Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03377


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Full Text
*>
Anno XXV11I
>, L
Quinta Jeira 2
DIARIO
tueco a hububifoIo.
PiOlKERTO AulANT.no.
8r trimestre .,.........4/000
Por lemettre............. 8/000
Por nao........-,.....15/1)00
PlOODEKlaO DUTIIUISTII.
Por quartel.............V'',n0
woTiouiDomrinio.
Pari...'. 3 de Agoato Minas... 3 deAgoto
Maranbao. lo de dito S.Paulo. 7 ded.to
Ceari.... 14 dedico R.deJ.. M de dito
Parablba v t .! i i .. Babia... 18 de dito |
I DIA-
DA IHIM. DBIMOUS.
30Seg. S. Roa dcL
3l Tere. S. Raymun-
do [Sonalo.
I l.lir.n i. S. ligidlo.
2Quiul. S Estevo.l
Jalla da Orpki
, e5.il 10 hora.
1. naradncirtt.
3. e 6. ao meio-dia.
Fasenda.
a Seal.S. Eufemia v.'j. e 6. a 10 hora.
ISab.S. RosadeVi-j 2. vara do civil.
Icrbo. 4. eabadoao inrlod,
5 Dom. N. S. da *efr.io.
I'rnlia. .Ierras e aibadoa.
PARTE OFFICIAL.
SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTINA.
A'si.'io em 20 dcjulho de 1852.
Presideucia do Exm. Sr. couselheiro
Pereira Duarle.
A'a 10 horus brioso a sessSo rom os
Exms. Sr. conselheiros Pinto, l'.;.-i 1111 ;i,
Perdigado Malheiros, Almeida Siqueira ,
Serquelra Lima, Veiga, Franca, e Ponce
deLeSo. filiando com causa os Exms. Srs.
conselheiros Nabnco, Campos Vcrneck ,
Brrelo Pedroso, Mallos, Carneiro e Castro
Mascarenhas.
Foi lid* e iprovadi a acta da antecedente.
EXPEDIENTE.
Os presidentes da provincia das Alagas
c Cena, em olllcios de 8 do corrente e 28
do pascado, acrusaram a recepto das por-
taras que Ihes fnrarn dirigidas, dindo-lhes
o conveniente destino o devolvendo dus
por noestsrem ntquella primeira provin-
cia os juizes de direito aos quaes eram man-
dadas. O juiz de diredo Antonio Manoel
l''eruanng Juniur responden s reclamarles
v.V *
de Selembro de 1852.
N. 197.
PER]\AMB11G0.
inuuuMi,
Creiceale i 2o, a i hora e I minuto da tarde. 3*
Cbela a 28 aa i horas 6 minuto da in,
lingoantejaWG, aihorai 16 minutos da tarde.
Wova 4 n, a K boraa e 21 minuto da tarde.
tllMAIlIlO
Primeira ( horas e M minuto da tarde.
Segunda ai 7 hora e 18 minuto da manbaa.
na e Parahiba, iiaeguadaa c textaa-
Ciande-do-Borte e Victoria ai quista.
ral
o,Garuara, e Garanhums no le 15 de cada
i.Ouricnrv.Exii e Boa-Viita 13 e 28
da, todos oa dial.
os Correioi parlem ao melo-dia.
aroxioiAi uruaaiiBii.
Portugal
Hespanha
Franca ..
Blgica...
Italia..:.
Aleroanha.
Pruasia ..
Olnamarea
Russla. ..
Turqua.
14 de Julho
l de dito
8 de dito
3 de dito
de dito
3 de dito
,1 dedlto
JS deJuuho
2 de dito
20 de dito
Auitrla..
Suiaaa....
Suecia...
Inglaterra
E.-Unidos
Mxico...
California
Chlll.
Puenos-A.
Montcride
i de Julbo
Sde dito.
a6 de Junbo
8 de Jolho
26de Junbo
3 de dito
l de dito
9 de Msio.
I de Julbo
5de dito
OJHBioa dz i de asTiaai
Sobre Londres, a 27'/i por i/uuo
ParliT345
> Lliboa.IOOpor canto.
mu.
Ouro.Oncas hespanbolaa. ..
ktoedaa.de 0/400 velhaa.....
de 6*40(1 novas.....
de 4/000............
Prata__Patacdeibrailleiro........
Pesos coluinnarius.. .>
Ditos mexioanos..........
IBO
d.
.... *u*.Hin
.... 16/iXO
.... 16uW0o
.... 9*100
.... 1/JM
... l/20
... 1/800
IAppellanto, o juito ; appellado, o preto Ma-
noel- Mandaraoi a novo jury.
DEM DO DA 28.
OUlcio.Ao Exm. Sr. presidente do su-! noel.Manlaraoi a novo jury
premo tribunal de justirja remoliendo dous'Appellantes, Antonio Thoaiaz Pereira e ou
llicios, que furam enviados pelo juiz de di- tro; appellada, a justica.Julgaram itn-
roilo da commarcado Limoeiro em respos- procedentes as appellaces.
la as pollinas daquelle supremo tri- Appellante, Cuilharmc Augusto de Miranda
I>iiti:>i j por seu e-cravo ; appellado, Jos Mari
hit,). Ao rommind<> das armas para) Eustaquio Vieira. Julgaram improcoute
mandar por em lber Jade o recrula Jos : a a?pellac3o,
Joaqun dailva, quo se refere o seu olli- Appellante, o juizo ; appellado, Manoel An-
cio sob n. 720. Commuuicou-se ao chfe drCardoao.NSo lomaram conheciroen-
de polica. f lo da ippellico.
Dito. A thesouraria de fazenda para Appellante, Jos Francisco da Trindade ;
mandar entregar ao director das obras pu-| appellado, Paulino Minoel Thom Caboa-
blicas a quantia de 600,000 rs. para) Uo.Rcforoiaram a aenlen;a.
ir occorrendo as despezaa uecessariaa com Diaic.viCiJcd..
as obras! f".r-e."o^ie|f8Sl,n'dn0nf-'Aprellanles, eappellados, Angelo Francisco
r. a cadem.a juri i.ca de, Onnda.-Commu- c RfJdrigUM uam.
mi' ni--!! ao mesmo director.
Ao Sr. desembargador Valle a aeguinte
ppcIlagHo em que sSo :
ippellHine, Antonio Comes Crrela ; appel-
lado, o juizo.
Levantou-se a sossfio depois de 2 horas.
Dito Aocommandantedo brigue escuna
Lega lado, para qtin, vista do ufllnioque
remette por copia, do insicclor da tliesou-
i.i i i do fazenda, declare, quando estira
promiitoo briguc escuna sob seu comman-
do. .Qm le ..guir par. o Pj "-F^"B": Appell.nlO, Manoel Fippe da Fonseca Can-
de; appellado, Jos Bodiigues do l'.sso.
Apppellantes, Antonio FabiSo de Mendonfa
pello.
Pasiaram do Sr. desembargador Villares
ao Sr. dojooibirgador Bastos as seguintea
app.'lln,'oi's em que ,-o :
Appellante, Cabnel Antonio ; appellados,
Franri!co Antonio de Oliveira t Filhoa.
do, levando seu
los todito Ollclo, e a quinlia de 4:000,000
doconselheiro Bernardo do Souza Franccejrs., que dea smc. autorisa lo a recabar na.
Joo Antonio do Vasconcellos Antonio I"'' thesouraria, e caso nilo possam, p^la
Leopoldino de Araujo Chaves a do Andr l'ouc capacidade do dito tingue, ser traba-
Bastos de Mn.lM Hereir. d. Crac, gil.*- ^^tiTSklST \Z *
e sua mull-" : appellados, EstevSo Jos
l'a s Brrelo c sua multler.
.'n.-siri'ii do Sr. desembargalor LeSo ao
nector do arsenal de mann'ia para form- P";0ea em qu* 53o:
C7,: cer o brixue do necesario par. su. Ti,ge?.,*PW'('n,I iOilitja; ippellillO, o escr.vo
Appell inte,' Antonio Francisco do Samp>io;
Jnior i de Manoel joaquim de Souza Britojj
Theoihilo liib iro de Itezendo do Amonio,'
Concalves Marlins; Manuel Hendea da Cn-
mia Azevedo resp..ndeu simultneamente a I l'orl.iia -Ao commmdenle do vapor do
quatro reclam-cOes que n8o espeeilica. 0,"" <;"1"""" J" r"reb7 f ^'^ ,, .||dos, es nerdeiros de Francisco Fer-
iuizdedireiloViriato Bandeira Duarle re- conduzr para a corteo capilao do 3.- bata-j
melteu c-rlid3o de ejercicio do lugar de lliHo do ruinara pe Alfonso de Alenla
iuiz de direilo de llapicuruinirim, na pro- Albuquorquc su< lannlia.
vincia de S. Luiz do .Maranh3o. I __ lfcM 1JO DA J0.
i,,,,,!,,...,, tBLMSIrar a arla ,ln iuij dn Olhcio. Ao coniuiando das armas, coininu-
Mamiouse regiairar a carii oo mil oo llicaillio nue ,CgUno Contou deofficio du laiz
direilo da comaica da Pomba, e bem as- municpl| j3 l.nnoeiro, fallecen naque-lia villa
.si ni a c Hila do decreto que removu o juiz ,iia i4do correle o air.ie daquarta elasse
reia da Silva.
Appellante, o Exm baii de Su.ssuna ;
appellado, Anlonio Pires Ferreira.
Appellante, Francisca Thnmazia da Concci-
c;.in Cunta appellados, Jones Patn rSr.
Companhia.
Ao Sr. desembargador Rebullo a seguin-
de direilo Manuel Joaquim do Souza Brito do ex Julgamenlot.
Camarco;
Joaquiua do Kascimento
dos em estado de orphandade pelo supradito appellafdes em quo S.1o
' ollicial, e no inclino sentido tamliein olticlou- Appellante, Jos Moreira da Silva; appel-
N. 4738. Revista civel. Itelalor o Exm. se au director do collegio dos orphaos. la los, Vicente Alves da Silva e oulro.
Sr. conselheiro Siqueira, rocorren'e Sehas- Dito. V thesouraria de faienia, accuando Appellante, Joaquim Alves Barbosa : appel-
tiSo Jos da Silva yuintanilha, orecorrdos rccebido o oRlcio, em que aquella thesouraria lado, Carlos Freleni-o d. Sil.. Pmlo
Luiz Pereira Lipa e oulros : fui concedida a I "'Je. revilte, e designada para reviso o novo f0" em dlanie a ujandar abonar ao porteiro d; ..
,,i ,..!., rTiUeSn dn Dmimhn^, da coiiladoria de inarinha a quautias que lo- ppeu.ua, .mu
julgamenlo a relacSo de l'eroambuco. ronl rcqul.iiadas pelo respectivo contador para *yes-
Fechou-se a sessSu depois do meto da. ac,Peia mludaa dameama contad >n.i, ou Appellante, Virginio Carneiro Le3o appel-
e taes despezas devem ser feita pelo aliuuxa- la lo. Jo-e Marques do Almei la.
Pela secretaria do supremo tribunal de rile do arsenal de luariuha, como eslava em Appellante, Joaquim Jus da Fonseca, cura-
justi?a so participa aos Srs, juizei da direito prallea, e diieudocm respoata que o aviso cita- jor j, escrava Mna; a,.pellada, Mariana
que leem reclainaces ponientes n'aiiuelle do no final do mencionado oIBcio nao prejudi- Aucusta Monltiru de Mel.o
._. .-1 ___ a H..I.M. I.. I.. I ...i ....ilxln, .. .. lar.
du Sr. desemliurgador Luna
desembargador Talles as se-
rJlac0esem uue silo:
sello, nos documentos a ellas anuexns eres- OCCOrrer ellas. Appella ite, Jos Morena Lopes; appellado,
postas d'aquelles cun quem os recla.nantes Dito, A ineiroa, autoiisando-a mandar| Braz Lo.es.
conteudem. adiautar ao prliuclrociiuigiodo corpo de au- Appellaules, Franca & Irmo ; appellado,
mmmmmm^~ de do rxercllo, dnuioi l'raxt'des Comes de Sou-
za Pliauga, lie. mezes do respectivo sold, uo
GOVRNO 1) >. l'ROYlNvj' A. larmoi do artigo ai dalel n.5l4 dc28de outu-
bro de ISIS, una vea que da guia que ~
que leem reclamacOes pendentes n'aquelle do no final do inenciuuado olhclo nao prejudi- Aucuila Mu
supremo tribunal, que ellas nSo pi.detn ser requlalciodo aobredito contador para for- ,, u
julnd.1 so-n que os mosmos senhores sa- ^'^J^^^J^^^^ *"*** o Sr
lisfacampeimeiiamenteacondicao lgel do -araUeadeipaiai, a quantia necenarla para gulnles aupell
A,u i i Benedicto de Souza.
I'.is-,i; ,i ni do Sr. desembargador Telles ao
Sr. desembargador Pereira Monleiro as se-
ESPEDIEM'B'DO DI* il DE AGOSTO DE 1852. uio cirurgiiio irouxe a coilc nao consle ler- BUintCS appellacOes em que silo :
Ollicio-Ao commando das armas, recom- "" l110 "' <"c diaaUuiento. Commu- Appollanles, Mauoe! Antonio Dias, sua mu-
iiendaiid i, por convir reduzr a qualroceD
lis na cnnformidtde da lei provincial n. 298
mcou-se ao euiiiiuaiiUo das anuas.
Dito. A mesilla, iiiteiaiido-j de haver, em I
liier e oulros; appellado, Jos Francisco
Belom.
tir para o MaranhSo a passagem do pralico Pe-
dro Francisco Pereira, que d'alii coudu'o pa-
i ,i aqu o vapor de guerra Col/iii/io, uo caso de
pracas anda quo o corpo venha a licar com
menos de qualroceutas, porque m'-i caso
o respectivo comnian lanln ri'prescnlara s. me. nao julgarmais conveniente esperar pe-
para se providenciar como par cer conve-1 lo vapor que urevementc teui de cliegar dos
niente ao s meo publico. (loitosdoaul.
DitoAo Oiesino, para mandar aproen-1 Dito. Ao director do arsenal de guerra,
lar ao chafe de polica interino urna escolta pprovando a deipeaadci W. I"'
do corpo de polica, ou de qialquer oulro. ,cu",a co""1 ie du" P'""" d
frita
Ierro oala-
iih.das para o aervico do seguudn batalbo de
alim de conduzr para u termo de Iguarassu |BfMttrli< .. Cuiuuiunicou-ae a thesouiarla.
o preso Jos Francisco llilioiro, que all tcm |),IOi .. Ao coniiiiaudaute do vapor Oul/mlio,
de IHi'tlr a formaclu de sua culpa. Con*jparaqaefauodo rxunluar o carvo de'pedra
municou-se ao mesmo chela de polica. j,|os negociante iugletcs Me. l.almonl & <"..,
Dito l thesouraria de fatenda, dizcndoi existente em casa de anoelCardoao da Fon
que, visto ter si lo discriminados, de conf.ir-|eca na ra da Aurora, loarme se he de boa
midadecom o que requisilou aquella llio- 'qual.dade, e se rve para o vapor ob aeu con.
souraria, os exercicios a que perten-cm |,"u,1,- Ao major eucarregado das obra, u.i-
despezas quo, segn lo as contasque romet- larcs; re,nvlaodo o requeriuiento de Ignacio
Id em duplicata. Hiera ociinmaiidanla do' j.-railclscu (jabr.il Cantanil, arreiiiataute da fac-
patacho Piranawn com os maiitirr.enlos for- m,., de um lelheiro no Une das Cinco Pontai,
nacidos nao f6.s pracis de primeira linlia 'alim de que iulorine de novo, declarando o es-
c|u I o un i'i'ii I'i' as que eslavam em Fer- lado da obra actualmente, e que augmento de
lianuo. mes lambem as que d'alll regiossi- deapeaa teria realmente oaupplicante.
ram para osla cilade, mando pagar asa W.-Ae director da oi.ra,publicas di-
importancia ao referido command.nte. ndo que aqueslao, obre que b. mepede es-
Communicou-so ao inspector do arsenal de
marinha.
DitoA' mesma autorisando-a visti
dos papis que devnlie, a man lar comprar,
alim de seren enviados para a colonia de
Pimenleiras, os medicamenlos menciona-
dos n. relapso que remelle.Communicou-
ao cirurgiilo d'aquell. colonia.
DitoAo director do arsenal de guerra
dizendo que | le r un, m, os olqeclos meo-
c'onados ni relacHu que fenn Ueu, visto se-
ren necessarios para a conlinuacSo dos Irn-
balhos das oliicinas d'aquelle arsenal, cuiii-
prindo que f.nja vender em hasta publica a
porrflo iin l'crru erigiente no mesmo arse-
nal, o i|i ni Dto he necean rio, nem ppli
cavel as oh. que ah se fazem Commu-
nicou-sea iIh'mi.i ,i: i,i de fazenda
Dilo-Ao cominin lanle do vapor Golfilhn,
dizendo que, para se poder dar a passagem
que Smc. solicita para o prat.co da divisilo
do norte, Pedro F'rancisco Pereira, faz-se
necesario que esle declare qual o navio em
que lem de seguir.
DitoAo mesmo, pira mandar pora dis-
poai(3o do chele de polica o cri ninoso que
l'ouxe a seu bor lo do MaranhSo, mandan-
do entregar ao inpeclur do arsenal de mari-
nha a caixa com a b>leira destinada para o
itio Grande do Norle.Inteirou-se ao refe-
rido chefe de polica e ao mesmo lospeclor.
DitoAo'direclor da colonia do 'imen-
teiras, dizendo que, pelas razos mencio-
nadas no oflicio, que remello por co, ia, do
insuector da thesouraria de fazenda, oto
san envalos agora par. aquella coloni. os
ohjeclos que Smc. requisitou em seu 11 i -
ci de 29 de julbo ullioio, devendo, por--
tanto, pedir de novo os quo form absolu-
tamente iudispensaveis pira o servico da
referida colonia, o comprar ah mesmo se
fr possivcl, a cal de que trata com a quan-
tia quo anda tiver d. que lecebeu para
despezas, vislo ser uificil a cooduegao des-
ge genero.
polUciSiiseui quo silo :
EXTERIOR.
felRACLOSA APPARigAO' DA SS. VIRCEM
NA DIOCESE DE GRE.vOBLE.
I Pela seguinte pastoral vero os nossos
leiLores a appari(So miraculosa que levo lu-
gar em Grenoblo em 1816 ; deixamas de
fazer reflexSo alguroa a ease reepeito, por-
que a referid, pastoral satisfaz completa-
n>nte ao leitor, e ainda ao espirilo mais in-
credolo.
PHILIBEHTO DEBRILLARD, PELA MISERI-
CORDIA DIVINA EGR.C\ DASE" APOS-
TLICA, BISI'ODE CliENiilll.K.
Ao clero e ao$ fiis da nosta diotese, mude e
beicao' em Nomo Snior Jenrs Chrisli,
Amados MI ms,u n acanteclnionto dos mai
extraordinarios, o quen principio parecia
incrivel, nos fui, ha cinco annos, annuucia-
do.como teodo acontecido em urna das mon-
t inhas da nnssa dlocese. Trativaise de na-
da menos do que da app*rirto da Santa Vir-
gem, que se d'Zia fra l'eila a dous pastores
om 19 de selembro de 1816. Dilia-*e, que
ella Ibes tinha fallado sobra as do.-gracas
que anicicavaui ojtu pona, principiluienle
por causa das blasfemia e da profnatelo do
domingo ;e que a cada uin delles tinha con-
dado um segredo particular, com proTibi-
c9o de o revelarem fosie a quem fosse.
Apesar da cil'dura natural dos dous pas-
tores, apesar da impo'sibilidade de orna
combinadlo entre dtits croancas ignorantes
e que apenas se cunlieciam, apesar da cons-
tancia o llrmesi do seu teslemunho, que
nunca le.tem desmentido nem dianla da jus-
lici humana, nim ditale de millufes do
pessossqua leem esgotido lodos os me os
de sedcelo para os fazor cabir em contra-
dii-c.oi, ou para obter a revela?ilo dos seus
segredos, aposar de ludo iato nos Intende-
mos do nosso dever diilieultar, por um. I i
lempo, o o ln illir como incontestavel um
acontecimento, que nos parecia lo maravi-
I'ioso. A nossa precipilaco n3o s leria
sido contraria prudencia que o grande a-
postolo recommenda a um bispo, mais at
por sua nalureza fortificarla as prevenefles
dos inimigos da fe as de t iiluscalholicos,
que o n3o silo senflo de nome, Assim du-
rante que urna mullidSo de almas piodosas
acculhiam com grande favor esle acontec-
monto, nos investiga vamos com cuidado to-
dos os molivos, que triain sido capazes do
nodo fazer rejeitar, senao devesse ser ad-
mitlido.
i\s tomos arrestado al boje as couloni-
nacea,que un doaeonheccssenio no t irflo
sido janeadas por pessoas as mais bem inten-
cionadas, que talvol nos aecusissem de in
dilferenfa ou de incodu i lado ; sainamos
porm que a religio de Jess Chri-to nao
carecia deslo laclo particular para estbele,
cera verdade de mil oulrasappari(0cs ce-
lestes, que nSo be possivel rejeitar sum una
disposlgao de imple lade ou de blasfemia pa-
ra com o antigo e novo teslamenlo. .
