Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03375


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Full Text
-^n*
Anno XXV11I
Sabbado 30
DIARIO DE
de Outubro de 1852.
. 246.
PER BAMBUCO.
FB-tOO A SOaOB.IVOAO.
Pomikio inmuno,
l'-ir tiln^sire ............. 4/0 Do
Ponemeitre............. 8/000
Pal )..... 15/ikio
Paoun.nTao oraiNi.iaa.
Pm qu.rtel............. 4/500
arOTIOI AS DO 1MFKBIO.
Par...-. 2 .!<- Oncbr. Hinai. .. 8 de Setbr.
mnbo. 5 de dito .S.Paulo. I deOulbr
Cear.... de dilo R. dej.. 35 dedilo
Parahlba 2.\ e dito Babia... I de dito
HU < A. aWatlMOIAa.
i.i.Seg. S. Critpim. I J (Tere. S. F.rarialo. J.e.V s lOhorai.
i7Quar(.S. Elesbo. | I. tara ikmI.
iSOnini +s Simaoe3. el, ao meio-dia.
r Judaa Tadeo. Wanna.
ii ir'i S. lii-in% iml.i t.eS. a I* horai.
l(.Sab. S. Kunoin. S. J. ara da erai.
Macario. ,. eiabadosao melod
3i Doro. 22. S. Quio-I Melatie.
lino. (Tercas r. libados.
riMialxi
deseante i SO, ai 2 hora eiJ mlnutr, dan
Chela a 28 ai 1 horai i mlauloa da m.
Mlnf o ante i 6, ai 8 hora 18 mlnulot da ro.
flava 4 1 ai 4 borai e 46 minutos da m.
riiiaiii ion
Primeira as 6 boras e l mlnutosd. mala...
Segunda as 6 horas e 30 minutos da tarde.
uiiiiai oa ooaatiot
dolaiaac farahiba, ineiuadii seitat
feirai.
Rio-Uiandc-do-Rorte 1 Victoria ai qulat.i
lelraa
fonlto, Cmara,eOaraabuat no l'e lidecada
un.
Florea,Ouricurv.Exu e Boa-Vista l3 a SI
?linda, lodosos dtat.
odoa os Crrelos partera ao meio-dia.
OTIOIAi KaTBANOEIBAa.
Portugal |4 de Setbr.
Hespanha lo de dito
Franca .. 8de dito
Blgica.:. de dito
Italia..:-. dedito
Alemanha. jde dito
Prussla ..;3dedlto
Dinamarca II de Agt.
Russla... '9 de dito
Turqua. 25 de dito
Austria
Sulsta....
Suecl....
Inglaterra
F..-Unido.'
Mxico.
California
Chlll.
Puenos-A..
Montevideo
3 de setbr.
3 de lito-
28deAgo"lo
8 de Setbr.
20 d'Ag"10
I de dito
16 de dito
9 de dito
58 de Setbr.
5 dedilo
OAMBIOa 39 d* OOTUBnO
Sobre Londres.a 28 por 1/000 d.
Parii, 3:o
Lisboa, Uipor canto.
T1II.
Ouro.Oncasheipanholas......'
Mncdas de 6/400 relhai......
de fi|400novas.......
a de 4/000............aa
rata. Pataca eibraillelroi.........
Pesos columnarlos*......
DI toa mexicanos*. ......
29/000
16/uOn
16/OOu
9/000
1/0.0
1/BOO
PAUTE OFFICIAL
Commando das armas.
Quartei /rural na ciiade do feeife 28 de ou-
tubrodettS.
OIIDIM DJ Dli 117.
Tendo o Sr. coronel commandante do bata-
Uno n. 2 de Infaniaria participado en rnelo,
que dirigi ao quartcl-grnrral na dala de hon-
tem.que o Sr. al (ero do inesino batalho Jo.
Xarler Pestaa achando-se considerado doente
na rilU de S. Gabriel, provincia do llio Grande
do sul nbllrera por arito do ministerio da guer-
ra de 15 de novembro do auno passado publi-
cado a 9 de junho do crreme aono na ordem
do da do nominando ein chefe do exercito, aob
o n. 82, I mesas de lloenca para tratar de aua
eao.de, da qual seno apresentara em lempo ao
batalho, o inarechal de campo commandante
das armas em vista deata oceurrencia, de con-
fornld.de com o disposlo no art. I.s da lei de 26
de inai'i de 1835, e em execucio do art. 3. da
miinu lei, declara este Sr. olliciai ament por
excesio de licenca.
Antonio Correa Sera.
EITAL.
De ordem do Sr. maiechal de campo Antonio
Cortea Sera, coramamlanle daa armas desta
provincia se fax publico, que em ordem do dia
o. 147, datada de boje, foi oSr. alferes Joo Xa-
vier Pestaa, do seguudo batalho de rufantaria
declarado ament, por ler excedido a hernia.
de 3 meira, que obteve para tratar desu alu-
de por aviso do infnisterio da guerra de 25 de
novembro do anno passado publicado a 9 de ju-
nho do crrenle anno em a ordem do dia n. 62
do commando em chele do exercito oa provin-
cia do Rio Glande do aul, visto nao ter-sc op-
portuoameute apresentado no batalho.
Portaolo, be pelo presente chamaco ua forma
determinada no art. 3. da le de 26 de malo de
1835 faxer sua aprescot.co, alim de evitar a
pena designarla no ari. I.' da citada lei.
Quartei general oa cidade do Itecife :8de ou-
tubro de 185!.
Candido Leal Ferreira,
Aindanie de ordena encarregado do detalhe.
Drimeira. Apraz-lhe onstiluir- objectos. Finalmente esla cousaa devero.ijoa costumes; portinto nSo vos indignis
lucros decidir que tal tribilho para assim dizer, sshr, debnxo de outri equeoribn timbem ippireca ihiI
1 ii __;_!__ .__ _. 1, _.,. aanilhn I lio rinaaiusl C Tl.ii.f_- 11a ii.- rnn IiAiiI
mmm
EXTERIOR.
CARTA IRICIA AO 8R. TIIIERS PELO
SR. BASTIAT.
Ao Sr. Tkiers.
truidora da
rioha d0TitamtTmon6ntta. que"ou" rrrai,"di"miia erra 'e do meu cepilho. 1 lio poisivel, Sr. ThiersVque'vs, me fica
iroo he demasiado. Apraz-lhe constituir- O meu ioteresse he receber honradamente ama concesiao ; tilvez quo me digis : O
se eauilibrista e fazer como diz o Sr. Bil- a maiur quinlidade possivel por cadi quan-Ingim-m protector repousa no principio com-
litill oacillar'i nonluli da civil.sac3o para lidade dada do meu Irabalho: digo Aonrn- munista ; elle he contrario ao dirailo, pro-
olido opposto a liberdade do individualismo, dmenle, porque nSo desejo violara pro- prieuade e a liberdade {Equetal.Sr con-
Em consecuencia do que. elle lanc. sobre a priedadeealiberd.de de ninguem isstrn mthe.ro Aloe, Branca 7 f. Ex que tempre
commuiiida.le inleire urna contribuiclo pi- cono desejiri que timbem nao Tiolissem mtenlou eerum hberali, he proticcion,$la !!!)
r. f.zer um mimo, sob o nome do premio, I a mmba proprie iJe e a miaba HberJide. .0 rgimen protector'faz corc que o governo
aos exportadores de urna natur-za pirticu- i Os outros trabilh.dores e eu.de accordo so- e descerre, da verdidein tnlha. invest.n-
lar de pro lucios. A sui preleocSn he favo- breesle ponto, itnpoaio-nos sicnncios.ee- do-o de altr.buicors arbitrarias que nBo
era industrii^'amelhorquedissessd'demospirtedonono fabalho a homens leem origem racional. Tudo isto be mus
chamados funccion,irios pblicos, pnrqne Ihe Pt8 mullo verdadeiro, mas o rgimen pro-
damos a /iinccSo especial de garantir o nos- t>ctor be ufi ; som elle o paiz. suecumbin-
so irabalho e os fruclos delle de toda a ag- '"sob a -oiici
grosso que Ihe vcuha do exterior ou do in- naris.
terior. lato mejlevaris s eximinar a rsstriccjlo de-
Dispostss sssim ss cousis, pr.'piro me biixo do ponto de vists econmico. Puado
psrs por em sclividsde minhi intelligen- de pirle toda considoracilo dejustici, de
cia, os meos bracos, a minha serra e o meu direlto de equidade, de propriedade, de li-
cepilbo. Naturalmente lenho sompro os berdade, teris que resolver a questSo de pu-
olhos Oxos nss cousas que sSo necessarifl rs utilidade, a MjHI venal para sssim di-
a minhi existencia. SSo estas cousas que zer, e v, Sr. Thi'ers, haveis de convir que
eu devo produzir indirectamente creindo o este nSo he o mou proposito aqui.
ea.or rleilss. O problema para mim he pro-| Aciulelai-vos porm de que prevalecen-
duz-lss o miis vantajossmente ptnsivel. 'do-vos da utilidade pira justificar o deipre-
Em conseqaencia disto r>n lamo un volver zo iu dircilo, nSo vos exponhaes a que vos
d'ulnussobreo mundo dos valores resumido clsmem : a Ocommunismo ou espoliarlo,
no que se chima preco corrente. Verilico, conde>nnida pela justres, pode todavii sor
segundo os dados dcsle pre^o correte, que! admeltida como expediente. Edeveiscon-
0 meiopara mim do ler a miior quantidide vir que esti ileclirsi;ao be cheis de pe-
possivel de combuslivel, por exemplo.com rigos
1 mis prqueni quanti lado possivel do ira-
balbo, be fazer um Irasle, e dilo um Bel-
ga, quo me dar em troco carvSo de pedra.
Has ha em Kranrja un trabalhador queex-
tado lera por missSo escutar, iprecisr to- trabe earto das entranhas di t-nra. Ora,
das estas requisi^oes, e fazer-lhes justics i1! econleceu os funcionarios, quo o mineiro e
Eu nao o scredilo, mis os que acreditam |eu contribuimos para pagar a lim de minter
nisso devem ler a coragom de revestir o seu sda um de nos a liberdade do tnbiiho e
peasameuto di formula que Ihe he propria li"e disposigao dnsseus pro-iuetos (oa he
dizeodo quHO governo nao e.-t encarrega- o que he a propriedade ); aconleceu, digo,
d) de garantir is propriedaJes, mas de ni- que estes funccionirios conceberam outro
vela-las. Em outros termos: nao existe pro- peusamento, e se srrogsram oulra roisso
priedade Meileu-se-lhesem cabifi que ellos devum
Ku nSo trato aqui se nSo do urna qnestao 'equilibrar o meu Irabalho a o do raine.ro ;. resulta urna perda certa, dc/nttwa, a qual
de principio. Se eu quizes.e exim.nar os em conseque.icia disto ellas prolubirao que: vem dar-nos o tettemunho consolador de que
premios pel espo.lac.ao nos seus effeitos u mesquecesse com o combuslivel belga, msto como emmuilat mitras cousas, edire em
econmicos, eu mostrara quSo irrisorio el- a quandoeu vou a frooteira coa o meu tras- ludo, a utilidade e a juslicanunc drixim de
lis sao, porque nao sSo mus do que um lepa-a receber o carvao aclio que os laes concordar.
dom iraluito qoe a Franca fa ao estraneei- lunccionirios impedem o cirvSo de entrar, Islo nao psssa de urna sflirmacao, he ver-
ro NSo be o vendedor que o recebe, mas o que he o mesmo que te elles impedissem dade, mas eu a posso apoiar em provas mi-
ue o lu-
recer
urna industria i custa de todas as outras. (He
o que quer fuer o Sr. GoncaWes Martina
com a soliciticlo dos 50 contos que fez pa-
ra ensaios e exames crea do fabrico do
assucar Quer favorecer os fabricantes de
issucar, dos quaet S. Ex. he agora um, 1 cua-
ti das oiilriij industrias todas E o msis be
que leve 1 unanimidade quaai na cmara
ros rl potados o senado lambem hi de
terinfallivelmente! Oh! pois nSo Quem
nSo ha deali e em toda parte querer livo-
recer a agricultura !!! Faz mesmo do !
Por esta occasiSo recommeadamos as pos-
mas debum gusto o discurso que sobre es-
ta mitoris profeiio na cimera o Sr. depu-
tido Paula Cmdido.' He a obra do Rio, co-
mo diznm em Pernambuco !l
NSo me delerci em demonstrar que ello
estimula o rimo pa-asili custa dos ramos
Iriicliferos ,' mas pergunlo-vos por esli oc-
casiSoso desl'artenaolicara tolo o trabt-
lllidor autorisido para reclamar um premio
urna vez que aprsenle prova de que nSo
ginha tanto quanto o scu vmnini.' O es-
Sem procursr resolver aqui o probletns
econmico, permilli-me urna assercao. Af-
firmo que submelli ao calculo arithemetico
svantigens e os inconvenientes da prulec-
cSo sob o ponto de vista da riqueza 13o s-
mente, e posta de parte tods e qualquer
constdnrsfSo de ordem superior. Aflirmo
alm disto quo cheguei ao seguinta resulli-
do:
Todi a meJila restrictivs produz umi
vintagem edous inconvenientes, ou se vos
agrada mais, um lucro e duas perdss, sendo
cida urna dis perdas, iguil ao lucro ; donde
Par. que demonstrar iqu, quSo absurdo he J*JJ^ ISS^ZSX.
o co-omunismo, urna vez que vos meamos o 1 como colbe lod.s as o cuidado da datan
lizestes: SI VI nicamente Umi UlS SUIS mi- "va VS emaigua, aras.ii.vu w wvv o *"" nnM. nronneitarie I
n.fesUcfles, e na minha o,in3o a mus pra- vaulagens da produccSo. t- vem a pello di- no s. pronred.de, I
n_____i...'....i....i .,,... m.ihn..i..n... zerque aconUcnu-niM a cerc dests pre- neiro o aireito ae ir
ntulra, debiixo do ponto de vista puramente
econmico. Fra preciso islo para quo ella
merecesse ser assomelnadi a simples espo-
liarlo quo desloca a riqueta sem dostrui-li.
Has vos mesmus slliriuisles, Sr. Thiers, a
pag. 236 la vossa obra, que as minas de A-
veyron d'Aliis, deSiInte Eticnne, do Creo-
zt d'Angin, as mais celnbres de lorias, nSo
teepi pro Um In ums renda de 4 por rento
do capial empregido.' I'1 que um capital
em Franca d 4 por cento n3o precisa de pro
lec^So. Onde pois esli o lucro que deveis
oppor perda indicada ? Islo sinda nao he
ludo Hi oulra perd nacional. Gomo pa-
ra o encarec ment relativo do combuslivel,
tonos os consumidores de carvao de pedra
t.....11 perdido, elles devero tr restringido
proporcionalmetite os outros consumos seus
o a Mimina do Irabalho nicioml lem sido
desieorncoid na mesma proporcSo. Esli
perd ha que nunca se metle em cunta poi-
que ella n in da nos ullios .'
Bsitiat.
Traduzidapelo .V.
( Continua.)
iNTERIOR
(CoQtinnacao do n. 245.) j- tlrtodJdi i queTs mes- o meu trasto de Muir, EulSo digo' commi-1 itiematic*s. que f com que a
M.s par. que .os.stir nesUijde geraes? ^"K J* ?io ,mpo7lo : > i Se .10 noa houressetnoS ieo.br.do de | publica M dw.ire neste ponto he q
consumidor, em dellniLvo, upporta to- p^gar a funecionano afimde do* forrar-moa ero da protejo ha a todas as <" 4"- m
da defeudermos oo* mes DOS #) tea, sendo que dS duas perdas iguaes, que d ^ uoiiciai, almda coiilinna5odas desor-Ipltal qucixando-ae do alferes commandaote do
tena por ventura 0 mi- ja mesma proteccao occaslona, urna so divi- den| jeno-go. Vi8iohos Hepaulie>, que que-destacamento de Naiuba, porque uiaodou en-
a frotiteira vedar urna de ao infinito por todos os cidadaos, e a ou- rema orca de paocada perder o crcdiio de /'dltregar o preso ao subdelegado da Caaoelra. e
porque Ihe |)6 pequea escolta oa sua
COhHESPO.NONCU DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Parahtba 25 de outubro de iS-.i
Antes que prtucipie em materia noticiosa
pfi mi 111 r- ini-h i que dedique Huas linhas a cer-
tas senhores desta cidade, que ruiu comentes
com desfiguraren), e Harem urna inirlligencia
maliciosa a quanto digo em minhas epstolas,
agora tomaram por seu dtverthneiitu, antes da
chegada dos seus Otarios, espalharqueo cor-
respondente da I'.h.ihiii i diise laes. e tses cousa*
contra este, ou aquelle, levantando assiiu gran-
de celeuina, que penetra at o meu Incgnito,
e me encommoda um pouco, porque sempre ai
tats comas sao da ordem daquellas, que oll'en-
dein gravemente aoa individuas contra quem sao
dirigidas.
