Casa Feliz.
Espera, portanlo, o mesmo cautelista que
M seus freguezes concorram com prompli-
.l.iii a cojiprar as mesinas caiilellns, alim
de quo as loteras nao passem o dia marca-
do para o andamento das suas rodas.
Preco das cautellas.
Quarlos 2,600
Decimos 1,1(10
Vigsimos 600
Pannos para cima de mesa.
Vendem-se pannos para cima de mesa, de
casernira, com lindos dese los, superior fa-
zenda e multo mo Icrnos, sendo do varios
lainanhos, e por preco commodo : na loja do
sobrado amarello, nos quatro canlos da rua
do Quei ruado n. 29.
Vcndem so quatro escravos, um com
idade de 30 anuos, he carrejro, serradur, e
bom do servico de campo, crooulo; outro
dito do servico de campo, moco, urna preta
moc, peijada, do servico decampo; urna
mulata com 30 anuos que coz 1 bem, lava,
engomma, faz muito bem renda o cosinha :
as Cinco Puntas 11 11
1, Una de iN. S. do Rosario.
Os billieles desl 1 loteria acliam-so a ven-
da no lugar do costil mo, nosli praca ; na ci-
dade de Uiinda, nos qualro cantos, cisa do
senhor Jo3o doSacramenlo Dnnasi.i: o Ihe-
soureiro roita aos amantes dilate jogo, qua
coiicorra.n a comprar os billfeies'Jiii'.a tero
devnlo andamento das
correle, sem o quo
referido da.
Vendem-se asseguintes sementes :
nabos,rbanos,ral,alilos encarnadose brau-
cos, sobla, couve Irinxuda alfaco ala-
iiiii.,, repulhuda,chicoria, seuoulas, feijao
carrapato de tros qualidades, .mina torta e
direita, fava, coentro de touceira, salea, t-
males grandes, repolho, couve lombarda,
salioia, e mostarda : na rua da Cruz n. 46,
defrooie do Sr. doulur Cosme.
Arados de ierro.
Na (iiniiica da Aurora, em S. Amaro,
rendem-searados le ferrodo diversos mo-
lelos.
Tn'ixas para engenhos
Na lundico de Ierro de D.
\V. Bowman na rua do Brum
passando o chafariz contina a
baver um completo sortimenlo
le taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quues ucham-se a venda por
proco commodo e com prompti-
dao, embarcam-sc, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
deposito de cal e potassa.
No armazem da rua da Cadeia
doll?cifc n. 13, la muito.supe-
SALSA FttUU
DE
A numerosas perlenca.feii^JI
uso da salsa parnlhiem lodas,senfermL
dades.onginadas pela impureza dns,Tor"
e o bom xito obtido na corlo e'i ?, '
8r.?)r8g.dfpra.id.Di,dli'Je^1'M?-
penal de medicina, pelo llluatrado Sr n.*
Antonio JosePelxoto em sua clnica
sua afamada casa de s.nde na Gamhn. ."'
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveir, ,8"
dicodo exercito e por varios oulrns ii.T
cos.permiltem hoje de proclamara!!,."!;
as virtudes cfllcazes da "ment
SALSA PARRILHA
DE
MamiBVOb.
Nota.-Cada garris conlem duas libra.
de liquido, e a salsa parrilha do Briatolh.
garantida, puramente vegetal sem merc
rio, iodo, potassium. u
Em consequencia de se ter fecha Jo abn
tica do Sr. Jos Maris, mudou-jo o deoo'
mo da -ais, parrilha de Itristol pan a L
tica ingleza rua da Madre Dcos n, I, venilc
sea 5/000rs. o vidro.
frensas para farinhi.
Na tundidlo da Aurora em San-
to Ainaio, e no depozito di mesma
na entrada di rua do Brum 1-
cbam-se venda machinas para
impren.iar larinliade mandioca e
outras para espress3o do oleo de
mamona, de urna invencao intei-
ramente nova. Os annunciantcs
naoliesitum em publicar, que es-
tas machinas de sua invencao sao
superiores a tutlo, quanto at aqU
tem apparecido neste genero, re-
tinindo agrande frc depresso
a maior simplicidade de constru-
cao, e facilidade na operaeau, o
que faz com que diflicilmentc se
possam desarranjar.