Em qusnto porm o nosso dever do !ns o
nos levava a contemporisar.e refleelir, a im-
plorar fervorosamente as luzesdo Espirito
Santo, o numero Jos fados milagrosos, por
toda a paite publicados, ia crescendo sem-
pre. I'. I la vi-se de curas eilraorJinaiias
om Franca e no exterior, em paizos rnuilo
dislanles. E-an doenles deixados pelos m-
dicos c sentenciados a mtirtu ou molestias
Appellante, Manoel Antonio Comes Ribeiro;. perpetuas que litilnm sido curados invo-
appellado, o juizo. cando a Nossa Scnhora de la .Salellee tisan-
Ap pella n le,o provincial do convento do Car-! do da agua de urna fon te sobro a qual a rai-
mo ; appellado, Jos dos Santos da Silva nln dos Anjoi linlia apparecido aos d.ius
Jnior. 'pastores. Desde o principio que nos tinnam
Appellante, D. Izabel de Souza Lclo ; appel-' fallado desta fonte. Asiegura'am-nos que
lado, Manoel Joaquim llamos o Silva. era intrmiltnnle, e nfio corra seulo de,mis
Appellante, Manoel Pires dn Carvalho; ap- da liuuidarj.'io da nevo ou de chuvas ahun-
pellados, Joilo Francisco l'aes Brrelo o dantes Esla fonle eslava s^cca em 19 de
su. mullier i feverei-o o n minha soguinte comecara a
Appellante, a mesa dissolvida da irmandade co-rer sem inturrupQfJo, gua maravilhosa,
de Nossa Senhora da Conceico de Bebe- senSo na sua prigem ao menos nos seus cf-
ribe; appellada, a mesa actual. feilos.
iuTiu nuieoEs. numerosos relalorios, tanto sobre o acon-
tecimento de la Saletle, como sobre o mi>-
ravilhosos curativosque se loe seguiram nos
chegararntleililferenleiilioceses manuscrip-
res c sobre o mesmo facto, o publicadas pe-
los homens reeommen lavis que de diver-
sas partes lindan vui-lo inve-tigar a ver-
dade no lugar do acontecimento. A roma-
na nSo descontinuava. Personagens gra-
ves, vig ii ios geraes, professores do thoo-
logn, leigos distmetos vinham de ceios
de legoas olferecer a virgem poderosa e chela
debondade, seus piedosos sentimenlos do
amor, e de reconhecimento pelas curas, e
oulros beneficios oblidos. Estes faclos pro-
digiosos nSo cessaram de ser attriliudos
inv.ic le.lo de N. S. da Salolte, o nos sabe-
mos que muros denlro elles sao olhados
como verdadeiraniinto miraculosns pelos
bispos das dioceses onde accontreeram.
Tudo istu esta consignado em um segundo
volume publicado pelo Reverendo Rousse-
lol, om 1850 com o titulo : Abroa documth-
tos sobre o acontecimento da Saletle.
Oauctor teria podido accrescentar que
prelados illustres pregavam pparif.lo da
Sandsima Virgem : quo em mu tos luga-
res ao menos' com o tcito assenlimento de
nossos venera veis collegas, pessoas me lo.
sas tinhaiii feto construir capellas j rnui-
lo li 11| o Mil a la s com a i o vnrar in de N S. da
Siletio ; ou as igrejs peroebiaei tinhan
em sua honra felo enllocar bollas eslatuas;
que enifi.il se fallara numerosos pe lulos pa-
ra a ereccSo de um s.incluario, que perpo-
tuasso a memoria dofaClo.
B m sabido he que nos nlo le'in fallado
contra Helores. Mas, qual lio a verda.de mo-
r, qual o f ero Humano ou inesino livino
quo os nao tenha ti lo Para n lo cir inier-
v nrjSo divina no faci da Salolte, cuj is cir-
cuD-lancias e consequencas todas se re-
nen pranos mostraren! o dolo de D'os,
era-nos preciso um fact igualmente ex-
traordinario, ou que explicasse aquello na-
turalmente. E o que nSo temos, e publica-
mos por isso .llmenlo a nossa couviccao
f) silio prelado cxpde ainda os meios es-
piituaes, o ,n. ii se supplicas ...... que se
armou, a a Ihes.lo, as prudentes regras da
igreja, o contina.-
Com estas nisposurtes o animados destes
senlimentos est.v.mos, quando a providen-
cia nos foin-ceu a occasiSo do ordenar aos
dous meninos previlegiadoi que partecipas-
sem o seu segedo ao N S. I'. P. Pi IX. Ao
nomo do Vigario de Chrislo, os pastores
compreliendoram que A vi.mh ohe lecer.
Decidiram-se a revelar ao Soberano Pontifi-
co o segredo, que al entilo tinham guar-
dado com invencivrd constmeia, quenada
po lera abalar. Elles mesmos hilo escriido
separa lamento, doblando e 'echando asear-
las na presem;i do homens respeitavois de-
signados por nos como tesleuiunhas. Es-
PF.RNAMBUCO
JLUY DO RECIFE.
SESSAO EM 31 DE ACOST DE 1852.
Presidencia do Sr. Dr- Rodrigues Selle.
Promotor publico, o Sr. Dr. Abilio Jos la-
vares.
'rni'ao do jury, o Sr. Joaquim Francisco
Esleves.
A'sll horas feita a chamada, verifica-so
oslaren) prsenles 40 senhores juizes de
faci.
O Sr.ftresidentc declara aberta a sessSo.
OSr. juiz municipal da segunda vara, faz
entrega dosseguintes processus, quo lem de
ser julgados na quarta aessSo do jury do cor-
rente anno e sSo os seguiutes:
1. Summario crime. A. a justir;. ; RR. lo-
s Concalves da Silva e Januario Francisco
Carneiro.
2. Summario crime. A. a jusilla, R. Ju.lo
Baplista Pereira Lobo.
3. Summario crimo. A. a Justina, R. Ur-
bano dos.Sanlns Carduzo.
4. Summario crime. A. a Justina, II. Alo
xan Iro Jos Antonio.
5. Summario crime. A. a josliea, R. Ma-
noel dos Sanios Rodrigues.
6. Summario crime. \..a justica, R. Jos
Vieira de Oliveira Maciel.
7. Sumiuario c me, A. a Justina, R. Jeru-
mias Francisco AUes ( all ingrio. )
8. MI ilii.il- !' ei-iine. A. n JUStiCS, R, Un
mi igos Luis de Albuquerque.
9. Oueixa de I). Anua joaq lina do Nisci -
ment. R. Dinix Antonio de Moraese Silva.
10. Queixa deJ. Ferreira Xavier. R. Faus-
tino Francisco de Oliveira.
Sao apregoa los os rose teslemunhas.
O Sr. Juiz Presidente declara que vai pro-
ce ler-se ao sorl io do cunsellio, quo lem de
julgar o reo Jos Vieira do Ulivmra Maciel,
acensado por haver dado com um sipo om
lulo Manoel dos Santos, teudo-lhe f. lo un
ferimento leve, e por eunsegulote iucursu
ras penas do arl. 201 do cdigo criminal.
P ocedendo-se ao sorteio, sSo designados
para compr o conselho os senhores :
in. Praoclsco ; Paula Pires Ramos.
Francisco Martins RapOIu.
Anlonio Francisco Pereira.
Francisco Jos da Costl Campollo.
Antonio Jos Ribero de .Muraes.
Cist'Vo Jos do Reg.
Manuel Amonio Ferreira Comes.
Manoel do Almeida Lima.
Ignacio lenlo do Loyolla.
Dr. loto Ferreira da Silva.
Jos Brasilina da Silva,
las cartas mystenosas loram entregues de- Jou BPUte da Fnn.cci.
Oio recusou 8 sonhoros juia los, a jUsli
pois a dous nadres le toda a nossa confian- |
r,a, para asjivarein a Roma. Cillill aSsiiDJ^1.?"...'?;
a ultima objneeOo, que si Uzia ap.iarifM de que iieiiiium segretto havia, ou quo era
sem importancia, e uue os meninos o nfio
quere mu fazer saber igreja.
PonSso :
Ap loiando-noa nos principio entinados
por BenedictoXIV, na sua obra imniortal, j
du bcalificaca e caninisacuo' doi Santos ; *
Vistas as obras do reverendo Ruussellot, '
o as disc.ussOes da eooimissSo referida ; |
Visto tudo qusnto at hoja s: lem escriplo i
pro e conira ;
Consi lerando primeiro a impossibilnla lo I
de explicar o accontecimonto da Silolloa
nfio ser por ititervencJo divina, ou o consi-'
doremos om si mesmo, ou em sus crcums- dos Sinlos r
laucias, ou em seu lim esseiicialmeute reli-; /Mo :--Sim, senliur.
goso | Jais :..roi o seuhor, que fez nesse ho-
Con'sideranlo mais quo as suas consi-' nj"' uns foiimntis no da 12 de j"">-
uuencias miraeulos ,s, sao o lestemunho de : *'** "um."'",' i T ".. i '
Dos mesmo, manifeaaudo se por milagros, *'* reeebemmi divida, eu he mpondi,
e que este lestemunho he superior ao dos que so fo>si-embora, que com ellejiJoJ.nlu
borne is o as suas Objoecoes ; cuitas algumas; el
Consideran lo Oais, que osles dous mo- nSo tmha com
o a IvogadO do reo he o Sr. Dr. Carvillio.
En seguid i. o Sr. jdl presidenta faz ao
reo os 'uiule
IVI'EItllOCiTOItlO.
luis :Como sa cn.m. ?
Re :Jos Vn ira deOneia Maciel.
luiz :yue idado lem '
Rio :34 anuos.
Jm's D'oild he natural i1
Reo :Aqu du Hecifo.
Ju iQual he o seu estado
Rio :Cas-do.
jiii; :Qual sen modo do vida ?
Reo :--Tetiho urna o icheira.
Jais- 0 seuhor conhece a JoSo Manoel
me respoudeu, que so
le, linlia com seu patino.
clareciiuciitos, relativa ao mudo de se contar
prasocoucediilo para eecu9ao dos dous con-
tractos, que celebroii Vicente Ferreira de Mi-
randa cun a thcaourarla provincial, acerca das
obra de que nccesilta a ponte de Moloculoiu-
iiu, deve ser considerada pelo lado que S.
me. parecer mais justo.
Dita. Ao prumolor publico da comarca
co acerca do corneta do primeiro batalhau de
mi mi o i', Joo llipnsla, que leudo elle deser-
tado, secundo consta di paite do coininaiidanie
do deslacamcnio de Tiinbaiiba, c aeudo captu-
rado, foi rcniliido ao quartel geueial nesta recurso em que SSo
cidide para se proceder contra (lie, na coiifor-; Recoircnle, l'ebro Allaim ; recorrido, o
Ao Sr. desembargador Villares o seguin-
te recurso em queseo:
Recurrente, o juizo ; recorridos, Francisco
Ignacio do Altai.-yde o oulro.
Appellante, ojuizo; appellado, Constanti-
no Jos.
Appellaules, Anlonio Luiz Connives Fer-
reira sua mullier; appellado, Francisco
de l.ac da do llego Barros.
Ao Sr. desembargador Bastos o seguin-
te recurso em quo s3o :
Recurrente, o juizo ; recorrido, Jos Cle-
menlino Cavalcauli.
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim
Jos dos Sanlus.
Appellante, Manoel Joiquim d. PaixSo
appellado, Agosuuho dos Sanios.
Recurrente, D. Francisca Thereza deJezus ;
recorrida, a fazenda publica.
tos e improssos. L'm desles relatnos lem
poraoclor um de nossos veneraveis collegas
(o bispo da l'.oi'li -II 'i ie das pian- I i iv -
nn veio dita monlanha e conversou p.tn,--
nalmente com os pastores, quasi uin da in-
teiro.
Um oulro facto que nos p.receu prodigio-
so fui a hllluencia de povu quazi incrivel,
mas incontestavel, que concorrou a, esta
monlanha principalmente no anmversario
da apjaritjo ; aflliieneia mais de espantar
aioda pelas distancias e por outras dillicul-
dades que aprsenla esta pengrinar;o.
Alguus mezes depois do aconlecimonto
li riba mus j-i consultado o noiso cabido, os
professores do seminario; mas depois dos
Ao Sr. desembargadr LoSo o seguiotei Tactos cima indicados o de muilos oulros,
omiltidos por brovidade iutendemos oppui-
luno nomearse urna commissao numerosa
un .ule das leis.
Uno. A ilicsouraria da l'ucuda provincial,
a.-i-ii. mi-i rect'bt.lo o olhiio, em <|ue a.juella
iliesour-ina da paite de ter Jos Joaquim das
i.ii i., i ai 11 mil i in com .. abaiimento Uc 2o por
i ,1,1 i sobre o orcauenlo, a obra do decimo-iiu-
110 lauco da estrada da victoria, e duenda em
resposta que a bem dos niteresscs da fazeuda
provincial, couviii lazer correr mais alguiua
praca para o cuntalo da malina obra.
Dito. -- A- uitsiiia, devolvendo os requeri-
iiieulus de Meurou St <. lu Jus Marque!,
Alauoel Alves Guerra Jnior, 'Joao da Silva lle-
gadas, Ouvae St JU.i c bem assim una icpie-
aeutaco da ass ciacao cuinuicrcul, alim de
que subiutlla au coiilieciiiienlo e decisoda
juula a inaleiia dos releridos papci, visto ja
calar em aaecUSa na mesilla thesouraria o re-
gulaiuciilo de 3 deste lea.
Ti.IBUNAL DA UELACA'.
SESSaO'JI'. 17 DE AGOSIO DK 1852.
residencia do lixm. Sr. conselheiro Azeoedo.
As 10 lluras da inanhSa, oslando presento
juizo
Appellante, Diniz Ai-.iouin de Morios e Sil-
va ; appellada, Auna Joaquina do Nasci-
meulu.
Ao Sr. desembargador Souza o seguinte
recurso em que s3o :
Recurrente, o juizo; rocorrido, Manoel Leo-
cadio da ConceicSo.
Appellaules, os administradores da casa fal-
l ia de Jos lilas da Silva ; appellado, An-
tonio VoI. mi n da Silva II n roo.
AO Sr. desembargador Rebollo a seguiu-
le ,i, |i -i ai.-.m em que silo :
Appellante, o juizo; appellado, Jos Paulo
da Funseca.
Ao Sr. desembargador Luna Freir as se-
guidles appellar,0es em que sao :
Appellante, u julio; appellado, Vicente Fer-
reira daa (.llagas.
Appellaules, J ilusin Pater ii Cooipmhja ;
appellado, Antonio de Corquen. C.'r-
vallio
Ao Sr. desembarga lor Telles as seguinlos
apprllaces em que s3u :
os Srs. desembargadores Villares, Luu,'Appellante, o juno ; appellado, Manofl Fer-
Baslos, Souza, Rebollo, Luna Freir, Telles,
l'er.ira Muiileiru, e Vallo, o Sr. presidente
declara lirio a scssuo.
JULCAMKNTOS.
Appellanle, o juizo; appellado, llamingos
Jus Cornos da Silva. Mandaram a novo
jury.
reir Frade,
Appellante, ojuizu; appellado, Manoel An-
tonio do Jezus.
Ao Sr. desembargador Pereira Monleiro
a seguinle appallacSo em quesSo :
Appellanle, Manoel lenlo de Sant'Aona;
appellada, a justi(i.
composla de hmeos graves, piedosos e
instruidos, quo maduramente cxuiiiuassem
e disculissem o fado da apparic/ioe as suas
coosequencias. Celebravam-se as seas ses-
Oes na nimba presonija. Os dos pastores
que tediziain favoreridus da visita da Jf-
sageira celeste, ali foram interrogados si-
multanea e s -pai'-iil i un -ni" ; as suas respos
las foram p sadas e discutidas; to las as ob-
jecciJrsque poliam sir opposlas aos fados
ad luzidos foram livremehte apresantadas
Um de nossos vigarios Ceraes que por nos
fra encarregado de colligr lodos os fados
o fui igual jiente das actas das sesses onde
dovia consignar as Tesoslas dadas Ss ub-
Esle trabalho consciencioso e im-
. divida, insulundooie, chamando mo la-
dryo ; eu o mandei embora, mas ello mo a-
cniupanhou alo a cas, o ah cnsceu para ci-
lio que era para dar
submissao aos avisos do Cea lodem preser- uma s.lisfaciio ; mas i
vamos dos novos castigos de que estamos K^S^&^SSS
aneaijados; enguanto, quo urna rosist'n- Santos, ello do iiovoiusio^^m^J^ ^^
cia prolongada ron demasa pode expor-nos
a males sem remedio ;
A podido expresso de todos os membros
do nossu veiieravol cabido e d. grande niadBmiai;eeusiippo
maiona de nos,u cloro, o para s.tisT.ier a "le, do.-ll.e com um sipo que Irazia, eis
especlativi de um U gr.ndo innc o l "' "l~ dB por linio o intor-
alnias piedos.s. lano en. nossa patria como 0> 8JV*f* '" 0 bJ fjca leilura do
no exterior, que poderum acabar por nos rogatorio, e urueu quo v
aecusar de tormos a verdado em c.pt.voiro : "gg^wliii faz a leitura do processo.
Findo elle, he eonc idids a pilavr. ao don-
lor promotor, quo sustonta a .accusicao.
Invocando o Espirito Santo c o auxilio
da Vi'gem i u ni ,u- a la la ;
Declaramos:
An. 1. Julgamos que a apparic.io da
Santa Virgem a dous pastores, 19 de se-
lembro de 1846, sobre u na inunlauha da
c.dei. dos Alpes, na parochia da Silelte,
arciprest'alo de Corp, lem e u si os carac-
teres de verdade, e que os liis lem funda-
mento para a croretn indubltavel o corla.
Art. 2. Cremos quo eslo laclo adquire ''
iiuvo grao do certeza com o concurso i in-
menso u e-|i iiii.iii-o de eis ao lugar da.
apparie^o, e b mu assim com a mu, i i.i.i de
prollgios, i'iins" |iii'ii-i is daquelle suecos-
so, e nos quaes uma gran le paite he luipos-
vel por em duvi.la seiii violar as legras
da credibiliba le hu nana.
Arl 3 L n coiisoquencia, aulorisamoso
culto de Nossa Senhora da S dicte, permit-
(iii lo que seja pregado, u queso I lie tire n
todas as consequeuciis pralicasemor.es.
Arl. 4. Prohibimos toda a lortna pnlicu-
la, de oracoes, Cnticos, o a de livros de
uracSo sem nossa liceuca dada por escripto.
Art. 5. (Prohibido de alac.r o milagro. )
Art. 6. leudo comprado o terreno da ap-
pani,'ao para o Sanctuario, conviJ. o prela-
do lodos os liis a couuorrer para sua
jeccOos. Esletrabainoconscioncioso e im-i Oai(icu;o.
parcial intitulado : A verdade sobre o aconte-i Aa, 7. Kxhorta t.s Beis a quo em paga
cimento da Satette, que foi nipr sso cum a 1 jos henelicius da Senhora, cumpram curo
os preceilos o maiidarneiitos do Sanlior,
fugindo a blasphemia e a piol.iuae.io du
uouiingo.
Dado em Cronoble a lUdesetombro do
( 5.o annlversario da celebre appa-
* Plnlibcil, bisbo deOrciuble
nossa aino .'iie.io, musir ale que poni foi
levado o escrpulo e prolongado o exame.
Ainda que. nossa coiivici;jo fosse ja in-
teir. esemnuvens 110 iim das sesses d.
commissao. terminadas om 13 de dezembro j jgjj
de 1847, nos nSo quizemos logo proounciar f|(,.
juizo doctrinal sobre tacto de til importan- ^
ca. No entietanlo a obr. do Reverendo
Rouselol em breve recebeu adheso e reu-
ni ii> siill'ragios de mullos bispos u de uma
miillidao de pessoas eminentes em sciencia 1
o pied.Je, e fui traduzda as litigas edro-.
peas. Oulros mudos lr.bi.lhos .pparece-
rmi ao mesmo lempo em dilferentes luga-.
(O i\oliciador Calholico
fundan lo-so na conlissHo do reo, e concl-
uir esti com o dopoimento de cinco testemu
nhas que depOe no t.rocesso ; isto lie com as
circumslancias du faclu ; e pedo que ao reo
sejam impostas as ponas do art. 201 do cdi-
go criminal no grao mximo, por se daiem
as circumstancias aggravante doj *. ai-
OadVOESdO do reo defende-o, fundndo-
se, em quo a coniisso do rfo, he a nica pro-
va que contra o mesmo existo ; poren quo '
ella oo he bstanlo para com, m ia<;ao om
vista de lei ; no.que he uecessano que coin-
cida com as mais circumstnicias; o quo
so (lo da, porque 0 depoimeiilu das les-
temuulias em nada concorda com ella.
Aveiba de menos exaclos, 011 pelo manos
desuspeit.sas testomunhas pela muila inti-
midado que lem como olfeiidiJo ; e final-
mente sustenta que o reo tizera as olTensas,
porque era .ecos, lo, mas que nao maree a
pena, porque o seu cr.mo era jus ilic.vol u.
orm proscripta no 2. do art I* cdi-
go criminal Couclue, pedindo a absolvi
0 D prumolor, faz a sua replica, e leudo
felo a treplica, o advogado da deles..
