Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03380


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Full Text
c
Auno XXV11I
Segunda (eir 6
diario m
de Setembro de 1852.
N. 200.
EMiMBMO.
ififi
snvarjo x aBoaipolo
PteiMinio Adi.ht.do.
8c trimestre............4/000
for semestre.............8/000
Por SnuO........-.....IS/000
P.OOD.ST.o dci miMrsrm.
Par qu.itri............./''"O
OTICUSDO lMFEniO
Par..;. 3 de Agoto Minas... 2 dtAgotto
Hartaban. in de Jilo S.Paulo. 7 deililo I
Cear.... )4 de dito B. deJ.. 11 de Parahiba 23 u'e dlio Babia... 18 de dito
Bltslll IIN1M. \OIICliS,
uSeg. S. I.ibmla I Jniodt OrpkS
7Terc. S< Megin. v. I, e5. i 10 hora i.
i Quart. ++ .Nallvl-' I. ara doeittl.
lado da Ss. Virgcni 3. e 6. ao meio-dia.
IQuint. S Dorottico' Fazenda.
ln acal. S. Mcolo. ,i. r 6. n lo horai.
USab. S. Iheodora 2, tara do civel.
prnilenle. (, esabadoaao melod
12Dom IftOSS. 1*0-, Mtlfo.
iic de Mara. Jterc.s e sab.dos.
iranaliii
resceatti 21, a I horae imlnulo da tarde
Chela a 28, aa i llorase minutos da ni,
Hingoante 4 6, aalliorai l(i minuto da tarde
Nova 13, as horas e Si minutos da tarde
'iiKinDi hOJ
Prlmelra s 10 horas e i minutos da manhaa.
Segunda i 10 horas e 30 minutos da tardr.
Mtiiaii os coaiioa
Qolaana e Parahiba, isieguadaa estas
felra*.
Bio-Grande do-rtorte Victoria ai qutaUs
felrai
Konlto,Carunrii,e Garanhuas no lr I i dcada
mu.
flores,Ourlcurv.Kxii e Boa-Tlltal3 a 2
Olinda, todos o das.
Todos os Correios partera ao meio-dla.
BTOTICIaB IITBNQI1B1I,
Portugal
Hespanha
l-'r.i m-a .
Blgica...
Italia..:.
Alemanha.
Prussia ..'.
Dinamarca
Ruisla...
Turqua.
Ilde Julho
l de dito
8 de dito
3 de dito
3 de dito
s de dito
.1 dedlto -
35 deJuiiho
29 de dito
2o de dito
Austria..
Sulssa....
Succia...
Inglaterra
E.-Unidos
Mxico.. .
California
Chill.
Puenos-A
Montrvkde
a de Julho
3dedito.
^r de Juobo
8 deJnlho
26de Junho
3 de dito
l de dito
9 de Malo.
1 de Julho
o 5de dito
CIMBt DE A DE 9ETEMBIVO
Sobre Londres, a 27 '/, por i/OOO d.
Parla, 345
Lisboa, 00por cacto,
arrasa.
Ouro.Oncashespanholas..........'. 3O/000
Moedas de 6/400 velha.......... 16/000
de 61400 noval.........16/000
B de 4/000............... -i/"1;11
Prat a.Pa tacoes brasi leiros........... 1/920
Pesos columnartos............ l/vno
Ditos meiicanoa.............. l/Bco
PARTE OFFICIAL.
i cial remetiendo, para seu conlieci monto ca sua proprin co.-isciencis, reconhece e sver-
I pata quo de-tibua por quanto fjr conve-lb a a sua suspeicSo {apoiados), e mo pre-
--------------------------------------------------------------, iiienli', 80 oxomplaros do rrgulamenlu querco justamente ene o oso etn que os nobres
GOVFKNO I) V PROVINCIA cm 17 do julho ultimo exped i para execu-|deputadosso deveriam renonheccr nSo mui
FSPKniKVTPnnniA Da ti MOSTO l>E t8V>' c3o do rl. 41 d le provincial n. 300--Fez-to ptos p.r apresonlarem este principio
Ollc o L rommanV. das "mas re- M remeif" ll0 ,l,t" regulamenf. a todos osde julg.mento coudo no parecer, pon que
co^m^oSoTm^cM jMieimuniCpad. provincia e ao chato; he innegavel que um parecer de commissSo
commen lando a "PMlcao "u"rJ'1" ot po|cla. e o pro cto que esta offereo A cnnaider.-
V?iFSlJ>uitiTo me1 l).to..-Ao director do lyceo par. que n.'cSo d.'c.s,, sSo o eomeeo de um julga-
%lLSS?E!AtoTtti*EZ forma do respectivo reguiamento.annunnie; ment quo de ordinario acaba por Mr OOB-
I^FTtoSFutfXnmEElk o concurso da sui.stituicSo das c.doiras do. firmado ocla cmara (Apoiados.)
I.CiK^ de *V4 o. Ferreira d,.guiar:-Ue a interfe-
^iXXmnMlUu\owSlon^ EmiolucBo.o oniciode.de aguato lindo, rencla ,lo pensamento d, tres individuos
fa^lS^^tSS^XmlSSh. cn,"n v,nM P<""C'Pnl-aioque por so quo ,eBm o poder e a virlude de ser aceito
o Smo haver .o "busl" S M oT. 1' m4M lu '" muil l"ra, lurt ll0.Jes-' immediat.meote Par. a d.scussBo, e per a-
UaVLmfalmtXEtW^WlSfo lnc ,leSS" l'"0C"* )U"' d ''aZ m"TO-'' ja ve que n3o e.ro affirmando que he
ti commll.ndi,rnM^aaUMHea^R.! nMnt as ^"6** a 1uo lfm llc pr0Ce- i ''J caja lr.rmullld.de de conscenc, d.
te72S2H oara 7mi^lUaMMeiifrao- dar m o crrante anno. pe Jen, ao ma.aw:al, oanobrea depuUdoa mo poden, ser
ntfaada? ?' d?aett?r d obral i.nl Mmh a tomD0 auo "us ccl,,re ('ual d"5 llous jm/.es muito imparciaes ( Ap.lJos. )
3 juizes compele a presidencia dos trabalhos i' 0 Sr. BaiM Olieeira :-EoMo Mloa Dio
daa Sobroditaa eleieflea, caso se airrainte p)j0 n volar, porque s5o depuladus pelo
para esse lim o inais votado, lenlio a dller-, (eira ;>
Mies,que en sjmclliaiite cjnjiinclur devem ;
Volca, regular-ge, pelo que jl Ihes fiz veri
em data de 17 de junho paaaado, roapon*
deudo a outro ullicio llrm.doeoi 5 do mes-
mo oiez, cump'indi) entrelanlo quo me en-
viem Copia do .i(lieui i|uo o Io dos ditos jui-
zes houver rsi'Clido ao 2o i cerca de sua
auaancia, para ae conheeei em que tormos
esta concelii la 0M. parlicipt(3o.
quero tambem nesla data se ollicia, par.
adorna la, como Por conveniente --OO-
i ion -c o referido di ector.
Dlo.--A thesouraria de lazenda enviando
por copias, um nfllcio do ICxin. presidrnto
da Parahiba e relaciio de que elle irata,
revogando o riigo do regulaniento
d.qorlla provincia de 94 de Janeiro de 181-2,
eo artigo 2 das io>trurc0es do 1." de )ii-
Ihn de 1850.- Cnmni'inieou-so >> Exm. pre-
sidente daquella provincia
Dito.A nesm. comoiunicando haver o
desembargador C.etano lo-v da Silva San-
tiago participado acliar-se prompto pira
entrar em exercio.
(Joinmando das armas.
o.-.
en-
Dilo.Ao iuiz icl.lnr da junla dejusti-
(, remetiendo, par. ser relatado em aUalO Qw"-'" lla in,mu i junta, o proceno verbal feilo aoj temoro de 1832.
soldado do *. halalhilo d'.rtilharia a p.I obdem o; uu n. 130.
Fciisberio RodrigueaFerrclra.-Participou. Devendololemniaar.gB n. forma da
ae ao marechal comnundanto d.s armas. "." figo, o anniwaarw da indoi
D10.-A0 director das obras publicas u0"c" Pul,llc" 'lo ""M"', oetennina o ma-
Concedendo a .ulorisrcJo, que Smc. podio reclial ,ie campo coinina.i lanle das arma,
par. mandar fazer os re'psros de que neers- que as 10 hnr.s da manilla lo da 7 do cor-
sitam a casa di harreira do Caxang, as li- '>\a lormemem grande parada no arg.i
galuras da ponte do mesmo mime, e o por- u Boa Vial, os batalhues q-iarlo de artillu-
tilo da dita barreira cuja despeza andar m. a pe,o sigundo de infamara, o um par-
por 80/000, segundo Smc. declarou.-Com- 1uo'le aitilbana (no centro ) composto do
municou-so thesouraria da f.zcnda pro- I1"1 BOCC.a de fugo, servido pela compa-
vmrial n'"a '' artilices, turmaulo unn brigada,
Dito.--Ao mesmo recusando recebido o quesera comuiandada pelo Sr. coronel An-
officio, em qui Sm. pede pcrmisso para lonioM.na de Soma, o qual nomeara oaaeui
emprc>lar ao arremataste da ponte da Mag- respectivos o.nprega los.
dalena dous macacos de ferro comsnas .r-
rumagOes e opparclhos, e declarando em
respost, que o ar/cmalante he obrigadn a
empregar os meios pjecisos p.ra rITectuar
a sua obra.
Dito.--Ao mesmo inloir.ndo o de h.vcr
expedido ordem para que na thesuur.ri.
tes as obras da estrada da Viclii'M, osqoaes
for.m por Smc. ven li los, em virtudo do
approv.cAo d. presidencia.Ofliciou-sc a
mencionada thesouraria.
Dilo.Ao commandaiile do vapor Oolfi-
nho, dizendo, em vista do leu oflicio da bo-
je, que do c.rvSo do pedra existento no
arsenal do m.rinlia, o que seiviu para o
vapor G'iapiass na sua ullima viagem pa-
ra a cort, tome Smc. a porcSo quo I he fue
nccessa'ia para iratc a Rahi, 0 siga quanto
antes seu destinn
Dito.A thesouraria da fazenda provin-
cial p.'a que, a visla'do ceitilicado do di-
rector das obras publicas, mande pagar a
Cabriel Fermano de'Aguiar Montorn.yos,
srremalante da obra do accrescimo dos
conceitos da ponte dos Carvullios, a impor-
tancia do seu contrato, visto Iit elle con-
cluido a dita brs.--Comuiiinicou-sc iio ro-
leridodireclor.
O Sr Ftmlra de Aguiar:N.lo he isto ;
o que eu quero uizcr he que nSo leviam dar
este parecer, porque se oulros fossem os
meinbros da coinmissSo poderi. acontecer
que o parecer f,isso difireme, c neste caso
era ja urna probabilil.e contra os nobres
de, utidos ; mas sendo cites os sutures des-
se parecer, o havendo anreseutado logo uro
projeelo para aer discutido, revogando a lei
provincial, osla claro que essa probahilida-
dose Ihe lornoii laviiravel pelo simples fsc-
to de s r m elles membrus d. commissSo.
Feila esta breve observaco sohre urna ir-,
regul.ri l.dc que nilo dosejava lass.ssedos-
apercebida passirei a considerar o pro-
jeelo.
Sr. presiilente, o projeelo que se dissute
tem por lim revngar urna lei da assembl.
provincial de l'ernambuco que aulorisou
simpleamenta o presidente da provine!, a
tomar medidas para que o mercado da ci-
liado do llecife fosse .bastecido de carnes
verdes, pondo sua disposirjao um con-
sigiiBClii do 40:600g000 ris. Diz a nobro
c immissio no seu parecer que esa. lei he
Inconstitucional, nilo pelas p.ilavrasou ter-
nins maleriaes da icJac^lu, mus pela sua
execuco, isto he, pelo coutratu que em
virio I ilc-s i lei I,ii cel lr.nl pelo presiden
le da provincia, e un alguns cidadaos para o
fornecimento das carnes verdes n'aqnell.
cid.de.
De snrlc quo nilo pnden lo a noire corn-
miss.oi ciiimar de inconslilucional una lei
quo apenas dava ao presidente de l'ernam-
buco um. simples aulorisacao, julgou ne-
cessario confundir essa le com a sua c\o-
cucao para poder descobrir nlla urna pre-
tendida iunons itucninalida le De surte
quo nao poJendo adiar um. inconstitucio-
nali lado na disposlofio dess. le e nos scus
termos maleriaes, como seetprime no-
bre commisaBoi foi-lha rorcoso perturbar
ludo, confundin lo o cleito com causa,
isto he, lei com aexecucao!
O Sr. Nahuco :Apoia lo.
O Sr. Perref de Aguiar : O nolire tercei-
ro secretario, pnrm, vendo quo era pori-
g'-so esso terreno em que so collocou a
questao, procurou romediar o mai : purin
experimentou igualmente a sorto qub tem
toda a ma causa. O nobro terceiro secre-
tarip, digo, n.lo polen lo fe ir esn lei e
ii" mii.1 la do inconstitucional, porquq, con
forme elle mesmo confossju, a inconslitu-
cionaliilaile nilo rcsoltivi da lei, esim do
contrato roleliadn pelo govo no da provin-
cia, julgou po lor todo remediar danto co-
mo liqui lo e corrent quo u contrato e a lei
erairi a mesma cousa, porque o presidente
da provincia ucssi quesillo nada mai? Rie-
ra do que exerc^r urna delegar-So di aascai-
lila provincia!; do mani-i.-a que no sentir
do nolire terceiro secrctirjo, a ssembli
remet- Hveaao agora de lular com urna s cea anda' I rivinci .1 do Pern.rnliuco e o presidente da
A's II lloras coi poni o marechal de cam-
po paaaai a c.-sa brigada a revista do cos-
tume.
Os Srs. olciaes do estado m.iur da pri-
meira e a"guud. dille, os da terceiri do
oxercilo, os da exmela segunda linha, e a-
quelles dos COrpOS, que nilo arrumaren), do-
provinei.ilsej. recebid. a quanlia du30/dno > comparecer ao raeio-dil no quarlcl
rs., import.nci. de tres c.vallos pertencen- general, paia asalllirom o cortejo, qoea essa
liora se Lem de fl/.0r na sala d tribunal da
r,-..i,.- ,, i (ligio de Sua Magostado o Impe-
rador : o Srs. ofUciaei da quarla rlassc silo
con vi nulos a compirecer no mesmo lugar,
e para o lim ln lie i lo,
Antonio Correa Sera
JNTERIOR.
O Sr. Bandtha de Mtllo :Smente se se-
gu que ha abuso.
O Sr. Ferreira de Kguiar: Mas, senhores,
eu disse que a argument.c.lo dos nobres
deputados, e especialmente da nobre wn-
missn, linha um tal .Icance que ponto de f.zer com que fosse a lo. i.nl.i um.
medid, ioconstitucional, qu.l he o projee-
lo que se discute, e quetendi. a arrastrar
assembla geral lora da rbita das suas
ittribuicdas, e procurarei prov.r esla mi-
Iba aaaerolo.
A cmara sabe que o legislador consti-
tuido, qu.n lo dividi as jiirihuiriVs so-
beranas pelos diirerenles poderes supremos
do Estado, assignalou com tola a prccisSo
is a-sooiblis provinci.P, polo icio .ddi-
cional, aquellas que smente pnr ellas de-
vi.-irn ser oxercid.s, o reservn para os po-
deres genes oulr.s que tambem snente
por elles devem ser excrcitad.s, o dentro
do cuja espheia he necessano que funecio-
nern, sendo isubsistemo por inconstitucio-
nal tu lo quanto lizerem fura dus limites
que Ihes foram mrcalos.
Oacto a,I linoinl, depois de ter declara-
do e Nrmadi) as attrib ilr;es das asseniblas
proviuciaes,'lesignando os casos e os ob-
jectos.respeitodosqu.es ellas poderiam
legislar, delorminou que as les follas pehs
mesm.s.ssemblis fura d. rbita das suas
ttrihulcoes pudossem ser revog.das pjla
ssembl= geral, e ontilo ostahelcceu, no
art. 20, quatro casos unicimout i em que so
podia vcnlicar ossa revogaQjo : o priineiro
quando as leis provinciaes lien lessein a
conslituiQo do Estado ; o segundo, qaindo
olleodessem os impostus geaes ; o terceiro
qu.nio olfondessem osdireilos das outras
provincias, o oquarto, liualincnli quando
olTendessam os fatulos.
O Sr. Carneiro da Cunta :Essa de Pcr-
niin,lineo oircndo o iuteress) de oulras pro-
vincias.
Sr. I'erreira de \ vai contestar urna altribuicSo conslitucio-1 dade do Recife a respeito des te genero do
nsl que o proprio ocio addicional conferiolprimeira necessidade.' maso presidente, nHo
aos presidentes de provincia. Pelo art. 24,
A "daquelle acto, he altribuicSo dos pre-
sidentes de provincia expedirem instruccOes,
r uiilamenlos, ele., p.r. boa exccu;3od.s
leis....
l'm Sr. Oeputado :Ho outra questlo.
O Sr. Ferreira de Aijuiar : m.s o nobro
deputado contestando ao presidente de Per-
nambuco o direito de executar a le provin-
cial coi quesillo por meio dessa eontr.cto e
do regulamenlo que baixou, conlesta-lhe
um direito constitucional consagrando no
arto addicional. .
O Sr. Araujo Lima : -NSo se sguo isto ;
ludo isto ho_c..c scnciil. *
O Sr. Ftrrcira de Aguinr : Porl.nto,
ullia lo o projecto in la sob esle novo prin
polendo por si tomar urna semelh.nte de-
liberac3o, Ievou est. proposta ao conheci-
mento d. .ssembl. provincial, quo o aulo-
risou por esta lei a f.zer o contrato.
Ja se ve, portado, que tendos-e assim
procedido foi s.tisfeito o acto addicional,
quando exigo quo para medidas desta natu-
reza precoda propost. d.s cmaras mtiniei-
p.es ; ja se vi que a .ssembl. esteva em seu
direito quando teudo um. prnposta assim
formulada aulorisou o presidente a reme-
diar o mal, pondo sua nisposifo os meios
necessarios ; nSo podendo ser dedurida in-
consiilucionijidade de urna Taita de formula
que lin escrupulosamente satisfeita.
M.s ponderou o honrado terceiro secreta-
rio que a assembla provincial nSo podia
dorngar aquillo que eslava determinado pe-
cipio, nilo i> le : a; i r.iv i, porque i-n- l,i lei do 1." de outubro de 1828. Direi ao no-
dc a ferir, a destruir umacto que Coi feto
em virlude de um direito proprio do presi
dente, e no quil liguroo nilo como delega-
(flo da assembl. provincial, e sim cono
exccutnr.e incunibidodeexpe lirordens.ins-
Iiucijos o regulameiitiis par. exeeucSo de
um pensamento d. mesma asseTibi....
O .Sr. Bantltira de Helio: .NSo precis.
dess. aulorisicilo.
O Sr. ierreira de Aguiar
de Dos !....
O Sr. Brillos de Olieeira
aulorisacSo, se ella eslava
nal i'
O Sr. Ferreira de \guar
pens menlo da ssombles expresso em um.
lei e que euirjpri. qu fossa ejecutado ? ....
O Sr. fuslot de Oliveira : t> nolire de-
puta lo por ahi vai mal.
t) Sr. Ferreira de Sguiar : Semore hei -lo
bre deputado que nSo vejo nisto infraceflo,
porquanto he preceilo tambem da lei do 1 8
de outubro de 1828, .rt. l6, t 10, que is ca-
meras mumeipaes cumpre velar ni ab.stan-
ca dos merca ios e em que a sua populacSo
resnecliva nSo soll'r. penuria de vveres.
OSr. Araujo Li mu : A lei prohibe a tix.-
cSo dos gneros.
O Sr. Ferreira de Aguiar : Pelo que ve-
jo o honrado memoro funda ineonstitu-
cionalidade, o smpnle descubre o mal ns
laxar i,i dos gneros, .-iii endeudo la em sua
maneira de ver quo houve urna laxa impos-
ta sobre a caine ; mas pcrinitla-me o nobro
dcpiitsdo que Ihe diga que esta em perfeito
engaito; o 9 do art. 66 da lei do 1." de ou-
iiIhi foi inteiramenle respoitalu pelo pro-
silente da provincia cm seu contracto, por-
que elle nSo uxou o preco, d. carne ; con-
venciooou simeom umacomp.nhia o furoe-
ir mal na opinifio do nobro dapataJo ; mas i cimento deiso genero por tal e lal preco, em
Ora pelo amor
Par. que essi
no acto addtcio-
: Pois nSo era
n.lo mo im.'ort, vou Ctenlo o quo devo .
Ds nobres deputados ainla pensain deseo-
linr ineonstituciunalidades na lei provincial
tir por instantes o aiiarlo do nobre diputa-; do Peniambuco, porque luppoom ter ella
do: supponhs-so mesmo que a execuc.loda conreri lo um privilegio que nilo eslava as
tara e taes epoc<-s,nias nSoobrigou a mesma
condicSo a quem quer que mais quizesso
usar Ueste moJo de vida ; e tanto h isto
verdade que os marchantes c criadores po-
lem vender carne jiclo prejo que Ihes pa-
RIO DE JANEIRO.