Ku nao receio mencionar os factos logo que
sao do dominio do publieo, ofleiidam a quem
quer que for, ementa faicr ininhas observa-
ces, embora nellas alguem descubra motivos
de desgosto, assim como nao tenho por lim li-
songear a alguem ; mas quero que se me nao
emprestem pensamentos, e uem attribuain fal-|feres, com tudo he Isstimavel a continuafo de
sidades ; eassim o digo par* que nos eutenda-|temelhantcs attentados, que nao tero lim eni-
mos, antes que eu tome a resoluco, um poucolquanto nao houver nesta provincia forca sui-
justa. de ir mencionando as noticias que me di-jelente disponivel para couservar etncertos pon-
r.i-iu respeito, eseus -mores, noque irei coufor-|toi destacamentos fortes, que airvam de perse-
me ao meu lim de noliciador. tgulr os criminosos, c passar de um a nutro la-
Chegou ante-bontcm o vapor do sul, e nojgar com seguranca os presos,
saciou os desejos dos curiosos, porque veio bal-j Consta-me, que aquelle alferes anda nesta ca-
sar a vias de facto. Enlo o alferes, comman-
dante do destacamento all estacclonado, vendo
que havia derramamento de singue, dise, que
o Calafaoge, para evitar desordens, nao conti-
nuasse com a eleicao, e cousultassc ao governo.
ae era possivel entrar para composicao da mesa
dous individuos, que nao eram eleitores, ha-
vendo presentes eleitores, que segundo a lei
deviam compo-la. O Galafange recusou admit-
lir o consclho, e a desordem progredia ; mas fot
obstada pelo mesmo alferes, que disse ao Cala-
fange, que nao consenta, que continuasse se-
melhante eleieo, porque va eminente um ba-
rulbo. Aquelle pedio-lhe, que dlssesseaquillo
por esu i, w. e elle prnmptainente o fes. depois
do que retlrou-tte o Galafange, e fot faier ein
casa urna elelco com a mesa, composta de seus
atTfflo*. Julgo que nao loi legal o proceder da-
quclle alferes, mas lambem enlcndo que as cir-
cunstancias o deiculpam, e at o tornam disno
de elogios, porque evitou derramamento da
sangue, que sem duvlda havia, visto queja de
primeira ves, e pelo mesmo inovo, o poro ha-
via espellldo da matriz o Galafange, e da se-
gunda elle eslava prevlnido para vlngar a af-
frontarecebida. Neste caso eu lambem salta-
rla por cima da lei, e salvarla mela duia de
vidas.
Aquella INituba he eicepcional ein tudo. Di-
zem-me, e eu crelo pamente, que o Calafangc
lem all seu territorio, onde nao penetra um
soldado do destacamento, e que utna igreja ser-
ve de fronteira s suas possessdes.
As casas que cam nos seus estados sao chelas
de seteiras, e leein cniumuniccao Interior, de
sorteque uina pequea guarnlo pode batter
qualquer forcR, que alli quera penetrar. Os
commapdantcs do destacamento recommendam
ana soldado*, que alli nao vao, para evltai con-
flictos, e isso unido a faina, um pouco negra,
daquelle lugar, o torna Impenetravel.
Tal foi a descripeo, que me ierain daquel-
le feudo, c ella tlrou-me toda a vontade de ve-
lo de perto, apciar de intnha natural cunosi-
dade.
Nada me tem chegado ao conhecmento con-
tra a tranquillidade publica, e seguranfa indi-
vidual.
Co'dsta-me que lora tirado do poder da escol-
ta, que o condutla, na Caaoeira, por 12 houiens,
aquelle individuo, que Ihe disse haver sido pre-
so pelo alferes Assumpco de Naluba, como sus-
peito de haver sido seu assasslno.
Com quanto sua prlsao fosse arbitraria, e il-
legal, porque nao eslava, e nem est pronun-
ciado, e uuicameute nlha do sic vol do Sr. al-
realise' Cortamente quenflo.
So elle houvesso feito um tentativa
injusta, nos nos toriamos balido ali
tlcameteame.c.dor.)muilomelhordoqua *.'1 ^^utrn^JT^l P
mos a cour-.a mus alHulivi e a mais
' soiia que dar-si pie. Alguns goveruoses
trangeiros team Feito este raciocinio: a Se
nos elevarmos os nosios direitos^e impar- So elle houvosso feito urna tentativa t.V
lar.in tanto quanto o preaiio pigo pelos injusta, nos nos toriamos balido ali mes
contribuimos iranrr-/. .-, lid claro que nada mo elle euipusado poli sua injusta
se mudara para os uussos consumidores, pretnnc3o e eu forte pelo meu diroito
porque o proco alo ritorn sera pira alies o ,|,. legilima defesa. I'aia evitar tiescom-
innsino. A mercado'a alliviada de 5 por hites lie justamente que moneamos e piga-
cenlo na fronteira franceza pagan 5 por musa um funccionino. Porque mo fado
cenlodn mais aa fronteira allem3 ; este poran vou eu encontrar o mineiroe o fum-
pois ha um m :io infallivel do por as nossas cioaano de accorlo em reslrtngir a minna
despezas publicas a cargo do thesouro Inn- |rb-r-ladeea minha industria, em estrellar o
cz. a Mas oulros gove-uos, secundo me al- circulo em quo as mullas f.cul lides se po-
au al f deno'm^ou vrelo de nonta branca lirmi"D. ln", ,ee,n 8do ,n,ls h,,)ei*' e p0r* derBoexercor ? Si o funcionario houvesse
Ctr bo nM ''". t<>m -enectido do seguinle modo : lom,do o meu partido, eu conceberia o seu
i, elle o derivara do meu, porque a
la dolosa ha sem duvi li um direilo,
eu pndcr-i faze-lo.'
Tal ve/, me digis que o principio do recl-
inen protector nao esia em oppostf .10 com o
principio da propriedade. Vejamos pois os
procesaos desta rgimen. Ha dous : 0 premio
e a restricto. Pelo que luc ao premio, islo
lie evidente. Desali a quem quer quo seja
pira sustentar queo ultimo termo do sis-
tema dos tu > ni 1 iis levado ale as suas ulti-
mas consequenciis, n3o seja o co nmunis-
1110 absoluto. (No Brazil o systema do con-
ceder premios aos inventores, etc. isla ein
vog e muilo arreigido.' U n senhor, cujo
Iu- permuti vanlajoss gotto preleito deque he Ira so appareea aoolho investigador do es- pejretOet, que com bastante juttifa adi|uiriram|dcste .
M. 111,-1 Iu r Din elle que essi permuta n9o se pililo. seus avs llulicosa rapaieada : Ueua por la ..eineasapa.ao lng. He inulto bem lernbrad.
_r_ I .. _________f__________l-.i. ___________K- ^........*..!. ..-.^ ...... nn. 1.I11 rii.-iiiiii.i.iili 111 1 \ .11.
O alteres tem 10 ou 12 bo'mrns alli, que he
ponto, que Ihe foi mandado guardar pelogo-
a dr nimia hranra llrmam, ainua teein aiuu .ii.ia ii.uci, o pi.i- aerao es.
tm.rs.bor nue ""- 'm -enectido do seguinle modo: ,om,do
muito Brooune'iado I pro1"' -I"10 P'1 r'r8"ca ne am m,mo direilo,
E.$X& wm^Tld.qa?.7la nosf.xi m.s se nos lnglUmt
que na verdide nao
lem um gosto herbceo m
U*l!2t.,nCOt\\\^m'mH,ZVdn^\ ee"rm"s *-. a "" r"S ,um Ms din le h.ur.U elle o de ajud.r o m.neiro
t dos aue tomar, n Mto MET OU linda Pa 1ue *"U mercadori. imponemos mais sua lnju,iic, ? Enlo he que sel que o
[tftt&^ doque.t.gora; e pois somos nos que ra,,oc,on.riolrocou o seu^pel.^ao^seiido
se nao sabe se o sera pelus psizts airan-1 pomahoiila a^^6neroiJa le desles excel-
geiros, e nao obslaute, oSr. ca-ministro du
Sem querer f.zer iqui esta demonslncSo. o. conserve, par. que nos nSo encominodcm. I
narniilli mu irrin fl.r lhr> inlirniAi Ir^i la in he rn [ I i.llir'- II iS .1 llOlICia de all U lllr.S di-P
PZs oro lucios A R tem en, Franc, um' """6e> l P" ""n" da cC""- "uc ",ui'; ""* ilu de,le cnoaalrai o preso at Ca-
ous pro lucios A leemem franca u lenl ur causa de ,,, uiucliilis. que vi ulli-.xoeia, tiendo elle no pomo con. 2, ou 4 ho-
vai.or normal i-soo io. A Imiltamos que A m1.cill|. | vlu||as para coln|lanDla iia ,en, aaslin.viin que autorlaacao poma en.
nao vaina na Blgica snnao 40. Islo posto se J deJ provincia, que em verdade acreditan, o; destacar para o Inga hmiicn, c ric.r sem torca
. I'ran ;a estiver SUjeill ao rjgimen resfrie- bom gosto, uonhccnneuios praticos de quem I par. rrpellir qualquer sggressJo do feudo !
livo, t'll ter, grtzira de A e B, Uranio da ai fe Sjuas mais proprias para o nosio cli- I Entregando o preso a aulondade policial do
som na dos seus esforcos urna quaiiliJsde!ma, porque Ihes nao falla ar, i|ur- facihncinc | lugar, liuba feito teu dever ; e licava habilitado
iKUal a 90, porque ella sera obrigada a pro-ic4a-sc pelos poros do inurim, ou cousa que o. sustentar o pomo, que Ihe lora condado.
imperio concede logo nOo se quantos con
tos de ris do premio ao productor .'! Ke-
lizmeute o Sr. Mora -s Sirmonlo poz etnb.r-
gos ao parecer ds commiss3o do comnicrcio
ja um simples mortal revestido dos direilos
entes Frincezes". Abulamos pelo conlrano a , provisoriamente esses direilus, provoqua- quaes por consequencia os possuiam nao,
mus issim urna inlroducQao desusada dos essefunccomriu agora he um ente superior
seus pannos, pois que cid metro iraz con- g humauilade. hiunn sigo um mero dom g'atuito. i\o pnmeiro ,MII ,, mesmo, entre os quaes he o de equili
quenBoacbou espinha nem osso no negocio, ] c" os noaios preaiosleem sidop.raonsco br.r os lucros e maulero equilibrio entre
epromplimenle op.nara para que toamos ealrangeiro s oo iegondo to.m approve, u- tdas po.icOes econd.cOes Pois bem;
,. do, mas o n larga eaCila, aos simples cida- nesio caso re acibriinha-lo de
llSlIS n-i.i i i. i a a ata 111111111 iill: 11 i 11 111 i n
pipis remeltidos a commissao du o
manto ifim de que nollo se consigmssnm os
fundos necessanos para semelhanle despe-
zi. Mas como po ser assim ? Us menibios
di commissao de commercio da cmara dos
de pulidos so loo profundamente versadas na
ciencia econmica como qussi todos os con-
selheiros de estado, quisi todos os senado-
res, quisi todos os Jepulados,quisi lodos os
ministros!! I Us cidadaos tr.balhim ao
abrigo da inri; commum encirregada como
mis dizeis, Sr. Thiers, de garantir a caria um
o que lie seu, suum cuique. Mas eis quo o es
lado com as mais phil.nliopicas iniciir,es
do mundo emprehende umi tarefa inleira-
rnentenov, dinereDlv, e no mou modo de
pensar, iiiln Miuii'i.tc exclusiva, mas des-
euaametmtwtm--------- *m- .... jb-j-.jsiish
FOLIIETIM.
0 PALACIO PIMODAN (*)
pon iHr- Ifiogeno Tiscauboir.
PARTE PRIMEIRA.
V
O pacto.
O rosto desse hoincm em nada pertencia s
lelcoes ordinarias da creacao, era, se assim me
posso esprluiir, una seguuda mascara que elle
tralla por bailo da primeira. t.aludios mitos e
raros cobriain-lhc o crneo horrivclmenle mu-
tilado, queimado e calcinado por uina especie
de licor vitiiolico..., Pelo aeu n.rri/. recurvado,
como garra de ave de rapia, p.reci. judeo ;
naa seus olbos eiain avcrmelliados e inovi.ui-
se por balso de arcos despojados loteiamente
de sobrancelbas.
Urna barba hedionda e fugitiva revelava nel-
le ai palsoei baisas e infames i o ispelo da
bocea coollunava estes tiisles Imtlnctoj .os
qu.es se reuni.m lodosos Indicios d. rapar i da-
de e d. Intriga. Vendo este honicm, era dilticll
nio cuid.i-se nos espantosos castigos de Ueot
sobie os rillios malditos deGomorra, o fogo o
liaba tornado um objecto de horror.
Quando me vio sentar*me, recolbeu pruden-
temente o seu rsc.lpelo, e comeinplou*mecoin
.iii olbar lusiatente filo, o olbar do basilisco.
Kstavainos ambos i.'unia sala semelliauea
queeu tinha vulo ; era lambem aobre uiua oir-
a de marmol e que me liuba feito depiir^.., alu
lie que elle pretenda abrir o meu coracao pal-
pitaoie,..,
I.i'inbrii-ini- ruido de que elle liuba dadoor-
(*) fide INiri n. 245.
I'assemos i rcslricifio.
Eusou artista, marcenen n, por rvnnpln-
Tenho urna pequea tend, instruninnlos
alguus materias. Tudo isto me pertencein-
ireciamar;ocs
e de requeiimenlos einquanto eu vir um ho-
mem mais rico do que eu nu paiz. Elle n3o
vosrlar ouvidos, rosponder-me-has, porque
se elio o fzosse seria commumnisla, e elle
i.3o se esqueco nunca deque a sua missao
contestavelmente porque eu IU todas estas he garantir as proprie lides e nao nivela
cousas, ou o que vem adir no mesmo, com- las. Que dosordem,queconfus3o nos fac-
prei as, e pigue-is. Demais cu lonho bn- tos! B como n3o queris que dah resullem
os vigorosos, algunia intelligencii e mu- desordem o confusao as ideas / Por mais
to boa vonlide. Com estes fuios he quo que combatios o communismo, em quanlo
eu devo prover s minhas necessdades e elle vir que opoupaes queoaoaes, que oa-
as da minha familia. NoUl que eu nSo pos- cariciaes nessa parte na legislacao que elle
so produzir directamente nada do que me invadiu, os vossos esforcos sarao vSos. O
honecessirio,nem Ierro, non mideira, nem commentsmo he ums serpenie que cum a
p3o,nem vinlio, nem carne, nom pinno, ect. vossi approvacao, pelos vossos cuidados in-
ctc. mas eu posso pro luzir o palor desf s Sinuou a^abeca lias nossas leis e nos nos-
dcni ao caiccrciro de deisa-lo e que linb.
aido obtdecido.
Ini.iri.r-! eiclamci eu, tu contas inui de-
pressa com os leus morios De joclhos, lulsera-
vel, do contrario mato-te.
Fallando aisiin, cu Ihe tinha agarrado ambas
interroga! Se me entregares meu lilho, eu a
quem nao se pude mais restituir sua uai, le da-
r! chave desti priso, senao, doulor do infer-
no, he neste lugar qne vis achar o tmulo/ Es
pio ou assassino be preciso que falles 1
Elle se liaba pra.str.do .os uieus ps, e mal
as"m"aos7ellas"csVavam agitadasde um tremor poda rallar. .. Su eaiava ensangueotado, c ni, ro
convulsivo.... Todava elle leve forca para bal- nu, incu aspecto devla lelo renda de um ler-
buciar uina mentira..... ror selvagein. Elle nem se quer euldou ein
Senhor Pompeo, disse elle, rendo grifas a arinar-ae do seu esc.lpello, m.s com urna vos
Dos por ter-lbe restituido a vida! sullocada pelo terror, fes-ine nan.cao de sua
O sangue coma de meu braco cim abundan- viagein. Diste que nao me luiha denunciado,
cia, elle procuiou eslanca-lo. que ae vira furcado obedecer s ordens de p-
Relir.-te, assassino. diste eu encost.ndo-o rentes que reclam.vain contr. um roubo, que
parede com a outra mo. tloh. tido constr.ngido jurar que oa me lal-
Tomei um dos pannos espalhados sobre a me- larla, que elle mesmo era vigiado nesta missao
sa, eateieu mesmo a feida. Elle leve a idei. ebei. de cil.d.s e Ignorav. o estado daquella
de fugir, e como o carcereiro livcsse deludo a que devia lev.f sua lamilla, que ella ae bri-
cnava da pona, procuiou abrir afechaduia. ra com elle coofetsando-lhe o amor que rae li-
l'or um inoviuienlo rpido como o ralo, agarre! nha, lastimando a nimba sorte, e conliando-se
na chave, c fechei-o coinigo a duas voltaa. a sua tutella. Elle accrescentou que tocado de
Agora, diite-lbe eu, couverseinos, doulor. suas lagrimas linha lomado sobre si ganbara
Elle me eiicarou com eipanlo, e encoslou-se fronteira de Franca, porque Paris Ihe pirecera
na mesa de marinte.... Reste momento uina acld.de m.is propicia, onde aquella queeu
reminiscencia repentina atravessou meu pen- amava poden tublrablr-ie a furia dos seus, e
sanenlo como urna tlecb.; a vala dease ho- ocultar su falta. Sua sclencla a havia s.lv.do ;
mciiicum to hurriveis cicatriiet, fe-me lem- aeu l'.lbo elle o depoicr. o'uiu. esa que me la-
brar do autor de inioh. ruin, desse Joshu., dicou.
que tinha sido mtu intendente. .i llepenlinamenle e no momento em que elle
Joshua! ciclunel eu, como scsabitsede devla cootar com o recouhcciniento daquella
nni sonbo 1ue saltara, ella ae evadir sbitamente.