Sr Juiz Vresidenle declara encerrados os
debates, e f.z o relaiorio do processo.
Findo elle ontrega ao presidenta do conse-
lho ua segumtes
QUES1TOS.
1 0 rao Jos Vieira de Olivelra Maciel, fea
napeisoa de Joaa Manoel do Santos a otteu-
sa.phUicas de que trata oauo de vestona de
3 O reo pralicou o mencionado facto com a
circuinslancia aggravante de ser impellldo por
motivo reprovado ? .
3. O ico pralicou o mencionado facto, com a
oircomitancla aggravante de er impellldo por
motivo fiivolu 1
\. O reo pralicou o mencionado facto ein de-
tci de la p'eiioa t


v.v...*
2
a^
5 O reo pralicou o menclonido fado era de- Demonstradlo do saldo existente na caixa do
fez dos seus dlralloa I exercicio e. Deu-se eertett do mal que o reo u propoi j8Sii
evitar? Saldo em 3l de Julho
7. Houve talla absoluta, de outro nielo menos _p 44:141/459
prejudicial* Recelta no correle ni. 43:4i7|O00
8. Deu-ae a clrcumstaucia de nao ter havldo -----------87:451/4
da parte do reo, ou de ua familia provocaco, Despezauo correntc rnc
ou delicio que occasionasse|o conflicto ? -
0. Exlsteincircuinitancias atlenuantei em fa-
vor do reo ?
Saldo em lelrat em 31
de julho
Hiciu em letras no
correnie soez
Saldo. 42:190f0sl
I30:7300O0
/
136:7303000
f
----------------136:130/1)00
llccolhldo o jury, sahe pouco depols com as
seguintes respostas ? m
Km quanlo ao primeiro qucsitOi o jury res-
pondeu sini, por 9 votos, o reo Jos Vicira de
Ollveira Maciel, fez na pessoa de Jlo Manocl
dos Santos as ott'cnsas phiticas de que trata o rjespeza Idcm
auto de velloria a II. 3. i
Km quanto ao segundo quesilo, o jury res-
pondeu mi, por 7 votos, o-rco nao pralicou o
mencionado fado com a clccumslaiicia ag- Em coIirc
gravante de ser impedido por mollvo repro- Ko(a,
vado. Letras a vencer em sc-
Eiu quaato ao tercclro quesito, o jury respon- lembro
deu nao, por 10 votos, o reo n5u pralicou o dem cin oulubro
fado com a circuinslaiicia aggravanle de ser ein cmdczembro
luipellido por motivo frivolo. dem em Janeiro
Km quaulo ao quarto quesito, o jury rcipon j(|cm cmlIlarco
deu lim, por il votos, o reo pralicou o meuclo- Iden) cm aDrl,
nado faci em deleza de sua pessoa. dem em junbo
Em quanto ao quinto quesilo, o jury respon- ldeln emJuiD0
deu sisa, por 11 votos, o reo pralicou o mcuclo-
nado fado em defeza de seus direilot. .
Km quanto ao scito quesilo, o jury respon-
deu Jim, por 8 votos, deu-se certeza do mal
que orese propoi evitar.
Km quanlo ao stimo quesito, o jury respon-
deu sim, por 7 voloa, houve falla absoluta de
outro ineio mesnos prejudicial.
Km quanto ao oitavo, o jury respondeu sim,
por i l volos, .dett-se a circunstancia de nao
ter havido da parte do reo, ou de a%a familia 0 CEARENSE.
provocacao ou delicio que occasionasse o con- pQ|s nQ roara tim|,erri ha vboras ? lia
"'!0- .___.. r algumas, e muito venooosas E, toJavia,
tocioaatoOBOMuljUmo fl""'" "J"'* pp8uC0 me importara mim que ashouves-
X^ZtiZ>"Xf.nvor do'VT se, urna vez que me nSo mordesse-m .
Ku seguida o Juis Presdeme lavrou e leu Victima, porm, como tenho si Jo da mais
aseguinie cruel roordacidade, ede calumnias atrocls-
-i \ 11 y > simas, nOo me surprehende que l n'umi
Visto a decisao do jury cun que me contar- lerra esiranha, oude nunca pisei.eanin-
mo, .bsolvo o reo Jos Vicira de Ollveira ala- guem olenii, hala um lillio de Dos (visto
ciel do crime de que he aecusado. O 'V"0 carjllll,,e ctirist3a me ve la de lile demno rasse do seus cuidados, para ferir-me gri-
Recife 3i de agosto de Ubl.-Frateiico u- cosamenle, da iuvolta com o faccinoroso
driguti Selle. Jos Cactano de Moraes, ii (juenl teceu urna
B sendo 3 horas c raela, o Juiz Presidente en- elega de tSo mo gosto, o 13o recheiada de
cerreu a sesso.
178:920/091
28/091
42:164/000
33:927/250
255/350
33:927/250
255/250
83;91*/850
255/250
34:110/600
5 000
----------------178:970/0!
O thesourclro,
Thama: Jos da Suva (uiindo Jnior,
escrlvao dareceitaedespesa,
^nlonio Carioso di fjueiroi Fornica.
Communicado.
Ko dia r de selembro lem de ser Julgado o
reo Manuel dos Sanios llodrigucs.
No dia :l \lex indi i- Jos Antonio,
lio dia 3Jo.io llaplisla Pereira Lobo.
No dia 4Faustiuo Fraueisco de Uliveira.
asquerosidades poticas, que admirei since-
ramente que a redaccSo da /m^rensa.que
por si so vjIo urna sorbona intein, em mato-
na do .sabe ion i c de apurada critica, nao
excrupulsassedo trauscrover no-seu peri-
dico esse ISO insulso piaagiere (com licenrja
do meu bo -u meslre, o publico o conhece)
que un' fin !
I A's vezes me quero capacilar do que o
poeta eligiaco, que iiidoh lias coumnas do
Repartico da polica.
DIA 27 DE AGOSTO.
lilm. oEsm. Sr.--l)as panes liojereccbilas crense, "nSo passa de algum ciutur do ja-
nesta reparlico, consta lrem sido presos ; cares ca do nosso Capiba ibe, que uo leudo
a ordem do delegado do primeiro districto a coragein de imprimir aqui as suas lugu-
deste termo, Caldino dos Prazeres Correa, ijres endechas, pelo perigo de seren pulveri-
sem declaracSo do motivo ; o ordem do Mjia eul continente, recorreu a um fulicu-
subdelegadoda freguezia dos Alojados, Lu- lano de piovincia csirauha, para dar publi-
za de Tal, para averiguacOes policiaes. Icidads s suas parvoices. Ve, pois, a re iac-
O delegado do lormo do l'ao-d'-Allio, me cao do Ccnrensc, que a considero incapaz de
o Clreme faz aos me lis doos amigos, os
Srs. coronel Apolinarlo, e tenante coronel
Jos de Albuquerque Cavalcanti, quindo
diz que estes, reptando asi alguns ludios
de Uruba, seguiram o Moraes al que o as-
ssstinaram nit msrgens do Rio de S. Fran-
cisco, sera hsver resistencia di parte do
facoinoroso, ceja caboc* troxeram hi
triurnpho psra suas casis, sem aue holl-
nente o governo houvoise mandado pro-
cesssressi gente que assirn vlngra o cri-
me com o crime !
Nunca se to miniir tinto 1
Primeirimente he falsissimo, que bou?es-
se entrado nessa persiguicSo legal um s
Indio de Urubi, como poderia provir com
documentos do proprio director, se neces-
sario fosse: em segundo| lugar he falsissi-
mo o dizer-se que nao houve resistencia
obstinada da parte de Moraes, visto como
se acha ella provada pelos ferimentos gra-
ves que recebersm diversos individuos dos
que compunham i patrulha, aqual sendo
submeltids a processo, justilicou plonimen-
te a rcsistencii do faccinoroso, por miis
que o procurasse prender, conforme as ter-
minantes ordens do coronel Apolinario, que
in-s,i ligurou como delegado suppleote de
Garanhuns, esempre auxiliado por todas
asauctoridides policiaes, em cujos destric-
tos passavs, como consta de documentos
olUciies que existem em seu poder: em ler-
ceiro lugir he falsissimo, e sobre msneira
atroz o propalar o Cearence, que os meus re-
feridos amigos deceparam a cabera de Mo-
raes, e a condusiram em triumpbo I
Que calumnia torpe, e desalmada !
Quem conhece a fundo quilquer dos
dous cidsd5os, que me reQro, nSo pode
doixar de rovoltar-secom semellunto ini-
putacBo!
Dos se compadeQi de quem tanto mente,
e 11 o ni n u o seu prximo *
Kecife 30 de agosto de 1853.
Joaquim Pinto de Campos
Pubhcagao'a pedido. __
communicou em cilicio com dula do 23 do
correnie, que no da 20 desto inez no lugar
de Capoeiras. lora levemente ferido Joaquim
Alvesda Silva, por Jos doTaleManoel da
Cruz de Jess, os quaes n3o poderam ser
presos porsohaverem logo evadido, mis que
contra os mesmos ficava elle procedeudo na
forma da lei.
Dos guarde a V. EZO. Secretaria da poli-
ca de l'i'i'ii.imlitir.i 27 de agosto de 185-2.
lilm. eExm. Sr. br. Francisco Antonio Hj-
beiro, prosideute desta provincia.Jos Ni-
colao Itigueira Costa, chofe de polica inte-
rino.
IUEM 1)0 DA 28
lilm. e l.xm. Si.Dan parles bojo recebi-
das tiesta reparliclo, consta turem sido pre-
sos ; a ordem do subdelegado da fr'guezia
JoSo Ilaymuido daSilveira,e Francisco Lo
pes de Araujo Castro, sem deelaraeo do
motivo, o o iiiglcz John Witson, a requisi-
c3o do respectivo cnsul ; ordem do sub-
delegado da freguezia de Santo Antonio,
Louietico,escravo, por desordem, Andr, es-
travo de Francisco Coucalves da Silvn, por
andar fgido ; ordem do subdelegado da
freguezia de S. Jos, Jeremas Francisco Al-
vos, por desorden); ordem do subdelegado
ila Ireguczia da Boa Vista, Venancia, escra-
va de os Pires de CarVtlIlO, a requisicSo de
seu setilior, Mara da Assumpcdo dos l'raze-
res, por suspeila de furto e ordem do sub-
dedfgado da freguezia de Santo Amaro de
Jaboatao, ManoeT Tnomaz da Paix3o, o Sil-
vestre, escravo do Antonio Itapozo Falcflo,
sem declararlo do n,otivo.
Ilontem pelas 9 horas da noite, segundo
acaba de communicar-me o carceroiro da ca
ilria dosla cidade, a presa Luizn Mina Mag-
dalena, ferio gravemente com um punhal a
uutra prosa de lime Mana Joaquiua da Con-
cei{So, a qual maudei vistoriar para proce-
der nos termos da le.
O delegado do termo do Itio Formozo me
communicou em ollicio de 17 do crrente,
que o pardo Lino Pinto Casta sitio lima dado
urna canivetada em JoSo Manoel Nepomucu-
no, lendo por isso sido preso para ser coot-
potentemente processado.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da poli-
ca de l'ei iiainliui'o 28 de agosto de 1852.
-lilm. e Exm.Sr. Dr. Francisco Antonio Iti-
kiuiro, presidente desta provincia. Jos Ni-
colao Higuoira Costa, chetede policia inte-
rino.
THESOUrtARIA DA FAZENDA PROVINCIAL.
Demonstraco do saldo existente na caixa de
depsitos em 31 de agosto de 1852.
Saldo cm 31 de julho
p. p. 165:4911000
llcccila no correnie m. /
--------------185:401/000
Dcspeza no correnie ni. #
Saldo 15<491/000
1-ni lettras a vencer cin
1853 a 1854 135:709/000
Em letras a vencer cm
1864 a 1855 29:782/000
-------------- 165:491,000
O thesoureiro,
Tliomai Jos da Silva Ousmio Jnior.
O escrlvao da receitae dcspeza,
Antonio Carduzo de (Julho: Vonteca.
Demonstraco do saldo existente na caixa do
exercicio de 1851 a 1852 em 31 de agosto de
1852.
Saldo em 3! de julho
p. p.
Iteccila no correnie ni
Dcspeza no correntc m.
89:152/700
15:390>a8
--------------104:819/398
ll:585/o3(i
Saldo 93:284/3*5
Saldo em lettras em 31
de julho p.p. l3jH2
lUccita nocorrrentc tn. 13:793/120
Despesa no correntc mes #
Eui cobre
Notas
Letras a vencedero se-
lembro de 18jl
Idememjunho dtloi3
dem em junbo de 1854
l4:793fl20
108:057/482
II3/3S2
93:121/000
I:000000
6:898/680
6l896|6(>0
--------------108:057/482
O Ibcsoureiro,
'J'homai osi da Silva Uuimdo Jnior.
O escrivao da receita o despeza,
Antonio CardosoieQueiroz Fonseca.
innundar o mundo com tantas asneiras.sem
que com tudo a dosculpe da condescenden-
cia infantil, do que se deixou arrastrar, le-
vada lalvez do infame prurido de atscsr re-
pula?Oos, que o3o conhece, ousoas coube-
ce, deve esse conhecimento a tradicOes em-
busteras, e tao viciadas, como aquelles que
llie lian dado inipuls i '.
NSo ha smenio parvoices na produc(o
de que me vou oceupando ha tambem mui-
ta lalti de calculo, o muilissimas Inoxacti-
des na oppreciatflo e aualyse dos fados,
que pralicaram os Moraes na provincia de
Alagos. Reforinio atrocidades, que elles
Dio perpiotaram, omittiooulras muito mais
notuveis, que all tivoram lugar," desdo que
esees genios d'assolacSo levautaram a sua
crusada sanguinolenta contra o genero hu-
mano, enHomefazendo cargo de narra-las
nesla uccasiSo, nSo s porque nao he este o
meu lim, como porque sena sobre modo do-
loroso retocar os quadros medonhos, em
quo esses horrores teem sido delineados;
horrores, que, sobre proteslarem contra a
nus-ia civilisacao, sao do mais a mais um
pregaoeloquontissimo da iminoralidade es-
pantosa que chegou a poca, em que urna
quadrilha de assassinos ferozes extinguis
geraces inloiras naquella provincu, sem
qiin Iciiem or paite dee/-rei o da hiimani-
dade procurasse contere reprimir a smiha
brutal desees lobos sdenlos quo assignali-
vam a sua passagem em qualquer municipio,
por tudo quo se podo imaginar do horroroso
e atroz '
E em que poca appareceram nos horison-
es das Alagis esses moloros destruido-
es ? Appareceram na poca, em que ful-
minava o parz a poltica, que hoje se acha
em decadencia Eis-aqu porque eu disse
em outro lugar, que houve falta de calculo
da parte do poda elegiaco do Cearense, em
renovar a memoria dos crimes, quo se per-
potraram no fatal quimquenio,sol) a influen-
cia das proprias autoridades, como coufessa
o cantor dos Moraes I
Que estupidez de alvitre ?
Isto he quo he torcer a corda pira cul'oi -
car-se!
Vamos ao que me diz respoito nesse fne-
bre ssrapalel do Cearense. All se mo ligu-
ra commandando em cliefe os Morses no
staque de Pancllas ; e poden lo pulverisar
victoriosamente esse miseravel ombusto ,
tantas vezes repelido, eoutras tantas refu-
tado, limilar-me-hei a romettero bardo do
Cearense, para a leilura de uina correspon-
dencia, que em oulubro do 1850, (ora publi-
cada ueste Diario, feila (e assigna pelo Sr.
JoSo Cavalcanti Moruro, eolio subdelega-
do de Panellas, e qui, melhor doquemn-
guim, sali da nonhuma parte directa, que
eu tivora nessa acontecimento, no qual en-
tre!, como Plalos no credo, conforme disso
mu ln'iii o dito Sr. Moroi. Quem quizor,
pois, que compulso os innaes daqaelli po-
ca, que hade conhecor a inj jslica atroz com
quo o meu detractor do Cearense julgou-mo
uesta parlo.
.Cabe-mo anda aqui registrar urna ver-
d'ade sen replica, e he que nao existe entre
mim e o Exm. viscoiido de Paran, iima s
circumstancia que o qualique de meu pro-
tector, como pareceu insinuar o necrologis-
la do Moraes.
S. Ex durante o lempo em que esteve
nesla provincia, hourou-me bastante com
a sua conliancae amisade, e disso me des-
vaneco por cerlo; mus conlianca e amizade,
nSoquer dizer protecco, a menos quo so
nao quoira considerar como ta a nouie ie, iu
de lente derholonca, com quo aquello no-
bre cavalleiroso dignou da obsequisr-mo,
merc que a sua generosa niunilicencia
prodigalisou varios, que bem apuradas
as cousas, e salvas as rogras da modestia,
nao eslavam as minhas rircumstancias, se
altender-se a lealdade com que secuudei
seusesfor^os na pacincac3o|dbsla provincia,
por conseguinteacceitei esse acto, nao co-
mo urna proleccSo, massim como urna ex-
pressSo ingenua do reconbecitnenlo e be-
nevolencia do benemrito ex-presidente de
l'iunaiiiliiico, a quem sempre tributare! a
mus cordial estima. Convenca-se, pois o
poeta elegiaco de que neste mundu s co-
nheco dous protectoros li o presante Dos
e a sociedide, cujos poderes me h3o sem-
pre salvado das scilidis de inimigos raneo
rosos. ... ,.
Devendo aqui por lormo is minhas obsor-
vaefles. insta o dever d'amiside, e o seuti-
menlo di justici, que eu timbera proteste
altamente contra a negra imputicao, quo
Accordam em relacao, etc.--Que precedido o
sorleio legal doa juizes abslio assignados, e
fcito o relalorio do estylo.aggravadofolo oggra-
vante pelo juiz dos felos da f.zenda desla pro-
vincia cm seu despacho de II., de que se aggra-
vara, vinos os autos, dos quaes ae mostra, que
ojuizaqusejulgra incompetente para peran-
te elle promover-sc a cobranca de salarios de
Africanos illicilainenlc Iulroduzidos no Impe-
rio, cujos" servlcos foram arrematados nesta
provincia. E visto como pela le do orcamento
u. 6J8 de 17 de selembro de 1851, e oulras an-
teriores, se mostr, que ditos salarios veui con-
signados nella como receita geral do Imperio,
e sendo cerlo que o governo geral por aviso de
27 de julho de 1852, ordeuou posilivameoteque
se pruinovessc nesla provincia a cobranca de
taca salarlos; e nao podendo aproveltar a raso
dojuizaqudcdutida das inslruccocs de de
julno de 1840, de que a cohranca de lies sala-
rios deve ser privativamente do municipio da
corle, visto que nao se pode dar disposl(ao di-
versa para a inesin causa; o que se prova com
a relacao exlrabida dos llvros dathesourarla
desta provincia, e remetlida ao juito dos feitos
para promover a cobranca doa salarioa em
queslo, o que se nao daria se o governo impe-
rial livesse designado um outro julzo para es-
tas causas I flea evidente a competencia do juiz
anuo para julgar as causal de que se trila, em
vista do art. 2 da lei de 29 de novembro de
l84l, eart. i. do regulamentode 13 de Janeiro
de 1842. onde nSohe omisso, que sejam pro-
cessadas, ejulgadas no juizodos feitos da la-
tenda todas as causas civeis da fazenda nacio-
nal, em que ella for interessada, por qualquer
modo. PurUnto, dando provlinenlo ao aggra-
vo, ni mil un que o juizaqu reforme o seu des-
pacho na forma sobredila, e pague o aggravado
Ilecifc' 28 de agosto de 1852.-- kui/tdo,
Tcllei.-K. E. Leaa.--Periim UonleiroL
VAKIEDA.1JS.
CTfiTO HUtAU- UK KIKIR1K1, KX-DE-
PU1ADO. A SU4 ESPOSA A HARONEZA
DO MESMO TITULO.
I
Senhora, valhi-me Dos,
Com as cousas deste mundo.
Do cerlo que n3o profundo
Esti polilique ordeirs:
Oue tem assaz de ronceira.
i
Sa eu, Biroi, governisse,
NSo 'stava com ovos molles.
F7i suprar os folies.
E segindo cerlo trilho,
Andar tudo n'um sarilho.
III
Eu c por mim sou sssim .'
PO, e pao, caras frente.
Costo da comida quente,
Que venba mesmo a fervor!
Escaldando he meu prazef,
IV
NSo gosto, quisilo mesmo
Destes governos pacatos ;
Que deixam viver os ratos ;
Maniendo em ocio tambem
Os gatos que as ordens lem.
i .oslo mais, preliro mesmo
l ni governo esqueotidqe**
Que fac,a tudo a vapor."
I.eis, decretos, portariis,
Tudo dentro de tres diss.
VI
Que nos d em mez e meio
Estradas, pontes, canacs.
Louvres Malas colossaes.
Vinle naos, trinta charras,
Helias pracis, grandes ruis.
VII
Em seto das, senhore.
Se fez o orbe rotundo :
Em seto dias o mundo
Por mHo de mestre foi foito ;
E ii.ii' teve dor de peilo.
VIH
Se acaso, cara llaroa,
Tivesse ni minha m3o
O > mi desta nacao
Eu livrara do sou mal
Este pobre Portugal.
IX
Empunhando o camartolo,
BolaaOaixo eu mandara.
