Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03370


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Full Text
a
wh*"'
Anno XXVIII
Segunda feira 25
DIARIO
deOutubro de 1852.
N. 24 ir
PER BAMBUCO.
n Pni'l"io AnikMTino.
plv trlraeitre ...].........
Por icmntre .............
Por niin .<-..
PiannlNTIU DKIIIltl.
Por quiltel..............
M OTICIA l> DO IMPERIO
Para.;.. i de Oulbr Minas... 8 de Selbr.
Maranbao. 5 de dito S.Paulo, t de dito
Cetra.... o de dilo R. deJ.. 16 deCutb
l'arahlba Ir. rdito Babia.-. 1 de dilo
IA.RDA inini, ABRIMOli,
4/00*125Seg.S. Crlsplrn.
8/000 2 Tere. S. Evaristo.
ia/uaolj7Quart.S. Elesbao.
Jatied* Orpa*
l.f.m lOborai.
I. tara incivil.
iSOuini 5 sim:iiit-:. e 6, ao meio-dia.
4/f.Ol r .lulas Tadeo.
'*a Seal. S. Bemvinda
li.Sab. S. I- uno ni. ; S.
Macario.
1 Dora 22. S. 1.111111-
lloo.
f nimia.
l. e 0. a lo borai.
2. vara do civil.
I. eiabadoaao melod
Itlafo.
Terca e ailwdoi.
nainaii
defcate i 2o, as ihoraie'J.i mlauto dara.fOo
Chela a 28, ai 3 horas 24 miautos da m.
Mingoanle i 6, ai 8 horas 18 minutos da m
Hora II, as 4 horas e 4(j minutos da m.
auaiag ojb
Primeira i 3 horas t f minutoida tarda.
Segunda s horai e ao minutos da maabia
rtiTian aoa ooaarioi.
iit Parahlba, ii seguidas i textae-
lelrat.
Ftlo-C-rande-do-Rorte c Victoria ai quiatai
felras
Bonito,Caruirn.eOaranhums no l'e IS dread*
miz.
FUrei.Oarlcnrj.Elu e Boa-Vllta Al 3 c 28
Ollnda, todos os das.
Tados oa Correioapartemaonelo-dia.
BTOTiciAl HTEiagiiiil, oABtnioo na 33 oa ohtdbbo
Sobre Londres,a 28 por i/DOO d.
Portugal 14 de Selbr. Auitrli;. de Setbr.l Parla, 3.'0
Heipanha lodedito ISulaia..:. a de dito. I Lliboa, 98 por canto.
Franca.. 8dedlto Suecla;.. 28deAgnito| ",TE.
Blgica... de dito Inglaterra 8 de Selbr. Ouro.Oncas hespanhola.......'.Y.V.
Italia..;'. de dito '..-Unidos 2o d'Agoilo Hoeda de 6/400 relhas........
Alemanha. 8 de dito [Mxico... 3 de dito deo#400aova.........
Prniila ..;3f|edito [Callforala ide dito I > de 4/000...............
Dinamarca ai de Agt. Chlll. 9 de dito PrataPataedesbrasileiro...........
Runla... :9 de dito Ruenoa-A. 'SdeSrtbr. peioacolurauarios............
Turqua. 25 de dito Montevideo 5 dedito 1 Dltoameiicanoa..............
St/OM
16/100
16/O00
y/uou
1/9 0
1/930
1/800
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO Di FA/.F.NDA.
aaBBBBBBBBBBBBBBBBH ----------u i. naBBBBBi d(JS djrc|los ju |,OVOi ac.iba ilo tor lugar erfll
^JADIfi ln.en.ln nr.ecn.l.wln &^*&*$>J$*"Z ]?nTi I^S'o, legitima por suas nm
sulnilo e rccebedoiins nanceirodc 1851 a 1852.
em 25 de maio de 1810, quando inauguro*; dispunba a seu bel-prazer de nosso* thi-son
o imprrioda democracia eda justica, e pf^rra, os Hrasileirnse Orientaos retirivam se
clamou a rehabilita^So da dignidade do ho^jdeizando seus morios no campo, levando
mem vilipendiada so hombro as artias quetnham trazido,
Uo)* piando revoluo poltica o social^-laureadas pela victoria, e sobro suas cabo-
quo melhor pode chamarse reivindicaban? c,as ns beoc,3os de um pouo agro Ion ii
Atropellada a justiga com as execu^fles
arbitrarias de Paler-no, ultrajada a humani-
dade pela remessa de nossoseiladSos capti-
S-n-Pr-lr... .
NanoUo, .
P.iri.....
S-ii-P.mi.i .
I>.m.....
Pnr-rnlu. .
|Ii*Am .
Bergl|at. .
V-Cilh.isin. .
l'.-llli. ....
K.-S-miu. .
Il.-i;. ,lo>..rl.
AII-M.V. .
(."II ululo. .
Hr.-h-fh.ri. .
Mr"'W*...................
l^asalMb, ...............
......I..-.-.M..................
AlhlrAMI...........
i", ( C0M*)lll..............
f II. l'I.M.I.II.1..........
Mr-naWa .1.. Bbj fii*n -i t
RfnbvtWlt. Mm.....
Vll.in.l-c-. .1,. Sjti-J..--.l..->o
ilhwfafr. de Porlo-Alvgrr. .
AlUails'irntlr San-lUirt. .
I Vl.n.l^.,...........
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l gloriosa por seus meius, grande por seus
jlins. vasta por sens resultados, e invencivel
'pelos poderosos elementos deque dispfle,
no he f=eo9o a coulinua^So da immortal
revoluto de 1810, que ata o fio quebrado
das tradieftes da liberdade, levantando d
solo oa aeus principios cabidos.
is-ini uro.
cDuj^.aLii^ y^'^^ta^ci.
i, *
\ 1 it.l.i >|itl .ii'ti iiiiOf .iil.s lir li|iii.l> C n llluti .".|', f ti H Ulu *m ltainc>M i.ih.11... Hiimlr... m.....flD>3t, ili l. muir*.......i.Mnn. e-I.....no il iniiii-l.in. i!.. f/i-inlfl, priHI
nn.i* .la. iiranilr-j.i .1.-S^nt......1-- |-..rr.. .\l< j, .|ii. ptM ,i,ai.,-l! i|IH4rM O llfil M
-rr.u; g df s.in|ii.-li.'ml.T o llftlra I. IM r-i-.l. ot tWXkUH.....rlul ji.imi'iil.- ai
- : mMa pmi mtmm -../a,... .i, dltVrrnn .ln t.ini.. .t. lourlM -i^- ifri
A . AlMOl) ("i CItMIl (Mu .(....i.. |. 11 .lo iiK.rmWii l VSSt, C r.....U m.-mion.!- ln
nvtrr.
WWMoch jw! dM ff u foMleii, 4i .t- MiMbro 4 IRBt,
II INlr-tl......rU is'ii.l.. piiMt.
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(ni miliiilt I I.iijiii
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I--II.I. lio
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. Luii Vn m Ae San
GOVEllLNO DA FKOVIlNCIA. t^acclo da lotera concolida a favor dai
FXPP.D.E.NTE 00 DM .9 DE OTUB.,0. ^ ^^^^^^
OlllcloAo commando das armas rom-1 rio d.-i mesma Igroja em o da 26 do corren-
munic.ndo, que segundo conslou donlliciolte, confurm: participou o rospocliro thc-
do inspector da theaourana de fazenda. por souroiro.Commuiiirou-se a esto.
aquella repartirlo leo so gaia ao tonente
do eslado maior da 2* classe, Candido Frio-
ciaco de Carpes, para continuar a percober
os aeu rencimeutos na corle, nSose men-
ciomnl nella o roez de sold, quo a presi-
dencia Iho mandnu adianlar, por o nSo lar
querido re ceh.r.
ilo..-A' ilu'souraria de fa/en la nteiran-
do-a de haver, por portara il 16 do cor-
rento, conceJido um mez do licenca com
ordeoado ao juiz municipal de Caruar.
I.ourango Francisco d'Alineida Gatttlbo.
Flzeram-se respeito as necessanas com-
municscOei.
Dilo.A' mcsina commuiiirando, que por
despacho desta data, se concedeo cinco das
de licenfi om ordenado ao juiz municipal
do termo do l'o d'Allio Jos Maril Mosco-
so da Veiga l'esoa.--Fizeram-e as ouiras
cummunicacOes A rc.peito.
Dito.Ao juiz relator da junta de justica
transmiltindo para ser rolatado em sessilo
da m sina junta, o processo verli.l, feito
ao soldado do 10* balaihilo do infantaria,
Joaquim ios Leandro. Cnmmuiucuti-se
ao inarecbal commaiidant^ desarmas
Dito. A' Ihtiouraria da Tazeoda p
clal remetiendo a cunta da despeza
no mez de selembru ultimo, com o susten-
to dos presos pobrnsda cad.'ia do Brejo, pa-
ra quo estando conforme, man le pagar a
sua importancia (43,200 rs : a Simplicio Jo-
te dt Hallo,conforme requisilou o chofe
de polica interino.Communic iu-so a eale.
Dito.A' mcsnin declarando em resposta
aoofficiode 11 do correte, com queaqu'd-
fa thesouraria salisfez o quo a prosidcncia
Iherecommen lou em 17 do setoobro ulti-
mo, que na ircecadaeJJo da ren la de aue
trslaoart. 33 2 da le provincial n. 300,
se deve observar a pauta da mesa docousu
lado, a que se refere o seu citado oliiel.
cumprindo que a mesma llicsourana Qflo ao
laca as alteraces nos presos dos gneros,
que se fabrican! com materias primus Bl-
trangeiras, como tambeni di> as domis pro-
videncias neeessariBj para conciliar os iu-
teresses da lazenda provinci*l com os das
partes, e bem assim a vista das i nlonnaccs
quo remollo por copla exponna o mis que
llie occorr-r a cerca dos gneros desunidos
ao consumo d.s embarcaOes.
Dito. Ao director do trienal de guerra
dizendo que em vista de sua iniormacSu
n3o eonvem que seja arrematado o ferro de
quo trata o ollicio da presidencia de 37 de
agosto ultimo.
Dito.Ao inesmo para m.ndar admitiir
na companhia de aprendizes il'aqu^'llo arse-
nal, depois da lavrado o termo de que Iratt
o art. ido regulamonto n. 113 de 3 de Ja-
neiro de 18(2, o menor Jos Roben de .Mes-
quila, lilho da viuva jn mu Francisca Xa-
vier, licaudo S ve. cerlo de que nosta dala
se ollicia a respeito .o j ilz de orphilog des
le termo, a quem doveru ser aprsenla lo o
referido menor. uflleiou-se ao me.iuojuiz
para mandar lavnr o termo de que so trata.
Dito.Ao mcsmo recusando locebnlo of-
ficio, com que Sir.c. reinetleo dou4 outros,
que devolve, sendo um do inspector do tr-
senal de mariuha, pedindo dous africanos
Dito.Ao inspector interino do arsenal
de marinha rec immcndando quo mande fa-
zer os r meeiio., de que nccessila urna bou
que o l \m presidente da Carahyba enviou
para est. provincia no vapor Imperatriz, di-
vendo Smc. rcmettor a conla da despeza que
houver do fazercom esse concorlo, lim de
so providenciara respailo do pagamento.
Dilo. Ao alfares Manool da Azovedo Nas-
cimonto, en omaiid.iiiio do destacamento de
Timhauba e Mocos remellninlo por copia, O
olllclo em que o Exm presidenta da Para-
hyba ao passo que coininumca Inver Smc
projii t ipio Ma lora fejta p.ira auxiliar urna dili-
gencia, quo disvaria lor lugar em 1'eJras de
Fojo.
Dilo. Ao joiz de paz mais votado da fre-
guesia d'Agua l'reta. -I. n resposla ao seu
ollicio de 10 desle mes, teolio a dizer Iho,
quo alienta a doulrin. do aviso do 18 do ju-
nlio do 1819, o am consequencia da annoxa-
Ksla revoco, rolla pelo povo e para*"
povo, vem reahsar as promtala da todat at
revulucOes pissadas, que se tornaram este-
ris, ou pelo tangue derramtdo pelot tyran-
nos, ou pelo sangua derramado pela i-
darchii. i
Pura de toda a influencia de ciulilht-
gem, llheia a todo o interesso de partido,
isenta da toda a paixSo egoisla, e sem mait
exigencias do que o triumphodi le e glo-
nlicac9o di paz, ella prometa a todot que
t san laioin com estima as ga>antias mais
solidas e positivas como revolurjSo alguma
entre nos ipresenlou nunca ; sendo, alera
disso, por urna rombinacao de circumstan-
ciaa, a primeira revolucSo que falla aos po-
ros, nflu com a voz dos soldados amotina-
dos, nSo com a voz dos generaos vencedo-
res, ii.ni com a voz do povo sublevado na
pra^a publica, ni-ui com a dos governos de
l"' I 'i levintadus na pona das biiooetas,
"mas com a voz tranquilla e megestosa dos
represen lames log.lmenle Cirilos pelo pov
e do alto da tribuna parlameiilir.
A sal. de representantes de lluenns Af1
res, em Domo da provincii que reprsenla,
e no interesse dagloria da pairia,dirige boje
a palavra as piovmcias irmilas pormeio ds-
tica qne Ino assisle na causa quo sustenta, e
os principios que hilo do guiar a sua polti-
ca ult'-nor lugo quo a t'anquillidade se le
nba restahelecido.
A revniucao de Buenos-Ayres nao he filha
da colera, nem sera nunca" mSi da vingan
ca. Se o povo de hueuos-Ayres em massa
uiii,oii m.1o da espada, f-lo com o vigore
a s i i-iu.l i ie do apostlo, para mviudicar
seus diroilos conculcados, e para encrus-
ta-los depois do l iumobo no diadoma re-
publicano quo ha de cingir a fronte da Re-
pblica Argentina nos abencoadot das ai
paz. Us fados palpitante fallam com a voz
cloquale da eviduncii ; o todos, a cada nm
dos lillios da grande familia argentina po-
d -ni coinprova-los pondo e mffo sobre a sua
rouscidiicia, para que a sala de representan -
les de Bu. lus-Ayres uecessile, ao justificar
a sua allilude, f.zur msis do que evocar as
recordacoesqueexislem na memoria de lo-
dos, do actos de iiiconleslavel uoioriedade,
e de dotuuieulos que sao do dominio pu-
blico.
