Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03372


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Full Text
Anuo XX.V4IJ
Quirta feira 27
i



DIARIO
deOuiubro de 1852.
IN. 243.
FEIIMMBMO
nW/O a sBonirqlo.
Piixmn DUHTtoo.
I> r trimestre ...........
I ir semestre .-
I'ir inno ..............
PlSOniNTaO DOTUIHISTII.
Por quartel.............
oticu 90 lunnio.
Par..- 2deOulbr. Mlnaa. 8 de .^clbr,
Maianbo. 5 de dito 'S.Paulo. I deOutbr
Ccari.... 9 de dito It.deJ.. J5 dedilo
Parahiba is edito Babia.. 19 de dito
4/001
8/00(
1S/00C
4/S0C
DA DA IM1B1, AtTBISsVOlAs.
25Seg. S Crlspim.
i Tere. S. Evaristo.
,? Ooart.S. Eleabin.
18 yiiiiit 4- S Simaoe
e Judas Tadeo.
g Seit. S. Benivinda
3i.Sab. S. i:iic ni. S.
Macario..
3l n mi 22. S. Quln-
llno.
]niio de Orpkio
I, eS. 10 horas.
I. tarad" civil.
3. e 6. ao meio-dla.
fliUlin.
I. e 8. s 10 horas.
J. ara do civil.
4. e sbados ao melod
tiUelto.
Tercas e sabidos.
Jreiceatei 20, as2horise23 minute dam.
:hela a 28 aa i horas24 miamos da m.
Mingoau te 6, aa 8 horas 18 minutos da m.
Nova ai I, as 4 horas e 46 minutos da ni.
"KXIDI OJS
Prlmelraas 3 horas t it mi mi toada tarde.
Segunda s 4 horas c (i minutos da manbaa
niiiist oa ooaiiioi,
Dolanse Parahiba, ineguada. e teitae-
leirai.
Hlo-Crande-do-Horte t Victoria a quintas
feiras
Bonito,Caruarn.e Garaahuns no l'e 16 dcada
rnaz.
Florea.Ourlcurj.Ein e Boa-Viata l3 e2l
Ollnda, todos os das.
Todos os Correioa partero ao melo-dia.
arOTIOIAl XaTBANOEtBAI.
Portugal 14 de elbr. Austria 3 desetbr.
Hespanha )0de dito Suissa.... Idedlto
Franca .. 8 de dito
Blgica... de dito
Italia..:-. dedito
Alemanhi. 3de dito
Proasia ...:(.Ir dito
Dinamarca il de Ag.
Rsala... -9 de dito
Turqua. 25 de dito
Sur. i.i... 28ileAgo>to
Inglaterra 8 de Setbr.
E.-Unldoa 20 d'Ago10
Meiico... de dito
California Ib de dito
Chlll. 9 de dito
Ruenoe-A. 8de Setbr.
Montevideo 5 dedito
CAMBIOS DS 26 DU OCTUUno
Sobre Londres, a 28 por 1/000 d.
Paria, 30
Liaboa, 9Spor canto.
M MiiTira.
Ouro.Oncas hespanholas......V.... 21/000
Hoedas de 6/400 relha........ 16/100
a de 6#400novas........ 16/000
de 4/000............... />'"
Prata. Pataeeabraalleiro........... I/1-"
Pesoacoluninarioa.. ......... JA*J
1)1 loa inri canoa........... 1/80O
MOTE OFFIC1AL
MINISTERIO D FaZENOA.
lerir o rcquerioiento do Sr. eapituo do esta-
do msior da segunda classo lo exercito An-
tonio Francisco da Fooseca M qual pedia nao so queso llie coulasso iiiaim
ntiguidad, mas "inda ser promovido no
DECRETO N. 10*5 DE 29 DE SETEMBRO DE poslo o0 ninjor.
1852. 4." Ser servido por decreto do 29 do se-
Exlinque as recibedarias de rendas interna' tembroj citado, conceder passagem para o
dai provincias do ilaranhtlo, Vara, e Rio 0no batalhuo do infantina ao Sr. tenenle
Grande do Sul. do decinio-quaito da mesma arma Domm-
llei por bom cstiuguir as recebadnrias de os Alves .franco Muniz Brrelo.
rc;,.|sPinternas das p\ov,cias do Maranl.no, 5.' I ver t'" Wtomdon-
.iaauim los C,o publico, que quan lo desta provincia sa-
I I.]___I_____IIIh. I ni. ni*... .1. Pll Pllltl I i .
Apiellante, Antonio Lopes Poreira de Mello;
appellado, Jos Antonio le LcSo.
l'assaram do Sr. dosembargador Bastos,
ao Sr. liosombargador l,e5o as soguinles ip-
pellacoos em que silo :
Appellanto, a justica ; appollalo, Manoel
Jos.
Appellantes, a viuva e lillio de Gau lino A-
goslinl'io de Barros; appellado, Jos Can j
idnde Carvallio Meleros.
como tropheos de seu poder, a grossura c crescimento desconhecldos ao ob-
servador europeo. Ai estaedrs ahi sao forte-
mente uinn ni i,. A mu vero de abalar, a
1,1,1 calor quasi intoleravel, succede um inver-
n que pouco cede aos rigores rcticos. Tudo
concorre ahi para aprcsrniar-nos o curio da
proiperldade, os amigos Athenlenses adopta-
rain a mesma linho de conducta, e despejada-
mente professaram a dnutrina, que ao passo
que ajuillca devla regular as prelcnsfles de
Igual para igual, o iu.i* forte tinha o dlrelto de
iuipor tudo a<|Ullo a que pudia coirqiclllr e su-
jeltar o mais fiaco. Dentro de poucos annos a
nal do thesouro Daoior.il, assim o tonba en- moco. finalmente,
'e,t, ci" "o?"ho neiro, os 29 de so- qu... di.oosi.0e. priLra. segunda o quin
lenb ode 1832 t.iosimo primeiro da io- MOW" JO. HMoi polom,
dependenca. e do impcio.^ Con. rubri-1 ffSJff!SSSMSU
lindo, a lerceira na de 5, e a quaita na do
1.* tudo do mer de oulubro em andamento.
Antonio Corroa Sera.
Ouartel general na Cidadt do llecife 26 de ou
inora) de 1852.
odem do OA 146.
Manda o -Sr. marechal de. campo Antonio
ca deS. M. o liberador. Joaqun Jos o
drigues Torree.
'CircularUue vendo-so que, fem maisde
iit provincia,os cheles de polica, tem en-
tendiilo nio eslaromaugoiloi a prostar cori-
tas pcranle as Ihesouraiias das sommss des-
pendidas coin o aervico da polica, declara-
se que, tanto pela legislacSo de lazenda an-
terior a lei de 4 de outubro de 1831, como contia Sera, commandanic das armas dar
pelas disposicOes dcssi lei, e di legn-lacfio sc,ncia a guarnifSu para os lins convenien-
novissima consagrada nos decretos de 2 de leSi que sr. Dr.juiz de direitnda prilleira
novembro de 1850 e 32 do novembro de. vart j0Crime desls cidado J.i.-Thomaz Na-
185l.ostao sugeilas prestarlo de contas Duco de Araujo, segn lo participou ao quar-
lodas as esla^Oes que arreeadam ou despen- le| generg| na data do 22 do corrente, acha
dem dinheiros pblicos ; o por conseguinte se no exercicio da referida vara ; conseguia-
ss conlas das despezas cora a policia as torjiente no das (nceles da auJitoria da
provinciasdevem ser tuina las pelas thesoura aenlo de guerra.
ras, e revistas polo thesouro do mesmo | q mesmo Sr. marechal de campo manda
modo que o devem ser as contas de todos os jgUI|menle declarar, que o Sr. I)r. juiz mu-
individuos, ou estar,es encarregadas do nc,,ai francisco Hodrigues Sctte, que no
dispendio dos dinheiros pblicos, cuja to- jinpe lirnentodo mencionado Sr. I)r. abuco
mada no est commetti la por liquidarlo da Araujo, servio na quahdade de audietor,
expressa a outra reparlicSo; sendo isao o ,iesompunliou esse lugar com inlelligencia e
que se pratica no thesouro, oudeso leu lo- : assiduidade.
mado as conlas dos cheles de policia da cor-1 Candido Leal l'erreira,
te, e provincia do Itio de Janeiro. Outro sim Aldante de ordena cncarregado do detalbc.
declara-se : I.", quo os cheles de polica, co- | _^_^___^_
mo ordenadores da despeza, dovem apresen- |
lar os documentos,quo legalisem as que or- <
denarem,com cxcepfjo unicamenle das que
silo secntas, as quaes devem ser-lhes alio- !
nadas avista do ollicio do presidente da pro-
vincia que es appiovo ; 2 *, qu.' as referidas
despezas deve 3o ser pagase escripluradas
'LT.IBUNAL DA RELACAO'.
SESSAO- DE 23 DE OUTUIIRODE I85S.
[residencia do Hxm. Sr. conselhelro Azevedo.
As 10 lluras da manilas, estando presente
Villares I," i,
pessuas autonsa
para as rrccbereui, avista da requisicSo del- ases.io.
los, o da moooia formo oaeelpiora las.
Ao dueclor geral do correio, para a
rcsliluiQo da mulla, contra quu recorieu
Candido dn Souza llancel por ralla de por-
les em umbrulhos eom dinheiro, visto quo q
rfigulanento de 31 de deiombiode 184* nSo
ordenou nem f'Cililou esegnou a conduc-
rjlo do moeda de una para oulios portol en
tre os quaes existem correios, nSo e n cin-
sequoucia firmada em atlribuico e incum-
bencia privativa dos crrelos, lal condueglo
comtaxa determinada, como dispe a res-
peito das Carlas o mais papis ; e lanibom
nao decrotou aos particulares auhrigacAu
de faercm as mais remessas pecuniarias
por meio dos correios, quo uo estilo auto-
risados a segurar-lhes, em obrigados a res-
ponder pela entrega ;-- dSo podendo por-
,i,iW..1.u.j
tanto s disposigoes relativas a apprehen-
soes de callase papis, o mullas pelo ex
travioser extensivas a einbrulhos que un
ramente conlivorain mo la posto que eom
sobrescripto.
Ilccorrente, D. Krancisca Therora de Jesus
recorrido, a faionda publica.Julgartm
a KVor d i tecorrele.
Appollenii'.Severino FranciCOdeBoarna
appellada, Generosa Krancisca do Jezua
Coufirmaram a sentones.
Appellai.te, ojui/.uda fazenda appellado,
Francisco RibeirO de Brilo. CODUrma-
rau) a seiilei.ca.
%ppell;mle, O julio appellado, l'rascdosda
l'onscca Coulinlio. Conlirr.iaram a sen-
Appollaiilc, llei.lo Jos da Silva MagalhSes ;
ajpellado, Antonio Luis dos Santos.
Confirmariro a SOOtenCa.
Appellante, o juizo; appellados, Manoel An-
tonio de Jess c oulros. Conlirmarjm a
sentones. .
orlo ex- Appellante, I.'Uircnca Mana da Conccic3o;
i un- appellado, l.uiz Antonio de l.cros. Jul-
garam nullo o processo pela incompetcn-
oa da aegao.
Appellantes, e appellados, conjunclamente.
Angelo Francisco Carneiro e. oulros.e Jos
Carneiro Itudnguos Campcllo. liecebo
Commando das arma.*.
Quartel ijentral na ciiade do llecife 25 de ou-
tubro de 1852.
OltOEH do dii 115.
O marechal de campo commanJanln das
armas, leudo avista as ComoiUOicacOeS olli-
ciacs, que as datas da 22 o 23 do corrente
Iho endrrocou a presidoncia desla provin-
cia, faz publico para sciencla da guaroIcSo,
c devido oll'eilo, as seguimos imperiacs dis-
posifOes '
i." llsverSua Magostado o Imperador por
lien), por immediaU e imperial resolucodc
22 dcs'temhro ultimo, lomadi Sobre COn-
sulln do consollio supremo militar, refor-
mar, na forniB da lei ao Sr. capilo (uilher-
mino Jos da Silva, c no posto de majar ven-
cen lo o respectivo sold de oapitfioao Sr.
Jos Antonio arbnza, este capiiao du bala
lh.ni n, 10 do infamara, o aquello do n. 9 da
mesma ar.i a.
2." Ter por decolo de 25 do dito mez de
selcmbro concedido passagem em ajiidante
para o nono baUl'-flo do infmtaria, ao Sr.
nlferes do meio batslhlo do Cear Jofio Pau-
lo de Miranda.
3." Havcr por bem por immedlatas e im-
periaes resoluto s de 2!) de setembro, loma-
das sobre consultas do supremo conselho mi-
litar, reformar na forma da lei ao ;>r. alfe-
resdo dcimo hatalhio de Infantaria, addi-
do ao quarlo baUlhilo do rlilliana a pe,
Epifaneo llorges d" >leii"/es Horca, c in le-
FOLHETIM.
0 PALACIO PHODAN. (*)
por itir. ISogcrio iscauboir.
i'assiram do Sr. desembarga lor Lefio ao|,V
Sr. desembargador Souza as so(juinles ap-|' Tambem jama
pellac.os em que sSo :
Appellantes, o juizo o o Drnmotor publico;
appellados, os escravoMenedirlo e Cres-
plnlana.
Appellante, Jos Vieira da Cunha appel-
lado, Anloiiio da Silva Vieira.
Appellanto, Francisca Thomasia da Concei-
clo Cunha appellalos, Jones Patn ti
Coinpanliia.
Appellante, Francisco Antonio da Silva fia-
valcsuti; appellado, Antonio da Silva Fer-
reira.
I'assou do Sr. desembargador Siuza ao
Sr. desembargador ilebello a seguinte ap-
11. 11 v.i. i em que silo :
Appellante, Jos dos Santos de Souza l.ins;
appellada, Maria Francisca do Souza lla-
mos.
Appellante, Manoel Ferreira da &SSUu1Rt]So
appellado, Pedro Antonio de Alineidi.
Passtram do Sr. disombargador Ilebello
ao Sr. dosombargador Luna Freir o se-
guinle recyrso om que sfio :
Recrranles, Josquim l'ereira Marinho &
Companiiia ; recorrido, Jofio Francisco
Cocino Flores.
Appellante, Manoel Gabriel doCarvalho;
appellado, Joaquim Ignacio l'ereira.
Appellante, Jos da Silva Boga; empella-
dos, Jos Francisco da Silva Braga o ou-
lros.
Appellante, Antonio de Albuqueique Gon-
dra ; appollados, Antonio Francisco de O
liveira e sua mullier.
I'assou do Sr. desembargador Ilebello ao
Sr. desembargado: l'ereira Montolro a se-
guinte appellacao em quo sao :
Ap olanlos, Francisco M>g:icl Archanjo e
sua mullier ; appellados, a viuva e herdei-
ros de Autonio Mni.iel de Medeiros
l'assaram do Sr. desembarga lor Luna
Freir ao Sr. desembargador Telles as so-
guinles appollacOes em uue sfio :
Api'Cllaatt', Jjaquim Ferreira da Cunha
Souto M mi ; appellado, lefio Baptis'.s de
Varia.
Appellante, Aalonio Montciro Pereira; ap-
pellado, ojuito.
Appellante, Joaquim Lobato Ferreira; ap-
pellado, Uanoel de Almeida Lopes.
A|.,,-ll,nl--. Aliil"" IMir.-.r,! nuil mulhor;
appellados, Francisco llibeiro do llrilie
ua mullier.
Embargante, Jos A:.Ionio da Costa; embar-
gado, Antonio Jos de MeJeiros Bilau-
court.
I'assou do Sr. desembargador .Gomes
llibeiro ao Sr. desembarga lor Villares a
seguinte appcllaco em que silo:
Appollaut', Joaquim Francisco de Alai;
appellados, Antonio Bernardo Vjz do Car-
valho c oulros.
DISTBinUICOKS.
Ao Sr. desembargador l.una Freir a se-
guinte appellacfio em quo s'ui :
Ap; allantes, Ignacio Luis do Unto Tahurda
o sua mulher; appellados, Me. CalmoDl
& Companhia.
Ao Sr. desembarga ior Telles a seguinle
appellacfio em quo sSo :
Appellante, los Mamede Alves Ferreira ;
appellada, a fazenda publica.
Ao Sr. desembargador l'ereira Mouleiro
OSCguinla aggravo rn om que sfio :
Aggravanle, Franciscu Lopes da Silva ; ag-
gravado, o juizo.
tn os embargos cm parle, o despresaram [Appellantes, e appellados, os contratadores
das carnes verdes, e Francisco Fernanil.s
liornas.
naturera como o resollado de uina serie de iin- vlclusilude dos successos ollocou esse estado
pulsos violentos c irresisliveis. e para escou-1 arrogante as condiedes que deserrvera, e o
der-nos o segredo .lessas lela uiysteriosas c oc- pui na dependencia da clemencia dcidcnhosa
'.-lillas, que regulaiu tanto a queda de urna golta de um conquistador, para o quala sua.esplen-
da cliuva, como os moviinentos do poderoso I cia, prlos seos proprios principios, delxou de
agoas. i ser um dirtito, desde que elle a nao pude mais
houve por sem duvida, des-defender
de o conicco do miiudo, esemplo de tiio solida. I Supponha-sc que nos. queramos aj-plicar
repc-ntiu'n e brllbante prosperidad?, como a'urna Igual theoria respelto da ilh da Madei-
que os Balados Unidos Icni realisado nestes ni- ra. Waila nos serla mais Ucll do que arrnnca-la
Unios uucocnla anuos. Por nielo de sua indus. frica potencia a que alia prrlencr. Iililn
Irla pacilica c atrevidas, mas bem pensadas ero- j mal governada pelos Portugueses, he tima !
lu i-, i'-m clli-s chegado a um tal ponto de ccllenie posicao couimcrcial, c sen cliuia le re*
beoi-ser inateri.t, que deve parecer iucrivel pulado iimesprcilico contra as phllsk-as do nos-,
aquellas que so conheccm o iniiudo pelos li- so pata, Teios porvrmuri inultas rasdes para
vros. Susicuic-sc as inesinas vas, c adianlc desej i-la. K ponue nao proeiiraiuos f.iae*la
os cspcrain u uiuphos srin limites, llcla-lhes nossa? Por dou motivos, que drvcni ser bein
occup.r caproveitar um lcrrloro iiniiieuso, 'considerados pelos unssos amigos Americanos
possuido anda no isolamemo ; rcsla-lhes cun- Nao queremos violar os priucpos prlr mu inissao de civilisacao e coosolidaci'io, justlcj, manchar o lustre de uossas armas, e
lo ii lu- como |aiuals estere alguma cargo infamar o nossu carcter de usura e moderaco,
dos lilhos dos bouicns. arrebatando aprnpriedade a um nosso alliado,
Porm os triuuipios anteelpados de sua in- su porque nio a pode elle reler. K se o desoja-
duitria e de suas cuipreas, tem sido tiio rapi- mos, uno uotalrevimoi a fazc-lo. Tomemos a
dos e lao porlenloios, que parece que Icudein a rclniniicao que aeoiupanha laes actos, e sabe-
desviar a naco de sen pro^res o armo, para mos que asis cedo ou inals larde, o poder da
alista-la sdb mais brilhautes, porm tiuibein opiuio publica abaler a potencia que preteo-
muilo mais neertos yitauaa de engrandec- da furiar-e s ceusuras da cousciencia c a pra
niento. Esta naco do negociantes laboriosos tica da juslica.
e de especuladores que todus os dias se esfor- Rccoininendamoa estas considerares aos
cain, com louvavi-l preseveranca e icnaciilade, nossos amigos, atreves do Ailanlico, sem espi
pela posse do m oinnipoteule dollar. ; eslepo- rito de iudisposico ', e esperamos que elles,
vo lao lino e calculado em suas transaeces par- cm calma e rclleao reconbecam que nesie ca-
Uculares, moslra-sc no cnlrelaolo rudeces- 80, como em todos os mais, osen dever acha-
Iravaganie logo que Irata dos negocios publi- se Identificado coin os seus interesses, c que a
eos, descomedido em suas aspiraces e insacia- illusirada opinio publica dos estados, cm ves
vel em sua cupldei. Bntao desenvolve urna voo- de olhar como honrados e inlluenles cases bo-
tade lo desenfreada como as forcas da naturc- mena que se reunem em sociedades secretas pa
za, que o rodela e repelle o inftuio dessa mes- ra tos de pirataria e ncca/uir/soio.pioelame in-
nu le, a que l* dcilmente se submeliem aa famessemelhuiites iuiencdea, c seus promoto-
suas Importantes transaeces- res indignos de influencia.
jia presentemente dous campos abertos po- (0o Tima.)