Salsa parrilha de Sands.
Vicente Jos de Brito, nico agonte pm
vir os suis ao ouvido locado de SUrdH, ain-
da quo inveterada, urna vez que o mal mo i
seja de nascenca, sem causar em lempo al-
gum o meror incommodo ao doonte, e sem
priva-lo de cuidar cm seus negocios.
INsTHUCCO'ES PaRA O USO US
IIEMEDIOS .
O dos olhos empreaa-se do modo seguinte :
O doento pela uiant)3s, em j jum, um-
hora pouco mais ou meuos depois que era
gner-se do leito, tomara sobre n palma da
m3o pequea porco d'aquella agua; e com
ella mutilar bem os olhos, fazeodo que al-
gumas guitas caan) sobro o globo occular :
sem us 11:1.. .11, os conservar motilados at
que iiitiiralmenle enxuguem : ao deiUr-sa
noite prtticai o mesmo : durante o lom-
po quo usar do remedio evitara o Calor, a
aoc.o, ,|,. i",,. ,-,ea oovenlo; fari sbstinen-
f>in do comida. O'ilgadan, n.< !n i, o duba-
das com especiarlas.
O remedio dos ouvidos sera appltcado do modo
que te segu :
O doenle pela mantilla, tuna hora pouco
mais ou ,i.unos, depois de erguer-se, ainda
ciijejum, far derramar dentro dosouvi-
dos quatro ou cinco gulas do liga ido, ll-
pando-os icpois com algodilo em lama ;
noite ao d-itar-so repetir a mesma opera-
i.i. Durante o uso do remedio evitar
expor-se, os ouvidos principalmente, a ac-
C3o do calor e do vento, sliiii de evitar
grande transpiracBo, havenlo cuidado em
11.11. 1...nlliiii os ps em agua fria; finalmen-
te deve ahster-se de comidas salgadas, azc-
das o adubadas.
Estes remedios est3o venda na holica de
Hait,oto.11 11 Francisco do Souza, na rua
larga do Ituzario n. 36, nico deposito em
Pernambuco, pelo proco de 2,2(0 ris ci da
vidro.
l'otssa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe U'na pequea porgan depotassa
americana, chegada rocnnlcmente quepor
superior nvalisa com adaltussia: vende-
se por preco razoavel
Agencia de Ldwin Maw.
ISarua de Apollo n. 6, armazem de Vlc.Cal-
monl&t Companliia, acha-sc conalanlcnienle
bona aortinienloa de taia de ferro coadoe
balido, tanto rasa como fundas, moendas i n-
eiraalodaade ferro para animaea, agoa, etc ,
dilaa para armar em madeira de todoa o ta-
manhos e iiiddellos o mais moderno, machina
horiaonlal para vapor, com forfa de 4 caval-
loa, coucoa, passadeiras de ferro cstanhado
para casa de pulgar, por menos preco queoa
decobre, escovens para navios, ferro ingle
i .i locn barrascoino cm rcosfolbas,eludo
por har lo preco.
VenJem-se relogios de ou-
ro epr&ta, patente inglez : na rua
Ja Srnzalla Nova n. l\i.
outras muitis fazen.las de go.>to
modernos, que se vendem por me-
nos iiivi'o, do que em outra qual-
quer parte.
Vende-se um preto de 30 anuos de ida-
de, pouco mais, ou menos,cosinheiro e cat-
ador l na rua de S. Francisco, casa apala-
i; ila, al as 9 horas.
Vende-se uina escrava creoula, boa en-
gommadeira, cosinheira o coslureira : na
rua Bella n. 16.
-- Vende-se um excellente methodo para
violto, perfeitamento novo, por menos da
metade do seu valor : no aterro da Boa Vis-
la, loja n. 58.
Nova fabrica.
