Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03381


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Full Text
J
!
.
Auno VX Vkli
DIARIO
#HE90 A SDBOBIPpiO
PlSlHINTO ABUNTDO.
7<1i trimestre .........,
ror temeitrc ............
Por anno .......>....
PaOOBIHTlO BUrilHlITIB.
Por quartel............
otioiabdo iMrxmo.
Para..:. 3 de Agosto Minas... 2 deAgoslo
Manabio. 10 de dito s.p.uio. ? dedito
Ceari.... 14 de dito H.deJ.. |4 de dito
Parahlba 13 e dlio Babia... 18 de dilo
4/000
8/000
15/030
4/500
di*- d niaiai *circl A.
e Seg. S. Llb.oia | ioitaii Or/hi*
7 Tere. Si Regina .,,6. l 10 horas.
i Quart. ?+ Natlvl- I. tartn civil.
dadr da !s. Virgem 3. e S, ao meio-dia.
DQuInt. S Doroibeo turnia.
10 Sest. S. Nicolao, j.efi. tio borai.
ilSab. S. Tbeodorai 2. rara penitente, a, esabadosao melod
12 Dora 1.1OS.S. No- teltco.
me de alaria. jTerca e sobado*.
iN. 201.
PER YMBICO.
maiBiBii,
Creieeate i 2o, a 1 hora e 1 minuto da tarde.
Chela a 28 ai 4 horas 8 mi autos da 111,
Mingoantefi, aa horas l6mioutoa da tarde.
Nora i 13, as horas e 21 minutos da tarde.
BiaHiaai ao
Prlmeiras 10 horas e 54 minutos da maaha.
Segunda as 11 horas e 18 minutos da tarde.
doi a e Patahlba, neguadas sextas
a*.
Uta irande-do-norte e Victoria ai qnlatai
ras
B01 o.Caru.rn,e Oaraohuas no i'e 15 decada
PAUTE OFFICIAL
SUPREMO TRIBUNAL DE JUST1QA.
Stiio em'SO de julho dt 1852.
Presidencia do Exm. Sf. conseltieiro
Pereira Duirte.
As 10 horas abrio-se a sessSo com os
Exms, Srs. conselbciros, Nabuco i'iuto
Pecanla, Almcida, Siqueira, Serquein l.i-
ins, Veiga, Franca, Pouce de LeSo, e Castro
Mascsrenhsg, rsltanilo com causa os Exins.
Srs. conselheiros Campea, Perdigo Malnei-
ros, Verneck Barrete PeJroso, Mattos e
Carneiro.
K01 lila eipprovidi a 1C.1 da antece-
dente.
EXPEDIENTE.
Pela secretaria de estado dos negocios da
jii'tn.i se communicou a concessflo de li-
cenca por tres mezes ao bacherel Innncen-
co Mir<|U"S de Armjo Ges, juiz de direi-
to da comarca da Cachpcira, na provincia
da Baha.
Expotties.
Exposto o proersso n. 4751 passou-se
toa
Julgamentoi.
M. 4737."Revisti civel. Relator o Exm.
Sr. consellieiro Almeid recrreme, loa-
qoim Teneira Peixolo, e recorr 1 l>. !
bel Francisca de Oliveira : fui negada a re-
vista.
S. 4698.-Revista eifsl. Relator o Exm.
Sr. conselnoiro Franca, recrranle Francis
co Xavier dos Santos, cobrador dos direitos
proviocises da freguezii de S. Fli ppe. re-
corriJo o c.pilao Cleoientino da Rocha Pas-
aos, ir e 1 atante da collecloria da fregu-
/ia di cididede Mtrsgogi.ie 1 oi rone-Ji l
a revista, e designada para revisita e novo
jalgamento a relacSu desta corte.
Fechou-se a sessao depnis do meio dia.
Pela ( i'iim do supremo tribunal de
juslica se previne a todos aquellos Srs. jui-
zos de direito que apresenliram reclami-
(Oes do intiguidsdi contra a classificac,So
ltimamente feta pelo tribunal, e que at
o presente nao tecm mndalo sellar seus
documentos e resposlas que teem vindo de
outros juizes de dirallo ouvidos, que os
seus processos no podem subir presenta
deste tribunal sem que primoiramenle si-
liifa(to a eondhjSo legal do sello.
de pedra di casa do Dme Youls & Onu-
niii.i infurme sobre sui quilidado.
ito.--Ao commandante do brigue escu-
na Legalidide tnnimeltin Jo, por copia, a
iciI-inij;i,Ho dada pelo inspeclnr da lliesou-
raria de tazenda sobre o MU ollicio de 30
do mez passido. ifim de que, no recebi-
meuto do dinheiro que tnn do ser rometti-
do para o presidio de Fumando, proced
smc. na Toma indicado pelo dito inspector.
Communicou-se a este.
Dito. A lliesounrii da fazeoda provin-
cial remetiendo, por copia, o termo do con-
tracto celebrado com o arrematiote do 2.
todos seguiran) linhi que elle jalla pru-
dente e til mdicir, mas he til a lirmezi
de sua vonlide, que elle nlu desanima de
o conseguir e espera coni razo, a meu ver.
trazar de novo para si na primeira occssiJo
tod'>s os recalcitrantes.
A Fringa e os interesses della primeiro
que ludo mas os intore-sss vord* leiros r
no esses ardores ambioiosos, quodobaixo
deste titulo escondem aquellos que a toilo o
custo querem empregos e dignidades. O
principe n3o admita que sob qualquer pre-
texto, so possi iceilar un cargo publico,
por insigniicmte que seja ; e nao compre-
i,Ourlcurj,Eiu e Boa-Tilla l3 a 18
a, todoaoi das,
os Correioa partenSo meio-dia.
ciMBioi be e na stTiaami
Sobre Londres a 27 '/, por t/000 d.
a Paria, 345
Lisboa, I 00 por osuto,
ITitS,
Inglaterra 0 de AgostoUouro.Onfisbespanholas.........
E.-Unidos 24 de Julho Hoedas de 6/400 velhas......
> de 6J400 novas.....
a de 4/1100.............
Prata.PatacOeabrasileiroa........
Pesoscolumnarios..
Ditos meal canoa. .-.....,
aroTiciai aaTBUarasiBAa.
Portugal Mde AgoslOjXpstrla .. I deAgotto
Reapanha 8de dito Suissa.... 1 de dito.
Frants.. 8 da dito Suecia... 30 de Julbo
Blgica.. de dito
Italia..:. dedito
Alemanha. 'de dito
Proasia ...3dedlto
'Mxico... 3 de dito
California '8 de Jnnbo
Dinamarca SI de Julho Chili. 9 de Malo.
R nula... 30 de dito l'urnos-A. de Julho
Turqua. 29 de dito |Hontevldeo 5de dito
29/000
1S/IJ00
16/000
9/000
l/90
1/790
1/800
podia por era duvida a pass bilidade de
ncihar enlre si. Podia-se todavi. esperar
conclliajio ae operarla de um modo pa-
lanco da estrada do noria, Jote Lopes Gui-lhende que nosios amigo*, quer directa
maraes pan oxecugao das ir. s homb s, delquer in liredamento spoiem co o 1 sua tbr-
que trata o olllcio de 19 de julho ultimo, lea moral otie poder arbitrario que he uaas
Portara Ao cumminlinle do vaporCconstante revoluto. Elle pedo 101 seus
(iollinho para dar psssagem pin Baha alamigosque no transijim nunca comido-
Francisco Antonio, quo levo baixi do serv-jiordem o que sejara os primeiros 1 defen-
co doexcrcitodo 4 balalho de arlilhara|der a socieJsde contra asdoutrinss anli so-
cialistas que tratam do drstrui-la.
GOVERNO D\ I'ROVINC'-A-
EXPEDIENTE Do DIA 2 DE SETEMBRO DE
1852.
Oflicio.A thesouraria do fazenda devol-
"nilu 1 ruina uo oboiM,
que venceu o guarda mrinha Antonio Bu-
telho Pinto do Mosquita de-d* novi-mbro de
1851 aljunho de 185-2, Iflm deque mande
pagur a imiiorl.nria da dita folha, porque
se a consignarlo mi'Cili psra a rubrica.
Corpo di aniiM 1 11 ."111 chegou para as res-
pectivas despez'S no exTCicio lindo, certa.
mente p'ovem isso du augmento no pesa ial
por oroem do governo im
seguinle he legal o pgame
pe.
Dita. ConsideranJo vago o lugir de 6
supplente do juiz de orphaos leste leriiiu,vis-
to tur o cidado Carlos Mntins de Almeidi.
que o occu.iva declarando por despicho de
19 do agosto ultimo, que se schi residindo
ao termo de linda.Fizeram-se i respailo
s necessarias communicacOes.
DEM no da 3.
Ollicio. Ao commanilo das ir nis di-
zendo, quo. por sur conveniente providen-
ciar do I de outubroem diante sobre o pi-
gamento dos destacamentos da comarca d-.'
FIA es, por quem se obriguo a faze los all
por meio de supprimoulos, pagando ios of-
Gciies e prac*s dos ditos destaca metilos, -
vista de prels cm duplicata, asiignados pe-
los respoctivos commaoJant-s, informe o
mi'sin 1 commioloi raspeito cot o sai
pa ecer.
Dito. A' thesouraria de fazends, para
mandar justar as comas do director da co-
lla esti idea constante que llie fez com-
preliender, til qual he, o que representa o
exercilo. Elle ann o admira sua severa dis-
ciplina e sus obediencia pissiva ios seus
dieres.
O exercito representa por si pro:>rio nos
tristes lempos de revolucao, o protector
venia Iciro do paiz contra o inimign inlor-
no ou estrangeiro. Todas as opiniOes de-
vm callar-so na presenca do gando dever
de ufni ileixar inva-lir o teniturio francez,
i'ooi destruir a sociedade Esto dever he
um reducto levantado contia todos os ni
migos da Franea
O principio da legitimidide, pell sut
immutibilidide, be o nico que p le dir i
Franca ganntiss que ella no Ion agora,
a Isl e a justici todi fory,i, que um es-
candaloso irbiMo Ibes tira
O principe pede por Unto ios seus
amigos que se alisten! do ove 11 i actual,
lonia del'imentelras, e nagar-lhe os respec- equeoajudem a elle a preparar grande*
tivos vencmentos desdo o du 10 de abr
ultimo, visto ler elle entrado no exerccio
Jo dito emprogo I II do meslo mez.
Dito. A 11 i'smn communicsn lo, que o
juiz munici.ial o de orphSos do termo do Ca-
bo, bicharel Minoel Firmino do Mello, par-
ticipou haver no dii 28 de suo.-to ultimo
rcassumido o exere co de suas funccOes.
Dito. Ao commando do pres io do,
traanlo o movimento revolucionario dos
ull 101: annoamaoifeatou as teodencias liosiis
reiiu federal comidas naquellat coostllul-
e tramfurmou ein certeza a> duvldaa que
hain elevado a este respello.
ita germnica restsbeleceu as bises vi-
te amescadas da raonarchla. Ein virtude
as rcsotufOes abuli aquellas conslltuices,
e regular de uma outra maneira aa rea-
lo estado. Por novas disposlfdes da com-
i despresou-se as da amiga constltuifo
das do principio implo da soberana do
com suas cbnsequeocias perigosss ea
legal receneu garantas duradouras.
ejaifio *m impotios pela altlma sera-
bla emanado daquelles principios perniciosos
tem nao sinente levado o paiz para a revalla,
mas Ibe tem atim dislo imposto gravissimos
onu, porque as orgaas do poder se tiobam
deliado cegar por si inesmo. Apezsr das me-
didas eoerceu'vaa que teuho sido obrigado a lo-
mar, com k anda Jubilo vejo que a Iclecidade
demeiipuvoniio se tem desmentido; porque,
00 111.....em d.i esrcin'. federal, eu linhade-
clarado que a lealdade de ineu POVO lili- Hisp
rava a inaior coaBan;.. Meus charos subditos
se tem subinettido ecom docilldade s medidas
que ae tem lomado necessarlii, e que cumpria
oppor sos lamentos destruidores do poder ino-
uarchico contidos uas leis e as instilulees, e
depois da promulgado' da constitui;ao, elles
procedemn s eleifoes com graude satisfacao
uiinha.
Sem a cooperado dos commissarios fediraei
lenbo promulgado no ioteresse do pais, urna
serie de leis, que serao submeliidas a vossa ap-
pruvaco. (lias a organico dai fluaocas neces-
sita de vossa coadjuva(ao constitucional, e meu
governo vos far francamcuie cummunlca(0es
que nao deiiareis de tomar em considerado
como tenho bem 6rme esperanza. Tenlio pro-
Seja porem como for, perguota-se em pri-
meiro lugar se o voto dos magistrados de 1707
tem podido ligar para o todo sempre o paiz He
Neucbate!, quaesquer que se|am hoje os sen-
limentos de sua populafao.
C'oiiijiiehcodcu-se que tal he a maneira de
ver da Prussn, da Austria e da Russia ; porem
neniis diuicel explicar a adheso da Franca
ao protocolo de II de maio passado, quando
seu proprlo governo nao eslste senao ein vir-
tude de um voto nacional.
Porem vamos adiaiite.
No numero das coi.dices impostas, ao rei
da l'rusala, em sua qualidade de priocipe de
Neuchatel, figurava eutre outras a de con-
servar intacto c alleoavcl em sua familia pur
ordem de auccesao e de prmngenitura a so-
berana do principado de JNeuchatel e Valan-
glu.
Esta coodipao fui observada ate 1806, poca
ei.i que o re da Prussia, sem consultar, bem
entendido seu povo de Neuchatel trocou sen
principado pelo ducado de Berg.
>tu, hau-l lomado IVancee por esla troca,
nao lardou cm ser dado ao maiechal.Uerlhler
que acooservouat i8i4.
Em IH14 aprouve ao rei da Prussia loma-la
outra vea, como Ihc aprouve um anno de-
pois incorpora la Suissa na quatidade de vio-
le c um canto da cooftderafao, conservando
sempre seus direitos de soberana, creando
deste modo naquelle pequeo pas de 70,000
almas una pos^u equivocada qual eia evi-
dente que elle se desembaracasse cedo ou tar-
de.
Do que acaba de ser dilo, resulta que a ac-
ta de 1707 era de facto um contrato enlre o rei
da Prussia e Neuchatel, e que cedendn em
iSjli fteucliatel Frauda, e Prussia lucoiiles-
tavelmcnle vlulou uma das eslipulacdcs do
cuulrato, e desubrigou de teda a obngar.o o
povo ue Neuchatel.
Iteldlsamos urna outra objeceao. Invoca-se
os tratados de I8l5. Todos se leuibiam de que
o ministro dos negocios eslrangeiros nao dei-
curado sanar por meio de economas as chagas iou de manifestar em pleuo parlamento a ad-
niiii mita i'li il' I aitiPnlavol f+m hh a-.-. > .. -I... 1__9. a 11 .... _____*. a .I a
que uma pica lameniavel Taz ao pais, assim
preparar uineatado Hnanceiro mais regular.
A lini de por um termo ao estado excepcional
do paiz, tereis de fazer ainds, conforme a pres-
cripyo da assembla federal uma declara;o
-obre asdisposi(des consiitucionacs, e para que
il...>.nl4>.l.ll. I H.dll^l. _-_ ____,
poderosa obra da uniSo, das torgas tnooar-
chicas, nica que jara assegurar o futuro
, ., #. w 1...I... yuw viiaiiiuviuuil'li ; 11 sil si IIUC
mostrando a Frauda um porto ein que ella Ujuramento relativo a coostitulcao mi onpri-
poicri entrar, so novis desgracas vierim|maa vossacousciencia, determiuei que se fa-
desluir seus interesses e perturbar seu re- ra desipparecer a passagem coocerueme
pouso Kssa uniSo de tantos interesses constltulfao. loufio que coma ben;ao de Dos,
eommuns n9o ple de molo uenhutn, ser : esta dieta marcar o cornejo felit de uma nova
uma cousa ameacadora pan o paiz : Dfo 1 *fl"Jr*T5,5^t!lB" de ",.eu P0'0' e.',l n,,r*
u m, deve: nem pJe ser sondo PW.C^niASvtt? dU "'
Fernando, inteinndo-o de haver remedido O principe segu por conseguinte com B Depo.sdesie discurso, osmembros da primei-
pa-a Sinc. iiiforu ar o requerimenlo, em que mais atinen do que nunca a gnn le poltica j ri e segunda cmara prestaram juramento
Luiz Aurelio de Cjdoy e Vasconcelos, pe el,de pacilicac3o e conciliacSo que he a unicil (Journtlilti ebaii.)
ser prvido no lugarde esciivSo do almoxa-inicionel. Elle recommenda a toJososj
riado daqii-llo presidi, o mlorisando o afseus IBlgOl liis D'ora em diante elle to- -----------------
nomea-lo intiiinanioiite para o mesmo lug-rmi so 1 respunssbildsde do seus actus, o[
seassin o julgar conveniente.marcando IneQo* it qui nao fez: e So pOe testa do '
um praso dentro do qusl solicite o st u litu-IPlfli 10 unicament?, e lods a direccao fulu-
lo pela secretaria deste governo, polendol" em.nir delle. 1
Smc. desio ir do sorvijoo actual encrivjo,' Eis aqu, me,u caro Sr., o sentido dessa
que tem pur v-zos pedido a sui dcmis-lcnrt que os jornaes atteam c calumiuam
sem a b,uo'iear.
yitETAO: DE NEUCHATEL.
A allen;o da Europa est de novo concen-
trada na .'uissa como o eslava ein 1847. A aa-
sembta federal acaba de abrir a sua sesso.
Etli est oceupada de dous negucios capities,
o de Kribtir o c o de Neuchatel.
K..es aou
o d<
negutuos
multo eiseiuciiiantes
Dito. Ao juiz dodireilo da p imein vi-l Purtu os cargos qu idlo fo'ri moraliin- na parencla, s,io tdemicus ,, ,,
SolU(3o 1 da niesjno ios poderes mais arbitrarios,e quo a qoesto daaoberania que se debate em 'jeu-
ri deatl cidade, reuielt-nlo, cm
duvida por Smc. proposti em oIDolO do I
do curenle, copia do parecer do conselhei-
ro presidente da relicao.
Parecer a que se refere u o/licio cima.
III111. o Exm. Sr. Em sol ,co ao ollicio
Jo V. Exc. datado do Io do corrente, e co
desippaitconi como o fumo nos momentos chatel como em l'ribourgo. OpovodaPrlboargo
de cris-, o Principe pede I seus amigos, revcndlca a sua soberana contra aeu proprio
que os no aceilem. Aceitando-os, elles governo; o povo de Neuchatel delende asna
lomam para si um.i parto de responsabilida contra as preieiifoes do rei da Prussia, apoia-
do n.-.s aetns em.lr 1 ninu Unan In. das pela turopa.
ios actos contra os qu.es, a Fnnca lo- Pi discul,r
memo no pess i.l ?.* h' '* rUm d,a Pro,e'tir. bp' do f>1- le, a Pr deve por lamo olocar-i1 debai-
perial e por c in- brindo nutro, que incluso devulvo, do juiz.}'* tnelhor esperar o res-rvirem-sepano iodo mesmo ponto de vina em que ell.se
nentn relativo ao'1'6 dircilo substituto da primeira vara cri-.'uluro. collocou ua quesUo de Fiibourgo. Elle advo-
Os jornaes apresentim o Con le de gata contra o rei da Prussia e contra o proto-
do a politice modera- col de Londres a causado povo de Neuchatel,
o Itloptsr o que elles cul" auvo8ou causa do povo de Fribourgo
dilo guarda ririnha, cump-indo porem, min.l dos!, ci lade, tenho dlzer, que av.s-Oa jornaes apres,
que d'ora etn dianle, no cas" de iument t. da portana dessa pres.Jenca e 14 de ji- Ui.u borj iba K
dopesso.l, se cllicicao governo, dan lose ine.ro do anno passado, mandad, observar d. e de c.mcili.cSo,par
. .. .. t. i.. t (i ,1 iMiuirn 11 tuit II,,. ...i., r ni. aui n un -. < i
nfio deve substituir a- votado do cora(,3o ao aeu piz, vivendo com
A primeira se
hes.10 da l-'r.nit; i ao iiotocolo de '24 de malo,
coiuu ti n iftiiiiiic.....imj formal datjuellcs
tratados polo Sr. presidente da repblica.
Todava os tratados de i8i5 nao podem ter
sua applicafo na qucilo que ios oceupa. Se
lie verdade diier que elles tcein por ohjccto
crear urna ordem territorial europea, a hiato
ha demonstra que aeu fin tem sido garaniir a
partea contratantes a intt-gridatfc de aeus terri-
torios, nao contra moviiuentus internos, mas
contra aggrcssdes cuernas.
que ae passou cm Franca em 1830 e na Bl-
gica em iSji he a prov.i evidente diito.
O ramo mala velho dos Hourbons cahia do
throno semque sua queda produaisse um con-
flicto, que tivesse ceitaiuente (Vito moatrar*ac
a l'i .ni,.i, tnhareunido a Uelgica ao seu terri-
torio.
Paaiando pelos uiovuientoi Insurrercionaea
que tiveram lugar no canto de INencbatcl em
IH3f no lini de aubtrahir aquelle pat ao domi-
nio prussiano, ci|iie sulfocadus, tiveram em re-
dil I la to numcruias ptoscrifes, chegimus ao
primeiro de marco ti 1S-H. U movimento ine-
vitavrl aos olhns de todo o mundo iirpois i.i
derrota de Sanderbund, rebentou naimellc dia.