Siui, senhor, sou eu Joshua vosso servo. I O resio eu sabia, pois ella eslava ein poder
Nao sou culpado, Sr. Pompeo de uns mlseravcis de oulro. Se eu cria na verdade deilaa conBt-
o tcreui anuioado. Juro por Dos.... srjes. foi porque a alegra me sutlocava. Meu
Oue! nao > o autor da nimba miseria? que fllho eilsle, e podersi v-lo, eiclamel eu. Qae
nao folie quem me tlrou minha mais chara es- me importara a tralcas-, o abaoddoo e o esque-
peranca, cssa mulher que be hoje esposa deou- cimento de sua mal?
tro I Polss.be, miser.vel, que eu a recoohecl Mloba lilba esla salva, ella vive, e esta em
na ponte do Espirito S.uto. l'.ra onde a con- Fraoci. e he o senhor.'....
dual., iu lia in...i de lies raees, quando rou- Involuntariamente pare vencido pela des-
baste de minha cata em Harina? Para este ti- contanca que elle me luspirava. Parecia-ine
dalgo que ella segu .gor, nao he ? Foicar.m- cruel dever a etsc hornera o menor senllineo-
na a reparar urna falla pela desgraca de sua vi- lo de gralido. Tod.v sua narracao acabava,
da. I. sen lili.o, dr/..-, que lites e delle!1 Fosie por as.imdiier, de lir.r-me do tmulo, eu en
tu que Ihe abrisle osr.lhot i Iu/? t:.....o n jo re- trevia uin raio de esperauca. ininlia alma rr-
cuou rila vendo em li o mdelo conipleloda nascia com as minhas furcia. Ilrpuis que rile
feald.det Como prrmlllio que um inmuno se fallua abobada da matmorr. rae paieci. le-
Ihe aproaim.sse / Un I sera duvida eslavas eu- ve, eu aspirava aabir della, e podi. I'aie-lo ;
to com esa. mascar., eterna uiurl.lha de leu pois liuba a chave de Joshua.
roats. Se ella le houvesse visio, comoeu te ve- Doutoi, Ibe disse enuio, oao Ihe fare aa-
jo agora, nao lerla aceiudo leus succorros. Tor- da, eu o crelo, e quero cre-lo. Suu, o Sr. sal-
no a diier, responde, he o desespero quom le vou minha Ulha, um dia terei uina nlh., que
duzir A directamente. Sceliafor livre, es-
ta somtn. de esforcos igual a 90f.i f.ce :
1.', producto de I) que ella entregara
Belgict para obter dalla A ; i.', a producan
de outro II pin si inestni ; 3 a pro lucgo
deC.
Esla porcSode Inbalho disponivel, appli
cido pro 11u-; Vi rl C. no segnn lo ciso,
isto he, creindo urna novs riquezi igual a
19, sem que por isso Franca lique priva I
non de A nem de B, beque causa toda
dihVuldade Em lozr de A ponda ferro ; em
lu em lugar da C ponde a riqueza ausente, e
acharis sempre que a restric(3u restringe o
hem-eslar nncinnal. Queris que deixemos
esta abstrusa algebra ? De bom grado. Vos
nii negareis que so o rgimen prohibitivo
tem chegado a fazer algum bem a industria
de i'xl ahir cirvao de pedra, n3o lem sido se
n3o Ir'vahl ni.lii o piccn do carv3o. Tam-
h 'in ii."m haveis de negir quo este excesso
la prr'i,'n desde 1822 il o presente uo lo-
nha occasionado urna despeza superior por
cada satisfago determinada a todos aquel-
los que emp:eg.m este conbustivel ; om ou-
lros termos, que elle nao represente urna
perda. Porlerse-ha dizer aue os producto
res de carv3o de pedrs, alm do interessi
dos seus cipilies e dos lucros ordinarios di
iodustrii. leem recolhido pelo facto da res-
tricto um extra-beneficio equivalente esti
perda ? Fra pieciso isto para que a pro-
teceo, seto deixar de ser injusta, odiosa,
espoliidor. e conmunis's, fosse ao menos
sera a divinaIriua dos arijos! Aua raai morreu
para mira; mis ininba lilha me amar! Eu te-
re! para ella um escravo subinisso eieloso, co-
mo o era para cora aquella que me eogauou,
que de mira fugio.
Ella passar dias nados de uina seda mais li-
na que os vestidos das Huilonas (iiuagent de
Nona Senhora), e mais doces do que o vento da
larde sobre o Aroo.
Se o senhor nao rae engaa sobre o lugar em
que ella esta. Pompeo Ibe pcrlence, rilsponha
delle, pois Ihe deve tudo. Se algum dia vier a
Ploreoca com essa lilii i, Irei baier a su. porta,
rila o conheceri, eu Ihe enslnarei a ama-lo.
Sou de una laca de boa memoria, todava es-
quecerei que lile devo loiohas desgracas era
jacto de fortuna. Sim, eu o esquecerei para
iembrar-ine su de urna cousa, e he, que Ihe de-
vo unnb.a lilba!
Fallando assim cu nem sequer via mais a sua
fealdade ; eslava corainotido. A siocta da pri-
sti soou, a ronda das guardas coraecava.
Jothua, cuuiinuei cu, he precito qae aca-
be a aua obra. Tenho a chave de Jeronymo car-
cereiro ; tire o sen cipote e cubra-me com elle,
deste modo poderel sabir.
E como elle hesilasse, accrescentei:
Vou dir que o aineacei, que leve medo
da minha violencia, e lodos o acredltaro!
JYuma palavra dir o que quiter, mas prevt-
no-o de que corro os ferrolhos desta intsmorr. I
Ames que ellepodesse responder-rae, eu ti-
nha vestido aua capa e posto seu chapeo, o
qual emblquel ale os olbos, toinei ineimo a
ua mascara e alei-a oa rosto sera repugnancia.
Terla feilo outrs tamo com a de um tempesta-
do, to ebrio eslava de alsgria 1
Eu mesmo entregue! a chave ao caicereiro.
Sabindo sera diuculdade, corr a uina nslirin,
na qual doriniam iridenos; ajuste! a passa-
gein com un delles e parn.
O sora do campanario foi logo o nico ruido
que ouvl, vollei-me; ja ettava muid, longc de
Floreuca. Mil ideias c infusas asiall.ram-uie o
espirito durante esla viagera a cada muda, eu
trema, eu eslava masc.rado, e toui.raiu-me
por um esbirro. Oheg.ndo a Franca, n meu
primen o cuidado foi ir casa que me lioha In-
dicado Joshua; detpedlrain-ioe dessa casa co-
mo louco. Minha ngura, devo coufessar, nao
me abonara, meu aspecto era pobre, meu ar
Inspirava deicouliinca.
vaina, que apezar de tima nr... de tinta licaram Quanto ao subdelegado de Caaoeira direi, sera
como os dciiou o tecelo. He impostivel que
lome mofo a roupa nellas g ardada. Digo is-
so por urna que vi de ura soldado meu visrnho,
que Ihe chamainrn lu i de vero.
Chegou no vapor o nosso senador Cunha, e o
Em. bispo do Para, que deunos a houia de vi-
sitar nossa mesquinha cidade.
me ser encotnmendado, que este confiando o
preso a urna escolta de 8 bomens, procurou sr -
gura-lo ; un. esta nao podia resistir a outra de
12, riue a agtedio. Eii a queslo collocada em
seu Wrdadeiro-terrcno.
Letiibro-rae que no mesmo lugar Caioeira
orna escolla de 20 pracas de pr.llci* foi, durante
Consta-me que a opposicao nao esla muilo sa- \ a admiiiisliacao do Sr. coronel lleserra, ataca-
tisi.it i com a talla de novidades, e por isso lera da por uns poucos de hotuens, que lambem Ihe
Improvisado, que al dezembro leremos crisc quizeram tomar am preso, d'onde resultou a
ministerial. Nao sel era que almauak ella ac'iou morte de um dos aggressorcs e priso de ou-
cssa noticia, lo importante, que por aqui j fez troi ; pnrlanto aquella Caioeira nao he dos ine-
sua alicraco no cambio. Inores lugares
Corre que ella prepara uina felicitaco ao Nada mais occorre, que inereca menean.
irrumpe l.ut/. Napoleiio pelo baile democrtico, | Saude, e quanlo he bom Ihe desejo.__________
que deu aos ciJadns de l'aris. Acho-liie algu-
na raiq, purque sempre lie nielhor einpregar
as cidadas, que nelle se ach.ram, nisso, do que I
em lamber a guilhotina, be pelo menos mais bu-'
mano. I
Eslo prximas as elciccs, c anda nao vejo;
aquelle afao, aquello ruge ruee dos cabalistas,
pelo que eutendo, que os boniens aluda estri de
PERNAMBUCO.
Kepartaco da polica.
DIA 2-2 DEulUBIlO.
Iilni. e Iami. Sr.Das parles hoje recebi-
propotito de oao .e apresemarem. Veremos, das nests repirlicSo, consta nflo terhividn
Leinbro-mc rcfcrir-llic o que occorreu ua novidadu alguma lm da que ja commuoi-
elelco de Naluba. O Sr. Calalange, prenden- a v g,c pur 0(icjo jesla jala sob nu.
le da nieaa quiz nov.meule compu-la coiii iu- ,..Bro .77
dividuos que nao eram eleitorescm nenhuma ,,..''.. v p.o s ...,-n ,,, ,1, unir
da. dua, turmas, que alli ha. verd.deiros. e pe. l> gu"e a V. Exc. Secretaria da poll-
n.. Upposerau-scoshoraensdaordein.eellc Ciado Pernambuco 22 de outubro de 1852.
qun negociar duendo, que consenta em que -lllm. e Exm. Sr. Dr. Francisco Antonio III-
enir.sseui dous dos verdadeiros, com tamo que beiro, presidente dests provincia.Jos Ni-
entrasseui dout que elle apresentiva, que, co- colo lliguein Costa, Chefe de polica inte-
rno dille, nem eram verdadeirot, nem/>e6. O r|no.
negocio nao era mo, porque licava assim elle DEM DQ DIA 23,
com a inaiorii na mesa; mas os contrarios, que ... avtmiaaai hnla rautahi.
nao sao tolo., c tiobam em seufavor a lei, rlio 'lln- o Exm. Sr.--Das V"1**^*-
iuizer.ni adherir. "? reparl.c8o, consta erem sido pro.
Priucipiuuo barulho, e eslvam quasi a pas- sos : a mulla urdmii, (i desertor do segundo
A revoltadoibuguenoies comecava. Vendo o pode .1 u -me u'tras particularidades. Seguudo
reideFr.nca oceupadu com uina guerra es- o seu dizer, Joshua se tinha Usado ein Franca c
trangeira, elles linhain julgado o lempo favora- alli viva urna vid. surda e mysterios.. Era no-
vel para se apreicnlarein ein campo O duque deroso, una ali. proteccao o apolava. luda-
de liaban c Mr. de Soubise seu rmo erara guel por toda a parle a inorada do ineu inlinlgo,
olb.dos como ot principad chefe, desse p.rli- porm nada pude saber. A rehcid.de lei-nie
do.eulrc .seu loldo e liz a guerra ao Can- cncontr.r o leubor, estou as suasordens, mas.
uelloc como J Ihe disse, quero ver-me de posse desse
No cerco de La Bochclle eu me tinha arra.ta- raiseravel 1 Sua vida im singue nao bastara
do raeio rnorto para debauo de urna balera e Pra pagar-ine de quinze annoi de oprobrlo,
esperan raorrer, um Iialiano]me vio elevan- de miseria e de desespero, quero que elle con-
lou-me. Heprehendcu-ine de servir a proles- fesseseu criiue aos pes do senhor. quero que
lames, sendo eu calbollco. as eiircmidades Imorra da mesma inorie que deu arainha Hlhal...
cnique me achava, podia acato escolher? To- Senhor, nao sel oque val mandar-me fazer,
davta envergonhei tnc de ver-me assim feito rass eis o que ene lafame me le >ar. m o en-
b .. i ...___. I ricado em l.i.. > aproveitavam a doenca do re
para perder o cardeal, J mesura Aana d'Aua-
(i.i liuba preparada mullas pesssas pira pren-
de-lo no caso que o re raorresse.
Assustadoda parte que rae propunliam nes-
sas intrigas, toiuei o partido de fugir, g.nbei a
Suissa e puine ao servifo dos Crtsoas.
A pas da Italia eslava feita, tornei a entrar na
minha cidade, mas lodos ahi se achavam mu-
dados. Uiu desejo ardente, o da vinganca, do-
mioava eato raeus pensaraenlos, por toda a
parle en pin. iu iv. esse Josbll. r| re me havia
lo cobardemente engaado.
Aquella que rae liaba outr'ora ainado, havia
fgido cora seu esposo, eu tiqucl s, e errante
como urna alma era roda da sua morada de-
serta.
Era para mim uiua especie de pr.zer triste e
doloroso esse p.sseio habitual, por i asanles
parecia-ine torua-la a ver, mal sempre ao lado
della passava o mascando negro Joshua.
Apezar das miubas pesquizas nao pude tor-
nar a descubrir esse hornera que me tinha cau-
sado lanas dores, julgavain-no raorto bem co-
mo a mim. Que tinha elle feilo do nico bem
que rae resiava, em que laco trrrivel duna
laucado minha pobre lilba/ Eu nao podia alu-
da crer na hornvil malvad, de Joshu. quan-
do a carta de ura amigo deiaado em Franca me
lorcou a voltar para la; este amigo ettava para
inorrer, e uo quena inorrer sem fallsr-ine.
Corri a sua casa, e soube de sua bocea o novo
nome que Jusbua liuba tomado; mas elle nao
se asseraclh.v. a ura loque fnebre de sino.
AmbosliohainpiraJo inachiualraenle, Pompeo,
como um hoineui que se allviou do peso op-
presror daa lembr.nc.s, seu guia prestes a cur-
var deb.iso do peso du terror....
O Italiano voltou-se ura Inttantc, como para
Julgar do espaco que acabavam de percorrer,
estavatn oo canto da ra dos Lles-Saint-Paul.
Senhor. diste Pompeo, ..siguaaqui o pac-
to que Ihe proponho?
Pm i .in- eolregar-me Samuel i
Alli eu teassignarel |tudo o que quiteres,
inurmurou o mascando cora urna vos pertur-
bada. n
Ao inemio teinpo elle inostrava a Pompeo
uraajanella aluiuiada no priraeiio andar de
urna casa aue formava o ngulo da roa dos
l.l.ies Saint -l'-llll-
O senhor jura-ineissol'pergunlau segun-
da vei Pompeo.
Por Dos esu. cruz eu fo joro.
-. Puis bem estou s suas ordens.
Pois bate nessa porta, abi mora ura mer-
cador de trigo, accorda-o. Aqu est coui que
pagares, loma a nimba bolsa.
Que devo pedir?
Dous s.ccos de panuo de linho.
(Coaiuiiiar-K-ria.)
MUTILADO





%r

-2
liatalhlio do infantaria, Antonio Riboiro ; i nhores.dignos por rerto dos seus suffragios:
ordero do delegado do primeiro districto
deste termo, Antonio Corts ile Si, pqr In-
sultos ; ordem do subdelegaJo da fregue-
ziaite S Fr. Pedro Concilvee, o pardo Jos
Juaquim do Santa Anua, por bnga, 8 Mara,
im'mvi do Luiz Gon(alvei di Lu, por andar
fgida ; otdom do subdelegado da fregue-
zia do Santo Antonio, Antonio Francisco de
c M v.iili.i, i'iir infraccSo de posturas mum-
ripaes ; ordem do sub alegado da fregu
zia do S. Jos, Valenlim Izidro, por ferimen-
lo, o Maria, escrava do Manool da Souza Gui-
ruariles, por ter espaticidoa um menor;o
do subdelegado da freguezia da Boa Vista,
Cciincodo tal, desertor do qnarlo batalhBo
do artilliaria a p.
O delegado do tormo do Pod'-Alho me
communicou em ofllcio do 17 do corrente,
que noquarleirlodo Hclmontedaqulla fre
guezia, fora assissinado Jos Gabriel de Sou-
za, casado, por son lio Jos Carlos do Figue-
redo, oqual p lo-so evadir a prisflo, mas
eslava sendo processado na forma da le.
Dos guarde a V. Eic. Secretaria da poli-
ca de Pernatnbuco 23 de outubro de 1852.
Illin. e Exm. Sr. I)r. Francisco Antooio llt-
beiro, presidente desta rovincta.-Jose Nt-
eolao Rigueira Costa, chefede polica Inte-
rino.
Correspondencias.
Srs. Redactores.-!!.! ilias que me preparo
para fater urna carldarie, que so boje me he li-
cito eaerce-la ; cooslsltndn ella em chamar
autora.para advert, lo d'iim acto de slmplf m.o
bom notlclador hebdomadario (jue.sob o pseu-
dooymode crrelo di provincia ahi appa-
rece rm cada segunda felra com um cborilho
de mentlraa e lotices, que outros chamariam
ehingamenlos bucaes ou aaiyrai de barra de ao-
coreta.
Trata-se de punir um roubo, seno tJo impor-
fanle como o de Helena, nem por lato he me-
nos grave no tribunal de Minerva. I.diziao
padre Maeedo "gloria e brasao da lilteralura
portuguesa, que antes quena ser apandado em
fl.grante, arrombando una capneira de gali-
nhas, do que, se Ihc laufasse a face um pla-
gio ; c elle tinha raiao ; porquanto o que fur-
ia urna galinha pode mili brm justificar o acto
rom a suprema le da conservaco, calo em que
os moralistas legitiman) o uso do bem Unio ;
mas que drfeza pdc ter o que rouba o ftucto
dos trabalhos Iliterarios de uutrem ? Que o es-
criptor ou huinein de letras procure aasiinilar
um bom pensamenlo que encontra as paginas
alheias; que o elaliore. digamos assim, lio seu
espirito at lile dar uina cssenela nova, Irans-
mittindo-o sob formas diH'erentes daqucllas
em que o recebeu, c isso umesloreo digno
do euteudimeoto humano, o qual cria-se, aug-
mema-se, e dilala-se com as acquislces que
fas, apuraudo-as em todos os cadinbosda imi-
tafo, a qual, quando bern fclta, tein mals m-
rito, do que a invenco, que quasi sempre he
obra da e.poutancldade, c do acaso, couio se
eaprin,e Vollaire.
