Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03379


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Full Text
Auno XXVlI
.Sabbsdo 4
^T
^7.
de Setembro de 1852.
N. 199.
DIARIO DE!
PERMMIM.
WB.Z90 a tcaoaiFplo.
PiOtHlRtO ADIlNT.no.
Mr trimestre ............4/000
for cme.tre............. 8/000
Poi mino........,.....15/000
Paood.nt.o duii hfsiii.
Poi qaartel............. 4/:>00
oTicuiBoliirinio.
'ara.... 3 de Agosto Mina.... 2 deAgnsto
Maraahn. ni de dito S.Paulo. 1 dediio
Cear.... i4 de dito R.deJ.. i4 de dito
I'arahlb. 2-i c dllo Pabia... 18 de dllo
DiliDi IMI aUTBIOClAs.
S-,-.. S. Roja deL I Judo de Ork.
3i Tere. S, llaymuo- J, eS. a. 10 horas.
do Nonato. I. rara docivel.
1 Quart. 8. Kgidio, 3. e 6, ao melo-dia
.'onii.i S Kslevao. Panuda.
3 Je.l.S. Kul'einia v. |. e 8. as 10 horas.
tSab. S. RoiadcVi-l 2. tara do eivel.
(erbo. 4. esabadosao melod.
!> I>mii
Pensil
It N. S.
da Htlaca:
JTerc.l e .toado..
raaiamis
[Creieeate So, t i hora e i minuto dt larde.
Chelaa28, ai 4 horas6 mininos da m,
IMingoante (i, ai (horas l(! minutos da tarde
[nova a 13, a> horas e 21 minutos da larde.
IU1MIS1 BOJ
iPriiuelra s 8 horas r 31) mlnutoi da tarde.
Segunda s 3 horas e t minutos da rnanhaa.
Ric
Boa
rinTiii oa ooianoi
lie Paiahlba, isieguada l'aaitU-
l.
;raude-do-Borte e Victoria ai quinta,
aa
>,Caruarn,e Oaranhuns no l'e 15 dcada
a.Ourlctirj.ltxu e Boa-Vl.ta I3 a 8
na, lodos oa dlaa.
i os Correios parlemao meio-dla.
OTIOIAB. SiTqAiroiiB Al.
Portugal ttde Jullio-Austria .. a de Julbo
Hrspanha I de dllo ISuls.a.,.. 3 de dllo.
Franca.. 8 de dito Suecia... 36 de Jucho
Blgica... 3 de dito Inglaterra 8deJnlho
Italia..:. ;l delito iE.-Onidos SBdeJuubo
A Ir manlia. 2 de dito [Mxico... 3 de dllo
Prussia ..;> dedito California Idedito
Dinamarca 35 de Jnnho Chlll. 0 de Maio.
Russia... 29 de dito Buenos-A. I de Julho
Turqua. 20 de dllo iMontetldeo 5de dito
CAMBIOS DI 3 O llTUlno
Sobre Londres.a 27 /, por i/Ooo d.
Parla, 345
Lisboa, l 00 por canto.
KTAII,
Ouro. Oncas hrspanhoias............20/f00
Moedaa de 6/400 reinas......... 16/000
de 6#400 doy.......... 16/000
a de 4/000................ 9/iiflO
Prata.PataeOcabrasilelro............ 1/920
Pesos cnlumnarios.. ..'.'...... l/'llO
Ditos mexicano............... 1/Hi'i
PAUTE OITICIAL
SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTICA.
Stiit en 23 dejulho de 1852.
Presidencia do Km. Sr. conselheiro
l'ereira Duartc.
A'i 10 ho-s abri-se a sfsIo com os
Kxrt.s. Sr. conselhciros Nabuco Pinto ,
1'erdigSo .Mallieuos Almeida Siqueira ,
Serquoira Lima Veiga, Franca, l'otice do
i 1851 sob o numero 33, todas cojicrncntes a
! prohibirlo ta sabida das pracaa de prel dos
I qtlarteis depois do toque de recolher, jul(a
'conveniente no ulerease da disciplina, re-
1 coromen tar-lhes a mais restarla observan-
I cia de t-ei ni il-'ii-, e da de de outubro de
11851 sob o numero 5, acerca do a'.stainento
Idas p'itQ'secn servico lias guarda.-, ilepois
1 do loquo de Trindado.
O marechal decampo commandanle ils
; armas, reitera por eda occasiSo, as orlen.
! erbaes quo lem dado, sobre os ajuiilsmen-
tosdo inulncres as un iiediacOes dusquar-
. U. .- i .' 1U4 UU lllUllliilD, lian un iivJL.uvj ...... u < -
LeSu, e Lastro Mascarchas, f.lla-.do com!( 0 n5o deve tolerar, nem imeote
causa s E^ms.S s.conelhe^os Campos, | ', ssu conlr.,ria aior.Iida.ia pu-
Vorneck, l'ecanha, Brrelo l'edroso, Mattos ghcai que cumprerMpeiar, ma anda ror-
e Larneiro. ,..,.. que desses ajuntanicntos se ongu.iu rixa,
rui lila eapprorada a acta da anlece- dMordc|)s eireos soldados; assim tam-
Jcnto.
HxposicHo.
ICxposto o processo n. 4723, passou se
a os
Julgamentos.
N. 4675.Revista civel. Relator ofc'xm
Sr. coiiselheiro Franca recorremos Jo.lo
li 'ni -din o o fniqueiicia e aglomerado dos
soldados as tabernas das visinliancas dos
mesmos qu-,tlei9, das quies coslumam saoir
embriagados, oque dep/m cintra a mora-
lidado da IropB.
Ogon-ral sea milito s.tisfoito, que as
su s ieleraiioae,o>s nesle mentido lennam o
I.Mieridil i Sanches e outros herdelros Jolelleilo que he do esp-rar, para amulo ver na
Ruado JoSo iNepomticeno Sanches Brrelo,! doloma contingencia de fazer castigar ni
recorrido Mtnoei de Paula l'crreira : foi guarda uriocipai aquellas piabas, que em fli-
negsda a rcvisti. jgranti Itoiii capturadas vagando a noitft
N. 38.Fui julgada improcedente a re-| pelas ras ; porquaiit, do seren usas pra- JOOHI urna forc de 2,000 humens, a posico
CltBaeta do biebarel Ignacio Joaqu.m de gis casligodas fon do respectivos quadra- oceupada por duas companhias do reg-
Palta Fieirude. Andrade. j dos, nao poda deixar de resultar desar para meiilu de Mingrelii, junto de Djindji nakh
Fechou-so a sessao depois do meio dia. os chefes dos carpos, quo Uem por dever vi- no vallo de MoUKhakh. Apesar da supeno-
giaraluradsmentesobrea con lucia dosseos ridado numoiiea do iuimigo, nossos intre
suborJintdos.
Antonio Correa Seden.
Quarltl general na tldade do Hecife, 3 de te
tembrn de 1852
OBDEM Dll DIA M. 129.
ilii iia do chela Scbapsoug, SmailSkhanav,
siluda a quinzn veriles do forte, abaixo da
Abyna. A colheita Tai arrasada, apesar da
pertinaz resistencia dos habitantes os
quaes perdcramll prisioneiros. Nos le
ni os 4 homens Teridns. Ka linha l.esghine,
o banda do chele llkrk Aby, furta d
2,000 bomens l'oi atacado a 8 de maio as
alturas de Messeldigher, pela columna do
coronel Kapherr, o qual tnmnu a b.yoneta
osontrincheiramontas do inimigoeo fez ex-
perimentar urna perda consi leravel. Ao
mesmo lempo o general lia ni i Wrangcl ar-
remessou sua roserva do forte de Zikalaby
sabr Daniel Rek, o qual linha invadido a
garganta d'Ellison cum 5.000 homens Nos-
sjs tropas cliegarsin rlli a 9 da maio e fo-
r'am "rcrorcad-s pela civa'la'ia Jo Coronel
K'pherr que fez mais de 100 versles on
v nie equatro horas. O inimigo intimida-
do por esta rpida cnncoulraco de nossas
Iropas, relioi-se para as monlanlias, de-
pois de u na pequea eic oulrss partidas de montanhezei nue ti-
nbam desci lo nos valles da Jloukhakh e de
Kiis-iil.-i.-i.ili, lor amiguaimente reehaoadal
a 9 de maio.
Finalmeme a 18 do mesmo|mez, Dmiel
Bek soffreu urna nova derrua, atacando
ta ideia hea que fo emiltida pelo ab-
MichoDam un bmchura intitulada :
eoiufSo da questSo dot Santoi Lagares.
la solocSo repelle lodo o emprega da
; tbla a appressSa da urna coiiintu-
p'looutro. He urna obra de paz e de
iliacOo.
aqu em quo ella consiste :
Jma aisninbla de delegados das diversas
olunhes t?ria lugar,
ecretsr-se-hia urna concardsta. I l.i li-
ja :
l. As partes dos Santos Lug l a um gozo en i, ni ti mi o simultaneo :
As despezas da conservado destas
l u ils sancua
pn'ti i'ius reservados a
incinarii orwulos reserva
cada umn nacta ; os quies deveriam
Sestiii ei27 de julho de 1852.
Presidencia do Exm. Sr. cnnselheiro
Pereira Doaite.
As 10 horas e 1/2 abrio-sn a sessln e o
os Exrni. Srs. cmselheiros Nahuco, Pinto, I
l'ecanha, Perdig3o.Malhoiro.il, Almeida, Si-
queira, Serqueira Lima, Veiga, Fianca, Pon-
ce de i.i'l'i, e Catiro .Mascarenhas, faltando
com caua o Bxnt*. Srs. conselheiros.Cam-
pos Verneck Birreto Podroso Mallos o
Carneiro.
Foi lida e approva la a acta da antece-
dente.
EXPEDIENTE.
O juiz de direilo Francisco de Paula Mon-
leiro de llanos espoiideu a reclamacSo de
antignilade de l'elro deSouza M rques.
O bscharel iaaquim Bernardos da Cunha,
juiz municipal e de orphios das leroins reu-
nidos de Saba' eSanta Luiia, provincia de
Minas Ge'aes, apresenlou sua carta de no-
iii acrin para ser registrado.
/Vxposire.
b'xposto o p'ocusso n. 1407, passou-se
aos
Jultjnmentot.
N. 4650.Relalor o EXtO. Sr, conselhei-
ro Pinlo, rccorrenles Julio Emilio l'ereira
CoimarSes e sua isulher, o recorrido o pro-
curador da cmara municipal da cidade da
Cachoeira, Manoel Esmeraldino do Patro-
cinio: fui negada a revista por caber na
aleada da reinen >.
H. 1104.Relator o Exm. Sr. conselhei-
ro Pinto, recorrente Jote Diaa de Almeida,
o recorrida a jostica : foi Coo'edida ate-
vista, e designada a relacilo de S l.uiz do
Maranhn para leviso e novo julgaun nln.
N. 4697llelalnr o Exm. Sr. caiis'ilhei-
ro Ponce de l.ela, recorrente J'ronymo Joa-
quim Fiuza de Ohvcira, e recor.-ida Joaqulm
Ferreira : foi negada a revista.
Foiam expedid'S quinze puiiaiis tosjui-
zes de direilo coni e copias das rerhma-
?Oos dos redamantes Mi noel Jos de Frntas
Travassos Filiio o Francisco Liurenco do
Freitas, ultimas qnoeslavam para las em-
i) ni i lo se tiravam Copias das mesmas para
serem onvidos osjuizei de direilo respec-
tivos.
Fechou-sc a scssJo depois de urna hora
da larde.
O marechal da campo romm*ndanla da;
armas, em vista da parta, que Di dala di
pidos candores anima los pelo tenante co-
ronel Schlikcvilek, sou digno chele, sus-
tentaran! um co abate desigual por os paco
de qnalio limas, o obrigaram o inimigo a
relirar-se, con urna perda de 95homens
moitos e feridos.
Perdemos em todos estes encontros 3 ho-
hontcm llio dirigi o Sr. neive-corotiel \m<\m morios 25 feridos, ilos quaes 3 s.lo
cummaodanledoqijirlobalalhiloduartilha-olll'iaea. A milicia de Bolokav denoda-
ria a p, declara ausenta de,de 27 do agosto "anienle couibuleu em nossas lleiras. lie
prxima lindo o S'. capitiT. do mesmo bita-1 ssim que o inimigo viu aniquilar-so um
HiSaCarlos da Mora'S Camisffo, p0" ter el-1o piojeclo que ten lia a sublevar o p.nz
cediloa ncenca de 3 mtim, 'iua fruir na Cl" niuitis di ec.O'S pela incursao simulta-
cOrlc, 0 n virtu le do avis i do ministerio di '" de bandos numerosos.
guerra da 17 da abril du enrente anno. co-
mo se fez publico em ordein do da Jaste
qunrlel general da 27 de maio, sob o nume-
ro 97.
Antonio Correa .Ser.-i.
Jornal des Debat )
A QliESTA l)S SA>TOS LUGARES
sem importancii religiosi aos ollios das ou-
trai communhdes :
4.a Os tancluarios mixtos, nos quacs lo las
scommuiihdjs pa.lerlam celebrar altarua-
damenle seui santos myslerios;
5 A desposa daconsrrvaclo deiles.
Urna c iMiini-s.lu permanente, da qual po-
deriam fazar pirle os cnsules das diverss
nacOes, seria nomaada para vigiar a eX'CU-
decisSo e de paz.
Esta solufo nSo nppnme a ningueen.
Ella aepella pira a iniciativa e cndale
das sociedades chrisiflcs.
Apa-ta, toda a i lea de interveni; lo gur-
reira.
OconhSoeoEvangelho nlo marchain jun-
to", como mu justamente faz observar o
Sr. abbade Michon, oqual tem residido na
Palestina o faz ver a impossibilidade de urna
ootra -nlocii : rounio das diversas sol-
as.
Se eu fosse, diz o Sr. abbade Michon,
do numero daquelles que tem a guarda du
Santo Sepulcro, alada mesmo qtiaudo nOo
reir da Silva, Monleiro de llarros, Paula llap-
llsla, Bidisario, Ftrnandcs da Silveira, Secco, e
Guinea Rlbelro.
Fallain com causa pailicipada os Srs. Pe-
drrira, Nuncs de Aguiar, Uliveira, Calvel,
Alves Rlbelro, Jos Manuel, S nilo, t Martins
Ferreira. i", sein ella os Srs. Sotiza* Francu,
Cont, Miranda, llaibusa, Rodrigues dos Santos
e Helio.
O Sr. I" Secretario d conta do seguiute cipe-
dieote i
Um ollicio do Sr. Io secretario do senado, par-
ticipando que constou ao senado que S. M. o
Imperador eonsentc no decreto litando a for$a
naval para o anno linanceiio de 1853 a 1851.
Fica a r mi H .i ni. n i.l i
Sao approvadjs varias redaeces.
lleejulgado objecto .de deliberacao e val a
imprimir para entrar na ordein dos irabalhos o
seguiute : **
,' A cmara dos Srs. deptitados -iliscutindo
lei do orfauento, lesolveu que diversos arli-
gos additivns que fnram pur essa ocessiauapre*
senta ioa, russem devolvidos s respectivas com*
iiilsses para seren por esta apresentados em
projeclos de le especiaes. A primeira cotu-
niisso do armamento obedecendo a este prc-
CCItd da iin-iii i cunara lem a honra de oflere-
cersua cuiisideraca innvertida cm projecto
de lei os arts. 4, 6e 7 dos addilivos, que apie-
seiitoa n i |i II i occisiao porque aua adopeo
he indispeusavel maicha da administradlo, e
trar grande eccoiiomin ao estado, cotuu pro-
var no acto da disuusso dcixando por brevi-
dade de o faxer aqui.
, Prescinde a coimnissao dosait. 2 c 3, por-
que enlende que nao eaifio no inesino caso da-
(|UcMes, coiiii|iiau|i> julgaase, e anda julgue
que seria util aua adopc -, e .lo segundo tam-
bem pur uo ter cabimento ueste lugar.
m A a senililea giral legislaliva esolve
. Art. I,a 11c o govcuio aulorisdao para ex-
tinguir as coniadonas de iiiarluha Os provin-
cias da Milita Peruambuco, c Para. U servico
a'cargo deslas repa tiedes ser desempenhaJo
pelas respectiva thesnurarias de fazeuda nos
termos do decreto de 22 de uovembro de \>>i e
ai empregadus deltas passaro a servir as
i inesnias thesouraiias, ou em outras nuiesiiuer,
podesso reservar mais quo o estrello espaco |n(|.neodenie do concuo, se livercm as p.e-
em que podesse cada niaubaa dobrar o joe- t-,as habiluaces.
Iho.prefcreria antes entrega-lo as ommu- Art. 2 Aa diligencias ordenadas pelo julso
nhoes dessidentei, do que v-lo dcbaixo da; dos IflitOl, que at aqu eram fritas por meio
escravidn musulinsna. I de praeaWrlas o scrod'ora em dame por mau-
0 ChnstSo deve, sem rivalidsde nem inve- dados dn nieaiuo juno em lodo o dislrlcto de
ja, des'jar o inaior numero da adorador-s1 ",ua Jiniadiccao, os uuaea deverio ser cumprl-
zelosos e pios em redor ..aquello .0 qual. I-1 t^ZZf'" VJ^VSJSff2
I-: chima o divino Mcstfc. (ir-ve |iurtanto ,
i< sn iivo lugar.
O Oos lugares slo pouMo4 pelos uucrer. ai.tcs ie linio qoo .lesapit^rtiQi ost.) /g^tpi^Jj^ nicamente as dlllgencUl H
MuSiUllDanot OS quacs eonco.eai a cu^la (Inslo estado de couias que, KPgutl 1< a ex-' para aJ quaes se cj.|hmIci.i |irccaluri.i< ckreutu- (unanles, adiauUJolhes um anuo na sua car-
dos, e 11 1 ni 1 11 mu ule -Ir novo inalf icnl ir.nn i\i
sr.in'iii r 1111-.1 id1 imii ii- do .niKi correte,
que he o que pretendlain adiintar.
Digo nHiuralnieiile, porque he essa a marcha,
regular que Ihei cumprfa seguir, nao tendu
cerea que posilUamenle assim todos huuves-
sem procedido, e ptle bem ser que i alguna
se tenhain mairlculado, que oulroa nao, c
mesmo que aigum deDnllivamenle ibandonas-
em a escola ; enifim, sendo Isto um negocio
de facto, nao pode ser conhecldo seno depois
de um exaine acurado.
Nenas circumslanciai a cointnissao de redac-
c.10 iratou de redlgir as resolu(dei lies qu>ies
orain approvadas pela cmara ; mai executan-
du esle trahalho, nn pode ella di-Mar de reco-
nhecer que a medida decretada esl de aua na-
lureza prrjudiacda. Pur um momento pareceu
commi&sao que, tegutndo-se o espirito da ca*
mar no deferiineuto da pretenco dos tu
dantos, podia-ae fazer a (ransco de um anno
para outro mas eslaida fui lugo abandonada,
porque ci > > -li.i isto na deliberacao da com-
nilssao, j porque seria mlktcr alterar o texto
votado e (approvado pela cmara, e japorque
f.luva-iios i. ti.iio cunhecimento di materia,
Dio sabendo so certo se tlafll alumnos que, por
v tiiji, 1, frfqueiitivaui como ouvintes em o
anno passado tercetro anuo, frequenleiu es-
te anuo o quarto. etc.
Km todo o caso bem se v que $6 a cmara
pode turnar una declsao a este respelto, e eu
at u.i'i sei como el'a o tomar, porque a ques-
i .1 i ie acha tiestas circuinsiancias : -- a cmara
apprnvou estas resoluedes no anuo crtente,
nao se eutrou na discu^so da materia, por la-
so que esta havia cado encerrada em o anuo
pausado, c pur isso no se p>uHeruu o inconve-
uientc que aguia se recouliece e que he ni que
cortamente prefudica a medida votuda. De
resto, coiiio Ihe cumpria a coinmlssao sr oceu-
puu de fazer simplesmente a redaccao das reso-
lucdes taes quaes foram vutadas, eeu>svou
mandar mesa, submetieudo estas lgeiran
consideraedes cmara, para que haja de deci-
dir com conbeciiueoto de causa.
I>-se nina dessas icdacces, e entra eiu di-
cussao.
0 6r. Presdeme s Ku ponho em dlscusso
esta redacciio esperando que, vista das consi-
deraces prodiiiidas pelo itobre relator da com-
miss<>, algmn Sr. doputad<> peca o adiameotu
da discussau, e poi este meio se possa solvet
a questao.
O Sr. Pauto Candido (I,* secretario): Sr.
presidente, o que acaba de ponderar o uobrr.
Iiid da coimnissao he exactissimo: aca-
mara, ("h i tutu, n:i > Iftli a faer seuo escolbci
entre os ilnut seguiutes expedientes: ou ella
quer faser mu favoi a lodos esses senhores es-
INTERIOR.
EDITtX. dedinheiro a ntrala ou o uto Iclles as di-f pressaodeChateaubiiand obii?aa comprar a
Di ordein do Sr. marechal de campo Ao- versas reliies chnslfles Os descipulns deUlslioinct o direilo de ado ar a'jesu* Chrislo
lODlo lurea Seara, commandanle das ar- Mahoniet Tumam e nem na igieja do Sinloj Emilelaij.
mas, em execucilo do artigo 3.* da lei de 26 Sepulc o. J (friese.)
de maio do 1835, sel' .z publico, que pela or- D numero dos clnist.1osda Jerusal m ho
lem do dia da nojo sob numero 129, fui de- avaliado em 3,390 i saber: 2,000 gregos, "^
clarado-senle por exce*so de liceoija o Sr. 900 calholicos, 350 armonios, 100 copulas.
eapilAo do quarto ba tal nfio de artilharia a 20synos, 20 Abjssiuius, quasi tolos s3o
p Carlos de Moraas CamisBo, e para que pos- in ligenas, com p.iqunua eicepcJo. Deve so I
aelln evitar a pena imposta no art. I. da juntar a esle numero cerca de 12,000 pero-
pilada Irl. h i pelo prsenle ch mado apre- giitinscada_aiino
sentar-so no preQxo prazo de dous mezes,' O guz-i da niaior parta dos Smlos Luga-
contados de 117 de agosto prozimo passato, ros lem si Jo usurpado pelos grogos sobre!
emque lio -lisouos tres mezes de licenca, oslalmos.
que fruir n i corte om viilude do aviso do A intcroncao d nossa diplonacia teiia
miuis'crio da guerra de 17 do ab il Jo cor- por lim lazar restituir a estes os lugares que
rcnio anuo. otr'ura ja oceupnram.
Quailel g'ii ral na cida l-< du IteciTo em 3 Bsle he o lado monos importantes da
de satembro de (852 francisco Camello queStO.
\'essoa de /.cerdj, capililos ciclarlo du elim-
inan lu das armas
EXTERIOR.
RIO 1>IS J1NK1UO.
CVMWU DOS SENHORES DEPUTADOS.
SESSAd KM 5 HE A'.OSTO DE 1851.
Presidencia do Sr. Itluriel Monleiro
SiMMuiii, Excediente. He>tarra6 sbreos esta-
i/.m/i'i de meil cina. Divisan de enttegios c/cilo-
lats.Discurto do Sr, Wamlcrlcy. ro/ie'io.
Vrtt'ilrqio sobre as carnes verdes.UiscstrKo d>
Sr. Ferieira de Aguiar.