-s |n.]>i.a;oe inareliaraui ar adas .ubre \ou-
chatel, e o coaselfio de estado nomead pelo
rei da Piussia ae reiirou. aem nenliuma tema-
tira de resistencia diante djijuclla manilesta-
fo popular.
\Jm governo provisorio foi imtalfjdo c subs-
tituido no m tu de um me* por um governo re-
gular nontcado por un grande OOOielho, niscl
do do aufragio universal: urna cuuslituico M
elsiborada c votada.
Subiueii'la sancc.j do povo intelro, ella
obtm uma respeitavel inaioria, e pouco lempo
depoia a garanta federal.
Depois de enlo tiveram lugar duas eleicea
geracs para a noiiiracao dos deputados ao con-
selho nacional secreto cm Berne c ltimamente
urna outra cleicao p-ra o renovamento do gran-
de conselho, e aeinpre e em toda a occbmjo a
in ti"ni tem mostrado sua linuevontadc de ser
suissa e smentc suissa.
F^oVdeToVciTsoTlom BipTiil. >ereiraUbo .tai Cono.lv* da cap.zes, que amen a Fr.S. tanto quanto ;Sr^gP^ abao.uto dse govern.r e ad-
(icipnu seaoextn. presidonlo da quella pro- S^* un,fl vez lue dil s poilanas nfio ello a ama ; eis qui lod. a sui poltica" cheUcs ea Hreviua. ministrar aem outra inspecuo que aauapro-
adoptaram, nem mandsram executar tiesta *? "> vez de a UeiX.r personiltcar co-; Antea de hontem 6 de julho, os dous part- prit. Que elle se admininre bem ou mal, isto
provincia o decreto ile. 26 do fe ve retro do Dio al aqu em um nu ne '|ua1>jiitir, e||>> m.: dos tiveram de reunir-sc em Valangul, a fi 181*2, o qual so podo vigorar no municipio aprsenla nico lia frente quereudu sr de fazerein urna desaasreuuies populares que por todo o lempo, bem eulendido, emquanto
da Corle. Km cona-quencia, pois, do que, verJadeiramento o Chafe do seu partido.' "o tem iguaes em nenhuui pali e que a na nao perturbar seus vi/Jnhos. Mas oipartlda-
Yincia.
Dito.A mesma remetiendo por copia,
o oflicio, em que o command-inlc do brigue
escun Legalidad** declara estar prompto a
aahir para o presidio de Fe nando na m -
DhSadodia 5 Jo crreme, flm do qui orJem das subsl.lu.ees, des-gna-fa as r> MU carcter, o pelo facto de ella ier|-. SJlSSo
quella thesouraria fac,a apromptar. cromet- endas portarla*, que cutDK" nflo alterar, gunia cousa ar.tscada nflo he que elle a of/uiia
lor para bordo, iis objecios. que deve con- ent-ndo, que ao juiz municipal de Olinda
duziro referido brigue escuna, cujo cim- compelo a substiluiglo, de quo >e tracla ;
manante scoflicia para os receber.-OID
Este relatorio se sida por um eacedente de
receltjs de 1^1,000 francos (receitas 8M.000 fr.
- tle pe/i., 084.00") fr.)
Estv eicedeoie foi destinado pelo graude
conselho para trabalhos ntraordinarios de es-
tradas e de casas de escalas.
O orcamentode 1852 duplica as despezas (li-
li com a instruccao publica e as eleva de 10,000
fr. a 60,000, nao coinprthendido os salarlo* pa-
gos aos corposde enslno pelas villas e munici-
palidades, esubiodo a 220.000 fraucos para cer-
ca de 300 professores sobie urna populacao de
73,000 almas ; ou um professor para 250 habi-
tantes e 750 francos de ordenado para cada um.
Uepoia da revolucao de !&48, o grande con-
aelhc elfectuou a compra dos dizimos a 50 por
cem de reduccao, abollo o numero dos direitos
ieml.it-, redunode ?5 por cem o pirco do sal,
de por cena os direitos de nutacalo. Final-
mente e por meio de um imposto extraordina-
rio pagou uma divida de um inilhao de francos,
legada pelo governo paternal da Prussia.
A 31 de dezembro passado, os depoaltos effec-
tuados na caixa econmica se elevaran) a 7 mi -
Ihdes e meio de francos para 8,000 depositarios.
Oude acha iguaes cifras para uma pequea
populacao '
Sob o rgimen (So desacreditado dos dem-
cratas, a Industria de .\etich itel chegou a uidi
prmperidede inaudita. Els aqui qual foi em
iH.'ii o movimento da relojoarta, que be, como
se sabe a principal industria do cam o :
Contrastes de canas de uuro.......... 101,900
de prata......... l4o,000
Joias................ 10,000
Kstas ciras inconlestaveis sao de uma Inven-
civcl cloquencia, c hrcom provas na mo que
podemos .iil'ii ni,ti que a revolucao de iSh foi,
para o cant.io de iVeuchatel, a data de urna ver-
dadera iegen;racao poltica, econmica c so-
cial.
s beneficios que acabnmos de enamer&r sao
unidos ao rgimen actual, rgimen de liberda-
de,.dc tolerancia e de progresso. Elles desap-
pareceriain com elle. Dai ao re da Prussia os
direitos que elle revindlca e veris (oda este
prosperldade acabar-se como urna sombra. Aa
proscriedes de i83t comecariam outra ves, c
OOsn o rgimen prussiano voltaria outra vez ao
poder uma oligarchia ininiga de toda a tnapec-
(ao, urna aristocracia parsita, que nao se con-
serva no solo nacional sendo por seus hotcis e
casas de campo e cujos capities, depositados no
estrangeiro nao sao de nenhuuia uttlidade par*
o paix.
Resumamos.
l-m direlto, os ttulos da Prussia se acham
invalidados pela sessao feita Franca em
1800.
Fosscm estes ttulos inconlestaveis no ponto
de vista da soberania popular que he o ponto
vre voolade do povo de Neuchatel.
Nem podemos to pouco admittir os direitos
do rei da Prusla sobre esse povo, como nao
admitidnos os direitos do sr. conde de (.hau-
bord sobre o povu francez.
Em facto, os actos que o governo de Neucha-
tel tem pralicado ni. fornecem materia uem
pretexto para uenhuma Intcrvenco.
Coinprehendemos muio bem que estas ra-
ides nao sejain de nenhum peso junto do gover-
no ti i Austria, da Prussia e da K u su, goveruos
que nao adiutttem odireiit> popular, mas com-
prebendemos menos que ellas inio tenbain fe-
lo heattos os gabinetes de Londres e de Pars.
(Jreinos saber <|tie o governo francez nao est
assoeiado au protocolo de Londres, seuao para
modificar os termos nao be menos para la-
mentar que elle teuba parecido admiitir pre-
lene contrariis ao seu principio. Mas cie-
mos na forca das cousas, c nao admitimos, se o
negocio tornar-se serio, que o governo francez
posea iutervir de outra sorte seuJo como me-
diador em favor de Neuchatel.
A. NFFtTZEB.
( pmsm. ;
PERNAMBUC9
JY DO RECIPE.
llca Dontlcralo, n len'lo em ro'iaitlKraclo i Kla lltilule lirme e enrgica agrii ao Suissa, para a soberana do povo, tlfna manel- ros .las itlciis tleautoridades e de Interveoco,
.-.-.. -... .-. -i.. r......a. .11. .... ra tradicional de caercer direlaineulc e sua aqoellei ijue prolessam que os homcos sao re-
los para ser guiados e au para marchar sus,
do desta prova nao pode ser duvi- estes revendiquein para si o direito de pedir
a inaioria do partido coosliluciun.il be cunta aos povoa da maneira porque se gover-
que se dirigem os esclareci-
ciou-ae a reapeito au mencionado commaii-
dlnte.
Dito.A mesma devnlvrno os papis qut-
acompinliirim o leu ollicio de 28 de agosto
ultimo, iilim de quo mande pafjar a im-
ponanci i de 13/220 n., de que elles iraiam,
ao ilferes commanJaiite du deslacamentn
de Baneiros, Jos da Cruz Vieira SeipiSo
Castro de (Jueiros .Mat Jo, visto ser peque-'
ni essi quintia o como tal n3o exigir auto- '
ritaeto especial do governo.
Dito.Ao inspector do arsenal de mar- !
nba duenlo, que. aleni des mrormacrs
Agora que sabis sua vonlido plem j ui uii'"evidente noto eVtc partido coin-
visto no dever accumular-su o excrcicio, acerca do csseucial das cousas, podareis prehemle uao somente lodos os radicacs e to-
i'.'iilitiia em caso especial, dasduas varas desculpnr as mentiras que se tem ji espi-' dos os liberaes, mas aluda um graode nume-
crldiinacs. Este lie o meu parecer, mas V. ili.de :>obre s invenrjdes e muJinr;i de ro de cooservadores i|uc nao querem mais c
E\c, decidir domo'o que mus justi Tur. ideas do p'incipe.
DcosguardeaV.txc. Reeifo 3 le setem, Actilij &c.
hr.i do IIS52 IIIar. e Exm. Sr. Francisco Assigm lo : Ventando de La Verrtnays.
I i ',-s-iii; in-1, 19 de Miio.
10raa Tisana I
Antonio Itiliciro, presidente da provincia d>:
l'crnambuco. Antonio Ignacio de Aze-
vedo.
ALLEMANUA.
t'al ( lleucVassel ) 16 de jtdlto de l8az,
Hoje, S. A. II. abri a sessao solemne dos cs-
n i i,.. ..i,- lados. S. A. R.pronunciou o discurso seguate:
O jornal do paiz publicou uma ca'la din- ,;naro, e ne) e,udos do eleitorado, he um Neuebal.1, eoc.ricgados de escoler entre os
EXTERIOR.
por principio, ouvls fallar do rei da Prutsia.
Perantc a equidade e o bom censo, a ques-
1.i,i he pois intrincas!, pela alilude da inaioria
do povo de Neuchatel, porque a equidade e o
bom censo querem que se oo pojsa dispor de
um povo coutra a sua vontade.
alas a Prussia eleva prcleoccs baseadas etn
antigs convenedes c nos tratados de I8i5. >o
estas pretencoes admittida no protocolo de 24
de malo que vamos discutir.
Depois da inorte da duqueza de Nemours a
3 de ooveinbro de 1707. os magistrados de
(intuas no seu ollicio de hontem, precisa gida por umlegitimista ao conde Clumbord. verdadeiropraser para inttn, veoeravels estados' pretndanles successao, deleg.rain a sobera-
siber qusl foi i ultima coaipri de cirvSo a ceica do juramento. M. do LaFerronays, do eteiiondo, ver-vos reunido em redor de, na casa real da Prussia dcbalao de certas
feiti pelo srsenil antea tle comisar o actualmente ao ser vico do principe em meu ihruno, c meu coracao paternal est chelo cond^de
eiercicio crranle para ter em deposito, e Frolisdorf, respondeu com outra carta, dic- com elle ir supi-rimlo os vapores do Rover- l,J de algum molo por este, que em se- de preencher os deyeresque vos sao prescrip-
no, e quintas tonell.da, desse crL .SU.ggmnm.* m, ^^^^Z^^rZ
lavis, lido ce ament a Cirta qu-o rund.raenlos inabalaveisda mooarchia lii.bam
cond de (.hamhortl di igiu aos seos amigos, sido agitado, de uma maneira liio nolavel pc-
tllc picvu com algunvi tri-tzi que ni-m las consn uic-s promulgadas depois de h3i.
forneoerSos ios mesmos vipores.
Dito. -Ao commindant i do vacor Colfi-
obo para quo mandando examinar ti carvao

J OLIIETIM.
loridade, u.i
|i<> ii.iin conceder a um estranho luterrogai-Oi que elle vos responder, elle vos
A tradico aecusa os juUes de nao terein
sido iosenciveis ao ouro quu o enviado p, us-
siauo soube derramar com discernnnento, c
um documento autographo emanado de S. .11/
prussiana, o qual se deve achar aindo nos ar-
chivos de Neuchatel parece dar altjuma anlerio-
ridade a estas aecusa^oes.
cao de uma lebre; debalxo desse iiia-jio vcein-
r o direito de discutir com elles os grandes inte- dir que sou esse bomein qu fez do duque del se as pernas de pocm vea do objeclo de temor
resses do estado. Elles erain mu desconfiados Milo o princepe mais poderoso da Italia, e a e de adiniraco que se procurav., uao se eu-
i ,,. __ ... ,.s esuspeiiosos, e por isso tremeram de medo, quem o duque de Milo recompensa hoje com I contra aenao um objeclo de borror, de despre-
H 'l VliiV l\V r UilllfXl\ I l I I v|,|"lo,l1"'1"" s^ti n.^irim, ou um il-scotilirLi- a prosenpeo e com o esilio. tase hornera em m..... ou deasco! .... Para vi, senbores, o du-
U IjU.iIJL VA ts,'IIIJl,IU.l(/Ij,'l. '" linha atsistido a tal dcltberaco. Clamnres'fiui, cujo cabe;., para agradar a seu uobre so- que de Milo he aluda esse conquistador situa-
se levantarais de todas as parles para impor| beranu, leudes posto apremio! I tre que suas numerosas victorias tem cercado
silencio ao .udacioso interrupior. A paiavraj Dizeodo laso,elle atirou para longc o chapeo, i de uma esplendida aureola, e cuja atnlsade
espiao coiria de bocea era bucea. Urbtno de e fez cahir capa a seus pos. tendea aceitado menos pela esperanza de ser-
Savona e Antonio Peruslui eiclamavara, coini Cartnagnola I des aquecldos pelos ralos de seu sold que pa-
'applausos do waior numero, que convinha prl- Estegrilo levantou-se de lodosos lados co- raeviurde serdes fulminados pelos ralos de
m.iro que ludo que elle fosse preso e enviado mo uiu inundo forraidavel, depois fdi-se citio-
[aoa pocos do palacio ducal para ah meditar so- guindo pouco a pouco mi um silencio com-
bre seus planos polticos^ Os mais moderados,'pelo,
Sim Francesco Carmagoola......que
N mi. lie a riles
inenlos que seguera.
O governo cantonal que funeciona ein Neu
chatel depois de mais de quarenla annos, se
[em conduzidu c-:i toda a necurrencia cora a
inaior considerarn. Obrigado a luclar contra
as manobras de um partido rico c influente, el
le no recorreu a nenliuma medida excepcio
nal. Poz em pralica no poder as doutrinas que
professava na oppusico. Nenhum dos inem-
bros do rgimen dec.hido leve de sollrer em
sua pessoa ou em sua propriedade. I. todava a
rei-m.l.i, tu das prescrljaes de l8lS c'del83i
subsiste anda, daquellis prcscri(t)es que en-
cheram as prises eenviaraui para o esilio cen-
tenas de cidados e todos se lembram dos no-
mes daquelles que encerrados uas fortalezis
prussianas nao sahram deltas senao no estado
de cadveres ou de louco.
Sob a administrado republicana o canto de
Neuchatel veio a ser um dos paies os mais pros-
peros do mundo, Vamos prova-lo por cifras
as quaes os partidarios do amigo rgimen re-
futaro se poderera.
Temos debaito doi ollios i relatorio dai A-
nancas para o esercicio de l s.i i. approvado pe-
lo grande conselho cm sua sesso de junho.
(POa MOLE 0ENTILHOMME.)
SEGU-NDA PAUTE.
i.
O tenada.
(Continuaco.
i teodo sua frente Joao Pisan!, queriaili antes
' de tudo saber o seu noine.
1 Que lmpoita seu noine ? disse o doge com
um nuii de proteccAo benvola que provou cla-
ramente que o descoohecldo em seu lacnico e
i violento dilo, linha sido, sem o saber, o inter-
prete de seu pruprlo senliraenlo ; fue importa
seu nome, ae elle nos dir. a veidade:
O que lenho a slscr, respondeu leulainen-
(Jhoraein de capa parda llnha-se arrojado ao le o bomein da capa pard., dtrlge-sc prlineira- _.
inelo do henifcyclo formado pelos dous auiphl- mente o seutior Encelo, euvlado do dut|uc de olhos ritos em t.armaguola
llieairos era que os bancos dos senadores esta- Miio, o braco direlto de sua Alteza, o espiri-I O apartamento be favor'avelaos hroes de
vain disposlos em drgiaol. lo de seuespiuio, a altuadc suaalma... Alguna falsa raca. replicou oconde com un soi riso des-
l-.ni pr. aluvo, iiimiovel, lendo anda o cha- de vos, senbores, perguntaraiu ha punco quem
peo na cabeca, nolirenienle envollo etn ua ca- eu era..... Vos iguor.ivcis com rUelio e anida
pa de estofo grosseiro, elle esiendia o braco co- o Ignoris, l'm su de lodos esse. hmeos que mi-
mo para ordenaro silencio; mas os membros cercara otiubaadviubado, uiiisme liolia reco-
da senhoria de Veneza, mu ciosos de sua au- ^ihecido, ej trema, j eslava paludo.....
uiini par. elie, iiiui.i ircme e vejo meu nome
. *; Vldearo n. iv. Idesenliar-ie sobre seus labios lvidos ....
vio por multo lempo VI conli de perto e pode
ti a\ ir s- 's seu retalo de memoria......
K como Ericcio, lingiuJo-se indignado, mas-
trava querer sabir, Cartnagnola cuuiiniinu :
Se.eulssitno doge, rogai ao signo, -.i celo
que li pie Elle inelbor que muguen po-
der julgar c alicatar, se o retrato be liel,
Sul-jug'do por uraa forja invcnclvel, Eric-
ciu ini nuil a i .iIn,- sabr seu asseuto com us
dcnh.so. Vistos de longe, illudcui, engauam ;
pareoem gigantea..... mas quando uma pea.oa
se approztraa delles, quando se levanta o inail-
lo de purpura que oceultavao simples iuon.il,
quando se mide de perto essa pretendida gran-
deva que ue.lumbrava a mullidlo, eul cm
vez da alma de um boincn acba-se o cora-
sen trovo..... Vos no o percebels senao
travez de um. nuvera, de cujos llancos temis
anda ver sabir a tempeslade, e prefers a Anal
de coutas uraa tregna que vos permltte ir
cuerreiar contra os Da nulas e buiniihar osleu-
ditariosdo re da Hungra a utn rotnplinento
que vos porla em prescuf a de Visconti, casebe-
rrfe querido de Ueos a qjera suas campanhas as
inaissangunolenlss enriquecetn, e que nao sa-
be aluda o que be una i e ve;! .... Pois beui, se-
iihnies! sou eu quera vo-lo dii. As nuiles (ein
algumas veies appari(des eslranhas que gelam
o coraco mais resoluto..... dame dessas ap-
parlce*, o pollro recua.....o bomein aultnoso
eue.ii e.s. cousa impalpavcl que nao tem Ago-
ra, era forma, nciu nome.....Se elle avanja,
rilase apaga.... se continua a avaticar, ella
desapparece..... Faiei aisun, senadures da se-
nhoria de Veueza..... Vscoull lie um phaulas-
iii i.....marchal sobre elle e recuar..... local-
Ibe cora o dedo, e cabir!!!
Os partidarios da guerra responderatu a esta
vador; a parle prudente do senado responden
por sigiwies noequivocos de m n iuli I Ir.
Percebo que ha enlre vos, replicou Car-
tnagnola, pessoas a quem ir.inhas palavras es-
pantara. Isso tem lugar porque nao lendes visto
de perto, como eu, essa ambico desenfreada
era uma alma debd, esses projectos gigantes-
cos em um cerebro estreno, essa preteucode
governar o universo, quando a pequenhez de
seu espirito bastarla apenas para dirig.T sua ca-
sa! lie porque nao sabis quauta baiseza, quau
ta pussilantrafdadc e quiuta impotencia ba
nesse carcter degradado que convirla tnelhor
ao cscravo de algum lultao da Asia do que a
ura principe que oceupa uiu dos thronos do
inundo chrsto.... He porque nao o lendes vis-
to tratando abrrtamenle cora ura pas vizlnho
e pagando s oceultas umaVopa de bandidos
para levarcra ah) pela noilc o rcobo e o incen-
dio be porque nao o vistes, cmqnanlo a revol-
la roncava etn torno de seu palacio, respirar o
perfume de suas (lores, rir com.eus validos e
sustentar alguma Interessantr controversia so-
bre o melhor modo de soltar o lalco, de perse-
guir o viado ou de atacar o javali.... Tal he en-
tretanto esse hroe dimite do qual lodos se In-
cliuatii, e que su em seus quai los estremece ao
mais ligeiru ruido.... Tal be esse grande bo-
mem de guerca que nao conhece senao o sotu-
de caca eque nao combateu ja
SESSAO EM 4 l)E SETEMBRO DE 1852.
Preiidencia do Sr. Dr. Rodrigues Selle.
Promotor publico, o Sr. Dr. Abilio Jos Ta-
vaivs.
Eicric&o do jury, o Sr. Joaquim Francisco
Esteves.
A'slt liuns Folla a chamada, verifci-se
estarem presentes 36 sdnliores juizes da
facto.
OSr. Presidente declara que vai proceler-
sa m Mirii'i-.i do c msellio que tem de julgar
o ro Faustino Frincisco de Oliveira, por
queixa duda por Jos Ferrolra Xavier, em
que o aecus novembro de 1851, duas bofetadas, e por is-
so incursi na primeira parte do art 206 do
coligo criminal,
l'roccd-j-sc ao sortcio do consellio, e sao
designados pela sorte para este litn os Srs.:
JoSu Ferrein da Silva, Francisco de Piula
Pires llamos Jnior, Jos Cuedes Salgueiro,
Gustavo Jos do llego, Jos Benlo d Coste,
Antonio i. mi; al ve.- Pereira Lima, Antonio Jo-
s Itibeiro de Moraes, JoSo Friocisco Regs
dus Alijos, Francisco Jos de Mello, Joaquim
Jos de l'aiva, JosJerouymo Correa.