C\M\lt\ DOS SF.NIIORES DEPUTADOS.
SF.1SAO M| 6 DE A'-OSTO DE |85.
( Concluso. )
l'rcvilegio sobre carnes verdes.
Contina a diicoailo do projecto n. 30
desle auno, acerca da rr^vogacSo de urna le
da sasombla |irovincial de l'ernanibuco-.
l i provincial do quese, tr.tl fere o inters- 'allrihuicoes da assembla. Senhores, eu po- recer sem que mcorram em crimu algum,
sede odias provincias. Autorisindo ella deria ueste caso argumentar cu n fictos delsendo apenas sujeitos o pag.mento de urna
apenas o presidente d. provincia tomir igual naturez* ; cu poden dizer aos no-, mulla. Portado a grande vantagem que o
modid.s para abi'tecer o mercs.lo da rula- bresd-putados que uesta casa, e mesmo no" nolire deputado julguu descobrir nal dispo-
de do UeciCc de carnes verdes, pergunto eu, senado, fui ae.cusa la de inconstitucional Ilif6ei da lei do I do outubro, nSo serve
ondeosUa olTonsa e onde so ac;ia o mal urna le provincial do Kio de Jiueiroquo o-, para o caso, porque pelo contracto nflo so
quiaiuadisnosicS i inflige aos direilos das brigaya os fazend iros da provincia a cm-Jtaou o preco da carne, obiigaudo-se aos
outras provincias, aos imposto, geraes barearem seus productos e gneros no canal ique noli, quizessem negociar a oSu o exce-
constituicao, ou aos tratados i (Apoitulos.) de lUgUlhy, esUtielecendo pur esla f.irmaderem....
I'le-se por ventura torturar essa lei a um exclusivo em favor de uina comp.nhia jl O Sr. Araujo Lima : Cagando urna
ionio do descobrir em seu preceilo es- mas essa lei tendo sidomuilo cousiJera a ef mulla.
sa pretendida offensa i' .Nuiguim o dir, debatida, nao foi julgada ferir a constitu-1 U Sr Ferreirj de Aguiu : Sun, pa^au ln
Logo a nobro com.nis.ao'apreietilandoum ?ao. fuma mulla; e por vontur essa mulla he
projicto para revoga-1-, nada menos quer' S) por ventura houvesso inconstituciona-|( urna laxa ? Diga-me o nobro deputado, a
duque levar a assembl. ger.l a a loplar lidade nessi lei que hojoso prel-nle revo .-assembl. provincial de Pnrntmbuco nSo
urna resolucSo l-a da rbita do suas at- gar, mita i inconstitucional larntinm sena
tribuicOee,(i/i.iri'/js)qu-r que si revogui essa oulra de l'ern imbiico, pela quil se C >n-
uro. le qui mo estacump-eliendi Ja em ne- cedeu privilegio exclusivo a u na co;iipa-
nhumdnscasis menciunados no rt -20 do nhis para veiid ir agua, lei tanto mais ro,-
aclo addicional, nico segundo diz o mes- trictiva di nberd.do do industria gue nSo-
per Dille a alguem, quo mo seja urna com
panlu.i, vender agua, entretanto que me-
tidos po inin vender
mo acto, em que podem ser revogadas as
leis provinciao; pelo poder legislativo go-
ral. {Apoiados). V poisa nobro com mitigo
quo nSo pule proceder a sua maneira de
poderi. f.zer um. lei eslabel c'iid > que om
lugar do imposto de -2,50o que paga cada
Cabcca de gado gaslo no consumo, pagssse
o/rs. ? E seria isto una taxi.* Oh! se-
nsores 1 eslranha maneira de argumen-
tar .'
O honrado 3."secretario, tilo defensor do
rincipiod. inloira iihcrd.de d. industria,
O Sr. lundeira de Mello : Vem tolos os assustado l.lvez con s coosoquenci.s des-
sa mima libordade, concjrdou em que ella
poda .-oll'rer modiflcar;Oos e ser rcslriugida
O Sr, I'erreira de Aguiar Sr. presidente,
Dto.--A mean, remllenlo, por copi., i o nolire deputado q.,e priineiro se levanlou
O contrato que celebrou com o engenheiro para sustentar o prujuulu quo so disoulu co-
llcnriquo Auguilo Milei, p.r. lervir como mer;ou o eu discurso lamentando que a pro-
engenheiro da rep.rlicflo d.aftbraapubli-l'inclado Cear, havendo passado po.-una
cas por espato de sen mezes, vencendo 'secca csoll'rnndo os horro es do um. poste,
200/000 rs. mensaes.-iRual copi remel- l'vesso agora de lular com urna s eci anda
teu-seao director daquella re j.rticSo. mais fatal, quaes cram os offeilOI d.lii provincia silo um e a mesma cousa, isto he,
. provincial cuja revogacSo se prciende. I"a- represenlaram um mesmo poder !
Dito.A mesma dizendo em resposta ao
seu oficm, que acomp.nhou,'por copia,
o do arremal.iil' do ped.gio da ponte da
Magdalona, que, a visl. da informicSo do
do director das obras publicas, devem aer
feilos os reparos de que precisa aq jella bar-
reira, quando estiverconclu la a nova pon
te que alli tem de tazer-sc Communicou
seao rele ido director.
Portara Conco icndo ao baclnrel Jos
llodngues do l'asso.juz municipal do ter-
mo do llrejo, trinta das improrugavois de li-
centa com veiicmento.-Kizeram-se as ne-
cess.iias communic.ces.
Dlto.--Ao coaimandanlo do vapor tlolfi-
nho mndenlo dar passagem para a K.lna
ao I.* cadele,Francisco Augusto Alv da
Silva.
IDBll 00 DI. I* HE BBTEUBRODE 1852.
niiieo.- \ thesouraria d. fazenda iutei-
r.ndo-a de haver nome.du o m.jor do en-
gcnheiius, los Joaquim Itolrigues Lopes,
par se encarregar dosexan.os e orcamou-
loi das obras ecoucerlos. deque carecen)
alguns proprins niciouaes, podoudo aquel-
I. thesouraria fazr ao mesino engenheiro
directamente as requisicet convenieoles
para a direccSo e oxecueo >le tues obras.-
riesto sentido uflicion-se ao nomealo
DitnAo diiuctor do arsenal de guerra
coucedan lo a ltoriMCJIo, que pe liu, par
despender a quaulia do 222 i;n rs. com
a aquisieflo dos objectos, do que pre-
cis. aquello arsenal, p.r poder lornecer
de lu/.-- no coironlo mez o palacio da pre-
sidencia, hospilai rcgioieul.l, es guardas,
Cort.lez.se quaiteis dos Corpus de-la guar-
nicSo.-Communicou-se a thesouraria de
fazend.
Dilo.Ao director d.s obras publicas
transnilliiido um olliciu da cmara muni-
cipal desta enlail", e as plantas do mata-
douro publico, par que mandando exa-
inmar o loc.l por urna commissilu ue onge-
nheiros d. repailicSo a seu r.rgo, remella
o resultado de seus tiabalhos, infurmandoj
com o eu parecer.
zendo justica alta llustracil i do nobre de- AgOTl seja-me licitu dizer que tanto I-
piit.dn, esliiu persuadido deque eslo seu lustre cominissSo como o noVe terceiro so-
pensamento apona foi cmpiegado corno cretario, bem longe de acharnm o remodio
urna belleza oratoria, o que essas palavras que tanto buscaram para tornaren! incons-
smenlo livoratn por lim tornear um exor- lilucion I lei quo pretendem mvogar, ao
dio, porquanto nSo poiso crer quo o nobro;coritr.rio eslabclccer.m principios iAleira*
deputado quitessi sincer.m,-nte c juipirar ment3 inconitilucionaea querendo que esta
os estragos pioluzidos pela Cebra amareHa c.inar. adopte um ac o evide.item-rite in-
eni su provlricu, c asassolacoi cmsidas
pela SICCi, com os dcffiilos da le provin-
cial de Kerna nbuco le que me oceupo.
constitucional e arbitrario, o pan cuja a-
dopcSo a .ssembl ger.l nSo tem direito
Igum. ( Apoiados dos Srs. deputadm de Per-
S por .ventura niio esdivesse persuadido l nambuco. ) Eu me occupare pnmeir.mente
desta verdade, eu tambem mejlg.na au-
tora, do, usando do mesmo pensamento,
a dizer ao uohe doputado que he de I,inmu-
tar que a provincia de l'ern imliuen, de.ois
do llagello da secc por que passou, como
a dn Cear, dep lis dos horrores que Soltreu
ciusados pela Cobre amarella, ten ha agora
de se vor a barbos rom lima duzi de indi-
viduos que, consultando os seus interessus,
e smenlo os so. s inleosses, preten lemldentissimo que
da nobre c iminissSo! Diz ella quo a lei pro-
v ncial he inconstitucional, nflo pelos ter-
mos maleriaes em quo se ach concebida,
esim pela sua execu(.lo..
(lia, so .-o admiltir o principio do que a
inconslitucion.lidade de urna le pode de-
duzii-se, nilo dn seus termos materiaos,
argumentar, porque a seguir-se o priucipio monopolios silo prohibios.
por ella estabolpeido iramos cahir n'um r- 'metra de A-juiar :-EntSo me ha d
absurdo in. lito, dando o escndalo de conceder que, so eslava as allr,buiccs da |Om Igumascidades om vutude de sua gran-
umi Corm.l desobediencia constiluicito ssembl. provincial o legislar a respeito do de popul.co, por isso mosmo que a Calta
pela mesma assembli geral, que sliss he monopolio da venda da agoa, Umbom esta-1de pflo. de gneros do primeira necessida-
obrigadaa mad-la. A potados) ~ v UB legislara respeito do monopolio dajde, podia-piuvocar altaraoto na ordetn pti-
0 Sr. Ilandcira de Helio da um p.rte que venda da crne. : blica.
n io n mu- 0 8r. Montes Sarment : Todo o mundo, Oh! pois o nobre depulado aceita eslo
OSr, Ferreira de Aguiar :-Se apez.r dis- po le vender ago no Iterifc. principio? Eu lamben, o aceito. Pois o
lo a nobre commissSo inda insiste em fazer Sr- Fcrre-.a de Xguiar :--l>erd; ; mu- o honrado deputado que quena que a liber-
depenJer essi intelijirencia do fado do exe- Ruom pode ven ier ago. senSo essa associa- da le de induslua nSo sollresse a menor p,
cutor, entSo vir, como en l disse, subor- So ; a cate respeito ha urna prulubicao ab- concede que as grandes povoaertes pona
soluta ; entrla uto quo a respeito da venia cssi liberdado ser modificada, e admitle
da e ii ne uo .ni ,-! i prnliilnr.io. que pussa um le taxar o preco dus gouo-
dm.ir o poler quo fez lei o poder que a
exocut ; por isso mes no a inlelltgonri
do exccul ir ho quo vira prevalecer, dando
> verd.dei o crarlcr a lei.
O Sr. Ilandeira de Vello : O executor
pode ser chamado ao cumprimeolo do seu
dever.
OSr. Ferreira de Aguiar : l'ensei que o
O Sr. Ilandeira de Mello :--0 monopolio da ros ? I'ois, senhores, se oslo principio do
carn he objeclu do commercio. [nobredoputado ho verdadeiro e applicavol
OSr. larreira de Agumr: EnliO aagoa'a uma grande popular-So, tambem o deve
nSo pode sor objeclo de commorcio, nao ho'ser a respeito da puiuon. populacao( apoia-
objeelo de compra c venda ,' dos), po que se por ventura os dous mi-
O Sr. Ilandeira de Vello: -Vender agoa en- Ihes do habitantes d cidade doLonlres
nobre depulado quena onunciar um prici- Ira "lais na industria do que no commer- podem porlurbar a ordem publica por falta
po novo, isto he, que pude interpretar a le ''o- lo gneros da primeira necessidade, lam-
aulielle que a nSo tez O Sr. Ferreira de Aguiar : PorUnt.i, se- bem a cidade do llecife, com os seus 80 mil
O Sr. Ilandeira de'Mello : O executor' nhores, se es piecedei.los valcm, nflo s a haliitnites, podo ver perturbada a sua trau-
t.mbem pode interpretar. loi, m.s aind. o contrato ni tem de in- quilulade, um vez que Ihe faltein os gene-
0 Sr. Ferrara de Aguiar : Sim, essa in- constitucional ; e pr que os nobres depu- ros de primeira necessidade. ( Apoiados. )
teruretaeflo que resella do'sentido natural lados fossem colioieules, devonaro nao so Eso um lal principio he .pplic.vel a um
d.sp.lavr.s; porem ess. interpretaeSo lo- pedir a revogacSo da I-i que combalem, po-; povoacao como da cidade do llecife, nSo o
nica pelaqual urna lei possa ser avorbad de rm anda da quo creou o eiclusvo da.deixa de ser a toda e qu.lqucr povo.cSo.
Fnoonsllluclooil, essa smente pie sor da- v-nda da agoa, porque so sSo inconstilucio- Fique sabendo o honrado membro que
dapelopoderquoconfecionoua lei. {Apoia- naes a le e o contrato a reipeilo do gado, ;tiSo he so as grandes cidades que se taxSo
,,) niais iiiconslilucional he a outra, pois que os gneros o se po limites a industria : na
E quando, senhores, me recuso a ndmi.lir aquella deixou livre laculdado a qualquer do K.anca na Inglaterra, na Hespanha e em
o mais prevenido nflo poderi aceitar; isto vendessem. P10 de Hbardodo ^ldoat fMwMM)!*
he, quero f.zer com que os poderes sebera- O Sr. Araujo lima :-NSo tem appJieacSo. por isso ja 0 hoiirado memhro que lie
no .gyr.ndo em auai Vaapoct vas o bu.s.nSo O Sr Ferreira de Aguiar : Estou per.ua- restnceflo des.. ********
- 'os dido, na verdade, que me he unpo-sivel pre- boin dos povos, lio applicavel tanto as grau-
, impeeam nem damnilijuem a aceflo uns do,
nSo da naturez de su disposicSo.o sim da oulros ; quero que os actos do corpo legis- MOtir cousa alguma que tenh. pplicic.go;dea como as^-qubnu P^
maneira de su execucSo, ne cl.ro e evi-l.tivo nflo liqucm dependentes, quanto au nu sentirdos Honres depu ados. OSr. naouco fP'u- -.,,.
o executor de urna qo.l-'seu carcter de constitucon.lidade, da na- OSr. Nuoueode Aran,,, Oexemplo hobem ^ S/. l tf^^;
gnalanos do i
recer, nilo se rnostraram muito escrupulo-
sos, senuo partes e arvur.udo-se cmjuizes
desta questSo.
O Sr. Baudeira de Mello :.Nao sonos jui
zes, o jais he a cmara.
O Sr. Ferreira de Aguiar :lio necesario
que se note quo es nobres depula los signa-
tarios do parecer furam tambem signatarios
do projecto ; que ambos os honrados mom-
liros da commissilo silo deputados pela pro-
vincia do Ce ira, e por consegiinte imme-
diatament iulcressados na decslo desle
negocio ; e por isso pareca justo que elles
Dito.-Ao commandanto do vapor GolD-InflO sejulKassem muilo cowpctonics.e in-
nho para quo informe, se com 30 toneladas suspeitos para dsrem este parecer. ( Apoia-
do carvSo uo arsenal, o mais 60 da cusa de leal.)
Mee Calinont & C.; podo Smc. seguir vi-i O Sr. Bandeiade Mello: A ti.iiquiiiJide
geni. j'! nossa consciciici nao fez com quo a nos-
Dilo.Ao mesmo dizendo, cm vista do j sos ollios nos consider.ssomns suspeitos.
sua iiilorm.cflo, que pode mandar entregar j O Sr. I'erreira de Aguiar : Nflo duvido ;
so i .-. irinr .lo arsenal de inannli.i as 226 purin ao menos devirum lomlirar-se que
Colhas de cobre, quo exislnm a borjo do a I >g-lic3o oideua aos juzes, qu indo teem
vapor sob seu comui.ndo p.raserom eoi-ila julgar sobro crios pleitos em que sflo
preg.d.s no forro do brigue Itnmaraca.--. nteressaJos, que so r|em de suspeilos; e
Commuiiicou-sc ao dito inspector. mes jio em mullos casos nm que ella uflu o
Dito.--A' theaour.ii. d Cazcnda provin- ordena positivamente, o juiz, consull.ndo execucSo e nflo u le. ( ipoiados.)
O Sr. Ilanr/eira de Mello : Entilo consti-
lueiuiialidade de um loi ha de despender
do snphis n do execulo' ?
O Sr. Ferreira de Aguiar : Isto he que he
verdadeiro lophisma ; porque uuu le Ceit
pelo poder competente na rbita de suas at-
tnliu'cOesngd pude perder o aeu carcter
de jusliua e de couslilueionalidade pe m
execucSo dola. [Apoiados )
OSr. ilandeira de Helio: Reconhe:o o
nobre depulado a inconilituconalidade da
execucSo t
OSr. Ferreira de Aguiar :Eu respjnie-
que a nobre commissSo ni Ion errada e na-
da pule concluir em favor de seu projeelo,
adoptando o principio quo adoptou ; agora
seja-mo licito responder ao honrado doputa-
do que li i terceiro secretario, o nubre do-
putado enlendeu poder Cenia le pernam-
buc.n., considerando o contracto celebrado
pelo presidente da provincia como Cazcndo
parte da mesma lei, ou por outra, conforme
o mesmo nobre doputado se expri jio, con-
siderando o presdanle de P l n minie i CO-
mO um. delegacSo di assembla provin-
cial.
re em lempo upporluuo, e protesto 0 nu-1 O Sr. Arauio Lima ; Neste ciso.
bre depulado d.< ir ule esle ponto. So por] O Sr. Ferresra de Aguiar: Ao meu ver
ventura o execulor pudesso (azor com que'urna lal duutnn netu duvida he incunsli-
u na le Cosso iiicouslituciuu! somonte pe- lucional, e he mesmo perigosa.
la sua ma iniellig'iict ou abuso do ox-jou-j Sr. Aeauio Lima : Coremos senhores
co, loriamos que seguulo os principios
dos nobres deputados, o exeeutur poderi lar.
mais do quo o proprio legisla lor quo faz O Sr. Ferreira de Aguiar : A-lio que o
l,.. I nolire deputado, encarando questSo pnr
O s.. Ilandeira ile Vello : Nflose segua.' esle lado, e considerando o presidede do
O Sr. l-'erreira de Aguiar :Segue-se, por- j l'ernambuco na celebr.cSo desle eontr.cto
quo a inconslitucioualid.de nasceri d como delegacSo da assembl. provincial, fe-
1 re 0 ICIO Iddicion.i, porque desla maneira
proposl existi...
O Sr. Arrzu/o Lima :.Nao i od 3 porm re-
vogar os principios consagrados na le de I."
de outubro.
O Sr Ferreira de Aguiar : Eu assevero ao
nobre depulado que uflu se pode contestar
quo houve prnposta d camar municipal.
U sr. Ilandeira de Mello :-Cumu levu lugar
. s.nccSo ?
O Sr. Ferreira de Aguiar :0 que tem sto ?
0 Sr. Bandeira de Mello :O nobro depu-
lado iio sabe que quando ha proposla da c-
ii,i, a le lian exige saiiccflo ?
0 -Sr. Ferreira de Aginar :-lstu be para leis
puramente muuicipues ; mas lie a lei incons-
titucional porque loi sancciouada i1
O S-\ Bandeira de Mello :-lio porque nflo
guardou as lunnulal.
O Sr. Ferreira de Aguiar :--0 nobro depu-
tado quer lear nconstiiuclonalidade om
ludo A camar muuiciptl ulUciou aopresi-
.leiitu da provincia, < propoz ate que ello
croasse urna eomp.nhia com direilu exclu-
sivo de inalir gado, sem que .Iguem mais
pudense n.goci.r neste rauo ; Ueseram is
clrcumslinciis em que enlflo se chav a ci-
ser respeilado.
O 5r. Figueira de Mello : Apoiado.
O Sr. Ferreira de Aguiar: Se por ventu-
ra he admissivel o ponsamanlodoquea li-
berdade da industria he susceptivel de res-
triegues, eapplicavel a estas circumslancias
dadas, he claro que ello hade vigorar a res-
ueno da cidade do Recife, embora tenha es-
la muilos meios de .b.slecer-se; se porem
nSo ho elle vordadeiro o dmissivel,tambem
he clsro que aindi mesmo quando aquella
cidado nao livesse commercio algum, o nilo
podesso supprir a su. populacSo de outra
'i i noi. j, nenhumi a,iplii'e,io devia elle
ler.
Entendem alm disto os nobres deputa-
dos quo o meio de ic.bar com o contracto
celebrado pelo presidente da provincia de
l'ernambuco ho revogar a lei de quo elle ti-
ra a su. forja. Eu ja disse, Sr. presidente,
jue a lei, conformo esta concebida, nSo po-
de ser revog.da poli assembla geral em vir-
lude do arto addicional ( apoiados ) ; ja liz
ver que .inda quando assembl. geral
quitesse revogar aquella lei, achava um
obstculo iiivencivel na dis| osico do art.


A, 1 i-
.a
A.JUU. ... _
SO do cto aJdicionil ; ma admittimlo
mesmo que se pudesse considerar o con-
tracto como fn/.'inlo parte di lei, ou que
casa l.'i loase revogada, pergunto, cu, dei-
xava do rustir o cnntraelo ?
