Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03374


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Full Text
Anuo XXVIII
Sexta feira 29
.
I'
de Outubro de 1852.
N. 245.
V
DAR0 DE fP PERflAMBlCO
O
BBBOO aJA sUBOBlroAo
fMunno Aduhi.oo.
l'ir trimestre ...........
l'or semestre ....
Poi innu ......,....""
Por qu.,.eP"0.',!"".0.D:.","1"" '
p..i- -. IK>T,X<"* 'linnn,"
M,.;VV ? *! Ouibr Miu,... g de Hbr.
toShuL" 1',<,e.d" R-del.. IMedlIo
' *"h">a la .'a dilo Babia... lo de dilo
4/001
8/O0
ta/ooc
4/f>00
du di IIH1M, *BlIIOIiS.
JSeg. S. Crispi.n.
i Tere. S. Evaristo.
J i, ei. s lOhorat.
i7 Quart.S. Elesbio. i. ara dcivtl.
'SOiiinl .fr S. Simaix ,'". e 6. ao meio-da.
e Judas Tadeo. Panuda.
?9 Sen. S. Iic'uviii.Ii j. eS. ai 10 fieras.
3(.Sab. S. I' uno ni. S.j 2. ara do eir/.
Macarlo. a. e sabadosao uaelod
3i Dora. ti. S. Quio- Jb tafia.
Uno. Tercas e Buhados.
irumiiiii
Creiceate 2. as 2hora,c23 minuto dm.
Chei*i28, as a horas 2* minutos di m.
Mingoante 6, 8 boras 18 minuto* da ni.
Rota l, ai 4 hora e l minuto da m.
IBUMlBDIlOJl
Prime Ira as 5 horas e lH mlnutosda manhaa.
Segunda s 6 horas e t2 mtnuloi da tarde.
niTiaii oa ooBBKioa.
dolaaaa e rarahlba, sieguadas t leitaa-
feiras.
aio-Otnde-do-Hortc e Vicloriaai quinta*
telrae
loi'lto.Caru.iu, e Garanhun no l'e 16 decada
rata.
flores ,Ourlcury,EJ n e Boa-Vlita l3 21
01 inda, lodos oa das.
Todos ai Corrrioa partero ao meio-dia.
oticiai HTBimiiaii.
oatMBioa 28 o* outubro
Sobre Londres.a 28 por i/OOO ,|.
Portugal 14 deSelbr. Austria.. 3 de sclbr.l Parla, 30
Heapanha lodedlto Sulaaa..;. dedlto. Lisboa, 95por canto.
Franca.. 8 de dito Suecia... 28degosto .
Blgica.:, 'de dito Inglaterra 8 de Setbr. puro.Oncas heipaobolaa...
Italia..!'. dedlto E.-Unidos 20 d'Agosto Moedas de 6/400 ,,,,,,
Alem.nba.3de dito Mxico... 3 de dito | 21/lMiU
l/llio
Pruasia ..:3dedlto California Ib de dito
Dinamarca 31 de Agt. Chtli. de dita rrataPataecabrasilelroa.
Igllll... :9de dito Wnos-A. '8dcSelbr. Peaoscolumnanos..
Turqua. 25dedlto .Montevideo S dedilo I Dltoamelcanoa.....
1/3 JO
1/MO
1/O00
GOVEUNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 21 DE OUTUI'RO.
>
'
d>dOV0Vri7T'*da loi'"provincial n. 286; e
qualquor fornecimento extraordinario deve
ser precedido da formslidade recommenda-
da pela citsdn ordem.
Ouaoto aos obieclos comprados anterior
Omco. -Mata, presdeme as Ala-f 'UdoMU onio"e que inda nao
g.s tr.nsm,lt1ndo,porcop..,oonicio,quo Ja Vmc. autorisar o paga-
pedio ihaiourana provincial sobre osVSSJtSSkSt le governo urna re-
malo, quB p.recor.m proficuos, par. se ex- l j com scu(
trom.r n.quell.i provine, o algodaoM pro- d esta Voc, acerca dos
dilecto desta, e bem ass,... o que dirigi era | d f d re,w.,e,poi,



respuaU a mesma thesouraria, para que S.
Exc, tomando em consideracao o exposlo
am ditos oflicios, se digno declarar, se con-
corda as medidas all propostas.nm de po-
der a presidencia expedir as ordons conve-
nientes til rcspclo, e solicitar aosque de-
va m partir de S. Exc.
Dito. Ao commando das arma--, para
mandar dar baila do servido ao soMailo a_-
grogadodo COrpo do polica, Jo.-c Julio do
Niscimento, que se acha preso para conse-
Iho, por crimo do dfsercSo.
Dito. Ao director geral da inslruccSo
publica, designando, os examinadores para
os concurso das cadeiras de inslruccSo ele-
mentar das Creguezias do Podras do Fugo,
Kazenda Grande, eSrrra Talhada (hoje Villa
Bella) sendo os profeisoros Miguel Vioira de
Marros Marreca, Jos Joaqui.u Xavier So-
breira.'e Vicente Forreira de Siqueira Vare-
j3o para oda primeira das menronadas ca-
deiras ; o Miguel Atcanjo Mimlello, Manuel
Thomaz da Silva, < SiT.ili.ii l'ereira da Silva
Monteiro para os das segunda e trreeira.
Dito. A' thesouraria de fazouda, decla-
rando, em resposla o dito ollicio de 14 do
corrente, que mande pagar os salarios,
que elle so refere, Qcando certa, porcm do
qoe, soguDdo as ordons expedidas ao arse-
nal de mnnnlia, n.io he mais admissivel e.n-
pregarem-se cscravos no servico do mesmo
arsenal.
Dito. Ao provincial do convento do Car-
ino do lenle. A posse dos terrenos, de que
trata o ollicio que V. Uvm." me dirigi em 30
de agosto ultimo, foi consentida a este con-
vento por equidade do governo, pois que as
mirinhas nflo se enlcudem conceJidas, ou
na posse de alguem sem titulo expresso,ain-
da que llie pertenca o terreno Trontciro s
inesmas marinhas, e havendo esse convento
traspassado a posse de alguns da laes terre-
nos a pessas, que os nn aproveitam, e dei-
xam nelles estatuar as rguas da chura em
prejuizo da saodo publica, entretanto que a
cmara municipal nilo duvida de sua parto
remediar esse mal no qui respeita ao terre-
no que ali existo destinado para logralouro
publico ; sendo que nilo deve fater ilespezas
para melhomento de trrenos parlie ulares,
mas n3o hesita em mandar rnlulhar tido o
terreno alagado, urna vez que passe para el-
la o dominio publico ; exijo por (auto que
V. Rvm me informe, s o traspaaso
ramento, ou lenda que fez esso convento de
c.iliecida a necessidade dosquo duvem Sr
empregados no servijo da reparticSo duran-
te o mez, ecomprehondidos na relaclo ci-
ma moncionada, poucos, o de pouca impor-
tancia,saro os que de mais devam ser com-
prados.
Quanlo a penltima parte do seu ollicio,
te'nho dizer-Die, que observe litterslmcnte
a ordom do 8 do correntn, o .espeitn do
conteuiio na ultima parte do su ollicio,
alm do so compioliendcr as explica?ai-
aqui dadas, occorre, qui ossas obras da ses
gunda parte do art. 45 da le n. 286 nilo po-
dnm sor satisfeitas sem approvacao dete go-
verno, como he expresso no final do mesmo
artigo.
Dito, Ao dirertor do arsenal da mari-
nha, para que romelta a secretaria da pre.-i-
ilencia urna relaclo dos gneros, ( que se
ref-tre o seu ollicio do 2 lo corrente, relati-
vo aos Turnecimentos do corrente mez, coiii
ilcclarac.'io do seus precos.
Dito. Ao l)r. Viconlo Pareira do Rejo.
inteirn lo-odc harer, de con'o. mu o enm
o artigo 71 lo regulan.enlo de 12 de maio
do anuo prximo iassado,desienaclo Smc.
para substituir ao director do l.yceu de>ta
... loima ila lei, o llores do 10 batalhSo
de infantaria, addido ao 4 de artllharia a
p, Epifanio Borges de MenezS Doria. Re-
melteo-se igual copia thesouraria de fa
zenda.
DitoAo mesmo communicando que
por aviso, quo remelte por copia, da repsr-
tico da guerra, de 4 desto mez, e conec-
deu passagem para esta provincia ao se-
gundo sargento do asylo de invlidos da c'-
to, Frlisbcrlo Monteiro; e n c uiimen Imi lo
quo o mande addir a um dos corpna da guar
.licu desta cidade.luloirou-se thesou-
raria de fazenda.
DitoAo mesmo, remetiendo por copia
o aviso da repartico da guerra, do primei-
ro do corrente, ao qual acompanha a guia
do ex-soldado Jos Manool dos Pasaos, alim
de que, de conformidade com o disposto
em dito aviso, declare especialmente o com-
manlanto do 10 Intalliio do infantaria,
quaes as pecas de fardamenlo que o mesmo
recebeo por cunta desdo o primeiro deju-
II.o do 18(6 at 20 do maio de 1852, em que
foi extinctn o 8 batalhSo do catadores, do
qual mili;, elle sido praca.
DitoAo mesmo communicando que ,
segundo constou do aviso qunromette por
copia, do minitetio da guerra, do primei-
ro desta mez, conco leo-so p.issagim para o
9. halallio do infaiituiit. ao tenente do 14.
da mi'-.iia arma, Domingos Alves llranco
Muniz Rarreto.
Dito-Ao Exm. coiiS'Ihoiro presidente da
relaclo, conimunicando que, segundo foi
declara lo pela repartirlo da justica de 30
de setembro ultimo, ao hacharel Lourenco
(laetano Pinto, juiz do direito da comarca
do Itio-Foriuoso, se prorngue por mais seis
c3o que, segundo cunsta de seu ollicio de I mancos em proveitodus sapateiro*, ou cou-
luiiilem, lor. I.ii 7 Filippe de Souza l.eo'>a ,sa aemelhante, direi onlo que j si nilo t'a-
ohra a fazer-se no 21. lanco da estrada da ta do um calculo do vnlgcns ou deincun
victoria com o abate de 32 por ;, licsndo
a importancia da ruesiua obra reduzida
8:301/653 rs.Communicou-se ao director
das obras publicas.
Di.o- Ao juiz municipal .lo termo de Olin
da, communicando qu", por decreto de 30
do setembro ultimo, segundo constou da
psrticpaaclo da justirji, do 5 do corrente,
fo7.-.i -.-rfc a Filippc do Naiciuaaaitiii.Faria
da serventa vitalicia dos olTicios do tnbel-
l.'So de notas e escrivo do crime e civel
d'aquolle tormo.
DitoA cmara municipal do Bonito, di
zenilo que com o sea ollicio de 8 do corren-
te recebeu urna copia da acta da eleic.lo de
vereadures e juizes do paz u'aquella villa.
I' I I ...! I liccdo.i.lu 30 .:.. .le ; '.!.a
com vencimenlos a Jos Faustino Porto,
mestro do irsso do arsenal do mariuha. -
Fizeram-so as necessariaa cniiinun < i,n">
a r< speito
EXTERIOR.
CARTA DIIIICIA AO SU. TIIIERS l'EI.O
SR. BASTIAT.
cid ule, quo se aclia duei'tc. Respondeu-: mezes com metaile do respectivo ordnalo.
se ao dito director. .
Dito. Ao delegado .lo termo da Victoria,
renirtlen lo alguns tuhos, c laminas, com
vaccina, para que Smc. a faca propagar con-
voaio'ileinente.
Dito. Ao mesmo dizcn lo, que para sa-
lisfozera requisico do presidente do ennso-
Ihn geral desaluliri Jade publica, faz-so ne-
cossario, que Smc. remo'.ta a informaco,
que Ihc deu o delegado ilo mesmo con-elho
..aquella ciado sobre a falla do vaccina,que
ah -o sent.
lito. -- Ao delegado do termo de Olinda.
C instando este governo, quo se impedir
a ni' i :.a '(...o .la obrado S"guudo Uncu da
carada do norte, levantando-se na noite do
18 para 19 .o frrenlo urna corea no terreno
d'ond se eslava exlrah.ndo a torra u.cessa-
ria a mesma obra como intuito do vo lar ao
arrematante a extraerlo, em inenosc ibo Jo
ait 46 o 48 da le provincial II 1-J9 de 4 do
maio do 18H,coni rel'T"t.m no .litigo 14 da
loi provincial n. 9 de 12 de jiiuho do 1835,
cumple, que Vmc. lomando
a liccnca que ibo fui concedida para tratar
do sua saude.-- Fizcram se respailo as
necessaiias comnun'CicOcs.
Dito-A' thesouraria de fazenda, remet-
iendo por copia o aviso d repartido da
marinlia, datado de 8 do corrente, no qual
se declara que lom de seguir para esta pro-
vincia, afim de sor empreado no cruzeiro,
o hi.gu Ctarense, que se acha as Ahgas,
indo para all o biigue-cscuna Ltgaiidndt
Iguaes copias foram remettidas ao cumman-
danto do referido brigue-escuna o ao conta-
dor de u aruili .
DitoA' mosnia, transmiltindo por copia
o aviso do ministerio da maiinhi, de 8 du
corrente, tommunicandn haver-se autorisi-
do o contador da marinlia desta provincia a
incumbir-so da lomada das contas de nove
annos do mestro encarregado do patacho
Virnpmna, o do s'U antecesior, a um dos
emprogados da mosma contadoria, lora das
horas do cxpedienle, abonindo-s.-lo ..o
esio sarvico a gr-tiliocilo de 26#t00 rs. pe-
coal.ecimentllas CJiit>s"do prineiro auno, o .oetade dos-
V"" do faelo, d providencias, para que o aire- sa qumla por cada um dos seguinles, sa-
! i matante possa continua a oh a, intimados liin lo esta despeza i'a verba oventuaes.-
lau.e.uu.ou.ei.u. .iuo .rt 03 ^...outode icvanlaram essa cerca para a desfa- I Remet!eo-se una igual copia ao referido
laes terrenos prreedau ta{|WJ. Mr;m nl p,r,e DPOesarJ ao l ansito das contador.
carrocas que coDduzom a Ierra, o mandan-l l>'t<> A' mesma, c.immunicinlo que, se-
do Vmc. .lesf.ze-la, se cll-s iio oboJecerom' gundo consto a do aviso do ministerio do
a sua orden;, procededo como fur de di-' imperio, de28 de sclemhro ullimo, solici-
reito contra os quo emba{.rem, por qual-' tou.se do da lazonda a 6Spodl(8o das con-
quor forma, cssa obra do iuteresso publico.; venientes ordena para quo u'aquella thesou-
Dito. A' cmara municipal do Itccife.di- raria so pa^ue, comoajuda de custo de vol-
zenlo.queapprovaa arrc.natacaodoimpos- ta, do deputido por esta provincia, hcha-
lo sobre medidas do. f.riiilia, feiti por Ber- re Alcxandro Bnrnar.lino dos Itcis e Silva,
nanlmo Alves de Aroucln pela quanlia de a quantia de t:200/000 rs.
700.000 ri'.s indo sois liadorcs Manoel Car-, Dilo-A' mesma, transmiltindo por copia
iiero Leal, o Jos da Silva Campos; o que para ler exocuco na parte que Iho perteri-
quanloao dasafericO'f, mando a mesma ca- Ce, ti aviso circular do ministerio da justi-
mara porcm praga .."Vamenie, visto haver ca, do primeiro do correte, exigalo o
1
q
nos termos da lei de 9 de dezeinbro do
1830.
Dito A' thesouraria da f. zends provin-
cial, autorisando-a,vista da it.fo'msrjSo do
director das obras publicas, a maular adian-
larao respectivo tiiesou.euo pagador, para
conlinuacSo dos cstudos graphicos, a quan-
lia de 400,000 ris, comprehendida no pedi-
do do mosmo director, que so refere o of-
fico da presidencia de 13 do corrente.
Dito. Ao director do arsenal de gucira
ili/cii.l.i, que, visto achar-se prompta a cha-
vo ingleza, que o Exm. presidente da l'a-
rahyba cncominendou, para o semejo da for-
taleza do Cabedello, Laja Smc. de enva-
la na primeira oppoitunidade ao comman-
danto da referida fo-taleza. Participou-
se ao mesmo presi lente.
Dilo. Ao juiz de diieilo da comarca de
Santo AntSo, accusinto racebilo o ollicio,
em que Smc. comn.unica haver no da 8 do
corrente rcassumidoo excicio do soas func-
efles. Cornniunicou-se a tlUMOIiraria de
fazenda e ao conselhoiro presidonle da rc-
lacSo.
Dilo. Ao mesmo, dizendo Picar inteirado
de baver Smc. no da 15 do corrento erice.-
radoa segunda sessio ordinaria do jury da-
quella comarca no cuirente anno, a qual ha-
via comegado a 11 do setembro ultimo.
Dito. Ao juiz municipal do S- AntSo, di-
zendo ficarscente do haver Smc. alfixado
edilaes, declarando vtga a serventa vitali-
cia do oll.c o do segundo tabelliSodn nota?
e escrivSo do crroe,civel,orphlos, capclla e
residuos daquello termo, e declarando que
foz repro luzir semolhanles eiitaes nosta ca-
pital, na forma do art. II do decreto n. 817
de 30 de agosto do 1851.
Dito. Ao juiz municipal do termo de
Nazarelb, doclarando.que Oca sciente de ha-
ver Smc. no da 18 do corrente assumiJo o
nxercio de suas funeges. Fizcram so a
respeilo as necesstrias communicacOes.
Dito. Ao director das obras publicas,
prestando os csclarccimentos pedidos por
Smc. em seu ollicio de 12 do coi rente, para
poder cumplir a ordem desta governo data-
da em 8, teuho diior-lhe, que se cuncilia a
execucSo da mesma ordem com o regular e
prompto andamento das obras a Cargo des-
sa repartirlo, apresentando-so urna relaclo
de objectos necessarios para o servico de um
mez, o esas relaclo -leve hasear-se nos pe-
FOLHETlin.
0 PALACIO P1M0I3AN ()
por jftx- ISogcno iscautootf.
.4 o Sr. Thiers.
(Continuado do n. 244.)
Quan lo os cidadSos, em vez de fazerom a
si mosiHos qualquer servido o transformam
nisivci publico, itto he quan lo julgam
a proposito quotizar-se para lazerem oxeou-
tar um irahalho ou para promnvjre n uina
satisfcelo rr/nmum, eo nilo chamo a ato
communismo, porque ah nio cnie'go o sen
riinlin especial, que he o nivellamento por
meiodu c*pola$o. O estado omn he verdad*,
pelo imposto; mas resllue pelo servico II i
urna forma particular mas legitima da per-
muta, que he o fundamento do toda a socio-
ila.de. bu tou mais longo, cunlianlo um ser-
viro especiil ao estado, os cf Ja daos podn)
fazer nina boa mima operacilo : boa, se por
i'-lr ... .o o s-'l"V'i;o se l./.ei i- mi mais |.er-
ic.cao. e economa ; fa-la-h3o m na hypo-
these contraria. Mas em caso algum descu-'
bro o principio cominumsU. No primeiro
venientes, mas sim da pe'verso da auto-
ridade, de um desvio abusivo da (orea pu-
blica, e nesle caso prrguntarei : fot que
sois dtposilarit da autoridnde e da /bren pu-
oeri para mitigar a capo/-i<;lo. como coi at-
treviisaapplicaraautorida.de e a forcea pu-
blica a proteger e a sijstematisar a eipoliacSo.
Se o pensainento do presidente da cama
ra municipal triu "phar: ae ou vir, em vir-
lude .leste precedente, agitarom se todas as
industrias da povoafo alim de solicitaren,
favores a custa urnas das outras ; se 00
meio ilesle tumulto de a .ubicos sem esc u
crupuloseu vir socobrar alea mesma nocHo
de propriedade, so-me-ha licito pensar qu-
paia salva-la do naufragio, o que em pri-
meiro logar cumpro fazer lio caracterisar
quanta iniquidado oiisle na medi la qne
foi o primeiro pelo desta lastimosa callea.
SJo me fra dilllcil, Sr. Thiers, deparai
na vossa obra com trechos que servem para
o meu assumplo, e coirnborlo as mirilia-
inteiicOcs; a fallara verla.lo bastara abr-
an acaso. Sim, sorecur-lando um jugo
infantil cu mettesse um alf.uete no voiso
liyro, celo sellara na pagina indicada pela
aorta a condciuiiacu nm licita ou explcita
do rcgiincn proloclor a prova da iJonlida-
de desle regimn--ewi principiocau o com-
munismo. E por quo razo nilo faz-'s a en-
pcrienri.i > '. Poia bem, vejamos. Oallinetn
designou a pag 283, na qual se l o -comi-
t:
lie pois erro gravo que nos a tenhamos,
a concurrencia, e nao lonlianios pocobido
quo so o povo lio pro luclor Inuibein lie con-
sumido e quo recbenlo menos do um la-
do ( o que eu nc.jo, e ros mesmo negis ali/u-
mas linhis mais aonixo) pagando menos do
outro, i e-la. a em prov.ito de tolos a difle-
renca do um systoina que refre a activiia-
do humana para uit .. sysleina que a lauca
n'uuia carrcira inlinita dizen lo-lhe que n.lo
paro nunca.
Desalio-vos para que dgaos qne islo Dio
so applica lano a concurrencia que se faz
pelo Uidnssiia como a que se faz pelo Loira
Mas domos outraalliuetada. Eis-nosa pag
325.
< Os dircitos ciislem ou ..30 : s-i exstem
(I)
e dos as instantes ; en intmro hontem como o he
hoje, cuino ser amanhia. dtpms de inanha j
os ci.ladilos sahir-se-hio bem : no segundo,
enganar-se-ho : eis aqu ludo. O a, so o' ellos ><'">**> cnsequoncias absolutas..
communismo he uti erro, nilo so seguo quo I
todo o erro seja ctminunimo.