Em a nova fabrica de chocolate de ssude
homeopathico, approvado n appticado pelos
senhores doutores da homeopalhia, na rua
das Trinchairas n. 8, se encontra mais o se-
guinte :o grande chocolate lino amargo,
para regalo,chocolate entre fno temperado,
lambem para regalo, dito de musgo eslandi- j Pernambuco de II. J. II. Sao Is, chumo
go, dito ferreginoso para quom. padece de americano, faz publico que tem che*-a iili.lriicc.lo, dito de canela peiloral, dilo pa- *sta p-aga urna grande porgao de frseos di
ra o diario, cli da India, dilo preto horneo- salsa parrilha de Sfltds, que s3o verlidei-
palhico, farinha do Maranh3o, caf puro ramentefilsificadosepreparadosnoKio.lt
muido, caf de cevada, diloem grSo, cha- Janeiro, pelo que se d-vem cautelar o
rutus da Bahia superiores, o mais geaeros,e consunidores de to precioso talismn de
vende-se um torrador de caf novo. cahir neste engao, teniendo as funeslai
Vende-se um sitio em chos proprios, consequenclas que sempre costumam trazer
Icooa. boa casa de pedra e cal,cacimba de boa os medicamentos falsificados e elaborados
agoa e tanque, com diversos arvoredos de pela m3o d'aquelles que anleiem seus in-
fructos, na estrada do Arraial, cujo divide teresses aos males e estragos da hunaniJi-
pela estrada, com o sitio do senlior Elias lia- de. Portanlo, para qua o publico su possi
pllsta tambem se permuta por urna casa livrar desta fiaude o destinga a verdtilei'i
lerrea nesta cidade, ou arrenda-se mensal- 'salsa parrilha de Sands da falsificada e re-
diente; quem pretender dirija-se ao paleo ceutemonle aqu chegada, o annunciinte
de S. Pedro do lado da Yir.-o.m casa n. 19, fz ver que a verdadeira so vendo uiiicunen-
ou no mesmo sitio. te eo> sua folies na rua da ('.nnreiein do
Venden,-" qualro escravos, a saber : "ecife n. 61, e, alm do receituirm que
um bonita cabrioha, propria para mucam--acompanha cida frasco, tem abaixo da pri-
ba, por ter 14 anuos, saber cozer, e nSo ter meira pagina seu nome impresso; su achara
vicios; duas pretas boas cosinheiras, lava- sua liri" em manuscripto sobre o invollo-
deiras e quilandeiras, e um bonito moleque
de 13 annos para pagem, ollicio, ou embar-
que, ludo barato quo lio para liquidar: na
rua larga do llosario n. 35.
Veude-se una pedra de rnnrmore, qua
d urna excelleiile mesa: que'--. relender
dirija-si a rua da Cruz do l <'! 20, no
escriptorio dos senliores Avriai,, que ah
echara com queui tratar.
. Vendem-se duas negrioh.s, com idado cara redonda, um pouco fulo, bsieot gros-
de9aliinuo.muiloprop.i.siaraseedu. os,'.a 'z l.astauto chato, e .nuito Iranzido
car. por serei muito lindas urna mu- Z^rllJ" i? \V mi,i P,,ec''UBJ'
lata recolhida, de idade-20 annos, com lo- I""""'"/.' 1 nUural, e he q.iehr.do
das ,s habilidades precisas para uno casa do .l!do 1,ren"? lev'"' rtmlfa e f *'
fau,il,.;omul,vodavendasedir.ucom- jf, da B,hl*' e h. c.tumdo Inwr
prador : na rua Volha n. 55, casa teirea.
lorio impreSSO do DieRQlO frasco.
^hbmii _BjiiHiiapii.HiaHiaHMj
Escravos futidos.
