Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03383


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Full Text

Anuo XXVIII
DIARI0
deSetembrode 185?.

i>.*)
03.
FEMAMBMO
.OO A SVBOBtVQlO.
PaeitKNTo ni nr no.
?9r trimestre........... .
for seraettre ..a..........
Por ano ...... ,.....
PtaOOlNTKO OUrilMCITIlI.
Par quartel......
aorioiAi do imperio.
Par,;.-. 3 de Agosto Minar... 11 deAgotto
Maranbao. ni de dito S.Paulo. 1 dedilo
Cear..,. H de dito R.deJ.. Jli de dito
Paratilba Sa e dlio Rabia... -I de eibr.
4/000
8/000
la/uoo
4/r.oo
diisiii um. .tnainrolAg.
o Seg. S. T.lbanln i lfieda Orpki*
"Too. S. Regina v !, eS. l 10 borai.
i Mu.ir I. ;; Natlvl- I. varado civcl.
dade da Ss. Virgein 3. e 6. ao melo-dil.
DQuIbt. S Dorotheo faienda.
10 (ni. S. Mcolio. t.eS. iio boraa.
ilSab. S. Theodora 2. vara do civil.
I" nllenlc. t. esabadosao melod
12 Dom 15 OSS. No-, MilfSo.
me ele Mara. jTercas e aabado.
rMiiliri,
Creaceatea. 2, a ihorae (minuto da tarde
Chela a 28, as i horas a minutos da ni,
Ningoantea, astlioras 16 minuto* da tarde.
flma 413, as horas c 21 minutos da tarde
MUUMAl d oJ
Prime ira a I horae 'a minutos da tarde.
tUTiais oi ooaanos.
olame Parahlba, itleguada canias
feiraa.
Rln-Or ande-do-Horte a Victoria aa qulatat
lelraa
Atnito,Caruaru.e Garaahonf no i'e 15 dcada
mtz.
Flores,Oaricury.Ein < Boa-Vista ill 2S
Olinda, todos oa dlaa.
cgtinda I hora r. tJ minutos il.inianii.ia. Podos os Corrrios parten! ao mrin-dia .
OTICIAB IIlTIlMOriBll.
Portugal 11 de Agosto
Heapanha 8 de dito
Franca.. 8 de dito
Blgica.. de dito
Italia..:. dedito
\lcinantia. Prussia ...3 de dito
Dinamarca >l de Julho
Rnaaia... SO de dilo
Turqua. 20 de dito
Austria .. 1 de Agosto
ISuissa.... 3 de dito.
Suecia... 3o de Julho
Inglaterra de Agosto
E.-Unldos 24 de Julho
'Mxico.. de dito
California Ib de Jnlbo
iChlli. 9 fie Malo.
buenos-A. de Julho
Montevideo 5de dito
CAMBIO BB 9 D IBTZMBBO
Sobre Londres.a 7 /, por i/Ooo d.
Parla, 345
Lisboa, 100por canto,
IMII,
Ouro.Oncasheapanholas........... 21/000
Moedas de e/400 Telha......... lfi/i.oo
a dcrJMOOnovas........16/000
a de 4/000............... K/WtO
Prata___Pataedesbrasllelroa.......... 1/9/0
Peaoscolumnarlos............ J/J90
Ditosmeaicanoa....... ... l/Run
PARTE OFFICML.
SUPREMO TRIBUNAL RE JUSTigA.
Virad em (i de agosto de 1852.
Presidencia do Exm. Sr. cnnselhoiro.
Pereia uarlo.
As 9 hora o l/i ahrio-so a sessilo com os
Exras. 8r. cnsultiriros Nabue.i,Pinto, Pofja-
nha, Perdigan Malheiroi, Almeida.Siqueir,
Serqticira Lima, Veig, Fraoc, Carneiro,
Ponce de LeSo, c Castro Mascarvnhaa, fal-
tando Com causa os fixms. Srs. conselhei-
ros Campos, Verneck, Han fin Pedroao, e
Mal tos.
Fui lula e approva la a acta da antece-
dente.
tXPEDIEME.
Sob n. i-'-' f'ii distribuido aoExm. Sr.
conselheiro Almeida um/> quexa da 'ni'1
Cacti no Sotrea Carneiro Munleiro conlra o
consalhei-o presidente da relicto de Per-
tiambuco.
O juz de dieilo da comarc de Villa Nova,
na provincia de Sargipe d'EI-llei, llemardo
elles nSo o cnxcrgaram, <> seu valor heum nSo proferan) nada. Aqu absolvem-sa]
valor colleclivo. Apologistas exagerados os maiorcs CiimlooMM a eiias rilo fingen]
nos dias da prosperldaile, lornam-se detrae qnerer voltar ao hom caoiinho e abrasar-!
lores furiosos nss horas da angustia. NSo comnoseo. ( Esia ha a qwitao' : eiqiitcem o
firmam as conviccoes da j-isli^a e da rasAo ucritncsque lliti imputaram desde que le abrom
he s do rellexo. Oh como olles JDttlfl-IMM, Kara moralitlade e ingenuidade '.) ToJ
cam o voltio nfao. Doee (tlix erls mullos idos osseus vicio? desppirecem iramedietav
numerabis amieoi. si tmpora fuerlnt nubita j mente, doiiois nIo Ihes vemos senSo virtu,
jobj eris 1 I des (Perfeila coherencia Nao' ot abriga
l'uis que nos fallaram de Napolco aceita- atzelo. Seni conscienclaou cijnismo?)
mos o ejemplo ; pnil que nos rilaram ante una f.cilidadoque par ce simpleza, que p_
a historid com a historia Mos respondere-
mos.
^'unca houve violencia mais pa recita com
a dos nussos CstOes convertidos e descon-
venidos, do que a'd'aquelle senado, servil e
humilde na prsenos do grande imperador,
sobarbo e ingrato ao seu primeiro revez. E
notem hem : comparamos os senadores de
Franca os tribunos de Portugal ; mas osla-
mos longe de comparar o Sr. duque de Sl-
danos a giganlfsco vulto do conquistador
da Europa. Faca se porm a dilfereiic^ do
thoalro e dos personagens u ver-se-ha que a
sitaanDo he a mesma. He 1801 I80V urna
Obedleneil c.^ga e ii-iii .i ull 11; .ni empiiatln-
ca assignalnva os actos e stroava os reos di
Slaciiado da Costil Doria, apresentmi un re-'tribuna do imperio: vejim ludo quamo a
querimento de reclama;lo do nnliguiddo, llisonji inventou entUo En 1814 a mesma
que tilo fui atlendido por hsver excedido tribuna proclamava a deslitaiolo do mesmo
ao prazo marcado no art 9 do regiilameuto humem : vejam tildoqaantoi malevolencia
n. 8St de 29 de julho de 18*9 para raclama-'eiililo accumulou. Em 180* nuviarr-so fra
r;Oos
Kxposirdet.
Expotos os processos ns, 1109, MI0,
4701, *766, *759, e *7J5, psssou-se sos
Julgamenloi.
N. -22. Kcclamar;3o de antignidaile, ie-
lator o Iaiii. 8r. couselhi'iro Wrquelra Li-
ma, reclamante o juiz de dirrito Jos Joa-
quim h -nenia de Mag.lhSes : loi altendida,
rontando-se-lhe de antiguidade 9 annus, 2
roezes e 28 das.
rece tolicn. ( A frase he sem terlmonia ) Ti
ramos disso mais um arrependimenlo ma
sem pro lardin.
O duquo de mII.-i-Ih foi em abril
noss i here. (iY3o ha duvida. E agora o q
he?) Auclor da r-g'ii.'rac.ln julgaram
que o prisaein gnuamii) aeiia olla. Via
vos.) Negras lien) nngrss tem de ser n n-
ginas que o co tem. [Tendel lugar n'essai
paginas. Srripln tnanenl. A grvida lo do<
fatoa vana "segundo as circunstancias
( Jm/o n ti'cumstanciai e as convenien-
cias) Os que o duque de Saldanna tora i>ra-
lii' ido desde abril n.lo niro-iveruni novi-
dtde o nao fosse a doslosldade, a hypochri-
sia, a vileza que os acompanbnu, era que
os envolveu ( Sac curiosos esle retractos
mutuos Tuda tito prophetitamos). O Chris-
to improvisado conveitera-se da nnvn e lal-
vez para sompre em phanseu. (Desde quan-
do? i
EnlSo, Sr. duque de Saldanha, nSo vos
diziamos? .i Pnr baixu da coroa de flores
e.-ta a coroa de es. inhos N9i) sSo os vos-
aoa Inimigo, injuatamaoln persegu loa,
sOes o os hospitaes. Provsva o pSo e ovi-
n''0 dos prezos e dos enfermse puniaseve-
ramenteaos fornecedores iulieis. Vlvia oo
meio de sous vassallns que elle chamava
seus fllhos. a Sua corle Ihe esconda seu
povo, diz nm oscriptor contemporneo ; el-
le nSo tem mais corte.
Finalmente para elevar sua gloria m aeu
mo-lo clamar 1.1 alto e 1.1o nnlin'ii ul i con-1injuriados e ameaeados, os que vo-losc a-
Ira o vicio que o livomos por lavado de tolai vam ; sSu os vossos amigos, os que busca-
a iiiini-h.i. ;.\ouni lorntim Ihe a ver mancha?)
Era a voz de Ce iro a hradar contra o* Ver
ram a vossa espada para se encostaren! a
ella, a fm de apanharem, do slo onsan-
res Era a palavra do um imvo Christo ro- guentado da insurreiQao, o seu quinlo no
tumbsOiiO ns abobe las do templo do que!poder.
os v Tidilho s seriara a golpes de azur-
ragii t l E onde estS" os vendithOes ? )
Singular i'lu-.Vi era ao menos nota-
mos |ii mesini) no mumento em que o du-
que raais cshr. cajava para enxotar osabu-
tres se rodeavs ile harpas! (Ai agora de-
ram por lito ? ) NSo ha boi f como a nossa
Eit provades com se t. Innocentes'.) Po-
de qnem quizar cliamar-lno cgueira. {Ou
nutra cousa. I
a ,\,in .n'.ibiiiHn do desenganar-nos de
Mandes Leal.
{Da Le.)
ESTADOS-UNIDOS.
Da Chronica da .Nova-York exlrahimos o
seguidle:
iNo da 29 do passado as II horas e 20
minutos da maiiln.i. exhaloo o ultimo sus-
piro em Washington o eminente patriota
II, imperador da Austria; o Leopoldo I.
(jran-duquo de Toscana Mas os ilOQI pri-
me- is apasar de sua pniloso.ihia, se deixa-
ram mullas vezns dominar por sua louc.
a ni in..-.iu o expozeram mais de urna vez seus
vassallos a lodos os horrores da Kuerra ; o
ultimo smeote soube, corao verdadeiro sa-
bio, viver sumpre em paz com seus vizinhosI
como comsigo mesmo, e consagrar Indos I auge e fechar a hora aos seus delraclores,
os seos cuidados em fazer i felicidad*, doj porque elle lamhom os tnha, Pedro Leo-
pequeno estado que Ihe tinha cabido em! pnldo publicnu o relatorio do sua adminis-
piuiia. I tratan, o hilara de bii reinado com otiluln
Quaudo Pedro L'opol lo tomou as redeas i' de governo da Toieana no reinado de S. fi. o
do governo de Toscana, este paiz eslava! re Leopoldo II, Uvro precioso, litro que bri-
levsstido pela fume. Leis excesslvamente'lha na priraeira ordomnos faustos-da huma
MiToas prohibiam a introlucBo do trigo es- nidada e da philosnphia, e que todava falla
trangeiro, os monopolistas defendiam estasi a biblioteca nacional de Pars Kste docu-
leis porque os enriquatetaaa ; mas o povo as! menlo termina por quadros fiis nos quaos
aiiuldicoava. Pedro Leopoldo ouvin smen-' esto relatados anno por anno, desi- 1765
le a voz do povo e de sua cooscieucia ; .oca da elevaban do Leopoldo II at 1789,
bolio aquellas leis barbaras, e o povo tevef em que se publicou sque'le livro todas as re-
zos coran i'a-la : Iticu ere a fuonaparle el se
reposa Em 1814 u senado proclamando an
exercito, cxi'lamava : Soldis, la Franeo
vienl do biisnr lejoug sous lequel oll-i g-
nrt depuil tanl d'aiiii'cs ....... Ser-
riez-vous sourds a lavoixde la patrie qui
VOlll rappello el vous supplie elle vuus brancos nlo siguilicim seniloque a vida es- uos os esiaaos na
parle par son snal, par .a capiialeet sur- I gsta e o cadver ptrido. ( Admiravel que nao fm recebida com surpreza por que
loulparsesmalheuis: vous Oes ses plus 'imagen .') Ilavemos de ignorar eternamen- ""' n"ls Je dous mezes que ella era es-
nobles enlantes, et ne puii.cz apiarlciur a '< te o que lo lnssabem, o que cada ura v a Perd por rromenlos. ella causou em lo a
c-luiquiraravsge, qui I "a livinsans ar-'todo o imilsnle ( De quem he a culpa ? NSo Prte urofunda sensacSo. A perla do
mes.ans d'ense, qui a voulu ren Ira volro 'se poda espera, togrande inscitncia de la- frnde homem do Estado a quera os seus
que a honra, a momlidado, a' virtude nSo nglo-americano, Mr II mnque Llay. Ota.
Oadqiiir.imdepoid-1 vellio. NSo quero- l'g^pho elctrico transroiltiu immei|:ala-
mos convencer-nos de que os cabellos todos n,ent'' nolici.i deste acontecimenlo a to-
- C'iiili' li-rn; lo, o anida
N. 4701 Helstor o xm. Sr. cnnselhei- om o lieux a luiilcs les natiuns et qui ,u.wir/i>rMi/ore.j N.lo queremos en- w-npalrlotas linham conlerido a justo Utu-
ro PerdigSo M.lhairos, recnrreulo o Dr. jr,u ,,eul elrecomprorais volrevloire. si un conlrar a virtude aonde ha fogn, enlhusia. '. "Jin" feeador, nSo poda dcuar
HeroulanoCarcundesdeCarvalbo, 6 WCOf- |,raiiie. qui n'est pas mime l-r'anc,iis, pon-1 rao. ahnega^ao e amor. ( Amor de que e a de ser lamentada por tolos os parirlos por
rido o major Antonio Alvares Pereira da Sil- vaila jamis ilT.iblir l'nonneur de nos ar- que ? ) D.-conhcemo-li aou le ella existo e t,uJ" classes da socioJsde, e assira tieou
va: foi negada a revista.. me* el lo gnrosil de nos s nldats. Iii- .procucamo-la anide ella n.lo polo eiislir. demonst-ada quand.i se virara taiiloU"S-
N. 4658.-ltel.tor o Exm. Sr. conselheiro w nS) ,l0 ngor.ro mesmo? Ura s ho- 'sonde nunca existiu ; proo.uramo-la aonle "I df respailo que se Ihe Ir i billa-
Franca, recrranles Colera.n Ihnson & C roe,n, o general Garoot, tinha ousado en- j n3o existo sen3o. forca do vicio { llepe- ram, e actualmente se consagrara sua uie-
recorridos os directores da companbia de; geiiar os lavoros do coliusso o censurar a ti nos -deque* ht acutpa ?) He por isso que morl"-
seguros da pr.ca do llio de Janeiro, deno- 3Ua amhhjau. Um s d'esses,e foi o inesran, nq..i se solisma e se piofana ludo. Se um UogP quo a noticia ebegou ao con-
minada Permanente: foi negada a revista, veiooirereror-lha os s>os servicus na hora homem forte, robiiito, anda novo, supera- '>*", ambas as cmaras suspendern! as
Fechou-se asessSo depois do urna hora ,| jnlonuiii i, perraanoco.idu lie. asna des- bundando de vida, a quem o palriotisrao suss sessOos, e se dirigirn! a casi ond-
da tardo. gracie Indo a gloria de. ser o ultiuio, (e- aguillioa e as nohres e ge .erosas aspiracdos M,sl,a '' iflndo ; fecnofiOJ-l
m.......'" '' 1......1 I u-ailm ,chadu naoldadetll de Anveis, a reconhecer cominunicam urna sctividade de fogo, ca- os Inounae* de justica c mais roparlic.s
ases'ipul.caesdos allia.los. Esl-aftliclivo ma entra a corruprjilo mo o ouvem, vol- publicas cm toda a extenso da repblica, o
expecliCUlo explica a rays.thropa. E lo- tam-lhe as costas ese lenlssse sacudir os l,nto n" cidades corao as aldeas princi-
davia o senado de Franca po lena anda alie- trafica .(es haviam do aban loia-lu e rir-se Pl"*m ''" preaaralivos, sera disline-
gar -primeiro, os esplendores da gloria- Ulvox depols da Ui desgraca. (A apologa f opinifles, para as maiiifeslacOe* pu-
depuis,m des,, ac.s n.oflo ; puna alie- he modesta ) Mas se o fu/. ..duque de Salda- "'* com 1a SB **"* rondar a ult.imi
EXTERIOR.
LISBOV 4 DE AGOSTO DE 1852.
Um passado e um preienle He 16 *MMI
propriosseusalliados; mas nlo diuaniava- , Quizemosenvergonl.aruns o uulros, m _qutoto bastn para restitofr, o mov nenio de abril foi, ao que pare- pequenaS, e entrara
porque los fallavam documenlol utheo'.i-l O pij SCnto algama dilferenc di revolla sernos leuipre) lln|0 sabemos o quo va- cneg,.^ do uidiVdr, e para o deposito
eos para formular urna aecusaeflo cathego- l para ca ? depois que senlio o allantado que lia esse preuHoe essa brndo Ule \arde.) A- ,|e nca, c nao queramos imillar as platicas 'desgracadaaieale promnveu a insurreicflo, busou-se da nossa ere lulilade como s; a- jor ja cidade, un le, noespaco de puncas
immoraes dos adve-saros qun censurava- houve mudanc essoncial no 'U molo de husadetudo. (\gnus DciIJ Mis lio 0 qun'horas, foi visitado ruspeilosainanta por
mos. Reprehendemos com energa 0 vicio Cr Nao. lie que n'eats infeliz trra os so deva esoerar. O duque de Saldanhi tem ,,, ja g.OOO pessoas. No domingo as a'!.p.3?/.,,,a
da rovolts,os errse a inutilid.de da ditac- homens miilain antes das cousas. A boa sulliciento cyiiisinu para noi dizer nSo horas da madrugada fui mettido no Vapor
dora, os setos pubicose prova los nos tes- mi m o.iiuilo, os caraeleristicos do vicio ou fossem parvos ; o hoinom na minha idade, e Alhiunj vttt seguir viagem para a sua ulli-
limiinhosolliciaes. Anotas voz era severa, da virtude depon lein s las influencias e da muito miis tend) tiJoumtvila con.o eu,! nu lnor>u#.
mas tinha uireilo de o ser porque eramos os achilo do seu particular inleresso. nao mu-la, nao S'i melamorphoiea sanio- t biograplua do illustie Cly. deveria
nicos de pe no meio de lautos curvados, o NSo moralitaremos mais. Vimos dar a para pcior. I'nlavia esta rynismo lio "^ anchor inulas paginas para sor completa,
combatamos conlra lodos, isoladis e descu- palavra ao Nacional do Vori}, um dos mais vezes falal. Um povo nSo he ura individuo, |jeus feilos Ihe grangearaui urna ropulacilo
beitus. clamorosos pregoadorea dos iriuinpeua do nJo h una criam;. Un povo nunca se "*-, universal, o occutiaui um lugar nimio >lis-
Deseaseis meves apenas s3o passados, e marechal de Santo Ovidio. Nao ple tr la eiivorgonhado porque o enganaram ; in-:,lnct n, historia deste paiz. Orpnao o
tudo mudou ah. Nos so nao deslisamos anida esqueCdo: ha 15 mezes col brava a- digna-sce vinga-se qu nido pdda. (O pane.'poure sua inl'aucia, principiou a gauhar
anda da linha que nos traamos. 03 mea- fuella l'oitia com mais enihusiasmo do que "ricosalta sem transic<3opara a Cotitiiiaria. su( Vids como caixeiru n'uma morcearii
mos que se veiguv-m em genuflexes, lo- ninguem, as viludes eos dol s polticos e Quousqnetndem, etc ) A sin hoi f hea sua ; j^p0,s foi ainaiiuanso chancellor Whte, e
vaulaiii-se em improperios. O que o psiz 'guerreinu.ns prece lentes democr ticos e as nlo. ja porque p ova a sin moralidade e a lapioveitoii esta oppurluiii lade para eslu lar
sus virludu-siMisassjgradasqi.e ella porjdjrell0 0 furmar-se na advocecia. Os seus
pflo.
Depols desta medida, a qual operava urna
revoluto na agricultura, elle voltou seus
olhos para ocommercio eolivou de todos
os obstculos que lolhiam o seu desenvol-
vimanto. Suppriiniu lodas as alfandegas
internas, to iss as pot tagens que fazism dos
diversos cantes do gran-ducado de Tosca-
na outros tantos estados dislinclos; asso-
gurou a cada ci la Ifio a faculdado de exer-
cer o commercio sem reslric^Oes, formali-
dades ii em sujeifjes.