A' 10 horas, feita a chamada estao presrntcs
i|UCe deseja .' d.'Sej.i-a qua us logaras os Srs. Jlaclel alonteiro. I'aula Candido, Baha,
Santos ll3o S'jaiu mais pro'anidos pelos | l'aea Harrcto, Aprigiu, Costa Pinto, Almeida Al-
fdusultlianos. buquerque, Caru.irn da Cimba, I). Jos, Re-
' Pule a franca proc.nler conlra estes ul- "me, Joaquim Villela, M.mi linio de Uiito,
linios poi meio da COseaO t Cun quo oi- Agj", Silva uimaine. PaulaTojfeca, Ijna-
.:. p ^ ci barbosa, Mrudes de Alineia, Pernitl, llarros
i ., i 1 t- i Vasconcellos, ftamalho, Savao Lobato, tilvtunio
i Os chnstaos das diversas communli l 1acha,,u> 1c'0 Kranw, Plrml. o, arnno de
deveriatnpms su enlen ler o aasoelar pura Campos, Luna c Silva. Sayao Lobato Jnior,
ii'il' r 'in ii ilinli n. o i r i In. Sanln. I,u- Henriqucs, ltocha, iVanderlry. Pcnna, Assis
ilm ba-idu no nen,50 de Sclnpsougs( po- gares que cin.plena propnodadn, quer ao ltocha, Nebias, Ferreira de Abreu, l'ereira
vo do f.auciso ) se reuma no principio des- menos por um lempo determinado. Jorge. Alliui|uerque e Mello, Dias de C.iivaliiu,
le miz do mam con inLnco.'S hoslis contra Sosas diplomacia poderia nju l-los para '-n.7 Machado. Lssbca, Hor-ei .armenio, for-
a linha do cosacos do n.ar Magro. O le- esle lim, por meio o urna inlorv ncilo olli- Mtf5,%; Kilaata con narecem os S,s TI.
Dente coronel lloussiruiralcancou o inim- ciosa e seo, nenliuna eventu.lid.de bellic. < -ftg SL ta^-
go dirigindo-ae ripidameole com urna co- Tal he o verd.deiro intoresso religioso o -UM nulo. Uoinlnauea da Silva, Vasconcellos,
., lumn. de 500 homens pura o bosque de o lado principal da qu stilo dos Santos l.u- |',S de Oliveira, ngel, llamos, Hispo do
tiOmiliando das armas. iSkhapsor. Atacados de improviso os scha- gaics. Para,Hachado.GesSiqueira, Mend..nfa. San-
(Juartel general mi cidade do Hecife 2 de te- psougs n;lo resiisliram o impelo dos bra- Satisfeila n"sla parle, lo.laria urna dilli- tos c Almeida, Pacheco, e A ngusin Chaves.
Ztembrode 1852. i vos cosacos, procuraiam a su Silvacao na culdade acessoria. Depois de abenaii sessao os Srs. Paula Sa-
oso. no oan. 128. 'fgida. Elles perderam 28 homens nmrt >s Qual hade *er a parle do ci la commu- los, vigarioSilva.Juhi.de Miranda. Feriiandes
O marechal de campo commandanle das ou feridos, dos quaes 7 licaram no campo, nho clinstS no pagamento c na proprle- ^'^^ "agj|1ic"ca'A'Io,"''Ueho7uar,eto
armas, chamando 8alIcn51lodosSrs.com- os cosacos apo eraram-se alcm disto de dada i1 Pedioso.' Vianna. Aaiubuja'. Augusto de Oll-
niandanles ile c.irpos em guarnilo nestn um rebanno de 600 Caro roi. NOS tiremos nanlo ao pagamento elle se Caria por ve|rai >abuco, Jos Paco, Cunha Pigueiredo,
provincia, para n dispo>to as ordens do dia ueste encontr um inferior e tres cosacos meio de es ola. Tola a eltrisUndide sem Klgnr'lia de Helio, Souza Ramos, Silveira da
desie qna'lel general de 6 de julho, 96 da leridns, 1 uisUnccflo Contiiouiria para isto A aequi- Multa, Viscondede Baependy, Pacca, Ar.inh.i,
oulubrn, e 10 de de/ombru de 1SS0, SJb os AS de maio uina partida da giiarniciio sicSo seria co nmum. O mesmo seria a res- Uandelra de Mello, Antonio Paco, liis c Silva,
nmeros 43. 109 e 18. e la 10 do Janeiro de 'do furia ,Ik Ahynak fui dirigida C mira a cu- peilo du prupriedade. _______ Araujo Lima, Aiiiaial.Feruaud
IiUSSIA.
Silo l'clersliourg 11; de julho.
Lo-se no Jornal do S l'ctersbourgo
rus c estas, bem como assenleu(as que se ex- relia escolstica, dispensando Ibes a matiicula
it ,lu. in dcqualquer proce*so a favor da la- paia l'aierein exaincs do auuo imincdlito, c
Moda, licain dispensadas do Irau.ito da ehau- uesic caso a rodacc.o deve seras.iiu-- liea ha-
--II 1111. bilitadu o aldante fulano de tal a Iwn elalac
An. 3 Os cuiprcgados niio especiaes do do annn seguiute, que se acha frequelitado, su
juio dos leilos percebeio t por cruio das di- provar essa fiequeucia -- ou eotj o segundo
vidas 1 ni- ancL-adateui d 1 memo modo que es- espediente, he a cmara adoptar a redacvao lal
t deleriniuado para os cinpicgadus espacia., qu.l se aeha e licar de nenlium cUeito o favor
do rtiiii juiio ; lando, alcui disto uuieaiueuie concedido. Lniiitlo-me a islo.
direilo as .aslga.tura., salaiios c bracagens, O Sr. Ola Ht Uarvdthol ~ Nia tomarei parle
11a forma do regul.iueulO, a niadluaque pr.tl- na discussiiodo projecto principal, levaulei-uic
111 in us acto, do seu ollicio a rcqueiniicnio da sopara pedir a X. Exe., Sr. presidente, e ine-
fazendi nacional. sa, que baja de tomar em considciacaocste iu-
. As mesmas vantagens sao concedidas aos cidrnlc para se providenciar no uosso i^iuieu-
ciiipregados dos juuj. mumeipaes dus termo, lo una lacuua. tu eslm persuadido de que um
'111 'iiic cuircrcm os procesaos eseeutivos da acto tiesta casa, una icsuliicao iniclad.ein una
l'aeeuda pau a eaecticau das seuteucas. j sessao, que nu lor volad, d.pvll de se eneer--
a Na dt.pjsiyio a purceiit.igem ser lim-^ rar a sua dlscussiio, uodeve ser mais consldc-
dos escuiavain.
A rafa dos usurpidores, contiouou Kidol*
I OLIIETIM.
0 CONDE DE CARAMILLO
(POR MOLE i. IM 11 HOM \11 .
SEGUiNDA PAUTE.
i.
O tenada.
Uepuis dcat^uns ImUDtSfl desilencio, e(|iiau
a parte e^tabeleciJo, o doge levautou -se, olhou
pa vese dirigido a ieos una ora(o iiieutal, c de-
clarou aberiu a m.
Oebjeciu da (eliberafao era de t;io alta im-
portancia que teria parecido natural ver cin-
penhar-se una luu ssi viva aubii* a queslau
rie saber queui teria a palavra em pri-neiro lu- -
gar; maa, longe dinso, cada senador olhava pa- com a outraa puiil< de urna copuda Florenca
rao seu v.xloho com ar de duvida, ou pareca taubem l'a sua allia-la; Horenca observava
absurver-seem i mesmo. O doge, admirado de escrupulusameotc tod>s as coudi^oes da allian-
lopouca solicitudc, c comprehendendo sem ca que jurara ; e todava o que acomeccu ? Um
duvida que o rado de patenlcar Imprudente- du sen provocicao.acm inoiivo, o duque Phi-
menle o fundo de seu pensameuto fechava a Hppe entra em tosli, ecom despreto de todoi
bocea 4 maior parte dos patricios, preparava- os tratados cstabelece alii una guarnirit) mil i-
ae para abrir o debate pesHoalmenle, quando neza..... Genova, soberba, o tedui, elle se
I. >n ii.o liitlul, uin dos dei d* consellio de apodera delta, obliga o d.ge a abdicar, subsu-
guerra da repblica florentina c seu euviado lue-o porum de eus lugiruiuntes, o conde
exiraordlnar.D, pedio a permissao de fallar. \ de larmagnolj, e dispde ta senhoria de Saraa-
Um tuovliiicnto universal de cuiiosidadc te- ina em favor do doge diealiido, sem dlgimr-se
ve lugar, pola Ridol.i era couhecido como mu 'ae^uer de advertir-nos disio, bem que Sarza-
honieui lito claro, c tao franco as negociaedes, ma depeudes^e da porc quanio prouiplo e audaciuio us combates. Ida debati de uossa pioiecfAo. Ao mesmo icm-
>inguem melhor do que elle poda encelar a po tropas invaden, toda a ItuuianU. nao obstau-
dis Senhore, disse elle, uo sou daquelles '. vir em nrnhuuia das quci<*s inlestinas que
que occullam seu pensameoto, e tirain seu* ir-1 podessem surgir nessa parte da Italia. As al-
guinrntos da mentira ou da dlillmltejo. Te- mas como as do duque, sciiliorcs, nao sabem
nho por habito apreentar-me a mcus amigos 1 parar CID meio oaiuiubo, etiu ambi^ao c esce
r a ineus InlmigHS com o rosto descoberlo. (lu-i com seus succestos. Ai. entao elle linha procu-
iroi lalvez tlvessem vlndo secretamente a Ve-Irado a fortuna ; depois he i fortuna quem val
neta para aqui mendigar um loccorro, para pmciira-lo.
aqu procurar u ajiuio de UU)a pvlioa tortuosa 'j Holaudu l'alaviciuc entrrga-lhe 8. Domingos
leo marque/. d'Kste, sua ba cidade de Parma.
( *} Vide Diario n, i5. j Pergamo e lirescla abrein-lbe as punas, a pro-
mmx

Vie
iv-
De-
e obscura, para pedir-vus, visto senles anula pria Suissa curva diante drlle sua fronte orgu- o incendio que c.Iao as vossas portas
alliados do duque de Milo, que vos dignis ao Ihosa, e lugo desde S. olhard att^ s fronlei- liberal.
menos permanecer neutros cm nossa qunilo ias dos estados do papa n.iu se ouve mais resoar '""'"."0 *. acolhcu o discurso de
com elle. .Nioheassiiuqueoeiiiendcua uobre seno um s nome, ...lo se v mais fluctuar sr- Lorenio lUdolli..... ae esse murmurio era de
repblica de Horenca; e a prava he que ella nao u.ua so baod. ira, a bandeira e o uome do a.tp.ovacao ou de censura,leru sidoassasdilli -
me escolli.u, soldado de palavra varonil e Irn duque Philipnc Ma.ia..... Senadores de Vene- cil determinar todava a duvida que subsista
c, para cipr-vos sua situaco, par* confiar- zi, admiro vo^sa calma c vossa seguranca..... sobre as inlencoea da asscmblea nao deva tar-
vosseus sustos, c dizer-vos o que espera de Que! quan-lo tu !o se desmorona em torno de dar em ser disipada, pols mullos senadores >e
vos. tvt, esperis evitar de ser sepultados debaixo levaotavam ja para lallar ; porcm o duge com
Loreiuo laucou sobre o auditorio um olhar dessas .inmensas ruinas? Kss<; liomcui be per- um gcsio convidou-os a seniarem-se, pois a pa-
claroeprolundo; todas as frontes cstavamlm- jurocomtod-s..... Sois to simples que creais lavra tinha sido daJaao signor .uiccio. emuaj-
moveis. Nem nina palavia, nem um gesto. To- que lenha reservado para vos smente o the- ador do duque I'iiltippe, o qual Ihe tinha ei-
aouro de urna lealdade i.n publicamciilc com- pressado o desejo de responder, pnmeiro que
promeltida!Se.[ue tendes em alguma parte todos, as belhcosas provjcaedes do enviado llo-
rn fundo, sem duvida, de ;im cofre bem fe- renllno.
fi. he um soitede lUgello de Neos sollo sobre citado de fero, alguma cousa emuu um perga- Ercelo levaulou-sc, po., por sua ve*. Sua
a trra para punir os.naos, ecouservar os bous! minlio em que se trata de par. de interesse tez eava anda umis paluda que de ordinario,
vigilantes. Hernia chaga que mala as nacoea commum, de tregoas, e quo em baixo desse e o hgeiro tremor que se teria podido observar
ueiiiasiadameiite corruptas, que nao pode.n cu-I P"B'"iho ha o i.omc (le l'hllippc Marial......as macans de suas faces, indicava a violencia
rar-sedella, mal que pode servir para fazer Por ventura lamben mo tiuhamos um dessei que devia ler-se uipo.lo para escuiar sllencio-
perga.ninhos contei.do como o vosso, o nome e o >*>. como o linha feto, os ataques lio viguro-a-
' Por ventura nao podcrlamos meiile moilvados de Lorenzo Hidulli contra seu
bem contemplado o agente iiscal.
Vil. 4." fteatn dirug4das as lela cm con-
trario.
a :\i, da cmara os depulados, 4 de agoto
de '852.--y. i*1. fafina.J. l, rVanderUj-.-.f.
y. Santos.
Htitacca so/'re csUulaulcs de medicina,
O Sr. aya Lobato ( pela nr.leiu ) __ A com-
Dnlaiio de re da tea a tem de apresentar a redie-
vao de outras resulufoes alm das que jj Toraiii
vota lai e appruvadas prla cmara, mas no po-
de oll'erece-ias sem u.ua espotlcao neccssaiia
par etclarecimeuto dcsia questao, e pira que
uao paise urna dlspoilclo que Iba parece tao
pouco digna d enmara, como uuiil para as
pessoas a quem se refere.
Estas resoluces sao as t|ue dizem respeito a
vanos alumnos da escola de medicina que o
auno passado pediram dispensa para iazerem
actos, lauto do anuo cm que se achavam ma-
triculado* como do auuo seguiute, que como
ouvinies frequeiitavain. Km o auno passaio,
poilauto, com mu.lo proveito para esses alum-
nos, a cmara poderia decidir que ihe fosse l'a-
cullado lazer esses actos; mas acontecen, Sr.
presdeme, que cala discussao licasie encerra-
da em o auuo passsdo sen <|uc fo>se volada, e
queso un anuo crrente a cmara approvasie
as respectivas resolucdes. Segue-sc que boje
permitle-se aos dtloi aluiunus o lazer aclos pa-
ra os quaes u.io he uecessaiia a licenca legislativo, por isso que ji elles lieram os ac-
tos dos anuos tm que se achavam matricula-
bnlliar a virtude de um puvo atMtl viguroso e
altivo para prefe. ir um* murte gloriosa a urna
Vida iniseravel, anastada debaiso do pr-so da
escravidao e da deshonra. Viscunti pertcnce a
essa raca impa.... Pcrdoai, seuhores; uina tre*
i*ua subsiste uila cutre vos e elle, bem ose,
mas fallo aqu em o imuic de minha patria, c
minhaa palivras s a inim cuinproiueltein. Vis-
i -n ii n-, pois, um desses honren* par* quem t
e lei >*<-') palavras va>ias de sentido, e que nao
gnam a paz, com um* mao Milla a^ucaud
sello de Viiconti. .
tamliem, pon su aoignalu a na man, lomar a "'bre sobersno. Lmhin a irona do olhar que
Dos p.,r tenemuoha d/sua perversidade e de, ava sobre o embaliador de elorenca provava
aua trabico?.....\u \ uem mesmo tivemos tem- | bastante que elle linha urna b.leira couhanca na
popara o laier, tanta fot a pressa com que fo- superiorldade dos argumentos que se propu-
mos obrigados a pfgar em armas:..... Agora,' nha fazer valer, e que conside.ava seu Irium-
senhores. olhai ejulai. Tendts a asslgnaiura '' pho como seguro. .
desse boinem, mas rsse homem esl a vossaa Senhores, lsse elle, com essa vox inelli-
porlas... Tendea a assignatura desse homem,' Huaquc parecalornar-se man doce aluda quan
mas esse homem, vosso adiado hoje, era, tai-Ido a colera vibrava no fundo de sua alma, se-
rei amanhaa, o tyranno de Veneza, o re de io-nhores.se a violencia da llngoagem, absirac-
da a Italia, o Imperador do occidente, bem vi-' cao feita de lodo sentido e de todo Julio, podes-
dea que nao se trat. mais de interpretar o le*-| creer nlgum poder sobre vossos espirltos,
los, de discutir o direitu das gentes, nem de es- u nao teria oulra cousa a farcr do que calar-
otar-vos em vaos escrpulos Quando o lucen-me e Jo'^PyO","^0 *."?"*', "
dio brilba, nao se trata com o fugo, procura-se
ap-iga-lo..... Quamlu a trrenle trasnorda mu-
gindo na planicie, t\ti se Ihe um dique de lu-
do ii ni- -i- mi ni ii i .... Assim temos prallca-
do. mas nossas furcas, e t ao nussa coragein, es-
to eiienoadas : nussu sangue o melhor tem si-
do d rramado. As planicies de Lamone, de lla-
pallo, de Fagginolaesto tinctas delle, as pa-
dras preciosas e as joias de rus-as mulheres
tem pago o equpamenio de nissos soldados,
talero, tiobrea, povo, todos lem levado ao co-
fre do estado o obol que devta serv, para
salvar a literdade t .... J essa guerra tem en-
golido dous inilliOes de llorius Ue ouro, pouco
no, art ni deaconselna-lo a que se preveuisse e
preparasse para o cmbale ; mas, gracas a Ocos,
isso ii-o he assim 1 A paiio tentou eiciurvoj
os lur.iini's, toca agora rato fazer-se ouv.r.
O slgoor Lorenzo fez grande bulha com a oc
cupacau da cidade e do territorio de Forli pe-
las tropas milanezas, e concebo que o brilnu
que dahi resullou para nossas armas teulia \v-
rido um pouco vivamente dentis a sua vista ;
mas uao serla de seu dever, pois pretenda fal-
lir em nome da verdade, dzer-vos quaes o
mulivos reaes dessa uceupacan
A signo.a
Lucreiia, viuva do senhor de Forli, governava
esse pequeo estado em o uome e COUM lutura
uais ou menos, u p.eco que se tirarla de Fio- de seu lillio Theobaldo. nieniuo de Uv,?e au-
renca se a wudcssem aos Judcos Acaso nao nos.... As meuorid idei sao ludes e de defliceis
tremel? Acaso nao vedes avincar sobre voso
inon que di'poin de Forli, (irnova e Cremona, quer
cado paiz de una guerra intestina, e de seus
propiios excessos.
Uina palavra, por obsequio, signor Erc-
elo, CKCIa.uou l.'jurenzo Kidulli levantaudi-se.
>e se lvesse lomado aos insurgeutes a moeda
de ouro com que sua revoltia lora asselanadi
e paga, cide que se lena achado uclla oulra
ellgie que a do d;itpie de Mtlao .'
Eu nao vus enicrromp, re^pondeu Eric-
cio depois de um curio silencio. Hogu-vos
pois siguor l.oiirenzo, que me deieis acabar.
Florenca se quena.....que ha de inaii natural '
Ella es id vencida e nao pode mais P'ir si t
sustentar una partida irrevugaveliiienle per-
did | ella quer allrahir a sua alliauca a po-
derosa afio que um niviterioso hyiniueo une
au mar, eque lem sjbidj luipor ao mundo in-
lelro, pela i '' de sua inirlligeucia e pela
hahilidade de sua poltica, o admirnveis pro-
ducios de seu comiuerciu c de sua Industria.
Veneza uao se deuara levar por essas prfidas
sedueces, ella coinprcbenderu c|ue nao tem
ueuhu.ii interesse em faier-se cunpeao de
urna causa que uao he a sua, e (ue serla luu-
i in i metler-sc cm questes das quaes 1140 se
retirarla senao prufuuda nenie eufraqucclda,
uiortalmenle fe.ida ulvez .... Longo de 111101,
senhorc, replieuu vivamente Ericciu obser-
vando que Iluda sido cxceisiro, louge de 1111111
desconticvt-r a lerrivel lurtuernta de vossas ar-
mase o pezo de vossa espada na balauca dos
destiuus da lialn.....o que hu 1 guerra injusta uao poue jamis ter Iclt-
zes coiisequcucias e que urna tao flagrante
violacu dos tralados que vos uuem a nos se-
ria de um eiemplo mu fatal e terrlvel...,
rada para se volar em outra sessao, sem ser de
novo s-ijeilu discusso, porque duconliaciu o
resultado ser este que est aconlecendo.
Eutendoquc este incidente tem mostrado a
urcessidade de se ollereeer urna emenda, pela
<|iial se declare que os aclos que mo forem con-
cluidos ou volados em urna se*so nao possam
ser postos voiaciio no auno seguinle sem que
ifl -ibra nova dltoiisilo acerca da sua materia, c
j 11. os projeclos liiici idos cm uina legislatura
se nao continen a discutir em oulra, quilquil*
que se|a o estado em que lque a discusso.
V. Iaudo ao objecto de que se (rata direi.que
os nubres deputados que enteiidcm convenien-
te a passagem da medida podem servir-seda
autorisacsio que Ibes da o regiment propuudn
que ha ua resolucao um absurdo; e cu enten-
do que na verdade he uin absurdo faicr-se
u.ua lei que tinha de ser apphcada ein o anuo
passado, c queja nao o pude ser no cor re ule
porque nao sao as mesmas 44 circomstauclas, e
entao a resolucao ter de eulrar em uina quar-
ta discussau, e ser volada. Nao me parece- rc-
gulli" que approvemus urna resolucao que nao
tem elleito algum, e que a uiai-dcmos para u
senado.
O Sr. I*rcideMe Tem a palavra o Sr. Pau-
la Fonsoci.
OS/. Piu/. Ponteen: lie para maudar a
mesa um requerimeiito de adiameuto.
E-se escudo apolado enlr cmdiscusio u
seguiute requerimeuto :
Kequciro que ii u adiada a materia, at
Evos, prlncepa l'iani. continuou o do-
ge, que pensis sobre este ponto ?
Pens, respoudeu Joiio Pisani, que una
guerra tranca c leal seria mais favoravcl a Ve-
neza do i|ue uina iregoa bypocrila, e por liso
mesmo chela de riscos c perigot; mas em prc-
seu^a das protestaedea t'>, positivas do siguor
Ericcio, seria mullo de luz em lora querer eu
qiM mcus eollegas do seuado participasseni de
rnjulia deacuulianca profuuda diicc mais, de
meo Invencivel horror do futuro. Temo ser
ou pouco escuuuo, ou mal comprehendido.....
por isso sento-me.
Vos desejais dar-nos vosso parecer, cou-
llnuou Francesco Foscarl, inlerrngondo os se-
nadores que tinhain pedido a palavra, esta-
mos promptos a ouvir-vos.
__ A pesar de miuh viva sympathia pela
repblica Florentina, disse Antonio Perusii,
Dio arelo que seja do iuteresse de Veneza com -
piu i.i'tter seu repouso por urna provocaban que
nada parece jusiillcar, pois o duque de Milu,
por um passo lo bomoio para si quaulo pi-
ta us, escolheu prechaineute o da em que
quereriam fazer-nos decretar a violado de um
faci de alliauca, para luforiiiar-uus de sua
vonlade firme e ioabalaval de observar poi
sua parte todas as coudires do mesmo. So-
bre o lerreuo da lealdade, senhores. Veuez*
nao pode.....nao deve ser vencida.