Odia 17 do Corrente, ao ninn dijilo-
sappareceu o escravo Joaquim, molequo, de
idade 22 a 23 anuos, pouco mais ou menos,
do estitura icgul ,r, Mil puola de barbi.
duas calcas, chapeo de patha oliadn etc..
rogu-so a tudas as autoridades policiaes c
Vf''v*"y?V'f^flffv'H1*?? rapitaesdeca-npo, porque,, possaseren-
E Deposito de tecidos da fabr-2 contrado.o mtndem pegare entregar na nu
W I T J < i 3 dos Qua. teis, padaria n. 18, un tese satisfi-
j*> ca e todos OS dantos, *$ ra generosamenle todo o qualquer incon).
na Babia. 2 modo quedar na sua captura
:. Vende-se em casa de Domingos Al-3 "esappareceu no da 2do correnteasi
ves Matheus, na rua da Cruz do lie-* ho"s "rdB ,u Preto perlencenlea V>
# cifen.52, primeiro andar, algod3o jente Ferreira da Costa, morador na ruado
* transado daquellaabrica, muilopro- prio para saceos e roupa de escra-
<
<
s,, vos, assim como fio proprio para re- .y. do.s o poM'ni e pavios pare vrilas,<;
9-por preco milito commodo. < ..
AAAiAsAAAliAiASfclDA.'liAii
Na rua Nova n. 8, loja de Jns
da Madre de Dos no Recife, cor prel, ba
xo, grosso, rom falta de un-, dente nfren-
te, alguma cousa cambado das pernal, pi
chatos e bicudos, parece sor creoulo, c re.
presenta ter 24 annos de Idade, tem alguns
signaos as costas de nac8o, falla bemedes-
c .meado ; levou Celia e camisa de liscado
azul o chapeo de palha ; esto preto fui com-
Joaqilim lUoreira OC LiOmpa- prs,!0 n, p.rahyba : roga-se a todas asauto-
nbia. rulailes policiaes, capilfo-s de campe, 01
Vende-se chapeos de sol dn seda nretos 'qualquer outra pesso. a captura deste pre-
para homem nelo baratissimo preco de 4.000 i10' Pelque fra gratificado.
a5.O0O rs., a elles antes que U arabemjl, '',d de Anton.o Alvrs Bar-
jarros douradosdo porcelana para llores I I <, no da 8 do corrente um escrav
4.000 o 5,000 rs. o par, chapeos 'raneezes de I creulo d nome Jos, offlcial de carpina, do
boa qualidado a 6,500 rs., luvas de pelica P|,l1"' qu ... ___ '. : lilailn iil ulura riii'u hi< hfu.'l'ii n o OiiTrill
pon' Inglez para seuhora a 1,500 rs luvas
de seda pespuntadas para seuhora com seu
toque de mofo a 1,000 rs, o par, ditas de fio
da esc cia para homem a 320 rs., brancas
a 400 rs.,chapeos de casfor brancos sem pe
idade, estatura regular, grosso do corpo,
pouca barba, rosto redondo, hombros lar-
gos e ps grossos, falla muito descansad,
lenJo uas cosas auligos signaes de castigos
que tem rccebido em poder do oulrns se-
as loias*,,'djv30 dojeposjt0 dep ,nn0 L. algodao t'a
nao poderiT -. nili no. / rn i
- fabrica de todos os >antos dn
Haba.
Vende-seo bemeonbecido pan-
no de algodao da Bahia, proprio
para saceos e roupa de escravos,
a vontade do comprador: no es-
criptorio de Novaes ck Compa-
nbia, na rua do Trapiche n. 34-
Potassa da Russia, e cal virgem.
[\o armazem da rua do Trapiche n. 17, de
JosFerreira basto, ha para vender superior
putassa da Hussia, chogada ha poucos dias.e
cal virgem da mais nova que ha no mercado.
Burros.
Ven lem-se burros mancos e gordos, o al-
guns muito passei-os: na rua do (uciinado,
luja de lerragens n. 14.
(.Ii.ni.tes de Havana.
Os melhorrsque lenm vindo a este mer-
cado : veiidem-secontinuadamente, cm ca-
sajdellrunn Praoger ik Companbia, na rua
ja Cruz o. 10.
AGENCIA
da I ii mil cao Low-Moor.
RUA DA SENZALLA NOVA N. 45).