O Sr. Ju/a Presidente faz ao reo o segualo
INTERROGATORIO.
lu: : c.iiiii, se chaina i
Reo :--I iiisiimi Francisco de Oliveira.
Ju; ;yue idide tem ?
Reo : 22 annos.
Juiz:D'on le he naturil ?
fleo -.Dal'ernambuco.
Juis: Seu estado ?
Reo :-Soltaico.
Mi:-- (jual sou modo de vida r
Reo !Cmeiro. ____ ________
||__. r-mmmm-SBt- m SB*JJ^jaa)
au crelaes, senbores, em uma excepcao em
tavoe de Veueza. A mentira est na bocea de
l'liilippc, como a tralco est etn toda sua vida-
lodos os pactos que sua pena tem assigoado, a
espada de seus generaes tem rasgado.... Uma
s palavra me resta a diser-vos e esta palavra,
leuibrai-vos bem disso, contera lodo o proble-
ma de vosso fuluro e de vossa salvaco.,.. Ou-
sai: pois elle toraou para seu servlfo o Intr-
pido, o fogoso Sforza, que J aervlo a aples
cora successo, e cuja mao maneja glurloiamen-
le a espada que seu pal por turnio lempo lllus-
irra :.... Com um tal captto Viscouil aonhar
osceplrodeHoma, d. Venca, dalulha toda in-
teira.... ousai, repilo-vos, do contrario, estis
perdidos 1....
Ericcio aproveitandoo momento ein que Car-
magula lomava folego, exclainou cora uma voz
au iimiiijila e esteodendo o braco para elle, ca-
rao para anatberaatsa-lo:
Senadores de Veneza que conlianca podis
er as palavras de um tal boincn? Nao .abela
todos que o duque Visconti o cobrio de seus
uenelicios .' tic lempo que tambera por nossa
vez o cubramos de ura nome que o pintar
mu bem e do qual he mu digno, o norac de
traidor.... siui, conde de Cartnagnola, cu o de-
claro era nome do hornera a quem ultrajis,
face to co que vos coudeinna. sois ura irans-
luga, ura traidor.... Visto que fallis de f ju-
das cornetas de car.. -, #- .w.-.
mais cm bata I lia campal aeuio os grallus c as rada, recolhci-vos cora vosco mesmo ejulgai:
gratas! (juauto ao seu respello pela fe. jurada,' Traidor! repello o conde Icvaoiaudo li-
rloieii i vus disse, lia pouco, pela bocea do II- 'geirameulc os bouibros. Vos credes, cun ellei-
velieiucutc allocuco por um inurinurioappro- lustre Ridulli, como elle Ihe tmlia sido liel.... ; to,ici-mc IDOiqoJlltrO por essa palavra terrivcl,
J ILEGVEL i


1
7
~ .. -y*.
l.,.-..Fn nixelro do iKnicioForreira da apollo, chamo (ni favor de minha allegacao
lux. .-Foi C,I*0I' ,",'"' daal. di. I oactoi de violencia qu o dito director e dele-
Coa a, e .chava-se na taberna desle no da ^ |c,do ,{ .,,,. do patrlmo-
18 de novembro de 51 f | lo da cmara municipal deili vllli, em despei-
/fe* :~Ful oilxelro do Sr. Coala, ate OU- w jc l0()0 jjre|l0 <|e propriedade e occupacao
tubro, maa no da 18 de novembro pissoi. deiu demuitoi annoi; uneaca feitai e or-
pela dita laberna, para ir ao acougue, 8 ne-dem de priio contra osolnclaes de justica, por
sa occasio fui bstanlo insultado (elo dito I cuiuprlrem mindadoi dojulio contra os .dere-
Coata. e por Jos Ferreira Xavier, a poni do dore de mal rendas, que te tem negado paga-
dito Xavier me empurrar sobro um barril d laa conaelhoa do loc-red.to en
aieite ; eu entAn em minha defesa, dei dous
soceos no dito Ferreira ; dah at ao presen -
te tenbosido perseguido nao so pelo dito
Xavier, como pelo seu flx-patro.
Jhi'x :E qul lio o motivo dessa inimisa-
de que Ihe i -m Costa ? (
Rio :--Foi o de ter sahido de sua taberna,
nsalii por sor muilo mal pago, o querer me-
Ihorar de accommodaco, o que no tenho
conseguido, pelis informaces que o dito
Costa tem dado a mou respeito.
Findo este, o Sr. escrivo le as pecis do
processo, as quaes se deduz torem deposto
nelle as seguintes cinco testomunhas: Igna-
cio Ferroira ila Coat, Joodas Virgcns Mol-
la, Chrislovo de Souza Araujo, Antonio
Fraucisco Alvcs e Benedicto da Cunlia llar-
boza.
A primeira testemunlia dopz do vista so-
bro o ficto; isto lie, declara ter visto dar pe-
lo reo duas bofetadas no autor, sem proce-
do' provocarlo da parte dusto
la de providencial lobre o furtoi de gadoi e
criicOei imuda, que alguns ladloi tem felto
nos arrebaldn da povoacao de Po d'Assucar ;
o arrancainento de editaei da reipectlva cma-
ra, e do i ni i de paz do primelro dlatricto, alem
de consiolir que varloi Indiol armado! de gra-
nadelrai ouiassem ameicir em algumai occa-
Ides o forciroi da mesilla cmara, para aban-
donarem auas caiai e lavourai a preteato de
inhadai revendica^dei, em prejulzo doi inle-
renea daquellc, pe e traaquilldade publica e
Individual; acompanhando-ae, finalmente, e
com escndalo dos assassiuoi Alberto de Itrlto e
sen frino Manoel Coi rea em diligenclai de po-
lica, alin da protecfSo de alguns pronuncia-
dos, como o mesino Alberto, Antonio Morelra e
outros, que vagam dentro da frrgueiia de Cim-
bres, como se evidencia do sitado primeiro ,lo-
cumento de f. 9 a 10.
O abaiao assignado, l\m. Sr., longe de com a
presentequeila eniprehenderprcjudicar a pes-
soa do director e delegado, pelo contrario, 10
(ni por iini chamar a attencao de V. Eic em
favor dos cidadoi do termo de Cimbres, que
em todas ai pocba e sempre propugnaro pe-
O' lii livor, 11,111 u.i M,icuaiv. i---------------------------- jS -? -
A segunda e torceira depozeram de ouvir la ordem publica, paz c locceao desta termo,
... B Iqueaquelle einpregado com facloi e allega-
dizer.
A quirta doclarou ter visto dar as duas bo-
fetadas e um pontap.
A quinta lambem depfle de ouvir dizer.
Findo leituri, temi aido lanrjido o au-
tor, por nBo comparecer, foi o reo aecusido
por parle de justica, sendo seu defensor o
Dr. Ilollanda.
Findasas allegicSes
O Sr. luis Presidente entrega ao conselho
os seguiotes
QUESITOS.
I. Oreo Faustino Francisco de Olivoin
lez na pessoa do Jos Ferreira Xivier as of-
fensas de que trata este processo ?
3. O reo praticou o mencionado faci com
O Iti de injuriarao ofleodi'lo .'
3. O reo praticou o mencionado ficto em
dt'fesi do sua pessoa i'
4. O reo praticou o mencionado ficto em
defesa de seos direitos ?
5. Houve certeza do mal que o reo H pro-
pz evittr ?
6. Houve falta absoluta de outro meio me-
nos prejudicial ?
7. Deu-so a circumslancia do nlo lar lin-
vidoda parte do reo, ou de sua familia pro-
vocarlo ao delicio, que occasionasso o con-
llicto ?
8 Existam circunstancias attenuanUs em
favor do reo ?
Logo depois sane o conselho com as se-
guinles respostas i
Emqu mo ao primelro quesito ji.
I.m lii.inio ao segiindo que'sito nOo.
Emquauto ao teici'iro quesito llm.
Etnquanto aoquarto quesitoiim.
Emquauto ao quintoqoesilo sim.
Emquiuto ao sexto quesilo sim.
Emquauto ao stimo qu osito ata,
Emquauto ao oitavo qticsito ndo.
Em seguida o juiz presidente lavra, o l a
seguinte
SENTENCIA.
Viata a deciso do jury, com que me con-
formo, absolvo o reo Faustino Francisco de
Olivoin, do crimu de que lie acensado. O
icriv.i.i d baixa na culpa, e pague a muni-
cipalidade as cusas do Itiifamento do nu-
tor em dianle.
Sala das sessOos do jury 4 de setembro de
1852. Francisco Rodrigues Selle.
l. sondo 3 horas, levantou-so a sesso.
[dei apcrifas tem procurado iuverter leu
modo, para bem sultaoi.ar c perseguir deicri-
cion-rianiente, revestido doi cargos que Ihe
foram, com aisa iningna da moral publiea,
conli idos para este municipio.
Macaco SO dejulho de 1851.
Jos Vicente da Coila.
VAKI EDADES-
DOCUMENTO HISTRICO.
O jornal oflicial do Copentmguo publicou
no seu n. 17 do Janeiro ultimo um docu-
mento i 111' r i s s 1111 anda indito, e cujo o-
rigmil seaclu nos archivos secretos do os-
lado em Copenhague: he a carta que a jo-
ven desgrana la rainha Carolina M llnlde,
mulherde Christiano 7, rei do fiinamaici,
i".vino do seu exilio no da da sua morle, a
seu irmo o re de Inglaterra Jorgo 3,', Eis
a li nJu.cr.1i> litleral da caita.
Sire
rido esposo, is chinellia de urna mSi ado-
rada, a tonca il'nm filho nico, mas encan-
tador ho em conclusflo na scala, que U
Onisole collocou i baliche do seu ci Ring-
doffl.
Este co de ri(i, se he qut, o ert, como o
ihdici o seu poroe era inglexM. Onisoie,
disse, antes de partir para Londres, su*
porleirs M Houssillon :-Encarrego-vos o
mea cSo, eslirei amonte um mez; elle pe-
zi arratel e meh ; aequsndo eu voltir pe-
zar mala urna gramarf|ueseji, aeelle estl-
ver mil da queila, nlo vos darei um sold ;
poriuse olla conservar o bom cheiro que
tem e a magreza, dar-vos-hel urna gralili -
ce-jo do 50 francos. Assim nBo Iho deis
nem carne nem ossos : pSo e smenlo pilo,
e seris recompensada, e alen disso tos
hi'in Iiivi.
Puis bem, disseJU." Houssillon, que
fazia esto relatorio (n> tribunal, pois bem
disse eu contigo; so o teu cSo engordar he
porque absolutamente tem doser; o des le
iiiii.io Sr. juiz eu suba todos os dias a ver
o do do Itomem, o Ihe levava agua, nada mais
quo agua, e todas as tercas o sabbados um
sold de pSo l'orm o patife do cSo princi-
piou a engordar como o Carillos de M. Alo-
xandre Domas, a sua guella impestava como
10 mil homens.
Islo nlo he natural, disso eu comigo, e
supprimi-lhe o pSo corupletsmcnte, pois
aioda assim ello engordava a olhos viitos,
Cor tal fun que pareca hydropico, a
oca cada vez exalava mais miu cheiro;
consultei a este respeito tneu marido, que
me disse : Li por baixo ha o quer que saja.
Enganava-se, nSo era por baixo, era poci-
ma. Ilavia urna compatriota do cflo rf'Aoa|ewi
que morava na varan la de cima; eu dei bus-
ci ao heliohe do c8o, e que havia de ver ? 17
ossos de caroeiro que madime Milidy for-
uecii ao patife do co, som escrupulisar li
raro pSo gente pobre : queixei-me a esas
pxrvertedora de ces, e ella respondeu-me:
OMh porquevfazerperecer dogue de /orne?
Uuando ella me disse isto, por desgrac*
eu iiiiii,i urna vassoura naa unios, eslava in-
dignada, e chogou a ponto de Ihe quebrar
um dente, mas nlo Ihe dei sa nSo urna pan-
cada. Eu peco 100 francos o'indeinnisacjlo,
porque M. Onisoie, nSo so me n5o deu os 50
francos, mas sabio da. casa, do que resultou
o proprietario despedir-me.
Madame Wilson explica ao tribunal, que
2
eooslqueires doaal do Asi,40 pipas agoar-
dento, 150 bairicas e 134 meiaa ditas issu
cir, 3,500cocos saceos, 101 barris, doce.
KrXI.nl.IHHU A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DEPERNAMBUCO.
Rendlmento do di* 8 447,676
Pauta
doi precos correntetdo assucar, algodto' e
mal general do patt, qve te detpacham na
mesado comulado de Pernambuco, na se-
manade 6 a 13 de Setembro de 1851.
Auucar ca c. brisco I. qual. Arroba
i.
maic.....
bar. e aac. branco.....
mase.....
refinado..........
Algodo em pluma de Ia qual. -
Dito..........1.
Dito...........3. .
Dito em carneo
Canad
Na hora solomni da minhi morle, eu mo: ouvindo o pobre Kingdom divar de noile e
dirijo o vos, meu real iranio, a Jim do vos a jj, corn fUme, he lancava um pouco da-
iianifeslar os sentim.-utos da minl'a grati- | monto ; conta a aggressSo que solTrera de
lio, pola bondade quo me havois iestemu- madame Moussillon e apresenloo um attes-
nhado durante toda a minlia vida, e sobre ia,,0 do medico em abono de sua queixa re-
tudo durante as minhas longas desgra- convencional,
as. | u juiz a madame Moussillon.Em resu-
Eu morro som disso ter pena, porque mo de quo vosqueitaes?
nada me prendo sobre a Ierra, nem a mi- a porteira. (juixo-me, queixo-me do
nha inoculado ;; nem as alognas que cedo mal que madama me fez UnqanJo os ossos
ou larde, poderla ni amia acompanhar-me. de cameiro varanda onde ealava CSo dho-
Ena verdade, po loria a vida tur attrac- ffli! Poco 100 francos d'indemnisa?5o. O
tivos para urna mullier que se icha afTastada tribunal absolve madama Wilson, e condem-
de todos aqueles que ella urna e adora : seu na madama Moussilloi a 8 das do piisilo,
esposo, seus futios, seus irmos, e suis ir- por ter passado a vas de facto.
mus ? Eu quo si.urainln, e descendente de Madama Como Pois a indemnisacSo
SESSAO EM 6 DE SETEMBRO DE 1852.
Presidencia do Sr. Dr. Josc Qxiimino de Castro
Leao.
Promotor, o Sr. Dr. Abilio Jos lavares da
Silva.
urna raca real, vivo uma vida a mais triste,'
eu hei dado ao mundo um novo exemplo de
que a corea, e o sceptro o3o polem prole-1
ger contra as desgranas quelles a quem ol-
las (ocam.
l'orcm cu declaro que sou innocente, e
esta declararlo eu a escrnvo com umi mo
trmula, e bauliada do fro suor da morle.
Eu sou innocente. O Dos, que eu invoco,
que me ha creado, oque em bravo me jul-'
gara, he teslouiuulia da minlia innocencia.
Eu Ihe supplico a grac,i do dignsr-sn,dppois,
que me do sSo 8 dias de prisSo Isto be ga
lanle; ora vio la encarregar se dos efiesdos
oulrus ?
(dem.)
, Calinda
. Botija
, Lanada
. Garrafa
um Alqueira
. Cinada
Arroba
I ni.i
Um
Arroba
Espirito de agoa ardentc.
A| Dita de canoa.....
Dita resillada......
('.ilicin.......
Dita.........
Licor ..........
Dito.........
Arrox pilado2 airobaa
Dito em casen,.....
Azeite de mamona....
Dito de mendobim .
Dita de pciie ....
Cacan..........
Araraa.........
Papacaioi ........
Bolachas........
biscoitoi '.......
Cale bom........... *
Hllll IMS lo I lio.........
Dito com casca......... a
Dito mido............ '
Carne secca........'
Cocos com cusca........Cento
Charutosbons ...*....
Ditos ordinarios.......
Dito regaba e primor
Cer de Carnauba .
Dita em velas......
Cobre novo mod'obra. .
Couroa de lloi saigades
Ditoeipixados.....
Dito de onca.......... a
Ditodcdecahru corridos' .... a
Doces oe calda........Libra
Dito de Guiaba......... "
Diiu secco..........
Jelein.............. a
tStOpa i: l'l 'li I......,
Dita c-ii.m_ri! mo de obra .
Lpauadorcs grandes., .
Ditos pcqueuos.......
i' i inh i ,n- inaudioca ....
Dita de mllho........
Arroba
a
. Libra
. Libra
. Um
, Arroba
a
Um
Alqueira
Arroba
COMMERCIO.
I'RACA DO RECIFE 6 DE SETEMBRO, AS
3 HORAS DA TARDE.
COTAfOES O ri'ICI AKS .
Compras de assucar.
da minha 'mortn,"co'nvencef o mundo, d Mascavado a 1,350 e 1.450 rs. por arroba,
quo eu nlo hci merecido nenhuma das ter- Cambio sobro Lon Iros: a 37 l|l d. a vista.
rifislOCUiaqfles, por malo das quaes mous ALFANDEGA.
covardes iiiimiguslem procurado manchar Rondimento do 1 a 4.
o meu carador, denegrir a minha reputa- Idom do da 6 .
(ilo, e pisar aus pos a ininlia dignidado real.
Sire, crle una irania na hora da niorte,
una raiulia, si o que lio mais amdj, uma
chrislrf, que com recis ecom espanto vol- CONSULADO GERAL.
60:496,327
16:451,1111
76:947,448
veriaiseus ollms ao oulromundo.se sua
derradeira conlissfio fosse uma mentira. Eu
Escrio do jury, o Sr. Joaquim Francisco I morro com prixtr, icredilai-o, porque os
Rendimento do 1 a5.
dem do dia 6 .'.
Estoves.
Ao mnio-dia, feita a chamada veiilica-se
estarem i resentns 31 senhores.jurados.
O Sr. uiz Presidente declara no liaver nu
mero legal, e por isso n;1o poder (er lugar o
julgamento. Condemna em 10,000 rs. aos
s 'guiles sonhores jurados que l'altaramscm
parlicipacSo :
A. G. I'i-ii'u ,i Lima.
Guslavu Jos do Reg.
Ignacio lenlo de Loyolla.
Dr. Julio Doniingues da Silva.
Dr. Manuel Delinques Cardim.
Lu lgero Teixeira Lones.
E sendo 1 hora dissolve-sc a reuni3o.
2:512.400
1:623,911
4:136,311
Publicagao'a pedido.
() lllin. e Bim. Sr. Jos Vicente da Costa,
casado, residente no lugar denominado Maca-
co, primelro disiriclo do termo da villa do
Cimbres em Pesqueira, val perante V. Ec.
queiiar-le da injusta perseguicao, que, contra
ni pesioa, tem aventado o director e delegado
djuiesmo termo, Joao Leitc Torres Galludo.
Em 2i de novembro do auno passado, por
merae injusta proteceo prevaricadora Frau-
ciica 'Hieren da Cruz, o dito delegado prati-
cou oque ae demonstra do primeiro documento
junto, c apexor do queixoso nao oppor resisten-
cia alguiua essa ordem Incompetente e illegal,
agora, Minente por vinganca inerquinha c in-
quallcavel, comose depreheode do j cilado
documento, inaudou pelo inspector da Lagol.
nha. Castor da Silva Torre, uo dia IH desle
me/ de julho, cercar com mu i patrulba a casa
doqueiaoso, ordenando a sua prisao para rc-
cruta, preteitando ser o queixoso mal casado c
iuiutlantc : calumnia indigna de um emprea-
do, que, em desempenbo de seu cargo, s de-
veria ter por gula a verdade e a Justina.
Dos atteslados juntos, Exin. Sr., que fazcm o
objecto do aegundo documcnio, ver V. Exc.
qual a conducta do queixoso e consequcnle-
mente a vinganca d'aquelle einpregado, que
l,Mi:;r de perseguir aos assasslnos e ladrdea que
infestim leu termo, s tem promovidos a in-
quietaco, deussocego e persegnico djs cida-
daoi pacficos do iiiemio. Alein do que Tica j
desgranados uhenrjoam a morto.
l'orcm o que me he mais doloroso que a
agonia mesma, he que nenhuma das pes- DIVERSAS PROVINCIAS.
soas que eu amo, so ache ao p de meu leito Rendimento do 1a5.....286,345
da morle, para me dizer o derradeiro adous, Idom do da i;.........389,557
para mu consolar com u na vista de compai-
\.in, o para me fechar os olhos. 675,902
o Comtudo eu nSo estou s. Deas, uma -------
teslemunha da minha innocencia, me olha I )\ pin liii.au.
nesle momenlo, em qu,i jazendo sobre o Acararu, hiate nacional ARUia Brazileira,
meu leilo solitario, cu sou presa das mais conduzo o seguinte:8 barris vinagre, 9
atrozes dores. ditos viudo, 3 barricas lourja, 10 ditas ser-
ii O meu injo tutelar ab-e suis azis sobro veja, 8 garrafas azeite dore, 6 pipis vinho,
miro! elle um conduzira bem depressa ondo 12 l|2 barril manteiga, 16 barricas familia
eu podcri'i socega la orar pelos meus ami- de irigo, 5 gigos loura, 6 caixnsch*, 3 cai-
gos, e inosmo pelos meus algozes. xoles objectos, 4 caixas espremacete, 9 bar-
Adeus, meu real irmo ; quo o Co vos ricas bolachinha americana, 3 dilas bolacha,
enclia do suas benijilos, assim como a meu 20 caixas fazendas, 23 fardos dito, 12 liar-
esposo, meus lilhos.a Inglaterra, a Diuamar- ricas forragens, 8 caixas dito, 12 garrafes
ca, o o inundo inleirn eu vos supplicu de vazios, 6 cuntilesasso, 8 caixas lulhis de
permitir que o mou corpo repouso nu luiini- (landres, 11 caixotus iniudezas, 3 pipas vi-
lo dos meus aiitpBSsados, e agura recebei o nagrn, 5 barris izeile dce, 30 barras de fer
derradeiro adeus da vossa desgranada ir- ;ro, 10 barricas drogas, 1 caixo divinles, 3
ni ,1a.