Mein como o siguor Antonio I'erusoi, di.
se Urbiuo de Tavora, eu lena desejado teste
inuudar repblica de Floieuca todo o embu-
smo e aduiiraco que ha no coracao de Vene-
za para com o povo que se levanta, cmbale c
morre por sua llberdade ; mas um tal acto de
O duque, meu soberauo, vos covia aqui por uossa parte estarla em couiradicco_ llagraulc
luiuha vo/. a renov-nio de suas piotestaccs com o slgnal de estima c de alleicao que de-
'mus honieuiao duque Visconli. pondo apre-
t a cabera do conde de Larmagnola, accu
deamizadee de paz. Querercis acaso res'pon-
der a es*as proleslafdes por um grilo de guer-
ra ? Isso nao pode ser.....Isso uao lera lugar.
Ericcio toruou a senur-sc. Dez seuadurc
se levantaram mesuro lempo, mas Franccs-
ce Fosean muderoucom um ge>to essas nobres
impacieucins, c dirigiudo-se a uui du> couse-
llieirus que se lentara a sua esquerda, disse-
Ibe;
Fallai Luigi Mariello
sado por seu suberano de te-lo trabido. Uc-
mais a preseuca miraculosa do siguor Ericcio
me empede de prouuuciar urna palavra que em
face das disposiedes pacilicas do duque de Nl-
lao, parecera um inslenle desalio..... Voto
pel maiiuieusoda pai.
E eu acoucelho-vos a guerra I disse una
vox sonora e vibrante que pareceu surgir das
Voto pelo respeito dos tratados, disse Jprofuudidadee da sala.
Rfarielio, e visto que o proprio Viscon resol- | Todos os cor-ce* eslreineceram, todos os
ve to.lasas duvidas que p'Ml.-r..m.us couceber jolhares se dirigiram pa o lado onde .-.. .
sobre suas disposicoes para com usco; visto jvui rebeutava.....
elle protesta altamente o seu desejo dej
pai eoin VtnttMi relo que % ConniHtr-ie-fta, /
mais prudente he olngir-nos ao contracto que j
cracodoparlido Gibdiuo...'.. o povo evau- nos liga, e guardar 110 que diz respeito a Mi-
lou-se, aproprla Lucrezla foi presa, e se o du- lao e Florenca, a ucutralidade a mais estrena
nos .... As meuoridid
prova., bem o sabis, nobres senadores. Ct-jque
Ibaima des Urdclalli, cuiihaJa de Lucifih permaueccr en
apruveiiou a occaaiau psra soprar a revoltA'
rleiite hoje ter Florenca, eque depnis de l*lo-
reocaquerar lerVeues? Javu-io disse, se-
nhores, e direi oulra vez, be a innundacao, be que inierveio, foi para preservar esse desgra- ; e a msis absoluta.
J ILE6VEL ]


1
'Z&&
~-
que as representafOts e dooumentoa que as par-
tea mil i estadal bouverem de dirigir ao corpo
legislativo, inoslfeiii qual a dfliberocao irais
juila que se poder lomar. S. B. Bal
Fonseca."
OSr. WandnUy: lato lie utn cato novo
As resoluces esta voladas, j nao pudeuios
tornralrai. (A/ii>uoV)j.) A que veria, pola, es-
perar-te pelat.rcpretenlacoea dot ntereaiadot
como quer o requerimeuto. A notta delircra-
c.io nao poda mudar, quaetquer que fossein as
raides em que se fundastem estet pelicionarios.
O nosso regiment, Sr. presidente, he claro
sobres marcha que te deve seguir cm nego-
cios da ii.unir/1 desle. Se a lei conten al'tur
dos, deve-sc abrir urna discusso subreeste pon
lo, e a cmara di'cidindo que lem absurdo t
manda resolver pela manclra porque fr deli-
berado ; mas se a lei nao conten absurdo, e s-
menle he intil, deixcmot que o leado a rejei
te. [poiaJoi.)
OSr. Moran Sarniento abunda as inesinai
raidrtaprcseutadas pelo Sr. Wandcrlry, c para
i.ii ila ir a dellberaco que julga que a cmara
deve tomar, uli'erece o segulute requerimcnlo:
- Digo que lia absurdo M redaeco que est
em diacuisio, c requeiro que ae proceda na
turma do artigo 137 do regiment. --S, R.
Dr. Momei Sarmenio.-
Depolt de breves obtervacei dot senhores
Paula Fonseca, Taquea c brrelo Pedroso, jul-
ga-tc discutido o requeriinento de adiamenlo;
c he rejeitado. Continua portante a discusso
da redaeco.
OSr. Moraex Sarment : Declaro que a re-
daeco cooliu absurdo, requeiro a V. tic. que
abia a discussSo a este respeilo.
Entra em dlacusso este requerimiento do Sr.
Moraes Sarment.
Os Sr. Cmi anchado t Rtsendt faiem bre-
ves observaedet tobre a materia em dltouiso.
OSr. Presidente: Os tenhoret que enlen-
dem que a redaeco envolve incoherencia ma-
iifetlaqiieiram levailar-se (depois davolacao).
A redaeco envolve absurdo segundo a volacao
di cmara; mas o regiment lie omino, nao
,-t.iheli ii o moilo de desfaier este absurdo.
OSr. Pena (pela ordem): -- Nao me pareca
que bouvesse absurdo alguin na redaeco pro-
piamente dita; mas leudo a cmara rtsolvido
o contrario, oque resta he que olgum diquel-
les senhorrs qie enteodern que cun elleito ex-
iste absurdo, utterrra urna emenda modifican-
do o vencido, alini de que se reiuova o emba a-
co nos termot do regiment, lio isto o que por
mili i n vcies te lem platicado. Se uj papis tul-
larem novainentc cominisso de redaeco
sein que a cainam tenha deliberado ciu qual-
quer temido, de ccrlo que nao podera a mes-
illa commisso apresenlar Irahalho diverso da-
quelleque actualmente se discute.
OSr. Da de Cariallio (pela ordem) dii que
rni falta de disposico eiprcssa do rrgiinenlo,
e alleudeudo aos precedentes da casi, requer
que o projecto tej iiijeuo a una quarta dlt-
dlscusso.
A ciinaia decide afiinnalivameiiie,
IV1SAO' DE ULLEUIOS KLblTORAES.
' -iinn mi .i a discusso do projeclo sobre a .ii-
vito dot collegios eleiloraes.
OSr. ilcmles de Alnuidti (pela ordem) pede e
obtein licenca para reinar uina e i coda que
ubslilu pela seguinte:
DIVISAD' de UJI.LKGIOS ELF.IfOII \KS.
Contiuua a terceira discusso do projecto n.
?1 acerca dedivlso de collegios clclioraes._
He apolada, e entra tainbcm em discusso, a
emenda do Sr. tiendes de Almelda.
Kicaiu reslabelecidos, na provincia do Ma-
ranhuo, os collegios eleiloraes anteriores exe-
00(10 da lei n. 387 de 19 de agosto de 1846, eom
as segulntcs .1'.. i.....:
Oj eleitores da fregueila de Nossa Seulio-
ra do notario, San .Miguel ila Lapa e Pas, Nos-
sa Senhora da Gonceico do Ical c San Jos do
Peri, votaro no collegio do Rosario; os de
.\ossa Senhora de Naiareth do Hiacho, no col-
legiodi* iiiesmo nome, que licam criados.
Ot eleilores da frrguciia de San Keruardo,
no collegio do Bjo. S. K. leudes le Al
ntida.t
A requeriinento do inesmo Sr. tiendes de Al-
melda, a cmara approva a retirada de nina oii-
ira i n.i ii'l.i que elle havia ollerecido em scsso
anterior.
O Sr. Wanderle) : -- Quando entrei honlem
no salan i. o discurso de un illustvc depuudo
pela niliiha provincia ia em lucio, B0 pude
por isso ouvii a que proposito irouxe o lllostre
depulado o mcu nome discusso, tratando da
i:reac5a doculle^ij da IVcguetia de Maraca/.;
inforiiiaram-mr, porein, alguns dos inrus hon-
rado collegas que o illuslre depulado pela ml-
iha provincia dissera que apresentra a emen-
da relativa creaco desse collegio, porque
Mippuuha ler havido esi|ui'ciinenio da niiiilii
paite, visto que Ihc liaviaiu escriplo que eu me
comprometiera a pugnar prraute o corpo le-
gislativo pela creaco desse collegio.
Agradeco ao illuslre depulado a intcnco com
que quii reparar o mcu p. declaro.lhe que nao me record de haver pro-
mcitldo a pessoa alguuia, vocalmente >u por
escriplo, Inieressar-ine por essa creaco. fro
itnlio inesmo relacocs na fregueila de Maraes/.,
I nao ter com o Sr. inajor lloiclho, a quem o
Ilustre depulado lainbcui conliecc ; e estando
comesse senhor ltimamente na capital .la Ba>
lili, iiem me fallou em tcinelhantc cousa, se-
gundo mioha lembranca, nem dellc (cubo re-
ccbldo carta detdcquc me acho nesla corte.....
OSr. Barboza de Almeiia : Eu refcri-nic a
uina carta que recebi.
O Sr. Wanderley : Sim ; como quer que
>-eja, seobores, aiuda inesmo que algnein se
demliao, do honrado g.-Dr. Alvaro Tiberio
de Moiicorvo t.inia, que hoje pretlde a pro-
vincia da Baha, que com grande sacrificio eu
(trilita ido para o Hlo de S. Francltco para por
termo at desorden! que alllappareceram te-
ir dual fainillit. c onde einmcdlalarnenU un
portador levou Ihe a inllmaeio detua remoeo
mandando-te um outro Juli s carielrat, como
que em parada a tomar coma do lugar, con-
tinuando drpoii dat desorden que ensanguen-
tarain aquellos terldet, voltando para ili para
inais nao toroar o dita juli apenas flindou-te
a ili-i, i".' Que motivo de utllldade publica, a
nao ser inlcrvlr nat eleicoes, houve para pra-
licarem-tetet actos!
Aluda malt, como explica o illuslre deputa-
do ter em vesperat das mesmas eleiedes mar-
chado um agente com cartas dos influentes, e
at dizem (nao quero aflirmar, posto que sal-
ha alguma cousa a esle respeito J do governo
da provincia, percorrendo minios collegios do
serto, c como cliegatse ao de Chiquechlque
no dia das eleicoes e visse que o collegio su
tlnha 3(1 cleitores, diste: Nada, elevemos o
numero, recolbainot os diplomas, emitamos
oulros, Tacamos aqui um collegio de 120 elei-
loret. E com elleito lito tuccedeu; etset vo-
tos foram contados como'legaes, serviram para
que nesla cmara toinasseui assento algun's
illuslre depuladot.' Iilo nao ter acto de vi-
olencia, mal he um acto humoral. (Apoiadot.)
Como explicar tambem at demistdes que se
deram imuiediatamente a empregadot de po-
lica, que lendo sido mandados chamar a pa-
lacio, por nao queiem atsenlir a certas com-
binacdei foram iucootineute deiniltidot .'
Citare! os nomes dos seuhores lenles coro-
neis .Marcelino Jos na Cunha e Uanofl Caeta-
no de Ullveira Passos ; tendo felizmente o go-
pattado pela vergooha de ver que sahio eleltur
o pioprlo que noiiicou para subsliiuir o prl-
meiro, e de nao excluir o segundo.
O Sr. Barbosa di Almciih Isto prova con-
tra o fado.
O Sr. ti'uiidrr/M Nao, prora a infelicida-
de....
O Sr. Barbosa de Almrlda Nao foi para este
liin.
O Sr. H'' nao pode seivlr de basca semelliante aclos.
Como explica o (asedie da villa da Purlca-
co c combates em que houveram morios e
flidos ? Nao sel como se possa louvar a pure-
za de tal elcico. Actualmente nao tiouve a
menor offensa pbysica, nao aponlam acto al-
gum de violencia, de compressao ele,
O Sr. Ilnrioia At Almelda Mullos tenho
apooiado,
Sr. Wanieriei O Illuslre depulado (em
apuntado mas felismente tein alJo refutado, e
creio que a consciencia publica est esclareci-
da solhcieulemeiile, (apoiados .) Se o illuslre
senador o >r, Carneiro l.eo, cujas palavras o
Sr. depulado cilou, tiveise de explicar-se ho-
je sobre o mudo por que foram feitat a elel-
cdei ero miulia pnovineia, etou que o falla
da mesma forma, e talvez com inais raiio
por que explicuu-ae einlS46; o teu teslemu-
nho uos seria favoravel. Nao se pode duvldar de
que a provincia da baha procedeu cnlain, co-
mo agora en plena iiberdade |(apoiados) eco-
Ih.'iido para lem repieacnlantes aquellet que
in iis Ihc agradavam.
U Sr. Porbosa de Klmeida Nao apoiado,
U Sr. Wanderlei tlail de dout terco dol
que foram reeleitos perlenccram depulacao
que havia ido ditolvida antecedentemente.
o haver accordo de pessoas que tein inenuo
pensamculo politico para facer tiiurnphar tuas
optoie nao indica violencia, eompressao, ou
qualquer acto que menos honesto teja.
Sr. presidente, muilat vezes temo-nos con-
servado cilencioso, nao acontece Isto lomea
cusa-' te com a depulacao da Baha, mas com todas
as dcputaees ( mullos apoiados). contra os ata-
2
regule o illuslre depulado pela povoacao em
que cslt. neniada a fregueila, porque pope aer
iiislgnll.cante, e entretanlo cunler a fregueila
unta pnpulacao creacida, como com eITcllo iuc-
cede com a Tapera. Na ivunlao do colleRo
rlftioral da Caehocira a fregueifa da Tapera
aprsenla por seus eleilores lavradores abasta-
dos, lodos moradorea na fregueila, Uajadoi cotu
decencia-..
Um Sr. Depulado d un aparie que nao ou-
vimos.
O Sr. WaudtrUf i .... lodos perlncenles a
u i /i i, quando outrasfregueiias lia na Gachoel-
qne nao lem nem a pessoas necessarlat para
icrvlrem o bonroso cargo de clellor, e entre-
tanto do mu numero Igual ao que d a Tapera.
Vlo-tc al cm certa occasi.'to distrahir-se do
collegio um elcflor de urna desaas freguezla em
que o filustre depulado nao Talla, para Ir con-
duzfr urna caria a 8 leguas de illslaucla, pagan-
do-se-lhe o estipendio He I 280! Porianlo esse
abuso que se uou no numero de eleilores, abu-
so que alias he geral nas dcmals freguexfas da
Cachoeira, e da provincia, nao deve servir de
argumento para privar os eleilores da Tapera,
Ja cuinmodidade de possuircm um collegio
nessa vida.
Por occasho dcsta discussa, cnlendcii o il-
luslre depulado dever fazrrum rclrospecto so-
bre as cleicps que de 1844 em diante tcm ha-
vido na minha provincia...
O Sr. Uarbom He Mmeiiia : -- Nao, senhor,
nao f rclrospecto ; respond a um Sr. depu-
lado.
O Sr Wanderley : -- Senhores, eu nao sel que
ulilidade resulta das continuadas rccrimina>;es
sobre oljectoj passados, que j eslo julgados
ou deven estar jugados pelo senso publico, a
nao sci aperda de lempo; parece que vivemos
empregados smenle noexaincdas elecOet pas-
sadas, c na eipcrauca das eleicoes futuras ; nao
ha urna s qucst.io, por mais debatida que (c-
nha sido, que nao torne a ser iraiida a terTeiro.
1 .un.mi. i insistencia nao pude nascer de espiri-
to de tectida'), e stm do desejo de inverter e es-
curecer os factos.
L'tn Sr. Depulado; -- Se o mal suhsisie, como
nao fallar uetlfl.'
OSr. Wanderley : Na oplnlao do illuslre de-
putado o mal subsiste, e por isso rppelem-se
eslis e outras iecriiuiiiac()es; explicando os
tactos, mnsiramlo-os pela sua verdidelia face,
c'inhecrr-se-lia que o mal niio existe, ou eils-
te em mu ui menor escala do que se augura ao
illuslre depulado.
Anda nc^tc poni julgou o Si. depuiada a
quem respondo deve invocar o mcu tesleinc-
utiu, inlerpcllanJo-ine illreclimenln p*ra que
cu deelarasse se nas eleifOes de 184, tinhatn ap-
parecido perseguicoes, viulrncias, ou actos me-
nos dignos por parle da administraco, por-
quanlo, lendo-mc reunido e deliberado com o
illuslre di'pulado e oulros bolne materias elei-
loraes, achava-ine hahilitedo para laforinar de
iuas inleuces e aclos. Convm prlmelro ex-
plicar essa t.ii.ii.iNiiii.ii para que a cmara
nlosejaIndutlda em erro, acreditando que eu
estire nessas eleicoes de aecrdo com o nobre
depulado.
0 ^r. Barbota de Klmeida : -- Com o governo.
Sr. Wandirtcij : Nao me alalhc o illuslre
depulado, poique oSo lenho que negar ne-
nhuin acto da minha vida. He sabido (pie pres-
te! o meu apuio ao ministerio de 2 de feverelro
de 18*4, quando se elle organisou ; os meus
l.scursos ah correm, os mcus volos foram p-
blicos. Uulro qualquer depulado que nao cos-
lume lomar parle nas dscussdes podci negar
um vol symltolico que der ; eu nao posso, nem
se podesse, negarla, quanto mais estando es-
cripias as miulias opuiides....,
O Sr. fat/jota de Mmeida Nao Ihe fu ac-
cusaeo dlsso.
O Sr, Waniertey Nao lomo como
fao, quero s dar urna expllcacao.
Apoci, como dizia, o ministerio de ? de fe ve-' ques dos illuslres depulados. Persuadein-se
reiro ; paili daqui pira a Baha, c com elleito elles que o fazemos pela consciencia da nossa
livo por vezes de reunir-mc com o illuslre de- cjindemnaco ; enganu-se perfeilamente,
putado c com outros. Nao posso nem devo de- (muito$apoiadot) O seulimenlo de compaixo
Olarar o que confidencialmente passou-se cm direi iiiesmo de desprezo (muiws apoiadot), por
tais remudes mas oi|iiehc publico he que, essas accusacocs desliluidas de ruudaiiicnto
partiiido cu paia mlnba comarca UO dias de- explica melhor a nossa condula. O accordo
pois de minha chcgsda Itahia, circumslancins ou harmouia da cmara com o mioistei io nao
oecorreram pelas quaes ru c o mcu diguo c indica jamis falta de diguidade de um ou de
sempre chorado amigo oSr.Dr. Jo* Alves da' oulro poder ; ao contrario, esse accordo he
Ciui liios f apoiadot) no> separamos dos illus- ci.nilicao indispeusavel marchados negocl-
ires dt-putadus, elevamos a nossa lealdadc a os no rgimen representativo,
poni de o declararmolcom malla anteceden- Kngana-s o illuslre depulado quando pensa
ci-i. ( Apuiados. ) que a consciencia de nossa huiuilliaco he (,uc
O Sr. embotad* Kim/ida : N5o a mim. '"i co,n 1uc no calcmo na "'ussu de cer-
OSr. n'anlerUy; Paiticipci-o para que l- l inalerias; cono podemos ler essa consci-
zesse chegar^cuihecimento do presdeme, ao c"cia< eomo podemos nos temer, secundo as
.mSo seci eiario .1, governo, e meu lllustro ami- capressfles do illuslre depulado, as trevas que
go, oSr.Couto, que,se esliveise presente,con- uos esperam, ae leinos loda a conviccao de
Urinaria as iniuhas palavras parlicipei-o ao luc a poslerid.de fara juslica a legislatura
ministerio na mesma occasfao; c como vesse uc |Sj0- (MHttot t""*') Para o, no-
recebido desse miuislerio urna prova de conli- r- nao surgcui as sombras, para no. surge a
anca, pelo que Ihc fui gralo c sempre ih'o se- cla.idade de luluro. (apoutdos.) Quando julga-
rei, declare, que se por venlura eu era um obs- ren-se os faclos^ 4fM*^^* "*f.R**'0^*^*'
taculo as mi is vistas no lugar que me tinha
PEWMAMBUCO
JUHY REC1FE.
8E8SA0 KM I. !>R SETEMBRO BE 852.
Presidencia do Sr. Dr. Rodrigue Selle.
Promotor publico, o Sr. Dr. Abiliu Jos Ta-
vare.
EscrivSo do jury, o Sr. Joaquim Francisco
Esteve?.
A'.s 11 horas foilt a chamada, veriflea-se
estarem presentes 30 sonhorej juizes d
fado.
Apregoados os reos e testemnnhas.
Jui'x : Lemhra su sonde eslava no dia
18 de malo do crtente anno?
Reo : Sim Senhor.
/ui! : Sabe se nesse lugar, se i/.nim
. una ferimentos em Francisco Coras? Sabe
' soxsle bomom levon urna Tacada '!
Reo : Eu nSo s"i so ella levou facada, o
que sei he que eu levei tres Tacadas.
Jtii's : Vmc, Toi Te ido? conle l como
isso soccedeu ?
Reo : Eu eslava hiendo quarto a mou
palro, quo se arhsva muito duenl, esse
Coras, tamboni ull se lOhtva, pur sinizade
que linlia com o pstrSo, assim como urna
odios, Uos inlcrcsses mrsquinlius dos rinr
dos enlao vrr-se-ha que da legislatura de
rS.'.i) r il< adtntiiislrscaj que li. ,.r .. ... com
toda a lealdade, s restam mullos tiens, mul-
ls medulas proficuas ao pala, (muilos e repel-
di-s apoiados.)
OSr. Sprioio E muita gloria.
'm Sr. Depulado da Opposicao' Isto he de-
conferido, eu Ihc pariiclpai-a eiti lempo, para
iue me retirastedall. A minha cikij com os
(Ilustres dcpclidos e presidente da provincia
cscrevi inesmo ao houradu depuudo com <|ueiu
cnlreliiilia relavos de ainliatfe e se u;lo rrce-
beu niinlia carta,segundo collijo do ijue lia
poucodlsse, sem diivnla reecbeu a noticia do
uecorriilo. porque, sendo n* amigos e estaudo clamac.io.
aut s de co. foriiiiilaiic no collegio em que al- O Sr. Wanderlei Nao sao declamarles va-
alstio e influio, nao Uve um s voto... gas, como essas que os illuslres deputados,
O Sr. Ilni'taiii de Mmeid: Nao recebi p^r- conliados em nossa paciencia, nos vem todos
llcipaco alguma. os dias como que por despedida, lancar-nos
OSi. llWrriVy : Ailmillo. .a, nilo sendo em roslo. ,...,, .
eurespousavel, i.empodendo ser, por qualquer OSr. Mello t raneo Entaoj sabe que nos
acto que se pralicasse nas rlrioSrt de I8H, te- ni'Q voliauos.
ho'tivcssedirigido a mlm, para que cu empre-1 "?,& ic cVnpeTame'nte cs llslreV'ip- O Sr:"Wandtrlri Niuiguein tabe quem vel
gane os meus Traeos cstorcos em favor da crea-, lados, como o mcu letteiaunho servir de de- lar. Nao sao essas dcclainaces que hao de
Viio desse collegio, negar-me-bia a salisfaie-lo,'rCMi lirinar o juiau da poslerulade sobre aclos da
porquaulo nao querella l'azcr urna escepjao
aquella publicldadc necessaria garanta da
Iiberdade e verdade do vol. A distancia dessa
fregueila e sede do collegio elelloral he com
ellello graudc, conforme notou n honrado de-
pulado i mas neale metmo cato eslao oulras
iregueilas, accrescendoa favordaquclla ainaior
11 ili l.ulc de coinmuiiicaces com as es Iradas
que ullimaueule tem sido abeitas, c as rea
;es frequeules que mantm neis* habitantes
com a chapad, oude se reuuc o collegio, de
norte que os eleilores quasl sempre lem de tra-
tar de seus iuiercsses particulares cm pocas
das reunides do collegio. I'or estas raies n.;io
voto pela nova creaco que o illuslre depulado
propde.