Os rconomisias aRo cm geral mu dos-,
COHli.dosno lcame a nlirvoncao gover- ufo como H tierno, nao guando vos ap-
namenlal, na qual .Irscohrem inconve.iien- P'ouer ricclara-to cm cgvr, mas guando -
tes de luda a laia, a'iatimeiilo da libcr.la.le, i/radar ao IraOalhador uwoca-lo
da energa, da provid .ncia o da experiencia l''lcl,s *>**" %a'\," S22?, ",.",''''
.niiviilual.uuu sao as liases nuis pr. c o "'ir. n diroito nidcUn.do, perpetuo .. me
lasociedado! Acontes i poia mullas vezes laipodir quo proiuza iiidi.ecla.i.eute dous
aos ditos economistas comlutor esl*. nter- qumUes di farro no meu eaUbelecirnoolO,
venci: mas nao he sobo mesmo ponto da qovl no nina vinha, iara quo alie lei.ni a
vista,o nem |elomes.no motivo, que cll s vaulag.im do pro.:u/.ir dnectam-uto umso
repellem a prolerclo V3osoargume.it p^r- uu 6CU cstilielocimeiito q .a lio una ruja?
tanto contra a nossa p.ediieccao. tal.cz de,- Eic direito tambciii existe ou hfi existe,
masiadamenlo pronunciada, pela libordadc Su 'Xlt"> ^ l3 ",lc,r". Uo como foi hon-
enemtlotoucoSodiga-.Naohep.r mar- loro, como ;ra a mai.haa, depj.s de aini-
villur quo esses sabores ropilla.n o reg- "hS". tl"- c"""',"" "vo.no, nlo quan
men prolector, por quanloolles repellem a do vosapprouver declara-lo om v.gor,_.nBS
inlervencao do ctado cm todas es cousss., q"ndo agradar ao ineslre de fo.jas invo-
Em primeiro lugeradvirto que o3ohe ver- ea"'- ,_ .,
dado que repinarnos a inlervencao do go-l tentemos n.u la a soite : o alfin.to dcs.g-
vc.noem lolas as cousas, .^s, os ccono-! a P8 'l"*1 lc' cstB apbar.smo :
mistas, admiltimos que lio Miiiae do estado' A propriadade nao existe se eu nao nao
manler a ordem. a stguranca, Ja;er respeilar VO^o dua-la, nssii.i como a posso consumir,.
as pessoase as propriedaies c reprimir as fruu-' Mw lambn, d.zo.nos: A propriadade
des e as dolencias. Quinto aos servico. quo ao 'i's so eu a mi posso permutar ss.m
ten, pora-s.mdizcr, um cancter iodoi- oomo Pu35 cun.-uiuir.. E perioitU-oie
PAUTE PRIMEIRA-
IV
Una historia ao litar.
(Conliouaco.)
Pompeo parou ueste inoiiienlo como se a
leinbranca deisa scena Ibc bouvesac quebrado
as Torcas. Seu compimlieiro o observava a tra-
tes dos buracos da mascara com um ar singu-
lar, sem pedlr-llic que proseguiste aip sua uar-
racao. Poinpeu cuntlnuou 1
Ilciiel me condunr para as inaanloirai da
cidade; ncnbu.ua esperanca tnc rcslava. .Meu
() Vide Diario n. 241.
ao juiz de direito respectivo.
DEM DO Mi 22.
OllicioAo Exm. presidente noTcado pa-
ra a provincia do S. Paulo, llr. Joaqun. Oc-
tav.iino Nebias, dize.ido f.-ar nleira.lo de
haver S. Exc tomado posso da presidencia
no i nesla provincia o ajudanto da extincta cstido
.consagrar dous CipilKiiostin direito de dor,
iii Inri..
mete
segUQdl linha, Antonio "de Souza Uond.m, |m segundo logaren sou forcado a repe-'lue n3o corro pengo e near. una IC
bem como reinetter a respectiva guia aquel- t.r q0 urna cousa lio votar contra urna no- *?d,rf'l..ePe,rm"la.r'.,,!>.I"f,u,.e;nl'.
le ministerio alim do po ler esse offlcial re- va au.ilioie.lu dada ao ost
caber pela pagadona das tropas da corle, rnenlo do que, felos os
on le se acha, o seu sold po.- inlero. dosvantajosa, e consltuo
adosob o funda- violado oto >ob a aulondado das lois .topail
clculos ella ho Anda outra ailinciada.' Ah be i peg. 17:
urna perda naci- bon.en. t.nn una primeira propneda-
oeleda.de he intereaMdl no mais alto pon-
to a garantir-lite, porque sem e.-ti garanta
nSoha trabalhoosom trabalho no ha civi-
lisafSn (ainda necessaria) mas mise.is,rapi-
a e barbaria.
Pois bem, Sr. Thiers. desertemos, se lio
do vosso agrado, sobre este text".
Como vos tamben eu vejo a propriedade
primeirame.ite na liva disposicilo da pes-
sob, ao ilepms das faculdades, enifim do pro-
ducto das faculdades, o que prova para di-
ze-lo de passsgem que a proprieda.lo u a
liiiiTila.il) ale um certo ponto de vista ae
confunden!
Apenas ousaroi dizer, como vos o diasea-
tos, Sr. Thiers, que a proariedade do pro-
ii.el.. das nossBS faculdades ho menos adhe-
rente ao uosso ser do que a das niesmas fa-
culdades. Materialmente islo he incontes-
tavel ; mas privar-se a um homem das suas fa-
culdadesou doy productos deltas, da o 0ies.no
resultado, c a Bita icsullado chama-so
ttetwUtQ. Nova prova da identidad" do
nalureza outro a libo.dado o a proprie-
dide. Se cu por meio da fo'ca faco con.
quo tolo o trabalho da um homem su
convert em n.eu beneficio esse homem
be meu escravo ; e tambe.n o ser se deixan-
do-o Irabaihar livreinente descubro um
meio, por toe,, ou por astucia, de apoderar-
modo Inicio do son trabalho. O primeiro
genero de oppressilo be mais odioso, o se-
gundo lio mais hbil. Como so tcm obse. -
vado que o tralialbo livre he mais inteligen-
te e mais productivo, os similores disseren.
entro si NJo usurpemos ilireclamenle as
'acuidad s los nossos escravos, mas mono-
polis-mas o mais rico produelo das suas fi-
eldades livras, o demos a esta nova fru.a
d> captivei'o o bello imine do protecedu '.
( Chamo o nltemjilo da honrado Sr Alces Oran -
co pora este trecho ; e upproveito a occaslo pa-
ra declarar a S Exc. gue nunca pensei gue'S.
Exc estivesse -lo atrazado necias materias, co-
mo irrefraguvelmenle o prova, gue est, o dis-
curso que S. Exc prrjeriu no senado, c que sa-
hiu impresso no Corrcio Mercantil de 2 do
corrale ma de setembro. f'nj meimo to o a-
trasc do Sr Conselheiro Mvi Bronco I'o
bre Urazll'.'.'.)
Vos dizois, Sr. Thiers, que a socielado lio
inloressada cm garantir a propriedade. Con-
cordo comvosco ; apenas vou mais longe quo
vos, ose pela sociedade vos entendis o gover-
no, eu digo que a sua nica tnisilo, pelo quo
liz respailo ...... e I i :, lio garant-la :
que so elle lenta equilibra-la em vez de oai-
ranll-la, por ose so facto avila. Ist1) me-
rece ser examinado.
Qiiaudo um certo numero de homcni, qun
nfln uoiiem tivaraem trabalho a sern propne-
ladea, so quoliza.n para as-alan nem u o
(orea commuin, ellas tcem evidentemente
por lim trabalhar o gozar do l'ruclo do seu
traba ibo com tuda eegurenca, o u3o pelas
suas facul ladea o provrie lados a merc des-
ta forci. Am 11 antes de toda e qualquor
forma de governo regular ou i:3o creio quo
se possi contestar isin livi lualidades oili-
r,ilo de defesa, o diroito de. d 'loiiilor as su:s
ecssois, faculdades o baca
Sem preten ler pliilosopbar aqui sobro a
orige.n e extensSo dos goveinos, vasto ns-
su tipio capel .lo ,1-suslar a miuli.i fraquezu,
liermitli me. Sr. Tlii rs, quo suhmel'a
vossa conslderii;3o urna i.'a. Parece-.no
que os dinitos do Estado nao polen ser o-
nSo a regulariSBcSo doa direitos posso.rs
preexistentes. De u.i'.i digo que nao pos-o
couceber um direito cotlcctivo quo n3o tenlia
a sua raz no direito Individual, e que o nflo
supponha. I.ogo, para saber-so se o Estado
est legilimanvT.le Invealldo do um direito,
cumbre que se iulngne s? cs-o dir. itoeresi le
no individuo, em virludo da sua orgai.sacan
a na ausencia de tolo e qualquor governo.
Funlado nesia. idea lin quo eu repellia al-
guna dias, o direito trabalho, dizoinlo co-
mo quer quo Pedro n3o tem diroito do on-
gir directamente de P'ulo que osle Ihe d
Ira ha Iho, nao Ihe assistn la m bem motivo pa-
ra quo exarca esse pretendi lo direito por
intermedio do estado, porque o ostado no
he scuSo a/orc/t commuin creada por Pedro
quer ao particular de-S. Exc. oo por .
DitoAo comoianlo das armas, rcraet- subditos portuguezes que foram recrutados gimen protector temos estas duas qnalida----------------
tendo por copia o aviso da repartido da para o servi{0 da armada, o que srilicilou | des de objeccOes; m.s a ultima pesa muit > I) 0 iario do Hio, assim con.,, esle lor- t.r anula por meio oa forci a propriedade
que no quo o estado tem o direito de garan-
mcio da forras a propriedade
dando conla das !de cada um ? lio por que este direito
ser relatado em sessSo cuidado do mandar prover-se d'agua na Sis-
ra, de 4 d correal maulando doJu- d'aquella roparticao a soluco conveniente mais no uosso animo para Ibc azormos po- i nal, (o Corrcio Mercantil) dando conla das.de cada um ? He por
"ir do sold do lente do 2 bilalho de sobre a reclamar-Jo do S. S., com declara- las vias legaes, bem entoni lo. enearniQada ; discusses da cmara dos depulados, disso j preex.slo no individuo. .Mog .em pdecon-
i.ifai.ta.ia. Antonio Cabral do Mello l.eon- ello da maneira por quo se devo proceder I guorra. Assim posso submetla, por oxam- rain quo o Sr. Moraes Sarment Hulla sus- .testar as individ.ialid.ide diroito,le legiti-
mo a contar do nrimeiro do crlenle cm para o futuro em casos semelhantcs. I po, a um cooselho municipal a queslao de ; Imitado o principio absoluto do que o cover-|wo<>/a, o di e.to de ompregar a .orea no
diant". a auantla de 30/000 rs mensaes Dito-Ao juiz relator di junta de justica, s.ber so ho melhor de.xar o cada f.miiia o no n3o dcv.a nitorvir nos me.os do aperf-i .caso do necessidade para roaeinr os aiaqu
""mo quer 'dirigidos con Ira as suas possoas, as suas i -
cuidados o osseus bous Concebe-so que
este direito individual, visloquo elle resida
ra mandar por rgua om urna praca da "po- citados j-rnacs envolva urna censura ao
voacao ; iienhuma onj.Cijo de principio lorei mesmo Sr. Mora-s Sarment, censa que
quo fazer ao exa.no desta qu.stao. O cal- costumam 1 lazer os quo ignora 11 as mate-
culo das vanlagiins e dos inconvenientes pa- 1 i >s, quelles quo nsestudam o as cnten-
ra todos acra o nico elemento da decisto. dam,eUvedesejosdeeacrever algunas Ii-
Ple luverongaiionestocalculo, mas ornes-, nhas 0111 defesa dos que seguem os/innci-
que, a pedido desse ollicial, se manlou abo- transmiltindo para -
liar sua fam'lia pela pagadorh das topas da mesma junta oprocessoverb.il foito ao tanca do um quarlo do legus, ou se lio pro- oSr. Coucalves Martms. Entend loo que
da corle. Igual copia ro uotloo-sa thesou- soldado do 12." batalhSo de infantaria, Fran-; ferivel que a auloridade lance urna tinta pa- esse moflo porque so expressario os supra-
rana do fazenda. cisco do Souza.Paiticipou-so ao Exm. pre-
DitoAo mesmo, dizendo que, pela lei- sidonte das Alagis.
tura do aviso que tem-stle (or opia, do DitoA'thesouraria da fazenda provin-
minisler.o da guerra, da 5 do crrante, fi- cial, para mandar pagar a Mattos e Maga-
cara aquello co.nmand) caito do que se lh3os, conformo requisilou o chefe de po-
c.n.cedeo Ircs niczes de licutci com sold o licia, a quanlia de 113480 rs. quo, segun-
etapo, pina iralar do sua ssulc, ao segn- do aconta quo remelle, se despen.icu com mo erro que arrastrar u r.apordada ..roprio- pos ab solidos, as div 1 modisto le obran-
do cadelo do 2.' batalh.lo de infanlaria, o sustento dos presos pobres da cadoia do dade u3o consumir urna v.olSo syatojiali-| do-maque uui sou palmatoria do mundo.
Francisco Peroira Pcxolo. Bonito, desde julho at setembro .leste an- ca da propriedade. (Tolavi.i agora 1 hamo a allen;3o dosinunz-
Dito-.o mesmo, enviando copia do avi- no-Communicou-sc ao mesmu chefe del Mas so o presidente da cmara municipal gos dos principios absolutospara a passigom
so do ministerio da guoira, do 5 do con en- polica. (proponer que se opprima tima imluslna em ; su^ra de. Thiers, quo nao Ibes devo ser sus-
to. 110 qual se dcclarah.ver sido reformado Dito-A'mosma, aoprovando a arremata- provello de oulra, que se pinliiliaui os ta-jpeito porque Tillar, h: homem pitico.
.-_______________________!-----------------------------./ IBWM)Balt)) iseria fugia do sen prisao.
*:
um verdadclro cadver, o desespero succcdcra
tortura, c ia arabar soa obra. Foi en.ao que
iiini. coinpinheiros de captiveiro forinarjii
distin- um plauo de evasao. Seu projecto, pasio que
nodidocnucrd.zer-lhca.lcos! arrancain-m'a, Jalera a amargura'dos mcus peusainenlos guiam o objectos c a liuinidadc docalaboufo ponco seguro, nao me pareceui impos.l. el el-
levam-na; urna hora b.slou para despedacar depoii que me haviam separado dclla. O lugar gclava-inc lodos os inenibros. i les conseguiraui luteirar-me del>fPmJl\J*
esses lafos que eujulgava elcraos! Sua familia quohabllavainos era Parma, e o podcsl desta Tres mcics se passaram
aballinciito loi tal que segui incu gulas scoi unio I Gracas a miiu, ja a miseria fugla do sen prisao. Pouco a pouco me fu. lornaudo urna
resistencia. Ao aspecto da prisao .oda minha lete. De posse do seu amor, que iiiciinpor- especie du aulomalo que jatiaui levintar-se ou
coragem enfraqueceu. lava a colera de sin l'.iuol.a i K agora cu nao senlar-sc, nicui ps c minlias maos Cstavam 10-
Morr.-r assim, exclamei cu. morrer sem ter sou para ella mais do que o condottiiriPompeo', chadas pelos ferros, nieus olhosjnal
a espera c a reclama ; mas a que torturas nao
vai ella licar sujeila! Seua prenles sao nobres,
altivos c poderosos; um claustro vai fechar pa-
ra sempre suas grades sobre ella, um claustro
(au inste como a abobada .leste tmulo! Pois
he um uiinulo o lugar em que esses bo.ncus me
mellcraiii. Um ar gelado sopra atravez desses
varaos; estas paredes sull'ocam a mi, nas
quem lie esse huiiicm que presidia sua parti-
da ? Essa vos que vibra aluda aos meus ouvidos,
onde aajuvi cuenlao? Um iii-linclo secictoi.ic
cidade me aborreca. Elle ni iiidou logo laucar-
me 110 fundo de um calabouco separado do dos
nuiros presos a cla.idadc do dia lora banida
dahi, e substituida pela muribuiida lut de urna
alampada.
assim, tres meses, um bilbcie que iutroduzlram na iiiiiiha prisao.
duianlc os quaes soU'.i diversos interrogatorios, Pela.nloha parle nao via cu) que un miseravcl
Preso por u.n crune de estado, promellido de lao abatido, eenio cu eslava, os podesse servir;
aniemao vingan(a do cardeal Richelieu, que mas ellca me prevenan) que Ihes fosse sinen-
tiuhanesse pala numerosas Inlelligencias, e nao teem soccorro platicando eu mesmo uniaaber
poda |.i 1,1.. ir-inc o ler atacado .. niao armada tura bem larga para a sala viiioha daquella,
Esse subterr.nco era celebre, muilos nobres os despachos do marques de Cocvres, cu ig- cm que eslava encerrado; asseguravaiii-nic sua
captivos o aaviam illustrado ; seus nomo ins- oorava o uouic de meu dcuouci.iite, o de mcus dlscripcao e cc-nitancia, c rescrvavain para si a
criplos as paredes con. versculos niedosos iulzcs devla acr iguilniculc um segredo. i melhor parle desie trabalho pcrigoso.
rciiluiram-iue acoiagcin. Os inquisidores nao enlravam na minha pri- Esla revelacao iiispiiou-uie urna alegra rc-
Vivamos, disse coinigo, cm vea de morrer sao, senao malcarados; sentados no tribunal penliua, lancei-mc de joclbos agradecendo ao
cobardemente : nao nos deiaemos abaler pelo elles ainda guardavain a mascara. Apelar do ; co, e rogaodo-lhe que secundasse seus earor-
abanduiio ou indiileicnca de mcus amigos, eu cus. Levanlei-inc, c para aspirar a moma brisa
.iir.ajuradu.iiu.il! mesmo n.'.o denuncia-los, I uuc oevia reannnar-me. siispcudi-ine nos va-
assim nao poderain oblcr de inlm nenhumas raos de meu icspiradouro.
ruciii o 1 I i.l. s sobre os meus cmplices. Era ujoma uiagiiilica Lardo
infortuulo ; nao lere algum dia dous entes cha-
ros defender ? Nao teuho diicito de contar
P*.
Desde aulla icsolverain vencer o meu sileu- se-hiad.lo que anula
de outubro, ter-
rlnava a primavera. As
sua amorosa caolllc-
advcrlc que devo odiar a issc homem ; en. que
lugar nos temos nos encontrado!" Abl Dcos he
leslcuiunha de que eu daiia agora a miulia vi- com mcus amigos/ Quem sabe I ralvcsque es-
da para salva-la, a minha vida para couhecer o tai uiluhas cadeias caiain por seus (.aforeos,
..i ri.ii.i..lnr' a..-um r-oiao vcnilidu a Kranta! Esla esperanca por mais inseusaia que losse,
BD*BvleTcVuiar.me di mw*totetoSm res.i.,..o-n,e ..aergU. U.ndel pedir liveos! ci pela tortura, jame ha.ia... amaacado com fontaa cautavam ao Ion.
niubal^erd.d".^^^ oessa hnra papel, ludo o que se concede aos p,esos o.dina um suppllelo horrivel, co.i.pnran a palavra., na. o co era azul, as e.vas es.reinec.a.n e os
fa^leuia.le..d'.iau!el'uMUC me coiiliar.u ios; contava instruir da inlol.a so.le a cora- Todava a dor nao pode do... ir iniuba conslan- passarlnhos se punbam sobre as ultimas llores
eui.ladode aun aorte 1'iuieJia ailla urna mu- cues liis; mas recuiarain-uie ludo, mesmo a ca, sobre o cavalleie, onde me bavlan eslendi- das moulas.
heruue m'"h. ha^dado ^. v da r" lu es mesquinha ract. dada ao, UJ.de, A miaba do eu pcn.ava aluda ... aojo, que me fra rou- Tinham detada abai.o no paleo dos preso, o
' ao ,c,rat. le*,U islc" era lio real, ida, que un. dcsfalkcimculo seu- bado. aua imagen, illuu.i.iava n.eu calabouco. la..{o de parede que da va.a ......haira un,
ile u. elue qe el" iras cu sivel efr.queceu-,e logo a, torcas. Uando os ves.ldo, me cabi.in en. .rapo, so- filo .ao isie eu vi. cmhn, arr.s.ar .obre a.
airrado Fila .Vubum rumor, iieuliuma noticia me cheea- bre o corpo, quando o tremor da lebre entre- pedras u. pedaco de panno .mil ceies.e.
va de fura, eu su uuvia os passos do meu car- ehocava os ferros da minba cadela, eu vi) ain- I Com alguna esforco, cheguel assi i. a icar-
- me lodos os das at esle lugar, onde beba o ar
iguo.am que
-.ii.... lamlieut d
aeu sel, l'e.ibor cbaro, peitbor
era ...inha inullu-r parante Dous, purque ni
em lo los os cidadfiO,possa revestir a f na
collecliva, e legitimar a jorca commum. E
purque Olio tem o estado o direito .1 'equili-
brar as propredados ? Porque pura aqui i-
bra-las fra misler arrebatar Jo uns pura
dar a mitins, lira, uo tendo nenhun. do
trinta milliO'S da francozes o direito de ft-
rebalar o que he alheio, aob pretexto do alle-
gar a igualdade, >.3o se. como poderSo daj
osle direito a jorca commum.
E uotai que o dneito du equilibrio he des-
tru lor do direito de garanta Considere-
%%ammwmwmm\w-r' wn un
ful la 1 diligente na eiup.esa que o rombo cu.
queslao licou logo prompto.
Primeira passei una mao, depois o braco e
por lim o corpo. Eu linha o cuidado .le cobiir
todos us dias essa obra subterrnea que fa/.la ,t
uoite, tornando a por a pedra e conservndo-
me diantc dclla quando o carcereiro enlrava.
Tinhain-ine desembarazado dos ferros depois
da lor.ura, smente as senliuellas de fra csta-
vam il.ibiad.i-.