Dita de arar uta
Feijao.....'
Fumo bom.....
Dito ordinario. .
Dito em tulla bom
Dito ordinario. ,
Dito laitolbo
Ipecacnnha.....
i 'iiiini, i......
Geingibre .
Leuha de aellas .
Ditas de toroi..........
Prendas de amar. de2 costada Um
Ollas ce louro......... *
Cuitado de amarelio de Si, a4o
p. de c. 2 '/a a J de I.....
Dito dito usu-r.. ......
Coitidiubo de dito .......
."oalho ilediio.........
Forro de dito..........
Costado de louro.......
Cosl.idiolio de dito......
SohIIio de dito......... a
Forro de dito.......*
Ditos de cedro......
Toroi de latajuba .
Vnial de perreira. .
iiii.,.1 de oyuilbada .
I lu., de quina.....
nuuaa u.iiLuri- v... -.
Eixos de ditas para ditos
Melaeo..........
Milho..........
Pcdra de amolar ... .
Ditas de filtrar......
Ditas de rebolo......
Ponas de bel
Ai | o'
Arroba
Alquelrc
Arroba
Ci nlo
Quintal
Duila
Canad
Alqueire
Um
Ceuto
Piasiaba.....,......WIHo
Sola ou vaqueta.....
Seim em runa......i
Pcllcs de carnciro ,
bar^a parnlba......
Tapioca........
i uli.i < de boi......
Meio
Ai inliii
Uma
Arroba
Cento
2,050
l,MI
1,400
2,000
1 ,350
2,5110
5.700
5,300
4,o:io
1,114
480
ato
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3oo
400
180
400
110
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5,000
1U.000
3,000
1,200
6,400
4,500
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3,880
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5,1110
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1,180
1,000
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110
1,100
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0,000
8011
a loo
310
1,000
4,000
100
I7,0"o
2,500
200
Movimentodo porto.
a Carulina Slalbilde.
Celle-llanovcr, 10 de miiode!775.
(Bra Tisana.)
nt>m
(*) Por ,itlii< ni i n de uniereis no lm publi-
cado no dia 30 do passado o documento que
agora [ranicrcvemoi.
Os 11IL
icnhor Ercelo; mas vosso ar arrogante lein re-
velado bem depressa a io alegra de vosso co-
t i,( i i. fleparal bem mi que vol digo,... Vi
tendel, lenlior, o carcter balso e rasteiro da
ei leme, mas nao tendel leu olhar penetrante
eieguro. Bu va! tenho illudido, nao obstaute
serrle o homein hbil, o ministro da poltica
malreira, o secretarlo intimo, cujo dever era
vigiaren! toda a. emboscadas e advinhar lo-
dos o segredui .. illudido nao be o termo pro-
priu.... eu vol tenho cusoido. Perdoal-me o
diaer-vo-lo com lo pouca ceremonia diante
de to anemia .issi-ni bl.L i.... jilo vos humille!
sera duvlda i mal vos me chainastei traidor e
compre que tjala largamente pago de vosia
affouten, cumple que vol retratis e pecaii
misericordia 1
Ericlo fe um moviinrnto de revolta Igual ao
3ue lenta um lutador me.o aterrado debati da
goron prenao de leu adversario.
berenisiino doge, e vos, nobre senado,
res, continuou Carmagnola, compre que sai-
bala am iim quem he esie hornera, cujol den-
te, contrados pela raiva, acabara de ubilar o
nome de traidor, injuria que elle procurara
lancar-me ao rollo e que velo morrer a meui
pe.... Ka le lioinem nao he lmenle o iinuiiio
da vonlidel de Visconii, nao be lmente o
ronlidenie de ieui peoiamenloi, o eiecutor
ceg de cuas ordens e o adulador de leui ca-
prichos.... be tamben), e antea de todas ai cou-
aii, o cmplice de len primeiro, de leu maior
crlmc'.
O silencio redobrou.
POLICA CORRECCIONAL DE PARS.
A inconveniencia de conservar os ossos de-
puis de comida a csrne.
A vida das varandasheoma vida toda no-
va inventada pelos no-sos architectos lia 12
anuos a vsli paite: todas as casas novas
tem varandas e terrassos. As fachadas no
siio mais que o rendes-vous das saccadas, sa-
cada uo primeiro andar, sacada no 3.", sa-
ditosenchadas, 3 ditas pregos, 2 birrica
enchadas, 5 barricas d'arame, 2 chapas de
fogo, 1 safra, 2 bandeijas, 6 barris chum-
bo, 6 embrulhos chapeos de sol, 18 barri-
cas assucar, 2 caixas chapelinas, 1 dita cha-
peos, 3 caixas salmo, 5 barricas genebra, 1
caixi violas, 12 duzas de cocos do beber
agoi, 4 tachos de robre, I bah de folha
rum charutos, 4 barricas garrafas de licor.
Panhiba, Mate naciooal Santa Cruz, de
31 toneladas conduzio o s-'guinl': 67 vo-
lumen fazendas, 32 ditas feragons, 54 ditas
do fazendas mnlhadis, 25 barricas familia
de trigo, 9 ditas bacalho, 5 ditas assucar
refluido,
Baicelona, polica hespanhola Antilli de
227 toneladas conduzo o seguinte :576
saccas com 3,078 arrobas o 17 libras de al-
godo.
Rio do Janeiro, patacho brazileiro Fer-
cida ilnvii i, sacada esquerda, sacada
ao meio, sacada por aqui, sacada por aco-
la, sacada om cima, sacada em baixo, sica-
da por toda a parlo. A vida do parisiense, e
sobre lulo da parisinuse, tornou-se todaJDId?i7iaote7doVo9"'tneTad'a's'condiizio
exterior. No lia lidalga. ou senhora, que 8e(,unle : 150 toneladas cirvo de pe-
a imilaco de Siniiratnis, no tetilla jardms ur, \ ro,09 ej,0p, 7i300 coco8 8ecco, 6u
suspensos ; ho encant.dur. Ha na sacada caix,$ da pn||0, vazias.
que se burilamos suspensorios dum que- | jo Gr,nJo do Sul, patacho brazilairo
!9avios entrados no dia 6.
Baha-9 dias, laucha nicional LivncSo, do
40 loneladis, mestre Jos Francisco de
l'aula, equipagem 6, carga varios gneros;
allominRos Alves Malheus. Passageiro ,
Luiz dos Santos.
idirn- 8 dias, hiate brasileiro Amelia, ile
63 toneladas, mestre Joaquim Jos da Sl-
veira, equipagem 8, carga varios gneros;
a Novaes & Companhia. Passigeiro, Gut-
Iherme Cezirio da Cruz,
Sidney--85dias, birca ingleza Ganges, c-
pitao W. Langloy, caiga I .ni, sebo e cou-
ros. Voio refrescar e segu pira Lon-
dres ron 5 passageiros.
EDITAES.
i*. Carolina Matliilde nasceu un 22 de ju-
lho de 1752, tinha entilo 23 anuos.________
Mi peno de vi ue anuos a ella parle.....
a duqueza lleainx dera ao duque nina lilha ....
uma lilha bella como os aojos, nao ha nisso,
lenhores, de que agradecer ao ceo, principal-
Dous de M,i:(.", de 109 toneladas conduzo
o seguinte:15 barricas e I caixa bacalhuu,
prostituidestremecis, seuhoreaTdlsse
o conde parando de repente; poli sabeiels
mais tarde como depois de longos annos e do-
lorosis provacci, a duqueza, instruida da
mente quando'ae recebe esse dom eiicaulador lerrivel verdade por um dos cmplices do cri-
das mo. de uma esposa sauta e pura ? Qual me atormentado por inl.itigaveis remnos,
quer outro lena adoradode joelhoi aquella que foi acensada de uma taita lwuiaginaria...-. Eu
Ine peruiillla esse titulo aagrado de pal.....O vos direi como rcduilda ao silencio paia salvar
duque nao le aperceheu disso..... Elle eitava a vida de la lilha, lublo nobre, lanamente
mui oceupado juulo de uma prostituta, de ao cadafalco para nclle acabar o martyrio de
uma cantora, de uma certa Azzoletu, bella toda sua vida..... Uaste-voi por boje i.ber que
errla de lorrlso e voi celestes, c cujo olhar ha mullo lempo, a Providencia me tlnha feito
ditera que oll'erecia a admiravel reunido da depositario desse enredo terrlvel, que eu co-
vivacidade italiana e da lauguidez do Oriente, nhecia o retiro de Michaella, a menina perdi-
Ora a signora Azzolelia dava ao inesmo lera- da, que he por ella, por ella lo, que o pobre
po ao duque uma dutfa lilha..... um outro ao- pastor do Plemonle veio a iero vencedor da
jo, icnhore, poli em iua bondade -em limi- llalla, que essa llluslre e bella menina eit
le, Dos ama e abeuca todas as crealuras comigo, aqu inesmo em Veneza, que eu a
que micein, quaei quer que sejain suas mais! ponho debaiio de vosia proteceo porque leu
Ah! quem o leria duo I.....esse oissolulo que pala tem renegado segunda vez, e que se
tinha estragado iua alma em todoi os vicios, quizerdei declara-la lilha de S. slarcoi e pro
esse coracao degenerado, ene velho precoce clamar leui direltoi. solemnemente consagra-
aentia ainda em il a neceisidade de uma affel- dos por iua mal na hora da morle ao eicripio
cao, e eisa aOeico elle a concenlrou toda m- autbentico que tenho nal raaos, entrego-me a
lelra na lilha da cantora.....mai que! ama-la, vos em corpo e alma, proraplo a morrer pela
v-la e abraca-la furtivamente era mui pou- vona ciuia que de hojs em dianle be a minha,
co Uma uoite elle concebeu o projeclo de e decidido a precipitar ene inao principe dai
nao separar-ie mala della, e como se tive.se alturai a que uie aprove eleva-Io / .-... Ab 1
obedecido a urna le ioexhorarel e fatal que o por eiemplo, nobre lenadorei. cumprlr que
liupedi.se de eiperiinentar um lenllmenlo me del arma*, poli lmenle um disrarce po-
bo'., sem que nelle le ml.turasie algu.ua cou- desubtrablr-ine ai lamioai dos puobaei que
la de lui'erual e criminlo, aproveliou-ie da em Milio luzam ja em torno de mira, e o
boraem que duqueza eitavaadorraeoidapa- graude, o illuaUe Carmagnola, acoreacentou
ra lubitltuir iua Blha leglUma a lilha da elle lorrlodo Janio tem mal eipada. i
Odoulor CuitoJio Manoel di Silva Guima-
res, juiz do commercio da primeira vara
nesta cidado do Recite de Pernambuco,
por S. M. I. etc.
Faco sabar aos credores incertos de Fran-
cisco Custodio de Sarapaio, que por este jui-
zo Ihe move execueflo Francisco Jos Uirbo-
sa, em virtudo da qual se procedeu a penho-
ra na quintia de lis 618,480 que se cha
depositada no deposito publico, polo que
hei por citados aos mesmos crodores incer-
tos do executado para que no termo de dez
dias contados da publicaco do presente,
comparecen] nesle juizo op^orem i pre-
ferencia que tiverem a sobredita quantia.sob
pena de se pissir mandado de levanltmento
favor do exequente.
F. para que chegue a noticia de todos,
mandei passir o presente edilal o dou.
mesmo toor, que serSo publicados pela Ol-
prensa ealixadus na praca do commrcio e
ca9, das audiencias. .^'dfdd0B^iI^!e
O efleiio""desie discurso foi elecliico. O do-
ge deieeo o degraui do eitndo sobre o qual
eslava collocado o throno ducal e estendendo a
mo ao conde, disie-lbe:
__ Ouil quer que deva ler reolucao do
senado em preienca dessa proposla formal, he
do dever de Veneza acolher cora hoora, dig-
na de si, o nobre guerrelro que vera |irocura.
isylo era sem muros, depois dr ler sido otr-
ora eeu inimlgo.... Conde de Carmagnola, dei-
de este momento, le nina qulierdes consen-
lir, meu palacio esta s vossai ordem.
O offereclmento de vona alteza hnra-
me multo, dlne Carmagnola ; mas elle be fei-
to em nome de Veneza ; nao pono acella-lo
sem que Veneza acalle o meu.
- A de
pondeu o doge. Carmag
Pernambnco, 4 de setembro de 1859. Pe-
dro Tertuliano da Cunha, escrivo o subs-
orovi.
Custodio Manoel di Silva Guimares.
O illm. Sr. inspector da thesournia de
fazenda manda fazer publico que em con-
forreidade da ordem do F.xm. Sr. presiden-
te da provincia tem de raprac,a perante a
mesma tliesouriria para ser arrematada a
quem por menos fizer nos dias 3t do agos-
to, 8 o 14 de setembro prximo futuro a
obra do caes do Apollo que lom de ser fei-
ta por conta do goveruo segundo o orna-
mento que ser franco nesta secretaria, as
peSSOSS que O qui/cr tu Oaminir, o ron il-
ones abaixo Irauscriplas ; pelo que as pes-
sois que pretonderem lidiar compirerjim
nos referidos diss as 11 horas da maulni
com seus fiadores dovidamenle habilitados.
Secretaria da fazenda de Pernambuco 29
de julho de 1852. O oflicial maior interino
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Clausulas especiis para~a arremalar;ode
cinco laUyOS do caes do Apollo na ox-
tOOSO total de 475 pal ni s
Primeira. Estes laucos seio executados
de conformidade com o ornamento nesta
data apresentado approva(o do Exm.
presidenlo da provincia na importancia de
25:447S<80 rs.
Segunda. No praso de trinta dias serSo
Srincipiados estes leos e concluidos nos
ezeseis mezes.
Terceira. A importancia desta arremata-
cBo ser paga na forma do artigo 39 da lei
provincial n. 286.
Quarla. 0 arrematante ser obrigado a
fazer aquellos neos do eses da mesma
roa do Apollo peiteticentes aus particulares
que por portara do governo Ihe forem de
terminados, sendo-lho paga a sua impor-
tancia pela thi'Mi iiaria da fazenda, servindo
de base o mesmo ornamento com o abalo
feito d'arremalaco na razo da braca cor-
rente.
Quinta. Para ludo o mais que no ostiver
determinado as presentes clausulas se-
guir-se-hi o que dispOe a respeito a lei pro-
vincial n. 286 Sala das sessd.'S da direc-
tora em conselho, 14 de julho do 1852. O
director Jos Mamcde Alves Ferreira, o en
genheiro F. Raphaol do Mello Reg, Joo
Luiz viclor l.iealier.
Approvo. Pilacio1 dngovoino 26 de ju-
lho do 1852.lliheiro. Conforme. Oollicial
maior Joaquim Pires Machado Portella.
- O Illm. Sr. olllcal maior, servindo de
inspector da thcsoursria ila lazonda provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm.
Sr. presi lento da provincia, do 12 do cor-
rente, manda fazer publico, que nos dias 14,
15 e 16 desotembro p-oximo vindouro, ir*
a prica para ser arrematado perante o tribu-
nal administrativo da mesma thesouraria, a
quem por nietius fizer a obrado 20. laen
ja estrada da Victoria avahada em res
22:663,594.
A arremataco sera feita na forma dos ar-
ligos 24 o 27 da lei provincial n. 286 de 17
de um o de 1851,o sob as clausulas especiaes
abaixo copiadas
As pessoas que so propozerem a esta ar-
toniatiic.no oii!iipai'oe..iiii na sala das sessfies
do mesmo tribunal, nos dias cima Indica-
dos, pelo meio dia, competentemente ha-
bilitadas.
i: para constar so mandou afiliar o pre-
sente o publicar polo Diario.
Secretaria da Ihesuunria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco 17 de agosto de 1852.
O secretario Antonio Ferreira da An-
nunciaco.
Clausulas especiaes da arremata;So.
1.a As obras do 20." lantju da estrada da
Victoria, soro feitis de conformidade com
n ore 1111 i. e plantas approvadas pola di-
rectora em consoiiio, nesta data (15 de mar-
v; _P....i.J. .^piurV<'u uu ca."-. o..
presidente da provincia, ludo na importan-
cia de 22:663,594 rs.
2.a l) arremataoto comecar as obras no
praso de um mez, e concluir no de um an-
uo contado da data da assignatura do con-
tracto.
3 A importancia desta arrematsrjo ser
pagaemquatro preslacSes iguaes, da ma-
neira seguinte : -- a ptimeira, quando o ar-
remalanle tiver feito a lurrja paite da obra
do seu contracto; asegunda, quando tiver
feilo dous tercas das obras; a lerceira quan-
do forrecebid provisoriamente,e a quarta,
quando for definitivamente recebida, no
lleven lo effecluar-se pagamento algum, an-
tes de lindar-seo primeiro semestredoexcr-
cicio de 1852 a 1853.
4.' Para ludo o mais quo noestiver de-
terminado tus presentes clausulas, seguir-
se-ha o quedispOa a lei provincial n. 286 de
17 do maio do 1851. Conforme.-- U secre-
tario, Antonio F. da AmiunciacSo.
O Illm. Sr. contador da tbesourarla pro-
vincial, servindo de inspector da mesma the-
souraria, era cumprlmento da ordem do Kim
Sr. presidente da provincia de 20 do crreme,
na ma luir publico que nos dias 11, ie iG de
jeteiiibroproxl.no vindouro, ir a praca para
ser arrematado peanle a junta da lazeuda da
mesma thesouraria, a quem por menos fuer a
ubi i dos reparos ila ponte de Tracunhem ava
Hada era" I 740/000.
A arremataco ser feita na forma dos artigos
21 e 27 da lri provincial n. 285 de 17 de maio
de 1851, e ib ai clausulas especiaes abaiio co-
piadas
As pessoas que se propoicrem a esta arrcina-
lacao compare,am na sala das scsses da mes-
ma juma, nos dias cima indicados, pelo meio
dia, uiiiprienteii ente habilitados.
E para con.lar se mandou atliiar o presente
e'publicar pelo Dmrio.
Secretaria da thesouraria da fazenda provin-
cial de Pernambuco, 25 de agosto de 1852.
O secretario,
Antonio Ferreira U'Xn/nmriacao'.
Clausulas especiaes da arremataaxo'.
I." Al obras dos concert j delta ponte lero
fcltas de conformidade com o orcainenlo neita
dala (13 de agoito) apresentado approvaco
do Eira. Sr. presidente da provincia na impor-
tancia de iilo/wfO. ......
2. Esiai obrai deverao ser principiada! no
prazo de um inel, e concluida! no de cinco inc-
zei, cooladoi como deieriuioa o artigo 3l da le
pwviin i il n. -Mi-
3. A Importancia deata arrematado sera pa-
gi ern dual preilayei Iguaes, da mancira ic-
guinte: prlcbtiia quando o arrematante ti-
ver Mo melade das obras, e a segunda quan-
do estiverem todas concluidas.

4. Durante a exectiyao dai obrai o arrema-
lantedar fcil piuagem para o tramito pu-
blico.
i. fara ludo mal que nSo eitlver determi-
nado as prsenles clausulas, e era no orca-
mento, aegulr^e-ba o que dispde a le provin-
cial n. 388 de 17 de rallo de 1851.
Conforme. O secretarlo, Antonio Ferreira
tt knxxuneiacao'.
O Illm. Sr. contador da thesouraria
provincial, servindo de inspector di mesma
thesouraria, em cumprimento daoidemdo
Exm. Sr. presidente di provincia, de 20 do
corrente, manda fazer publico que nos diss
11, 15 e 16 de setembro prximo vindouro
ira praca para ser arrematado perante a
junla da fazenda da mesma thesouraria. a
quem por menos Azor, a obra de um enro-
chmenlo em frente ponte da ra da Au-
rora, avallada em 050/000 rs.
A arrematadlo sera feila na forma dos
arls. 24 e 27 da lei provincial n. 886 de maio
de 1851, e sob as clausulas especiaes abai-
xo copiadas.
As pessoas quo so propozorem a eslt arro-
uialacu comparcejam na sila das sesgues
da mesma junta, nos das cima indicados
pelo meio da competentemente habili-
tados.
E para constar se mandou aflixir o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria Peroimbuco 25 de agosto de 1852. O secre-
tario, Antonio Ferreira d'Annunciaco.
Clausulas especiaes da arrcmatncSo.
1.a Sor feila esis obra de conformidade
com o ornamento nesta data (13 de agosto)
apresentado a approvaco do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, na importancia de rs.
9501000.
9.a As obras principiaran no prazo da 15
dias, e soro conclu ls no prazo de dous
mezes, contados, como determioa o art. 31
da lei priiviiici I n. 286.
3.a A importancia desta obra ser paga
om duas preslarjes da maneira seguinte:
a primeira do valor do tres quartos da im-
portancia da arremataco, quindo se tiver
concluida a obra ; e a segunda deumquar-
to, quandu se cITectuir o recebimento defi-
nitivo, quo lera lugar um anuo depois do
recebimento provisorio.
i.- Para ludo o mais que no estiver de-
terminado as presentes clausulas, e em
sou ure.iini'iii, seguir-se-ha o* que dispde
a lei provincial n. 286 de 17 de maio de
1851.
Conforme.O secretario, Antonio Forrci-
ra d'Aniiuncisrplo.