Ilftcz dos Estados Unidos: a poltica do com-
inerclo c a da conquista. Duas carreiras se
Ibes apicseotain: a de tancar abaixo as resiric-
ees commerciaea, estimular o espirito mer-
cantil, abandonaras asplracocs gloiia iniliiar,
e fundar um poder semelliaute ao de sua mal
patria, dandu-se antes s artes do que as armas;
oo a de substituir o eapirito cominercial pelo
militar, l l: i deutro de si proprios un
mundo sen, c csleuder um territorio j em si
iniciador*, os apostlos do eummmhmo ein
Franca! E porque nfio ?vo-lo pergunto Ha
muitns trabalhadores chofos de fe sincera
nndircilo ao trabalho, o conseguinlamento
commuuistas sem o saberem, sorn o quere-
rem que nfio toleraran) que os cousideras-
sem como taes. E a razfio disto he que em
todas as clusses o inleressn inclina a vonla-
de, e a yodado como di/. Pascal, lie o prin-
cipal orgofla crenc.a. Sob outro non)o mui-
tos lioinens industriosos, alias mullo hon-
a os, exrrcom o coinviuniemo como sompro
se lem exercidn, st i lie,"com a cndilo de
fue trnente os bens dos outrvs ser&o parlithu '
los'. Mas higo i|up..u pi iiitipio, ganhaiido
lorrenp, traa do aubm-'ltnr partilha lam-
hem os nossos proprios bens, oh enlfi o
cowmuiismo melle horror. Fijes assnalha-
v n o Monitot Industrial agora, pora. pro-
pagam o livro du prnpriciialivl Qnvm S8
admirar disto cabo que ignore o coraefio
humano, a suas molas secretas o a gramil
qu la quo lo.'Ti este msculo para tomar-
se li li Oasuista !
N.ln, senhor, nilo ha o calor da luta que
me fez me-nr a doulrina prohihicionisi
debsixo deste ponto de vista, porque bem
pelo COBtfarlo he porquo a eu encarava as-
sim ant'S di luta que me empenhei uella.
Fazei-me o Livor de acieditar quo estrn-
. dnr aliqiautoo nossu commcrcio exterior,
resultado SCCesSOrio que nfio he per certo
para ser desprendo, nfio foj o motivo quo
me .i. i -r,iuii ni. tu acreditei sempre, co-
mo ainla acredito, que a propriedada e<-
tava envolvida na questfio. Eu acrelilri
sempre, como inda hoje creio, que a oos-
sa tarifa atfnndegal, em censequencia do es-
pirito que Ihe deu nascimenlo e dos argu-
mentos pelos quaes tem sido defendida, ha.
via f.'ilu no principio da propriedade urna
breeha pela q.ual t.nli a demais legis-
lae.in niissi ameagava passsr. Altantando
para o estado dos espirito* parecen ni- que
um communisno, o qual para que eu seja
juslo devo dizer qun nfio tem consciencia
de si, e u -in tfio pouco do seu alcance, es
lava a pique de nos invadir. I'areceu-mo
qu este cuninunisla (do qual alias ha mui-
las especies) mili lgicamente se prava! cia
da argument.cfio prohibicionista, limit u-
CAUTA DIUIGIDV AO SR. TIIIEIIS PELO
su. bastas,
Ao Sr. Tlucrs.
Sr. T iinrs. tito sejais ingrato para Com
a rovoltifSo de fcvoreiro, porque se ella vos do-se apenas a tirar della as CODSequencias
vastodemaispa.aaumdade, por meio de an- soiprend-u e vos isou um pouco tanihen.: Julguei mos que era ueste terreno que cuu-
nexaces toreadas de ierras, que por sua fia- vos preparou para que Como autor, como 1 vinlu COmbaW-lo, porquiinlo armando-so
quea ojo podem resistir ao assalto da potente orador, Como ciuselhoiro intimo alciiicat- j ell-) de sopblsmal propagados pola commis-
coulcdaracao. Nunca povoalguin,bom ouinao, so^s Inu npiios inesper.dos, entre os fuaes s\\<> Mimercl. nfio havia ajaperanca de venc-
csicve, como esle, em tao boj pasico a tal res- um mu i extraordinario por corlo Um dos- j lo oinquanto USeS sopllflmas BstiveSsem cni
paito, lainbeiu uunca a eseelu loliioduvl- tes das lia-ai nil'rcj: p e triumphantes na consciencia publica.
doa c de lama moma. A u)sof,-,.|t0 ,,,, Mensa do Irah.ilho ni-' Fui uiv 11 pOSiCiO que me eolluquci em lior-
11a justamente um auno que leve lugar essa eioml ^ n;,,, C1lliriiss Uiiliorel) aCt- dof, l'aiis, Marselli.i e l.vfio quando fundei
V^^r^^c^u^. ba de onder.Bc-r. tolos os seus corras- a ...oci.ctpda ere p.ta. A liberd.du
sul
dadaii aiiicricauoi,
tue
dc.emO
que
pondenlos urna circular aniiunoun lo-lhaa commeroial, consi torada om si mesma, ho
.....,... ," |,iai..-j.i .. H cli-o aborln um miliacripcno.allni !^ om .luvi.l 1||U'0 BIS bom orocloao ii
Esperamos que esas II; io evd- de se obtere.n os meios n-cos-iri-is para os potos! mas omllm sa nos nfio tivesso-
de
luipie, revea no meio de tanta
nrosperldadee progresso, faiia ver aos Estados
Unidos a loucuia c a perversidadc de lo InlUB.
lllicvcis emprezas, e linalmculc faria pi-ud
em parlo.
OlLIEMIAS
Appellante, O juizo da fazenda ; appellado,
Manoel Gamillo Pires.-- Mandamm com ajgravo em quo sfio:
Ao Sr. desombargador Valle o seguinte
Coa juvar a proiiagaco lias ulli-iuis, do mus ein vista scnSo ess i liberdade, eu o os
a lirro do 8r. Tlucrs sobre a propriedade. A meus cjnsocios i"r Ihe-hlamos dalo o li-
issobiacfio asslgna 5,000 ejemplares. > i lulo do as$ocia(3opara aliterdade aommer-
Bu qui/.ori ter estado pres'nle na occa- cial ou anda m ns poliueiimciil para are-
a. ."!' ?a*\\:l,aMX7l '* -.ssns olhos, Sr. Tn.it, d- forma gradada, tarifa,! Mas a olv... tora
nos eugaitiiuo. Foimou-se oo tul urna especie pararamcom esta lisongero annuooio, o permuta envolvu at a rts Ilota dltpotitjtoque
de .associavo. ou "onlc.ii. coui|iosia, segundo ll""l he natural que os livosse folio b, illiar, ,r calla um compele do rucio do seu trabalho ;
uoaparece pdennos aHiriuar, nao ja de aven- com um rai) de alogrii etCarneCOJora. ca oulros lemos, da propriedade, o foi por
inicuos seinopioio, poriioi de muios dos mais Com ra/.ilo sii-.-so dizer:O sca'ninhis de. esta razo que prefinmos essa denoini-
ahonrados e Influentes oommorciantea, Ictira- Oeus silo l.lu inlalliveit quanto iiiipcnelraveis. \ nacfio.
dos a poiuicos do pala. Otan flut be estender a i'orquaotose moconcederdes por um'ins-l .Nos sabamos aocertoque osla phraso
lulloencia americana ao hcii.ispiiciio occiden- Ullle (u qu0 Pu me osforcarc por demons- nos suscilaria innmeras dilliculdades; por-
l^l^^^^^'fo.iuZ lr4-'" ll0l,lr" ei" -P""C" l0ln""; ^ooprotec | quanto .fflrm.ndo um principio, era con-
cdeaiaillitprupocin-se a extirpar lodosos ves- eionimo goneraiisando-s i vnm a ser com-, sequencia quo os partidistas do principio
ligios da aulondade hespauhola antes que pa- inunismo, do mosmo m o lo que uai carpiano' opposto se bsilleassem Com OS nossos ad-
ra os invasores dous ses se levaniem c po-. vom a sor carpo, roiilanlo que Dcos loo em-' vrsenos : accresce que ella repugnava ex-
niiaiii-sc Uii-se que i opiuio publica llus- ] preste vida, haveis do coimr tunbein que! tremamonte aos homo.is os mais dltDOitOS
irada dos Estados Uuuidos sancclonar esse pa- ig singular que sej i um campiao do prolec- a nos roadjuvarem, islo he, aos negocian-
no em vista das mullas raides, pelas quaes os consmo que estoja oscilan lo o coinmunismo: los mais preocc ipados ain la cm reformar a
Americanos que.em apilase dessa liba. A prl- m aln,u ,, in|s extrr,arl0i ,.
;.rnro^e^oeJiXa,:^
bl.cano: a segunda, que alipp.eau.ente adan- ussociacio poderosa que se havia O'-
lamsoccorrosaosuaiuraesjdesconientcs, es-1 malo para propagar llioorica e pralicamcn-
peraura esta fallai sea julgamos pela ciperico- le o principio coinmunisla (Unto quaotu ella
ca de Lopes. A lerceira, que ciiclicrgam na .julgava pruveltos i aos seus mcmbrns; Can-
acquttieio delta liba urna garana a perma-'sa({ro agora a nielado dos seus recursos a
uencia da uslituico da cscravatura. A quar- j,|slruCfio do mal que liavn f.'.lt.) COJ) al
la, que urna lal conquista tender o sen oulf, mlade !
cominerclo. A quinu,que os neos, os aman-, ... reoita ha muito oiho-
ics do lino cobicaoi essa ola das Anilinas, co- e>p<-ciicu.o, r, pi lie muuu un n
tj.laJor. Elle nos trauqunlisa sobre o inovila-
visiaaoSr Irsembargador procurador da Aagravaiit", Ignacio l.uiz de Unto Tiborda ; ,u um agradavel c aiucno reino com...
' aggratidu, Joo lleunque da Silva._ gorc. do interno de (lew-York, e suspira,,, por; vel trlumpbo da ver.i.ide, por laso
PARTE PRIMEIRA.
111
Um diIicds').
'i'.iiiiiiui.i'. "
ni.-i. llcccberam os ailigos de
efio
DUIGSafjOtt.
Appellante, o juizo j appellados, os licrlci
ros habilitados de Prxedes da Fonseca
Guulinhn.
Appellante, Manoel Prudente do Jesus ; ap-
pellado, Jos l'ereira da Silva Garvalho.
Appollante, Jofio Vioifa da Cunha ; appel-
lado, Francisco Jos da Cosa.
Appollaiito, Gaspar deMenetes i'asconcellns
do llruuiond ; appollado, Mano I .Nunalo
Guerra.
Appellantes, c appellados, Joo Alhanasio
las e Manoel Anl. ro de Soua liis.
Bivisrs.
l'assaram do Sr. desembargador Villares
ao Sr. doseinbarga.lor Bastos as seguintcs
appellaces cm quo sfio :
co de Mello.
Ao Sr. d'-sembirgulur (lomes llibeiro a
seguinte spi'elIscSo em que sfio :
Aiqiollanle, Jos Hodrigues de Oliveira Li-
ma ; appellado, Jofio llermenogildo llor-
ges Diniz. .
I.evauloj-siasessfiodepois no meio da.
.r/--"-,siBK
EXTERIOR.
LONDRES DESETEMBIIO l)E 1852.
Tem sido o gosto constante dos historiadores
e pbjlnsophos procurar o descobrlr analegias
entre as particularidades do clima, c o aspecto,
carcter c dilposlcoes das naciV-s. Roa phei.o-
n'CnOSco"smgX^
U'uUini|Uiilqucr etpolUfo, sexuado a sua nu-
va cscuU c Un", llga-ifl iniiii i ciubura a
nai ou a guerra, nu ooutenleiu que potencia
alguuia hm opea iiiierveuha entre el le c o adia-
do amigo, N.it lie de |i'inM iiiimu a queillo que levan
Um seiuellianics inlciices berUrueute con-
Tessadas i n*a iuciis he d. que a de sabe
priucipio C'unmuiUHa o u principio- proh
cionsla. l'rilv'z quo n3odmiua,Sfl8 liiltde po.c.n pa eco uiipussiv.l, a fall ir a
vordadt', quo possiia Uir esenpt i quatrocau-
las i ,;u:i^ -->''! i' 'i ''', sota i]un
ChiaSs nisio. Tilvcz poniai que alguos
oior^us coiMigradoaa libonlaJo cominer-
fessada; 11.uauic11usnedoqucadc9aber.se d8| 0U anlC* /PM fwa. a i.upaciencid ele
iiui.t noleucia rcpuiada cutre ai nriinciraa < a < .- _..., j ...
"uUo,pJedecl.rar-se..e,,.a depreceos da uma d.SCOSSO M IMliado, O ardor do
lei das n-ices. se pode negar a cs.sicncia de eoinl.ale o a vlVaClJadO la lula me te.lhsm
acoe
lodo o doeilo que :lo seja o do mais forte, c
desconUeccr ns suas aggrc^soes lodos os limi-
les, cxceplo os que tnarcaiu a sua cupidet sem
leriuo, e a sua aoilocao de douuuio. II: licito
lcvaut^r-sc no ineia do secuto \l.\, um estado
de piraiss que neuhuuii lei cuuici. que n
recouhccc direiio algiiiu, cas claras bases a
guia
diarlo. Ahi s inontanhas atravessam l.lleral
mente as nuvens, c de seus cuines coroados de
Appellante, o juizo ; appellado, (uilhormo ocve i.,, un ros, que arrojan) seu curso ndo-
llibeiro de Caslro. '___________mavel por mbarca de iiiilhaa. e arrast.iii
___________..^^^p~-* %.-.^ -. .._________'_. '
suslado...
Anda cstaes acordado, ineu charo? Uto, ha um mes, quando eu le levara ao Poi
compondo Islvet sonetos a la bella dcsconbc- pilu (Ihealro da pocha de lleunque IV, que
cida, uohe? Eu vlnba procurar-ic, e prrten- subsisti muito tempo .Inda depois delle) cm
dii accoi dar-tc o mais discretamente possivel companhU de alguus rpales da llaioclie mas
por meio d'uina pedra alirada la janella.. depois que te suiprehcndeu a suspirar por bal-
A noitc esl escura como o dlabo ; maa ns ao di varanda de alguma Dulcinea misteriosa
conbecemoa a nossa Paris. esls ioleiramcnte mudado, cu le reneg.
' Que queros comigo Urna liga para amores que a ronda ven. nlcr-
Oh I deixa-ine lomar folego primeiro. Re- romper!
ca anu o incu discurso con. um,copo de viulio Ilellcrosc, dale Carlos em tom aerio, cre-
dc Arbois, seno morro. i>e, esta noile nao lenho animo para nada ; mi-
fis-oqui um frasco e um copo, dlssc Car- uha conduela fat gemer amcupai, e allligc a
s nodo-osdlanlc de Bellerosc ; mas falla. Marietla. Amaiihai, snn, aii.anhaa eu me re-
Priineirauenie observa o mcu trage. tirare!, c tu r.o oovirris mais fallar de mim .
Teu trage he mui bello, sem duvida tu o accrcsccntou Carlos dando um suspiro,
tomaste rmpreslado ao leu Ihealro. Tuas cal-
cas sao marvilhosas, las litas aoberbas, que Dcua-le disso, ouem tem a la ligura cs-
J i sempre ceno de ser bem succedido tens o
tluc mais? poisbem! I.c preciso que me porte de um prlnclpel Assim me diiia inda
sigas j, quero Icvar-tc esla noilc urna bella agora o eapilo I.a It.paille, c qual sabe o que
co.ni.aubia du. lie um rapar que far progressos! alli.iii..-
Si.u a coini.aiihia dos comedanles: objee- va elle pcranle a bella Magalona. principal ob-
tou Carlos com irona. jeelo da nossa Companhia, aposto que nao co-
li tu a despresas ? nueces Msgalona f
Nao; mas concordars que la nao eslou h que me importa a mim Magalona.
bem. Algumasscenas jocosas,que Turluplu vai
los po
..essa mesilla sociedade, serian, os Individuos
Toreados a ir visitar a penitenciaria ou a forca J
liouve lempo cu. que embriagados, como
agora os listados Uuldos, coin a soa grande
eu be que devo rcurar-ine ao.aul.aa deterta-
rci da cumpaubia !
Iloa loucura!
Pois ouve-me, negars acaso qoc son um
houtem muito bem parecido, acharas porven-
lura eut mim alguui deleito? cou um espclho
de elegancia desde a cabeca ale aos pe, couti-
uuoii llellerose com empbase, o astro da come-
dia aou cu. Quando i.orcpicsenio, bem sabes
quei.em ha cun que se paguen, as luies... Mas
aou modesto c rcuro-iuc oanle das las innu-
uteravels pcrleiccs.
(jucui he aquella joven (dalgo lio bem
felto I pcrguulou Magalonalogo que te vio.
Parece mui rico, accrcsccntou Oircc, nos-
sa cantora.
Oh quem o re recouhece logo nclle un.
gcnlilhouicin. conliuiloil a lerna Olyn.pia.
K cu durante est'.- lempo ctlava declamando
os versos de Urondales siucnlc os rcgalocs c
08 lacaiaa derau vivas! liu devena odiar-le,
mas nao me sinlo coin animo para isso. S-
menle, tranquilisa-le. nao vou agora larar-tea
alguma comedia do da, jogaremos esla noile,
as quero ver-te ao lasquenet. Ja cstaes an-
ude ser: mas illa me Iraiou mal por tila, uune.ado, panamos.
1 llellerose endirelluu o collannl.o, aean
reilo ter, como alias nos acontece oiuits
vetes, A nos poloint$ttu, os erros dos moos
adveisanis nlrav/. de um microscopio.
sem duv 1 la li- a ininlia i naginsefl i que pa-
ra mais fcil (ionio ter rai'io aviilna tlieorit
do Monitor Industria1, al quu ella CllOgUO
as pruporefl isda do Vapular.
Que cousa admrate! na tdrJaJe na> he
que grandes fabricantes, honrados proprie-
tarios, ricos bsoqueiros, babiis estadistas
eteuham constituid-i se n o saberem os
ni n iij' 'ji. l .1 -2mmu*elSSG3iammnmWUl
carado, e Marais u'um passo de bergante luc
eran, inferiores, lloisrobcil o regalava muas
veies con. pastellinl.os debaiio da estatua do
bom rci de brome que est na Ponte Nova, em
lodo o seu quarteiro cbau.avam-no o principe
Ileilor.
Urna bolsa problemticamente cheia, urna
faca c um relogio cslavam suspensos cadela
de seu clulurao, o que era enlo o nec /< sil ultra
da moda. ^ .
l.lu- tirou framente da algibeira o manual de
lloberio liciuii-rc para o uso, do lasquenet e
apresenlou.o trluoiplialineule a liarlos tiriijo.
Kslc llvriulio eslava ...ais usado do que o bre-
viario d'uu. chantre, o comediante sabia o de
cor, e nao deisou de cxlaslar.se sobre seus m-
ritos, i-ou. esse livro deve-sc lufallirelmeote
gaol.ar. t) earalleiro lldamaut, giai.de joga-
dor o tinha encbldo de u -las, c o o .1.1 de Salol
lince havia falto fortuna, grcil a seus preci-
tos, llellerose o coilocava muuu cima de Pu-
ni e de Aristoicl s.
liis-aqui, csclan.ou elle, o livro por cscel-
leucia I o nico que os mocos nobles devem
estudar/ (Jl.l os corlcios achau. nellc mais
do que cm qu.ilquei outro licoes degentlletl.
Kllc cura ludo, lebrel, dores de denles, hy-
droplaia e mcsuio o amor I Viva sempre ojogo,
elle val mais do queo copol Dekntsle noi. cu-
her dos seus favures, n.cu joven amigo, rain,
seguc-ute depressa casa de Kudes Koquci.tiu,
iHis-o amigo qoc mora ua Ponte da Tuuruclle.
Koqucntc nos prista tul casa, sua mesa c seu
alaml ya do que e 11 veneer o communinn'i.