ToJo a p reduziria.
Edepois do sacrificio,
i o ni'va novo edificio.
X
Decretava a banca rola,
Se.ii disfaice, so n careta.
E dizia na Gazeta,
Credores, nSo ha vintem,
Passem por l muito bem.
XI
A respeito de erapregados
Euos mu lava tabui.
Tolos no moio da ra.
Poucos, o bous : tanta gento
Faz muito mal ao doente.
XII
Eu Ihe juro que curava
A tal ernprego minia :
Com tu uanli.i bicharla
Eu nao sei como esto poro
Conservs um crusado novo !
XIII
EI/uot, Prima, considerando
Que os horneas de solideo,
Filando os olhos no Co,
E cantando a ladiinhi,
Gostam da sua mociolia.
XIV
Mandava-os casar a to los,
Desde o Hispo at o Cu.
Mesmo os de prima tonsura ;
Pode ser que o matrimonio,
Os livrasse do demonio
XV
Hajam padres ; nSo me opponho:
Porm padres virtuosos.
Solideos esosndalosos,
Pervorlom a sa moni,
Deste pobre Portugil.
XVI
Ellam, Prima, considerando
Quo Donm Themis,a ceg,
Ao metal louro se pega ;
E nos pobres litigantes
Ferra as uohas rapiantes.
XVII
Apeava a tal matrona,
Quem tem balancia na mStjj)
sem lar sntisfac.no
Poupando |miior desgosto
iMva-liiu baixa do posto.
XVIII
Eu quero que a til juslics
Teiiha os olhos bem sbertos.
Os nossos direitos incertos !
Os nossos bens merc
De quem eirregue, e mais d !
XIX
Esta molestia precisi
lina cura radical.
A gangrena he fatal.
N3o so extingue por desgrsca
Ao com papas de linhaca.
XX
Etiam, Prima, considerando
Que o soldado porluguez
I.Hiles do rilo i'M'ore/.
Di sobre i tiritaba antiga,
Teodoo rancho na barriga.
XXI
Eu tapava a pedre, e cal
As chataricas da ordem ;
Que tudo pon em desordem.
Soldado que l gazeta,
Nao faz caso da corneta.
XXII
Emiim, senhora, ndo quero
Dizer todo o que faria,
O que he certo he que metlia
Tudo em ordem ; sem suar,
Era somonte man lar.
XXIII
,\s-1 m era eu tolo estreme,
Quo quizesse deputados
Nem pares nem i pojados !
Nem projeclinhos de lei,
E outras cousas que eu c sei!
XXIV
Pois a rospeito dos tvpos,
Da minha venerarlo!
Logo lhes lancava mSo.
Typogriphia fechadas!
E as imprensas ferrolludas.
XXV
yiinn palavra, liaros,
Cuvprno do mando, e quero.
(Invern foi to e severo,
Como fui em Portugal
OdoMirquezdo Pombal.
XXVI
Tudo o mais; cara senhors,
S3o contos da csrochinlia.
Sao governos de igrejinha.
Bem fez o primo Luiz
La as Ierras de Pars.
XXVII
Os frscezinho, queriam
Tribuna imprensa direitos,
i be oomo estilo sugeitos.'
Ji nao mam Luiz manda,
Fnncoz treme e fnncez a irla.
XXVIII
Ha porm, querida ma
Um grande estorro fatal.
Este ingrtto Portugsl,
Desconheco os dotes meus '.
Talvez vinganca de Dos !
XXIX
Por iii"i s que intrigue, nao posso
Ter quntalo no ministerio.
Guardareio silvalorlo
Debiixo da minha man,
T melhor occasiSo.
XXX
Quando o seu Kikiriki
Ti ver pasti, hi-do a liaros,
Amirrotando Lisboa,
Kennir tudo quo he boro,
Dar as leisio grande lom.
(fins Tisana.)
COMMERCIO.
ALFANECA.
Rendimentodo 1.".....10:076,006
Descarregam hoje 2 de selembro.
Calera ingleza Linda mercaduras.
Escuna dinamarqueza Dania idem.
CONSULADOGEKAL.
Rendimento do 1......250,424
DIVERSAS PBOV1NC1AS.
Rendimentodo 1...... 96,976
Kxportaco.
Rio de Janeiro, brguo nacional liedle, de
226 toneladas, conduzio o seguinte : 50
lianis azeitodoce, I caita folhas de zinco.
325 barricas bacalbao, 105 pipas agoardente,
4,000 cocos com caspa, 40 pedras de amo-
lar, 60 taboas costado de amirello, 102 ro-
los fumo, 130 courinbos miudos, 2 caixes
quirtinhis, 56 saceos sssucar, 2,632 meios
de vaqueta, 5 caixas doce, 100 saceos fei-
j.i, 6 fardos spitos,20 barrisazeite de ma-
mona, 95 molhos couros de cabn, 6 beni-
tas carvSo animal.
RECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento dodiaf.0.....454,224
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 398,713
Movimento do porto.
roa do Apollo pertencentes ios psrlicuUres.ianledar fcil passagem para o transito pu-
que por portarla do governo lhe forem de-1 blico
f/iino entrado no dia i.'
Jersey -- 47 dias, patacho inglez Lovisa, de
198" toneladas, capitn II CalllS, equipi-
gem 11.carga carvSo de pedra;ao capiSo.
Ptavio sahido no mesmo dia.
Liverpool barca ingiera Uruguay, cipitSo
Pringle, carga sssucir e slgodfio.
jEDITAES.
O illm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda manda fazer publico que em con-
foru.i.Iii'lo da ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia tem de ir i praca perante a
mesma thesouraria para ser arrematada a
quem por menos fizer nos dias 31 de agos-
to, 8 e 14 do setembro prximo futuro a adaen :"VioVoOO.
obra do caes do Apollo qun lem de ser fei-
terminados, sendo lhe paga a sua impor-
tancia pela thesouraria da fazendi, servindo
de base o mesmo ortitnento com o abite
feito d'irromaticuo na rtzBo da braca cor-
rente.
Quinta. Para ludo o mais que nao estiver
determinado as presentes- clausulas se-
goir-se-bi o que dispoe i respeito i lei pro-
vincial n. 286. Sala das sessOes da direc-
tora em conselho, 14 de julho de 1852.-0
director Jos Mamede Alves Ferreira, o en-
genbeiro F. Raphael do Mello Reg, Jo.lo
Luiz Vctor l.ieatier.
Approvo. Palacio' do governo 26 de ju-
lho de 1852.Ribeiio. Conforme. O ollicial
maior Joaquim Pires Machado Portella".
O Illm. Sr. contador da thesouraria pro-
vincial, servindo de inspector da mesma the-
souraria, em eiiinpi iiniiiiii da ordem do Knn.
Sr. preaidenle da provincia, de boje datada,
manda faser publico que no dia 2 de setembro
prolimo vindouro, val novainenie a praca para
ser arrematado perante a junta da Duenda da
mesma thesourarli, a quem por menos fuer, a
obra do decimo-nono lanco da estrada da Vic-
toria avallada em 15 925|342, tomando-se por
baze d'arreniatacao o oflerecimenlo de 20 por
cenlo feito pelo licitante Jos Joaquim das Cha-
gas.
A arrematacao ser felta ni forma dos arti-
go! 21 e 37 da le provincial n. 388 de 17 de
malo de 1851, e sb aa clausulas especiaes j
annunciadai.
As pessoaa que se propozerem a esta arrema-
tacao, comparecain na sala das sessdes da mes-
ma junta, no dia cima indicado pelo inelo-dla,"
competentemente habilitadas.
K para constar se mandou afflxar o prsenle
publicar pelo Diario.
Secrelaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 90 de agosto de 1853.
O secretarlo,
Antonio Ferreira d'knnunciatao''.
O Illm. senhorofical-maior, servindo
de inspecror da thesouraria da fazenda pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem do Exm.
senImr presidente ds provincia, de7 do cor-
renie, manda fazer publico que nos dias 31
do mesmo, 1 o 2 de setembro prximo vin-
douro ir a praca para ser arrematido, pe-
rante o tribunal administrativo di iiie-ma
thesouraria, a quem pormenus fizer a obra
da conclusSo da ponte sobre o no Pirapa-
ma, avallada om 14:467,882 rs
A arrematacao sera feila na forma dos ai -
tigos 24 c 27 da lei provincial n. 286 de 17 de
maio de 1851, e sol) as clausulas especiaes
abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem esta ir-
srremata(3u comparecam na sala das ses-
sOes do mesmo ttibunal, nos dias cima in-
dicados, pelo meio dia, competentemente
habilitadas.
E para constar so mandou allixar o presen-
te e publicar pelo diario. Secretaria da the-
souraria da fazenda provincial de Peniam-
buco, 9 de agosto de 1852. O secretario,
Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
Clausulas espociaes psra a arrematacSo.
i Esta obra sor ex icutada de conformi-
dide com o orcamento nesta data apresen-
lado a approvacao do Exm. senlior presiden-
te da provincia na importancia de 14:467882
ris.
2." Estis obras serilo principiadas no pra-
so de 30 dias, e concluidos no praso de 15
mezes, contados de confonnidade com o ar-
tigo 31 da lei provincial n 286.
3.a A importancia desta arremata;So seri
paga em qualio orestacOesda conformidade
com o artigo 39 da mesma lei.
4.* Para tudo mais que irlo estiver deter-
minado as presentes causule-s, seguir-se-
ha o que determina a lei provinciil n. 286
da 17 de maio do 1851.Conformo.Ose-
cretarioAntonio Ferreira da AnnunciscSo.
O Illm. Sr. ollicial maior, servindo de
inspector da thesouraria da fazenda provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm.
Sr. presi lento da provincia, do 12 do cor-
renie, manda fazer publico, que nos dias 14,
15 e 16 de setembro prximo vindouro, ir
a praca para ser arrematado perante o tribu-
nal administrativo da mesma thesoursria, a
quem por menos lizer a obra do 20." lineo
da estrada da Victoria avalla la cm ris
22:663,594.
A arrematacSo ser feita na forma dos ar-
tigos 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17
de maio de 1851, e sob as clausulas especiaes
abaixo copiadas
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematacao comparecam na sala das sessOes
do mosmo tribunal, nos dias cima Indica-
dos, pelo meio dia, cumpelentcaioute ha-
bilitadas
E psra constar se mandou allixar o pre-
sento o publicar pelo Diario.
Sccetariada thesouraria da fazenda pro-
vincial do Pornambuco 17 de agosto de 1852.
O secrelsrio Antonio Ferreira da An-
nunciacao.
Clausulas especiaes da arrematacSo.
1. As obras do 20." Isnco da estrada da
Victoria, si-rilo feitas de conformidade com
o orcamento e plantas approvadas pela di-
rectora em conselho, nesta data (15 de mar-
Coj eapresentado a approvacSo do Exm.Sr.
presidente da provincia, ludo na importan-
cia de 22:663,594 rs.
2.a O arrematante cimii'caa as obras no
praso de um mez, e concluir no de um an-
uo contado da dati da assignalura do con-
tracto.
3 A importancia desta arrematacao ser
pagaomquatro preslacSes iguaes, da mi -
in ii u seguinte : -- a priuioira, quando o ar-
rematante ti ver feito a turca parte da obra
do seu contracto; asegunda, quando tiver
feito dous tercos das obras; a terceira quan-
do forrecebida provisoriamente,e a quarta,
quando for definitivamente recebida, uo
devendo etlecluar-se pagamento algum, an-
tes do findsr-seo primeiro semestre do exer-
cicio do 1852 a 1853.
4.a Para ludo o itais quo nBo estiver de-
terminado as presentes clausulas, seguir-
sc-ha o que dispOs a lei provincial n. 28G de
17 de maio de 1851. Conforme. O secre-
tario, Antonio F. da Anuunciac O Illm. Sr. contador da thesouraria pro-
vincial* servindo de inspector da incsnia the-
souraria, em cumprimenlo da ordem do Kxui.
Sr. presidente da provincia de 20 do correntc,
manda faser publico que uos diaal4, i c if de
selembro prosiino vindouro, ir a praca para
ser arrematado perante a junta da lazcuda da
un sin i thesouraria, aquein por menos fizer a
obra dos reparos da ponte de Tracunlicui ava-
s. Para tudo mala que nao estiver determi-
nado nal presentes clausulas, e nem no orca-
mento, seguir-se-ha o que dlspde a le provin-
cial n. 286 de 17 de malo de iSjl.
Cu n for me. secretarlo, Antonio Ferreira
dXnnumiacav'.
O Illm. Sr. contador da thesouraria
provincial, servindo de inspector da mesma
thesouraria, mi cumprimenlo daoidemdo
Exm. Sr. presidente da provincia, de 20 do
correnie, manda fazer publico que nos das
14, 15 e 16 de setembro prximo vindouro
ir praca pan ser arrematado perante a
junta da fazenda da mesma thesouraria. a
quem por menos fizer, a obra de um enro-
cliameuto em frente ponte da ra da Au-
rora, avahada em 950/000 rs.
A arrematacSo ser feila na forma dos
arls. 24 e 27 da lei provincial n. 286 de maio
de 1851, e sob as clausulas especiaes abai-
xo copiadas.
As pessoas que so propozerem a esta arre-
matacao comparecam na sala das sessoes
da mesma junta, nos das cima indicados
pelo moio dia competentemente habili-
tados.
E para constar se mandou ahilar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial |de
Per na ni buco 25 de tgosto de 1852.O secre-
tario, Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
Cnu 1.a Ser feita esta obra de conformidade
com o orcamento nests data {13 de agosto)
apresentado a approvacao do Exm. Sr. pre-
sidente di provincia, na imporlincit de rs.
9501000.
'-. As obras principirSo no prazo de 15
dias, o scrSo concluidas no prazo de dous
mezes, contados, como determioa o art. 31
da lei provincial n. 286.
3.a A importancia desta obra ser psga
em duas prestares da maneira seguinte:
a primeira do valor de tres quartos da im-
portancia da arrematacSo, quando se tiver
concluida a obra ; e a segunda de um quar-
to, quando se effectuar o recebimento defi-
nitivo, que lera lugar um anno depois do
recebi ment provisorio.
4.' Para ludo o mais que nSo estiver de-
terminado as presentes clausulas, e em
seu orcamento, seguir-se-ha o que dispon
i lei provincial n. 286 de 17 de miio de
1851.
Conforme.O secretario, Antonio Ferroi-
ra d'AnnunciacSo.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda manda fazer publico que, em virlude
do ollicio do Exm. Sr. presidente da provin-
cia de 21 do correnie tem de ir a praca para
ser arrematado a quem por menos fizer nos
dias 27 e 31 deste mez, o 3 do setembro
vindouro, os reparos do edificio em que est
enlloca Jo o hospital regimental, sob as con
dii'v'i-'s aDaixo declaradas. As pessoas a
quem convicrdilaarrematacSodeverSo com-
parecer nesta reparucSo competente habi-
litadas as II horas ds manbSo dos referidos
das.
Secretaria da thesouraria de fazenda da
provincia de Pernambuco 24 de agosto de
1852.
O ofllcial-maior interino,
Emilio Xavier -Sonreir de Mello.-
CinidieraVs.
1." O arrematante se sujeitar inteiramen-
toao que me prescrever o engenheiro, di-
rector da obra substituindo as mideiris ,
que elle achar arruinadas no todo ou par-
te, e empregando somante aquellas que el-
le achar de boa qualidade.
2.a No retelhamenlo do telhadoso unirSo
por tat forma as telhas que se nao deem as
goteiras quo ordinariamente ali appare-
cem.
3.a Sugeitar-so-ha o arrematante a ilgu-
mis Dequenas obras que o Dr. Director do
hospital achar de necessidade eo engenhei-
ro approvar ser o seu valor de pequea
monta.
4.a Se porem eccrescerem algumas obras
mais consideraveis o arrematante ser do
sen valor indemnisado, sendo ellas previa-
mente oreadas e definitivamente approva-
das pelo governo, assuii tambem sealgumas
obras previstas por cautella no orcamento
se ii.ii> fizerem por aenSo haver dellas ne-
cessidade, o arrematante entrar com o va-
lor dellas segundo o tespectivo orcamento
pura os ouiTdS da fazerds. Uife 10 de ju-
lho do 1852.Jos Joaquim Rodrigues Lopes
mejor do corpo do engenbeiros.
la por cotila do governo segundo o orca-
mento que ser franco nesla secretaria, s
pessoas que o quizerem eiaminar, e condi-
Ces abaixo tianscriptas ; pelo que as pes-
soas que prctenderem licitar comparecam
nos referidos dias as 11 horas da minhfl
com seus fiadores devidamente habilitados.
Secrelaria da fazenda de Pernambuco 29
de julho de 1852.O ollicial maior interino
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Clausulas esperiaes pan a arrematacSo de
cinco leos do caes do Apollo na ex-
f.oslo totsl de 475 palmos-
nmeira. Estes leos serSo executados
de conformidade com o orcamento nesta
data apresentado spprovacSo do Exm.
presideute da provincia na importincia de
25:4478180 rs.
Segunda. No praso de trinta dias serSo
principiados estes Uncos e concluidos nos
dezeseis mezes.
Terceira. A importincia desta arremata-
IC&o sor paga na forma do artigo 39 da lei
provincial n.'286.
Quarta. O arrematante ser obrigado a
fazer aquelles tangos do caes da mesma
A ai i i-m i: i-., ni ser feita na forma dos arligos
34 e 27 da le provincial n, 285 de 17 de maio
de I8M, e sb as clausulas especiaes abaixo co-
piadas.
As pessoas que ae propozerem a esta arrema-
tacio comparc(am na aala das sessdes da mes-
ma junta, nos das cima indicados, pelo lucio
da, iinipi-ii iiirii-i-iii habilitados.
E para constar se mandn anisar o prsenle
c publicar pele Diario.
Secretaria da thesouraria di fazenda provin-
cial de Pernambuco, 24 de agosto de 1852.
O secretario,
4n(onio Ferreira iPAnnuueiacao'.
Clmalas especiaes da arrematacao .
I.' As obras dos concertoa desta ponte aerao
felfas de cooformldade coio o orcamento nesla
d.itaiili de agosto) apresentado a approvacao
do Eim. Sr. preaidenle da provincia ua impor-
tancia de i:7to/nfO.
2. Enas obras devero ser principiadas no
prazo de un mea, e concluidas no de cloc ine-
zes, contados como determina o artigo 3l da le
provincial n. 288.
3. A Importancia deata arrematacao lera pa-
ga em duaa prestaces iguaes, da maneira se-
guinte : a primeira quando o arrematante ti-
ver feito inetade das obras, e a segunda quan-
do esliverein todas concluidas.
4. Durante a cjecufio das obrai o arremi-
O major Antonio dos Ssntos Vital, ad
do, memhro e delegado da companhia de
agencia dos negocios entre o Brasil e Por-
tugal na comarca do Rio-Formoso, tlc.
Faco saber que sendo nomeado nesti co-
marca manobro e delegado da companhia de
agencia de negocios entre o Brasil e Portu-
gal pela respectiva directora geral na corte
leste imperio, acbo-mo encarregado de
promover os negocios que aquella compa-
nhia livor a seguir, ou informaces a co-
Iher nesta comarca, obrigando-so a mesma
companhia a dar andamento s qualquer re-
il.iinai.-ao que por meu intermedio lhe fr
dirigida sobre qualquer ponto do Brasil ou
Portugal, litigioso ou nSo, urna vez que
essa reciamacSo tenha probabtlidade de
bom resultado, hsvendo siiinino escrpulo
em respeitar a contratos feitos com as par-
tes, e em virlude de meu cargo, devo em-
pregar as diligencias precisas para obter o
maior numero possivel de encargos com-
mellidos companhia, ou seja contratando
com individuos quo tenham em Portugal
ou no Brasil interesses abandonados, ou se-
ja participando imme'dialamente quaesquor
bitos do poituguezes intestados com desig-
nacOo especificada do valor da heranca e do
local onde podera ser encontrada a familin.
-Os interessados, pois, em sementantes
negocios que se quizerem aproveitar dos
servicos da referida companhia, cujas tran-
aeces lhes sflo vantajosas avista do modo
por que costomam ser contratadas, hajam
de comparecer na casa do minha residencia
nesta ci lade do Rio-Formoso, psra trata-
rem do que lhes convier, e ahi s t berilo das
base,: sobre que poderlo contratar coma
mencionad* companhia e obterSo todos
os esclarccimentos que pretondercin.
Cidado do Rio-Formoso 20 de agosto de
1852.Antonio dos Santos Vital.
Declaragoes
Pela directora do I ye. -n so faz publico,
que por ordem do Exm. Sr. presidento da
provincia tora lugar o concurso subsli-
tuicSovaga das cadeiras das lingoas inglo-
za o Iranceza no dia 22 de oulubro prximo
futuro, devendo os opposhotes apreseotar
al 15 dias antes, despachos do mesmo
Exm. Sr. para so inscreverem, na lumia dos
arts. 30 o 31 do regula menta de 12 de maio
ile 1851. Lyceu de Pernambuco 1 de se-
tombro de 1852.O director interino, Vi-
cente Pereira do Rogo.
Tribunal do commercio.