Ignacio Jos Pinto, fiscal da Treguezia da
liba-Vista, etc.
Fafo publico pira conhecimento dos mo-
radores desta freguezia, os artigos abaixo
transcriptos das posturas municipaes em
vigor.
Artigo primeiro. Do dia immediato ao da
publicarlo da presente postura, ao os ha-
bitantes desta cidade obt igados, at as 6 ho-
ras e meia da minha a mandar varrer as
ras om frente de su as casas, depositando o
cisco em montes, aflm de serem recebidos
por carrocasda ornara municipal, sob pe-
na de 20,000 rs. de mulla, e do duplo na
reincidencia.
Artigo segundo. Sflo igualmente e na
mesma conformidade cima, obrigados a ir-
rigar, das 8 ule as 9 horas da minha, e de
1 as 2 da tarde, os passeos e ras t) rente
de suas habitacOis, sub peni comminada no
artigo antecedente.
E pira que no aleguem ignorancia, man-
dei publicar pola imprensa. Freguezia da
Boa-Vista, 3 do setembro de 1852
Ignacio Jos Pinto.
Declaraijes
liberacao lera lugar hoje mrimo, rei-
_ o doge. Carmagnola foi no nieimo
lisiante cercado de nroleslacei e de homena-
gem que podiain j, al cerlo ponto, laier
presentir qual serla o resultado da nova dls-
cussiiu que la abrir-se.
Joo I'l.anl, um daquellei que llnbam del-
xado bnltiar mala claramente leu odio contra
Vlicontl, dirigio-ie para elle e ncllnando-ae
coiu reipeito disse-lhe:
_ llenera!, o motivo que vos faz repellar
umiinSlde honra offereddo por Vene.a. nao E porquenao? Por ventura fallara era Ve-
Tie raa ndo um vene.lano quera vo-lo nesa des.ei bomen. que venden. ua comcieo-
offerece. Cbamo-me Joao Plianl, o nome de ca aiiau hiato a quem raan Ihe. oerece?.. ..
miiiLa familia he um doi prlmelroi Imcrlptoi Conde de Carmagooli, naovoi lliongeen de Mr-
o Ivro de ouro, e foi um de meui anlepaaia- me magado debalxo do peio de voisa arro-
dos quem deu reviso a repblica, supphco-
voi pois, conde de Carmagnola, que vos dig-
nis assi.tir esla nuite em lunilla cata a una
feila que me eiforcarci por lomar lo esplen-
dida que espero nioguein me lan;ar era rosto
ler sido Inferior honra que vos dlgnardci
fazer-mc.
Irei, ilgnor Pisani, d.ssc Carmagnola.
Se o perinelllrdcs, general, hatera dansa
e canto.....a msica do baile alegrar os echo
de meu palacio, profundamente tristes, eu
vo-lo confesso em conliauca, depoil que o leo
de S, Mreos, oulr'ora lo glorioso, aliando.
nou os campos de baialha- da Italia..... A me
sa, qualquer que seja a iieciso da senado, be-
beremos ao acordar de Veneza, Isto he ao ac-
conlar do leao 1
Contal comigo, dille I
lando a mo que Joo Pisani Ihe uUerecia.
Ericcio collocado alguus pasios por tras del-
lei, humo esla coiiveriacio, e licou luiraovel
ni.....-a i.o lugar imito lempo aluda depoil de
te leiem i lies retirado
Em cata do principe Pliaull murmuj-ou
elle emfiui!.... Esta noiiel>sta nolle mesmoI...
Depoil, como reipondendo a umi objeccao
intima, accreicenlou :
Banco de Pernambuco.
Os desconlos do 6 a 11 do corrente setem-
bro, so do 6 por cento at o lim de otitu-
iiin, e de,8 por cento al 6 mezes. O con-
selho declara que compra o vende letras so-
bre o Rio de Janeiro, de quil |uer quantia e
a prasos rasoaveis. Banco de Pernambnco
4 de setembro de 1852. O secretario M.
I. de Oliveira.
-- Fa?o saber quo o concurso para a ca-
llen'a de substilulo de rhelorica, e potica,
;:eii:ii|i ni e Historia, tora lugar as II ho-
ras do dia 9 do corrmle : 0 que se faz publi-
co pelo presante elttal, que ser afilado nos
lugares dos costume, e publicado pela im-
prensa. Olinla4de setembro do 1852.O
director interino, Dr. Antonio Jos Coelho.
Tribunal do commercio.
De ordem do tribunal do commercio da
provincia do l'ornambuco se faz publico,qno
o brigue nacional Empresa, de 283 tonela-
das, proprie lado de Cuherme Pinto da Sil-
va, cidado brasileiro, domiciliado na pro-
vincia das Alagoas, de que lie mestre o mes-
mo proprietario, foi matriculado neste tri-
bunal a 2 lo corrento por despacha do tri-
bunal do 30 do mez passado, om consequen-
cia do que so passou carta do registro e ma-
tricula ao mencinalo brigue. Secretarla
do tribunal do commercio da provincii de
Pernambuco, 6 de setembro de 1852.
Joo Silveira de Souza.
Ollicial-maior.
-- O arsenal demaiinba compra no dia II
do corrente, duzentos e cincoeula galOes de
szeito doce do Mediterrneo, trezentas bar-
ricas com cimento romano de primeira qua-
lidade, e doze arrobis de zarco : as pes-
soas que se propozerem vender semelliaotes
objectos, devem comparecer na secretaria
da inspecco no indicado dia,pelo meio dia,
e com as suas pro, oslas em cartas fechadas.
TATBO
QUINTA RECITA DA ASSICNATURA.
gaola..... ludo nao esta anda acabado entre
DOS.
A sala linha-se tornado descra, e Ericcio
mesmo preparava-se para sabir, quando avia-
lou um dos merabro. do con.elho que lnha A-
cado como elle depoil da retirada da aaseinbla
inleira.s, nnuiovel e como absorto em suas re-
UeiSei.
Estcbomein era Ugo Siinonella, procurador
da senboria, cooliecido e citado por sua pru-
dencia, por sua poltica hbil, epela jualeza de
seu juizo. Elle era alto, aecco e moreno, leu
gesto era rispido, sua palavra frgil. Em Ve-
ueza todoi temiam leu espirito prfido e as-
tucioso.
Scnlior Ugo, di xa, poli oconbecia de anliga dala, e bavia en-
tre seua caracteres urna especie de ivmpitnla,
que pensa sobre iuo?
Eu I reipondeu Slmonelta levantando re-
pentinamente a cabeca, nao pens nada.
C r que a repblica de Venea aceitara o
offereclinentoi do conde de Carmagnola ?
Talveique aira, talvez que nao.
liso foi ludo o que le dlue de parle a parle.
Os doui interlocutores pareceram saUleiloi
um do outro, esepararara-ieie.n se laudaren.
( Caatinuar-ie-Aa,)
J ILEGIVEL i


-
' .
J l
7-
Terca
(eir 7 de setembro de i85a.
ANNIVERSARIO DA INDEPENDENCIA
DO BRASIL.
A chegada do Exm.Sr. presidente di pro-
vincia, eubiri o puno e ser cioUdo peran-
tei Efigie de S. M. I. pela companhia dra-
matica, o hymoo nacional.
Ero si'gui la tocar a O'Chestra a ouverlu-
ra Salamandra, msica de Berr.
Fiada a qual representar-se-ha o drama
om 3 actos e 6 quadros,
A SHHIIA DE LAViL
ou
A corte de Francisco I.
Personagens e actores.
Francisco 1. -- Joaquim Jos llizerra.
Conde de Chateaubriand JoSo A. da Costa.
Con loca de Chateaubriand -- I). Manoelia C.
I.ucci.
Almirante Bonivet Manoel J. Pinto.
Con le de Ven lomo Besonde.
Con le de S. Paulo -- Luiz C. Amolo.
Tartaiin B. de Scnna.
i 'ni capellSo -- Antonio Jorge.
Um pagem D. Carmela I.ucci.
Kililh, aia da condena Catheaubriand
Maria A. Monteiro.
Chanceller Muprat N. N.
Um reposteiro Joaquim Jos Pereira.
Cavalleiros, gentis homens, bomens do ar-
mas, etc.
Nos intervalos dos quadros, a orchcslra
tocata asseguintes pecas de muzica :
A Bella Pernambucana, symphonia com-
posta por P. N. Baptista.
A Espranos, ouvertura composta por P.
N. Baptista.
Sympiionia carateiislica napolitana de
mestre Merradante, o Talismn doDisbo,
quadnlha.
Esinlla matutina, grande valsa.
II bilnetes achar-se-tiSo venda, desdo
segunda reir, ao meiodia. Adverte se que
as pessoas que quizorim nssignar terSo a
preferencia, e que os bilhetes sorSo vendi-
dos para duas recitas.
3
Ii.
Sabbado n de setembro de i85?.
SEXTA RECITA DA ASSICNATURA.
Di'pois da ouveitura subir a scena o
drania,
OS D01S RENGADOS.
Os papis do Samuel, Lopo da Silva, c Sc-
mi-o, so Francisco de Sales GuimarSes e Cunha, J.
Antonio da Cosa, e B. Senna.
Terminar o espectculo com acomeda
ni um acto,
OH! QUE APUROS
ou
O noivo em mangas de camisa.
Principala as 8 horas.________
Avisos martimos.
-- Para o Rio de Janeiro, segu por'esles
ilias.a bem conhecida o veleira sumaca San-
to Antonio Vencodor; para c a frete, trala-se com os consignatanos Ma-
eludo o Pinlieiro, ua ra do Vigaiio n. IB,
segundo aular, ou rom o capilSo da ni. s-
m, Jos de Campos Magalh&es, na praca.
Para a Ualiii.
O hiate Novo O'.inda ueve u,.. ie
diasdo norte, o partir para a Baha com
tola a hrevidade, poi ter o seu carregamen-
toquasi completo : paran rstante tcata-se
com o seu consignatario J. J. Tasso Jnior.
Passageiros smenle.
Seguir para o Rio Grande do Sin" ate o da
11 de setembro, o patacho nacional Bous de
Marco, que oflerece escollemos commodos
para passageiros : traia-se com Bailar & 0-
liveira, na ra da Cadeia do lenle, arma-
zem n. 2.
Para o Aracaty sahe com multa brcvi-
dade o hiale Flor do Cururipe ; para carga
o passageiros trata-se na ra da Cadeia do
Recite n. 49, primeiro andar.
Para a Babia sahe com a maior brevi-
dade possvel, o hiale Caprichoso ; para car-
ga e passageiros trata-se na ra da Cruz u.
34, ou com o mestre a bordo, em frento do
caes do Ramos.
A barca ingleza Jane Ramorino, segur
viagom para Montevideo no da lt do cr-
reme; quem quizer carregar alguma carga
ou ir de viagein, para o que lom excelienles
commodos, queiram sodiiigir ao consulado
britannico com antecedencia.
Leltlo.
-- Miguel Corneiro.far Icilao no da sex-
ta-Ieira, 10 do corrrnte, as II horas do da,
no seu armazem, na ma do Trapiche n 38,
por iiitervencto do agente Roberts, de ludo
quanto existe sem lemites, assim cumo
urna pori;So de saccas com farinha de man-
dioca, muito em conla, propril para escra-
vos, e tambem caixas com velias de car-
nauba.
NSo leudo podido concluir-se o leilo
da mobilia do senhor doutor Sabino Olega-
rio Ludgero Pioho, sera o niesmo coulinna-
do no da quinla-feira, 9 do correte, as 10
horas da mauhas, na mesina casa que fui da
sua morada, e consultorio homceopatbico,
ra do Trapiche Novo n. 15 eadverte-se
que os artigos a vender por qualqucr precus
consisiem em guarda-livius, consolos de
mogno com lampas de peJra, um excellente
relogio d quadro com msica, para sala,
mesas redondas, consolos, mesas diversas,
Milus, cadeiras de bataneo, ditas usuaes de
differeoles madeiras, couimolas, toucado-
res, lavatorios, leito, marquezas, mesa de
jantar, ditas de cosniha e para engommado,
urna secretaria, um excellenlo piano o mul-
los oulros objeclo._______ ______
Avisos diversos.
Os abaixo assignado, fazem selente ao
puhlii o quo a sociodade de Brrga & Compa-
nhia, no armacom de macamos di ra do
Vigario n. I, est separada, por ter compla-
no o socio Braga, a parte do socio Azevedo,
licando a cargo do socio Braga as dividas ac
(ivas e passivas; por isso qne desde j ne-
nhuma responsabilidade tem o socio Aza-
vedo. Joiin Lete de Azevedo e Manoel Ig-
oaciodeOliveira Braga.
Antonio JoSo Lisboa de Olivelra t Fran-
cisco JoSo da Silva, fazom sciente a quem
convier; que tem contralado com o senhor
JoSo Pereira de Magtlhes Bastos a compra
da taberna, sita na ra do Livramento n. 38,
o h;h> so responsabilisam por qualquer divi-
da que o mesmo senhor Bastos ast'Ja a de-
ver, para o que fazem o preseute annuncio,
ten lo os annunciantes de gyrar debaixo da
(Irma Lisboa & Silva.
Previne-se aos vendodores do bilhetes
da decima lotera para indemnisacSodo the-
souro publico do Rio do Janeiro quo corro
no dia 18 do agosto do 1852, quo no pa-
guem os dous quartos ns. 1850 e 1124, por
isso que foram perdidos; pede so a pessoa
que o achou, querendo restituir, dirija so
a venda da ra da Santa Cruz n. 5, do bairro
da Roa-Vista, junto a libeira, que ser gra-
tificada, sendo os seus legitioos donoso
senhores Antonio Joaquim Ferreira Beiris e
i.aluno Joaquim Gomes.
Francisco Custodio de Sampaio, vendo
no diario de boje, 6 de srlernbro, um edital
do senhor juiz do commcrcio da primeira
vara, pelo qual s8o citados os seus credores
preferencia quo
-- Troca-se urna linda Imigem da Sonho-
ra do Rosario, de dous e meio palmos de al-
tura, por seu dono retirar-so para fura do
Imperio: na ra Nova n. 26.
Hoga-se ao senhor JoSo Francisco dos
Santos, que tenha a bondade de apparecer
na ra Nova n. 26.
JulioTegetmieir e sua familia, ret-
ram-se para Europa.
-- OSr. Jos Lopes de Sampaio tem urna
c ii.i, na ra da Cadeia do Recife n. 49, pri-
meiro andar.
-- Aclia-se justa o contratada a casa tor-
rea, sita no paleo de S. Jos n. 9, se alguem
sejulgar cen direito a ella, annuncie por
esto jornal no praso do3dias
Procisa-sodo urna ama engommadeirs,
para casa de familia, sendo desempedida ,
com boa conduela: quem ostiver nestas cir-
cunstancias, diiija-so a ra do llriiin, sobra-
do de 4 andares no segundo, quo achara com
quem tratar.
Precisa-so do um prelo, ou preta, que
saiba cosinhar bem, d-a)a boa paga : quem
osliver nesta circuinstaritiis, dirija-se a ra
da Cadeia do Itecife n. 54.
- Ollerrce-se urna mulher, para ama de
casa de hornero solteiro : quem a pretenlor,
dirija-se a ra Augusta, casa terrea sem nu-
mero, junto a venda n. 31.
Alluga-se mensalmento um bom es-
cravo creoulo, boleiro, para o servico do o presento annuncio. -- Francisca Rosa Vi-
carros particulares ou de cocheira, o alian- eir
Offorece-se um rapaz brasilelro, pardo,
que j servio no ejercito como primeiro sar-
gento, para administrar qualqorr servico de
capt*z, ou mesmo outro lugir para o que
tem bastante pratica ; sabe ler, eacraver e
contar, e muita agihdade para ilesempenhar
qualquer servico na praca ou fura dola, o
d liador a sua con ucta : quem quizer an-
nuncie quo ser immediatamente procu-
rado.
- OfTerece-sa urna pessoa para caixeiro
de algum engenho, do que tem bstanle pra-
tica: quem do seu presumo se quizer uti-
lisar, dirija-se a ra dasCruzes n, 15, que
achara com quem tratar.
Na ra do Bruin, arrenda-se o quarto
andar da casa de Francisco A. da Cunta, e
atrs da mosma, na ma do Cees, igualmon-
to se ni i .mi i o primeiro andar de urna dita,
portencente ao mesmo, leudo ambos excel-
ienles coTimodidades para urna familia, es-
pecialmente o ultimo quo est acabado com
muito goslo e assi'io : trata-so na ra do
Vigario n. II, primeiro andar.
A abaixo (signada, viuva de Francisco
Antonio Vieira da Silva, declara ao publico
que (icou exiiucta a sociedado e firma que
nesta ci la le hava sobre a razflo social, Viu-
va Vieira & Filhos, e que o eslabelecimento
(icou a cargo fomente de Jos Carlano Viei-
ra da Silva, o para que assim o conste fago
i; i-se a sua conducta ; trata-se na ra de
llortis, sobrado, n. 140.
-- O abaixo asslgnado, tem justo o con-
tralado a compra da casa, sita na la da
incerlos, para opporem -
liverem a quantla de 618,480 rs.,que saacha ; praia de Santa iota n 56, com D. Marcelina
no deposllo publico, onde fra penhorada | da CouceicSo Amornj : quem se juhzar enm
por execucao do senhor Francisco Jos Rar. j direito a mosma casa,dirija-so a ra do Ran-
bosa; e apreciando muito a sua rcputacSo, Rol n. 44, no praso de quatro dus.
sendo que talvoz para com as pessoas, que I >s Leonardo.
o nao conhecem. Ihe resulte desso eJlal al-' -- Quem se achar com as necesarias ha-
eum desar; auressa-so om communicar ao i hilitacuos, para ser bom foitor de engenho,
Precisa-so do um hortcISo ejardinei-
'0, para um engenho, distante desta "praca
7 legoas : na ra da Cruz n 7.
Sh l'aulo Gaignoiix. dentista. ^
'* l'dc ser procurado n qual- 2
% qne i- hora cm siin casa na <$
;,. rna larga do ICo/.ario n. :t<>, .3
* segundo andar. i I s-' 'i ''** 'fe A*ft Mk?
casal "8
a quem fra indossa la, o a quom nlo podo- i fff Jf f f ?f Vf -f ***f "v # f Aloga-so um bom sitio no lugar do Cor-
....._?. J_ ._J__ __ 1 _- *.! .1:^.. n n.brn. ra pagar em consecuencia do curadur fiscal af-
ila casa fallida do senhor Nuno a ter embar- i>
gado em sua milo, por mandado do juiz do | *
commercio da segunda vara,requarer para
rccullier node.iosito publico a referida i) 11 ni-
na de 618,180 rs. impoitanrii da lctra,<.qua
fez no mesmo da do voncment com cita-
Co, tanto do curador, como do senhor liar-
bONi para ser levantada por quom d relio :
tivesse, liciii I 1 as-im o annunci inte deso-
bri^ado na forma da le. O senhor Raroosa '
fez penhora na dita quanlia e trata de a le-
vantar, sendo que o aiinuuciante nada tem -
com isso, visto como levo lunar o deposito 1 f
em p xmiento como pe imito o ^ 4 doarti- *
g.> 399 do regulamenlo o. 737 do 25 de no-
vembro de 1850. ^
linga-sc as antoridades polieiaes e ca- ; #.
-S HOMEOPATHICA.
28 RA DAS t'.ltUZES 28,
j"" Dirigida por um pharmaeeutieo
approoado.
^.deiro, a margem do Cupibaribe, com boa
48 casa, estribara para tres cavallos.casns par
*B pelos o foitor, pomar e jardim, assim como
*3 Ibaixas comcapnn, e muita orlalica : na ra
^ido Q.ieimado 11. 30, soguudo andar, ou na
j|!rua da Madre de Dos, anna/eni do Barroca
& Cosl'O.
13 a 14 annos, que tenha bonita figura
ra do Amo'I ni n. 85.
Vendas.
meopathico do Dr. Moscoso, onde os senho
res assignantes pdem mandar receber os
seus oxemplares.
No mesmo consultorio ha todos os me lici
montos hoaieopalhicos VERDADEIROS; as-
sim como ricas carlelrt, e refrmam-se
quaetquer boticas, cujos medicamentos se-
jam falsos, ou deteriorados.
Dos Dispon.
Acaba dechegardo Rio de Janeiro, tradii-
zido em portuguez, o excellente romance de
Alexandre Humas,ano tem por titulo, I) 'os
DispOe, vende-so na livrariada pi/rn da In-
do, ndencia n. 6e8, a 8,000 rs constando
le ( voluntes.
Alugam-se e vendem-se bisas na aj
praca da Independencia n 10, con- t
fronte a ra das Cruzes. +
--Rufino Jos Fernandos doFiguerolo
constando Ihe que os herdeiros do finado
Manoel Luiz da Veiga pretendem ven ler
para, o qu-i j offerecerain a algumas pes-
soas, um terreno em Santo Amaro, o qual
por sr do marinha foi aforado em parto ao
annunciante pola thesouraria dafazendi;
faz publico quo a mosma Ihesouraria anda
n.io reconheceu o dominio directo que
pretendem ditos hordeiros, tor nsso terre-
no o quo ficilmenlo se ovidencia em vista
ao veneran lo despacho ao Exm Sr. pre.
sulente da provincia abaixo transcripto.