Por mullo niaior fundamento nego-uie a vo-
tar pela creaco do collegio de Saubara. A fic-
gucila de .->.nili u dista da cidade de Sanio
Amaro, a cojo muuicipio perleuce, dras legoas;
as estreas da fregueila, ou os seui pontos mals
longiuquos, nao diilam mais de qualro legoas
de Sanio Amaro. Quando hoje volain n., mes-
mu collegio eleilores de freguenas r|iie dislam
8,10 e li legoat, como a fregueila de om .lar-
dl'ii, que i.ii ni h iv. ii i para se crear um colle-
gio em tao pequea ditlancia de Sanio Amaro
vi i pode li.iv.--l i de ulilidade publica nesta
creaco.
O A'r. Oaptisla de Klmeida d um aparte que
nao ouvimos.
O Sr. Wanderley :Eolio a questo nao he da
Ln-.ic.io d.i collegio ; a questo he se deve essa
fregueila coDtinuai a perlcucer ao collegio de
Maragogipe a que perleuce actualmente, ou au
collegio de Sanio Amaro. Ora, esta fregueila
sempre perlenceu ao collegio de Santo Amaro,
he inesmo mais perto para all do que para Ma-
ragogipe para S.nln Amaro vai-se da fregue-
sa de Saubar em urna ou duat horat, e para
Maragogipe em qualro ou seis. Mas eu nao laco
queno desle ponto, nao teobo oulro motivo
seno a melhor coinmodidade dos eleilores ; se
o nobre depulado quier que continu a fre-
gueila unida ao collegio de Maragogipe, te pro-
juuer emenda nesse sentido, nao lerel durida
de volar por ella.
Inslulo anda o honrado depulado tobre a
creaeo do collegio da villa de '1 apera culen-
deo que a creaco desse collegio nao era con-
veniente i dlsse que uavla eiageracSo no nu-
mero de eleilores que dava essa fregueila, e
que esse abuso nao devla servir de argumento
para a creaco de um collegio. Nao serel eu
quencgne ao Illuslre depulado que ba abuso
oueiageracao no numero de eleilores que di
essa fregueila ; mas queria da imparcialidad,-
do illuslre depulado que tambem concordaste
comigo emque ette abuso be muilo menor em
outrat fregueiiat perlencenles ao mesmo col-
legio da Cachoeira.
A fregueila da Tapera, em relaeio a oulras
do municipio da Cachoeira, be grande ; nao se
ascompliuedcscinqueesr modo art. 201 do cdigo criminal. O esen-
lado doSul lodos vos vlsijvJo rometla ao juiz municipal a respectiva
que a vo uo illuslre depu-
lado ....
O Sr. Barbosa de Xlmeida : E o resultado da r rnlinrr-. nole at dlficuldadct com que o pan
eleico ? luiava locarei rpidamente ncslc poiilo para
O Sr. Wandetlty : Nao he porque teuha sa- que essei servi"S liquen^ regislados ao^menos
hido i i horneas de uina s opini^o que se pode cm resumej, nolal as ~
concluir i..e houve violencia, ou que houvc lava o imperio pelo 1
cumpressu no animo da populaco I apoiados); tes como apropria monarchi era anieac ada i nota, alim de dar comprimenlo a esta, o _
os melos einpregaduspara consecue^o dcste liin como um planta cxot'ea na America; hoje; nao |guem-se as cusas pelo ro, e pela munici-
heqoe podeni ser criminosos. Se nos somos ar- s ella se ada mais segura e radicada, nao a ('paliilailP, visto ser miseravel o mosmo reo.
giiidos re termos commettldo'rlolenola, por- ella nao he insultada c atacada como oera pe- l ^ s^n,|0 3 horas e I quarto levantou-se ( tido com surpre.sa ?
queda iiussa opiniSo sahio uinailcptiiaco com- los nnssos vulnhos, como al sua sombra | ',' a |xislen] CrCiimsIanciiS altendenlflS
pacta, que raides dais para lerdos organisado vem elles buscar abrigo conlra as tempesta- prewsv. _^^_____
lainhein uina lisia de II homens, e sujeilando-a des polticas l muilos apoiados. cpjjij^o' nessa occasinao corpo eleitoral .' ; ^u^faturo.que se abre para a nosta rl-1 {;retiieac'indo Sr. Dr. Rodrigues Stttt.
VmSr. Depulado- O que tem Isto? ,, ihicra commeicial nesses caudalosos ros que v'",.,.nlw ahili,, ln Vivires
USr..lfa,,lrlei- Serv para mostrar que a ca.ao hoje patentes avegato, observa! que Prototur puOl.CO O Dr. Ahlllo Jos lavares
o apoio, comas ni 1 .sivi
ses comigo, c a iir.nl l -iiu.i m3o do uina h-
ca, n com ella mo deu Iras Tcalas, uina no
peito diretlo, outra na costolls, oulra no
peito usquerdo, que mo n.ui chegou porque
metti o braro luiente < nelle recebi a Ta-
cada.
Jim : E ello nilo Toi Teri.lo ?
Reo : 1NS0 sei dizom que sim.
Jiii; : quem o To-io?
Reo:Viosei; eu eslava trsballiamlo,
para Ihe tirar a Tac, tinha ate a mSo dedo
segura qtiaiilo chegirain as trstemunliis,
talvez que nossa luti elle licasse Terido en-
lao.
Mi : E Toi preso logo nessa occa-
S0O.
Rea : Sim senhor, ouvi irer, quo ella' Calera ingleza -- Linda mercadoriss.'
O Sr.iui* Presidente declare quo va i pro- prcta que era mulher delle, e lambem dous
ceder-se ao sorleio do conselho, que lem le caixeiros mais : aeonleceu queimar-se a ga-
jrilgar ao roo Aloxanlre Jos Antonio, accu-"! linhj, e por ssoello Covas mi insuliou mui-
ssdo polo crima de oTTesnes physicas. per-1 tu quando cu nem sabia que havia galioha
pelralas na pessoa do pardo Joaquim, os-' no Tugo, o porquo eu Ihedilia isso, cresccu
cravodul). Maria Francisco DurSos o Silva. \ para cima de mim para dar-me, o quo n3o
Sorteado o conselho, sao designados para i Tez, porque acudir im os caixeiros, eu venho
compor o conselho os Srs. : Jos Brasilinol Pra baixo, o Tocho a porls, porque j me
da Silva, Felippe Duarle l'ereira, Francisco receiava delle, mas indo depois ao solio
Martins Rapozo, Gustavo Jos do Reg, Ma-) buscar oulra galinha pura tnatir, ella se en-
noel Joiquim l'aes llarreto, Jos Guedes Sal- conlra comigo, Irava-so de novo do ra-
gu.'iro, Francisco de Lomos Dua to, Jos Je
ronymo Corroa, JoSo Francisco Regis dos
Anjos, Florencio DomingU"S da Silva, kla-
noel llenriques Csrdtm, JoSo IVepomuceno
Uarrozo.
Lirias as pecas do prnrosso, dellas consta,
que o aecusado Hiera no dia 2 de Tevereiro
do corronle anno, uns Terimeutos laves, na
pessoa do pardo Joaquim, escravo de D Ma-
ria Francisca DurSese Silva, os quaes, Toram
feitos com instrumento ro'tante; havendo
necessidade do 8 a 15 dias para curativo, e
avallado o damno causado en 30,000 rs.
! ro (> no processo 5 teslemunliss, que na
da vlram, nem ouviram e da conlestacBo
do reo a algumas das ditas teslomunhas, se
deduz que elle conTessara ler commellido o
delicio, mas depois d*> ter levado do oflendi-
1I0 urna boTetada.
DepOe como infrmenlo o oTTendido, o
qual declara ler sido o aecusado quem Ihe
lizera os Terimentus de que Taz menino o au-
to de vpstoiia.
Em soguida o juiz presidente Taz ao reo o
seguinte
INTERROGATORIO.
Jajti :Como se chama ?
Reo :Alexandre Jos Ahtonio.
Juiz :--D'on le lio nstural ?
Reo De l'ernnmbuco.
Jui: :lue idade lem ?
Reo :3t tinos.
J113 :--Em que se oceupa ?
Rio :Olllclaldepedrciro.
Jais:Aonde morara no tompo om que
Toi preso?
Rio :SoPoco da Panclli.
J1113 .Foi Vmc. que (e no dia 2 do Teve-
reiro uns Terimentos no pardo Joaquim ?
Ro :--N8o, senhor, nesse dia eslive no
Po^o, voltei pela Pcdra Molle, o depois lor-
nei ao Poco, ouvi dizer que ene pardo esla-
va Terido, mas nilo sei quem o Terio.
ju; :Sabo escrever P
Rio : NSo, senhor.
Dada a palavra ao doutor promotor, sus-
tenta a accusacSo, e pede Ihe seje applicada
a pena no grao maiimo, por se darem as cir-
cumstani-iis aggravanies dos c rj. do
rl. 16 do cdigo criminal.
O advngado do reo, o Dr. Ilollanda, deTen-
dc a seu cliente, mostrando qua no pncesso
n5.) hi prova alguma, porque as testemu-
nhas nada dizcm, o observa quo a COllllaaSo,
que se deduz da contestaco Toila pelo reo
ast'.'stemnnhas, nKo podosersonSo um equi-
voco do cscrivito que assistio TormacSo da
culpa na subdeleguis.
II iven Id replicado o doulor promolor, e
tropheado o patrono do reo, o juiz presi-
donto faz o relatorlo da causo, o entrega ao
jury os seguintes
QUE8IT0S.
t. O roo Alexan-lro Jos Anlonio Tez na
pes'Oi do Joaquim, escavo do O. liarla
Francisca DurA-s e Silva o Terimento cons-
11 nle rio auto de vestoria a II.
2. 0 reo praticou o mencionado faci com
a circumstmeia aggravanto de ser 1 ni pe 11 -
do por molivo reprovalo ?
3. Oreo praticou o mencionado ficto com
a circutTiStancia aggravante da ser im.iellido
por motivo Trivolo ?
i 0 reo praticou o menciona lo Tacto com
a circumstancia aggravante de estar superior
em armas ao offendo f
5 Existom circumstancias atlenuanlns em
Tivor do reo ?
Recolhido o jury saladas conferencias,
sahe depois de hora e meia com as seguintes
resvostas:
Quanto ao ptimeiro quesilo sim, por 8
votos.
Quanlo ao segundo quesilo no, por 11
volos.
Quanto ao tereciro quesilo nio, por 7
votos.
Quanto ao quarto quesilo nao, por 10
volos
Quanlo au quinto quesilo sim, por II v>.
los; existes circumstancia allcnuanlo de
haver o ro sido provocado.
Em seguida o juiz presidente lavra, o l a
seguinte
SENTENGA.
Vista a decisfl do jury com que me con-
formo, condernno o reo Alexandre Jos An-
tonio a um ihez do prisilo, e multa eorrei-
ponrloiitc a motade desle lempo, grao inini-
se negocio, e era em minha presen;* s;
fallou de laes eleicOes al porque em po-
ltica pensamos diversamente; entende o
senhor Borges da Fonseca que a democracia
pura dove transformar o Brasd em um pa-
raso ; e enlendo eu quo a fortuna do Brasil
deponde da religiosa observancia da cons-
tituicSo, que o rege. Com a insercio des-
saslinbas muilo obrigarl v. m.ioseu res-
peilador o criado,
Manoel I.11I10 da Miranda llenriques.
COMMERCIO.
29:640,256
D.icnrrejam hoje de selembro.
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimenlodo 1 a 2.....
Idemdo dia 3.........
177,851
9i,47*
272,325
RECEBEIIOIUA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimanto do dia 3.....
CONSULADO PROVINCIAL
465,792
584,818
I.
O
Tez na
ment
4. T
2. 0 reo praticou o mencionado Tacto com
a circtim>tancia aggravante de ser commel-
lido de noule ?
3. O to praticou o meneiorrado Tacto,com
a circumstancia aggravanto de ser impelado
por motivo reprovado i'
4. O reo pratico 1 o mencionado fado rom
a circumslancia aggravante Je s-r impelido
por motivo frivolo ?
5. Oreo praticou o mencionado helo com
a circumstmeia aggravante de eslor iuTerior
em armss ao ollen ndo ?
H Or.1 praticou o moneionado Tacto com
circumstancia aggravanto da ter procedi-
do com fraudo ?
7. O reo pralicou o mencionado Tacto com
a circumstmeia aggravante de ser commel-
apreieutaca ou nao apresenl-cao de urna lis- es'a legislatura, com o apoio, comaa meill- ( MIVi.
la nao Inllue, nao he argumeolo para se dlicr das com que habllitou o averno tem elevado jXscrivao' do,utij, o Sr. Joaquim francisco
que houve "U nao violencia; pJe-se ser ven-' o crdito do pait tanto na interior como noli Estoves.
cldo eoiumellendo-sc inais violencias, c ser citerior um grao a que elle nunca caceou I As || horil da manhila Teita a chamada,
vencedor coiniuelleudo menoa ou iicnliiliria- a que lalver nao chegassem as esperaufaTros
Os lucios so ludo, o resultado nada. Talv mais enagerados no auno de 1818 [miiiloiopoia-
que uo liouvesse da parle du l.ourado cida- fot. muilo bem) nolal tambem i|U he esta mes-
dao que enlao diriga a provincia m intento, ma legislatura que douu o Hratll com a Icgisla-
Eu tou o prlmelro a concordar como illuslre fio que regula as relaces cautiuerciaes, fal-
verilica-so estarem presentes ?6 Srs. jura-
dos-
ApregUdos os reos, e leslemunhas.
(I Sr, juiz presdeme declara qmv.i pro-
dVputado'queoSr. Messias de Lco he inlglt- a que todos senliamos-... cdor-se ao sorleio do onselllO que tem de
irado integro [apoiados) mas lia de permiitir- O Sr. Mello franco A ornara votou sein julgir ao ao reo Manuel dos Santos Itoilri-
me que penseque a iutegridade, a hnneslida- ler, gues, aecusado do lia ver Teilo nfTensas phy-
de, a honradez nao sao couclusoes lgicas pa- OSr. Wanderlei Nolal que est i meima sicas leves, na pessoa d( Francisco Covas ;
ra decirlir-se a preori que naote pode coiiimet- legislaiuralie que cmitouo grande mrlliora- 8 asinl incurso na 1100(80 do al t. 201 do
hoje respeitado, e diiel-uos se a legislatura <"e ...ih. ilmniiini In.nm,
1800 deve' ,ecelar-.e do julio dos v.dou.ot ou I SKttfs^a^Jffl
se os .Ilustres deputados aquelles quc nus I Silva, e Doo lugos llenriques MaTr
1
devem
ter esla ou aquelli violencia, ou autorisir ment da estradas de Trro, no que auguro
com o scu nome, talvez de mullo boa T, mais prospero fuluro para o nosso paii ( mili-
este ou aquelle desvio em materias polticas, las apoiados) nolai lambem que foi esta le-
Nim:uem ra mal probo que o incurrupli- gislalura que de accordo i.-niu u govrmo, sou-
vel Hbespierre; entretanto quem Irouicsse be encarar c superar as emensas dTnculdades
por aigumeuto a sua prubidade para alliimar |da represso do trauco (muilos apoiadot), que
que elle nao poda ter commellido os saogni-!soube anancar eom mo segura, e sem com-
uolentos criines que couimeleu iria multo er- 'paiio esse cancro que corrota as cnirtnhas
rado. Tenho o Sr. Chichorro (tem pretender muilos apoiados) recordai-vot da potifo em
Cinpara-io de modo algum com llobespierre) que etta quetlo colloca, o llraiil, ameacado
como um cidado honrado, como magistrado enlo al na sua propria independencia,
integro; entretanlo sao condecidas as quei-
las, as aecusaedes 110 lempu da sua arjim-
oislraco cm Pernatnbuco, em algumas das
quaes forcoso me he acreditir, a vista da
inaneira por que diriga os Irabalhos desta
cmara quando scu presidente
Consinta, pois, o honrado depulado que eu
nao aduiilla o seu argumento fundado smenle
na inlegridadc, na honradez, desse cidado,a
que se referi. 1- seno, como se explicam 01
lactoa que eu rpidamente vou trazer ao co-
nhecirrunlo da cmara. Como eiplica o Illus-
lre depulado ler sido em vesperas de eleico
removido o honrado juiz municipal da Cacho-
eira, hojejulidedlreito de I ir.uiniiii, e che-
fe de polica Interino do Rio Grande do Sul,
oSr. Antinlo Ladislao de Flguelredo Rocha?
Homo explica essa remoeo, nas vesperas de
eleicoes. annunc.ada com multa anteceden-
cia? Como explica a remoeo, para nao dizer
cod. rriminaJ.
Extrhidos da urna respectiva os nomes
dos Srs. jurados, lica o conselho composto
da manen* segiiinlo :
JiJo Moreira de Mondonca, Jos Jtrony-
mo Correia, Florencio Domingues da Silva,
Jos Francisco Muinho, Mmoel llenriques
Csrdim, Antonio Francisco Xsvier, Francis-
o Jos da Costa Cuupello, Anlonio Concal-
ves l'ereira Lima, Felippe 11 ti 11 Perotra,
m Jos da
putad
tem combatido sao anlcs os que devem muilo
1 emer o julio severo dos que nos lio de suc-
ceder. ( mullos apoiados, muilo bem, metilo btm.)
O Sr. Cnu Mochado ( pela ordem ) pede o
eacenainenlo.
Approvado o encerramento, procede-sc vo-
lacao das emendas.
O projecto he adoptado e val a cotniuisso de
redaefio.
( Conlnmi.)
Em seguida he f-ilo aoro o seguinte.
INTERROGATORIO.
Jttis : Como so chama ?
til-1 : Manuel dos Santos Rodriguas.
iuis : Que idade tem .'
Rio : 20 anuos.
Juis : Don le ho natural ?
Rio : Do l tiiio de Lisboa.
Juj : Deque vive ?
Rio : Vivo da appren ler o oTDcio de la-
toeiro, mas estiva sendo caxeiro de urna
casa de pasto, em quanto o dono dalla r-.la-
va doente.
Juij : Qual o seu estado ?
Rio 1 Solieiro.
Tavor do reo ?
Re'olhido o jury a sala das conTercncta ;
sabe pouco depois com as seguintes
RESPOSTAS:
Emquanloa- ptimeiro quezito n So por 8
votos.
Emquanto so segundo quezilo uo por 10
volos.
Emquanto ao terceiro quezilo no por 10
volos.
Emquanlo ao quarto quazilo mo por 10
votos.
Emquanlo ao quinto quezilo 3o por 10
volos.
Btnquanlo ao sexto quezito nilo por 10
votos. .
Emquanto aa stimo quezilo nao por iu
volos.
Emquanlo no oilavo quezito nSo por 10
volos.
Em soguida o juiz lavra e 10 a so-
gutnta
SENTENC*.
Vista a dccis3o do jury, om quo me con-
firmo ahsulvo o reo Mauool dos Sanios Ho-
drigues do crime da qua h 1 accusido. O
escnvSodbaixa na culpa, passe alvara de
sullUYa, o pague a municipalidade as cus-
tas.
E sendo 4 horas da lardo levanta-sa a
sessSo.
Correspondencia.
Seuhor Rolador.Leudo hoja a folha
Revoluto de Novembro, com surpress vi
o meu nome om uaia lisia de juizes de paz
do seguudo districto do bairro do I'. 11 ; e
como possa entender algueiu, que, sendo o
redactor o seuhor Burgas da Fonseca inau
irmu i- meu hospeJe, no me apresenlaria
sem meu consent manto, sou obrigadn a
declarar.que n3o tive a menor scieocia des-
portadas, de maneira que o nosso deposito
est redusido a 80.36S saccas, das qutes
7,600 sio dos Estados Unido.
Pelo va| or Cana l recebemos datas do
20 do mez passado de \ova-Vork, e de 16
do mez lindo dos mercados do sul. O nego-
cio Techou-se nesie entre-meio ou liniitou-
se meramente, as precisOes do nosso con-
sumo. Acolheila Toi considerada como ex-
cessivamonta antecipada, e prometle ser
mu abundante.
Cafe.ks nossas Iransaceoos Toram ex-
cessivamente limitadas, porm os pregos
Toram suslenta.los, e em asta publica 2,500
saccas de Macassar ohliveram grandes pre-
Cos, isto ha d" Tr. 99 a 110 por 50 kilogram-
mas, pagos os diieitos. Noticiamos alem
disso 1,000 saccas de llayte a Tr. 45 a 50; 300
saccas do Rio, lavado e no lavado, de fr.
48 a 65 por 50 kilogramoias promoltidas ; e
186 barrios o 206 saccas de Geylon de fr.
114 a 125 por 50 kilogrammas, pagos os di-
rcitos. Importares! 7,518 saccas do Rio
por imperstriz do Bra/.il ; 1.412 ssccas de
Java, do Calculla, por Auna ; e 3 barricas
das.Marlinicas por Cudin.
Coiros.- Esle genero contiuua favoravol,
com presos altos; i.-lo he pouco mais ou
menos de Tr. 4 a 5dsde o principio do mez
passido. As yendas comprahondem 11,000
seceos do Itucn is-Ayros, pela niaior parlo
para exportado, do Tr. 65 a 80 ; 4U69 sec-
eos ile l'ernamliuco a Tr. 48 a 75 ; 95 seceos
de Cartagena a Tr. :>; .1 j, e 200 uruidos sal-
gados a fr. 31 por 50 kilogrammas, pagos
os direitos. Importabas I 3,840 do Rio
Grande umidos slgalos, por Iteveil ; 102
seceos do Rio, por Impcatriz do Brazil ;
228 coiros dts Martinicos, por Guerrier; e
29 do BuTalo, de Caculla, for Aun. D p-
sito : 13,000seceos, do quaes 1,000 Toram
de Biicnos-Ayres, e 15,000 umi los salgados,
dos quaes 5,000 Toram do Rio da Prata.
ilasucar.O nosso mercado esteve exces-
sivamenleapatico uo decurso do todo o mez
passado, e os presos especialmente frouchos
as cutieres. As vendas desta semana Toram
le 112 barricas grandes e 160 barricas das
Indias Occidentaes Franezas do fr. 58 a 59
25, 102 barricas de Cuba a Tr, 59; 850 cai-
xas du Cuba de fr. 59 a 62, o 801 saceos de
Madsgiscar avariidos vendidos publica-
monta de Tr. 51 a 52 25, lara 50-o em lugar
de 5 kilogrammas por sacco. Deposito em
mo: 1,500 barricas dis InJias Occidentaes
Francezas; 12.00J stecos de Bourboo ; 7,500
saceos do Brazil, 700 barricas e 350'Cillas
ie llsvaunae Porto Rico. ImnortacOes : 550
barricas por Europa, de Guadaloupe.

PIUCA DO RECIFE 3 DE SETEMBRO, AS
3 MORAS DA TARDE.
coTAcOasorriciais.
Cambio sobro Lon tres : a 27 l|4 d. 1 vista.
Descont do Intras de 3 mezes 9 p. c. ao
anno.