O Marre, cumquaulo sym;iatliisasso com s
noasas inlciic s, nieu-ou adoptar a BOSSS
handoirii. Do luds as partes -liziam-me:
Nos aicanfarcinos mais depressa algumas mo-
di/lcarOes na no-sa tarifa sendo tioirm-ispre-
tenc^cs absolutas t! eu responda Se n':i>
queris mais do que iilo, proeedei por inter-
medio de vossas assoeluces commerciaes. He.
torquiam-ma : a A palivra pcinuta lien as-
osla o alonga o oxilo deste negocio. 11 Milu
havia 11 ida mais verdadeiro : mas eu tire
do mesmo cspiinlo causado por esla palavia
11 ineu mais forte argumento 011 prol da sui
dopcio. Quauto mais espanto causa cata
palavra lanto maior ho a prora, dizia cu,
de quo a nocSo da proprie lado se apaga dos
espiritos. A doutrina prohibicionista tem
falseado as IdeiaS, o as iilcias falsas lee ni
pro luzido a prolect^o '. Ohter por sorpreza
mi pela ba vontade do ministro um me -
llioi'iiil nlo accidental da lana be palhar
um etTeitO o nao destruir urna causa. Eu
sustento, pois.i phrasollore permutanao
a despeno, mas em razSO dos obtlSOnlOS
que ella levui suscila'-uos, obslacolos que
n-relatam a enfermidade dos espiritos, o
eiim a prova OerlO de quo as mosmss has s
da ordem social estatam ameacalas.
N;io bastara assignalar o notan alvo por
iiinn pli ase, cuin.-ria anida definir, e foi
islo o que fizamos, elraiiscrcvo ..qui como
documento o primeiro aclo ou o manifest
dest 1 associaoSo:
us ibaizo issignados, no momento de
so iinirem para a defeza de u na graudu
causa, sentein a nucessidade de expor a sua
crenca, proclamir o seu Um, o limite, os
uieoseo espirito di sua associas.lo.
sajMBMPatW n-J-" -------m.aaai|i-r
viiiM1, Tu mesmo concordaras que para o nos-
so jogo estaremos mais em seguran(a ahi do
que ein casa de leu pai.
A proposito, nao lens noticias do hornero da
bolsa? NSo sei porque esse palife com sua es-
pada nao me presagia nada de bom.
llellerose, mea amigo, vosa est muito
mal noa livros de ineu pal, disse Carlos com
tom severo c conslrangido, elle disse-me que
amauha Ihe pedera pagamento.
Abl o velho raposo disse sto ? continunu
Bellerosc cm Ion. ligeiro. Elle peosa que te dei-
10 a perder, nao he 1' Bem quererla elle que vi-
vesses aqu enlrc gnalas e coposl ingrato!
quando cuido que me deve tudo!
SllU, mas iu Ihe devci..,. Ei-a tranquilli-
sa-le, eu pagare! por li.
a_ Dises que pagars pormiuil K fallam de
Castor c de l'ollus I Carlos, deixa-.ue abracar-
te! Porm nao creas que aceito, nao; quero
jogar, 6 pagar amauha a esse brbaro pal.
Nao te d elle ao menos con. que jogar, res-
ponde; pois jogaremos.
Ves esta bolsa? esl mui lien, guarueclda,
disse Carlos.
Pois bem I guiars o triplo desse ouro
sobre as mesas de Itoqucnlin.
Mas Marietla, mas meu pai.'
Anillos repous.un, que leus a recelar
linlo queres que cu jogue T
Quero, porque amanhaa poderss oll'ere-
cer com esie dioheiro uina collaeo ou um mi-
mo a sua bella.... se
J MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


2

A permuta lio um decreto natural, as-
sim como a propriedade. Todo o cidadflo
que creou ou adquiri um producto >1 v
ter a optjao ou do applica-lo inimedi iti-
monte ao s-.-n uso ou de o 10 lo a qucm
quor >|uo na superlicie do globo iHiusaut1*
o n dar-lho o ohjeolo que olio prefere 801
Iroc. Privi-lo dcsti faculdaJo quando el-
lo 11S0 faz dclla uso algum contrario a nr-
deo publica, os bous coslumcs, o unica-
incnto par snlisfazor a conveniencia do ou-
tro cidadflo, hu legitimar urna ospoliacflo,
lio violar a loi da Justina.
Tambem ho violar as conlicoes da or-
dem ; porquanlo, que ordem pJo existir
no solo ilo una socio lado ol le cun indos
tria, ,.jii l.i.l.i aislo pola le o pola frc/a pu-
blica, procura medrar coro a tqiprcssflo de
todas s nutras ?
lio dosconbucor o ponsamonl'i prov
dencial, que preside ios dijimos Ilumino-,
manifestado pola Infinita vari lado .lo* cu-
mas, das estuc "S, das forjas naturaos e
das nptii.'s iiui quo Daos nflo rparti
19o deslgualmeote pelos humens sonilo para
uni-ios, pida permuta, nos iscos do univer-
sal fratornid.i io.
lie contrariar o di'sonvolvimonlo da
prosporidadn publica, porquanlo quem nflo
he livro Jo permutar lamben] n5o he do es
cullier oseu Iraballm, ven lo-se, prtenlo,
obrigado a dar l .i-a direccSo aos aous esfor
eos, s suas ficuldades, os snus capitaes
u aos genios quo a naturoza pn/. sua dis
posieflo.
Emlim, lie compromcltor a paz entro
os povos, porquo be quebrar as relacoes
que os unem, o que tornam as guerras im-
possiveis frea do torna las onerosas.
< \ associacflo, pois, lem por lim a lilier-
datte das permutas.
ii- abaixi......ignados nfloconteslam a
sociedado o direito do estabelocer sobro s
mere .dorias quo pastan a frontoira impot-
toi destinados As despesas continuas, coman
lo t/ue ellas tejam determinadas .lo smente
pelas necessidades do Ihcsouro publioo! ( Ou-
vio, Sr. conselhtiro Torres? )
n Mas, logo que o impnslo, pcr.lendo o
sen carcter fiscal, lem por lim repellir
produelo estrangeiro cm delrimenlo do
mesmo fisco, alim de lovantar artificialmon-
lo o proco iln pro lucio nacional similar i
rc-galar assim a cominunidad* custa de
urna clesso, desde esto instinto aprotcc{So
ou antes a ejtuti'aeflo se manifest; o eis-a
i|ui o piiiicipio que a associecflo espira
destruir nos espintos c a apagar cmplela-
mente das uossas luis, Independente de lo
da a reciprocidade, e dostystemas que pro-
valecoui albures. ((lucio, Sr. contclhcro
Torres? Oiwio, Sr. comclliciro Alves Oran
col)
> ni porque a asSOCilCffO promovo a
completa .lc-t uicflo do rgimen protector se-
gUO-se que i lia pede quo somcllianlo refor-
ma se execute em um di, osaia do Hni so
escrutinio Unta mesmo para vallar do mal
tuh--.it o de um csl'idn de cautas artificiad a
ii'/n sjfiuicio natural, proscauc,<$es podem
ser exigidas pe. prudencie. Estes deta-
llies deexecuco perlenoem nos poderes do
eatadu : a uiisso da associacflo lio propa-
gar, populerisar o principio.
nanlo aos rucios qu i a i-'sociacSo en-
leudo i|Un .Uve rmproger, uo torito pro-
cura os lora das vas conslttucionacs e legacs.
Emfloii a asapjeiiffio se col loca fura de
todos os partidos polticos, e nflo so poo a
disposicfto do ii iihiitna ndnetr{a, ii '. ti na olease, de neiihuma pnreflo Oo ter-
ritorio, lilla abraca a causa eterna i'a jos-
tica, ni paz, da uniSo, da livro comiiun-
c icflo, ila fralermdadO eniro lodos os bo-
iiinu*, ctuii do Intenramai H^r! qa *o aun
fun le por toda parlo e sob todos os aspec-
tos com a do publico consummidor. >
llavera una mi p.lavra ueste ir. rimiiii
que nflo revelo o desojo rlenle .le corro-
borar ou mesmo de restabelecer nos espiri-
tosa noeflo do propriedade porverli la pelo
rgimen restrictivo NO ser evidente
quo o Interease commerclsl alii figura en
secundo lugar o o social i'in pi i niel o No-
tai que a tarifa em .-i mesilla boa ou na sob
o poni de vista administrativo ou fiscal oc-
cupa-nos pouco. Mas lugo que ella obr
iniciicionaliiicntc no sentido protector, isto
he, logo que ella mauifesta um pensamon-
to de espoliacSo e de deuegaejio, em prin-
cipio do direito de proprioilailc, nos o rom
balemos nSo como tarifa, mas como aysle-
ma. I.is-at/iti, dizemos US, o pen-aneti-
to quo nos nos esforcemos de arruinar na:
iutelligcncias afiui de o fazeruios dcsappa-
recer das nossas leis.
Perguntar-ae-nos-lia sem duvi la por que
raiflo luido nos li lo em vista urna questiio
ilo iniporteiic a qoo tal, nos circiimscrevo-
mosi lula ni terreno do urna quesillo es-
pacial i' A raido oslo lio simples. Era ids-
tor oppor assooiaQfl i i associafilo, engajar
interesaos o soldados no nosso oxercilo.
Nos sabamos bem que entre prokibicionit-
tas c livres permutadores a polmica nSo | -
lu prolongar-sesein agitar epor lim o resol-
ver tudas as qocsies que so prendem a pro-
priedade o pois que a eommituio Mimcrcl,
OcOUpandO se com um iim especial, liavia
compromeltido este principio, nos de va-
mos esperar qu'O [innripio licaria om re-
levo se coiubalessomus pelu lim especial op-
poslo.
Mas o que i nipona o quo cu lenlio podido
ii'/' r mi pensar cm ootros t- mpos? (Jue im-
porta que tonba percebido oo-julgado perco-
ber curta counoxidadn entro o proteccionis-
mo e o cummunismo i1 O esseucal lio provar
que esta connexidade existo. F.is o que cu
vou examinar.
Maveis san duvida lenibrar-vos, senhor
Tolete, do dia em que com a vnssa hatdlida-
de ordinaria fizesles surdir nos labios do
."jr. Proudbon a seguinlo celebro confissiio :
a Dai-me o diroilo ao trabalbo, c cu vos a-
liandono o iliicito do proiirioile.de.
OSr. l'ioo Ilion nSo occuttava quo nos seos
olbos estes dous direilos s8o Ineompallvois.
Se a propriodado lio iucompalivel cooi o
iguees a urna terceira sflo igoos entre si.
Ora acoiiticu que um omnente orador
inlgou deversusteoUr na tribuna o dtretla.
ao irabalho. l-tu nflo era fcil visla di>
com issoperco.o nem o prximo,continuroi
no engao.
Corre que o til judeo errante, ou Jos Pai-
sa -no de quero om outra Ihe fallo, que por
MnOssO escapada ao 8r. Proudbon. OSr.'aquidlvagava sob diversos caracteres, litu-
i- ii ""li compri-beadu muito bem que fa- los o oeeupav', lie um frade apostata, o
er intorvir o estado para pesar as f.irtunit e fugar, nflo sei bam de quo regra. que quiz
nivelar as situadles ho po-lo na resta do;desfarcar noaeculo a insipidez do claustro,
coinmumsmo ; o quo diese elle para deter-. como outr'ota o fez; se he verdica a hislo-
mioar a asscmbli n.cinnal a violar a pro- ria do Sr. Gil Brz de Santilhana, o famigo-
prio tutee o seu principio? Kilo vos disso rado Lamell. o outro traante, que pelo no-
simplosmcnto que o quo elle vos pedia vnftnso perca.
l o liavi is foito por meio dasvossas tari-, Seria muito conveniente, que fosse pilba
fas A sua prel"ncao nflo vai alm do urna da a lal Paermtfar/e, esolTrosse conseibo do
eoollaaclo um pouco mais ampia das dou- disciplina, ou do guerra, conformo o regu-
iriiias oor vos admmittidas o applicadas. lamento do patnarcha. para cxemplo dos
Gis as suas palavras : outros, e consolo dos fiis.
Atlenlai para as nossas tarifas das al-: Koi a concurso auto honlom a cadeira de
[and gas; nelas suas prahibices, pelos seos meninas da Cidado Alta, do instruccilo pri-
mpostos differcnciaet,pe\oiseui premios, pe- maria. A p pe recera m duas prelondentos, e
as suas OOmblaacO i do todos os genoros, a en tome, urna boa liccSo do carcter imini-
sociodade be quo aju la, quo suslonta, quo no quando-cha rivalidado ; queom verda-
rctariluouadianla todas as combinacOosdo do lie, rom licenca do minbas leitoras, que
ira'ialiio nacin.I. (Multa bem ) Ella nflo devem admillir, como ou, oxcepcOos, soirri-
posa smenlo o trabalbo franco* que prole- velmonto satura do do bilis, e pouco de tolfl-
moo trabalbo estrangeiro, mas no proprio rancia. Noti um immoderadodesejo do le
suloda patria a sociedado tambemiul-rvem var do vencida, de aniqui.r a contendora
ilicessantemenle Das diversas industrias! Taivoz nasca isso do.innato orgolhoidoinflo
Ouvi peranto o seu Iribun 1 as perpetuas re- reconhecr superioriJade, com que Unto se
clamacii'S de urnas contra outras; vede por destingue o sexo, llenemos do moralis
exomploas industrias que empregam o er- vamos ao que importa
roQueisando-sede prolecijao cunee lida ao l)s duas opposiloras urna era viuva, mo-
le, ni francez contra o ferro estrangeiro as ca, eoneradadequatro lilhas, a outra joven,
uuo empregam o linho ou algudii fiado solteira, o linda no gozo dos disvelos pat'r
i'rotoslaiido contra a proteccaoconcadidaao nos. yuando digo joven he lallando na lin-
io'francos contra a introducto do lio es- goagem teclinica das seoboras, que, como
Iraiigoiro: e assim as oulras A sociedido os avarenlos, nunca dizem a importancia do
(derer-se-na dizer antes o governo) se acba sou tbesouro. N3o foi mao o concurso, e es-
nuis Torcidamente envolvidaemlo.las as lu- leve bem concorrido, e em abono da ver-
a- om tu los os embaraces do tr.balho : el- dado dovo conressai-lhe, que tenho visto
la i'nlervem uisso directa ou indirectamente marmanios desonvolverom-so muito po:or,
tedos os das, e a p imeira vez quo tivordes as mesmas materias, em slguns concursos
uucslesilca.fandegasv-lo-he.s.srjrois for- a quo tenho assistido.
culos por vontade ou contra posto vosso a A primeira ds oppositoras lem longa pr-
ac.tar o fado e a causa, o a pleitear por tica do reger interinamente a c.deira, a ou
vos meamos todos os intercales Mo po- t lem bastante espirito. O partido era que
d
d
par
"Tnolarpiu obsequ"i"o"que M. Uill-ult na dor, porquo me parece aquella posieflo um
sua aiKumeiitacoiifio levo absolutamenl. poueo encomuiodaliva, enSomoacho com
o Boneamento de iolluigir-vos una cruel i- muilo geito do reprcsenlar de Part elfertan
roma .Nao be um liare pe matador (lisiar- do o pomo d miro mas a verme em semi-
ea io oue so Uiverle em tornar palpavel a in- Ibanlo posieflo tinlia multo om vista acnri-
c'ons.'inencia dos prolecciooistas ; nflo, lio 'I', urna ve?, que a juslica nflo ora nffen di-
M liillault proleceionisla do boa fe. Ello da. Ora, que ou sompreesleja a tomar cami-
ispira a o nivelamento das fortunas pela lei. ss do unzo varea!
Nuate proJosilucllo julga til a aoeflo das IHsseram-roe, que a priuieira ropresonta-
tarifas. o embarafustando com o obstculo r contra o concurso, porquo um dosoxami-
do diroilo do pro;rioddo, s.lta por cima nadores be casado con urna lia da preferi-
dello como vos o fazeis, Sr. Thiers. da, o por isso tocado de suspeicflo, e os ou-
MoHra st-llioaoilot'0iso direito ao Ira- tros dous a leccionaram para o concurso,
hallm ha qu i um segundo passo na mesma Veremos quo dehbcrecao tomara o Exm.,
vin Hloencoiilraniiidacon.oobslaculoodi- 1ufl tambem nilo est em bous lencoes, e
c'itodepropriedad-.mastonia a saltar porel- l"'" de representar seu lauto ou quanl<
s uiesmos todos os inieresscs : naopo- << "" """'..... v k1""" mu-
leria pois ser umaobjiccflo contra a divida si igual, o igual foi, a meu ver, ocomb-te.
la-ociedadea necessidado que ella crcasso Os examinadores prefenram a segunda, o
ra o governo do intervir o mesmo gover- foi proclamada pelo Exm. presidente como
na queslflo do trabalbo. colinda. Eu i.lio quizora sor oxamina-
I, mas aclio inoporlunn que o passado.
rma do direito no irtibullio, o J" be de ter condecido quo eu tenho a bot-
n da curiosidade com excessiva protuberan-
cia, quero dizer, extraordinariamente des-
envolvida, como dizem os pbrenologicos,
esses curiosos dos cascos albeios, que pro-
curara conliecer apalpando a casc, a quan-
lidade du millu.
I.em ln j.lu estar de que om orna das atra-
zadas lbodisse, que o Exm. presi lente, do-
do
a proprieda
faca sob or
Sr. Bill ull vos compraban lena, o discuti-
ra com VOSCO esta quesillo secundaria do
opportunidade. Vs porm Iho oppondes o
proi rio principio da proprio lado : isto o ad-
mira, o ello echa quo Ioji o direito do di-
zervos : ...
s Nflo vos inculquis boje bom apostlo
o se vs repcllis O direito ao trabalbo, ao
nonos au o lacais lun lando-vos no direito s-joso do nioli.orar nossa agricultura man-
le oro ric'ade, porquanlo osle direito voseara virdo Itecile um ongenheiro, o Sr. Re-
t violis con as vossas tarifas quando istu tumba, para aperfeicoar as machinas dos en
vos cunvom. Ello pedera accresceotar genbos, entre ni poss.mament follas, e
cum nlmim. r..Bo Cm .s l.r.l.. pro- IQOan.Xa da JJUU'SOa .noillUMa.
lecloras vs violis multas vezes a proprie-j Nflo sei so Iho disso so aquello digno enge
dado i.o pobre ero proveito drico, Polo ndeiro, notavel, nflo sei so mais polas sOas
lireiloaolrabalhi vos violareis a proprie-
da le du i ico i m vanlagoili do pobre. Por
que desgraca o escrpulo sj despertou tflo
Urdo em ios?
llistiet.
denle do riminanla porque certamonte mor-
tifica meu amor proprio, a pezar de ter vis-
lo li uma figure, tambem a cavallo, como
logo Ibe direi, que a par de mlm lirava-me
as honras de um completo cavalleiro.
Cticg.ici cmlifl so engerido, o como nflo
(inda lido as honras de um convite, tomei
panno na casa deum pretinho dlzeodo-lho,
quo quera tambem assistir a festa, porque
eolio soube que era esperado o Exm. pre-
sidente, e iniisde com convidados.
NSo me era inleiramente eatranho o en-
genho e saba que ello para tirar a safr
necessitava do auxilio de animaes, quo
moiam dozo horas durante vintee quatro,
interpolando com a agua.
Nflo he meu intento doscrever o concurso
do dia 17, e nem o lino, o grandeza com
quo se preparava a festa, s sim direi que
nflo tonho lcmbranca, desde minha mooida-
de, de uma deitada de eogenbo tflo eslron-
dosa e tflo solemne.
O Sr. Feliz de Mello Azodo, qua foi o pri-
mero a dar o exemplo do uma tentativa
dispendiosa em proveito da agricultura,
lomprehenlou que liona c inseguido uma
victoria contra a estril rod'na, e quiz, co-
mo o here dessa victoria, sulemnisa-la, u
solemnisara nova epocha, quo cometa para
a cultura da canna.
No dia da deitada vi a obra, quo estiva
om porfoieflo o bom gosto, alm do que cu
esperava. OSr. Itetumba mostrou que sabe
sacrificar sou inleresso pessoal ao do dono
da obra, ao bom gosto e polimento de sua
obra. Vi e noiei servifo tal vez superior 6
800/000 is seerto mais, unicamanto dedi-
cado ao gosto e comino lo
Imposslvel me he descrever a obra por
que me falta espado, lempo, e conhecimen-
tos artsticos ; por tanto contente se com o
dizer Ihe, quo aquello engonho, ao qual lal
lava agua para moer continuadamente, ho-
jo moa com forrja de oto cavados inglozes
com monos de um tere/) da agua, quo lem.
po leudo recebor de uma vez al 14 caimas
de boa dimensflo sem parar, cerno tive de
ver : e o cozimento, como disso antes o Sr.
Ilitumba, he insullicionto, pelo quo tem de
estar parado quasi 8 horas rmal, Afore
da prossflo he tal, quo o bagseo lica quasi
om oslado do ir para a foniallia.
11,i [ni couclua o quautu melhorou o Sr.
de ciigeuho, que, segundo me allirmam,
ven leudo os animaes, que linde para moer,
" o ni..hoot Salvou O p.oe.1 por q l alll-.-
lou a obra Conste-me, que o honrado en-
ge.uheiro, desejoso de excitar a emulafflo
ao melliniamcntu, contratara a obra por
proco tal, quo so nflo livor prejuizo, nade
lucrar.