OSr. Firnandn \itirt Deissva por que
ii.u' iinli i bise. .
O Sr. Femlradi Aguiar Cu cnteudo que
nao.
O Sr. Fernanda Titira Eotc par* foi a lei
O Sr. i'errcin de Ajinar i'erdc-mc o hon-
rado inembro; o contracto nao dexava de
xi-.li!, porque a sua rescisao j nao depende
nicamente da vontade da assemblca e dogo-
verno, e sn- da vontade de tereciros; existe
uina convenjo coin etipular,aes enlre o go-
verno da piovincla e alguas particulares, c se-
gundo a theoria dos cootractos bi-lateraes,
ete nao poda aer rescindido pe. simples dc-
sappareclracnlo da lei; era Indiipensavel que
o poder judicial Interferase nisto, porque he
elle o uuico juta competente eintal caso para
ennhecer c decretar una semclhnlc rescisao.
f .i,iotados. Portanto, j veem os illiulrcs niem-
bros que. alada inejino quando fosse adop-
tado o projecto que se discute, o contracto
contra o qual tamo >e pronunciao nao licarla
disolvido.
Ulsse o nobre deputado que prlmelio u-
lentou o projecto, que em P.rnampuco ja l.ou-
ve uina le semelhaute a que se nao deu cx-
ecucao, eque n5o havia esorco neuhum da
parte da administraran Inulllisaodo uin niino-
polio pelo mel de outro monopolio, a taouve
all, be verdade, uma lcl neste sentido, mas
uina le inulto mala positiva do que esta, e nao
fot esecutada porque nunca sppareceu quem
quizes-se contractar o fornecunento de carnes
verdes ; se livesse apparecldo, le havia de
ter lidoifleilo como leve agora esta.
E eu direi que nao houve realmente um
desses esforcoa do espirito, uma dessas pro-
duccOea Immensai da parle do adminialrador
da provincia em ter eaecutado aquella le;
mas devem os honrados membros recoohecer
que houve um assiinalado mrito na execu-
cao em razio da dilieuldade. porque eu mes-
mo como deputado provincial, como autor da
indicaco, e relator da cominisso, julguei
que a administrado da provincia tlvcssc de
superar muitos obstculos em celebrar um
contracto de inaneira que pudesse extirpar o
mal que tanto afligia a populacao da cidade do
Recite; e por consequencia julgo que. a rxe-
cueao dessa lei, se nio he. como disse o nobre
deputado, um grande esforco de espirito, he
ao menos a prova de multo Uno adininsitrati-
vo da parle da adiminlslraco cin realizar um
iiiiini'uso beneficio cm favor de um povo in-
teiro. (apoiados.)
O Sr. handeiru de Mello: NSo iluvulo
das bas intences, antes estou disso per-
suadido.
O Sr. Ferreira de Aguiar : ... fui islo sn
menos una prova de (|u os males quo 16
eolio soltria o municipio da cidado du II.-
cifo no eram indifferentes netn (Sem-
bl provincial, nem ao presidente da pro-
vincia.
O Sr. fandeira de Mello : A potado.
O Sr. t'erreira de Aguiar : Convencido des-
la verdsde, esenstvul ao bem de que go-
zan) os meua constiUiinlos, rrem niio falsear
assuas vistas e interpretar os seus sentinvn-
los aprovettsndocsta occasio pira agrade-
cer desta tribuna ao cx-adminislradur do
Pernambuco.o exeoutor d o petisiniciilo da
assembla provincial, os caforcos quo ern-
progou e a enorgta que desenvulveu para
vencer difjiculdades e prejuizus quo so le-
vantaran) contra esse coulriclo. (Apoia-
dos)
lufhclente para o abasteclmento da cldade, he
claro que nio querero correr apos uma perda
certa, matando Ulna maior quautiiladc para a
qual nao acharlain consumidores. ( Apoadoi. )
. Lamenlou o nolire deputado disponlbili-
dade em que noavam os capitiies dos Individu-
os que negociavam antas em gado. Direi ao
honrado inembro que nio ha de ter o traba-
Ihu de enchugar suas lagrimas, porque esses
capilaes nuoea exlsliram. Quem tem morado
em pernambuco sabe que exisila all uina aiso-
ciacao de Individuos, de atravessadores que
n.io prcclsavam de capltaea para se manlerem
no negocio do gado, porque era cousa cor-
rrnte que o gado comprava-sc Qado, e era
vendido a diuhetro, depols eolio era pigo,
aos credo,es, quando estes rao fielmente pa-
gos, Portanto j se ve que essa gente, cuja
son he lamentado pelo honrado membro nada
soli'rc coui a paralyacao de seus suppostos ca-
pites.
Knlreanto, para aplicar os escrpulos que
moslrao os nobres depurados pelos prejulzos
que soffii-ui coin o contraelo os iuleresses de
Pernambuco, julgo dever dlzer-lb.es que
di'ixem Islo correr por nossa conta nos quere-
mos seros responsaveis peante os nossos
conslltuinles du mal que Ibes houveimos rel-
io; nao se linpnrlcm coin essa calamidade
.iiicjulgainir cahlr sobre a nossa provincias
sobre os seus criadores. Quanlo a populaciio
pobredacidadedo Recife, cuja son tanta
coiniulscraco merece aos honrados membros,
cu direi que quero merecer as suas nialdiedes,
se maldicOes se pudem meieccr de um poyo a
quem se deseja beneficiar, e a quem cllctiva-
mentese bcuelicla.
Um Sr. Deputado E nos nao queremos be-
ncficla-lo ? -
Sr. Fcrrtita do Aguinr He verdade, ta-
zendo coin que elle coma carne a dous lostoes
a libra, podendo le la por meladc deslc preco
(apiuudoi.) ^ ,
t'm Sr. Depiiifla'o Mas o beneficio be so
para a capital. ,
O Sr. Ferrsira de Aauiar Senhores, quando
o bem se nao pude lser no todo, faz-se c
parle, e sempre he um bem .
Vm Sr. Vepulado d um aparte que nao ou-
vimos. m_m .
OSr. Firreira di Ajuiar Nao ouvi bem o
aparte do nobre deputado; porem, se foi o
que me p-reccu, declaro mUI categricamente
me fui o autor da ndic.ico na aasembla
provincial, que fui o aulor do projecto, que
fui quem del o parecer, que niuilo concern
para a existencia dessa lei, c que cada vez
mais inel'clcco de ter assim proccdio; co-
nlnco os coiitracladorcs, mas apenas tenho
relaies intimas coin cites; nao fajo par-
le dcste coiilraclo, nao tenho nelle o menor
iuteresse, uo o encaro comouegocio de cun-
veniencia particular de urna cumpanliia; so-
uciile o considero c smenle o dcendo debai-
do pomo de vista de nao oliendo a consli-
luic.iu t desausfaser as juslas rcclamafcs de
So uu mu.'i.iu llallilantcs....
O Sr. Cun/ia t'iijuredo Apoiado, inulto
bem.
U Sr. Firrcir* ie Aguiar Multo poucu me
importa que esle iuteresse legitimo va rocar
ou feriras prctencoes de lO ou 12 individuos
que estabeleceraiu em au provelto omouopo-
lio dua gados, que coucurrcraiii para que o
encarecimento desse genero de priuieira
iitcessidade chegasse a tal poni de re.luzr
-a
eslate essa tasa, e todos podem vender carne
por qSMquer preco que quelrsin Independente
de rostrlcco....
OSr. hraujo Lima : Pagando uma multa.
OSr. terreradi Afinar : Considere-e esst
multa como um imposto de lloeuca. As cma-
ras inunlcipars, a esle Ululo nao cobram um
Imposto sobre eerlos e dalermloados eslabelc-
cimeutos, por esemplo, um Individuo que
quer abrir "uina loia nao paga uina Imposlco i
al?
cmara munlclp-.-
Um Sr. Deputado ; Mas essa multa nlo pa-
ga* companhia. ,
O Sr. Ferreira de Afufar : Esta claro.
O Sr. Andr Baitt : He urna vaolgem pa-
ra a compauhla que Inhibe os oulros de con-
correr. ... ,
O Sr. Ferreira de Afinar i Ja| ve o nobre
deputado que o mal que se poderla seguir da-
qui serla rnenle para Pernambuco, serla para
os alrasessadores e monopolistas.
O Sr. Amf'c Ifojioi; ~ Tambcm para os pro-
ductoies que nao tem senao uiu comprador.
O Sr. Ftrrtira de Afufar : Nio he exacto
perdoe o nobre deputado, nao ha um so com-
prador, lodos couiprain, porque a provincia de
Pernambuco tem em si dlerentes mercados
onde se vende gado, pela rasao de que nao
pode abastecer a al propila. Qual he pola o ou-
tro inconveniente que possa resultar disto ?
Eotendaru os nobres depuladns que o consu-
mo dimiouir ? Nao diminuto, pelo contrario
dupllcou. porque antes matavam-ie 30 ou 40
rezes, e boje 70 ou 80.
U Sr. Araujo Lima: Islo tem explicar ao
muito diversa.
O Sr. ferreira de Afufar i ~ Senhores, em
Janeiro, fevereiro e uisrjo de 1851 vendeu-ae
carne verde em Pernambuco a 20 e 54 patacas
a arroba.
U Sr. Bastos de Oliveira i Porque ?
O |"r. Femira di Afufar : Porque mata-
va-sede30 40 rezes por dia, e havia necessi-
dade... .
O Sr. Curmiro da Cunha : Porque linnain
morridn os gado as provincias vuinhas por
caus da secca.
OSr. Ferreira de kuuiar : At esse mez, co-
mo di/.a, matava-sc de 30 a 40 rezes por dia, e
vendia-se a carne a 20 e a 54 patacas a arroba ;
poriu de mulo em diame o Sr. Souza Ramos
leve a habilidade de faier por meio desse con-
tracto que o gado augraeotasse nos serldes e se
pudesse malar 80 reses por dia, venieudo-se a
0 patacas a arroba de carne verde !
Con.o he pois quea cansa dessa penuria foj
a secca? Se a secca fosse o verdadelio motivo
da falta de gados que a cldade do Recife expe-
i .un ni o nos Hieres anteriores a maio, estou
persuadido deque esse mal continuara a sen-
lir-se nesse ultimo mez, porque nao he crivel
|uc no cuno i .paco de 30 dias o gado, que al
eolio era pequeo e cm pouco numero, pudes-
se crescer c augmentar a ponto de fazer coin
que o mercado f-sse abastecido na raro do
lupia ; logn est patente que nao fui ene o ino-
livu allegado pelos honrados membros que
produziu a falta c carestia, e sim o monopolio
que csislia e o proposito calculado de crear a
fume para lirar-se lucros avultados c repro-
gurado no negocio sera o saber, recmoii ao-1
ceils-ls, asseverando aer falsa aquella car- ,
la, que nunca escrevera, nem mandar An- ;
da-se por tanto i pista do tal sugeitinho, de '
do ultimo porto 13, brigue brstiileiro
Lego, de 170 toneladas, capilio Antonio
Rodrigues Carda, equipagem 13, csrga
carne secca ; a Manoel Alvos Guerra J-
nior.
JHY DO RECIPE.
SESSAO EM 3 DE SETEMBRO HE 185-2.
Pretidenciado Sr. Ilr. Rodhgua Selle.
A's 11 horas foita a chamada, verifica-se
quem ha mullos signaes, eesaera-se por is- a.taram nrcmnt o s ,iinr,.. iur.il.i*
sUicon.ra-lo.v.lendo muito apena o tran-,8^ Bi1^.de.,,Dt^%^,Vi,^.ri?.,^^nTn^
cafla-lo. apezardomte M.to qued-eUvoiroll,haver ,; muIt,nJo em tniSo, do 173 toneladas, cipitSo Joso
tevea sua arriscada falcatrua. 110,000 rs. a cada.um dos senhores jurados,,
Outra fsponea, melhor succedida, foi ;queralUrm sem motivo justificado, dissol-
praticida em as nottes de I e 2do correte, ye a reunio.
nina grande parle da pnpulacao do Recife ou
a nao ler carne ou a nao pode-la comprar.
{apoiaili.)
Oizciii os nobres dcpulados quea le be im-
polllica porque leude a afroxar os lafos entre
duas provincias.
OSr. Canuirt daCunha : Entre mais pro-
O Sr.' Farreira d' Afiliar l'ara que eslao
agora coin olas aineacal ? Prclcndcrao os no-
bles deputidus persuaulr-mc du cuntrariu da-
Sr. presidente, os nobres dnptilad.is tem- ouilloque vejo a simo.' Pois o nobre depuu
SO niiistrado t.ln Inllucina los ueste negucio, ,|u tem a convlccio de que a provincia da l'a-
rabiba Icui queixas a lser por causa desta
que al se constituirn! procuradores lm>|
medalos da provincia do Pernambvco Di-
em quo quereni a revogar;.1o da lei porque
eotendem consistir insto o iuteresse da 01 -1
dade do Recife, o mestno da piuvincia de
rornambuco; da cidaile .lo Recife, i o-quo
o beneficio que rc>ultuu do contracto ful U-l
nicsmenln em favor dos ricos e n!!o dos po-j
bies ; da provincia, porque os criadores de
fuella
lcl?
O Sr. finir llaitvi: Mullas.
OSr. Ferreira de Afufa- : -*- Somcnle meia
duna de criadores c uavesadures que se li-
nliaiu l'cilo senhores desse monopolio be pie
se podcilain queixar da lei e do contraelo.
O Sr. Anatrc Bastos I Nao a|ioiado, nao he
exacto.
O Sr. Ferreira de Anular;--He esaclo, e o
Porna'mbu'co tem do SOdVer grandes prejui-l laclo prava que nao era poi_"*LKjSfLgSf
zus com esta lei. Poli, rneus senhores, do P?** fernambuco nao era aba,
vo ilizer-lhes quo a cida.le do Recifu nada
perdeu, e pelo ronlrano ganliou ; o pobre
da cidade do llccife n3o poda antes com-
prar por dia dual libras de carne,...
OSr. Carneiro da Cunha : Neg
O Sr. Ferreira de Aguiar : Este negati-
va poderia pievslecer so os pobres dali tives-
so os meius pecuniarios de quo o nubro do-
puUJs pudo .lo,'a un u pobre du cida-
dodo Itecifo para comprar dnas libras de
Carno verde dovm gastar um cruzado, c um
cruzado de ordinario he quasi aquillo quo
um homem pobre gsnha por dia....
OSr. Handeira de Millo : Si) em cir-
cunstancias extraordinarias, s cm dous ou
tres raezes.
OSr. Ferreira de Aguiar : Como cm cir-
cunstancias extraordinarias .' Como quor o
nobre deputado, que esta ha dous ou t'cs
annos no Rio de Janeiro, competir cmi-
co no conliecimento tiestas particularida-
des ?
O Sr. Bandeira de Mello i J estive tam-
bom alguns annos em Pernambuco.
O Sr. Ferreira tic Aguiar : Ja v a canil-
la que a populacho desfavorecida ganliou,
porquo om lugar de dar 200 rs. por uma li-
hrade carne verde,da melado dessa quanlia,
e islo creio que he ganho....
OSr. Bandeira de Mello : Dovcm ter a
carno secca mats barata.
OSr. Ferreira de Aguiar : Sim, sonhor,
.i proporclo que a carne verde barateia, b*-
rateia o charque, baraleiao bacalfiao, bars-
tsiam todos os gneros de primeira necessi-
dade, porquo a abundancia da Carne verde
vom dispensar, e tornar menos necessarios
aquellos outros gneros. N5o ganhou por-
tinto nicamente a classa rica ; o beneficio
que esta recbeu foi o mesmo que recebeu a
pobre ; foi a dimiuuico do prego nicamen-
te, porque a classe pobre come da mesma
carne que comea classe rica.
O nobre deputado que tallou em primeiro
lugar em favor do projeclu, perdoe-me que
Ihe diga, foi iojusto quando se lornou echo de
una dessaa Intrigas a que de ordinario esto
stijeitos ose.mirarlos, -ssr vi-i an lo que aos po-
bres vendia-se m carne, sendo a boa para os
ricos, que podiam pagar mala, porqt.c os cou-
tracladores fazlain matar rezes para ser vendi-
das por alto preco, simulando pertencerein a
Individuos alhelos ao contracto, e que haviain
pago a multa, de sorte que a carne foruecida
por contracto era peclma, e essa outra excel-
lente. Pr'iiierainenle he necessario que o no-
bre deputado saiba que os cidadaos incumbi-
dos desse forneciineuto, e que fizeram o con-
tracto, sao todos pessoas uiuito probas (apota-
dos ) c muito sisudos-
Devo diser aluda ao nobre deputado que ha
enlre oses individuos pessoas que nio com-
inunga n na mesma mesa poltica comlgo ; jiu-
rini faco-lbes a juslica de asseverar que sao
muito honestas, muito probas, muito sisudas,
c lncapazes de commeiterein mi.mas desta
naturria. ( Apofado. ) Direi anda ao nobre
deputado que esta arguico torna-ae ainda
mats Injusta se selheapplicar um pouco de l-
gica.
O contracto em Pernambuco he obrlgado a
malar uin certo numero de reses para o con-
sumo diario : este consumo loi calculado em
vista de dados ofliciaes fornecidos pela cma-
ra municipal ; folem iirtude dee dadoa que
o presidente da provincia assenlou que o for-
necimento da cidade do Recife devia ser na
ra/ao de tal numero de rezes por dia ; e por
isso os contraciadores so obrigados a matar
esse mesiuo numero.
Ora, ae o consumo fica salisfeilo com a ma-
taaca estipulada no contracto, se a cidade he
supprida com o numero de rezes que diaria-
mente se expOem venda, est claro que lodo
outro gado que houvesse de ser morto serla
uma supersbundsncla, e essa superabundan-
cia havia de trazer infallivelniente um prejuiso
certo ao contraelo. Sim, se os coulractado-
res malan, por exemplo, 8o tezes por dia, e
se orocceui essa quantidade de carne que be l
poique depois da estletela do contraelo logo
appareceu gado em lauta abuudancia que ae
poderte malar UU e 100 checas diariamcule;
eutrelauto que anles da adopcau dessai medi-
das nao se inalava para o cousumo mais de lo
rezes.
Como he, pois, que urna seinclhanlc le tende
aaliouxar os latos enlre duas provincia? Se
nurvcniura essa lcl nao he inconstitucional, se
ella nao atac o direltos da provincia da Lcara,
u une me imporla que se afrouseiu c.ses l.fos,
se cu faco o met dever? O que me importa
uuc se resulta a provincia du t.eara, quando
Pernambuco est em seu direito e respaila o
pacto ruudamenlal da Uniaor....
Os Srs. Artdr Bailo' t Arm./u Lima Multo
Sr. Ferreira de Ai/Miar ;- Repito, quando
faco o meu dever cquaudo procedo em virtuJc
de lei expressa, cretu nao ser obrlgado a parar
cm conslderacoes por infundados inte
nlogneni. lAttoiatloi.)
Alamun. dtpuiaios do Cear.i: Muito bem.
O Sr. Am/rr uvrut I Siio proteclores.
(I Sr. Ferrara d.- Aatiiat : -O que me est
parecendo beque os nobres dcpulados querem
representar a respeilo da provincia de Pernam-
buco uesla questo o mesmo papel que os In-
gleies represcnlarain com o celeste imperio a
respeilo do opio ; querem que ns vivamos a
trabalhar tnicamente para pagar os seus gados
pelos precos que Ibes parecen!; querem ter o
direito de fazer ludo quanto Ihes apruuver de-
baixo do principio gcral d liberdade de indus-
tria ; e sobretodo prelendein que nao lenha-
inoi ao menos o direito de adoptar medidas pa-
ra que os nossos sohVrimculos se aligeirem
(Apoiodot.)
Ainda ouvi ao nobre deputado a quem me re-
uro que a industria do gado nao ollende os cos-
tumes publico!, a sande das cidad.ios e a segu-
ranca. Senhores, eu eslou peisuadido que o
coinmercio do gado nao oll'eude os coslumes
nem a saude dos cidados, mas estou muito
compenetrado de uma verdade, e he que o nio
nopolio de um genero de primeara necessidade,
exercido* por urna niela duiia de humens que
derramam a fome no meio de um povo para
podercui arrancar precos exorbitantes par
seus generas, he urna iminorali.lade (a//oiarfus),
e por consequencia acha-sc elle lelleralnienie
na excepfao do principio da liberdade de indus-
tria coiisajradi pelo artigo 176, 24 da eonsli-
ittlete.
Una industria que perjudica os coslumes pu-
blicas, que corrompe a moral, torlursuido um
povo c entendendo sobre a sua saude essa in-
dustria nao pode ser adiuillida na generalidade
do artigo j citado da conslltulcao, nem deve
ser tolerada, sendo exercid. por uina seinelhsn
le maneira.