De ordem do tribunal do commercio di
provincia de Pernambuco se faz publico pe-
la secretaria do mesmo que o Sr. Jos do O'
de Almeida, cldadSo brasileiro, domiciliado
na cidade de Belem provincia do Para foi
nesta dita matriculado commerciante de
grosso trato. Secretaria do tribunal do
commercio da provincia de Pernambuco 31
de agosto de 1852 JoSo Silvelra de Souza,
ofllcial-maior.
Pella subdelegada da Varzea faz-se publi-
co que foram apprebendidas doze vacas com
i ;


a. f
V.
-w*fu.
.
onis bezerros e urna novilhi, postas no en
eenho de S. Joao por Antonio de lal, mora-
dor no Birro, e Germano, ambo indigit.-
dos no roubro que lizeram ao Ex_. bario
deSuassuna; quom so julgar com direito a
osles animses, quelra apresentar-se a esta
subdelegada competentemente"documen-
tado.Francisco de Pula"Correia Araujo.
O arsenal de guerra precisa comprar
azeite de carrapato, dilo de coco, vellas de
carnauba, fio de algortSo e pavios; quem
taes gneros livor e quizer fornecer, pode
dirigir-se sala da directora do mesmo
;n- miuI no dia 3 de setembro vindouro, ao
meio dia, munidos de suas propostas em
carta fechada.
Arsenal de guerra de Pernambuco 31 de
agosto de 1852.F. 8. de Aasis Carvalho.
-- O II, m. senhor contador da thesourana
provincial, no impedimento do inspector da
tneama thesouraria, manda fazer publico,
que do dia 3 do corrento por diante.pagam-
se os "ordenados e mais despena provni-
ciaes, vencidas at o lim de agosto prximo
lindo.
O vapor brasileiro Bahiana comman-
dante o capitSo tonente Jos Segundino de
Gomeosoro, espera-se dos porlos do Norls
al 5 do correte moz e egue para os por-
tos de Macei, Babia e Rio de Janeiro no
dia seguinle so da sua entrada.
Banco de Pernambuco.
O conselho de direcrjao declara quo os
descontos da semana que decorre de 30 de
agosto a 4 de setembro, sa"o da 6 por centu
alollm deoutubro, e8 por cento at 6
mezes, e o expediente para os mesinos des-
ceios, das 11 horas da manhda as 2 da tar-
do. O mesmo CODielhO faz certo ao corn-
mercio dosta prac,a, quo o banco compra e
vonde letras de qual |Uer quautia aobre o
Rio de Janeiro, a prasos rasoaveis. Banco
dePernambnco 28 de agosto de 1852 O
ecretario, M. I. je Olj^rra.
Avisos martimos.
I'assageiros smenle.
Seguir para o Rio Grande do Sul al o dia
11 de setembro, o patacho nacional Uous de
Marco, que olTerece excellenles commodos
para passageiros trata-se cum Rallar & 0-
liveira, na ra da Cadeia do llecife, arma-
zem n. 12.
Para a Babia sahe com a maior brevt-
dade possivel, o hiato Caprichoso ; j>ara car-
ga e passageiros trata-so na ra da Cruz u.
3, ou com o roMre a bordo, om frente do
caos do Ramos.
Para o Aracaly sahe com muita brevi-
dade o hiato Flor do Cururipe; par carga
o passageiros trata-se na ra da Cadeia do
llecife n. 49, i rimeiro andar.
Para o Rio da Janeiro sahir om pon-
eos dias, o veleiro brigue Camacuan, de que
he capitn Joaquim Monteiro de M melles :
quem no mesmo quizer embarcar escravos,
ou ir de passagem, para o que tein bons
commodos, pode entender-se com os con-
signatarios Amorim IrniSo, na ra da Cruz
n. 3, ou com o dito cupito a bordo.
Freta-se para o norte ou sul, una bar-
caca prximamente construida,de lote de35
caixas, e bons commodos para passageiros :
s tratar com o mostr Joaquim de Sautanna.
Cear, Maranbao c l',.ia.
Segu na prsenle semana, o brigue escu-
na nacional Graciosa, capitao o pratico Jos
.Mura da Silva Porlo, anda pode receber al-
guma carga miuda e tem excelentes com-
modos para passageiros: Irala-se com o con-
signatario J. B. da Fonseca Jnior, na ra do
Vigario u. 23 ou com o capitao na Pracji.
Para a Paralaba.
jue com brevidade o novo e
veleiro hiato nacional Santa Cruz,
mestre Vicente Perreira Lopes :
quem nellc quizer carregr, diri-
ja-se a ra da Cadeia Velha n
a3, ou a ra do Trapiche Novo n
16, segundo andar.
s ii
Bernardido Jos LeilSo, que ultima-
mente teve venda na ius da Florentina n.
30, declara que nSo deve nada a pessoa al-
suma ; mas no caso de slguem se julgar ore-
dor, baja de apresentar suas contas, na ra
da Roda n. 52, Rara serem pagas.
Na ra da Cadeia do bairro de Santo An-
tonio, sobrado n. 13, segundo andar, preci-
sa-so alugar um prelo cosinheiro e compra-
dor, e quo seja flel.
Ha viole dias que desappareceu |uma
preta velha, cesinheira ; suppOe-se que es-
teja em alguma casa, e piotesta-se contra a
possoa que a tiver occulls, a pagar-lhe os
dias do servido.
Quem precisar de um caixeiro brasi-
leiro, o qual tem bastante pratica de venda
e da (ador a sua conducta, dirija-se a ra
larga do Rozario, venda n. 46, de Vallen-
(,'( <\ C.
Aviso.
J. P. Adour & G.| mudaram o sou cscrip-
torio earmazem de fizendas para a ra da
Cruz n. 40.
Contina a estar fgido desdo 12 de
marco de 1851, tendo-se ausentado do de-
posito geral aonde se achava, o escravo.par-
do, de nome Jos, de idade 25 annos, altura
regular, reforjado do corpo, com a unha Jo
dedo polegar dopdireilo arrancada, ps
Chalos, com pouca barba, olhos pardos e
bem rasgados, o beio superior arrebitsdo,
queixo liuo, coze bom de alfaiate, e gosta de
andar assiado, nem he de cor escura nem
clara, he de cor alaluada : rota-se a polica
ou a qualquer d.s pessoas que so encarre-
gam da pegar osera vos fgidos, do apprehen-;
der o do que se irata, o leva-lo no sitio do
FundSo em Bebenbe de baixo, a Anlouio
Norherlo de Souzi Lealdades, a quem per-
tence, o qual remunerara generoiainente
-- Pede-seencarecidamenteao sinhor em-
Precisa-sede um padeiro, que entenda
de musseira e forno, d-se bom ordenado ,
sabendo comprir comas obrigacOus neces-
sanas: na ra Direita n. 76, se dir quem
precisa.
o momento de deixar sta Uto bella e
importante provincia, eu faltara a um de
ver rigoroso e sagrado, de no patentear-lhe
a gialidSo que por beneficios bem assig-
nala los tributo aos eroicos habitantes da
capital do llecife. E com efTeito residindo
em Pernambuco desde a infancia, eu tenho
tido sempre a ventura de encontrar aqu
tanlo favor, lana beneficencia, que minha
alma, poJendo apenas sentir e aprecia-la,
todava a nao .-Le dlzer nem explicar: por-
tanto prestes a^arlir para a provincia do
Maraiiho, onde me chaoiam, nSo tanto os
meus interesses, quanto a gralidao, e por
consequenca o dever de acompanharao se-
nhor Cermano Francisco de Oliveira,. quem
inulto llevo como amigo, e mais que ludo
como meu preceptor d'arte dramtica. Eu
digo um sau loso adeos aos meus amigos,
aos meus comptnheiros d'arto, e especial-
mente a tolos quintos com dadivosa niao
tiveram a pbilanlropia de beneficiar-me ;
sim eu vou I eu parlo porm parto transido
de saudades por um povo, cuja lembran;a
conaervarei sempre no ponsamento e no co
ra8o I -- Antonio Jos Duarle Coimbra.
3
fe A pessoa que pretende comprar urna
) casa terrea, sita na ra dos Pescado-
? res, e juntamente urna mobilia de ja-
a> ca anda, em muito bom estado, ludo
S>: por pi"eo commodo, dirija-se a ra
> da Orlas, venda n. 33.
9999__#
-- Aluga-se umi mulata com muito bonjl
leilo para criar: na ra do Livramento n. 10,
sobrado. Na mesma casa d-se dinheiro a
pressrio do llieatro de Sanla-lzabel, de levar premio,
a scena o drama-Aliellino ou o Saltiador; Caefano Pinto de Veras, syndieo da ve
de Veneza-fazendo a parto do Abellino o ncravel o-dem terceira do palriarcha s
senhor santa Rosa !... o a de JulietifcS^a Francisco da cidade do Pernambuco, pede
actriz Sr liara Leopoldina!....andando lim: aos propietarios de terrenos, nos quaes tem
o espectculo com a faro, o M.l.ico em a mesma irmandade edificado predios, que
Grande Callacautado pelo arlista Francis-
co de Salles GuimaiScs & Cuoba III... pelo
que muilo Ihe agradecis
O Lrico.
Paulo Gaignoui, dentista.
W Pode sor procurado a qual- ^
S quer liorn cm un cnu mi <*
|> na lnrsr lo Hozarlo n. 36, 13
> 'mniilo lllllIlU <
MAftAA-Afc.^W.A.V'it.
Aluga-se una sda de um segundo andar
com dous guarios piulado de novo, proprlo
para liomein solleiro, na ra Direita n. 5:
no mesmo sobrado, que adiara com quem
hajam de onlender-se com ello syndico.allm
do receber os fros)>vencidos, ou msndem
seus procuradores.com procurarlo reconhe-
cida o sellada, at o da 15 do correte se-
tembro.
Na ra da Senzalla Velha n. ia6.
Apromplam-sa jantares e simlos, por
preco commodo, com asseo epromptidSo.
Precisa-se de uma ama de leite, para
criar um menino do 2 mezes, quo no tonha
lillios, paga-so bem : na ra do Rangel 11.
47, primoiro andar.
-- Prcas 1 sede uma barcaca, do mais de
20 clisas, para navegar desto porlo ao do
Ass, por tempo de 4 a 6 mezes : quem a
tiver o quizor/relar, dirija-so a csa n. III,
na ra do Pilar, de maullas ate as 9 horas, c
deiro, 1 margem do Capibsrbe, com boa
casa, estribaria para tres cavallos,casas para
pretose feitor, pomar e jardim, asaim como
baixas com cap tu, e muita ortalica : na ra
da Q.ieimido n. 30, segundo andar, ou na
ra da Madre de Dos, armazem de Barroca
& Castro.
Vida de Frsnklin.
Sabio a luz a vida do doutor Benjamn)
Franklin, escripia por elle mesmo, e conti-
nuada e concluida por seu amigo o doutor
Studar,trsduzida do ingles por um pernam-
bucauo : Vende-so a 1,000 rs. Da liviana n.
6 e8 da praga da Independencia.
HA.\L DO lili. JAKII.
TRADUZIDO EM PORTUCUEZ.
16,000 rs. de assignatura.
Sabio a luz o primeiro volumodesta obra,
a melhorde todas em seu genero : o nico
verdadeiro livro, por onde se poda estudar e
praticar a homeopathia. Est nitdamenle
impresso em excelleole papel, com todos os
signaos que conlm o original para denotar
a dilTerenc.a do valor dos symplomas.
Conlini a assignatura no consultorio ho-
meopathico do Ur. Moscoso, onde os sonho-
res assignantes pdem mandar receber os
seus ejemplares
No mesmo consultorio ha todos os medica-
mentos homeopathicos VERDADEIROS ; as-
sim como ricas carteiras, e reformam-se
quaesquer boticas, cujos medicamentos se-
ja m falsos, ou deteriorados.
fVVVVVfffVVfWtfVVVVVV
me
s>
HOMEOPATHICA. i
* 28 RA DAS CRUZES 28,
JJ Dirigida por um pliarmaceutico ^
S, approvado,
^. Esteestabelecimento possue lodos ,
~f. os medicamentos al agora experi- S
.j. mentados, tanto na Europa como no ja
m Brasil, e preparados pelas machinas
ii> da 111 venlo J0 Dr. Muro.

m
Carleiras de 12 tubos at 160, por 3
precos variaveis, conformo a quali- *
dado das caixas, a quantidade dos re- "** I
medios e suasdynamisarOes. Tubos avulsos (cada um) 1/000*
Tinturas de lodos os modicamen- J*
los em frascos de t|2on;a 2f000 "y,
AVIAM-SE GRATUITAMENTE 43
Si para os pobres,todas as receilas que j
.> para ali mandar qualquer professor. -0
Sexti-feira, 3 de setembro, ni sala das
ludieucias,linda a audiencia do senhor dou-
tor juiz da pi imeira vsrs, ss ha de arrema-
tar um escravo mogo, creoulo,o qual vai se
arrematado por execuc&o dos credores do
linado J080 da Silva Santos.
0 abaixofjissignado com negocio de mo-
tilados na poWscSo deApipucos, roga enca-
recidamente a todas as pessoas que InesSo
levo,loras, o obsequio de saldsrem suas
contas o mais breve possivel. O mesmo abai-
xo assignado compra .1 crdito oseffeitos pa-
ra sortir a sua casa, vencido o praso, be-lhe
indispensavel pagar,e se nSo receber de>seus
d 'velures, seu ce.Iilo se arruinar. Apipu-
eos 27 de agosto de 1852. Jacintlio Jos de
Souza.
t Aluga-se um sitio na estrada do Mon-
teiro, com uma grando rasa de pedra -J
e cal, propria para se passar a f-'sta, a 4
(91 qual tem urna gran le sala na fente,
t grande gabinelo, oito quartososala
t; de detra/. e copia grando, cosinha f-
ra, mais dous quartos independentes 4
t da casa, proprios para escravos, urna
grande cacimba com bomha o csrritel a
* para so tirar agoa, a qual agoa he su- 4
P perior tanto quo serva para se beber, m
t muitos ps de arvoredos, como sejam 4
r jacas, larsnjas, nimias, outis couis, 4
ti O innilns ontros I netas, alm disto 4
i numerosos ps de flores de qualida-
$ des raras, etc.. etc.; bom como um f
*/; pequeo parroiral : quem o quizer 4
aj alugar por anno ou por (esta, queira 4
ter a bondade de dirigir-se a ra do 4
>) Liviamento, segundo andar do so- ;
brado n. 24. 4
Na ra do Brum, arrenda-se o quarto
andar da casa de A. F. da Cunha, edificada
a moderna, e cum asseio, tendo excedentes
commodos para uma familia: tracta-se na
ra do Vigario n. II, no escriptorio do mes-
mo.
O Sr. Joaquim dos Santos Azcvodov
pagar 17,000 rs. qua deve na olaria dos Coe-
Ihos, quo em quanto no o fizer ver sem-
pre seu nome nesta folha.
Lava-se e engommase, com muita per-
feio.Ho e asseio : ao psteo da Ribeira de S.
Jos n 15.
7S
mpras.
Compram-se escravos de ambosos se-
xos, de bonitas figuras, de 10 a 95 sanos,
lauto para a provincia como para frs, pa-
gsm-se bem : na ra da Cacimba n. 11, on
de morou o finado vigsrio do llecife.
Compram-se 2 ou 3 caixOes, que sejam
proprios para deposito de assucar retinado,
e urna balanza grande com pesos : na ra
da Concordia n.8, ou annuncie.
Compram-se apolices da campanilla de
Reberibn: na refinado da ra Direita n.
32, se dir quem compra.
Compram-se t- boas velhas que sirvam
para amuelo na ra Direita n. 26.
Compram-se garrafas vasias que fossem
do le Roy : na ra Direita n. 17.
Compra-so o primoiro volme Jo ro-
ma nse tilia Incgnita: quem tiver, annuncie.
Compra-se o diccionario de Constancio
em bom uso : ua ra do Gabug n. II.
Yendas.
Mi I he les do Rio de Janeiro.
aos 30:000,ooo de rs.
Nalojademiudezasda praca da
Independencia n. 4 vendem-se
billietes inteiros, meios quartos,
oia vos e vigsimos, da decima lo-
tera para ndemnisaco do iheeou-
ro publico, que correu no dia 18 de
agosto, e vem a lista no primeiro
vapor que chegar do Rio de Ja-
neiro; ditos inteiros, meios, quar-
tos, oitavos e vigsimos, a benefi-
cio das obras da igreja matriz de
Tilla de Itabira, provincia de Mi-
^gTs?f SSSS n^eraes, leona correr dia
praca da Independencia 11 10, con- 'a8 de agosto. Na mesm loja re-
frontcaruadas cruzes. cebem-sc bilbetes e cautelas prc-
No aterro da Roa Vista, loja n.l, pro- miados em troca OS que
cisa-so do urna cosinheira, forra, ou capti-' yenda do Hio de Janeiro.
va, pagnndo-sc inensilmenlo.
-- O atei i\o assignado, tendo ven ler na
tem a
Segt
Leilao.
Miguel Carnciro no podondo conciuir
o seu leilSo de terft feira no seu armazem
na ra do Trapicho n 31, far sexta fcira
3 do correlo as 11 horas da manha em
ponto por inlcrvenijao do agente Roberls
de ludo quanlo existir, advcrliiido-so que
nSo haverao limites na occasio do leillo,
assim como as pessoas que liverom objec-
los com limites deverao manda-Ios buscar
antes do leilao.
OSr. Dr. Sabino Olegario Lulgcrol'i-
nho, previamente sua retirada desta ciJa-
de, ordenou ao agente Oliveira, o I01IS0 de
toda a mobilia da sua casa, consistindo em
consolos com lampos de pedra inannore ,
mesa redonda de meio de sala cadeiras
usuaes, ditas de bracos, sultanas, soas com
molas esem ellas, ludo de mogno edome-
lhor goslo fabricado pelo mais hbil arlista
desta praga, mesa redonda e cadeiras deja-
carand, ditas deoutras madeirs inclusive
ue DSlaOyO e de bra?os, o paia costura, me-
sa grande dojautareoulra menor, ditas de
voltarele, de salas e para engornmado de a-
in,Helio, banquiuba de costura com pedra
ni ou.me, aparador, guarda louga, touca-
dores, lavatorios, sendo um destes mullo ri-
co, com espelho, baca, ele marquezas, 2
cxcelleutes guarda vestidos, 4 lindos cande-
Inbios para cima de consoles, um dilo gran-
de de meio de sala com vidros de solirece-
lenle, 2 relogios de pare le, sendo um n-
quissimo o superior a quantos l"m sido aqu
importados, vasos para florea, calungss, vi-
dros para ccims e liiiloiro de (orcelana,
porla licor, bandejas, espelhos do parede,
bacia de folha, laxo decobre, um violao com
caixa, jarros, baldes, alguidarrs, quadros,
venesiaiies, istanle, machina de fazer cafo ,
cande iro de globo, linleiro de bronze, e
inultos outros objeclos, como sejam, leito
trance/, um piano com uioxo, um lico apa-
relbo inleiro de louca de porcelana para me-
sa e piulada a nunca, um dito para sobro-
mesa a inotacao dos de Sevres, etc. ; tora
pois lugar o leilSo na quinta feira 2 do pr-
ximo mtz de setembro, as 10 horas dama-
abas, na casa onde residi o referido Sr. Dr.
oarua do Trapiche Novo, junto do Sr
Schramm.
____ijjilbu a
Avisos diversos.
Minoel AlvesCueira, como procurador
de Luiz 1 ovales Cuerra, embarca para o Hio
de Janeiio a escrava, parda, de Hume l'aus.
tina, do idade 3U aunos.
.'.Ilciiro.
O snnuncio publicado nesta folha n. 194,
cm 30 de agosto, debaixo das iniciaos J. A.
G.i nao se enlendecom ossenhores Joao Al-
ves Cuerra, Jos Alvis Cuerra, Joaquim de
Araujo Concalves, e Jos Aniones 1.mua-
nles e deelara-se que a pessoa com quem
se emende as ditas iniciaes.ja pagou a quan-
tia, no snnuncio mencionada.
Fernando Jos da Rocha Pinto, remel-
le para o Rio de Jsneiro a sua escrava, par-
da, de nome lzabel, do idade 14 annos.
O abaixo asignado relira-se com sus
srnbori para o Rio Grande do Sul.
Jos Alvesda Cruz.
Aluga-se um refinador.
Aluga-se um prelo ptimo refinador: a
tratar na ra da Senzalla Velha n. 98.
Theopliilo Fenclon de Aluielda Fortuna das 3 as 4 da tarde,
embarca para o Acarac aua escrava cieoula __ PieCISa-se da IIDl criarlo ,
de nome Anaslacia.
Ao inuiodigno director da sal. de danca paratratir de um ciivatio, e que
da ra do Apollo n. 3? o I lim. Sr. Francisco Iln|,,ar nrpfere-se ratllivo !