O plagio revela servilismo de Inlelligenria, e
nciosidade de espirito, e dahl o opprobrio que
o acompanha.
Verdade he que quando li o crrelo pe-
nltimo, e que nelle deparel |o plagio que vou
apresentar, tive uiaiseoinpalxao da pobre alma
que o coininetieu, do que outio (|ualquer sen-
timento de averso ; pois, couheco que o lioin
ebrouista de petas tem necessldadcde cntrcier
a papalotee dos scus admiradores; crelo inesmo
que dessa tarefa ( milito pinico honrosa .') Ihc
resultarlo alguns proventos nccessarlos vids.
Mas cu, se como sac<-rdole de hrislo ihc devo
perdoar essa Iragilldade, Ih'a n;io perdoarei por
certo como hoinem que se devola s letras, e
que ileieja que a mocidade braslleira, allu-
miada pelo pharol das sciencias, se nao deixe
licar atrs na marcha progresslva da raz qual nao pdc aperlricoar-se naqurlle, que em
lugar de cultiva-la ooin esforco, desenvolven-
do lodos os seus germens de irradiaco, espo-
ja-sc no paiil din plagios c das usurpicoes, a-
grilhoandu o genio rm scus vos, e inirrand.>
o i plrlln ii, vi* arremedo*, odinos de um,
inftiltgencia cultivada !
Islo posto, ciunpre ijuc o nohrc eseriplor do
correlu minia, insulte, vitupere, quanto Ihe
pcrmitirein seus pnlines ; mas que o nao fa-
ca a cusa do padre Josc Agostinhu de Macedo,
como o fez lio citado "crrelo ", copiando una
passagem Intcira do espectador i i ugu :. com
ni ii- ou menos alterques, que aluda mais ag-
gravatu o plagio !
l'ois bem, atlcuda-sc para o que sosegu;
' i.nbini -m cuidadosamente as suas passa-
gens, couliecer-sc-ba se urna iiohe lha da
nutra
Xeuhum sctletado, por mais qtu naja rntin-
riarto os principios d'uma eeila piooidade natural
lera a anuaria t a itnpndenea de le amtunriar no
mundo em dfriiec ou rcriuo d'um arandrerim-
noio.
Este plienomcno em moral eslava eseivado
para urna especie de padre, quepo* ahi anda temptdrando as ra* a quem rha-nam, por Ur sido
fraile, ir. L.
Que um pobre diabo, levado por urna paixo
cega e violenta, qual a vingania de urna affronta
de a morte aoutrem, he por certa umgrane eri-
wi, porque offendr a ualure-a, e w/rinije as leis so-
ciaes ; mas tiles e outros ciimes, consequencias im-
mediatat de urna patino furiosa e precipitada, en-
'Ontram em sua mtsmaecttsat principios alijuma
desculpa aos olhos da raio,quc n'io dcscolirsna
humanidade mais que imptrfeicdes.
o Um criminoso, portm que premeditae ejecuta
itm ronbo, por esemplo, apresenlando liacamuile
i o pun/iat, offende njo id n nutureza, perturba a
soct'dadc, infringe as suas leis, e esranaatisa os hn-
mtns, como he o inais detestaael uborlo da tniqui-
dadt -
Al aqui fallou o crrelo de 18 desle mci,
e impresso no.i6eran'crnamtii(r'irio n. 33. Ve*
jamos agora, se o que elle dase, j nao fura
dito, ha trila c cinco aunos pelo padre Jos
Agostiiibo,eui o numero d. do espectador Por'
tuguez, pag. da pagioa do Espectador com o numero do LI
beral eir que se le o vergouboso plagio ?!) t
I i-lo :
Neohum scelerado, por mals que naja re-
Duociado aos principios da probldade natu-
' ral, lera a audacia, a impudencia, o descara-
" ment de le aonunclar ao mundo Inleiro scui
" ,n-i no ou reboco um grande criminoso.
' Este phenoineoo em moral eslava reservado
' para o Hlppolyto (npiaamriosuftiifiuio estrno-
" mepelodc padre}, purque declarando-ac sem
" pejo l'edreiro-ltvre, se declara o inaior de
" todos os criminosos. Que um levado de uina
*' paixo cega, e violenta, qual he a vinganra de
" ii ni .i attronta, de a morte a outro lioinem, he
41 graaiie um crime,porque olleniiea naturea,
" et perturba a sociedade, iofrlngc as leis, c es-
*' candaliaa os homens ; mas estes e outros
*' erluies eonsequeoclas inmediatas de una
" palio furiosa e precipitada Icliain em sua ;
"inesma causa c piinciplo alguina desculpa'
" aos olhos da razo, que na descobre na lu -
" manidade inais que iinperfeicdes, equaodojo
" acto daquelles a que as leis chainaui pri
" meiros, as uiesnias leisou moderam o castl-
" go, ou e esqueceiu do delicio. Ma um cri-
" iniaoio que premedita atlcntados............
,, be o inais dcieslvel abono da iolquidade "
Com ellei i, i! como se furia assim cara n*is-
eatnd.i} Els aqui 09 eserfptorcs que querein re-
formar o inundo l
Divo em conclusao dlzer, que o cabecallio
do ultimo correio Uinbein be furtado, nao me
lembro de que autor, pola aquclle pbraseado
me nao be estraobo, e quem tirer um pouco de
critica coDliecera que aquelle eiordio fol mal
encaixado no araozel do correio. lu fim o ho-
mein quer dar ao seu escrlpto todas as propor-
cocs de tnonstromonstro na materia e moos-
tro na forma,
Recite 2 de abril de it>.
1 Consalheiro SebastiSo do Reg Barros.
9 Dr. Jos Thomaz .Nahuco de Araujo.
i Dr. Franciseo Xavier Paos Rarreto.
Dr. Domingos do Souza LeSo.
Conselneiro Antonio Peregrino Maciel
Monteir).
I Ir. Antonio Coellio de S e Albuqoerque.
Dr. Augusto Frederico de Olireira.
8 Dejombargador Jeronymo alartiniano Ki-
guei-a do Mello.
9 Dr. Franrisco do Paula Baptista.
10 Cunselheiro Jos Rento da Cuoha Figoei-
rodo.
11 Ur. Francisco do llego Barros Brrelo.
l -i Dr. Rodrigo Caslor de Albuquerque Mi-
ranho.
13 Dr Jn.l'i Jos Forroira de Aguiar.
Um malulo ajrlullor.
Scnhores Redactores. Como ludo indas
a crer, a eleico a quo si tem de proceder
em dozeuihro prximo futuro para deputa-
dos para esta prorincia assombla geral le-
gislativa, vai correr mui livremente, sem
que a ninguem soja permetli lo impor aos II-
lustrados eleitores pornsmbiieam suma lista
de treze nomes, dos quses nSo posssm elies
excluir um s.sem incorrer as iras dos do-
minadores do da, que de ordinario liraitam
sou dominio a promover os respectivos in-
teresses individuaes, inda mesmo sacrill-
cando a amizade, anda mesmo esquecendo
oais sagrados compromissos.
Isto posto, tendo Vs. Ss. publicado algu-
mas lisias, que nade mis sao do que regis-
tros de varios nomos, dentro os quaes dese-
iam os quo as formularan! qu i o corpo elei-
toral pernambucano escolna aquellos que
tem de honrar com se is suffragioa na refe-
rida cleicDo, esporo quo mi lioeralisarUo o
mssmo lavor, consmitindo que ofTereca a
r ni-: iciar" dos meus comprovincianos
uina nutra lisia, que alguma cousa diffeiire
d'ssas, quo j tmn sido estampadas as pa-
ginas do 9eu Diario.
Oacidados que nella mencionarei nflo
9Jol unios danos da subida honra de re-
presentar l'ornamntico no parlamento bra-
silono, pois qu- felizmente esla provincia
abunda em caiiacidadesque eslao no raso de
aspirar a lo sublime incumbencia ; silo, po-
n-m, mrreciidores dola, j por seus seivi
eos, polilica.domnenlo e ao paiz. ja poi
sua illuslracSo, ja por sua mdeiien lencia,
e firmeza de caraclcr.j linalmente pela sua
moralidad, e honradez ; quahdades que em
meu pensar n9o dev.tm sor esquecidas quan-
do se trata do conferir a um individuo qual-
quer o encargo do advogar os interesses de
um povo como membro do poder legisla-
tivo.
Eis a miiihi lista, e dalla me nSo aparta-
rei so meus coaiparochianos mo acharem
apto par eleilor
Us 9enhore9.
Antonio Peregrino Maciel Monleiro.
Sebastiao do Reg Barros.
Antonio Corren Sera.
Honorio l'ereira de Azeredo Coutinho.
Floriano Correia de Biillo.
Antonio Francisco Pcreira de Carvalho.
Joaquim Viliela do Csst'O Tavares.
Jos Rento da Cunha Figueiredo.
Antonio Coolbo de Si Albuquerque.
Francisco Xavier Pes Baireto.
Jo> Tnomaz Mabuco de Araujo.
Franciseo do llego Barros Barrlo.
Francisco Raphael de Mello llego.
I m Vernambucano.
ii ni wmsmwtwsmmrts^rm.'antssmsmstm
Publica<;ad a pedido.
de tem lizer-ia a exprsalo do estado social da fena, SO barris manteiga, 9 fardos lonas, I
qual ella he o resultado. barrica ohjectos de metal; a E. H. Wyitt.
Esta molestia do crgulho, de que ha pouco 19 fardos oiiScsIxas tecidos do algodo,
fallavainos, tein sido a causa de urna profunda j j|[, miudesas, 8 ditas tecidos de linho, 4
perturbacao na tbeorla como na prailca do Jor- d|U| |encos de a|g0dSo, 100 barris mantoi-
nallsmo. O jornal nao dcvla jamis ser senio Ki || cjD,on am,
mn Instrumento d.civlll..co.Tem-se fello B o 1 ardo tecidos de linho,
sociedade, els-aqul e 9 fardos ditos de IBa 4 canas obeles de
minar o poder, a opIniSo, a i
Francisco de I'.irros Gorrria, escrivftl da sub-
drlecicii di frrguezia do Santiiitiino Saera-
iiirnio do balero da lfo*.-Viia, termo da ci-
dade do Hecifc de f'crnambnco, em virtude
da le etc.
Certifico que o Iheor da pronuncia que traa
a priicao supra, lie da forma e maneira seguln-
le : A visla dos Inliirogaloiios de lis. 3 lis.
H. e ilepiiimcntos de 09.17a lis. 3l, de 11), 3i
a lis. lu, e de ds. 15 a lis 50 verso, dos qnae
mostra-sc que os reos Francisco das Chagas
Duartc de Olivclra, Jos F rancisco de Sou-
za, Jos Crrela de Mello Alexandre
Jos 1' i, u i c Lourenro Justiniaao Perei*
ra dos Sanios, compunham uina quadrilba
que se oocupava em roubar pelas estrads e
ras desta cidade, c que efl'ecllvamentc fasiam
altacando alguns viandantes, bem como pretas
escravas, as quaes nniluv.nn os productos das
vendas, ouro e mala objectos que coinsigo tra-
ziam, assim como roubavam cavallos das estri-
barlas, fazendo arrombainentos, alem de mni-
tosuutros furtos que fiiiam, sacando crtelras
de algibeias. illudindo os uiHttitos, aos quaes
sublraliiam inatrcirainentc grandes sommas.
como aconleceu a um certanejo nesta clddr
em urna loja na Ra Nova, e um malulo
no raes pda ra da l'raia, o que confessam os
iiicsmos'ios. julgo procedente o presente pro-
cedliiirnlo ullni.il, e pronuncios reos Fran-
cisco das Ghagaa Duarle de Ollveira, Jos
Francisco de Mouza, Jos Cnrreia de Mello,
Aleaandre Jos Perelra, e Lourenco Juallnia-
no Perelra dos Santos, como indiciados, e io-
eursos nn artigo .00 do Cod, Crini.,e os obrigo
pris.o e livramecto, e paguem as cusas.
Quauloao reo Jno Damasceuo nao resultando
das provas lestes autos indicios de que lizesae
parte da referida quadrilha a que pertenclam
os pronunciados, julgo improcedente o pre-
sente procedimeolu olllclal, e pague a muolci-
palidadc as cusas em proporcao. O cscrivo
faca reinessa desles auios ao Di. juiz munici-
pal da priiueira vara, na lruia da lei, e cum-
pra oo mals o cu regiment.
Subdelegada da freguezia da Boa-Vista 16
de outubro de i86'2.Rufino Jos Corlea de Al-
meida.
Nada mals se coolinha em dita pronuncia
aqui transcripta, que bem c lielmeule fiz tirar
porcertido do proprio original que tica em
meu poder escriplo, ao qual me reporto, val
na verdade sem cou9a que duvida laca, por
niini subscripta c assignada nesta freguezia da
lloa-Visla aos 'sO dias do mez de outubro de
I8S. Subscrevi e assignei.
Eio f de verdade.
Francisco de Barros Correa.
em urna so palavra o Jornallsino como tem aido
comprehendido e pratlcado desde mullo lempo.
Em lugar desta expressao de egosmo e de
orgulho: dominar, aubslllufreraos esla oulra
axpresso de abnegarao, de dignldade e de de-
dicac.lii entinar.
Dominar sem enslnar, he o jornallsmo antlgo,
Enslnar sem dominar, he o jornallsmo mo-
derno.
Nao queremos outro dominio que nao leja o
4a verdade. Nao somos o chefeda opiolSo; so-
mos seus aoldadoa. Nao entendemos dirigir a
clvlllsaco, mas lase-la refleclir, dar-IJie sua vi-
da, sua lu e tirar a nossa forca das verdadei
3ue ella consagra, dos principios que aceita,
as Iransfonnacocs que impoe e dos progressos
que faz.
II.
Harmona da arcan e do enslno, tal he em
duas patarras o aegredo de aeu poder Invencl-
vel sdb o Imperio de todos os governoi e de to-
das as legislacdes
Occope-se a impreosa da verdade dos coslu-
mes, das ideiaa, das insliluicdes, que estar em
toda a sua lorca, quando inesmo nao eslivcsie
era toda a iua liberdade.
A' medida que a elvillsaclo se transforma e
ae engrandece, a Imprensa deve lanibem se
transformar r ae engrandecer como ella, sob
pena de ser uina arma embotada, semelhante a
estas reinas espadas com as quaes naaise com-
bate uiais a sao os Iropheos de urna oulra idade.
A clvlllsaco tein soll'rida tres pilases ,tn
dlslinclas desde o come(o de aoasa primara re-
voluco. Estas trea pbases asiignalam ao noiso
ver, urna trplice Iraosformacio do jornallsmo
A pi imrir.i destas phasea pertenca lucta.
He na hora em que o velho mundo baqueia,
que o mundo novo sahe dai ruinas de doze se-
culos. Aquelles que se retlram, desputaiu o
terreno a aquelles que avancain. O Jornallsmo
he um campo fechado. A dlscuisao he um
opsculo. I>ir se, despedaea-se ponas de
punbal. Cainlllo Desmonllns, Brissot, Marat oc-
cupam quasi lodo o espato desta publlcldadc
que agilain e levantam as vagas de uina revo-
lucio. Elles arremecam-lhe cada toaohia o
que tein de mais amargo, da mals eloquente e
de mals violento ; esle aeu escarnea, aquelle
sua indignaco.aquell'outro seu odio aelragem
e seu desejo sanguinario de carnificina. Elles
sao as roses das tempestades que rugera, dos
clubs que vozcam, da tribuna que Iroveja, da
ra que susurra, das victimas que grltam ou
dos carrascos que fercin. Nao procuris neslas
paginas sobre as quaes o lempo lem passado
sem purifica-las, a inspiracao, a convierto, a
idea, a lus. Ahi 90 enoootrarcls a paisao. O:
joraalisiai nao sao anda nem pensadores, nem
phvlosophos, nem homens de estado; sao tou-
readores. Agilaiu retalhos de panno vermelho
diante do monsiro com o qual se dlverlem,
ilim de inelhor excitar a sua colera, e de en-
tregar com inais seguranca a sociedade s suas
garras, sacrideando-se elles mesraos.
Asegunda destas phases pertenee apoltica.
O circo est fechado. O campo de batalha se
abre. Os partidos se formis e se combaten)
i liberdade se regularlsa. Fol sem duvida urna
grande pocha para a imprensa, aquella que
tinha por afilelas Chateaubriand, Lamennais,
de Bonald, BenjamimConstsnt, Boyer-Csllard,
Uilot e ilepms llilrrs, Aim.inil I .11 re, lleinil-
tat, Lacordalre, Montalembert. A lucia nao
era mals pessoal, nem mortfera como no lem-
po da primeira rerolueao. Ella se llnha aug-
mentado e purificado. Em lugar desebater,
rombatia-se. As Idelas tinhain substituido s
paisdes, os partidos aos individuos A morte
por mel dos apusculos tinha mudado em dis-
cusso pelo argumento e raciocinio. O jorna-
llsmo se elevavadeste modo at o Interesse so-
cial. Elle se desvairava multas vezes ; deliava-
se levar por inuitos erros e arrastainciilos, mas
lu.lmenle responda s condlcdes do estado
social; elle rrpresenlava o pas fraccionado
cin opinldea div, rsas que se desputavain o go-
verno as concurrencias ardentcs, muias ve-
zes gloriosas e quasi sempre esteris do rgi-
men parlamentar.
A trrcelra phase, a do jornalismo moderno,
11 re 1 a elevacao do interesse social e do pro-
gresso pratico. Os partidos estao vencidos. O
terreno de suas lucias dcsapparecem deaixo
deseusps. Elles existem sempre he verdade,
no estado de crencas, detradlces, de recorda-
edes, de saudades, de eiperancas. Mas nao ex-
latciu 110 estado de turcas polticas organisadas
Elles nao tem mais a palavra as camarai. A
legislaco sobre a Imprensa s Ibes deisa meios
enflaquecidos de communica(o com o espirito
publico. Para que serverlam seus etlaipedes?