(I .->'. .a .i'i, Lima : Assim pde-se restrin-
gir ludo; nao vejo industria que nao vi enea-
becada as excepefles da costiiiiicio.
t) Sr. Ferreira de Aguiar: Assim est paten-
te e demonstrado que a lei, qur seja conside-
rada cm razao de seus termos materiaes, quer
em razao de seus cll'eitos, nao pode aulorisar a
revogacao que se pretende. E, em verdade,
os bonradus membros quizerem proceder lgi-
camente, em visla do anigr vO do acto addicto-
nal nunca devcriain alcuuhar de Inconstitucio-
nal um semellianlraclo legislativo, e porcon-
equencia o contrato que delle resultou, por-
que nem ferio elle a conslituico, nem as leis
regulainenlares; nao ferio a coosliiuico, por-
que nem impi urna laxa sobre o genero, nem
coiiiinou uma pena ou creou um iuipusto para
o qual a asseinbla proviucial nao livesse .llrei-
lo, porquanto se esta elevar o imposto de 2JS00
obre cada cabrea de gado do cousumo al a
quanlia que julgassc conveniente, est claro
.me podia ii.......mi ao presideme da provincia
' S_ Mmm .....I.i, n.in Huilla... ...,. .r -
a iostituico das multas que devlam pagar a
quelles que quizessem malar gado, at 8/; ni
uilendeu a lei do primeiro de ouiui ro de I8J8,
porque abslendo-se de laxar o genero a respei-
lo danuclles individuos que apezar do contrato
.____..._ .I........ 1...T- flxnlil^aa a
O Sr. Araujo Lima : Fonnavam-se compa-
nhias, nao poda haver monopolio.
O Sr. Ferreira de Aguiar : O nobre deputa-
do diz i.so porque nao mora em Pernambuco,
porque nao sollrcu os cll'eitos desse monopolio
c achava-sc l pelo seu Cear, e naturalmente
com abundancia desse genero de primeira ne-
cessidade.
O Sr. Araujo Lima : Compro l litis caro
do que os seubores em Pernambuco.
OSr. Ferreira de Aguiar : Perdoc-me que
duvide disto : eu estive por muito lempo no
Cear.
O Sr. Araujo Lima O alto preco das car-
nes no.dependia do monopolio, e sim de oulras
causas. ,
O Sr. Wastos de Olieeira : Eu nao dusido
mesmo que houvessem alravcssadorcs por al-
guns mezes, mas Isso autorisava a establecer-
se o novo miiiiopnlio que a lei creou ?
O Sr, Ferreira de Aguiar : O que queria o
nobre deputado que se llzessc f
O Sr. Bastos de Oliveira : Que se formas-
sem companhias para fazer opposl{ao com a sua
concurrencia.
O Sr. Ferreira di Aguiar : Supponha que
nao se pudlam funnar conipaiibias, e que era
necessario dar remedio ao mal eminente c ins-
tante ; a medida que se adopiou nao loi uin
grande remedio para que aquella populaf.lo
fosse abastecida de carne verde, c por muilo
menor prero do que at ento pagava ?
(/ Sr. Augusto de Oliveira : O caso he que
nao se tem uegado a conveniencia da medida.
O Si: Feneira de Aguiar : -- E mesmo quan-
do Isto fosse um privilegio exclusivo, que outro
remedio teriatnos mis a dar .
OSr. Arajo Lima : -- Estahelecer mullas aos
monopolistas.
,i Sr. Ferreira de Aguiar : -- So se o uobre de-
putado se prcslasse a'faier elecliva essapolicia
relativa Imposlco das multas.
OSr. Araujo Lima ; Nao ha parle nenhutua
cm que as cmaras municlpaes nao facam Isso,
excepto Pernambuco.
O Sr. Ferreira de Aguiar : Sr. presidente, te-
nho feilo as rellexOesque me dccorrerain sobre
esta queitfO I ainda eslou persuadido de que a
causa dos nobres dcpulados he m, porque con-
tra ella se do as mos a consllluico e a expe-
ilencia ; a constiluicao, porque veda-nos appro-
var esle projecto ; a experiencia, porque o fado
que se tem plisado em Pernambuco prova exu-
berantemente que seria urna cafamidade para a
|. [- i: .i. de lodo o municipio do Recife a
cessaco do contrato. ( Apoiailo.)
Portanto, nao posso deixar de volar contra a
medida proposta pcli nobre commisso, pedtn-
do aos nobres deputados pelo Cear que. se al-
guma cousa me escapou que pudesse offeude-
los, liajam por no dilo, porque retiro...
Um ir. Deputado : O dilo por nao dito.
O Sr. Ferreira di Aguiar :-Suu, o dito por
nao dito ; confio que me desculparo e que
allribuirao qualquer desvio meu unicameute a
um pouco de calor que s vezes nao podemos
evitar na discussao.
Os Srs. Sabuco e Cunha Figneiredo ; Apos-
do, muito bem.
A discussao fica adiada pela hora
Levanla-sc a sessao s 2 e mela horas.
PERNAMBUCO
RECIFE DE SETEMURO DE 185*V
AS 8 II.litis DA N0ITE.
Relrotpeclo Semanal.
Na tarde de domingo, 29 do passsdo, teve
lugar na igreja de S. Goncalo do hairro da
Boa-Vista, a ceremonia religiosa da h m;.i.i
de uma imagem do Senhor Bom Jess dos
Pobros Aflictos, sendo grande a afluencia
de povo, e assistinlo taoibem ao seto o
Esm. presidente da provincia, comaiandan-
to das armas, e varias pessoas de dislinc-
iSo.
Pela meia nnile do mesmo da, pouco
mais ou menos, encendiaram-se unas casas
do palha, ilssnoalterro dos Afoga los, fl-
cando 5 d'ellas reduzi lasa cinzasem poucos
minutos; esenn fura s presteza dossucor-
ros proporcionados pelas moradores do lu-
gar, maior numero leria o fogo consuman-
do com a mesma rapidez, alienta a naturea
do combusttvel. Quando os sinos tocaram
a rebate, ja o meenJio eslava quasi acaba-
do, sendo para notar-se que nSo compare-
crsse ali, segundo nos informan), autorida-
de alguma, nem mesmo um inspector de
quarletrSo.
No dia 2 do rorrete, um sugeilo bem
trajado, e que representsva quando muito
20 annos do idade, aparesentou-se em cer-
11 casa d'osta cidade, onde existe uin doen-
te, tratado por um dos nossos mais acedi
tados facultativos, dizeudo que vinba da
parto do Dr., do quom ora creado, com uma
carta, quo elTectivamente emregou a pessoa
di casa ; e donando do entrar, passou ad-
ame, fallar com um visinho, cujo nomo
deu, rollando logo depois a exigir a res-
posta.
londo porm alguem concebido descon-
o quizessem vender, deixou livre faculdade a fianca a cerca da veracidade do tal portador
todos quantos se dedicavaiu ao eiercicio dessa j Sl. ntulo, n.ln Ihe lu entregue O di-
Indusirla de contlnuarem nells. oilanto J se nneir0 0 ,espondeo-se-Ihe que volta-se no
vi quec. grande cavallo de batalba do. nobre dl, seguinle pe|,s 7 horas da manbfls. Re-
^^.^TX. l ^o tir.ndgo-SB.enP.ao o snj.i.o, foi logo mads-
um applicacao pari caso, visto como aqu ni.da a quiolia pedida ao Ur. o qual teodo fi-I
I'm hbil especulador consigui subtrahir
na primeira, por si ou por seus agentes, 180
vi.lrosdos lampeOes da illumina^So d'esta
cidade, e na segundi 230, sendo o furto ve-
ri licado nos tiez Ii.iitus do Recife, S. Anto-
nio e Boa-Vista. NSo podls ser msisfeliza
lembran;a do gatuno, o calculado o proco
de cads vtdro pelo termo moJio do 160 rs ,
pndea especularan render-lho 113,600 rs.,
o que be bem animadora recompensa para
um trabalho alias suave. Graudo deve ser
o soniao ou a niglegencia das patrulhas quo
vagam por essaa ras, ao que parece, s-
menle em quanlo ha gente acordada!
V-se pois pelos dous fados menciona-
dos a que grao de apuro vai chtgando a es-
pecularse ratoncira n'esla trra.
No dia 31 do pssssdo cabio ao mar, na
praia do Fagundes, a barca Sania Mara Roa
Sorle, reconstruida sobre aquilha de outro
navio do mesmo nome, o que por ser repu-
lida feliz, foi d'este modo apruveitada pelo
respectivo proprietariu. Principian lo a di-
ta barca ser lineis no dii 30, s a 31
poudcalcincar a agua, em consequencia
dos embanco*, que pela pouca altura da
praia, enconlrou na carreira, Houve duas
ou tres quedas, em pessoas do povo, que pa-
r all afluiram, sendo uma d'ellis perigosa
segundnos consta.
No dia 2 fura m dados a sepultura os res-
tos mmtnes do senhor Manoel Paulino de
Gouveia Mitin/ Feij, secretario que foi do
governo provisorio de Coianna em 1921, e
vice-presidenle desta p-ovincia de 186 a
1819.
No mesmo dia cima cntrou da Europa o
vapor inglez Tay, bavendo deixido em piz
todos os paizes do velho mundo. Como vi-
ram os leitores do nosso Jornal, foram qua-
si totalmente destituidas da interesse as no-
ticias clalli vindss, notindo-se apenascnlre
ellas a dissolucSo dis edrtes purtuguezas,
e o projectado ronsotcio do presidente da
repblica franceza, que assim pretende fe-
cundar a sui dynastia imperante.
Terminou hoje a novena de Nosii senhora
da Penha, no hospicio dos reverendos pi-
dres capiixinhos. Foi extraordinario o con-
curso do* fiis, a quem a dcvoga'o attrahio
para slli em lodas as nove noites; e. apessr
desta circumstaticia de ordinario pouco fa-
vorsvel a ordem, nem de leve foi alterada a
paz daquelle templo, onde as acrisoladas
virtudes de zolosos e dedicados ministros
tem conseguido infundir quantos o fre-
quentsm, o mais religioso rjspeilo e escru-
pulosa decencia nos actos em que se vonera
a Dos.
A ultima noite da novena fui, como de or-
dinario, s mais brilfianle e concorri la. A
prodigiosa quantidade do luzes, que escla-
r. i'i.im o templo, todas mui semet'icamcale
dispostas, o bom gosto e elegancia da de-
roraraii, ofTereciam aos olhos dos fiis um
espectculo verdadeirimenle encantador e
tocante. O quo, porm, nos merece aqui es-
pecial iiiene.iii, he o pcnsimento religioso
quepreasidioau.ua parle da mesma decora
eSo, e que rila satisfactoriamente rccordi-
,1. Com elTeilo, os padres capuxinbos, a
quemoslivros sagrados fomecem sempre
appropria los ssuiuptos para os emblemas
dsssuis festividades, chamaram desta vez,
por meio de um delles, a altencSo dos liis
para o Noa Jeruzalem, morada dos bomi-
venturados, segn lo a dcscrevo o apostlo
no cap. 21 do sou Apocalyps^. Assim, va-
se sobre o arco da cap'lla-mr uin bem tra-
ga lo e i'sir s-ivn painel, representanlo a
cidado santa, e nelle a coroacSo da SS.
Virgem, ranilla dos anjos, pelas tres pos-
sossda Divina Trindadr, subido premio do
susseminent-'S o excelsas virtuies, [endo-
so abaixo do mesmo paiuel o seguinte dts-
ttcho:
Feliz Je-uzalem, celestial Si9o,
De doze portas fgida mansflo. <
Snhre 09 <|ous altares laleraes n painel
havia dous anjos, cada um dos quaes ttnha
nas mSos um dos disliccos seguintes :
Anjo da direila.
a Anjo tutelar sou deste Hospicio,
Quer a Penha que Ihe seja propicio.
Anjo ds esquerda.
a Sou desta cidade celeste defensor,
a Lima inda Penba.e do Alto Senhor.
lluvia igualmente duzc columnas, seis do
cada lalo da igreja, representando os doze
fundamentos do grande muro da Cidade
sania, sobro os quaes, segundo S. Juo,
estavam inscriptos os nomos dos doze apos-
tlos do Cordeiro, que leviam sustenta-la
na pessoa dos s-us successores, al i con-
.siiiniii.iQ.ni tltis s cun-. As columnas cram
diversamente pintadas enm as cores das do-
zo pedras preciosas, que ornavam esses fun-
Jamentos, o cada urna dolas tinha no lpo
urna figura com o seu dislicco, indicativo
ao mesmo lempo da natureza da pe.lra, cu-
ja cor tinha a columna, e da assignalada
prolere.ni, que a Senhora da l'enha tem
prodigalissdo a esta provincia, cujo nome,
em todos os disloceos, ha interessantemen-
te repetido, como aqui verSo os leitores.
Primeira columna.
De verdejante jaspe Penha preciosa,
De Pernambuco amparo, e .11.n piedosa. a
Segunda.
a Cerlea saphira, Penha singular,
a Sois de Pernambuco pedra angular.
Terceha.
* Rosea Calcedonia, Penha encantadora,
i. Sois de Pernambuco piompla Defensora.
Quarta.
i l.uzlda esmeralda, Penha christalina
- Sois de Pernambuco Kslrella matutina. "
Quinta.
- Purpcrco sardonio, Penba prodigiosa,
.. Pernambuco prosperal, Virgem venturosa. *
Sexta.
Ruiva sarda, inconcussa Penha,
.. Por Pernambuco vosso amor se empenha. a
Stima.
n Louro chrysolilo, Ptnha portentosa,
Oos Pernambucanos sois Mal piedo9a, a
Oilava.
m Brilhanlc beryllo, Penha esclarecida,
a Sois de Pernambuco abrigo, honra, e vida.
.Vo/ia.
' Honrlo topatio, Penha admiravel,
Sais de Pernambuco prenda estimave!. *
Dreima.
ureo chrysprazo extraordinario,
. Pernambucana Penba, Vivo Saucluario.
Dcima primeira.
a Azulado jacinlho, Penha de Siiio,
a Sois de Pernambuco certa aalvaco. n
Decima Segunda,
i Itulu l.i amelhysta, Peulia fulgurante
Soi em Pernambuco Judilh irumplianlc.
Pubhcagao'a pedido.
Rio de Janeiro, ministerio doi negocios
da justica em o l.deo .tubro do 1849.
lllm, e Exm Sr.ItcmHto a V. Ex. aj
a inclusa lista contentlo os nomes das pes-
soas existentes nesst provincia, que aire-
mataram servidos do africanos livres, assim
como o numero destes.-e a importancia dos
slanos dendos, a lint do quo V.Ex. faca re-
cebar de lies pessoas os mesmos africanos o
os remella ao Juiz dos orphaos nesta corte ;
porem em ca30 de quo os arrematantes pa-
guem o valor de sua respectiva divida antes
de eil'finada a aprehensSo dos africanos,
poder V Es. dcixsr quo continuem a con-
serva-Ios em seu poder debiixo da condte-
co de Indicarom pessoa residente nesla
corte, que se obrigue a responder d'ora rm
diante pelos ulanos, na qualidade de fia-
dor. Deus guarde a V. Ex.. Euzebio de
Queiroz Coutinho tlalloso da Cmara. Sr.
presidente da provincia do Pernambuco
Cumpra se. Palacio do governo de Per-
nambuco 13 do niivombro de 18W--C. LeSn
Conforme, o officlal maior loiquim Pires
Machado l'ortell. Conforme. -- Thomaz
do Carvalho Pies d'Andrade.
3/ Seccfio. Ministerio dos negocios da
justica. Rio do Janeiro 25 do Agosto de
1851.
lllm. c Exm.-Sr.-Tendo haviloconsidera-
vel dominuicSo na renda dos salarios dos
africanos livres, perteucente ao annn tinan-
ceiro de 1850 a isvl. cumpro quo V. Ex. faca
activar nessa provnola a cubranca dos ditos
-llanos, mandando proceder a respeilo dos
tndivi uos que foretn-roiuissos em paga-Ios
na conformtlad. do disposlo na ultima
paite do aviso da 19 deoutubro de 1819.
Dos guardo a V. Ex Eusebio do Queroz
Coutinho Matlosu da Cmara. Sr. presiden-
te da provincia de Pernimh ico. Cumpra-se
Palacio do governo do Pernambuco 3 .le
telembro de 1851 Vctor do Oliveira.
Conformo. O ollicial tncior Joiquim Pires
Machado Portella.
____COMMERCIO.____
PRACA DO RECIPE DE SETEMBRO, AS
S HORAS DA TARDE.
COTA?0ESOFrlCIES.
Compras de assucar.
Branco 1,700 a 1,850 rs por arroba.
Cambio sobro Lonircs: 27 1|* d. avista.
ALPANDEGA.
Rendimento do I a 3. .
dem do dia *.....
Creus, equipagem II, em lastro ; a Jo.lo
Pinto de Lemos & Filho.
dem -13 liis. curvla americana Vandalia,
iniii ni i n lu te W. II. Cirdner. Seguio
pan New York.
fv,i''i(i.s entrados no dia 5.
Rio de Janoiro -- 19 .lias, sumaca brasileira
Santo Anlonio Vencedor,de 123 toneladas,
mestreJos do Csmpns M'galhAea, equi-
pagem 10, carga caf o mais gneros ; a
Machado Pinheiro. Pissageiro, Simio
de Souza Santos e I esersvo.
Csmaragibe 2 dias, hiato braileiro Novo
Deslino, do 21 tonelsdss, mestre Esteva
Ribeirn, equipagem 3, carga assucir; a
Jos Manoel Martina. Passageiros. Fran-
cisco Pacheco Soares, Altina Mina Pasto.
ri, Joaquim PoJro da Silva, Joaquim Ro-
drigues de Josus, o Miguel Francisco Fer-
reira.
Navios sahidos no mesmo dia.
lilis do Fernando da Noronhs brigue es-
cuna de guerra braaileiro Legalidada ,
commandanle o capitSo tenente Ama-
zonas.
Cesra MiranliSo e Pira -- brigue escuna
hrasileira fraciosa capiulo Jos Maciel
Po.lo, carga issucaro miis gneros. Pia-
sagoiros, Jos Antonio de Queiroz, Dezi-
derio Anlonio de Miranda, pairo Justino
Domiugues da Silva, Ciudino AlvesCi-
valcante, Francisco Jos Pacheco de M-
I....., Antonio Teixeira Bastos, Anlonio
Teixcira Bastos Leal, Nicolio Bruno, e
Antonio Jos Pilarlo l'oimhra.
iliATAES.
O 1.film Jos Un y ni i, n lo da Costa Uenezes,
juiz municipal suaplente da segunda vara
e do ciinnnercio desta cida lo do Recife,
por S. M. I. o C. etc.
'aCjO -11, r aos que o ptesente o.lital vi-
re n, que no da 27 do co.-rente mez se ha de
arrematar por venda a quem mal der, de-
pois da audiencia desle j uizo, e na casa das
su liencias, una mrala de casa terrea n.
86, -.i.i -ii i ra Imperial.avaliada em 900,000
rs., prnhorada a Francisco Ribeiro PavSo e
sua niilhor, por ex.cuqJo que Ibes move
I."ainlio Ferreira da Colilla.
E paia que chegue a noticia de lo.los.msn-
dei passr edilaes queserao pttbllcidospe-
lisjornaes e alixidos na pract du cummer-
cio o casa das audiencias.
Dado e passado nesta cida lo do Recife,aos
4 de selenibro de 1852. Eu Manoel Jos da
Molla, OSO'iVio o subscrevi.
Jus Raymuttdo ila Costa Menezes.
O doutor Cu lo lio Manoel ds Silva Uuima-
rSes, juiz do cotnmercio da primeira vara
nesla cidado do Recife de Pernambuco,
por S. M. I. etc.
Fago saber aos credores inferios de Fnn-
29:640.256
30:856,071 ,
._____; cisco Custodio de Saupato, que por esto jui-
60:496,327 zo Ihe move execuc^o Francisco Jos Barbo-
...._______ sa, em virtudo da qual se procedeu a penho-
Dtscarrcga hoje 6 de s-lcmhrn. ra na quantia de tis 618,480 que se acha
Calera ingleza Linda ferro. depositada no deposito publico, pelo que
CONSULADO GERAL. | hei por alados aos mesmos crodores incer-
Rendimenlo do 1 a I,
dem do dia 4 .
. 1:618 252 ios doexeculado para quo no termo de dez
891148 'dias contados da puliiiciQ.ui do presente,
_________comparcesm neslo juizo op.orem a pro-
2:512,400 fereucia queliverem a soDiedila quantia,sob
.. ,___1... > pena de se passsr mandado de levaalameotu
DIVERSAS PROVINCIAS | f'r d0 cxequonle.
Rendimentodo 1 a 3.....272,325; E pira quo chegue a nottcti do todos,
ldemdodia4.......... 13,920 mandei passar o presento edilal e dous do
-------------I mesmo loor, quo ser5o publicados pela im-
286,245 pi. n-ii c alixados na prarjs do commercio e
---------------,Casa das audiencias. Cldade do Recife de
:\-!!iriic,-io.
Maianlo, Cear o Para, brigue escuna
nacional Crciosa, de 168 toneladas, conlu-
zio o seguidle :--6 lolumos miudozas, 2 bar-
ricas graxa, 135 volumcs fazenlas, 9 pipas
vinho, 44 barris e birricis liquido, 20 gar-
rafOns, 3 carros de m3o, 8 ro las de ferro, I
moemla de dito, 64 fardos fumo, 950 barri-
cas ssauoar, o 102 saccas caf.
Rio do Janeiro, briguo nacional Cnni-
cuam.do 199 ti...dadas, rondu/.io o seguin-
le :190 toneladas de csrvfio de pedra.