Depois de ler assim proclamado o dreito
de viver, e facilitado a sous vaasallos os
meios de subsisiencia, elle se oceupou dos
negocios religiosos e das leis.
A Toscana eslava coberla do conventos
quo so tinham (ornado o asylo do vicio e da
ociosidade. Elle osseculan.ou pola maor
parte a os trauslormou era hospilaes ou era
escolas. O produelo de todos estes mostei-
,-ih abolidos foi emiiregado era dolar as es-
colas o os hospitaes que os suhililniam.
Elle dirigi aos biapoi circulares, nasquaes
regulan tolas as ceremonias do culto;
prohibi que se enlerrasse n os murtus as
igrejas ; diminmo o numero das pronsses,
e|e'ou-se conlra a doutriua das indulgon-
cias; supprimio o direito de asylo, aboli
as confiaras o os tribun.es episcopaes, sub-
metteo os padres le commum eosredu-
zio a um salario iixo coraos os funeciona-
rius civis, proclamou a libertado absoluta
de co iSCiencia, e concolou aos judeos e aos
protestantes os mesmos direilos religiosos
qui conceden aos calholicos.
As reformas n3o forara menos considera-
veis na orden judioaria. Introduzo a i^ual
dado de to ios os cidados porante a le ;
supprirain o tribunal da inquisiciln, dimi-
uuiu o numero das juris ligues Uos tnbu-
naes e dos magistradossopurioies coso in-
fliriorea ; regnlou pnr uioio de leis a mir-
cha dos processus ; delerininou os honura-
riuS dos advogaJoS ; anulo o coulsco dus
bens, s o i-.Vi por dividas, a loriura o de-
pois a pena de mor te, mesmo para os parri-
cidas; propon- ni o a gra- ida Je d.s penas
com a dos crimes ; suavisou o rgimen das
prisdes, eitali-lacou juizes do |)z para as
causas de poue.a importancia, o do tudas
as mullas inlliiiniil is sos deliuqoenles, fez
um deposito S -parado para soccoirer os
presos pobres falsamente aecusados e que o
lempo do sou procesan linba privado ue lo-
do o recursu
As luanlas da Toscana estavam em urna
desordem iinpossivel de descrever. Pedro
Leopoldo restabelecou-as diininuiudo os
suppriiniu lo lodos os
em'pregos inuluis o liualinonle licenciando
coit.s e des e/as feilns na Toscana.
A Toscma gnzava desde entlo dos ben'-
liciosdeum governo constitucional, anda
que ello nao tivessn constiluicilo.
Podro Leonoldo Ihe preparava urna, qusn-
do a mora de los II, seu roiSo o chaniou
em 1790 para o throno da Austria e o obri-
gou a confiar o governo da Toscana a um
consclbo de regencia.
Um viajante iloseculo passado, visitando
a Toscana no reinado de Pedro Leopoldo,ex
clam.
Como explicar oslo phenonimo polti-
co ? Em Toscana ha uobresa Dio ha I ropa-
' ni'in um despota, O povo loseano bo ditos
so. Como o gran duque fez os seus subdi-
tos felizes i' Cora pflo, espectculos e jos-
lita, eslabelecendo manufacturas, has quaes
o povo emprega o lempo, thealros onde el-
le u esquece, hosptaes onde encoutra a
laude, escolas om que ella so instrue. S
ha una classn de vassalos na Toscna.
Pedro Leopoldo fez educar seus fllhos nSo
ora um palacio mas sim em urna casa. Qui/.
que olles es'ivesscm frequentemenle em
contacto com o puvo, que aprendesssera
desdo sua mais tenia infamia a conhecer e
mi lo.
Entre os ditos felizes que se attrbue a
Pedro Leopoldo, cilara-so as seguales :
NSo connivo mais da duas classes da ho-
mens em meus estados, os homens de bem
e os iiiiiiien-. mina
Um dia em quo hmentavsm era sua pre-
senta de que seus estados o3o fossem mnis
extensos : Oh exclamou elle, pequeos
como sao, nelles se encontram suida des-
granados
Como quer que o ro de aples fosse es-
perado em Florenca, alguem propz urna
impstelo mdica paraoccorrer as despezis,
que ocessionava aquella visita real. Minba
n 11 ii'-. iiivse o grflo duque, tea) anda pa-
ra mais do 3 millles de jolas, a
Els-aqui o homem cuja memoria horron-
sa hoja a ura grande numero de toscanos ;
eis-aqui aa leis quu sa trata de rovagar.
Kslas leis Sun o resumo de todas as con
.instas da philosophia o da civilissgflocns-
ul; ella formou a base da posperidade o da
grandeza das sociedades modernas. A i-
..-ii.i Ida le poranle a lei, a liberdide de cons-
ciiiucia, a libar lade do commercio estes
priucipios sagrados sem os quaea parece
que he impossivel aexisteoca,lie, flnslmeiito
o que se trata deconliscar pars por em seu
lugar a intolerincia, o arbitrario, a iniqni-
dadoea barb.iia. Al) leumproque a rea
c3o siga son carreir, conveui que ella aca-
bo sua laicfa. Ella nao den parar senflu
iiuando livor levado a revoluc/io ao seu poo-
o exercilo que ahsurvia soramas enormes, to de partida, o quan lo M leis leopoldinas
sem nenlium provoito para ninguem. Pe-'nnm SUppnmidas Dio(0 M ioscanaimas
dro Leopoldo penssva quo sustentar uin I cm lo1* F.uro, a
exercito em leu.pu de par. lio conservar ura
emero que lleve acabar por devorar o coepo
onde elle tim raz; condemnar a inn.-.i-i a
mucIJadi loda a forrja yiva de una iisqIo,
ho preparar scientemeulo a ruina deste pai
ou desla iiiieoo. As eonu i las que furam o
resultado de lulas eslas reformas permilti-
rara al'elro Leopoldo diminuir os impos-
tus em una tal pruporclu que a Toscana era
no seu reinado, u pan d. Europa monos
t. Detatre.
{ Vresie )
INTERIOR.
COKIIESPONDENCIAS DO DIARIO DE PRE
NAHBUGO.
I'arshiba ,'lde seteuibro de 1852.
Com pesar perd o comi de 30 do passado,
ti n'ura algarismo. Cora a turba dus socios
elevam-sea petulancia ; com a vozena dos
grupos Icvam o panegynco hyperbule. Foi
preciao que de to ios os ladOI clamassem os
desuellos. O desengao en anligo ; mas
.___L ... -. "' Hl-
FOLHETIM.
0 CONDE D8 CARIAGNOLA, C*>
(POB MOLOENTILIIOJlME.)
SEGUN'PA I'ARTE.
'sy!2E3rliaas a
ill.
Onde eit Bramante .'
Chegaudna Veneza no mais rigoroso iirng-
nii'i, o conde, tres semana., ponen mais ou no: -
nu9, ames da icena que se acaba de ler, fura
inorar com Mlchaella junio da pequea piaca
de S. \1 mil', em una casa fraude, poit-in de
modesta apparencia, i|iie dava pura um caes es-
trello, que, a fallar a verdade, nao era sean
nina passagrm que pcrniliiia por-.e n pe cm
Ierra ftnne anles de enliar na fundla. Itra-
inanle, cuja amade c dedicaculocavain no fa-
natismo, nao leria consentido por todos os thc-
souros do iniindu em perder de vial, aquelte que
onsol.i.iva como seu senhor, abano de Oeus ;
por issoesclheu no canio de una ruaaloba pr-
xima um quarlo, cuja jauella eslava lao lie ni
ao alcance da do conde que leriain podido con-
versar junios sem iiicsinu seren obrigados a ir
um tasa do outru.
No primeiro andar desla casa, f por tras das
gradis de una veneiiana aballada, Orllliiva um
olliar ltenlo e Inquieio, era o de Mn-li u-ll a
qu.I rniiirrvaea anida os vestidos de homem.
ao abrigo dos quaes tinha piulido fngir di- Mi
lao. A pobre nieuina sabia que depois de miii-
() Vida Diario n. SOi.
lia no neni quo manchara, que polluem Iu- rica da injuria e do desprezo, ( Oh rfiai de
do, ha buceas que proslilueui mesmo o que
P'Ofcrem (lie terdade..)
> Aqu quasi nunca se alten la aa pasa lo.
(Estuo'-u prorando) as lices da expeno icis
. H. -II
abril e maio de 51, conhecereis agora o
vosionocional) Para o tornar rccoinaien-
davcl baslava o seu passado mas o prsen-
lo be mais repu'.'iianlo sin la, ( l'erlencem-
*""
tis hesitaeoes, de inoiius projectus abandona- cia nada poda ouvir. Suienie poda ver pela
din, apenas concebidos, Cu magula luihs ari- anlmacn dos rostos, pela petulancia de cerlos
nal :c>olvido]ieuetrar a lodo ocii-lo no interior gestos, pelo ar admirado daquelles que pare
do senado, c sempie chcia de temor por aquel- clam escuiar, que se tralava de um acorned-
le a quem amava, depois que pote jolgar por memo que escilava urna sorpresa universal.
si mesilla dus pengas que elle allrnniava com Heme iiiouienlu .i.esmo Ulna gndola chela de
tanta iinpitidcaci.i, seulia-ic morrer no meio cidadaos, que pelo traje pireciam penencer
das angustias dessa doloma espectallva. classe burguea, paisou-llic por bailo da ja-
II ii i mal) de tres horas que Francesco linha nclla. Um desses homens fallava alio.....
parlido..... e Francesco iio voltava. (J nnme de Francesco carinagnola suuio ate
Veneza nao he nunca oiiii ruidosa. Vio se seus ouvidos.
observa alli ncm o iiioviiiiemo ncm vida d.s (Nao ha duvida, disse ella com sigo, elle
cidades populosas onde o iiiiu tello do laboro- esl perdido
so obreiro se inisluia com o rodar dos carros e
com o balcrdus ps dos cavados.
Isso he mui simples sorprender as de-
liberacoes do senado be um delicio, he um crl-
me Vneta que elle coinbaleu por lauto lem-
po, nao lera deinado escapar esli occasiao de
viugauca..... Kllrs o inatirao, meu Dcos.....el-
les o in 11.o .ni i
.Mas .penas liona pronunciado eslas palavrasjQuem pois te deu cssa
um ruido de passo resoava na cacada. Jabandonar-te ho|e ?
Que queres, Francesco ? essa revoluco
l.io le 11 vol lioha-ine exaltado a alma, e l ig-
I. licou .mquil.da ....
Ocpoii voliaudo sobre este primeiro peusa-
Em Venesa, principal tente, onde se passa es- ineulo, e coorirmando-sc nellc por mil rasea
sa lnsioi 11, o povo um pouco poeta pela medi- especiosas, acrescentou
taco c pela indolencia, tinha honor a loda a
iudustna fatigadora, e, comemaudo-sc com
ponen, passava a iii.ier parte do dia a escuiar
algum larcista, a sorrir acordado a algum so-
uhonoazul do eco, ou a dormir tranquilla-
nicmc ao sol.
Ptcsse dia a calma er.t aiuda mais perfeita
lio- de ordinario, e a causa disso he fcil de
.....,,ii eiii-niie -..i-, pois a mullido se tinha di- Ha no coraciio echoi iulelligemrs que dio
rgido para o palacio ducal, n.'io porque bou- lodos os >cnlidos materia um sopro, um pen-
ves.c iieasa multidau um seiilimeiitu hem real sameuto, urna alma. Podemos liar-uos nesae
da gravidade de certas coiuplicaces polticas, instinclo suldiine, elle ole engaa jamis,
mas porque a cegada do einbaitador mitanes A fronte da bella menina radiou. Nichaella
milis produzido mu graude agitayo na cida- nao linha anda visto l.aruiagiiola, nada prova-
de, e os ociosos achavain naiuralmemc nisio va que nao fosse ouiro, lodavia eslava segura
materia para glosar, o que he um meio, como que era elle.
ouiro qualqner de passar o lempo, quaudo ua- ; lili i correu ao seu cnconlio, e recebeu-o com
da se tem que fuer. .os bracos aberlos.
Mlchaella tscuiava, pois, de balde. | Irma i dedioada, esposa inquieta e lerna, seu-
Nada pcituiavaessa profunda quictacao que llo-ae eslremamenie alegre, etlrcuiaiiicute
parcela espaldar sobre toda a cidade o coma- l'eliz. guando auiaiiios, Irinos algomai veses
gio do repoiiso e do .oin.-.o. I desses terrores" atroits. iiiexpllcaveis que uos
De rtpeme clamores rompciain na dirrerao mostram sem raan e sem veronniiliianca a
da pra gondul s siilcaram pessoa a quem.......... Mpotta a um gr.nde
os cauacs em lodos os sentidos. perlgo ou precipitada em algum aoyioio lom
Evidentemente a svssao do semdo tiiiba-se brio. Mlchaella .cabava ue pastar por utn
cabado. I desses sonlios lerriveis ; ella tinlia crido por
lupos seforuiavain sobre a praca, e de sua un instante Francesco perdido para ti....-e o
jauella Mlchaella os avituva; mas pela distan- | achava livre, risonlio e IcuJo ate no rosto
AS LEIS LEOPOLDINAS.
O seculo nassadu viu tres principes' plii-
losophoa: Fraderico II. re da Prussia ; Jos
nao sel que rellexo de aatisfacau e de irium-
pho.....
Ah esclainouella corando de felicidade
debaizo do sculo frateroal, que o conde de-
jiiiohi sobie sua fronte, es tu, ineu Frances-
co, s tu mesmo? Ab lardaste Unto que che-
guei a crer por uin Instante que mo te toruaiia
mais a ver.
Menina Tena sido preciso que eu esti-
vesse mono.
He isso impossivel ? disse Micliaclla com
um luio mais seiio. .Viu ests aqu em pair. ioi-
mlgo I -..... venezianos a quem lamas ver.es
viu rile nao, tem promettido urna recompeusa
a quem fur bstanle vil para veuder-le ou bs-
tanle i ni ion- para assassinar-te 7
Nao te leconhcco neste temor, tlichaella,
Iu que dcixaste o Piemontc, s a p, para es
ajudar-me no cumprimemo de urna missao
santa, tu que me fuesle tremer quaudo te vi
no palacio de Viscouii alt'roniandu o houieiu
que he ao metino lempo leu ininigo e leu
pal, e terriheando-o debaixo de teu olhar!
coragera que parece
elugiam por expo-leticia sua justic* o sua
generusidade. Elle nfio se c .nienlava de re-
cebar us pobres era seu palacio, la precura-
lus, consola-Ios em suas humilles mora-
das. Visitava mullas vezns laiiibaiii as ii-
III
va por meu nome, una vos doce que me pio-
meilia a felicidade e me laneava em extases
inexprmiveis ? Por ventura mi linha eu an-
tes de ludo ncccssidadc de lallar-lc, nccessl-
dade de tornar a ver-te f
__ Chara menina, ha muito que sei que me
amas, c lodavia a expressao desse amor pare-
ce-me semprc una darmonia nova, que nao
me enfastio de ouvir e que halle necessario a
minha coragem, a mcus eslurco.., a iniuha vi-
da, que se ella vi'-sse algum dia a taltar-me,
Michaella.. .. cu mol relia.
I'ois bem, Francesco, ja que assim he,
j i que nussas duas almas vivcui dus incsmus
desejos, dos mesmos lmures, das niesmas es-
peraucas, por que r.o nao vollamos paia
nossas loontanhas L debaixo do h lio de col-
mo que uos abngou quaudo atenaos, no meio
dessa esplendida u.nou / i que entrega seus
segredos mais preciosos quelles que sabeiu
ama-la c comprehende-la, Ueot uos ta de con-
ceder sem duvida algiios dias lclu.es.
Michaella, Mictiarlla! exclamou o conde
olhando-a com aurprea..... e o rolo que
lucinus?..... E tua mil que esquejes?.....
ri;io esqueco neui uusso vulu, neui minha
mal, rcspoudeu a domella, abaixaudo triste-
nenie a caueca, mas comparo a graudea da
norada, perdida cm minha pobre aldeia, mil
proiectos lerviam-me no espirito. Oe repente empresa com a exiguidadc de nosso poder, vejo
perd, bem o sabes, aquelle que r..... lino era nussas lorfas cxgotsreiu-sc em una luis sein
oeste inundo non uuico apuio, meu uuico I liui..... digo comigo mesma, Fraucesco, que
amigo..... I'ielro Uussooi, leu pai, que cfa j queiendo elcvar-me, tu leus deacido das altu-
tambein o meu. morreu subiameulc. j ra a que teu genio le havia elevado .... Per-
O conde voltou a caliera, e urna grossa la- di, perda, meu iriinio, mas este coraco,
grima Ibc cahio dos olhos. I cujo assuino e altivez, admiraste au principio,
_ Pobre velho I luurmurou elle ; e eu nao j nao he scuo o curasao de urna uiulher; elle se
eslava l para Ihe cerrar os albos j lein turnado medroso c muido... por que
- Eulo, continuuu Michaella, achando-me nao cielo mais nofuluioe ineus olhos se des-
so com meu peusamento, elevando-mecada dia I viao do lim que tanto lempo seguiram, e que
para Deu. e uebendu iiiiulias iuspiraces na (se uparla caua da mais, em tei de aprosimar-
schdo e no aileucio, parcceu-iue que me to- jae.
cavavingar miuba inai, e qus era de inhiba] Base (lu. Michaella, lalve eslcja mos
liciu .i c ue meu dever ajuular meus estoicos perto de nos doque cret.....
aos leus..... Parll e lomei o camluuo de Mi-i (Jue queres duer com isso.
lao..... Poda cu lser oulra cousa ? Por ven-I .....Que a raanhaa o leu dcslarcc se tor-
tura nao avia alli uiua voi que rae chama- | nar sem duvida iuulil, que Ueniru de urna
com as armas no descant-o. Como tem sido
veudlda uesles ltimos dias balsame plvora c
chumbo, espero que multo breve teremos no -
vidade ; porque crelo que nao ha barril daquel-
le coiiibuitivel, que delxe de dar aeus do/.c
. i i_ii _____i______.- ju a.;- 'j-s
hura lalves Vcuea ciara a meus ps.
Oque be que aconteceu eniSo?
Permitleque eu nu le revele isso ago
ra.....Sabe somenle que vista do encadea-
inenlo das circunstancias e do modo maravi-
Ihoau por que ludo lein sido dispotlo para
: mos ni dos traidores, juslilicaco dos I.......
c bullame leitemuuhu da verdade, dir-tc-hia
que a mo de Ueus lena ludo dirigido.....Ani-
mo pois, Mlchaella..... Animo, nubre tilha da
limpie/ i ileatrixl.....Que poder humano podc-
ra jamis vencer-nos, a li forte por la uii.
e a uiioi forte por ti? A empresa he ardua, he
verdade, mas por isso mesmo o trlumpbo ser
brilhanle.
Carmagnola abracou oulra veza Michaella
com citusao, depols subi para o seu quarto,
o qual ei.i mu nlo no andar superior.
A don'ella, tca'ndo s, poi-sc a conten
piar cm silencio a cruz de cural que uu a
noli i deitado jamis; ella levou-a depols aos
labios c lu ajuelhar-se sobre teu geuullexo-
rlo.
Nene momento Carmaguola abri ajanella
e etlirou o pescoco para examioar o quarto do
capillo Uraiuanie, elle eslava deserto.
Oh murmurou Carmagnola franiindo a
tobrancelha ; liramaole nao est ah, c pro-
vavelmcote nao voltai reno noite. Eu li-
nha iireclso delle..... Onde eitaia a esta hora?
O conde Francesco chauou os criados ; es-
le procuraram bramante por lodot ot cautos
d. casa e nos arrebaldes, e nao Ibet '.ul possi-
vel acin cmii 1
Se o leitor se dignar teguir-nos a uina das
ruazlnhas mala desertas de Veneza, saber
por que razao o capito Uramaule eslava au-
sente e qual a occup.yo importante que pdc
l.ucc que esquecesse attiin aquelle que consi-
dciava au mesmo lempo como sen senhor e
como teu amigo.
; Coalinuar-ie-/i, j




"a
ts
2
passaporles, pelo menos, desla pira i ler-
tlvtl.
Tambera me nao consta, que tcnha ildo tran-
can nlo algum dos lltuaues Miembros daqurlli
tocledade, depois de mloha ulllina. Gin Ba-
nanelras, e no luga pre|iaram-ie u> hoincnl do
pensaminloi Untes "" a elrl{>, e crelo que
aietem-se espalliedo, que he a occaslflo de ser
lldo o papal do eapliveiro. A lallca nao he m, e
pelo menos pode produilr alguina Hernarda,
que aervlr de provar a violencia do g.iverno
ae oa ditos perderni aa eleicOei, e a importan-
cia dellei ae ai gauharem. Il.ervo-ine pira no
ii.i.l canlar a paliuodia, e faser choro com
quein malor rasgo llver.