Havia um mez que cu prosegua na minba ta-
refa quando uina ooilc julguei avistar um ralo
de luz oa sala contigua a minha prisao. Esse
Iracoraio passava alravez dos intersticios da
pedra, elloadinirou-u.c tanto mais quanlo ate
iiim.. eu sabia que esse lugar era inhabitado, a
lampada que arda no meu calabouco, nao po-
da despenar a alteoco de meus vizloboa; tila
eslava collocada mullo alto, c sua claridadeera
quasi neuhuma. Todava live a ide.a de apaga-
la para que nao me uabisse, e conteudo a res-
piraco, puz-.ne a olhar pela feuda daparede,
dio tarde! em distinguir urna vasta sala cujo
espaco era lodo oceupada por urna mesa mannorc. Sobre essa Imu.eusa uiesa, alun.lada.
eitlao pelo relleno de uina Uniera), inuitos ca-
dveres eslava... deposlos, mis .nublado,, un-
iros intactos, mas .odos lendu anda o signjl
rouxo que delta nos presos a piesso consiau-
te dos grlll.dea. Jarros, garrafas e ro.ipa, eu-
sai.giicnladaa juncav-m o chao. No mclo da
mesa eslava um volunte ublungo coberlocuu.
um veo.... Diantc desse volunte eslava un. ho-
&,e^Tc^^
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO f


.- --
inos uaia t'ibu do clvagel quo anda n.1o
teuh* isUbiilaciJ' govorno alpum. Cada
uu>don*esselvKens tem o dirt-ito Jo legiti-
ma tUfeii o lio fcil Uojfi'r que li esto ..-
reiio qii'J vira a ser a Imiu do un* forqa
eommsn ..Uin. Sa Igan. Jos rocM.ui
itelvaRons conngrou o sou toinpu, a* suas
t 11 .;.!*-, a mu inlolligtnc.a a producir uin
ateo i fleoUt? o uulro I has quizer arreba-
tar, lodis as ^y :pLlii-irt da tribu aorfln pela
violima, v su ; causa for sujo.ta ao juizo dos
velhos, oes oludorser inrilivolinentncon-
iifuii lo. Daqui a or^auisaQnu da Torga pu-
blica li.m dista masdo quo umpa>sj. Mas
peryunlo VOS, esta fori;a toni por ventura a
mlssSOg ao monos a missio legitima de ro-
gularisar o acto daquelle que dt Ion lo em
vino lo do dlrato, a aua propriedado ou ar-
lo tliiquello que viola contra direilo a pro-
priodado ile OUtreal i' FOra na verdade
bein .singular ijuo a foi\a collocliva fos-
ie fundada nflo no direito ioTldual mas
na aua violceo pennnoiit o syslomati-
Ci Nflo, o'autor do livro que eu tenho
deba Izo dos olhos n3o pode sustentar somr-
llianto Lhejifl Has nao baatl que elle a nflo
sustente, fra talvex do aoudever combaie-
I s, porque nfio lie sullicionte atacar esso
CouimbUiamo prosseiro e absurdo que al-
guosseolaros assoallutn om folhisdesicre*
dladaS* Tora talvez bom deamascirar o
estyg i'iitisar ossooutro comniunlsmo anda-
COSO o sublil quo pela simples prrvers.lo da
justa idea dos di re i toa do estado se inslnuou
un al^uiis ramos da noss-i legislagloe a-
meac, t invadi-los todos,porquauto.Sr. Thiers
lie incontestavel quo peto fago das tarifas,
por meio do rgimen protector, os govornos
rm lina ni essa raouslruosidade Ja que a pou-
co tralei Kilos abnudonaiii esso dlreilodfl
legitima defesa proelislente em lodos os ci-
d&OS, fnte e razan da existencia da sua pro-
pria roiasSo, par ofrogtr-SC un pretend io
direilo de niv -M mi-'iilo por va de ea polla-
3o, direilo que, nflo raai lindo Ulterior-
mente as i-pasosa, 11A0 pode residir Uffiben
na eommunidade, (Chimo a altenogfiu de
S Ese. oSr. eunsi'lheiro Alvos Urlico para
este periodu.
Biatat.
Ttodutida peto X.)
.Continua,)
Londres 7 de setembro.
Vendo apparecet nos jomaos ios govrrnos
Inglca c Francei doui artigoa, que blasunam da
esiar a diplomacia Ingleza e francesa prestes a
(riumpbar no rio da Piala, a em lujis as mais
pie iii'.vi ;.miii no grande canal y\ franco ao
oominercio do ^lobOi o povo rasoavel o oirlhor
Informado, comega .< ler isui recelos e appre-
heosdea de que larri Malmcsbury e Mr.Drouyii
de Lbooyi teubam nial apprcciado o c.i-
raeter do poyo coiu que Udain, mal coropre-
iii mli tu i bis lona passada dcsies palta*, e cor-
rain o lscu de perder as vaougeus aub-tan-
ciaei an commcrclo europeo, querendo abar-
car de mais.
O ministro britnico recen lamente enviado,
Sir Charlea UoUaiu, be aein duvlda un boiuein
esclarecido, prudeute, inulto pratloo as Un-
;iub da America d<> ml, a lein uiciiio alguina
oxperlencl* da malcra, todava bem p le a
poltica de Ituenos-Ayres teuder antes a deten-
caminha-lo do ue a dirfgi-lo. M,is com > cin
todo o oaso tem de gular-aa petas suai loatruc-
fOes, be do toda a importancia que esta sejam
1 asoaveM c modeiad.is nn seu thfor, o que lh
dem nina grande latiludc nao s acerca do
,11 'i- 11... io conlm, mas aluda 110 (|Ue res*
peiu i sua cooiicracao com o scu colkga Kran<
ce/, Mr. de S. (Jeorges.
Dtiie eavalleiro nada sabemos seala que oc~
cupou anteriormente ua America do Sul nina
poslco biibordiinida. Mas se elle c-liiutelli-
^niiiii.. para usar om Santa I < da inuia liu-
i.ii.^iin do jornM Jo guvfrnu Ikiklc cni Paril
ento toin de ser uin perlgoso compinheiro pa
ra o ministro brltouioOi i'or pie o eme a Frauca
ale hoje tem dcsejailo estabcleecr he a su 1 iu-
Uencia poltica, no entretanto que a lu^l d'i-
ra & pode querer o eoiunurcio dcstes pases
Quando Sir Charles lloliain, ao chegar s
praias da America du Sul, eiicontruu-se com
0 bravoalmiranieGrecofald qui saber romo era
natural, quact as valas do chele, c pcdiu-lhr
cas conselhos. A resposta <|ue Sir Charles
HoHain recebeo lie chela de Hoedorla pratic.:
' ." ii'tiln le/ilanhi, yanfiarc/s mutto ; se tctitanlts
;:-;i cnusa iiaf/d ganhfirctt Ka ra/fio dcsla
1 emposta be obvia. As provincias superiores d*
ConfedaracAo Argentina, leudo por flmderri-
bado a supremaca de Pucoos-Ayres, e destrui-
do a lyrannia de llosas, aeham-se agora reuni-
das ca Santa F para de novo foruiarcm c con-
solldarem una repblica federal, em que onda
estada tenba Iguaea direltoae pravilegloStOaaslm
protegerew-sa contra o predominio da pruviucia
iVontcira. Ate* agora .. diplomacia europea
i-iu-sc apresentado reconhecendo apenas hue-
nol-AyreSi c tratando coiu ella c por Isso ac-
ra rccfbida com suspelta em .Santa Fe. u
tlicfesr e o povo que nhi se icuiu 111 nfio re-
prescniain communbes bem recouhecidas,
oem estados amadureeidos, ncm urna pupuli-
c;o illustrada se^untlo as Idclal europea*. Kl-
les .1" naturalmente slmplloeai mis quando
cSlImaladOfj sao linim-ii. exhaustos, cuiorpc-
tidos v. Injuriados por geas c conflictos mu-
tuamente ruinosos, desojando apa/, par pdi
a prnveito as vaniagcns de scu bello pai, e
resolvidos a nao seren por uiai lempo inliu-
111 ios c vassalios de Huonos-Ayrcs ; oas sem o
recurso de grandes intelllgencias a ieni, sem estadistas eminentes que os guian,
Mein hbitos uu tradicdel consliiuaouais coi
que se l 1 -. c-iii. ajum mi-s para oonstrur a
sociedade poltica sua propria feija e gelto :
e llies he Ikilo obrar asslin sem impcdimculo
mi eslorvo da parte de iiardcs mais sainas,
porque s a clles pcrtcncc trallbar para a t>ua
piopia rodempeao.
A sua frente est Urrjniza, snMado feliz c ino-
derado, c couiciila no malo da foriuua. Com*
todo I 1 in; i he apenas um gaucho por ori-
geUt Delaoll as tropas de gado pelas armas
as perlurbaces de sua provincia, adquiri
diuincedes e ri<|uezas, c demais send > agora
Invernador lie ao inesiun lempo o primeiro
pioprietario de Fulre-llios. Sobre a poltica
de scu paiz Urqulza tem vUtas determinadas;
he o delxareui elle as levara a rUnto; a S o
coutrarlarem impolas-ha fircosamente Con-
ftderaco, Todavis Urqulzn cmn>i todos os
aeus contemporneos riv tes, puuco tinluc
c anda menos se Impert Com os nVscjus e
necessidades europeas. Os seus do-se bem
com sua politica, c cooscrvaodo.se elle no
terreno anterior provavclineute ser bem suc-
cedido. Mal iinpcllidos mullo para avante,
clles exciuro clumes, c dardo o baque ao pro-
pno I 1 [ni 1.
I 1-mi ni 1.1. pois, a aua conduela as corlczlas
diplomtica*, congratular a (Jonfederaeao
por se ver livre do 1. 1 t*H*iuo de liosas, aos
acorocoamentos geraes pan compleai -se ago-
axaiK iusji-g--v".-^,. asan
ra essa coostltuIcSo, que viole annos esteve
mspeitsa, e nianifcstaciio do Interesie da F.u-
ropa pelo futuro dos Estados, Mr Charles Hot-
taiu r Mr. deS. Georges, rao bem. Indo avan-
te collocar-sc-hao em mo terreno. Appllcan-
do-se a lombrar e a nconselbar, depon de ha-
varen por urna Judleloaa abstinencia de inter-
vrn>' ir, creado e segurado a con/Unca. a ten-
tativa europea poder valer inulto para resol-
ver as dilficuldades argcntloas e Armar gran-
des principios. Porcm tentando arrastar vio-
lentamente para lord Matraesbury c Mr. Drouyn
de t'lluys, esta assemblca politica to pouco
accessivel, enlio a derrota os espera.
A prlmeiranecessidadeheajuntar-seeeitabe
Iccei-sca coostltulcao da Confcderaco Argn
lim,lilqoe assegurc a paz c o bom governoem
sfus estados ; porque scni estes bens pullilcos
uio he possvel esperar-sc drsenvolvlmeuto al-
gum em suas relaccs commerciaes. Actualmente
as dllDculdades eonaiilem em regular as pretea-
cts c a superioridade material de Buenoi-Ay-
res acerca das conveniencias das provincias in-
teriores, menos adiantadat em civilisaeo. lie
destas que tem de nascer a riqucia c o engran*
dteiment futuro da Confederacao, c como era
natural c proprlo, estao ellas dispostas a nao
seren mais tributarias de Ituenos-Ayres. A
posic.au desle porto, as riquezis que tem ad-
quirido, mu populacao inlclligcnlc, sen con-
tacto com a F.uropa Ihe asseguram em lodo o
caso, seguudo a orden das cousas, vantagens
importantes. .Mas os interesses das proviocias
superiores oppem-sc de plano a que elle cha-
me a si o monopolio de seu coinmercio, c a mi-
posicJio cnclusiva dos dircilos de liuportacao.
K he por isso que emquanlo ellas prcteodeui
a navegacao dos ros superiores, Uucnos-Ayrcs
oppOe-se.
A segunda necessidade he segurar por con-
seguIntOi aospiopiios estados ribciiinhos, a
livre navegacao do Paran, lo Paraguay, do
Pdcoinuio, do Uruguay c do balado, collocar
a ilha de alaitim-Careia, que domina o scu
curso no canal, sob a protecefo da Confedera-
cao, c xtr a oapital desta em um ponto sobre
o Paran, por eicmplo, em Santa F ou em
Majada na margem opposta, fcando asslin o yo-
verno no centro, c forte pela sua poslcao. !\ls-
lo drveui consistir as tentativas da diplomacia
europea. Elle plc insistir vigorosamente ten
lando conseguir para o coinmercio europio essa
extensa Itberdadc de navegacao. Fra ella
bem de desejar mas he justamente este o caso
eui te Ureenfell : n;io exijis cousa alguma e ga-
nharcU multo De eovolti com aquestao da
iiiveg.iro livre, andaui as liuancas di confe-
deracao, e emquanto se nao estabelecer um
systema fiscal para a sua arreoadacao, qual-
quer tentativa para ohter-sc a livre navegacao
briiuiica, ser considerada como nina mano-
lira para escaparmos as imposivOes t como o li-
temos anligamenlc com Portugal ua colonia do
Sacramento) senSo para estaeelletermoi
nossa inilueucii poliiicae asjndleancla, A maior
cautclla be,pols.necessarlae S 1 Ciiarlcslloitam,
que Jisi oe de mais lihi-rdade, de ve acceilar em
Sania K, -.ubre esto assuinplo aquellas delibc-
racoes que forem inals proprias a lucrar para
o navios britnicos a aduiisfiu nesses grandes
rioi,
l>'ahi, por mel da navegacao a vapor, po-
der-sa-lia,abrir liiito nova mundo F.uropa,
podaremosfamllariiarnos com o interior do
urasil, com o esquivo c tmido Paraguay, com
os estados superiores da Confederacao Argeu-
tiua, e com u Uruguay, da mesma lrma em
f|iic estamos boje com o Ulsslsslpi e com o Mis-
souri i e assim poder-se-ha giailualmentc exc-
cutar o grande designio dos Ilespanhoes de
primeiro suhirem c cslabclecereui-sc por es-
tes rios isio he, poder*se-hta conseguir para
os pizes d'alin dos Andes', para seoslas do
Pac Ac, um camluho mais l'cil do que a volta
pelo CabO de llorn.
Sao oslas as grandes e nobres prcicncdcs que
lord Malmesliury nao deve pennitlir que se ar-
rlsqui m a ponbain em perlgo por alguma mal
cnteudida precipiacao ou i icrercncia em Sjo-
la F.
Correspondencias.
Un. redactores, Lendo o Diario da 27 do
correle, depare! com unta chapa de trcie can-
didatos apreienlados deputacfto geral, e co-
mo nella n.lo se achcm incluidos os nnines dos
verdadeiros e reconhecidos Pernambucanos ca-
pases de preencher Uo sublime e espnhosa
mlitao, e por consequencia os que poderao fe-
licitar o palx.ji por suas iiitelligencias, J por
seus caracteres Armes e honrosos, e Analmente
pela poslcao que oceupam na socledadc ; por
Isso, amante como sou do ineu nalz, e queren-
do smenle a sua prosperidade, aera oihar a
Inlercsscs e condescendencias pessoaes, oere-
90 aos ineus concidadaos, visto ser esta a epo-
cha acertada, os nomes abaixo, que Ibes deveni
merecer toda a consideraco e estima; por-
quanto devemos|delegar os nossos poderes a
aquclles que bem e lielinenle os possaia com-
prehender, e methorincnte faicrem sentir no
parlamento.
Kltn, conselheiro Autonio P. M. Moolelro.
ito dito Sebastio do Reg barros.
Dito dito Jos liento da Guuha Fguelicdo..
Dito general Antonio Corrcia Sera.
Ur. Francisco de Paula Haptista.
Dito Joaqulm Vlllela de Castro Tavares.
Dito Antonio Coelho de S Alhuquerqie.
Dito Francisco Xavier l'aes Uarreto.
Dito Jos Tbouiai Nabuco de Araujo.
Dito Jcronymo Maniniano i', de Mello.
Dito Anselmo Francisco Piretti.
Dito Jos Nicolao lligucira Cosa.
Dito Joao Jos Ferreira de Aguiar.
Um Pernambuctnc.
Srt. redaetorct. Se a deputacao de urna prn-
vlncia deve eousiar do que ella couttn de nc-
Ibor, he innegavclqne as pessoas aballo men-
cionadas nodevcm ser csquccida, tanto pe-
los logares que leciu oceupado, como pelos co-
iihecimcntos que possuem. Nao he minha opl-
nio que tima usscmblcA conste s de pessoas
de uin lado, porlanlo nenhuma duvida tenho Je
apresentar para a deputacao desta provincia al-
guns incuibros a opposico. heu, etc.
" amigo do milito.
Os Sri. :
Sebastio do llego (tarros.
Antonio Peregrino Maciel Moutciro.
Mauoel lleudes da Cunha Aievedo.
Venancio llenri<|ue de Kciciide.
loo Jos Ferreira de Aguiar.
Urbano Sabino Pesioa de Mello.
Antonio Corrcia Sera.
Joaqulm Villelade Castro Tavares.
Jos Thoinai Nabuco de Araujo.
Domingos Malaqulas de Aguiar P. Ferreira.
Monseiihor Miuiu Tavares.
Padre Juaquim Pinto de Campos.
Jos Ignacio de \brco e Lima.
COMERCIO
--Poli inspoctorii iiiblico, que no da 30 do corrente depois
do meio dia, se ha (*e arrematir em hasta
publica a porta da mesma reparticfio,12 cea-
tas acafatesi 300,total 3,600; tt livros un-
pressos,sendo 5 de direito das genles.3 de pro
gresso ao direito das gentes, i do historia
constitucional dos Estados-Unidos e 2 do po
litica constitucional, a 2,000 cada um, total
22,000 rs ludo apprehenJido pelos escrip-
tnrai ios e por accrescimo ao manifeato da
barca Santa Cruz ; sendo a arrematarlo li-
vre de direitos ao arrematante. .
Allandegade Pernambuco 25 do outubro
do 1852. O inspector interino. --Benlo Jos
Fernandes Barros.
Pela inspectora da alTandega se fai pu-
blico, que no dia 30 do corrento depois do
moio did.se ha do arrematar em hasta publi-
ca a porto da uirsma reparuou.,. n..ih
do cabo preto lina, por 500 rs. e I caita com
i potes com doce pesando 16 libras a 400 rs.,
total 6,400: ludo apprehendido peloaju-
dante do guarda mor a bordo do patacho
porluguez [tapido, por nfio se acbsr mn-
fostaiio, sendo a arremataco lifre do direi-
tos ao arrematante
Alfandega do Pernambuco 25 de outubro
do 1852. O inspector interino. --Denlo Jos
Fernandes Barros.
Pela inspectora da alfandega so faz pu-
blico, que no dia 30 do corrente depois do
meio da, se ha do arrematar cin hasta pu-
blica a porta da mesma ropartic.lo. 1 moio
do (olhas de louro pesando 26 libras a 200
rs., total 5,200 rs. ; (1 duiias e 9 pares de
meias le algodfio ordinarias curtas, duiia
1,500 rs., total 17,625 rs. ; 3 yarasde panno
de lnho por 1,200 rs., 1 sacco com 100 cha-
peos em carapu;as, de pello de 13a, a 500
rs., total 50,000 rs. ; 2 japonas de ISa por
4,000 rs. ; ludo apprehendido pelo remador
do escaler da mesa do consulado Jos Antu-
nes Corroa de Queirs a 2 inariiiheiros d
barca portugueza Santa Cruz, nos termos do
art. 284 do rogulamcnto, sendo a arrema-
lacfio livre de direitos ao arrematante.
AlTandegade Pernambuco 25 de outubro
do 1852. O in Fernandos Barros
lio n. 17 em 120,000,renhorada j0,buim, Para Lisboa a '" J"IftS"r* 8a"
nes dt Mira a renda animal da casa ler- ,r\da, capilflo Silveno Hanoel d.aih
in.3 sita na ra da Gloria da Boi-Visla,he al de novembio vlndouro V>f e
pollo i
Kunes i
em 96,000, por exTcuc'fio'co'uVa" o7h7rd^7- ze^'carregar'oii'ir'de P",f8?"n1i,'ija-se aos
ros de D. Genoveva Perpetua do Jess i>|. tem excollentes SSfiSjl^S ^rapa-
das a renda anuual da casa n. 26 sita na consignatarios pWJ|'r' ,,jo referido
ra das Cinco Ponas em 200,000, pinhorada nhia.narua .Apollo n. t,^
. ------T --"" ->,v, p-iinuiauu nnia, ra -- __-.o.
aJofioJoaquim do Figueirlo. Compareca capilflo P'"> doc,,mmcr lanpiro no
quem quizer arrematar. __Sahe para O l\IO jC Janeuu "
real c0mpani11a ve paquetes inclezes
a Vapor.
No dia 31 drsle rr.cz esp<-
ra-se o poderoso o veloz va-
por Medway cummandante
Weller, o qual depois da ue-
niiiia do costumeseguir paraos portos do
Sul : para passagoiros, trata-so em casada
agencia, na ra do Trapicho Novo n. 42.
Banco de Pernaminino.
Os descontos contlnuam a 8 por cont
aoanno, por letras at 6 mezes. Compra e
vende letras sobre o Rio do Janeiro de
codo Pernambuco 23 de outubro do 185."
O secretario M. I. doOliveira.
THMTliO
Becita extraordinarh livre da
a.ssigriBtura.
SABRADO 30 DE OUTUBRO PE 1852.
Depois de urna escolhi la ouvorlura, subi-
r a scena o drama cm 5 actos, ornado de
msica,
D. Cesar de Bazan.
Persongciis e bctores.
Carlos II-, ro de llesprolia o Sr. L. C. A-
modo.
D. Jos de Santarom -- o Sr. J. A. Costa
Cesar de Baznn o Sr. J. J. bozerra
--T= saber .-quem convier, que do da J;C e B.n o r. J ?u.rr.
ALFANDEGA.
nndimanto do I a 27. .
IJem do dia 28.....
.301:717,517
. 18:285,333
( Do Daily .\iui
ajajpaj 11 '.j_ i >ip piwBwMwgBbw
rom ,:-:t mocado.
aaan m 'iljriWuiiMiii nimuiik
aa cotias ; c ao laJo drllo uiii.i mancara que
mu david .r ibiv.i do tirar.
I.alc huuiiiii luiiion a lanlcina, acecudeu
iniia vela de crra.dcpu dua, epot (rea, de-
pon (lualro, ilc lorie une cm poucoa iiilnuloa
a illutniii.t^;io do lugar torunu-se completa.
EIjo vi h:ii esjiectuoolv. ini6lfw c ;iterruUur,
cuja iiiiagciu assiiai-i anda o ineu penaainenlo.
E>iu hoiueiii iiue eak.ift"il'i ando >< MCtc",
aliriiiuuia cana, lltou iiiuIim iMiriirairutm ;
depo aparumlo o veo ifuc cobra o voluuie,
ei.nniioa icu canteudo ooiii grond-.' cuidado ...
Era caae u corpo Ae uati' bouiem reeenteiiien-
Ic circulado. A calieca do c nidcinuado ae
ach iv i >i|iir.id.i dalramoa, ella- fwi nn !ru
lii,; ir, loiuou o cakalj>4i c coiiiccou a sondar
asenraes.,..
ilcivie um giilo, osuor molliava ininbaa fon*
ti., iii b.'ni rccenhecli #.ic cadavt* entregar
anim ao ferro do aaatwiilald, era o de Mineo,
um doi incni fleii condoiicri, o malsnttlro n
nial* bello c o in ili oiofol U iiiachado do al-
go/, (inlia briilaluirntc cortado c.sftacibeea, ei-
ara nilios cm que bnltiava o logo, a uiuode um
cirlico os havia fechado 1 Oa cabello! de Mal-
teo, aua barba e aeui Ubios guardavain lou-
gi* (icrolia de aangue sobre sen pello moieoo
dorma o santoeicapulario. A iiiao Impla dea-
se liomein n apartou, mas elli trema... Elle
ir.iii i'i1!lisnii ir a prosegnlo em aera catudo so-
bre o cadver ; ciilerrou mais o escalpelo neaaea
mcuibroa lalhadus pelo modelo de urna eautua
grega. Elle cortava c decepava como lena fei-
U artigo da Vnio de hoje sb a cpigraphc
Bhic'ou ausciioii-nos al^uuias conaidera-
coca, ipic vamos ollcrecer ao publico illustrado,
nuil de que ae vinlilc a i|uest;o, que nos pa-
rece digua de seria diaciissao.