A piovincia de Buenos-Ayres libertada da
tyranma de llosas palas ai mas alliadas que
iiiupliaram na balalha de Caseros devia
erar, e creo, que a liberdade que se liie pro-
iii > l: ii era um facto, que a folera(;aoque se
proclamava era urna verdade, e que us pac-
tos solemnes ajustados entre os illiados pa-
ra deixar o puvo em perfeia liberdade para
organisar se teriam |or lim o S"U leal e
vos desconhecidas as leis da civilisicfio pelo
despojo da nossa propriedade legitima, e
vio-ladis as nossis insliluicilas provinciaes
pelo modo Irregular porque se dispunha das
nossis rendas, o general Urqulza alfentou
por lim contra a digniJade humano, que
inda existia de p, dirigindo ao povo de
cao do torrilorn que antoriormente per- ^..ynio cumprimento porque nao eram s as
leticia do Rio Formoso, s poda ter lugar iairnss alliad.s as que dernbavam a dicta-
oaccreicimodamaislreseleitores, que bcdur, do ,l0SaS) ,,s lalnriema opiniBo do
a difivrenca que existe enlre on. de29elei-| povo que o liuha abandonado. As primeiras
rarmii- lores, queda a parochia no lno Formoso, e p,|BVras do geuoal Drquiza no da seguin-
"-'. o do 32 quo tona direilo a dar aoles da des- ln da ^Miu cauliruiaram esta crenca, pois
memhracao do territorio, que a essa foi an-1 na ,ir.0)ls,ao ul. confirmar provisoriamente o
oxido. Cuoipre pois que nest sonlido goverllo ,ja provincia ao Dr. D. Vicenlo Lo-
pes dizia-lho om urna nota datada du 4 de
reforme Vmc. o seu edilal, dcrlarindo que(-s ,nza.|||"0
a parocliia d 22 eleitores, o n3o 28, como f,.Verfiro :
Vmc diz no seu ollicio.
lli'O. A directora da ;i-s iri i;;hi com-
mo'cial dizendo que vista das informacoes
o parecer, que remalle por copia, nao podo
ser deferida pela presidencia a reprsenla-
cao q'aquella direcloria, sobro sorem con -
sidoradas uleis is 21 horas concedidas as
oiiiliarcaces pequeas para doscarregarcm
as meca lorias nos navios surios no porto:
entr. tanto recorra a mesma diraclo'ii ao
llicsouro nacional, se assim llie parecer con-
venionle.
\csle encargo dou ao magnnimo povo
da Buenos-Ayics urna garanta positiva
a de que as suas instituifes ser3o respti-
Udll ... i ni .iie o general em chefo do cx-
a crcilo alliado libertador, lendo feito do-
sapparecer da acea publica D. Juan Ma-
noel de Rosas, quer denar uo povo a
quem ello op, dada | ara dispor de s ns destinos.
0 povo, vido de esperanzas, levanlou ao
Cii suss mos laceradas pelas ca loias em
oenos-Ayres a proclamaco a2I de feve-
reiro desic aono, que escandalisou o
mundo.
Essa proclamacSo, inspiricJo feroz do
oaudilho, evocando recordaQdes do odioe
exterminio, impoz aos ri ladaos, em nome
le urna mentirosa fuaSn, urna libre de in-
famia ao obriga-los pela Torca a usar da lita
vermelhi que tinliam pisado no da t de
f'vereiro quando se julgaram livrcs e res-
tituidos io gozo da sua dignidale. Essa li-
li, honrosa para os soldados libertadores
(Orno divisa do gurera, symb disava para o
povo do Buonos-ayres vinto annosdees-
CrividSo, do luto, e de agona. D"sde entao
desvaneceram-so as esperanzas quo pnr um
raomeido so tinliam reunido om lorno do
asme do vencedor de Rosas ; j o povo nao
etperou nada sena.) de si mesmo. viu que
o t'alavam som consderaQao alguma Como
povo conquistado e mo como a povo li-
rtado, e preparou-se em silencio para
tncipar-so da sua funesta influencia,
e j pesav sobretodos como um jugo,
As cleiQes para represenlanlos da assem-
ii provincia 1 dora ni occasiSo a que so
islrasse abertamento pela primeira vez a
mpopularldade do general Urquiza em lluo-
noS-Ayres As listas do povo Iriumpharam
nts convicios pblicos por grande maioria
de suffragios, fazendo vigorosa opposicflo
Iscindidaturas ap.iiadas pelo general Ur-
quiza, apozar de ler este enviado todo o seu
exornlu a volar, violando sem pudor a nos-
II le de el ni.as
A sala dos rejrescntanlcs da provincia
imugurou-so sob os auspicios do tritimpho
do povo e rodciada com a mrenla da sym-
pathia universal, sorvindo assim do ncleo
ao descontentameoto e de alvo an general
Urquiza, quo guardando-llio o rancor da
sin derrota eleitoral, via levaular-se com
ella o muro da bronze da opiniSo publica
(i general Urquiza, costumado a mandar
dictalorialmonle na provincia de Enlre-llios,
Completamente alhemaos tramites do urna
ordom regular que via funrcionar pela pri-
meira vez em sua vida, som comprohender
que o pnvo pode governar-se por si, e sem
.-"-'eii.ir que o liomem polo ler vontade
o lien-na da daquelle que liver em sua
mSu a fres bruta, julgou ver urna hustili-
dade direcla e manifesla om cada um dos
actoa normaes desta sala.
Taes forain us primeiros passos da polti-
ca do general Uiquiz a respeito ds provin-
cia de Buenos-Ayres.
As provincias irmaas bem sabem qual foi
a sua poltica para com eilas.
As primeiras palavras do sympalhia lo
general Urqulzi ao dirigir-so n- provincias
lo interior foram a favor dos govornos vi-
talicios, n3o a favor dos povos reunidos; a
favor dos mand s irresponsaveis, nao dos
oppnmldos pela sus barbara tyrannia. Foi
assim que os povos da Confedaracao Argen-
tina puderam ver com dr o assombro o ar-
bitro supremo da siliiacSo estender a mo
migo aos verdugos das provincias, quo
que regulasse o modo c a ftna por quode-
veria fazor-se a cleifSo de depntados o a
reunan do congresso geni conslituinte que
tinli.i do organisar a repblica, arvoraudn as
t-hoas di le n 'ii u las de commum re-
cord. O governsdnr de Buenos-Ayres foi
convidado para essa reuniao, n parti para
S. Nicolao sem pedir inslruccfles \ sala para
trit8r, nm fazer sequer presentir o objecto
quo o levava.
O general Urquiza, som consultar pira
cousa alguma a vonlade geral, assim romo
no linha consultado a nossi, investido por
si o entre si para n reuniflo de governadores
de todas as (acuidades de um poder cxccuti-
o nacioml que pndesse delegar o seu po-
der, e que, alm disso, tivesso ficuldade do
legislar para todas e para ca la urna das pro-
vincias, cstaluio relo accordo de8. Micolio
umt verdadeira constituirlo provisoria que
o armava do um poder immenso, maior do
que aquella quo om caso ilgum poderla ter
o presdanle i,ue se creassa.
Tal poder, falso por suas bases, illegili-
mo pala .sua o- igem, funesto pela desmura
lisai.au quo devia iatro luzir na nn-l iiuie.ni
futura e pelos pergos de quo rodeiivi a li-
berdade renasc-nte, ora, a' n disso, inal
missivel como desptico e altonlatorio a
digni lade humana, porque constitua urna
verdadeira diciadura.jrrespnnsavcl, sem li-
mites, sem contrapeso, odeumi duraejo
indefinida. Nflo salisfeito com a minien-a
somma do po ler CO01 que so fizil inve.-liro
general Urquiza, I' z com que se Iho decre-
lassem por essa mesma reunito tiltilos. pro-
mina e medalh'S, premios o r naciouaes quo s ao congrosso compela de-
cretar. ,
Nao obslaiilo tudo istn, odo ver mallogra-
do or emquautn o grande icnsamenlo da
v'innno s" deste modo arbitro e dono de
ludo quinto a divindado den ao homrm
para ennbrece-lo, de ludo que a rivilis.eni
tem oonqolstado para fazer a felicidade do
genero humano, do tudo quantn a revolucSo
hiivi.'i fundado o proclanado consultando o
melhor goveruo da tocltdlde.
Buenos-Ayres foi real e elfectivanienlo
tratado cuino povo conquistado. Destruida
sua independencia provincia], despojada
dos attributos da sotierania, espesinhadas
suas inslituices, sem direilo do ter urna re-
presentarlo e um gnverno proprio como is
nutrs provincias, submoltida n censura pre-
via e a intuiiidnco, sem direilo do fallar,
nem mesmo so quer d do captiva,afTIicta aos pos do irritado vence-
dor, quo calctldo-a annunciou aos|povos da
repblica que cotiecava a era da organisa-
r.ln nacional.
Foi assim quo se intugurou o directorio
que devia velar pela sustentarlo do systema
federal e presidir orgauisacao constitucio-
nal do paiz ; foi i-sini que > se deixou o
i magnnimo povo do Huenos-Ayres em
k comploia liberdade pira disr dos seus
destinos
Adopta lo o principio da quo fluenos-Ay-
res nao linha direilo a governar-se a si mes-
ma como provincia federal, este principio
nao tardou a sor levado as suas ultimas con-
tequencitt, e o gnvernn da faeloda provin-
cia, croado pola vontade de um dictador, dei-
xou da existir pola uiesuia vonlade, sondo
substituido pnr oiilro poder igualmente do
facto, quo so refundi na |estol do gover-
nador de Entre-Kios, director provisorio da
CoafederacAo, it-an latino le Buenos Ayres,
o n virtude do Ululo da bol I lia do Caseros,
como so o triumphode Caseros nSo fosse a
proprio lada da incoo inleira o de seus ge-
como so ella s tivosso
. giDitaCAo nacional pela ambic.lo vulgar arusos alijados,e
da um botnem quo no linha sabidu eolio dado direitos ao vencedor o obiigaces d
car-so na altura da -i'.uai.'ao, nao obstante
tu lo istn, a tila de r-presentamos de lino -
nos-Ayras, sem enirar no fundo do negocio,
reclamou o imprescriptivel direitoquo liaba
de tomar parle em nome dos sois comine-
les na dis uss3o de um assu opto quo nlTec-
tava a s irlo da provincia, o desuno do su s
obedoiicia* crga aquellas que, em desprezo
da dignidade humana o na embriaguez do
seu orgulho, leva a insolencia de chamar
vencidos
Roto o pacto social, desprozados nossas
Iris, dostruidas nossas garantas o ipplictdo
> direilo do mais fono ao governo da socie-
nstituices oo futuro de seus mais viliesHide, as tisurpuO-s e hiiiiiilhaciiossuccade-
interesses. rim-sccom ra-jidez para osle poyo infeliz o
Vendo nmeacados ossa torta c esso futuro generoso, que nem com o tloriflo|otublimn
por um acto que, a ser tolerado, nos entre-
gava maniatados ao capiicho de um ambi-
cioso que jiioria prescindir da vontade do
povo, a sala do represantanles, elavaiido-se
a altura de seus deveres, acudi com derisao
o valenta ao ponto ameacado, o por unani
di vida, nem com a passiva rosignaeo do
abatido, nem com a digna modoricao do va-
lor civil, tem podido comprar o direilo do
viver em paz, o do pensar com liberdade. O
general Urquiza, constituindo so a si e anlo
si legisldor absoluto da Confaderacao, mar-
midale dovotos ileclarou pela le de 10 dejehou a passos de gigante para a orgauisacao
junho do prsenle anuo quo o accordo de S. nacional, que para olio nao era senloa con-
.Nicolao nao leria elleilo nem sena obedeci-lsolidacao deliniliva do seu i oder, e a ulti-
do por nenhumi nutoridado da provincia I ma saiicc3o dus ttulos do propriedade quo
emquanto nao fosse volado de conformid-*iam lorna-lo si-nhor legitimo do governo da
de com as nossas lela.
Era lal a justiQa da oossa exigencia, que o
governo da provincia, colhgado com o ge-
neral Urquiza coulra a sala, u3o p xar de reroiihecer que ella obrava perfaila-
monle no circulo de suas alliibuices, os
elTeilOi do accordo do S. Nicolao foiam sus-
pensus, o o accordo fui submollido cousi-
derac3o da sala.
Desdo esto momento o pacto do S. Nicolao
deixou de ser accordo, e passou ser trata-
do ; porque a mente do general Urquiza, co-
mo o indica o proprio liliilu dasse dneumen
repblica.
Aperar do tant-s violenciis o desacerlos,
anda poderla o general Urquiza fazer algu-
ma cousa para a l'alicda.la do pilf, se pon-
do a (orea ao servico dos principios, tives-
so impedido os povos com mo vigorosa pe-
la estrada larga da salvacAo. I'orm nao,
longe disso, laucando m!fu di represso n
da conopc.au acabou por manchar coroa
do seu Inumpho, desvanecondo tristemenlo
as ultimas esperancs quo cslavam reuni-
das om torno da sua pettOl, que por I-
guot linda era considerada necassana.
accSo de gracas, e deu ao general vencedor
Dilo.-* ornara municipal do Recio m- u ^o1o rJe^ibwlador.
commend.nlo em visti de sur. inlormic3o ,,,., d|as de Juzetos dos prisio-
que cn.me os possu.dorcs dos terrenos Ha-1 nejr0j feilM do baUln, eram fu.
gados, que ficun por Iris do convento do ,llMli serc forma ilgumi de processo em
(.armo, a fazer os atierros necessirios para | lorn(J di morada do libarlador, eseut cada-
d cecico das aguas all estagnadas, quo
tanto prejudicio a saude publica, daclaran-
do-lhes, que he iso do seu dever, e quaodo
ii5nouiii|ii.ii com a precisa brovuade a
presidencia fara reverter essas terrenos io
dominio publico, e ent3o mandara f-zer o
atierro necessario.