Tenho ininliai (ennecies de nao Ir volar, por-
que lenho promeaa de um padre de nao aer
inultido, ae l nao for. A Ir, nao posio volar
com o partido dominante, porque mala de um
padre me lem aairverado que o lal partido nao
calina graca divina; contra aquelle pululo
nao poiao volar, porque me parece menos dea-
orpelro, a por liso emendo, que o melhor lie
deiiar-me flear de,causado, e confiado na pro-
lueasadu dito padre.
a. proposito, quer-me parecer que o partido
da opposicin nao est ein minio bons leuces,
porque tesis um frade e quatro padrea cabe-
orlra Seasalin be mal de us, e bein delle, que
lera de fater uina aania partida. Dos se amr-
ele dril,- ; e Ihe perdoe algumai pequenaijaltas,
que por fragilldade ha coinmettidu.
Cbegou o naturalista Mr. Ilrunet de urna yla-
gem na qual slcaocou apenas a Serra do Cuit,
e entre auaa deacobertaa. duas, que chegaraui
ao ineu conhecimenlo, me parecem de sum-
sna importancia I Urna fol a cocblnila, que
elle enconlrou em grande abundancia no ar-
busto coohecldo no senao pelo nome ilc palma
loria; e nutra fol umi cera encontrada na ar-
vore pertira que ditem-inc attribuir elle a e-
creuicuto de uina especie de insectos.
Estas duas descobertas s por si sao de Jura-
ma iinpoi 1,11.1:1. assim o governo promova o
seu aprovallamento como couvm. DUcm-me
lamlieiu, qne aburile Ilustrado naturalista en-
contrara esculpidos em algumas pedras emblc
mas cabilislicos, ou de ncordaciio histrica,
pelos Indios, em lugares reservados de alguna
montea ou serrote! i c que Uvera o cuidado de
cupla-los.
Tao Impostantes resultados dt- uina pequea
viagi-m de Mr. Ilrunet me faiein cada vis mals
desrjar, que t, tic. pnnlia em rsecucu
pi. jectodi- fcil 1 lar aquelle scuhor os melos de
Urna escurso por lodo o centro da provincia ;
para obler delle uina memoria minuciosa do
queencouirar uoi it-iiios uiiueial, vegetal
animal, a-slincomo das alturas das serras e suas
verdadelras posl^oes lopogiaphicas.
Ser o primrlro Iraballio que teremos ofise
genero, e que inulto louvaia ao Kim. presiden-
te, asslin como mullo aprovritara ao palt.
Tlvemoa no da 28 do jassido de asslstir a
ama lepreseutacao ihealral em beneficio do ar-
tista Costa, que uosoccupou a aiieufo al qua-
tro boras e niela da mauha. lmala! massada
devldaem parte variedade do espectculo, que
urga longos intervallos, e em parle a impru-
dencia de uina Iracco do respeitavel, que eu-
tendeu de pedir capul em todas as cantonas,
derroiou-me a pooto lal, que ainda 11a segun-
da-felra uie reaseutia do encominodo, c por
iaso nao pude escrever-lhe. Nao peuse que eu
ou utu tal dormidor, que compense urna noite
de intamnia com dous das de lu por, nao ae-
nhor; o ineu Incomiuodo uasceu unicaiiienle
da estufa ein que esilve por tantas hoias, e em
uin grao subido de calor pela uiullido de dile-
tantis, eaperloproditziilo pelo numero d'aquel
lea superior capacidade da capoeira.
Nao sci te deva aecusar por uina tal falta ao
beneficiado altribuiudo Ibe o vender numero
eicesslvo de bilhctes, 011 a certos iodlviduos
que to ni por costume, aproveitaudo-se da ui
edificacao do theairo, e talve coudesecuden-
cla e pejo dos purtciroi, esgueuaiain-se para a
platea aira ao meuos 1. ian n o custo de um as-
iento no reclnlo.
beja como for, o verdadeiro he que todos es-
tlveram eiicommodados, e orespeitavel gritan-
te bastante Imprudeute, e al mal educado com
alguos dos que enlraram st-ui Me merecer as
sympatliias, cuino acconleceu ao pobre do phai -
inaci'ulico Fructuoso, que servio de JogtieH uu
pella, entre oa apupos e maluco!!
L. 1111.1.'ule que a policia devla intervir no
lal b'iui|Uedo, ao menos em altencao ao cha-
p' rt'aquelle cid ulo, que como o dono, pas-
ou seus nances; mas como peuctrar naquella
onda de povo para acoinuiodar lucia dusia de
folgasoei f
lio. 1 fazer estas observacei, porque son
desconhecldo, e me uto repulu em perigo de
aer tratado a Fructuoso.
Tlvemos em compensado de tantos uiarly-
11 .,. A polka dansada prla senliora D. Carn-
liua em carcter de/ieiimiilre U namorado
mi ventura pelo Sr. (juimaraes. A aria do
aolJado brasileiro pelo beneficiado O duelo
dasenlinella da cadeia A aria, quandofirme
amorjulgava A arla do Joao maluco, pelo
beneficiado O duelo, loi-se embora eutadadi-
11I10 O iiieirinho e a pobre Variacoea de
rabeca pelo Sr. Francelluo, que debulou cu. I -
lenlemeuie -- O lercel* da caslanbelra La
danca das pretinhas de Gui.
'ludo fol non or01 deseinpenhado ; e todoi os
artillas merecem meui louvores, apciar do al-
faiale Neves.
Ada. U. Carolina esleve mullo apreciavel,
principalmente como pelit-inailre Quitcra u'a-
quella occailao o leu allcicoado Neves para eo-
tu elle ver, com os olhos que Dos llie deu, o
eolhuslasmo com que a rapaiiada a applaudla,
e cuovencer-se de que o artista amma-se com a
boa recepeoque Ibe faiein, assim como crin a
Importaucia do papel que Ihe dlslribucm.
basta por boje. Uispouba de quem muito o
estima,
tnmln 4 personal 1 .la les em todos oa seu 10:
tul lie ocumuli) da,injutica, he acto que
deve por oertu revoltar a todo o h imem d
um Oiirac3o recto.
O cordeio da Imprenta (jornal) ou antea
a niesiii 1 .ii.n-n is 1 tem, segunlo 1101 cons-
ta, derramado toda a sua bilis contra o ac-
tual contador da theso iriria de fazenda,
mas perguntamos, quaes os capiulos de
aecusasflo que se apresentnn contra esse
ompregailo? Accussm-no do prevaricador?
NSo, a probidado do Sr. Cante- Brum he tal,
que nSo sealrevem a tanto seos gratuitos
detractores. Accusarn-no, porm, de alta-
nado, do amigo do dar ordens, de intrata-
vel, de ignorante, e de quanto apraz ao re-
dactor do correio ; vejamos, porm, os fun-
damentos dt sementantes ucrusac/ies.
Poucaa pessoas ignorara hoje em Pernam-
buco quo o Sr. Urum he empregado na con-
ta luna da thesouraria da Baha des le a ida-
da de 13 annos, e que ah conttva ai anuos
de servico : ora, tenJo a thesouraria da Ba-
ha passado por diversas reformas e por di-
versas admiiiistragOes, he crivel que o Sr.
Brum, um gnorantasso como descrnve a
Imprem, nSo s tivesse sido consorvado,
como tambem promovido, atado inda em
dezembro noineii lo cnefe de sec^ao? Ain-
da milis, o Sr. Brum leccionava em s 1.1 pro-
vincia maula do cornmercio, e compade-
c-sa istocom ossa ignorancia supina quo
Ihe attribue o correio?
Se o apodo de ignorante no po le caber
ao Sf. Brum, que allias poisue couhecimin-
losalm dos que elige a loi de 4 dooutu-
brode 1831 e o decreto do 20 de novembro
ne 185U, para os lugares de fszenda, muito
menos Ihe pndem caber esses outros do al-
tanado, de amigo dedr ordens, de intra-
ta vel, etc., e nesto ponto appellamos par/i
os proprlos ompreuados da contadura, -
quem, nos consla, trata o Sr. Brum com
niHior polulez, e tsto asseveramos porque o
temos ouvido a esses mesoios empregados,
salvo algum daspeila lo a quem no po lessi
convir umchefa cumondor da lei, e que a
ia/. por isso mesnio cumplir.
Para juslilicsrdes. porm, urna do vossas
sccusai;ijes envolvis o nome Je um ho-
nem vosso aJveisario, mas dolido de ex-
e nenies qualidades: fuljamos de vos ver
render esse teslemunho so merecimento do
digno
forma de pallioia, collocadas por um novo
aystem, que produz um desagoamentu qm- I
8i1moice,itlvel. A vtlocl UJe deslii rm-\
|"barca0'S u) agoa mort he, termo m lio,
.lo 8i,000 metro por hora, calculada da
correte do Sena. Podem levar desafogl-
ilamente a bordo 00 1 assageiros, o som em-1
bargo ilisso, q mido conduzirem una carga j
completa, n3o metlerao na agoa maia de 75
Movimento do porto.
centimit'os, equsndo muilo 80
O'ganisar-so-ha esto servido por moio de
8 ombaicaijOes, de modo que de 30 em 30
minutos sai um dellis de cada extremida-
de da linlia.0 nono, chama lo de reserva,
estar sempre prompto para poder acudir s
eventualidades do semejo.-Os presos da
Vivi entrado no risa 8.
'Aracity a Ass, do ultimo porto II dias
hiate brasileiro Novo Olinda de 88 tone-
ladas, nii-slro Custodio Jos Vianna, equi-
pigem 8, cirga sil e couros; 1 Jos Jaco-
me Tisso Jnior, e 3 escrivos a entregar.
Navios tahidos no mesmo da.
; Rio de Janoiro -- patacho brasileiro Fernan-
do Viajante, rapitao Jos Ignacio Fernan-
do, cirga carv8o e couros, e8 escravos.
Rio Crande do Sul patacho brasileiro Dous
do Mirco, rapitBo Izidorio SerrBo, carga
vanos gneros. Passageiros, Jos Alvos da
Cruz e sua senhora.
passagem de urna Mtaoio i outra ser dt]iuneb~blata brasileiro Aguii brisileir
10 cntimos, e o de toda a linha 60 cntimos
porpessoa. Oespaco di linha corre-e em
urna hora.
TELKCRAPIIIA.
NSo s3o j s os francezes que hSo dn com-
mmiicar iiisUotinoimente as noticia aos
inglezes alravez do canal da Mancha. O
projecto de estabelecar outm lelegrapho
des le a Blgica al as costas da Gram-Bre-
tinha vai quanto antes realisar-se. Lemos
num acreditado peridico inglez que os 01-
i.iharos estao promptOi e que a linha ha-de
ir desde ouvres al Neuporte n3o a Oslen-
de como so principio se disse. -A imporlin-
cia desta obra sobe muito do ponto se se
considerar que ella o ultimo !o da n3o in
ineslre Francisco Jos da Silva Rites, car-
gi varios gneros. Coniiuz 45 pissagei-
ros. .,
Pira e porto intermedios vipor brasilei-
ro Pernambucana, commandaute Oltem.
Passageiros, Pedro AntuDio H.....;n......,
Francisco de Assis Pereira Rocha Jnior,
Fdusrdu Power, sua senhora e 1 escrav,
Francisco Ferreira de Novaes, sua senhora
e 3 escravos, Fr. Jos de Assumpc8o, J080
W. Sludart, Alvaro Augusto de Mnenla,
Francisco Dmelas Mundury, Augusto
Muniz HiChado, pratico, Pedro Francisco
Pereira, Samuel Viiies e sua senhora, Sa-
bino Simio ilu Carino.
favws entrados no dia 9.
terrum ma cadi de coinmunicac>s que P|rahiba--4 dias, biale brasileiro Espadar-
desde Trieste palicipara Inglsterra as no-, (e de 27 t|3 touela las, mesire Bornardi-
ticias Onega Jas da In'dia. Na lucta que ha Joso Bll, jelr) equipigem 4, carga t-
muilo lempo enlre si tem aquelle porto j roa UB mingue ; Antonio da Costa Fer-
lemSo, o o de Marselha pira obterem a pal- reri Estrella. Passageiros, Jos Tnomaz
in cas do oriente en o novo telegrapho ume- pt)|s lemento essencial para o priineiro, desle jhn Farnum, de249 toneladas, capitao
que os francozes contim com o conductor
sub marino de Calais.
No da 9 de marco llcou completamente a-
John W.Coutls, equipagemt2, carga fa-
rinha de trigo e mais gneros; a Mitheus
Auslin & Coinpinhia.
nossj comprovinciano, digno empregado -
uuhlico, honrado servidor do estado, mas'.urna pergunta num ponto distante 3.00J
limentsmos que vos quizesseis servir do' milhes, qusi 900 logoas, havia-e obtido a
competente resposla
( Do Diario do Governo de Lisboa.)
esbada a communicr;ao pelo telegrapho e- i Ave;ru .. 40 dias, escuna dioimarqueza Ge-
lectrico enlre Nuva-York e Nova Orleaos.j |un a 91 loueladas, capilSo II. Ilsnson,
O New-Xor-Times diz : oqulpagem 7, carga vinbo a N. O. Biober
Houtem. fe) do marejo de 1852.) poderam I & com janh'a.
os o.ieranos do lelographo de Nova O/leans M,ce, .. 94 oras, galera inglez Bella, ca-
couversar pela primeira vez com os soos jiao j_ ge|i( ctrga assucar e algo 13o.
companheiros de Hinover-Sireet, em Nov veio a esle porto recebar ordens e seguio
Orleans, a quem lizeram partecipa^es a Liverpool, levando desta provincia
que se respondeu no espaco de urna hora ; 0, p,ss,geiios Hermann Gaenly, Feruan-
isto he : no Ii in de 60 minutos de ter-so feiio d0 ca8rl|v, Fredenco Gaenly.
seu nome respeiiavol para fonra oulro em-
pro^a lo, o podemos assegurar-vos quo o Sr.
v F. ein nada vos aulorisou para tanto.
Em conclusao, o Sr. Brurr,, zeloso, inte-
ligente e probo, usando paia com aquelles
que oprocuram das maneiras de um per-
feto i-.ivaliii'ii o, n3o l le ter atirahido a si
esses o los, que se manifesUm por censu-
ras 18o infundadas qu.nlo violentas, senao
porque feclmido os olhos a coiisiderafas
ha feto o seu dever, mas devendo em tal
caso descansar em sua propria consciencia,
de lambem conolar-se quando se lom-
brar que nSo ne smente olio a victi na des-
ses odios! o Etm. Sr. presidente, var3o cu-
ja ssbedoria iguala sua prudencia, o IIIm.
Sr. secretario, o al hoolem o Exm Sr. ma-
lechal commandant) desarmas, lolos n3o
t" 111 sido victimas dos Correios, dos For-
migOes, el reliqua ? Na corte do imperio
mo san enfardadas as pcssois miisrespei-
taveis e dignas naa pacolilhas do Mercantil ?
l-j que igiiiliCi lisado? nicamente que a impiensa te,n-se
rebaisado de sua alta e nobro missaoEn-
tre a imprensa, diz o Sr. Sismoudi, que he
um direito e o jornalismo que he um od-
elo, existe urna grande dilTeren(a aquella
dirige a npiniSii, esclarece o governo, cen-
sura os funccionaiios p-ra servir o paiz o
lurinlis mi ludo ataca, ludo desmoralisa,
lulo ufana parn ser lido : urna exerca
COMMERCIO.
PRAQA DO RECIFE 9 DE SETEMBRO, AS
3 IIOIIAS DA TARDE.
i 01 inii:< or 11 iais.
Camhiosobro Londres: 1 27 l|4 d. a praso.
Dito sobre Paris 1 1 350 ti, por franco.
ALFANDECA.
Rendimento do I a 6. .
dem do dia 9......
76:947,418
9:613,871
86:561,319
Desearregam hoje 10 de Miembro.
Brc mericana -- Jo/in Furnum --merci-
dorjas, farinha o holaxinhas.
Iliale brasileiro -- .imalia gneros do
paiz.
Sumaca --S Antonio Vencedor dem e mer-
cailolas.
Garopeira -- LioracZo fumo e charutos.
Coriespotidiicia.
Sri. Hedaclores.
Vivando inteirsmente apartado das ques-
tes polticas que se aeilam no nosso paiz,
sempre oceupado da satisfago de DOMOl
arduos deveres n3o nos res'a temp.-, para ler,
e nem lemos nunc os jo n-es com cuj pu-
blicado a imprensa se alimenta nesta pro-
vincia, epor isso ignoramos quagi gem re
oque neiles e piblica Apesar, porm,
disso vi umi hoje importunar-vos, pedindo-
vos um limar as Columnas de vosao Mo
jornal, para ah laucar algumas palanas em
defeza de um empregado que, temi a lei por
norte, ea probidado po' tymhre, ha al ho-
ja correspondido completamente confian-
do governo imperial.
Antes, porm, Srs. Redactores, da en
trarmos em materia sejam-nus permiltidis
algumas mui breves refletO-s a respailo do
abuso que se faz infelizmente entre nos da
lber lade de imprensa. E na ver dado que he
para lastimar que por tal guiza aa giste a
mii* podniosa Blivanca,permitta-sr-nosesta
expreisio, da opmiao publica no nosso sys
tema de governo; he para lastimar que as-
slrn te desaciedito a imprensa fazenlo-a
echo de paixo -s i ni iis das ve/es mesqui-
nha, privando- daexercer o seu glorioso
papel, de directora da o.unio publica.
Ha U'i a verdade que a expeiiencia de to-
dos os dias comprova que, oque he man
pgs, eaaaim nflo era posaivel que o exem-
plo do Pacotilhaa n3o fosse seguido,
leudo ol tambem squi os muito monea e
muilo editicativos enfardamentos: ain.J,i
umsvaz, porm, laslimimos que a oppost-
cio s-sim .esconh :c.a seus pro -/rio* inlnres-
ae; que assim tire tolo o prestigio liber-
dada da imprem, a esse agento tilo pode-
roso no mundo moral ( quindo b~em diri-
g lo) quanto he q vapor no mundo physi-
co : oxala arrlpiemns um dia carreira e en-
celemos oeste ponto camioho divero do
que havemo aeguido.
Uue te censure ao empregado destellado,
ao piovtrictdor, entendemo; que e cen-
gura ao que abusa da auloridade que Ihe
foi foi conflidi, que se signalem os erros
lllhosd ignornci d'aqueile que mslser-
vem o lugare pra que form nomeados,
tambem comprehendemos, mas que sem se
Jinim laes circumstanciis, aem msis pe-
onera razao te tboctnhe, se cubra de im-
roperio o servidor honesto, o empre-ldade, tend
gado zeloto.ao que com a miran lei nlo at-1 mi
imporlncart.
Ar.1e.1t1 pelo Aisii, hiate brasileiro Novo Olin-
da, consignado a J. J.Tasso, inanifestou o sc-
guinte:
71 molhos courinhos de cabra, 250 ineioa sola,
3 fardos calcados, 144 couros saltados, II sac-
oais nohrt min-ao, O oulro satisfaz as con- co, carnauba, 311 alqueirr sal; a ordem.
Iiiu-s do seo li.iliro I Rio de Janeiro, sumaca brasileira Sanio An-
l'.-ido.- nos o Sr Bium termos tomado, ionio Vencedor, consignada a Machado ot Pi-
lalvez iiijousideradamente, sua defeza, o nhei/o, manlfeslou o segulnle:
Ibe estas poucas linhis como um tributo 2 calxfles diversas mcrcadorlas: a Manoel
Goncalves da Silva.
I i:n\oie sulphato, :i', caiaclese 111 calsinhai
cha, U calas canella, ..' volumes diversas mcr-
cadorlas, 10 ditos objeclos de uso domestico,
(3 caiidei chapeos, (id barrls loucinho, 3l0 ro-
loa fumo, Ho s.iccas caf, 830 caiaas sabao, 5
caiiau e 2 caliles rape, 1 barrica vilros, .14
11 v sditai potassa, 2 fardos algodo, 200 cal-
illas, 10 sacca leijao, lO folbas bolachi-
EDITA ES.
le uossa estima.
VARIEDADE.
AUrOGRAI'IIOS.
Quando o amor ao cs'.u lo das antiguida-
les, e a consorvc3o dos objeclos que aquel-' nha, 2 barricas farinha ; sorde
s se rtlirem augineiiln cada vez mais em
Baha, garopeira brasileira Livracao, consig-
as se referen augmenta cada ve/, mais em oania. garopeira .raiue. "p
ss. palna. julgarnus quo serao lidascom \"*f^ i^^y/^^X" '
interesse as teguinies l.iihas que recebemos 58tacca, cafi sc,a e 70 caixlnhas cb-
de pessoacom lelenle. Nellas so d* coula
da venda que ha lempo se lealisoii em Lon-
dres, de uina collecr;3o de preciosos auto-
graphos pertencontes a um inlividuo cha-
mado Donadieu. A seguinte lista dos au-
tores e piec.ii dos principaes autgrafos
batlara para dar urna idea do seu valor.