KECEI1EDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 4.....578,963
CONSULADO PROVINCIAL
Rondimnuto do dia 4 1:128,009
PRACA IK) RECIPE 4 DE SETEMBRO DE 1852
AS 3 MORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios- Fizcr.iui-se alguims liansac-
,i.e. a .', I; i d. por 1/ uioeda
vista.
Algodo- Kiiir.ir.nn 1,13) saccas, das
quaes liieram-sc algumas ven-
das a 5/700 do de piimelrasor-
tc superior, c de 5/400 a 5/liOO
do regular. Os compradores
recelosos de pagarem um fre-
tc caro, tem d ixado de espe
cular neste genero, aguardan-
do-so para o fazerem depols da
PeroambnCO, 4 de setembto de 1852. Pe-
dio Tertuliano da Cucha, escrivo o subs-
cievi
Custodio Manoel ds Silva GuimarSes.
O lllm. Sr. inspector da inesourana de
la/..niila manda fazer publico que om cou-
forn idade da ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia tem de ir praca perante a
mesma thesouraria para ser arrematada a
quem por menos fizer nos dias 31 de agos-
to, 8 > 14 de .-elemlirii prximo futuro a
obra do caes do Apollo que tem de ser fet-
la por cotila do governo segundo o orgi-
menlo que ser franco nesta secretaria, s
pessoas que o quizerem examinar, econdi-
ftics abaixo transcriptas ; pelo que as pes-
soas que pretenderem licuar compirecam
nns referidos dias as II horas da mauhii
com seus fiadores dcvidainenlo habilitados.
Si. el.ni i da fazenda de Pernambuco 29
de jullto de 1852.O ollicial maior inlerino
Emilio Xavier.Si.lu-eira de Mello.
Clausulas espenaes para a orrematacSo lie
cinco laucos do caes do Apollo na ex-
leii-.'io total de 475 palmis
Primeira. Estes leos serte execulados
de confu un la '< com o oresmento nesta
data apicsenlado approvacSo do Exm.
presidente da provincia na importancia de
25:447gl80 rs
praso de trinta dfas serfio
Segunda. No
ebegada dos navios, para se- principiados estes leos e concluidos nos
gundo o Ir le pmli i em fn.ir u I df /..'Seis mezes.
Assucar -
preco. Vendou-se urna part la
de 2,50 > a 3,000 saccas exis-
tente na Parahyba a .u por
arroba posto a bordo, entran-
do a quarla parle de segunda
sorle.
- A mesma apalhia do algodao
se deu no assucar podendo-se
colar o branco de tereeira sor-
le supeiior a 2/200 por arroba,
lercclra regular de a/ a 9/050 ;
de quarla de 1J7U0 a I/H50, e
de quinta c sexta de 1(450 a
IJCOO; e o mascavado escolbi-
d.i a 1/100, c regular a l/i5o
Arros pitado Vendeu-se a U700 por arroba.
Ha. all.i Um carreganienlo ebegado de
Terra Nuvo de verdadeira
marca de fogo obleve o prcf o
de i-J.'ii'Hl por barrica. Ilea-
Terceira. A importancia desta arremata-
cSo ser paga na forma do artigo 39 da lei
provincial n. 286.
Quarta. O arrematante sera obrigido a
fazer aquelles landos do caes da mesma
ra do Apollo e lencentes aos particulares
que por porliria do governo Ihe forera de-
lerminados, soinlo-lbo paga a sua impor-
tancia pela lliesonnria da fazenda, servindo
do baso o mesmo orcaincoto com o abate
feito d'errcaialac,3o na razio da brafa cor-
reule.
(lumia. Para ludo o mais que nSo esliver
determinado nas presentes clausulas se-
guir-s-ha o quo dispOo a respeilo a lei pro-
vincial n. 286 Sala das S'SsO'S da direc-
tora em conselho, lldejulhode 1852.-O
director Jos Mamcde Alves Ferreira, o en-
Ihou-scde i.'t/sooa M|, fican- (genhoiro f. Raphael de Mello llego, Jo3o
do e ser 2.800 barricas. I Lal/ v|c,or |,etier.
Na revista sfguiute esperamos dar aos nossos
leitores urna noticia da festa, que com toda a
proinps se prepara para o da de amanha, c
ento expenderemos algumas das considera-
res que nos augerein o ardor e o enthusiasmo
religioso, ?om que o nosso povo compenetrado
do maior respeilo, acolbe os actos da nossa san-
ta religlao, celebrados no Hospicio da Senhora
da Penha, cujos ministros por isso mesmo tanto
se Irccoiniucudain a nossa estima e conside-
raco.
Envaram durante a semana i4embarcacc.es e
M,'. 11 101 10.
Renden a alfandega 70:550,057 rs.
Fallecern) 4i pessoas ; 8 homens, 10 inulbe*
res c o prvulos, livres ; i homens, ti mulberes
e 3 prvulos, esersvos.
'ale......Vendcu-sc de 1J300 a *li "^m'o.ViUcd' do govorno 26 do ju-
Carnc .ecca {j.mteJiMO a 3300 por ar- Iho. de i852.-ll,.,eiro Conforme 'ollicial
raba da do Rio cand, e de maior Joaquim Pires Machado Portella.
2/600 a 2/800 da de buenos j O lllm. Sr. ollicial maior, servmdo de
Ayrrs, fica rain em ser SfJ.OOu ''
arrobas da primeira, c 8,000
da segunda.
Cha Uysson dem a 1/400 por libra.
Far. de trigo Os precos continuaran) de
15/500 a 111/ por barrica, fi
cando no mercado ,000 bar-
ricas.
Louca ingleza dem de 5 i.'i a 547 por cento
de premio sobre a factura.
Velas de cotnp.- Vcnderain-se de 580 58 rs,
por libra.
Frcles- Ha falla de navios, c os pri-
iin nos devein apanhar um
bom frete. Fez-se um freta-
mento de carvo de pedra pa-
ra oRlo.de Janeiro a 10/ por
tooelada ; e de assucsr pira o
. Mediterrneo a Sil. c cinco
Sor cenlo.
eh.-iter ini--e letras de um a
seis meses de ti a 9 por cenlo
ao anuo,
Accao do bauco-Vcodcrain-se com 10 poi cen-
lo de premio.
Ficaram no porto ii embarcaces, sendo 1
americana, 33 brailelra, i diuamarqueza,
hespanhola e 3 Inglesas.
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 4. <> -,-.-... -rr.....- rv-
Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro --41 diis 1 rectora em conselho, tiesta data (15 de mi r
inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial, em cumpritnenlo da ordem do Exm.
Sr. presi lente da provincia, do 12 do cor-
rente, manda fazer publico, que nos dias 14,
15 e 16 desotembro prximo vindouro, ira
a praca pira ser arrematado perante o tribu-
nal administrativo da mesma theaoursria, a
quem por menos fizer a obrado 20." lineo
Ja estrada da Victoria avallada em ris
22:663,591.
A arremslaclo sor* foila na forma dosar-
tigos 24 o 27 da lei provincial n. 286 de 17
de maio de 1851,e sobas clausulas especiiea
abaixo copiadas
As pessoas que so propoierem a esta ar-
n>niala.-fin comparecen) ni sila das sesses
do mesmo tribunal, nos dias cima Indica-
dos, polo meio dia, competentemente lu-
bililadas.
E para constar so mmdou slllxir o pre-
sente o publicar pelo Diirio.
Societaria da lliesouriria da lxenla pro-
vincial do Pernambuco 17 de agosto de 1852.
--O secretario Antonio Ferreia da An-
nunciaco.
Clausulas especiaes da arrematado.
I.'As Obras do 20. Une i da e.-tra la da
Victoria, serSo felis de cunformidido com
oorcainentu o plantas approvadas pela di-
1
*


-

ye-/* >

\,
-.

^
D0 BBAS1L.
coj e presentido i ipproviQSo do Exm. Sr.
preiidento di provincia, lu lo na importan-
cia de 22:663,59* rs.
3 O irreraatinte comecir as obrat no! A chegada do Exm.Sr. presidente da pro-
praso de um mez, e concluir* no de um an- Tincll. subir* o pao e ser* cantado perin-
no contado da data da issigmturi do con-
ANNIVERSARIO DA INDEPENDENCIA -- O Sr. procurador do patrimonio do ex
'tinelo Hospital do Paraso, annuncie sus
5
tracto.
3 A importancia desta arrematado sera
paga om quatro prostic,8es iguaes, da im-
neira seguinte : -- a priircira, quanilo o ar-
rematante tiver feito a Urja parte da obra
do seu contracto ; asegunda, quando tivor
feito dous tercos das obras; a tero ii-.i quan-
do Torrecebiila provisoriamente, e a quarta,
3 liando for definitivamente rcrebida, nSo
evendo offectuar se pagamento algum, an-
tes de Dndar-seo primeiro semestredoeier-
Cicio d 1852 a 1833.
*.' Para tudo o roais quo no estiver de-
terminado nas presentes clausulas, segiir-
sc.'-ln o que dispOe a le provincial n. 28G ile
17 de maio de 1851. Conformo. U secre-
tario, Antonio K. da Aiinunciac,5o.
O Illin. Sr, contador da Ibesouraria pro-
vincial, icrvindo de Inspector da incama ibe-
souraria, era cuniprluicnlo da ordem do Kim.
Sr. presidente manda faicr publico que nos das i4, i.'> e id de
setembro prximo vlndouro, ir a praca para
a junta ra lazeuda da
Si e 27 da Iri p
de 1841, c ab as clausulas especiaes abaiio co
piadas.
As pesaoas que se propozercm a rata arroma
tea Etigie deS. U. I. pela companhia dra-
mtica, o hymno nacional.
Em seguida tocar* aorchestra a oavertu-
ra Salamandra, msica de Berr
Finda a qual representar-se-ha o drama
om 3 actos e 6 quadros,
A \C.\IIURA DE LAVAL
OU
A corte de Francisco I.
Pcrsonagons o actores.
Francisco I. Joaquim Jos Uizcrra.
Conde de Chateaubriand -Joo A. da Costa.
Con leca de Chateaubriand -- 1). Manoclla C.
I.ucci. '
Almirante Bonivet Manoel J. Pinto.
Con le do Ven lome -- Itcsende.
Con le do S. Paulo -- I.uii C Amo Jo.
Tarn ii B. do Senna.
Umcaneliao--Antonio Jorge,
ser arrematado perante a junta da laieuda da Um pagem D ('.aran I. I.ucci.
mesma Ibesouraria, aquem por menos fuer a | Editll, aia da condena Catlieaubriatld--1).
obra dos reparos da ponte de Tracunhem ava- j j|ar ,\. Monteiro.
liada em 1:760/000. Chae II r Du -r it -- N N
.v"dT'?f 'sus*?!** ftfss! ?-* ^m^js^ 8r
. Cavalleiros, gentis homens, humons de ar-
mas, etc.
>\os intervalos dos quadros, a orchestra
lacao'coinp'are'cam na sala das sessfies da mes- I tocar sseguintes pecas de muzica :
ma junta, ooa das iclma indicados, pelo meio A Bella Crrnimb'icana, symphonia com-
dia, competentemente habilitados. f posta por P. N. Kantista,
K para constar se mandou atusar o presente a Esperanca, Otivertura composta por P.
e-publicr pelo DrVirio. m_____,_ | (J. Baptisti.
"Secretaria da thesnuraria da lunuli provin-
cial de l'crnaiiiuco, 25 de agosto de 1852.
O secretarlo,
Antonio Ftrrtira d*Knnunacao .
Clausulas especiaes da arrtmalarao'.
I.' As obras dos concerloj dest.i ponte serilo
Symphonia. ciratciistici napolitana de
meslrc Mercadinte, o Talismn do Diabo ,
quadnlha.
Esti'ila matulina, grande valsa.
O. billuti'S nchar-si'-hflo a venda, des le
leitas de conormidde com o orcamenlo neita geUM la rejra| t0 meio dia. Advrto-ie que
data (13 de agosto) apresentado ipprovacuo $j p<,s0,s quB quizen m assignar larO a
faiiciVde*%rftO n'e dS prV' "" ""por" preferenca, e que os bilhetes serio vendi-
"2. Elias oiras' dvcro ser principiadas no dos para duas recitas
prazo de um inri, e concluidis no de cinco me- '
zea, contados como determina o ai ligo 3l da le,
piuviucial n. 2*.
3. A Importancia dcsla arrematarlo ser pa-
ga em duas prcslaces iguaes, da inancira sc-
guiote: a prirneia quando o arrematante ti-
ver frito inctade das obras, c a segunda quan-
do estivercm todas concluidas.
4. Durante a eiecnvo das obras o arrema-j
taute dar fcil passagein para o transito pu-[
bllco.
5. Tara tudo niais que nao Cltlfir determi-(
nado mi presentes clausulas, r nein no orja-
inento, seguir-se-ha o que dispc a le provin-
cial ii. !8b de 17 de maio de 1831.
Conforme. O secretario, Anlinio Ferreira
d'knnuiiiiacao'.
(I III o. Sr. contador da thosouraria
provincial, servindo de insieclnrda mesma
thosouraria, em cumprimonto daoidomdo
Exm. Sr. presidente da provincia, de 20 do
corronte, manda fazer publico que nosdis
14, 15 e 16 de setembro prximo vindouro
ira a pr,ien (ara ser arrematado perante a
junta da fazenda da mesma thosouraria, a
quem por menos lizer, a obra de um enro-
chamenlo ei (rente ponte da ra da Au-
rora, avahada em 930/000 rs.
A arrematado sera fela na forma dos
arls. 24 e 27 da lei provincial n. 286 de maio
do 1851, esob as clausulas especiaes abai-
xo copiadas.
As pessoas que se propozercm a esta arre-
Sabbado n de setembro de i8j2.
SEXTA REPITA DA ASSIGNATURA.
Depois da ouveitura subir a .cena o
drama,
os uos wmm.
Os papis de Samuel, Lopo da Silva, e Se-
mi'io, serilo dosempenhados pelos artistas
Francisco de Sales GuiT-arles eCunha, J.
Antonio da Cosa, e R. Scnni.
Terminara o espectculo com acornedla
em um acto,
OH

QUE APUROS
oii
O noivo em mangas de camisa.
Principiar s8 horas. __
Avisos martimos.
l'ara a Bahii.
O hiate Novo O'inda dtve chegar estes
morada par se Ihe pagar os foros de um
terreno.
-- Acha-se justa e contratada a casa ter-
rea, sita no pateo de S.Jos n. 2, se alguem
se julgar co:n direito a ella, annuncie por
este jornal no praio de 3 das.
Precisa-so de urna ama engommid-ira,
para casa de familia, sendo desempedida ,
com boa conducta: quem estiver Beatas cir-
cunstancias, dirija-se a ra do Brum, sobra-
do do 4 andaros no segundo, que achara com
quem tratar.
-- Precisa-so do um preto, ou preta, que
saiba cosinhar bom, d-se boa paga : quem
r-t \ ii si is i-, i cu instancias, dinja-se a ra
da Cadeia do 11ecif.s n. Si,
Aiu.-.i-.-o o segundo andar do sobrado
do pateo de S. Pedro n. 10 : a tratar na ra
du Qucimadu n 14, segundo andar.
-- Oireroce-so una mulher, para ama do
casa de homem soltolro : quem a pretender,
dirija-tai ra Augusta, casa terrea semuu-
nioro, junto avenan. 31.
-- Alluga-se monsalmonte um bom es-
cravo creoulo, boloiro, para o sorvi<;o de
carros particulares ou de cncheira, e afian-
?a-so a sua cgnducla ; trata-se na ra de
Norias, sobrado, n. 140.
No dia 25 do agosto prximo passidn,
pelas7 horas da mantilla, desapparecoo urna
preta creoula de nomo Archanja, com 34
annos do idado, pouco mais ou menos, cor
fulla, alta, cheia do COipo, rosto chato c as
macaos alias, denles limados, olhos opapu-
cidos, liien-. grossos, peitos grandes e ca-
hidos, i os um tanto apalhetados, falla li-
na ; ronsta, por ella dizer, que ia Goian
na. noengenlio Abreu daUUa, cobrar um
linhoiro quo Ihe devia o preto Victorino,
scravo do Sr. Lu i z Francisco de Mallo Ci-
valranto, cujo preto estove com ella na ilh
do Fernando : roga-so mi dito Sr. Cavalcan-
(e o s auloiidades policiaes o capitSes de
campo, ou qual |ber pessoa, para a prende-
rr-m o mondar levar na roa Di'Oila n. 69,
quo serflo hem recompnsalos.
rio engenholloa da Iregujzia di da-
le di Victoria (Santo AnlSo) lesapparec u
no dia 24 Jo me/, do agosto prximo pasil-
lo, o cscravo Venancio, di idade de25 a 30
annos, que parece, creoulo, altura regular,
cor fula, corpolento, bracos e pernas gros-
sos, testa cranle,olhos gran les.queixo bem
frito, rosto redondo, se-'j barbl iilU7:8,ajri.
nas tem bugo, e cabellos na pona do qqei-
xo, com muila falla de lentes na l'reiilo,
anda uiii pouco inclinado para (liante, levo
urna feri-la sobre oealcanliar do p direilo
da leo que Irazil, o na nad^gas inarcis du
Itirraa ; dosappareceu, q.>eix:iii lo-se a-n la
de friciras nos pt; levou camisa o ceroula
IdealgodSo da Ierra, e um chapeo velho de
(muro, com um cobertor trancado, escuro,
(com que cob'c-se; levando um embrulhti
coro mais duas camisas o urna ceroula do
mesmo algndo, novss. Esle cscravo fui do
sonhor Co'dciro, contiecido por Abbade, do
Brcjo ita Madre de Dos, onde fol preso em
dezembro para Janeiro lo crrente. IIi cons-
tante em l.igir, e por onde passa costuma a
pedir cartas para o apadrinhar, e servio ta-
se (ellas para cum seguranga podor Ir.nsi-
tar, e outnl veztl procura quem o compio,
para com facihdade poder roubar, falla com
muita iiumilda le quo provoca compaix.lo.
Esto escravo passou por Tunatameirim, foi
a Batira e Pombal : quem lizer o favor de
captura-lo, queira levar ao sonhor Burgos,
cm o dito engenho. o-i jiesta prca na ra
Direita n. I4,que se recompensir com tnui-
a. pessoas qm> so piopu/o.cui. i. ...- .. .. .,. 0 partir para i Batlia com "lrella i,que se retompens
mataQo comparesam na sala das scssOes | ',ao "orl > '" tor' s,. carrcg,mell. la generosida le.
da mesma junta, nos das cima indicados re* 'd"''f f0'r" ".",,a f," T..L I Ten Jo li lo enumero (res
pelo mmo di. competentemente 1^ ^'"^{'.^1! T.tTo )Z^^'[^^^^^^
,,. Po.ssaueiros sinente.
so mandou allixar oprc-l ,. _". n., ... ei _,,-, ,1:.
nulo diario Seguir para o Itio (.raudo du Sul ale o da
peni niariu. ,i 11 de sitombro, o patacho nacional U.ius de
Ihesourar,. provincial de; 0|Tirece eicellen:ei commodos
' :*10.".?.".*; """""Dir1 niiiiMiroa: trat.-sec.m Bailar & O-
tados.
E para constar so mandou allixar o prc-j
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da
Peroambuco 25 d
tario, Antonio Ferreira o'Annunciaeao.
Clausulas especiaes da arremataran.
!. ser feit. ii obra de conformidide ;J he C0!n muu brev.
com oorc-mento tiesta dala (13 de agosto) J Cururipej para carga
^T^^f^^J^^^^'opns^iros trata-se na roa da Cade,, do
Itccife n. 49, primeiro andar.
-- Para a Babia sahe com a
lia f.i'lia Ite-
Jeparado cot
o m-u nnoic na lista das pes.-ois que a mes-
ma folha menciona, para vereadores oeste
municipio, declaro qnc nHofui ouvido ncm
consulta lo ; que multo agmdcco ossa lem-
branca, e soleninemenle rogo ao.s meus con-
Bofino Jos remandes deFiguerelo
constando-lhe que os herdeiros du finado
M'iioel Luiz da Veiga pretenden! ven ler
para o que j* olTercceraa) a algumas pes-
soas, om terreno em Santo Amaro, o qun
por ser de marinha foi aforado em parle ao
annuncianto pela thosouraria dafazenda;
faz publico quo 1 mesma thesouraria ainJa
no reconheceu o dominio directo que
pretenden) ditos herdeiros, ternesse terre-
no o que facilmo >le se evidencia rm vista
ao venerando despacho ao Exm Sr. pro
sidento da provincia abaixo transcripto.