O que enlo era grande, nao seria mals que ri-
diculo hoje. Nao ba inais aihletas na campo de
batalha da poltica proprlatnentr dita; s ha
sombras e os gigantes cujos despojos temos re-
cordado, nao poderiain ler para sucessores se-
no pygmeos.
Nao temos outrapreiea(osenio a de elevar
a imprensa altura do Interesse social e do es-
pirito da civilsaco. A impreasa nao tnorreu,
por mais que o digam, nao morreu seno para
as paladea que deixaram de anima-la, para os
intereases de partido, que cessaram de vivifca-
la. Mas ella pode revlver e ha de reviver no
Interesse social que he de hoje em dlante a re-
gra da politica. A imprensa vii a serum en-
sillo. Os jornalistas escrlptores. Os* mesmos
homens de estado serao orgulhosos de se servi-
rem della para fallar opinio. Eis-aqui o que
queremos eis-aqui o que faxeinoi. Que a im-
prensa seja mil, que seja digoa, que ha de ser
logo livre, sem que a liberdade possa ser uina
ameaca para o poder c um perigo para a socie-
dade.
A. re la Guronuiers.
^________ (Oo Paj-s.l
Ign 1.1o, 9 ditas tecidos de algo lio e 19a;
I. Keller & Companhia.
? ditas teciJos do algoi.lo, 4 ditas ditos
de linho ; a A. C. de Abreu.
100 barris manteiga; e Itolhe &Ridoulac.
7 ssccos amostras ; a diversos.
3 fardos baota, II ditose 11 caitas tecidos
de algolo, I fardo ditos de linho, 1 barri-
ca louca, 4 ditas vlnho, 8 glgos garrafas, "e
I sacco rlhas ; a Fox Brothers.
90 sacros pimrnla, 49 Caisas e 57 fardos
tecidos de algodSo, 9 ditos ditos de lis, 10
ditos e 9 cama ditos de linho, 50 barrie
manteiga, 16caixas linhas, e I pecte ob
jectos de escriptorlo; a Me. Cslmont &
Companhia.
t ciixa errelos, 50 bsrris manteiga, 9 cai-
tas lencos de cassa, 30 fardos e 90 calas te-
cidos do ligedlo| a J. Ryder & Companhia
18 caixas e 5 fardos ditos de dito, 9 caixas
ditos de dito e linho, 9 ditas ditos de linho,
I dits vestidos de seda; a Rosas Braga &
Cimpanhia.
32 fardos e 60 caixas tecidos do algo 1.1o ,
27 caitas ditos de linho, 1 dita roupa, 1 far-
do pannos de linbo para solins, 4 ditos te-
ci ios de ISa a R. Hoy le & Companlii
2 caixas longos, I dita rendas, 101 ditas e
106 fardos tecidos de algod.ln, 12 caixas di-
tos de la, I dita chapeos de sol, 1 dita veos
de renda preta, 100 barris manteiga, 3 cai-
xas roupa, I dila selins, 1 dita com urna es-
pingarda, 9 ditas tecidos de linho, 2 ditas
cniliues para botas, 1 dita calcado de bor-
raxa, 1 dita entelara, 1 dita chapeos de sol,
UoO rafias ditas cha ; aos consignatarios.
5 caixas tecidos de linho, 41 calas linhas,
32 fardos e 35 caixas tecidos de algodu ,
4 ditas miudesas; a Adamson llowie t Com-
pinhia.
9 caixas tecidos de linho, 40 ditos e 25
fardo i ditos do slgodSo ; a Russell Mellors
& Companhia.
17 fardos e 18 caixas tecidos de slgod-lo,
5 ditas ditos de linho, I burra de ferro, 5
caixas lencos de cassa, 150 barris manteiga,
I pacote roupa, I fardo lencos de algodo ;
a J. I'ater & Companhia.
1 ciixa e urna barrica ferragons, 9 caixas
tecidos de linho, 5 ditas rotudezas, 9 fardos
tecidos do ISa, 9 caixas loncos de algodo, 2
ditas tecidos de algodSo o linho, 12 ditas di-
tos dealgodSo, 9 fardos ditos de dito. I cai-
ta chapeos de sol, 2 ditas seiins ; a G. Ken-
worthy & Companhia.
CONSULADO GERAL.
Bendimenlodola28 .30:900,567
dem do di a 29........803.946
31:704,513
DIVERSAS PROVINCIAS.
Vende se a veleira e bem
construida escuna braaileira Ade-
laide, forrada de cobre, e prestes
a seguir para a fiahia por j est
carregada. Fax-.se a venda para
Iruitpassar a posse do navio, ou
antes da sna sahida, ou depots da
sua volta da Baha, e effectua-se
porque seu dono quer retirar-se :
quem pretender compra-la, pode
dirigir-se ao consignatario, na rui
do Trapiche Novo n. 16, segundo
andar.
Para a Baha
Sahe o hiato Llgeiro, forrado e pregado de
cobre; pira carga e parsagelroi, trata-se na
ra do Vigario n. 5.
Para o Cear
Sahe com multa brevidade o hiate Angeli-
ca.quo j tem parte da earga, e para o resto,
trata-se na ra da Cadeia do Recife n. 49,
primeiro andar,ou no trapiche do algodlo,
com o mrslrc
Segu para o Ass o brigue nscional
Fortunado Norie.o qual pretende sabir im-
preterivelmente uestes 3 diaai quem no mes-
mo quizar carregar ou hir de passagem di -
rija-se ao escriptorio de Jos Candido do
Barros: ra da Cruz n. 66, oo cora o capltfio
a bordo.
I'ra a Baha.
Segu com brevidade a bem co-
nhecida escuna nacional A del si-
de : para o resto da carga, trata-
se na ra da Cadeia Velha n. a3 ,
ou na do Trapiche Novo n. 16, se-
gundo andar.
Para o Rio de Janeiro saldr com a
manir brevidade, o bem conceltuado brigue
Adm7nisirscl"o do'parimoiodVsorphos. I **. dePernsmbueo, recebe carga ees-
,, ., eraros a frea, e lem aceados commodos
- A repar icSo das obrss publicas com-, ptMiga;og quem pretender qual-
prs os seguin'es matonees : --t0tnilhe.ro. ler d cg ,er dirigr.S8 ,s seu
de t.jolos de altanera batida. I peca de ca- JroprleUriO Manuel'Gonc.lvos da Silva,
bo do couro que lenba a groutyi de 4 po- Se jmpret6rivelmente para o Rio de
legadas, 300 caibros para andaimes, 6 du-' Jtneiro no djl 3| do correale 0 bem conhe-
zias detahoasdelouropara aodaimes, 500,ddo p.lacho valente; para escravos e pas-
pecasde cordasdeembira branca, e1000a|.,geiro.tr,t,.se eorn 0 capitUo, na praca
queires de cal preta. As pessoas quetaes;do commerc|0 ou corn NovaM & Compa-
ulijectos quizerem vender, comparecam no nh ni rua do Trapiche n, 34, segundo
da 3 de uovembro nesla repartico ao meio i andir.
dia, trazendo as suas propostas encartas .u .._ d;. j_ I_.:._
fechadas I Uahe para o nio de Janeiro no
REAL COMPANHIA DE PAQUETES INGLEZESJ dia 8 de novembro o brigue nacio-
ai AJVA?a...___ ..- nal Kecife: para o resto da carea e
No da 31 deste mez, espe- o .
Os Senhores abaito indicados, que estSo
na posse de terrenos de marinha. sem ttu-
los hajam no prazo de oito dias do os solici-
tar sob pena de que nio o fazendo serlo os
mesmos eoflsl lerados devolutos, segundo e
nolilicaco, que Ibes foi requerida :
Antonio Manriques Mafra.
D, Anna dos Psssos Gama.
Antonio Pacheco ala Motil
Antonio da Costa Rogo Monteiro.
Antonio LuizGonsaIvs Ferreira.
Antonio Francisco Xavier da Costa.
Antonio Luiz de Freitis.
Belchior Jos dos Reis.
Bernardo Jos Cameiro Monleiro.
Briz Antonio da Cunha.
Franca e IrmBos.
Francisco Antonio deOliveira.
Frincisco Antonio Freir.
Frederico Auguslo de Leroos.
Herdeiros de Joo Maria Sevo
de Jos Ramos de 01 iveirs.
de Antonio Teixera Lopes.
JoJo Alhsnaslo Diss.
Jos Higino de Miranda.
Joo Eugenio dos Santos.
Joo Mario!.
Jos dos Santos Nuncs de 01 i veirs.
Joaquim de Oliveira Souza.
Jos Rodrigues dosPassos.
0 mesmo.
Joo Bsplista llerbster.
Jos Antonio da Silva.
Joiquim Ignacio do Carvalho Mondonga.
Joo Antonio da Costa Medeiros.
Jos Bibiano Ribeiro.
Joiquim Maria de Carvalho.
Jos Luiz de Souza.
Herdeiros do Jos da Cunhi Taixeira.
D. Maria Rosa da Assumpclo.
Manoel Elias de Moura.
Manoel Camello l'essa.
Manoel Gonsalvcs Poreira.
Pedro Borges de Cerqueira.
Paulino Augusto da Silva Freir.
Umbelina Mana dos Prazores Figueirodo.
Vicente Anastacio Ferreira do Nascimenlo
Victorino Jos de Souza Travasso.
D. Hfldiivigcs Amelia Setto Cavslcanti.
Renditnentodo 1 a!
dem do da i"J .
I )\ |iiirtii(,:i(i
Havre, pelo Rio Grande do Norte, barca
franceza Conte-Rnger.de 317 toneladas.con-
du/ni oaeguinte : 381 saccas com 2.034 ar-
robas e 6 libras da algodn, 3 barricas com
7 arrobase 16 libras de caf, 3 ditas com 7
arrobas do tapioca, I cesto inhame, 1 caixa
garrafas de gummi, 1 dila gomma, 8 ditas
garrafas de cachaca, 1 barril cachaca, 1 far-
do peles de carneiro, 2 ditos charutos, 2 ma-
cacos de madeira, 151 couros salgados, 163
arrobas do cobre velho.
Liverpool, brigue inglez Rtinnymedo, de
286 toneladas, coiduzio os-guinle :1,000
sacos com 5,000 arrobas do assucar, 853
sicess com 4,478 srrobas e 28 libras de al-
godSo, 106 barricas com 812 arrobas e 13 li-
bras de assucar.
ECEBEDORIA DE RENDAS INTERNASGE-
RAES DEPERNAMBUCO.
Ron di ment do dia 29.....300,110
CONSULADO PROVINCIAL.
Rnndimento do dia 29 856,534
3i|*^^ no mi ji nt-sio mua oapo-1 _
a A-vsMts. ra-se o poderoso e veloz va-, escravos a [rete, trata-se na rua to
OmM porMedvrsy cnmmandinle, ro||e 0 n. ,7sceiinrJ0 andar, ou
^^^^" Weller, o qual depot.de ae- .,"" i i i
more do costume seguir paraos poi tos do |COm o cap lio Manoel Joaquim IjO-
Sul: para passsgeiros, tratt-so em casada bato.
agencia, na rua do Trapiche Novo n. 49. i Vende-e o brigue brssileiro Sare, de
Banco de rernambueo. famosa construc^So inglesa, tododecarva-
Os descontos continuam a 8 por cento 'Iho, pregado, encavilhado, e forrado de co-
"l"577*875 ,nno por letras at 6 mezes. Compra e i bre.e no melhor estado possiveljpois ha ape-
__'_____vende letras sobre o Rio do Janeiro, de' as dous aunos que sahlo do e.taleiro; lem
qualqurr quantia e a prasos rasoaveis. Bao- excellents amarras de ferro, e o mceme e
codePernambuco23deoulubro de 1852. veame qussi novo. He de vintemil arrobas
O secretario M. I. deOliveira.
1:562,362
15,515
iilMTItO
Movimento do porto.
SI H|.|
VARIEDAOE.
ioaquim Finio de Campo*.
Seohores Redactores. Lendo os Dia-
rios de i7 o 29 do crrante, nelle enconlrei
tres chapas decarviiiiiitos a depula^Ao geral;
e como nellas fosein oiniltidos os uonies de
alguns pernambucauos dos mais l.r*nt.meri-
to>i e mais aptos, por sua illiisirag.lo. firme-
&i do carcter, e in gar os interesses da provincia; recommen-
damosaosillustresclitoresos seguintesse-ldeseruma verdade. Nopdeser uina verda-
AClVILISAgAO' E A IMPRENSA.
I
I Ha uina molestia niuilo DrtqttcnM nojorna-
lismii: esta moleslia se chama o orgulho. Ah!
qiiantoi joroallitas que ae admiravam tanto,
uo temos visto inorrer della! Ellea tlnham
candado a paciencia, atormentado, fatigado al-
guns ministros ; tlnham conduzdo para a sua
queda governos bastantes imprudentes par
despiezar seui consclhos e suas ameacaa. Ma
apenas os viam por trra, s endlreliavam t>1-
dosaineote sobre elles, proclamando a aua in-
fallibllldade c a sua omnipotencia. Todos po-
diam enganar-se, excepto elle. Se urna revolu-
fo vinha destruir o que elles tlnham Msongea-
do, consolavain-e facilinentf:, smente pnrque
o haviapredito. O inundo Inteiro eslava nos
seus pequeos cerebros. Sua peona era um
sceptro c nao ua arma. Em einelhantes inos
a liberdade da Imprensa tinha degenerado em
urna orle de lyraonia da escrivaoinha. O espi-
rito puMico, a civilisaco, a sociedade nao ae
reconhecendo mal nestes debates sem grande-
za e sem fim, noa quaes sobresahem a persona-
lldade uietquioba e estril. Estes homens de
intelligencia e de talemos, os quaes podan, ser
grandes, fazendo-se uleis, nao eram seno ri-
diculos to mando-se necesaarlos. O favor da
opinlao, e at o capriao da popular! lade, os
abandonava, e semelhantes a estis velhas na-
.noradeiras apaixonadas de si inesmas, que
quando Ja uo seduzem inais a ninguem, lca-
vam envolvidas em sua propria dmirapo, con-
irmpl.iinl > "' anda em seu esprlho quando
iiiugueiu in;ni as olhava, r tingndo ouvlr fal-
lar quando ninguem ai escutava mais.
A imprensa s he um poder com a condico
COMMERCIO
rr,.W,.\ 1)0 KECIFE 99 UEOUrUBHO, AS
3 lilil AS HA 1 AllliK.
cOTACdssorriciiES.
Compra de assucar.
Mascavado regular a 1,150 rs. por arroba.
Af.KAMlKGA.
Kendimnnlo do 1a28. .323:002,850
dem do dia 29.......13:041,817
336:0,667
.'Vriiwu entrado no dia 99.
Ass 10 dias, hiate brasileiro Lxhalafo,
de 47 toneladas, meslre Antonio Manoel
Alliinin, equipagem 5, carga sal e palha ;
a Jos da Silva Mendon^a Vianna.
Navio tahido no mesmo dia.
Havre pelo Rio Grande do Norte barca
francea Comte Koger capillo Churito,
carga algodo.

Kecita extrnortlinam livre da
assignatura.
S \ lili A DO 30 DE OUTUBRO DE 1852.
' de carga, e achs-se inteiramente preparado
a navenar para qualquer parte: os preten-
> denles podem examina-lo e tratar com llal-
', liiar o Oliveira, na rua da Cadeia do Reeifo,
armazem n. 19,
Seguo para o Rio de Janeiro nestes 10
' dias o brigue nacional Flor do Rio, de e
, collente marcha, forrado e pregtdo de co-
bre, tendo j mais da meta de de san carga
i prompta ; para o resto da carga a frete, es-
' cravo* e passageiros, trata-se no escrlptoiio
I de Jos Candido de Barros n 66.
i __,
Avisos diversos.
Gabinete portuguez delcitura.
A directora participa aos socios
EDITST
B
0,0r. Custodio Manoel da Silva GuimarSes,
juiz de direito da primeira vara e do com
mcrcio neala cidade do Recite de Pernam
buco, por S. M. I. e C. o Senhor 0. Pedro
II, que eos guarde &c.
Fa;u saber aos que o presente edital vi-
ren, que se acha vago o ollicio de porteiro
doa auditorios desta cilade, por haver fal-
lecido o seu serventuario Joo Januario Ser-
ra-Grande: em consequencis do que con-
vido os pretendenles ao referido ollicio para
que, no prasode 60 dias contados da publi-
cacclo deale edital, meapresentem seus re-
querimenlos datados e assignados por si ou
music ,
I). Cesar de Bazan.
Personagens e actores.
Carlos II re de llespanha -. o Sr. L. C. A-
modo.
D. Jos deSantarem -- oSr. J. A.Costa.
I). Cessr de Bazan o Sr. J. J. bezerra.
Mrquez de Motillior o Sr. II. J. de Araujo.
I ii capillo da guarda real o Sr. M. J
Pinlo.
Lazarilho o Sr. J Pereira.
Um barqueiro o Sr. L. A. Monleiro.
Manan a senhora D. Manoella.
Marqueza de Mnnllinr a senhora I).Amalia.
Cavalleiros, soldados pavo.
Em seguida a senhora D. Manoella Lucci,
e D.Carmcla cantarSo a do a m Jiimha bra-
slleira,
Ten lio ainda um corago.
Terminar o espectculo cos a minio ap-
plaudida
Tiiiiiulilli i liespanliola.
I'ublicac's litteraria.
Sabio a luz.
98 RUA DAS CIIUZES 28
A continuacAo da materia medica homeo-
pathica augmentada da iheoria dasdozespe-
Descarregam hoje 30 de outubro.