Dito.A' cmara municipal de Nizareth
lizondo ficar intoirado da terem sido arre-
matadas por 1:117,800 rs.. as reas d'a-
quelli ramara em o cxerc.cio municipal
currante, menos o imposto do sopo e repeso
do icougiic, por nSo ter apparecido lanci-
dor a ello, e declarando que deve a mesma
rsmua procoder a respeito da arrecada-
ca do referido imposto, como julgir mais
vantajoso aos inleresses da municipalidade.
Portarla.ApprovmJo a gntilicacao an-
nual de 2U0,000 rs., que a administris J do
patrimonio dos orpnaos arbilrou ao rospec-
livo cobrador, Jo9o Francisco Toixaira. pe-
lo trabadlo de dirigir e vigur os concertos
e reparos qu-j sa houveren da fazer nos
dos que se acham depositados ne,sa reoar- pr0 j,S dl/ patr,onio dos orph3os -Fize-
ticao, para soiom empregaios no serv.co do:ram.se rcs^ito as necossinis conmuni-
mesmo arsenal, o o oulro do inspector i!i'cac thesourariadcf.zonda,roquislandoatro-| oju.'_Nomeando em vista di informa-
ca dos af. canos Joaquim a Toiago, empro- do djrcc|or do argena| de f e dfl
gados n hmpesa da refrnda thosourana, onr0rmid.do con o dispnslo no art. 16 do
vislo n3o terem
edecl
respe
que S
se requisita no 2.
Dilo.Ao mesmo para fazer recolher ao
Foite do Buracos plvora quo voio do Rio
de Janeiro, burdo do brigue Fiord* Rio
Dito. Ao director das obras publicas pa-
ra que mandando eliminaras obras que o
arremtame do sitio do Jai .leu Uotanico da
cJad He Ollnda coutralou fazer na rusa do
mesmo silio, lavre o termo do estilo, no
de 3 do jan:iro de 1812,
do Alcntara pira o lu-
prendizes monoros do
veres eiisiiiguenlados ladeados nos fssos de
l'.lerui'.), ou pendeutos das arvores, ficaui
insepultos por vanos dus para servirem de
espectculo ao povo libertado. O povo quiz
offuscar a vista com o podo campo de In-
tu na pira nSo ver nesla hecatombe Ilumi-
na a resurreic.io do terrorismo, quo aliava o
cutallo Ji g.slo da caduca dictadura na
mesma pedia da ara da liberdade.
Ao entretanto, uns 4000 prisioneiros fei-
tos uo campo de batalha sem dispararcm um
tiro permanecalo delidos no acampamento
ilolili.ii indur, e 700 dolles,lo los cidadaosde
Buenos-Ay es, pertencancentes s classes
desbordadas da sociedade, s3o retnettjlos
captivos para a provincia do Enlre Ros, on-
de gemem anda como escravos na orphio-
dade e na miseria, povo libertado senliu
aquello pedac.0 da sua carne queso llie ar-
rinciva em nome do trlumpbo, porem an-
da n3o quiz duvidar de que poda ser livro.
Ao ni'.sino tompo eram declarados preza
do vencedor lotos os parques e depsitos de
guerra di provincii de Buenos-Ayres, cujas
armas e pelrechos se remeliiam a toda a
prsssa pan Entre-Ros, comoto se tivesso
premeditado de anle-mao desarmar-nos. O
povo lliava com manifest descontento-
ment para estes solos do verdadeiro des
pojo, porem anda irepidava orn por am du-
vida i rectdSo de intencOes do general Ur-
quiza, perqu cria que com isio Ihe p.gava
a gntilcacao mensal j d0 prevoda liberdade e o mes-
do 2o,ouo.--i.xpodirarn-sa t respeito is ne- I .....- .:..:.---------..- .---------.-----
cessirias communicaces.
tH
EXTERIOR.
PROVINCIA DE BL'E.VOS-AVRF.S.
mairaato.
nm em quando via as ronds da provincia
passirem quasi totalmente pira as suat
'm.iiis, pira que as emprogasso a sen h. I-
iprazir sem obrigac3o do dar coutas a nin-
guoin, o mesmo quo linha foilo com as a-
"'vuli.i'Ms soriunas qne o Brasil Ihe linha
(subministrado na qualiJade do empreslimo
I nacional.
caso ileso achuom s dilis obras executa- A sala de rc/ireienlanles r/ provincia da llue-} tuiobro e generov coinportamento dos
das, de couforoiidtde com o termo quo re- nos-Jyres non ijovrn'.t e cidado$ das pro- allitdos fizia sohresihir iniis osle proce-
maitepur copia. vinciai irmdas da ConlederacRo Arjcnlinajaer. ludigno da nossa rivilisacJo. l-.m
Dito.AoS substituto do juiz munici- A provincia do Buenos-Ayras aprsenla-quanio o libaitador i.rgenlino se banliiva
pal di 8.* viradeata cidide inteirando-o de se boje periuto o mundo e aeus irmfios ni jem nofso singue, o.cravisava nossos cidt-
liaver designidoi Smc. pin pretidir i ex- illitudc guerreir o decidida que assuiniu Jdaos, despojsvanos coinoa conquistados, e
lo, linha silo estatuir definitivamente, sern! As ren las da provincia foram em gran-
deixarios povos liberdade para acedar, re- jdo parle dilapidadas, tenan lo em v3o com
pedir oumoililic.r o convoncionado pelosicllasa coriupcSo, como se a opiniSo publi-
governadores. Nao obstante, rotrocedeu por ca pudesto terco n piada, como so ocorac3o
um momento, intimidad com a aliludegra podaste ser avadado, o como se a liberdade
vodesla corporar-llo apoiada em seu incun- Ipudesse Irocarse por um punhadode ouro.
lestavel dimito e na forQi moral da opiniao i A fulura cunsliluiciio quo devia regar o
publica quo acabava do minifestar-se de paiz foi escripia e sancciunada de iiite-mfio
linham" feito estrenieccr de espante a lu- urna manoin expleudi la cu. urna pelicSo es- .no gabinete do director para ser Imposta au
manidido. Applaudio publicimer.te os fu- puntanea dirigida a represeulacao nacional congrosso o aot povos em nome do diroitu
zilamonlos do Tucuman e procurou robus- por mhtres do cidadaos quo pediam o mus- do conquista que so arrngava o vencedor do
tocisr o funesto poder do sovernador Cutier-.mo que ella fazia uaqucllo momanlosupre- Caseros, oque applicnla ja a Ducnoa-Ajres,
rez. Sustento.! por muilo t"mpo a osp>n-|mi> e decisivo. la entiUr-ie em alaior escala, pplicando-
tosa uminislracSo do govornador Lopoz i A sala entrou na consnlcric3o do arco.,lo,'se a repblica toda
om Cordova, cuja legitima revolucao quiz o comecando sobre csio atsumpto umi dit-| Disnoz-se da sorte do lo ios som a nin-
sulTocar hall quanJo rebentuu muito a cussilo solomno no di. 21 do junho do pro- guorn te consular, e pura sellar Ido ano-
seu pezar. Piestou ellioaz i.oio io gene- sonto anno, procurnu de boa lo um remedio mala e immoral ordem do colisas, s elei-
rai lleuivides, autorisandn-o d sto modo para o situadlo, proeuraiiiorepari.ro mal ces de depulados rara o congressu .ize-
para oporirair a provincia do San-Juan, cuj que a imbcjlo impaciente uo general U- ram-se sem quo andado nem a campanil
emoncipo53o prxima a cunsummar-se de- quiza t.....a feito n. g-an lo obra da organi- de Buenoi-AyrettlVOMem pa U Mlltfda-
tevccomasua influencia o con. as imca-leo nacional. Ella quera que a orgauisicao positando livremeiite o seu sullrag o iau-
cas escriplss, de quo foi portador o seu pri- fosse o multado da vontade geral, livremon- na oleitoral, rcsiillaiido ili ah MfM elMtaa
mero commissionado junio dos governos
do interior.
O niovioiento popular de Mendosa quo
rcstabaleceu o governo legal niquella pro-
vincia foi aceito por elle com manifest des-
cor.lenlamento, e s pela impotencia abso-
luta em que so achava pin reprimi-lo. Sil-
la, Jujui e as unirs provincias que segui-
ramoseu exemplo viram-se livres da seus
ciudlhos, aposar da vontado do libertador,
e se as leis recobraran) o seu imperio nessos
povos dignos de melhor sorte, 13o profun-
damente mnriilira los pelo infortunio, este
henelicio nSofoidovido cortamente to ge-
oeral Urquiza, e slm ao valor e io pitriolis-
iio dos seus nobres filnos.
Em urna palavra, na aua poltica para com
it provincias irmSes demonstrou elle em
to expressada, e quo consultados os uleros-1 por algtins individuos que so a.iresontaraoi
ses recprocos de lo las as provincias so as mesas escrutadoras duit pessoss, quo
lizesse urna obra solida o duradoura, quo, 'com aquello titulo foram revestidos do lo
acoda por lodos e convindo igualmente ato- clavado carcter, para serem depulados,
dos, emanaste de sua bota natural para quo n3o da nac3o mas das volitados supremas
assim resist.ssi melhor s exagerac.-s dos le absolutas do genera Urquiza.
partidos, aos perigot da tltUlCfio e s tem-1 Tudo so volava, tudo eslava falseado, tu-
pa. -.
peslades dos lempos. A voz deslompora la ;do era oicnl ira
da palxo erguousa no meio do debate : os
ministros suslenlavam a conveniencia do
accurlo do S. Nicolao, c rosultou dahi urna
crise ministerial quo acarrelou co.nsigo una
crise governat.va.
0 governadur proprialario da provincia
resignou o poder ua mesma occasiSo em quo
o sou ministerio so demdlia. Antes quiz ca
lili co
do que coo.-er
lenlida liberdade, mentido li birlador;
Mentida fusio, mentida federaclo.
Mentida organismo nacional, mentidas
cleiccs, tn intiJo congrosso nacional, men-
tida consiituicSo, mentida regeneracao.
Somonte era verdade a humilhicSo pre-
a queda do um
todos os seus actos, em lodos os s-us dOCU-l resolver o dillicil problema da situacilo lias
montos, om lodas as suas palavras, quo li-
nha Iriumphado para os govermntes o nSo
para os governados, pira os oppressores e
n.io para os opprimi los, para os sacrllicado-
n-.--o'n.io para as victimss.
Desdo entao todos poderlo presentir quo
o geuoial Urquiza marchava a substituir
tyrannii cabida, orgaiiisando a seu bol-pra-
zer i repblica irgenlina n.io segundo a
vontado do povo, mas segundo o sen capri-
cho, n5o seguodo a conveniencia de tudas
e cma urna das provincias, mas segundo o
sou interesse individual, subslituindo assim
a tyrannia constitucional tyrannia irres-
ponsavel, a hypocrisia ao cymsmo, as fai -
rns de urna liberdade mentirosa as violen-
cias de nm poder francarnenta brutal.
NSo obstante via-se anda no g neral Ur-
quiza o liomem quo rcunia em lorno de siJ
prestigio.da vicloria o os elementos na'1"-
aies, e posto que se Ihe negasse a ir-elli-
gencu da situicSo e as rectas otei.->)as do
patriotismo, esperava-so t\eimi,~oa* ""
um congresso livroineote elcilri'oloi povos
e de urna conslituico apoii*/. 0 assonti-
monto geral, que, satisfiz'"lo a sua arnbi
cao legitima. Iba pozes "' ""o 'ampo
limites, detorminando'eus deveres e giran-
lindo nossos direilo'-. .
Neattt circuins"'":ls lev0 luKr ra"-
ni3o de govoru""rcs em s icolto, quil,
segundo i op"1'"' Ker"' propm nature-
zadireuir'O. nao polla lar oulro objecto
senao pr l'*r,r umt touvenc3o preliminar
mclloenvullo na sua impopularidado, sent ca tyrannia futura ;
, coo -erar do .ccoido com a sala para Poder irreiponsavel quo la ser suhslituido
por oulro poder quo marchava atrevidamen-
te as mesmas pisadas.
Em tal siluacA.) a revoluc3o ora, n3o s
um direilo, mas urna necessiJ ide vital. Ila-
viamnschcgado a esso momento extremo
para os povos om que fechadas ns porlas na
silvarj3o, os males que traz comsigo urna
rcvoluc9o ifio mil vezes menores que os
quo poje causir a ordem de cousas ostsbe-
lerida.
Uniformlsada a npini3o publica a esle
respeito, a revoluc.30 devia brotar indis-
pensavolmanlo do saio fcciindo do povo,
quo assim na prosperidad como no infor-
tunio sempro tom urna voz secreta quo o
impela para diahte em procura da maior
-ninin i de felicidade possivel.
A revoluo3o que corno se disse, devn an-
tes chimar-so a reivindicarlo dos direito.s
do povo, levo lugar no da II do selembro,
som dispirar urn s tiro, tomando parle nel-
la o poro tudo, as forjis do exercilo de
Buenos-Ayres, as t'opas da provincia de
Corrientes e-parle das de Eutre-Kios quo
se ichavam nesta cidido, capitaneando es-
to movimento osSrs. generaos I). Jos Ma-
ris Piran e D. Juan Maloriaga e o coronel
D. Manuel Hornos, unidos a outros bene-
mritos chefes militares a ridadSos distinc-
ins, cujos nonio-, abencuadns boje por seus
conci.lad.los, vivarain tlcruiimenlo no co-
ras3o do povo.