Concordamos com a Vnilo cm quo oquclle
Individuo que nao tiver sido (iiiallllcado nao
pdc acr volado para o cargo de clcltir : diver-
gimos, poicui, quanlo a latiludc que a Unio
qii'r dar a esse priucipio, quando alfirma que
o circulo ile tlcgivtis pitra eteitores ilt urna paro
rii11 .i. .'..i -..< elrWMU(rip(a dentro ila\numiro tic icui
.oaiilrs, falo he, s uili/e it/HCUnUr urna piro-
rltiit na qniUiladc tic itcitor aquellc quefir tintan-
te ila mesma piivchia. Esta aasercao mo acha
a|ioio, ncm ua coiisliluicao, nein na lei rltito-
ral, pois que combinando diversos arligos de
urna c de oulra coiihece-sc clarainciile que po-
de dar-sc o caso de nao poder mu individuo vo-
lar em nina parochia, sem que todava deixc por
isso do poder ser nella votado. Para inelhor nos
fa/erinos entender, ligurcinos nina li}-polhcse.
l'aulo lie qiialilicido tu parochia A, depois dj
i|ii.ililicae.'io mu Ja-sc ara a parochia b : per-
gunia-ic pelo faci da inudaoca perdeu o
eu dinito de elegibilidae pela paiocbia de
sua residencia ? Parece que nao : o direilo de
volar i- ser votado lie um dos mais sagrados di-
i ellos garantios pela constiluicao do imperio ,
njuelleque Ulna vez o adquiri nao pdc ser
dalle piivado aeniio em virtude de disposico
de le i xpressa. U artigo da lei apontado pela
("niilo he contraproducente, porqiianlo ah ae
/. que iioi/cm sercleilore* /od".* os que podan eo-
tar ttai nssctn leas paiochiaes. Lxccplttun-ic, ce.
Ora, Paulo pode votar cm urna assemblca pa-
rocliial, logo pude ser volado pela paiochia de
sua residencia, puia que a eleico be feita por
parochiaa, c pelo fado d-i mudauca u a sua elegibilid ule para ialo fura unsler que a
le o determiuasse expressameulc, ou que a
mudanca fosae coiiipieheudida no uumero das
exeepees de que Irala o artigo citado pela
L'nio. rio un ni" caso est o aviso de 15 de
setembro de loo'j, que seudo rllalivo alaifo
de juies de paz nfio pode ler applicacio ao ca-
lo ligurado. Uniros avisos ha mal positivos so-
bre a malcra, mas que, quanlo a nos, Igual-
mente nao poJcm prejiiilij.il o ludividuo que
se adiar tas cu cuiiislancias indicadas ; por
quanlo dessea avisos cliramcnie se depreUcu
de que o sea lim be evitar fraudes e ..busos
que |i i.l 11 un dar-se na elelcao de individuos
que no tiveXein as condicaes de elcgibillda-
de exigida pela le, ou que nao aa tlvciaem fi"
lo recunhecer por urna junta qualilicadora.
l'.ini|iianio, pois, irlo noa conveocercm do
conlriio, suaiciii.ireniaH que u Individuo qua-
lilicado ern una paioelita. uiudaiidoae para
outra depois di quatilicacio, pode acr cleito pe-
la parochia de sua residencia ao lempo da elcl-
co, em virladc do direilo que adquiri pelo
fado da quallhcac ua parochia em que re-
sida.
Rerlfe, ja de oulubro do l8oi.
~mt*^aatmsm)mwatmamwmmmaBmmi^*'**
lo uin cirncceiru ein um mu, laucando Ue
323:002,850
Dtscarrcgam hoje 29 de oulubro.
Barca inglcza Bonita mercaduras.
Barca ingleza -- lord John Rund carvfio
CONSULADO GERAL.
Rendimentodola27 30:140,866
dem do dia 28. .,.,. 459,701
30:900,567
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimeiiloilo 1 a 27 .1:539,958
Idorrdo dia 28........ 22,404
1:562,362
l-Apni !nc;io.
llio t\n lannirn, harria aronreana General
Josu|i, COnilUIlO niiTgTrrme : -barricas
farinha de trigo.
Liverpool, gaiera ingleza F.mpress, do 448
toneladas, cundiizio o seguinte : -- 970 sue-
cos o *l caixas com 6708 arrobas o 7 libras
do assucar,8800 BOOni con 298,150 libras,
790 accas com 4,191 arrullas e 19 libras di-
algodfio.
Rio erando do Sul, briguo braslero Prin-
cipe Alfonso, do 131 ton. Isdas, conduzio o
sogunte : 750 barricas cnu 5,755 arrobas
e 30 libras do assucar.
Parahiba, hiato brasilciroTres Irmfios, de
30 toneladas, conduzio o seguinle: 23 vo-
luimos fazendas, 25 barricas farinha de iri
fo, 100 ditos baralho, 84 volumes do mn-
iiados, 24 pinells!. 24 chaleiras, 12 foga-
reiros, lOvoluncs diversas forragens, e3
ggOS lul.i.'.l,
RECEBEDOUIA HE RENDAS INTERNASGE-
RAES DEPEIS.NAMBUCO..
Romlimento do da 28.....410,432
CONSULADO PROVINCIAL.
ItiH.ilinonto dn dia 28 746,61)5
Id
os das designados p
tonos sarta da tnaneira segjinte: -nasse-
gundas-feiras, latitn ; as tercas, tothorca ;
as quartas, lgica e gcometiia ; as sodas
francez e inglez, nos sabbados, historia o
geogiaphia. Fallando algutn, subsliluccom
u seguinle, e no caso do feriado, seja subs-
tituido pola quiula-fcira.- O director inte-
rino, l)r. Antonio Jos Coelho.
lili;-. Custodio Manocl da Silva Cuimarics'
jiiiz de direito da primeira vara e do com-
inercio ncsla cidade do Itecife do Pernam
ni. i. ." i.- -'........ i ......... i.. ... .......... .
buco, porS. M. I oC. oSonhor D. Pedro PIJ"alu"
Pinlo
Lazaiilho o Sr. J Pcreia.
Um barqueiio o Sr. L. A. Monleiro.
M. i litmi -- a sotihura D. Manoclla.
M.i: .|in /1 do UonlBor a senhora D.Amalia
Cavalleiros, soldados e povo.
Em seguida a senlmra l>. Minoella l.ucci,
o D.Carmela can lar fio a do a modinha b:a-
silcira,
Tenlio anda um rorar;ao.
Tcriniuar o espectculo cu:n a milito ap-
II, quo Dos guarde Oic.
Faco saber aos que o presento edilal vi-
rcm que so acha vago o oflicio de porteiro
dos auditorios desta cidado, por haver fal-
lecido p sou soivcntuario Joilo Januario Ser-
ra-Crande; em consequencia do que con-
vido os prelendentes ao referido oflicio para
Tonadilln lieepanholn.
rnl)lii:aco.s litteraria.
Saino a luz.
28 RA DAS CRL7.ES 28
A rnul iiiuae.ui da materia me lica linmco-
que", nVprasoidoOdias contados da publi- pathicn augmentada da theoiia dasdozespe
caefio drsle edilal, meapresonlem seus re- lo Dr. Mure.l.cuna imporlanlissima deixad
queriinentos datados e assignados pur si ou P<>r llalmemaiin ao cuida lo dos seus disci-
por seus procuradores, acompanhados de Polos- ^sle volume contem a patliogcnezia
folln corrida, certidflo do idade, exame do de mais 12 niolicamentos Europeos, o dos
suflicicncia e miis documentos que enlen- |'2 principis mndicainenlos ISIUSILLIROS,
derem convonientos, sondo todos devida- experim-ntados pelos alumnos da escola ho-
mente sollados, segundo o disposlo nos ar- meopalhica do Rio de Janeiro
tigos II o 14 do rogulamenlo it. 817 do 30 Para as pessoasquej ce
Moviruento do porto.
do agosto de I85t.
E para quo chegue a noticia de todos man-
dci passar edilaes para seren, um publi-
cado pela imprensa e outro alixado na por-
ta da sala das audiencias.
Dado c passado ncsla cidado d Recifo do
Pernambuco aos 27 da setembro do 1852.
Eu, Manocl Juaquim Bdplisla, escrivfio inte-
rino, o hsciov.
-------------
JJeclaraijoes
O arsenal do guerra compra azeitode
_ i compra-
aav-ua; 4jiaaiwnlaa-4e Iwmw*
puthia o a signara ni esta 2^000
Pura .is unirs qun S quizorem
a dita obra. 3/000
Para os assignantes c mais
liossoas i|i'i ja compra-
rani os eliiiiciitos do Il0-
incopalhia 12,000
Para as nutras pessoas quo
o quizerom a dita obra o
a carteira.
par
d.a 8 de novembro' brigue nacio-
nal Becife: para oreslo da carga e
escravosa tVete,.T'ta-sc na ra do
C'ollegio n- i7>egundo andar, ou
com o capilao'lanoel Joaquim Lo-
bato. ,
Vemle-seo brigue brasileiro Sara, de
famosa coiistrucSfio ingleza, todo de c.rva-
Iho, pregado, cncavilhado, e '"*.''0ha.e.cn-
bree no inelhor estado !***
n.s'dous anuos que sjhio do nMM
- A~ '."ni. e o mcame e
veame quisi novo, lio de vinle um .....,t.a
de carga, e acha-seiuteiramenle preparado
a navegar para qualquer parte: os preten-
detiles podem examina-loe tratar com Ral-
ihar e Oliveira, na ra da Cadeia do Recife,
armazcm n. 12,
Scguo para o Rio de Janeiro nestes 10
das o brigue nacional Flor do Rio, de ex-
cellenle marcha, forrado e pregado de co-
bre, lendo j mais da metade de sua carga
prompta ; para o resto da carga a frete, es-
cravos o passageiros, trata-so no escriploiio
de Jos Candido de Rarros n 66.
Para o Assi, com escala polo Rio Gran-
de do or le, segu com brevidade o veleiro
hiato nacional S. Jofio : quem no mesmo
quizer carregar, dirija-so a ra da Madre de
lieos, loja n. 34.
Avisos cversos.
Festa da Virgem Senhora do Rosa-
rio do nicho da ra d ts ( ru/r-.
Na madrugada do dia sabbsdo, 30 do
correle, se levantar a bandeira de Nussa
Senhora do Rosario do niebo da ra dasl'-ru-
zes, e no da 31 se celebrar a feata.da mes-
ma -o hura, na igreja da Conceicfio dos Mi-
litares, a quil depois salina em procissfiu.
I 4,000
o aos aenhorea assignantes, o favor
carrapaio e'do'cco," velas do"carnauba,"fio do mandar recebor seus exemplares na bo-
de algodfio e pavios : quem quizer fornecer Mol hnmeopatiiica da rua daa C'uz s n. 28.
ditos geiicrus, compare?,! com sua proposta Na m-sma botica ha um grande sorliinr-ulo
no dia 29 do corrente mez. do livros em portoguei o Trancez para as
-- A repartirlo das obras publicas com- pessoas quo se querem dedicer ao estudo da
pra os scguin'.es materiacs : 10 milheiros homeonatliia
do lijlos de al venar ia batida, I poca du ca-
fnvius entrados no dia 28.
Parahiba -- 2 dias, liiate brasileiro Concei-
Cfiu Flor das Virlu.tr s. de 23 toneladas .
mostr lleriiardino Jos Bindi-ira equi-
pagem 4, carga toros do mangn ; a Pau-
lo Jos Raptisla. I'assagoir i, Jofio Correia
da Silva.
.Maranhjo o Coar 15 Um, o do ultimo
porto 8, brigue escuna brasilejro Laura,
de 163 I |t toneladas,ca pililo Jofio Leocadio
Ribeiro, oquipagom 17, carga varios gene-
ros ; a Jos Haptista da Fonseci Jnior.
Passageiros.Melquiades Soares Pain,Jofio
Lopes do Carvalho Loubfio el cscravo ,
Mar.oel Januario de Moura, Manorl Rodri-
gues da Silva Main, Manocl Coelho Basto
do Naseimento, Jos Coelho Barboza Por*
lirio c 3 escravoi a entregar
Navios salitiot uo mesmo dia.
Rio Gratulo do Sul brigue brasileiro Ale-
grlo, aapilfio Manocl Peroira Jardiin, car-
ga assucar
Rio de Janeiro -- barca americana Cenoral
Josstip, capillo William II. Fisler, carga
parto da que trouxo
Liverpool (alera ingleza S\v ir.l Fish, ca-
pil.lo Richard Groen, carga assucar e al-
godfio.
dem galera ingleza Empress, capitfio F
Snotl, carga assucar e algodfio.
Parahiba v- hiate brasileiro Tres Irmfios ,
mestre Jos Duarte do Suuza, carga varios
gneros. Passsgeiro, Placido Ferreira da
Silva, com sua se inora c 1 escravo
a
bo do couro, que tenha a grossura de 4 po
legadas, 300 caibros para anda i mes, 6du-
zias do tahuas de louro para andamien, 500
pecas do cordas do embira branca, e 1000 al-
queires de cal preta. As pessoas que taes
olijectos qui/erem vender, comparc^am no
da 3 do nuvombro nesta roparli;fio ao moio
lia, trazetido as suas propostas cm cartas
fechadas
Sexla-feira 29 do correle, dopois da
audioucia dolllm. Sr. Dr.juizdos foitos da --Segu para o A.-su o brigue nacional
fazemla na sala das audioncias.tem dosear- Fortunado Norto.o qual pretendo sabir un-
Sahio luz a terecira elic(fio do resumo
do orytl.metic, pe i antlgo professor do
primciras l'tras Cardini, quo tanta estima
tem merecido do publico vende-so a 640
rs.: na livrana u. 6 c 8 da piara da Indepen-
dencia.
Avisos martimos.
'T i i "i
quando ein qamidu oa ollioa aobre um llvro
jberln, parando paranulta-lo, e conlluuau-
do depon de ler loirfafo rcapira^o,...
A priuciiilo DbSBivci-o cun urna adiinricnu
i|upi,4e|inH ri-peiiiiinuiiiilr nao j .
.i ..jugue iiriava a ineus uunlu, oriu da
uiorie ganlnva uim pe-. Iit/.er I lie-, seahnr,
na tcirmr-nws que entlii eipcnuienlege Ire im-
poasivel, om iuslaute jirlguei que Molleo ia
gritar. *
Por lini deamalel, sim desinaici, nao obslau-
te ser eise homein que' mala de una vea Italia
iiulnlii uo aangue debaiio do logo das escu-
llas.
neamairi, como urna iiiulher, eu Pompen, um
inaHiHlleri, quasl um baiulllul Ah aenhor,
anula nu Ihe euniel liem o aocarnicameuio des-
ehouic.n.... Eraao inejino lempo sacrilegio e
ilenieiicfal...
ala uro era mu revoltoso, concordo ; mal nao
era bastante para elle a espada da lei ? l-.niliui,
lisse illuio, fosse realldailc, paieceu-me quo
esse homcn nnha prouuoolado ineu niuic por
duaa veaei no mel de intcrjeitOe conluaaa.
Uevia eu pois lera inesina sorie que Maneo ?
Rila ideia me aslUlloU, e perguntel lainbein a
ueiii era esse analoiniala myue-
rorecldo, a escundo era completa neasa sala.
elijas j.uieilas catavain tortas fechadas. Pensei
que de licite luihaiu retirado della o cadver de
Mallco...
A uiorle deste generoso companhclro produ-
r.'to c i ii sol mi lot iuipresso de desanimo que ju-
rel a inin inesino h leinilr-me a elle. Hcsol-
v.du a inorrer lapei o rombo de uicti cilabouco
e laucando a face coaira a ierra cborei amar-
gAineute. \hn dia autes cu esperava ainda n-
bracar aquella com quem tanto leria querido
leuiiir-uie i mas depola que vi o Cadver de
Maneo, pareeia uie que la eheusr eniiinha vea.
tu esperava aeinpre ver enlrar na minha prl-
aauo algiir-aontia sua iao por-ic sobre o meu
liamUTo. Wjcllo i vrriigem que tl a febre,
aauiqailaslo, e fiilinin i lo eu divisara comon'uiii
sonliu oppressor dous rntea fantasiicos, cujo ar
galado me escarneca, uniera esse udiosu ruu-
bador ein quem cu buha alirado na cacurido
danoile, o oulroera esse inediuo queeuiinlia
sorprendido nease leuebroso laboralurii.
U que Ii.im i de estranlio para lailn he que
ambus esses hoiiicns estavain mascaradoa, c que
limiar.ni assim miiibas invesligacdes
Nuil ii..un ellca enuio una nica, c mesina
pessoa ? Rui vo interroguei o carcereiru, elle
pareceu nao conhecer o doulor
rematar om ultima praca por oxecu^Oes da
fazenda provincial os soguintes bous : I ca-
sa terrea sita na rua do Fugo n. 51, avahada
em 1:200,000, por execuqfio contra os her-
deirns do Antonio Fraucisco Marques ; ou-
lra dita n. 67, na rua] do Motocolo uho por
150,001), por execucilo contra Antonio Joa-
quim do Mello ; oulra dita de taipa na rua
do llruin n. 2 por 260,000 e I terreno con-
tiguo com 1 peque.ia casa de madeira por
300,000, penhorados a Antonio Jos Pires da
Silva ; I casa lerrea sita na rua Velha n. 21
or liiiu,uiiu, pon 'i ii a la a Anua do Carino Fcr
bandos ; oulra dit i de taipa e tijollo sita na
rua doMolocolo.Tib n 73, ponhorada a An-
ua Mana do.Nisciment por 19,200 ris ; 2
Jilas ns. 1 A 52, na rua de S. aligue! du
Afugado.a primeia por 2:000,000 o a segun-
da por 500,000 penhoradasa Jos Pe tro de
Fanas outra dilu do taipa n. 6 R sita ua rua
de Jofio Fernandes Vieira por 120,000, pe-
unorada a Ju.iu Evangelista da Costa e Silva;
outra dita n. 52, sita na rua do Uuiabo do
bairrodo Afogado por 30,000, pentiorada a
Homo Joaquim do Carvalho; 1 olana sita
iius Coluoi n. 23, cun diversas bemfeito-
riaa por 1:200.000, ponhorada a viuva do
Antonio Jos de Almeida ; a renda annu
da casa do
sobrado do 1 andar
aMMasaaaaoaaM
al
na rua do /.-
Elle me deu parle de que a decisj auberana
de ni i uta < aorle lora rcmeilida para os tribunaca
de Flureoea, que eu ia ser levado parala o mais
breve pussivel com outros aecusados ; mas que
se todava tinha alguiua rcclamaco a -. ,. da-
rla dlrigir-iiie ao medico da prls.io.
JVuieudo pelo ineu estado as consequeueiaa
le icuielbanle viagcui, maiidei chamar o dou-
lor, qual, inc disserain ler chegado de Frauca.
Meu cspaiilu loi grande, vcudu enlrar no cala-
boucu um hoiiiem maacarado .. Elle me parc-
elada mesma estatura que a persouagem que
nnha descarnado os msculos de Malieo ; cou-
l'esso (ue Ireini iliautc desse familiar ta morie,
catrcianlo que elle me exaiuinava com urna
calma appatenle.
(ontou piimeiro as iracas puliaco de ineu
uiiliu, c poi a mo na minha testa ardeule, caa
aia me fea horror.
Eu esperara ve-lo ao menos tocado da minha
iniseiia, c da minha fraquexa, mas elle deca-
rou que casa trailadacao me restituirla as for*
cas ; fez mais anda, vigiou nos preparati-
vos de luiuli i partida com uina minuciosa al-
tencao.
Como todos os meu* juliea tal 11 vam-iue inas-
caradoa. nao me pareceu cstranho que este ri-
aetse o rneamo, smenle o aom de aua voz lor-
proterivclmente neatea 3 dios: quem no mes-
mo quizer carrugar uu lur do pas9agem di-
rija-so a o escriptorio de Jos Candido de
Barros : roa da Cruz n. 66, ou com o capitfio
a bordo.
Para a Baha.
Segu com brevidade a lism co-
nliecitl.i escuna uncioual Adelai-
da : para o resto di carga, trata-
se ni na da Cadeia Velha n. s3 ,
ou ni do Trapiche INovo n. iG, se-
gundo andar.
-- Para o Rio de Janeiro sahir com a
maior brevidade, o bom conecituado litigue
Paquete de Pernambuco, recibe carga o es-
cravos a fete, e tem colados commodos
para passageiros : quem prelenJcr qual-
qunr das cuusas podar dirigir-a 1 a scu
propnvtario Manuel Conexivos da Silva.
Segu i un rilcri vol inorilc pura ti Rio de
Janeiro no dia 31 do crrenlo o bem conlie-
cido patacho Valenlc; para escravos c pas-
sageiros, trata-so com o capitfio, na praga
do rommercio, ou com Novaos nlii i, na rua do Trapicho n. 31, segundo
au.lar.
cutan nao iltiha iiim* noticias luruei a ver o
siliu em que n'iiii.i i estiva meu palacio ; li-
uham-no vendido, o chao nao liaba scuo cn-
tullms!
Antes de ir i presenca dos juie, cta-me
preciso passar por una pracinlia, na qual se
eleviv.i a casa daquella une cu amava, essa ca-
sa liuha una varanda. (ac. sent eu. grande
Ucus, vendo ineauo sobre essa veranda o mais
cruel e o mal hupravialo dos eapeclaculoi. Ncs
sa praca, oudc faiia outra ora glnelcar o meu
oavallodo Beapanba para attrahlr aua vista, vi
um grande couciirso 0c povo. A varanda esla-
va vasia, mas de seus varaos pcndlaiu aind.i le-
tras enlrclacadas. A murta e as filas rodeia-
vam seus eacudos, cu reconheei o minie Ha mi-
nha bem amada unido au du chefe dos tioofa-
loniers i\i cidade, a case mesmo homcn que
liaviiin querido fircar a ilouzella a receber por
esposo. Ao inesinu lempo, c quaudo a carrea
que me levava com Indos a mcin coiupaiihci-
ros voltava a ponte do Kspirito Santa distingu
una inulhcr, cm cu|o braco seapolava um pal-
udo voltio era ella, ella casada ha tres se-
manas
Iteccnlieccndo-inc cobrio n rosto com ambas
aa maoa, c deu uiirgrito seu escudeiro a sus-
leve,eslava demiaiada...
ivrar-me de ineus ferros,
! Mas a
algcmaa
uao puc'c
A mesa regedora da irmandade do Di-
vino Espirito Santo erecta na Cnucei(3o dos
Mililarcs, comida aos seus dignos itmfius
para se acharetn no domingo 31 do correlo
as 7 horas em ponto, alim de nssisliiem a
festa da Senhora do Rosario do nicho da rua
das Cruzes, o acoinpanharrm a mesma Se-
nhoia om procissfio ao referido nicho.