Do Joauna d'Alhret, in.'n do llenrique 4.,
lia urna carta respondendo ao convite que
so Ihe fez para ir a Paris : vendeu-se p ir 100
francos.De Alexandre 6 o, Borgia, urna e
nica carta que, segundo so ci, existe d'a-
quelle famoso papa : vendeu-se por 40 fran-
cos.De Animo, urna que se veudeu por
40 francos. Di rhanceller Bacoo. urna que
so vendeu por 375 francosDe Pomponne
de Bellievre, sobro a sua rnis.au a Inglaterra
para mercader a favor de Maria Stuanl.uma
que te vendeu por 200 francos. De Theo-
doro de Beza, duas carias que se venderain
por 140 francos De lloileau, sobre varias
obras, urna que se vendeu por 110 francos.
De Casar Borgia (suppOe-se n3o haver ou-
tra) urna que >e vendeu por 210 francos.
lio duque de Buckingham, ceres do matri-
monio de Carlos 1. de Inglaterra com llen-
riqueta Maria do Franca, urna que se ven-
deu por 153 francos.1>> Robaito Catosby,
urna carta escripia poneos das anles da ce-
lebre conspirado da plvora, se vendeu por
300 francos. -Da Catnarin d Aragao,
primeira mulhar de llemique 8 ( esCreve
a sen IrnlO Carlos 5.", depois do divorcio
daqoella com seu mando, para este se ca-
sar com Anna Bulen Juma que se ven leu
por :>-j > francos.Urna de Calhanna Parr,
penltima esposa do mesmo lleuriquaS'
^escreve a seu pai oilo dias anles do seu ma-
trimonio com el-re) urna que se vendeu
por 336 (raucos.Dd Filipe de Champagne,
orna que sa vendeu por 1,055 francos
Duas carta do poeta trance/. Chapelan, que
veodenm por 556 francos. Urna cari de
Carlos 1., n idade deonze annos ( modelo
de caligraphia J que se vendeu por 260 fran-
cos.U contracto de nntiinoiiio do mesmo
re com a infante hespanhola.que se vend -u
por 1235 francos ; e, finalmente, duas car-
tas de Carlos 2." ( sendo urna a que escre-
veu a sua inn.io no da em q ni dosembar-
cou em Douvres para ir sentar-se no throao
em 16661 que se veuderam por 600 franos
( Heraldo.)
BlRCOSDE VAPOR NO SENA.
L-se na Pan'e o que se segu :
< A adminislrar;So superior aciba de con-
coder aos emerezariot de vapores mnibus
do Sena a .. u' or s .c.lo necessana, para esta-
h -lee i- as21 esta;0es que h3i de servir en-
tre Choisyle-Roi e Asvieres. Dentro de
poucos mezes aproveitara definitivamente
Pan a grande arteria navegavel que o cru -
sa, e para o que sa estao coustruiido, sob a
direccdlo de Mr. Lenormand no Havre ,
nove barcos do vapor na forga de 24 ca-
vallos.
As dimensOes destis embrca(0et alo de
111- 33 metros de comprimentn, 4 deprofundi-
tendo 7 metrot e 5" centmetros na
ura. Al aapaa daa rodas tem a
rulos; a Jos Vicente de Lima.
1 fardos tabaco em folha; a Bernardino
Francisco de Azevedo Campos.
40 saccas caf1; a Machado & Pinbeiro.
1 ne..... I cala charutos a A. Willers.
20 saccas caf, 200 calas charutos 1 a Antonio
1 11 'i :ioi de son/1 IIiin o 11.
20 fardos tabaco em folha, 1S laceas caf,- a
M ,11.111 Jo 1 1111,11 Ramos e Silva.
50 fardos lecidos de algodo; a J, P. Adour&
Coinpanhia.
100 saccas caf a Jos da Silva llegadas.
voo cu mili is o 9 calibea charutos, 7 ditos ra-
p ; ao consignatario.
Portos do sul, vapor brasileiro Pernambuca-
na, consignado a agencia, inauifestou o se-
guinte ;
3 caiiei c a fardos; a ordem.
3 fardos; a Vilarouco.
I caiao ; a E. A. Burle.
1 pcele a Me. Galmont L C.
I calite eucouiiiiendas; a Alachado & Pi-
nbeiro,
1 calile i-ncniiiiieiid.n ; a Jos da Rocha
Paranhol.
1 caiiote encommendas; ao Dr. Joo Jos
Ferreira de Aguiar.
1 pacole eocoiiiinendas; a Sebastiao Vicen-
te L.
1 embrulho cncoinmeudas; a G-ullherme da
Cosa Crrela Leite.
Baha, hiate brasileiro Amelia, coniignado a
Novaes &t C-, iiiiinlot 11 o m>guinlo:
10 calas fateodas ; a Kostron ftaokcr & 0.
10 fardos fasendas ; a llussel llellora at C.
I callao fazeadas ; aSauvagcttC.
I caiao p]de pedra; a A. B. Ribciro de l-a-
rias.
5 pipas e 1 barrls lalnhai; a M. A. do Nasci-
ineuto.
VI saccas caf : a M. Jos de Amorlm.
8 fardos fumo: a Lluo Jos de C. Araujo.
30 1 Ol is loifi 1 a L. B. de Siqueira.
40 fardos fumo e 400 calas charutos; a M.
Tarares Cordeiro.
100 saccas caf, e 205 eslrigas de estopa; a
ordem.
6 dusias Jacaranda; a Kostron ot C.
16 calidea charutos; a G. C. di Cruz,
70fardo! algodo; aos consignatarios.
4 pipas fumo moldo ; a Meurou & C.
10 finios fumo; a Machado & Pinlieiro.
30 fardos algodo; a Mauoel Ignacio de Oli-
500'calas charutos: a Palmeirai HellrSo.
170 caias; a Domingos Alvea Matheos.
I caiao charutos, 1" talbas louca, 200 quar-
11 ol i": a M. A. dos Sanios tomes.
CONSULADOGERAL.
Rendimento do 1 a6.....4:136,311
dem do dia 9....... 1:826,252
5:962,563
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo 1 a 6.
Idemdo dia9
675,902
214,119
890,021
Pela administrado da mesa do consulado
se faz saber que no dia 12 do correte se hao de
arrematar ein basta publica porta da mcsina
seis saceos com assucar uiascavadn co-n3i ar-
robas e 2 libra no valor de 48/i40 apprehen-
didos pelo guarda confercnle M un Germano
do Ainaral, viudos das Wagoas na barcaca Lau.
ra Pernambucana, mestre Jos Francisco den
Santos, sendo cinco saceos do eogeuho Pao
Amarello e um do eogenho T.balanna, todos
consignados a Manoel Alves Ferreira.
Mesa do consulado de Pernambuco 9 de se-
tembro de 1852.
O administrador,
Joao' Xavier Cavneiro da Cunha.
Fico saber que ti da paia o concurso da
cadelra do substituto de rbetorica e poti-
ca, geographia e historia do collegio das
arlos, flcou transferido para odia K do cor-
rente as 11 horas da manh3a. O que S4 faz
publico pelo presente edital, que ser afi-
xado nos lugares do costume a publicado
pela imprensa.
Olinda 9 de seiembro do l52.-Director
interino Ur. Antonio Jos Coelho.
Odoutor Cu tedio Manoel dt SvaGuima-
1 .o--, juiz do cornmercio da primeira vara
nesta cidade do Recifede Pernambuco,
por S. M. I. etc.
Faco saber aoscredores ineertos de Fran-
cisco Custodio do Sampaio, que por esl* jui-
zo Ihe move execu(3o Francisco Jos Barbo-
sa, em vi 11 o ir da qual se procedeu a penho-
rn na quantia do lis 618,480 quo se acha
depositada no deposito publico, pelo que
hei por citados aos mesmos oradores ineer-
tos do execula lo par que no termo de dez
dias contados da publicado do presente,
conparegam nesto juizo op orem a pre-
ferencia que liverem n sobredita quantia.sob
pena de se passar mandado do levaulameulo
a favor do exequonte.
E para que chegue a noticia de todos,
mandei passar o presente edilal e dous do
mesmo loor, que ser3o publicados pela im-
preosa e atixados na prera do commercio e
ossa das audiencias. Cidade do Recife do
Pernambnco, 4 de setembro de 1852. Po-
dro Tertuliano da Cuoha, escrivao o subs-
crevi.
Custodio Manoel da Silva GuimarSes.
O illm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda manda fazer publico que em con-
formidade da ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia lem de ir p.nj 1 pe anta a
mesma thesouraria para ser arrematada a
quem por menos fizer nos dias 31 do agos-
to, 8 e 14 de setembro prximo futuro a
obra do caes do Apollo que tem de ser fol-
la por cunta do governo segundo o orna-
mento que ser franco nesta secretaria, as
pessoas que o quizerem examinar, econdi-
ciii's abaixo transcriptas ; pelo que as pes-
soas que pretenderem licitar comparecen!
nos referidos dias as 11 horas da manh3
com seus fiadores devidsmente habilitados.
Secretaria da fazenda de Pernambuco 29
de jullio de 1852. O ollicial uiiiior interino
Emilio Xavier Sobreira de Helio.
Clausulas esperiaes para a arrematarlo de
cinco landos do caes do Apollo 11a ex-
lensaii total de 475 palm>s
Primeira. Estes lmeos ser3o executados
de conformiilade com o ornamento nesta
dala apresentido ipprovar-,30 do Exm.
presi lente da provincia na importancia de
25.4478180 rs
Segunda. No praso de trinta dias serSo
principiados estes lauros e concluidos nos
dezeseis mezes.
Teroeira. A importancia des-ta arremata-
rlo aera paga na forma do artigo 39 da lei
provincial n. 286.
(juana. O arrematante ser obrigado a
fazer aquelles landos do caes da mesma
ra do Apollo iiei lncenles aos particulares
que por porlaria do governo llio forem de-
terminados, sendo-lhe paga a sua impor-
tancia pela thesouraria da fazenda, servin lo
oe base o mesmo ornamento com o abale
feito ii'arrriuiatac,io na razSo da braga cor-
rente.
Quinta. Para tudo o mus que nao estiver
determinado as presentes clausulas se-
guir-se-h o que dispe a respailo a lei pro-
vincial n. 286. Sala das .- s- -s da direc-
tora em conselho, 14dejulho de 1852. -O
director Jos Mamede Alves Ferreira, o en-
genheiro F. Raphael de Mello Reg, Jo3o
i,uiz viclor l.iealier.
Approvo. Palacio' do governo 26 do j 1
Iho de 1852.Ribeiro. Conforme. OolQcial
uiaior Joaquim Pires Machado Portella.
.. 11 llim. sr. uilicial 111 aior, servindo de
inspector da tbesouraria da fazenda provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm.
Sr. presi lenta da provincia, de 12 do Tor-
rente, manda fazer publico, que nos dias 14,
15 e 16 desotembro prximo vindooro** ira
a prsca p*r ser arrematado puraoteo tribu-
nal administrativo da mesma thesouraria, a
quem por menos fizer a obrado 20. lauco
da estrada d Victoria avallada em rit
22:663,594.
Aarrenilacao ser feita o frm dos tr-
as rute te propozerem est r- rics com cimento romiao de primeira rju,.
lidade, e doxe arrobas de zarceo: ,ls ,.,
rem.UQao coraprec.m o sil. das tesaOei
do mosmo tribunal, notdiss tcimt Indica-
dos, pelo meiodlt, oompetenlemeoto D-
E paraconsUr tristndoutiTlxar o pre-
jente o publicar peltDirio.
Soc etiri d thetourari* da fizend pro-
vincial do Pernambuco 17 de agosto de 1852.
-- secretario Antonio Ferreira da An-
iiuii'i ir.iu.
Clausulas especiaos da arremalicao.
I.* As obras do 20. lanco da estrada daj
Victoria, serSo fetts de cooformidade com
o ornamento e plantas approvadas pela di-'
rectora em conselho, nest dt (15 de mar-
cle presentado a approv3o do Exm. Sr.
presidente da provinci, tuo na importn-
ci de 32:663,594 rs.
2.' O rremlnte comecara as obrss no
prso de um mez, e concluir no de um an-
no contado di dtlt dt tssigntturt do con-
tracto.
3 A importincia desta rremtsao sera
paga em quatro preaitc6es igutes, dt ma-
neara seguinte: --1 piitneira, quando o ar-
rematante tiver feito a torc parte da obra
do seu contracto; asegunda, quando tiver
feito dous tersos dis obras; a tercein quan-
do forrecebid provisoriamente, e a quartt,
quando for dellnitivam-eute recebida, nSo
devendo effectuar-se pagamento algum, an
tes de lindar-seo primeiro semestredoexer
cicio de 1852 a 1853.
4." Para ludo o mais que n3oestiver de-
terminado as prosentes clausulas, seguir-
se-ha o que dispOa a lei proviucial n. 28G de
17 de maio de 1851. Conforme. O secre-
tario, Antonio V. da Amiuncisello.
O lilil. Sr. contador da tbesouraria pro-
vincial, aervlndo de Inspector da inesma tbe-
souraria, em cuiiiprime'iilo da 01 drill do 1-sin.
Sr. presidente da provincia de 20 do crreme,
manda faser publico que nos das 11, 15 e 16 de
setembro proilino vindouro, Ir a praca para
ser arrematado peranle a junta da lazeuda da
mesilla Ihesouraila, a qucui por menos fizer a
obra dos reparos oa ponte de Tracunbein ava-
llada em i:.'.onilil.
A irr.-.n 11 ic.io ser feita na forma dos artigos
Jt e 27 da lei provincial n. 285 de 17 de maio
de is ,1, e sobas clausulas especiaes aballo co-
piadas.
As pessoas que se pvipozerem a esta arreina
lacio coinparecain na sala das sessdes da mes-
ma juma, nos dias cima indicados, pelo laeio
da, competentemente habilitados.
E para cooslar se maudou linar o presente
e'publicar pele Difiri.
Secretaria da thesouraria da f.uenda provin-
cial de Pernambuco, is de agosto de 1852.
O secretarlo,
Antonio Ferreira tCKnnunciacao',
Clausulas especiaes da arrematarlo'.
1.a Aa obras dos cotcenos desla ponte serao
feitas de conforuildade com o orcaiueolo nesta
data (13 de agosloj apresentado approvaco
do I ah. Sr. presidente Ja provincia na impor-
tancia de ti'm.vi o.
2. Enas obraa dercrao ser principiadas no
prazo de um inri, e concluidas no de claco mc-
zei, contado! como determina o artigo 3l da lei
provincial n.2(j.
3. A importancia desta arrematado ser pa
ga em duas prcsiaedes iguaes, da maneira ae-
guinle: a primcia quando o arremtame ti-
ver 1 lo no la.I o das obras, c a segunda quan-
do estivercm todas concluidas.
I. Dor.inio a execncio das obras o arrema-
tante dar fcil passagein para o transito pu-
blico.
S. Para tudo mais que nao cstlver determi-
nado as prsenles clausulas, e nem no orca-
menlo, legulr-se-ha o que oispe a lei provin-
cial n. .So de 17 de malo de 1851.
Conforme. O secretario, Antonio Ferreira
tfAnnuneiacao',
(I lll 11. Sr. contador da thesouraria
provincial, servindo de inspector da mosma
thesouraria, em cumprimento daonleuido
Exm. Sr. presidente da provincia, do 20 do
corrento, manda laxar publico quo nos di -s
14, 15 e 16 de setembro prximo vindouro
ira a i-i i,-.i para ser arrematado peranle a
junta da fazenda da mesma thesouraria, a
quem por menos llzer, a obra de um enro-
cnameiito em frente ponte da ra da Au-
tora, avallada nm o.o.moo rs.
A arrematadlo sera feita na forma dos
arts. 24 e 27 da lei provincial n. 286 de maio
de 1851, e sob as clausulas especiaes abai-
XO copiadas.
A pessoas que se propozorem a esla arre-
inalacjio i-oiiip ireijam na sila das sessfles
da mesma junta, nos das icima indicados
pelo maio dia competentemente habili-
tados.
E psra constar so mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 25 de agosto de 1852. O secre-
tario, Antonio Ferreira o'Annuncia;ao.
os que se propozerem vender semelliantea
objectos, devein comparecer na aecreiarii
da inspec;8o no in 1 ir nlo di,pelo meio dii
e com as suas proaoslss em carta fecbadss'
li.lV.I.O
Sabbado ii de setembro de i85j.
SEXTA RECITA DA ASSIGNATURA.
Depois da ouvertura subir a sceni o
drims,
OS liniS RESEGADOS
Os papis de Samuel, Lopo da Silva, eSo-
iii' ao, serao desemnenliidos pelos irtisiai
Francisco de Sales GuimarSes e Cunha, J.
Antonio d Cosa, e B. Senn.
Terminir o espectculo com 1 comedia
em umacto,
QH
i
QUE APUROS
ou
O noivo em mangas tl camisa
Principiar as 8 horas.
Avisos martimos.
RECEBEDOMA DE RENDAS INTERNAS GE-
Rendimani4oESdol)dit.KI!AMBU.C?" 19,632 ligo." 2"e ^d. lei provincial n
CONSULADO PROVINCIAL. de maio de tUl.e sob ascl.BSUIasespeci.es
Reodimeoto do dia 9 1JS0.260 I abatxo copiadas.
Clausulas especiaes da arremalaco.
1. Ser feita esis obra de ronformidade
com o orgamonto nesta data (13 de agosto )
a.rrsriila lo a ,i|.|irovar'io do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, na importancia de rs.
950J000.
2.* As obras principiarflo no prazo do 15
dias, e ser3o conclu ls no prazo de dous
mezes, contados, como determina o art. 31
da lei provincial n. 286.
3." A importancia desta obra ser paga
em duas preslacOes da maana seguinte :
a primeira do valor de tres quartos da im-
portancia da .riein iliroo, quando se livor
concluida a obra ; ea segonda de um quar-
to, quando se el-ctuar o roc"bimenlo deli-
niti'o, que ter lugar um anno depois do
recebi-nenio provisorio.
4.* Para ludo o mais que nfio estiver de-
terminado as preseut'S clausulas, e em
seu ornamento, seguir-so-ha o quo dispOe
a lei provincial n. 286 de 17 de maio de
1851.
Conforme.O secretario, Antonio Ferrei-
ra dWimiiIli'l a; lo.
Para o Aracaly no dia i4 do
correnle,
Slho o hiato exhalarlo ; rerelin algumi.
carga e passageiros: os orelendentes diri-
jam-se a ra da Cadeia, loja o, 56, de Anto-
nio Joaquim Vidal.
Para o Rio de Janoiro, segu por estes
dias, lie-o mohecida e veleira sumaca San-
to Antonio Vencedor; para c a frote, trata-.-o com ns consignatarios Ma-
chado o l'inlieiro, na ra do Vigario n. 19,
segundo nlar, ou com o capitao da mes-
ma, Jos de Campos MagalhSes, ni praca.
Para a aliin.
O hiate Novo O'inda deve chegar estes
dias do norte, e partir para a Banii con
to la a hrevidade, pot ter o seu carregamen-
loquasi completo : para o restante trata-se
com o seu consignatario J. J. Tasto Jnior.
Passageiros sement.
Seguir para o Rio Grande do Sul at o di
11 de setembro, o patacho nacional Dos de
M 1'vo, que oflerece excellemes commodos
para passageiros : trata-se com Hallar rv 11-
liveira, na ra da Cadeia do Recife, arma-
zem n. ,2.
-- Para o Aracaty sahe com muita brevi-
dade o hiate Flor do Curoripe ; pin cirg
e passageiros Irata-se na ra da Cadeia do
Itecife n. 49, primeiro andar.
A birca iogleza Jane Ramorino, segu
viagetn para Montevideo no da II do cor-
renle; quem quitar carregar alguma carga
ou ir de viagem, para o que tem excellenles
commodos, queiram sn diiigir aoconsulido
brlannico com antecedencia.
Para a Uahia segu com toda brevida-
do por ja ler parte de sua carga prompla, a
muito voleira Garopeira Livracao; qoenma
mesma quizer carregar, uirija-suao consig-
natario Domingos Alves Matheos, na ra da
Cruz n. 52. _^___^_
Lei lao.
Miguel Carneiro,far lellao no dia sex-
ta-feira, 10 do crreme, as II horas do da,
110 seu armazem, na iua do Trapiche n. 38,
por intervenido do agnte lloberts, de ludo
qoanto existo sem lemites, assim como
oms porgan de saccas com farinha de man-
dioca, muito em conta, propria para escra-
vos, e tambem caixas com vellas de car-
oaba.
Avisos diversos.
Declarayes
e ordem do lllm. Sr. director geral
da inslruccfto publica, faijo saber que ten-
do S. Ex. o Si', presidente da provincia re
movido o professor publico da cadeira de
instruc^ao elementar da povoac,lo de Pe-
dras de Fogo para a cadeira 1 <-m-ciiada
da freguezia da Escada, esl posta a primei-
ra a concurso, o qual dovei eleituar-se 110
dia 25 de outubro prximo.