Illm. o Exm. Sr Rufino Jos Fernandas
de Figueiiedo, precisa a hem de seu direito
por cerlidflo o despacho de v. Ex do 30 do
Agosto prximo lindo, exaralo 00 requori-
mento de Manoel Luiz da Veiga e mais her-
deiros do linado Manoel Lniz da Veiga, so-
bre queslO.s do terreno de marinha, em
Santo Amaro, do qual he o supplicanle fo-
reiro em parlo a fazenda nacional.Pedo a
V. Exc. uefeiiinento. B. II. M. Recite3 le
setembro de l852.--Hulino Jos Fernandes -^ [' Klre? n 3J- V"8>ln(|o <"-
do Figueiredo. Pass-, Palacio do ROVerno t'atf ?
de Pernambuco 3 do solomhro de 1852. lii-l
Hil leles do liio de Janeiro.
- aos 20;000,000 de rs.
Nalojade miudezasda jiracn da
Independencia n. 4 vendem-sc
bilhetes inteiros, meios quartos,
oitavos e vigsimos, a beneficio das
irlu-as da igreja matriz da villa de
Itabura, que correu no dia 38 de
agosto.
Vendem-so silhes inglezes, para'mou-
taria do senhora : 11.1 ra da Seuzalla Nova
n. 42.
Noticia interessante para as sc-
nhoras.
Acabam do chegar luja do Bourgard, na
ra da Ca lea n. 15, as mais bom arranjadas
ciiixinhas para bordar que aqui su tem vis-
to, e vendem-se por diminuto preco.
Veude-se o engenho B.ilanco, que me
d'agoa, ou o ongenho l'erieiro.que mo com
animaes, ambos tem safras criadas, na fre-
guezia da Escada, senio parle a dinheiroo
parto a praso com letra da 1 1 n,i, ou por pre-
dios nesta pr.11; 1, cujos engenhos se ven lo
para pagamonlo do senhor Manoel i.un 1,011
(alvos : a tralr com seu proprietario, no
mencionado engenho.
-- Vendem-so nove escravos, sendo 11 m
moloqoe deiade de 13 a 14 annos, muito
lindo, urna pserava de bonita flgura, quo
entornilla, e cosinha o diario de urna casa,
cinco esrravos do lodo o servico, o duis es-
cravas quiandeiras ua ra Diroita n 3.
una liu la mulata do 20 annos
de ididi'.eo 1. habilidades, uuin linda cr.o 1-
la do 20 a un os le i lude, quo engomma bem,
*1
Estcestabelecimento possue todos *
Vida '( l''r. nMu
uz a vi la do doutor Benjarrim
.> Brasil, e preparados pelas machinas 3
Sabio a
1, escripia por el
nuada o concluida por seu amigo o duutoi
os medicamentos al agora experi- ZJ!.. "!'!
inentados, tanto na Emoiacno.10 ^ franklin, escripia por clin mesmo, e
. ^3 milo
2 Studar.lraJuzda do inglcz por um peniam-
dVanMH?.s 2 os .'t 160, por t bucano : Vende-so a 1,000 rs ,,a livr.ri. n.
precos variat.1., conforme a qual.- 6 e8_d, praca da In lepmdene,,..
uado das c.ixas, a quantidado dos re- "*
modios e suas dynamisaces.
Tubos avulsos (cada um) 1/000 J
Tintura do to los os meJicaairn-
Si tos om frascos de l|2onca 2J0O0 j
AVIAM SE GRATUITAMENTE ^
> pa o os pobres,todas as receitasque ^
& para ali mandar qualquer professor.
'- ft MltU**:****laMA "looraa de
HOMEOPATHICA.
28 RA DAS CRUZES 28.
Novo UANUAL de medicina homceopathica
pelo Dr. JAIIR, 4 volumes, con) a palho-
do 210 medicamentos 11,000
pitaes de campo, que prenJam o negro de
.... no' Flix, cor fula, baixoe grosso docor-
po, nacSo CabinJa, cabeca um tanto branca,
com una pinha do cabellos da misma cor,!
casado com a negra le mime Theresa, tam-;
bem vclha, baixa, do nac3o Coigo, ambos '
fgidos ao amanhecer do dia 4 do coriQnto ,
meze levara 11 to la a roupa que 11 iili.uu Es- '
sos escravos foram comprados ao senhor
l'onseca, que lho dera para vender por coin-
missflo o senhor Francisco Antonio Pereira
Rraga,havendo este senhor cm pagamento de
Agostinho de Ficitas Nunes, morailor na
Gloria de Goit ; a p ssoa que os prender.le-
ve-os a ra da Soledadc n 46, 011 no quar-
tel de polieir, quo sora gnlilicado.
I'rccisa-se alugr una ama, que saiba
engommur e lazer mais algum servido : na
ra do Vigario n. 22, prniieiro andar
iiffo.etn-se um rnpaz de noo conlela
pai n calxniro do aim-..,,i deassu"-' , outro qualquer eslabulecimonlo, dando lia-
dor a sua conducta : quem do sou prestimo
so quizer uliiisar, dinjn-se a ra do Vigario
n. 20, segundo anda'.
Precisa-se de um amassador, para urna
padaria nos Apipucos : a tratar na ra Di-
reitan.69 ,._.._. ;, ._-_ Manual pralieo do magnetismo'onimal 5,000
lan'rr^nrBo^ .."i'0 S^MSSSL^SSLX
Precisa-se de um caix.iro, dr idade de
12 a 14 annos, para um armazem de molha-
dos, estrangiiro: na loja debarboiro na ra
da Cruz n. 53.
UtTorece so urna ama, muito capaz, pa-
ra casa de liomem solteiro, ou de pouca fa-
milia: quom a pretonder, diiija-so a ra das
l.arangeiras n. 13.
Alugam-se durs moradas do casas, conj
muito bons commodos, para se passar a fes
Roga-se ao senhor Jos Machado Estrel-
la, refinador, e morador na Boa-Vista, no
paleo la Santa Cruz, o favor de mandar si-
lisfazer cm Rio-Formoso o debito que no
ignora
O abaixo assignado, chegado ha pun-
co-, das da Europa, tem a satisfacHo de an
11 tj 11.-1.11 ao rcspoitavel publico, 11 a seus an
ezes, le trouxe ricos dosonhos
marcineria, assim como algu-
mas machinas para mellnr desempenho de
suaait-. O aiiiiuneianle julga desnecessa-
rio fallar de novamente sobre ns suas hahi-
jjdades, |> -.] nhecidas nesta provincia, e boje mais que
nunca, no prelendAndo olTander nenhum
de seus collegas esta mala habilitado une
estes sobro o modernismo, visto que o au-
nuneianle londo-so ausentado d'aqui a mais
de um anuo, errprcgou todo esse lempo
li.-ini-- Cu. i-iini; ri 1 oi.tii do despacho retro,.
cnico que o despacho que osupplc.nte pode por cirlidflo do llioor seguinte FacBo B?*,/eCOl! "Utf cozechna e tem princi-
vcrilicar por inednao e doniareacilo, ouvida i P'" ll "'i !"a ilili da Coste, le 24
"-, i'ii-inlia, o lava lo sa-
:osla, boa lavadeira o
a fazenda publica, a porco de terreno do : ?nno*- ',"c "".:,""V":
sitio de que tratam no seurequerlmento, "?'" jS.
liXn lo-.-e os si lis limites, face do termo I'"1'""" lrJ-
4,000
Elementos de homoeopalhia, por Gossot Bi-
monl 8,000
Trata ment homcaopathico das molestias
veneieas, por Gusset Bunont 1,000
I Lotera da matriz da Boa-Vista.
de arremalacilo de 1763, em que fnndam 11
sen dimito, istiatindo lambeta os foreirosda
fazenda cujos lilulospedem que se aiiiiuloin
por versarem sobre terrenos compre len ti-
dos no ii esmo sitio (circumstaneia quo ser
averiguada] a qual diligencia podera ser fei-
ii aduilnstralivameole, dlrigln 'o so nssup-
plira tes paia esse liu. a til suuraria da {,-
zenda que aiietei minar, ciimprirdo tei em
vi-ta q.iu iicni o icfendo terim. iloarienia-
taco, ir m a sentedla junta ao seu requer*
nienlo Ihe dSodireit o dominio directo
10 sitio, e pelo contrario esse termo de erre-
malucho os eonstltue na mesma obiigacilo
em que esta va 01 os padres da companhia do
Jess, quan lo de posse do sitio, obngactJo
im, resiTiplivel pois lem estado dianlo dos
olhos dos supplicantes e dos seus anteces-
sores uma ve/ quo possuiraui c possucui o
titulo donde ello divisa. Palacio do gover-
110 'de Pernambuco 30 de Agosto de 1852.
Rilieiro--Nada u ais sa conttnlia em dito
nespacho, Secretaria do goverio de Per-
dunbuco 3 do setembro do I852.-- nlli-
Cial archivista JoSo Valentina Villela
Precisa-se 1I0 una ama quo saiba en-
g iinmar e r.ozar, para casa de lio nem anl-
lel.'o: q ioiii qui/ei oniiuiieio para ser pio-
curada.
Alugi-se para passar a fesla.unia gran-
ln casa na povoa^So do Monteiro: a tratar
na ra do tju iniadu n. lt.
Tendo-se justo e cont-al.ido a compra
lo sitio da GoocoiaSo dos Mdicos, na piaia
do Jalifa, freguezia do Maranguape, qua an-
tiir^rneoii' P ri"oun ao linaria vlgarn de
(.oanua Joo Callos de Mello fl A'aujo, e
pouco teoipo 10 scnlior J L. Inioceucio
e alguem so julgar
,.,..........-------.-------0 por qualquer lilu-
l.i, haj de puiilicar por e-ta fulha, n > pra-
so do 10 di', e do comparecer na ra do A-
pollo 11. 15.
A negocio de interesse se faz preciso
Miar com os senhores Guilhcrmo Pinto
llcnrlques, Francisco Xavier Uimeiro .!
Esl-> Uiuilillla lie uo lies 4..01I letra do
revendissimo senhor padre mestre Mmuel do
S. I. (ama, muzica de una senhoia per-
nambucana. O folli 'to conten a molinha o
a I iul N'arrhalla, a qual muito lem boina-
do no theatro de Santa Izabel, que principia
issim
O Seo hoZtaaTfcr^nia, ^ -'eos. faz esc, las circular, ov, e oiiU.s- i^ges roga-s,
Trat.ge.l homrxopathico das &M ^^'ZrT^s^ Wj C'" *^ #* S'l'
Diccionario de medicina, cirurga, etc. sjotiO P"'1/''0' "ba.xo assiituado es, era mere-
cer do rospeitavel publico a sua protecco
qu'Tendo assim o honr irem do alguma eu-
commenda; na iub da Concordia, junto da
iiiIiibco. Jo3o Fredcrico Schroo.isr.
ijabaixo assignado, leudo a vender na Cunt Campello, Joaquim Xavier Carneiro
ra, em um t Sabino de Oliveira Jnior, o qual tem 20 a clia Wanderley, Joaquim Alves Bezerri.Joilu
22 annos de idado,meia estatura, ma-gro.fal- Dantas do Oliveiin, e Antonio P. de Mirau-
los Texera Basto BCtual tllC- la descansada, natural do MaratihSo, e a fa- da; no aterro da Roa-Vista, sobrado n. 17.
. mila existo na capital do Ceara, este ausen- Nos abaixo assignados, temos a honra
SOlireiro desla lotera, avis.i BOres- tou-e no dia 28 do mez prximo passado, de communicar ao coinmercio desla praca,
bulciro vasio em poder do ne- quo em virlude do falleeimento de nosso so-
lavor co, o senhor Mictiel Avoal, o nosso estabu-
la, no sitio do Cajuoiro : quem as preten-.re impreteriveinicnie no uia 'JO ue Jpggi'jo pola estrada do Gacoanga, montado lecimento de Pernambuco, croado sob a ra-
der, dirija se ao mesmo sitio. outllbro do corrente anno, no con- em um cavello la-Ho : pe,le-so as autorida- zilo social de Avriai frore & Companhia,con-
Aloga-se a casa e sitio, na rualmpo-i ... jfls policiaes que .1 lerom noticia riclle, o fa- tim'ia debaixo la nova firma sorial L. Le-
rial, junto a funoicSo do Sr, Leal, casa no-1lOf 10 an ntit maiuz, c se ton- ^jm preil.|er par averguaco, pois calcula- cumie Feron ot Companhia. E vislo como a
va, muito fresco, com commodos para gran- tinuar a mil in'iicia dos comprado- se em um coulo de res as fazendas quo o nica e.m ,1 que se d he a mudanca refer
Bi ncilavcl publico, que a inesma cor- llenando o labulciro vasio em1 poder do
s-l 1 j o 1 ero que o earregava. e ha noticia do lu
j- re impretenvelmente no ata ao de seguido pola estrada do Gacanga, moni
do familia o por preco commodo : a tratar
na ma do Crespo, luja 11. 16
Um rapaz com algum estudo, se ol-re
ce para ensinar primeiras lenas, em um cu-1 ja nos |uglres i annunciados.
genho, ou em alguma oulra parte fra des- ____ .,. _
res correr no dia <; do mesmo
mez. Os bilhetflfl acbam-se a ven-
quein
Precisa-so de uma ama forra para casa
le seu prestimo se quizer, ^ pouca fi(n|||i em fin ,[e ,,orl>8 w
annuncie a sua morada parase'
ta praca
UtlllSar
tratar.
Precisa-se de uma ama para cosinliar,"
Precisa-se alugar uma ama, que tonh
mesmo con luzia no labuleiro. da, a nova firma peimaneci liquidalana de
Firmo Candido da Sil viirn Jnior.' lodosos negocios que dizem respcito lir-
-- precisa-se de um menino para caixeiro ma antga.
do venda : na ra do Cordoniz, trave.-sa da L. l/comle Feront & Companhia.
ra do Amorim 11. 10. I'refere-se destes che- -- Auna Ferreira da Silva, aulorisada por
gados prximo de Portugal, ou oulro qual- provisto do Exm. Sr. presidente, doutor
quer : quem estiver nestas circunstancias, Francisco Antonio Itibeiro, de29dejulhu
do no 1.1.: un 1. tem aborto na casa de sua
residencia, na ra das Truicheiras 11. 50,
bx.mRStS rSotTtrcnc,a ,,a d,la V8n"a'para
solteiro, urna mulher, que sabe eugommar fl||0( declare por esta folha.
e coser : quem precisar, dirija-so a ra Au- ._ A|ugam-se pretas que saibam tratar de
gusta n. 29. factos: a fallar com Luiz de Souza Band i-
Interesting to Enelisll Ladies. r, no maUdourodas Cinco Ponase qual-
' I qner hora do da.
Cadeia Velha n.
Bourgard, in the ra da
Troca-se uma muleca de 14annos,um
a de miuJezas do senhor Lo ly, aonde 4 el" u8o desmerecer do sou conceito.
ff se acha promplo a exercer a func- II) u ^* .r.:rjz^ja-gg to cOes da sua arto ; das 9 horas da ma- 0) GornDra8.
e,, nhSa as 6 da (arde, eoino cosluma. 4 ______ '
I'ede-se ao autor do annilll- Compta-sc, no pateo do Carmo, venda
Precisa-se alugar um escravo : nesta
lypographia.
Precisa-so de uma ama para [equena
familia,quo saiba fazer todo servico de por-
ta a deulro, e que no lei.ba quem a visi-
te : quem estiver nestas circunstancias, di-
rija-se a ra das Cruzes n 35, primeiro an-
dar, quo lem venezianas.
__|'erdeu-se no dia 4 de setembro cor-
rente, na feira da Escada, uma carteira con-
lendo vinte e tantos mil lis e uma letra de
um cont de ris sacada por Ascelo Men-
de Pereira, e aceita por JoSo Pereira da Sil-
va Lima, vencida em 14 de dezembro prxi-
mo passado; e para queoinguem contrate
negocio algum com a dita letra, se faz o pre-
sente annuncio; e a pessoa que a ti ver echa-
do, loga-se de a enliegar na ra da Cinco
Pontain. 71, ou ao dito Anesceto Mondes
Pereira, no engenbo Recreio, freguezia da
Etcada.
Quem anouncou precisar de uma ama,
dirija-se a ra de Dorias n. 40.
Precisa-se de uma mulher de meia ida-
de, caiaz de govemar uma casa em quanto
o dono est ausente : quem quizer annun-
cie por este diario para ser procurada.
l5,hasreoeivedfromEnKl.ndSuperh\Vorkj |eqUe(ln,. um molccto do 20annos, S,P Har mnlc as iniriaes n. I, um oratoiio, cm bom o,l do, que le-
boxes WIU all requisiles for embroi lering. ,o"os milito bonitos e bons, por oulros qu Cl "eh'e L"ar,0> cn" a mciaes nha 4 pt|ino, ,, ,|turi ,,. utra la.
- Desapp.receunodi. 4 do corrento J^'[o^.m as mesm.s idades, pouco mais ou J. F. M. A., qui hija .le declarar Gotnpra-se um. cachorra pn em que
porta da vendado senhor Lima, na rua No-1 me n0Sieque sej.m mulatos ou cabras ; vol- Qr esla mesmi f0l|ia se ellas SC seja etrav-ssida : na ra da RoJa 11. 52, se
va, um burro cax.lo ; a pessoa que o liver u \ diIinBro agradando as pecas; e P0r e me"m ,""' sc.c,,as .lira quem compra,
adiado, queira ir entreg.r no ongenho S.' umUeiri comora-se : na rua das Lvangei- entemlem com Jos trancisco Ma- compra-se urna lurcaca que leja bem
Salvador, ou n, rua de Ho.tas n. 114, que; rM ,if ., ,n,,,r. mede de Almeida. "T'f'VFflf&X n*H JSS,
sera bem recompensado. |,ava-se eengomma-se, com muita per- ., Crixas; na .ua do Vigmo n. 20, sibunuu
- Des.ppareceu do C.cbanga, no da 26, r asse,0 n0 te0 ua Ribeir, de s. Casa de commiss3o de rscravos. ,nii,r.
de agosto, um moleque d ; nomo Manuel, v (5 Na rua Direila, sobrado de 3 andares, de- Compra-so rezina do anguo, e casca uo
creoulo, do 12 annos do idade, c'iuduzindo| Aluga-se um sobrado no Poco da Pa- fronte do becco deS. Podro 11. 3, recebom- mesmo pao : na rua do Vigario n. II, pi-
7annos.de nome Jos; nniU jefronte da igreja, com dez quarlos, se iscravos do ambos os sexos, para so ven- oieiro andar.
quatro Salas, com solao, cosinha e cocheira derem de cummissao, nao se levando por Compra-so u na escrava
c
P
n 13, "" Icisa para os dilos escravos. andar.
'- O abaiin assignado lem dous engenhos O Sr. Joaquim dos Santos Azevedo v Comora-s-, no Pt> c"m?' 'ne"d.a
agar 17,000 r. quo deve na olaria dosCuc- n. I, um missal usado, porem em bom es-
11111 mulatinlii) do
os signaes do moleque sSo: bem pr>to,olho
abugalhados, denles bom alvos n largos,lem
cabellos na cabeca ja b'ancos ; levou cami
sa de nlgodo iiai.ea.in de listra azul, ce-
roula de algodSosinho o chapeo de 1 ,1 .ha da
Italia ja velho ; e o mulatinho tem uma
marca preta sobre o pento de uma ferida que
leve, o levou camisa de algodilosinno e cha-
pee de palba velno : ped-i-se as autoridades
policiaes e pessoas do povo, que o pegue e
conduza-o ao Cachang a seu senhor Egidio
Carneiro Campello, ou a rua do Horlis 11.
114, quo sera bem recompensado.
-- A meza regedora do \. S. do Rom par
to erecta na igieja de S. Jos, lendo marca-
do a festa e proemio da mesma senhora
para o da 8 do coi rente, transferio para o
dia 2 deoutubro, por motivosjustoque oc-
correrani.
Aluga-se o segundo e terceiro andares
do sobrado da rua da Cruz o. 18, com com-
modos para familia : a tractar no armazem
do mesmo.
Precisa-se alugar um segundo ou ter-
ceiro andar, que tenha aotao, em qualquer
rua do bairro de Santo Antonio; e agradan
,do
8 a 25 n 11-
e
"om dous quartos, estribara e casa para esse trabalho m-is do que aprcenlo, e sem nos do idade, qu.u ^a "s0r'ei'^""}""*
retos com umquaito, por prec.0 commodo; se levar cousa alguma do comodonas, offo- cosinliar, sendo t"g"" q _'h"' ''"^ "
uen quizer Uirija.ae a rua do CoilegioTece.ido-so para isto tola a seguranca pre- bem : na rua do Vigirio 11. 19 segundo
na ribeira do Sanio Antonio Grande, ambos pag
tiformur.
Hedroda Cunha C. Albuquerque.
Toma-so 230,000 rs. a juro, dando por
hypotheca umaolaria toda murada, em ter-
reno proprio, e lo la edificada ; e existe ar-
rendada por 15,0o0 rs. aunuaes : quem qui-
zer annuncio para ser procurado.
-Ensina-se a fallar e traduzir o inglez
correctamente por uro melhodo facilimo de
r comprehender: na rua da Gloria o. 83.
Na rua da Senzalla Velha n. 126.
do nSo se duvida dar alguma luvas : q uem
;er ceder ou tiver para alugar, queira 1 Aprompiam-ao j.u.:a .......<, r-
nounciaraua morada para ser procurado. | preco commodo, com asseio e promplido.
JliVIIAL DO DR.JARU,
TRAMJZIDO EM PORTUGUEZ.
16,000 rs. de assignatura.
Sahio a luz o primeiro volume desta obra, ta
a melhorde todas em seu genero : o nico
na travessa doaisenal de guerra n, II.