Devenios ao Exm. Sr. Si mais esso benefi-
cio, quo muilas vtotagens tem de trazer-
u os.
Ileceba o Sr. Retumba mous paralions polo
bello resultado do seus trabalhos, e fique
certo da que I lie quero bem o quanlo so po-
de querer neste mundo dos/iaiioi.
Depois da deitada houve um grande pin-
tar, no qual vi, porquo foi cm uma barraca,
mais de oilenla pessoas du primeira meza,
durante o qual tocou a msica de polica,
quo i custa do seu dinhoiro, nflo esque-
ceu ao Sr. Azedo.
A noile li uv r i ni quadrilhas, dansas, e
subiram aoar duas machinas.
lie chugada a occasiflo de referir-lho o ap-
rocimenlo do cavalleiro da triste figura, que
me dosba< cou, e tirou-me a honra de pri-
meiro cavalleiro da provincia. Qoando
preparava a deileda chegou aquelle
engiiiho um homem, cuja especio algom
lo upo tive em duvida, cavalgando unita-
lagoano cujos principios sios, intcncOes pa-
triotleas, illustracflo.fnoralidade e boos sen-
timonlos tenho visto maitis vezes minifes-
tarem-se. Tendo consciencia do qoo he e
do que deseja fazer a bom desla provincia,
o convencido de que nSo uxislu razan parti-
cular para sor repellido pelos seus patricios
o a sua tem, apresonH-so-ld.-s como candi-
dato i depulacao geral as prximas elei-
cOos ; o toodo o grao du debilitado preci-
so para desempendar a elevada commissflo
f iro proposir;rjes de semeldinte natureza!
Em que mez, em que semana, em que dit
em que hora finalmente pralicou o aobde-
legado supplente de Itameraci Ido escanda-
loso abuso de sua a uctoridade I Qual foi o
constilutnle ou constituido, quo dcllc soffrora
esso desacato brrenlo? E, pois, em face
do cousaeflo tflo grave, esperamos quo a
Revoluto de Navcmbro aprsente dentro em
poucos dias, um fado, um docu-nenio, urna
, em summa, quo provo do modo ir-
posso,
quo procura, o transcendente mandato a I resislivel essa aecusaeflo cruel que acaba do
queso pro;oo, seria um erro, uma injuslica ser feta ao Sr. Luiz Cordeiro Cavalcanlo,
reoellirom os Alagoanos a empreza de sua | certo do quo, so assim o nflo dzer, hade per-
( Traducida pelo V. |
JJuntinua )
INTERIORa
('.OdllESI'tlMlENC.IA 110 lll.VItlO HE PEli-
NAUBUCO.
Parabiba n de oulubro do 1832.
O mundo historie, poltico e Iliterario,
gyrou |i >rfuitamonte bem no triduo do 15 a
18, de sute que nada lluvia a communicir-
llie; mas assim mesmo eu nflo deixaria de
escrcver-llie no crrelo daquclla ultimo da-
ta a n;i i sei a occorroncia, quo adianto meo-
cionarei porque, como innmeras vez's
Ido tenho dilo, uasS bstanlo indigesto o ln-
teivalln do um crrelo a outro, quando dei-
xo do d spejar n'uma ou duas folhas do pa-
pel minha sacla de nuvi ladea. Nao soi o
porquo llfio llevemos de andar noste niiin lo
a nosso com modo durante o lempo em que
nello nos demoramos Ma sina nos per-
segue !
I.iikh muidas cont.s, fu n.o meus calcu-
lo*, armo as proporcSes, o ajuandovou pro-
curarn quarlotermo acho-me cm hranro,
como um priiiripiantn un niitlimclica quan-
do desoja sabor quelites formigas carrega-
rflo um sino a torre !
Tumo uiinlias medidas, adianto meus st-
vicos para nflo perder um correio, o quando
cont com a infalil.ili lado nialbomaliea tem
o .lialia dado la es vollSS, que srguo o mu-
rcio, o ua mala iinicimeiilo meus lions d -
sejos Ao menos desta voz me nao aconle-
cer nssim ; e por cautela entremos as no-
ticias
Nada lia contra a tranquillidade publica,
e seguranza individual. Os Ihugys tocn es-
tado conservados ; o talvez plaiiojaudo, s
Deas Beber I o quo.
Em l'ombal un soldados que eonduziem
um thugtj Importaote, e quo uslava condem-
nado palo quo eu nflo liz, dei\araui-so con-
r olio, c para logar nio sabido. A
duzr por olio, c para
direito ao Imbaldo, e so o direito ao Irabalho' ropelifSo de laca fugSS oom, ou sem, a es-
he fond.do DO mesmo principio qui a pro-
teec.to o que devenios concluir daqui SeilflO
(jiie a piolrccjo be incom.iativel com a pro-
priedailofl Gm geometra considera-se co-
mo veida lo incoateslavel que duefl Cousas
. jj. j. j... '"...-uta-iuim.j-T-r
i*ii. tu uivajudarlaat
A ludo aojar, lie eata o nuu foric. Ser
pieciso piioiiiraiiieiilc que a dama aaBala U
nosaai cumcdias.
I.i cu poderei fallef-lbe.
Tu Ihe dars um soneto, um anelo que
tu de cuc.oiniiicud.il* esta uulc iiicamu aS.iiut
Aiiiaul. lili! cite u (ara.
-- illas se ella vleaao a conbecer o meu nomc,
o inca estado ?...
!'.n., escolhcis um nomo de tlieatro.
leus reapuslas para tudu, c verdadeira-
inenle cu le admiro.
Aviciiiii.|ios,.ojaggjdorc3 callo reunidos
Kapera um iii>uuetfT>.. sr pelo iiicnoa eu
cncrevesse a llarlellj....,jno ei.... ac>;rcsceii-
ii-o Carina; ras, hu frtsKulialUlD acrelo
mi: di que tal va*-au to uo inals
i -
E's tuna crianca; amanha >e
rm sua oseada sac inesmu Cario, a q<-cwr aui
'l'cra o cuidado de cerrar esta j milla, cao rom-
per da alva, lomars a entrar quaudotau pai r
BlarleUa dormireiQ ainda.,,.
r.n !>. :n vamos, cute siga, l um [en-
tallar!
Su i teu anii^n e nada mais, disse Dcllcioic
: -dundo.
\ ii ule di-brava eiilo a fria espeaiura da
anas sombras, o vento soprava, a laotero i di-
l'iiuiinc-de-1'in eslava prestes a espirar. Sobre
a negra fachada da uvero, brllbava s um
colla vai-mu convencen lo de que a socieda-
do lem adeptos cm minias elnssos, que so
i restara reciprocamente auxilio cm c.sodo
necessidado,
Taivoz cst-ja engaado j mas com nada
ralo de tu/., era a da irapcira que (Icava sobre o
qtiarlo de Marielia.
-- Pobre lucilina! ella vela, disse ruuislgo o
rapa/., ali'. ponqu nao sou mais Bcnbof do meu
eoracaa .'
Ellcs ir.tiispnzeram loizo aPonlcMaria.de-
pols ambosganliaram a casa de laudes lioquen-
liu eobrea pcniaido Tournelle.
Aajancllja da casa eaUvam ardcnteiiicnlc il-
luiiiiuadas, inultas carruegona eaiavain eilaalo-
nadas na pona, debauo du veatibulo o* lacaios
jogai.un aos dados....
(/duda murmuran licite.ose, cis o capi-
llo le Rlpallle.'
I.a Itipaille descia cntao com cllVito da sua
corroagem too cheio de Atas como o anarquei
de Maaoarllle ... l'elo seu chapeo novo, petas
suaa luvas perfumadas poder-sc-hia loina-lo
por om lidalgo.
Uellerose correu a elle, c ambos trocaram al-
.iiiio patarras cm voi baia....
Apreaeoto-vos.acnbores, a delicada llor da
cortee da cidade, disse o commediante entran-
do na casa de jogo. Eis um jogador como nun-
ca se vio, n'uma palavra he incu discpulo.
tita plirase de Kelli-rusc Ib i auffooada pelo
rumor lisougelro dos applausos, lodos poic-
raol-i.' B oOscrv-.r Callos ruyn.
lie um Amilear, disse o capilo I.a ftipait-
le, quii quiier esgrimir de cst que e.om elle,
piiuuiru tem quo ciilonder-sc cmico .'
O lugar cm que Carlos ee achava iulroduzido,
qualidadcs moraes, ou pela sua inlolligen-
cia, principiou nos engenhos Tabocas e San-
to Amaro, o so lh'u nflo disse, d-o por dilo,
o vamos para oante.
Logo que soulio que ello estava com as
duas obras cm mflos enlrou a tentar-mo o
demonio da curiatidade, o mesmo quo ton-
luu nossa mili Eva, pois nflo foi, como di-
zem da soberb.i e tinto me litilou, quo ape-
nes me constou, que ib dcitar a moer no da
18 o engenho Tabicas, nflo atlendi mais a
que licava em distancia de seto legoas, o que
breroroente tinba para ver o do Santo Ama-
ro, uma legos distante, o tanto liz, tanto
me consum, que resolv mo a ir a dei-
tada.
A primeira diffleuldade quo si aniepoz
ai meu designio foi a falla de um vehculo
nara minha ron luceo, por quo a pe ja nflo
faei) fricas, o a cavallo n8oconfiara muito
oa se.-iii'inca do meo individuo ; mas o de-
sojo, a vontado folio lodo vooce. Itesolvi-
me a ir a cavallo Anula Bssim encontrei
difDculdado, e foi, nflo hav r um s cavall
disponivel nesla cidade, por quanlo londo
lo ir muilas pessoas para o dilo ongenlio
lindare contratado lotos osquadrupedes da
rar;a cavallar.
.Muida fortilidado do recursos mo nflo do-
samparou e fui ao Varadouro, c conlralei
com um matulo de torna-viagerfl para t;ua-
rabua a conducQflodo meu farJoporiitO is
correntio eu o risco as avanas, porque in
folizmonto nflo temos aqu seguro Confes-
so-lhe qno Uve meus recci .s do transpor
mas seto legoas fora da cidado, eu qoo te-
nho una carneradas com sanyue de gato, mas
nao me dcsamparou do lodo minha aoliga
coragom.
O jumento quo me coube prcceu-me
doscendonto om liuha recia do ala-nado rus-
sinante, comquanto, por estar aclimatado
no 1'aiz, fosse tiran lo assim a eflr indgena,
quero dizer era, como chamam os nossos
galvOes caslanUo. Tiuba um corpo esvelto,
porquo era bastantemente seceo*, a pezar de
uma vivaoidade t.lo extraordinaria, quo du-
rante e viagem comou-uio parlo do capoto.
O andar ora Iflosacudi.lu como o dos dro-
medarios, mas Infelismente vingava iao
pouco e.-p uoi, qu'o consum seis longas do-
na, seis lloras de tormento, qual nflo dese-
jo me mous umigos, para cdogar ao termo
de ,iiiinlia jornada. Tanto mu vascolejou,
que mous intestinos cslam de extrordina-
ria loi' a bornee jpa Ib ice.
.\u quero descrever a figura quo repro-
seulava mou todo escrraiulndo no deseen-
*
!- -...
bellos longos, e em desorden), os olbos
turvos, oroslo antipalhico, senflo mais al-
guma cousa, urnas botas joelheiras, um pa-
lilot do cor dubia. Vinlia Com eliu um pa-
gem com libr sacular, o de cara do mes-
ue-,'Si in.la. Vinham mais tres individuos,
que me parcelara invlidos, porque um co-
xeava, outro manquejeva, oulro ora nalego,
o cada qusl conduzia o sou bacamarto I I
A primeira vista pcnse que va um grupo
dos mystenos de Pars. Mas quanlo enga-
an! as apparencias.'.' Era o Sr. Assumpcflo
duNaluba, que chegou, o voituu cm pouco
te.upo, sem ou saber para que veio, nem pa-
ra que nflo
basta pur agora. Saude e patacos Ihe de-
sojo
eleicflo, o negarem so mrito moial e litte-
rario um logar na rcprcscntac,flo nacional,
que taivoz lenham do dar i ignorancia e a
baixeza do egosmo, a grossaria do nleres-
se pessoal, ao excesso do espirito de parti-
do, ao desregramento da amhicflo, em uma
palavra espaixes ruin-, o. tendencias au-
te-sociaes. Nunca ho intil insistir neste
lugar commum, nesta vorda le sdica : que
em qualquer situacilo da um pOVO, O ment
constituido pelo talento, a illuslracfloe o
patriotismo he s o quo tem direito a ser
chamado para a direecflo dos n'gncios com-
amos, para o governo du sociodade ; e pois
he corn satisfago quo apresentainos aos
eleitoros e influencias locaes da provincia de
AlagasoSr. I)r. Sabino.
O Sr. Dr. Sabino nflo he mombro extre-
mado e propugnador ceg o automtico do
algum dos partidos que hojodivi lera a na
eflo. (Convencido deque a verdade e o pa-
triotismo nflo se acham inleira e oxclusive-
mentecm algum delira, que qualquer lem
elementos bons, o olomentos mios, nflo a-
lir.ii,-1 nom repollo totalmente algum delles,
mas aceita o propria-so a parto ba e repel-
le a ma de cada um, lendn por orgflo de a-
preeiacflo a soa razio, e por norma os seus
principios iinlopendentes, he eclelico em
poltica. O Eclctico tem uma opiniflo ;
masoSr. Dr. Sabino eolende que nSo tem,
nom p le ter algum partido.porque nenhum
dos partidos actuaos propugna e advoga
exictamentc os seus principios. II unen-
la. s lem em seu favor uma grando vantagem,
qne do nflo rospirirem na almosMiorn abra-
sa la das pandes polticas, nao participsrom
dos vicios, das oxigorocoos, das peixOes
ruins daqucll.s que matriculados em um
partido enteudon quo tu lo podem o devem
fazer pera o Iriumphu imn.cdiatodello, que,
quando serven! as suas ideas o a seus inte-
rossos devom corlar por todos os obstcu-
los, e sacrificar ludo o quo so oppo a sua
victoria, anida quo prejudicial raxlD, -
aflo os sectarios da mxima absurda o detes-
tavel, quo os fins legiiimam os meios, quaes-
quur que ellos sojam.
_______________Vm Amigo.
Quando um povo tem do elegor os seus
ropresentantes precise quo Ihe fallera a lin-
guagem da verdade, necessita que Ihe indi-
quen] os nomes o'aquelles que mais teem
contribuido para o seu bem estar, que mais
dispostoa si apresontam habilitados, com
garantios seg iras, de indopen loncia, servi-
dos o inlolligoncia, manifestadas ji na im-
prensa, j na tribuna, c finalmente nos car-
gos pblicos, pera rmpenharem todos os
esforcos de agcnlos doum mndelo gran-
dioso, sublime mesmo, como o be o de um
rcpresenlanto
A allluonrii de cindidalos quo soffrega-
monto buscam merecer a honra do serem
nossos represntenles, pormitlio-nos o p-
dennos fazer uma oscolha quo muito nos
mitlir que dos.lo ja Ihe esleriolijpemot na fui
ce o negro estigma de um execrando calua-
oiador.
Espera pola resjosta o
lnimigo do Calumnia.
Publicaga a pedido.
Ili n. e Exm. Sr. conselheiro preai.lento
da rol-cflo.Diz Jos Fernandos da Cruz
que para bom do seu direito precisa que o
escnvflo Kerreira revendo os autoa lindos
de revista civel entre parles, recorrente Po-
dro da Cunta Albuquerque e outros eo
supplicanle Iho d por ccrlidflo o theor do
accordam do supremo tribunal de justifa,
pelo qual foi denegada a revista. P. i V.
Exc. deferimenlo.-E II. M. I'asse. Kocifd
23 do oulubro do 1852.-Azevedo.Antonio
Joaquim tarrea do Carvaldo, escrivflo das
.i|.." i. K,.i e aggravos da relegad de Per-
nambuco etc.
Certifico ser o theor da sentor;a do su-
premo tribunal do jristica proferido aos au-
tos mencionados na peiieflo supra o se-
guinte--Vistos, oxpostos, o relatados estes
aulos civeis entre parles simultneamente
recurrentes o recorridas, Podro Voldo do
Holl, Pedro da Cunha Albuquerque eou-
tros, e Jos I ornan,les d Cruz, riega m a pe-
dida revista, por nflo havrr nullidade mani-
fest, nem injustica notoria no accordam
de que se recorre. Itegressem os aulos ao
juizo, onde foram sentenciados, pagas as
cusas pelo recorrente. Ilio 22 dejunhode
1852-NbLuco presidento interino, Pinto
Pecanha, Perdigflo Milheiro, Siqooira, Al-
meida, Cerqueira Lime, C. franca, Ponen,
Castro Mascareuhas, Veiga. E meisseno
conlinha om dila sentonfa aqu copiada dos
referidos autos, aos quaes mo reporto, o
vai esta sem cousa quo faca duvida conferi-
da o concertada na for.na do ostilo, sub-
scripta e assignada insta cidado do li rilo
aos 23 de oulubro de 1852. Subscrevi c as-
signei. Em f do verdade --Antonio Joa-
quim Kerreira do Carvalho.______________
C0MMEBC10
PIIACA DO HECIFE 26 DE OUTUBRO, AS
3 HOitAS ha tai;ni:.
COTAjdBSOFrlCIAF.S.
Descont do letras de o 6 mezes 8 c 9 por
cento ao anno.
ALFANDECA.
Rendlmento do i a .:->. .iM:lt9,t93
Idcm do dia 26.......26:231,893
| provcitara.
Nos nflo nos julgamos infalliveis com a
cephalo carregado d'ossos, com o pescoco blcnc3o do seinelhanto resultado; mas
ERHAMBUCQ.
Ilcsurn di lotera da matriz da Uoi-F/V/a, extra-
luda em 2 de oulubro de 186.'.
1 N. 3388............10:000/00
137............ 5:0011/000
207-1693........
8882177........
758-12191710-3253 .
21 332- 520-11271
1257-3313-331331531
191 1350-2093 -2187'
21782625-3010-3178
250- 46 482- 641
708 8S2- 885-1110
1309-1809 -2036 2462
2622 2737-2967-3277
3382-3607 .......
1861.
1:000/.IOO
500/000
200^000
lliOgOOO
SOfOOO
20/000
27/500
Cotuonunicados. -
No momonto solcmno cm quo o povo e os
parli los se proparam para oxercer o diroilo
mais elovado o importante, quo o syslcrna
representativo reconheee, o entra essoncial-
merite as conslituies dos povos livres,
o dimito ilo represenlacflo politice lie in-
caoteslavel o diroito que tero cada cidadflo
que interessa-so pelo bom do seu paiz do re-
di nmondar ao sulfragio publico aquelles
quo julga mai* capazos de, por sou carcter,
habililucoes o posicJo, advogarouios direi-
tos enlerosses do povo, o pr.imoverom a sa-
lisfaco das necessidades publicas por meio
de lois aloquadas ao estado fl circumstan-
cias do paiz.
A gratidflo nflo me faz desconhecor ou ne-
gar a verdade quando affirmn que oSr. Dr.
Sabino Olegario l.udgero Piulioh) um dos
ornamonlua da sua provincia natal, um Al-
a1-1-1 ii l ___V.jBBiagggwB>^eMi^wM^?iig-"|wwg*^a
apresentava algunia dcsurdeni.... As luzca apc- lea liaava. Olyupu eateve multo doenlc doa
naa derrama va m urna Clarldade ba9a, c amor- olhoa, cSanl-Amaiit llic dirigir as estancias do
tecida, oa odios do rapaz procuraran! cm izo bello olho dotnte. Entre os que tpor ella inir-
alil semblantes couliecidoa. Os jogadorca reu- rrmn eitava-sc o bello inarquczdc Princiy.
indo, em eaaa de l.udcr lloquenliu, amigo do I (luando (Jarlus lirou a bolsa, Olympia acnlio
eooiediaulc llelleruac, conservavam todoa em um estrcniccimciito cmelhante ao que scnlc a
sua moma physionooiia case tvpo indclevet cobra ao sol, c comprchcndcu ludo scio ajuda
iiue Gacavage fuou com tanta fHicidade no seu de bcllerose.
quadi-o do lillio prodigo. Asiaaalnos, ladioes, | Este, apelado enlao no braco do capitn, pas-
dalgOB Uanllianoa que se diziam iiladosdc aciava em rodadas mesas de Jogo ; parando em-
sn is ierras, pagens, Alleuies e couimcdlantcs lim junto da principal, a de seu anillo ludc-
uiuavain o jogo. Seis candeciros posos em Ion- lloquenliu. Itoquenliu era um desses bravos
gos pedaeoi de pao coerusados, foruiavaui o mocos que julgam-sc elevados ao tereeiro co,
lustre, c Carlos (ruyu sentando.se nao deixuu quando locara a mao de um comedanle ou de
de observar com sorpresa que todas casas pea-, um poeta Elle nao jogava, mas gostava de ver
soas mal encaradas 10 empeiihavan cuidar, jogar, as esclamaces dos j igadorcs o recrea-
Ibc as boas viadas... Encostada cadelia de vam. As arelas do hotel de lloigonha uadavam
Caitos, Olympia urna das comediantes... brlu-' cm suas agoas aem que o bello rapa* po.tcsse
cava com seu collar de peroles, c dcixava cahir suspeilar-ihes o linio. Ella linde mesa franca,
sobre o rapaz um otilar sublit c penetrante.... c dc!iavi-ac arruinar por ecus amigos sob es-
Infeliz no jugo, teliz cm amor / O Sr. niio pecioso pretexto de ser grande e libaral.
jogar, meugeiitilbomeml disse ella a Caitos Uellerose vcio liatei-llic familiarmente no
com voz maligna, esto lie o proverbio c nao ir hombro.