Dito do ditas do 6 mezes 8 p. c. ao anno.
Von leu-si um carregamedto do carv3o do
podra para ser entregue no Rio de Janeiro, a
35,000 rs. por tonelada (o comprador pa-
gando os diroitos de importlo, Jen mes-
mo navio esl Trotado para vollar a este
porto receber assucar pira o mediterrneo
a 65 o 5 por cento por loneitda.
Compras de assucar.
Branco siimauo, a l,450rs por arroba.
Hilo mascavado oscuro, a 1,400 rs. por ar-
roba.
Dito dito regular, a 1,250 rs. por arroba.
ALFANDEGA.
Rendimento do I a 2. 13:544,289
dem do dia 3.......16:095,967
'

Escuna brasileira -- .5. loi -- idem.
CONSULADOGERAL.
Rend meu lo 1I0 Ia2.....991,162
dem do dia 3........ 672,090
1:663,2.V.I
i.
inesmo unn ido chamar os soldados, no
Corpo-Santo.
Juij : Sabe lr.
Rio : N3o senhor.
Findo o inteirogalorio, silo lilas as pecas
du procosso ; dellas se doduz, quo o reo,ten-
do urna altremelo, c im Francisco Covas, no
dia 16 do rnaio, lio la olla, esperara pue ludo
se rvcolhesso na casa, o anio siihlndo ao
ler.- 1 o andar,qua era o quarto om qua dur-
inia Covas, all, f; ira esta com urna Taca de
cos 11 lia, tas costas; dan lu-lba uina fu-ala
de polegada e mala de estencSo.o outro tan-
to do proTunlida lo, tundo depois luctado,
satura Terido com dous golpes do ditas li-
ndas da proTiiu li iada uo peito diretlo, e
braco esqnerdo.
i1.y ni 110 processo 7 leslemunhas, as Rendimanto do dia 3
quaes nllirnjam, ter acudido aos gritos de ^,^
CovS no 3. andar, adiando ja esle T.rido, NOTICIAS COM MF.RCIAES.
o bem assim o roo, e vendo Covas com a Ta- Havre 4 de agosto de 1852.
ca na mo, segura tanihem pelo r 1, que Mgoda'o. -Ao Techar a nossi ultima re-
procurava com os denles morder a mi da- vista de 28 do mez passido, o nosso mer-
quello par ganhar para sou poder a Taca. I cado eslevo em cilma, porm os prefos
O reo na i-.ini..ir-i ,-.ui das test imunhas na permanoceram iirmo as cotac^es.
ini uiaeo da culpa duclsra quo tu lo quanto1 Na quar-I ira, dapois do recebimento tas
essis dissaram ha verdade, menos leram ha-! noss is cart'S pelo vapor frica, que annun-
vido griios de soccorro. | ra a i-nutiuu o;o do bom lempo para a co-
O interrogatorio Teito parante a suhdele- llieil, e principalmente prados Trouxos
gacia, diz, que commetlera o delicio, por em tolos os portoi do algodSo, as nossas
ler lo 1, al 1 nesse dia um pouco de espirito transiccdas sa limitaran) a 400 saccas a
o que senSo tivesso succelido, no leria Iu- procos .lesanimalos. Na quinla-Taira a nos-
gar o crime. sa poiifAo licou a mesma, ts vendas no ex-
Finda a leitura, lio dada a palavra lOtlou- dem de 600 saccas, das qutes 450 Toram
tor promolor. que sustenta a accusacjio Tun- somonte dos Esla los Unidos. Na sexta-Teira
dandu-SJ nodeoim.'iilo das Icslamunhas a procura rivive) um pouco, dov lo a pre-
e na conlissno do reo ; e pedo que Irte sejam mW de um comprador de Inglaterra, e as
impostas as penas do art. 201 do co I. crim. vendas alcatirjaram a 1,509 saccas, dss quaes I
por se darem II circumsluicias nggravan- 700 para expoitsc3o, comprahenleodo 200
tes ns 1,4, 6, 9 e 15 do art 16 do mosmo sccas daCumana.Nosibhado, aclividade
cn,l0 rontintiou, o comprador inglez tomando
O advocado Jos Brazilino, naga ler scu 200 a 300saccis,e as que se compraram pa-
clienta committido o Tacto por que he ar- es eculac.loTcz que as vendas excedessem
cusa lo ;e Tunda-so om qua i-so assim lio, <\ 1,400 saccas, o es.iectalmenteprecos mais
po-quo as testen unhas .Uo poreiaes, o nflo "imesso deram anda por algum lempo,
con'osles, o no ler nenhuma dallas prc- particularmente para us algo ios baixus o
senciado o acontecido, observando que dos mu b.ixos, qua Bto as mais das vezes pro-
autos s so pode da.iuzir que o reo Tora ag- curados; no don mgo recebemos a circular
gredido pilo offandidn de Liverpool, conlirmando a noticia de sel-
Faz urna leve censura a auloridade pro- ta-Teira, quo da 114.000 ssccas vendidas na
cessanto, por haver desaronunciado a Cvas, suman*, contra somanta 21,000 saccas tm-
enlendendo quo o 113o podi lazor, visto portadas, cem urna subida do preco do 1|8
que .operante o tribunal do jurv eile po- d. a 1|4 d. Alcancamos tambem dalas mo-
diaprovarque nao Tora o aggres'sor nesla; dernasdos Esh-los-Unidos, isto he, de Mo-
|ul;, I va-York do 17 do mez passado, e de Nova
Deixa antever a idfl.de qua a 1.' leslemu- Orloans de 15 do n.oz findo, as quaes com
nha he sus/ait-, tor estar amancebada com, ludo nSodao cousa algiim.i de intoresse.
Covas, o bem assim havar ma vontalo da ] Na segn la-frira, es,ia ando a chegada do
parla das oulras contra seu clienle. vapor Canad, conveamos a amana com
Observa que seu clienle he menor, e que urna procura llrmc o precos astaveis. Devi-
porisso merec indulgenciados seus jul- do a Tirmesa prospera do mercado do Liver-
zos. Concilio podindo a sua absolvilo. ( pool, s vendas com tudo excedern! de
Depois da Teita a re.liea, e t-aplica, o juiz .500 saccas, porem hontem, dapois da re-
presidente T-z o rclaloriu da causa, ecntre- cepcio do expicsso quo miniincia a chegtda
gaao jury os seguintes do vapor Gnala, e antas da entregadas
OL'ESITOS carias do inesmo vapor, as nossas transac-
rco Manoel dol Santos Rodrigues, Oes 11B0 passaram alem de 300 saccas, com
pcsoade Francisco Coras, o lert-' alteraQo com ludo, como as cntacOes. Ao
consiente do alo de visloria a 11 resumir, as vendas da semana comprehon-
d.-m 7,500 saccas contra 1,842 saccas im-
.*
1>
;;
1


.. r
np "^
-
M ovimento do porto.
Navios entrados mi dia 3.
Asmi 28 dias,patacho brasilo.ro Camdes, de
134 tonelada', cap.lao Jote Antonio da Hala,
equipagem II, carga (ale palha a Joaquim
Pinheiro Jaco.ne. la para a Baha, arribou a
cate noilo pira relazer de manllmentus e
concertar o panno. Passageira, Therea Mara
de Jess.
Ilihla Bdlss, galera Ingle Ser-fina, de 299
tooeladas, capilao J. Sdimon, equipagem 16,
cargaassucar; a Johnston Pater<\ C,
Assu -- il dial, eicuua brasilfira San Joti, de
*ls tonelada!, utestre Jos Franciacode Sousa,
rquipagero I, cirga tal ccouros a Manocl
Jos de S Araujo. Panageiro, Joao da Silva
Naaclmento.
Parahyba 3 das, Mate brasilelro Flor do
Dras.'l, de 28 toneladas, mestre Joiqoiin An-
tonio de Figuelredo, equipagem 5, carga lo-
ros de mangue; b Antonio Jos de Castro.
I'assageiros, Manuel Figuelredo Lopes e Do-
mingos llamos.
Ass JO dla, hialc biasileiro K 3? toneladas, tnestre Autonln Manoel Allomo,
rqni|,Ngem 5, caiga sal; a Jos da Silva Men-
doea Vlanna. Passageiros, Joaqulin Facun-
do de Castro c Antonio Hoiiicm Cedo.
ment, seguir se-ha o que dispoe a le provln- Rol orlo, de una porco de cabol, vellai, *
clal n. S80 de 17 de malo de iS.M. iloua mastros, assim como umi porco de
Conforme. O secretario, Antonio Ferrara ch|,
d' Knnunia^ao*.
O lllm. Sr. contador da Ihesouraria
5
Avisos diversos.
-- Huilln Jos Fernandes deFigue'relo
provincial, servindo de insreclurds mesma
Ihesouraria, era cumprlmentn daoidemdo
Exm. Sr. presidente da provincia, de 20 do
crreme, manda fazer publico quo nos disi'congigj^inB'quo'oV'hedeiro do finado
14, I5el6 do seteaabro prximo vndouro j|JCIOe| Lut da Veiga pretendem vender
ira prc.a para ser arrematado peranle a para 0 que j ofToroc,Taaj a algi/mas pes-
junta da fazenda da mesina Ihesouraria, 80a3i um terreno cm Santo Amaro, o qual
quem por meaos Iizer, a obra do um enro- por SBr (lo ,n,riiiha foi aforado era parle ao
chmenlo om frente a ponte da ra .la Au- mnunciante pela thesouraria da fazonda ;
ror, nvaliada em 9jO/000 rs. faz publico quo a mesma Ihesouraria anda
A trremaUcJa sera feia na forma dos Il3u roc0ii|ieceu o dominio directo que
ED1TAKS.
O illm, Sr. inspector da thesouriria de
fazenda maula fazer publico que om con-
forn idade da ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia lem de ir prar;a peranle a
mesma Ihesouraria para ser arrematada a
quem por menos fizer nos dias 31 de agos-
to, 8 o 14 de setembro prximo futuro a
obra do caes do Apollo que tem do sor fc.-
la por conta do governo segundo o orca-
monlo que ser franco nesta secrelaia, s
pessoas que o quizerom eia-ninar, e cornij-
ones abaixo transcriptas; pelo que as pos-
soas que prclenderem licitar compare^am
nos referidos dial ( It lloras da manhil
coiii seus fiadores dcvidatnenle habilitados.
Secelaria da fazenda de Pernamhuco 29
de julho de 1852. O olllcil maior interino
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Clausulas esperiaes para a arremtnela'o de
cinco laucos tensilo total dn 475 palm s
Primeira. Estes landos ser5o executados
do conformidade com o orcameulo ne.sta
dala apicsenlado a pprovar;ao do Kxm
presiJontn da provincia na importancia de
25:4*78180 rs
Segunda. No praso do Irinta dias scrSo
principiados estes landos e conclu los nos
dezesois mezes.
Tciceira. A importancia desla arremata-
cao ser paga na forma do ai ligo 39 da Ici
I rovincial n. 286.
Quarla. O arrematante ser obrigadoa
fazer aquelles laucos do ces da mesma
ra do Apollo poiteucentes aos parlicularcs
que por portara do governo Ibo forcm de-
terminados, sendo-lho paga a sua impor-
tancia pela Ihesouraria da fazenda, servindo
de base o mesmo ornamento com o abato
I0.1I0 d'srromalac,3o na raz3o da braca cor-
rente.
Unila. Para ludo o mais que uo ostiver
determinado as presentes clausulas se-
guir-se-ha o que dispOu a respeilo a lei pro-
vincial n. 286. Sal ilas s, s>6'S da direc-
tora em conselho, 14 de jullio de 1852. 0
director Jos Matucde Alves Ferreira, o en-
genheiro F. Raphael de Mello llego, JoSo
Luiz Vctor l.iealier.
Approvo. Palacio' dogoveino 26 de ju
Ibo de 1852.Ilibeiro. Conforme. Oollicia
maior Joaquim Pires Machado Pnrtella.
O IIIm. Sr. ollicial maior, servindo de
inspector da Ihesouraria da fazenda provin-
cial, em cumprimenlo da ordem Jo Exm.
Sr. presi lente da provincia, de 12 do i oi-
rente, manda fazer publico, que nos dias 14,
15 e 16 desotorubro prximo vndouro, ira
a pra(a para ser arrematado peranle o tribu-
nal administrativo da mesma thesnurari
quem por menos Iizer a obra do 20." la neo
na estrada da Victoria avallada em res
22:663,594.
A airemaliio,"'! ser feila na forma dos ar-
ligos 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17
de maio de I85l,c sob as clausulas especiaes
abaixo copiadas
As pessoas que se propozerem a esta ar-
roiiiatac,3o compare(nm na sala das sessOes
do mosmo tribunal, nos dias cima Indica-
dos, pelo mcio da, competentemente lia-
i bililadas.
l para constar se manlou allxar o pro-
sanio o publicar polo Diario.
Secretaria da Ihesouraria da fazenda pro-
vincial de l'ernambuco 17 de agosto de 1852.
--secretario Antonio Forreia da An-
nunolifo.
Clausulas especiaes da arromit u.-o.
l. As obras do 20. lam; > da estrada da
Victoria, serSo fetas de conformidade com
o orrjaiiienlo e plantas approvadas pcln di-
recloiia em conselhu, ne^ta data (15 de mar-
qoJ eapresentado a approvatilo do l.'xm. Sr.
presidente da provincia, lu lo na importan-
cia de 22:663,594 rs.
2." U arrematante comecar as obras no
praso de um niez, o concluir no do um an-
uo contado da data da assignalura do con-
tracto.
3 A importancia desta arrematadlo 9er
paga em qualro prestarles iguaes, da ma-
ne ira seguidle : -- a piineira, quando o ar-
remtame livor feilo a terca paite da obra
do seu contracto ; asegunda, quando lucr
feilo dous terfusdas obras; a lerc^ira Ojota-
do lorrecebidt provisuriamcnte.c a quarla,
quando for dellnitivamcnte recehida, uo
devendo elTecluar so paitamenlo algum, an-
tes de lindar-seo primeiro semestredoexer-
cicio de 1852 a 1853.
4.' Para ludo o uifis que nBoestiver de-
terminado tus presentes clausulas, segoir-
se-ba oque dispOe a lei provincial n 280 do
17 de mio do 1851. Conforme. O secre-
tario, Antonio F. da Annun/i leo.
O lllm. Sr, contador da tbesouraria pro-
vincial, servindo de inspector da mesma tbe-
souraria, em cuuiprimeulo' da ordem do I-xiii.
Sr. presidente da pruvincia de 20 do crreme,
manda faicr publico que nos dias 14, i5e lli de
setembro proilmo vndouro, ir a praca para
ser arrematado perante a junta da lazeuda da
un.-o. i Ihesouraria, a quem pur menos liier a
obra dos reparos da ponte de Tracuiihein ava-
llada em l'.TSOjoOO.
A arrematado ser feila na forma dos artigos
24 e 27 da lei provincial n. 285 de IT de maio
de I8M, e sb as clausulas especiaes abaiao co-
piadas.
As pessoas que se propoicrem a esla arrema-
taco compare(am na sala das sessoes da mes-
ma junta, nos das cima indicados, pelo ineio
da, competentemente habilitados.
E para coaltar se inandou alsar o presente
('publicar pele liiario.
Secretaria da ihesouraria da fazenda provin-
cial de Peroambuco, 2& de agosto de 1852.
O m n i i ii lu.
Antonio Ferreira tPA.nnunciacao .
Clausulas especiaes da arremaarao .
1.a A( obras dos concertos drsta ponte sero
feitaa de conformidade com o orcamento nesta
data (l3 de agosto) apresentado approvaco
do \:'\m. Sr. presidente da provincia na impor-
tancia de .--fiifiiin.
2. Estas obras devero ser principiadas no
prazo de un iiks, e concluidas no de cinco inc-
zcs, contados como determina o artigo 3l da lei
proviucial o. 2l>.
3. A importancia desla arrematado acra pa-
ga em duas preslacfles iguaes, da maneira se-
guate: a prlmeia quaudo o arrematante tl-
ver Mo uielade das obras, e a aegunda quan-
do estivercm todas concluidas.
4. Durante a eiecuco das obras o arrema-
arts. 24 e 27 da lei provincial n. 286 de maio
do 1851, esob es clausulo especiaes abai-
xo copiadas.
As pessoas que so prnpozorcm a esta arre-
matadlo comparcc;aiii na ssla das sesses
da mesma junta, nos das icima indicados
pelo moio da competentemente habili-
tados.
prelendoin ditos herdeiros, ter nesse terre-
no o que ficilmoulo se evidencia em vista
ao veneran lo despacho ao Exm. Sr. pro
sidenlo da provincia abaixo transcripto,
lllm. e Exm. Sr. Itullno Jos Fernandes
de Figucirudo, procisa a bem de seu direilo
por cerli Iflo o despacho de V. Ex. do 30 de
Agosto prximo lindo, exarado no requeri
E para constar so rnandou affixar o pre- n,ei,tu jB Manool L' iz da Veiga e mais her-
deiros do liuado Manool Lniz da Veiga, to-
sente e publicar pelo Diario
Secretaria da Ihesouraria provincial de
Peroambuco 25 do agosto de 1852.-O secre-
tario, Antonio Ferreira il'AnnunciaQao.
Ct.iu-illm especiaes da arremalaeo.
1.' Sor feila esia obra de conforu.idado
com o ornamento nesta dala (13 de agosto )
a. resentado a approvacio do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, na importancia de rs.
95OJO00.
2." As obras principiarSo no prazo de 15
dias, e serlo conclu i"S no prazo de dous
mezes, contados, como determina o art. 31
da lei provincial n. 286.
3.' A importancia desta obra ser paga
om duas preslages da maneira seguinu :
a prlmeira do valor de tres quartos da im-
portancia da arremilac>>, quando so live
concluida a obra ; e a seguuda dnumquar-
to, quando se elTeetusr o lecbimento dcli
niliio, quo lera lugar um inno depois iio
recebiroenlo provisorio.
4." Para tu lo o mais que tifo eslivor de-
terminado as presentes clausulas, e em
seu orr;aincnlo, segui-se-lia o que dispoo
a le provincial n. 286 de 17 de maio de
1851
Conforme.O secretario, Antonio Ferrei-
ra d'AnnuncBC, Ignacio los Pinto, fiscal da rreguezia da
Uoa-Vista, etc.
Pago publico para co:ihecimento dn mo-
lesta freguezia, os artigos abaixo
bro queslOjs do terreno deoiarinha, em
Sanio Amaro, do qual he o supplicante fo-
reiro om parte a fazenda nacional.Pede a
V. Exc. dcferimeiilo. E. |l. 11. Itecife3 de
setembro de 1839.Kulino Jos Fernandes
de Figuoiredo. Passe. Palacio do governo
de l'ernambuco 3 de selombro do 1852. Ili-
beiro--Em cumprimenlo do despacho retro,
certifico quo o despacho que o supplicante
podo |or cerlidau do theor seguinto. Fac/io
verificar por medico e demarcado, ouvida
a fazenda publicj, a porfao de terreno do
sitio un que ii.ii.nn no seu requeri monto,
lixanlo-se os seus limites, face do lormo
do arremalar3o de 1763, em que fun lam o
seu di o.lo, assistindo lambe n os foreirosda
fazenda cujostilulospedem quoseannulem
por versaron! sobre terrenos comprohendi-
dos no mosmo sitio (circumstaucia quesera
averigua la. a qual diligencia poder i ser fei-
la ad i.insiralivaiiiente, dirigid loso ossuj-
plica- les para esse fim a Ihesouraria da fa-
zenda que auel riuimiia, cumprindo ter om
vista que nem o referido termo do arrema-
tarlo, ni tu a scnteu(ajutilaao seu requer-
Diento Ibes dau direilo ao dominio directo
do sitio, e pelo conlorio esse termo dearro-
ill t .1 i;.i.> OS r II -111 l,- III ieS'lia 1 j>.- Ignf.io
om que eslavam os padres da companlna de
Jess, quando de posse do sitio, obngacilo
imprescriplivel pois lem cslaoo diunle dos
olnoa dos sup,ilicantes o dos s"us aolecos-
radorea
transcriptos das posturas municiiaes em sores urna ve/, quo possuiraui e possuo.ii o
vjlir_ [titulo donde ello divisa. Palacio do gover-
.vrt'iuo nrimeiro. Do da immediato ao da no do l'ernambuco 30 de Agosto de 1852
. ..... i... II. I....... V, i., muir en ...w..... ..i., .1.1.
imliiir :r.Vo da presente postura, s:lo os lia
bitantes desta c la le obi gados, al as 6 ho-
ras o mi ia da mandila a mandar varrer as
ltilieiro--.Nada mais sn coiiliulia em dito
nespacho. Secretaria do guverno de l'er-
iliu.b i o 3 de sulembro de 1852.--Uoll
ras om frente de su is casas, deposiian lo o cial archivista Joao Valenta Villela.
cisco em montes, ifim de serem recebidos O procurador da cmara municipal da
por carrosas da esmara municipal, sob pe-icidade de tilinda, faz vera todas as pessoas
na de 20,000 rs.de mulla, o do duplo na que cumprarem terrenos perlencentes ao
reincidencia. patrimonio ua diu cmara, tanto no seu
Artigo segundo. SSo igualmente o na municipio como em oulros, quo primeira-
mesma conformi infle cima, obrigados a ir- mente .leve n vir pagar os foros Venc ios o
rigar, das 8 at as 9 horas da manhia, c de ladennos, e quaudo se acheui em duvida
1 as 2 da tarde, ospasseioserunse.il frente t sobre taes pagaine.ilos.lirijam logo ao mes-
de suas habilac>s, sol) pena comminaia no.'mo procurador que en vista dos documen-
artigo antecedente. : los respectivos se tesolverSo essas mesmas
E psra que no aleguom ignorancia, man- {duvidas. Faz ver mais a todos aquelles que
dei publicar pela imprensa. Freguezia ib ...... herdado ditos terrenos, que tambern
Boa-Vista, 3 le setembro de 1852 | venham rcconliccer-sc novos foiiros a ci-
Ignacio Jos Pinto. mar, c n3o como se tem feito at agora ; o
quando a esse respeito se quizcem eulen-
[dorcom o procurador, dirijamso ao bairro
| do Santo Antonio, ua ra do Passeio l'ubli-
,i i ._ j. -_f,i-..r:I, a,,.;, ro, loia de fuzendas u. 3, o na ra Nova, se-
Lonsulao di confede.arao &ui-.-a .^ )(J tn(Uf q 90|,rauon.n. 0I.....\ea
em l'einanibuco. uo acharen] pdenlo deixar suas notas por [
1i>n.lnfini"rado liara o Brasil em 1819, o escriplo.uue brevernc.ito soro r> spoinii.las; aecci
ci .diom JeSn JusopH Savary, n.tur.l e emOlinda en. sua esa, defronto do Collo- U dello, ... troc por propried.de nest.