CASA FELIZ.
Na prsc da Independencia n. 36.
Ucaulclista da casa cima annuncia aos
seus fioguozes que hoje principia a pagar as
suas cautelas premiadas da lotera da ma-
triz ; assim como troca polas cautelas da lo-
te ia do l.ino da boa-Vista, que ha do
correr as rodas no dia 25 ao novembro fu-
turo. Na mesma casa cima ven loin-se bi-
Ihntes, relos, quartos, decimos c vigsimos
desta |..lena. Tambem se vendem os mes-
mus bilhetes na rua Nova, loja de chapeos
n. *. Procos.
Rilhetes 8 400
Meios ,200
Quartos 2,200
Decimos 1,000
Vigsimos 500
- No dia qiin i i.i- l'oir.1. 27 do corrente ou-
tubro, disappaieceu du uuintsl do sobrado
,|nra* do atorro da II .-Vista iMia cabra
l'iciinl cu ii diius li'hns, sendo ambos ma-
chos do cor (aviada do vormellio e branco ;
a pessoa quo a livor adiado queira levar ao
mesmo .'ohraiio cima, que ser hein re-
compensada.
-- Precisa-so alugar um preto ou mole-
quo : na rua ireita n. 76.
A pesso quo deitou um annuncio no
Diario de Pernambuco n 2t2, fallando do
esmoler das almas da freguezia de S. Jos,
queira l'.i/ur o favor do so melter com a sua
vida, pois elle nfio tom nota quo so Iho im-
puto, o prova cum documentos do dignissi-
riio thesourciro da mesma, e o supplicanto
talvez ii.iu provo os snus malfnitos, o nspei
to as suas convorsatOcs silo muito sinceras:
quem tiver inveja quo te muida, o se pro-
tendo o ugar, peca, quo se Ihe d do boa
vonta le.
-- O annnncio feto nesto Diario n. 213,
de quarta-feira, tifio so cntende comoSr.
vil i-lio Percira de Caivallio.
- Prccisa-so alugar urna prola ou mulata
livro ou esrrava, para engommar o fazer o
servico interno do urna familia estrangeira,
rfa Passagcm da Magdalena. He preciso que
seja acetada e activa, o paga-so bem; pro-
cure no escriptorio n. 43 da rua da Crua do
llccif tolos os dias uteis.
- A quem Iho filiar urna toulatinha do
nome Antonia, quo ropresonta ter 10 annos,
pouco mais ou menos,procuro na Uoa-Visla,
rua di Santa Cruz n 78, om casa do subde-
lega lo ; a qual fui Piiconlra la tardo da noite
do honlem, duendo que eslava perdida, o
quo nfio sabia u cisa do sua senhora.
-- A pessoa quo quizer comprar uns Iras-
tes cm segunda mfio, cm bom estado, diri-
ja-so a rua das Aguas-Verdes, na casa por
baixo do sobrado u. 66.
- No dia 20 do corrente entrou por urna
das janellos do sobra lo da rua do l.ivrarren-
to n. 33, um papagaiu; quem fr seu dono
lara o favor do o ir buscar.
-- O vendedor do bilhetes da luja do miu-
Icz- s ua praca da Independencia n. 4 faz
scienlo quo foi engao o diier ler vendido o
n. 3388 cm ctelas da matriz da Roa-Vista.
llega-ao ao Sr. Jofio Augusto l.uury.mo-
ia lo:- na villa du C bu, de vir ao Recite tra-
tar com o ,ili i\u assignadu,na rua da Ciuz,
iirmazem n. II, sobro negocio que i.fio ig-
nora assim como a todos os seus devedo-
rea anligos, quo vetiham rcalisar seus dbi-
tos, do cont ario verfio seus mimes nesto
Diario. P. Muller,
-- Cratilica-so com 10,000 rs. a quem der
noticia certa de um ingioz p ir nomo. I.onc,
nue ero machinista do l lu Sr. coruncl a-
qezos,jia_Mia da Cadeia n. 6.
i
proferir iieui nina paiavra, mal ouv minha sen
lenca, ful coiidcuinado iiiurte.
i,'o nulo tomel a achar-inc na piisao, uina
iiuvein espessa estendia-se cm roda de iiiim.
O carcerclro, pelo que pude comprchender, bio
ddicil se me tinha tornada a pcrccpcao dos o,,
jectus, nos navio arrumado como animaos iin-
niindos nu palco. O sul cahia pruinn sobre
meo crneo uu. a dr cxtiogula em inin ludo u
scutiiiiculo... tu cahi. Fui ruto,) que julguri
ouvir calas palavras duaa por um hoini-m ao car-
ccrciro Jernimo cm voi haixa :
_ Jernimo, esle esla morlo, scu cadver me
pcrlence.
Um vago terror apoderou-sc de inin a esla
pluasc triste c breve. A vida me abaiidunou,
senti-iiic preso pur uin suuino leihargico...
i.'ii mo lempo duruu cale souino nao sei .
maa quando lornci a abrir os olhus, um ho-
meiii, ou aniel um espectro eslava dame de
inim leudo o seu escalpelo na in.ni. Ja meaiuo
apunta aguda de sen instiiiuienlu havia pene-
trado cni minha carne...
Lcvanlei-me como um tuuro picado pelo
agullho du iiictulur. Era o mesmo mascarado,
o mascarado, honiein, ou demonio que havia
operado aobre u corpu de .Maneo I...
Recuperando a forca com a ferida que inc fe/,
arraoquei o velludo que Ihe oceultava as fei-
S oes, e enl.iu vi... Ulll ni- n-.li i !...
(CoNliriuar-j-e-ka.)
'
v *

, K
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


Festa da Yirgem Senhora do
Terco.
Na madrugada de h je para a
manlia ser soiemnisida com
missa cantada a bandeira da mes-
ma senhora, e logo depois percor-
rer por algumas ras em carro
triumphante, arvorada em mo de
urna liiwl i figura sendo puchado
por iiguras e anjos ; a noite llave-
ra a solemnidade de vesperas e
no dia seguintc ( domingo ) festa
e Te-eura, fiado o qual, haver
um bonito e variado fogo artificial
-- Precisa-se do urna ama para tojo o
servido de casa de hornero solteiro : a tratar
na ra das Agoas Verdes, sobrado n. 22, se-
gundo andar.
-- OiTercco-so um opli.no rosnhoiro para
qualquer casa, tanto osttangeira, como na-
cional: quem dn seu prcstimo se quizer uti-
hsar, dirija-se a ra do Vigario n. 21.
Francisco MalhiasPereira da Costa ex-
porta para o Hio de Janeiro, o seu escravo
Matheus, pardo.
Aviso attencioso.
No dia i. Uo prximo novetn-
bro, abrir-se-lia o novo otabcle-
cimento de billietes e cautelas ,
nao s das loteras dests provin-
cia, como t,Milu ni das do Hio de
Luiciio, cujo estabelecimento lie
situado na praca da Independen-
cia n. 4", gtrantindo-se ao com-
prador o pagamento de qualquer
premio tem descont : roga-se ,
portento, aos amantes destc jogo.
que se aguirdem para cspcrimen-
tar a sorte na nova casa, aoiule en -
contrarao scmpre um lusido sorti
ini'iilo, tanto de billietes, como de
cautelas, sendo os procos dos do
filo de Janeiro, os seguintcs :
Bilbetes 32,000
Meios ditos 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos a,8oo
Vigsimos i,3oo
-Caeliiio Pinto do Voras, Icm deixado do
ir a repartigSo em que he ompregado desde
o dia 13 do correnti', o por csie motivo loru
igualmente doixado do Ir comprimentar o
lllm. Sr. I)r. Jos Tiiomaz Nabueo do Arou
jo e sin Exm.' senhora, pela sna li chepa-
da a osla cidade, < em quantn o lulo pode fa-
zer pessoal, pi'do ao mesiuo lllm, Sr. I)r. Na-
buco, que receba por Ta deite os seus de-
vidos cumprimenlos pel sua boa chegada,
pois restabelecen lo-se o fare pessoal monte.
Ao nobre amigo o Sr. Antonio
Jorge.
Inda respondo-lho por esla ultima voz,
que li no Diario de Pornambuco de 28 do
crrente, o seu cavaquinlio quo mal aliado
foi por quem o eneordoou ; e em ronclusSo
generosa .-ou a dizer-lhe, que lisCilisind
noble amigo o leu nSo vulgar talento, mes-
moemsi muitotem que admirar, deixando
um pazo Cyrillo .Martins da Costa.
Oslllms. Srs. fstudantes do quinto auno
das scicncias jurdicas da academia ilo 0-
Imd i, que devem tomar o grao de bacharel,
silo convidados para comprarem as litas
para as suas cartas, na luja n. 2, >la ra No-
va airas da matriz.
Precii-se do urna ama para casa de ho-
rnero solteiro, quecosinlio, onsaboo non
gomme: na rua do Cotuvello u 21
--Desapponccu no dia 21 do corrento
um menino por nonio Sai.tus, pardo, idade
10 anuos, viudo .la lloa Visia para a loja ;|
quem o tiver em sou poder, quoir aeulre-
ga-lo no hoco do Abroo loja de alfalito, ou
na lloa Vista ra da Clona n. 82
com o Sr.
na ra do
ERRATA.
No Diario de horHem, nos versos de Hora-
cio, em vez de poetasleia-sepectus : ua
decima dOze, em vez de mritoleia-se
Safio.
Na ra da Cruz do Recife, na casa n. 37,
se aluga o primoiro andar, conservando-se
com lioipesa e segrense,proprio para qual-
quer escriptorio : quem o pretender dirija-se
a inesina cesa.
Na ra da Cadeia do Recife, escripto-
rio d. '.o, w ooisa m' de um escravo para ser-
vido do casa de pouca familia; paga-se men-
salmente.
Precisa-se de um pequono porluguez ,
para caixeiro do veo.la : no aterro da Boa
Vista n. 68.
eseja-se fallir
Jlo da Silva Reg :
Qucimado, loja n. 17.
- Aluga-so o sobrado de um andar e so-
15o, da ra do Scva, contigua a casa em que
mora oSr. Dr. Carvalho emprezario do
theatro, com commoJos para grande fami-
lia, quintal, cocheira, estribarla o um vivei-
rO a tratar na ra da Cadeia do Recife n
53, ou no escnptoiio terreo n. 23, da ra da
Cruz.
-- Aluga-so o segundo andar* do sobrado
da ra larga do lluzario n. 48, com S0U0 e
trapcira : a tratar na loja do mesmo.
Aluga-se um escravo para o servido de
padaria : nas Cinco Ponas n 38.
-- llescja-so sabor onde existe JoSo Bor-
ges Cabral o Mello, que foi algum lempo
mscate em Nazareth, ou venda fazendas,
para negocio de sua familia em Portugal que
o interessa ; ou o mesmo Borges, ou quom
souber dirija-so a ra do Itangel n. 45.
I'rocisa-se alugar urna sala de frente,
larga, em urna ra frequontada: a fallar na
ra do Trai icho Novo n. 19.
D. Izabel Mario de Mello, viuva do tc-
ncnlo-coronel Jo3o Filippe de Souza Lefio,
vende o seu engeulio denominado Oiteirlo,
tmenlo, crreme, o prvido do lodo o 110-
cessario esta venda secffectua para paga-
mento do seus credores, para cujo flm Iho
foi dado cm pardillas.
Os ere loros do fallido Sr. FirminoJos
Flix da Rosa lo conviilados paia urna rcu-
niSo no dia terca feira 2 de novembro pelas
10 horas da maii!iia,em rasa do So. Thutnaz
de Aquino Fonseca : na ra do Vigario n.
19, primoiro andar.
-- Pruclsa-se alugar urna preta escrava ,
que saili.i bem coalnbar o diario de urna ca-
sa, e que saja inteligente para eomprar os
respectivos arranjos; alm do soslenlo, da-
se o vestir o 10,000 rs. mensacs : quem li-
vor annuocie, ou dirija-se a travessa do\r-
raial pr.ra a Casa Forte, no sitio que foi do
Sr. Paulino.
-- Precisa so alugar por lempos, um pre-
to escravo do boa conducto, para trahalhar
cm um sitio ; d-se o comer, o vestir c
10,0110 rs. uicnsacs : quom livor annuncin,
ou dirija-so a travessa do Arraiol para a Ca-
sa Porte, no sitio que foi .lo Sr. Paulino.
-- Ocaulelisla Sal.istiano de Aquino Fcr-
reira faz SCieilte ao respeitavcl publico, que
v.'iiJcu, na ra da Cadeia do llecifo 11. 46,
luja do miudezas do los Fortunato dos San-
tos Poito, 011. 3383 da lotera da Matriz da
(loa Vista em ous quartos, em que sabio o
premio de 10:000,000 de rs., e paga logo o
dito premio na loja cima mencionada.
Quem precisar de um preto mogo, bom
bolieiro 6 copoiro, e sabe fazor apaadores
com porfelcSo, diriji-se ao atorro da Boa-
Vista n. 84 ; veode-se por seu dono retirar-
se para Tora.
Oabaixo essignado, vendo no Diario n
213 um anouocio do urna casa, sita na ra
do Motocolomb, penhorada pola fazenda
provincial para pagamento da quantia do
150,000 rs., declara que easa casa Iho nfio
pertence ha nimios anuos, pois a vendeu a
Jos Lucio l.ios, morador nos Afogados, sem
ficar devendo cous alguma a mesma fazeu-
da.Antonio Joaquim de Mello.
O procurador da cmara municipal do
Recife avisa aos donos de estabelecimentos
que estam devendo o imposto municipal de
2 e 4,000 rs., pertenconto ao exercicio linio,
venbam pnga-lo al o flm do corrente, pois
no primeiro do novembro prximo futuro,
tem do ser rcmellida para juizo a rolac.no
dos devedoros, allm de se tratar judicial-
mente da cobranca do imposto devido.
Aluga -se um sitio nos Aflictos snnual-
mente, o qual tem boa casa, cocheira e es-
tribarla, o muitas arvores do fructo : quem
qui2er,falle na ra do Crespo 11. 17.
9 l)cii(i*t> aiiici'iriiiio.
*" fi\tL. l>- W' ""JIIKII. Cl- f
9 '-iffiTO iirgliiodcntlslncoii- *
liiiua a excreer a sua piofls- aj
9) so, fazeiuto lorias as opera- 1
? (|iialc|iui'iiuliu'cza,tanto por '#
3==*
-s
-- Precisa-se de urna ama, qne cosinbo n
engomme : na ra da Cruz do Recife n. 13.
Pordeu-se des lo a frento da cadeia de
S. Antnnio, at a fronte da secretaria de poli-
ca um atacador do casaca, representa o
dito um aioco de cafa dourado, c um cSo
de metal emjcima do seo : quom o achou
querendo restituir dirija-so a mesma ra
por cima do armazem de taboas Segundo
andar quo sor generosamente recompen-
sado ; a 1 verlo-so que foi perdido do mesmo
lado da cadeia e para Tora da calcada.
Na ra do Sol n. 9, ae dir quem d di-
nheiro a premio, sobre penhorea deouroo
prata. Na mesma casa vendem-se relogios
de 011ro patento suissos; ditos dito orison-
t ies;ditus de prata orisonlaes,tendo um com
corda para 48 lunas; ludo so veode por pre-
go coramodo.
Precisa-sede um rapaz, de. 14 a 16 ali-
os de idade, nacional, ou estraogeiro, pa-
Loteria de NossaSeubora do
R osario.
O thesoureiro desta lotera mar-
ca decididamente o dia a5 de no-
vembro, para o andamento das ro-
das, se as vendos continuarcm com
afluencia visto correr nc dia a6
do corrente, as rodas da lotera da
Matriz da llon Vista ; o thesou-
reiro anticipar o andamento das
mesmas rodas para o da i3 do
mesmo mez : o resto dos billietcs
acham-se a venda nos lugares do
costume.
Oabaixoassigoado da novo pede oro-
ra caixeiro de vonda, que tenha alguma pra- ga a todos os seus d veJores, para quo sem
tica : na ra larga do Rosario o. 32. i pcrda do lempo venbam saldar seus dbitos, P
-- As ressoas que oncommendaram rr.er- pois que se o dSo lizirem so ver obrigado a : miudezas do Cruz & BallOf.
gulbos de parreira, na ra do Rosario da usar dos meios jndiciacs; c para so nflo cha-'
Boa Vista 11. 2, pJom os ir buscar por ja es- marcm a ignorancia faz o presente. Jos
I'ota&sa boa e barata.
V ende -se, no armazem do ('am-
pollo na travessa da Madre de
Dos n. 7.
- Vende-se urna taborna, sita na ribeira
da lloa Vista 11. 6 : a tratar no Mondego n.
74, com Francisco Soarns Cordeiro.
-- Ven.lom-se caivetes milito superioros
aparadores de pennas, tesouras niuito finas
para costuras limas proprias para limar
denles, aparelhos decosinha, e de cha de
I.iln,1 do forro estanhado paia briuquedode
meninos, chaves para tirar denles, granata-
rias para pesar ouio, ludo por prego muilo
commodo : na loja do ferragens, ua ra da
Cadeia do Itecifo n. 53.
Ricas nbotoaduras.
Vcndcm-so ricas ab loaduras para cole-
les, as niais modornas que ha, o por prego
mais cnmmo lo, do que 0111 oulra qualquer
parte: na ra dos (Juaitels 11. 21, loja de
larom promptos.
O Sr. Galdioo Joaquim do Barros tem
A. os M'nliores logistas.
Voudom-se itbiquetas para morcar fszen-
das e por nmeros em chapeos : na ma dos
Quarteis n. 2, loja do Cruz & Bastot.
U verdadeiro metal principe.
Vcndom-se as mais ricas colhoros para sfi-
Diasda Silva.
Aluga-se pelo lempo da festa, um sitio'
urna carta na ra da CaJeia n. 40, emcisa junto ao engenlio da Torre, a tnargem do
doManoel da Silva Santos. irio.com grande casa, cochei.a e estribara,1
- Precisa-so do urna ama de loito. que com Tructas do todas as qualidades, com1
seja forra : na ra doQueimaJo n. 40, se- todos os commodos necessarios para qual- pa upara cha, do metal principe, do um mo-
gundo andar. quer familia : quom o pretender, dirija-se. dello mais moderno, do que as mais quo
- Ua-se pequeas quaolias a premio, so- a Ponte Velhl n. II. leem apparecido ansie mercado: na ra dos
)repenhoresdeouroe prata, erebatem-se; .. Ao mostr da barcaca quo no dia 16 de Quarteis n. 24, loja do Cruz & Bastos.
Uicas bandejas.
Vcndom-so ricaajiandejas do todos os la-
manhoso por prego commodo : na ra dos
Quarteis n. 21, loju do Cruz & Bastos.
contrario se usar dos meios que a lei fa- 1(Clis '>'',s de veludo.
U o ,____ Alll<>"llll-St! C VOIK "isFernand.-s. 1 Vendem-se ricas litas de v. ludo para vol-
Sala de sorvetrs para isenhoras. Aiugaiu bc voiiutni em9&v9mvW+*m99<* u'cam "."coinpoioniesfivolos, o por orejo
Na ra estrella do Rozarlo 11. 43, ha urna SC D1CU88, ClllTildUS llltl- f) O bacharel Wit'uvio propoo-so a ? mais commodo, do quo em oulra qualquer
sala espagoza para senhoras tomaren) sor-) 1 f I onsinar o francez e mais algum outro parle, fran |uean.lo-se as amostras nos coiii-
vetes, pelo dimiuuto prego do 160. j llliiltlClllt! (1 no Reolfe.
-solTrivelmente, para o servic-j de urna casa dollosario n. 50, aoabnizo assignado, .lo
contrario se usar dos meios quo a lei fa-
Anna Fcrreira da Silva, autorisada por
proviso do F.xm. Sr. presidente, doutor
Francisco Antonio Riheiro, de29dejulho
do curren lo a uno, tem aberto na casa Oe sua
residencia, i.a ra das Trincheiras n. 50,
urna aula do inslrucgSo primaria do primei-
o grao, para o sexo feminino: os psis de
familias que della quizerem confiar suas li-
9> a ilar ligfios por casas particulares rs) ^ ('ruz & Bastos.
,S> ou cullegios a meninos do ambos os Pojicl 111,11 lun.
9 sexos, em materias de insliucgSo tan- Vende-so o mais superior papel marliuj.
I,!2 t0 .P"01"' con, ecaodarlti quem m muilo propriopara cartorios, <-de rouita re-
y auaiZO assignatlO nao lie quizar utilisar-se do sou prcstimo, po- m commendago para os sonhores procuiado-
na pruya da Independen-
cia 11. 10.
procurador do Antonio da Costa Ferreira.
Antonio de Almei la Comes.
Precisa-so alugar urna escrava robus-
Ibas, p-iderSo dirigir-so a mencionada casa, iaj para 0 gerv.ico interno e externo do urna
a qualquer hora do dia, certo de que a an- ,css,. agradando paga-so bem : na travessa
nunciantc empregara todos os seus desvelos ;,j0 Vigario n. 3.
em nSo desmerecer do seu conceito. Z5rt,> Aluga-se urna casa, nas ras se-
Precisa-se de um araassador: no pateo iyUBMll guiles :-- das Cinco Ponas, Au- outra qualquer parte : quom do seu presti-
do Tergo n. 30. halrn^A gusta, de Hurtas, Concordia, tra- 1110 so quizer utilizar dirija-so a ra do No-
No dia 30 do corrente, so deve arre- vossa ,|a ,)lU f 0 A(,oas y rdes, seja tci- gueira 11. 19, segundo andar: 110 mosiiio
malar um hasta publica do lr. juiz dase- roa, ou sobrado: quom tiver, aiinuncio. vonde.-se um oilanto.
guuda vara municipal, es rendas da casa C| .. Na rua ja ca,iela ,|0 s. Antonio uo- -Anda so al .gam quatro grandes arma- Jclfi?" *! '"Ia ''" PJ1* ,la'ios- ._
do aterro dos Afo- S^ 1^ Vi!J *'^-'^ &t
m de procura-lona rua dasCruzes n.22, ? res de foros, alm desta qualidade, soven-
2Ma,*Aa!mAAAAA *T'r!TT'S'***>y*)l-''T?l$) superior, o ilniago perlina, ludo por prego
Para navegacSo. mais commodo do que cm outra qualquer
FazornseeconcortaO-sevelasdequalqucr parto : na rua dos yuarteis n. 24, loja do
embarcarlo assim como de barcaca o jang- Cruz [tastos
Tapetes para lanlcrnas.