Illm. e Exm. Sr Bufino Jos Femeniles
de 'igueiredo, precisa a bem de seu direilo
por cerli-ISo o despicho de v. Er. do 30 de
Agosto prximo Pind, exarado no requer
ment de Manoel l/iiz da Veiga e mais her-
deiros do finado Manool Lniz da Veiga, so-
bre questOes do terreno de marinha, em
Sanio Amaro, do qual he o supplicante fo-
reiro em parto fazenda nacional.Pedo a
V. Exc. deferimento. E. II. M. 1',-eiiV .1 de
setembro do 1859.lluino Jos Fernandos
de Figueiredo. Passe. Palacio do governo
de Pernambuco 3desolonibro de 1852. Ili-
boiro--Em cumprimento do despacho retro,
certifico que o despacho quo o supplicante
podo por cortidSo do Iheor seguinle. FacSo
verificar por medievo o demarcnjilo, ouvida
a fazenda publica, a por^o de terreno do
sitio de que tratam no seu requoriment,
lixan lo-se os scus limites, facei.'o termo
de arrematacao de 1763, om que ion lam o
seu diioilo, assislindo lambo>n os foreirosds
'.i/onda cujostilulospedem quoseannulom
por versarem sobro terrenos coinprelieti li-
dos no i esmn sitio (circunstancia que ser*
averiguada) a qual diligencia poder ser le
ta mi ilustrativamente, dirigindo so os sup-
plira tes para esse Din a thosouraria da fa-
zenda que adetcruiinar, cumprindo ter em
vista quenoin o referido termo deirreraa-
t itSo, Den a senlencajunta ao seu requeri-
rnenlo Ibes do direito ao dominio directo
do sitio, e pelo contrario esse termo de arre-
matado os eoiistitue na mesma obrigacSo
cm que eslavam os padres da companhia de
Jess, quando de posso do sitio, obrigac
iinprescriptivel pois lem estado dianlo dos
olhos dos supplicanles e dos leus anteces-
sores una vez quo possuiraiu e possue.n o
titulo donde ello divisa. Palacio do gover-
no de Pernambuco 30 de Agosto de 1852
llibeiro--Ma la 11 ais si coiilinlia em dito
nespacho. Secretaria do governo du Per-
dambuco 3 de setembro de I852.--0 olli-
Clll archivista Joilo '. .il-nti u tllela
Aluiam-so prulas que saihan tratar do
fados : a fallar com l.tnz do Souza Buid i-
ra, no matadouro das tinco Ponas a qual-
quer hora do da.
--Trocase urna muloca do 14 annos,um
moleque do 12, e um niolecSn de SOannos,
todos milito bonitos o bous, por outros que
t -ir..lio as mesmas idades, pouco mais ou
menos, e que S"jm mulatos ou cabras ; vo!-
tl-le algiim dinheiro, agradando as petas; e
lambem compra-se : na ra das Lirengei-
ras n. I i, segn lo andar
Manoel Pinlo, morador na povoato de
Itapessuma, avisi aossenhores de engenho
do norte, que quizere.n remelier-llie suas
safras em saceos, caixas ou barricas, para
aquella pnvoafo, lirn de ser embarcado
para o Recite, quo elle se ach prevenido da
armazn! o einbarcaqes, sullieieiitenn'iitp
paramenta las para receber toda e qua'quer
quanlidade de assucar, e faicr as reuessas
1 .n 1 1 rni: as orJena de sous donos, a pro-
co do iloiis tti-10 -s por um sseco de cinco
arrobas, e so responsabilisa por toda e qual-
queravaiia mulivada por desloe 10 011 fulla
de commodos nas o nbarcicOes quo o con-
duzircm, e ludo fara corn a maiorbrevila
de conforme exigirem uui donos; cjm os
quai s se aclia elle sompre proinpto : a .- 1 -r
uaquelle poVnag.lo.
I'rcclsa-se de urna ama quo saiba en-
O ibiixo assignado com negocio de mo-
II11 ilos ni povoicSo de Apipucus, roga enca-
recidameule a lodas as peisoas qoe Ibe s
Jevedoras, o obsiquio de saldarem suas
contas o mais breve possivel. O mismo ibai
xo assignado compras crdito os efleitoi pa-
ra sortir a sua casa, vencido o praso, he-lhe
mlispensivel pagar.e se nBo receber Ueseus
devodores, sen crdito se arruinar. Api pu-
cos 27 de agosto do 1852. Jicintbo Jos de
Souza.
MAM AL DO lili. J.III.
TltADUZIDO EM POItTUCUtZ.
16,000 rs. de assignatura.
Sahio a luz o primeiro volumedcsti obra,
1 melhor de lodas om seu genoro : o nico
verdadeiro livrn, por onde se podo esludir n
pralicar a homcopathia. Esll nitidam ule
impresso em excelleulo papel, com lodos os
signaes que conlm o original para denotar
a .1 ill'-i i'ii'.n do valor dos symptomas.
Contina a assignatura no consultorio hn-
nn'o, alineo do Dr. Hoscoso, onde osionho-
res issignantos pdem mandar receber o
scus cxemplares.
No mesmo consultorio ha todos os medici-
montos homoopithicos VEKDADEIROS ; as-
sim como ricas cartors, e reformam-se
quaosquer boticas, cujos medicamentos se-
jarn falsos, nu deteriorados,
i^^u^giU'HgH *: VUfVI ^^HpipS|l
^B
-'
<:
HOMEOPATHIGA.
28.RUA D\S CRUZES 28,
Dirigida por um pharmactutieo
approvado.
Esteestabelecimento possue todos J
os medicamentos ate agora expon- 2
mentados, tanto na Europa como no ^
Brasil, e preparados pelas machinas 43
da invoncBo 1I0 r. Mure. <
Carteiras de 12 tubos nlc 160, por -
* presos vanaveis, conformo a quali- *
*" dade das dixas, a qiianlidado dos re- "
Compras.
- Compram-se escnvna dn ambos os se-
xos, de bonitas (guras, de 10 95 anuos,
linio pin provincia como pin fon, pi-
gim-se bem : n> ra di Cicimb n. II, 00
Je morou o Unido vigario do Itecife.
Compra n-se 6 ca ieiras,2 mesas, 1 mir-
qiieza. o 1 lavatorio, lu-lj em bom estado :
na trivessa do a s.'ti il do guerra n, II.
Com|iram-se garrafas va-
sias : na traversa da Madre de
'Dos n 4 e 6> e na l'raia de San-
ta Hita, restilacao de franca &
Hompanhia.
Compra-ge um canteiro, que leve do 4
a 5 pipi, quo estoja cm bom estado: n rui
da Cruz n. 62.
Compra-so urna preta, qu saiba en
gommar o cosinhar bem, n urna negriuha de
12 a II annos, quo tonhi bonita figura : na
rua do Ariio'ini 11. 25.____________
Vendas.
*
i ii I lii'l <: do t i ni de Janeiro.
aos -.mi.1)00,000 de rs.
Na loja de miutlezasda piaca da
Independencia n. 4 vendem-sc
billietcs inteiros, mcios quarlos,
oitavos c vigsimos, a beneficio das
obras da igreja matriz da villa de
Itubura, qnc corren no dia 28 de
agosto.
A 5,ooo rs o barril.
Vendc-se cal virgen, cm pedia,
dd mais nova que tem viudo a es-
te merrado, pelo briguc Novo Ven-
cedor, a preco de 5,ooo rs. o bar-
medios e s asdynamisacoes. I ril : no nrmaitem do Teixeira, no
Tubos avuisos(cadium) i/ooo Caes di A Ibintlegn, cu no arma-
uEfi^fjg1"** l!"' Ie JoaquimPi beirt, laeomc,
AViAM SE GRATUITAMENTB S,na travessu tU Madre do Dos im-
par os pobres,todas as receitasquo <^
HOMEOPATHICA.
28 llli\ DAS CRUZES 28.
> para ali uianda quilquer professor. ^ mero ).
AftAA:*A*A*AAAAAA Q"e'" quueraproveilar a boipm-
1 ga, bom e barato be agora.
Vinlio a 1,200 rs. a canadi, o a 160 rs. 1
girrifl; dito a 1,600 rs. a caada, a a 210 rs.
g.rrafa dito ' i8u rs a garrafa ; manleiga ingloza mullo
boa a 610 rs. a liura tuucinho do Lisboa a
3-20 rs ; cafo de carotjo a 140 rs.; racionado
NOVO MAMAI. de medicina homcoopathica reino e do tapioca a 80 is vinho muscalel
isr asar ss w.wnsrjaw&
Doulrina e tratamento das niOlestias chroni-l
cas, por IIAII.NEMA.NN, 3 volumes 20.000
Retrato deHAIlNEHANN 5,000
Manual de meiliciua veterinaria homceopa-
tlnea, por Cuulher 6.000
llomceopatliia domestica
Memorial do medico homecopa
0 mdico liomar-opailin d
Trat itlento liomojopalhi..
nnlln 4 00(1 t''dll O SPIVIQO ..- -
DicPci"n.riO do medicina, cirurgia.etc. siouo M. segn lo ..Mar, ou na rua da OdOab.
Manual pralico do magnetismo animal 5.000 n. 11.
Curso do phrnologia, por B'ouauli 8.000
eros do noin o melhor: no paloo do Cir-
mo, venia da 'quina do berco da Bomba,
por baixo do sobrado de um andar n. 13.
Vendom-so urna preta boa cosiuheira
e engoinmailcira.iiui dita do 18 anuos n
s'onn lo I ni la, c im um lilho de nove mezes, um
nOMMlhl 4 OOO! casal do eserivos velos, bons para 11(10, e
"fc-inc", looo'b.Ml'ib.lhadoreideeniali, um moleco-
na rua larga do Rosario n.
de
Velas de carnauba
superior qualldade, BOjl luz rivalisa
vendo-so na rua di
Elementos de homceopathia, por Cosset Hi-
monl 8,000 com o csuerniacete
Tratamento homcoopithico das moleslmii Cruz n. 34.
venreas, por Cos-et lliniotit 1,000 .. Vun-lem-sn cinco livrns muito bonsa
-- Anua Ferrein di 8ilva, lUtnrisidl por grindes, encaderna?;V) ingle/a, paraescrip-
provislo do Exm. Sr. premente, iloutor turaefloj sudo venias, caixa entradas,
Francisco Antonio Ribeiro, de 29 de joiho.'ra/ao o diario, Bom os Iros compelentes
do correnta mino, tem abeilo na casa desui j|lcrs. na rua da Gldeii do Rccife n. 49,
Trinchciras 11. 50,1
rivVrir"rua da Cadeia do Itecife, arma-1cados que mo nBo oteo, purquo alm
-de n,,.i 111 ler servir om tal lugar, na la que-i
gommaV"e'cozTrrp(raVas7.Viomems''J-lr"'lll"'ll> '." "1 J" '."""S""!" "^pmnoiro
forro: q icnj quim annuncie- para ser pro- "''" '", I"** >"""a"a <"'.'""
crala 1 ro grao, para o sexo femmino: os pas de
-'Auga-so para pnssar a fesla.uma gran-' laniilili 1".e 'lol,a lui/erom eonflariuaifl-
na importancia de rs.'
maior lirovi-
sidenle da provincia
950J00O.
2.' As obras principiarBo no1 prazo de .- jaU, cprlfhoio ; para car-
dias, e serBo cunclu.das no prazo do dou, u H,ilroi tntl-ie na ru, da Cruz u.
mezes, coudos, como determina o art. 31 k ^"- 8 borJ m frenlu Q0
da le provincial n. 286. Ji n ,
3." A importancia desta obra ser* paga Ic" d" R,m0s-_
om duas preslacOes da mionaseguine :, j I-"i<
a pi nneira do valor de tres quarlos da im-
porlanria da arremata^Bo, quando se tive."
concluida a obra ; o a segunda de um qu ir-'
rua, em um t'boleiro, o seu caixeiro Jos
Sabino de Oliveira Junior, o qual tem 20 a
NBo leudo podido concluir-so o ionio M ,nnos ,| ioadn.meia estatura, magro.fal-
to, quindose enectu.Br o rec-bimenlo defl-ldi mnbilia do senhor doulor Sahino Olega-j,, jescacH nitivo, quo ten lugar um auno depois do I rio Lu Igero l'inho, sera o mesmo cnnlinna- m|i elisio ni Capital
recebimeulo provisorio.
do no dia quinia-feira, 9 do correte, 1110
I do Ccara, este ausen-
tou-so no dia 28 do mz prximo passado,
deixaudo o labuleiro vasio em poder do ne-
gro que o carrcg.iva, o ha noticia de havor
seguido 1 ola esleda do uicanga, monlado
em um cavallo ilaiBo : pede-so s autorida-
des policiaca que a terem noticia dellc, o fa-
$am prender para averiguasBo, pois calcula-
se em um cont de res as fazenda! quo o
4." Para ludo o mais qun nBo estiver do- [ horas da m'anhB, na mesma casa quo foi da
terminado nas presentes clausulas, n em 3u,i morada, c con-ultorio hnn.o?i.pthico,
seu orcamonto, seguir-se-ha oque dispOe: rua do Trapiche Novo 11. 15; e adverte-so
1 lei provincial n. 286 de 17 de maio de. que os arligos a vender por qualqucr precos
1851. COOSlltetn em guarda-livros, consolos de
Conforme.O secretario, Antonio Ferrci- mogno con lampas de pe Ira, um excellente
r.i il'.Siiinni. 1 i.'iiii. relogio di quadro com msica, para sala, I
Ignacio Jos cinto, fiscal da Treguezia da mesas redondas: consolos, mesis iliverses, j r,lcsmo conluzi no labuleiro,
Boa-Vista, etc. > sofas, cadeiras do balanco, ditas usur.es de Fjr.,, (;81|l(ju a, gilveiri Junior.
F.co publico para conhecimento dos mo-;ditferentes madeiras, enramlas, toucado-, .. pr0eisa-se de um menino para caixeiro
radores desta freguezia, os arligos abaixo f res, lavatorios, leito, mrqticas, mesa de ,je venu, na rua do Cordoniz, travessa da
transcriptos das posturas rounicipacs em juntar, ditas de cosinhi e para engominulo,; rua UQ Am(,rl0, n. 10. Preere-se desles che-
vigor, urna secretaria, um excellente piano e mu- ^[los proxmo ,|e Portugal, ou outro qual-
Artigo primeiro. Do dia immediato ao da toi outros objectos. ouor : qilein estiver tiestas circunstancias,
publicado da presente postura, sBo os ha-
bitantes desla ci ta lo obi gados, at as 6 ho-
ras o meia da nianhBa a mandar varrer as
ras em frente de suis casas, depositando o
Avisos diversos.
cisco em montes, aflm de screm recebidos Roberto, de urna porr3o de cabos, vcllas, e
por carrogas da cmara municipal, soh pe-:()ous mastros, assim como urna porreo de
na de 20,000 rs. da mulla, o do duplo na cha.
reincidencia.
Artigo segundo. SSo igualmento e ni
mesma conformidade cima, obrigados a ir-
rigar, das 8 at as 9 horas da manlia, o dej __ prCe.isa-se aluear um escravo: nesta
I as 2 da lar :c, os passeos e ras e,.i frenle I raph,
do suas blbilacoi s, sob pena comminidi no >>__ *m allllunciou precisar do urna irr.a,
artigo itilecedente. fdirij-se a rua de Hortas n. 10.
E pira que nBo aleguem ignorancia, min- j_ nMpparcceu un)a gata mourisca,cgB
.- Miguel Carneiro, fari leilBo no da se- I co|n urgoncia na dita venda, para
gunda-feire,6 do corrente, ao meto da em
ponto, na porta do seu armazom, na rua. do
Trapicho n. 38, por intervencBo do agente
dei publicar pela imprensa. Freguezia daj
Boa- Vista, 3 de setembro de 1852.
Ignacio Jos Piulo.
magyigMW
Declaraces
idoumolho, com queioiaduras do logo em
um quarto, e as unlias dos ps corladas:
quem a achou levea-a a rua das Flores n. 13,
que ser gratilic-nlo.
l mesmo t 1 ir.
D'iappirrcru no lia 2 do corrento urna
vacca cinzenla o um tanto magra, com falla
de cabellos; lam os chifres volla 'os ao meio
da caber;,, o marcada com o ferro V, no qua-
dril dnoilo,. junio ao t'spinrnco : quem a
pegar, dinja-se a Cruz dn Almas, jolito ao
jugo da bola, quo sen gritiicado.
m, 9 *! % v *' 9t & # 9 & i t<, Jos Anacleto, denosta e singridor )
i avisa .ni 1 1 1 vel publico, que mu- ~j
(i dou a sua residencia para a rua larga h
O do RozaliO, h.: no de S111I0 Antonio, >
{J primeiro andar 11. 35,por cima da loja #
$! do uiiudezas do senhor l.oly, aonde ')
jit se acha promi-toa exercer as lunc-
H; (oes da sua arto ; d is 9 lloras da mi-
' nhBa as 6 da lardo, como costuma
lo, hljl de publicar por eila folha/ no pra- [^J,.,.^,, Gl,Flru.les dizia tor urna comadre
so do lOdi'S, e de comparecer na rua do A-
pollo n. 15.
__A negocio de interesso se faz preciso
fjllar com os senhores Cuilherme Pinto
llenriquei, Francisco Xavier cameiro !:
Cun a Campello, Joaquim Xavior Carneiro
daCiinha, Joo Mauricio Cavalc-mti da llo-
clla Win'lerley, Joaquim Alvos Rezerra,Jo3o
( preta ) pe?o ao Sr. do dito engenho quo
por favor, no caso d'ella Ihe aparecer no seu
engenho ; que ma mande pc^ar e remelter-
me, a casa do uiinlni residencia na rua da
Autora n. 52, pagando 1 u. as necessarias
despozaa, de cujo favor Ibe fleirei ohriga lo.
Advcrto-se que a dita preta foi escrava do
ido Joaquim da l.ingocla, e comprada om
algodo, marcadas com o seu nomo; he de
eslatura regular, mofo, se n iiarba?, do tumi- a
la figura, tendo apenas os ps inclinados pa-
ra dentro alguma cou*a, muitissimo la lino
e prosista, lera ncc ssanamente muda 10 do
roupa para melhor passar sem sorconheci-
1I0: roga-se as autorilalos policiacs do o
fazorem prender, a aos capilBes do campo
casa qne sera logo corrida e
o lidrSo sofrea as penas da lei.Francis-
co Ji se llarbozs.
Lolciiii da matriz da Boa-Vista.
Jos Teixeira asto actual tbe-
sourcirodcola lotera, avisa ao res-
de o agarrarem econdtui-lo a loja n. 3 ao pcitavel publico, quC a mesma COr-
p do arco do Santo Antonio, ou a Apioucos :.nore|CrvelmentC no da 36 lie
h cas de seu dono, Cedro Juso Carneiro 'L iBipro**'
Monteiro, que gratificar esse tribalho com outllbro do corrente auno, no con-
gorerosidade. siitorio da dita tnatiiz, e se con-
- Nos abaixo assignados, temos a honra '>""" ,
de communicaraocoinmercio desU praca, tinuar a inlltiencio (tos comprado-
quo em virlude do fallecimento de nosso so-
cio, o sonhor Michel Avrial, o nosso cstabe- "" '
res
correr no dia <> do mesmo
:-^rXi:z;^^^* 1EE2SZUTO;
de. cipaz de governar urna casa em quinto |e,le.8e 80 autor 0 annilll- Ca
n 1... ...i-, iiicnn n ininm iiimviT :ifl l 1 1 **a
co, osonnur anciiei avriai, u nun mi.u- |1:i|,l-a arl.am-*p a vpn-
lecirncnlo de l'ernamhiico, croado sob a ra- mez. Us IjIlllCtes aciiam-se a ven-
zBo social do Avriai frcre& Companhia.con- (ja nos lugares j anntinciados.
.. [ de so 'levo arrematar om hasta publica do
dotor juiz de orphBos suppiente, um Clixfio
do esa terr a, sita na rua dos Piros, a re-
querimento do lotnr dos orphBos, lilh-s do
finado Caudencio de Almel 1, como consta
do ese-ido em mBo 10 poreiro
so dia 9 do con ente se deve arrematar
tinadebaixo ia nova firma social-L. Le
cumie Feron & Companhia. E visto como a
nica cou-a que so da he a mudanza red i-
, da, a nova firma pemianeco liquidatana de
^ todos os -negocios que dicm respeito a fir-
2| ma antiga.
L. Lccomte Feront ; ?0 doro esta ausente : quero, quizer annun- .
(jonsulaJo da coofederacao SuHtafcie por este diario para ser procurada. ; co ncsle l'iaiio, contra as miciaes
tm Hernambuco. 0uum precisar de urna imi de leiiede j (, M# A qu, ;., (|e declarar
. 1 .. boa conducta, dinja-se em ron de Cortas r 11 u
Sendo emigrado para o Brasil cm 1819, o por esta mesm.i iollia, se ellas se
dvitarrv^eVJoWott '" ''recisa-so ,luK:r0'undo 1'"''entendem com Jo.s Francisco Ma-
ne viiiart), termo ue Monlagny le mnita, andal. que tBn ,a sniBo, em q.ialquer ,
l.inlRode(ribnurg,ieaterdalonol.eii il-j JJ,r""air/o do Santo Antonio; o agradan- mede de Almeidl.
guma sua desde aquello tem^o.d.seja-scsa- 00no ae duv,i. dar algumas luvas: quem G.binete porttifiruez de leittira.
her se odito senhor apoilou ues a provincia, ."" ,.P ",, ,illffar .lucir L- 1 <
c o liir/ar actual da ma resi.leneia nnr nr' quuer ceder ou tiver para alugar, quera por(,rdCm da directora, so manda fazer pu
eo lugar aciuai na stia resiueucia, por or- n,.u..cli,r, ,lia n,orda pra ser procurado.
dem do conselho fedor.l suisso, com data "".". ^u o.a 25 do miio de 1852,
do 26 de julho prximo passado. ':." ,n ni
mpos, e -nBo Miguel dadista Jnior: "".'.. ml|,|ici do doutor juiz municipa
..;,-. .- ....ar ,,,. ,ittfrinlnrin dn iN'nvni'K Bill imoi* i' ,....._. ..__.....,,-.i
queiram r.,,iaiccer no escriptorio de Piovaes
& Coiiipaiiina, na rua do Trapicho n 31, a
negocio que Ibes diz rospeilo.