Directora g-'ial 9 de setembro de 1852.
O Amanuense archivista, Candido Eustaquio
Cezar de Mello,
De ordem do lllro. e Exm. Sr. presi-
dente desta provincia, manda o lllm. Sr.
director do arsenal de guerra fazer publi-
co que no dia 16 desto mez ao meio da, es-
rar expost venda embasta publica no
mesmo arsenal 391 arrobas de ferro inglez,
sendo 284 arrobas dt vergalhflesquadrados
do 3 polegadas, 20 arrobas em barras de 1
t|2|iolegadas, 7 arrobas em ditas de 4 po-
legadas, e 80 arrobas do farepado.
Arsenal de goerra de Pernambuco 9 de
setembro da 1852-0 escripturario, Fran-
cisco SeraOco d'Assis Carvalho.
Banco de Pernambuco.
Os desconlos de 6a II do correte setem-
bro, sSo da 6 por cento at o Imi de outu-
hro, e de 8 por cento at 6 mezes. O con-
selho declara que compra e vende letras so-
bre o Rio de Janeiro, de qual^uerquantia e
a presos rasoavei. Bioco de Pernambnco
4 de setembro de 1852 O secretario M.
I. de Oliveira.
O arsenal de marinha compra no dia 11
do crrante, duzentos e cincuenta galOes de
zeite doce do Mediterrneo, trezentas br-
--DesippareCBrim urna ovelha brinca com
urna cria da mesma cor, e um csrneiro cora
grandes malhas prelas o os chifres turados,
no dia 7 do r-orrenlo 11 ez; e forlaram un
tacho de cobre grande,no dia 2 do dito me/;
tudo do ultimo sitio da ra dos Pires que
vnlta para o corredor do bispo: quem de
qualquer das coosas dor noticia, ou levar 10
ni 11 sitio, ser generosamente recompen-
sado.
-- Precisa-se de um padeiro estringeiro
ou nacional, que emenda perfeitamente do
trafico de padaiia, que nao seja padeiro s
no nome ; aquelle que so ,1 hu uestes cir-
cunstancias o iii in; 11 a sua conduela, (Ole
dirigir-se a loja de ferragnns do senhor Jos
Luiz Pereira, sita na rus Nova, defroote da
travessa quevolla para a Cambija,que achi-
ra com quem tratar.
esappaieceu as 6 t|2 horas da nunli.n
do dia 8 do Crrente, da casa de Jos Raplis-
ta da Fonseca Jnior, na ra do Vigario n.
23, segundo andar, a sua escrava, emula,
de nome Eluvirgo, ntlural do Acarac, de
idade 30 annos, 1 miro mais 011 menos, es-
tatura regular, cilr pre(a,bem parecida,*phy-
-.11111 ni 1.1 carrancuda,ps e n.3os grosseiras,
tem um talho pequeo sobre um dos lados
do peilo, signal de cabello por baixo do
qucixo, cabollo collado completamente, do
poucos oias, levou no pescoco um fciro fe-
chado com cadeado de letras,que he de sup-
rior tenha tirado, vestido de chita azul com
flores amanillas, o outro branco, um par de
brincos de agalha azul ; esta escrava foi
comprada ao senhor Manoel Jos Ferroira
i.iisiiijn, com padaria no aterro das Cinco
Puntas, defronte do cli-l.ni/; ha tiem fun-
dados motivos para julgar-se que he acolla-
da or um ilho.feitor de cerlo sitio, ein um
dos .ugaros miis frequentes dos arrebaldes
da cidade : recommeoda-se as autoridades
policiaes e capit3es de campo a captura ; o
recompeosar-se-hi generosamente a quom
a trouxer a seu senhor.
Deseja-se saber seexisleem Pernam-
buco um menino pur nomo hustaquio, que
em agosto do anno passado fugira do uni
venda ao p da 1 .n.lic.io, em Santo Amaro,
onde eslava de caixeiro; isto pede a mJi |j"
dito menino por se ter j i-assa lo mais de
om anno e 1180 ter lido noticia delle; he na-
tural da Pa.abibi, esl agora em Pernam-
buco, e mora mesmo o p da fundic3o ,
em lauto Amaro : quem souber queira n-
mi una 1 ou uirigir-so a este mesmo lugar.
Anda se precisa singar um prela ou
preto, t-scrvo, para fazer o serviso interno
o externo de urna casa do pooca (amiba :
quem tiver entenda-se com o poleirod!-
landeg desla cidade, ou na casa de sua re-
sidencia, na ra de S. Francisco n. 8.
Precisa-se ae um amassador, para urna
padaria nos Apipucos ; a tratar naruaU-
reit n. 69.
-Alugartt-se duas moradas de CSS, com
muito bons commodos, para se passar a fes-
la, no sitio do Cajueiro: quemas preten-
der, dirija-se ao mesmo sitio.i
MUTILADO


-al

_ No lia 8 do correte, pelas bor.s da vida os irmos coi geral, para domingo 12
..,,,ili:i, deiappareceu una prota, de nielo do corrate, pelas 10 horai de nanhli, ip-
Habollu, com AOinnoi de idade, pouco mail prov.remo novo compromisio, que (om de
u menos, de altura regular, muilo magra, reger a IrmanJade.
acabe<;a chata ; levou vestiJo de chit de Alug-so urna casa terrea, com litio,
auadriis velho e J desbotad.i, assioa como na ra doMoodego, oom boa ago de heber,
out'o de ganga azul tambem velho, como tanque para tomar banho, bastiles artore-
nunl ellas embrulha em lugar do panno: dos de fruclo, bonito jardim, com multas
Lema pegar sirva-se lev>-la ra da Sen- dores, estribarla ecapim par. dous cavil-
zalla vplha n. 68,casa de JoSo Alvos deSuu- lu: a tralar oom o corretor Miuverniv.
u a quem pertence dita escrava, ou na p- -- G-fferece-se urna mulher, para o servi-
daiia da mesma ra n. 91, que ser gratifl- co de urna caa: na ra de dorias n. 17.
'.j,!,,. Q'iem precisar de urna ama, para casa
..'Frigio da casi de Antonio Alves Bar- de pouca familia, ou homem solleiro: di
boza" no dia 8 do corrento, um escravo riji-se a ra atrs do Calibouce, foja n. 23
creolo l'i norne Jos, olcial de carpin, do Quem snounciou precisar do urna ama,
mal'' ."n representa de 25 a 30 annes de pan determinar urna casa : dirjase a ru
idade' estatura rogular, grosso do corpo, das Trincheiras n. 48, piimeiro andar.
nouca' barba, rosio redondo, bombros lar- -- Manuel Alves da Costa Peroira faz pu-
cos e pc* grossos, falla muito descansada, blico pelo presente, que comprou nesla da-
leu lo as cosas autigos signaes de castigos ta, ao Sr. Antonio de Almeida liuni.io e
aue tem recebiJo em poder de outrus se- Souza, a taberna da ru di Aurora n 32, e
i'ii ore-; 1 'v'"' calc* '''' '" "" camisa nova pagnu logo a vista a lu impo'laacia, io dito
le luto'lflo da Hahia, chapeo decouro: ro- Sr. Brandlo, com o qual dever entender-
is'i is prssois que delle tivercm noticia, se, quem quer que por ventura lenna fa-
je fazem-no apprehender e mandadlo i roa zsr qualquer rrclamacflo. Ilecile 9 de le-
do Apollo, armazem n. 30, onde se pagarlo ternero de 1852.
ledas as des. Cas. OITerece-ie urna mullierde meia idide,
.. Do engenho Monte-Vidoo, fregoezia que cosinha o diario de um caat: quem
de Ipoluea( fugio no dii 9 doagosto proxi- precisar, dirija-se aobecco do Padre n. 12
nio pastado, o pardo escravo de norne Car- A nessoa que precisar de urna ama sec-
niio de i la le de 30 annos pouco mais ou ca: dirija-se ao fundo do quirtel de polica,
menos, baixo e g da, po'uca barba, cabellos carapinhos, tom Joo Querioo Vinhas, cidadSo brisi-
du'as cicitrizcs na testa das parles ltenos, leiro, ro:ira-se para a Kuropa, levando om
revenientes de couces de crv.llo, sendo sua companhia, seu filho menor Podro Lobo
urna mais visivel que oulra, e quando anda Vinhas
rnsiumi eslallar-lho a junta da porna di- Precisa-so alugar una preta, para ven-
reltl levou calca e cimisa do servico, ja- der na ra : trata-sepa ruado Collegio nu-
oo.l. de algoiaozinho azul o chapeo de mero 25
i'ilh" groan oleado I ruga-se l aulorida- Ain la existem ornamentos, na ra do
ou a quilquer pessoa particular, quo Vigario n. 15, primeii>> ndar, quem preci-
rvem-no aquella engenho a Sebasli3o sar de alguns, ou quner mandar fazer, diri-
Juaquim Patriota, ou no Recife a entrega- ja-ae a dita casa, ou annuncie.
rom 4 Domingos da Silva Campos, na ra Alug-se um sitio, que tonha casa regu-
ds Cruzes, que serao generosamente ro- lar, e quespja perto da praca : quem liver ,
annuncie.
Os regodores do altar do Sr. Bool Je-
ss dos Passos da veneravel ordem terceira
ilo Carmo desta cida le, fazem scienle a to-
dos os devotos que .-silbado II do correnle
Loteria de Nos-a Senhora do
Rosario.
O bilhetes desta loteria, acham-
3.
brigado na forma da lei. O senhor Barhosi
com isso, visto como leve lugar o depos
* a vanrli nna l.inr >n>u iri nnnnn. em ''monto como permita o do l
se a vend nos lugares ja annun- gd 399 ,,0 reRU|a03enio n. 737 de 25 de
osito
arfl-
ciados, o respectivo thesoureiro ,
roga aos amantes deste licito jo-
go, que con corra m a comprar os
bilhetes, para que as rodas andem
no dia 3o do corrente.
. -Alugam-se os segundo eterceiro andares
do sobrado di ra da Cruz o. 18, com com-
modos para fami lia: a tractar no armazem
do mosmo.
I'reciaa-se de um prelo, ou preta, que
saiba cosinhar bem, da-so boa paga : quem
estiver nestas circumsiancias, dinja-sc a ra
da Cadeia do llecife n. 51.
Antonio Luiz da Silva participa ao pu-
blico, que mudou seu nome, para Antonio
Luiz da Silva Sanios, por haver oulro de
igual nome, e para constar fez o presente.
a ra da Senzalla Velha n. 126.
Apromptam-se jautares e almocos, por
preco comino lo, com asseio e promptidao.
-- O annuncio inseriJo no Diario de 6 e 7
vembro de 1850.
-- Precisa-se de urna ama para cosinhar
o diario de urna casa : na travesa do Corpo
Santo n. 29,
-- Aluga-se a casa e sitio, na ra Impe-
rial, junto a fundicSo do Sr. Leal, casa no-
va, muito fresco, com commodos para gran-
do familia o por preco commodo :' a tralar
na ra do Crespo, Iota n. 16.
I'reci-a-se lugar urna ama do leite: na
ra da Cadeia, confronte ao theatro de S.
francisco n. 8, junto ao cartorio.
Interesting to finglish Lidies.
Bourgard, io 1 ho ra da Cadeia Velha n.
I5,has received from Cngland Superb Work
boxes with all requisites forembroidering.
Loteria da matriz da Boa-Visla.
^
' Tendo-se justo e contratados compra
Jos Teixeira Basto actual the-
soureiro desla loteria, avisa ao res-
peilavel publico, que a mesma cor-
re iinpreterivelmenteno dia aC de
uo corrento, nao se unten le com o Sr. Jlo I. ,
francisco dos Santos, caixeiro no Forte do outuDro do corrente anno, nocon-
"atio- sistorio da dita matriz, e se con-
WfW?VW*:fff?f;5 tinuar a influencia dos comprado-
s> axei '"."' ^./faV. 5 "'s > correr no dia < do mesmo
'* 2 me1, ^s bilhetes acham-se a ven-
* HOMEOPATHICA, -da nos lugares j annu nejados.
fez penhora na dita quantia e trata de a le* to sitio da Conceic3o dos Mdicos, na pr.i
vinlar, sendo que o aniiunc.aiile nada tem Idjfaog, fregoezia do Maranguape, que an-
tigarneuie pertenceu ao Uado vigario i-
Goianna JoKo Carlos de Mello e A'sujo, 1
pouco lempo io lenhor J L. Innocanci
i'ogges; roga-se que se alguem se julgar
cum direito so dito sitio por qualquer titu-
lo, baja, do publicar por osla fulha, no pra-
so de 10 das, e de comparecer na ra do A-
l'ollo n. 15.
-- (uem precisar comprar, um casal de
escravos, ja de idade, muito proprios para
ira baldar em sitio fra da cida le : dirija-se
a ra da Ca lea Velha n. 33.
i' i.i se pasar a lsta.
Aluga-se tim'bom sitio no logar do Cor-
deiro, 1 margem do Cipibaribe, com boa
casa, estribara para tres cavallos,casas par-
preloso feitor, pomar e jardim, assim como
haixas com capim, e muita ortilir;a : na rus
do g.leonado n. 30, segundo andar, ou na
ra da Madre de Dos, armazem de barroca
& Castro.
Vida de Franklin.
Sahio a luz a vida do doutor Benjamim
Franklin, escripia por elle mesmo, o conti-
nuada e concluida por seu amigo o doutor
Studar,traduzida do inglez por um penam-
bucano : Vende-se a 1,000 rs. na livrana n.
6 c8 da piara da Independencia.
geral, tirando as carias ou pedras que tanto
is damnifica o coopera pan o meo aliloda
bocea no sendo tirado; ha dez anuos que
i aniiuncianle exerce la proflaslo nesla
oldade, eos muitos exemplos que tem dado
nesse longo lempo ser quanto basta para
finotlr sua residencia ni rui Nova n. 19,
oi'iioiru anJar.
Compras.
compensados.
A negocio de interesse se faz preciso
fallar com os senhores Guilhermn Pinto lien
riques, francisco Xivier Carneiru da Cunha
Cimpello, Joaquim Xavier Carneiro da Cu-
nhi, Jolo Mauricio Cavalcanli da Rocha principia o .-ctenario do mesmo Amorosis-
lVande llantas de liveira, o Antonio I, de Miran ia: Deum. sendo o i regador da vospera o mui-
no aterro da Boa-Visla, sobrado n 17. ,1o reverendo padre Leonardo Jo3o do Gre-
(Inrreio 8.lla rest" muito llvm. padre mestre pro
' ,' ,......,. 'viudal Fr. Lino do Monto Carmelo, e do Te
Rog.-se encarecidamente a prssoa que li- |)oum |lvm dro meslro Jo3o ,;,.
m urna carta do correio solare 0 n 49, com x ||eadOOe.
" nome do Joso Cardoso da Silva Pintn.vn- I' *
da agora por este vapo e presumindo-se (.ABIlNKTE I'UTUG UEZ DE
Iraz dentro dous meios bilhetes da loteria | L'iTIll \
do Rio de Janeiro, o favor de a mandaren- LCiiiun.1.
iregar i seu proprio dono, na ra da Cruz Por orlem di dir-ctona se faz publiclos
do Hecife ii. 28, segundo andar. Sr. socios do gabinete portuguez de Icitu-
A pessos que annunciou nos diarios n. ra, que se acha este estabclecimento no pri-
iOOe 201, precisar do urna mulher para go- meiro andar da Casa da ra do Colegio n.
remar urna casa em quanto o dono esta ati- 5, podendo sei frequonlado diariamento
sent, sondo que ainda precise, p lo diri- das horas da tarde as 9 da noite.
rieir-sea Iravessa da matriz da Boa-Vistan.! Boa Ventura da Silva Vinhas, relira-se
32, que ahi achara com quem tralar. para o io Crande do Sul, levando em sua
- Lava-se e eugomma-secom toda a per- companhia o sen escravo Luiz, creoulo de
leicSo, por commodo preco, calcas e jaque- dade 20 annos pouro mais ou monos.
las, a too rs.. camisas, a 80 rs e eoletos, a Joaquim Das Canto.subdito portuguez
60 r ; naruado Rangel n. 4G, loja; e toda retir se para Marei.
qusliladode roupa por commodo prego. -- Ensina-se a fallar e traduzir o inglez
OITi-rece-.-e um rapaz de boa conducta, correctamente por um metliodo facilimo de
ptri Caixeiro de cobran<;a, do que tem bs- comprehender: na ra da Gloria n. 83.
tanle urlica, com pequea porcenlagem, Os baixo assignados, fazem selente o
dundo fiador a sua conduela: quem preci- publico que a sociodade de Braga & Compa-
rar atinuncia para ser procursdo. nhi, no armazem do mcmes da ra do
-Quem tiver e quizer venier um carro Vigario n. 1, esta separada, por ter compra-
americano de quatro rodas, em hom uso, do o socio Braga, a parte do socio Azevcdo,
lateado, leve, porem forte, dirija se 4 prea c^ndo a cargo do socio Braga as dividas ac-
u rin Joaquim Jos l'crreir, no Forte do '-ivas o passivas ; por issu qne desde ja ne-
iiliiiina responsahilidado lem o socio Aze-
vedo a>Jo9o Leite de Azevedoe M.nu'l Ig-
nacio de Oliveira Braga
28 RA DAS CHUZCS 28, -4g
Dirigida por um pharmactvtico **
approvailo.
Esteestsbelecimento posiuetodos
os medicamentos sl agora experi
:&
mentados, tanto na Europa como no
^ Brasil,e proparados pelas machinas
4
da iiiv.'n'.in do Dr. Muro.
Carleiras de 12 tobos al 160, por ag
precos variaveis, conforme a quali- *
uadedas cixas, a quautidade dos re- "*
medios e suas dynamisaces. ^3
Tubos IfulfOl (cada um) 1/000*
Tinturas do todos os medicamen-
ii bacharel Vicenie Ferreira Comes
mudou seu escriplorio de advogacia, 4
para o largo doCullegio, casan. 6,
primeiro andar. a)
a1ii)Aldl)lfij)AakAAftBAa
JIAML B l)R. JAHII,
TRAOZIO EM POIlTUGUr-Z.
i6,ono rs. de assignatura.
Sahio a luz oprimelro vulume desta obra,
a melborde todas em seu genero : o nico

DAVID VVII.LIAM BUWMA.N, engenhei-
ro machinisla e fundidor de ferro mui
Vespeitosamente annuncia aos senhores
proprietanos deengenhos, fazendeiros, e
ao respeitavel publico, que o seu estabele-
! cimento de ferro movido por machina de
vapor, na ra do Brum, passando o chifa-
ri/, contina em eflectivo exercicio, ese
acha completamente montado com appa-
relbos da primeira qualidade para a per-
feita confecfSodas maiores per;as do ma-
chinismo.
Habilitado para omprehender quaes-
BA(B I .. I .... ...I., I i ,i I \\ i il'i
, verdadeiro livro, por onde se podo estudare
WMM'&fnftuirT* 1 Pralicar a """"oPalhia. Est ntidamente
AtiAH-ae. oitAiwiAMt.Mb paraospobres.todasasreceitasque^ aignaes que conlm o original par denotar ?uer obras da sua arle David Williarn
* *.P* i ^. i''i'i'i l'i'^'^I *Lr2f*S8,iT--."? adifferencadovalordossymplomas. jBowman, desoja mais particularmente
^^&&6%mm&:6mmmil!&%&fl Conlin. aassigiiaturanoconsullo'ioho-'cham"r attencilo publica para as se-
meopalhico do Dr. Museoso, onde os senho-Kuintcs por ter dellas grande sorti-
res assiguanles pdem mandar receber os; ment ja promptas, em deposito na mesma
seus exemplares I fun-li^ao, as quaes construidas eiu suata
No mesmo consultorio ha lodos os medica-' "rica pdem competir com as fabricadas
menloshomeopathicos VEHDAOEIROS; as-jem paz estrangeiro tanto em preco
sim como ricas carleiras, t reformam-selcomo om qualidade de materias primas e
quaesquer boticas, cujos medicamentos se- m5o d'obra, a saber :
NO\OMAM,AI. de medicina homccopatliica ,",, .,, ou uerridoll
pelo Dr. JAIIR volumes, com a Va.ho- .. 0 Sr ,0, do8 San,os A ,,, y4
gnesis deS40 raed cimenlos 14,000 p,gsr t7,000 rs que deve na nlaria dosCoe-
Doulrma e tnUo.ento das n.olestiaschroni- Tbos, que em quanto nflo o lizer vera sem-
pre seu nome nesta folha.
O abaixo assignado, chegado ha pou-
ens dias da Europa, tem satisfago de an-1 senas
Manejos independentes para cavallos.
Roilas dentadas.
HOMEOPATHICA.
28 RU.\ DAS CRUZES 28.
cas, por HAHNEMANN, 3 volumes 20,ono
Retrato de HAHNEMANN 5,000
Manual de medicina veterinaria homceopa-
thica, por Gunlher
llomceopathia domestica
Machinas de vapor da melhor cons-
truccSo.