Vendom-SR tapetes para lanlcrnas e can-
diolros de meio desala, os mais delirados
possivois, e or mdico prego : na la dos
sitio, no lugar do Hospicio, por exccugflo do rronlo de S Francisco n. 7, precisa-se de'zens, silos m rua Imperial
lllm. o Exm, Sr. eonselbeiro presidente
da relagilo.Diz Jos Fcrnandcs da Cruz
que para bem de seu direito precisa que o
escrivSo Ferreira reven lo os autos lindo
de revista civel entro partes, recrcente Pe-
dro da Cunta Albuquerquo o uniros co
supplicanle Iho d por certidSo o llicor do
accordam do supromo tribunal do j isliga,
pelo qual foi denegada a revista. P. V.
Exc. defi rmenlo.- E II. M. Pns?c. I'.ocif'
23 de oulubro de 1852 Azuvedo.Anionio
Joaquim Ferreira do Carvalho, escrivo das
appcliacOcs e aggravos da relagao de Per-
nambuco etc.
Certilico sor o iheor da senlenga do su-
premo tribunal do estica profer lo aosau-
los menciona'os na peligo supra o se-
guintcVistos, oxcoslos, c relatados estes
aulos civeis entro parles simultneamente
recorrenlos o rocorridas, Pedro Velho de
Mello, Pedro da Cunha Albuquerque oou-
Iros, c Jos Femeniles Ja Cruz, neg' 111 a pe-
dida revisla, cor no hav r nullida Je ma 1.i-
fosta, nem injustiga notoria no accorda.n
de que so recorre. Ucgrossem os aulos ao
juizo, onde (oran, sentenciados, paas as
cusas pelo recurrente. Rio 22 de junho le
1852-Nabuco presidente inteiluo, Pinto
IVcanlia, Perdigilo M .llieiro, Siquena, Al-
inci la, Cerqucira Lima, C. Frange, Ponco,
Castro MascaronhS, Veiga. E maissunlo
lontinha em dita sonlenga aqu copiada dos
referidos aulos, aos queje* n.o reporto, e
vai esta sem colisa que faga dovida conferi-
da e concertada na forro a do ostllo, sub-
scripta c assigiuda nosla cidade do Recife
aos 25 do outubro de 1852. Subscrevi c as-
lignei. Em fe do ve.d ido.--Antonio Joa-
quim Forrcira de Carvalho.
A o publico.
Londo DO Diario d 1 boulem, na parto po-
liciil, um cilicio do lllm. Sr cbofe de poli-
ca ao Exm. Sr. presdanle da provincia-
dizondo houvera um principio deinconiio
urna hora da ma nbita do da 18, na p>-
daria de Joo Manuel Rod.igu s Valenga, na
rua larga do Rozario desta cidade, couv.n
doeiirar ao publico quo til incenllo pro-
veio il cosiuba do primoiro anJar do sobra-
do per cima i!a padaria, o quo po lom eerti
licar os moradores o possoas que se acli.--
vam na OCcasIBo; sendo nara observar mais
que dita padaria, que rae pertonc, 11.1 ira-
balhava ja lia muilos das, por estar em
obra, sem quo na ucea -i.'o houv s-e pessoa
alguma no dito cstabel cimento. Recife 26
do outubro de 1852, Luiz Manuel Rodri-
gues Valenga.
Nosubrado da rua de S. Francisco n.
8, einda precisa-se alugar. urna p'eta o um
prrto, esclavos; a primeira quo saiba fa-
zerostrvigo interno da casa, e o segundo
para farer compras e lulo o mais quo 1 tic
for di terii.ina.lu, nSo leudo os Vicios de bo-
ber e fui lar.
- Precisa-so de um caixeiro para, venda
que tenha bastante pratica, de 14 a 16 ali-
os, dando liadur a sua conducta : ua rua
Nova o. 50.
Precisa-re de urna ama do leite forra 1-
prefeie-se parida de pouco.esem lilbo : nos-
la Typograiihia roa das Cruzes.
Collogio Sanio AfTooso.
Ensinam-so ueste collcuio, durante as fe-
rias do cullegio das aites, todos os propaia-
torios; sendo ascadeirasde rhetorca e geo-
graphia regidas pelo Sr. doutur Innoceucio
Seralico de Assis Carvalho ; as do francez o
inglez pelo Sr. Dr. Leonardo Augusto Fer-
rol 1.1 Lima ; e as do philoiOphla e geometra
polo Sr. Antonio Pedro do Fgueiredo: as
pessyas que quizerem cstudar quulquer des-
las disciplinas poJ.Tilo dirigir-so ao men-
cionado collogio Sai.to All'on-n, na rua da
Cadeia do bairro de Santo Antonio, sobrado
11. 13, alim do so matrieularem, por quanlo
as licgdes I ai do principiar uo dia 2 de no-
vembro prximo futuro.
O Sr. Alextndro da Cunba, que foi mn-
sico do 1 oh.11 : que r,1 apparecer na rua do
Crespo, loja n. 16, que se Iho d'seja fallar.
Bngomma-aa com tola perloicSo o a-
ceio, e por prego commoio : no pateo da
telilla, loja n. 4
--Na rua estreita do Rosario 11. 15, ha
preeisBo de unn ama do meia idado para
casado mogosolleiru sem familia que en-
gome, o .-inti o compro.
-- lixporiam-so para o Rio de Janeiro, os
mulatos, Luiz, do 20 annos, otlicial de fer-
r iro,o Mai auna, de 30 anrios.com uva cria,
escravosdo Juiio Antonio Alves do linio.
A pessoa quo precisar de urna ama for-
ra, para servir em urna casa das 6 lloras da
inaiiliiia, al as 8 da noute : dirija se a rua
d) .Manuel COCO 11. 36.
Aluga-se pelo lempo da festa, o sitio
da 1.1; 1,o,.. 1 a inargem do rio, da Viuva de
A..tomo Iguacio da Rusa com ozcellente
casa e soUo, cosiuha ao lado, com comino-
dos pina duas familias, quailus para escra-
vos, cacimba o estribara lodo murado na
rua do 1.1 i.-i ." n. 40, s. guildo lindar OU
na ii.ivo-.-i da.Madrodo Dos, arnmen nu-
nie'O 13.
Alugam-so duas casas no silio do Ca-
jueiro, com cun unidos ara familia eexc-l-
lento banlio, por anuo, ou para quom livor
bom gusto do patsai urna ex.ellonte festa :
para Are tratar no mesmo sitio do Cajuoi-
ro da Passagc n da Magdalena,
p-- No aterro da Boa-Vista, sobrado n. 49,
primeiro andar, precisa-so de urna mulher
forra ou captiva, que fage com perfeig3o o
servigo interno do urna casa; d-so botn
tratamcnlo e pagase bam-
- No aterro ila Roa-Vista, sobrado n. 49,
primoiro andar, so achata orna ama do leite
furra o de oxcellenle condiicti, quo leudo
acabado de amatr.cntar una cianga, so of-
fereco para continuar no mesmo iuistor,oara
o que se da informagos na mesma casa
acuna.
- Nodia 26 deste corrodo mez pelas 10
horas da imite, apparocou um moleque no
sobrado 11. 38 da rua Nova, dorm o lo na os-
eada, ao fecliar-S'! a porta ecor.iou-se o per-
gunloi-sc-lhc di quom era, disse sor do Sr.
Dr. Vicente, morador no Monteiro.c que elle
moleque cbainava-se Manuel,cnlfio man lou-
s< para dcnt'O e dormir pra se fazor esle
aoiuincio :quom frtrs.udono | lc,o ir bus-
.:r na indicada casa pois nao so r.spous)-
bilisa pela luga.
-- lia noel Pinto, n.oradorna povoagflo de
Kapissuma, recebe assucar para transportar
p.ra o Recife, iin baicaga o canoa, a progo
de mua pataca do froto por sacca do cinco
arrobas, o se lespotisabiisa por avarias mo-
tivadas por maos arranjos das enibarcagOos
quo o cunduzircm ; lambem seobrga a ven-
der o mesmo assucir por coinmiss) do dous
por cento, comprando as encommendas quo
peJirem os doi.os do assucar, o couduzii-
do-as at Itapissun a li>ro defretes, o na-
quella povonglo so acha sempre promp'lo
tr.^ar din quem convie".
-- ll'erece-so urna tnullier parda, do boa
conducta, para ama do ctsa de honiem sol-
teiro, a qual sabe cozer o engommar: quem
|.a pretender dirija-se a rua Augusla, casa
junto a de n 31.
A senhora l; Matia Avelina Monteiro
tem urna caria: na rua da Aurora n. 41, viu-
da do Rio de Janeiro.
Aluga-se o segundo andar da casa da
rua do Queimido n. 32 com commodos para
familia: a tratar na loja.
Manoel Pcroira Magalhies, contra os t>er- 1 U(lla ama, qu<: saba lavur, engommar, cu- gados, entre os sobrados do Sr. GlMulSo o
doiros de Francisco Joaquim Poreira de Car- sin\ltr fazer compras. Campollo : a Tallar na rua da Cadeia do Ro-
valno. ,,^**!H:,*^f#',fl!"<'.r(!l'* cifo, loja 11. 59, com Jo- lias da Silva.
-- Nodia 29 do corrente, so ha de, arre- ..^ O consultorio liomoepthicoila rua t
matar em hasta publica do Dr. juiz da pri- ^ do Trapicho Novo 11111 oro 15, dirigido
meira vara docivel, a parte da casa n. 81 j pelo Dr.Pires llamos Jnior, fui trans-
sila na rua do Mondego, por ezocugao de ^ ferj0 para a rua dn Cadeia do Recife
Constanlina Jacintha da Molla. X n. tt no segundo andar, por cima da
Lotcria da Baha ? loja dollltu.Sr. JoiloCerdozo Ayres,
Ni praga da lulcpendencia n. 13c 15, loja onde ja foi o consultorio do Sr. Dr.
do calcado do Arantes, e n. 37 c 39 de Porto ?* Sabino, ah so encontrar cartoiras
& Companhia, loja decalcado, o na ruada
Cadeia do Itecifo 11. 46, loja do miudezas de
Josc Fortnate dos Santos Poito, venderr.-so
?
i
)
com medicamentos hoinccopallucos, %,
tubos vulgos, tinturas do qualquer t>.
dinamisagao, e lambem so tefazom %i
bilheles, meios o quartos da nona lotoria da aquellos que estiverom deteriorados. d
V. O. TorceiradeS. Fraucisco, a qual corre & Propagandas homcDopatliicas do lllm. aj
110 dia 27 do coi rento, o espera-se lista da 9 Sr- Dr. Sabino, pelo prego de 1,000 rs. -
mesma pelo vapor brasileiro no da 4 a 5 de cda ezemplar. Estes luedicamentns v-
novombro. sS. preparados cotn lodo o cuidado, i
1:1 linios 4,400 <# ej experimentados pelo Sr. Dr.Sab- jj
jlleios 2,200 no na sua longa clinica, sondo os ro- v
Quartos 1,200 | sultados os mais felizes; todas as car-
- A prs.soa que annunclou precisar da
quantia do 150,009 rs., com seguranga em
u;na escrava, laudo es jurosquo seconven-
cionasso : dirija-so a rua Augusla n. 18 ,
que so dir quem d.
-- Offerece-se una n ulher do ida lo me-
dia para servir em casa do liomem solteiro,
ou casado, s 111 penges de criangas, a qual
cosinha um ledo : quom a pretender, diri-
teins quo sahirem desle consultorio
.? lovarao a lirma do Sr. Dr. Sabino. As
,< consultas silo das 8 horas do dia at
'i as 3 da tarde; depois deslas horas s
;'} o pdenlo procurar na rua da Cruz
v do Kecife n. 50, segundo andar.
-- Alugam-se duas escravas quo lavara,
engommam, o cosinlum o diario: na ruado
ja-so a rua da Guia, loja do marcinoiro n. 7. Seve, casa terroa osotSo,dofronto do thealro
Roga-se ao passageirodo vapor S. Sal- publico.
va lor, quo por engano.nu da 21 do corroo- Aluga-so, vende-se, ou permuta-so por
te levou um bahu' pera Ierra todo pregado, casas nos bairros do Recife, Sinto Antonio,
e em cima com a marca de forro F, baja do ou lioa-Visla, um sitio ua estrada dos AfJJic-
anuunciar por este jornal para ser ,rocura- tos confronto a igreja do mesmo lugar, com
do, ou dirija-se ao pato do Carino 11.13. grande casa do vivonda, outra pequea na
Aluga-se utna casa nos Arrumbados,em beira da ostra lo, com minios arvoredos do
Uliuda, com cuinmo lus para duas familias, fructo, a siber: larangeiras,coquciros,maii-
quintal murado, cacimba, e otnbarqun perto 'gue.ras, saputiseiros etc. ; a tratir na rua da
do casa : quem pretender dirija-se em Fra Aurora 11. 26, ou nu Apipueos, no engonho
do portas, ua roa do Pilar 11. 68. DousIrmSos
-- i'recsa-so alugar para urna familia es-! A pessoa quo quizor dar a quanlia de
trangelra urna prela ou muala livro ou es- 150,000 rs. com sogurnnga em UOIO preta
crava para eugumiiiar, o oulro servigo dn com habilidades, ando-s- os juros quo so
dentro de casa ; be preciso que si ja acula convenciouar, annuncio para ser procurado
o activa : procure no eseriptorio Ua casa n. Precisa-so do cem mil ris a joro pulo
43, na tua da Cruz do Recito, das II horas tetnpo do um anuo, a I l|2 por cont, com
da tnaiibila as 3 da larde, nos das uteis. seguranga em urna casa: quom quizer esto
Para so passar a festa. .'negocio annuncio para ser procurado.
Aluga-so um bom sitio no lugar do Cor- Para te liquidar cunta de venda, so d
doiro, margem do Capibanbe.cum boa ca- por 3,000 rs. o alqueire de feijffo misturado,
la, estribara pura t'cs cavallos, casas pa'a vindo do Rio de S Francisco, em muito bom
protos o feltor, pomar o jardim, assim como esla lo : no caes do Ramos ao pd,oanna-
baixas com capim e muita bortalico : na ra > zein de sula, pela medida velha.
to Qucimado 11. 30, segundo andar, ou na Previne-so aos Srs. abaixo declarados
rua da Madre de Dos, ermazam de Barroca j que man ion: quanto anles satisfazer o que
& Castro. devem de alugueresde casas o dinlieiro de
I'recisa-se de um preto ou moleque pa- empreslimo, o procurador do reveron lo
ra o servigo do um silio 1 erto da prac/i : conego Joo Rodrigues do Araujo, om Olin-
quem qui/.cr alugar dirija-se a Bua-Vista,tia da rua do Halhias Ferreira sobrado n. 6. a-
rua da CniSo, segunda casa que tem sollo. lim de evitar os meios ju.liciaes do quo o
--Na rua do Cano nova cocheira amarolla i mesmo tem do langar ni0o para com os o-
A A convidam-se as possoas apalxonades de1 missos .Joaquim do Souza Teixoira, .\j-
darom os seus piiseios carros, qne se di- noel JosSoares da Avellar, D. Francisca de
- Alugam-se, vcndcm-so o lambem so
applicam bichas do Amburgo por pregos
muito rtzoaveia I na loja do barbiiro do
Tboollo Jos Ferreira do Sampaio.na rua AragJo n 21.
Al
linda junto
Ti
m
?
Vende-se por icis mil ris jW
urna fila pira caria tic ba- 4t
charel, na loja 11. 2 da rua
S Nova atra da matriz
*>*** >!5''' >
Veiuicin-se, por precocom-
uga-se um sobrado na cidado do O- m0l| saCCOS coui ftelos, gicros
. ..joto a mrejadoS. Pedr.iMarlvr.mui- .. .' nn
to fresco o com bons commodos: quom o c.mi muilo lioa cerveja, cliainpag-
pretender dinja-sea mesma Oliad*, na rua uq cm g.inalii.s C 100188 ditd.s, Ir ia-
''"-'Tem-so justo e tratado a compra de um' eos com m.tik-iga, vinlio de Bor-
sobrado do um andar.na rua do l.ivranionto (k'illlX t'ni barricas, e velas slt'lll 1 -
n. ;19; soalguum so adiar com divida, pe- rlip.railn Dfllo Cont Uo .
iihoraoubypotlieca, ou oulro qualquer di- nas, tuno cncauo ptio uonie uo
reilo, declaro no preso lo 8dias, do contra- (Of III l"U8 d) IrapiCl'e 11. II.
rio nao lera mais lugar rccIaiuagSo.
Compras.
-- Compram-sa as mauens do NossaSi-
nbora do Rosario, ti ile Nossa Senhora do
Carmo, do madeira, u do 2 palmos de altura,
mesmo om uso: quem tiver annuncio.
Volido--' a taberna di rui do Rosario
da Roa-Vista n. 60 : a tratar na mos.ua. Veu-
de-so purquo o doto quer t'atar de sua
wude.
He muita cconomia!!.'
A Hoo c 1,000 rs. cid 1 um
Na rua du Crespo 11. 11, loja do Jos Fran-
njam mrsma que l acbarSo bons carros
u Doas parelbas, o tr.itar.lo com Joaquim
IziJuro ua Silva.
Paula Mavignier, Jos llillarlo Ribeiro, Fran
cisco Ignacio do Medeirus, J >sc Caotano Pe-
reira do Nascimento, Clara Senboruba Bor-
Nos abaixo essignados declaramos quo gos, viuva do brigudeiro llorges Leal, Anto-
nio do Moraes Piulo, Silvestre dos I! is.
Aluga-so para o sorvigo interior do casa
mo
lim
queremos proseguir contra o Sr. L.
uier na aegao qui sustentamus, nem
por outra qualquer actualmente, por nos' urna mulata que tem pnucipio do costura,
loiiaiit.os afeudes. Recife 25 de. oulubro j cosinha e ongotiiniado : a tratar na ruado
de 1852. Alix. Fournitir, Av.ial IrmSos. Collogio 11. 16, terceiro andar.
Francisco Couus d'Oliveira, agoule do: -- Furtaram da casa do abaixo assignado
leudes, aluga pelo lompo da fesla, ou au- urna coroa de ouro do lei, e urna bandeira
nualuienl a sua espagusa e bolla casa de j do Menino Dos lambem de ouro: pedo-so
campo, sita na puvuig.i > du Pego da Panol-.a qualquer 1.orives ou oulra pessoa a quem
la, perto do ro, a qual tem bom quintal 1 fr offerecida, de prender a pessoa que an-
planlado de arvoredos, ptima agua de ca- dar vendendo qualquer dos objoctos cima
cimba, com bomba de Ierro e banheiro do declarados. Francisco Urederode do An-
u.a so peJra coborlo, cocheira e estribarla
bem edificadas', todos os arranjos pira com-
ino idaJo de grande familia, o um lequono
jardim ; tambera veudeo mesmo predio a
dobeiro ou a prszo, ou o pormuta por al-
gum oulro em rua commorcial desta praga,
anida leudo do vollar qualquer exeeden'o Castro, com bolleo na rua do Qucimado 11.
do valor, quo soajustar: os pr. tendentes 36, quelra uiBiidar pajar o Diario, visto que
drado.
- Aluga-se uma casa om Olin la, na la-
dera da Misericordia n. 12 : a tratar em U-
liuda na rua de Malinas Forrcira n. 28.
O Sr. Joaquim Pereira da Silva, co-
ttliecido do Sr. Antonio Jos Teixeira de
Compra-so una duzia do c.idoiras, com cisco Das, existo urna porga 1 do cobertores
de algo Llo.in lito proprios pan e ciavatura,
e para a pobreza p ir sor i zonda muito ba-
ratare de muita duraglo; ven Ic-se assim
barato por so exigir logo o ditiheiro.
ua do Crespo 11. 14-
A 36o r.s.
A primeira qualidalo dos novos gostos de
chitas francezas, as mais lindas o mais linas
que tem apparecido ; velide-se a tliuheiro
vista por 360 rs.
Velas superiores de carnau-
ba feitas no Aracaly, niaulei^a muilo boa o
barata,em frascos oem barrita retalho.oon-
se vas muilo novas, queijos du pialo, ditos
fJamengos muito frescies, charutos linos d
dtvrsis quali lides, sudi' illas de liantes
milito novas, azeite-doce fraUOOZ nngarrafa-
do, vin OS Dn iS do diversas qualidades, e
mullos oulros Roneros ; v-ndem-so por lu-
ratissimo reg, na 1 born da esquinada
rua la Cadeia do Recife n I.
-- Vende-se a easa Ierras da Cunlioa do
Carmo n. 36, ltimamente annunciada,que
i or circumsianc as so uo realisou a ven la:
queo a quizer dirija sua PonleVollia II. 14.
AttcncSo.
Vende-se um silio no riacho du Agua Fra
com boa luja, o Iroiontos tantos ps do co-
quei os, vinlo 8 tantos ps Uo laraugeiras o
mudos m.is arvorooos: a tratar na rui No-
va 11. 21, terceiro andar.
1 uilo a 4,000 rs a Sdcca.
Vonde-sc 110 armaiem do Mour.lo, no caes
.la airndose, ao p do Boceo da Concoigo.
__Vende-so o bolequm o hilliar da rua
Nova, om viiluJo da pessoa que o adminis-
tra rolirar-so para Mac.i: quem pretender
iiirijit-so no mesmo, ou no bolequm junto
ao theatro de S. Francisco.
- Veude so no at rro da Boa-V'isla n. 88,
segundo andar, uma muala do 22 a 21 an-
uos do idade, sadia, sem vicio algum, sa-
bendo com perfeigSo lavar, engommar, o
iratar de urna sala ; ao comprador se dir o
motivo.
Milito novo cm sacCas.
No Passeio Publico, loja n. 15, vende-se
milho novo em saccas por mdico prego; a
ello, Iroguczes,antes queso acabo.
tssentu de palhinha, um camap do palbi-
11I1.1, o urna mesiuha, ludo que seja em bom
oslado, e era s'gun la m3o : quem livor ,
dirija-so a rua larga do Rusario n. 26
Compram-se escravos do ambos os se-
xos, para dentro o fra da provincia, agra-
dando pag3o-so bem : na rua das Larange-
ras n. 14, segundo andar.
Compra-sc urna burra de fer-
ro : na rua do Trapiche, arma-
zem 11. i't.
Compram-so os prlraoiros cantos de A.