Ueste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
menlo de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
rio cal de Lisboa, em pedra, as-jvapor, e taixas de ferro batido e
sim como potassa chegada ultima- coado, de todos os tamaitos, pa-
I mente, a precos muito rasoaveis.j a dito._____________
lo pelo diminuto preco de 4.500 rs e ou-- ""oles ,lBVOUca.lca dS b"m 1 C*m':" """
, .. .la ni.... Itn .la ll.h.. nh.nnn lia ....liri. m-
Iras multas fazeirdas que se venderlo por
baratissimo precos com dinhoiro a vista.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Compnnb"! na rua da Cruz n.
55.
Taclias de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro,
e lamtiem no deposito na rua do llrum logo
r.a entrada, e defrontc do arsonal de mirl-
aba ha sempre um grande sortimento de
tachas tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, balidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, razas efundas; o em ambos os lu-
garesexistem guindastes.para carrrgarca-
uoasou carros, 11vr es dedespeza : os precos
sin os mais ('omino los.
Vinho de champagne.
Vende-se q,verdadciro vinho de cham-
pagne, de excellente qualidade, ao preco
de 25,000 rs.; assim como de qualidade in-
ferior, muito em conta : no armazem de
tlrunn Praeger & Compaohia, na rua da
Cruz n. 10.
iMoendas patente.
Acabam de chegar moendas e inein moen-
das de varios taiuixihos da patente de A o
lidde Mornay em casa de Itolhe e Hiduulac,
rua du Trapiche n. 12, onde lambem se
achara arados de ferro do modelo miis ap-
arovauo para a plantado da caima. I.-te
atados s3oconstruidona fabrica mais ac-
creditada em Inglaterra e conten vanlagens
sobre os outros arados.tagto no seu arranjo
como na sua duiac.ld.
Instrumentos de muzica.
Vcnde-setoda a qualidade de instrumen-
tos de muzica, para muzca militar, por ba-
rato preco e para liquidar conta : em casa
de Brunn Praeger & Companhia, na rua da I
Cruz n. 10. I
dealgoiao da llahia, chapeo decouro: ro-
ga-se s pessoas que dello tiverem noticia,
de fezem-no apprehender e manda-lo mi
do \p.,l,o, armazem n. 30, onde so pagtro
todas as despezas.
liesi.par.'cii no dia 15 do corren!",ai
7 horas da noite, do Holel llecife, o pardo
Exequiel que foi do senlior Luiz llodrigue
Selle, e como pelas circunstancias quo pre-
cedern! a essa fup;a presum-se que ello
procure a todo custo ovadir-so, roga-se ,s
autoridades policiaes que o recommenderiii
seus inspectores o pessoas de conlianta,am
de ser desconr-rlo o capturado: o pardo he
bailo, do i lade 35 annos, n eio corpo, sem-
blante carregedo, tendo urna pequea rica-
l / na face, anda calcado e fuma : levou
chapeo de seda preto, e anda com urna ben-
gala fina ou junco, e inculca-se por forro;
anda Irequentemente no bairro da lloa-Vis-
ta aonde sempro he encontrado : quem ?
pogar leve-oa rua do Trapiche n.5, quesera
recompensado.
Desappareceu da Estancia, da casi do
abaixo assignado, um Cabrito, alio,sem bar-
ba, rosto redondo, olhos papudos, denlrs
alvos e grandes, beicos grossos e virados,
falla bem e descaecido, he natural de So-
bral, tem para m Ihor signal urna pequea
chaga na pe na eaquerda ao p do toroozelo,
poim o lugar foi de urna grande maisan-
liga: quem o pogar leve-oao mesmo sitio,
ou no escriptorio do senlior Mauoi'l Goiical-
ves da Silva, quesera bem recompensado.
Desappareceu a 21 do corrent-i urna
escrava, creoula, de idado 14 anuos de no-
me Joaunn, rosto comprido, nariz ciato,
olhos fundos, cor fula, pe i tos pequeiius.seca
do Corpo, m.los e ps grandes; levou vesti-
do encarnado desbolado, com babado por
baln ; a mesma lulo sabe eauinho, pioo*
ra o engenho Hed I :c de Ipojuca .lunln
foi : quem a prender, conuuza-a a rua do
Collegio ii. 16, que ser recompensado.
PKRrl : Tvp. dr M. F ue FaRIA t"3-
MUTILADO
m


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