Se II arev ,'rm do .Monlagnv U monsts, 'gio dos orphflos, ruadaSenz.lla. JjMiO. i Na pro en ler oi-ija-se a roa do
Jos do Mello Cesar Anlrade. |L.vran,unlo, sobrado do umartdarn. 28, ou
- Aluizam-se preUS quo sainam tralar do ; se,lll0r Manoel Cour;alves da Silva, que o
factos: a fallar com l.uiz de Souza Bandairlioformari.
ws^ssmv^as*~-. / aqp,
- ^ -,a-"i,
Deca rayes
- Desappareceu no dia prirreiro do cor
rente setembro, umecravo, creoulo.de no-
mo Josquim, vestido de camisa e ceroula de
algodfio, marcadas cora o seu nomo; he de
estatura regular, mogo, sem barba, de boni-
ta figura, tendo apenas os ps inclinados p i-
ra dentro alguma couia, muitissimo ladino
e prosi-ta, tera necesariamente muda lo de
roupa para mclhor passar sem sarconheci-
do: rog.-sa as aulori la les policiaes de o
fazerem prender, caos capilSes de esmpo
leo agarr rem econduzi-lo a loja n. 3 ao
p do arco de Santo Antonio, ou a Api.ucos
a casa de seu dono, Pedro Jos Carneiro
Monleiro, quo gratificar esse trabalho com
gencrosidade.
Nos abaixo essignados, temos a honra
de communicar ao commercio desta prafa,
que em virlude do fallecimento do nosso so-
cio, o senhor Michel Avrial, o nosso estabe-
lecrmento de Pernambuco, creado soh a ra-
zan social de Avrial frerefitCompanhia,con-
tinadebaixo la nova linna social-L. I.e-
comle Feron &Companhia. E visto como a
nica cousa que soda he a mu lao i re lvi-
da, a nova firma permanece liqui lataria de
lodosos negocios que dizem respeito fir-
ma lilil::. .
L. Lecomte Feront & Companhia.
A pessua a quem faltar urna canoa, di-
riji-se ao silio da Taoruna, quo dndoos
signaescertos Iha ser enlrogue.
- P.eeisa-s do u oa ama forra para casa
de po.ica familia : om Fra de Portas n. 40
j Precisa-se alugar urna ama, que tenha
I'o'n o bastante leite: a tratar na ra Velha
n 26
Precisa-so de urna cosinheira : na n
do Trapicho n. 14.
Ouem so'achar com as nocessjrias ha-
liilitaf,i}es, para ser hom fetor de engenho,
'inoren 1.1 ir para o l'Agoi Fra, na coma'Ca
do Pao d'Alho : dirija-se ao mesmo enge-
nho, ou onlenda-se com Mauricio Francisco
de Lima, morador na run do Hospicio, casa
n. 46.
Roga-M aos senhores Jos du Oliveira
Campos, e Joflo Miguel da Costa Jnior
qiieira.ii appaircer no cscriptorlo d6 Novaes
a Companhia, na ra do Traeiche n. 34, u
negocio que Mies diz respeito.
-- Desappareceu no dia 31 do agosto pr-
ximo passa lo, ao moio da, o esoravo l.uiz,
por alcunlio llahia, de afio Camundongo,
reprosenta ter 18 anuos de idade, com os
sijjnaes seguinles: l.aiso, grosso, cor pro-
la, cara curta, olhos grandes, naiiz alila lo,
queixu lino, orollias |i quenas, tendo as Ion-
tes mais alUs que 0 redondo da calicha ,
, croas animadas, ps chulos, Talla muilo
pouco e manso ; levou camisa do algo uto
grosso do mangas curtas, ealt;a do casimira
parda, reta: roga-so is au'oridBiles poli-
ciaes e aos capitles do campo, que o pren-
dan! o o fafini conduzir a fabrici de c.ildei-
raria, na rus Imponal, ou ao deposito da
mesma f.-brica, na ra Nova, quo serflo re-
compensados.
-- Acba-sejuslo o contratado, a compra
do un terreno no Arraial, eoi'f onte a casa
amarella, perlencente a Joaquin Clomenlo
dos Santos : quem sojulg>rcom direilo a
elle, declaro por Aluga-se um sobrado no P050 da Pa-
nolis, defronle da igroja, com dez quartos,
qualro salas, com sot.1i), cosmha c cochi ira
com dous quartos, esliibaria e casa para
pretos com um quarlo, por prec.0 commudo;
que n quizer dirija.se n ra do Collegi
30, declsra que n5o deve nada a ressoa al-
guma ; mas no caso de alguem se julgar ora-
dor, hsja de presentar suas cuntas, na ra
da Roda n. 52, para serem pagas.
Na ra da Cadeia do bairro de Sanio An-
tonio, salir 'do n. 13, segundo andar, preci-
sa-se alugtr nm prelo cosinheiro e compra-
dor, e que seja fiel.
-- Ha vinte dias que desappareceu |uma
preta velln, cesinheira ; suppOese quo es-
leja em alguna casa, o prntcsta-se contra a
pessoa quo a livor occulta, a pagT-lho os
dias do servido.
Quem irecisar do nm csixeiro b-asi-
leiro, o qual tem bastante pratira de venda
e d fiador a sua conducta, dirija-so a ra
larga do Rozario, venia n. 46, de Vallen-
Aluga-se um refinador.
Aluga-so 11:11 1 r. 1 1 ptimo refinador : a
tratar ua ra da Sonzalla Velha n. 98.
Aviso.
I. P. Adour & C, mudaram o seu eserip-
torio earmazem de fizendas para a ra da
Cruz n. 40.
f* Paulo Gaigtioux. ilrnii-1,1.
f. l'llc HCI' M'llt' II l'il ll o n i|ll:i I ^
& qiicr liorn cm IQn eSM 11a ^
>> rn:t liiri'>. do ICo/.nrlo 11. ;(U, <
> -'U lindo '.ii'!.'. r. -'
AsMstoAAAsIs Adufe AMuMk
Aluga-se urna sala de um segundo andar
com dous quartos, pintado de novo, proprio
para l.o.nem solteiro, na rua Direlta n. 5:
quem quizer pode procurar a todas as horas
no mesmo sobrado, que achara com quem
irat|t
O aballo asiignado, tendo vender na
rua, era um tabolelro, o seu caixeiro Jos
Sabino de Oliveira Jnior, o qual tem 20 a
:!-> minos da idsde, meia estatura, magro,
falla descntala, e natural do ttaranlio ,
o o familia cxislo nn capital do Ceara, esto
ausentou-seno il a 28docorrenle,deixsndo
o taboleiro vssio cm poder do negro quo o
carregava.e ha noticia de haver seguido pela
estrada do Casanga, montado em umcaval-
0 alaso: pede as aulori 'a les policiaes que
s terem noticia delle, o fac^m prender para
avoi i.:;uao 1, pois cilcula-se em um cont
de ris as fazendas quo o mesmo conduzia
no labolelro. --.Firmo Candido da Silveira
Jnior.
Compras.
-- Compram-se escravos de ambosoa se-
xos, de boiuia.s li.uras, de 10 a 23 auno.-,
tanto para a provincia como para fra, pa-
gara-se bem : na rua da Cacimba n. II, on
Je murou o finado vigariodo liecife.
Compram-se garrafas visias que fossom
de le Hoy : na rua Direita 11. 17-
-- Compra-se o diccionario de Constancio
em hom uso 1 ua rua do Cabug n. II.
-Compram-se 6 ca 'oirs,2 mesas, 1 mar-
queza, e I lavatorio, lulo om bom estado
ua travessa do arsenal do guerra n. II.
Vendas.
AOS 10 (IDOS i: 5 OOO' DE US.
O cautella Salustiano de A-
nuino Ferreira avisa ao reapeita-
Theophilo Fenclon de Alu.eida Porluna i ,..,|.|rn ,,,,.. |i,.,, rln mn-
embarcapa.a o Acarac sua cscrava c.eoula vel I"""00 'jue a lotera 08 ia-
de nomeAnasiacia. Itrz da l'oi Visla corre impretc
Na rua da Scnznlla Velha n. f*6.\rive\meat0 n0 dia afi ffe otitubro
Apromptain-se jantarrs c almocns, por 1 ___,_________i.t n.n,.au
proco CommoJo, com asseioeprompt'dl.o.i'lo Corrcnlc auno,,9 Wtio exportas
Troea-se uma casi no Mootoiro do la- a venda os seus afortunados bilnc-
s^^TV-Wsss^'SW ia ineralolc,lf'
dos bairros desta cid ido, ou uma baicasra na pr.ira da IH-Icpcildencia II. | ,
nova .1000.^,10 240.1300880005 dando-1 |cja Je ln,|eIas de Fortunato Pe-
Si o excedente que merecer : un rua da (,uia J 1 ,. r 1
n.64, s gimi andar so i.rn negocio. reir di l'Ol.SCCa U.stOS ; n. |je
(Juem precisar comprar, um casal 1I0U5 |0ja decalcado do Arantes,
escravos, ja de idade, multo proprios paral ., J ., *, a 1. n _
trab-lhar om litio foia da cidade : dirija-so ">7 (; -il.h ,0)a.l,c c'''<,ado ile I or-
to Se Companhia, e na rua da (Ja-
n. 13.
O ulii 1 mi assignado tem l.ms ongonhos
na ribeira de Santo Antonio (ramio, ambos
bous d'agoi o bem eaprmontado; um t>es
legoasso poito do embarque, o oulro moia
lc,(oa ; a ponto do nio faltar agoa por mais
que soja a estar;.1! ; vendo qualqu
Canino de Fribourg, sem ler da lo noticia al-
guma sua desdo acuelle tem,io,ilsja-so sa-
ber so o dito senhor a por ton nesla provincia,
o o lugar actual da sua residencia, por or-
dem do conselho federal suisso, com data
Je 26 de julbo prximo .assa.lo.
__Pela directora do lycou so faz publico,
que por o'dci.i do Kxm. Sr. prosii.nlo la
provincia lera lugar o concurso sulsti-
Luiflo vga das oadelras das lingual Ingle-
za o Iranceza no da SS de outubro prximo
futuro, devendo os opposiloies apicsenlar
al 15 das antea, desp-.cnus do mesmo
Exm. Sr. para so mscreverem, na lrina dos
arts. 30 o 3i do regulainenti) do 13 de majo
le 1851. I.\cu do l'ernambuco Io do se-
tembro doisi.11 director interino, Vi-
cente Pereira do llego.
0 Vapor brasiliro Haitiana commaii-
danle o eapitiio lenle Jos Segundino do
Gomensoro, espera-se dos porlos do Voite
at 5 do coireuto mez e segu para os por-
tes de Macei, Babia e Rio de Janeiio no
dia seguinte ao da sua entrada.
lmuo de l'er.'iambueo.
O conselho de directSo declara que os
dosconlos .la semana quo decorre de 30 do
agoslo a 4 delet"(iibro, sao de 6 por cento
aiolim de outubro, 08 por cento at 6
mozos, e o expediento para os meamos des-
contos, das 11 horas da manliSa as i da lar-
de,
me
vend
Rio ..
del'eriimbnco 28 de agosto do 1832 O
secretario, M. 1. do Oliveira.
r,i, no matadouro das tinco Ponas a qual -
quer hora do da.
Trocamse uma inuloea dn 14 annos.urn
niolequo i" 2, o un moleoTo de 20annos,
lo los muilo bonitos e bous, por outros que
t'nliam lis mesmas ida les pouco mais ou
menos, c quo s-jam mulatos ou cabras ; vol-
ta se algum diiiheiro, agradan lo us poea-; e
1 .mili 111 compra-so : na rua das Lvangei-
ras 11. 14, segundo andar.
- Dosappareceu no dia 2 do correnle, rs
fl horas da larde, o prcto SiniSo, com os sig-
naos seguinles : baixo, representa ler do 20
a 22 anuos de idade, cor bem preta, barbi-
do, Com OS dousdontesda frente podres; In-
ven cali,a oe algo 10 azul, camisa de mada-
pi i "10 c chapeo de palh ; este preto veio do
engeno Agoa Fria de Smiiihaem mandado
ven ler pelo proprietario do mesmo enge-
nho Francisco das Chagas Cavalcanli: ro-
(ra-so as anuir 1 lados policiaes e capililcs de
campo a captura do mesmo, e leva-lo a rua
do Crespo, loja n. 16, que sei recompen-
sado
ilanoe! Pinto, morador na povoi(o de
llapessiima, avisa aos senhores de engenho
donoite, que quizeie n roni'tior-llie suas
safras om saceos, caixas ou barricas, para
liui de ser embarcado
a rua da i.'a Icia Velha 11. 33.
i'.ira se pasar a lestn.
Aluga-se um bom silio no logar do Cnr-
deiro, im.rgem do C.| ibaribe, rom boa
casa, estribarla para tres cavallos,casas para
prcios o feitor, pomar o jardiin, assim como '
baixas com espim, o milita ortali^a : na rua
do (Jieimado 11. 30, lOgUfldO andar, ou na
rua da Madre de D-os, armazem de barroca
CsttiO.
Vida de Franklin
Sabio a luz a vi la do doulor llenjamim
Franlilin, escripia por elle mesmo, o conti-
nuada e concluida por seu amigo o doulor
Studar.lradiizida do inglez por um pernam-
bucano : Vemln-se a 1,000 rs. na livrana 11.
6 e8 da 1 t...; 1 da Independencia.
Roga so ao senhor Jos Machado Estrel-
la, reloador, e morador na Boi-Visia, no
la Santa Cruz, o favor de mandar si-
leia do Kecife n. 4G, loja de niiu-
ilezc.s ile Jos Fortunato dos Santos
Porto.
Bilbetes 10,600
Rleios 5,3oo
Quartos 3,600
Quintos a.too.
Dcimo 1,100
Vigesiinos 600
Vende-se uniescravocreoti-
lo, de il\ anuos, proprio para aer*
vico domestico, por ser de bo*
conducti : na rua Nova 11. 4?.
Vendcm se Irascos com man-
pato
lisfazer cm Hio-Foruioso o debito quo nao]
ignora tcig- fresca, da melhor que tem
o abaixo assignido, chegado ha pou-, viudo a csic mercado i na rua do
eos das da K.urop), lem a satisfcelo de an-(,p .
nuneiar ao resoeilavel publico, o 11 sous un-' I rapiclie n. II.
tigos fre^uezes, que Irouxe ricos desonhus' Vendem-se silboes inglezns, para mon-
deobras de marclneria, sssim.como algo-' tari de senhora : ni rua da Seuzalla .Nova
mas macbiii-s para mc.hor dosempenho do n. 12.
sua arte. 11 annuncianto julga desnecessa- Ven.lo.se por gran le precisilo, urna es-
li fallar do novamenlo sobro as suis hahi-. era va mullo boa li va Icirao qtiitandeiri, por
lilales, porqiianto .lias ja SOO iissas 00- innlio.i proijn: na rua das Cruzes 11. 18, le -
niitcid a nesta provincia, o boje mais quo ceiro andar,
nunca, nSo pretendendo otTender a nenhuao! -- Vende-se um silhtloera bom uso, por
de seus collogas esta mala habilitado que mdico preco: na nn I irg. do Rozario, lo-
les -obre o modernismo, vi-lo que o ao- j i do seleiro n. 30.
nunciante lendo-ae amentado d'aqui a mais
de um anuo, en pregou lodo esse lempo
om f.izor um esluio particular sobre os no-
vos gestos de obras de marcineri* aprosen-
tados na exposlejlu universal de Londres,
veudo-se urna ainiiQo de vurnia, no
paleo lo Terco, cojo local he o melhor pos-
sivel, e lem o iniiiio los pira familia : traa-
se na rua do Queimado 11. 67.
- Vonde-so a casa junto a do Sr. Marinlo-
4visos martimos.
t'ara a liabii.
O bialn NuVO O'.inda deve chegar estes
dias do noria, o partir para a Baliia com
10 la a hrevidade, poi ter o seu carregamen-
loquasi completo : para o restante l.ata-se
com o seu consignatario J. J. Tasso Jnior.
I'assageiros somonte.
Seguir -oara o Rio Grande do Sul al o dia
11 do sitembro, o patacho nacional Dous do
Mario, que nfiorecc exceden es commo los
para passageiros: trau-socom altsr & 0- _
liveira, 111 rua da Cideia do Kecife, arma-1 tecife, otide JA 't'ulra rugTsln
zem 11. .2. tem parcelros e prenlos n'um silio naos
~ para o Aracalysahe con muita hrevi- ir,|a ,|os Afilelos, o n'outro OQ Remidi:
dade o hiato Flor do C iruripe ; para carga u ,m jel|0 ,ior noticias, ou leva-lo ao mes-
conforme as or leus de seus donos, a pro-
co do dous tuslOes por um sacco de cinco
arrobas, o se res.onsabilisa por l>,da equal-
queravaria motivada |Or deslecuoou falta
de commodos as emharcacOes que o con-
duzir. m, o ludo fara com a maior brevnla
de conforme ex.girem seus donos; com os
quaes se acha elle sempro prompto : a tratar
naquelle povoaco.
-- Do engenho Santa Cruz (mais conheci-
do por Cabera de Po'Co), sito na freguezia
de Uua, desappareceu no dia 16 de agosto, o
escravo .Nicolao, creoulo, de idade 30 a 35
anuos, altura regular, grosso, um pouco pa-
xolls e fall nm pouco aporluguezada. NSO
se sabe 011 le anda, mas suppAe-se andar no
fui nreso, e
. Podro la Cumia C. All.uquerqun.
-- .No dia 9 do crtente se deve arreo.alar
om hasta publica do doutor juiz municipal
supplenloda primeira v.-ra, na rua do Cal-
o'uhai eXlVeeatti.* c'm.'is'o^- o'nde'esteveiVlui de oulr.sc.pilaei da E V- mau. na Ca,.....ga Vel.a.defronlo do ..to do
celo* const ntes d. >c 1 \'l. rllo ,, ">.', ''"-. '-'s"0'. < "c ann.in- Sr.consul iogl-z : para ver a qualquer hora
V^i^!^WwtmtSliau^. Onte se acl. capacitado para Igualmeii- do dia.e par, ir.itar do aiust-, na travessa da
n r Icp I \WKSkSSm A Sir. I ..mp.ee.ider quaes,,,,, construyes de I ingoeta s ibr.dinho de un andar do Sr.
['..noli semlo s rasas sitas na noviiarlo do' edificios, laz osea las encolar, oval e entras Manool Jnaq-JI n da Mlva Lisboa.
tt^^^^k!^ STvem pura su.,i,se por um lado o' Vendo-so um. esc, av. creo.. I-..do*
looscar-se por oulro. Avisl.i, pois, do ex- anuos, c.'Sinli", engomma, lava ropa de sa-
Nn ,lia B do corrouto 4 horas da lar-1 pendido, o abilxo assignado espera more- hilo, coso eludo faz hem feito : na rua do
cor do respciiavel publico a sua pr.,tecc:!o| Colleg.o ... 21, primeiro andar, sodira quem
de, s: deve arrematar om hasta publica do
doutor juiz doorphaos supplenle, um caixo
de esa terri a, sita na rua dos Pires, a ic-
quonmenlo do tutor dos orpbloi, lilh'S do
finado fjaudenoio de Almei la, conio co.ista
do escu, lo cm inao do porioiro
111 ron lo assim o hoiirarein de alguma eu- vende.
commenda; ua rua da Concordia, junto da i (Jasa de COnillli.sSaO de escravos.
reliuacao. Joo Fr.'derico Schrooder. y ui'oila, Sobrado de 3 andares, do-
- Ciegouaruadi. gueunadon 31, novo |(. t ,, boceo de S. Podro 11. 3, recebom-
soitimentodevidres rom aguapara fazor ^ (,4Cr,V()S d a,|,s ossexos, pira se veu-
- O ene-rregado das mediaces dos ter- "s cabellos e suissas pretas a ellos anles : |1(rom ,, cmmjMa0, nao so levando por
renos d'marinha, convida ao senhor Jos que se acaben.. 'f.Sso Irabalho mais doquo porcento, eseo
Francisco Pereira da Silva, ea senhora D --O abaixo assignado cora negocio de mu-lMlevrc,)USB Hl(fumll do comedorias, olTe-
Anlonia Luiza Cuedes, por seu procurador, IhadM na povoaeflo de Apipucos, ruga enea- r0CCII(jn-so para islo lo la a seguranza pre-
a compaiecere .. na casa de sua re
na rua Direila 0. 78, lOra de se lli
o diaSfcm que teem de ns-islir a me m;n o
demarcar;Jo de seus terreno*.
Toma-so 250,000 rs. a juro,
esidencia, red lamento a todas as pessoas que Ihu sao c|ia 0J dllos 0scravos.
es marear deve loras, o olupquiu de saldaron, suas .. yendo-so graxa para fazer velas, por
contas o mais breve possive (I mesmo aba- commodo : na rua da l'raia n. 3.
xo assignado compra:, creditooselleilos pa- r _; Voii0_e taUerni da rua estreita do
lando por ra sorlir asna casa, vencido o praso, bc-llie. Raza[|0 ,6 a imtnr com J0.I0 'lavares
i..e3"or;U",nmeaial.7entV'moc- ."nV'frVlrte do la lo de cima, o paito d o mMO., com lh. de mangue quesos-
quesera nnmc l.alamtnie procu mbo sc jn.caa.inMarit ha quasi dous mo- iellla U(..a padarid uiinualinei.te. com bom
zes para O engenho do Fragoso, anude a di-1 l.anlio, e um grande viveiroque pouco fal-
ta liadur a sua con m t,
nuncio
rado.
e pnssagiiros trata se na rua da Cadeia do
Itccilo n. 49, primeiro andar.
- Para a llahia sahe com a maior brovi-
dade pnssivel, o hiato Caprichoso ; para car-
ga e passageiros trata-Be na rua da Cruz u.
34, ou com o mestre a bordo, em frente do
caes do llamos.
JLeilao.
- iNflo tendo pudilo concluir-se o Icil.lo
da mobilia do senhor doutor Sabino Olega-
rio Ludgero Pinho, sera o mesmo conlinna-
do 110 dia quarla feira, 8 do crrente, as 10
horas da manlia, na mesma casa que rol da
sua morada, e consultorio homceopalhico,
rua do Trapicho .Novo n. 15; eadvorle-se
que os arligos a vender porqualquor preces
consislem em guar la-livrus, consoles de
mogno com lampas de pe ira, 11 ai excellonto
relogio do quadro com msica, para sala,
mesas rodondas. cunsolos, mesas diversas,
sofas, caJeiras de bataneo, ditas usuaes de
differentes madeiras, comino Jas, loucado-
res, lavatorios, leito, marquezas, mosa de
jantar, dit.s de cosinha o para en;ominado,
uma secretara, e muitos outros objeclos.
Miguel Carneiro, fara leilo no dia so-
lante dar fcil paasagem para o transito pu- g(JO(Ja.rorSl j0 corrento, ao meio dia em
1110 engolillo a entregar ao a -Iministrailnr.oil
aqui n Itecifea seu senhor, no at-Tio da
lio.-Vista n. 12, primeiro andar, ou DO Mm-
giinho, sitio quo foi do Francisco Uanoal
da Silva Tavsres.
Precisa-se ,le uma am quo saiba en-
gommar o cozor, para casa do houiem I0l
leiro: qjem quizer anuuiici; para ser pro-
curada.
Aluga-se para passara festa.uma gran-
de casa na povolflo do Uontelro: a iratar
na tua do '.ni 11111,1,1 11. II.
femlo-se juslo o contratado a compra
do sitio da Conceic>> dos Me Heos, na prais
do Jang, freguezia do Ma .,1,guape, que an-
tigameule p rteuceu ao finado vigario de
Coianna Joilo Carlos de Mello e A'aujo, e
pouco lempo ao senhor J L. Innoceucio
Pogges; roga-se que se alguem se julgar
com direito ao dito Sitio por qualquer titu-
lo, haj do publicar por esta folha, n > pra-
so do 10 dias, e de comparecer na rua do A-
pollo u. 15.