Compram-so garrafas va-
sias : na traversa da Madre de
Dos n. 4 e 6, e na Praia de San-
Hita, restilaco de Franca &
verdadeiro livro, por onde se podeostudare .-ompanllta.
praticar a homeopathia. Esta ntidamente Compra-se um ca*f ro, que Ive de 4
mpresso em excellente papel, com tolos os a 5 pipa, quo eslea em bom estado, ns rua
signaes quo conten o original para denotar da Cruz n. 6?. 1 ,, ...l.
a dilierenca do valor dos symptoma. -- Compr.-se tai1 preU. que iba en-
Conlina a asaign.lur. no con.ultorio ho- gommar e cos.nhar bem, e uma negrluba de
-- Ven le-se, n-, paleo a,1 Cuno, V.-ndl 11.
1, dous negros, de 9i a 28 annos do idade,
d'o Ibonilaa figuras proprios para todo o
servico.
Vende-sc lima canoa de carreira, nova,
hem construida ; no armazem de ma leira,
deliome i!o porto das canoas da rua Nova ,
por 1 reco co'nmolo.
Vende soserveja prela, muito superior,
om duzia a 3.200 is., en arrufasa 400 rs. o
trazendo o ensco ISO ra. l noateiro da
Boa Vista n.70, junio a renacilo.
Vendo-iB um sobrado do 2 andaros, no
aterro da Roa Vista n. 82 : a tratar na mes-
ma casa.
Chapeos brancos.
Vendem-se chapeos do castor hranco, boa
fazen la e bonitas rormas, a 7,000 rs. : na
loja do sobrado amaiello, na rua do Quei-
mado n.29.
Casimir .s modernas.
Vendem-se corles do casimira, pairos
inleimnionle novos e do superior qualida-
de, a 6,000 rs 0 corte na loja do sobrado
amarello, nos Quatro Cantos da rua do Quei-
nailn 11. 29
VENDE-SE Ol PERMUTA-SF. POR PRE-
dios nesta praca, o melbor dos sitios edifi-
cados ua Torre, margem do rio Capiba-
ribe. o ulimo ao lado direito, quem da
Magdalena vai para sahir 110 engenho do
me.mu nome ; leudo grande casa do pedra
e cal, oitO es dnbrados, con todos os com-
inillos necessarios, gratulo poco tambem
do pedra e cal, curral paia vaccas e bezer-
res, viveiro circulado de coqueiros, grande
jardim, para o qual deita-se agua om gran-
des tinas com canos dezinco queveorn do
poco, com um completo pomar, dando j
lodos os arvoredos excelienles fruc'os, alm
ue 600 ps de ahacaxls qu'Si to los com fruc-
to, e oulros lanos do ps do da torra, bai-
xadeoapim, grande hananeiral, sendo io-
do o sitio cercado de muito brta cerca de
liuiilo, dcixnn lo-se de narrar oulras mul-
tas cousas para nao tornar esto annuncio
mais extenso. Vendo-so mais quatro vac-
cas muito boas leiteiras, sendo Ircslllhas
lo psto e uma do Lisboa, as quaes eslao
urnas prenhas o outras a mojaroin-s : quera
o pretender, dirija-se o mesmo sitio para
ver, e na rua da Santa Cruz n. 70, sobrado
do um anuar, para ajuste.
j Vundeui-se 4*
,j Rolicas honiceopatliica de 10 c lio fu
4 medicamentos, com seus competen- as
1 les livros a quarto edlCCSO da pratl- fri
a$ ca olemeiltir, viudas do Rio do Janci- ft>
*} i, 'lo grande consultorio central na af,
yj rua do S. Jos 11. 59. Silo estas as bo- fe
5 tica, da venia leira homuiJpalhia; na )
a) rua do Crispo, loja ainarclla, lado <"!
ai do norte, n. 4. .-S^
v,-}'.. ."^"*'-?'*''?^?Sf^*")^*'
a rua do Lrespo, loja amarella
n. l\, de Antonio Francisco Pe-
reii'.i, veulem-se
linissimas chitas francezas decr nxa, do
gostos, quo lingo as das camhraias. a 300 r.
o covdo, riseadinhos, tambem francezes,
(m quatro palmos de largura, a 260 rs. o
covado, chita par. eolia, ue uesenlios mo-
dernos com quatro palmos do largura, a
2011 rs o covado, cortes do cassa pintadas t
2 000 o 2,210 rs., corte dobrim hranco do
ll'nho de cores, a 1.600 rs pegas de hreta-
oha o linho, do seis varas, a 2,400 rs, e
outras molla fazendas.
Uua do Crespo, loja amarella n.
A, de Antonio Francisco Pe-
reira,
Palitos de alpaca preta, muito bem reitos
chegados agora, da ultima moda de Pars,
a 9,000 rs. cada um, assim como de panno
proto a de cores, de superior quanlidade, a
18 000 r., chapeo do'Cble, mullo Unos,
de bonita forma, a 12,000 r. cada um.
ILEGVEL


r
ir


ii
----------.....A- "
Alointioa de vento.1
com bombas de repuxo para reirar hort.s
e bxsdecplm na fundicode D. W. Bow-
iii.ni: n.- |ru do Ltriini ns.6,8 e 10.
Fazenda da moda.
Vendem-so superiores cortes de embrai
de salpico* l)rncos de cor, pelo dimioulo
preco do 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja
n. 6.
Cal virgem.
VenJo-se cal de Lisboa a mais nova do
mercado : na ra do Vigario n. 19, primei-
an lar, escriptorio de T. de Aquino Fonsrc
& Filho, ouna ra do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Fonseca.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cudeia
dollecifen. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
uim'como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadoia velhs.n.
existe urna pequea porcilo de potassa
americana, chegada recontcincnte que por
superior rlvalisa cora edallussia: vnde-
se por preco razoBvel.
Agencia de fcdwin Maw.
Narua mnnt&i ComPa.ibia, acha-se coii.iantemente
liona aorlimenlo de taixa de ferro coado e
balido, tanto rasa como fuudas, inoenaasin-
ciras todasde ferro para animaes, agoa, etc ,
ditas para armaren, madeira de todoa oi ta-
uiauhoa c madello o mais moderno, machina
hiirisiiiit.il para vapor, coin for9a de 4 cava I -
los, coucoa, passadeirasde ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que os
decobre, escreos para navios, ferro inglez
tantoeu. harrascomo em ircosl'olhas,eludo
por baralo pre.ro.
AGENCIA
da (undicao Low-Moor.
RUA HA SENZAi.LA NOVA 48. _
iNeate estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
uienlo de inoendaso mcias moen-
daspara engeoho, machinas de
vapor, c taixas de ferro batido e
coado, tie todos os lamanhos, pa-
ra dito.
Vendeoi-se os verdadeiros selins in-
glezes, entente, de molla e som ella : na
ra daSnnzall Nova n. 42.
Vendcm-se relogios de ou-
ro e pr&ta, patente inglez : na ra
da Scnzalln Nova a. ti.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
remteni-sp arados de forrode diversos mo-
delos.
Deposito-de panno do algodSo da
febricu Todos os Santos da J?a-
nlna.
^B8TrB@ISII0Ai I W
D A
SALSA PWRLH^DEBRISTOL
SALSAlSAlnAlS.
. ..i., narrilha deBristol data desde 1832, e lem constantemente manhdo sua reputa-
A P""'XdB .,o recorrer a pomposos annuncins de qiicasprep.r.cOesdeme-
cao, scm "c,,sarse oscessodol'r. Brislol lem provocado ...flmtaa .ovejas,
.MtrT..doi'sr. ll.Vs.nd,, de New-Vork, preparadores e propnet.rio.de
"^SSSSSSMISXTJA de sais. p.rri.h. deBristo,..coB,o no
^BSt^R^*^" Dr.Bri.to.. ..di. 30 de.bri.
de 1842, e que soacl.a em nosso poder :
Sr. Ur. C. C Bnstol.
Bfalo, ele.
.. XSX'SS&iEi* vend lo qu.nlid.des co-sideraveis do extracto de
u nl?riV.devmPB P,lo que ouvimosdizer de suas virtudes quelles que.tem usa-
fin iS o que a 3^da dita medicinase .ugmenlar. multissiri.o. Se Vm,. quizar
do, julganios qum nun nos resultan, mulla v.nlngem, tanto, nos
f.zer M*?S Vm nos respond. sobre este assumplo, e se Vm.
rte? .. U0ldIS?XJ" mmo ou cous. seme.hante, loriamos muito pr.zer em o
vercm nossa botica, ra do Fulton n. 79.
F.cao s ordeos de Vm. seu. .eguros serv.dores. ^^ ^ r (> ^ )
COITOLUSA^-
ansf fcBffJS Msaswsa ^\^::^rle* a e8ta
tane a concurrencia da de S.nds, o de urna porcSo do oulr.s prep.r.cOes, ella lem m.n-; ^ faiend,
liuna soarepulacoemquasi lod.a America. ____ f,mi,t.. I Por poucodinheiro.
1 a. nnmwnL. exnerienci. feil.s coro o uso da salsa parilha ero tolas as infermida- N4 rua do ,.,ei^0i,oja d, ejquin, qu0 ,0|-
INDUSTRIA NACIONAL.
Imperial fabrica de velas stea-
rinas.
J. E.L'ajoux proprielario da im-
perial fabrica de velas stearinas do
Rio de Janeiro, fornecedor do pa-
co, arsenaes e repartiedes publi-
cas, faz saber ao respeitavel pu-
blico, que acaba de fundar um de-
posito de sua manufactura, na rua
da Madre de Dos, no armazem do
Sr. LuzJom? da (Justa Amorim ,
aonde sempre haver porco des-
te ge .ero, para o consumo da pro-
vincia. O preco em cM be de
65o rs., e em porcSo de locaixas
com reduccao muito satisfatoria ,
os compradores que reexportatem
de 10 caixas para cima, para ou-
tra provincia, tero odireito a re-
ceber o fete do seu agente, a-
presentando oconhecimento. Ufa-
bricante julga por este meio faci-
litar a compra do dito genero, e
espero que os consumidores nao
deixarSo de apreciar sua bella qua-
f"..r.n ,U nir.it., Nalnrnl nn de dade de30 aonos, eomoaslgnaes segulntes:
Liuno de Uireito natural, ou bem 0 c0l|)b rfgU|( barbadoi.osmen-
Ikl '1 ... 1 *_ I. IV. ^t.. ^>. II __i_____ hl.^7. nina (aliila ->n nu*il~
Vende-se por preco commndo iath preco muito corn-
il bein conliccido panno de alg"|,^
Jm mmSn'SiBris'tfpara a bolic. lOgleil ru. da Madre de Ueos n. I,e venae-se o#UW '_-,,-; slras> ti480 2,000 rs. o corle;
o-jijro________________________________________________dito liso, an,arello, a 2,000 rs.; nscadinho
--------------------------------------------7 ,,., j ii.,:mo,i ,n dlinhocomlistr,a720rs. o corte; lencos
Vendem-se saccas com fa- "ua do yueimarlo n 19. ^ de Cimbllia de |innoi(110s.a 480 e*0ra
reos : na rua da Madre de Dos ,
armazem n. 20.
Ancoras para navios.
Vendem-.e em casa de Micardo Royle, n
ru. d Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe-
rior qualidade, e porcommodo preco.
- Vendem-se lonas, brinzSo, brms, e
meiss lonas da Russia ; no armazem de H.
0. Bieber & Companhia, na rua da Cruz
n. 4. .,
Panno preto, fino, liancez, a J.ooo
rs. o covado.
Vende-se panno preto fino,
rancez, a 3,ooo rs. o covado : na
loja de l'lores & S, na rua di Ca-
deia do Hecifc n. 47- Na mesma
vende-se um rodap rovo de
- ro ( .1 111 i>i ,1 1 \tt, niat'u, ..., .w-------------
Loja completamente surtida de raie.au Cldl um.eootrs muil.s fazendas por pre-
de todas as qualidades a vonl.de c escoma 1 C0ltim00.
dos fregu^zes. Vende-so pao de linho da __ Von,|e.se uma propriedade de lego e
feira muito bom por 6,000 rs., pecas do ,5 mej, ae funlio, para o norte, com novecen-
varas por 12.000 rs ditas de 30 vaias, o a lasbraSiS de lesiaJa, e demarca las, cober-
tasdemstosgrossos.conlendo gran le parte
de matas virgens, com algumas casas de l.i-
s. csd. um, panno lino preto p, municipio da villa do Pillar, provm-
0, e 6,500 M. o cov.do, e azul cja d, Pir,hyba <
d;io des I a fabrica; em pessa, a
......,.J 1.......|.mJa' nn pri'in-
torio de Novaes ('oinpanbia, na
rua do Trapichen. 34-
Veudem-se as seguintis scmenies :
nalios,rabant>s,rah.-netesei.c.rii.dosoliran-
cos tobula, louvo trinxuda alfaco ala-
nig, repulbuila.cliM'nriH, senoulas, feijSo
c.rrap.lo de Ires qualidades, 1 rvilli loria e
diteila, fava, coeulro de louceira, s.lc, l-
males grandes, repolho, couve lombarda,
sabuia, B uiuslaida : na ru d Cruz n. 6,
defroute o Sr. doulor Cosme.
Taixas para enyeiihos
Na lundic3o de ferro de D.
W. Bowma na rua do Bruui,
passaDdo o chafariz, contina a
uaver nm completo sortimento
de taixas de ferro fundido t- ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-sc a venda por
preco enmmodo e coin prompti-
do, embarcain-se, ou turregam-
se em carros, seir. despesas ao com-
orador.
-- Vendem-seamerras de ferro: n. "ja d.
Sonzalla No*a 11. 42. ,
a- l-arinba de mandioca J
* V.iide-ae, por pieco rasoavel, la- ^
>
D>
rinba do S. Mslheus a mais nova
mcrcailo : na rua Ki
a I ingocta. <^
C que oxiste tiesta mercad
C da Cruz 11. 34,delronled
Aleodao para ioupa de escravos.
Vende-se algo d5o muito encorpao, pro-
nriopararoupa de escravos, com pequeo
toque do avaha, a 140 rs. a jarda ; dito
limuo i 180 rs. : 11a rua do Crespo u. 5.
aloeiulus superiores.
N. fundir;io de C. Starrt iompanhia,
om S.-Amaro,achain-se.vond. moendas
re catina, todas ric ierro, e um modeloe
coostrucQiomuilosuDorioi.
___ V endem-se accSes da extinc-
ta companbia de l'ernambuco e
Parabyba no escriptorio de Au-
gusto U.de Abreu ; na rua da Ca-
deia n. 4a- ,
_- Vendc-se urna morada de
Casas, feita a moderna, com fijlo e
cal, sita na rua do Motocolomb,
por preco muito ero contal a tra-
tar na rua Imperial n. 3i.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos do sol de seda ingle-
ses chegados pelos ltimos ntvios, pelo di-
mioulo preco de 5,000 rs. cada urna ; oa
ru. do Collegio o. 4.
___ Vende-se a excellente typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montada, tanto de bons pre-
los, como de lypos quem a pre-
tender, dirija-se a rua da Praia
n. 55, a tratar com a Viuva Boma
Deposito rta fubrlca de Todos os
Minio* lltt Huilla.
Vende-se,em esa de N. O.Bieber&C,
naruad.Cruz n. 4,lgodaotr.osdo a-
qaell.r.br'M.muitopropriop.r.s.ccosde
assacar eroup. deescravos.porprecocom-
moao.
Farinha de mandioca a 1,000 rs. a
sacca.
No rm.zem de J. i. Tasso Jnior: n. ru.
O A nuil 1111 D. 35.
Velas de carnauba
de auperior qualid.de, Cuja luz riv.lis.
com o espermacete ; vende-se na rua da
Cruzo. 34. '
retalho a 440 rs. a vars, esleirs d. India
com 8 palmos de cumprimento o 7 de largu-
ra, a 2,800 rs
a 3,200, 5,500, e 6,500 M, o cov.do, e .zul 'ja'd, Pir,yh, no Norte, no lugar d'enomi-
inuito proprio parfardse IlDrl. a 3,200, :nad0ESCriataiierraso, timas para qulqu-
4,000, e 4,500 rs. o covado, sendu todos no- ,grcu|lur, rj0 pi: ,|U.m as pretender di
vos e de superior qu.li.lade, em relsc.lo com r,ja.sea esi, pr,Ca do Itecife, a f.llsr com
loja
laby
modo.
A CIDADE DE PARS.
Fabrica de cbipeosde sol, na ru
do Collegio 11. 4-
Alm do sor ti ment j annuuciado, reco-
beu->e pelo navio llavie, ultimo vindo de
Kr nc,um novo sorlimcnio de chapeos i!e
o de seda e de panninlio, para bomens e
senhoras. dos ltimos gnslos: superiores
chapeos d sol de-seda com cubos e u, <.
oulros do moll.ores que lem viudo a osla
praca, que se continuam a vender por me-
nos preco que em outra qualquor parte.
Vende-se um negra creoul. do mato,
moca, e proprit par qualquor servico : na
rua d Cadeia Velb. n 21, primeiro andar.
Feijao novo a 0,ooo rs.
No arm.zem de Goovela & Di.s, confron-
te a esesdinna d Alfondega.
Frutas ;iovas.
Na rua estrella do Rosario n. 11:vendem-
se as s.guinles frutas: damascos, peceges,
amoras, morangos, per.se scri-ijas.
Quehos do serto.
Veodem-sa muito bous o frescaes quoijo
dosertSOj na rua do Qucimado n. 14.
Aloila fieguezcs
Que s3o cnegado,
Cobertores de IgodSo
.Mimo 1 ni'iii pidos.
Na ru do Ciespo.lojl da esquina quo vol
la [iar. a Cadeia, a 1.600 rs. cada um.
Soitimenio de panno.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50,
vrndem-se superares paunos prelos a 4,000,
4,500, 5,000, 5,500, 6,000 e 7,000 rs. o c;>-
vado ; dito azul e veido a 4,500 0 5,000 rs. ;
assim como pumos n.csclados, dos melbn-
resgostos que lia ueste genero, por 3,500
rs. o covado.
Na rua do Crespo, loja u G.
Vendem-se superiores corles de cambra!,
desalpicos, com 6 l|ii e 7 varas, a 3,500 e
4,000 rs.; cortes de cassa chita, de novos
gustos, a 2,2*0 e 2,500 is.; casso franceza a
440 rs. a vara ; cortes de luim trancado es-
curo e mesclados, a 2,000 rs. ; panoo lino
prelo, a 3,000 e 4,000 rs.; lencos do cimbraia
de linho, a 480 rs.; dilos de cassa grandes,
a 160is.;risi.do 1M111I10 a 180 rs. o cov.do
o mullas outras fazendss em conla.
-- Vende-se un.aescravj, mOM, que sabe
cosinhar e ongommar : na rua da C.Jeia de
Santo Antonio, no segundo andar do sobra-
do o. 14.
Vende-so a Biblia Sagrada, polo padre
Antonio P. de Figueiredo,om 23 vulumos :
na rua do Collegio, loja de encadernica'o
o. 8.
i.l g -""

c
-a
!U1ii!n
o preco : chales de .IgoJSo, p.droesescuros,
e mullo boa fazenda a 2,000 rs., muito pro-
prios p.r. and.r em csa, principalmente
nis estacaos chuvosas, co'tes de cambraia
branca com salpicos a 3,800 rs., Cada um
com mais de 5 aras e muil larno. lencos de
ola para meninos 500 rs. cada um, ditos
de seda para homem, a 1920, e 2,240; mullo
boa fizo.ida e pad Oes novas, ditos de cam-
braia de linho a 560 rs. cada um,sendo gran-
des c muito boa qualidade, ditos do garca
para sonhora a 1,000 e 610 rs ditos de cas-
sa com palma as pontas a 240 r.-., dilos com
burra abe'la branens n 400 rs., alpakt mes-
i-i.i 1 a mo rs. o covado, ganga parda o a-
aiar.'lla a 200 rs. o cova lo para acabar,
meios lencos de seda para gravita padrOes
novos a sem mofo a 1,500 rs., dilos de cas-
ia a 400 rs., e (inalmenle, rap princesa do
llio de J .iii-iio feilo pelo preco da fb'io de
Lisboa a 1,000 rs. libia, e em moi.s libias
a 540 rs. ca.Ia urna, esto rap lorna-se ro-
commrndavcl por quo sendo sua compo-
sieflo spolo, a uu ..,1 i.....,. ,r. re-
la, e imitiinu o mais poatvel do rapo de
Lisboa, he mais barato do quo qualqucr ou-
Iro e pri-l'.irivcleni ludo, 01.s veode-se por
este prrcu. Pnr" acreditar su. qualidade,
anda puuco conbecida neste merc.do.
3^S B -5 S o|c"o I 3
< ? "L\ t S = =r 5 z
Jos llerculno de Carnlho, seu legitimo
proprielario, na rua do Rangel, bralo
o. 47.
Vendc-se massa de tomates
para tempero, e tinta pura de mar-
car ropa : na ruada Cadeia n. i5,
loja de Bourgard.
I'echincba.
Na loja. d. rua do Crespo n. 10, vendem-
e eicellont-spilitosdo brin;, 2,800,3,000,
13,500 e 4,000 rs.
I Vende-.e um p.rdo chocolailo, ci-
jcellento cosinheiro e de boa conducta; s-
Isim como urna escrava, creoul, do 14 n-
; nos, pouco mais ou monos : n ru do Quei
diado n. 39.
l'otassa a 2^0 rs. a libra.
Narua do Apollo, Brmazsm de
assucar n. 3 B, de Leal Kcis, tem
...__:- r. -- >' ue Janei-
ro, chegada ha poneos dias
Vende-so um bntelilo de amnrello,mul-
lo forte e novo a bordo do biate Cspri-
choso, ancorado em frente do c legio, ou na rua da Cruz n. 34.
pS'l|
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O fc-

* o5-
aa -
Na amiga padaria d. ru. (da Scnzalla
Nova n. 30, Gontinu.-sa vender a verda-
deira bul.ziuha dope.de loile.