Us ebefes do movimento, interpretes da
upiin.io publica, dan lo um exemplo novo
ao uosso pa'z, declararan) que liiihain
de este momento augmentaran) as dillicul-
dades, c a sala de representantes, lando
lrar;adn fatalmente o sou caminlio, vio quo
0 quo se pretenda era isola-la para perde-
la, supprimindo assim o nico pislaculu quo
scoppunna ao esiabelocime'io do poler ir-
respontlVcl o pessoal creado pelo accordo
doSr Nicolao. A salJ.obedecendo pois
lgica inllexivol da otuacHo, aceilou a re-
nuncia do governa-^r. vendo que era ella
irremissivel, o o conformidadocum a loi
da piovincia r..carregou d-. governo interi-
no dola a,-iou prosidenta u. Manool Cui-
Ihormo P!,,lo.
j|04m 21 de junho, destinado pora o pre-
jjjy.te ua sala tomar posso do governo, n3o
_-cleic3o, matem virlulo da lei, foi alai
lOscunlKCida e sua execu(3o suspensa; a
sala de represenlautos foi dissolvida pela
forca, o logar de suas sesses foi fachado
por m3o vilenla, o proscriptos os depult-
los que liuhsm tomado a palavra para com-
baler scguudo sua conscioncia as bases do
Mor Jo.
. Perpetrados estos altentados inauditos o
general Urquizi, ji nada respeitando, vio-
lando o mesmo accordo quo invocav, fez
marchar subi urna c la Je pacilici, quo usa-
va do sou direilo, o exercilo que nos hivii
restituido logiizu das nossas institincei.
suppriniinilo coi sua espida a voutade ge-
ral, nica baso de lo lo o poder legal, fun-
dou com as baiooetis um poder illegii, crea-
do pela vonlade caprichosa do vencedor, ir-
ILEGVEL 1


r


2
lrmpha>o com o_po-o rr, opovo e mrtir. I.un.!..*!^Blh
ni consequeocia reslabvl.c.ram a ordem
l,.,;,I ,|. ruviiicia, d poni sua espada no
altar 'a I-i. A sala 'Ib representantes Ib i
relnalall ida no pollo de qu" Mra violonti-
.lo laucada pela frca lili b-yonetiS
im 11 nasceu o govcr o legaLe n ordem
DasC u naturalmente iia reviuJuco, s-n lo
esta un o'aquelles casos raroa na historia
> 11 s poyos, mque ilo trun-teriio nisccu a
harmona iioi el< mantos snoises, o que pra-
va a eontusflo b Incapacidade da adinioU-
traclo Ilegal io geuval Urqulxa.
\ B\ lllifSO CV.Cil-ll-so ; lo O-; US BII-
-.. os 'I' pr ivlncia s'in esforoos nein resls
leticia, s u.ls'l i eim intenso jubilo < on
thusiaama por todos os eorscoes psiriotis
que eslromrc.im o nuir m nomea de pe*
trl.i e liberdaie, e quo dcaejam devoras a
umio o lohcidadu "'os Argentinos.
A provinol i em m s-a se piomiiiriou pola
raiisi da nfileni legal, a cfdade, o sil
e o noito da campauhl, acham-so cm sr-
mase tom asna lento as pesaos* mais >i is
tinetia do psll Ja n.1o h i part los para o
liilius de lluenos-Ayres ja nfio ln raoco-
les envenenados; ii5o ln interessos oppos
los; cm presenta das grandes cousas qu.
tainos por il lauto, ludo o qiin lea .-Iras sio
palhas qu- o vento lea lloje a fusilo lie
una verdade : nasce da sua fonle natural,
qu lio a volitad'1 do povo, unlc i que p le
osquecer epe'dor oserros recprocos dos
larti lo*, c i ico que pode decretar o bra-
te la fralepiiidade; uSo como cm outro
iflnipo eni que "lia era Bornele um meio de
dividir o dominar einpregado pon reprs-
alo, lis helios das da palia t.irniiam a
raisr para nos e para nunca mais seolTua-
carent. Eta uniflo do vontadrs conslitue
. 10 ca da revolucSo de Ru lOs-Ayres, que
grande, gloriosa, invoncivel e calurosa so
ra fecunda em resultados, enntiibuindo e
licazmenle iara asicntar a hberdade sobre
ei tlirono 'i' gloria! corea la de luz o ma-
gest de.
Re ii-: lia ia : oo da sua s beranis
provincial, e n Ivii ln a los seos di ellos
desarenados, .' rovmcia .lo lluenoi-Ayres
e r ti mo i ipa la, ifsp sin
re lllr lo r qualqu-r tigres -fi i, s sus.
ntar todo o movimenfo em 11 vor ilu !-
; .do b ii'-.iU'i toda lyranuia, a accei>
i toda c : cao e a roncorrer com todas
s suas f ..-. i' p is do triumpli.! para
grande obra la urganisa<;ao nacional, sem
;:ii ; i v lo l I yon le tai i po-
na al > i i, do mais n: inn." n.l'i ei a
< |u nt.'o ii i :i rau liliio,
mu ii'' lo i ui -a i;: s de eo ni as.
maee icpressSo desptica, mas muflo de onta*
d altos pl-resaes geraes da randeeommu-
nliio srgenti ia.
I'na consegu, lo gran lioso resultado
a piovincia de RueuoS-Ayres lomara una
attitudo respe'tavel, nao para atacar aa pro
Telas irmflas,e si.u ara defender os di re
los do todas so lr inciso, p- ia tornar im*
pOSSivel denle modo a guerra civil, para dis-
sipar a ultima esperance do nina resistencia
esleril o impotente contra a cusa soherana
do povo. A provincia do Rueos-Ayres que
. diili hoje em a mas maia de 13,000 liom'.'iis,
i i m p, sii l'or neoessiirlo, mu esercito
no 33,000 pracas ; a quinde tudas as provin-
cias se acnarem livrps e tranquillas, |n in ln
nir expresas routade d-l a> consum,-s,-
definitivamente teccordn com os eternos
principios di i nv niencia, da m iral c d.
jiisiii.i, ic.i'i a c im ssaa iimflas que a ora
da ir;: ninacSo nacional isla iberia.
Eniquanlo nSn ch : real Miz momento
:i pro vi u i.i il \ Ittj.-ii.is- \yr s leolara, pelo
loos se s re resenl ntos, que anhela
do lodo o coi o o a org nij {.111 a i al.ein
1^' iI lado "i f la de direi os n s-io violn
lar vonta es e se para cousegoir tAn gran-
ubj to li noc isa i ,0 a ilierir a um ac-
1 rilo coi o o de S Nicohn, lia o adopta-
na como le .la Coiife iorafSo, : as sen re-
ciiiihecei nenhirm 1 nnlori 1 ulj 11 icion .1 que
n o foseo ei 1 n elo sobe 110 congro-so.
Ella qu r a 01 mis ;du do go dos '. r 1 os, sin que nenllUiil bu*
e : neni ruvincia alguma arlenla Im-
: nais. or m "o da coaceflo ou da
0 1 lo ;a, r. i' qtiei a reunijlo de um con-
sao gor Ieonsiiiuiil n", se don rer
leira \ re-s.lo da v 1 ila lo n rional, a
s inti ress ic rom ins, distribu auna
1 "1' ", ie 111 1 11 n ii '11 egaco ..'as
.11' 1, .1 ra do o livio li le lo t-ri
11 im ', 1; r. nlin lo oa direil is civis e pu-
l.nos u de.ieiivolvenJo pormeoda lber
ule, que i noli<: o eniiqieeo o noincn,
1 in 11 sse 11 o aea e mal riaes d 1 Gonfe-
aeao. i.i.i-i a llbeida e d ISUTraj{O, a
liberdaJe di 1 prensa, liberdace da tri-
Duna, libe ila e do commerelo, a rectidilo
a ion slraiiva, o Comento da lustruccflo po-
1 a, a pureza as Ruancas do paiz, a
i'inigracSo esliangeira, a couir-.t rm la 1
da i-iioi os i-aitidos, o debate de tolas aa
opiniVs, a tolerancia politica,a diffdsSo 1
ral publica,! arceitafao de lod sasbm
i lelas, a admissSo de to lasamblcOes legiti-
mas^ premio data los os grandes semen*,
ruprovaffii de ti 1 s as ispracflea ignoheis,i
rordada do paci foderalivo, a paz com 11-
dai as iiicO.'s do mun lo, a cessacun doie-
ginen arbitrario; em urna palavra, quora
r alis (So di di mocraci s ib o imperio da
l"i, da equidade o dn justica repelle so-
monte alyrannia, e protestar cunta ci|
com isarni's o- niSo, venba ipnidc viere
qu es |iicr q ie sejam as trm s qu a lopte.
I'a aquanioc gar o caso do reunir a
nde 11 ili. 1 rgoulm romas mflos inn-
d iSCOinil : Si O 1111 ese id 1 d is u i--:l > a ruis
ludo a Torca ni uni3o, a provincia
deBunoos-Ayres promelles suas irmiasi
1 do nundo quo pora ai......fluencia e lo-
dosos clemenl s le que possa dlspor dis*
po i;8o da 01 nisacio nacional, propen-
' al ipn que n 11 -1111111 vooln es. ja vio-
I ni d-. Col lodasaa ettribuicOei na-
e ina nte 11 em sea po ler. Re-
-- 1 cmbarg c silo sa-
i; adoalquc so leu 1a o congre s 1 nacional
I n e, c mo p 1 ler ao que.1 po lem soi
e 1 i nlod I '.raiui uto inti retaos do la 11
a acompanba nesl icsnlucflo ublime. Se
a l'rovi leticia decretou que a provincia de
Buenoa-Ayros suecumba, suecumbir ; mas
legando a suas irniSes o exemplo da abne-
Kacondo hernismo, e s-pulan-lu-.so sol
sos ruinas antes do que transigir com a ty-
rannia, anteado que alrai-joara causa dos
povos, emitas do deiiarCallir no | o. glo-
rioso estandart-i de maio.qui aivor-u com
vdoi'li pira inlo permitlir queseja calcado
aos ps por c 111 lindos liberticidas. Klli con-
la que ease oslan Isrte nunca sa abalea se-
nii.i ante os principios que symbolisa ; ion-
ta que u sua aomhri sera livro e feliz, co n
olla 10 ias : s provincias irmSes di Cnnfede-
raedo Arg mima, iaqnaes boje su dirig en
nonio de ludo O que lie ssgrado para o lio-
momo no nico interessi e gloria da pa-
tria.
A provincia do Riienns-Ayres, apoiaila as
syspalhias da opiniBo universal, tranquilla
quanlo ao osito da lula, firme o 11 seos pro-
psitos, forte na sua juatica.conflada na rec-
tidiio e pureza das suas iiislitiiicOos, o ole-
vando seos votos Providencia, consagra ao
sacrificio a cu beca dosaeua filhos EHa nflo
rcconhec" eii ninguem o direilo de impor-
Ibe pela fo ca, o a facn do mundo protesta
a suas irmos que s ra fiel a causa que pro-
clamuu. e que cumprira suas oiTigaces e
sena de veres quilquerqua sojas surte que
o destino Illa premio.
Uueii'is-,\yr s ln le setembro de IS52.
I'II.II'K I.I.WAI I.OI., vice-presideale
Seguein-soas assignaluras de 39 depuia-
les.
i. r ,.i. ,is -'----- ,.^T,i alta ou balia dm fundos. A dlfterenva he e dc'pois msndcl-lhe entregar 2 comboyos.e
=SS5|r|f SES3Si *-* -
nulo preto- E.te slmplea .dlr, io,em, .- ".". m, ,, p*llido irpr,i.Lm, *ssi,n~
iERAMBUCO,
RKC1FE 83 DE OUTUBRO DE 1852.
as (i ninas da TAnoi;
Rttroipeeto so m a l.
.Na segunda frira, 18 do crrante, princi*
pi ira os reos na academia jurdica de
nlinda, e logo nesse dia teve um esluJante
do quinta snno a infelici ladadeapannar um
-li-., recusando por laso tomar o grao de
bacharrl, segundo perdiiltem os estatuios.
a mesina iufelicidada tlveram, nos doos
lias Bubsequenles, dous o tud mies do qunr-
to asno, os quaes to.Uvi dovem estar tuais
confu u ubis lo quo a inell pois que o s mi
mal o,i.. 1, be consi'orado menor, po- aldean, de simples c rastelra condicfi.....nai
leudo ellos para u mnoobiercm, com maior esperiiuoaa eaguda no sabemos atqa poa-
. 11 : pplira il'. urna carta lin pi, o qne
10 curo mi 1 be possivel sean a frequen'a-
perou a (al poni a lusceptlbidade e arrogan-
ola do dito ofnclal, o qual all e achav, que,
aem mala nem mono, o lan{ou linm-diala-
mente para ra aos einpurroei, onde o man-
dn eipancar depoli pelo toldado, iodo alin.il
elle inclino conminar o alleulado. O pobre ho-
rnero, em cima de etpaucado c corlada, acha-se
pieso no quailel de policial He o calo de aihir
a devana contra o inorto, uo sentido maravi-
Ihnso e giulcico da phraic Confimas, pols,
que o Kmo. coiniiiandanle das armas, Juillcelro
romo be, eoucorrer ellicazinenlc para que nao
passe impune o crime perpetrado.
Entraram em toda a semana si einbarcacdei
e sahlram 10.
Ilendeu a alfandega -i'i: ilis.-.'i.-.'i.
I-' iii.-i-i-i im 35 prisoas : 1 homens, 8 mulbe-
res e 9 prvulos, livics 5 liomeai, I mulhcr e
S prvulos, eicravo.
Cotuinunicado.
THEsTRO DE SANTA ISAHEL.
Iltprrieiilario da noite -le i(i de oulaOro di 1852.
luausaaio.
De cuino a vendedora de peri lie urna rus-
tica aldean que jamis desmeiilc su 1 baila con-
dirrao e et'ucacao rasleira, nao obstante tein
nat'uralidade, agudeza, fulminante irona, chis-
te egraca. Os ch-ricos de sangue dramas
de seiisaces (brea lianidos da Europa, na
maior parle do Urasil se lecoininendain a alta
proteccao do charlatanismo c inediocrldadc
para que longe da arle c lora da naturea cou-
liuiiciii um viver que a arle c naturcii liles nc-
Kam.