.Iisinenli-lo. I Tu nSo jogas? perguntou elle.
Olympia era bella dessa belleza de couven- Nao ousarel jmala jogar contra esse ca-
cao .ie que toda a inuliier cuipregada uo tliea- valleiro. objectou liudamente lioijuentin.
tro se ino'.ir. iir;-nliio>.. Lila tiulia tungos ca- l'.niao jogarei eu, dlaee o eapltao Li Itipaille.
bellos prctos cuno as atas de um corvo, e a Hu brava como cu, nunca lecua, c todava be
peile de uoi lu.ii. deslumbrante, beu vestido um rude lnimigo!
dcixava ver cus bracos mis "os Roborl iiiiiii Viudas as cartai, furinou-ac o jogo, e Carlos
soneto descrcveie suas faceac sua bocea. Nessc gantiou primeira, seguda e terceira vez....
lempo os poetaseram pintores, un retrato del- Comecoja crer que o seulior ja uaocit
' pu indos assegiirar, com lodas as veras de
nossa convic^flo, quo os nomes dos cida-
dlOI abaixo escriplOS, olfercrem a mais
forte garantia de que teremos procuradores
que curem com allinco nos meios de que
neeos.llamos, para gozermos da prosperi-
dade que nos permitte usufruir os recursos
omquo abunda o nosso solo.
Julgamos necessario que tolos os nos-
sos interesses reaes leobaca defensores, e,
firmados nesto pensamonlo, Uranios da ex-
tensa lista dos pretendemos os nomes dos
rasiloiros cujas illuiUracos o independen-
cias suponmos sufllciente para cumplimen-
to dillicil missflo de legislador.
1. Tenooto-coronel Sebasliflo do llego
Barros.
2. General Antonio Corra Sera.
3. Dr. Jos Thorpaz Nabuo de Araujo.
4. Dr. Joaquim Villela de Castro Tavares.
5. FloriannoCorra de Brillo.
6 Descmbargador Joronymo Marliniano
r*igueira de Mello.
7. Honorio Perelra de Azerodo Coutinlio.
s. Dr. Antonio Peregrino Ueciel Nonlelro.
9. Joflo do llego barros Kalcflo.
10. Dr. Antonio Cocido de Sa e Albuquer-
que.
11. Antonio Jos de Oliveira
12 Dr. Jos liento da Cunde l'igueiredo.
13. Teiionlc-coronel Antonio Comes Leal,
i.iijjWii ^gejj i!HLMieB,ejgiii>n.i_jr-
Correspondencia.
Srs. Redactores A Revoluto de Novan tro
vai ostentan lo cala vez mais um cyiusmu
o lime incorrogibilidade do espantar Eqi
balde na nossa ultima correspondencia, om
roputacao as calumnias vellidas contra os
Srs. Lopes Lima, c ilr. Vieira do Mello, es-
traolia nos severamente alacililalo iiau-
dila coni que esso pnsi/uim aceummello os
iudividoos, por mais respcilaveis e cons-
picuos no su llieor do vida, Rom por isso
o fnorgumeno arnpiou carreara na sen-la
das inv.vliv i-, das calumnias c al da mais
negra impudeucia!
I'.ui seu numero de houteai, arengando
sobre os negocios de llemarac, nflo Idc ro-
puiou a consciencia ora dizer, que o l.
supulentodo subdelegado cm exercicio, o
Sr. Luiz Cordoiro Cavalcanlo do Albuquer-
que, entre oul o desatinos quo quotldia-
ii uno oe pretica, como auluridado publica,
leu agora em cercar is Casas de algum cuiis-
tiluintes, o passara noilc com pestoas da/mni-
lia a quetn lem corrompido anlcs, ou que no
momento violenta '.
Isto ho.ser muilo desalmedo .'
Como b" qU I BSSfl aravti d'auarehia pro-
.__TTJ-. Z-^~^^?7T~~*****=^ >
tao amoroso da dama cm queslao, dissc-lbc
Olympia
280:561,516
Pesearregam hoje 27 de oulubro.
liare i ingle/.a Honita mercaduras.
Barca ngleza -- l.ordJohn Ruisr.lt carvflo.
Ilarca arnorlcana -- Francs Watlt -- ferinha
do trigo.
ll!|ll)l'lll.'.'!().
Francos Wells, barca americana, vinda do
\i s Vi rk consignada a Deane Youlc &
Cootnenhla, manifesloii o seguidle :
2,240 barricas fariolia; aos consignatarios.
CONSULADO CEliAC.
Hend monto do 1 a 25
dem do dia 26
.28:003,223
. 828,404
28:831,627
DIVERSAS PROVINCIAS
Ron.lmenlo do i a 25 .1:365,271
ldcmdodia26........138,542
1:503,813
RECICBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE I'EIINAMRUCO.
Rondimonlodo dia 26 .... 362,2g5
CONSULADO PROVINCIAL.
Rnodimnuto do dia 26. 1:216,631
Moviinento do porto.
-i. i
PARTE DO REGISTRO.
Dia 26.
NSo entroii, nem sabio embarcarjao.
ED1TAES.
Qual dama? perguntou Carina,
Nao negu, aquella cojo cavallo osenhor
ici parar tfo a proposito....
Carlos moreteo os belfos, elle sentio-se fciido
de ver uma comediante suspeilar o estado de
seu corafao, a Insistencia de Olympia oemba-
rafuu.
Eu bcni podera scnbor cavalleiro, dar-lbc
muilas iiifurmafes dclla.,..
r^. l-'alle, nuu oimi. o Cario-, ojogo me abor-
rece, bern que eu nelle srja felu ; oque lie que
tem pois essa dama t.. .
Iluta, conlinuou Oly mpia, o Sr. naojoga
mais, d.-ixe-me tomar as cartas,... auiento se-
r noli lio -otll II ..
Olympia senlou-sc no lugar de Cario!, o qual
rcigiioii-se.
Pairea por meio desta niulhcr cu veuha
a saber o que ignoro, disse elle com sigo. (I-
lympia cortn eCarloa perdeo.
A dama de acus prasamentes, dase Olym-
pia com tima llciiguij de fciticeii.i, he uma niu-
Iher bellac nobie...,
' Helia eiiob.e, he verdade.
HaSO.que o seubor ignora lio que ella
ama....
A qneui culao ? perguntou Carlos com hu- : uoitc he longa, c a felicidade Ipodc vollar
petuosidade, diga qual o nomc do meo rival, i (Continuar-se-ha.
diga .'
E o olhar de Carlos dcixava scapar vivas e
Olilm. Sr. inspector da lliesouraria
provincial, cm cumprimento da ordem do
Exm. Sr, presidente da provincia, de 29 do
setombro prximo passado, manda la/er
publico quo nos dias 26, 27 o 28 do corre-
le ira a praca para ser arrematado peranto
a junta da fazenda da mosdoa thesouraria,
a quom por menos fizor, a obra do 22. lau-
co da estrada da Victoria, avadada em ris
13 902.3IO
A arrcmalacfln ser feita na forma dos ar-
tigos 24 e 27 da lei provincial n. 286 do 17
do meio, e sob as clausulas especiaos abai-
xo copiadas.
As pessoas quo se propozercm a esta ar-
re no l a cao i: 10. p 11 m na sala das sessos
da mesma junta, nos dias cima declarados
pelo meio da, competentemente habili-
tados.
E para constar se mandou afixar o pro-
sente o publicar pelo Diario.
Secretaria da lacsouraria provincial do
Pernambuco 2 do oulubro do 1852.-0.se-
cretario, Antonio l-'erreira da Annoiici.irao.
Clausulas especate da arremalacaa
fll.' As obras do 22." lanco da estrada da
Victoria serflo foitas deconformi-ledo com
o oiC/imenlo o plantas approvadas pela di-
rectora em conselho nesla dala, eapresen-
tada aprovaeflo do Exm. Sr. prosidenlo
da provincia, ludo na importancia de rll
13:9031110
2. O arrematante comecar as obras no
fogosas faiscas, seus olbos rcspiravam ao uics-
nu lempo o amor, o odio, c a vingaiif c.
tl-mea sua bolf a, disse Olvuipin, o jog.
continua, c o Sr. est dislrahido, meu gentil
ti oo. ni:
Carlos deu a bolsa mas niio vio o empenho
faminto de Olympia ; ello a conjurava, c a ro-
gava; um noivo consultando urna cigaua teria
sido menos vivo, c menos inquieto. O jogo
redobrava 01) mpia c Pellcruse ii/i.tin pa-
radas.
Adama, proseguio Olympia, ama pois...
meu charo, a um joven c helio capilo....
lie falao objectou Callos, repito, diga o
nomc desse capilo.
Meu cbaro La Itipaille, coutinuou Olym-
pia com iiiu.i calma deaesperadora. .rcapellc os
segredos de seus amigos.... Dciii v que eslo
insistindo conigo..,. Toca-mejogar, pefo des-
culpa...
Perdemos balbuciou Olympia, emquanto
Carlos rogava ao capllflo que fallajsc ... Meu
gentil 'iiiiiiiou .u|iii tem sua bralaa.
I. rindo as gargalhadas Olympia lanfou a
Carlos a bolsa vasla, lomou o brafodo capilo,
e passou para a galera visiuha.
Oaciihor quer que Ihe empreste algum
doilieiro disse Endts Roquenlin, ao rapaz a
.... .- r.ll.l I.4a1.....ln ...I,..

T

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO L



prazo deum moi, e confluir no de um
anno, contados di dla d asslgnatura do
contrato. .
3. A importancia desta arremalacSo ser
paga em quiltro prostcOes "guaesda manel-
ra seguinte:-a piimfi'a, quando o arre-
mtame tiver fcito a terca parto da obra do
seu contrato; a segun.ia, quando livor fei-
to dous torcos das obras; a terceira, quan-
do fi'ir recebla provisoriamente ; o a quar-
ta quando fdr definitiva monto rocobida, nlo
devcndo oilccluar-so pagamento algum an-
tes de lindar-so o primeiro semestre do
cxorricio de 1854 a 1853.
4. Para ludo mais que nSu ostiver deter-
minado as presantes clausulas seguir-se-ba
o quo dispOo a le provincial n. 286 de 17
de inaio de 1851.
Coufome. O secrotario, Antonio For-
reira da Annuncia(3o.
residencia* do Dr. Francisco Rodrigues Sette,
juiz municipal da segunda vara o do com-
mercio, na ra da Concordia n. 21, segundo
andar, do bairro de Santo Autonio, no dia
98 do co>rente mez pelas 1t horas da nin-
i Ii.'ii, aflm de deliberarem sobre .o reco-
Ihlmento ao banco desta cidade, do produc-
to dos bens arrematados, o tratar-so de lu
do mais quo fr conveniente a masal falli-
da.O rscrivSo uterino, Manool Joaquim
Baptista.
I II 11150
Deca ra^ocs
eclos,
Tres
O l>r. Jos Thtnrlaz Nabuco do Araujo,
juiz de direito da primeira vara criminal
desta comarca do Rpcife, faz publico qnose
acha no rxercicin da dita vara, e que reside
no aterro da Boa-Vista n. 37.
O arsenal de marinha, precisa enm
prar paia fornocimeiito dos navios da ar-
mada, barca da escavac3o, e enfermara de
marinha, om o imv. de novembro vinuouio
os gneros abaixo declarados : sendo olles
da inelhor qualidade : arroz 27 arrobas o 26
libras.nssucar 15 arrobas e 6 libras o 1|2, ba-
calbo 16 arrobas e 22 libras, bolacha 23 ar-
robas e 14 libras, cade etn gro 8 arrobas e
19 libras, carne verde 164 t|2 arrobas, fari-
nbi 79 alqueires e 1|2, feijao 21 ditos, lenha
10:320 achas, p5o 75 arrobas e 30 libras, sal
7|8e 1)2, toucinho 10arrobase 24 libras. As
pessoasquo so propozerem fornecer semo-
Ihantes gneros coinparc<;am nesta secreta-
ria da inspecc-lo no dia 28 do correnl') mez,
aomeiodis, com suas proposlas em carta
foicliada o as competentes amostras. Se-
crclaiia da inspeccSo do arsenal do mari-
nha de Pornambuco 23 :1o outubro de 1852.
O secretario, Thom Fernandos Madeira de
Castro.
Pela inspeccSo do arsonal do marinha
d'csta provincia so contracta om virtude da
ordem da presidencia de 18 do correle ar
remessa do diversos objectos para as provin- no'do theatro"
cias, du nin C.randii do Norte, o Cetra. Os
ca pitaes de navios mercantes que liveroin de
seguir para taes provincias o quizerom fa-
zer esso transporte, rompereoam na secre-
taria di mosma Inipeccffo, afim do tructa-
rem a cercado froto dos ditos objectos
cretaria da inspeccSo do arsenal do
nha de Pernambuco 23 de outubro de
15.' IIKCITA DA ASSIGNATURA.
Quarta l'eira 37 deoutubro de
i85.
Dopoisda cxecucSo da ouvoitura, subir
scona o muito applaudido drama om 5
Magdalena.
Terminar o espectculo com a inters-
santo comedia em 1 acto,
lie res
nuil
B
TRES SEGREDOS.
Personagens o actores.
Dubotirg 1. A. da Costa.
Madame llerfort I). Bit.
Paulino L. C. Amodo.
Florentina -- I). Cnrmella.
Bicliomo I.. A. Montoiro.
Leonor f). Mara Amalia.
Comccar as lloros do custumo.
Os bilhetes ach8in-so a venda no oscriplo-jos seus escravos pardos
, Luiz, e Virginio.
Desde o anno de 1848 que desanpare-
ceu um mulatinho, de nome Benedicto, de
uiade de 12 pan 14 annos, comaspernas
finas, cor clara, falla bastante frica, cabel-
lo estirado, o qu"l pedo com facilidade pas-
sar por forro; cujo foi furtado por um siga-
no, do ongenho Padre Nosso, pertencente
a Antooio Joi Ferreira, na villa de Santa
Luiia do Norte, provincia de Alagas, e
suppOe-se Ir seguido cm dlrecco para
Pernambuco, o por conseguate he prova-
vel que oxista em algum dos engonhos do
sul da dita provincia: quem o pegar e le-
var a seu senhor, no engenho cima decla-
rado, ou entregar no Itecife, na loja do
Joaquim Itibeiro Pontes, sor generosamen-
te gratificado, asseverando ser fste o pri-
meiro annunclo que se faz a esto resoeito,
e por conseguinte com mais facilidade pode
ser pegado.
Ao meu nobre amigo o Sr. Anto-
nio Jorje.
Respondo ao seu aviso do Diario de 23 do
corronlepcla forma seguinto l.'que nflo
sei decifrar charadas 2." quo so contra si
tem lido alguma cousa em os jornaes, cha-
mo a responsahilidade, quo entilo com ver-
dado confieren do sous diversos autores, far
outro juizo donomem quo ISoolTendido tem
sido pelo (Sr Jorgo), sem nunca o offender.
3." quo se com o seu aviso levo em vista
dingir-mo urna amea?a,declaro plenamen-
te que a diaprno.Cyrillo Martin da Costa
O abaixo nssignado nao lie
procurador de Antonio da Costa Ferreira.
Antonio de Almeja Gomes.
Preciss-se alugar urna escrava robus-
la, para o servico interno e externo do urna
casa; agradando paga-se bem : natravessa
do Vicario n. 3.
Aluga-seuma casa, as ras se-
I guintes : -- das Cinco l'ontas, Au-
eL gusta, de Moras, Concordia, tra-
vossa da dita, e Agoas V. rdes, seja tei-
I roa, ou sobrado: quem tiver, annuncie.
precisa-so alugar um prelo de meia
idade, para o servico de uina botica : quem
0 tiver, dirija-se a botica do pateo do Car-
olo n. 3.
JoSo Francisco da Silva retira-se pera
o Bio de Janeiro, levando em sua companhia
do nomo Jos ,
3
Avisos martimos.
i ara a Bnliia.
is. so-1 Segu combievidade a bem co-so: dinja-se
iJ5 nhecida escuna nacional AdeUi- rl.j.iojJ.
Na ra da Cadeia de S. Antonio u'e-
' frente de S Francisco n. 7, precisa-se de
'urna ama, que saiba lavar, engnmmar, co-
sinhar n fazer compras.
-- Quem livor papel do ombrulho impres-
ao patoo da Santa Cruz, pada-
mos herdeiros do casal do I).
-- Chegou este mez sement de alface
muito nova.ropolhuda e sem mistura: quem
a pretender v a casa 0. 70, na ra da Sole-
dade.
Precisa-so de urna mulher que saiba
cosir.har o diario do urna casa de pouca fa-
milia, fazer o servico interno e externo: na
ra Augusta, lado esquerdo, casa terreada
urna porta o duas jaoellas que fica junto do
sobrado do dous andares em quo mora o se-
nhor nscriv.lo lottt.
. -- Eu abaixo nssignado, socio que era da
venda da ra Augusta n. 31, cuja firma era
Jacoroe & Pereira fajo scienle a todos os
credores da dita firma que demos balando
00 dia 16 de outubro,e que o socio Jos Joa-
quim Pereira licou coai a dita casa.e eu Jaco-
ai o desonerado dos credores Oa praca a quo
a dita (Irma eslava dovondo. Antonio Pe-
reira Jacome.
O arrematante da afirico do munici-
pio de Olinda d principio a afirir do 1.
de novemhio al o ultimo de deiembro do
corronte anno.
Aluga-so por prccocommoJo, urna ca-
sa emSanl'Anna, com commodos para una
grande familia, baixa de capim, e.-lribaria
para quatro cavados, o cochoira : a tratar
com Luiz Comes Ferreira, no Moudego.
f(rlrVfVVVH" IVVffvVv
W Paulo Gaignoiix, dentista. J
If, I'Atlri ser procurado 11 qiinl- ^
9. quer lioi'n cm sua <-i-:i na ^
:s> na larga do Kozurlu a. 10, <$
* secundo nadar. <;
*^A4AAA Arronda-so urna propriedade, sita na
ra da Florentina,contigua a do Sr. Reran-
ger.com ptimas proporcOcs para nellt se
fundar qualquer estabrlccimento om ponto
grande, portar bastante extensflo, o porto
de cinharquo pelos fundos : quem a preten-
der, pode ir ve-la,entendendo-so com o mo-
rador da c sa n. 16 da dita propnodade. o
qual dir com quom se deve tratar do qual-
Sal do iiii. jaiiii.
TIIAL'ZI BM POIlTUcUbiZ.
16,000 rs. de asignatura.
Sabio a luz o primeiro volume desta obra,
a melhor de todas em seu genero : o uoico
verdadeiro livro, por onde so pode ostudar e
pralicar a homeopathia. Esta uitidamente
tmpresso em excedente papel, com lodos os
Biguaes quo conten o original para denotar
a diflerenca do valor dos symptomas.
Contina a assignatura no cunsulloiio I10-
meopatbico do Dr. Moscoso, onde os senho-
ns assignantes pdem mandar receber os
seus exemplares
No mesmo consultorio lia todos os mdica-
gratificacoos marcadas na notta que aecum- P' passagoims : quem P"tonr q nesiIls |lcrdeiros.
panhou o citado avizo ja publicado pelos 'lller (l"s eoaus, ro-ic'a 11 mgir s. ( __ ^ ^ ^ d0 correnle> so | j0 ,rre-
jornaes. Secretaria da Capitana do porlo propnetario laiiocl .onSal*oi* k da malar em hasta publica do Dr. juiz da nri-
de Pernambuco 23 do outubro do 1852.-0 -Soguemipr. "ive*V0jmrnWiicHti, a parte da cas. n. 81 ,
secretario, Thomo Fernandes Uadeira de Janeiro no d 31 loe rrele^ D8m C0un"L. Sl[ll ,, ru d,, Mon lego, por exrcucao de D.