Moendas de canna para engenbos de
lodos os tamanhos movidas a vapor por
agoa, ou animaes.
Rodas d'agoa monillos de vento e
Compra-se, no pateo do Cirmo, venda
n. 1, um oratorio, em bom estado, que le-
uda 4 palmos de altura na entrada.
Gomp'a-seuma cachorra, porm que
leja atravessida : na ra da Roda n. 52, se
lira quem compra.
Compra-se urna barcaca quo leja bem
construid, e pegue de viole a vinte quatro
Otitis; na ra do Vigario n. 20, segundo
andar.
Compra-so rczina de angico, e casca do
mesmo pao : na ra do Vigario n. ti, |pri-
meiro andar.
Compra-se urna escrava, de 18 a 95 an-
nos de idade, que saiba coser, eogommar e
cosinhar, sendo figura que agrade, pagi-ie
bem : ni ra do Vigario n. 19 segundo
andar.
Comnra-se, no pateo do Carmo, venda
n. 1, um missal usado, porern em bom es-
lado.
Comprim-se escravos de amhosos se-
xos, do bonitas figuras, dato a 25 annos,
lano para a provincia como para fra, pa-
gam-se bem : na ra da Cacimba h. 11, 00
de morou o finido vigario do Itecife.
Compram-se garrafas va-
sias : na traversa da Madre de
Dos n. 4 c (i, c na Fraia de San-
ta Hita, restilacao de l' ranea &
Companhia.
-- Compra-se urna preta, que saibi en-
gommire cosinhar bem, o urna negrinha de
12 a 14 annos, que tenha bonita figura : na
ra do Amo'im n. 25.
Comprim-so escravas mocas e d bo-
nitas Mgu'asuma que iave|e engomiiie per-
fetamente : na i lia da Cadeia do Recife, ar-
mazem n. 12. ____________
Vendas.
v'nnn "unciar ao respeitavel publico, ca seus en-1
non tlgos 're8uezes> 1ue 'rouxe ricos desenhos]
non de obras de marcinoria, assim como algu-i
HeUo, que all encontrar com quem trate
dou'^oeio em questao.
- O Sr AOIOOIO Jos de Oliveira tem urna
carta, viuda do Maranh.lo, na ra da Ca leia
do Recife n. 12.
familia,que saiba fazer todo servico de por-
- Pr.cisa-sc, na botica de Barlholomeu tas a dentro, e quo mo tcoha quem a visi-
Francisco de Souza, deum ofllcial de pbar- le: quem esliver nestas circunstancias, di-
macra, q..e Icriha pralica na ra larga do rija-se a ra das Cruzes n. 35, primeiroan-
ozario numero 36. dar, que tem venezi.nas.
- Faz-se qmlquer IransacQSo, com 8 le- Antonio Jos Lisboa de Oliveira e Eran-
Iris, que o actual rendeiro do engenho Bar- cisco Jos di Silva, fazem scienle a quem
baldo, na comarca do C"bo, acceitou em convier; que tem contralado com o senimr
1817, valor das bemfeilorias do engenho Jos Pereira de MagalhSes Bastos a compra
Trapiche de Ipojuca, e supnmentos felos a da taberna, sita na ra do Livramenlo n. 38,
esle engenho, estando seis vencidas eduas e nSo se responsabilisam por qualquer divi-
i vencer em 1853 o 1854, principal e juros, da que o mesmo senhor Baslos estej a de-
at 8 do correte, 16:011,790 rs.: quem p're- ver, para o que fazem o presento annoncio,
tfiilcr, dirija-se a ra do Hospicio a Jos ten Jo os anuunciantes do gyrar debaixo da
Marques da Costa Soares. ,rma Lisboa Ai Silva.
II ahavn auiiu>ln la* sr_ Na rua d"s Agoas Verdes, sobrado de
U BOalXO aSSIgnadO laz SCI- um |DdirtU( da.sc bolosdev.,ndagema
ente ao respeitavel publico, que 80 rs. a pataca, e arma-se bandejas com
em sua loia de ferr igens, na na n,uit0 6"st0 perMcHo, por menos prego
. ,. > doqueom outra qualquer parlo : rumos
oo gueimado, junto ao neceo ua Dl Pasa feodemse tres barns do botar
Congrega95o n. 37 A ; na mesma aceito de carrapato
man. 19, lojn de Joo Baptista Ao publico.
Rodrigues de Souza, e na praca da NeruadoColiegio, botica n.is.continu.-
..o o i i se a vender as verdaiieiras e bem conceilua-
lndcpendencia n. S-j e jq, loja de dai piluias pan bobas, cravos seceos e do-
Memonal do medico homrxopalha 4,ooo d-obr"e marcinoria, assim como algu-, Aguilhes, bronzes e chumaceiras.
O medico homceopalha das enancas 1.000 mls m,chinas para molhor desempenho de! CavilhOcs eparafusos de todos os ta-
Irat.mento humtBopalhico das molestias de ,, ,rt, in5oncillle ju,ga deSnecessa- RE.
cZXXaXZeTo\T0ZTJ Imo '"** provincia,'e hoje mais qaejTo'nhOl de mandioca, movidos a m3o
Elementos dei hSmMMlhla Mr^Let^ ,:U"Ca n3? relen<,0" na, por GOSWtBi- dBSeus collegas; esta mais habilitado que chapasdo fogao o frnos de farinha.
moni
unan ""' "v"'' *"'-o*' .-"*" << i" cuspas
, '. osles sobro o modernismo, vislo que o an- cinni .........
Tr.tamento bomoeopalhieo das moleslias nijnr,llte tendo-se au,outado d'.qu, a mais de^
venreas, por t,osset Bimoril 1,000 de Ulll I|n0i prcgou lodo esse lempo
U c iiirliMa >oltisli ,iio de em fazer um ostudo particular sobre os no-
Aquino Ferreira avisa ao resnei- Wfioateii oe obras do marcinoria spresen-
--o i li l","> ua exposigao universal de Londres,
-- Precisa-se do urna ama para pequea tavel publico, que paga em COntl- onde eslev), alm de oulras capitaes da Ej-
" nente os premios da decima lote-!ro'. P"". Lisboa, &c &c. o annun-
, ,. i. oanle so aoha acapacilado para Igualmen-
na,a cnelicio do tliesotiro publ- t,, empreenderquaesquor conslruccOes de
co, na prora da Independencia n. edificios, faz esca lis cir,cuiar, oval eoutns
, (r i j ii aue servem para subir-se por um lado e
l3e l5, loja de calcado do Aran- ^scer-se prr oulro. Avista, cois, doex-
tes, e na rua da Cadeia do Llecile (pendido, o abano assignado epera mere-' p
i err a rplin.rSii Joflo Fredarirn Schrooder pelos senhores que so dignarem de azer-
ber : em quartos, 5561, Wooil'SSSLmJmSSSSS^SESSmm "'e ncommend-s .prov.ii.ado.occ.-
torneiras de forro e
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho ,
movidas a mSo, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e do para Tuso.
Ferragens para navios, carros e obras
publicas.
Columnas, verandas, grades e portos.
Prensss de copiar cartas e sellar.
Camas, carros do mSo o arados do fer-
ros, etc ele.
Alm ila superioridade das suas obras,j
conhecida David William
a mais exacta conl'ornii-
de rs.
Porto & Companhia. oram ven- res venreas por mais antigs que sejirn,
.i f Cujos bous effeitos cunfessam lodos que ilel-
010.08 os premios segninles, da de- jJS lem fP|0 uso, e que al o presente ain-
Cima loteria do thesouro publico da n:lo lallunm ; he preparacSo lo falleci-
i o- i i i do pliarm.ceulico SebasliHo Jos deolivoira
do KlO de Janeiro: 10:000,000 de M.ccdo,ea aever.de nicamente nesto lu-
TS., em Vigsimos, numero l65o; gar; aonletamhem exislem duas obras de
Almeida para vender, sendo um tratado de
mil iiumnco 's, e medicina operatoria.
-- (iilono do bonito cabrjolet usado, j
annunciado por esta folna, tem adiado por
lie 220,000 rs. e esla resolvido a da-lo pe-
los 250,000 rs.: a quem convier para passar
as Testas, falle na loja de chapeos de sol, no
1:000,000 de rs em vigsimos, n.
4Bi4 200,000 rs ,em quartos, n.
!fl\G; em vigsimos, 11. 276, i4i^:
100,000 rs., em quartos, n. ia3o,
i388: em vigsimos, n. 874,087,
s.e c aterro da Boa-Vista 11. 22,que se Iho dir ou-
479a ^979' e ""tros muitos pre- de existe. Adverlc-se queiem lodosos sous
mos me 1
ha um
excellunle
, i65o, 10:000,000 de rs. ;
4f>7, 1:000,000 de rs. ; 2169,
100,000 rs.; 2176, 100,000 rs. ;
3414, 300,000 rs,; 2076, 200,000
rs.; 3161 200,000 rs. ; 3ij63 ,
100,000 ra.; 4^55, 100,000 rs.: em
oitavos, ii5y, ioo,ooors. ; 3^3i ,
100,000 rs. ; 3436, 200,000 rs. :
em vigsimos, 3795, 100,000 rs.
Troca-se urna linda imagem da Se-
nhora do Kozario, de dois e meio palmos de
altura, por seu dono ae retirar para forado
Imperio : na rua Nova n. 26.
- Precisa-se alugar urna preta quitan-
deira, paga-se 10,000 rs. mensaes por mez,
com a responsabili lade deseu senhor : na
rua de Santo Amaro n. 28.
O abaixo assignado, tem justo e con-
tratado a compra ua casa, sita na iua da
praia de Santa Bita n 56, com D. Marcelina
da ConceifSo Aniorim : quem se julgar com
direito a mesma casa,dirija-se rua do Ban-
gel n. 44, no praso de quatro dias.
Jos Leonardo.
Precisa-se de urna ama de leit, forra,
"^^##PeajJa|aj}ej)
Joso Anacalo, dentista e sangrador C4)
para agradecer aos seus numero-
avisa ao respeitavel publico, que mu- "Os amigos o Ireguezes a preferencia com mono1 .ndar.
lilil lilil Hlilfi 1.Ka ni un hi\n ril.lil II *.li-k.('_ 1 ..a<. Bilhetes do liio de Janeiro.
aos 20:000,000 de rs.
Nalojademiudezasda praca da
Independencia n.. 4 vendem-se
billietes inteiros, meios quartos,
oitavos e vigsimos, a beneficio das
obras da igreja matriz da villa de
Itabira, que correu no dia 28 de
agosto; vem a lista no primeiro
vapor que chegar do Rio.
.- Vende-se urna carroca, em muito bom
estado: na roa do Cio, cocheira do Sr.
Haooel Joaquim do Bego Barros
Vendo-so no sitio, Pasiagem do Arrom-
bado, um mo.nho para moer milho, arroz e
rafe etc.,e tambem dous garrotes lllhos llalli
mesmo: quem isto pretender dirija-seio
mesmo sitio.
- Vende-so urna negrinha, creoula, de
14 annos, muilo bonili, e bem cducada.que
cuze, o faz mais arraujoi de casa, bem pro-
una para aconipanhar urna menina a esco-
la, e urna preta ver.la leira do rua. cosinhei-
ra e livadeiri ; a priiiieira por 680,0n0 rs.,
o a segunda por 560,00o rs isto por dar
conla de venda : na rua l 35, nn le se recebara escravos de coraoiissSo
para vender.
Vinho de Li.sboa
Da melhor qualidade que apnarece, ven-
de se em barril de cinco em pipa: na rus
Cadeia wina n. 46, escriplorio de Augus-
to C. deAbreu.
Cal virgem de Lisboa
Chegada ltimamente, vende-se na rua
la Cadeia Velha n. 48.
Vende-se o hiate Caprichoso, de 35 to-
ncadas, novo, muito bem construido e de
ptimas madeiras, promplo de ludo a seguir
vigem : Irata-se na rua da Cruz n. 34, prl-
dou a sua residencia para a rua larga
O do Bozal io, bairi'O de S mo Anin i o, 4
o primeiro andar ti. 35,por cima da loja 4
0 de uiiudezas do senhor l.o ly, i......lo dj
a se acha prometo a ejercer as tune- *)
f/ fes da sua arte; das 9 horas da ma- %
nli3a as 6 da larde, como coslum ^
i #*# *e#ate
(jabalo assignado, leudo a vender ni
Tui.emuin ttboleiro, o seu caixeiro Jos'
Sabino de Oliveira Jnior, o qual tem 20 a
122 annos de iuade,meia estatura, magro.fal-
la descansada, natural do MaranhSo, e a fa-
milia exisle na capital do Ceara, este ausen-1
tou-se no dia 28 do mez prximo passado,
deixando o labuleiro vasio em poder do ne- [
gro que o carregava, e ha noticia de haver
quo teiu sido por ellos honrado, e asse- Vndese una negrinha muito linda,
i gura-llies que mo poupara esfurgos edi- do 16 a 18 anuos, que engommi bem, ooze,
ligcncias para continuar a merecer a sua faz lahynntho, ocojinha de f.igJo e d for-
conli .ni.'.i. no, lem bstanlo leite para criar, porm s
so vende para lora di provincia, ou par. o
mato ; tres ditas que engommam bem, cosi-
l \ | e Ja^*~~'B n,lain e fazem todo o mais servico; tres os-
la L n3 U* 1 ^
rl maTaa dor do assucar, sem vicio, o que se aliauca,
um casal de escravos va|hos, iions para si-
tio por serein bous tnoaldadores deeuxa-
da : na rua larga do Bosario n. 24, segundo
andar.
Vende-se o lerceiro e quarto volumes
do Panorama : na praca da Independencia
n.12.
Vendem-se a alambiques C, Starr & (Jompanbia,
manufactura, e que para ni.iior comino lo

so em
mesmo conduzi. no tabuleiro.
Firmo Candido da
Coostando-me que a
nome Gertrudes, nacSoan-.,
nooi. cor muilo prel, olhos grandes, pos, Ir* do arsenal de m.rinha, um
Vendem-se 2 bombas de rc-
Slivein Jnior. 'dVseus numerosos froguezes o do publico .nlcuo que botam agoa no segun-
1 minha escrav.de em geral, lem1 .bem, e,n un. dos grandes I
ngol. de id.de 26 .rmazens do Sr. Mesqola na rua do Brum, do andar ae urna casa. Uati-.sr.
na rua do Queimado, loja de fer-
ouesc.v. : no amigo becr-o doSar.u.tel, 1 e ma,' eqUB 11S, estalura bal, disd'eita-, Deposito de machinas,
hom lravesa do .armo. snhraim n tfi Mr. ,r \ ... _. -. .1 ... .... .... ._..
hoje Iravessa do Carmo, sobrado n 16, |de
dois andares, cor de chumbo. No mesmo
tem para se arrendar, pelo lempo da fest) ,
urna cas no Poco da Panella.
A pesso que annunciou precisar de
urna mulher de inei. id.de, para lomar sen-
'miii's. Convida pois aos ippa'elhoi quisinovos; n. dita loja
posadores a virem receber os di- ^.^Jf."^^^^ "C
los premios as referidas lojas I revine-se aos vendedores de bilhetes
"lie sao narros r-m mol i nenie pm da decima loteria par. indemnisacllo do
1 oa [ayus em toniiin.iHt. .it.ni thSUUI0 pu|,|1C0 d0 Itio de J..neiro.que coi-ltido um. casa, em quanio o dono estiver
descont algum ; o mesmo tem reu no dia isdeagoslodo l852,quen3o pa-! ausente : dirija-so .o paleo da Sania Cruz
IDOsto a venda, aos baratos nre- "uem os dous quaitos n. I850e2ii4, por n. 8, junto a botica.
, i isso quo foram perdidos: pede se a pessoa | -- Precisa-se do urna ama lorra para casa
tos abaixo, uas ditas lujas, os seus que os achou, querendo restituir, dirija-se de pouca familia! em Fra de Portas n. 40
milito afortunados bilhetes meios avena da ruadaSania Cruz n. 5 do bairro| Precisa-se alugar urna ama, que lenha
.._., da Bo.-Visl.. junio a ribeira, que ser gra- bom e bastante leito: a tratar na rua Velba
garios, oitavos e Vigsimos, da tJ(icl,do, sendons seos legtimos donosos'o. 26.
loteria da Matriz de Itabira, que'senhorcs Antonio Joaquim Ferreira Feiris.j Lava-se eengonama-se, com muita per-
rlevia Na cidade de Goianna, rua,'oan isv
,-,. jil" Francisco Custodio de Sampaio, vendo
do Amparo n. 4, librica de clia- no d.rj0dehoje, 6desUeubro, um edital
neos de Antonio de Souza Mari- do senhor juiz do commercio d. primeira
', ..____________: vara, pelo qual sSo citados os seus credores
nho, vendem-se chapeos enverm- jnce;tS> p"1,,, opp0rem a preferencia que
sillos, para pagens ; ditos Irance-Jliverem a quantia ue6l,480 rs., que se.cn.
, ,i. mpll.n,. nnalirlarle falirira- n0 deposito publico, onde fr. penhor.d.
zes, da mellioi quaiidaae, laonca |por execucaoitoaeil|lr Frncisco JosB.r-
dos no paiz, por todo preco ; de bosa; o.i.reci.ndo muito sua reput.cao,
nll>a r\n 'liilv p americanos, do endo que t.lvez par com as pesso.s, que
pama ao muy e ainericuno, uu0 n3o conneCBin> |he resulte desseedii.l al-
melhor gOStO ; ditos de castor ras- gum desar; apressa-se em i-onimunicar an
nado, pata homens e meninos I respeitavel publico, que tendo aceitado urna
I r ,, i lelra mercantil ao senhor "fuo Manada
com enieites, de copa alt > e Daixa, Seixas, quando esle negociava nesta pr.ca.e
bonets para senhora, homens e h.vendo-lhe si lo exigido su. importancia
' i,] ii i no dia do veocimento pelo senhor Barbosa,
meninos, de todos os modelos, io- a quem fr. indossa i*, e a quem nao pode-
do SQ/timento da melhor qualida-' ra pagar em consequencia do curador fiscal
, i______._____ _|_'d casa fallida do senhor Nuno terembar-
de, que ha nesta praca, e pelo g,duemsua mg0( por m,nd.,i0dojuiz do
menos preco que nella se vende, 'commercio da segunda vira, requeren p.ra
Desapparceu no di. 4 do corrente d. recolher nodeposilo publico .referid, quao-
poit. d. vende do senhor Lima, n rua No- lia de 618,480 rs. importancia d. letr.,0 qoe
va um burro c.xito : pessoa que o liver fez no mesmo dia do veocimeoto com cila-
aciado, quiira ir entregar no engenho S. co, tanto do curador, como do seobor B.r-
Salvador, ou na ru de Hortas n. 114, que bosi, pira aer levintada por quem direito
ser bem recompensado. .tivesse, flc.ndo assim o annuociaole deao-
,l.i na frente do lado .! cima, e peilo del construidas no dito seu eslabelecimento.
ragen
s li.
Vende-so um cirro de 2 rodas, em bom
pombo; se emcaii.innara h quasi dous me-; All .charao os com radore um comple- 9nus arrjos novos. ,,',,. ,
zes par o engenho de fragoso, aonde a di- to sorlimenlo de moendas de canna, com "'jr, unto a cadei
devia correr a 18 do mez passad
er[tie espera-se a lista pelo vapor
u" Ruerra Amazonas, ou Alfonso,
"odia 12 ou 13do corrente.
Bilhetes inteiros
Meios
22,000
I I,oou
VUartos 5,5oo
Oituvos 2,800
'igetioaoi i,3oo
Antonio Jos Rodrigues de Souza
Innior,
- A possoa que annunciou, urna mulher
oeniPia iaje, par. tomar conti de urna ca-
''deama: dirija-se ru. Velh. da Bu
Boa Vi -
tatir.
la n. 125, que achara com quem
.'.' Boga-so ao Sr. Jos Concalves Ferreira
avi, o r-vor de dirigir-se a tua da Ca-
" ao Recife, loja n. 5t, a negocio de im-
portancia.
.. I'reclsi-se alugar, para cas. de fami-
' ura. escrav, que saiba engonimar : a
"tar na ru. Nov. n. 50, segundo andar.
- Oescriv'da irmandaae de Nossa Se-
noori di CooceisSo da OongrrgifBo, con-
l. escrav. Gertrudes dizi. ter um. comadre todos os melhoramentos (alguns delles no-
; pela pego ao Sr. do dito engenho que' vos e originaos) de que a experiencia de
Vende so um negro, de n.cSo Congo ,
exeellenlo truhalhador de enchad, com 35
porf.vor, no eso d'ellalhe aparecer no seu muitos .irnos lem mostrado necessidade. j rua do Sol n. 23, segun-
eogeuho ; que ma mando pegar e rcmelter-' Machinas do vapor do b.iix. e aitapres- _j.r
me, a casa de minlia residencia na ruada s3o, tachas de todo t.m.uho, Unto batidas, ., .