Barca ingleza Bonita mercadorias.
Barca ingleza -- Lord John Russell carvlo.
Brigue escuna brasileiro Laura gene-
ros do paiz.
liia|ioi-tacio.
Calara Ingleza Bonita, vinda de Liverpool,
consignada a Deane Youle & Companhia ,
manifestou o snguinle:
55 barricas cerveja, 1 caixa objectos de
escriptorio, 9 fardos tecidos de algodSo, I
barrica, 1 caixa e 77 voluntes ferrsgens, 1
caia conservas a C. J. Astley Com-
panhia.
2 barricas tinla, 1 caia estjos ; s Feidel
Pinto & Companhia.
25 fardos e 21 caixas tecidos de algodSo;
a Kostron Kooker t Comp.nbia.
2 caixas doce a J. Manley.
Idil. aabSo, 5 barricas e 2caixas drogas
diversas ; a J. da C. Bravo.
25 toneladas, 29 quintaes, IquartoeSS
libras (peso inglez} ferro, 5 caixaa ferragens,
40 barras de ferro ; a D. W. Bowmann.
1 caixa linhas, 19 ditss vitriolo, 20 bar-
riqulnhas titila encarnada, 4 cascos viuho,
t caixa conservas; a S. P. Johnston & Com-
panhia.
1 caixa cobre ; a A. V. da Silva Barroca.
100 gigos batatas, e 30 queljos ; ao ea-
pilSo.
50 barricas banha de porco ; a ordem.
1 dila ferragens ; a Bran ler llraudis.
43 fardos e 36 cuxas tecidos de algodao ;
a J.'. ahilen i\ Companhia.
.10 barricas alvaiade, 15 caixas linhas, 90
Iones ps, 3 barricas cutelaria, 4caixas ru-
cados, 7 barricas, 4 caixas e t feixe ferra-
por seus procuradores, acompanhados de pathica i
folha corrida, certidSo de idade, exame de 1 l)r- Mure.lacuna importanlissima deixsda
sufliciencia e mais documentos que enlen- Por Halmernann ao cuida lo dos seus disci-
derem convenientes, sendo lodos devida- PU|<>*- Este volme contm a palhogenezia
mente sollados, segundo o disposto nos ar-'de mais 12 medicamentos Europeos, e dos
ligo* ll e li do regulamento n. 817 de 30,1* principaes medicamenlos BRASILEIROS,
de agosto de 1851. experimentados pelosalumnos da escola ho-
E para que chegue a noticia de todos man- meopathica do Rio de Janeiro,
dei passar editaea para seren, um publi-' ,Pra as pessoas queja compra-
cado pela imprensa e outro afilado na por- >JJ
ta da ssla das audiencias.
Hado e passado nesta cidade do Recife de
Pernatnbuco aos 97 de selembro de 1859.
Eu, Minoel Joaquim Baptista, escrivSo inte-
rino, o eeerevi_____________________
i.~MaaaB
Declara^oes
14,000
--Pela secietoria da Ihesuuraria de faieu-
da, se faz publico para connecimento de
quem convier a ordem circular do tribunal
dothesouro nacional n. II abaixo transcrip-
ta, adverttndo-se deque nenhum andamen- de mandar receber seus exemplarcs a
to terSo os requermentos que forem apre- in-.i homeopalhica da rua das Cruzes n. 28.
sentados som os requisitos determnenosla *a m'sma botica ha um grande sortimento
dita ordem. de livros em portuguez e francez para as
Secretaria da thesouraria de fazenda de pessoas que se querem dedicar ao estudo da
Pernatnbuco 29 de outubro de 1852. O of- homeopathia.
Acial maior interino.Emilio Xavier So-----------
breira de Mello. | sahio luz a lerceira ediceflo do resumo
Ordem a que se reerea declaraco cima, de arvthmelica, pelo anligo profeasor de
Circular n. 11. Joaquim Jos Rodrigues phmefras letras Cardim, que Unta estima
Torres, presidente do tribunal do Ihesouro tem merecido do publico ; vende-se a 640
nacional, ten lo observado que muitos re- rj., na hvrana n. 6 e 8 da praca da Indopon-
querimentos teem sido remettidus ao Ihe- dencia.
souro pe'*' Iheaourarias das provincias e
nutras repartieres de fazenda, sem que te-
nliam si lo datados e assignados pelas partes
inlcressadas, ou por s.-u procuradores ; re-
cummenda aos Srs, inspectores das ditas
thesourariase aos chefes do repartieres, que
iio admitlam a despacho requer ment al
gum que n.1o seja datado e asnigoado eo- zer carragar ou ir de passagem, para oque
mo ja se tem ordenado. tem excelleiiles cummiidns dirija-se os
Thesouro nacional em 92 de marco de consignatarios Oliveira rmeos c CoiMM-
1851. Joaquim Jos Rodrigues Torrea, nhia.narua do Apollo n. 14, ou ao referido
Conforme. Joo Maris Jacobina.
aailDAlfl/ au ur. uu ruunu rib roda, -
Depois de urna escolbida ouvertura, sub- accionistas e subscriptores, que re-
ri a scena o drama em 5 actos, ornado de Jcebeu ltimamente, urna variada e
escolhida collecgao de romances
classicos, e otttras obras de variada
instruccao as quaes se faculta a
sabida na conformidade dos regu-
la men tos.
ISo aterro da Boa Vista n.
55, precisa sealugar umpreto pa-
ra servico de casa.
Lotera da Matriz da lioa Vista.
O thesoureiro pags os premios desta lo-
tera hoje (30), e no da 2 e 3 de novembro
prximo futuro, na rua do Trapiche n. 15,
das 10 horas al as 3 da tarde; depois do
da 3 paga todas as segundas feiras.
Quem precisar de urna ama para casa
de estrangniro, sendo solteiro, para lodo o
servico excepto de portas para fra, dirja-
se no oitUo do Corpo Santo, sobrado n 99,
que l achara com quem tratar no ultimo
andar.
Prerisa-se dequatro olliciaes de cha-
rutos de carregacSo, prefere-se de 400 a 500,
e paga-sc a 200 rs.: na Cidade de Olinda,
na rua do Coixo n. 14.
O abaixo assignado avisa ao respeila-
vel publico, que ninguem face contrato I-
gum com Joaquim de Souza Cirne acerca da
cocheira do pateo do Carmo n. A, por per-
tencer nicamente ao annunciante e nSo a
elle, e conslando-lhe que o dito senhor an-
da a querer negociar cun a dita cocheira, e
dizendo que he meu socio quando lal nio
ha, apenas por o ver desarranjado e eom fa-
milia, e andar-me sempre a pedir, he que o
admitli na niinin cocheira pareadmiotstra-
2/0001 |a ou njudar-me, dando-lheeu a metade dos
I gentos qqe houvessem de portas a dentro, e
^"O" isso mesmo sempre anda adiantado, por isso
i vou por meio desla fazer ver que quem em
lal negocio se ni iler, perde o seu tempo e
'seu d'.nheiro. Jos Joaquim Ferreira da
Souza.
Justino Norst, cidadSo francez, i cura-
se desla provincia.
No Becco da iiomln, aobrado n. 2, pre-
cisa-se de urna ama.
Dessppareceu no dia 28 do corrente,
pelas 3 horas da tarde, um papag.io: quem
o pegou c quizer restituir a seo dono, diri-
ja-se a rua do Collegio, venda ti. 25, quese-
ra recompensado.
-- A mesa regedora da irmandade do Di-
vino Espirito Santo, erecta na igreja de Nos-
sa Senhora da CunceicSo dos Militares, faz
sciente aos irmos que no dia de finados,pe-
las 7 horas da manhSa, lem de mandar can-
tar um memento pelos irmSos fallecidos, e
espera quo comparecam aodito acto.
Perda.
Quem achou um annel de ouro com tran-
ca de cabello, e o quizer restituIr.pOde o fa-
zer i loja dos senhores Moreira & Duarle, na
rua do Cabug, que gratificara generosa-
mente.
Na rua di Cadeia de Santo Antonio,de-
fronte de S Francisco n. 7, precisi-se de
urna ama que saiba bem cosinhar o f.zer
- c
fram os elementos de homeo-
pillii.i e assignaram esta
i Para as outras que s quizerem
)a dita obra.
/Para os assignantes e mais
pessoas que j compra-
irain os elementos de ho-
Imeopathia
, Pra as outras pessoas que
s quizerem a dita obra e
'a carteira.
12,000
98|S
11 SI
lili
< s
Roga-se aos senhores assignantes, o favor
bo-
Avisos maritimos.
Para Lisboa a galera portugueza Mar-
ganda, capitilo Silvefi') Manoel dos llsis, sa-
he a iodo novembio vindouro : capito, na pra^a do commercio.
compras.
Francisco Malinas l'ereira da Costa ex-
porta para o Rio de Janeiro, o aeu escravo
Mstbeus, pardo.
MUTILADO


\p
3
Ao publico.
A aballo assignaua, depois de lnver es-
gotado os ltimos meios, alim de saber no-
liciss dn sea infeliz roirldo Antonio Ignacio
ds l'urificnSo, faz seiente 10 publico, que
soffrendo 8 (M dln marido grandes moles
tus chronicas, tiques nervosos, e oulros,
sahiri no dia quinla-felra, 81 do correte,
por Tolla das 7 horas da mantilla, dizen lo
que ia a misss ; acontece que at o rresente
nao vollara mais i casa: roga, pois, enca-
recidamente a todas aquellas pessoas, quo,
seem algnm dia delle souberem, se existe,
e onde, hajam de dar noticias a sua incon-
solavel familia, na ra dos Martirios n. iO.
Precisa se de um bom forneiro : na pa-
daria do (lunha, e paga-so bem.
Precisa-se de um rapaz que d litdor a
sua conducta, para caixeiro de urna loja es-
trangeira : aquelle a qusm convier, appare-
?a na praca da Independencia loja ns. 18
e*>.
Festa da Virgem Senhora do Rosa-
rio do nicho da ra das Cruzes.
Na madrugada do dia aabbado, 30 do
correte, se levantar a bandeira de Nussa
Senhora do Rosarlo do nlcbo ds ra das Ou-
es, e no da 31 se celebrar a trata da mes-
ma senhora, na igreja da Cooceico dos Mi-
litares, a qual depois silura em procissSo.
neita cidade do Recito, na casa n. 6 defron-
te do Trapiche Novo; no atarro da Boa-Vis-
ta, em casa do Sr. Estima ; e no ra do Cres-
po n. 4, em casa do Sr. Antonio Francisco
Pereira. Consultorio Ilomceopethico, ra do
Collegio n. 35, primeiro andar.
-- Precisa-se alogar urna preta on mulata
lirroou escrava, para engommar e fazer o
servico interno de urna familia estrangeira,
na Passagem da Magdalena. He preciso que
s>-j i aceisda e activa, e psga-se bem ; pro-
cure no escriptorio n. 13 da ra da Crua do
Recire, todos os dias uteis.
-- A quem Ihe faltar urna mulatinha de
non.1 Antonia, que representa ter 10 annos,
pouco mais ou menos.procure na Roa-Vista,
ra de Santa Cruz n. 78, om casa do aubde-
legado; a qual foi encentra la tardn da noite
do hontem, duendo que esteva perdida, e
que nfio sabia a casa de sua senhora.
A pessoa que quizer comprar uos tras-
tes em segunda m9o, em bom estsdo, diri-
js-se a ra das Agoas-Verdes, na casa por
baixo do sobrado n. 66.
No dia 90 do crrente entrou por urna
das ja ncllas do sobrado da ra do l.ivramen
MANUAL DO lili. JARO.
riiAui:/ii)u km portuguez.
16,000 rs. de assignatura.
Sahio a luz o primeiro vnlume desta obra,
a melhor deAodas em seu genero : o uoico
verdsdeiro livro, por onde se pode estudar e
nralicar a homeopithia. Est ntidamente
impresso em excellente papel, com todos os
signaos que contm o original para denotar
a dilTerenca do valor dos symptoroaa.
Contina a assignatura no consultorio lio-
meopathico do Dr. Moscoso, onde os senho-
res assignantes pdern mandar receber os
seus ejemplares
No mesmo consultorio lia todos os medica-
mentos homeopathicos VERADEIROS as-
sim como ricas carteiras, e reformam-se
quaesquer boticas, cujos medicamentos se-
ram falsos, ou deteriorados.
Deosdispem.
Acaba decliegar do Rio de Janeiro, tra-
duzidoem portuguez o excelleute romance
do Alejandre Dumas, que tem titulo Dos
Dispoem, vendem-se ns livraria da praca
to n. 33, om papagaio; quem fdr seu dono da Independencia n. e 8, a 8,000 rs., cons-
tar o favor de o ir buscar. lando de 6 volumes.
Roga-ae ao Sr. Jo8o Augusto Loury,mo-
rador na villa do Cabo, devir ao Recife tra-
tar com o abino assignado,na ra da Cruz,
armazem n. II, sobre negocio que nSoig-
nora assim como a todos os seus devedo-
- A mesa regedora da irmandsde do Di- le0, deb.
vino Espirito Santo erecta ns Conceiclo dos do8co'0rario Ter-0 ,eus nomes neste
Militares, convida sos seus dignos irm.os },="'." p Mul|er
para se scoarem no domingo 31. do eorrenta i Grifici.,e com 10,oooV. a quem dor
das Cruzes, e acompanharem a mesma se-.^
nhora em procissSo ao referido nicho.
qezes: na ra da Cadeia n. 6.
Attencioso aviso.
No dia i do prximo nove n-
CASA FELIZ.
Na praca da Indopeudencia n. 36.
Ocautolista da casa cima annuncia aos .
seus freguezes quehoje principia a pagar as bro, abrir-se-ha o novo estabele-
suas cautelas premiadas da lotera da ma-cimento de bilhetes e cautelas,
trit; assim como troca pelas cautelas da lo-1 Interias desta nrovin-
teria do Rosario da Boa-Vista, que ha de nao 80 aa8 'Oleras Ot provn
correr as rodas no dia 25 de novembro fu-'ca, como tambem das do lito de
turo. Na mesma casa cima vendem-se bi-l i : ruin pslahplprimentn lie
Iheles, meios, quartos, decimos c vigsimos Janeiro, cujo esiaoeiecimento lie
desta lotera. Tamhem se vendem os mes- situado na praca da Independen-
moa bilhetes na ra Nova, loja de chapeos ca / garanlindo-se ao corn-
il. 4. Precos. i i
prador o pagamento de qualquer
premio lem descont : roga-se ,
portanto, eos amantes deste jogo,
que se aeuardem para esperimen-
tobro, iSOSS^JSiTSOL -r a sorte na nova casa, .onde en-
n. 3t do aterro da Boa-Vista, urna cabra contraro sempre um lusido sor ti-
(bicho; com dous fil nos, sendo ambos mi- menl0 lan(0 fa bilhetes, como de
choa de cor lavrada de vermelho e branco ; .
a pessoa quealiver echado queira levar ao cautelas, sendo os precos dos do
mesmo sobrado cima, que ser bem re- [\t0 de Janeiro, os seeuntes :
compensada.
Precisa-se alugar um preto ou mole
que : na ra Direita n. 76.
- No
Bilhetes 8.400
Meios 4,200
Quartos 2,200
Decimos 1,000
Vigsimos 500
PROSPECTO
AOS SKNHORKS PE EFWENHOS E
FAZENDA9.
A aceitacjlo de que gosa a Homoeomthi
cm todo o Brasil.e a subslInicio quasi com-
Bilhetes 33,000
Meios ditos 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos 3,800
Vigsimo) i,3oo
Precisa-se de um preto ou molcque pa-
Constando-me que s minha escrava de
nomeCertrudcs, oscilo angola, do idade26
annos, cOr muito preta, olhos grandes, ps,
e mflos pequeos, estatura haixa, disdenta-
da na frente do lado de cima, e pollo de
pombo; se emearoinhara ha quasi dous me-
zes para o engenho de Fragoso, aonde a di-
ta escrava Gerlrodesdizia ter urna comadre
(preta) peco ao Sr. do dito engenho que
por favor, no caso d'ella Ihe aparecer no aeu
engenho ; que ma mande pegar e remeller-
me, a casa de minha tesidencia ni ra da
Aurora n. 52, pagando eu, as necessarlas
despezas, de cujo favor Ihe flearei obrigado.
Adverte-se que a dita preta foi escrava do
finado Joaquim da Lingoela, e comprada em
leilSo publico quo mundaram fazer os her-
deirosdo mesmo Joaquim da Lingoeta polo
correlor, o Sr. Oliveira, e dizem que se tem
visto tamhem a referida escrava, na cidade
de Olinda, e no mesmo lugar nos Arromba-
dos em certa casa que ser logo corrida e
o ladrSo sofrer as penas da le.Francis-
co J( s Barboza.
e t *#;
O Alugam-se e vendem-se bixasna ts
praca da Independencia n. 10, con- #
fronte a ra das Cruzes. *B
Preciss-se de um bom cosinheiro, for-
ro ou cscravo, na ra da Aurora n. 8, se-
gundo andar.
fet* "^
TTJalEA. 2

HOMEOPATHICA.
28 RA DAS CRUZES 28,
V Diri/ida por um pharmaceutico
approvado.