Casa de commissao deescravos.
Na rua Uireila, sobrado de 3 andares, do-
recebem-
suppletitcda priinelri iri, na rua do Cal-
deiroiro, duas casas do taipae urna porcBo
do tildas e lijlos 1 o livioiril, e mais ob-
jectos constantes do escripto em mSo do
rorleiro.levitlos 1 prac por esccufBndi ca-
nari municipal, contra Jos Gomes da Silv-
THEATltO
yLINTA RECITA DA ASSIGNATURA.
Terca leira 7 de setembro de i85i.
fronte do becco de S. Codro 11. 3, .
so escravos de ambos os sexos, para se ven- p,,rtella, sendo II tasas sitas 11a povoacao do
derem do commissBo, nBo se levando por Monteiro, onde tambern exislem os mus ob-
esse trabilho mais doque 2porcento, escm jec'o.
prourado.'^".-^ de comedoris, offo- .. |-recis-so .le urna ama orra pin.casa
des.ppare- mu? do g.binete, para o primeiro an-1 recendo-se para islo lo Ja a seguneea pre- ue p0 ,ca familia : om rra de Corlas 11. 1
ceuums negra, de mcBo Angola,, de1 nome J|r da Clji j, rua uo Collegio n., on le con- cisi pira os ditos escravos
Thoreza, levan lo um vestido do algolBo lJnuara como aantcs, estar iberio lodosos
zul, com um lilho em um dos bracos, e aa (f||) desile aj 4 h,jri6 da UrdC( al as 9 j,
orelhas raxidas, tem de coslume quando lo- nojto
ge, fazer-se maluca, edizendo que be forri : ., ,. ........... ,l |,M
quem 1 levar na iui do Collegio.venda n. 5, ladbinete poiluguei Ue leillira.
era gencrosamouto recompensado. Por ordem da dircetoria, se avisa aos se-
~ rroci-se urna liada Im-gern da Senho- nbores socios ccionislis e lubaciplore ,
n do Rosario, de dous e meio palmos de ii- que cm consequencia da mudanza do gabi-
tura, por seu dono rctirar-se para f.i do! neto, pan a nova casa, fica suspenso o mo-
Impr.o : na rua Nova n. 26. vimento da entrada e saluda de Itvros, uni-
Roga-seao senhor JoBo Francisco dos cimento no dia 7 do correle.
Santos, que tenha a bondide de apparecer j Quem le achar com as necessinas na-
na iui Nova n. 26. bililacoes, pira ser bom fetor de engonho,
-- JuliSoTegetmieir e sua familia, ret- ,querendo ir pan o d Agoa Fni, ni comirc
ram-se pin F.uropi. do Co d'All.o : d.nja-se ao mesmo enge-
.. OSr. Jos Lopos de S.mpiio lem umi' nho, ou entenda-se com Miuricto Franc.sco
carta, na rua da Cadeii do Reclfe n. 49, pri-: de Lima, morador ni rui ilo Hospicio, cisi
meiro indar. {n *
-'- Precisa-so ilugar urna ama, que tenha
-- Lava-se eengomma-sc.com muiti per- hom e bastante leite: a tratar na rui Vellii
feicBo e asseio : no piteo di Ribeira do S. n. e. .
Jos n- 15. Precisa-so do urna cosinheira : na rua
OSr. Joaquim dos Santos Azevedo vi do Trapichen. 14.
D-aar 17O0OIS. quodevonaolariadosCoc- Acba-sojusio e contratado, a compra
Ihos, quo em quanlo nBo u lizer ver som- de un terreno no Arraial nonfonte a casa
pro sequ nome nest. folha. imarella, pertoncento Jo.quim tleoenie
- Cnegouirua do ueimadon. 3l,novo dos Santos : quem sojulg.rcom direilo 1
sortimento do vidrns rom agoa pira fazer ello, declare por esta folha.
os cabellos e suissas pretas ;
que se acabem.
a ellos antes
tima preta escrevi pin
do urna casa de pouca
rua "de S. Fnncisco, sobra-
fj o baclurel Vicente Ferrein Comes <
SJ mudou seu escriptorio do idvogicia, ?
>, pin o lirgo doColiegio, casi o. 6,
fc, primeiro indar.
Pcocisi-10 do
o servido interno
familia : na
do n. 8.
Crecisa-se alugar umi escrava pan o
sorvteo externo de urna casi: na rua di Ca-
deia de Santo Antonio.sobrado n. I, segun-
do andar, so dir quem quer
an lar.
Cortes de chita a 2,000 ris.
Coat.....1111 so a ven ler curios do vestido
de cinla francezi, padrues modernos e co-
ros lixas, pelo barato prer;o do 2 000 rs. ca-
da coi lo; na rua doQueitnado, loja do so-
brado .1:11 'i "Uo, 11. 29.
Palitos f'i tos
Conlinuam a vendor-se pililos do pumo
fino, preto c ile co es, muito bem feitos e ul-
timo go>to, por prec.0 muito em conli i ni
loja do sobra 10 amarello, nos quatro can-
tos ila rua do Uueimado, n. 29.
-- Venlem-so muito bons sapatos dodu-
raquo pelo para seiinora, 1 900 ris opir ;
assim como esleirs muito gran los a 1.280
ris cida urna; n rua do Livrameiiti loja
n. II.
Vendeni-11 ps desapotis, de lanngei-
rasde umbigo, do limeiras no umbigo, de
ructapBodo-nasia, e nutras plantas mais,
acoudioioiudii cm vanlbii proprlu para
e transportaron! pan q.ialquer parto: no
principio da ostra la dos Alllictos, lado es-
quordi), c-ni de Manoel Mnques.
-. Vendo-se una loja de fazendas, proprm
Pira um pri cipimt-, por ter poucos fun-
dos e ser em um bom local da rua da Cideu
lo Itecife, e timbein so vendo so 1 irmacBo:
1 tratar na mosma rua n. 13.
Vende-so a casa terrea n. 21 da rua do
Rosario, 110 biirro da Boa-Vista : quom pre-
tender dirija-se a rua do Pilar n. 128.
Calcados a 4oo, 700, 800, c 1,600
rs. o par, no aterro da Boa-Vis-
ta, defronte da boneca n. i4-
Trocam-se os mais superiores sapatos da
courodo luslro francezos e de Lisboa para
sonhora, a 1,600 rs. ; ditos de cordivao, a
800 rs ; ditos para moninos, a 00 rs. ; sa-
patdes do Aracaty pira ho.iienf e inemnos, 1
700 rs.
Cal em peora.
Vcnde-sc cal virgem em pedra,
a mais nova do mercado : na rua
da Cruz do r\ecife,armaj;em de as-
suca da Viuva l'ereira da Cunha.
aos 10 000 e 5:ooo.f DEM,
O cautelHtM Salustiano de A-
quino lerreira avisa ao respeita-
vel publico, que a lotera da ma-
triz da Boj Vista corre imprete-
rivclmente no da a'i de outubro
do corrente anno, e eslao expostas
a venda os seus afortunados bilhe-
tes e cautelas da mesma lotera ,
na praca da Independencia n 4 >
leja de miudezas de Fortunato Pe-
reira da t'onseca Bastos ; n. l c
15, loja decalcado do Arantes;
n. 37 e 3g, lo)a de calcado de Por-
to Se Companhia, e na rua da Ca-
deia do L\ecife n. 46, loja de miu-
dezas de Jos fortnalo dos Santos
Porto.
Bilhetes 00
Meios 5'3o
Quartos 3>6o .
Quintos 2-100
Decimos ">00
Vigsimos ooo


>v t,. .f
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3 ...
Moinhos de vento
com bombas do repuxo para regrar borlas
e baixasdccaplm na fundicSode D. W. Bow-
mao:na|rua do ltruinns.6,8 elO.
Fazenda da moda.
Vendetn-se superiores cortos de cimbris
de salpicos brancos do cor, pelo diminuto
preco de 3,500 rs.: na ra do Crespo, leja
n. 6.
Cal virgem.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova do
morcado : na rita do Vgario n. 19, primei'
andar, esoriptorio de T. de Aquino Folicea,
& Filho, ouna ra do Trapiche, amazem de
Antonio Auguslo da Fondees.
.Deposito de cal e potassa-
No armazem da ra da Cadeia
dollecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedia, as-
nm como potassa clicgada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
I'otflssa americana.
No antigo deposito da cadea vcllia, n.
13 existe urna pequea porcSo de potassa
americana, cbfgada reconlemente que por
superior nvalisa com adaltussia: vnde-
se por proco razoavcl
Agencia de Edwin Maw.
Harua de Apollo n. 6, armazem de Mc.Cal-
monlSi Companhia, acha-ae constantemente
lioua ortimenlo de taixa de ferro coadoe
batido, tanto rasa como fundas, moendasin-
< iras (odasde ferro para animaos, agoa, etc ,
ditas para armar coi inadeira de todo *..ta"|
manilos e inadelloa o mais moderno, machina f
tioriMuii.il para vapor, com forca de i caval-
loa, coucoa, passadeiras de ferro ostaotiado
para casa de pulgar, por menos preco que os
decobre, cacovens para navios, ferro ingle
tautoem harrascomo cm ircosfolhas,eludo .
por barato preco.
AGENCIA
da fundicao Low-!Uoor.
KUA DA SENZALLA MOVA >. 42.
Neste estabeleeimcnto conti-
na a ha ver un completo sorti-
inento de moendas o metas moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de trro batido e
coado, de todos os lmannos, pa-
ra dito.
Vendem-sc os verdadeiros selins in-
glozos, patente, de molla e sem ella : na
ra da Sonzalla Nova n. 42.
Vendcm-se relogios de ou-
ro cpr&ta, patente inglez : na ra
da Scnzalla Nova n. !\i.
Arados de Ierro.
Na-futulicr.ii vendem-se aradosdoferrodo diversos mo-
lilos.
Deposito de panno de algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao desla fabrica ; em pessa, a
voulade do comprador: no escrip-
toriode Novaesck ('ompanhia, na
ra do Trapiche n. 34-
Vcndcm-se asseguinles semeules:
nabos,retanos,rabanetes encarnatloso bran-
cos, sebula, COUVO trinxuda alfacn ala-
mos, repulhuiia, chieoria, senoulas, feijflo
carrapato de tres qualidades.irvlha torta e
direita, fava, coentro de touceira, salea, to-
mates grandes, rcpolbo, couvo lombarda,
.sabota, e mustarila : na ra da Cruz n. 46,
di'lnmt do Sr. doutor Cosme.
Taixas pura enqenlw
Na fundicao de ferro de D.
W. Bowman na rua do lrum,
passando o chafariz, contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes ucham-se a venda por
preco commodo e com piompti-
dao, embarcam-se, ott carregaru-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Veodum-seamirrasdeferro: na 'ya da
Sonzalla {Voa n.42
P t'arinba de mandioca
v~n.t..o por preQO rasoavel, la-
D E3 O.T c* E? IZ ff &* 5
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Vende-fe,
f riuha de S. Malhcus a mais nova
i que existe neste mercado : na rua
j> da Cruz n. 34, delrottte da I inoeta.
<
Ties purtsdas de rotulas.
Vendnm-sn lies pintadas de lolules.ttiui-
to bem fritas, por pteco muito barato: na
rua da Senzalla Velba n. 98.
Algodao para roupa de escravos.
Vendo-sealgodSo muito encorpado, pro-
prio para roupa do escravos, com pequeno
toque de avaria a 110 rs. janla; dito
lnupo a 180 rs. : na rua do Crespo D. 5.
Hoeiidna superiores.
Na fundc,Do de C. Starr Companhia,
em S.-Amaro, acham-sc a venda moendas
de canna, todas de ierro, e um modeloe
construccBo muitoauperior.
__Vendem-se a tees da extinc-
l,i companhia de Ternambuco e
l'arahyba no escriptorio de Au-
gusto O.de Abren*! na rua da C'a-
deia n. 4^-
Vende-se urna morada de
Casas, fcita a moderna, com tijolo e
cal, sita na rua do 31otocolomb,
por preco muito em conta : a tra-
tar na rua Imperial n. 3i.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos do sol de seda ingle-
ses chegaJos pelos ltimos navios, pelo di-
intitulo proco de 5,000 rs. cada urna : na
rua do Collegio n. .?.
Vende-se a eicellente typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montada, tanto de bons pre-
los, como de typos : quem a pre-
tender, dirija-se a rua da Praia
n. 55, a tratar com a \ i uva Boma
Deposito da fabrica fie Todos oh
Santos na llaltia.
Vende-se,em casa deN. .Sieber&C.,
na rua daCruz n. 4, algodao transado a-
i|uellafabrica,muilopropno|iarasaccosde
assucar eroiipa deescravos.porprecocom-
mudu.
Farinha de mandioca a i,6oo rs. a
sacca.
No armazn, de J. I. Tasso Jnior : na rua
o dAmorlm u. 35.
Vcndcm-se saecas co:n fa-
relos : na rua da Madre de Dos,
armazem n. 20.
Ancoras para navios.
Vcndom-se om caa d'- lcardo lloyle, na
rua da Cadcia Velha n. 37, ancoras do supe-
rior qualitlade, e por commodo preco.
Veodem-so lonrs, l>rinz3o, biins, e
meias lonas da Russia ; no armazem de N.
O. Bieber & Companhia, na rua da Cruz
n.4.
Panno prcto, fino, francez, a 3,000
rs. o covado.
Ventlc-se panno preo fino,
lrnncez,"a 3,000 rs. o covado : na
loja de Flores & S, na rua di Ca-
deia do llecife n. 47 Na inesma
oja vende-se uul rodap novo de
abyrinthOj por preco muito com-
modo.
A CIDAUE DE PARS.
I'abr'ca de chrtpeosde sol, na rus
do Collegio n. 4
Alm do sortimento ja annuttciado, recc-
beu-se pelo navio Havre, ultimo vindo de
l''r- nea, um novo sottimento de chapeos i!e
>ol de seda e e pantiinlio, para lioniens e
senhoras, dos ltimos gostos; superiotes
chapeos de sol -te scila com cabos itecana.e
outros dos molhores que tem vindo a esta
praca, que se coiilinuam a vender por me-
nos preco queem outra qunlquor parte.
Vende-se urna negra creuula to mato
moca, e proptia para qu^lquer servico : na
rua da Cadeia Velba n. 24, primetru andar.
Feijo novo a t),ooo rs.
No armazem de (ouvcia & Dita, conftou
to u cscadinha da All'andega.
Frutas novas.
Na rua e.-troita do Rosario n. II: vendcm-
se as st'guintes frutas: damascos, pecegos,
amoras, morangos, peras e iereijas.
Queijos do serto.
Vendem-Se muito bons c (rescaes queijos
doserISo; na rua do Queimado n. 14.
Aletta frrguezus
Quo sSo cliegsdo.',
Cobertores de algoJSo
Muito cncorpadus.
Na rua do Ciespo.lnja da esquina quo vol-
ta para a Cadeia, a 1,600 rs. cada um.
Vciidetu-so 9 escravos Je enxada, do
bos conducta, c alguns d e 11 os com ollicio :
no escriptorio de Jus Candido de Batios, ni
rua da Cruz 11 66, depuis das 9 botas ule ai
5 da larde, lodos os dias.
801 tmenlo de panno.
Na rua da Cadeia do Itecife, loja n. 50,
vendem-se superiores pannos pretosa 4,000,
4,500, 5,000, 5,500, 6,000 o 7,000 rs. o co-
vado; dilo azul e vctdo a 4,500 o 5,000 rs.;
ssim como pannos acsclados, dos melho-
resgostus quo ha neste genero, por 3,500
rs. o covado.
Na rua do Crespo, loja u. 6.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
desalpicos, com 6 l|2 e 7 varas, a 3,500 e
4,000 rs.; cortes de cassa chita, de novos
gostos, a 2,240 e 2,500 is.; cassu franceza a
440 rs. avara ; corles do btim trancado es-
curo* e mesclailos, a 2,000 rs. ; panno lino
prolo, a 3,000 e 4,000 rs; lencos de cambraia
de Imito, a 480 rs.; dilos de cassa grandes,
a 160rs.;riscado d-Imito a ISO rs. o covado
e mullas outras fazendas em oonta.
-- Vende-se urna escrav.<, moca, que sabe
cosinhar e engotnmor : na rua < Cadeia de
Santo Antonio, no segundo andar do sobra-
do n. 14.
Vende-so a Biblia Sagrada, pelo padre
Antonio p. de Figueiredo.em ^3 y ..Jumes :
na rua do Collegio, loja de enr jirnacSo
n. 8.
Deposito decile potassa.
Vende-se superior tal e pot.is.sa,
e por preco commodo : n<> arma-
zem do caes da AlfinJega n. 7.
- Vende-te grata para fazer velas, por
preco commodo : na rua da l'raia n. 3.
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3 Q.-3 c V a II
.ja; s>75 E 2 =.3-5
CToHuiO oc> re
-- ,\.i hiiIi.m pailaria ta tus 'di Senzall
Nova n. 30, conliiiua-se a vend
deira bolaxinha doce de Lite.
Palitos a parisiense
Vendem-se palitos, ultima moda de Pa-
ria, de bonitos pannos mesclados a preto;
na rua da Cadeia do llecife, loja 11 50, por
menos preco do que em outraa partes.
Bom e barato.
Na loja da rua do Crespo n 10, vendem-
se muito lindos chales grandes de soda a
4,000 o 6,000"7S.
Cal virgem de Lisboa.
Vendem-se barriess com cal virgem de
Lisboa, da mais nova .que ha no mercado, e
por preco muito commodo: na rua do Apol-
0, armzem de assucar n. 10.
Vende-se muito boa cal nova de Lis-
boa, recentmonlo ebegada, na ruada Mo-
da n. 15, por monos proco do que em outra
qualquer parle.
Vende-se um pequeno sobrado, sito na
rua do Caldereiro dest cidade, em chSos
proprios, o anoxoa elle tem duas casas no
lundo o urna cocheira, quo ludo rende mcti-
salmcnlc 55,000 rs. cuja prop.iedadn se
vende por 5:000,000 rs., recrberido-se moc-
da, nu apolices da companhia de llebiribe
50 : traln-se na rua de S. Hila n. 37.
Vende-so um sitio na Vanea, dos me-
Ihorfs que flli ha, pela localidadc, commo-
doliles da cass, rrndimenlo, ele., por com-
modo preco : na rua de Santa Hit* n 37.
Vendcm-se os melhores relogioi de ou-
ro, patente Ingll, da bem conhecida fabri-
ca de Itichard llornby : na rua da Cadeia 'lo
Recifen. 36, escriptorio de llussell Mellors
& Companhia
Ceia de carnauba e sebo refinado.
Vendo-so cera tle cnrnaula de primeira
sorte, e sebo refinado o mais su c ir que
ha no mercado : no armazem de I). II. An-
drade & Companhia, na rua ds Cruz, con-
fronte ao t-liiil ui/. n. 19.
Fio para sapnteiros e seleiros
a 5oo rs. a libra.
Vende-se na nova loja de miudezns em
frente do Livramento.
NDUSITUA NACIONAL.
Inipeinl fabrica de velas stea-
rinas.
J. E.Ljoux proprietario da im-
perial fabrica de velas stearinasdo
Rio de Janeiro, fornecedor do pa-
arsenaes e repnrticoes publi-
I cas, faz saber ao respcitavel pu-
blico, que acaba de fundar um de-
posito de sua minufactura, na rua
da Madre de Ucos, no armazem do
Sr. Lu? ,ltt da Costa Amorim ,
aonde sempie bnver poreo dcs-
te ge lerOj para o consumo da pro-
vincia. O preco em cixa h? de
tifio rs., e cm porcao de locaixas
com reduccao muito satisfatoria ,
os conpradores que reexportarem
deocaixas para cima, para ou-
tra provincia, lerao o direito a re-
ceber o frete do seu agente, a
presentando oconhecimento. Ula-
bricante julga por este meio faci-
litar a compra* do dito genero, e
espera que os consumidores nao
deixaro de apreciar sua bella rju .-
lidade, e dar sua prolecao a esta
nsecnte industria.
Vende-se superior panno de
olgodSo da trra, proprio pira es-
cravos", por preco commodo : nos
quatro cantos da rua do Queimado
n. ao.
Vendc-se ferro inglcz em
barra, cm poredes grandes, 011 pe-
quenas, e a escolher a vontade. d
comprador, a 4<5oor.s. o quintal,
e de -to i|iiiiilai'.s 1 tur t ciiit.t a j.Siin
rs., o quintal cm porces mais
pequeas: na rua do Trapiche nu-
mero 3.
Novo sorlimonto de pannos o casemiras
tle to-l.is as quilidades.
Na rua to Crespo,loja daesquim quevol-
la para a Cadeia, vendetn-so panno lino i re-
to a 2,800, 3,200, 3 500, 4,000, c 5,000 rs.
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^ n c. <
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3o3 r. v o ~
Hua do Queimado n 19.