Reiu'na fia neem li omediu deininimula a ve*
dedora de lert. + *
tomo -e d noticia do calo vlrgem, novo, ra-
ro c nunca vilto eul Pernanibiioo de cinco ar-
alaa ein uma peca dojenipenharcni os seos
papis, uns melhur que ouiros, c lodos bou.
salino o sabio padre Antonio Vleira -perdeu o
seu laliin: Cali e l.avaler as suas obscrv-(ei
sobre us crneos c phisionoinias.
Uoin dous mil ris na mo procurainoi ver
uma nova e lio anilla, c fomos niais felit que
em outras eras Tol o philusopho lliogenes, que
com nina I uiii'i-H.-i na inao procurava de da
um lia.o- ni. Na noile de lli do crreme mti
tlvemol o piaier de ver representar uma joven
artista com muita nalurali.lade, com urna ei-
|iiessi\o de vehcincnte ironia c com chistee
rara sobre uiaiicira particulares. A senhora
Leonor nat vendedora de pers nunca abaa-
ilouou cm tola a comedia o papel de rapariga
aniel com a mais sem cerimonia aiientain nmi
faiem ludo inuito bem, porque tein ai cahef ai
eheiai de clculos murarlos, c as algibelroi ai-
sai rechcadas: or duendo que o Sr. Sena ei-
teve bem atolelmado e calurra queremos dar a
entender que cale artista deiempenhou satis-
factoriamente o papel que Ihc consignou o au-
tor da comedia, c cuja parle mu bem coui-
preheodeu.
A Sia. Amelia Montclro esleve umavelha orl-
giualissiina ridicula, quanlo o pode e deve ser
urna velha baronesa, que cmiipii um inocctao
robusto para marido. Desempruhando ene
papel com o carcter e manciras apprnpriadas
ao lini da comedia f-lo com p-ifeifao e nieto
demonitrou ser eicellenle artista. O Sr Mon-
lelro leno fol um celeberrimu jiiii de p.11 da
Huilla, l'oi um juie de par. como lia mullos ; c
almdislo, pal eilrcmoso da tua Uorolhea, c
ris que preciso nula mais, e o mais a su
lisposicflo fica. Nflu vou hoje porque tenho
quo me adiar no engonhoNovo a ver se con-
cluo aquello negocio e tomara ja, afim de o
tirar do sobresalto om que est, entseu li-
en 01 com o asaucar que be o meamo. Fique
corto que amigo, e que me lenho sent ln de
alguma cousa que touho solf'rido.porm ca-
lo-me, o nada diga o lempo vira que Vmc.
conbecr quom sSo os sois amigos, talvez
aqtmllesquu Vmc. nflolmta com distincclo.
I'ie.linos aqu at depoil da mantifla. U
f'.bico Costa liinhem vai.
Amigo corto.
I.uiz Vires Fcrreira.
Ilocifo 26 de feverciro do 1851.
Sn. redactorct. Insultado torpe c miiera-
quelilha Naespansaoda sua ternura piler- velmenle calumniado da nianeira amis
5 caixas relogina e perlones psrs os
meamos; a Chspront & Bertrand.
40 barris e 20 mcios ditos; a J I. Taaso
Jnior.
1 c.nxa melicamentos a Denker.
4 dilaa porcelana o vidros, I dita chico-
tes, luvas e outras mercadorias; a A. Ro-
ben.
2cas.as chapeos deso, 1 dita mantele-
tes, 1 dita obr.-ias o lacre, 2 ditas objectos
decbapeleiro o pontos, 1 dita pellas prepa-
radas, 1 dita calcado, 4 ditas chapeos, 20
lurris e 20 n cioj ditos manteiga ; a CjIs Ct
IrfjaJoa.
3 caixas letras para imprimir, 2 ditas
objeelos de moda, t dita loci los, porce-
lana o pannos ; a I,. A. de Siqucira.
6 cusas teci-los do algodflo, tditiaditof
de Ifla, 1 iii'.i roupa feta, 1 dita tecidos de
seda, 3 ditas ditos de algodSo, 2 quartolas
viiiho; a Srhaffeillin e. I oidor.
I raiza lecidos de S"da ; a J II t'.anslev.
nal foi soberbo, e para noi muito bem espres- '|el,e |,e|0"c"eebe".hmoTnsi.7-co"r"dc' qa'a'lelVo", -' 'I'1- Jo-'K? M. 3 ditas ditos Je
,0.1 este carcter o.Sr.Montrlro. 'Joao Athanaslo llotclho, na correspondencia in-i'B(" M""n,n:i iTeres.
0 celebre padre Anlonio \ ielra, dina que os jerw c, u |3u desla falla, com dala de a5 de 30 cestos Cbsinpagne, 1 caisi pellos pro-
liomeus que llnliam carai de lolotodos oeram, j|,o do crreme anuo, lie de meii devei. c0. paradas, I diln bolOes, 1 dita tecidos do
c ilaquelles que a nao tinhao nielado lainbem 1U l,omem que vivo da prolisso rio ommncr-> I-a e ligodSo, 1 tilla obras do folha dfl Klan-
o cram infallivelmcntr. A tolicc he mais ge- cio c lnr,11)0 cnlll0 cldad5o, dcainaacarar esse dres, I dita vidros, 1 dita obiectos de Cha-
raldoque.....ila gente poma no enlamo o di- calumniador atrevido, que nao trepldou cm as-
i do bom padre nada valle hoje, porque so as ,acar ,l)Drc lllhn as lnaij I10icmas aS(,cro,.
cortes dos monarchas absolutos, se enconiraui j^.i.-s^
(oos, pelo menos aisiui o inculcou o autor da Dlss'e elle que na subdeleKacia da freeue/.ia
comedia: ora .noosrcljas absolutos na Luropa de Sanlo-Anlonlo eiislla um documento aulen-
hapoucus, na America oenliuiii, logo a tolicc ic0, que moslrava ser leve baila redonda Era islo mullo bom. Com c |a,|,oc,
dins p.lavrai ridicularlsou o padre Vieira os p01, havi,, jcmP1,|, oplolgo publi-
inuitos tolos que elle encontrn e achou que is- ca mc |ni,|_lara como quadrilbeiro no enten-
sobastiva. pols quando quir. zurr.agar vicios c ,|er do celebre Rolelho, e lui eu despronuncia-
(ffn do mais uma.....1, 81 premelas, pols,
.-' lem .- i guma e ius i, oremos qu eslfio nial
agoura loa os os tu imiIcj, que oste>anuo fu-
ra o monos usados 110 cumprimanto dos
soi s devores selllas' en-
lo esti joven senhora pasme os segredos da ar-
le drniuatlca 1 mo p idemoa por agora mcalr
toda a extenco do aeu taleuto, damos comw-
do dos 10 Ja goiloioi parabeni aos amadore do
Ihoatio, o oiisaiiius ao incsuio teinpo avaucar
que a artista que dcscnipenha um papel coino
o da vendedora de peras, na verdade bem dif-
Bcll, com a perreico c uaturalidade com que fol
II, lempos quo"liaqClla BOadomil se IdZia eieculado.llem talento, habilidade c promeite
s 'iiiir,. ueci ssidade de algum rigor nos esa- "gj*^ Umot deMe, ,lrallias moM.
mes, VISlo que a maior parlo dos quo a fio- lrilaso doJ 0 meI10r aeablto e o mais
quenla o, lung? le comprehennorem a lie- roiIlllluin a qUail todos be a overosiniillianra ;
uevolOlicia dos Ionios, o rctribuirem-na de- desses dramas que com tanta propriedade fo-
vidameiilo, ahusam dola, o sem cuidarem rain chamados chuuricos de sangue nao
do emendar-Ie, progredein anlos niscsbii- s pela qualidade de cousas iodigestas e peral-
las h na vadoacao, do que na assiduidadil, es- ciosas, que em taes compuiicdr enlrain, como
ludo e aprovoilan culo. Folizmonto, porill, Wmbem na quantidade de sangue que deve ser
os lentes parecen ler comprob lido de su. derramado, para *>* ZSR
1 -;.i-i, dt> bccu i> da* tiici, >-o he, de ulir.i-riiianli-
.arle, lodo o mal que a uossa soci-dade po- ca ...... o. ,,, de Dguc carece, de
din causar uma rilt-licnle cada vez mus a- Kuljllr1, jc adubos indigesloi e perniciosos
hndante de bacbarols lllliabois, lias con lie a aatomago, c bem como de urna grande quan-
edes de imuralidade cm que nos aebamos; o, ildade de liquido de que tirara o nome; cansa-
in uni paseado para c, alguma poda lem doa como dUiemoi de taei dramas, que deve-
.1 m 1 cnln riaui ser a expressio da vida, c iulcliincnle
i) 1 raslti s ,1 is scienciai inri ticas e so- n*o oaao.iuaa si,.. eompMlfOea de n^aactei
ciara po 1- riam lalvz ser ,ida tolerados por l,eu*iJ '"" "TmuUa^ aU c i^ "
1 ...... K. arramados, achainus mona giaca c liiisil a
uoui, se oiuniao publica I ios li/usv. ,,- wanomedtaque pluuo aoaao vivar,
gorusa jusllca, sea iiilellgencia o o sabe,- 11IM11 os lu,,a0, vtcloa, rcdicuiarisa 01 nonos
iCCUpaSiem SOUipre O SCU lugar. Eolio, OOm deiWtoi; mas osla Braca, e>te chistee conve-
iloiiai, s hiteria p considerar a dissonin- nlancla nao eneoniram na comedia artista:
ela de um titulo sai ni fi o sobro Umil ipa- charlalans e 01 mediocres, e u"isso lera riles
ler.....lOrte.eo rae iodo 11 -, pauperismo de leliejaratao; um actor sabe bem que reprc-
mva es ceo em nossa l ni o nor venina aaiaUada na comedia encontrar 110 uien-a it
nova i,s, i.c.0 em nossa 1 r 1.1, porvcniu a ,(1,.r,(|ll r,.,ccladiir, porvenlura un. censor Ju
,1. .is per.goso do que aquello que en nutras $^1: pV,SjaMW a declamacSo.ai
partes seconhec. .Mas quail lo. contraria- {l., c nianeiras laminares quem baver ah
das as vucacOes na tu raes, o patronato nter- que nlu (aiba avallar se oactur ou acimea,aao
rem, e com sus inflo nejra a mlrrada io verte dellaiverdadelroi Interpretes? Eli o motivo
subeanamente is postcOes, forjando, por porque o cbarlaianlamo c mediocridade anii-
OXemplO, o povo a rrceber a loi o justifa do ucaf e lauta.11 cun indias c denles aos dramas
rol Kilo iunoranlo: quanlo por nutro la- romantlcoa, os quaeaj eitando Intelraineatei
do, a calala "a iulriga ios mnos |.ersogu-.i rada i.alure.i Ibes diio liberdade de baja us-
, desaleutam o mrito estorvando por.eu, ttitt^lS2Ft\tS3l
irlilicinsa livra per .ut dos servicos 111- nr|p_ clalliall0 v B,iland.. como posesos, im.-
lallectuaes ; entilo, forca he convlr quo o urein mal os aoiinaei iguobc.s c fenues noi
nal resultante dos lacs parsitas, nao hos- aeua desooucertadoi aons, do que os horneas
mente g ive, mas tambem immuiato ein- que se propdem acoplar. Nao csqueccreaai
leclill rol, o quo finalmente, o JO0 easiZa- as altitudes acadmicas que pela multa allecta-
uia, ciiii as I is di inliirc'., SUlToca'O ioeeitudo que dcmouslra., be. assu.i em
o bo n trio, ., se os ttulos de habillUCfiO lo- 8eral a poucar_aca c i... qu,
gal cuniiutiaran a ser baratea los
-rimes foi mam cilenso, eiimpoi ..sua arle de do pelo proprlo subdeloKado, em cuj, podei le
firtar: ludo isto he hoje intil -ladroes e tra- ach'va d||0 uocllllleIlto J
tanteisuoer.inesao os co.teaos das inouar- Sli 0 n|0 ,0rdaz c reconhecidamenle de-
chias absolutas, c aiinn nao 10 o dito padre ,raclor dai.uri|c homem poderla indi.ii-lo a
Vieira nao voga ina.i.a sua obra lornou-se tara- 0,.na.Inr no ,. ha de mais sagrado para o
bem intil, como observacuca de taall, de La- |101IlCm |10nc,i,., c que vive de seu trabilhi
valer, tildo ludo occioso. rujamos, evitemos ,.., eu; poriii lenho a comolacio deque o
as cortea dos principes absolutos e nao cncon- ,, cctor je qu lrirrlo hotelho, olemnemeu-
liaremos man tolos, tratantes el idrOei (e u,,mrnl|,|0 pe. leu 1-.1es.no subdelegado, c
O Ir mo lernvel,______ Igualmente prlo inTtisilmo l)r juir munici-
pal d< piimeira vara, que me drspronuncia-
rain nesse processo monslriioso a que alinde o
inclino ll-itelbo, como bem moslia o documento
queobiitovai lianscripto.
1'ique, pon, o respcitavel publico, c parlicu-
Correspondencias.
Senbor lio laclor
t mo de Muraos o Silva liz publicar em 14 do Uto, que, todo liaoca, procuraran! perder-
c-irrente por esta inosma follia. A divida me, e o resallado deproeeaao eiuberantamen-
lo Sr. Pitea para rnmigo em main do 1850 lo inoltrou que a cal.......la c ni ella era quem
o: 1 d eme 1 rentos nove cutos o lanos mil me perieguia
reis,ils coja inioo tancia ni pissiu urna le
tra a 6 mezas, montando esla com juros
seis cintos e tanto
l.ogo dcuois pretenden o Sr. Piros iraspis-
sararenla do ongenlio liba com tolas as
obras, utencis, boisd, quartaus etc. etc.