Castro. cido patacho Valen-e para "c"vos : (;on5(ntllla l.cfatha da Molla.
- Pela conta,loria da cmara municipal sageiros, trata-so om o cap1.w, ^i' Pr'; .. Nu dja 30 do corrollle, se deve arre-
do Iteeilo, so faz publico que no ultimo do ^^^^'"^'V'Tr-i'uiche n. 34, segundo'matar em hasta publica do !>r. juiz da se-j "'Y.^ emcaminhara ha qua'si dous me-
correnlo so (Inda o prasu para a inscripcS nina, na ra uu h-p = ^ gania vara municipal, as rendas da casa c !Qi r, 0 enge,,ho de Fragoso, aondeadi-
dos carros o niais vehirulos do conduccao; andar. Rj (;ran. sjti0, no lugar do Hospicio, por exerucSo de : u escrav, Gertrudes dizia ter urna comadre
para que ninguem allegue ignorancia so *" ^"'e ?wn brovic ado veleiro M"OelVWNta UagalhBe, contra os, her-j, u pe5 o Sr. o oilo eng0nho que
publica o presente, lo do Noilo, s iue com '" dl!iros de Francisco Joaquim Pereira de Car-
Tribunal .lo eommcrcio. hiale nacional S. JoBO quem "0 "''_*< ,,_
De ordem do tribunal do eommcrcio da quizer carregar, dirija--c a ra un amu u ofTerece se um homem com alguma
provincia de Pernambuco se faz publico pe- Dos,Inja 11. 34. luMlniruiHia Mar. instrurcao, para ensinar primeiras letras,
la sccretana do mesmo, quo na data do hon- ,rar Llaboaf gaU^P0^^nj ". ou para caixeiro em algum engenho:
:quem
da Independencia 11. 6 3 8, a 8,000 rs.,.cons-
tando de 6 vulumes.
Constando-me que a miuha escrava de
nome Certrudos, nacjiu angola, de idade 26
annos, cor muilo prola, olhos grandes, pos,
e iii.h.s pequeos, cslatura haixa, disdenla-
1I.1 na frento do lado de cima, e pcilo de
por favur, to caso d'ella Ihe aparecer no seu
engenho ; quo ma mando pegar o rcmclter-
me, a casa de minha residencia ni ruada
Aurora n. 52, pagando eu, as nocessarias
despozas, de cujo favor Dio liearei ohriga lo.
na dita 11 67, na ra] do Motocoloaibo por',
150,00, por execucSo contra Antonio Joa-1 :t. |lrrvidade. o briitc mcio-
quim da Mello ; outra dita ilnlaipa na ra ""'lid ort.viiiuu b
do ISium n. 2 por 260,000 e I terreno con- nal lleCIe, uqirl tepi jnrie ao
com 1 pequea rasa de madeira por rnrr(.ea nento nrompto: quem ntlt-
300,000, penhorados a Antonio Jos Pires da o '. '
liguo
Silva; I casa terrea sita na ra Velha 11. 21 zcr CaiTCgar, ir lie paasugcui, uu
por 600,000,pcnhora la o Anua do Carma l'er cinbarcar C.-cravos a cete, Inta- nuncie, ou deixo em carta fechada, na pra-
oclro, levando em sua companhia os seus
oscravos, Viccncia, parda; Anselmo o Flo-
rencia, creoulos.
Precisa-so alugar um andar, ou urna
sala de frente, para residoncia de um ho-
mem fOltoiro, sondo na ra Dircita, ou em
qualquor outra prxima : quem tiver, an
hundes ; outra dita de taina o tiiolbi sito na << ,i; ,- OI,_
ruaduMolocolombn 73, penhorada a An- Se na na (lo Lollt glO n 17, .se
na Maria do Niscimeolo pur 19,200 ris; 2 rrundo andar, OU COUi O Ci)ltaO iUa-
ditas ns. 1 A o 52, na ra de S. Miguel do 1 i,,,;,., | hnln
Afogado.a primeira por 2.00O.000 e a segn- no'! J,(l1'"" '
da por 500,000 penlioradas a Jos Pello do
ranas ,' outra dita de taipa II. 6 B sita 11,1 111,1
ile Joo FiTiisndes Vieira por 120,000, pe-
nhorada a Joro Evangelista da Costa e Silva;
outra dita n. 52, sita na ra do (julalio do
bairro du Afugado por 30,000, pcnborailaa
lenlo Joaquim de Carvalno ; I olanii sita
nos Cullios n. 23, com inversas bemfeilo-
rias pur 1:200.000, pruborada a viuva de
Antonio Jos do Almcida ; a renda annual
da casa do sobrado de 1 andar na ruado A-
5:1 da Independencia, loja 11. 6 c 8, da re i.i-
? praca da liidopendoncia n 10, con- ',
fronte a ruadas Craza!, JP
Na ra do Livramnnln 11. 10 sobra lo, S"
dir quem d dinheiro a juro, c quem com-
pra duas casas torreuso um sobrado.
- Precisa-se de um hom cosiuheiro, for-
ro 011 escravo, na ra da Aurora 11. 8, se-
triindo aiitdi.
c.io d.:.-te Diario, com as iniciaes M. F. | (.-.^^ bm a
- s senhores Jos Eustaquio Maciel Mon- im^WVVvfVfy
teiro, eoi.cademicoS.luslio, natural da Ba- --,--r-mr--' ar^1
hia, moradores em iinda, comparecam na J mmm.m -bl aa.m_w.
Segu para olo deJjuciro nestes 10
lias o bripuo nacional Flor do Itio, de ex-
celente marcha, forrado o pregado deci-j
cravos o pasaagelro, trata-so nou-enploiiu
do Jos Candido de Birros 11 66.
venda da ra da Cruz n.57, a negocio do
seus ntoresses.
- O Pacharcl fo'inadi) Antonio l.uiz Ca
torios desta cidado : na casa de sua resi-
dencia no pateo do S Pedro n. 2.
I -- Precisa-se do um menino de 12 n 15
, anuos do idade, para caixeiro de urna venda
junto aoqtiarti-l da polica n 6 : a quem Ihe
T.'convier, dirija-so a mosma venda.
**" 1 n .. -11. .1 n..P-n..ln n.iTtf,
hoiweopathica.
-> 28 11UA DAS CltUZES 2S,
* Pirigidapor um pliarnuictutico
approvado.
C Estcestabclecnnenlo possun todos
fj os nicdicamenlos at agora oxpori-
'2. nicutados, tanto na Europa como no
> Brasil, e proparados pelas machina!
d a invenQo do Dr, Muro.
--Arcqucrinicnloiloeuralorliscaldiinias-.>-"--_,,|^ruj|i'o jocorre|llo anno ipprc|,en- i, Cartcirs do 12 tubos at 160, por
polln. 17 em 120,000,! eiiliornda a Juabuinsa fallida de Joaquim lanOMDCl0^mai|d| fotfo seguida para o centro) um mu- ^ precos vanaveis, conformo a quali-
Nunes da Silva ;a ren la annual da casa ter- se fara leilf'O por ordem do lllm. fr. nr. jui ; ^^ ^ uQme AntonJOi lle jj|0 ,ie porlo do ^ dado das caixas, a quantidado dosro- *j
rea 11. 3 sita na ra da Gloria da Boa-Vista, da segunda vara do civcl c do coininercio, e
cm 96,000, por oxecuco contra os hrdci- por intervencHo do agente Antunes deMima
ros de D. Cenoveva Perpetua do Jess Cal
das ; a renda anuual da casa n. 26 sita na
ra das Cinco Puntas em 200,000, pi uhoradu
a Juno Joaquim de PiguaiAilO.
quem quizer arrematar.
porcao demludezaa que so aeham recolln-
das nodeposilo gem, as qnacs ser.lo ven-
didas em um ou mais lotes a volitado dos
Compareca compradores, quuita-feira 28 do corre
as II hora! em onto no arniazem n.
50 annos, que disso ser escravo de um se- Jt. nicdios e suasdynamisacOcs.
nhnr morador no llecife, cujo nomo elle ig- H> Tubos avulsos (cada um) 1/000 nor,i; porquo tendo sido ven lido om um da i Tinturas do todos os modicamen- *f
pur um suieito do nome Jos Callado Calilo, gf
que o-a seu possuidor, no outro da fugio, o "
Deseja-se saber onde existe Joo Bor-
ges Cabral e Mello, que foi algum lempo
mscate om Nazaretb, ou vendia fazendas,
para negocio de sua familia em Portugal que
o interessa 011 o mesmo Borges, ou quom
souber dirija-so a ra do Rangel n. 45.
-- Preciaa-se alugar urna sala de frento.
larga, em urna ra froquenlada : a fallar na
roa do Tra. icho Novo n. 19
- D. Izabol Maria de Mello, viuva do to-
nente-ooronel J080 Filippe de Souza Lefio,
vonde o seu engenho denominado OitoirSo,
inoculo, correnle, e prvido do todo o 110-
cessario esta venia so eflectua para paga-
mento de seiis credores, para cujo fim Ihe
foi dado om partilhas.
-- Da-so boa gratificaciioa qualquer.pes-
aos queapprehenler quatrcolheres de pra-
ta para Sopa, c tres ditas para cha, todas do
marca granJo o do modelo inglez, e as levar
a ra Nova n.23; as quaos foram furladas
boje, pelas 9 horas .la manlia.
Cavallo adiado.
Avisa-se ao liouiem quo no subbado 23 do
corronte, vcio a bolica da ra do CabugS
aviar urna receita do Sr. Dr Comes, o que
disse mora va para o lado do Cabo, quo o
seu cavallo apparecou, e | ole proeura-lo na
mosma butici para receblo.
j#ia-y ?t>; 1 O consultorio hoincopalhico da ra *?
9 do Trapicho Novo nurr.oro 15, dirigido a
<* pelo Dr.l'iros llamos Jnior, foi trans-
4 ferido para a ra da Cadeia do llecif) %
i n. 41, nu segundo andar, por cima da fj|
? loja do lllm. Sr. Joflo Cardozo Avies, /'
<% onde ja foi o consultorio do Sr. Dr. ^
$ Sabino, ahi se euconlrar cartoiras f|
J com medicamentos homccopatliicos, $
) luhos avulcos, Inituras do qualquer a/,,
4 diuamisacflo, e tambem so refazem Qj
# aqucllcs queesliverem deteriorados.
i Propagandas homteopatliicas do lllm. v
' Sr. Dr. Sabino, pelo prego de 1,000 rs. *
4 cada exampiar. Estos medicamento! <
f -ao preparados com tolo o cuidado, ti
ejaexpcrimeutailos pelo Sr. Dr.Sabi- %,
t no na sua longa dioica, sendo os ro- ^
i sultado! os mais felizes; todas asear- ^f
i te-ir. s quosahirein deslo consultorio (>r
ji lev.i,lo a Irma do Sr. Dr. Sabino. As j>
i consultas silo das 8 horas do dia at 6
/ as 3 da tarde; dopois deslas horas s >
s> o poderSo procurar na ra da Cruz .
4 do llocil'e 11. 50, segundo ailar. Ir
SPj^^-l*5 -J--- j|-9t t>*> 9B>
--Na ra istreita do Bosario n. 15, ha
pr. 1 i-a 1 do urna ama do meia idade para
casado moco s iIIckii sem familia quo en-
gomo, cosiuhe o compro,
@8e$tv -i; **fN.^**<><>
O bachure! Witruvio propo-se a
fS> ensinar o francez c mais algum nutro 0
? preparatorio, assim como uil' 1 .-. -.. ft)
9 a da,* licilus por casas pailicul res -
laj ou collegiol a meninos do ambos os -a
t sexos, em materias do instrucco tan- f*
9 to primaria coa,o secundaria : quom i*
quizer utilisar-se do seu prestimo, po- w
"> do procura-lo na ra dasCruzcs 11. 22, (rj
3; I,* andar.
*Sli!*f) LtatMsftfato
Para navegaclo.
F.izom-aa e concerliOso volas dequalqucr
ombarcai;3o nssiill como do hareaca e janga-
da o todos encerados mais barato quo om
outra qualquer parlo : quom do sen prest*
ino se quizor utilizar dirija-so a ra do o-
guoira 11. 19, segundo un lar : no mosiiio
voude-se um oitanlo.
-- Vai a praca du lllm. Sr. Dr. juiz de or-
pbdos, na resiJencia do mesmo senhor, na
roa de Hurtas, quinla-foka 28 do corronte
muz a ultima praca,pelos alugueis por lem-
po de um auno, um sitio com Oaa nobre,
junto a Saul'Aooa, e antea da estrada da
Casi Forlo, toda ciivnlrac.ada e deeento.com
multas acommodacoes perteuceules aosnnr-
doiros do fallido Francisco de Birges dos
Sanios Pinheiro : os pretenden tes pdenlo
dirigir -se un referido dia 110 iu licido lugar,
estando o escriplu na mOo do porloiro do
juizo.
I-oli'i i 1 de No m Senitora do
|\ osario.
O tbesoureiro de.-ta lotera mat-
ea decididamente o dia i5 de no
vembro, para o ondamento das ro-
Lotcria da Baha.
Na praca da Independencia n. 13 e 15, loja
de calcado do Arantes, e 11. 37 o 39 de Porto
& Companhia, loja decalcado, e na ruada
Cadeia do Recito n. 46, loja do uiudezas .lo
Jos Fortunato dos Sanios Porto, vendem-so
bilhetes, meios c quarlos da nona lotera da
V. 0. Terceira deS. Fraucisco, a qual corro
no dia 27 du coi rente, o espera-so a lista da
mesma polo vapor braailelro no dia 4 a 5 de
novembro.
Bilhetes 4,400
Meios 2,200
Quarlos 1,200
Compras.
Gompra-.se um escravo pa-
deiro,que calenda de forno e mis-
seira : quem o tiver, diriju-se a
padaii da ma Nova, que adiar
com iji.-.m tratar.
Compra-!! urna cabra (bicho) parida do
fresco, iii sirva para dar leite um meni-
no : na ra da l'raia, aruiazoin de csrue
n. 37.
Compra-so nina veneziana, quo sirva
para porta de varauda, equo esteja em hom
estado : na lu do Cabuga, loja do ourives
n. 7
Compra-se uma Imn a de Ier-
ro : na rila do Trapicbe, arma-
zem n. 1 '1.
Compram-se os primoiros cantos de A.
C Dias : na run doCollegio 11. 8.
Compra-so paiol para cmbrulho a
2,500 a arroba : na ra do S. Jos, venda
n. 51.
Compram-so eseravas n ovondemse, re-
cebem-so de commlaalo, tanto para a pro-
vincia, como para fra della: 111 ra doa
ni 11 1"- n. 21, segundo andar.
-- Compra 111-so escravos de ambos osse-
xiMConi habilidades, ou sem ellas; pagam-
so bem sendo bonitas figuras 1 na roa cs-
treita do Rosarlo 11. 28, segundo andar.
- Compra-an uma morada do casa terrea:
quem a livor dir:ja-so a casa junto ao tabo-
lilo Coalbo, na 1 na do S. Francisco.
Com, rain-so para a obra do grande
hospital do candado tniv-jmenlos do 40
palmos decomprido o 8 polegalas em qua-
dro, que seja de boa qualida 10 -. quam tiver
podo dirigir se ao director la mesma ulna
Antonio Jus Gomes do Crrelo, para tratar
do ajusto.
Vendas.
tos cm frascosdo t|2onca 200O 4
AVIAM-SE CBATUITAME.NTE
IIEAL COMPANHIA HE PAQUETES INCLEZES lo a casa daassociacflo commcrcial para on
A VaPOK. I de vSo ser removidas.
domo-ara do bater por
'ganen I iiuv *' ^-rf ------r -- _
ion por isso ignora o nome do senhor; 1 orcm ^. pra ospobres,todas as receitasque .,
'llconfasaa ello, quo o senhor ho homnai de >. paraali-
lor, lom posto de coronel ou tonente-co- ^^^
roncl, o que lem loja de fazendas na roa con-
mandar qualquer professur. ^
Su4jiA:4lt5':
Elle foi ven- Lava-so o engomma-se, com muita por-
vciido Itlras sobra o Itio do Janeiro, i!c
qiiil ;uer ijuaiilia e a prasos rasoaveis. Ban*
co do l'cniamhuco23 di outubro de 1852.
O.secretario M. I. ileOliveira.
0> credoresdo fall lo Leopoldo Jos da
Cosa Araujo, residentes nesta cidade, v iu-
va Ainoriin & Fillio, (lliveira Irmiiosev Com-
panhia, Antonio Ignacio de Medeiros, Jo3o
lavares Cordeiro, Amorim & Irmios, Jolo
LdltO Pita Ortigueira, Manuel Goncalves da
Silva, Bussell Mellors & Companhia,Jos Ro-
drigues Pereira, Peana Youle l Companhia,
Antonio Francisco da Silva Carrieo, Anto-
nio Joaquim de Souza Itibeiro, Novars &
Cumpallllia, Manoel Joaquim llamos o Sil-
va, Manocl Jos Itibeiro. los Cypriano do
Moraes Lima, Jacinlho Elcsb.to, Cactano da
Costa Moreira, Jos Antonio da Cimba & Ir-
nio, e Antonio Comes ; Marcelino de Sou-
za Pereira de Brilo.em Lisboa; Antonio Fer-
reira da Silva Santos, no MaranhSo ; Novaes
& Passos, no Rio de Janeiro Araujo & Car-
valho, n Babia; Manoel Ferreira dos San-
tos Magano, em Santa Catlierina ; Antonio
Ferreira da Silva, em Sanios; Manoel de
Souza Comes, Manoel Jote Rodrigues Valla-
dares, o Francisco Jjs da Costa Araujo, no
Ilio.Crando do Sul; comparecam por si ou
por seus pioeuradores bastantes, na casa da J,
Lelo 110 Diario Ja hontem, na parlo po-lacba. Eu" o da-erla meter na cadeia, por.n 'osea por ter 1rene pa
oOloio do lllm. Sr. cliofo de poli-| allonJendo ao mo estado do saudo cm quo f
licial, um el
Cii ao Exm. Sr. prosideuto da provincia-
dizondo houvera um principio de incendio
uma hora dama nb3a do da 18, na pi-
daria do Joo Manuel Rodrigues Valcnca, na
ra larga dnltozario desta cidade, conven
deerrar ao publico que lal incendio pro-
veio da cosinha do primeiro andar do sobra-
do por cima da padana, o quo podein certi-
ficar os moradora! o pessoas quo loaeha-
vam na oceasiilu ; sendo para observar mais
que dita padaria, que ma pertenoe, nilo.tra-
balhava ja ha muito! das, por estar om
obra, sem que na uecasio linuv^sse pessoa
alguma no dito estabel' ciinonto. Itecifo 26
do ouluhru do 1852, Luiz Manuel Rodri-
gues Valonea.
No sobrado da ra de S. Francisco n.
8, ainda precisa-so alugar urna preta e um
prelo, escravos; a primeira que saiba fa-
zer o servico interno da casa, o o segundo
para fazor compras e ludo o mais quo lile
fr determinado, nilo tendo os vicios de bo-
ber e (uitar.
Precisa-se de um caixeiro para vend
que tenha bastante pratica, de 14 a'lG .1
nos, dando fiador a sua conducta : ua ru
Nova o. 50.

te achara, livccompaix5o dclle, pois quo
tinba urna obstruccao que pouco fltava pa-
ra ccifar-llio a vida, o porque elle valera-so
de iiiiin para o com
lar na ra da Praia, irmazen de carne 11.
46 A.
! Lava-so e engomma-so com lo la per-
fei(3o,'mais barato que em outra qualquerj
por mais |ire- <
Jas, se as vendos continuaren! com
bllucncia visto correr no dia 26
do correte, as rodos da lotera di
Matriz da lioa Vista ; o tbesou-
reiro anticipar o andamento das
uicsmus rodas para o da i'i do
mesmo mez : o resto dos bilhetes
ucliam-sc a venda nos lugares do
m costume.
-- Goorgo VVron subdito ingloz, r lira-se
cara Inglaterra, levando em sin companhia
sua mulher o doui linios Joo e Mara, am-
pos de menor idade.