Aurora n. 52, pagando eu, s necessarias como fundidas, carros d mo, e ditos para l ara liomein.
despozrs, de cujo favor Ihe ficarei obrigado.; couduzr formas de assucar, machinas para Vendem-so sapatos de marroquim fr.n-
Adverle-se que a dita preta fui escrav. do moer man nuca, prensas para dito, fornos rez, para homorn, a 800 o 1,000 rs. o par: no
finado Joaquim da Lingoeta, e comprad, em de ferro batido para farinha/ rulos de fer- aterro d. Boi Vista, loja n. 58, junto aose-
icil.io publico qu i mandaram fazer os her-'roUa mais .nprovada conslrnce.lo, fundos leiro.
deirusdo mesmo Joaquim da Liogoeta pelo [ p.r. alambiques, crivos e portas para for- -- Vende-se um carneiro bastante gnn-
correlor, oSr. oliven a, e dizem que se tem o.lb.l, e urna iolioidade de obr.i de ferro, de, muito manso o caado, proprio para se-
visto tambem a refeiid. escr.v., na ci.I.da q aera infadonho enumerar. lim, ou cirnnho de menino, por Jt ter para
deUlindi, e no mesmo lug-r nos Arromb.-1 pj0 nosnio deposito exisle urna pessoa in- isto servido: na rua d Alegra n. II.
dos em cert casa que ser logo corrida ehelligenle e habilitada p.r. receber todas as Vende-se 1 cabriola! com coberla, no-
o ladraosofrer as peoas da lei.Fraocis-jenco.nmend.s, etc. etc., que os annunci.n- vo de patente inglez reno pelo melhor f.-
co Ji s Barboza. r tes, cont indo com a cap.cidude do suas of- bricante de Liverpool.na cocheira do Sr. Mi-
, autorisada por fUb9 e machinismo, e pericia de seus ofli- guel, no atierro da Boa Visl. n. 19.
Ann Ferreir. da Silva
provisao do Exm. Sr. presidente, doulor
Francisco Antonio Bibeiro, de 29 de julho
do corrente anno, lem aberto na casa de su.
residencia, na ru. das Tnncheir.s n. 50,
um. aula de instruccSo primaria do primei-
o grao, par. o sexo feminino : os pis de
familias que della quizerem confiar suas ti-
ln..-, poderSo dirigir-se a mencionada caea,
a quaiquer hora do dia, corlo de que a an-
nuncianle empregari lodos os seos desvelos
em no desmerecer do seu conceilo.
Dos Dispoe
Moendas patente.
Acabam de chegir moendas e meia moen-
das de varios lmannos da patente de A. a
Edde Mornay em casa de Uolhe e Bidoulac,
rua do Trapiche n. 12, aonde tambem se
.chara arados ue ferro do modelo mais ap-
*mv""J' -*-" mmm"~' ai-ova i" pira a pl.mlae.io d. canna. Otes
J.A.S.Jane dentista,noticia ao publico que c,ad0s sSoconstruilos na fabrica mais ac-
contina por denles anificies de porce- ^raj^jj. em Inglaterra e contem v.ntagens
lana incorruuiiveis; o annuncianteenenerta uDreOJoutros ar.dos.tanto no seu mojo,
de um ou lodos se fr preciso, .ssever.ndo na gul juracSo.
alo lasas pessoasquesequizeremulilis.rdo *
ciaes, se compromeltem a fazer execular,
com m.ior presteza, pe leic."o, e exacta
couformidade com os modelos, ou dse-
nhos, e instruerjes quo llie forem forne-
AOS DEN TES.
Acaba decheg.r do Riode Janeiro, tr.du- .ou *^JEftjmlES:

=91
zido em portuguez, o exeellenlo romauce de
Alexandre Dum.s.que tem por titulo, Daos
Oispe, vende-ae n. I.ivra. ia da praca da In-
dependencia n. 6 e8, a 8,000 rs. constando
de 6 volumes.
Ma>9t99e>
Alugam-se e vendem-se bixas na w
0 praca da Independencia n. 10, con- #)
ej) fronte a rua das Cruzes. f}
acal
^Gantois Hilhet & Companhia*
vendor no depositoi
n3o cando os denles tSo boui colluca los 3|liantiis'H
oue nao so possa dilTerenc.r dos proprios Oanlois Y/A
ntnraes,podendo-se mastigar qualquer co- ; C,ontinua-se a
mida ser sentir a menor Oor nem receio geral Of rua diiCroz_n. 52, o
de os quebrar, l>mbem calsa
luraes turados d. caria com o
ureven in lo assiul continuar m,
Sores e?nesmo evitando por ess. frm. de pequelii porces pelo preco est.be-
passar a caria dos denles fundos p.ra os IfSJmmm m ll.iiaaia.Maa|liniMM*
oulros saos, como bem,.iimpa os deules em f]JjaWW)lWl)JatlWaWMIV1IU
ir nem recelo ger.i o rua a u,. ... --, ~------. .
. os denles n- linlee bem conceilu.do np arei.l
ou'ooupr.t, { preta da fabrica deCanlois CalIhet&l
acaodacan.e U Comp.nhi da B.hia, em grandes e|
I
M
> *m* "jii
. < u


"I
I
,x
i. ])
Y

4
Moinhs de vento.'
com bombts de repuxo pan regrar'bortas
ebaixasdecaplm na fundicSodi) I). YY. Bow-
niDiiii ru do Ilrum ns.6,8 c 10.
Fazenda da moda.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
de salpioos hraocosj de cor, pelo diminuto
preco de 3,500.rs.: na ra do Crespo, loja
d. 6.
Cal virgem.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova do
mercado : na ra do Vigario n. 19, primei-
andar, escriptorio de T. de Aquino Fonseca
& Filho, ouna ra do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Konseca.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Llecife u. n, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
13 existe urna pequea por;So de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com,. da llussia: vende-
se por preco razoavcl.
Agencia de Edwin Maw.
Marua de Apollo n. moutt Companbla, acha-se constantemente
bons aortlmenio de taixa de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, moendas lu-
cirs todas de ferro para animaes, agoa, etc ,
ditas para armar em madeira de todos os ta-
Dianbos e tuadelloa o maia moderno, machina
horisontal para vapor, com forja de 4 cival-
lofl, coucos, passadtfiras de ferro estanhado
Sara casa de pulgar, por menos preco queoa
ecobre, eicovena para navios, ferro inglez
taotoein barrascomo ein arcosfolbas,etudo
por barato preco.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
KUA DA SENZALLA NOVA N. *2:
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
tnento de moendas o tudas moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
-- Vendem-se os verdadeiros selins io-
glezes, patente, de molla e sem ella : na
ra daSoozalla Nova?n. 42.
Vendem-se relogios de ou-
ro epr&ta, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. !\i.
Arados de ferro.
Na tundicJU) da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se aradosdeferrode diversos mo-
delos.
Deposito de panno de algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nbia.
Vende-sc por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
do desia fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34
-- Vcndem-se as seguintes semcnles:
nabos,rabanus.rahatiele.s enea rnadose bran-
cos, sebola, couvo trinxuda alfaco lla-
mn, repolhuda,chicoria, scuoulas, feijao
carrapato oc tres qualidades, ervilha torta e
direita, fava, coontro de touceira, salea, to-
mates grandes, repollio, couvo lombarda,
saboia, o mustarda: na ra da Cruz u. 46,
defronie do Sr. doulor Costno.
Taixas para engenho
Na fundicSo de ferro de D.
W. Bowman na ra do Brum,
p&ssando o chafariz contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 8 a 8 palmos de bocea ,
as quaes ucham-sc a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Vendem-se amarras de ferro: na 'ua da
Senzalla Nova n.42.
l|l;^'|yT Vv Vt' V% v V v v'VV V*
*> Parlaba de mandioca
] Vrnde-se, por preso rasoavel, la- ^
J riolia de S. Malheus a mais nova ^j
Si que existe nosto morcado : na ra ^
J da Cruz n. 34, detronte da l.ingoeta. ^
AAAAMAM "ttb AAA-MA4MAs
Algudo para foupa de escravos.
Vende-se algo d3o muito encorpado, pro-
priopararoupa de escravos, com pequeo
toque deavoria, a 148 rs. a jarda; dito
liuipo a 180 rs. : na ra du Crespo u. 5.
Mocadas superiores.
Na fundicSo de C. slarrfi Compauhia,
em S.-Amaro,acham-seavanda moendas
de canna, todas deferro, e um modeloe
constru'!;.i> muilosuuerior.
___ Vendem-se ac es da ex ti ne-
ta companhia de Pernambuco
JParahyba no escriptorio de Au-
gusto C de Abreu : na ra da Ca-
deia n. 48-
___ Vende-se urna morada de
Casas, feita a moderna, com tijolo e
cal, sita na ra do Motocolomb,
pur pceo muito em conta : a tra-
tar na ra Imperial n. 3i.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de soda ingle-
zea ebegados pelos ltimos navios, pelo di-
minuto preco de 5,000 rs. cada urna : na
ra doCullegio o. 4.
Veade-se a excedente typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montada, tanto debonspre-
los, como de typos : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Praia
n. 55, a tratar com a ViuvaKom a
Deposito da fabrica le Todos og
Santos na liuliia.
Vendo-se,emcasa deN. O.Bieberi C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado a-
quellarabrica.muilopropnoparasaccosde
assucar eroupa deescrivos.porprecocom-
mniu.
Farinha de mandioca a 1,600 rs. a
.sarco.
No armazem de i. i. Tasso Junidr : na ra
o dAmorim o. 35.
Velas de carnauba
de superior qualidade, cuja luz rivalisa
com o esperniacele ; vende-se na ra da
Cruz o. 34.
Vendem-se saccas com fa-
relos : na ra da Madre de Dos,
armazem n. 20.
Ancoras para navios.
Vendem-so em casa de Ricardo Royle, na
ra da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe-
rior qualidade," por commodo preco.
Vendem-se loniis, brinzSo, biins, e
meias lonas da Russii ; no armazem de N.
O. Bieber & Companhia, na ra da Cruz
n.4.
Panno preto, fino, francez, a 3,000
rs. o covado.
Vende-se panno preto fino,
Irancez, a 3,000 rs. o covado : na
loja de Flores & S, na ra da Ca-
deia do llecife n. 47. Na mesma
loja vende-se mn rodap novo de
labyrintho, por preco muito com-
modo.
\ l'l 11.1 DE DE PARS.
Fabrica de chapeos de sol, na ru
do Collegio n. 4.
Alm do sortimento ja innunciado, rece-
beu-se pelo navio Havre, ultimo vindo de
Frnc, um novo sortimento de chapeos de
sol de seda e de psnninho, para horneas e
senhoras, dos ltimos gostos; superiores
chapeos de sol de seda com cabos de cana, e
outros dos melhores que tein vindo a esla
praca, que se continuara a vender por me-
aos preco que em outra qualquor parle.
Vende-se urna negra creuula do malo,
mofa, e propria para qualquor servico : na
ra da Cadeia Velha n. 24, primeiro andar,
Feijao novo a 6,000 rs.
No armazem de Convela & Das, confron-
te a escadinha da Alfandega.
Cesso.
Vende-sefgesso embarrices, chegado ul-
liniaiuriito : em casa de i. Keller& Compa-
quia, 11a ra da Cruz n. 55.
Qneijos do sertao.
Vendem-se muito bons e frescaes queijo
dosertSo; na ra do Queimado n. 14.
Alerta Tregeles
Que s8o cnegidns,
Cobertores de algoJo
Muito encorpados.
Na i'ua do Crespo.loja da esquina que vol-
ts para a Cadeia, a 1.600 rs. cada um.
Sortimento de panno.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50,
vendem-se superiores pannos pretosa 4,000,
4,500, 5.000, 5,500, 6,000 e 7.000 rs. o co-
vado ; dilo azul e verde a 4,500 o 5,000 rs.;
assim coran pnnos mesclidos, dos melho-
res gostos que ha neste genero, por 3,500
rs. o covado.
Na ra do Crespo, loja u. 6.
Vendem-se superiores cortes decambrala
desslpicos, com 6 l|2 e 7 varas, a 3,500 e
Calcados a 4oo, 700, 800, e 1,600 j aos 10 000$ e5:ooos de as.
rs. o par, no aterro Ha Boa-Vis-'- O cautella Salustiano de A-
ia, defronte da boneco n. 4- quino Ferreira avisa ao respeita-
Trocam-se os mais superiores sapatos do vel publico, que a lotera da ma-
couro do lustro francezes e de l.isbra para R Visla rnrw imnr.ls-
senhora, a 1,000 rs. ; dilos de cordavao, a tnl da ,loa y ,8,a corre imprete-
800 rs ; ditos vara meninos, a 400 rs.; sa- rivelmente no dia a6 de outubro
p.lOesdoAr.caty para homome meninos, a corrcnte anno e e8,3o exposta.-
700 rs. \ '..,
NinRuem gnora a venda os seus aiortunados bilhe-
Ouc o barateiro, tes e cautelas da mesma loteria ,
Vendo fazcmla .
Porpoucodinheiro. na praca do independencia n. 4 ,
Na ruado Crespo.loja da esquina quevol- l0ja de miudezas de Fortunato Pe-
nara a Cadeia, vendern-se brim trancado, *. J_ |> t> .a .
- reir da tonseca Bastos ; n. ide
t ,
pardo, de puro linho, a 320 rs. o covado ;
cambraia deror, de lindos padres, a 320 rs.
o covado ; cbila para coberta, de cor fixa, a
200 rs. o covado; cassa de quadros a 280 rs.
a vara brim do cor, de puro linho, com
quadros elistras, n 1,280 e 2,000 rs. o corte;
dito liso, amarello, a 2,000 rs. ; riscadintio
de linho com listra, a 720 rs. o corte; lencos
de cambraia de linho. linos, a 480 e 560 rs.
cada um ; o outras muitas fazendas por pro-
co commodo.
-. Venilcsouma propriedado de legoa e
meia do fundo, para o norte, com novecen-
tas bracas de.tcslaila, e demarca las, cober-
tas de malos grossos.contondo granJe parle
de malas virgens, com algumas casas delai-
pa, no municipio da villa do Pillar, provin-
cia da Parahybs do Norte, no lugar denomi-
nado Escarlata,torraso;>timas para qualquer
agricultura do pu: quem as pretender di-
r>ja-sea c;,ta pra^a do Itecife, a (aliar com
Jos llerculano de Carvalho, seu legitimo
propietario, na ra do Rangel, sobrado
n. 47.
Vende-se massa de tomates
para tempero, e tinta pura de mar-
car ropa : na ruada Cadeia n. i5,
loja de Bourgard.
Vende-se um pardo rcabocolado, ox-
cellonte cosinheiro e de boa conducta; as-
sim como urna escrava, creoula, do lian-
nos, ponen mais uu menos : na ra doQuei-
mado n. 39.
IJ Na loja Pernambucana ra
{. do Crespo n 11.
> Vondcm-se ricos vestuarios para s)
f) crianzas du ilinerenlrs (amanhos, o 4
% por precos commodus. ^
#**.-'.>*Siii*0 *
Do ('lulli a 10,000 rs.
Superiores chapeos do Chille pequeos, a
10,000 rs. : na praca da Independencia ns.
24, 26, e 28.
A 60,000 rs.
Chapeos do Chille linissimos, a melhor
fazenda que lera apparecido nesta cidade, a
60,000 rs. : na praca da Independencia, fa-
brica de chapeos, de Joaquim de liveira
Maia.'
A 3,ooo rs.
Chapeos do Chille pequeos, a 3,000 rs.:
4,000 rs.; cortes de cassa chita, de uovos na prca da Independencia ns. 24, 26 e 28.
gostos, a 2,210 e 2,500 rs.; cassa franceza a Vtndem-ae qneijoi de Minas, muito fres-
440 rs. a vara ; cortes de brim trancado es- caes e preco commodo, viudo no ultimo vapor,
euros e mesclados, a 2,000 rs. ; panno lino S_if^.ife2;,s1?? 5!.?*_di/Sl SS??"' *'
preto, a 3,000 e 4,000 rs.; lencos de cambraia
15, loja decalcado do Arantes;
n. 37 e 3g, loja de calcado de Por-
to & Companhia, e na ra da Ca-
deia do Hccife 11. 4fi, loja de miu-
dezas de Jos Fortunato dosSantoe
Porto.
Bilhetcs 10,600
Meios 5,3oo
Quartos a,600
Quintos 3,100
Dcimo-. 1,100
Vigsimos 600
Vendem-se cinco livros muito bons o
grand .-, ene 1 I- ni.ii;.lo iugleza, para escrip-
lurar.ii, ; s-inlii vendas eaixa entradas,
razu e diario, com os tres competentes
ndices; na ra da Cadeia do Recife n. 49,
primoiro andar.
-- Vendem-se muito bons sapatos do du-
raquo pelo para senhora, a 900 icisopsr ;
assim como esteiras muito granlos a 1,28o
ris cada urna; ni ra do Livramento loja
D. II.
Qnem quizeraproveitar a boa pin-
ga, bom e barato he agoraa
Vinhoa 1,200 rs. a caada, e a.160 rs. a
garrafa ; dilo a 1,600 rs. a caada, e a 210 rs.
a garrafa ; dito de 2,000 rs. a caada, c a
280 rs. a garrafa; manleiga iigloza muito
boa a 640 rs. a libra ; toucinho do Lisboa a
320 rs.; cafdecarocoa 140 rs.; farinha do
reino e de tapioca a 80 rs ; viuhn muscatel
a 500 rs. a garrafa ; vinagre a 80 rs. a garra-
fa, e a 500 rs. a cnida, e outros muitos ge
Esla modmha be delresquadras, letrado
revendissimo senhor padre mestre Miguel do
S. L. Gama, muzica de urna senhora per-
nambucana. O folheto cnnlem a modinha e
Liad Narrhalla, a qul muito tem brilha-
do no thealro de Santa liabel, que principia
assim.
mu n\\\\\u\\
DE
As numorosas experiencias feilas conwl
uso da salsa parrilha em todas as enformi
dadas,originadas pela impureza dosanena
e o bom xito obtido na corte pelo lllm"
Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia im'
perial de medicina, pelo lllustradoSr hr
Antonio JoscPeixoto om sua clnica, em
sua afamada casa do saude na Camboa p
lo lllm. Sr. I)r. Salurninode Oliveira.'rn.I
dicodo exercito e por varios oulros medi-
cos.pormittem boje de proclamaraltamenla
as virtudes cllicazcs da
SALSA PARRILHA
l)E
MR. JES
Uua do Lirepo, loja amarella n.
4, de Antonio Francisco Pe-
reira,
Palitos de alpaca preta, muito bem feilos
chegadus agora, da ultima moda de Paria,
> 9,000 rs. cada um, assim como de panno
prolo e de cores, de superior quanlidade, a
18,000 rs., chalos do Chile, mullo finos,
de bonita forma, a 12,000 rs. cada um.
Nota. Cada garraa contem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Hnstulho
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassiiim.
hni eonsequi'PCia de se ler fachado bo-
tica do Sr. Jos Mara, mudou-sa odi-po-
sito da salsa parrilha de Bristol para a bn.
tici inglrza ra da Madre Dos n. I, vnde-
se a 5/000 rs. o vidro.
Na ra Nova n. 8, loja de Jos
Joaquim Moreira & Compa-
nhia.
Vende-se chapeos de sol de se.la r.relos
para nomein pelo baralissimo preco de 4,000
a 5,000 rs., a ellos antes qoe ee arabem
LiraB>te.lt"*iftt
1,000 e 5,000 rs. o par, chapeos 'rancezes do
boa qualidado a 6,500 rs., luvas .le pelica
ponto indo/, para senhora a 1,500 rs luvas
de seda pespuntadas para senhora com seu
toquo de mofo a 1,000 rs, o par, ditas de Ib
da e-ocia para homcm a 320 rs brai,cis
a 400 rs.,chapeos de casfor brancos sem pe-
beme instruida ; uu armazem do ma leira, '
defronte do porto das canoas da roa Nova ,
por preco commodo.
-- Vende so serveja prela, milito superior,
em duzia a 3.200 rs., em garrafas a 400 rs. e '
1 ,-izi 11 !o o casco a 320 rs. : no aterro da
".3. ^a^ig.0'pd.r.'d:,rnd. Senzalla [r0u.S?tS.K fEf
No.a n.30, continua-so a vender a verda- ;SS,M'^.' s <""^3o por
deira bol.Iinha doced I ite. .bar.lissimos precos com dlnhe.ro a vista.
vemik-seou permuta-s por pin:-1 ^ai em pedra.
dios oesta praca, o melhor dos sitios edifi- Vcnde-se cal vircem em nedra
cados na Turre, margem do rio Capiha-| ,.;_ _-_. J_ 1 '
ribe, o uiimo u lado direito. quem da ,a mais nova do mercado : na ra
Magdalena v par sahir no cogenho do 'da Cruz do Kecife, armazem de as-
me-mo nomo ; tendo grande casa de pedra
o cal, oilOes dobrados, co.n todos os com-
modus necessarios, grande poco tambero
eros do bom e melhor: no palco do Car-.
mo, venda da esquina do becc. da Bomba,! de P^dra e cal, corral para vaccas e bezer-
porbaixo do sobrado de um andar n. 13. |ros,v.veiro circulado decoqueiros. grande
jardini, para o qual daita-se agua e-n gran-

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de linho, a 480 rs.; ditos de cassa grandes,
a 160 rs.; riscado .t linho a 180 rs. o covado
e mullas ontras fazondas em conta.