Siivani-si', Sis. redactores, do dar publicl-
dade a eslas linhas Ao seu constante leiior
Anvitw de ouza Mannhi,
1 Dlt Antonio de Souza Harlobo, que, a bem
de seu direilo, precisa que V. S. ihc mande
dar por ccrlido o leor do despacho de despro-
leva-l 1 de
i llien >s- \\, os gnfi ;',,r. su .-,--
i ni intei i-- -1 io:-, se lalilr a 01 -
'"' Ill IniB t ; o, .:' qu d'po
ii'e .;-.!.- pi va -.,. en. mil is
dos acus depulados no congressiu, para que
I 1, em concurrencia cos os demais de*
pul idus das provincias, a gurdeos ou lepo-
: i in eui in.us do q iem Julgarem couvo
II lente.
EmqUantO iasonH i acmitccr nao recouiero
ra outra auto- irtade alm provincial. Em-
qiiautn n.lo existir urna auturidade na ional,
ou emquantj uo bouver um osercilo pago
palo th"8ouro l leral, o ez-rrilo d.-sta pro-
vniria, bem como o de todas as outras, es-
taisob as or.loi.s nimio lalas do seu gil-
ve- .. idor o canilla gaere!, sIvo o caso em
que as oaernoOes mallines que se omproon-
1 1 : para fazer triumpliar nossa ciusa exi-
gir 111 a reunio do fortjas de v ,rias provni
eii s,
Ha esto o manilosto que a provincia do
Uva de allcir a enlate
guerra civil, iiiivi-lii'ii'.s pordiii que se pos ..1
cln-gir a 11111,1 tlilliutiva nr^.i.-.iss^.-io das repu-
blleai do r.-aia, sem ..vas ooinmocdSa, a para
pretexte d'eitasahl cauto, a navegaego dos rloi
b 1 Im Istencla ,'.- 1 iqu,/.. em cousliierar-ie co-
ma o legitimo enb^rrega io das relacdu eato-
rlorea, o que podeai^dir panno p-ra mangas
antes da ala-i tura do buigreeso
Na corle do imperio UMj continua no Hala
qno, a excepcii-.i da ref.-inu radical .10 peaal do
arieual de guerra, que de cetso. nga foi moti-
vada pe Inuoeenela c cx.mii pin comporta mi' li-
to dos deineltldol, Aliria-sc alem <.-,.10, o tliea.
tro provisorio. Mine. Mull resolveo-^ acautar.
No S. Siifcidor veio de passagem o :iU. Os-
po do Para, que rfgresia a toniir coma o ,u,
diocese conlrarlando aisim o que se conjeceu.
nm qunudo S. Etc. d'alli pardo a loma. atse3)
t-j na caniaraa dos dcpulidos.
No da93, pelas 5 born da tarde, 1 a un br-
baramente cipaucadoi, na principio da ra de
llortas, prosi.no ao paleo do Cuino, iiuihoiaein
branco cun prelo, que seoccupavaui em ven-
der sapatos, cun.luuudo o ultimo um caixo en-
vldracadu cum os inesiiios, o qual foi esbauda-
Ihado. Os autores deste aticnladu lar un, prl-
uieiro, um soldado, c depola, um oucinI ,ie p,-
11,en 1 liuha, o qual nao se injuriou de puxar
I!UMos-\yies dirig-i *s suas nobres e dos-pela espada para dar em dous individuos des-
grana 'as irnict. Ralle oslni consigna las I arniadoi, no ineio de ouia ra publica, e pe-
as causas que legitimare sui gloriosi rovo- rante immenaa gente, quando aquella arma so
lUCGo, os alio. (ins que ella se propoo e os I"* '' condadi para deten Jera patria as lela,
-. ,,i-s as sole nr quo coutrhc face --|?r. a, j*. -'-;
do rnund leal 8 voluntanametilocoin alimol' ms. V;,,,,, *olnell, vender a sua mercadori.
' ecumpri-IOS. ,!,j casa da rclerlda ra, a pessoa que quera
A provincia d>; U|.'o--.\jTes orgueu-so c| comprar, cuitaudo a acar um par que Ihe
de"inliaiuhou a epada com 0 alonlo varo- chegasse, pelas grandes diineiiides do pe, e of-
nil do foil", disposta a ser livro ou a ser [ ferecendo, depois de o encontrar, um preco'
loro 1111 almudes ridicula! ou desparaiadis; jt
ludo lito loi por muito lempo applaudldo ua
Europa, eaiuda hoje o est sendo na maior paf-
le do brasil, iqui prolonga o charlatanliino e
I mediocridade o seu reinado, c ai d'aquellei
arlislas que umpuucosc oocupain da uaturali-
dade c congruencia! porquautu a ciageraclo
cali na ordem do dia, e au lia applauso* e me-
recimeiilo se a cia^erafo mi apparece. Por
sem duvida que sobeja illustrafo, e gosto ha
n Hra.il para corregir leuiellianle vicio, porm
30.11 conservatorio dramtico, sem criterio ju-
dicioso c .Ilustrado de jornacs que escieram
por amor da arte nada ac pode conseguir, tp
que resta? a platea. Ksia afaga com as suS*
palmas e voxerlai a maniesiaciio da reprova-
c.'.o dos lioiucns illustradus, c sobre esle pootp
- im toda
deiara-
ijuaudo entregue asi uiesma.
1 in 1 ranarlaa simples ,- de nenhuiua educa
ti, porm quo a visita entro pela noite e ate "" ja dl! da,
um. hora adianla.li. he oqnesc u,o pode-ag. f^SHSn^S, olho'de uu.a corfe de um
iniiiif sem grave cucouimodo pa os ti o en tes *
ijui o hablliOi I'.ntrii l-uius por tinto, jti< a
ligua ailinlnistia'. > -X,use Mt-ibeIeciinatO|
endora da rslinia c gratidfio pnblici pelo bom
N di i 10 iVstrjm a^dininiitrao do graocle
hoipiul Je car ida do, oannivenariodopadroel--
ro do meiilio S. Pedro do Alcntara, e abri
suas porta*a vllila do publico d'ctta capital,
(|uc achou todo oeiiabeUcitueota brn prepa-
rado, com ti devido asido c regulai dade. IVrs-
Sfl llieillio dia cas iran dual r.xpostas, scudo
linda mal por essa ra*So, nuinerosisslino o
eODCIirao de pOVO qufl aflluio, c>mparcccndo
igualmeillfl m priiuelrai autoridades da provin-
cia. O povo invadi toda* ai saltas, (juartos c
cu; redores da casa al niaisde !l horas da noi-
toinaodo dest'artc a Ma viiita ass.s inconi-
noda para os culViuios, o ' pela inesuia ua-
turci di raiabelecImentO) parece-nos que ra-
mas n3o querendo O comprador hitar con mineia proferido prlo subdelegado da fregue-
embsracos. nsabendo iju' alguos desses oh- lia de Santo-Antonio no piocesso, que contra
jectosmeestuvam Ucilamonlo hv,Olhec- o supplicanle foi in-taurado pelo momo sub-
,!,, re, declarar no escriptura de tr.ap.a.n ** %&: SrTt
que ellos me perlonciatn, n.lo po leudo o flo Jil0 ,,rocIO, c ueates te...oi pede ao lilui.
compra ldr mitrar na posso dos incsmos sem Sr J)r ju, municipal da piimeira vara assim
provia Indemniaaffio ou eonamso mea. ihc delira. E. n. ie.
\;1 a setenio porm lvalo a cIToijo esso
ne/ocio, fiquei eucom paito do meu.linhoi-
ro K'i-nlido, sendo que por oireiln deaaaoa-
criplura, me/es depois, tendo-se eonclaldo
csse Iraspa.ss.i com um oulro prelonilotite,
recobi en :000,000 ris avista por mo do
actual rendeiro do dito enajenho, e pouro
mais de trn cunto por diversas rezea por milo
d i Sr. Pires. ICis como cu consegu reda- tlciio relro aio"do leer aeguiute
iir essa divida* um conlo duris, e nln pe- Stnleoen ,ie ilri/iioimiiria ni mbdelegna.
lo uiolo porque quer inculcar o Sr. Pires Visto que sao vagos e conlradlctvrloi os
iue .lealleuran lo os casos quer lirar parlj- deiiniuienli.a de fallas c folhas. que dellcs n
[ ** a f> f*a alan ...!...-... et ,1 .:.. >,.,... I ailen
do do cousas que so lenloin a i-irtalecr .
verdade com qua foi escripia a mirilla cita
da corresponlencia, nao po londu aprovol- Jri"o"driVnbru
lar ao Sr. Pires ter eu dito que lie ma elle- descorienos indi
gau a ilever 9:000,000 ris, quando essas pronuncia dos indiciados, e linaluiciiteo i\uc
eontas dactam do 1846, quando o Sr. Pires jurdicamente espe o promotor publico a
s-r,un uara o llii de Janeiro, cuja piS'goin Mias, Juo Improcedente o prseme suuuna-
alioneiofili ohrigad.ia paesr ; sendo mais rio, e mando ao escrivo que pasic alvara de
que eerto, que a n lo ser o anorto em que es- -fluir, aoa roa preaoa Antonio de Souaa Ma-
' .,.: ,' rinbo. iMarcolino terrena .lat.oMa, Dumincos
sa Sr. se vio, nB.. lerla eu recabido estei candido Xavier. JoSo wibclro de Brlto, Pedro
4:00D,0II0 rciscimo depois nio receb o va- Marco|, llibeiro da Silva, i lio da t:rmt de
lor do quaitios, bois o carros etc. que fu- Manos, ElseoTbeodorodoaSanloi, hiendo rc-
ra.n compra los com o meu dinlieiro, e CHJa maaaa do presente processo ao Hr. jui/. muui-
ven la nilo imped por existir entilo a res- olpal da prlmelravara, e oumprlodo no mu o
ponsabelidade do Sr. Diniz. eu regi.ncnlo. K rundo,uno a municipalidadc
Como o Sr. Piros diz quo sen sogro nilo as cusas Subdelegada de Santo-Antonio, 11
me den direilo a fallar delle, o quo sendos. *; 0l!'uur0 dc '*- ttodo'f" J'a- '"'r""t <>'
S tilo ion payador. nSo prerisava quem o A"n'""'- f Confirmado-.
gerant.ssefislohe lgica de fre Gerundio), | Em vista dai prova ds autos, dliposleio
p'rmitla-me que publique a ca. taque abai- dos rtigos It* ,- itdo cdigo di processo cri-
xo vai transcripta em respusla n outra que nnnal c mais principios de dirciio, coulirmo a
Dio llerigi pul I'i'an.lu-io a ncressidade se.nonca de l.,llia< lO, pagas as cusas pela
m que me va de recorrer a rosponsahilili,- muuiclpalidade. O escrivo proceda em ludo
lo de seu sngro, na falta du pagamento e na forma do estylo. Reolfe, IS de oiiiubru de
lesvio dos assucares,q.ia,coni,.,lie, nilo ,8M --->-'Cteawli-oCsritelr* Cnalka.-
Antonio de Souza klarinho.
U-sc Recite, l de oiiiubru de 185-j.
- Gameiro da Cunha.
Joo Siraiva de Araujo Glvio, etcrJvio do
juUo municipal da pi nucir vara dcsla cida-
de Un I.ccife de Pcrnambuco, por S. M. I. c
G. a quem Dos guarde, etc. etc.
Certifico que ns pecas, que nieuciona a pc-
resuUa um factoccrio c deterininadn. sobre o
qual se veririquea suiccaopenal, e que. ape/ar
de i i 1 i~ as diligencias procedidas pelo julio
cnt'i da verdade, n.io furam
eios que pussam aulorhar
. r.io dos liJiiii'ns tiiustraus, c iourc csic
oavelmente podara de Izar de aw pcrm.i ,do. '^ ul"aeoa.cc, ,all)c,n .uceada en
i.iue ae flanquee ao pul. Ico a entrada de- boa- lut lu ., nc da, vciCSU,
iiitd cnieei losdias, mas de dn (ao soinente, i"*--*-' n y ,...,.- .,.
L.i ..',:*..... '..,...........,.i.....,.,.,..' -J.-iuauJ entregue asi iiiesina.
nada mas justo nem nuisconvenicute; comeo-
visita entre pela nuitc, e ate
vendo pe
wonarchaa-Wfio.ja se sabe, se tein toruadoa
bella joven notare!. 0< penis da corte que dis-
su n.iupasain contcnlam-sc em l'a/-er-lhe ruda,
o de.e.......aba o. eui dev.res, eaiendo I "a lalidodo re, que he ,a.s .Igun.a emita
em que s etilei.....- leiaiu aoccorrldoa con, 'I""-' l"-'1; '"-" d" "0e..*,_, ES *S
Promptldo. dellc.de,. ,.de ae. rece!,, de >'r da pobreaaahUJue
u., realliarest......dida que altesia.ii de I da loa eondiccao [UcraanuJ
MU ll.llltDl.. 1-1
a quem multo
rece! i de ; sir da P"brc moca, esta que te
ta*-. h., I da sua eondiccao (ilcrinatioi.
. sn., i.bllanltopli i carldade mo eonllado. I J' -aria-loa penis, ...as nao obstante as appa-
r rs, i sul nanulula-felra ,1 us va. re.icia sao taes que deshonrad. Iica a moca u.
,,, i ",V "irr?*." e -iS o irizando.:: opinni.-los b.bUanlaa da ...Idla. be despre-
.-.s de lawresaaol., a noticia circum.l.ncla- "la Plo amante, c la,.vaa fora da novo.-
pe
dn da revolue.i. do llucnos- Ayrca, que a nal
acha-se eiitreeiie a si moiiiia, e s dependeule
So cuidado.do..euirepre.aut.nte.. ia! Depol. desta desgrua Matas volta. d. .
O movimento loi nio oral, e lio pronuncia- | '"{?. e o>eu .ainfuie, u leonado-, que a perb
dn que o general Urqulza reououperam a ten
cao pelo Jola de paz, que tambem be per, se
ha iuUrs de pi penis c juies de pai ni Prui-
1 li..,, i
dia d j corlalo Cbega ao coubeciiiieulu do rei,
que eaallga o valida oon4emnaudo*a a esposir
a vendedora de pera, tulla) mas lato nao lem
lugar, ja porque uu.a vilha c ridicula Baronesa
Intriga, Ja porque o lenbador coubece a inna-
ceucia da sua amante; em ultimo, castigado ti-
ca u valida casa.ido COin a sexagenaria ...aiobe-
/.., < ,i nigcuiM o iutorcsi.n.io vendedora de pe-
nis tom o seu Hermano. Tal be euiauniua o
enredo da comedia, a qual lem sceuas multo
cmicas, um dialogo obelo de espirito, de gra-
, c Bgttdasi, e urna aeciio se bem que simple,
com o inveniente movi.nenio.