' Esteestabelecimento possue todos *
2 os medicamentos al agora experi-
0. mentados, tsnlo ns Europa como no
c*. Brasil, e preparados polas machinas ^jj
aa da invencSo do Dr. Mure. ^
;> Carteiras de 12 tubos ale 160, por <
ra o scrico de um sitio icrto da praja :
pleta que ella tem feito s immundasdses quem quizer alugar dirija-se a Roa-Vista,na
de Le-Roy e oulras quejandas asquerosas ra da UniSo, segunda casa que lem sotfio,
msinhas ; a necessidade que de dia em dial Os legtimos herdeiros do casal de D.
se torna mais urgente de um livro classico, Josepha Senhorinjia Lopes de Miranda, avi-
que possa dar conhecimenlos exactos da sam ao respeitavel publico, que nSccom-
sciencia de Hahnemann, e a razilo deque pro na casa edilicida, com o titulo do col-
iii'in todos conhecem anda a lingoa france- legin, sobre a parto de urna outracasa, e
za,e portanto impossihilitada anda muila te-reno do propriedade dos niosmos her- 1^. para ospobres.todas asreceilasque
gente de possuiro mui apreciavcl thesouro deiros, sita no Po;o da Panella, foreira oo ^- para ali mandar qualquer professor.
MANUAL DO HUUTOR JAIIIt, obrigou-nos a Sr. Francisco do Paula Lopes Reis, he bem AAaj^^AaVAlAAAAAA6.i)
traduzir para nossa lingoa esta importantis- conhecida, por ter si lo do Dr. Jofio Lopes | Lava-ae eengomma-se, com muila per-
sima obra, nica no snu genero, e sem a Cardnso Machado ; porquo dita propriedade : fcico e asseio : uo pateo da Ribcir'a do S
precos vanaveis, conforme a quali-
dade das caixas, a quanlidade dos re-
medios e suasdynamisaees.
Tubos aulsos (cada um) i/000
Tinturas de todos os mlica Bien-
ios em frascos de 119 onca 21000
AVIAM-8E GRATUITAMENTE
qnal passo algum seguro so pode dar no Ira- plir um indisputavel direilo pertenco aos
lamento das mullas e diversas enfermidades mesmoa herdeiros.
que accommctom o corpo humano, e que OtTereee-se um homem com alguma
por sua conlinuaSoou gravidade tendem a nstruccjlo, para ousinnr primeiras lelras ,
dcslrui-lo, reduzindo-o allim igualdadeou para caixeiro em algum engenho.quem
dos corpos inorgnicos. A simplicidadc des-|o pretender annuncie, para setnlar.
te Manual, a boa disposicSo de lodosos seus Precisa-se alugar um andar, ou urna
elementos, afacilidade de sua exposico, Ojala de frente, para residencia de um ho-
a boa ordem de sua classificac.lo, consu-
tueni o seu principal eloitio.e immorlalisam
0 nome de seu autor. He nella com elTeito
que se acha em cada artigo a theoria ao lado
da pratica, e esta ao lado daquella, e a sc-
melhanca de duas linhas parallelas, nunca
urna perde a outra de vista. II* neste mes-
mo Manual que se encontra todo que ha de
conhecidoem llomoeopathia al o presente,
e de tal maneira classilicado, que satisfaz
as maiures nrcessidades daquclles que se
oceupam de remediar e curar as enfermida-
des que aflligem a humanidade: pode-se
em rigor asseverar que o Manual do doutor
Jamii he o livro de que o llommopalha nunca
se deve aeparar ; e que elle nunca deve dei-
xar de ler e reler, e de consultar todas as ve-
zes que te adiar cabeceira do doente, pois
s assim evitar engaos ou erros que po-
dem ser funestos aos enfermos, esobrecar-
regar acousciencia do indicador.
He portanto o Manual do doutor Jahr que
os senhores de eogenhos e de fazendas dc-
vem possuir, urna vez que pela distancia
em queeatSo dos recursos dos facultativos,
se vern obrigados a acudir dar remedio aos
padecimenlos de suas familias Verdadeiro
amigo da llomocopatllia, nSo pudealtender
smente ao srdido inleresse, e sacrilicar o
crdito e re,>utac3o de que gosa hoje em to-
da a paite a bunetica sciencia de Hahne-
mann, e cuja lupc.i i Iim 18o geral: e ap-
pello para as pessoas entendidas que bem
pu irriiu avahar a qualidade da obra, sua
traduceflo o a maneira por que esta impres-
bb, para o que tem sido preciso no s pe-
nosissimo trabalho como o emprego deum
capital, cujo risco e empate he sem duvida
desanimador. As pessoas que j possuirem
a pathogenesia dos 94 medicamentos, im-
pressa no Rio de Janeiro, e reimpressa nesla
provincia ( {^" ainda |mais sem os signaes
que distinguem o valor doa symptomaa!)
pe;o que comparen! essa tradcelo com a
que fiznmos, que com quanto conheca que
est muito longe de merecer o titulo de boa,
lem todava minia dilferen^a da outra, cu-
jos erroa, se fossemos a enumerar, iramos
muito longe. Sujeitando-me assiro aos vai-
vens de urna diDlcilima empresa, lenlio ao
menos o prazer de que presto um importan-
te servico a llomceopathia, traduzindo o me-
Ihor livro que ensina a ortica e theuria de
sua doutrina, nSo esquecendo os difficili-
mos e inapreciaveis guariros dos symptomas
que acompanham cada capitulo, cuja execu-
Cln sem duvida muitaa locubracOescustou
ao seu autor. Dependendo o resultado das
applicacoes Homoeopathicas nSo s de om
lium livro que sirva de guia como de bons
remedios, o annunciante mandn vir das
mais acreditadas pharmacias da Europa ,
principalmente da pharmaela tspecialde Ca-
taln em Varis, urna excedente colleccSo de
medicamentos, osquaes por serem dos me-
horese mais bem preparados e dynamisados
i-u.n todo o escrpulo debaixo da inspecclto
do r nnunciante, sAo lalvez os nicos dignos
demereeerem verdadeira conlianca. As pes-
soas quequizerem possuir vtrdadeirut medi-
camentos, preparadoa com a mrlhor boa fe e
escrpulo, devem procura-Ios neste consul-
torio, onde achirSo asmis ricas carteiras
e todos os medicamentos as dynamisacOes
mala usadas,assi ni como tubosavulsos,*idros
de linduras.etc. No mesmo consultorio con-
tina a assignatura do manual llomceopa-
1 Inri i do doutor Jahr em ti es volumes, cujo
priaaeiro votme j saino a luz, a muito lir.;-
ve satura o segundo. Subscreve-se lambem
mem soltciro, sendo na rus Direita, ou em
qualquer oilru prxima : quem liver, an-
nuncie, ou deixe em carta fechada, na pra-
ca da Independencia, loja n. 6 e 8, da reda-
i; in deste Diario, com as iniciaes M. F.
-- Os senhores Jos Eustaquio Maciel Mon-
teiro, ooicademicoSaluslio, naluralda Ba-
bia, moradores em Olinda, comparecam na
vendada ra da Cruz n. 57, a negocio de
seus interesses.
-- Precisa-se de um menino de 12 a 15
anuos de idaoe, para caixeiro de urna venda
junto ao qiiBrtel de polica n 6 : a quem Ihe
convier, dirija-se a mesma venda.
Precisa-se alugar um preto para servi-
Co de'portas dentro desta typographia ;
quem o liver para alugar podo dingir-sc a
livraria n. 6 e 8 da praca da Independencia.
-- Prccisa-se;de dous contos de ris a pre-
mio de um por cento ao mez, pagando-se os
juros mensalmenlo, por espado da dous an-
nos, sobre hypotheca em um bom predio :
quem quizer dar annuncie para ser procu-
rado.
Chegou este mez sement de alface
muito nora.repolhuda e sem mistura : quem
a pretender v a casa o 70, na ra da bole-
dade.
Precisa-se de urna mulher que saiba
cosinhar n diario de urna casa de pouca fa-
milia, fazer o servico interno e externo : na
rus Augusta, lado esquerdo, casa terrea do
orna porta o daas janellas que lica junto do
sobrado de doos indares em que mora o se-
nhnr cscrivo Molla.
-- Aluga-se por precocommolo, urna ca-
sa emSant'Anna, com commodos para una
grande familia, haixa de capim, estribara
para quatrn cavallos, e cochoira : a tratar
com Luiz Comes Ferreira, noMondego.
WtWWWWWVI1 WfWfW
g Paulo Gaignoux. dentista. <|
[p! I'clc -.<'' procurado a <|liu- ^
^ quer luna em -na cnsu na 4$
> ra* larga do i > -"- lindo andar. AAA^A&ftliAAAliAA.'ti'DAAiA^AA
-- Arrenda-se urna propriedade, sita na
ra da Floronlina.contigua a do Sr. Beran-
ger.com ptimas proporc,oes para nella se
fundar qualquer estabilecmento em ponto
grande, por ter bstanle exlensSo, e porto
de embarque pelos (undos 1 quom a preten-
der, pode ir ve-la,entendendo-so com o mo-
rador da esa n. 16 da dita propriedade. o
qnal dir com quom se dove Iratar do qual-
quer ajuste.
-- Aluga-se o sobrado de um andar e so-
tSo, da ra do Seve, contigua a casa em que
mora o Sr. Dr. Carvalho emprezariu do
theatro, comcommolos para grande fami-
lia, quintal, cocheira, estribara e um vivei-
ro: a l'atar na ra da Cadeia do Recife n
53, ouno escnploiio terreo n. 23, da ra da
Cruz.
Aluga-se urna casa nos Arrombados.em
Olinda, com commodos para duas familias,
quintal murado, cacimba, e embarque perto
de rasa : quem pretender dirija-se em Fra
de Portas, na ra do Pilar n. 68.
-- Na ra da Cadeia do Recife, escripto-
rio o. 60,;precisa-se de um escravu para ser-
vico de casa de pouca familia; paga-se men-
salmente.
Lava-se e engoaima-se com lolaper-
feicto, mais barato que em oulra qualquer
parle e com to la presteza, por mais jirc-
Cjtoque sejs : na ra da Guia o. 29, prime)
ro andar.
Josn 15.
I'ermuta-se pur um pequeo filio, ou
casa perto desta praca, como s ja .Muigui-
nho, Capunga, Soledade, ra do Cotovcllo,
e ,-anlo Amaro; urna casa na povoac3o do
Monteiro, cm bom lugar e perto do banho,
com 33 palmos de frente, duas salas, quatro
alcovas, cosinha fra, e estribara, muito
fresca por ter (rente para todos oslados;
tambein se aluga para passar a festa : a (al-
iar na ra da Praia, armazem de carne n.
46 A.
Precisa-se de um caixeiro para venda
com toda a pratica e diligente, prestando
llanca a sua conducta : nos qualro cantos da
(loa-Vista, venda debaixo oo sobrado n. 1.
iNa mesma ven lem-se talharim, aletria, ma-
carrSo, pass?, ligos, manteiga ingleza e
rranceza. chouricas do reino, queijos do rei-
no, ludo de superior qualidade e mais bara-
to possivel.
Roga-se aos senhores Jos Jacintho la
vares de Arruda, JoSu Baplista de Macedo, e
Francisco Jos Cerqueira Alves Barbosa,mo-
radores na cidade de Olinda, o favor do
quaodo vierem ao Recife, fallarem na ra do
vinario, casa n. 7, primeiro andar, para ne-
gocio de seu interesse.
Oslllms. Srs. estudantes do quinto anno
das sciencias jurdicas da academia de O-
linda, que devem tomar o grao de bacharel,
sao convidado para eomprarem as fitas
para as suas cartas, na loja n. 2, da ra No-
va airas da matriz.
Precisa-se de mis ama para casa de ho-
mem solleiro, quenosinhe, ensaboe een-
gumme : na ra do Cotovello D, 2
No sobrado da ra de S. Francisco n.
8, ainda precisa-se alugar urna pela e um
preto, escravos; a primeira que saiba fa-
zer o servico interno da casa, e o segundo
para fazor compras e ludo o mais que Ihe
Mr determinado, n3o tendo os vicios de be-
ber e fui lar.
Precisa-se de urna ama de leite forra e
prefeie-se parida de pouco,e sem lilbo : nes-
la Typographia ra das Cruzes.
-- Precisa-se deum pequono portuguez ,
para caixeiro de venda : no aterro da Boa
Vista n. 68.
Lotera da Baha,
Na praca da In lependencia n. 13 e 15, loja
de calcado do Arantes, c 11. 37 o 39 de Porto
6 Cornpauliie, loja do calcado, e na ra da
Cadeia do Recife 11. 46, loja de raiudczas de
Jos Fortunato dos Sautosl'orlo, v,endeic-se
bilhetes, meios c quartos da nona lotera da
V. O. Terceira dos Fraucisco, a qual corre
no dia 27 do correnle, e espera-se a lista da
mesma pelo vapor brasileiro no dia 4 a 5 de
novembro.
lili lulos 4,400
Meios 2,200
yuarlos 1,200
- Precisa-se alugar para 11 na familia es-
trangeira urna preta ou mulata livro ou es-
crava para engommar, e outro servico de
dentro de casa ; he preciso que seja aceiada
o activa: procure no escriptorio da casan.
43, na ra da Cruz do Recife, das II horas
da manliaa as 3 da larde, nos dias uleis.
Para se passar a festa.
Aluga-se um bom sitio no lugar do Cor-
deiro. a margem do Capitiaribe,cum boa ca-
sa, estribara para tres cavallos, casis pa>a
prelos e felor, pumar e jardim, assim como
oaixas com capim e muila horlalice : na ra
doOueimado n. 30, segundo andar, ou na
ra da Madre de Dos, ermazam de Barroca
& Castro.
O bacharel formado Antonio Luiz Ca-
valcanli de Albuquerque advoga nos audi-
torios desta cidade i na casa de sua resi-
dencia no pateo de S Pedro n. 2.
-- Precisa-se de urna negra, que cosiiilte
sol" ivelmente, para o servico de urna casa
frinceza : no aterro da Boa Visti n. t.
--Na ra do Cano nova cocbaffl'toarella
A A con vid ,ioi-su as pessoas apatxonadas de
lare n 6< seus pass'ios carros, qne se di-
rijas] mesma que i aeharSo bons carros
n boas ptrelhss, e tratarBo com Joaquim
Izi Inrnds Silva.
Nos abalxo aasignados declaramos qae
ojo queramos proseguir contra o Sr. L.
Bruguier na accSo qui sustentamos, nem
por outra qualquer actualmente, por nos
acharmos accordci. Recife 95 de outubro
de 1852. Alix Fournier, Avrial Irmos.
Francisca Gomes d'Oliveira, agente de
leudes, aluga pelo lempo da festa, ouan-
nualmente, a sua espacosa e bella casa do
campo, aita na povoacSo do Poco da Panel-
la, pe lo do rio, a qual tem bom quintal
plantado de arvoredos, ptima agua de ca-
cimba, com bomba de Ierro e banheiro do
ama s pedra coberlo, cocheira e estribara
bem edificadas, todos os arranjos para com-
modidade de grande familia, e um pequeo
jardim; tambem vendeo mesmo predio a
dinhelro on a prazo, ou o permuta por al-
gum outro em ra commercial desta praca,
ainda tndo de voltar qualquer excedente
do valor, que so ajustar : oa pretendentes
dirijam-sc ao annunciante.
Hoga-se aos devedores do finado Anto-
nio Jos Vieira d'Araujo, quo venham pagar
um terco deaeus dbitos aos abaixoassig-
nados na qualidade de herdeiros do dito
finado, para o que se icham devidamenle
habilitados; isto pois o deverSo fazer no
prazo de oilo dias, do contrario serflo seus
nomes, e quantias declaradaa par esta fo-
Iha, e se proceder judicialmente, lina do
Trapiche Novo n. 16 4." andar. Antonio
Jos* Vieira d'Araujo, Jeronymo Jos Vieira
de A.sujo.
O Sr. Galdino Joaquim do Barros tem
urna carta na ra da Cadeia n. 40, em casa
de Manoel da Silva Santos.
D-se pequeas quanlias a premio, so-
bre penhores do ouro e prata, e rebatem-se
sidos dos senboresofiiciaes reformados ni-
camente : na ra do uueimado, loja de ou-
rives n. 26, daa 7 as 9 horas da manhSa.
O abaxo assignado nao he
procurador de Antonio da Costa Ferroira.
Antonio de Almeida Comes.
Precisa-se alugar urna escrava robus
la, para o servico interno e externo de urna
casa; agradando paga-se bem : na travessa
do Vigario n. 3.
m Aluga-se urna casa, as mas se-
gundes :--das Cinco Ponas, Au-
gusta, de Dorias, Concordia, tra-
vessa da dita o Agoas Vordes, seja lei-
roa.ou sobrado: quem tiver, annuncie.
;*"****" **9*'* *
| O consultorio homoepathico da ra &
9 do Trapiche Nov nurooro 15, dirigido
( pelo Dr.Pires Ramos Jnior, foi traos- c
A lerido para a ra da Cadeia do Recife V
n. 41, no segundo andar, por cima da fc
| loja dolllm.Sr. JoSo Cardozo Ayres, *
(| onde j foi o consultorio do Sr. Dr. fj
Sabino, ahi se encontrar carteiras ajj
..i com medicamentos hnmceepilhlcos, +<
:# tubos avulcos, tinturas de qualquer Ir
4 dinamisacKo, e tambem se refazem >
9 aquellos que esliverem deteriorados. *.
? Propagandas homreopathicis do lllm. SJ
#) Sr. Dr. Sabino, pelo preco de 1,000 rs. 4
4 cada exemplar. Estes medicamentos t),
% sao preparados com lodo o cuidado, t
9 eja experimentados pelo Sr. Dr. Sabi- 0
9 no na sua longa clnica, sendo os re- fr
sultadosos maisfelizes; todas as car- fj
4t teiras que sahirem deste consultorio .
*J levarSo a firma do Sr. Dr. Sabino. As 0
(sj consultas alo das 8 horas dodiaat >
*# as 3 da tarde; depois deslas horas s sfj
s) o podero procurar na ra da Cruz #>
^ do Recife n. 50, segundo andar. i
mw*,*--' no <:!!* -e}#
-- Para se liquidar conla de venda, seda
por 3,000 rs. o alqueire de feijo misturado,
vindo do Ro de S Francisco, em muito bom
estado: no caes do llamos ao podo arma-
zem desoa, pela medida velba.