AveldcMendoncaiscrogadcclarescoannun- Saia DOIeai, preiere se captivo .
co publicado licite Diario n. Hl com as mi- a rl,a fa CtUl do KeClfe n. 27.
cia.s J A. G. ac M relere a Joaquim Araujo Q gJminslrajor do cemiterio publico
~ cirti Fredertco da Sdva Pinto procura- desta cidade, previne as pessoas oocarrega-
dor bailante de Manocl Dellino deGoveiaCa- das de trazerem cadveres para serem se-
lado declara que seu cuuhado antea de ae reli- pallados cm catacumbas das irmandades,
rar para a Kuropa em 23 de juntan p. p. por edificadas no cemiterio, quo as guias obti-
motivoi justos rctirou todo os poderes que ti- Jas j, cmara municipal, quo acouipanham
nha oaolicllador Joo Paulo Xavier de Salles, e Qj |nesal0Si sj0 assignadas pelo Sr. pro-
constiiuio para os termos forences au ollclu- j r da m0bma, e nao por pessoas per-
oh.do Maooel Dellino; cmais declara que pela, assignar immediato a assigntura do Sr
meamas raie cima nao he mais o dito soli- procurador: o em cumprimenlo do mou
citador Xavier de Salles procurador do animo- dever, em vista do arligo 62 do regulamen-
ciaole. to de 17 de fevcreiro de 1851, eu nSo posso
Pcde-acao uiuidlgnn fmDrfinlo do ttiea- jar cuniprimento, loK" quo ellas assim me
tro de Santa Isabel, o obsequio de levar a ace- searu presentadas, vislo que parto de una
naodra.ua Giraldo aem pavor ou a lomada tn lormaijsaJa com a
^row^^to1^: ...Vir. MU. lei.delermina: e nin-
Tsias uuein mais esla ,uturlS1"10 n0 S8U curPu
_ 'ueio do engenho Cnoeirinha o prcto assgna-la.
Apoliuarto, de idade de 8 annos, com os sig- AdministracO do cemiterio publico, 30
naca seguimos : ceg de um olbn, meio fulo, ja g^oslo de 1852.O administrador Ma-
niato redondo, pouca barba, estatura regular, nue| I.uiz VirSes.
cheio do corpo, bcui rallante, olh-r por baixo, |/st justa c contratada com a senhora
o qual fugio jujl.ii.enlc coin outro do ciieenho ,c) Sacran,en,0 a ciaa da rua
i^^^X3& "o Fogo 3. : quem se julgar con, direito
a ella annuncie ou dirija-se a rua estrena do
HOMEOPATHICA.
28 ROA DAS CRUZES 28.
NOVO MANUAL de medicina bomcoopathiea
pelo Dr. JAllR, 4 volumes, com a pnlhu-
genesia de 210 medicamentos 14,000
outrina e tratamento das molestias chroni-
cas, porlIAHNEMANN, 3 volumos 20.000
Retrato dellAUNFJlANN 5,000
Manual de medicina veterinaria homceopa-
lllica, por Cunther 6,000
llomceopathia domestica
Memorial' do medico homecopatha
rua.ctn um tabob'iro, o seu caixeiro Jos
Sabino de Oliveira Jnior, o qual tem 20 a
22 annos da idade, meia eslalura, magro,
falla descnsala, c natural do Maranh3o ,
c a familia existo na capital do Cetra, este
ausentou-se no da 28docorreiit,deix*ndo
Vendem-so dous palanquins, um pin-
tado e .lomad., de novo, o oulro velbo por
diminuid preco : na rua Direita n. 26-
Lotera do Hio de Janeiro.
Aos ao;ooo,ooo de rs.
Na praca da Independencia n.
o tiboleiro vsio cm poder do negro quo o i3 e 15, loja de calcado do Aran-
;arregava,e ha noticia de haver seguido pela da Cadeia d-J llecife
stra la do Caxanga, montado em umcaval- tLS< ,,a ,.ua w. ,
o ai.sao: pede as auiori tades policiaes que, n. 4", loja de miudezas ue Josc
Fortunato dos Santos Porto, ven-
aterem noticia delle, ofacam prender para
averiguac;ilo, pois calcula-se em um cont
do ris as fszendas que o mesmo conduzia
no laholeiro. -- Firmo Candido da Silveira
Jnior.
-' No consultorio homccpalhico da "0
5,000' ruado Trapiche Novo n. 15, dirigido
4.000* pelo Dr. Pires Ramos Jnior se en- l
dem-se liillietes, meios e cautelas
da decima lotera do thesouro pu-
blico, que correu no dia 18 do cor-
rele mez e espera se a lista da
iiicsina pelo vapor de 4 a 5 dofu-
.. me.lic.men- rturo mez; s5o pagos emeontinen-
Trat^mentohomcoopalhico des molestias de # tos homceepalhicos, lubos avulcos, (e os prenJI0S Ja mesma lotera,
nellc 4.0001 Unturas de qualquer dinamisarjao, e flB ;.J00
Diccionario de medicina, cirurgia, ele. $o|2 tambem so Pefazem aquellos que es- m "Ifl" acima menciontdas.
Manual pratico do magnetismo animal 5,000 A liverem deteriorados. Propagandas m\ Blleles 32,000
Curso de phrnologia, por Rroussais 8,000 liomccopatlncasdo Sr. Dr. Sabino pulo m
Elementos de homceopatbia, por Cosset Bi- 4| preco de 1/000 rs. cada exemplar. g
moni 8,000 9) lisios medicamenlos sao preparados t
comtodoo cuidado.e ja experimenta- ja)
dos pelo Sr. Dr- Sabino na sua longi
Tratamento homceopathico das
venreas, por Cosset Rimont
beui preto, corpo regular, barbad" tan acunan.
le no iiucian blgodo, urna linula .o quciso
ciquerdo, asbovecbas chupadas, os pii c os de-
dos rollado os ditos cicrsvoi foram encontra-
dos cm Santo Amaro de Jabnato, em dlrccc;
Rozario n. 13, no prnso de tres dias.
Troca-se urna casa no Monteiro do la-
do do rio com 2 salas, 3 quartos, estribarla,
cosinha do lijlo, por outra em qualquer
nunciar ao respeila'vel publico, e a seus an- so dirigir s Cinco-I'ontas n. 38 a negocio
liaos fremiezes, que trouxo ricos dcsenbos que n;lo ignora
do obras do marcincria, assim como algo- A quem for otterecida urna colis de
mas machines pera melnor desempcnbo de miro, pesando 4 a 5 oitavas, pouco.mais, ou
sua arte. O annunciai.lo julga desnecessa- menos, c con as iniciaos O A. O. C, I qual
lio faltar de novamenlo sobro as suis habi- foi fuitada por uma negra, leve a rua da Ma-
idados! porquanto ellas ja Slo asss co- luz da boa Vala n. 33, que ser recom-
nliecidas nesta provincia, e hojo mais que ponssdo. ..,,,, ,
nunca, n;1o pretenden.lo (Tender a nenlium Airas da matriz da Roa Vista 40, en-
de seus collegas; esta mais habilitado que gmiua-se com toda perleicSo, sendacami-
estes sobre o8mdern.smo, visto que o a- sas. caicas o coleles U. pees, e
nuncianle tendo-se ausentado d'aqui a mais palits do brim a 320 rs. cada um.
de um auno, eirpregou todo esse tempo Piveisa-se alugar umaprela, que seja
em ,er um estndo particular sobre os no- liel, c nao tenb. vicos, e que Silba vender
v gestos de oirs de marcineri. apresen-na rus, paga-se generosamente: quem li-
t.dofes na exposicuo universal de Londres, ver, dinja-se s rua airas d, matriz da Roa
onde osleve, alm de oulras crrpilaes da F. i- > isla ,). 10.
rope, Paris, LisbO, &c., &c. O anuun-J 0Sr. Antonio Francisco Das emprega
ciante se aclis acapacilado para igualmen- [,j0 aifandegn, v quanlo antes a rua Di
to empreender quaesquer construc<0-s de rejla 2o, primeiro andar, pagar aconta
edificios, faz escadas circular, oval e outras
quo servem parn subir-se por um lado e
descer-se por oulro. Avisln, pois, do ex-
pendido, o abaixo assignado espera mere-
cer do respoitavel publico a sua prolecco
querendo assim o honrarom de nlguma ou-
commenda; na rua da Concordia, junio da
rcllnaco. Joo Frederico Srhrocder.
molestias
1.000
-Alfred P. Youle vai para a Rabia, dei- clinica, sendo os resultados os| mais
xandoJohn Youle e W.ilier Grainger encar-| felizes.todas as carteiras que ssnirein m
regados com a gerencia da casa de !>aane, deste consultorio levarao a lirma do jf
Yuule &C, durante a sua ausencii. Rec-( Sr. Dr. Sabino. As onsullas silo das 4
fe, 30 de agosto de 1852. I 9 8 horas do uia al as tres da lardc;de-
Loteria da matriz da Boa-Vista.
PLANUDA meia lotera quo comprebendo a
2." 4." partee motado da 3.* da 4." nova
lotera concedida pela lei provincial n.
100 de 9 de inaio de 1842 a bonelicio das
obras da matriz da Roa-Vist
3,750 bilhelcs s 10,000
12 por cont do beneficio
a matriz 4:500,000
3750 verbas do sello
a 15oreis
562,500
que s Hio aprcsenlou no dia 30 de agosto.
ODr. Vital de Oliveira, acha-so de novo
nosta capital, residindo lia rua do Livramen-
to n. :n, onde podo ser procurado a qual-'
quer hora do da, ou da noile, para exercer
sua prolisslio.
Mr. Agoslinbo Sommier o sua senhora,
vilo lazer uma viagem ao Rio de Janeiro, le-
Ollcrece-so um rapaz brasileiro, filho nndo utn seu lllho monor.
dasAlagoas, do bom "procedimenln, dando
fiadora sua conducta; tem bstanlo pralica
do rommcrcio, he muilo diligente e da para
um bom balean de qualquer negocio ; esto
mesmo desejava rrumar-seem urna loja de
miudezas, do fazendas, ou mesmo do ferrn-
gens, porquo elle tem bastante conliecimen-
lOS para o serlSoomullos freguezes sertane-
jos : quem do seu preslimo so qui/er utili-
sar para a,anhara monc,8o da boa safra quo
leiuos este auno do 1859, dirija-so ao Diario
com letras grandes, n jo.dando a sua mora-
da ; o qual sabe ler, escrever e contar SOI-
Irvcl. .
OITercco-so um rapaz brasileiro, casa-
do, quo sabo 1er, escrever, e conlar, com
exmie de lingoa nacional,.! principio de liu-
".a latina, paia ensiuar pruieiras letras no
mato, ou mesmo qualquer engonlio: quem
sequizor utilisardo seu predimo, dirija-so
,. rua Velha n 22
Precisa-se de tim feitor para um sitio
pono da prec*. que entenda bem de qual-
quer planlacao; proferecc-se a poiluguez,
dos quo ltimamente chcgarain : no patio
do Carmo, venda do Campos, na esquina do
Sarapalol.
Quem precis de 200,000 rs. com hypo-
theca.no aterro da Boa-Vi>ta,o senhor DuaT-
te, com loja do miudeZ'is, e Leitc, no porlo
das canoas da ponte da Roa-Visla, dirao
quom da.
O senhor que annunciou querer com-
prar uma taberna em bom local, dirija-se
iub das Cinco Ponas n. 71.
.- Precisa-se de uma mulher do idade e
sem familia, que saiba tratar com zelo uma
senhora doeole na rua Nova u. 58, segn
do andar.
- Peidcu-soo primoiro volumo da obra
ROS! o Branca, desde o Manguind al a rua
das Flores : quem o achoii querendo resti-
lui-, diiija-su a rua Nova loja n. 37, que ser
gratificado
l'recisa-se fallar com oSr.
Gabriel (Joncalves, socio que loi
em seu commeruio, co\n o liudo
Manocl lloncalves Fcreira na
pra9a de Pernambuco, isto para
negocio de seu intcressc : na pra-
ca do Commercio, casa n. G.
- precisa-se i 2OU.O00 rs. a premio, so-
bre hypulheca om urna casa terroa nesta pra-
ca : a quem couvior annuncie.
-. Quem annunciou querer comprar uma
taberna em bom lugar, SenJo que queira,
vende-so a labernad. rua Nova.junto a pon-
te n. 71, que lodo negocio se fai porque o
dono quer-se retirar para o centro a tratar
do sua snde : a tratar na mesma.
I'rccisa-se de urna ama para uma casa
do pouca familia : na travessa do Veras n 1
-- yuem piecisar comprar, um casal de
escravos, ja de ida ie, muito proprios para
Irabalhar cm sitio lo. a da cidade dirija-se
a rua da i.a lea Velha n. 33.
Aloga-so uma mulata, mucamba, para
oservico interno, coze o engomma, e alian-4
ca-se a sua conducta; assim como um se-
gundo andar e sol3o na rua do Vigario n.59:
a uatar na rua do Collegio n. 16,,lercoiro
andar.
Para se passar a testa.
Aluga-se um bom sitio no lugar do Cor-
m pois doslas doras s o poderao pro- 1
$} curar ni rua da Cruz do Recite n. 50, "
fts segundo andar. <*
Ofllcians de funileiro.
Na loja da rua da Cadeia do llecife n. 61,
17'KM onlpWOl-8 uo "'licla',!,e funileiro.
. Constando-mu qoe a minha escrava de
nomeCertrudes, naQilo angola, do idade 26
aneo-, cor milito preta, ollios grandes, ps,
e m.lns pequeos, estatura baixa, disdenla-
m'dsiia fenlo do lado da cima, e peito de
_UD^_ j pombo ; se emeamintiara ha quasi dous me
o.sin enl zes para o engenho de Fragoso, aonde a di-
______ la escrava Cerlrudes dizia ler uma comadre
_11J Ool^DOO' prela ) peco ao Sr. do dilo engenho que
5 ooo'ooo I Pr rvor' "u caS0 d'ella lhe aP8r,,l'er no seu
2-OOo'OO engenho; quo ma mando pc^ar e remetter-
l'ooo'noo'me, a casa do minha residencian ruada
'_'__ Aurora n. 52, pagando cu. as necessarias
Hor'onoi despezns, do cuju favor lliu Iicaret olingaJo.
400'ouo Adverte-se que a dita preta fui escrava do
__'__! nado Joaquim da Lingoeta, e comprada em
12 uso oun le'iao publico que mandaran lazer os her-
"' OT^on'deirns do mesmo Joaquim da Lingoela pelo
rorretor, o Sr. INiveiru, e dizem que se ten
visto tambern a refeiida escrava, na cidade
de Olinda, e no mesmo lug-r nos Arrumba-
dos em cerla casa quo ser logo corrida e
o ladiSo sotrera as penas da lei.Francis-
co J( s Ba.boza.
.- Precisa-se de urna ama do leile, forra,
quo o tenlia novo de 7 a 8 mezes: quem os-
tiver neslas circumslancias, annuncie, ou
dirija-se ao sobrado junto ao riuartel do
Hospicio. ,
Anna Fcrreira da Silva, autonsada por
provisao do F.xm. Sr. presidente, doulor
Francisco Anlouio Ribeiro, le 29 de julho
do correle anno, tem aborto na casa de sua
resideucu, na-, rua das Tnnchoiras n. 50,
uma aula de instrucc.lo primaria do primei-
ro grao, para o soso feminino: os piis de
i rnmilias ouo dola uuizeiem confiar suas (i-
publico que conl.nuam a estar I venda OS J dlliglr-So a mencionada ca.a
billetes della nos lugares segumtes:bur-i11"-P" or." u ." ,,...... ... .
ro de Sanio Antonio, botica do sen'
Moreira Marques, rua do Cabuga ;
senhor Foi tllalo, praca da Independencia; ""IJ T," a|li, ;-0 assgado contina no seu
loja do senhor Bernard.no Jos Monteiro, \ tisoo ; quem pois se qui-er
pracinbado Livramento ; botica do snior, {F',^seus cuidados, tanto no crime
rua do Livramento: bairro do Re- connar oo = ;-------1^^ H 0 h.
1 bilbcto
1 dilo
2 dilos 1:000,000
2 dilos 500,000
* lino- 200,000
8 ditos 100,001
8 dilos 50,000
18 ditos 20,000
1205 ditos 10,000
1 olio
_
1,250 ditos premiad OS.
2500 dilos brancos.
3750
32:437,500
N. B. Os qustro primeiros premios es-
tilo sujeitos ao descont do 8 por cento do
imposto gcral, que serSo extrnhidos no ac-
to do pagamento.
Tendo deixado de correr no dia 29 do mez
""'""'' psssadn, a loleria a favor dastobras da igre-
1 ^ "liado Rozario da Roa-Vista, o tbesoureiroda
ixereer '? ..,
da metriz resolveu suspender os annuncios
desta para :. n. embarazar o an lmanlo dn-
quella ; agora porm que parece infallivel
a cxlracgao da do Rozario, o Ihesouroiro da
da malriz avisa novamente ao respeilavel
na-- hair Idas, poiierao u.iib.i-o" ...o..^."...- ..,..
lidor Julo a qualquer dora do .lie, corto .lo quo a an
loia fl I nuncianlo empregara todos os seus desvelo:
'' Loein nao desmerecer do seu conceito.
('.hagas,
cife.loja de Domingos Teixeira Bislo, ruaC
da Cadeia ; e em casa do Ihesouroiro na ru
10 civel, o pode procurar das 9 horas
", | da"maliaa as 3 da tarde, no segundo andar
da casa da rua da Piala n. 43.
Antonio llorgesda Fonseca.
A Bcvolu<;So de Noeein6ro appnrucer do
l.de setembioem vanlodiuriamcnto. Subt-
iendo a assig-
do Trapiche. Confiado na prolec^lo do pu-
blico, o lliesoureiro tencionava marcar o dis
26 do oulubro para a extracc3o dosta lote-
ra, porm reconhecendo o grande entnu-
siasmo quo se vai devolvendo para a com-! creve-se a 1,00(
pra dos eus bilbetes, olisleni-se de marca
aquello dia,porque se esse enlhusiasmo pro
greir espera faze-la correr em principio de
oulubro : aproveita porm a occasiao para
afirmar ao publico quo seja qual fr o dia
marcado, a extracto nSo ser por causa al-
gurns espadada. O thesoureiro pede a alten-
cao do publico nSo tanto para as vtntagens
que offerece o plano, porem muito princi-
plmenle para o lim a quo lio applicado o
beneficio desta loleria que he a conclusSo
das obras de um dos mais bellos templos da
provioeii.
FURTO.
Furtaram da casa do aba.xo assignado
uma caixa com um adereco de ouro com pa-
dras rouxas, constando de brincos, alfioele
do peito o volta ; desconfia-se que Toi escra-
vo da casa : assim rogs-se a qualquer pessoa
uu ourives a quem fr olTerecido, queira le-
var a rua do Trapiche n. 40, no terceiro an-
dar, que sera generosamente recompensado,
Camilo Augusto Ferreira da Silva.
: natura para os quidro mezes a lindar em de-
I zembro : a vulso vende-so a 60 rs.; no bair-
I ro do llecife, casa n. 1*. loja dosapaleirodo
senhor Ans lino Jos DusrloSadrim, na rua
da Cruz ; casa n. 1 do senliur Romualdo Al-
ves eUliveira, ua rua da Cacimba : ueste
bairro, loja do senhor Manoel do Amparo
Caj', na rua Nova n. 18 : loja do alfaiate do
senho'r Vicente Alves Ribeiro, na rua estrel-
la do Rozario n. 6: no bairro da Roa-Vista,
casa do senhor Joronymo Cesar Mariubo ni-
elo, na rua da Clona; nos Afogados, casa
do seolior capitao Malbias de Albuquerque
Mello: em Olinda, cass do senhor cpitao
Jo3o Baplista do Amaral e Mello. A venda
fz-se em m3o dos distribuidores e as ca-
sas dos senhores Sedriui, Romualdo, Cju e
-Aluga-se uma bonita casinha.cotn quin-
tal, sita uo Poso da Panella, beira do rio,
iuto a em que mora a seuhora D. Maris
Monteiro: os prelendentes dirijam-se a rua
do Vigario n. 7.
Meios n,ooo
Quartos 5,5oo
Oitavos a,8oo
Vi",ei_ios i,3oo
-- Veude-se um pardo acibocolado, es-
colenlo cosinheiro e de boa conducta; as-
sim como uma escrava, creoula, do 14 an-
uos, pouco mais ou menos: na rua do Quei-
mal" n. 39.
Vende-so uma carrosa por prego com-
modo : a tratar na rua do Cano, coedeira do
senliur Jos Francisco do Rogo Barros.
A 6o,ooo rs.
Chapeos do Chille finissimos, a melnor
i'a/.en.i. que lom npparecido nesta cidade, a
60,000 rs. : na praca da Indopendoncia, fa-
brica do chapeos, de Joaquim de Oliveira
Maia.
A 3,ooo rs.
Chapeos do Chille pequeos, a3,000rs.:
na praca da Independencia ns. 24, 26 e 28.
lie castor a 6,ooo rs.
gjpjaj' Superiores chapeos de castor ia-
I g|uz, brancos e pretos, a 6,000 rs. :
-Jw_.ii i praca da Independencia ns. 24,
2, 0 28.
Do Cliilu a 10,000 rs.
Superiores chapeos do Chille pequeos, a
10 000 rs.: na prace da Independencia ns.
2l! 26, o28. .
Vendem-se dous caixOea em bom esta-
do e baratos, proprios para venda; ua rua
larga do Rozariu n. 25.
Venle-se um prelo moco, canoeiro :
na rua dos Cuararapes, em Fra de Portes-
n. 30, ao p de uma cerca do ____,_.
___-****~5
i Sa loja L'ernambucana rua J
do Crespo H. II- 4
m Vcndem-se ricos vostuarios para m
4} eriancas do differentes lamanhos, o
*i por precos commodos. ?