A parte satrica da comedia, lito be, a appli-
caciio de perui dada aos corlezos doa reto be
commiiui e pouco felix i e a nosso ver ba inul-
tos pers, cque pers! fra da. cono.
Uma cousa intelraiiienie nova em Pernain-
buc foi .cr repre.eutada una composicao-dr.-
malica rigurando ueila cinco personageol que
"odas deseiupcnharam cabalmente o. icus p.-
P'is.
t senhora rsal foi sublime neila pc{, ca,
nalur ldade, espirito e graca, c na congruen-
cia Olivante que manifestou desde o principio
da rumen., ai ao fitn.
O Sr. C ".., desempenhou bem o seu papel de
lenbador, patscendo-nos porm, menos bem
caracicrisado n. (erceiro icio; devido porven-
lura s cures <>,'<> ,, dos trages da corte, e a
cal.elleira com qut ,e Uesfurcon ; o cerlo be
fuie-uesse acto nao o Uranios por um rapas.
O Si. Sena como o efi.lra ., comedia esteve
um aloleiinado cantnjuarv Cirilo, ,,, eiqui-
..loc.turra d corle, no mi. so jeferio da toli-
ce de tanto, barde, quo a tre ,, J(, <]i.ilac-iru se
Paiein prcseniemciite pela uro,, cm u4o fa)
Ur scno em cam, e sobre ludo n.-,aIa ao Jcu
Jpiter : quando ene. improvisados ,ourc, ^
chegaram para paganionioda rondado en-
genho de um atino do ris 2 uOO.noo res, na
qual caria diz o Sr. Pires {j?* Eu e meu sa-
gro anda estamos firmes no que distemos ; islo
ni que eslavam uries om ser cu Satisfelto
pela mancira porque disse em minha corres-
pondencia.
Aos olhos dos homens honestos e honra-
dos no he nesplicavcl o procadimento que
live co n o Sr. Luiz Pires, mhora o soja aos
deste Sr. cuja manejrado procidor o cora-
eilo obsecalo leem lancadu a barra alm de
ludo quanlo ha de celebre e maravilhuso no
proceder do homem.. .. ^'o concoito do Sr.
Piros a minlia conduela, eslen leudo a m9o
a il ii homem desvalido de quem era amigo,
s 'in canutillo tonar parte ein suis filias, li
jnesplicavcl I! !-,. Inesplicavel lio o quo aos
olhos de lodos est pralicando o Sr. Pires....
Si al ', r aiii'i lie natural, que o Sr. Pires re-
tert. fonle inmunda as verdades que Mo
Keidilo,(que apellida de inaullo),e fuo nao Uarca
m.is me dar resposla .' Sterilor serta que o
Sr. Piras que lano diz res^eitir esa opi-
aillo, soberana do universo, reverloss a es-
sa lint- impura aquillo qou.lclla tirou con
lagrimas do crocodillo, pa.a vestir o alimen-
tar, a si esua familia, o nao q.ieira com des-
eo mmuncl orgulno osl'niar honra.loz, es-
e.ndalisando essa opinilo que por escunuo
dli accat.r. A correspondencia quo fu es-
tampar ms columnis desle jornal flcira
Iulisisiliido sobraiiccira aos botes que M-
en o Sr Pires, porquo a verdade he tima o
fise lorco nem lio possivel, para npaili-
bar la i mii causa. I'ieo muito satisfoilo
faj Sr. Pires pela maneira eavallelresc por-
1 ii'- se dignou tratar, aquello oni quena a-
clin i prolooclo o nmizade, no lempo que OS
s n- amigos do -al". Iho voltavam o rosto.. .
Com a puhlicacslo destas linhas muito o-
brigar ao
Seu venerador e criado.
Francisco Fernnndes Thomaz.
tlecife 22 de outuli'o da I,ij2.
Iilni amigo. Eu, o meu sogrd, ainda es-
tamos firmes no quo lisgamos, porm o meu
amigo nilo quiz doixar do dar-mo uma CS-
porada.lalver. suppondoque a safra nflo che-
3un para seu pag.monio, e entilo nilo quiz
eisar de alguma maneira de privar-me do
au dispar do alguma quantio, puis quin iu
i safra nilo chogiin apparaberSu mcios do
dp,irir o resto,advcrlindo-lln! que pelo des-
rabado preco que so adi. buje ou nSo tenho
a casa lo purgar menos dc3:OOU,000, eSlnu
moon lo, o teuiio ines-i'O quo moer, e nlo
he so o Domingos quo tom cani.p.etnbura el-
le diga que quaulu passnu nilo vio caima.
Nao qu rn ser estenio na minh. cria por-
que depois da minlila pe Ion,lo ahi eslar, e
onUo lembro-lho que quando Vmc medeu
a sua-pedrada, om sua j, noli, perguutando-
me se ou linda maudado vender assucar,
l.ndo-mea entender que sabia alguma cou-
II a c.ta por publicada em uni do escrivo.
Tra ni fuprit, i'.arneiro di Cnnnfl,
a I oais se iiaocoutinba ein ditas pecas, que
me lora.n pedidas, e que cu escrivo lii liel-
ineute cxtraair por cci lido dos proprios autos
niigimes, aos quaei me reporto ; vai na ver-
dade sem cousa que duvida faca, conferida c
conceilada, subsc,ipta c assiguada insta cida-
de do Recite de Pernambuco, aos 10 de oulu-
bro de I85i. Fit csciever, suhscrevi e assiguei.
1-1111 f de verdade, Jo-jo' Saraivn de Araujo
Ga/eaV
pcleirn, 1 diti sellos, 2 ditas chapeos, 1 di-
ta lecidos do I i ; a J. P. Adour & C.
1 cilla perfumarlas, 4 ditas chapeos, I
dita calcado, 1 dita pelloa preparadas, I
L'ita azeito, 1 dila tecidos de algudiio; a
ordem.
I selins ; e I). Lcclerc
50 barris e .".o meios ditos manteiga ; a
l.e Bretn Schran-.m cr. C.
1 eaiZI ninas de alto tilo, 1 dila roupa,
3 ditas clcadn, 19 ditas papel, 2 ditas vi-
dros, 3 lillas Chapeos, 8 ditas agua de Co-
lonia, 6 ditas pollos preparadis, 2 dilas
meiciaria, I dila canlieiros, I dila cha-
pos o ponlcs, 3 ditas louca, 1 dila chic-
les, I dita bniietes c vidros, 3 dilas oleados,
1 dita conservas, 3 .lilas cbapoa do palha,
I dila dilos de sul, 33 barris e 30 meioa di-
tos m.nt'-iga ; a Lccomle Feon o; G.
4 caixas rtlapos, i ditas porcelana, I di-
ta camisas, 1 dita m.nileles, l dita car-
loes o llores, 1 dita luvas, tocidns diversos
o caixas para rap, I dila vestidos, II ,lilis
lecidos de slgodfio, 7 dilis ditos de seda, I
lita linhas, 1 dita perfumara ; a llrunn
Praeger o. C.
3 calis, t cidos de ligodSo c la, e cha-
peos do sol, 7 dilas perfmanos divorsas, 8
dilas marcearla o objeelos de escrlplorio, 9
ditas vidros; a Feidel Pinto e; ('
2 ciixis merca-lonas diversas, | dita vi-
dros, i dita candelabros; a DidierAin.
i caixil vidros; a P. F. de Soua.
t volme objectos diversos p roupa, 2
caixas vultos, 1 dita objectos de chnpellei-
ro, I dila agua do Colonia, 7 voluoies pan-
nos, 3 caixas fcrramcnla para ourives, 1 vo-
lunte chitas, I dito redomas e peanhas, 13
Caixas lecidos de algodo, 5 ditas selins, 5
ditas chapeos de palha, fcllro, ele, 1 dita
hiendas, 1 dita bonetes, 1 dita cachimbos
de barro, dilas ronros preparados e chi-
cotes, I dita lencos de algodibi, 1 dita per-
fumarias diveisas, 2 ditas instrumentos de
msica brinque,los e chicotes, I volume
chapeos do sol, I dito medicamentos (Le
Itny ), 2 ditos chapeos para senhora, acal-
las objectos para teleiro, 3 ditas teciJos de
hubo; a F. Sauvage ft; C
I aparelbo, C.isaa OhapcOS, i ditas por-
celana, 2 voluincs quinquilliaiia,! dito qua-
dros c un relogina, I uilo llores arlifirians
n estojos, 1 dilo bais e chapeos da sol, I
dito cutelaria, I dito transelius e latidos do
seda, 1 dito enndiei os, I .lito tinteiros, 1
dito oliarnterae, 1 dimapsrellins, 2 caixas
modas o tecidos do seda, 1 dila solios, 1
dita fz,'iidas diversas, t quarlola vinho, 1
bail goa-.r lente, I giKogarrufas vazias;
a F. Sauvge c Comp.nhia.
60brris, 70 meios dilos manteiga, 60
restos champagne, 36 caixas quoijos, 500
gigos lualas, 59 saccas fuello, 100 cestos
carreja,90caixas, 80 netas ditas cha, 150
barricas familia de trigo; aos onsignata-
rios.
5 caixas tecidos do algodito, ? .litas bur-
ras de Ierro, 12 barricas pos prelos, 6 ditas
farintia de centoio, I caixa vidros, I dita
candelabros, 3 ditas porcelana, 1 dila seda
e llores a, tiliciars, 4 dilas chapos, 5 dilas
p-i fuiras c luvas, I dita objectos de cha-
polero, 1 dita bolOes de metal, I dila cou-
ros e arceos pura seiieim, o dilas merma-
rla, 1 dita chceos de palha, 3 ditas gna
lo colonia, I dita bonete, G ditas chapeos
para senhora, 2 dius pannos, 2 ditas pellos
preparadas, 1 dita chapeos de sol, I dila per-
fumara diversa, I dita calcado, 1 quertola
vinho ; aos consignatarios.
Accrescimo ao manifest.
6 embrulhos amostras ; a diversos.
CONSOLADO OERAL,
Rendimentodola22 .24:193,793
Ido tu do da J 1........ 932,686
25:126,479
COMMERCIO
fall.in los tantos puicenio, na. usura. .,',_ ,a, .-ti respondi-llic que nSo, e ero exacto,
da, preientcs e futura., nos descomo, e,,flm I p0|m depois m.ndet vender algumas cargas,
ALFANtiGCA.
HendimentO do I 33. .2-25:368,817
Idom do dia 23.......17:467,625
212:836,472
Desean rgam hoje 25 de oulubro.
NMaiia --Otntral liessup fsrinha
de trigo.
liare, frauceza Conle Roijer merca-
dorias.
Ilrigue, ingluz -- Camilla bacallio.
lngue braaileiro -- llut H>> genoros
do paiz.
Polaca brasileira Sanlissimu Trinilaile
i lem.
Barca ingleza -- Lord John Russcll mer-
ca lorias.
niliorlncaO.
Lord Jolni llussell, barca ingleza, viuda
de Liverpool, consignada a Done Youlo e
Cumpanhia, ntanifesteu o seguiito :
4 calas cuspos, I han ira tamarindos,
1 9J6 libras ,1 papelillo, 418 Ion-dadas c r-
vii i I pedir, I banica pnnrliaS de ferro, 109
bar.icas alcatrilo ; nos consigpatsnos.
Capibaribo, hiato nacional, viudo do A-
racity o Ass, consigna lo a Luiz B-jrgcs de
Siquoira, inmufestou o seguinte:
IU miillms eourlnhos, 13 barric.s sebo,
5 s.ccas ceta Jo carnauba, 24 niolhos eslei-
rs, I CiixO e 1 barrica salalos, 236 meios
desolla, 129 alqueires de sal, 6o molbosde
palha ; a ordem.
Barca frauceza Comi lloger, vmda do
llavrn, consi;inda a J. K. Lussene ex C ,
manifeattiu o segufnle:
to barrios oii eatu ; a Vitrea Lasa rro.
1 caixa objectos de mud. ; a Simo. Millo-
Cllanu. .
30 barris minl,'i;ii ; a H. r.Maia.
1 caita u'in burra do fono; a A. I). Al-
meida Ro liiguos.
Svolumes pianos; > J. Vignes Ain
2 caixas chap .S, I dita espllelas, I dita
sedas, lloros arlillei.es o outras moreado-
ri.s; a L Sebuller & C.
100 caixas vallas slc.niii.is; a C. J. Asile)
i <:.
I8ciixas loci los ,le algoJilo, I dita ditos
de I iitii>, 13 ditas ditos diversos, 1 dita cha-
pos deso, 3 ciiibiulhos amostras; u J.
he I T t C.
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo I a 22 .1:054,430
Idom do da-'I........ 16,423
1:070,853
l'.xpoi'taciio.
Mediterrneo lirlgoe biemcnsc liurger-
meiiler Smllh de 282 toneladas enduzio o
seguate : 3073 saceos com 15,365 arro-
bas de assuCar.
Rio Crando lo Sul, brigue nacional Mero,
"induran o s -guiiiln : !i-t bairicas cun
6935 arrobas, u 18 libras de assiicur, 30 pi-
pas agoanlante, I oaixolo clnp os do
castor.
Genova, polaca siria Rfcliia, do 214
toneladas conduela o seguint" : 1620 s.ccos
0 10 barucas com 8,115 arrobas c 1 libra dn
ass'.car, 100 milheiros unhis, 120 saccas
com 6:13 arrobas e 9 libres da nlg.ido, 65
gamelas com I5:II5 libras de cera.