A negocio de interesse se faz preciso
fallar com os senhores Guilherme Pinto
lleuri 11 s, Francisco Xavier carneiro da
Cunha Campello, Joaqun. Xavier Carneiro
da Cunhi, JoSo Mauricio Cavalcanli da Ro-
cha Waii lerley, Joaquim Alvea Bczerra,Joao
Dantas de Oliveira, e Antonio P. de Miran-
da : no aterro da Moa-Visti, sobrado n. 17.
# me. a casa uo i,,.,..... iwim.11.1. .,..,... utiime-. <: 11...... .------r- ~L.0".~~;
correctamente por um melliodo facilimo do A(J|'ora n- 5^, pagando 1 u, as necessarias malica poriugueza, por Salvador; historia
comprehondor: na rua da Clori. n. 83 dosezr.s do cuio favor lo fiearei obrigu lo. | Sagrada, Selecta, Tilo Livio, Horacio Flac-
-- Oller.ce-sa uma pessoa para caixeiro Adv'eIla.s,. que a dita prcla foi escrava do c,0 cicero, Elhic Job, e dous c.ompondius
de algum engenho, do que lem bastante pra- joaquim da Lingoeta, e comprada em de lgica, por Ceouense 111 iratar na rua V-
lica : quem do seu presumo se quizer uli- u, pul,|ico qua msiid.ram fazer os her- |ha n. 26
lisar, dirija-se a rua das Cruzes n. 15, quo d' sdo mesn,o Joaquim da l.iogoela pelo' .. Sa roa Direita, sobrado de um andar n.
achara com que 11 tratar. correlor o Sr. Oliveira, e dizem quo se tem 33 ,0 p da botica, vendem-se doces.soc-
-- Na ruadollrum, airen la-so o quarlo vjtQ ,,',(......a referida escrava, na cidade1 Co e do calda; taz-se bolos de todas as qua-
andar da casi de Francisco A. da Cunha, e llel|llJa e no mesmo lu^-r nos Arrumba- j |jj|es c tambera bolinhos o enfeilain-se
atrs da mesma, na rua do Caes, igualnien- gm c',rU casa ,jU0 9cra |(?0 ,-..r 11 e bandeijas com os mesmos.com r,ioos,II.no-,
losearrendao primeiro au lar de uma dils, .Hjra sufror us penas da lei.Fraocis- figu.as, e diversas galantarlas por precos
portenconlo ao mesmo, tendo ambos excel- co s, Sli Harboza. '' muito commodos; tambem faz-so pSo-de-
lentes co nmodidades para uma amilia, es- ....,. uma buuita c.sinlia.coai quiu- |0, eufeilados com allluins.sendo coroas.ca-
__'.1_____._ .. ..la. ~ a i ..- 11 .. l 1. 1 I > ni. m rliyaa __ ... --------J_i.fa___.k_Z.
poiMiilm 'ule o Ultimo
muito gosto e asse'
Vigario n. II, primeiro
10 quo est acabado com tari,.^op,
io : ira a-se na rua do J-V J
eiro andar. i, ,. >,
o da Panella, beira do rio, pellas, ramos. Dores, arroz de leite, pastis
mora a senhora D. Mara de n,u de carne, doces d'ovos, e quaesquer
A abaixo issignada, viuva de Francisco
Monleiro : os pretendentes dirijam-se a rua sobremesa que P!,m1,P*i"cljl
do Vigaiio n 7.
Antonio Vie.ia da Silva, declara ao publico
que licou exliucta a sociedade e Ura.a que Lotera da matriz Clil Moa- V isla,
nesta c. iade havia sobre a razio social, Vm- 'f e jMra i3ai>tO actual tlie-
va Vieira&Filhos,equeo eslabelecimento JU3t- = >"
licou a cargo rnente de Jos Cae lao viei- 80ureiro deata .olena, avisa ao res-
ra da Silva, e para que assim o conste faco e,ave| publico, que a mesma COr-
o presente annunciu. Francisca Rosa Vi- |)ci.*cs ,ius. ,1
eirV re impreterivelmenteno da aC de
--' Precisi-se de um hortelao e jardinel- outuijro do corrente anno, no coii-
ro, para um engenho, distante desla praa malria o se rnn-
7 egoas : na rua da Cruz n. 7. sistoriO da dlt matriz, C Se COI1-
Precisa-si do uma preta escrava para (uuar a iiillui'iiCKl dos Comprado-
l^J^iMZSfeZ ". correr no da ., do mesmo
do n. 8. mez. Os 1>Itictes acham-se a ven-
-- O abaixo issignado retira-se coa sua |uares i annuociados.
senhor. par. o R.oG^o^oSo^ d-^ug^i
- Ueroardioo Jos LcitSo, quo ultima- feicSo c asseio : no pateo da Ribeira d8S.
mente leve venda na ma da Florentina 11. Jos 11. Ij.
Vende-se uma lancha de construefio
brasileira, propria pora qualquer navio
grande: os pretendentes dirijam-se a bordo
do patachos. Francisco, ancorado na Tolla
do Forte do Mallos: para a ver e para tratar,
no escriptorio da viuva de Joao Francisco da
Cruz, ao p do arco da Conceico.
Vende-se um prelo, creoulo, mogo e
solio, com principios ds pedreiroemaisal-
gumas habilidades: na rua dos Guarirapes
em Fra de Portas o. 30, junto a cerca de
varinliis.
Vende-se urna escrava, moca, que sabo
cosinhar e eugommar: na rua da Cadeia de
Santo Antonio, no segundo andar do Sobra-
do n. 1.
-- Vende-so a Biblia Sagrada, polo padre
Antonio P. de Figueiredo.em 2S voluntes :
na rua dof.ollegio, loja de encaderneilo
08.



r
-4 '

Moinhos de vento
com bombas de repuxo par* regrar bortas
ebaixasdecsplm nafundigodeD. W. Bow-
man:na|rua doBrumns.6,8e10.
Fazenda da moda.
Vendem-se superiores cortes de cimbraia
de salpicas hrancos do cor, pelo diminuid
prego de 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja
n. 6.
Cal virgem.
Vendo-so cal de Lisboa a mais nova do
mercado : na ra do Vigario n. 19, primei-
andar, escriptorio de T. de Aquino Fonseca
&. Filhii, ouna ra do Trapiche, aaiizem de
Antonio Augusto da Fonseci.
Deposito de cal e potassa.
No armazetn da rua da Cadeia
do liedle n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
nim como potassa chcgada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
I'otassa americana.
-- No antigo deposito da cadoia velha, n.
13 existe urna pequea porco de potassa
americana, chegida reccntcmcnle que por
superior rlvalisa com a dallussia: vnde-
se por prego razoavel.
Agencia de Edwin 31aw.
N a r ii:i de Apollo n. 6, arma/era de Mc.Cal-
montsl Companhia, acha-se constantemente
iiniis aorlinientoa de taina de ferro coadoe
balido, lanto rasa como fundas, Tnoendasin-
elraa todas de ferro para aniniaes, agoa, etc
ditas para armar em madeira de todos oa la-
manhos e raodelloa o mais moderno, machina
boriaoutal para vapor, com forca de 4 caval-
loa, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco queof
de cobre, escovens para navios, ferro inglez
lantoeni barrascomo em rcosfolhas,eludo
pnr barato nreo.
AGENCIA
da finid cao Low-Uoor.
HUA l)A SCMZALLA NOVA N. 42.
Ncsle cstabelecimento conti-
na a liaver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e laixns de ferro batido e
coado, ra dito.
-- Vni icni os verdadeiros selins in-
glezos, patente, de mulla e sem ella : na
rua daSenzalla Nova n.42.
Vendcm-se relogios de ou-
ro epr&ta, patente inglez : na rua
da Senzalla Nova n. l\i.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
veiidom-s arados de ferro da di versos mo-
delos.
Deposito de panno de algodSo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao desta fabrica ; em pessa, a
vontadedo comprador.- no escrip-
torio de Novacsik Companhia, na
rua do Trapiche n. 34 .
Vcndcm-se as seguinles sementes:
ns bus,ra baos, rab netos encarna.los o bran-
>'OS, sebola, rouvo Irii suda alfaco ala-
uia, repnlliuila, chicoria, senoulas, feijAo
carra palo de tres qualidadcs, i rvilha loria o
dir(tila, fava, coonlro de touceiri, salea, to-
mates grandes, repolho, couve lomharda,
saboia, e inoslarda : -na rua da Cruz n. 46,
defrnnio do Sr. doulor Cosme.
Tnixus para eii/jen/ios.
Na fundicao de ferro de D.
VV. Bowman na rua do lirum.
passaudo o chafariz, contina a
liaver um completo sortimenlo
de tainas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-sc a venda |M>r
prc9o commodo c com pioropti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, setn despezas ao com-
p rador.
Veudem-seamarrasdeferro: na "fji da
Neli/.i 11 i -N ti Vil II. 42.
y- familia de mandioca
J? Vende-se, por preco rasoavel, la- ^
tT rinba de S. Malheus a mais nova ,
, que existo nesto mercado : na rua ^-.
;v. da Cruz u. 34, detronle da l.ingorta. j
Ties portadas de lotulas.
Vendem-se lies polladas de rotulas,mui-
to bem feitas, por piego mullo barato: na
rua da Selizalla Velha o. 'J,s.
Algodao para loupa de escravos.
Vende-se algo d3o muito encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
toque do avaha, a 140 rs. a jarda ; dito
liuipo a 180 rs.: na rua do Crespo n. 5.
Moeiitlus superiores.
Na fundigSo de C. Starra Companhia,
em S.-Amaro, acham-seavenda moendas
de Otoa todas deferro, e ummodeloe
e.unstrucglo muilosuperioi.
Vendem-se accoes da ex I i ne-
ta companhia de l'ernamboco e
Parahyba no escriptorio de Au-
gusto C de Abreu : na rua da Ca-
deia n. 4 8.
Vende-se urna morada de
Casas, le i tu a moderna, com lijlo e
cal, sita na rua do Motocoiomb,
por preco muito emeonta: a tra-
tar na rua Imperial n. 3i.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de seda ingle-
es ebegados pelos ltimos nr.vios, pelo di-
minuto prego de 5,000 rs. cada urna : na
rua do Cullcgi n. 4.
Vende-se a encllente typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montada, tanto de bonspre-
los, como de typoa : quem a pre-
tender, dirija-se a rua da Praia
u, 55, a tratar com a Viuva Homa
Deposito da lubrica ile Todos os
Stalos na linllia.
Vende-se,em casa deN. O.Biebert C,
na rua da Cruz n. 4, algodao transado a-
quella fabrica,muitoproprio para saccosde
assucar eroupa deescravos.poi precocom-
modu.
Farinha de mandioca a i ,Goo rs. a
sacca.
No armazetn de J. J. Tasso Jnior : na rua
o dAmorim o. 33.
Vendem-se saccas com fa-
rdos : na rua da Madre de Dos,
armazem n. 30.
Ancoras para navios.
Vendem-se em casa de Ricardo Royle, oa
rua da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe-
rior qualidade, e por commodo prego.
Vendem-se lonas, brinzSo, biins, e
meias lonas da Russia ; no armazem de N.
O. Bieber i Companhia, na rua da Cruz
Panno preto, fino, francez, a 3,000
rs. o covado.
Vende-se panno preto fino,
francez, a 3,000 rs. o covado : na
loja de Flores & S, na rua da Ca-
deia do Recife n. 47 Na mesma
loja vende-se um rodap novo de
labyrintho, por preco muito com-
modo.
I (I II HU DE PARS.
Fabrica de chapeos de sol, na ruu
do Collegio n. t\.
Alm do sortimenlo j annunciado, rece-
beu-se pelo navio Havre, ultimo vindo de
Fr>nga, um novo soi tmenlo de chapeos de
sol de seda e de panninho, para liomens e
senhoras, dos ltimos goslos; superiores
chapeos da sol do seda com cabos de Cana/e
outrosdos mclhorrs que lem vindo a osla
praca, que se continan) a vonder por.me-
nos preso queom outra qualquer parle.
Vende-so urna uegracreoul do malo,
moga, e propria para qualquer servigo : na
rua da Cadeia Velha 11 24, primoiro andar.
Feijao novo a <>,ooo rs.
No arniBzem de (ouveia & llias, confron-
te a escadinhn da Alfandeg.
Frutas novas.
Na rua estreita do Rosario n. 11: vendem-
se as seguinles frutas: damascos, pecegos,
amores, iiiorangos, peras o sereijas.
Queijos do serto.
Vendem-se muito bons o frescaos quoijosi
do serlflo ; na ius do Qucimado n 14.
Alerta fieguezes
Que silo cnegados,
Cobertores ue algo 13o
Muilo encorpadus.
Na rua do Ciespo.loja da esquina quevol-
(a tara a Cadeia, a 1,600 rs. cada un.
Vinho de champagne.
Vende-se overdadeiro vinho de Obam-j
pagne, de excellente qualidade, ao prego
de 25,000 rs.; Ksim como dequalidalo in-.
Irruir, muilo ero conta : no armazem de1
Brunn l'raeger & Companhia, na rua da i
Cruz n. 10.
-- Vcndem-si! 9 rscravos de enxada, de
boa conducta, o alguns delles com ullicio:
no esciiploiiode Jos Candidode Bairos, na
rua da Cruz n. 66, denois das 9 horas ale as
5 da tarde, todos os dias.
Lotera de No.-sa Senhorn do
Kosario da Hoa N isla.
Estilo a venia os tnlhetcsda qua'ti c iilti-J
oa parle da terceira loteria a favoritas obras
da igi'ija ; mi ,1, em virlude da lei provin-
cial n. 283, artigo 42 de 8 de maio de l v,i ,
nos lugares aegulntea : -- rua do Cihuga ,
linlica do Sr. Moreira Marques ; pruea na In-
4
Deposito decale potassa.
Vende-se superior ral potasso,!
e por preco commodo : no arma-
zem do caes da AlfinJega n. 7.
Urna encommenda de cobertores.
Que por seren poucos
Nilo podem cliegar
A todos os compradores,
a 1,600 rs. cada um : na rua do Crespo, lo-
ja n. 6.
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e-5I:fit!MS
e =--;2^:
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lafH**
O
ico
k. I "O c
o
Vende-se nudo boa cal nova de Lis-
boa, recent'mente chcgada, na rua da Mo-
da n. 15, pnr menos prego do que em outra
qualquer parlo.
Leja nova na rua do Kangcl n. 8.
Continua a haver um completo sortimen-
lo de manteletes e capotinhos, gollas ile
bicos de linliopara senhoras, umantmen-
lo do cambraias de seda de muilo hom go-
to, chales de seda e mantas de muilo bom
goslo, o niellior que ha no me.icalo, luvas
.l.i.i 1;; 11 frailee/is, ditas de Lisboa com bo
I 1 iiii.-. bom s H 11 -ii-iri de tainos de bico
de linho para senhora, com lagos de litase
guarnecidos com trangas do cores, e outros
muilos objectos quo se vende por prego
commodo,
9-o <
O 3 ^ S
^1 ** a 1
B g-iSo Bo5'|3
S." j % sr t! J
9 ftS a 2
,f s8i.2.isa
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n
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b 2
o5?
sfIS"li?|jS
l|'8l|v3^-8
-,ro = oc_tf!"
O ? i-0
n'S.
I'otassa a ?.'|0 rs a libro.
Na rua do Apollo, armezem de
as.iucar 11. a B, de Leal Keis, lem
superior pot'Ssa do Rio de Janei-
ro, chegada ha poneos das
- Vende-se um bate 13o de amarello.mui
to forte e novo i a Imrjn do hiate Capri-
choso, ancorado em frente do ces do Col-
legio, ou na rua da Cruz n. 34.
og533 = fflo
?3-io'X%c s-o
n- z ^ _---- j- ". flp

O
Fio para sapateiros e seleiros
a 5oo rs. a libra.
Vende-se na nova loja de miudezas em
frente do Livramento.
-- Vende-se uiua casa de um andar e um
solio no becco da Lingoeta n.: a tratar na
rua da Cruz do Recite n. 33.
lNUSriUA NACIONAL.
Imperial fabrica de velas stea-
rinas.
J. K.l.ajonx proprietario da im-
perial fbrica de velas stearinas do
Rio de J.ineiro, fornecedor do pa-
co, arsenaes e repnrlices publi-
cas, faz saber ao respeitavel pu-
blico, que acaba de fundar um de-
posito de sua manufactura, na rua
da Madre de Dos, no armazem do
Sr. LuizJo.i da Costa Amorim ,
aonde sempre haver porco des-
te ge ero, para o consumo da pro-
vincia. O preco em c xa ha de
6flo rs., e em porcSo de locaixas
com reduccao muito sati>fnloria
os co.npradores que reexpottaiem
deocaixas para cima, para ou-
tra provincia, terao o direito a re-
ceber o frete do seu agente, a-
presentando oconhecimento. 0fa-
bricante julga por este meio faci-
litar a compra do dito genero, e
esfera que os consumiilotes nao
deixaro de apreciar sua bella qu 1-
lidade, e dar sua protecSo a esta
nasccnle industria.
Vende-se superior pimo de
algodlo da trra, profiri p ira es-
cravosy por preco commodo : nos
quatro cantos da rua do Quema lo
n. 20.
Vcndc-se ferro inglez em
barra, em poredes grandes, 011 pe-
queas, e a escolher a vontade tlol
111......mine a /, Krtnw.! a ni.ii.tjl j,lnlo do Sr. M 11 n n. i: i.i .., leudo j a maior
comprador, a /|,JOOr.>. O qUIUtal, p\tt,M,di, c un. vivero principiado: o>
e de 20 IIII lililes para cima a 4,800l"l''<''"'fnldirijain-ac ruadalrut n, S, ler-
rs., o quintal cm porcoes mais
I! Na loja Pcrnambucana rua
^ do Crespa n 11. 4
i Venilem-se ricos vostuarins para 5
0 1-11 un,- .s do difTerenlrs tamaitos, o 4
(i- por prrgos commodos. 4
**-*a-fi.*;*S*ia.A*i*0'?*4
Di Cbilli a 10,000 rs.
Superiores chapeos do Chille pequeos, a
10,000 rs. : na praga da Independencia ns.
21, 26, c 28.
-- Vende-se um pardo acahornl uto, ox-
cellente coiinheiro e de boa conducta; as-
sim como urna cscrava, creoula, do lian-
nos, pouco mais ou menos: na rua do Quei-
n.ado n. 39.
Vende-so una carroga por prego com-
mo lo : a tratar na rua do Cano, cnchoira do
-"iih 11 Jo- Francisco do Reg Barros.
A 60,000 rs.
Chapeos do Chille finissimos, a molhor
fazenda que tom apparecido nesta cidade, a
60,000 rs : na praga da Independencia, fa-
brica de chapeos, de Joaquim de Oliveira
Maia.
A 3,ooo rs.
Chapeos do Chille pequeos, a 3,000 rs.:
na praga da Independencia ns. 24, 26 e IX.
Vendcin-se qurijo, de Minas, muito frei-
caes e preco commodo, vindo no ultimo vapor,
c dito* inglezes: na venda da rua da Cruz n. i'i,
defronte do Sr. Dr. Cosme de S Pereira.
De castor a 6,000 rs.
na Superiores chapeos do castor in-
JH gloz, brancos e pretos, a 6,000 rs.:
>r"?Wna praga da Independencia ns. 21,
26, o 28
SF.BO REFINADO.
Vende-se na rua Direita 11. SU acbo retinado
por preco muilo commodo.
Vendem-se caixas com Irinta e lautas li-
bras de vellaa de carnauba muito Miperiores e
por commodo preco que he para acabar : 110
becco Largo do Ilecife n. I, segundo andar.
-- Veode-ac um terreno na cnniinuaco da
rua da A urora com 160 palmos de frente e 3,or)0
de fundo, o njual ca para a rua do Hospicio
S..LS.I IMIMILIIA
DE
As numorosas experiencias feitas como
uso da salsa parrilha em todas as enfermi-
dades,originadas pela impureza dosangoe,
e o bom xito nblido na corto pelo Illrn.
Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo illustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em aua clnica, eetn
sua afamada casa desaude na Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. I)r. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito o por varios outros mdi-
cos, permittein hoje de proclamaraltameote
as virludes cllicazcs da
SALSA PARRILHA
l)E
wi.jiftiTrji^-
Nota. Cada garrafa contem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha do Uristol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Em consequencia do se ter fechado a bo-
tica do Sr. Jos Maris, mudou-se o dapo-
sitodasalsi parrilha de Bristol para a bo-
tiOl ingleza rua da Madre lieos n 1, vnde-
se a 5/000 rs. o vidro.
.- Vende-se urna linda escrava creoula,
nimia moga e muilo sadis: na rua du Cres-
po 11 5.
Na rua Nova n. 8, loja de J\>sc
Joaquim Moreira & Compa-
nhia.
Vende-se chapeos de sol de seda pretos
para homem pelo baratissimo prego do 4,000
a 5,000 T*., a files antus quo fe arabem ;
jarros dooradoi de porcelana para flores a
4,000 o 5,000 rs o par, chapeos 'ranczes do
boa qualidado a 6,500 rs., luvas de pelica
ponto inglez para senhora a 1,500 rs luvas
de seda pespuntadas para senhora corn sen
toque de mofo a 1,000 rs, o par, ditas de lio
da esc icia para homem a 320 rs brancas
a 400 rs.,chapeos de casfor brancos sem pel-
lo pelo iiiminutn prego de 4 500 rs eou-
tras militas fa/endas que so ven lerJo por
baratsimos prrgos com dinheiro a vista.
Escravos futidos.
Rua do Qucimado n 19.
Loja completamente sortida de fazeadas
de tudas as qualidades a vonlado o cscolha
dos freguezes. Vende-so pao de linho da
l'eira muito bom por 6,000 rs., pegas do 15
varas por 12,000 rs., ditas de 30 varas, o a
relalho a 440 rs. a vara, esleirs da India
com 8 palmos do cumprimenlo o 7 de largu-
ra, a 2,800 rs. cada urna, panno lino preto
a 3,2i)U, 5,500, o 6,500 rs. o covado, e azul
muilo iroprio para fardas e libr*, a 3,200,
Jependencia, loja do Sr. Fortunato rua do! 4,000, o 4,50) rs 0 covado, sondo lodos no-
l.ivramentti, Indica do Sr. Chagas ; ha rua
Direita, casa da l-.ii iiii.n, c no alerro da Boa
Vista, loja do Sr. Virialo: o ihcsourei'o del-
ta lotera, espera fazer correr as rudas poi
inlii ii ue/ de si-luuihrn vindouro, trocam-
se por liilheles premialos da mesma lotera.
Vendem-se urreios paraum cavallu de
carro, cm hom uso : os pretondenles diri-
fam-soa rua ireila n. 129, queacharo com
quem tratar.
Vendem-se superiores gneros nn rua
da Cadeia .lo Ucifc n. 1, a saber; queijos
li.mil mus, i, iiitii frescais, presuntus novos
vos e de superior qualidade, em rclag.to com
o prego : chales de algodn, pa Jroes escuios,
e muilo bou fazenda a 2,000 rs., muilo pro-
prios rara andar em casi, principalmente
nss estagos chuvosas, cortea de cambraia
branca cun Salpicos a 3.800 rs., cada um
com mais de 5 varas e ni ni la larfo. Icngos de
se la para meninos a .vio rs. cada um, ditos
de seda para homem, a 1920, e 2,240; muilo
boa l.i/eiil i e padrOes novas, ditos de cam-
braia de linho n 560 rs. cada um,sendo gran-
des e muito boa qualidide, ditos do garga
para senhora a 1,000 c 610 rs ditos do cas-
pequenas: na rua do Trapicho nu-
mero 3.