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^s 'ooQajo.sw- o
ffuBu-.UBO .=,
i'echincha.
Na loja da ra do Crespo 11. 10, vendom-
e excellentis palitos de brim, a 2,800,3,000,
3,500 e 4,000 rs.
Deposito deca e potassa.
Vende-se superior cal e potassa,
e por preco commodo : no arma-
zem do caes da Alf-indega n. 7.
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Palitos a parisiense.
Vendem-se palitos, ultima moda de Pa-
rs, de bonitos pannos mesclados e preto;
na ra da Cadeia do Recife, loja 11. 50, por
menos pre;o do que em oulras partes.
Bom e barato.
Na loja da ra do Crespo n 10, vendem-
se muilu lindos chales grandes de seda a
4,000 o 6,000 rs.
Cal virgem de Lisboa.
Vendem-se barricas com col virgem de
Lisboa, da mais nova que ha no meicado, e
por preco muito commodo: ni ra do Apol-
lo, armazem de assucar n. 10.
Ceta de carnauba esebo refinado.
Veude-se cera de carnauba de primeira
sorle, e sebo refinado o mais su, eiior que
ha no mercado : no armazem de I). R. A-
orado & Companhia, na ra da Cruz, con-
fronte ao chafariz n. 19.
Vende-se ferro inglez em
barra, em porcocs grandes, ou pe-
quenas, e a escolher a vontade do
comprador, a 4.5oo rs. o quintal,
e de aoquintaes pora cima a 4,800
rs., o quintal em porcoes mais
pequeas: na ra do Trapiche nu-
mero 3.
Novo sortimento de pannos e casemiras
de todas as qualidades.
Na ra do Crespo.loja da esquina quevol-
la para a Cadeia, vendem-se panno lino pre-
to a 2,800, 3,200, 3 500, 4,000, e 5,000 rs. o
covado; e francez muito superior a 6,000 rs.
o covado ; dilo azul a 2,800, 3,500 o 4,000
rs.; cortes de rasemira preta entestada a
4,800 e 6,000 rs. ; dila franceza elstica a I
u nnn n ni... .... __ ~'_._ -
riefroute do Sr. Dr. Cosme de S Pcreira.
De castor a 6,000 rs.
Superiores chapeos de castor in-
gle;, brancos e nrolos, a 6,000 rs. :
na praca da Independencia ns. 24,
26, o 28
Vcode-sc um terreno na continuado da
ra da Aurora coui upannos de freulc c 3,000
de fundo, o qual fca para a ra do Hospicio
junto do Sr. .Martina Itastos, leudo j a inaior
parte aterrada, c uin viveiro principiado: os
prrtendt-ntesdirijam-se ra da Cruz D. 8, ter-
cciro andar.
Potassa da Kussia, c Cdl virgem.
No armazem da ra do Trapiche 11. 17, do
Jos I ." irn.i Basto, ha para vender superior
potassa da Russia, ctjegada ha poucos dias.e
cal virgem da mais nova que ha no morcado.
No armazem de Francisco A. da Cu-
nta & Companhia, na ra du Vigario n. II,
ha urna poreflo de lina fannlia de mandi >-
ca ; laboas do forro de pinho ; um ancurele
novo de 8 arrobas e 20 liliras ; arcos para
barricas ; urna soleira ; dois maineis; 5 ver-
gas de pedra do Porto lavrada, e mais ob-
jeclos, que ludo so vende por precos muito
rasoaveis.
-- Vende-se urna linda negrinha de 11 an-
uos ; um mulequinbo dn 12 a 11 nos, ptimo
paia aprender algum ollicio ; um muleco
de 22 anuos, bom para servir em alguma ca-
sa eslrangeira, por ser muito esperto; um
negro do 26 annos, bom cosinheiro ; um
dilo de 26 annos, bom para o campo, 011 ar-
mazem do assucar ; um dilo bom carreiro
e mais oulros escravos que se venderSo por
proco muito em conta: na ra das l.aran-
goiras n. 14, segundo andar.
Vende-se urna loja de fazondas, proprie
para um principiante, por ler poucos fun-
dos o ser em um bom local da ra da Cadeia
do Recife, e lambem se vendo s a aruiacao;
a tratar na mesma ra n. 13.
-- Vende-se urna casa nu lugar do Giqui,
acabmla ha puuco, bem construida a moder-
na,com comino ios para gran le raoiilia,com
cinco porlas do frente, e solilo muito grande
com duas janellas e varanda do ferro na
frente do mesmo solilo, o loda envidraca 1
cosinha fra, e calcada toda em volla da ca-
sa, copiar da parto de delraz, cacimba e
quintal grande, a frente murado e porlilo de
forro : na ra do Passeio, loja 11. 21.
Vende-o una carrosa com osou com-
petente boi, tudoem muito bom estado, e
urna canoa que pega mil e trezentos lijlos,
sendo de meio uso : na ra da Coucordia,
casa da esquina n. 17.
Vende-se por 8u0,000 rs. e para fra da
provincia, urna escrava, creoula, cor fula,
com 22 annos de idade, perita engommadei-
ra, cosinha senhorilinonte, faz pao-de-l,
podins, etudooquediz respailo a torno,
coechaa,etc ; alianca-sc pelas habilida-
des cima, mas nSo so enliega para so expe-
rimentar fra da sua osa ; ao comprador se
dir o motivo por quo se ven Je, e o nego-
ciante a quem perli nceu, do qual, a mesma
escrava linha a seu cargo p-ira todo o servi-
co, alm dos senhures, cinco caixeiros : na
passagem da Magdalena antes da ponte
ursnde, penltima casa do lado direito.
Vendem-se frascos com man-
teiga fresca, da melhor que tem
viudo a este mercado : na ra do
Trapiche n. 11.
-- Vendem-se esleirs de palha do car-
nauba regulares,e grandes de duas varas do
r un) rmenlo ; peles do cabra a 20,000 rs. o
cenlo ; sapatos e botas; ludo chegado agora
do Aracaty : na ra da Cadeia do Reciten.
49, primeiro andar.
Cortos de chita a 2,000 ris.
Conlinuum-so a vender cortos de vestido
de chila franceza, padres modernos e co-
res Ixhs, pelo barlo pre(o de 2,000 rs. ca-
da corle; na rus do (jueimado, loja do so-
brado amarollo, n. 29.
Palitos folios
Continuam a vender-se pililos de panno
fino, preto e de cores, muito bem feiios e ul-
timo gosto, por preco muiio em conta; na
loja do sobrado aaiarello, nus quitro can-
tos da ra .lo ijiieoiailu, U.29.
-- Vendo-se multo boa cal nova do Lis-
boa, recent monte chegada, na ra da Mo
8,000
4,000
2,200
1,000
500
Lotera de N. S. do Rodarlo.
Casa da fortuna, ra Diteita n. 7
proprietaro da casa ncima, aununcia
que as suas cautelas sahiiam os premios
seguiotes: n. 22, 400,000 rs., 1350,200,000
rs.,1373, 100 000 rs., 1366, 40,000 rs., 1288.
40,000 rs 453, 40.000 rs 272, 20,000 rs
na mesma casa se venden o mem bilhete de
n. 174em que sabio 01 5 000,000rs.; con-
tina estar a venda na mesma cmx anima e
na praca da Indepcmloncia, loja do senhor
Fortnalo, um completo sorlimanto do cau-
telas da quarta e ultima parle da terceira lo-
toria favor das obras da igrej cima, cu-
jas rodas espera o Ihesoureiro fazer correr
por todo o lim do mez.
Rilheles
.Meios
Quartos
liecimos
Vigsimos
A 5,ooo rs o barril.
Vcnde-se cal virgem em pedra,
da mais nova que tem vindo^a es-
te mercado, pelo brigue Novo Ven-
cedor, a preco de 5,000 rs, o bar-
ia : no armazem do Teixeira, no
Caes da Alfandega, ou no arma-
zem de Joaquim Pi.iheiro Jacome,
na travessa da .Madre de Dos nu
mero 9.
Vendem-se silhes inglezes, para'mon-
taria de senhora : na ra da Souzalla Nova
n. 42.
Noticia interessante
n horas.
Acabam de ebegar loja do Rourgard, na
ra da Cadeia n. 15, as mais bem arranjidas
caixinhas para bordar que aqu se tem vis-
to, c vendem-se por diminuto preco.
_ Veude-se o engenho Balanco, que me
d'agoa, ou o engenho Perioiro.que me com
animaes, ambos tem safras criadas, na Irc-
guezia da E-cada, senJo partea dinheiroe
parle a prasocoro letra da pra^a, ou por pro-
dios tiesta praQc, cujos engenhos so vende
para pagamento do senhor Manuel Luii Con-
calves : a tratar com seu proprictaiio, 110
mencionado engenho.
-- Vendem-se nove escravos, sendo um
moleque de i la.le de 13 a 14 annos, muito
lindo, urna escrava de bonita figura, quo
engomma, o cosinha o diario de urna Cas, Vicente Jos"de Brito, nico agento em
cinco escravos de todo o servico, c duas es- Peruambuco de B. J. II. Sands cbimico
cravas qiiilandeiras na ra Oireita 11. 3. americano faz publico que tem chegado a
-- Na ra das Crures.n. 22, segundo an- esta piar;a urna grande porcSo do frascos do
dar, vende-so urna linda mulata do 20 annos
suca da Viuva Pereira da Cunlia.
Vende-sc vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Kcller &
CompaniVt na ra da Cruz n,
55.
Vende-se tuna porcao de se-
ment de c irrapvn : a tratar ni
des tinas com canos de zinco que vem do
poco, com um completo pomar, dando ja
lodos os arvoredosexcellontes fruclos, alm
do 600 ps de ahacixis qu si todos com fruc-
to, e oulros tanlos dn ps dos di trra, bai-
\ .le c i:nin, grande bananciral, sendo io-
do o sitio cercado de muito boa cerca de rila do Calinga 11.1 C, loja de Glll-
lim3o, deixando-se de narrar oulras mui- maraes.
tas cousas para no tornar este annuncio | ,*
mais extonso. Vendse mais quitro vac- 1 -.m CiSl' de J. IVcller \
cas muiio boas leiieiras. sendo tres (libas I Companhia na rua da Cruz n.
do pasto e urna de Lisboa, as quaes esto ,- f j 1 1
urnas pronhase outras a mojarem-sa : quem *>> n Pr* vender OUS excel-
o pretender, duija-se ao mesmo sitio para denles p-.nos fortes, e de uina djsn
ver, e na rua da Santa Cruz n. 70, sobrado]___u_____r l _._ _j ,,
de m andar, para ajuste. melhores fabricas, chegados ulti-
VtyvVtrVVirVf VWfWWf ffVVtV mmente da Europa.
* Deposito de lecidos da fabri-Jj
S cade Todos os Santos, -a
* na Baha. *
;> Vende-sc em casa do Domingos Al-<3
S> vos Matlieus, na rua da Cruz do Ite-*
**V cifen.52, primeiro ailar, algodSo*
para as se-
^ iransado da qiiella fabrica, muilopro-^
* prio para sacens e roii|n rfe escra-2
;> vos, assim como lio proprio para ro-J
.> des de pescar o pavios |"ra vellas.^j
.j. por preco milito cuitimo lo. *j
l'rensas para farinha.
Na lundico da Aurora em San-
to Ainaio, e no dcpozto ti 1 mesma
na entrada d.i rua do Brum a-
cham-se venda machinas para
Escravos fgidos.
lo,00o rs. de gr.itiliccao.
Do abaixo assignado, morador na iui di
Crespo n. 10, fugio no dia 16 do correte,
om seu escrava por mime Roque, crooulo.o
qual rep.-i'-enl ler 45 muios de idade, pou-
ca barba, foi vosti lo com caiga de ia>omir
preta e camisa de algodo azul, e tem os
signaes seguintes: alio, um tanto seccodo
corpo, cor fula, descarnado do rosto, ol'ios
pequeos, e tem urna cicat'i/. em um dus
dedos da in.ln por ter sido maxucado pu-
xando urna Irave, feio de cara, e cosluma
embreagar-se, cujo escravo foi do senhor
JoSo u/ni 10 Maco I Mouteiro, e he do presu-
mir que ande por aqu mesmo,vislo ter inu-
Iher e linios, ou na ilha de llamaraca donde
he lilho : o mesmo abaixo assignado proles-
imprensar farinha de mandioca, e ta haver seu direito contraaquollequeooc-
,,..___________. .. 1 .1/1 cultir: roga-se porlanlo as autoridades po-
outras para espressao do oleo de j|jciaeso cpia-s- de campo a captura do
mamona, de urna invencao intei- mesmo. Josoncalves Milveira.
ramente nova (ls nmiini-i ics Desippareccu om 8do julbo do corren-
ramence nova, us aniuincicntes (0 anno, um cabucolo do neme Jos, esen-
naohesitam em publicar, que es- vo de Pacheco Filho & Menaes.da cidide do
tas machinas de sua invencao sao A'aMl>'- 1J' lei,K0S ?'Bnas seguintes:
o braco esquerdo quebrado na munheca, Ca-
supenores a tuilo, quauto ate aipu jbellos preos, as pernas um tanto arquidas
tem apparecido neste genero, re-P"ra r". he de boa estatura, e cheio do
, '. 1 r> j corpo, bem fallante, porm quando fall
unindo agrande lorc de pretso 'aperla a lingoi entro os denles, tem por cos-
a maior iinplicidade de constrtic- lume 1uan'10 so lne pergunia alguma causa
.t. r -i 1 1 irespnnder senhor sim, ou senhor nao; la-
cao, c facihdadc na operacao, o vou um cobertor do Lia oriin-rioainda no-
que faz com que diflicilmcnte se Ivo.chapo de palha da Italia j usado.com
possam desarranjar.
Salsa parrilha de Sands.
com lislras, camisa da mesma fazenda, ou
branca. Este escravo tem vindo do serlo
por Ierra a esta praca, e muilo gosta do lu-
gar do Pe Iras de Fogo, a,m lo pJe ser qua
esteja acoilado, o foi escravo na villa do
Pombal: quem o pegar leven a rua da Cruz
du Itecife n, 33, casa de Luiz Jos do S A-
vo
annos, que engomma, cosinha, e lava de sa -
bao, e urna dita di Cosa, boa lavadeira e
quilandolra.
-- Vende-se, no paleo do Carmo, venda n.
1, dous negros, de 26 a 28 annos de idade,
de |bonilas figuras, proprius paia lo lo o
servido.
\ di 1 ni- ,*.
Boticas homroopatliicas de 30 e 60 Z
medicamentos, com seus competen-
les livrosa quarta edicefio da prall- *-
ca elementar, viudas .lo Itio de Janei- g-
4 ro, do grande consultorio central na
9 rua de S. Jos n. 59. Silo oslas as bu- (
_ licss da verdadeira homceopalhia; na <.
)> rua do Crespo, loja amarella, lado %
v do norte, n. 4. #.
8,000, 9,000 0 10,000 rs. o corte; e oulras Ida n. 15, por menos preco do que em oulr
multas fazendas por preco commodo. 4quslquer parle.
Na rua do Crespo, loja amarella
n. 4, de Antonio Francisco Pe-
reira, veudem-se
linissimas chitas francezas do cor fixi, de
gostos, que finge as das camhraias, a 300 rs.
o covado, risradinhos, lambem francezes,
com qualro palmos do largura, a 260 rs. o
covado, chita para eolia, de uesenhos mo-
dernos, com quitro palmos de largura, a
200 rs. o covado, cortes do cassa pintadas a
2,000 e 2,210 rs, corle do brim br.nco de
linho, do cores, a 1.600 rs pesas de brela-
ulia de linho, de seis varas, 2,400 rs, e
outras mullas fazendas.
Chapeos blancos.
Vendem-se chapeos do castor branco, boa
fazenda e bonitas Turmas, a 7,000 rs. : na
loja do sobrado imaiello, na rua do Ouei-
ruado n.29.
Casimiras modernas.
Vendem-se cortes de casimira, palres
medicamentos falsificadoseelaborados pela "" "*lo V"'?' l,em uma co,lura,"
mo daquelles que iDlepoem seus inters- i esta' todos os denlos da Ircnle, Mil cha-
ses ,os males e estragos da humanidade. il- n,al e^',i. regulares, socco do cor-
Porlanlo pedo para queo publico se possa II- ? !ev"" ca c< ,''e """' a'ul *' "
vrar destl fraudo o di* ingua. verdadera Ca,IDI;a .'"'nho; ruga-se as auto-
salsa pairilha doSands da falsificada crecon-
loaienleaqoi chegada;oannuncianle faz ver
que a vordadeira so vendo nicamente e:n
sua botica na rua da Cuiicei(3o do Itecife
n. 61 ; e, alm do recjiluariu quo acompa-
nli;i cada frasco lem cmbaixo da primeira
pagina seu nome impresso, e se achara sua
firma em manuscriplo sobre o invollorio
impresso do mesmo Irasco.
Vende-.te na loja de Jos Joaquim
31oreiiak Companhia, na rua
Nova n. 8.
Lindas serpenliuas de bronse douradas
de 4 luzes, lanternas de vidro com pes lapi-
dados de lodos os tamanhos e do vanos pir-
cos, ditas com ps lironseadas a 8,000 rs. o
par, lindas capellas brancas para noiva ,
meias de seda brancas e prolasde peso pira
senhora, sapatos de setim brancas recebidas
pelo ullimu navio de franca, luvas do to-
das as qualidades a de todos os precos, di-
tas prclas e do pelica para meuiuas de qual-
quer idea, cbapeosinhos de soda para bau-
lisados a 5,000 rs.. bonos de pallia da Italia
para hoinoin a 2.000 rs., bicos do blondo
pretos e brancos, fitas nquissimas lavra.ias
o lisas, ludo por precos que 11S0 desagrada-
r;1o aos compradores.
Instrumentos de muzica.
Vende-se loda a qualidade do instruyen -
tos de muzica, para muzica militar, por ba-
rato preco e para liquidar cuntas : em casa
de lirunn Priegor & Compannia, na rua da
Cruz D. 10.
Em casa de J. Kellsr & Com-
inieiramenie novos e de superior quaJa" jpanhia, acha-se a venda vinar/re
de, 6,000 fs. o corte : na luja do sobrado 11 ,, vt"dS'L
m.rello, nos Qualro Cantos da rua do Quel- ,,ranC0 superior de Nantes, em
nuilo ". 29. i barris de 3 medidas.
*P
1
n 1.1 los poIlClaeS, Caf.lt.1oS lo i'olip',
qualquor pessoa, o prendimou facain pren-
der, o levar a seuliaia na rua das Cruzes i).
37, ou ao seu senhor o capitSo Neto, com-
man.lano do deslacaiuenlo no Bouilo, que
soram generosam.nto recompensados.
Iloga-sc as anlondalos (oficiaos o CJ-
!piles ile campo, que priinlain o negro .le
nomo Flix, cor fula,baixoo grosso du cor-
po, n.ic.lo l.'abmda, Cabeca um tanto branca,
com um 1 pinha de cabellos da mesma cor,
casado com a negra de nome Thoresa, tan*
hem velha, baixa, de nacSo Coago, ambos
Iiiiii los ao amanhecer do dia 4 do correlo
metelcvaram todaaroupa que linbam. >
ses escravos foram'compndos ao senhor
Fouseca, que lhe dera para vender por cuin-
missaoosonlior Francisco Anin 10 Perciri
Braga,ha vendo este senlior em paga ment do
Agostinbo de Frailas Nunes, morador na
Clona do Coila ; a pessoa que os prender,!-
vo-os a rua da Soledado n. 46, ou no quir-
tel .lo policir, que sera gnlificado.
Desappareceu do Cachinga, 110 du 26
de agosto, uin muleque do nomo Manuel,
crouulo, do 12 annos de idade, couduzinlo
um uiulaliuho do 7 anuos, de nonio Jos)
os signaos do moleque sSu: bem preto.ollio
abugalliados, denles bom alvos e largos,!, m
cabellos 111 Cabera ja brancus; levou cami-
sa do algudSo trancado de listra azul, Ha-
rona du ilgodilusiuliu e chapeo de palha di
llalla ja ve.h.i ; e o mulaliuho tem urna
marca preta sobre o penlo de urna ferida quo
levo, o levou camisa de algodilosinlio ecna-
po do palhu Taino pedo-seis aulon lad-s
policiurs e peisoal do povo, quo o pagua o
ciiiduzau ao Cachmg a seu senhor Kjjidio
Carueiro Campello, ou a iui do liarlas 11.
114, gnu sera bem recompen'sadu. _
PKRN. : Tvp. DB M. F. DK FaBIA. 1852.


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