Deposito 1^9cal e potassa.
Vende-se superior cal e potassa,
e por preco commodo : no arma-
zem do caes da AfinJega n. 7.
.-Veode-se gran<'4.*r azer vels, por
preco commodo : na ru da l'rai. o. 3.
Vende-se a casa terrea o. 21 da ru do
Rosario, no burro da Boa-Vista : quem pre-l
tender dirij.-se a rua do Pilar o. 128.
Palitos a puriiense.
Vendcm-se palils, ultima moda de Pa-
rs, de bonitos pannos mesclados e prelo ;
na rua da Cidcia do Recife, loja 11 50, por
menos preco do que em outras ptrles.
Bom c barato.
Na loja da rua .lo Crespo n 10, vcodem
se muito liodos chales grandes de seda
4,000 e 6,000 rs.
Cal virgem de Lisboa.
Vendem-se barricas com cal virgem de
Lisboa, da mais nova que li 1 no mrcalo, e
por preco muito commodo: iu ru> do Apol-
lo, armazem de assucar n. 10.
Cera de carniuba esebo refinado.
Vende-se cer. do carnauba do primeira
sorte, esebo refinado o mais supe-ior que
ha no mercado-. no armazem de D. II. An-
drade & Companhia, na rua da Cruz, con-
fronte ao chafariz n. 19.
Vendc-se ferro inglez em
barra, em porcSes grandes, ou pe-
queas, e a escolhera vontade do
comprador, a 4.5oors. o quintal,
e de 20 quintacs para cima a 4,800
rs., o quintal em porc5es mais
pequeas: na rua do Trapiche nu-
mero 3.
Novo sorlimonto de pannos e casemirts
de todas as qualidades.
Na rua do Crespojoja da esquina quevol-
ta para a Cadeia, veodem-se paooo lioo pre-
to a 2,800, 3,200,3 500, 4,000. e 5,000 rs. o
covado; e francez muito superior a 6,000 rs.
o covado; ditotzul a 2,800, 3,500 e 1,000
rs.; cortes de casemira preta entestada a
4,800 e 6,000 rs.; .lila franceza elstica a
8,000, 9,000 o 10,000 rs. o corte; e outras
muilas fazendas por prego commodo.
Calcados a 4oo, 700, 800, e 1,600
rs. o par, no aterro da Boa-Vis-
ta, dei'ronte da boneca n. 14.
11 ociii-M- os mais superiores sapitos do
como do lustro franeczes* e de l.isho psra
s -iilio) a, 1,600 rs. ; ditos de cordavo, a
800 is.; ditos par. meninos, 400 rs. ; sa-
pa toes do Aracatv para homom e meninos,
700 rs.
Tres tacbos de cobro.
Vendem-so tres tachos de cobre, novos,
pro, ruis para refluieSo: oa rua da Sooz.ll.
Velb. n. 98.
Na loja Pernambucana rua
do liresp9 n u.
t Vendem-se ricos vestuarios para
v.- maiicis de iiIIi-kmiIis l.im-iihos, c 4
oi por preces commodos. ?
Do Chilli a 10,000 rs.
Superiores ch.peos do Chille pequeos, .
10,000 rs.: na prac da Independencia ns
24, 26, e 28.
A 60,000 rs
Chapeos do Chille (inissimns, a melhor
fazenda que lem apparecido nesta cidad
60,000 rs. : na praca d. Independencia, fa-
bnc. de chapeos, de Joaquim de Oliveira
Mais.
A 3,ooo rs.
1 Chapeos do Chille pequeos, a 3,000 rs.:
n prca d Independencia ns. 24, 26 e 28.
Vi-.idi.u--c queljoi de Mina, mullo fres-
caes e preco commodo, viodo no ulli.no vapor,
le dito inglezcs: na venda da ruada C.ui n. 4(j,
defrontc do Sr. Ur. Cosme de S Pereira
Uc castor a 6,000 rs.
na Superiores chapeos do castor in-
[ gle, brancos e prelos, a 6,000 rs. :
^sawna |iri;u di Independencia ns. \,
26, e 28.
SEBO REFINADO.
Vende-ae na rua Dlreila n. &9 sebo retinado
por preco multo commodo.
Veode-ie um terreno na conlinuacao da
rua da Aurora coin 150 palmos de frenle e 3.0n0
de fundo, o qual fica piara a rua do Hospicio
Junio do Sr. Marlln Basloa, leodo lia niaior
parte aterrada, e um viveiro principiado: os
pretendeotei dirijaiu-se ru da Cruz n. 8, ler-
cclro andar.
Potassa da Bussia, e cal virgem
No armazem da rua do Trapiche 11. 17, de
los Ferreira Basto, ha para vender superior
oolassa da Itussit, chegada ha poucus di.s.e
cal virgem d. mais nova que ha no moiodo.
No armazem de Francisco A. da Cu-
nta & Comp.ohi, na rua do Vigario n.11,
ha urna porcSo de fin farinha de mandi 1-
c; tahois de forro de pinho ; um ancorete
novo de 8 arrobas e 20 libras; arcos para
barricas; urna soleira ; dois maineis; 5 vor-
gis de pedra do Porto lavrada, e mais ob-
jectos, que tudo se vende por precos muito
rasoaveis.
Vende-se urna linda oegrinba de 14 SO-
BO* um ii|u|.-i| iinho da 12 annos, ptimo
pira aprender algu.o ollicio ; um mulecSo
de 22 annos, bom par servir em alguma ca
s estrangeita, por ser muito esperto; um
negro de 26 aouns, bom cosinheiro ; um
dito de 26 annos, bom para o campo, ou ar-
mazem do assucar ; um dito bom caireiro
c mais outros escravos quo se vendero por
proco muito em conla : na rua das Larao-
geir.s o. 14, segundo andar.
Vende-se um loja de fazendas, proprie
p.r. um principiante, por ter poucos fun-
dos e ser em um I.0111 local >l 1 rua da Cadeia
do Recito, e taoibcui se vendo s a arinaco:
a tratar na mesma rua n. 13.
Veode-se um sitio coa. nimias arvores
de fruto, e 400 ps do coqueiros pouco mais
ou menos, com lenha de mangue que sus-
tenta urna padaria aiinualiuente, com bom
lia i. lio, e um a ande viveiroque pouco fal-
ta para acabar, cos urna salina pdenlo
ter vaccas sola: quem pretender pode di-
rigir-se a ru. Nova, luja o. 4.
de Philo8ophia do Di eito, por H.
Ahrens, traduzido do francez, por
Francisco Candido de Mendonca e
Mello: vende se no pateo do Col-
legio n. 1, casa do livro azul.
- Ven Jc-sc orna linda escrava creoul.,
ainda moca e muito sidi: o ru. do Cres-
po n. 5.
-- Vende-se por mdico preco o livros se-
guintes en bom uso: compediode gram-
malica porlugueza, por Salvador ; historia
Sagrada, Selecta, Tilo Livio, Horacio Flac-
cio, Cicero, Eihica Job, e dous compendios
de lgica, porCeoueose : a tratir na rua Ve
Iha o. 26.
vende-se urna rmcSo de venda, no
pateo do Terco, cojo local he o melhor pos-
sivel, o lem commodos par familia : trla-
se n ru do Queimido n. 67.
-- Vende-se um escriv creoul, de 25
annos, csinh, engomma, lava ropa de sa-
bSo, cose e ludo I / bem feilo: na roa do
Collegio n. 21, primeiro ndr, se dir quem
vendo.
- VeDde-se a taberna da rua estrella do
Rozario n. 16 : a tratar com Joao Tavares
Cordeiro, ou na mesma.
Vende-se um escravo creou-
lo, de a4 annos, proprio para ser-
uro domestico, por ser de boa
condiicl 1: na rua Nova n. .'p.
Vendem-se frascos com man-
teiga fresca, da melhor que tem
vindo a este mercado : na rua do
Trapiche n. 11.
-- Vende-se por grande precisao, urna es-
erara muito boa lavadeirae quitandeira, por
mdico preco: na rua das Cruzes n. 18, ter-
ceiro ndr.
Vemlem-se esleirs de palba da cr-
nab regul.res.e grandes de du.s varas de
cumprimento ; peles de cabra a 20,000 rs. o
cenlo ; sapatos e botas; Iu lo chegado go-a
do Aracaly : na rua da Cadei do Reciten.
49, primeiro andar.
COrtes de chita a 2,000 ris.
Continuam se a vender corles de vesti lo
de chita franceza, padres modernos e co-
res lizas, pelo barato preco de 2 000 rs. ca-
da corte; n rua do Queimado, loja do so-
brado amarillo, n. 29.
Palitos fe.itos
Continu.m vender-se palils de p.nno
fino, pelo ede cores, muito bem feitose ul-
timo gosto, por preco muito em conla ; na
loja do sobrado marello, nos qu.tro ci-
los da ru do (Jueimado, o. 29.
-- Vendem-se muito bons s.p.tos dn du-
raque preto par senhora, 900 icis opr ;
ssim como esteins muito gran lea 1,28o
ris cd um ; o rua do Livnmento loja
o. 11.
Vendem-so pi de stpolis, de lrngei-
1 as de umbigo, de limeiras doumbigo, de
fructap3o de n.asst, e outras plntsmis,
acoodicionadas em vas-Ibas proprias para
se transporlarem par qualquer parte: no
principio da estrada dos Afllictos, lado es-
querdo, casa delano'el Marques.
Vende-se multo ho cl nova dn Lis-
boa, recent 'monta chega la, na rua da Moe-
da 11.15, por menos preso do quo em uutra
qualquer parle. .
Cal em pedra.
Vende-se cal virgem em pedra,
a mais nova do mercado : na rua
da Cruz do Kecife, armazem de as-
sucat da Viuva Pereira da -'unlia
AOS IO OOOS E 5:0<> < c;iuuii'i.i Salustiano de A-
quino Ferreira avisa ao respeita-
vel publico, que a loteria da ma-
triz da Boa Vista corre imprete-
riveln.ente no dia al de outubro
do correte atino, e estao expostas
a venda os seus afortunados bilhe-
tes e cautelas da mesma lotera ,
na praca da Independencia n 4 >
loja de miudezas de Fortunato Pe-
reira da fonseca Bastos ; n. i3 e
15, loja decalcado do Arantes ;
n. 37 e 39, loja de calcado de Por-
to & Companbia, e na rua da Ca-
deia do Becife n. 46, loja de miu-
dezas de Jos Fortunato dos Santos
Porto.
Bilbetes 10,600
Meios 5,3oo
Quartos 2,^00
Quintos 3,100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Vendcm-se cinco livros muilo bons o
grandes, encadernc.1o ingle., para esenp-
turacao ; sendo vendas, cana, entradas,
ra?ao e diario, com os tres competentes
ndices; na rua da Cadei do Recite o. 49,
primeiro andar.
Qnem quizer aproveitar a boi pin-
Ra
bom e burato be agora
\ 11.ii.> a 1,200 rs. a caad 1, i- a 160 rs. t
garraf; dito a 1,600 rs. caada, ea 210 rs.
a parrar*; dito de 2.000 rs. a cnida, e
280 rs gnala; manleiga ingleza muild
boa a 610 rs. I i 1 > :i; toucinho de Lisboa a
320 rs.; caf docaroco a 140 rs.; farinha do
reino e de tapioca a 80 rs.; vinho muscalel
a 500 rs. a garrafa ; vinagre a 80rs. a garra-
fa c a 500 rs. a caad, c outros muitos g-
neros do bom o melhor: no pateo do Car-
olo, veinla da esquina do becco da Romba,
por balxodo sobrado de um andar n. 13.
Vendom-sc urna p'eta boa cosinheira
e engomnidei',um dila de 18 anoos m li-
to hola, com um filho de nove mezes, um
casal de escravos veinos, bons para sitio, e
bous trabalhadores do cnxaOa, um moleco-
le de 20 annos, tres prelos mocos, bons para
todo o servigo: na rua larga do Rosario o.
24, seguo lo aii lar, ou na rua da Cacimba
n. 11.
A 5,ooo rs obirnl.
Vende-se cal virgem em pedra,
da mais nova que tem vindo a es-
te mercado, pelo briguc Novo Ven-
cedor, a preco de 5,000 rs o bar-
ril : no armazem do Teixeira, no
Caes da Alfandega, ou no arma-
zem de Joaquim P .heiro Jacome,
na travessa da Madre dt Dos nu
mero 9. ,
Escravos futidos.
Fuglo do engenho Caioeirinlu o prelo
Apoliuario, de idade de 38 un., com oa lig
te no quelso a blgode, um (Ulula no quelio
eiquerdo, aboiecb chupada,oa pi e o de-
do voltado oa dito eioravoi foram encornu-
do, eiu Santo Amaro de Jaboalio, em dlrecc'i
para o llccifc: roga-ac a quem o pegar i', le-
va-loa ao larga do Llvraraenlo a tratar coin
Joaquim Carreta de Reseode Reg, ou no n-
genhm cima que ser recompensado.
AttencSo*
Continua a oslar fgido o preto Miguel
desde iiovemhrn do auno p. p., ollicial de
sapateiro treoulo, um tanto fulo e gago, o
de 25 annos de id.de ; roga-se as authori- .
d.des policl.es, espilles de campo e a qul-
quer pesso. que o encontrar, o levem seu
Sr. Dr. Maooel Firmino de Mello, juiz mu-
nicipal da comarca do cabo, e oeala praca
o commeoddor M.noel Cunc.lves da Sil-
va, que geoerosamete recompeos.rSo.
lo,000 rs. de gr.tilic.icao.
Do abaizo assipnado, morador na roa do
Crespo o. 10, fugto no di. 16 do crrante,
um seu escravo por n une Roque, creoulo, o
qual representa ter 45 annos dn idade, pou-
ca barba, foi vosli lo com calca de casemira
preta e camia de algodlo azul, e tem os
sign.es seguintes: tito, um tanto seccodo
corpo, cor ful, descarnado do rosto, olhos
pequeos, e tem urna cicat'iz em um dos
dedos d m.1o por ter sido maxucado pu-
ntido um. trave, feio de car, e costum. .
embreagsr-se, cujo escravo foi do seohor
Joto OzorioMaciel Mooleiro, e he de presu-
mir que .ocle por aqu mesmo,visto ter nu-
Iher e filbos, ou o. ilh. de It.m.r.ci donde
ho nibo : o mesmo ab.ixo assignado protes-
ta h.verseu direito coolr. aquella que o oc-
cuitar: rog.-se port.olo as autoridades po-
liciaes e capiUes do cmpo a captura do
mesmo.Jas Concalves Malveirs.
11,1 fabrica de caldeireiro da ru. do
Rrum n 28, ausentou-se des te o di. 1.a do
correte, o escravo Antonio, de iibcSo An-
gico, ollicial de funileiro a vidr.ceiro, lem
urna belldeuo olhoesquerdo, he sito, muito
regrists e de rosto talhado : quem o pegar,
ou der outicia,dirija-se a .resma fabrica que
ser recompensado.
1 i.-sip, .11 .'i-cu 00 dia 2 do correle, >
6 horas d. Urde, o prelo Simio, c un o aig-
o.es segulntes: b.ixo,representaler de 20
. 22 annos de idade, cor bem preta, barba-
do, com os dous denles da frente podres; le-
vun cale de algodao azul, camisa de mada-
pid.io e chapeo de p.lh*; este prelo veio do
engenno Ago Fri de Setinhaem mandado
ven ler pelo proprielario do me.mo enge-
nho Francisco das Chag.s Cavalcuiti : ro-
g.-se as autoridades policiaes e capilfies de
campo captura do mesmo, e Icva-lo a rua
do Crespo, loja o. 16, que ser recompen-
sado.
-- Do engenho Santa Cruz (mais conhoci-
do por c. iin-ca de Porco), sito oa freguezia
de llu, desappareceu no dia 16 de agosto, o
escravo Nicolao, creoulo, de idade 30 a 35
annos, altura regular, grosso, um pouco pi-
xolla, e fall um pouco sporluguezad. N3 >
se sbe onde anda, mas suppAe-se andir no
Recife, onde ja d'oulra fgida foi preso, o
tem parcelros o prenles u'um sitio oaes-
t'a la dos Afilelos, e o'outro no Remedio :
quem dalle der ootieiss, ou leva-lo ao mes-
mo engenho entregar ao a 1 mi lustrador,ou
aqu no Recite a sau senhor, 00 sierro da
Boi-Visla n. 12, primeiro andar, ou no Man-
guinlio, sitio que foi de Francisco Manoul
da Silva Tavares.
Desappareceu no dia 31 de aposto pr-
ximo pissido, ao meio dia, o escravo Lu?,
por slcuoho Uahia, de ncao Camundongo,
represenl ter 18 annos de idade, com os
aipnaes seguioles: -- baixo, grosso, edr pro-
la, cara curta, olhos grandes, nariz adiado,
queixo lioo, orelhs p-quenaa, t.ndo as fon-
es mais utas que o redondo da otaca ,
,ui .-,..: i"'- cuaios, lall. mullo
pouco e a..oso ; Icou camisa de algodSo
grosso de mangas curtas, calca de casimira
parda, ruta : roga-se s ao o 1 lades poli-
ciaes e aos capilfies decampo, que o pren-
dan! e o faijam conduzir fabrica de caldei-
raria, oa rua Impenil, ou o deposito da
mesma fabrica, o ru Nova, que serio re-
compeosados.
No dia 25 do maio de 1852, desappare-
ceu urna oegra, de naci Angola, de nome
ieie/,.1, levanto um vestido de algodfto
azul, com um lalho em um dos bracos, e as
01 clius raxadas, tem de costume qnaodo to-
pe, fazer-se maluca, e duendo que he forra:
quem levar oa ru do Collegio,veod o. 5,
s-r,i geoerosimeole recompensado.
No dia 25 de agosto prximo p.ssdo,
pelas 7 horas da mantilla, desappareceo um.
prel. creoul. de nome Archanja, com 34
annos de id.de, pouco m.is ou menos, cor
fulla, alia, cheia do corpo, rosto chalo e as
maees altas, denles limados, olhos apapu-
C.dos, h-n.os grossos, peitus grsodes a c-
nidos, ps um tanto apalhelados, falla li-
na ; consta, por ella dizer, que i (omi-
na, no engenno Abreu da Malla, cobrar um
dinheiro que Ihe devia o prelo Victorino,
escravo doSr. Luiz Francisco de Mallo Ca-
valcaule, cujo prelo esleve com ella na ilh
do Fernando : roga-se o dito Sr. Cavalcan-
le o s autoridades policiaese cspitSes do
campo, ou qul|ter pesso, para preode-
rein e mandar levar n ru Direila n. 69,
quo ser.io bem recompensados.
Do enpenho Una d freguazi da cida-
de d. Victo.ia Santo Aolao) desapp.recu
00 di. 24 do me/ de .gosto prximo p.ss-
do, o escravo Veo.ocio, de idade de 25 30
annos, que parece creoulo, altura regular,
cor fula, corpulento, bracos e pernas gros-
sos, testa grande,olhos grindrs.qucixo bem
feito, roslo redondo, sem barba alpums,anc-
uas tem buco, e cabello, na ponta do quei-
xo, com multa falla do lentes oa frente,
anda um pouco inclnalo p.r. di.nte, leve
urna leuda sobre o ralcanhar do p direilo
de lee o que tnzi., e as nidrgas marcas de
-nrras ; desappareceu, queixando-se a na
de filuirs nos ps; levou camisa e cerouls
dealgodo da trra, e um chapeo velho de
couro, com um cobertor trancado, escuro,
com que cobre-se; levando um embrulho
coin mais duas camisase urna cumula do
mesmo algodSo, novas. Eslo escravo foi do
sennor Cordeiro, conhecido por Abbade, do
Hrcjo da Madre de Dos, onde foi preso em
dezembro para jaoeiio do corrente. 11* cons-
tante em fugu, e por onde passa coslum a
pedir cartas para o apadrinhar, e ser*ni lo-
se dellas par com seguranza poder ir iiisi
tai, e outras vezes procura quem o compre,
liara com ficilidade poder roubar, falla c un
muita humildade, que provoca cooipaixSo.
Esle escravo passou por Tamatameirim, foi
a Halan* e l'ombal : quem lizer o favor de
captura-lo, queira levar ao senhor Burgos,
em o dito engenho, ou nesla prc narua
Direila 11. I4,que se recompensar com mui-
ta generosid.de.
-- Desappareceu no dia primeiro do cr-
reme setembro, um escravo, creoulo,de nu-
oie Joaquim, vestido da camisa e ceroula de
algodSo, mredas com o seu nome; he da
esl.tur. regular, moco, sem barba, de boni-
ta figura, tendo apenas os ps inclinados pa-
ra dentro alguma couia, muitissimo ladino
e prosista, ter oecessanameote muda lo da
roup para melhor psssar sem ser condeci-
do: ioga-se as autoriJ.des policiaes de o
1 i/.-iiMii prender, e aos Capilfies re campo
de o ,.p .11 ai. ni .- c, n lo. i-:.i a loja o. 3 au
p do .reo de Sanio Antonio, ou Api, neos
a casa de seu dono, Pedro Jos Caroeiro
ILEGIVEL
i
2^^Zu;r::^r,^;^^^,\^ewoT gr.i,i.rt 8SSe ir.b., com
roslo redondo, pouca buba, catalura regular,, generosiuaae.
cheio do corpo, be.n fllame, olhar por baixo, |____________________________________,
o qual fugio justaiuenle coin ouiro do eugenbo (
Caxocira-lapada de iiuine Ucraardo, de ua(o, I PERM. : Trp. Dg M. F. 11E FaRIA. 1852.


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