L'otassaa i\o rs. a libra.
Na rua do Apollo, armazem de
assucar n. a B, de Leal Re, tem
superior pottssa do Rio de Janei-
ro, chegada ha poucos dias.
__ Vcnde-se uma porcaodese-
manU de oleo demimona: na rua
do 'abug n. 1 C, loja de Gui-
mares.
SEDO REFINADO.
Vendc-se na rua Direila n. S acbo retinado
por preco inulto commodo. ......
_ Vendem-se caiaas com Irinla e tantai li-
hru de vellas de carnauba muilo .nperiore c
r commodo preco qua he para acabar: uo
neceo Largo do Itecife n. 1, segundo andar.
Boa pitada.
Oh' aue fresco rape de Lisboa a 40 ra. a oi-
"_______
de fundo" o qua I flc. "par. a ru. do Ho.pic.o
_._ 00 Sr. Martin, ..loa. tendo j a maior
Ce ferrada, e u.n vlveiro Pr ncip.ado: os
"endeote. dlrlj.m-.e rua da Cruz n. 8, ler-
"ir. Vend-.e na rua do Amorim n. 30 ceas
C ..^nt-.V'.'uberna que f_ quln. como
viveiro do Munli. o meibor local, tanto paraa
nraca como par. o mato: os prelendeniei dl-
,P"am-.e rua da. Cinco Pont., n. 71 que .cha-
rio com quom tratar. ___ ,.k..
-- Vende-ie um oit.nte moderno, uma t.boa
de requUitos e dou. mappaijtudo em bom uso.
M L^^demTque^de Mi... multo fre-
caenrejo commodo, vlndo no ultimo v.por,
e dito, iogleze.: n. vend. dj ru.d. Cu. a. 4b,
flcfronte do Sr. Dr. Co.ine de Sa Perelra.


-VVi'
.;-
*

Moinbos de vento
eom nornbaderepuxo pin regrar hortis
e baixasdooaplm na fuodigHodeO. W. Bow-
mD:m ru do Brum ns.6,8 o 10.
Fazenda da moda.
Vendem-ae superiores cortes de cambraia
de salpicos brincos de cor, pelo diminuto
preco de 3,500 rs.: na ra do Crespo, luja
d. 6.
Cal virgen).
Vende-so cal de Lisboa a mais nova do
morcado : na ra -do Vigario n. 19, primei-
andar, esoriptorio de T. de Aquioo Fonseca
& Filbo, mina ra do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Fonseca.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
dollecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
siin como potassa cliegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
l'otassa americana.
__No antigo deposito dacadea velha,n.
19 existe urna pequea porgSo de potassa
americana, chegada recenlemente que por
superior rivalisa com adaltussia: vnde-
se por preco razoavcl
Agencia de Edwin Maw.
Narua ile Apolle n. 6, arniiiem de Mc.Cal-
iiniiiis Companbia, acha-ac constantemente
boas aorlimentoa de taixa de ferro coado e
balido, tanto rasa como fundas, moendasin-
elraa todaade ferro para animad, agoa, etc
ditaa para armar em madeira de todo o ta-
uianboa e uiadelloa o inaia moderno, machina
lioriMiiii.il para vapor, com forja de 4caval-
loa, coucoa, paaaadeiraa de ferro eatanhado
para casa de pulgar, por menoe prego que os
de cobre, escovena para navios, ferro inglez
tantocm barrascoiuo ein arcoafolbas.etudo
por barato preco.
AGElNGIA
da fundicao Luw-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA S. 48
Nestc estabeleeimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para cngcnbo, machinas de
Vapor, c taixas de ierro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
la dito.
Vendem-se os verdadeiros selins in-
glezos, patento, do molla e sem ella : na
ra ti s mzalla Nova n. i.'..
Vendera-se relogios de ou-
ro epr&ta, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. l\i.
Arados de ferro.
Na funiligilo da Aurora, em 8. Amaro,
vondem-se arados de ferrode diversos mo-
delos.-
Deposito de panno de algodSo da
lebrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Yende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
do desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador no escrip-
toriode Novaesrk Companhia, na
ra do Trapichen. 34
Vendem-se asseguintes semenies:
nabos,rabauos.rabanetes encarnados e bran-
cos, sobula, couve trinxuda alface ala-
mOa, repulhuila, chicoria, sr-noulas, feijflo
ca'rapato de tres qualidades, rrvilha torta e
direila, fav, coenlro de touceira, salga, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
saboia, o mustarda : na ra da Cruz n. 46,
dofroute do Sr. doulor Cosme.
Taixas para engento)*
Na fundicao de ferro de I).
VV. Bovvman na ra do Brum,
passando o cliafariz contina a
baver un completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-se a venda por
preco cuuimodo e com prompti-
do, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despegas ao com-
prador.
Veodem-soamarrasdoferro: ns ' Senzalla (Vota n. 42.
?* I' a ri ti lia de mandioca
Vende-se, por prc
rinba de S. Matheus
Deposito de cal e potassa.
4
J.
Urna encommenda de cobertores,
Que por seren poucos
Nflo podem chegar
A todos os compradores,
s 1,600 rs. cada um : na rus do Crespo, lo-
ja n. 6.
Vendem-se cortes de seda, para vesti
dos, por 10,000 i s cada um : na loja da ra
do Crespo n. 3, ao lado do rico de Santo
Antonio.
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fffsiilvisvpS
Vende-se, por prego rasoavel, la- ^
^ 11iiiia ua o. piatucua a mais nova aM
*1 que existe oeste mercado : na ra ^
Z da Cruz o. 34, detroote da I ingoeta. ^
AAAAAAAAii* *A4*AAAM*
Vendeiii-M' loDas, brinz3o, biius, e
moias lonas da Russia ; no armazem de N.
O. Bieber & Companhia, oa ra da Cruz
n.*.
Algodao para roupa de escravos.
Vende-se algo dSo muito encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
toque de a varia, a 148 rs. a jarda; dito
limpo a 180 rs. : na ra do Crespo u. 5.
Moeudus superiores.
Na fuodisSo de C. StarrAi Companhia,
em S.-Amaro,acbam-seavenda moendas
de canna, todas deferro, e um modeloe
coDSlrucco muitosuperior.
Vendem-se acedes da ex ti ne-
ta companhia de Fernambuco'e
Parahyba no esoriptorit) de Au-
gust> C de Abren : na ra da C'a-
dcia u. 4^-
Vende-;'.' uoia morada de
Casas, feita a mode i na, com tijolo e
cal, sita m ra do Motocolomb,
por preco muito emeonta: a tra-
tar na ra Imperial n. 3i.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de 6eda inglo-
zes ch-gados pelos ltimos nivios, pelo di-
rriuuto prego de 5,000 rs. cada urna : oa
ra do Collegio o. 4.
Vende-se a excellente typo-
graphia o Diario Aovo estando
bem montada, tanto debonspre-
los, como de typos : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Fraia
n, 55, a tratar coma Viu va liorna
Deposito da fabrica de Todos og
Santos na lialiia.
Veode-se.emcasa deN. .Bieber&C,
na ra daCruz o. *, algodao transado a-
quellarabrica,muitoproprioparasaccosde
assucareroupadeescravos.porpregocom-
modo.
Farinha de mandioca a i,6oo rs. a
sacca.
No armazem de 1. i. Tasso Jnior na ra
do Amorim u. 33.
Vendem-se saccas com fa-
rdos : na ra da Madre de Dos,
armazem n. ao.
Ancoras para navios.
Vendem-se em casa de Ricardo Royle, na
roa da Cadeia Velha o. 37, aaaoras de supe-
rior qualidade, e por commoflo prego.
Micos estojos para faxer barba.
Vendem-se leos estojos para fazer barba,
com espelho, a 2,000 rs., ricos looadores de
Jacaranda, a 9,800 rs., dilos de madeira
biaoca, a 1,100, pentezinhos com espelho
para suissa,a480 rs., dilos sem espelho, a
400rs ditos para alisar cabello, a 320 rs ,
caixinhas com agulhas frwicezas, a 240 rs.,
e em papis a 70 rs., sgulheiros de vidro
muito bonitos, a 160 rs meias cruas muito
boas para homem, a 4,600 is. a duzis, e em
pares, a 240 rs., ditas ordinarias, a 1,700 rs.,
ditas muilo linas, de cores, a 300 rs. o par,
ditas finas para senhora, a 400 rs. o par, di-
tas mais ordinarias, a 280 rs ditas pretas,
finas, a 400 rs. o par, cartas fianczas, mui-
to boas, a 5,700 rs. a duzia, o a 480 rs. o ba-
n. 11.o ; e outras imillas cousas : na ra do
Csbug, loja n. 3.
Vende-se um cscravo creoulo, mogo e
robusto, por prego cummodo na ra do
Queimado, loja n. 32.,
A 160 rs. cada um.
Defronte do beceo do Feixe Fr-1.5
to, loja n. 3, vendem-se lencinhos pa
de cambraia pintados para mi j Vfnrem-so* oit escravos,
de meninas e senboras, de muito molequn de2o anuos, bom para o campo,
i_ i i_ _.?' l___*t__a uina preta boa cosinneira, engommadeira e
bonitos desenhos, pelo baratissi- \ftnfot du,8 ,lilas som' hibB,d.de, urna
mo preco de meia pataca cada mu; dita de meia idade que lava e cosinha odia-
dar-se-ha amostra com o compe- no, um. dita do ISannos com principios de
ua, ot ai r habilidades, e um casal de efleravos velhos,
tente penhor. I propiios para sitio, por prego commodo : na
Fanno preto, fino, francez, a 3,ooo ra da Cacimba n. 11.
rs. o covado.
Vende-se panno preto fino,
francez, a 3,ooo rs. o covado : na
loja de Flores & S, na ra da Ca-
deia do Kecife n. 47- Na mesma
loja vende-se uin rodap novo de
labyrintbo, por pre?o muito com-
modo.
5,ooo rs.
Ricos capotinhos de cambraia transparen-
te bordados com muilo gosto. quem alo ti-
ver de sed apioveite a occasiio. e prego de
5,000,quen3o|aga o trnbalho; soeconomi-
cos porque se la>ao,n graves por que sto de-
centes : no ra do Crespo loja ue 4 portas
n.12.
Anuiur nrsuuiv aoi.oo#e$.#de
UlI.lHL VL IlillIlS. u cautelisla Salust.ano de A-
Fabrica de chapeos de sol, na ruu quin0 ierrera avsa ao re8peita-
do C ollegio n. 4-_ (vel publico, que as suas mu afor
Alm do sortimento i annunciado, rece- *, *, ,
beu-se pelo navio Havre, ultimo vindo de .tunadas cautelas da lotera da ma-
Fr.nga, um novo soiiimenio de chapeos de triz da Boa Vista, estao expostas
sol de seda e de panninho, para homens e -_.! nrnca .i Inrlpnpnden-
senhoras, dos ltimos gosios; superiores; venua na praca oa independen-
chapeos da sol de seda com cabos de cdna,ie .ca n. .'j, leja de miudezasde l'or-
outrosdos melhores que MtM*" U lonato J>ereirada Fonseca Bastos;
praca, que se conlinuam a vender por me-
nos piego queem outra qualquer parte.
Vende-se urna negra ereooll do mato,
moga, e propria para qualquer servigo : na
ra da Cadeia Velha n. 21, primeiro andar.
Feijao novo a 6,ooo rs.
No armazem de Couveia & Das, confroo-
to a escadinha da Alfandega.
Frutas novas.
Na ra estreita do Rosario n. 11:vendem-
se as seguintes frutas: damascos, pecegos,
amoras, morangos, peras e sereijas.
Queijos do sertao.
Vondcm-se muito bons e frescaes^queijos
do sortSo ; narua do Queimado n 14.
A le la freguezes
Que sSo cliegados',
Cobertores do algodSo
Muilo encorpados.
Na ra do Crespo.loja da esquina quo vol-
ts para a Cadea, a 1,600 rs. cada um.
-- Vendem-se esleirs de palha de car-
nauba renulares.e grandes de duas varas de
Compriiiiento ; peles do cabra a 20,000 rs. o
ceiito ; sapatos e bolas; ludo chegado sgora
do Aracaty : na ra da Cadea do Reciten.
49, primeiro andar.
-- No armazem de lenlia do caes do Ra- ,,
mos lem uva porgilo de (.rinha da Ierra que l!oa' T1lc''nl 'mol,te chegada, na ra da Moe-
se vende por prego muilo commodo; assim (da n. 1S, por monos prego do queem outra
como lenha de mangue, muito secca, em o.")'!""1' P"le.
grandes e pequeas porgues. I^Oja nova na ra do Kangel n. O.
Vende-se um negro bom bolieiro, e Continua a haver um romulelo sortimen-
idade de 20annos: na ra do Trapiche No- jto de manteletes e capotinhos, gollas de
vo n. 14, primeiro andar. ibicos de liutio para senhnras, um sortimen-
Vendem-sn 9 escravos de enxada, de lo de cambrsias de soda de muito bom gos-
boa conducta, e alguna delles com ollicio : to, chales do suda e mantas de muilo bom
noescriploriode Jos Candido de Bairos, na gosto, o niel luir que ha numeicaio, luvas
ra da Cruz n. 66, ilepois das 9 horas alo as de lorgal francezas, ditas de Lisboa com bo-
5 da tarde, todos os dias. lolinhas, bom sorliment de lalhos de hico
Loterid de Nossa Senhora do UOlDhO para senhora, com lagos de filase
Gal virgem de Lisboa.
Vnndem-se llameas com cal virgem de
Vende-se superior cal e potassa, -.
I 'jUsbos.da meia oow que ha no merca lo, a
e por preco commodo : no arma-1 por prego muito commodo: niraadoApol-
zem do Caes da Alfandega n. 7.. |lo, armazem de aaaocarn. 10.
n. i.' e i5, loja de calendo do A-
rantes ; n. 3-] e 39, loja de calca-
do de Forto 65c Companbia e na
ra da Cadeia do Itecife n. 46 ,
loja de miudezas de Jos Fortuna-
to dos Santos l'oi lo.
Quartos 3,600
Quintos 3,100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Tercos engradados para a devo-
cao do me/, mariano.
J cliegou pequea porgSo dos desdados
tergos, com o crucificado e milagrosa meda-
Iha, o para tirar os dovolos do gosto do ti-
rem os tergos novos, lio que se maiidou vir
da Franga, e acham-se a venda na nova loja
de miudezas em frente do LivrBmenlo; o
prego he de 140 e 160 rs cada um.
- Vende-se urna nogra de meia Mide ,
muito sadia. propria para todo o servigo :
na ra do l.ivramenlo, venda n. 38.
-- Vende-se moiti boa cal nova de Lis-
Bosario da Boa Vista.
Est3o a venda os bilhetesda quaita e ulti-
ma parte da lerceira lotera a favor das obras
da igieja cima, em virtude da lei provin-
cial 11. 283, artigo 42 de 8 de maio de 1851 ,
nos lugares seguinles : -- ra do Cabugi ,
botica do Sr. lloreira Marques ; praga oa In-
dependencia, loja do Sr. Fortunato ; ra do
l.ivramenlo, botica do Sr. Cbagal; narua
Direila, casa da Forluna, e no aterro da Boa
Vista, loja do Sr. Viristo: o Ihesoureiro des-
ta lotera, espera fazer correr as rodas por
todo o mez desetemhro vindouro, trocam-
se por bilheles premiados da,me?aia lolena.
Vendem-se arreios para um cavallo de
carro, em bom uso: os pretndanles diii-
fam-se a ra Direila n. 129, que acharSo com
quem tratir.
Vendem-se superiores gneros narua
da Cadeia do Rcilen. 1, a saber; queijos
londrinos, muilo frescas, presuntos novos
para fiambre, conservas de superior quali-
dade, ludo carrejado no da 27 do crrenle,
na galera Linda,viuda de Liverpool; 1 o mes-
oo estabeleciiiieiilo si* vendo superiorc bo-
lacbinhas de Lisboa, ssidinlias dn Nanles,
licores linos, o vord'deiro vinho de Cham-
pagne, muscatel deSelubal, Madeira Secca,
e outros muitos gneros, que vista dos
compra lores se mosirarSo.
Sortimento de panno.
Na ra da Cadeia do Itecife, loja n 50,
vendem-se superiores pannos pretos a 4,000,
4,500, 5,000, 5,500, 6,000 e 7,000 rs. o ca-
vado ; dito azul e verde a 4,500 e 5,000 rs. ;
assim como pannos mesclados, dos melho-
res gostos que ha ueste genero, por 3,500
rs. o covado.
Na rui do Crespo, loja u. G.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
desalpicos, com 6 l|2 e 7 varas, a 3,5U0e
4,000 rs.; cortes de cassa chita, de novos
gostos, a 2,240 e 2,500 is.; cissu franeeza a
440 rs. avara ; cortes de brim trangado os-
curos e mesclados, a 2,000 rs. ; panno tino
preto, a 3,000 e 4,000 rs ; longos de c m braia
de luiho, a 480 rs.; ditos de cassa grandes,
a 160 rs.;i isi'uJo i linho a 180 rs. o covado
e mullas outras fazoodas em cunta.
Tres portadas de rotulas.
Veodem-se tres portadas de rolulas.mui-
to bem. fetas, por prego muito barato : oa
ra da Senzalla Velha n. 98.
guarnecidos com trangas de cores, e outros
muitos objectos que so vende por prego
commodo.
Mua do Queimado n. ig.
Loja completamente sortila de fazoodas
de todas as qualidades a vootade e escolha
dos freguezes. Vendo-so pao do linho da
feira muilo bbm por 6,000 rs., pegas do 15
varas por 12,000 rs., ditas de 30 varas, e a
retalho a 440 rs. a vara, esteiras di India
com 8 palmos de cumprimenlo e 7 de largu-
ra, a 2,800 rs. cada urna, panno fino preto
a 3,200, 5,500, e 6,500 rs. o covado, e azul
muito proprio para fardas e libres, a 3,200,
4,000, e 4,500 rs o covado, sendo todos no-
vos e de superior qualidade, em relelo eom
o prego : chales de algod.lo. palroes escuros,
e muito boa fazenda a 2,000 rs., muito pro-
prios para andar em casa, principalmente
as estagfles chuvosas, coites de cambraia
brinca com salpicos a 3,800 rs., cada um
com mais de 5 varas e muita largo, longos de
teJa para meninos a 500 rs. cada im, ditos
de seda para homom, a 1920, e 2,240; muilo
bol Faxeoda e pad Oes novas, ditos de cam-
braia de linho a 560 rs. cada um,sondo gran-
des e muito boa qualidade, ditos de garga
para senhora a 1,000 e 640 rs dilos de cas-
sa com palma as ponas a 240 rs., ditos com
barra aberta biancosa 200 rs alpaka mes-
ciada a 800 rs. o covado, ganga parda e a-
aiarella a 200 rs. o cova lo para acabar
meioslengos do seda para gravita padrOes
novos e sem mofo a 1,500 rs., ditos do cas-
sa a 400 rs., e finalmente, rape princesa do
Rio de .1. ue 11 .i feito pelo prego da fabrica de
Lisboa a 1,000 rs. a libra, e em meias libras
a 540 rs. en a urna, esto rap lorua-se re-
commeiidavel por quo sendo a sua conipo-
sigSo superior a do rap Mouron, area pie-
la, e imitante o mais possivel a 00 rap de
Lisboa, he mais barato do quo qualquer ou-
lio e prefenvelem ludo, mas venue-se por
este prego, para acreditar a sua qualidade
anda pouco condecida neste mercado. '
Falitos purisiense.
Vendem-se palitos, ultima mola de Pa-
rs, do bonitos pannos mesclados e preto
na ra da Cadea do Rocife, loja 11. 50, por
menos prego do que em outras partes.
Bom e barato.
Na loja da ra do Ciespo n 10, vender i
se muilo lindos chales grandes de seda a
4,000 e 6,000 rs.
Vende-se um pequeo sobrado, sito na
ra do Ctldereiro desta cidade, em chSos
proprios, e anexo a elle tem duas casas no
tundo e urna cocheira, que todo rende men-
salmonte 53,000 rs. cuja proprledade se
vende por 5:000,000 rs., reeebendo-se mo-
da, ou apolices da companhia de Bebiribe a
50 1 trata-se na ra de S. Rila n. 37.
Vende-se um sitio na Vanea, dos mo-
ldures que all ha, pela locilidade, commo-
didsdes da casa, rendimen^, ete., por com-
modo prego : na ra de sffta Rita n 37.
Vendem-se os melhores relogios de ou-
ro, patente inglez, da bem conhecida fabri-
ca de Richard Hornby : na ra da Cadeia do
Recito 11. 36, eicriptorio de Russell Mellis
& Companhia.
Vendem-se 9 escravos, sendo um lindo
moleque do 13 a 14 IDOOI da idado; um ns
cravovarreiro, de bonita figura ; 5 ditos de
indi, sei vieu ; 2 escravas quitiudeirai: na
ra Direila n. 3.
Vende-se um bonito cavallo, bom an-
dador o novo : na ra da Cruz do Recife
n. 23.
~ Vendem-se um bom e perito roiinheiro,
um lindo moleque creoulo dn 14 aunos,uma
bonita negrinha que coae, o tem 14 anuos,
propria para urna menina se acompanhar, e
urna preta vendedeira, cosinheira e lavado-
ra : na ra larga do Rozario o. 35, loja.