O abaixo assignsdo do novo pede o ro-
sa a todos os aoua d voJoros, pan q 10 sem
perda de lempo venh un saldar seos debito!,
pois que 10 0 i' 1 li/.i rain se v 'ra oiirigado a
usar dos meios jndioi es; e ['ara so nRocba-
<^ marcm a ignorancia fazo proslito. Jos
<} uiai da Silva.
<4 -Ainda se ali gaai qualio granaos arma-
K.i lena, sitos na ra Imperial do aterro dos Alo-
gados, entro os sobra los do Sr. GUSalSO c
Caropello : a fallar un ra da Cadeia do Bo-
Cife, loja n. 59, cim Jo- lias da Silva.
Alugam-se, vendem-so n lainbem eo
applfcam bichas do Amburgo por precos
muito razoavois : na loja de barbe i ro de
ThOoDlo Jos Ferreira de Sampaio.na ra do
Ara g^o 11 21.'
__Aluga-sc um sobrado na cidado da O-
loda junio a ig'eja de S. Pedro Marlyr,mui-
to fresco e com bous commodos: quom o
pretender dirija-se a mosma Olinda, na ra
do Cabral n. 1.
Acha-so para alugar um obrado na ra
da Unifo, cum os molhori a cuuimodos.mui-
lo fresco o do cxcllcnio vista a entender-
se com o baoharel G. Xavier Lopes em dita
casa, ou no escriptorlo do palco do Collegio
n. 35.
Ao mestro da barcaca que no da :o 1 e
outubro receben da ir Ho de um 1 reto um
cinxflo co n Tinta libras de a( com almar-
ca C&C, fundiada no trapiche do algodilo,
roga-ae de o mandar entregar na ru 1 lirga
do Rosario n. 50, aoaboixo assigoado, do
contrario se usar dos mcnis que a le fa-
: culta. Joaquim Dias Fernandes.
Lotera do itio de Janeiro.
\os 30:00o,1 ou e 10:000,000 ders.
Na loja de miudezosda prora da
Independencia n. 1 vendem-se
bilhetes nteiros, meios quartos,
oitavos c vigsimos*, a beneficio da
i5. loterii do theatro do Nicthe-
roy ; vem a lista no*primeiro va-
por que chegar do Rio .- Veilde-W gallo, a qualquer hora do diu,
nodeposiio da roa da Senzalla Velha n.
1I8, OU na ra do Trapicho n. 8.
Arados iimericinos, chegados dos Ls-
tados-llindos; na ra du Trapiche u. 8.
RelogiOS americanos, para cuna do
meia, com corda para oito dias o dura 3o
horai, oo meia barato que om uutra parte;
na ra do Trapicho n. 8.
A 5,ooo rs.
Vendenvio chapaoa pretoi francezos, a
5,000 rs., cada um : na ra dj (Jueimado
numero 9.
A G,5oo rs.
Vendern-ao chapeo! do castor braceos, a
6,500 n cada un : na ra do Uuoimado
nuoioio 9.
.. Ven la-SO urna COCbeira, na ra de A-
nollo n. 25, com Scavallos, um cirro oto.
dos os mais .o t lie s : a tratar na mesma
com Jos'('.aciano Pereira, e Ignacio Joso
Cabral.
fara quem precisar e tenlia ponco
dinheiro.
Vende so por 300,000 rs., U01S negra de
40 anuos do idade, de naoSo da Costa, mui-
to aadia, sem vicios o do bonita figura ; pa-
daaue vcii'lem p.irquo quor andar na ra
rondando, o osouho-a quer para o seivico
decaaa i na ruado Lur.nnento n. 19.
Cuaflmcom "loda a pratica e diligente,- prestando f**?*^!*.?*
Hulatinho banca a sua conducta ; nos quatro cantos da
portador desla, podera contratar a compra I Boa-Vista, venda dobaixo do sobrado n. 1.
O Sr. Joso Ferreira da Silva
do mencionado' escravo, quo pa isso Ihe N mesma ven lein-so Ulbarim, aletria, ma-
dou unieres carrno, passis, bgos, manteiga mgloza e
- Precisa-so alugar um preto para servi- I 'ranceza. cliouncas do remo, queijos do roi-
codo portas a donlro desta typographia ; i no, ludo do superior qualidade o mais bara-
qucmotivor para alugar pode dirigir-so a il0 possivel.
livraria n. 6 o 8 da praca da liidopcnduncia. | Roga-se eos senliori-s Jos Jacintlio Ta-
-- Preei mi de um por'ceolO ao mez, pagaudo-s-; 03 Francisco Jos Cerqucira Alvos Barbosa,mo-
da iuros mcnsalmenlo, por espaco do dous an-' radores na cidade do Ulinda, o favor do
n-iuos sobre liypolheca em um hom prodio : ujuaudo vierem ao li icife, fallarom na ra du
ua I quem quizer dar annuneie para ser procu-i Vigario, casa n. 7, primo
,i eocio do seu inleressc.
rado.
4) COaSUTORIO homeopatiiico.
fi Ra do Trapiche n. 9. ~
(., 0 Dr. Casanova, estn lo de volta da J
SJ Francja, tem aberlo u seu consultorio >
y na ra do Trapichen. 9,no Hotel Fran- %
.',i cisco, aondo d consultas gralis aos 0
A pobres todos os dias. )
-- Oireroco-se urna mulher branca de boa
con lucia, paia ama secca do qualquer casa
do familia : na ra das Agoas Verdes u. 29.
Precisa-so alugar um proto, ainda que
oiro andar,Tpara ne-J soja do idade, para servido do casa: quem
tiver, annuncie.
Bijhetes do Ro de Janeiro.
Aosao:ooos', io;ooof, 4=oao.f,
a:ooo^ c i-.oooS de rs.
Na ra da Cadeia do hecife ,
n. 24, loja de cambio de Vieira da
Silva, o cha m-se a venda os mui-
to afottimados bilhetes, meios,
quortos, oitavos e vigcs;mos da i5.
lotera do theatro da imperial ci-
dade de Nictlieroy, cuja lista deve
vir pelo primeiro vapor, e trocara-
se por bilhetes premiados da Boa
Vista.
-- Vendo-so um eicellenta cavallo mela-
do, novo e com lodos os andares : na co-
choira da ra da Florentina.
Vemle-so para ao tachar cuntas, saccas
com mil alqu 'ira de milho novo : ni venda
lu Bi eco LsrgO que vim ; ara a Senzalla No-
va n. 39. ....
- Veiilem-se lin los capoliuhos de bico
branco, vordadeira moda do verao, chega-
dos pe ultino navio francez, o por preco
muito em conli ; na loja do mojas france-
sas, noalerroda Boa-Vista n. t.
Chapeos para scnboias.
Vendem-so no aterro da Roa-Visla, loja
n 1, chapeos de seda com llores e blcos.polo
pceo de 8,000 rs. paracimu.
Vende-so um mulequo de 24 annos do na-
ci angola, de bonita figura, sen vicios
lem achaques, bem possante, muilo fiel,
oplimn coziiihoilo.linto para casa Miran
bem p(
.rro.'tant
a 11 eional: na ra do llan-
geira como p
gel n. 44. /
Venderse orna preta meca que lava,
cosinha, o he ven ledora, o tambem propna
para campo, por 450,000 porque seu dono
, relira ; a ver, na ra larga no osario n.
35, loja, onde se recebom escravos para se
voiidcr por comniissilo.
Milito novo ein saccas.
No Passaio Publico, loja n. 15, vendo-so
milho novo em saccas por mdico proejo; a
elle, Ireguczes, antes que so acabe.



/
4
Saiuls
SALSA PARRILHA.
Vicente Jos ile Unto, nico a-
gcuteem l'ernainbuco de B. J. D.
Sands, chimico americano, fai pu-
blico, que lem chegado a esta pra-
ca uina grande porreo de frascos
de salsa parrilha de Sauds, que sao
verdadeiranintc falsificados e
reparados no Rio de Janeiro, pe-
o que se devem acautelar os con-
sumidores de to precioso Talis-
mn, de cahir neste engao, to-
mando as funestas consequencias ,
que sempre costumam trazer os
medicamentos falsificados, e ela-
borados pela mSo daquellcs que
antepocn f cus nteresses eos ma-
la da bumanidade l'orlanlo, pe-
de pura que o publico se possa li-
vrar dista fraude e disiingua a
verdiideirn salsa parrilha de Sands
da lalsicada, c recenlemeiite a-
uui chegadu ; o annunciaute faz
ver, que a vetdadeira se vende
unicamenle em sua botica, naiua
da Coiueico do Recife n. 6l ; e ,
ilcni do rccei'uario que Bcompa-
nha chiIu fiasco, tem cmbaixo da
primeira paginasen mime impres-
so, e se adiar sua firma ecn ma-
nuscripto sobre o involtorio im-
presso do mesmo Irasco.
ALoinhos de vento
rom bombas de repujo para reKTtr hurtas
ebaixiedeoapUn n rundioSod. D. w iiuw-
man-.na ra lo Rruiiuis.6,8010.
Deposito da fabrica Ue lodosos
Santos na Itiiliiii.
Vendo-se.emcasa dcN. O.Rinber&C,
di ra daCruz n. 4,algod5utransado a-
qoellarabrica.muitoproprioparasaccosde
cssucareroupadeescravos.porprecocom-
rno.Hi. _
a iao r?. o covado ou 4,5oo rs.
a peca.
Na ra do QueimaJo! loja o. 3, vendem-
se cbitaa escuras muito boas, o de lindos
inalizes, pe lo baralissiruo proco de 120 rs. o
covado. ou 4 500 rs. a peca ; bem como ou-
Iras fazcudas baratas.
iJal virgem de Lisboa.
Vcnde-se superior cal virgem,
ebegada ulliniaincnte de Lisboa, e
por preco milito c i conta: no BI-
mazem do Coea ila Alfandega n.
7, ou a tratar no escriptorio de
Novacs & Gompanhta, na na do
Trapiche n. 3).
Pazenda dn moda.
Veniirm-.sc su. eriores cortes de cambraia
de salifico* brincos do cor, pelo diminuto
proco do 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja
u. 6.
fotassa americana.
No ntigo deposito da cadeia vi Iba, n.
12 existe urna peqneoa porcSo de potaasa
imerice o* ebegada recenteinente que por
superior rivalisa com a da Itussia: vonde-
sii por proco razoavel.
Deposito deca e potasa.
So"arjazi,m da ra da Cadeia
doUecife n. ia,ha muito supe-
rior tal de Lisboa, cm pedia ,
. un como potassa ebegada ul-
timamente a piscos muito ra-
joaveis.
Agencia de lidwin iuaw.
Harua de Apollo n., arina/ein de Ho.Cai-
iiiontStCompanbia, acha-aei-juaianteiiicuic
bons aorlimenlos detalla de ferrocoado c
halido,tanto rasa como fundas,mocndasin-
eiras todasde ferro para animaos, agoa.elc,
dias para armar em madeira dr todos la'
uiauhoac uiddclloe o mais inuilerno,machina
liurinoulal para vapor,com Jorja de 1 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro csianliado
para caaa de pulgar,por menos preco que os
decobre, escovenspara navios,ferro ingle
laalocmliarrascouioem ircos!ollias,eiudo
por barato prece.
Arado de ferro.
Na (uu vedem-se arados do forro de diversos
uio icios.
(oiiiim de engoinmar.
Vcndem-so saccas coro somma, muito al-
vs, propria paia engoinmar c fazer bolinhos,
por nao ser serca ao fogo: na ra do Quei-
aiado ii. 14.
-- Vendom-so os verdadeirn.s selins in-
glezes, patento, de mollae su.n lia : na
iun da Somalia .Nova n.42.
VeiHH't-se relogios ro cpr&ta, patente inglez: na ra
da Senzalla Jiovao. /)2.
AGENCIA
da fundicao Luw-jYLoor.
RUA DASfcNZAl.l.A.NOVA S. 42.
Neate estabslecimcnto couti-
uua a biiver um completo sorti-
tucato de moeudas o mcias mo-
tadas para cngenbo machinas
de vapor, c taixas de ferro bati-
do ecoado de todos os tama-
itos, para dito.
Moenrtus superiores.
Na fuudicSo de C. Starrrk Companhla,
em S. Amaro, acbam-sc a venda moendaa
de canua, todas de ferro, e um modelo e
conatruccSo muitosuperior.
Vende-se um bom escravo creoulo ,
"[.limo para todo servico, principalmente
de c mii o, pois eotende muito do Ira lamen-
to de gado : na ra Velha n, 14.
Cal virgem.
Vcnde-se cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na ra do Vigario n. 19, primei-
andar, escriptorio de T. de Aquino Konseea
>'- V'iiiio, ouna la do Trapiche, amazeui dn
Antonio Augusto da Konseea.
Una encommenda de cobertores, I
Que por serem poucos
NSo podom chegar
A todos OS compradores,
a 1,600 rs. cada um : na ra do Crespo, lo-'
Taixas pava en/fenfios.
Na fundicSo de ferro de l).
W. Bowman na na do Brum
phssando o chafar' contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-se a venda, por
preso commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou corregam-
se em carros, sem despezas ao
comprador.
__ Vcnde-se a cxcellente typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montada, tanto debonsprc-
los, como de typos : qem a pre-
tender, dirija-se a ra da Praia
n. 55, a tratar com o Viuva Boma
A 5,ooo rs.
Si.pcriorrs chapc: zes chegados pelos ltimos nsvios, pelo di-
minuto preco de 5,000 rs. cada una : ua
ra doColIrgiou. 4.
Feijao novo a G,ooo rs.
No armazem de Cnuveia & Uiaa, confron-
te a escadinba da Alfandega.
Qucijos do Sfrto.
Vendem-.-e muito bons c rescaesqueijoi ,
do serillo; na ra doQueimado D.H.
\endem-.se saccas com fa-
reos : na ra da \adi c de Dcos ,
armazem n. jo.
Vende-so urna escrava crcoula, boa en- |
goinmadcira, cosinlieira o coslureira : na
ra Helia n. 16.
Na na do Crespo, loja n o.
Vendem-aesuperiores cortea docambrai
deaalpicos, rom 6 l|2 e 7varas, a 3,500 e
4,000 rs.; corte- de cassa cliila, de novos
gustos, a 8,840 e 8,500 rs.; cassu franeeza a
440 rs. a vara j cortes de hrim trancado os-
curos u mescladoa, a 2,0H0 rs. ; panno lino
prcto, a 3,000 e 4,000 rs.; lencos de csir.braia
;rie linho, a 480 rs.; ditos de cassa grandes,
i* 160rs.;riscado .Miiitio a 160 ra. o covado i
! o muilas outras fazendss em cunta.
Vendem-se saccas com fa-
'relio de 3 a 4 arrobas : no ar- j
mazem de Antonio Annes, no caes j
da Alfandega.
n*** *****--***^******
Botica bomeopatliica.
J 28 ra das Cruze- a8 ^
^ Ha para so vender algumas caixas fr
rieatcom medicamentos cm tintura, i)
^ Cada urna sera acompaiilia la do um .
<4 fraseo com glbulos inertes e o fc
moio de os preparar. 4) :
, ,:-fV--ti- * -tfe I
Vendem-ae asseguinles sementes:
nal)os,raliaiios,ral'anete.s encirnad'i.se bran-
cos, sobla, eouve trinxuda, alace alj-
ma, repulliuda.ciiieoria, s.-iioulas, feijao i
carrapato ue tres qualidadea,erfiloa loria e
dneita, fava, cocutro de touceia, solea, t-
matos grandes, repoltm, couve lomliarda,
saboia, e mus tarda : na ra d.. Cruz n. 46, ^
dcfronie do .sr. doutor Guaaie.
Veiideiii-seamarrasdefeiro: na "M da
Senzalla Kov n.42.
Parinhade mandioca a i,6oors. a
sacca.
No armazem de I. Testo Jnior na ra
o ilAnioiiin ii. 35. .
Vendem-sn lonas, brinzflo, brins, o
meias lonas da llussia ; no arma/eru de N
O. Kleber o; Cmnpanlua, na ra da cruz
O)
a
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D. o < n a; 3 3 CS 3
FJ 9 s
'S A a. S 3-
CJ 1 .-i -i 9 a s
Bichas, chegadas ltimamente de. Casamento.
Ihml'iirfo Vendem-se cortes de vestido deselim, o
b t. u j. u._ 'chamalote branco, com babados, bordados
Vendnm-ae e 'ugam-ae bichas de Ham-. ,g rjCQ osgive|. n, loj, d0 .obrado a-
burgo : na ra da Cruz do Hec.fe n. 43. | f ,, nl ru, do Qunjm,do n. 29
Vendem-se dous cirros muito minei-
ros, proprios para condcelo de fardos, ou
aaccis : para ver e tratar, no trapiche da
compsnhii.
Vemtem-se lonas a imitcflo da Itussia,
muito em conta : no armazo n do Fox Bro-
thers, na ra da Cadeia do Recife n. 69.
3?" Vendem-so palitos preto mais ba-
rato do que em outra qualquer parte: na
ra Nova n. 26 ; a elles, com dinheiro
-- Vende-se sola e couro de cahra, bozer-
ro frauee/., couro de lustro, marroquins do
todas as cores, sortidos, e tudo da melhor
qualidade quo tem vindo a esto mercado, o
pelo menos preco que he possivel ; tamliem
tem um completo sorlimenlo de sipatos do
Aracaty e da torra, tanto para homem como
para senhora, e pelo monos preco que lio
posivcl; na ra do l.ivramento n. 5, loja
de urna so porti.
U cautelisla Antonio Jos
Ven lem-se sacos com gorama, muito
alva : na ra da Cruz n. 33
Luvas de pelica ponto inglez.
Vendem-se muito linas luvas de ponto in-
glez muito novas, chegadas ltimamente;
na ru doQueimado n. 47, loja de roiude-
zas.
Palitos feitos.
Continua-se a vender palitos do panno
pieio o de ('-, muito bem feitoa e de boa
qualidade, por preco muito em conta: na
loja do sobrado amarello n. 29.
Vendem-so duas casas de taipa, acaba-
das de novo, com duas sals equartos, quin-
tal o cacimba com boa agoa, na Capunga, na
ra que sihi para S Jos do Manguinho a
tratar com seu proprietario lodos o do-
mingos e das Santos, no mesmo lugar a-
cima.
n.4.
A 1,280 rcis !
Vendem-se cuites de llaa para calca, a
l,280rs.; na na do f.rospo, loja n. 5
Carnauba.
Vende-so a mais superior cera de carnau-
ba que ha no mercado, por menos preco
dn queeni iualquer (arte, em eonsequen-
Cia de se, querer acabar ; na ra da Cuz,
confronte o chafariz n. 19.
I'otassa da Bussis, c cal virgem.
.Mi armazem da ra do Trapiche n. 17, de
Jo: Ferreira Raslo, ha para vender superior
ja u. 6.
Alerta frejuczos
Que sao chegados,
Cobertores de nlgodo
Muito encorpados.
.1x11,., i,,.,.11,,,,,,"
Na ra do Crespo.loja da esquina que vol-
la para a Cadeia, a l,6uo rs. cada um.
A (IHAIIE DE MUS.
i- i ,l,lir,enapnl 11a rua polas-a da Itussia, ebegada ha poucos das, e
1-abnca de chapcot.de .sol, na rua ( |re|ndi mti\no*t qoe ha no mercado.
do 'ollcglO n. 4' I Vende-so muito om conta urna cesa si-
Alm do sorlimento j annunriado, rece- toada na Casa Korle, leudo d>) frente duas
beu-so pelo navio Havre, ultin,o vindo de [janrllas o una porta, bom quintal com arvo-
Franca, um novo soitimonlo de chapeos de ,res de fructo, o cxcellente cacimba : as pea-
sol de seda o do panninbo, para liomens e soasa quem semelhanlo negocio :onv3r,
isenhoras, dos ltimos goslos : superiores ^quciram dirigir-so a rua Imperial n 79.