Loja completamente surtida de fazoudas
de todas as qualidades a vontade c escollta
dos freguezes. Vende-se nano de linho da
feira muito bom por 6,000 rs., pecas tle 15
varis por 12,000 rs., ditas do 30 varas, o a
retallto a 440 rs. a vara, esleirs da ludia
com 8 palmos de cumpnmontu c 7 de largu-
r a verda-! covado; e francez mullo superior a 6,000 rs.
. o covado ; dito ,v.nl a 2,860, 3,500 o t.ouo
! rs.; cuites de casomira pela enfestadi a
4,8110 e 6,000 is. ; dita franceza elstica a
8,000, 9,000 o 10,000 rs o curio; n oulras
muilas razeudas por prcto commodo.
Ninguem ignori
Que o baraleiro,
Ventle faren'la
Por poucodinheiro.
Na rua do Crcspo,loja ila esquina que vol-
ta para a Cadeia, vemlem-se brim traneado,
pardo, depuro linho, a 320 rs o covado;
cambraia decr, de lindos padrdos, a 320 rs.
o covado ; chita para coberta, de cor fiza, a
200 rs. o covado; cassa Ue quadros a 280 rs.
a vara ; brim do cor, do puro linho, com
quadros o 11 tiras, a 1,280 o 2,000 rs. o corte;
uilo liso, atiiarrllo, a 2,000 rs. ; riscatltnho
do linho com lislrs, a 720 rs. o corte; longo.
o cambraia de linho, linos, a 480 e 560 rs.
cada um ;e oulras minias fazendas por.pre-
fo cotnmodo.
Ven te-so urna propiciado de legoa e
meia do fundo, para o norte, com novecen
las bragas do testada, e demarca las, cobor-
las tle matos grossos.contcndo granJe parle
de matas virgens, Com algujna.s casas de lai-
pa, no municipio da villa db Pillar, provin-
cia da Parakyna do Norte, no lugar denomi-
nado Escarala,terraso,>timas pata qualquer
0.-3
.TJX VTr* T 'rel,a(!riculluradop.i:que,n as pretende; di-
a 3,2tt, 5,500, e 6,510 s. o cova lo, o azul J u ^nwVt fl,r fm
T^^l^^^6}^',*^'^0' JosHercoUnode Carval.tu, seu leg.ttmo
4,000, o 4,500 rs. o covado, sendo lodos no- (,r0(,rielarju rua do ingel, sobrado
vos o do superior qualidade, um rularlo com ,, J *
........ .,!.. I,...l -I,... I-... M.4..>.......... '* *'
o preco : cbalcsde algodilo, pad/ocsescuios,
iiiiii' i ba fazenda a 2,000 rs., muito pro-
prios para andar em casa, principalmente
as estafos chuvosas, cotes de cambraia
lo une i com salpicus a 3,800 rs., cada um
com mais de 5 varas e muia largo, lencos de
seda para meninos a 500 rs. cada um, ditus
de seda para homem, a i.-ii, e 2,240; muito
l.i'ia I / ida e padrOes novas, ditos de cam-
braia do linho a 560 rs. cada um,sondo gran-
des e muito boa qualidade, ditos de garfa
para souhora a 1,000 e 610 rs ditos do cas-
sa cutu palma as puntas a 240 rs., ditos enm
barra aoerta brancosa 200 rs ulpaka mes-
ciada a 800 rs. o cuvado, ganga parda e -
niari'll.i a 200 rs. o cova lo para acabar,
meio- i.'iic'i.s de seda para gravita padres
novos e sem mofo a 1,500 rs., dilos de cas-
sa a 400 rs., e linalmente, rap princesa do
llio do Jan.o o feito pelo preco da fabrica de
Lisbua a 1,000 rs. a libia, e om meias libras
a 540 rs. ca la uma, este rap lorna-so re-
couinieudavel por quo sendo a sua cumpo-
aicBosupciiora do rap Hournn, urota pe-
la, e imitante o mais possivel a ,:o rap de
l.isin'ia, be mais barato do quo qualqurr mi -
tro e prelerlvelem ludo, mas venue-se por
este preco, para acreditar a sua qualidade,
aiuda pouco condecida neste mercado.
Vende-se massa de tomates
para tempero, e tinta pura de mar-
car ropa : na ruada l adeia n. 15,
loja de Botirgord.
I'echincha.
Na loja da rua do Crespo n. 10, vendem-
e oxcellent'S palitos de brim, a 2,800, 3,000,
3,500 e 4,000 rs.
l'ochins ou Milu e- .flus de Imito
Chegados pelo ullimo navio do Lisboa,
muitopiuprios para quem padece a moles-
tia lieinorroidal (15o Ircquenle enlro nos pe-
lo grande calor) para a evilar se chama os
sentimos Civalleiroia viretn comprar os co-
chins de puro linho,circulados de dilT ren-
tos cores. Adverte-sequc tambem sSo pro-
prios para as sonhoras se assenUreui "tas
salas ou cadelras por serem macios e muilo
f esco ; vemdetn-se por prego comniodo na
nova loja do miudeas em frente do Livra-
mento.
Vende-so um pardo acabocolado, ex-
cellente cosiuheiro e de boa conducta; as-
si ai como uma escrava, creoula, do 14 an-
uos, pducu mais ou menos : na rua do tjuei-
uiailo n. 39.
Tres tachos de robre.
Vendem-se Ires tachos de cobre, novos,
'propriospara reflnar-So: na rua da Sonzalla
Velba n. 98.
Vende-se cambraia com ssloicc brinco
e de cor a 3,500 rs. o corlo : ns rna do Cres-
po, loja da esquina que volta para a Cadeia.
-- Vendem-se na nova loja de miudezas
em frente do Livramenlo, lindas aboluadu-
rss para colote, a 800 rs. ; suspensorios Tinos
para menino, a 600 rs o psr; botOes trans-
parentes | roprloa para palitos de nsor ira,
a 500 rs a duzia ; pentea alartarugados de
gomos e aberlos para coco; ditos de tartaru-
ga para msrrafa, a 1,000 rs. o par ; papel de
peso I raneo e azulado, a 2,400 rs. a resto i ;
ligas de borracha e seda.a 400 rs.; o vellido,
a 640 rs. o par; pedras e crefles para meni-
nos escreverem, a 160 e 200 rs. urna; ben
(.almilas de balea, a 1,100 rs. uma ; meias
finas, muito boas, para homem, a 1,900.
2,800 e 4,000 rs. a duzia ; Imitas grossas de
carrtlel de 200 jardas, a 60 rs. cada um ; di-
las de peso, grossas, para bordar, a 80 rs. a
meada ; um completo sortimento do leos
largos e esteilos; transas e franjas para ea
potinhns c manteletes, ludo pelo prego mais
batato que se podo encontrar.
l'otassa a >. |o rs. a libro.
Na rua do Apollo, armozcm de
assucar n i D, de Leal Heis, tem
superior potissa do Rio de Janei-
ro, chegada lia poneos dias
~ Vende-se um baieaodeamnrello.mui-
to forte e novo a bordo do hiato Capri-
choso, ancorado cm frente do cues do Col-
legio, ou na rua da Cruz n. 34.
L Na loja Pernambucana rua
'. do tjrespo n 11 4
V Vendom-se ricos vestuarios para 4
tt criangas de dilTerentes lamanbos, c 4
fj por pregos com modos. 4)
> Chllli a 10,000 rs.
Superiores chapeos do Chille pequeos, a
10,000 rs. : na praga da Indotendencia ns
21, 26, c 28.
A (io,litio rs.
Chapeos do Chille finissimos, a melhor
fazenda que lom apparecido nesla cidade, a
60,000 rs. : na praga da Independencia, fa-
brica de chapeos, de Joaqun) de Oliveira
Hala,
A 3,ooo rs.
Chapeos do Chille pequeos, a 3,000 rs.:
na praga da Independencia ns. 24, 26 e 28.
Vendem-sc queijofl de Minas, muito fres-
cacs e preco commodo, vindo no ultimo vapor,
c dilos ingleses: na venda da rua da Ciuz ?. 4b,
clrfrontc do Sr. Dr. Cosme de S Pereira.
De castor a 6,000 rs.
D* Superiores chapeos de castor in-
Hl glez, brancos e prelOS, a 6,000 rs. :
>Ba^-ua praga da Independencia ns. 21,
26, e 28
SEBO REFINADO.
Vende-iC na rua Dlreita n. 5S lebo refinado
por preco mullo commodo.
__\ 1 iol< ni-si' caixas com tiinta c tantas li-
bras de vellas de carnauba muilo superiores e
por commodo preco que he para acabar : uo
liecco Largo do Rccifc n. I, segundo andar.
Vcudc-se utn terreno na conlinuaco da
rua da Aurora com lliOpaltnoa de frente e 3,000
de fundo, o qual ti. .1 para a rua do Hospicio
junto do Sr. Martina Pastos, leudo j a maior
parle alerrada, e uiu viveirn principiado: os
prrlendcnlcs dirijam-se a rua da Cruz n. 8, ter-
cciro andar.
Potassa da Pmssia, c cal virgem.
No arn'nzem da rua do Trapicho n. 17, de
Jos Fcreira liasto, ha para vender superior
potassa da Itussi*. chegada ha poucos dias,o
cal virgem da mais nova que ha no mercado.
Vendcm-se arroios p-ra um cavallo de
carro, em bom uso: os pretendentcs diti-
jam se a rua Direita n. 129, quo achaiflu
com quem tratar.
-- Vendem-so charutitos legtimos da A-
vana, proprios para intervalo e theatro ;
masso de 25 a 1,000 s. a vista : na rua Nova
11. 2, a fallar com o Na lineo.
-- Vende-so um mnlatinho, de i la lo 16
anuos, bom para pagem, e com principio de
ollicio de sapatt'iro : a tratar na rui da Ca-
deia do Itecife n. 22.
Aos similores logistas.
Vcndcm-se muilo bonitas contas litho-
gralndas, representando a vista de Pernim
hnro, pi-lc barato prego : urnas a 3,000 rs
o cont, o outras a 2,000 rs : na livraria n.
6, de Jotlo da Costa DouraJo.
Vendo-so um preto do idade, porcm
muilo robusto ; assim como uma prcta, que
sabe lavar de varrela, cose e cosinlia alguma
cous : na rua do Crespo n. 10, primeiro
and-r,
-- Vendc-se una bonita escrava, de na-
i'in Costa, tle 25 anuos do 1 la ir, sem vicios,
tem achaques : na rua Augusta, casa du Sr.
Joaqui'ti Pacheco.
-- No armazem de Francisco A. da Cu-
nli 1 & Companhia, na rua do Vigario n. II,
ha uma porgo de lina fa-inha tle mandi 1-
ca ; taboas do lorro de pmho ; um ancurcte
novo de 8 arrobas n 20 libras; arcos para
barricas ; urna soleira ; tlois maineis; 5 ver-
gas de podra do Porto lavrada, e mais ob-
Jeclus, que ludo se vende por pregos muilo
rasoaveis.
Vende-se uma linda negrinha de II an-
uos; um moleqninhi) d< 12 ,1 nims, ptimo
para aprender alguui ollicio ; um molectlo
da 22 anuos, bom para servir om alguma ca-
sa estrangeira, por ser muito esperto; um
negro de 26 annos, bom cosinheiro ; nin
lili do 26 annos, bom para o campo, ou ar-
mazem doassucar ; um dtlo bom ca c mala oulros escravos que se venderlo pur
prego muilo em conta: na rua das l.aran-
0.011a- n. 14, secundo andar.
' Peonas muito boas a 160 rs.
o qututeirao.
Vendom se petiuas a 160 rs. o quarteiro:
na loja de litros du paleo do Collegio n. 6,
de Jutlo da Costa Dourado.
.-- VenJe-se urna linda escrava creoula,
anula moga u muilo sadia: na rua du Cres-
po n. 5.
Vende-se uma lancha de conslrucgo
brasilcira, pro. grande: os prelemlenles dirijam-se a bordo
do patacho S. Francisco, ancorado na volta
do Forte do Mallos : para a ver e pata tratar,
no escriptorio da viuva de Joflo Francisco da
Cruz, ao 1 do arco da ConceigAo.
Vende-so um prelo, creoulo, mogo e
sadio, com principios di> pudreirn e mais al-
gumas habilidades: na rua dos Cuararapos
em Fra de Portas n. 30, junto a cerca de
variuhas.
\ omie.se um sitio com imuias arvores
de fruto, e 400 ps de coqu. iros puco mais
ou menus, com lenha de mangue que sus-
tenta una padaria annualtnenlo, cum bom
batibo, e um grande vivciroquo pouco fal-
ta para afaliar, com orna salina poden Jo
ter vaccas sullas: quem pretender po le di-
rigir-soa rui Nova, toja n. 4.
VenJo-so por mudico prego os livrosse-
guintes 010 I10111 uso : eoinpedtodo gram-
malica ponugueza, por Salvador; historia
Sagrada, Selecta, Tito Livio, Horacio Une-
ci, Cicero, ICihica Job, o duus couipeiidiwS
de lugica, pur Ceuuensu : a untar na rua Ve
Iba II. 26.
vende-se uma aniiag.no de venda, no I
pateo do Tergo, cujo lucal he o melhor pos-'
sivel, e lom c.ommudos para familia : trata--.
se na rua do (Jucitnado n. 67. ;
Gurao de Direito Natural, ou
de Philosophia do Direito, por II.
Ahrens, traduzido do francez, por
Francisco Candido de Mendonca e
Mello: vend se no pateo do Col-
legio n. 1, casa do livro azul.
--Vende-se a casa junto a doSr.Bartholo-
ineii, na Capunga Vulha,defronte Jo sitio do
Sr. cnsul inglez : para ver a qualquer hora
do .lia," para tratar do ajuste,na travessa da
l.ingoita, subradinno de um andar doSr.
Maiio'l J0,111 '' da Silva Lisboa.
,Vende-se uma escrava creoula, de 25
annos, c isinha, ongomma, lava ropa de sa-
hn, cose e ludo !'/. bom feito : na raa do
Collegio n. 21, primeiro andar, sedir quem
vende.
Vende-se a laberm da rua eslreita do
Rozario n. 16 : a tratar com Joo Tavares
Cordeiro, ou na oiesma.
Vende-se um cscravo creou-
lo, de 24 annos, proprio para ser-
vico domestico, por ser de bo
eondiiel 1 : na rua Nova n. l\-x.
Vendem-sc frascos com man-
teiga fresca, da melhor que tem
vindo a este mercado : na rua do
Trapiche n. 11.
Vendem-so silhOes inglezes, para mon-
tara de senhora : na rua da Sonzalla Nova
n. 42.
-- Vendc-se por gran lo precisdo, uma es-
crava muilo boa lavadeira e quitandeira, por
mdico prego: na rua dasCruzes n. 18, ter-
ceiro andar.
-- Vende-se um silhoem bom uso, por
mdico prego : na rua larga do R tzario, lo-
ja de -leiio n 30.
Vendem-so esleirs de palha da car-
nauba regulares.o grandes de duas varas da
cumprimento ; peles de cabra a 90,000 rs. o
ce oto ; si palos e bolas; ludo chegado agora
rio Aracaly : na rua da Cadeia do Hecife n.
49, primetru andar.
Charutos de llavana.
Os molhores quo tcem vin lo a este mer-
cado : vendem-se continuadamente, em ca-
sa de llrtinn Prseger & Companhia, ni rua
da Cruz n. 10.
iai_. _____j~w*me-*>^~mmmm
Escravos fgidos.
Fugio do cngeuho Cuorinnlu e preto
Apollnario, de idade de 38 annos, com os sig-
naos seguinles : ceg de um olho, nielo lulo,
rosto redondo, pouca barba, catalura regular,
chelo do corpo, bem fllame, olhr por balxo,
o qual fugio justamente com outro do engenbo
Caxoeira Tapada de noinc Uarnardo, de naco,
de idade de 30 annos, cun os signaes seguales:
[om prclo, corpu regular, barbado lio fomen-
te no iiueixo o bigode, urna fistol i no queiao
esquerdo, as boiechas chupadas, os ps e os de-
dos voludo os ditos escravos forain encontra-
dos em Santo Amaro de Jaboat,io, ein direcci*>
para o Itecife: roga-sc a quem os pegar d'le-
va-Ios ao largo do Livraineulo a traa; com
Joaquim Corroa de Iteaeodc Rogo, ou nos en-
genhos cima que ser recompensado.
.. tlenco-
Continua a estar fgido o prelo Miguel
desde novembro do anno p. p., ollicial do
sapateiro (.reuni, um tanto fulo o gago, o
do 25 anuos do idado ; roga-se as aulhori-
dades policiaes, espilles de campo e a qual-
quer pessoa quo o encontrar, o levem a seu
Sr. '-ir. Manocl Firminu de Moli, juiz mu-
nicipal da comarca do cabo, e ue.sta praca
ao commendador Manool Concalves da Sil-
va, que generosaincntf recompensurau.
lo,ooo rs. de gr tilic-ico.
Do abaixo assignado, mora lor-na rua do
Crespo n. 10, fugio no da 16 do crrenle,
um seu cscravo por nomo lloquo, creoulo, o
qual representa lor 15 annos da idade, pou-
ca barba, foi vest lo com calca de casemira
preta e camisa de algodflo azul, e lom os
signaos seguinles: alto, um tanto seccodo
corpo, cor fula, descarnado do rosto, olhos
pequonos, e lem uma cicat'iz em um dos
dedos da mo por ter sido maiucado pu-
xando uma Iravo, foio do cara, e cosluma a
embreagar-se, cujo escravo foi do senhor
Joo ii/.....i .Maei"I Monteiro, e he de presu-
mir quo ande por aqu mesmn,visto ter mu-
llo'i e lilbos, ou na Iba de llamara, donde
he lilho : o mismo abaixo assignado proles-
la haver seu direito contra aquelle que o oc-
cuitar : roga-se portanto as autoridades po-
liciaes e capites do campo a captura do
mesmo.Jjs Goncalves Malvoira.
- lia i .t.i.-1 de caldeireiro da rua do
Brum n 28, ausontnu-se des le o da I." do
corrento, o escravo Anlonio, do naciio An
gico, ollicial de funileiro e vidiacoirn, lem
urna belide no olho esquerdo, he alio, muilo
regrisla c de tost lalliado : quem o pegar,
ou dor noticia,dirija-so a u>esrua fabrica que
sor recompensado.
Dosappareceu do Vicenlo Forrera da
Costa, do da primeiro do corrento, as 6 ho-
ras da larde, o preto Jos, baixo, grosso.al-
guma eotlM cambado das pernas, sem bar-
ba, os pus chatos c hicudos, representa ter
20 a 22 annos, falla bem ealgum tanto des-
cansad' ; levou camisa e calta azul, chapeo
de palha ; esle preto foi comprado na l'ara-
hyba : roga-sc a quem o pegar o obsequio
de o entregar a seu senhor, na rua do Hos-
picio, .sobra lo do elefante, ou em aeu arma-
zem, na rua da .Madre de Dos, que ser gra-
lilicado.
-- Desappareceu no da 2 do correle, is
6 horas da larde, o preto Simio, com os sig-
naes seguinles: baixo, representa ter do 20
a 22 .,linos de idade, cr bem preta, barba-
do, com os duus denles da frente podres; le-
vou calta .le algo i.lo azul, camisa da mada-
poln o chapeo de palh'; este preto voio do
engoniio Agua Fra de Seiinhaem mandado
ven ler pelo propietario do mesmo enge-
nho Francisco das Chagas Cavalcanli: ro-
ga-se as autoridades policiaes capilSes de
campo a captura do mesmo, e lova-lo a rua
do Crespo, loja n. 16, que ser recompen-
sado
-- Do etigoiiho Sania Cruz (mais conhoci-
ilu por Cibera de Porco)()silo na freguozia
de ua, desappareceu no da 16 de agostu, o
escravu NicuUo, creoulo, de idade 30 a 35
annos, allura regular, grosso, um pouco pi-
xolla, c falla um pouco aporluguezada. .Vio
se sabe onde anda, mas suppAe-se andar no
Itecife, onde ja d'uutra fugna foi preso, e
lem pnrcelros e prenles n'um sitio na es-
trada dos Afilelos, e nonti o no Remedio :
quem delle der noticias, ou leva-lo ao mes-
mo engenho a entregar ao a Jmiinslrador.ou
aqu no Hecife a seu sotihur, no aterro da
Uoa-Vista o. 12, primeiro andar, ou uo Man-
guinho, stlto que foi de Francisco Manool
da Silva Tavares.
-- Desappareceu no dia 31 de agosto pr-
ximo passado, ao meio da, o escravo l.uiz,
por alonulio Babia, do naciio Camundongo,
representa ter 1S annos de idado, com os
signaes seguinles: -- baixo, grosso, cor pre-
ta, cara curta, olhos grandes, nariz alilado,
queix i lino, orelhas paquenas, tendo as lon-
les mais altts que u redondo da checa ,
ponas arquiadas, ps chatos, falla mullo
poueo e manso ; levuu camisa de algodfio
grosso do mangas curias, calca* du casimira
parda, rota: roga-se as au'oridades poli-
ciaes e aos capites decampo, que o pren-
dan) e o lacam cunduzir a fabrica de caldei-
raria, na rua Imperial, ou ao deposito da
mesma fabrica, na rua Nova, queserSo re-
compensados.
PERft. : TyP. UE M. K. uK FaIIIA. IS52.
'*
i
i
4 '


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