G. Dias : tu rua doColleglo 11. 8.
Cojipra-so pa.ol aro cmbrulho a
51.00 a arroba : na rua do S. Jos, venda
11. 52,
Compra-so una oscrava dn boa con-
futa, do 20 a 30 a unos do lado o que Jaiba
engomar, cosiuharo cozer, |.aga-se bem :
na praga da Independencia n. 24.
-Compraill-Se escravas e eveiidoni so, ro-
oebem-se do cominlsaSo, lauto para a pro-
vincia, co.iio pata lea dola: na rua dos
Quarteis n. 21, segundo andar.
Com,.ram-se para a obra do grande
hospital de candado trav'jaiueiitos de 40
palmos do comprlo o 8 polegadas om qua-
dro, quo seja de ba qualidade : quem livor
pode dirigir se ao director da mesma obra
Antonio Jos Comes do Correio, paia tratar
do ajusle.
Vendas.
dii ijam su ao anuiinciaiile.
Vigilante n. i 11110 sahiu no dia 25 co-
mo se ti nlia anuunci alo por justos motivos :
sabira quarla feira 27, acha-se venda
na rua do Crespo n. II ena mSo dos des-
tribudores assgnasn a 1/000, avulso 80
Itoga-so aos devo lores do finado Anto-
nio Jos Yicira u'Araujo, que venham pagar
um tergo de s-us dbitos eos abaixo assig-
nados na qualidale de herdeiros do dito
loado, para o quo se echam devidamente
habilitados; i.-io poil o devero fazer no
prazo de oito dias, do contrario serflo seus
uouies, o quantias declaradas par esla tu-
lla, e se proceder judicialmente. Rua du
Trapiche N no n. 18 2. andar. Anluniu
Jus Veira d'Araujo, Jeronymo Jos Vieira
de Araujo.
-- Na tua da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 60, precisa-se de uma oplima cosinbeira,
forra, brasileira, ou eslrangelra.
Q mesmo Sr. Castro,quo recebe a folha,
diz que tifio sabe quom elle seja.
^ CNSU TORIO H.IMKOPATIIICO. aj
Q Ruado Trapiche n. 9. $>
+. O Dr. Casanova, estn lo do volts da (.}
^ Frang, lera aberto o seu consultorio V
ff na rua du Trapiche 11. 9,no Hotel Fran- Sj
p, cisco, aonde d consultas gratis aos 1
6| pohtcs lodos os das. 4
^^4tSSiiiiSSai499n'B999
-- Acha-sc para alugar um sobrado na rua
da Unio, cntit os molhorr.s coiiiinoJos.mui-
lo fresco o de cxcellenlo vista : a entender-
se com o bacharel C. Xavier Lopes cm dita
casi, ou no escriptorio do paleo do Collogio
n. 35
- O baclurel formado Antonio Lu/. Ca-
Lotera do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 c 10:000,000 ders.
Na loja de miudezas da praca d Independencia n. 4 vendem-se
hillietes inteiros, meios quartos.
oitavos e vigsimos, a beneficio da
i5. lotera do theatro de Nictitc-
roy ; vem a lista no primeiro va-
por que chegar do Rio de Janeiro.
iNa mesma loja cima recebem-.se
bilbetes c cautelas premiadas da
lotcria da Matriz da Roa Vista ,
em troca das que tem a venda do
Rio.
Vende-so uma lilcira muito forto : no
Caes do Ramos, armazem de lenha.
Lotera de Nossa Senhora do
Rosario.
Casa da Fortuna, na rua llrcita n. 7, nesta
casa, o na praga da Independencia loja do
Sr. Fortunato, o nos lugares do costume es-
tilo a venda cuidas, bheles o oioios da lo-
tera cima, cujas rodas andam improleri-
vel por todo o mez do novombro.
Bilheles 8,000
Meios 4,000
Quartos 2,200
ll'Cimos 1,000
Vigsimos 500
Vende-se gello, a qualquer hora do dia,
no deposi'o da rua da Scnzalla Velha n
118, ou na rua do Trapiche n. 8.
Lotcria do Rio de Janeiro,
Aos 20:000,000 de rs.
NA CASAi FELIZ
dos quatro cantos da rui do Qucimado n.
20, ven.lom se os muilo felizes bilhetes,
valcinti de Albuquerque advoga nos auli-l meios, quartos, oitavos, e vigsimos da 15.,
lories desta cidade: na casa de sua res- lotera de Nictheroy, cuja lista chega de 3
dcncia no pateo de S. Pedro n. 2. 4 de novembro; a ellos,quo esto no reslo.
A .>,oiui rs.
Vetidcm-so chapeos protos francezes a
5,000 rs., cada um : na rua do Queimado
numero 9.
B,trege para vestidos, a 600 rs o
covado.
Lsta fazenda l'eita de la e seda,
ofterece ao compra lor, nao s a
commoddade do preco, como por
,,er um vestio do lindo padrao ,
e que nao precisa lavar->e: n-i rua
do QueimaJo n. 10 acharSo os
compradores, nao s as amostras ,
como as pecas.
Vendem-se chapos de folio raspados,
de differenles cos e o msis bem enfeita-
ilos que tem viudo, pioprios para meninas
e meninos, por barato prego : na rua Nova
n. II.
Aderecos prclos de lilagrana.
Venlom-so na rua do Queimado nova lo-
ja de miudezas n. 47 de Antonio Jos de A-
zeve.lo, muito lindos aderegos de lilagrana
com seus compelenles brincos pelo diminu-
to prego de 1,000rs. cada um; a ellos antes
qu se acabem.


m se
**w
Saiuls
SALSA PARRILHA.
Vicente Jos de Biito, nico a-
genteem Pernambuco de B. J. D.
Sands, chimico americano, faz pu-
blico, que tem chegado a esta pra-
ca una grande porcSo de frascos
de salsa parrilba de Sands, que sao
verdaderamente falsificados e
preparados no llio de Janeiro, pe-
lo que se devem acautelar os con-
sumidores de t5o precio.so Talis-
mn, de cahir ueste engao, to-
mando as lunestBS consequencias ,
que sempre costumam trazer os
medicamentos falsificados, e ela-
borados pela mo daquelles que
anlep5em .eus inleresses 80S ma-
les da humenidade. l'ortanto, pe-
de pura que o publico se possa li
Taixas para eiu/cnhos.
Na fundicSo de ferro de D.
\V. Bowman na ra do Brum
passando o cbafariz contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
ae em carros, sem despezas ao
comprador.
Vende-se a excellente typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montada, tanto debonspre-
los, como de typos : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Praia
n. 55, a tratar com a Viuva Roma.
A 5,ooo rs.
Superiores cbpeos do sol de sed inglo-
zos chegados pelos ltimos nsvios, pelo di-
minuto prego de 5,000 rs. cida um: ni
vrar des, fraude e^stmgua ^aj- -^ a 6,ooo rs.
No armszem de Couvei & l)is, confron-
te escadinha da Alfandega.
Queijos do sertao.
Vondem-so uiuito bons e frcscaosqueijoi
Uo sertao ; na ra doQueimado n. 14.
A 6,5oo rs.
Vendom-so chapeos de castor brancos,
veidadeira salsa parrilba de Sands
da falsificada, e recentemente a-
qui chegada ; o annunciaute faz
ver, que a verdadeira se vende
nicamente em sua botica, na ma
da Cotn.eicao do tiecife n. 6i ; e ,
alm do receiiuario que acompa-
nba cada frasco, tem embaixo da
primeira pagina seu nomc impres-
so, e se adiar sua firma em ma-
nuscriiito ..obre o iuvoltorio im-
presso do mesmo Irasco.
Mointios de vento
ooin bombas de. repuxo para rograr hortas
obaixasdecaplm D-fundic9odcl>. W. Bow-
ID.1II. (i., ra do Brumos.6,8 o 10
ncni-sncnapesuoi;ai.iur _,i..i__-, r.i1.,(, n g
6.500 rs., cada uai : na ra do (jueimado linacau ,.
numero 9.
Chapeos para senlioras.
Vendem-se no aterro da lloa-Visla, loja
n. 1, chapen de seda com llrese bicos.pclo
prego ilo 8,000 rs. para cima.
Vende-se urna rscrava creoula, boa cn-
'" A 1,380 ris !
Vendem-se cortes de Iflis para calca, i
1,280 rs.; na mi do Crepo, loj. n. 5.
Potassa da itussi., e cal virgem.
So armazem da rua do Trapiche n. 17, de
JosFerreira Basto, h para vender superior
potassa da Russia, chogada ha poucos di,e
cal virgem da maia nova quo lia no mercado.
- Vende-se muito em conU urna casa si-
tuada na Casa lorie, tomn de trente duis
janellis e urna porta, bom quintal com arvo-
res de fruclo, e excellente cacimba : as pes-
aras a quem semelbanlo negocio '..onvier,
queiram dirigir-se a rua Imperial n. 7.
Vende-se urna preta creoula, de 24 a 25
annos de dade, sem vicios, nem ac'iaques,
sabendo engommar, lavar, cosinhar e co-
ser alguma cousa: na Soledide, no sitio dos
qualro leoes, i qualquer bora se achara
com qucm'tialar.
Acha-se venda a boa pitada de rape
princeza do Lisboa, em libras e meias, a
vontadedo comprador, chegado ullimamen
te pelo vapor Severne; na rua da Cadea do
Recife, loja defazendrs, doJoSo da Cunh.
Migilhacs, n. 51.
wliiin.se.ido monstio com 8 pal-
mos de largura.
Vonde-se na rus do Crespo n. 5, n* lo-
ja que Taz esquina para a rua do Collegio o
novo adamascado branco pan loalhis com 8
palmos de largura pelo barato prego de
1,600 rs. a vara, na mesma loja ha um rico
sortimento de manguitos de cambraia para
vestido de sonhora o mais moderno que tem
apparecido pelo proco da 1,000 rs. cada
um.
Vende-se niel de muito boa qualidade,
o por prego commodo : na rua da Concordia
4
200 rs. a vara,
Na rua da Cadeia Velha, loja n. 33, ven-
de-se muito bom algodao da trra a 200 rs.
a vara, em pega de 50 varas.
- Vende-so farello muito novoe de su-
perior qualidade, DO arma/.om de Gouvea
. r Das, no caes d'.lf.ndeg.
gommade.ra cosinheira e costurera na attenc_o ao novo sortimento
rua uclla n. lo. n
Na rua do Crespo, loja n. 6.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
dosalpicos, com 6 l|2 e 7 varas, a 3,500 o
Deposito ttlMMM e TOdOI os 4.000 rs.; cortes de cassa chila, de_ novos
vLxr:.;So?.b.r4cj*: :M:;:r i.
i--, i (ranceza a
pauuo lino as co
chegado da cidade da Baha I .
na rua do Crespn. i4 l)a de
Jos Francisco Dias.
As muilo acreditadas chilas caboclas de
dezas n. 48 de Antonio di Silva
Guimares. O mesmo avisa ao res*
peitavei publico, que na mesma
_&^^^
Mroroupadoescravos.porpregocom-.deiinKiaasus^^ MiM os malj ,ll03 qliu iem vmdoao raer-;0utros muitos nmeros com pre- N0 aicrro da Boa Vista n. G ,
. r ... o mu.tas nutras fazend-s em conta. I do e de notos padrOe; *0- f": ^ m08 '
IJilbetes do Itio de Janeiro.
AOSorooo^, io:ooo, 4:ooo5,
t:ooS e nooos'de rs.
Na rua da Cadeia do Recife
n. 24, loja de cambio de Vieira da
Silva, acham-se a venda os mui-
to afortunados bilbetes, meios ,
quartos, oitavos c vigsimos da i5.
I ni eri,1 do 1 lira tro da impeiial ci-
dade de Nictheroy, cuja li.-la deve
vir pelo primeiro vapor, e trocam-
se por bilbetes premiados da Boa
Vista.
cautelista Antonio Jos
Rodrigues de Souza Jnior avisa
ao respcitavcl publico, que a i5.
lotera do tbeatro da imperial^ci-
dade de Nictheroy, corre hoje a3
Aviso s madamas.
-- Na ru Nova n. 11, loja de Nicolao Ga-
dautt, acabam de chegar os maia ricos man-
teletes pretos que tem vindo, tanto em qua-
lidade de enfeites como i ni feilio, por ser
o mais moderno e ter collete, por barato
prego.
' Vendem-se violOes poquenoa, proprios
par senlioras e meninas apronderom, os
maia bonitos qun tem viodo, pelo seu tama-
ito ; n rua Nova n.ll.
Vendem-se rebecas pequeas, proprias
para meninos aprenderem ; na rua Nova
n. II.
-- Vendem-se toucas ou enfrites para ci-
bega de aenhoras, os mais ricos que tem ap-
parecido, e mais modernos, por prego mui-
to em canta ; na ru Nova n. II.
Vendem-se ceroulas de 13a, pioprias
para tomar banlio, e muito baratas ; na rua
Nova n. II.
Arados americanos, chegados dos Es-
tados-Unidos; na rua do Trapiche n. 8.
Rclogios americanos, para cima de
mesa, com corda par oito dias e dura 30
horas, e o mais barato que em entra parto ;
na rua do Trapiche n. 8.
Vende-se urna preta mega quo lava,
cosinha, e he ven lednra, c tambem propria
para campo, por 450,000 porque seu dono
se relirt; a ver, ni roa larga do Rosario n.
35, loja, onde se recebem escravos para s
vender por commissBo.
Para casamento.
Na loja nova da rua do Rangeln.8tem
para vender seda branca lavrada, propria
para vestido de noiva, pelo barato prego de
2/ o covado, sedas de luna cores largas, cor
do chumbo, cor de perola, azul e cor de ou-
ro ; capotinhos bordados para menina pelo
rn rnrrpnlp nn Itin Hr lanpirn t> prego de 3,600; lambem vonle-se um bom
do crreme, no K10 de .Janeiro, ej-*oJ>.0 com a|um uso por preor0,vel.
que seus bilbetes e cautela*, es-j culos baratos.
tao a venda em sua loja de ferra-| N aterr0 gens n 37 a, na rua do Queimado 4gj dc J. S. de Menezes, vendem-
junto ao becco da Congrec5o, e na' ocu[08 je armaco de ac, mui-
mesma la loja n 11, de Joao to fin0S) pe|p diminuto preco de
IJaptista Bodrigues de Souze, e no!8oo rs. 0 par aSsim como lindas
aterro da Boa Vista, loja de miu- ,. modernas lu
e multas 1
i
Sm*min| w"** come mmiS ,ul, lT
WW*T^TTT-------S a 2000 o curte, diversos padres de riscados
^d.Cruzn.4,.lgodutras.do".
quell
assuca
muiL.
a 120 r. o covado ou 4,5oo rs.
a peca.
Na iua do Queimado! loja n, 3, vendem-
se chitas oscuras muito boas, e do lindos
matizes, pelo baratissimo preco do 120 rs. o,
covado. ou 4 500 rs. a pega ; bom como ou-'
UaS > Cal : de Lisboa. j | ^^j* "^ ^ M ^ -tf
chegada ltimamente de Lisboa, e ^o^^=^: j/J-g* gg* rSOT.tZ
m, repulli'uda,chicoria, scnoulas, foijao f.zend.s baiatas. .. ,
. ,..,!... f& Vcndem-so palitos preto mais ha-.
vas para senlioras,
dc diversas cores a 1,000 rs. o
par, e outras milita* ferrageos e
miudezas, que ludo se vende mui-
to barato.
Pechincha.
de 1:000,000 ders., dejos |0ja ,le J. S. de Menrzes, tem um
scadosrs ,dc aoo.ooo rs de 100,000r.s./granje sorti,nento de bahs, de
ultimo" e ooors.; convida pois aos versos lamanbos e gostos, por
Botica homeopathica. dnpao nnsin'doieda de quadros a 220
,', o J at Md iiiif iiiiu jwM uc i|uui 1 ____tui ju.uuuu,, iiiuriui i mi .n ,(ivprr> limnnhns P ir
28 rua das ( ruzc- 00 tt( vado alpakas do cores fazenda do ultimo. > '. diversos lmannos c ,
11. pan. so vender algumas caixas | go.to a c4o o covado; ditas com (ios d.se-, possuidores a virem receber seos tercm a|m da variedade das t.n-
S ricas com medicamentos em Untura, fe da fazc
4 liada urna sera acompanha la de um a>, lavra
Iftdcuveuuj UIIS VUtll ^a wv- (--------------------- -------- -------------
and muito lina a 8oo unas pntas' respectivos premios que i
s imitando seda a 880 ; brim Irangj- f
puro linbo cor de lama de Paiia. di lamente sao pagos.
I
por preco muito em conta: 110 ai
mazem do Oes da Alfandega n.
7, ou a tratar no escriptorio de
Novacs & Gompanhia, na rua do
Trapiche n. 34.
Fazeoda da moda.
Vend.m-sc superiores curtes de cambrai
carripatb de tres qu.lidades.ervilh. torta e t^ Vendem-se pililo* preloma.su- w~mm
direita fava, coentro de touceira, salga, to- Ir.lo do que em oulra qualquer parte : nal -. Vende-so um sitio na cidade de Coian-
... I____k.rJa _.._ tX'^.nn 11 QC o ollnii it, 111 ,l,!i'i lili. nrl ri.iil'i IOTPID fl(W \l n I t 1 r n 1; i'niii 'liil
matos grandes, repolho, couve lombarda, rua INova n. 26 ; a ellcs, enm dinli.iiu
saboia. o muslarda : na rua da Cruz n. 46,
defronlo do Sr. doulor Cosme.
Vendem-scamarrasileferro: na "la da
Sen/alia Nova 11.42
He baratissimo e nao ebega
a lodos. -
Vendem-se bahus de madeira
",e" tas com que sao pintados, diversas
e lindas paizagens, he mais barato
do que em oulra qualquer parte,
assim apparecam,freguezes.
Aos senhores de engenho.
Na rua do Crespo, loja n. 14, de Jos da
Silva Campos & Companhia, tem para ven-
der, a dinlieiro, os afamados cobertores dc
algodSo braucos, viudos da Uahia, sendo o
prego dos grandes 1,000 rs., e dos peque-
60 pea do l.r.nge.rasded.versas qu.l.da- chcguem p,r/M8BOOBniMl3iS.
Bilhetes
Meios
Quaitos
Uilavos
Vigsimos
33,000
1 I ,"(M
5,5oo
2,800
1.3oo
na, junto igreja dos Martirios, com 200
palmos de (rciilee 600 de tundo; conlm
des, 30 jaqten.s, limceas, j.baticabciros.
de salpico brancos do cor, telo diminuto| familia de nia.idioca a i,uoors. a
prego de 3,500 rs.: 11. rua do Crespo, lojai sacca.
n-6- l\ormazomde J. J.Tasso Jnior: na rua
Ifotansa americana. I Q ,,Amurini 35.
No antigo deposito da cadoia velha, n. Vendem-so lonas, brinzSo, hnns, e roupa de crian.;a, pelos
l existe um pequen porgao de potassa me,s inasda Ilussia ; no aroiazem de N.
, .1 _i. anauaseiro'.cefeseiros, palmolns. condecei-
cnvernisados, de 12 ate 30 pole-ir,s_ Ci)aeitos.^ quem pretender dirij.-se
. )u
COlil fechaduras, os quaes, a cidade de Diinda, na ru. Sov. junto, o pa-
gada
serven, para guardar costuras e, .. vondem-so duas escravas pardas, urna
nos, recolhidas, hem
parecidas, sadias, sem vicios, e com habili-
. lacio do Sr. bispo.
-- Vondem-so du..
baratos | do 1* nutra de 18 n
merTca'na". chegada recoiilr'mente que por ^Bleber" COBBpanh, n. ru da Cruz |Prct<>-s e > J''0* *''VjV |d.des ; e lambem dous escravos crcoulos,
superior rivalisacom.. da Kussia: vende- '; 4- F ,no Aterro da Boa Vista loja Ue,dl mesa.ii. idde, muito diligente, e cosi-
-jpor
KSd^iepot^saJ ACIDAE DE PARS.
No annazcm da rua da Cadeia Fabrica dc chapeos de sol, na rua
doKecifc n. 13, lia muito supe-' do Collegio n. 4.
,.,,.,. -al ,1 I islioi rm nedra Alm do sorlimenlojannunciado, rece-|
or ..al de l^isboa, cm peora ,. |ieu.se pclo navio ,lavr0i Mimo v.ndo de,
assim como i0tasf.a Clicgada ul-- i.r,nCB, um novo sortimento de chapeos de
58.
I nham o diario dc qualquer familia : 1 a nn
do Quennado n. 29.
Bilhetes do Bio de Jonciro.
O caulelista Salustiano de aqui-
ni-ecos muito ra-i o"de'seda o do panoinho, para honiens e no l-'cneia, avisa'ao rcspeitiv. I
pie90b muito ^nhoras, dos ltimos gostos; superiores ... bilhetes C
chapeos de sol de seda com cabos de cana, e, publico, que os seus UlUietes e
outrosdos melhores que tem vmdo a esi cautelas da decima quinta lotera
ai- prega, que se conlinuam a ?*e'Jt' me* 'do ihcatro de Niihcroy, c-tao ex-
uic nos pceo quoom outra qualquer parle. J '
joavcis.
os seus bilhetes
Agencia de Edwin Maw.
Naruadc Apollo u.G, annazcm dc Vlc.Cal-
i.,uni^ComPanl1ia,acha-aecoiiunic..iculc no prevu quu. u. ^-..,. r..--. vpn(|a na |0"s ,l0 ros|n_
boa aortincnio det.u. ,ic ferrocoado e Deposito de panno de algodao da postos a venda as lojas jo costn
! aiido, lauto rasa como fundas, mo.-ndai.iii- 1- 1 : .. Je Todos OS HcintOS da.me. A lotera COITC IlOIC 2i do COr-
eiiactodasilc ferro para auimaca, agoa,etc., lauuaui l_l mB, acnora-kP n Ikln ra
dilas para armar cu. madeirade lodoso la- fJahia. rente mez, e espera-e 8 ll.sld Oa
Vende-se o bemeonhecido pan- mesma nc vapor brasileiro no da
sapatosn. ^. 'ta Cadeiadollccifo.lojar.. 4
-- Vendem-se pecas de fUMJI >nho da __ uma J cr ^ ^
Allemanha, com 10 varas, a 2 000.1 c.la J
pega: n. loj. do sobrado amarcllo, na '"> bl)i i(les ,'rua do Itan^el n. 56.
Vendo-sc urna casa terrea na traves-
sa do Marisco : a tratar na rua da Santa
Cruz n. 70.
Vendem-se dous carros muito manei-
ros, pro,n ios para cunducgSo do tardos, ou
maullse madellos o mala moderno,machina
Uoriaoulal para vapor.com forfa dc ^ caval-
ivembro. Sao immc-
luB,couco.",|1asaadeiraadc ferro caianhado no je altl(|a Ja Babia, proprio 4 ou ^ dc lid
drcoSrc!c5^ovcna8rpar,rawo"^^^^^ c ioupa decscravos, diataniente pagos todos c quaes- V^M^WrTe'^
saccas : para ver o tratar, no trapiche da
companhia.