' chapeos d sol de se.ia rom cabo C Cana, e Vrmlo-se uina pr.ta cieoula, de 24 a 23
outrosdos melliores que lem vindo a osla anuos de idade, sem vicios, nein ac'iaques,
praca, que .- conliiiinim a vender por me- saliendo engommar, lavar, cosinliar e co-
' nos preco que cm oot qualquer parle. ser alguma cousa: na Soledade, no silio dos
Denosito de 1)8lino de alcodao da qualro lefles, a qualquer hora se adiar
1 ii.j v> L o .Cl)lll qcrn (.miar.
fabrica de lodos OS SanlOS aa I ACha.se ven'a a hrta pitada de rapo
iiilii '. princeza de Lisboa, em libras o oieias, a
., 1 .l,.;11aiidii volitado lio comurador, chegado ullimanien
\cnde-tc o bem conhccitlo pan- (e pf|(j vapur SwTno. na r, d, Cldeji u0
Ino de algodSo da Haba, proprio Recife,JojadeTaundia, doJoflo da Cunha
naro caceos e roupa de isciavon, 5JKalha's-n, 5I- ,
1 1 t;. Adamscaado monslro com o pal-
a vontade do comprador assnn 1
como fio de algoitao da mes .a fa- Vende.M,^ doc*,,p0'n. 5, na ,0.
brica -' llO e.SCl'iptOIlO de INovaCS ja que faz esquina para a rua do.Collegio o
& Companbia, l.aiua do Trapi- novoadamasca.io brenco paralo.Ibas cuin 8
.' .palmos do largura pelo barato preco de
CllC n. Jq. 1,000 is. a vara, na mssma loja ha umrico|
__Vende-se um cacravo perfeito sapalci- sorliiucnlo de uianguilos da c.nibraia para
rocbolieiro, por 700,000 rs nflo lem vi-jvestido do scnliora o mais ino leino que tem
cios, nem deleilos, nem molestias, o moli- lapparecido pelo prego do I,0u0 rs. cada
vo .la venda sedir ao comprador : quem jum,
quizer, ai.iiur.cic. -- Vcn!c-so niel de muilo bou qualidn I;-,
Vendem-se marmelada muilo nova, !c por preco commodo : na ruada Concoidia
rhegada ultiina.i cnu do Lisboa no briguo n&neclo D. 8.
HordoMar, eni latas grandes e pequeas: ^ 200 r.S. avara,
na rua da Cruz 11. 46, defrouto do Sr. Ilr. Na rug da (,|(leji| V(,|h(i> ,nja n 33> vcn.
Cosme. ___ i do-so muilo bom algodflo da Ierra a 200 is.
' a var.., em peca de 50 varas.
Dinliciro a vista.
No alerto da Roa Viata, venda nova n. 19,
i pintada do azul, vendu-sc oseguinto
iManleigl inglnza, libra
I Clin do melbor
Dito
Diln .lo prcto
Espe-mcele
Veles de carnauba
Toucii.ho
Farinlia do aramia
Dita do MaranhSo
Chocolate
Painso, cuia
Milho alpista
Azcito doco, garrafa
Vinagre do Lisboa
assnn comoassucarrefinado o melhorpos-
sivel, lanto em libra, como em poreflo, a 100
e 80 rs., e oulros mais gonoros que se fara
o preco a vista do comprador : na mesma
venda preciaa-ae alugar um u oleque, quo
seja fiel.
Vende-sc farollo muito novoe de su-
perior qualidade, no armazom do Couvea
& lilas, nu caes d'alfandega.
Altcncao.
Vende-se, no aterro da R.u Visla, loja n.
60, veludiiibo preto ; dito escaralo; velbu-
tina pr.ta; toalhas adamascadas o guarda-
apos para mesa ; meias do Illa para senho-
ra ditas para homem ; ditas de laia pretas
para padre, e outras muitas fazendus, por
preco commodo.
-- Vende-se urna loja de iniudozas com
poucos fundos, muilo propiia para qualquer
principi inte, pelo seu bom local, c afregue-
s.iilii; o motivo porque se vende s^ dir ao
comprador ; quem a pretender aunnuiicie
para ser procurado.
Ue baratsimo e nao epeira
c lodos.
Vendem-se babus de madeira
envernisados, de 12 at ao pole-
gadas, com (echaduras, os quaes
servfin para guardar costuras e
roana de enanca, pelos baratos
precosde 800, 1,100 e i,'i4 rs :
no Aterro da Boa Vista loja de
sapalos n. 58.
Luvas de seda trancada branca c.
cor de ciia.
Vendem-so na rua do Qucimado, nova lo-
ja de miudezas n 47.
-- Vendem-se pe^asde panno do linho .'a
Allemaiilia, com lOvaras, a2,000rs. cada
peca : na loja do sobrado amarello, na rua
do Queimado n. 29.
Bilhetes do Kio de Janeiro.
i) cauUlista Snlustiano de aqui-
no l'erreira, avisa ao rcspeit.vil
publico, que os seus biibetes e
cautelas da decima quinta lotera
do ibeatro de Nithcroy, c-tao ex-
postos yenda as lejas t'o cost-
me. Aloleracorre' boje 2.5 do cor-
rente mcz. e espera-ae a lista da
mesma no vapor brasileiro no dia
4 ou 5 de novembro. Sao immc-
Na rua do Crespo n. 9.
Rodrigues de Souia Jnior avisa Vende se cambraia franeeza, muilo lina o
aoresneitavcl publico, que n 1 fi.'dc lindos palrOes.a 360rs. o covado ; a el-
. .' .. ,' 1 ; 1 lias, freguozcs.quo nflo ha nada mais biralo;
lotera do thcatro lia Imperial ci-'C0lles de casimir, degostos modernos, a
dadt: de Nictberoy, corre boje a3 3,000,3,500.4,000,4,800 o 5,000 rs.; panno
1 1. j. 1. ..__. mesclado, a 2,008 a 2.500 ri o covado ; pe-
do corrale, no Itio de Janeiro, e QMdBCimbrit 9,lpicos, 3,000 rs.|a-
que seus bilhetes e caulelis, es- toiihadis com 8 palmos de largura, a 1,400
tao a venda em sua loja de ferra-,"^";^ pm fora d, torrt um, Bn|l>
gens n .17 *, n-i run doQuuimido ii j, 21 a un os, emgommaleira e com 011-
iinto ao beceo da Congrecao, e na '" nai.iii .tes em oaaa ato Dr. s.rmenio
I 11- na rua da Cadeia de Santo Antonio-
mesma 111a loja n n de loaO( -Na rua do Crespo n. 5 vendom-so cortes
Haptista Rodrigues de .Souza, C no doveatiloa d sola eseneza da licovados
j i> I 1 s|,|n doieito algirm a 10/000 rs. o corlo com
alerro na Moa Vista, Ioji de miu- d|D|,airo a vista. Quem nfloter um vesti-
dezas n. 48 de Antonio da Silva do de seda ?. sflo poneos, o quomse demo-
Guimaraes. O mesmo avisa sores-/a./cvVnXm-se^PUM%VravVa pardas, urna
peitavei publico, que na mesma do 14 e nutra deis annos, recolhidas, bem
lin fnrnm vpmliilo* pm viffpsimns Parecidas, fa lias, sem virios, e com habili-
lojn loraniveiiuiuosem vigsimos, ,llldM. B ,a,Ilb,.ai ,iousescravo, crooulos,
n. 3l3i,COin 10:000,000 de rs., e da meseta idade, muito diligentes, e cosi-
outros muitos nmeros com pie- nnamo diatiode qualquer familia: na rua
1 1 da Cadeia do Itecile, loja n. 41.
IlllOS de i:ooo,000 ders., dc.'iOO.S .. Vendo se urna negra creoula, de 30an-
rs de aoo.000 rs de 100,000 rs., ""S 'lo JaJe. pouco mais ou menos, com ha-
' -, bili lades : na rua do Rangel n. &6-
e de 40,000 rs.; convida pon aos .. vende-se urna casa terrea na travs-
possuidores a virem reeeher seus aa do .Marisco: a tratar na rua da Santa
respectivos premios que mm*-, r"viJde>a um sitio na cidade de Coian-
dletamentc s5o pagos.
Bilhetes aa,ooo
Mimos 11,000
Quartos 5,5oo
ilavos 2,800
Vigsimos i.3oo
Luvas de pelica com belotas a
na, junto a igreja dos Mu tirio*, com 200
palmos de lenle e 600 de fundo; contm
5 moradas de casas, 9 de podra e 3 detaipa,
60 p.-s de larangeiraa de diversas qualida-
des, 30 jaqueiras, limeras, jabaticabeiros,
anaiiiis.'iro'.cafeseiros, palmeiras, condece -
ras, cajueiros : quem o pretender dirija-se
a cidade de Olinda, na rua Nova junto ao pa-
lacio do Sr. bispo.
- Vcndem-so duas escravas de Angola,
mocas, de bonita figura, cosinham, lavam
be
par|: a ellas antes q
Luvas pretas de lor9al a G^o rs. o '
par.
leo mais barato quo pode ser, por serem
muito linas; vende-se na rua doQueimado,
nova loja .le miudezas n. 47, de Antonio Jo-,
s de Azevedo.
carne n. 46.
Escravos fgidos.
100,000 rs. de gratilicacio
Hesappareceu no dia 7 de maio prximo
su ue nzevi uo. ___...... 'passido, o pardo Leonardo, de idade 18 an-
- Vendem-so no armazem do molhados og ^ ^ M,igMM
n. II, na rua do Lnranttmonto no Recite, 'iegllltollb,|M 0 |ie,io um lanto metli-
quciros eslieses, o salvas de prala, do me- cabello caraplnh.do eat .10
Ihor goslo, e por preco commodo.
-- Veudo-se orna morada do casa, na rua
Imperial: trata-so na mesma rua n. 171.
-- Vende-se urna labirna na praca da
Roa Visla 11. 5 : a tratar na misma.
Vestidos de cassa seda.
Vendem-sc cortes de vestidosdoc.-issa so-
da, pilo diminuto preco de 5,000 rs. cada
meio da lesta, a falla descancado. listo es-
cravo vinha lodos os dias vender leitonn Re-
cife, de um sitio na lioa-viagom, porloiicnn-
te a Joanna Marianos l'assos, de quem fui
escravo: quem o apprehcnder e trouxer na
rua da Senzalla Velha n. 60, segundo andar,
receber a gralilicacSo cima.
-- lia um mez, pouco mais ou menos, de-
corte: na lujado sobrado amaiello, darua.sappareceu um prelo por nomeManoel,cre-
do Queimado n 29. loulo, e ollicial de alfaiat.', bastante conho-
Na loia amarella, da rua doCres- do nosta praca.porj haver trabaihadoem
1 muilas lojas, o qual pertonco aoabaix.i as-
po n. ). jsignado, e lem os signaes seguintes :bal-
Vcndo-se atoslhado de todas as larguras ,|xo, quebrado das virilhas, um pouco grosso
por menos nre(0 do que om nutra qualquer Jocorpo, cor prela, olhosgrandes, lem tres
parle ; p li^s do panno mcsclado, a 12,000.cicatrizes no brago e mflo direila de urna
e 14,000 is. o riscado inonstro de linho ,|operacSo que bavia solTrido ha pouco no
com 4 palmos de largura, a 320 rs. o co- hospital ; he de presumir que ande por esta
vado. cidade, visto ser della natural, e ler alguns
Vndese urna prcta do elegante | prenles : roga-so as autoridades policiaese
figura, do 22 annos, que engomma, co-ja toda c qualquer pessoa, a captura do mes-
sinha lava muitu bem o faz lodo o
arranjo do urna casa; duas ditas comas
mesmas habilidades ; um prcto bom para ar-
mazom de assucar; dous ditos bons para
todo o servico ; o um proto de meii idado
bom para sitio : na rua dos Quaitcis n. 21,
segundo andar.
mo, e o favor do o mandar entregar nesta
cidade em casa do senhor subdelegado da
Roa-Vista Rufino Jos Corroa de Almeido ;
e na cidade do Rio-Formoso a Francisca
Cbrisiina Lins, que soi generosamente re-
compensado : o mesmo abaixo assignado
protesta com todo o rigor da lei, contra a-
Conlinua-se a vender faiinha do reino iquella pessoa, quem quer que seja,quo o ti
da mais nova a 90 rs. a libra, goma de engo-
mar a 80 rs. a libra, mauteiga ingloza, c
franeeza a 480, o 560 rs. a libia, vinagro a
500 rs. a caada u 80 rs. a garrafa, call do
carneo a 140 rs. a libra, passas a 320 rs a
libre, letria a 320 rs., e oulros muit.x gne-
ros do bom o melbor : no paleo do Carmo
venda na quina do boceo da Hnmlia, po-
2, vonde-ae una ceoula de 35 a 36 annosde
idade, sem vicios, saber.do engommar por-
feilainenle, lavar de sabflo ovarrcllu, OWi-
utisr e coser alguma cousa.
Em casa tic J. Keller &
Cumpanbia D& rua da Cruz n.
55, lia para vender dous encl-
lenles pL.nos fortes, ede urna das
melliores fabricas, chegados lti-
mamente da Europa.
Batatas novas
Francezas, em gigos de 4o li-
bras, chegadas no briguc Cesar ,
por precos muito commodo* : no
armazem da travessa da Madre
Dos n. ai.
A 3,000 rs. o corte.
Na loja da esquina, quovolta para a rua
do Collegio n, 5, vendem-ae corles do meias
casimiras a 2,000 rs., bonitos cortes ue
cambraias francezas de coros, a 3,200 rs, o
corte.
I'OTASSA.
Na rua de Apollo, armazem n.
a B, de Leal Res, vende-se por
preco ra.oavel, muito nova e su-
perior potassa, ebegada ha pouco
do Bio de Janeiro.
Vende-se na cadeia de Olinda, um es-
clavo, creoulo, de 23 annos do idade, muito
possantc, para fura da proyinci
pretender dirija-so
n. 14.
diatamente pagos todos e quaes-1 i,aixoib> sobrado de um
quer premios que .saliircm nos bi-
Ihetesc ciutelas uas lojas j an-
nunciadss.
andar n. 13.
Bilhetes 23,000
Mcios 11,000
guarios 5,5oo
Uitiivos 2,800
Vigsimos 1.3oo
Palhogonesia homeopatbica do Dr.
A.J. Mello Moraes.
Chcgou no vapor S. Salvador, esta grande
720'obra od 11 -11 volunto, o do grande alcanso ,
2,210 para o povo eurar som precisar de mdicos :
2,000 na rua do Crespo, loja amarella n. 4.
U cautelista Paria Barbosa
recebeu bilhetes da lotera do tbea-
tto de Nictheroy, c os expoz a ven-
da na ru 1 do Queimado, loja de
Gouveia & Leite, na mesma ca.a
! paga sem descont os seus bilhetes
premiados. Eis os presos:
Bilhcte inteiro 22,000
11,000
5,5oo
Vendse urna irmicAo propria para lo-
ja de miudezas ou qualquer cslabelecimcn
lo ; fa/-s todo o negocio por su dono I r
do ae retirar : na rua 1:0 Pilar n. 137.
- Venle-se um silio no riacho do AL'oa
Fria, com uina boa casa, o com Irczcn'.os n
tantos pos de coque i roa novos e licitando
ver occullado.Francisco Caldas Lins.
-- llesapparcceu no da 15 do passado, as
7 horas da noite, do Hotel Recife, o pardo
Kviju I que fui do senhor 1.11,7. Rodrigues
Selle, e como polas circumstancias quo pre-
e leiam a essa fuga presuma-se que elle
procure a todo custoevadir-se, rog-se as
autoridades pulicises que o rccommendom a
seus inspectores o pessoas do conlianca,' li:n
de ser descolierlo o capturado : o pardo he
baixo, de idade 23 anuos, meio corpo, sem-
blante carreg'do, leudo una pequea cics-
t'iz ni fice, anda calcado e fuma : levoi
chapeo do seda prcto, e anda com urna beu ;
gala lina ou junco, e inculca-se por forro-
anda frequentemenlo no baiiro da Roa-V'is-
fructos, baslaiilo pasto para vaccas, muilo 11 aonde sompro he encontrado: quem o
lina agoa, urna exc lenle baixa para capim, pogar leve-oa rua do Trapiche n. 5, que ser
1,920
720
280
210
160
140
320
560
800
610
120
quem c
iadeira do Varador
a,801)
Meio
Quarlo
itavo
Vigsimo 1,200
Luvas enfeitad^s para noivados.
Ven.lein-se muito ricas luvas de pcca
para noivados, do melhor goslo quo. aqu
tem vindo : na rua do Queimado, nova loja
de miudezas n. 47, de Antonio Jos de Aze-
vedo.
Vestidos a 1,280 e 2,000 rs.
Continua-se a vender cortes de vestidos do
cassa de cor, com 6 vras, por 1,280 rs. cad
vinto ou vinto o cinco pos da laranuenas o
jaquoiras, e mais ps de differont.'S f> uctoa :
11 tratar na ru-i .Nova 21, lercei o andar, das
6 ns8 lloras la mantilla,e das 2 as 3 da lardo.
Vendem-ae tres molecoles do idado 14
a 16 annos, ojlinios para tolo servico, qua-
lro escravos de bolillas liguras, do servico
do campo, um 1 linda escrava do idade 17
annos, do boa con lucia, um mualo do ida-
110 30 annos, que cosinlia bem o diario de
urna casa : na la Direila n. 3.
Vendo-se urna halanca grande, propria
para armazem de carne ou oulra qualquer
cousa, sendo conchas e braco : no armazem
de aola no caes de Ramos.
Loja nova.
Vendem-se na loja nova da ruado Rangel
o. 8, capotinhos de seda furta-cores borda-
dos de maliz corn coleto de setim e gorgu-
rflo bruen, um completo sorlimenlo de
manteletes pretos muito enfeitadose da ul-
tima muda, capotinhos de fil prelo borda-
dos de seda, chales de seda de varios la ma-
chos, voslidos de cambraia de cores de tres
babados, manguinhas de linho para vestidos
le manga curl, cortes do Ifl do camello,
vestidos lino do cambraia branca com fron-
tispicio bordado, boas luvas de seda aina-
rclli para senhora, um completo sorlimen-
lo de trancas pretas linas propri.is para en-
feitar vestidos, loncos do seda com franja,
loa pretos de linho, mullo bom Surtimeulo
da cambraias de seda, e do moias de II. da
Escocia para senhoia, e outras muil8S fazeu-
ii is que se ven.lem por preco cammodo.
-Vende-so urna prela moca de muito
uur, cun o v.ras, pul 1,201/ 1.-,. uau. ......... -., -------- ,---- *, .. 1 ..
corte; ditos de risesdo rancez, cores lixas, aibonila ilgura, com muito bom Icilo. de 15
2 000IS. : mioja do sobrado amarello, da ruado Queimado n. 29. moco de bonita figura, e uina proia idosa
-- Vende-se sal doAssi, a borJo da su- Com grandes habilidades : a tratar na Cm-
macn Flor do Angelim, fundeada no I orle boa do Carino, priineiro andar, do mauhfla
do Matto : trata-se na rua da Cruz do Reci-'al aa9 horas, o das 3 horas da tardo om
fo 11. 33, om casa de S Araujo. .' diante.
recompensado.
No da 26 de sitembro prximo pas-
sado, rn.'ii ,111 2 escravos com os signaes o
numes seguales : primeiro lu/, crouulo,
cor fallad), de 24 a 25 annos do idadu, b ii-
Xo cheio do corpo, pc.i peq renos, frsroco
grosso, olliar c rraucudu, nariz grande c
11111I0 clialu, e com marcas de Ur siJo cas-
tigado c im acoulos por mais de urna voz,
fui escravo do Sr. I.uiz do Rogo Rarros, de
.ir-iii passou para o poder do Sr. Jos Ca-
ntillo do llego Barros, ambos er les senlio-
res moradores no Monleiro,o segnndo Xa-
noel, cor feixada, creoulo anida mulequo,
baixo, seco do corpo, e com um p encha-
do, e urna cicatriz de golpo cm cima do
peilo do p, c o dedo grande do mesmo lo-
ra. o, cuja cicatriz por ser nova anda lem
a pelo iinii e 1 : quem os aprehender e con-
du/.ir a seu senhor morador do engenho do
llodizioda frcguozia deS. I.ourenco da Mal-
la, ser generosamente pigo do seu Ira-
balho, e do qualquer despeza, que fizer
com a captura ; e uo queren lo leva-Ios ao
tillo engenho, poder procurare entender-
so com os lllms Sis. Domingos da Silva
Campos, morador na rua das Cruzcs no Re-
cife, lente Sebastian Jos do llego bin-
lo morador no Monleiro, o Francisco Ceta-
rio do Mello, morador em Apipucos.
No dia 22 do crreme desappareccu d.t
engenho Cinipapo da comarca da cidade da
Victoria um escravo de neme' Silvestre, da
nac-lo Costa, 1 lio, secco do corpo, pomas re-
gulares, bem parecido, e he bem fallante,
tem urna pequea ferida em uina das per-
uas; por isso roga-so as autorida ios poli-
ciaes, o aos Srs. cji itilcs de campo hajam do
o apprehcnder, polendo-o levar ao mesmo
engenho, ou nesta praca a rua da l'raia 11. 3,
queserflo gonnruaamenle iccompenaados do
seu trabalito.
I'krm. : Ttp. us SI. F. os Finu. 1842.


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