~ Venlr-se cambraia comsahico branco
e de cOr a 3,500 rs. o corte : na roa do Cres-
po, luja da esquina quo volt para a Cadeia
Novo sortimenlo du pannos e caseniitas
de todas as qualidades
ceiro andar
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na praca da Independencia n.
3e 15, loja de eticado do Aran-
tes, e na ru* da Cadeia di Ilecife
n. q6 loja de miudezas de Jos
, ra Hambre, conservas de superior qu>li-l su com palma naaponUl a 240 rs., dilos com
lade, ludo carregalo no dia 27 do cnente,! barra aheita hiancosa 200 rs .alpaka nies-
na galera Linda,viuda de Liverpool; no mes-I ciada a 800 rs. o covado, gn;a parda o a-
1110 estabeleciuientosevende superiores ho-j niarella a 200 rs. o cova 10 para acabar,
lachinhas .10 Lisboa, seidinbas de Mantea, 1 meios longos de scla para gravita padres
novos e sem ninfo a 1,500 rs., ditos de cas
la a 400 rs., e linalmente, rap princesa do
Itio de Janeiro feito pelo prego da fab ici de
Lisboa a 1,000 rs. a libra, e em meias libras
a 510 rs. ca la urna, rile rap lorna-so re-
coinrnendavel por que -11 1 a sua Compo-
sigSo superior do ra| Mourun, arcia pe-
la, e imitante o mais possivel a uo rap de
1,500, 3.000, 5,500, 6,000 e 7 000 rs. o 00- Ull 0 rnais tianit^0 au0 qua|quc, 0u-
vado ; dilo azul o veido a 4,500 e 5,000 rs. i; |rQ pr,.,ar|V(, ,., ,,, Bi ^ende-se por
assim como pannos mcsclados, dos melho-i esl aero litar a sua qualidade,
resgostos que lanosle genero, por 3,5001 ^aJTooilC. cunh.xida Di slo mercado.
re e\ rnuiHn
licores linos, o void-deiro vinho do Cham-
pagne, iiuscalol de Selubal, Madoira Secca,
e outros mu i toa gneros, que a vista dos
compra lores so uioslraio.
Soi lmenlo de panno.
Na rua da Cadeia do Ilecife, loja n. 50,
vendem-se superiores paunos pretos a 1,000,
l'-iiiti'i- .'1 patisiense-
Vendcm-se palitos, ultima moda do Pa-
rs, de 1. nii'i' pininos mesclados e relo ;
na rua da Cadeia do Recife, loja 11 por
menos prego do que em outras partes.
Bom e barato.
1\ i loja da rua do Crespo n 10, vendo n
rs. o covado.
iNa rua do Crespo, loja u- G.
Vendem-so superiores cortes de cambraia!
desalpicos, com 6 l|2 e 7 varas, a 3,500e'
1,000 rs.; corles de cossa chita, de novos
goslos, a 2,210 c 2,500 ts. cassi franezan
410 rs. a vara -r corles do lirim Iraogado cs-i
euros e mesclados, a 2,000 rs. ; panno lino
preto, a 3,000 e4.000rs.; Icngos de c mbraia! semuilu lindos chales grandes do seda a
de linho, a 480 rs.; dilos de cassa grandes,. | O00 o 6 000 is
al60rs.;riscado.;.|inlioalS0rs. o covado ('al virtvem de I islioi
e mullas outras fnzondas em conta. l'al |rgem "e -><';
1'rpnkHv nm-i liirinl. 1 Vendem-se barricas com cal virgnm de
rrenaas para ariona. i Lisboa, da mais nova que In no mrcalo, a
Na fundicao da Aurora em San-: por prego muilo commodo: ni rua do Apol-
lo Ainaio, eno depozto di mesma l0' rmatemileaiiicrii. 10
, 1 -- Veude-se um pequeo sobrado, silo na
na entrada di rua do Jriim a-lrua do Caldereiro desta cidade, emcliSos
cbam-se vend machinas para PrPrius. e anexo a elle lem duas casas' nu
im.u.... I. ; 1.4 j- 1 lundoe urna cocheira, que ludo rende men-
mprensar iannlia de mandioca, e| Mmenlo 55,000 rs., cuja propriedadu se
OUtras para espressao do oleo de vonde por 5:000,000 rs., recebendose mo-
n,onnn J., .._. : da, ou apolices da companhia de llebiribe a
mamona, de urna inven?ao intei- 50': trilI.ie na rua iie"s. H n. 37.
ramente nova. Os annunciantes Vende-sium sitio na Varzea, dos me-
nSohesitam em publicar, iiue es-*!/!?",8 iuo'llih- Pf' locahdadc, cummo-
I ""l-", 1"*- co i didados da casa, rendimento, ele., por com-
tas muchinas de sua nvencSo sao modo prego : na ruadeSanti Bita n. 37.
superiores a ludo, quatito at aqu I vfdem-se os inelbore relogios de ou-
* 1 ro, patente inglez, da bem cnnhecida fabrj-
tem apparecillo neste genero, re-;ca de Itichard llornhy : na rua da Cadeia do
blico, que corren no dia 18 to cor-
rele mez e espera se a lista da
mesma pelo vapor de 4 a 5 do fu-
turo mez; so pagos em continen-
te os premios da mesma loteria ,
as lojas cima mencionadas.
(,()()!)
11,000
5,5oo
2,800
i,3oo
unindo grande frca de presso
a maior simplicidade deconstruc-
9S0, e facilidade na operacao, o
que faz com que diDicilmentc se
possam desarranjar.
Alteneto !
Vende-se um uioleque pega, crooulo, de
10 12 annos de idade ; na rua Direita, li-
berna n. 76, Na mesma precisa-se alugar
um preto.
Carnauba
de primeira sorle : na rua da Cruz do Ileci-
fe n. 33, a dinheiro a vista, a 7,000 rs. a ar-
roba em saccas.
Esto-se acabando !
Vendem-se cortes do cambraia de salpicos
11/ ue-, rxos e encarnados,com cinco o mua
varas, a 3,500 is. o coite ; ditos para meni
as com tres varas, a 2,000 rs., fazenda iug
e do ultimo goslo ; a elles antes que >. *
caliei : na loja da estrella da rua do 0u 1-
inniln n. 7, confronto ao becco d Peixe
Frito.
-- Vendem-se um bom eperito rosinheiro,
um lindo moleque creoulo de 14 anuos,tima
bonita negrinha que coze, c lem II anuos,
propria para urna menina s.i acotnpaohar, e
urna prela vendedeira, cosinheira e lavadei-
ra : na rua larga do Hozarlo n. 35, loja.
Becifen.36, escriptorio do llussell Mello
& Companhia.
Boa pitada.
Oh que fresco tap de Lisboa a 10 rs. a oi-
tava e trea oitavas por 100 rs. e Meuron a 1/120
a libra, a 5S0 rs. ineia dita, e a 20 ri. a oilava :
na rua da Cadeia do Becife o. 15.
Vende-ac na rua do Amorim n.3o saccas
com lanuda a l|800.
ludo sa.i pecbincbas!
Ven lem se superiores chitas de cores fi-
las, a 140, 160, 180 e 200 rs. o covado ; dita
franceza larga, a 210 rs. o covado; chilss de
coberta, cores lixas, a 200 rs. o covado; pe-
cas de algodSo Irangado, proprio para loa-
Ihas eleogoes a 3,600 rs. a pega ; pegas de
cassas para babados a 2,400 rs. ; cuales de
talagarca a 1,000 rs. ; cortes de casimira li-
nas a 5,500 rs. ; ditos de mcia casimira _
3,000 ra., de l.ia; luioi tranga.lo da puro li-
ndo, muilo lino a 1,400 e 1,500 rs. a vara ;
cnilesde briui para clga de cor a 1,000 e
1,200 rs., com lies e meio covado, e ouiras
multas fazandas por pregos baraiissimos: na
rua doQueimado n. 7, loja di estrella, con-
fronte ao becco uo Peixe Frito.
(Jeia de carnauba e sebo refinado.
\ jc-se cera do carnauba ilg primeira
son, e sebo refinado o maissu.eiur que
ha no mercado : no armazem de II. An-
Irade & Companhia, na rua da Cruz, cou-
Ironle ao chafariz n. 19.
Na rua do Crespo.loja da esquina quevol- Fortunato dos Santos Porto, ven-
ta para ? Cadeia, vendem-se panno lino i re- La___ i -u .__
to a 2,800. 3,200,3 500, 4,000. o 5,000 r,. 0j dem-c billietes, meios e cutelas
covado; e francez muito superior a 6,000 rsJ da decima loteiia do thesouro pu-
ocovado; dito nzul a 2,800, 3,500 e l,"mi
rs.; cortes de casemira pela entestada a
4,800 e 6,000 rs ; dita franceza clstica a
8,008, 9,000 o 10,000 rs. o corle ; o oulras
multas fszendas por prego commodo.
Ninguem ue o harateiro.
Vende fazen la
Por pouco dinheiro.
Na rua do Crespo.loja da esquina que vol-
ta pira a Cad. ia, vendem-se briol trancado,
pardo, de | uro linho, a 320 rs. o covado ;
(mbraia darr, do linios padrOes, a 320 rs.
o covado ; chita | ara coberta, do cor fixa, a
200 rs. o cova Jo; cassa de quidros a 280 rs.
a vara ; biim de cor, de pu'o linho, com
quadros o listras, n 1,280 e 2,000 rs. o corle;
dito liso, auiarello, a 2,000 rs.; riscadinho
Jo linho com lislra, a 720 rs. o corte; Icngos
de cambraia de linho, liuos, a 480 e 560 rs.
cada um ;e outras muilas fazendas por pre-
go commoito.
O desengao lie a vista.
Bem longo de elevar a um poni lili subi-
do os bem leitos e delicados estaadores de
lo los os Lmannos, com as mais lindas co-
res de pennas, e bom caraclerisadas. nilo po
domos deixar de annunciar ao respuilavel
publico, e com especialida lo eos senhores
capital s de navios, que esta qualidade de
espanadores se vende em porgiToc a relalho,
na rua dos Quartela n. 24, loj de miudezas
de Cruz & bastos.
-- Vende se urna propriedade de lego e
meia de fundo, para o norte, com novecen
las bragas de testa a, e demarca las, cober-
las do malos grossos.conlcndo gran le parle
de matas vigens, com algumas casas di lai-
pa, no municipio da Tilla do Pillar, provin-
cia da Parahyba do Norte, no lugar denoiui-
nadoEscarlala.terraso timas para qualqu-r
agricultura do paizi qu.-m as prclen ler di
r.ja-sea osla pr.ga do Itecifo, a fallar com
Jos llerculano de Csrvalho, seu legitimo
propiielario, na rua doltang.I, sbralo
n. 47.
: Vertde-se massa de tomates
para tempero, e tinta pura de mar-
car ropa : na rua da Cadeia n. i5,
loja de Bourgard.
I'ecbincha.
Na loja da rua do Crespo n. 10, vondem-
a excellentos palitos do hriin.a 2,800,3,000,
3,500 e 4,000 rs.
Vendem-se na nova loja de miudezas
em frente do Livramento, lindas abotuadu-
ras para coletc, a 800 rs. ; suspensorios linos
para menino, e 600 rs o par; boles trans-
parentes proprios para paliids do caserrira,
a 500 rs a duza ; pentes alartarugados do!*8 eslrangeira, por ser muito espurio; um
gomse abertos para coco; ditos de tartaru- "-gro .lo 26 annos, bom cosinheiro ; um
ga para marrafa, a 1,000 rs. o par ; papel do
Bilnetes
Meios
Juntos
ituvos
Vigsimos
I'otassa da Russia, c c-il virgem.
No armazem da rua do Trapiche n. 17, do
Jos Fo reir Basto, ha para vender superior
potassa da llussh, chegada h poucos dias.e
cal virgem da mais nova que lia no mineado.
Vendem-se arrojos pr um eivallo de
curro, em bom uso: os pietendenles dii-
jam le a rua llireila n. 129, que acharo
com quem tratar.
- Vendem-se charulitos legitimos da A-
vana, proprins para intervalo de th-atro
mu-,- i de 25 a 1,000 s. vista : na rua Nova
i. 2, a fallar com o Nahuco.
Vende-s um mnlatinho, de i lade 16
annos, bom para pagem, c com principio de
nlll.'i i de s ip it-ii i : a tratar na rui da Ca-
deia do Ilecife n. 22.
Aos senhores logistas.
Vendem-sn muito bonitas contas lilho-
grafadas, represcntan.lo a vista de l'ermiii
bueo, pele borato prego : urnas a 3,000 rs.
o corito, e oulras a 2,000 rs : na livraria n.
6, lo I i'i o da Costa 11' ni ni
Vonde-so um preto de idade, porm
muito robuslo ; assim como urna prela, que
sabe lavante varrela, cose e cosinha alguma
cous : na rua do Crespo n. 10, primeiro
andar,
Vende-se una bonita escrava, i ni-
e'io Costa, de 25 annos de i In le, sem vicios,
non achaques : na rua Augusta, casa do Sr.
Joaquii, Pacheco.
No armazem do Francisco A. da Cu-
nta & Companhia, na rua do Vigarin u II,
Ha urna porglo de lina fa'inha de ni .ni li i-
ca ; lahoas de forro de pinho ; um ancurete
novo de 8 arrobas o 20 libras; arcos para
barricas; urna soleira ; dois maineis; 5 ver-
gas de pedra do Porto lavrada, e mais ob-
jectos, que ludo so vende por pregos muito
rasoaveis.
-- Vende-se urna linda negrinba de 14 an-
nos ; um mol quinho d 12 annos, ptimo
p..i aprender algum ollicio ; um. mulecu
da 22 annos, li en para servir om alguma ca-
peso branco e azulado, a 2,400 rs. a resma ;
ligas de borracha e seda,a 400 rs.; e volu lo,
a 640 rs. o ;.ar; icdn-s e crees paro meni-
nos escreverem, a 160 e 200 rs. urna ; ben
galmhas do balea, a 1,400 rs. urna ; meias
cruas, muilo boas, para homem, a 1,900.
2,800 e 4,000 rs. a duzia ; linhas groisas de
carrilel de 200 jirdas, a 60 rs cadaum; di-
las de peso, grossas, para borJar, a 80 rs a
meada; um completo sortimenlo do bicos
largos o e.-t eilos; transas e franjas para ca-
potinhos e manteletes, ludo pelo prego mais
bnaloquoso pode rnconlrar.
Cochino ou .-ulirr-'dins de linho
Chegados pelo ultimo navio de Lisbo.
muilo propr.os para quem padece- moles- '' *'"zes, lamernasdo vioi
lia hemorroidaj (i.1o Irequento entre nos pe- ,d,da; de l0 lo' u' lV",nhS1" du V"'n''S P'c-
logrando c.lor) par. a evitar se chama os t0S' "l"1s Com "j'f ro'"'las 8i000 fs
senhores c.valleirosa virein compraros co-'"". llnJs ,cPells brancas pa.a iioiva ,
cbins de puro liuho, encolados de d.tfernii-|a,el" dfi s')da,brs"c,s.e pn tas de peso pira
les cores. Advorte se que lambem s3o pro. enliora, sapatosdosetim bnnicis rcc.bid.s
prios para as senhoras se aasenUroToas f"0 ullim0 n,V' ''" ,""'C', """"' d" '-
salas ou cadeiras por serom macios e muilo
fesco ; vemdem-eopnr prego commudo na
nova lo.'
ment.
rilo de 26 anuos, hom para o campo, ou ar-
mazem dca-sucar ; um dito bom caTciro
e n.ais outros escravos que se venderlo por
prego muito emeonta: na rua Jas Larao-
geiras n. 11, segundo andar.
IY ii nis muito boas a 1G0 rs.
o quarteiio.
Ven leu se pennas a 160 rs 0 quarteirSo:
na loja de li>ros do pateo do Collegio o. 6,
de Jo.lo da Costi Dourado.
Vender na loj-i de Jo.-c Joaqun]
Morei.ia Companhia, na rua
Nnva n. 8.
Lindas serpentinas do bronso douradas
do 4 iuzes, laulernasdo vidrocem pes lapi-
das as qualidades e de todos os pregos, di-
Us urelas e do pelica para uio.unas uo n .- I -
nova loja de miudeas em frente du Livra- ^" 'J". c"apeus,ulios de soda para ba-
mento. UY ,usdo/ a 5,000 rs., bonos de pi.lna da Italia
1W lAolma ,1.. l.n. para ibniiii a 2.000 rs., bes ,1o bloudc
lies tachos ue colir.-. pretnTe brincos, flras liquissimas lavr.d.s
irlTuis'ara X.l2?af \ftS,*''!l!tltZ *"*" '". ''rf^,s,'UB "^ *V**-! meioi que Ihe faculta lei ,oga-se osa,,,
ara rehuaeflo: na rua daSenzalla ru aos compra lores. lond.des policiaes, BapIMea decampo, ou
_ Fugio do engenho Cmoeirlnha o preto
Apoliuario, de idade de 38 annos, com os sig-
naes seguinles: ceg de uin olho, meio fulo,
rosto redondo, pouca baiba, catalura regular,
cheio do corpo, bem fllame, clh r por biixo,
o qual fugio justamente com outro do eogeuho
Caxoeira Tapada de lime Uernardo, de uaco,
de idade de 30 anoos, com os signaes seguinles:
bem preto, corpo regular, barbado to smen-
te no queixo e bigode, urna fstula, no queUo
esquerdo, as bosechas chupadas, os pe e os de-
dos voltado os ditos escravos forain encontra-
dos cm Santo amaro de Jaboato, em .11 ruceo ,
paraoltecife: roga-ae a quem os pegar d-ie-
va-los ao largo do Livrainenlo a trata .- com
Joaquim Correia de Itesendc llego, ou nos en-
genlios cima que ser recompensado.
-- Desappareceram dous escravos com os
signaes seguinles: um prolo de nomo Basi-
lio, de idade 35 a 10 annos, pouco mais ou
menos, alto, cor fula, olhos claros, pouc
barba, aleijadoda inflo esquerda provenien-
te de um tiro, pernos finas, ps torios, he
muilo ladino, e sabe algsrismos, oslurr.a
trabalharem casa de Caldeira. O outro he
pardo, de neme Miguel, bastante mogo,olio,
de cr clara, pouca barba, cabello crespo,
nariz oblado, lem em um dos bragos abano
do sangradouro signaes provenientes de
um tiro.assim lambem urna cicatriz no pai-
to do |ii'vlii' carreiro n olcial de sapateiro :
adverlo-se quo o preto desapparecou no mez
de margo prximo passado, e o parlo em
outubro do 1810 i quem os a,iurehen llera leva-Ios ao engenhu In dependencia do
Manuel Correia de illiveir, que ser grati-
licado.
AtlencSo*
Continua a estar fgido o preto Miguel
desde novembro do auno p. p., ollicial de
sapateiro creoulo, um tanto fulo e gago, e
de 25 annos de idade; roga-se as auihori-
dades policiaes, capities de campo e a qual-
quer ie.-iM que o encontrar, o levem a seu
Sr. Dr. Manoel Firmlno do Mello, juiz mu-
nicipal da comarca do cabo, e peala praga
ao commendador Manoel Gungalves da Sil-
va, que generosamente recoupensarSo.
lo,ooo rs. de gr tiliccao.
Uo abaixo assignado, morador na tua do
Crespo n. 10, fugio no dia 16 do corrente,
um seu cscravo por nomo Hoque, creoulo, o
qual representa ler 45 anuos do idade, pou-
ca barba, foi vesli lo com caiga de casemira
preta e camisa de algodao azul, e lem os
signaes seguinles: alio, um tanto seccodo
corpo, cor fula, descarnado do rosto, oloos
pegenos, e lem urna cicat-iz em um dus
dedos da m,lo por ler sido maxucadu pu-
xhiiiio urna trave, feo do cara, e cosiuma a
emhresgar-sc, cujo escravo foi uo senhor
Jui.i OzonoMaciel Monleiro, u he do presu-
mir que ande por aqui incsmo,visto ler mu-
Iher e litos, ou na ilha do Itamaraca donde
he lilliu : o mesoio abaixo assignado protes-
ta haver seu direito contra aquella que o oc-
cullar: roga-se prtenlo as autoridades po-
iciaes e capitSes de campo a captura do
mesoio.Jos Congalves Malveia.
- Da I ibriiM de caldeireiro da rua do
I llrum n 28, ausontou-se des e o dia 1." do
' crrente, o escravo Antonio, do nagSo \ n-
gico, ollicial de funileiro o vjdiaceiro, tem
una belnle no olho esquerdo, he alio, muilo
regrista c de loilo lalliodo i quem o pegar,
ou le noticia,dirija-se a mesma fabrica quo
ser recoii.pensado.
n i|i. nie eo do Vicetue, Forreira da
Cosa, do dia primeiro Jo corrente, as 6 ho-
ras da tarde, o preto Jos, baixo, grosso.al-
guma cousa cnmbaJo das pomas, sem bar-
ba, os ps Chalos e bicudos, representa ler
^0 a 22 anuos, falla bem o algum lano des-
congadi; levou cunisa e caiga azul, chapeo
de imilla ; esto preto foi co.nprado na Para-
hyba : roga-sc a quem o pegar o obsequio
de o cnlregar a atu senhor, na rua do Hos-
picio, sbralo do elefante, ou em seu arma-
zem, na rua da Madre de lieos, que ser gra-
lilicado.
-- llesappareceu a 10 de maio deste anuo,
a negra Joaquina,de nagilu Cegunge, que re-
presenta le de 35 a 40 annos, cli.-i do cor-
po, altura iegular,cr fula, olhos pequeos,
e rom carne subreelles; tem urna costura
do um i o.bu na cara do lado esquerdo, po-
rm anliga que mal se percebe ; nariz chato,
folta-llie alguns dentes da frente sendo de
um e oulro lado, e hefea ; tem urna i.......i-
ge em todo o rosto qu j parece ser oexigas ;
pcitos muito pequeos c murchus; tom al-
gumas cicatrites de rolho as costas ; tem
as nadegos levantadas para traz que mais
mostr quan .o anda;quando fugio tiiiha um
p mais grosso ; levou diversa roupa que so
nao sabe de que usara ; he bom Caanle quo
parece ser creoula ; ltimamente estoveoe-
e ii, o da; n i servigo decosinha.o lem por cos-
luinu andar soja ; guando foge cosiuma an-
dar pelos arrebol,les desta i raga quitandan-
do, lavando, offerecendo-se para ama, e in-
tilulaiidu-se forra ; qualquer pessoa que es-
leja servindo-so rom ella na boa f,qucira
I. uiiiieiiii-M'. o do cunlraiio se usara dos
I
Velha ii 98,
Veude-se a taberna que fai quiua com o
viveiro do Munit. o melbor local, lano para a
praca como para o malo : os prelenJentcs dl-
t.lioi I.I ii.s de llav.llia. qualquer pessoa, que a prendam ou fagam
Os molhores quo teem violo a osle nier- piender, e levar ao seu senhor Domingos da
cado : vendem-se continuadamente, om c-{ -s,lva Campos, na rua das Cruzes n. 4o, que
Isijain-se a rua das Cloc Ponas o. 71 queacha- sa de Urunn l'raeger o Coillpauhia, nrua'sera generosamente recompensado.
rao coi-i quem tratar.
da Cruz n. 10.
1'erh. : Ttp. ue M. V. du Faria. 1852-

.
ILEGVEL \


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