Vende-se sal doAss, borlo da su-
maca flor do Angelim, Tundea la no forte
do Malto : trata-so na rua da Cruz do Reci-
te n. 33, emcisa deSa Araujo.
Vende-se uma tab'-rna na praga da
lu-i Vista 11. 5 : a tratar na misma.
Continua-se a vender lari 1.1.0 do reinoj
da mais nova a 90 rs. a 1 i lira, goma de engo-,
mar 80 rs. 1 libra, manteiga ingleza, e|
fiancezaa 480, e 560 rs. a libra, vinaerc a
Casimiras modernas, a 1,00o rs. o
covado.
N loja de 11/''lulas da rua do Crespn.
5, que faz esquina para a rua do Collegio,
vendem-so casimiras de gostos modernos ,
a 1,000 rs. o e iva lo.
Luvas de pellica para homein.
Vendem-se superiores luvas de pellica pa-
ra hiiiiiiMi, ponto ioglez, por menos do que
em oulra qualquer parte : no aterro da Boa
Vista, loja 11. 73
Vende-se um escravo mogo, ptimo sa-
pateiro : 110 aterro da Boa Vista n. 59.
-- Vendo-se uma esciava, creoula, dc 22
anuos, perita engomiiiudeira, cosinheira, e
sabe fazer pudins, pao-de-10, e ludo quanlo
diz respeito a torno. A mesma escrava he
capaz de tratar de uma casa com caix-iros no
todo como se mostrar ao comprador : no
aterro da Boa-Vist, loja n. 22, se dir o es-
trangulo quo vende.
~ Uruun i'raegcr& Companhia, teem a
venda no seu armazem, na rua da Cruz 11.
10, um lindo sortimento de mobilia de fer-
ro, como sejam, mesas redondas, cadcoas
com bragos e sem olles, e sofas, ludo de fer-
ro, e outras com encostos o assentos de pao,
etc. etc.
LJc e admirai!
N'uma poca em que os homens e as cou-
YtoVubrrasoomYmTrc'o^ vnnia.lp do romorador assim quer premios que sahirem nos bi-carogo a lio rs. a libra, pass.s a 320 rs a
por barato preco. | vouiauc u v. i,,,.B B /Mlli,., ns Iam an_ libra, lelria a 30 rs., e outros muitos gene-
a .idos de ferro. como fio de algodao da mes_-- a fa- Ihetes e cautelas as lojas ja an- rM 0 uom 0 mo|hor ,, p,leoa0 c,ra,o
I 1 \ ........... 1 ,. 1 1 ,1 i, -:
N .'uiiiln, .o da Aurora, om S. Amaro,
r -.idcm-M. ridos de forro do diversos
mtelos.
Gomma de engommar.
Vendem-se saccas com gomma, muilo al
va, propria para engommar c fazer bolinbos,
por nao ser socca ao fogo: na rua do Quei-
mado 11. 14.
~ Vendem-so os vordaJeiros selios in-
glozes, patonto, de molla e sen. tila : na
rus daSinzall NoVI 11. 42.
Vendem-se refugios dc ou-
ro cprata, patente ingle/: na rua
da benzaliti Vivan. \ -.
AGENCIA
da lundir;ao liO>v-Aloor.
RUA HA SI.NZA1.LA NOVA M. 42.
Lleste estabelccimento conti-
a haver um completo sorti-
mento de moendas o mcia mo-
eaaspara en^eubo machinas
de vapor, e taixas de ferro bati-
brica : no escriptorio dc Novacs nunciadas.
fk Companhia, na rua do Trapi-I
che n. 34-
Vendem-se saccas ;com gomma, muilo
alva : i.a rua da Cruz n. 33
Vende-se um escravo, crcoulo, com 22
anuos de idade, e com principios de pedrei-
ro : na praga da Independencia n
Meios
Quartos
Oitavos
Vigsimos
caulelista
33,000
11,000
5,5oo
3,800
i:3oo
venda na quina do becco da Bomba, por
liaixu do sobrado de um andar n. 13.
Loja nova.
Vendem-se na loja nova da rua do Uangel
n. 8, capotinhos de seda furta-rores borda-
dos de matiz com colote de setim e gorgu-
r.lo branco, um comploto sorlimeutu de
manteletes pretos muilo enfeitadese da ul-
19. ___ O caulelista Paria Barbosa tima moda, capotinhos dc fil protoborda-
__Veodern-se marmelada muilo nova, I 1 1 .. dos de seda, chales de seda do varios lama-
chegadaultimaucniede Lisboa no briguo ircceiCu mneles ua lotera ao irieu- nh()gj vcii,ioa de cambraia de cores de tres
Fiordo alar, em lalas grandes e pequeas : tro de Nictheroy, C OS expoz a ven- babados. manguinl.as de lindo para veslidos
na rua da Cruz 11. 46, defronte do Sr. I)r. (lueimado loil de ide man8" curl'' crles do la do c"mcl10.
OU na rua ao yutimauo, ioj ae vest;d0j |ni(l0 c,nibr.ia branca com fron-
Gouveia & Leite, na mesma ca.-a tispicio bordado, boas luvos de seda ama-
paga sem descont es seus bilhetes ','" P"a *nhor, um completo sortimen-
o ,,. to de trangas pretas finas proprias para cn-
feitar vestidos, leugos do seda com franja,
lentes pi..nos fortes, e de urna das
melhores fabricas, chegados lti-
mamente da Europa.
Batatas novas
Fraucczas, em gigos de 4o li-
bras, chegadas no brigue Cesar ,
ito ecoado de todos os tama- por presos muito commo.Ios : no
I nena 11 tro de Nictheroy, c os expoz a ven- babados. manguinhas de linbo 1
Sr- ,,r- da na rua do (ueimado loil de ide man8" curl'' crles do la
c0SI11e aa na rtia ao yuuinauo, ioji e ves[|doi |jn04 ,l0 cinibraja bran
Em casa de J. Keller &
Gompanhia na rua da Cruz n.
55, ha para vender dous excel- premiados._Eis os precos :
nhos, para dito.
Moeudits -ii|ieiini'es,
Na fundigSo de C. Stirrdi Compauhi,
em S. Amaro, acham-seavenda moendas
do cann, todas de ferro, e ura modelo e
construcgo muito superior.
-- Vendo-su um bom escravo creoulo ,
ptimo pira todo servigo, principalmente
do campo, pois enleude muito do tratamen-
lo de gado : na rua Velha n. 14.
Cal virgem.
armazem da travessa da Madre
Dos n. 31.
A 3,000 rs. o corte.
Na loj da esquina, quevolla para a rua
do Collegio n. 5, veudem-se cortes do maias
casimiras a 2,000 rs,, e bonitos cortos do
cambraias francezas de coros, 1 3,200 rs. o
corto.
l'OTASSA.
Na rua de Apollo, armazem n
! los pretos de linlio, muito bom sortimento
! do cambraias do seda, e do meias de fio da
Escocia para senhora, e outras muitas telen-
das que se vendem por prego cammodo.
Vende-se uma preta moga de muito
bonita figura, com muito bom leito, deis
dias, cnsinlia, lava e engomma ; um prelo
mogo do bonita figura, o uma prota idos
i'o.n grandes habilidades : a tratar na Cain-
Vcndem-se cortes do vestido dosclim, e;h01 du (.armo, primeiro andar, do manlia
chamslole branco, com babados, bordados ,le as 9 lio.-as, odas 3 horas da tarde em
o mais rico possivel: na loja do sobrado a- diante.
Bilhctc inteiro 33,000
Meio Quarto Uitavo 11,000 5,5oo 3,800
Vigsimo C.samc nlo. 1,300
Vende-se cl de Lisbo mais nov* do j ae i^eal Res, vende-se por
ciercado: ua rua do Vigario n. 19, primei- ... '
andar, escriptorio de T. de Aquino l'onsec pre90 ra.-oavel, muito nova e su-
ri i'liho, oun rua do Trapiche, amizom de oenor potassa, chegada ha pouco
Antonio Augusto da fonscca. ,' .,. '. i,_.;__
Umaencomrneuda do cobertores, |dOt>loue Jantiro.
ijue por seren poucus -- Vende-se na cadeia de Olinda, um cs-
Ci&o podem ebegar i cravo, creoulo, de 23 annos do idade, muilo
A todos os compradores, possante, para fura da provincia : quem o
a 1,600 rs. cada um : na rua do Crespo, lo-: pretender, dirjase a ladcir do Varador
ja n. 6. n. 14.
Alerta tregeles Carnauba.
Que sSo cneg.dos, Vende-so a mais superior cera do carnau-
Cobertorcs de algodSo : ba que ha no mercado, por menos prego
Muito cncorpados. do que em qualquer parle, cm consequen-
Na rua do Crespo, loja da esquina que vol-!cia de se querer acabar; n rua da C'uz,
U vara a Cadeia, a 1,600 rs. cada um. | confronte o chafariz n. 19.
marello, na rua do Qucimado n. 29.
Bichas, chegadas ltimamente de
liamluirgo.
Ven,lnm-se o alugam-se bichas do llim-
burgo : na rua da Cruz do Huele, n. 43.
Vestidos a i,ab\i e 3,000 rs.
Conlinua-se a vender cortes de vestidos do
cassa de cor, com 6 varas, por 1,280 rs. cad*
corte; dilos do riscado francez, cores fizas, a
2,000rs. : mioja do sobrado nmarello, da
rua do yueimado n.29.
Ven ie-so uma coebeira, na rua de A-
pollo n. 25, com 8 cavallos, um carro o to-
dos os mais i'crtences : a tratar na mesma
com Jos Caetano l'croira, e Ignacio Jos
Cabral.
Vendem-se lindos capotinhos de bico
branco, verdadeira moda de verao, chega-
dos pe ultimo navio francez, e por prego
muito em conta -. na loja du mojas france-
sas, no tlcrru da Boa-Vllt n. I.
Vestidos de cassa seda.
VenJom-se coi tes de veslidos decassa se-
da, pelo diminuto prego de 5,000 rs. cada
corte : na loja do sobrado amaiello, da rua
doQueimado n 29.
Para quem precisar e tenha pouco
dinheiro.
Vende-se por 300,000 rs., uma negra de
40 annos do idade, de nagUo d. Costa, mui-
to sadia, sem-vicios e de bonita figura ; pe-
do quo a vendam porque quer sudar n. rua
veudendo, o osei.hor a quer para o servigo
de casa : na rua do Livnmento n. 19.
Vende-se um excellente cavallo mela-
do, novo e com lodos 03 andares : na co-
cheira da rua da florentina.
Vende-so para se tachar contas, saccas
com um alqueiro do milho novo : n venda
do Becco Largo que vira para a Scnzulla No-
va n. 39.
Palitos fcitos.
Contiuua-sn a ven 'er pililos de panno
prelo o do cor, muito bem feilos o de boa
qualidade, por | reg muito cm conta : na
loja do sobrado marello n 29.
Vende-se um inoleque de 24 annos de na-
gilo angola, de liouila figura, se:n vicios
nem .chaqus, bem lossanle, muito Bel,
ptimo COZioheJCO, tanto para casa estran-
geira como para nacional: ua ruado Itan-
gel n. 44.
grao de perfeigSo, e que como por insulto
as geragbes passadas, surge de dia em dia a
face da Ierra as mais miravilnosas descober-
tas, coube a graciosa patria do immortal
Voltaire, o celebre invento de um pequeo
alambique para se obter, om menos do cin-
co minutos, o mais ozcollento caf que se
pode tomar. O respeitavel publico desta
cidade be convidado, anda que nluqucira
comprar os referidos alambiques, a vir ve-
los n. loja do miudozas da rua larga do Ito-
sario, junto a boticj do Sr. Il.rtholomoo,
oude sovendero pelo mdico prego do 4,000
ris.
Altciiao !
Ven lem-so superiores pentes da tartaruga
do diversos modelos para atar cabello, pelo
baralo prego do 3,500, luvas pretas de seda
chamadas do lorgal, para senhora, a 610,
ditas do pclica de muito ba qualilade, a
1,000 rs ditas bordadas com ricas palmas
de rctroz c eufoites de fitas, como ltima-
mente seacha cm moda, pela mdica quan-
lia de 1,600; dam-so as amostras: na rua
larga do llosario, loja de miudozas do Cir-
deal, junio a botica doSr. Barlbolomco.
U------I------------
Escravos fgidos.
Desde o uno de 1848 que esappare-
ceu um rnulalii.h >, de nome Benedicto, de
idade do 12 para 14 an'nns, com as pernas
finas, ciV clara, falla bstanlo fr.ca, cabel-
lo estirado, o qual pode com fac li lado pas-
sar por forro ; cujo foi fortado por um .ga-
no, do engenho l'adro Nosso, pertencenle
a Antonio Jo- Ferrcira, na villa de Santa
l.'wi do Ncite, provincia do Alagis, e
suppOe-so tr seguido em direcgo para
Pernambuco, e por conscguinle he prova-
vel que elisia em algum dos ongonhos do
sul da dita provincia : quem o pegar e lo-
var a seu sonhor, no engenho cima decla-
rado, ou entregar no Itecife, na loj. de
Joaquim Itibeiro Puntes, sera onerosamen-
te ratificado, asseverando ser rsto o pri-
meiro annuncio que se faz n este res'ieito,
e por conseguinlc c ,111 mais facidadu (de
ser pegado.
-- No di. 20 do correlo mez, desappsro-
eeu um creoulo de nome Salvador, com 26
nnos do ida le : le/ou caiga de ganga a/ul
clara, e camisa do algo lito branco, cx.pcu
de palha ordinario, alto, magro, olhos gran- loU" .utondados policiaes e ca,,itaes do
des, barba por balxo do queixo, tem os oe-: campo a apprehendam o fagain con.luz-la a
dos do um dos ps tintinados de lrabalhar: ru ,lj l-ivr uiiento 11. 26, onde so gratificara
em cal, e na sola do p direilo tem uma ci- gene resinen le.
catriz do uma feril. que ha pouco sarou : ,__________________________________________
quem o pegar e levar a casa n. 4t da rua da <
CoDceigio, ser bem pago. | Punn Ttr. de'M. F. os Faru. 1S52.
>#
100,000 rs. de gratiGcacSo.
Iiesappareceu no di 7 de malo prximo
passado, o pardo Leonardo, de idade 18 an-
nos pouco maia ou menos, e tem os aignies
seguintea: baiso, O pello um Unto metti-
do para dentro, c.bello ca ra ni nimio e (t ao
mel di tosta, e falla descangado. Este es-
cravo vinh. todos os das vender leite no Re-
cite, de um sitio na lloa-viagem, pertencen-
te a Jo.nn. Mari dos l'assos, de quem fui
escravo: quem o apprebender e truuzer na
rua da Senzall. Velha n. 60, segundo andar,
receber gratificado .cima.
-- Ha um mez, pouco mais ou menos, de-
sappareceu um preto por nomeM.noel,cre-
oulo, e ofTicial de alfaiate, b.stante conho-
cido nesta praga,por j haver ira balitado em
mullas lujas, o qual pertence 10 abaixo as-
signado, e tem os signaea segaintes :bal-
xo, quebrado das virilhas, um pouco grosso
do corpo, c>r p ola, olhos grandes, tem tres
cicatrizes 1.0 hrago e n.n.-t direita de uma
operag3o que havia sotTrido ha pouco no
hospital; he de presumir que ande por esta
cidade, visto ser della natural, e ter alguns
prenles: roga-seas autoridades policiaese
a toda e qualquer pessoa, a c.plur. do mes-
mo, e o favor de o mandar entregar nesta
cidade em casa do senhor subdelegado da
lloi-Vista Rufino Jos Corre.a de Almeido ;
e na cidade do Rio-Formoso a Francisca
cbristin. i.ms, quesera generosamente re-
compensado : o mesmo abaixo asaignado
protesta com todo o rigor da lei, contra 1-
qnella pessoa, quem quer que sej,que o li-
vor (.ocultado Francisco Caldas l.in.
No dia 26 de setembro prximo pas-
sado, tugiram 2 escravos com os signaea e
nomeseguales : primeiro Luiz, creoulo,
cor relx.da, de 21 a 25 annos de id.de, b.i-
xo el.ci do corpo, ps peqienes, pescogo
grosso, olhar c.rrancudo, nariz grande e
muito chato, e com marcas de ter sido cas-
tigado com agoutes por mais de um vez,
foi escr.vo do Sr. Luiz do Reg Barros, de
qusm passou para o poder do Sr. Jos Ci-
millo do Reg Barros, ambos e.tes seDho-
res moradores no Mouteiro,o segnndo Ma-
hooI, cor feixada, creoulo anda moleque,
baixo, seco do corpo, e com um p oncha-
do, e uma cicatriz do golpe em cima do
i oiio do p, o o dedo grando do mesmo to-
rado, cuja cicatriz por ser nova .inda tem
a pele branca : quem os aprehender e con-
duzir a seu senhor morador do engenho do
Itodizio d freguezia de S. I.ourengo da Hal-
la, acra generosamente pago do seu tr-
balho, e de qualquer despeza, que fizer
com a captura e neo querenlo leva-Ios ao
dito engenho, poder procurar e entender-
so com os lllms. Srs. Domingos da Silva
Campos, morador na rua das Cr07.es no Re-
cite, tenente ScbastiSo Jos.do Reg Brre-
lo morador no Mouteiro, o Francisco Ceza-
rio de Mello, morador em Apipucos.
esappareceu no dia 7 do maio de 1851
um mulato de nomo Miguel, escravo, com
os signaes seguintes : ida lo 25 annos pou-
co mais ou menos, cor parda escura, altura
regular, rosto oval, cabellos grenhos, olhos
pretos, nariz regular, donteslimados e ea-
pontados, 11-0 tem barba e somonte bugo ;
ar muilo alegre e ris.nbo, tem as peraas
um pouco arqueadas, he ollicial de sipa tej-
i, e por isso lein callos as nulos depuxir
olio. Foi cria eescravo do padre Felippe
Jo-o Pessoa de Vasconcellos, morador n 1 ,.-
/.en la ConceigSo da villa do Catle comarca
d. Paralaba, que o vendeo ao capilSodeca-
vallara Joilo Antonio bezerra de Menozes,
e osle o vendeo nesta praga a Jos dos San
tos eleves: levou comsigo um b.h de couro
proio com bastante roupa, quo furtou de
casa.furtou igualmente uin annelSo de ouro
esmaltado c un a firma R. A. A. estas letras
da azul, dous botOes de ouro, cada um com
um brllhanta e com esmalte azul frrele,
coma conliguraglo qusdrilongo, e outro
oval co n um brilhant e esmalte azul, to-
dos de grande valor ; levou um chapeo de
seda novo, en cabega um do chile ordina-
rio, nao usa suspensorios,e sim uma coireia
na cintura; consta que lirou passaporte da
polica como forro, e com nome mudado, e
que fui para o serlSo do riacho dos Porcos
d'onda he filho, e tem 11.ru e iraiSas : quem
pegar dito mulato tere a gratificagSo de 100/
rs.alm das despesas que se fizer com a ap-
prehensSo, o que ludo pagar seu Sr. II..lino
Jos Correia de Alinela, morador nesta ci-
dade do Recite, rua da Santa Cruz da Roa-
Vista 11. 78.
Desappareceram no dia 26 do correle
os escravos seguintes: LlesbSo.pardo escuro,
representa ter do idade 35 a 40 annos, refor-
gado do corpo, baibado, rosto redondo, e
bocl.echu to que parece upado, cabellos um
tanto estirados, ol.os, nariz e bocea peque-
nos, fallas muito mangas, e eslas descanga-
das, moda do Para, (funde ven. ha pouco
lempo, levou vestido cale de brim branco
grosso o entraiigado o de'feitio antigo com
ulgapo e algibeiras, assim como levou ou-
tra por b.izo de briol pardo j desbotadu,
e duas carnizas uma de madapolSo, e outra
de chil. pur baizo, j suja e desbotada, cha-
peo de palha, de aba estrella a initac.lo dos
quo 1./'.ni OS imperitos marinheiros, j usa-
do, e he de suppor que mude do nome e de
trages; Manoel, de cor a cabralhada, repre-
zenla ter de idade 20 annos, cabellos ea-
rapinhados, nari z afilado, bucea pequea,
fallo lina e esplicada, quando falla he com
os olhos no ch_o, pes o milos grandes, e do-
duscompridos, levou vestido caiga e c.miss
de riscado dealgodo americano, e porbai-
xo urna ceroul de algodSo da Ierra, cha-
peo de couro j usado, ho de suppor que
0.1 oe de nn ue o de trages, este escravo foi
comprado aoSr. Josdas Dores dos Santos,
lavrador doengenho'Sauim, para onde se
suppo ter fgido : quem os pegar leve-os
na rua do Ituzario Larga n. 24, que ser
gen, rosamente recompensado sen irab.lho.
Iicsapporecou na noite de 18 para 19 do
crrante ,1o engenho Congo, freguozia da
Jacoca, um cabra de nome Justino devinto
tantos trinla annos do idado, de altura
regular c de corpo secco, rosto redondo,
olhos pardos,cabellos um pouco ctrtpinha-
dos, pouc barba, pernas finos e cabelludas,
ps e milos bem fcitos, e tem nos bragos, ou
cm u.n delles bordados feilos de palavras ;
le bastilo ladino e possanto, sabe tocar
galla, ten. pratica de viajar o he hbil para
lodo o servigo, sabe vaquejar e carrear; le-
vou camisa d'algolilo da ierra, outra u'al-
gud.unnho trancado, oulra dita tinta e ce-
ruul.o assim como matuLIu de. pello de ove-
Iha : rogase as autoridades policiaca, ctpi-
ies de campo e mais pessoas que delle ti-
verem noticia, que o prendim e fagam con-
duzir ao mesmo engenho Congo a son Sr.
Antonio (juiino de Souza, que ser bem
recompensado.
~ Em 19 do corrate dosappareceu uma
preta, escrava, de nomo Thouissi, creoula,
que representa ter 40 annos, pouco mais ou
menos, e com os signaos seguintes: lovou
vestido do cassa chita desbotada, um panno
fino preto j usado ; e para maior taciliiar a
captura, ella he desdentada na Irenlo de ci-
ma, nu queixo tem um signal de cabello, o
ios apalhi lados; coslum. inesm. escrava
ludir pela Cstrada iNova, o de OlinJa, undo
tem un... lima; havendo lambem dcs.-un-
li iiicj de ter ella tonudo para o rombal, de
dijo |ugr hoella lilha: ruga so porlantoa
'


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