O Sr. Joaquim Pereira da Silva, co-
nhecido do Sr. Antonio Jos Teixelra de
Castro, com boliea na ra do Queimado n.
36, queira mandar pagar o Diario, visto que
o mesmo Sr. Castro,-que recebe a folba,
diz que nSo sabe quem elle seja.
#*#s#5*|ayajJ)ji 9
^ CO.NSITORIO HUMEOPATIIICO. tti
a)j Ra do Trapiche n. 9. j>
|| O Dr. Casauovs, estn lo de volta da Sf
f) Franca, tem aborto o seu consultorio +
aj na ra do Trapichen. 9,no Hotel Fran- a>
4$ cisco, aonde d consultas gratis aos
ia pobres todos os dios. #
fr***a#*1*#*#***##
Acha-se para alugar um sobrado na ra
da UniSo, com os melhores commodos.mui-
10 fresco e de excellente vista : a entender-
se com o bacharel C. Xavier Lopes em dita
casa, ou no escriptorio do paleo do Collegio
n. 35.
Lotera de Nossa benhora do
Rosario.
O thesoureiro desta lotera mar-
ca decididamente o dia 35 de no-
vembro, para o andamento das ro-
das, se as vendas continuarem com
ailueocia visto correr no dia s6
do corrente, as rodas da lotera do
Matriz da Boa Vista ; o thesou-
reiro anticipar o andamento das
mesmas rodas para o da i3 do
mesmo mez : o resto dos bilhetes
acham-se a venda nos lugares do
costume.
Aona Ferreira da Silva, aulorisada por
proviso do Exm. Sr. presidente, doutor
Francisco Antonio Kibeiro, do 29 de julho
do crrante a lino, tem aberlo na casa de sua
residencia, na ra das Trincheiras n. 50,
urna aula do instrucclo primaria de primei-
o grao, para o sexo feminino: os pas de
lamillas que dola quizerem confiar suas fi-
nias, podero dirigir-sc a mencionada caca,
a qualguer hora do dia, cerlo de que a an
nuncianle empregar todos os seos desvelos
em nSo desmerecer do seu conceito.
-- Aluga-se o segundo andar do sobrado
da ra larga do Rozario n. 48, rom sotan e
trapeira : a tratar na loja do mesmo.
O procurador da cmara municipal do
Recife avisa aos denos de estabelecimentos
que estam devendo o im, oslo municipal de
9 e 4,000 rs., pertencente ao exereiclo lindo,
venham paga-lo al o fim do corrente, po's
no primeiro de novembro prximo futuro,
tem de ser remettida para juizo a rebelo
dos devedores, alim de ae trotar judicial-
mente da cobra tica do impasto devido.
Engomma-se com (oda perfoic.lo e a-
ceio, e por proco comnio lo : no paleo da
Penba, loja n. 4.
Aluga-se pelo lempo da festa, o sitio
da Capunga a margem do rio, da Viuva de
Antonio Ignacio da Rosa com excellente
casa c solflo, cosinha ao lado, com commo-
dos para duas familias, quarlos para oscra-
vos, cacimba o estribara lodo murado na
ra do Queimado n. 40, segundo andar, ou
na travessa da Madre de Dos, armazem nu-
mero 13.
Alugam-so duas casas no sitio do Ca-
jueiro, com commodos para familia eexcel-
lente banho, por anno, ou para quem liver
bom gosto de passar urna excellente festa :
para vre tratar no mesmo sitio do Cajuei-
ro da Passagem da Magdalena.
. No aterro da Boa-Vista, sobrado n. 49,
primeiro andar, precisa-se de urna mulher
forra ou captiva, que faca com perfei?8o o
servico interno do urna casa; d-se bom
tratamenlo e paga-ae h-m-
-- No aterro da Boa-Vista, sobrado n. 49,
rlmeiro andar, se achara urna ama de leite
urra e do excellente conducta, que tendo
acabado do amamentar urna cianea, se of-
ferece para continuar no mesmo mistor,par
com bri-
f$ ,____ enlista americano. 0*
0 LajjjOk i), H lili) non, ci- 0
'^ ^AJ^^PB riirgioileiitintacoii- J)
i i ii usa a excrcer a ma prolls- m ao, la/"mi todas as opera- %
# roes que forein precisas tic -a
1$ i|iialqiirriiaturezuttaiitopoi' m
9) Imii.nuiiu na sua residencia, "
9 onde pode ser procurado n *
9) qualquer Hora: na rna du <
9 Cruz n. 7, segundo andar, sj
'f no Un i iv.
fi|| *.99Be*9>t>eQi99999*
Aluga-se um sitio nos Aflictos animal-
mente, o qual lem Doa casa, cocheira o es-
tribara, e muitas errores de fruclo : quem
quizer,falle na ra do Crespo n. 17.
0 Sr. Alexandre da Cunta, que foi m-
sico de polica : queira apparecer ua ra do
Crespo, loja n. 16, que se Ihe deseja (aliar.
-- Quem precisar do um prelo moco, bom
bolieiro e copeiro, e sabe fazer espanadores
com pi:rliMi;au, dirija-se ao aterro da Boa-
Vista n. 84 ; vende-so por seu dono retirar-
se pas fra.
o quo so d infurmaces na mesma
cima.
No dia 26 deale corrente mez pelas 10
horas da noile, appareceu um molcque no
sobrado n. 38 da ra Nova, dormm lo na as-
cada, ao fechar-se a porta acordou-se o per-
gunioo-se-lhe de quem era, dase ser do Sr.
r. Vicenle, morador no Monteiro,e que e"
moleqoechamava-se Manuel,cnlSo mandou-
so para dentro e dormir para se fazer este
annuncio : quem fdr seu dono p le,o ir bus-
oar na indicada casa pois nSo se responsa-
bilisa pela luga.
Relaclo dos objeetns roubadoa da casa da
Ignacio Manoel Viegas, ra do Crespo n
7, s-gundo andar; dentro deum bausl-
nho do madeira envernizada
1 fucila dn ouro, lavrada, com a firma
I. II. V.C. R. S.
1 par de pulseiras de filagrao, com alguns
ruhins e esmalte azul.
1 ataca de ouro rom um diamante.
2 annelOes com osmalle a diamantes.
1 dito com hrilhanle.
2voltas decollar de ouro fino.
2 masaos de cordo.
1 figa de ouro.
2 oiedalhas com diamantes.
3 voltas de Irancclim.
1 par de brincos de cinudo.
3 pares de rosetas.
1 alfioete de pciio, de ouro,
loante.
1 dito pequeo com diamante.
3 voltas de cordita fino.
1 par ile pernas de brincos com diamantes
1 corrente do relogio.
1 signte grande com a firma I. M. V.
1 chave do dito com um cachorrinho.
1 relogio antigo, do ouro, de repelico
o mostrador de vid ro.
Ohjoctos que eslavam dentro de um bausi-
niio do tartaruga.
60 moedas novas de prala de 2/d00 rs.
20 ditas ditas de i/000.
10 ditas ditas do 5(io rs.
112/U00 rs. em sedulas novas.
12 moedas de ouro de 6/100 rs. antigs.
4 ditas de 4/000 rs
4 ditas novas do 20/000 rs.
1 o o; i porlugueza.
3 cruzados novos.
Quem tiver noticia deste roubo, dirija-se
:asa cima quo ser generosamente gralili
cado.
O ebaixo assignado do novo pede c ro-
ga a todos os seus di vedaros, para que sem
perda do lempo venham saldar seus dbitos,
pois que se o nfio Oleren severa obrigado a
usar dos meios jndiciaes; e para se mo rha-
marem a ignorancia fazo presente. Jos
os da Silva.
O bacharel Witruvio propOe-se a 9
ensinaro francez o mais algum outro SI
*J> preparatorio, assim como olT'rece-sc fl""
0 a dar liedes por casas pailiculares
tt ou collegios a meninos do ambos os
sexos, em materias do instruccHo Un- #
* to primaria como secundaria quem SR
? quizerulilisar-se deseu preslimo, po- <>
i- do i ni' i r a lo na ra das Cruzes n. 22, f
m I.* andar. tt
Jaa>*a>aj}a|.a>a>a>a-paj.*a>,>a>-
Ainda se ali gam jualro grandes arma-
zens, sitos na ra Imperial do aterro dos Afo-
gados, entre os sobrados do Sr. Gusmilo c
Campello : a fallar na ra da Cadeia do Re-
cife, loja n. 59, com Jos Dias da Silva.
III n. e Exm. Sr. conselbeiro presidente
da relac3o.--l)iz lo** Fernandos da Cruz
que para bem de seu direito precisa que o
escrivfio Ferreira revendo os autos fin ios
de revista civel entro partes, recorrente Pe-
dro da Cunha Albuquerque e oulros eo
supplicanle Ihe dfi por certidu o theor do
accordam do supromo tribunal de justica,
pelo qual foi denegada a revista. P. V.
ESO. deferimenlo. E R- M. Passe. Recife
23 deoutuhro de 1852.-Azevedo.Antonio
Joaquim Fercira do Carvalho, escnvo das
appellacO'S e aggravos da relaco de Per-
nambuco etc.
Certifico ser o theor da sentenga do su-
premo tribunal de jiistica proferido aos au-
tos mencionados na pencan supra o se-
guinteVistos, expostos, e relatados estes
-utos civeis entre partes simultneamente
recorrentes e recorridas, Pedro Velho de
Mello, Pedro da Cunha Albuquerque o ou-
tros, eJscFernandesda Cruz, negama pe-
dida revista, por nilo bav r nullidade mani-
fest, nem injusticia notoria no accordam
de que se recorre. Regressem os autos ao
Juizo, onde (oram sentenciados, pagas as
cusas pelo recurrente. Rio 22 dejunhode
1852-Nabuco presidente interino, Pinto
PcQanha, Perdigfio Malheiro, Siqueira, Al-
meida, Cerqueira Lima, C. ranea, Ponce,
Castro Mascarenhas, Veiga. E mais se nfio
conlinlia em dita senl-nea aqu copiada dos
referidos autos, aos quaes me reporto, e
vai esta sem cousa que faca duvida conferi-
da e concertada na forma do estilo, sub-
scripta e assiguada nesla cidade do Recife
aos 25 de outubro de 1852. Subscrevi e as-
signei. Em fe de verdade.Autonio Joa-
quim Ferreira de Carvajho.
A o publico.
Lendo no Diario de lioutem, na parte po-
licial, um ofilcio do lllm. Sr. chofe de poli-
ca ao Exm. Sr. presidente da provincia-
dizendo houvera um principio de incen lio
a urna hora damaiiha do da 18, na pi-
daria do Jlo Manoel Rodrigues Valenca, na
ra larga do Rozar io desla cidade, convm
dec.arar ao publico que tal incendio pro-
vino da cosinha do primeiro andar do sobra-
do por cimjl da padana, o que podem certi-
ficar os moradores e pessoas que se acha-
vam na occasifio; sendo para observar mais
que dita padana, que me perlones, nfio tra-
muitos das, por estar em
--OscreJoresdo fallido 8r. Fumino Jos
Flix da llosa sfio convidados para urna reu-
nifio no dia terca feira 9 de novembro pelas
10 horas da minlia.cni casa do Sr. Thomaz
de Aquinn Fonseca : na ra do Vigario n.
19, primeiro andar.
-- Precisa-aealugar una preta escrava,
quesaiha bem cosinhar o diario de urna ca-
sa, e quo seja inteligente para compraros
respectivos arranjos; alcm do sustento, d-
se o vestir ol.ooo rs. meosaes quem li-
ver annuncie, ou dirija-ce a linv. ssa doAr-
raial para a Casa Forte, ne sitio quo foi do
Sr. Paulino.
Precisa so alugar por lempos, um pre-
to cscravo de boa conducta, para Irabalbar
em um sitio ; da-se o comer, o vestir e
10,000 rs. mensaes: quem livor annuncio,
ou dirija-so a travessa do Arraial para a Ca-
sa F'orte, no sitio que ful dn Sr. Paulino.
Collegio Santo AII m.-n.
Ensinam-ae ueste collegio, durante as fe-
rias do collegio das artes, todos os prepaia-
torios; sendo as cadeiras de rhetorica e geo-
graphia regidas pelo Sr. doutor Innocencio
Serfico de Assis Carvalho ; as de (rancez e
inglez peloSr. Dr. Leonardo Augusto Fer-
reira Lima ; e as de philosophla e geometra
nelo Sr. Antonio Pedro de Figueiredo : as
pessoas que quizerem csludar qualquer des-
las disciplinus podero dirigir-se ao men-
cionado collrgio Santo AlTonsO, na ra da
(linlea dn bairro de Santo Antonio, sobrado
n. 13, alim de se nialneularem, por quanlo
as licees tem de principiar no dia 2 de no-
vembro prximo luluro.
Compras.
-- Compram-in as imagens de Nossa Se-
nhora do Rosario, e de Nossa Senhora do
Carrao, de madeira, e de 2 palmos de altura,
mesmo em uso: quem tiver annuncie.
- Compra-so urna duzia de cadeiras, com
assento de palhiuha, um camap de pallii-
nba, e urna mesiuha, ludo que seja em bom
estado, e em segunda mflo : quem tiver ,
dirija-se a ra larga do Rosario n. 26
Compra-se elTectivamente papel de Dia-
rios, a 3,200 rs. a arroba : na ra larga do
Rosario n. 13.
Compra-se urna baria de Ier-
ro : na ra do Trapiche, arma-
zem n. i 'i-
Compra-se urna escrava de boa oon-
duta, de 20 a 30 annos de idade e que silba
engomar, cosinhar e cozer, paga-se bem :
na praca da Independencia n. 24.
-Cnnipram-se escravas eevendem-ae, re-
cebem-se de commiasSo, tanto para t pro-
vincia, como para fra della: na ruados
Ouarteis o. 94, segundo andar.
Compram-ae para a obra do grande
hospital de caridade travejamentos de 40
palmos de comprido e 8 polegadas em qua-
dro, que seja de boa qualidade : quem tiver
pode dirigir.se ao director da mesma obra
Antonio Jos Gomes do Correio, para tratar
do ajuste.
Vendas.
Lotera do Bio de Janeiro.
aos 90:000*000 e 10:000,000 ders.
Na loja de miuderosda praca da
Imleiicndcnciu n. 4 veinlcm-se
bilhetes inteiros, meios quartos,
oitavos c vigsimos, a beaeficioda
lolerid ilo theatro de Nicthc-
roy ; vem n lista no primeiro va-
por que chegar du Itio de Janeiro.
iNa mesma loja cima roe hem- <:
bilhetes e cautelas prcmi ias da
lotera da Matrix da Boa Visiu ,
em troca das i|tic lem a venda do
Bio.
__ Vendem : relogioa de ou-
ro do patente inglez, du um dos
melhores fabricantes: no escrip-
torio de hussell ttellors & Com-
panhia : na fui la Uadei do Be-
cife n. 36.
Vendem-se, na rna la Lrur,
armazem n. 5,
l'rezuntos de VVostphalia,
Salames le lianihiirgo,
Conservas france/as e iiiplezas,
ludo ebegado iccontenicnle ; as-
sim como un magnifico csc-der pa-
ra quatro remos, de construccao
llamburgucza.
Calcado.
Sapatos de cordivSo pan se-
nhora, a 6'ao rs. ; sapatos de lus-
tre, a i.ooo ra.}chinellas de mar-
roquim para homem, a 1,000 rs.:
na loja do Arantes n. i3 e i5.
No aterro da Boa Vis-
ta n. 55, ha para ven-
der um lilbury novo
e de bom gosto sem coberta e
com os arreios competentes.
-- Vende-se rap princea de Lisboa, che-
gado pelo vapor Severn: no escriptorio de
T. S. Rabello.
-. Vende-se ou aluga-se urna padana em
Santo Amaro, muito em conta, polo dono da
mesma nSo querer mais continuar com ella:
a fallar na mesma padaria, com J. A. Veiga.
-- Vende-se ou troca-se por lijlo de al-
venaria, duas canoas de carreira novas; na
ra da Concordia, a (aliar com o mestre Jos
Carvalho da Fouseca.
.- Vende-se urna oscravi. creoula, meca;
na ra Velba n. SS
.- Vendem-se duas vaccas sen lo urna
com lilho e outra sem elle, iillias do pasto,
esto bastante carnudas,servem para matar-
se ou para eriar-se i na Solelade, sitio da
viuva do fallecido Vieira; da-se em conta :
quem pretender, dirija-se ao dito sitio, ou
na ra da Cadeia do Recife n. 24.
Ricos quadrospara sala.
No aterro da Boa-VisU n. 73, ainda exis-
te um reato de cuadros seguiotes, que se
vendem por mdico preco, asaoer. collec-
ces de 6 estampas em formato graode, dos
amores de D. Ignez de Castro; ditas peque-
as de 30 estampas com todo o reinado de
Portugal, desde Alionen Henriques ate D.
Mana segunda ; retratoa do duque de Bra-
canca, grandes e pequeos; ditos do mesmo
a fronte do eiercito libertvdor no Porto ;
ditos de D. Fernando segundo ; ditos de Vas-
co da Gama ; vistas da revolucu da patulea,
e diversas estampas de Sautos : na mesma
loia tambem se vendem por precos muito
em conta, meias de lindo e luvas de pelica
para homem.
Na ja do Crespo, loja n. 5, junto a do
- urna no dito eatsbelecimento. Ilenre 26 se corles-de seda escoceza, lo-,
._ .- .l...v alar
Recife 26 secrlesi
\ som defoi
I ro a vista.
.tub'rVde M". "o." Rd,H -onVdeTeite algum. por 10,000 rs ,a d.u.ici-
guos Valonea.


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