Carnauba
de piimeira sorle : narua da Cruz do Reci-
fe n. 33, a dinheiro a vista, a 7,000 rs. a ar-
roba em saccas.
listao-si: acabando !
Vondcm-se coites do cambraia de salpicos
a/ nos, rXOS e enea r mi dos,eom ciitco e meia
varas, a 3,500 rs. o corte ; ditos para meni-
nas com tres varas, a 2,000 rs., fazenda Una
e do ultimo gosto ; a elles anles que se a-
cabem: oa loja da estrella da ra doQu i-
mado n. 7, confronte ao becco do l'eixe
Frito
Tudo sao pechincbas!
Vendem-se superiores chitas de cores fi-
xas, a 140. 160, 180 e 2U0 rs. o covado ; dita
franeeza lurga, a 240 rs. o covalo; chitas de
coberta, cores l'utas, a 200 rs. o covado; pe-
C>8 de algodSo Irangado, pioprio para loa-
Ihas oleogoes a 3,600 is. a pega ; peras do
Fastilhas vermfuga--.
Chegaram ltimamente as mui desejadas
paslilhis vermfugas, excellente remedio
para lombrigss, muito bem preparadas, de
aromtico paladar, que no iiicommodam a
quem as toma ; vendem-setjna botica da ra
Nova n. 53 cada boceta leva o competente
receiluario, indicando a maneira pela qual
se devem administrar, desde a ida le de um
a dous aunos at 12: a 11 .'mentando s a dse
em proporglo para as pessoas de maior
idade.
-- Vende se um torrador de caf e um
monillo do mesmo, tudo em bom estado e
por prego commodo : na travessa do Pa rai-
zo n. 20.
Novo sortimento de pannos ecasemirss
de todas as qualidades-
Na ra do Crespo.loja da esquina quevol-
ta para a Cadeia, veodem-se panno lino pre-
to a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, e 5,000 rs. o
covado; e francez muito superior a 6,000 rs.
o covado ; dito azul a 2,800, 3,500 e 4,000
rs.; cortes de casemira preta enfestada a
4,800 e 6,000 rs ; dita franeeza elstica a
8,000, 9,000 o 10,000 rs. o corte ; e oulras
muitas fazendas por prego commodo.
Ninguem ignora
Que o barateiro.
Vende fazenda
Por pouco dinheiro.
Na ra do Crespo,loja da esquina que vol-
ts pira a Cadeia, veodem-se brim trancado,
pardo, de puro linho, a 320 rs. o covado;
cambraia decr, do lindos padrOes, a 320 rs.
o covado ; chita para coberta, de cor Oxa, a
200 rs. o covado; cassa de quidros a 280 rs.
a vara ; brim de cor, de puro linho, com
quadrose lislras, a 1,280 e 2,000 rs. o corle;
uiloliso, amarello, a 2,000 rs. ; riscadinho
de linho com listra, a 720 rs. o corte; lengos
de cambraia de linho, tinos, a 480 e 360 rs.
cada um ; e outras muitas fazendas por pre-
go commodo.
O desengao he a vista.
Bem longe de elevar a um ponto 13o subi-
do os bom leito. e d Meados espanadores de
todos os timando?, com as mais lindas co-
res de peonas, e bem caraclerisadas, n3o po-
demos deixar de annuuciar ao respeitavel
publico, e com especialida le aos senhores
capilSts de navios, que esta qualidadn de
espilladores se vende em porg-lo e a retalho,
na ra dos Quarteis n. 24, loja de miudezas
de Cruz & Raslos.
Por 12,000 res tolos.
Os seguinles 11 vr s : II. ni han, legislation
cassas para babados a 2,400 rs. ; diales de civile e codilication, 4 vol ; B. Conslant,
talagarga a 1,000 rs. ; cortes de casimira ti- coU'S do pulilique e discours, 6 Vul. ; Par-
nas a 5,500 rs. ; ditos do meia casimira a:dessus, traite du contra! et des servitudes,
3,000 rs., de 13a ; brim tranga lo da puro li- 3 vol.; Canilli, revenu publie et syslne
nho, muito lino a 1,400 c 1,500 rs. a vara ; d'eco lomie publique, 4 vol.; I" 11 -11.: 1 1,
Attencao! !
Vende-se um molaque pega, creoulo, de
10 a 19 annos de idade ; na ra Direita, li-
berna n. 76. Na mesma precisa-se alugir
um preto.
Vende-so um balelSo do amarello,mm -
to forte e novo;, a bordo do biate Capri-
choso, ancorado em frente do ces do Col-
legio, ou na ra da Cruz n. 34.
Com dinlioiro vista.
No aterro da Boi-Vista, taberna nova n.
49, pintada de azul, e na ra da Aurora 0.
32, tambern pinlada-da mesma cor, vende-se
oseguinte: manteiga inglezi da melfior,
a 720 rs. a lib-a ; dita franeeza, a 640 rs. ;
espennacete de seisem libra do caixinha.a
60 rs.; carnauba em vallas, a 300 rs.; cif
de carogo, a 1(0 rs.; farinha dn ara'uta, a
160 rs arroz pilado, a 80 rs.; batatas, a 60
rs.; bolachinha ingleza, a 240 rs. das qua-
dradas; ditas de araruta, a 480 rs ; sevidi,
a 100 rs.; touclnhodn Santos do mclhor, a
280 rs. ; milho-alpista, a 800 ra. acuia;
painso, a 640 rs. ; e outros mais gen iros
que se far o prego vista do comprador, e
de tudo se da amostras
Gantois Failbetrk Companhiaft
' Conlinua-se' a vender no deposito):
geral da ra da Cruz n. 59, o excel-S
lintee bem conceituado rap areiaS
preta da fabrica deCaotois Pailhet &
Companhia da Baha, em grandes ej
pequelasporgOes pelo prego MUbe-l
lecido. S
*> immmfmmmmmi
Tachas de ferro.
Na fundigSo da Aurora em Santo Amaro,
e tambern no deposito na rui do Brum logo
na entrada, e defronle do arsenal de mari-
no a ha sempre um grande sortimento de
tachas tanto de fabrica nacional comoes-
Iriogeira, batidas, fundidas, graodes, pe-
quenas, razas o fundas; o em ambos os lu-
garesexistem guindastes, para carregarca-
noasou carros,livresdedespeza : ospregoi
lio os mais mmnio Ins.
MMI
'"
___Escravos fgidos.
Desappareceu a 10 de maiodoste anno,
a negra Joaquina,de nago Cagange, que re-
presenta ler de 35 a 40 annos, ch'ia do cor-
po, altura legular, cor fula, ni.....pequeos,
e com carne sobre elles; tem urna costura
de um 1 .iltni 111 cara do lado esquirdo, po-
rm antiga que mal se percebe ; nariz, chai 1,
falla-lhe alguna denles da frente sendo de
um e outro lado, ehefeia ; tem urna empin-
ge em todo o rosto quo parece ser bexigas ;
coi tes de brim para caiga de cor a 1,000o scienre de la legislation, 6 vol.; Vattel,' Pe,los muilo pequeos e murchos; tem I-
...... .... ".' 01!'lias ni-i riiii. .1i> rnlhfi n.e o...l ._ I.,m
1,200 rs., com tres e meio coyado, e nutras droit des gens, 2 vol.; Harteos, obseiva-
muitas fazendas por mee i- baralissimos: na tions diplomatiiues, 1 vol. ; Bravard, droit
ra doQueimado n. 7, loja di eslrolli, con- commercial, 1 vol ; Dauray do Une, theo-
fronte au becco do Peixe Frilo.
Cortes de vestido a 2,000 rs
rie des luis sociales, lvol.; l'ufTendorf, de-
Vuirs de ii.ini 1 vol. ; Bohnmer, jurispru-
larello. nosquatro \ "lia c lmin!'!. 'Ol.; Cerdoso, oque
Vende-se riscado francez, largo e fino, de
lindos padrOes, a 200 rs o covado : na loja
do sobrado amarello, da ra do Queimado
n. 29.
Fio para sapateiros e seleiros
a 5oo rs. a libra.
Vende-se na nova loja de miudezas em
frente do Livramento.
Vendem-se 4 escravos de bonitas figu-
ras, sendo 2 cabrochas de 18 annos, 1 proto
de 20 a 23 annos, elmulatindo excellente
para pagem, por ser muito dosembaragado,
com idade de 9 a 10 annos de idade: na (ua
da Cadeia do Recifo n. 19.
-- Vonde-se urna casa de um andar e'um
sot3o no becco da Lingoeta n.: a tratar na
ra da Cruz do R-cife 11. 33.
INDUSTRIA NACIONAL.
Imperial fabrica de velas stea-
rinas.
J. E.Ljoux proprietario da im-
perial fabrica de velas stearinas do
hio de aneiro, fornecedor do pa-
90, arsenaes e repirticoes publi-
cas, faz saber ao respeitavel pu-
blico, que acaba de fundar um de-
>osito de sua manufactura, na ra
da Madre de Dos, no armazem do
Sr. LuizJo.s da Costa Amorim ,
aonde sempre haver porfi des-
te ge ero, para o consumo da pro-
vincia. O preco em c>ixa \\: de
65o rs., e em porcao de locaixas
com reduccao muito salivatoria
os co libradores que reexportaiem
deocaixas para cima, para ou-
tra provincia, tero o direito a re-
ceber o frete do seu agente, a-
presentando oconhecimento. O fa-
bricante julga por este meio faci-
litar a compra do dito genero, e
espera que os consumidores nao
deixarao de apreciar sua bella qui-
lidade, e dar sua proteeio a esta
scenle industria.
Biscados francezes linos.
Vendem-se riscados francezes, re bonitos
padrOes e largo*, pelo diminuto prego do
240 rs o covado : na praga da Independen-
cia n. 1 e 5.
Vende-se superior panno de
algodao da tejra, pro.irio pira es-
crVOS, por preco commodo : nos
quatro candis da ra do Queimado
n. ao.
Cal em pedra.
Vende-se cal virgem em pedra,
a mais nova do mercaJo ; na ra
da Cruz do itecife, armazem de as-
sucar da Viuva Fereira da C'unlia. I
y ponimos e nuuieieies, tuno pi
vende-se ferro inglez em boato queso podo encontrar.
barra, em porcSes grandes, 011 pe- Cochina ou sobre-elins de linho
arle do fallar e escever, 1 vol.; arle de
pensil- 1 vol.; Refor.ua protestante, 1 vol.;
Eusaio sobro as garantas iudividuies, 1
vul.; 1) Talionato, romance, 1 vol ; Bec-
ciria, delils et peines, 1 vol.: uo atierro
da Boa-Vista, loja n. 58.
Vende-se una canolnha de carrelra,
pintada de novo, o alutta-se outra aberta;
quem as preto.ider procure na ra da doria
junto fabrica de Cervasio, na olaria do
l-'iin mu, portiiu Junto ao sobrado; o tam-
bern na mesma olaria ven icm-se lijlos
grandes, como ninguom os tem, quidrados,
para ladrilho d forno de padaria.
Vende-se a casa terrea n 16, ontigua
ao sobrado em quo morou o Tallecido hispo
D. Tbo naz do .NuroiUia, sito na ra do Am-
paro, em 11; 11 la: a tratar na ra do Caldei-
reiro 0. 12.
VeoJese urna n-.ipi 1 -.la I de legoa e
meia de fundo, para o norte, com novecon-
las bragas do testa la, e demarcadas, cober-
lasilo matos grossos.coiitcnd.) grande parte
do mutas vii g.-ns. mu algumas casas d- (ai-
pa, no municipio da villa do Pillar, provin-
cia da l'arahyha do Norte, no lugar- denoini-
11.1 lo 1-:m-.irl.il i.te.n ,.- o timas pala qualquer
agricultura do ptii; quem as pretender di-
1 j 1 -. ... .--i 1 praga do Recifo, a lallar com
Jos llerculano de Carvalho, seu legitimo
propiietario na rua do Rang'l, sobra Jo
n. 47.
Cheguem ao barato
Na rua dos Quarteis n. 21, loja de mu le-
zas de C'uz fiiBislos, vende-so toda o qual-
quer qualida le de miudezas, por prego mais
baratu que em nutra qualquer parte; exis-
tindo semp e um completo sorlimento de
miudezas noves e modernas, tanto para a
paga como pra lora, as quaes so inloan-
ounciando por este jurnal.
Vende-se rnassa de tomates
para tempero, e tinta pura de mar-
car ropa : na rua da Cadeia n. 1 >,
loja de Bourgard.
Vendem-se 2 burros mansos, de carros
e por prego commodo : ua rua Nova n. 61.
Pechincha.
Na loja da rua do Crespo n. 10, vendom-
e oxcellont-is palitos de biim.a 2,800,3,000,
3,5(10 e 4,000 rs.
.VIvMriios do povo com estampas
Ae.'i i--r a venda na rua do C'dlogio n.
8, uina ici ediego dos My.-lenos do l'ovo,
com linas estampas, por E. Sue, os quaes si
vendo, por prego commodo.
-- Vendem-se na nova loja de miudezas
em frente do l.ivrameutu, lindas abotuadii-
guinas cicatriies de relho as costas ; tem
as na legas levantadas para traz que mais
mostra quan lo anda;quando fugio linha um
p mais grosso ; levou diversa roupa que se
olio sabe do que usar ; he bem falanto que
parece ser creoula ; ltimamente esteveoc-
cupadajno servigo de cosinha.e tem por cos-
tume andar soja ; quando fogecosturoa an-
dar pelos arrebaldes desta praga quitandan-
do, lavando, otTorecendo-se para ama, e in-
tiln 1,1 iiilo-se forra ; qualquer pessoa que es-
teja serv 1.lo mi com ella na boa f,queira
denunciar-se, e do contrario se usara dos
meios que Ihe faculta a lei : roga-se as au-
toridades policiaes, capites decampo, ou
qualquer pessoa, que a prcndim oa faeim
prender, e levar ao seu s-inhor Domingos da
Silva Campos, na rua das Cruzes n. 40, que
ser generosamente, recompensado.
II1 dons dias fugio-me o meu escravo
Bernardino do gento do Angola, de boa es-
tatura, n.lo he fdio, ten falla de denles em
baixo, (em l.ai I., mais traz sempre rapa la,
n.10 tem defeito visivel.s sim he meio mou-
co, que he o melhor signal que lem, por isso
que se Itio fallando baixo 11 o ouva, repr-
senla ler 40 para 50 annos, manso, parifico,
loca marimba, supponho que sabio para fu-
ra ; foi escravo do senhor Antonio Joaquim
da Costa Figueira, morador nos Afogados;
isto posto, rogo a policia da provincia e ra-
pites de campo o prondam, que gratificare!
generosamente, levando no sitio Capellinha
no Mondego. Sebasliao dos Uculos Arco-
Verde Pernambuco Cavalcanti.
-- Desappareceram dous escravos com os
signaos seguintes : um pretu de nome Basi-
lio, de idade 35 a 40 annos, pouco mais ou
menos, alto, cor fula, olhos claros, pouc
hai ha, aleijalo da roSo esquerda provenien-
te da um tiro, peroas finas, ps torios, ho
muilo ladino, e sabe algarismos, ostuma
trahalharem rasa de calleira. (1 outro ho
pardo, do nome Miguel, bastante mogo.allo,
de cor clara, pouca barba, cabello crespo,
nariz afilado, tem em um dos bragos abaixo
do sangradouro signaes provenientes de
um tiro,assim tambern urna cicatriz no pel-
lo do p, he carreiro e olficiaI do sapateiro :
adverle-sc que o preto desappareceu no mez
de margo prximo passado, e o pardo em
outuhrode I81I :quem os apprehender po-
dera leva-Ios ao engenho Independencia do
Manuel Correia do Uliveira, quo sera grati-
ficado.
Attenc.o-
Continua a estar fgido o preto Miguel
desde novembro do annu p. p.. ollicial de
sopa le 1 o creoulo, um tanto fulo e gago, e
de 25 annos de idsde; roga-se as minori-
dades policiaes, capilies de campo e a qual-
quer pessoa que o encontrar, o lovem a seu
Sr. (ir. lanoel Firmino de .Mello, juiz mu-
nicipal da comarca do cabo, o oeala praga
ao commeodador Manoel Gongalves da Sil-
va, que generosamente recomponsaro.
-Jo,000 rs. de gratificarlo.
Do nbaixo assignado, mo a lor na rua do
Crespo n. 10, fugio no dia 16 do corrente,
um seu escravo por nome Hoque, creoulo, o
qual representa ler 45 annos de idade, puu-
ca barba, foi vesti lo com caiga do casemira
preta e camisa de algodSo azul, e tem os
quenas, e a escolber a vontade do
comprador, a 4,5oors. o quintal,
d* 1 i .1 iii-;iiim i;m.i 1 t ,111 1 1 rij ii'-iii- mi 1 c mi-, (ir-
e 20 quintaes para Cima a 4,800 I grande calor) para a evitar se chama os
i.s., O quintal em porces liiais'se""or''s c,vlle'^o, B virem comprar os co-
j- 'i-_ -i cliins de puro linho, circulados de dilf'ren-
pequenas: na rua do Trapicbc nu-
mero 3.
-- Ven le-so cambrai
com sahicc branco!;
ras paia colele, a 800 rs. ; suspensorios finos jSign8es seguinles: alio, um lauto seccodo
corpo, cor fula, descarnado du rosto, odos
pequouos, e lem urna cicatriz em um dus
dedos da iiiao por ler sido maxucado pu-
laudo una 11.1 ve, feo do cara, e costuma a
embroagar-se, cujo escravo foi uo senhor
Juilo O/urioMaciol Monteiro, e lie de presu-
mir quo ande por aqu inesino.vislo ler mu-
Iher e timos, ou ua ilha do llamara Junde
he lilho : o iLesmo abaixo assignado protes-
ta baver seu direilo contra aquello que o oc-
cuitar: roga-sa porlanto as autoridades po-
liciaes o capiiaes de campo a caplura do
mosino. Jos Cungalves Malveira.
Desappareceu em 8 de julho do corren-
te auno, um caboclo de nomo Jos, escravo
de Pacheco Filho 6l Mendes, da crJade do A-
ia. i.tj, n ijnai tem os signaes seguintes: o
brago esquerdo quebrado na munheca, ca-
bollos pretos, as peroas um tanto arquiadas
paia lora,de. de boa eslalura,e cheio do cor-
po, bem fallante, porm quando falla aperla
a liugoa enlre os denles, lem por c stu.no
quando se llio pergunta alguma cousa res-
ponder senhor sim ou senhur 11S0, lovou um
cuberiur de 13a ordinario ainda novo, cha-
peo de palha da llalla ja usiido.com fila pre-
ta, Caiga da algodosintiu azul ou com lis-
tras, canosa da mesma fazeuda uu branca.
Esto escravu lem viudo do sertfio por Ierra
a esla praga, c muilo gosla do lugar de Pe-
para menino, n 600 rs o par; butQes trans
prenles iroprlus para paliis de case-rira,
a 500 rs a duzia ; penles alartarugados de
gomos e alenos para coco; ditos de tartaru-
ga pata marris, a 1,000 rs. u par ; papel de
peso branco o azulado, a 2,400 rs. a esma ;
ligas de borracha e seda,a 400 is.; o Taludo,
a 140 rs. o par; 1 e.lr-s e creOes para meni-
nos escreverem, a 160 e 200 rs, urna ; hen
galinhas de balea, a 1,400 rs. urna; meias
cruas, muitu boas, para homem, a 1,900.
2,800 e 4,000 rs. a duzia ; lindas : o-sas de
carrilel de 200 j irdas, a 60 rs cada um ; di-
las de peso,-grossas, para bordar, a 80 rs. a
mea.la ; um completo srr tmenlo do bicos
largos o e.-teilos; transas e franjas para ca-
potinhos e manteletes, ludo pelo prego mais
Cliegados pelo ultimo navio de Lisboa,
muito proprios para quem padece a moles-
tia hemorroidal (ido frequente entro nos pe-
tos coros. A Jvorte-se quo lambom sAo pro
pilo.- para as sonhoias se asse.ntsrem tus
salas ou cadoiras por sern niacius o muitu
o de cor a 3,500 's. o corte rVa'roYdo'CrM-if 0>co ; .m(lo-"-*B Por Prec'' commodo na
po, loja da esquina que volta para a Cadeia.I"0*" '"J* u """''""* Km ireulo-du l.ivra- dras de Fugo, aonde pJe ser que esteja
A troco do baiato, 'JmeOlO. 1 acuitado, e fui escravo na villa dul'ombal;
Vende-se urna |inii; .io de lie/,o ims do lus- I res tacllOS de cobre. queui u pegar lvo-o a rua da Cruz Uo Re-
tro avariados: na rua da Cruz, arnuzeln Vendom-so tics Helios de cobre, novos, *Clfe 33 c"" deCuiz Jos da Sa Araujo,
n.48. proprios para rcliuigao: na rua da Sonzalia ondese achav. o ineamo escravo para ser
Vendem-se na rua do Livnmenlo n. 10, Velha n. 98. i vendido, e se recompensara._______________
umavicca de pasto.duasgirrotas eum bur- -- Vendo-se um moleque, creoulo, de bo-f
ro grande. .nita figura: ni rua das Ciuzes n. 40. f PR. Tvp. db M. F. de FaMA, 1852.


Full Text
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