Par.hib, bi.te nacioi.al Ksi.adaite, do 27
toneladas conui.zio o seguintc -. I caixu
co .ros do lustro, 4 volumes fazcnd.s, 10
barricas farinha, 45 ditas bacalhao, 6 volu-
mes firrnooris, 40 ditos niolbailus, 5 nipos
louca, 2 i ixns de lorio, 6 suecas cITo, 4
barricas assucar, si vo(uaies de crrgens,
1 c.ixa vidros.
RECEBEDOIIIA HE RENDAS INTERNAS GB-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimentodo dia 23 .... 396.I8S
CONSULADO PROVINCIAL.
Rondimnnto do dia 23. 870,102
PRACA DO RECITE 23 DE OUTUBRO DE 1852
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios- Fiteiau-se saque, .obre Lon-
dres a 28 d. or I/, e .obre
Pari de 340 a3*5 r.. por fr.
Algodao--------Entraram 8l4 saccal das qujes
iiuiiveram vendas da prlmelra
ur n- cKolbida a a.)7n, do re-
gular de 5^500 a 5/UOO, e do de
segunda orle de 5/100 a 5i3t0
por arroba.
Anucar A entrada do novo val aug-
mentando com rapidei. Ven-
deu-ie o de quarlo .orle de
ivion a I.S50 e do de quinta c
sena de l|720a lf8oo por ar-
roba, do mase.vado cicolbido
de IJI350 a l/iOO. c do regular
a 1*300 por arroba.
l.'otiros- Conllnuam a ser procurados,
tendo-se vendido a lia ri. por
ILEGVEL


- *r
libra doi ieccoi salfadoa. provincial, otn cumprimento da ordem do
Alcatrao Vendeu-icde 10* a n/Ooo por Exm. Sr. preaideote da provincia, de 29 de
barril. seterabro prximo passado, manda fazer
Uacalhao-------Doui carregamentoa entra- pub|ic0 que nos dias 26, 27 e28 do corren-
'n^TrZ^l^To' tC.r* >T T T '""""Vi?0 **'?
barrica eoutr a 10/800. a, junta da hienda da meame triesourana,
Cafe_____.-- Vcndeu-se de 3/Boo a 3*800 quem por monos tlzer, a obra do 22. lan-
por arroba. co da estrada da Victoria, avaliada om rcis
Carne lecca dem de 30 a 3/800 por arroba 13:9021310.
da do Dio Grande do aul, da \ arrematado ser feita na forma dos ar-
qual Bcou bole cm aer 20.000 (gos a4 a7 ua |e provincial n. 286 de 17
arrobat! da de BucnoiAyres je mij0 e 80b as clausulas especiaos abai-
ha 11,000 arrobas, mas anida JQ copa(jaS-
Far. de trigo ^"tmam'do'carega.ncnlos A* P'sso.s que se prjipozerem a esta ar-
de Pbiladclphla, dos quaes un romatacao coroparecan Di sala das sessOos
foi Tendido a 19/por barrica, da mesma junta, nos das cima declarados
e parte do outro a prcro m.ils pelo meio da, competentemente habili-
balvo por aer de qualldade {a lus.
mais inferior. K para constar se mandou afixar o pre-
Fcrro sueco Vcndco-sea 8/050 rs. por qinn- gBn[ e publicar polo Diario.
,';' k-.h. .i* Secretaria da thesoinaria provincial de
Gcnebr.----------"""" po1 bo,,ja' e 7/ Pernambuco 2 do outubro de 1852. -Ose
por garratao.
mada, barca da escavano, e enfermara da
marinha, om o mez do novembro vinuouro
os gneros abaixo declarados: sendo elles
da inellior qualidade : arroz 27 arrobas e 26
i.i:.,-, .-.-iu.il 15 arrobas eC libras el|2, ba-
cilbo 16 arrobas e 22 libras, bolacha 23 ar-
robas e 14 libras, cafre em grflo 8 arrobas e
19 libraa, carne verde 161 1|2 arrobas, fari-
n*t=i 79 alquoires e l|3, feijao 21 ditos, lenba
10:320 achia, pao 75 arrobas e 30 libras, sal
7|8o 1|2, toucinholOarrobsse 2* libras. As
iessoasque so propozerem fornecer semo-
hatites generes comparocsm nosla secreta-
ria da nspecjilo no da 28 do correnta mez,
aomeiodia, con\ suas propostas em carta
foicliada o as compntonles amostras. Se-
cretaria da InapeccSo do arsenal de mari-
nha do Periiimbuco 23 de outubro de 1852.-
O secretario, ThomFerninJes Msdoira de
Castro.
-- l'cla nspcccSo do arsenal de marinha
d'esta provincia se contracta em virtude da
je *tf do corrente, as 10 horas, no
1 Ha Aandega.
Aviso Jj versos.
PROSPECTO.
AOS SENHORKS OH EPiGENHOS i
fantaUa_____Idc-.'dc ti>ia4tO rs. por libra cretario, Antonio Ferrcira da Aiinunciaciio. ordem da presidencia de 18 do corrente a
da 11 .mi iv i Clausula! especiaes da arrematara
Papel de cmb. dem a I j400 a resma do 1 As obras do 22. lanco da estrada da
grande. Victoria sonto felas de ennformidado com
Qucijos IdemdelJOoo a uOiO por cada ooicimentoc plantas approvadas pela di-
um dos llauengot. rectora em ronselho nesta data, e npresen-
'" tada a aprovac.au do K\m. Sr. presidente
remessa do diversos ohjeclos para as provin-
cias, do Rio Crande do Norte, e (Joara. Os
capitaes do navios mercantes que liverem de
seguir para taos provincias o quizerem fa-
zer esso transporte, cumparecam na secre-
taria da ir.esma Inspeccau, alim de tracti-
,_ (Ol.il u HllU'Olll' un ii mu vi i a>>w.*'> .ni lii JO II, VJ >><* adfvw^-'f----------
u.i.. .!tJ...'.p.0lv\pJt'.n.^i*an. da provincia, ludo na importancia de rcis rom a cercado frote dos ditos objectos. Se-
V"".....Xtt?tt*&. 'MIMO cretaria da inspecc^do"**
Disconloa____O banco diacoutou de li a 8 por 2. O arromalante comocara as obras no nha do Pernambuco 23 de outubro de iodj.-
cento ao anuo, c o partcula- pfazo ileiim mez, e concluir no de um U sccrelaiio, Thnm Kernandes Madeira de
re de 8 a 10. aono, conlaJos da dala da assignatura do Castro.
Frctei- Di algodaj para Liverpool a contrato.
5|8 por libra c 5 por cento, e 3 A mpor|anra ,|PSt, arrcmalacSo ser*
para o Havre .1 401) r.. por ar- gm tr|) pro4lac0,.s juatfS ,|a manei-
,rc.rp..UPoprC" e";.p,.r.- gUlnl.,--. primoi... qu.n lo o arre-
;,,," mulante tivor fcito a ter?a parto da obra do
Ficaram no pono'eo embarcajaes, sendo i seo contrato; a segn la, quando liver fei-
anierieanas, 3'ibrasilclris, 1 breinenie, 2 han- lo ilous tercos das obras ; a terceira, quan-
cenas, 1 bauburgueza. I lirspanbola, 1 Ingle do for iccebiila iiroyisorianicuto ; o a quar
i&s, 1 oriental, 0 portugucias c I arda.
I-ola cipilauia do Poitoilcsta provincia
se ongaja para sarvirem a burdo du brigne
escuna Oliuda na conformi Inde do aviso Im-
perial do 18 (lesct-mtTO ultimo, as pra-
vas seguinte: 3 marinhoiros do ciaste su-
perior vencendo 18,000 rs, por mez, um pri-
meiromarinhciro vendido 141 reis, e'dous
segundos ditos vencendi 10/ rcis, alom das
i1
Pauta
dot preros corrente do assucar, algod/o,e
mais genera do pai;, que se dtspacham na
mesa do consulado de Pernambuco,
manade 25 o 30 i/ Outubro de 18">2.
Assucar em c. branco I. aual. Arroba
la quando fr delinilivaaiento reci'bida, nlo I gralilicaOos marradas na roita que acconi-
devendo offecluar-so paRaineiuo Tgum au-j panhou o citado avuo ja publicado polos
tes de lindar-o o primeiro semeslro dojjornies. Secretaria da capitana lo porto
ezerriolO ilo 1852 a 1853. I de Pnrnambucu 23 de outubro do 1852.O
4. Para ludo mais que n5o esliver dcter-l secretario Thomu Feniandes Madeira de
"o s~e- minado as presentes clausulas soguir-se-ha Castro.
oquedispOn a lei provincial 11. 286 do 17 REAL COMPAMIlA DE PAQUETES IMCLF.ZES
Cannda
. Canad
. Rolija
, Canad
. Garr.ila
um Alqiicii-e
Canad
Arroba
l.ma
Um
Arroba
Ccnlo
Ariubi
. Libra
. Libra
, Lu
Libra
a mase.....
> liar. aac. Li-anro.....
a a mase.....
refinado..........
Algodio mi pluma de Ia qual.
Kilo.........2.
Dilo...........3.
Dito em earoeo................
Esjiirilo de agoa anleiilc.
A;o'aiileiilc eaxaca .
Dila de calina.....
Ililaicsiila.h........
liiinv.1,1.......
Hila.........
Licor ..........
Dito......, .
Arroz pilado2 airaba
Dito cm casca,.......
A/a ile de mu.....1.......
Dito de uicndobim.....
Dila de pciic......
Cacan.............
Araras ,......
Pai.agaios.........
bolacha...........
biscoitos -.........
Cafe liom.........
Ditoraatollio.......
Dilo com casca.......
Dito mido.........-
I 11 111 secta........'
Cocos com casca......
Charutos lions ... .
Ditos ordinarios......
Dito legalia e primor '
Cera de Carnauba.....
Diiaem velas........
Cobre novo mfiod'obra.....
Cuino de (loi salgaUcs
Ditoeipixados........
Dilo de onca.........
Ditmle decabra coitidos* .
Doces tic calda.......
Dito de Guiaba........
Dito seceo.........
Jeleia.............
Kslopa nacional.......
Dila rslrangcira mo de obi.i .
LspaiiadoiCb' grandes......
Dilos pequeos.......
Faiinlia de maudioca ....
Dita de millio........
Dita de araiula.......
Feijo.....-..-:
Fumo bom..........
Dito ni 1i1n.111".......-
Dito em Iblha bont...... h
Dito oi-'liuario. ,........i
Dilo lasloiLo ....'.,.. u
lpecacimlia........... a
Ooinina ,..........Alijiici'C
Geiuglbre...........Ariolia
Lenba de adas ....*.
I111 13 de Icios .
Planchas ile amar, de 2 Cusa
Dilas iie louro........
distado de amaiello de 46 a 10
p. dec.2 Va 3 del.....
Dilo dilo usuacs........ i<
C.isUdiubo de dito ....... -
tloalba de dito ,........ ii
Forro de dilo.........
Costado de louro....... a
Costadlnbo dedno...... a
Soalbodedilo.....,
Forro de dilo....... a
Ditoa de cedro.........
Toro! de lal.-ijlll .1 '.'ni: I '.
Vaias de parreira....., Duiia
Dilas de afiliadas
Dilas de quina..........
ltodas desi ii| iia para canos Par
Blxoadedllai pasa ditos ...
Mclaeo.............Canad
Milli.............Alqil.llC
Pedia de amolar.......Um
Dilas de filtrar.........
Ditas de relilo
Ponas de uol
2,2o de
I ,uoo
1,101)
a,3SO
1.1 0
2.51)1
, 5,810
1.800
1,100
inaii de 1851. A VAPOIt.
Cunforme.O secrotario, Antonio Fer- f-'S' No dia 31 deste moz espe-
reira da Aniiunciac..1o. JYf-T^V r*"Sfl l'0'leroso veloz va"
(I lllm. Sr. inspector da thesouraria pro- fjm Wr p0r,Medwi comnsndante
vincuil cm cumprimento da or.lem do Esm. j l^^sW^otSm Weller, o qual depois da ae-
Sr. presid. ni.' da provincia de 13 do corren- lmora do enstuine seguir paraos portos do
te, manda fazo- publico, que nos dius 3, 4 c sul : para passagoiros, trata-so om casa da
5 ilo nov.mbro prximo vin louro ir a pra- ] aftencia, na ra do Trapiche Novo n. 42.
ci para sar arromatado pirante a Jontadaj
Ido fazenda da mesma thesouraria, a quem por!
100 menos i/.ur n obra dos ooncerlos da ponte
Banco de Pernainbuoo.
tuo
3on
isn
100
180
401)
avahada novameulc em
de Tracunhaem,
1:936,000 rs.
A arrematarlo ser fe.ita na forma dnsar-
tig024 e 27 da lei provincial n. 286 do 17 do
maio do 1851, o sob as clausulas especiaes
i.ioo abaixo copiadas.
1,'ian As pessons que. so propozerem a rsta ar-
rcmalacSo conparccan na sil idas s'SsOes
da mesma junta, nos dias cima declarados,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
Ole
1,100
I,alo
5,000
111,0011
3(nii0
3,200
6,400
4,l)n0
S, 1 o
3,2in
0,400
1,1-00
,'l 01 n
i,4oo
2 1:936,000 rs.
Moo -' l'-st's otiras doveiilo ser principiadas!
S.oio no prasodo um rr.uz, e concluidas no decin-l
itiil co mezes, contatos rio ni o determina oarli-|
115 go 37 da lei provincial n. 286
Os dcscontos conlinuam a 8 por cento
aoanno, por letras ate 6 mezes. Compra e
vendo letras sobro o Rio do Janeiro, de
qualquer quantia o a prasos rosoaveis. Ban-
co de Pernambuco 23 de outubro do 1852.
O secretorio M. I. de Oliveira.
Jamara municipal.
Pcranle a cmara municipal desta cidade,
estara em prr,o no dia terr,a-feira 26 do
corrent, o imposto de allrlCOel por 14:810
rs..segundoas ordena do Exm. presidente
da provincia. Adveito-se quo quem nao a-
E psr.i constar so manilotl afixar o presen-1 presentar fiadores devidamente habilitad ;s,
te e publicar pelo Diario. n9o ser ad'nittido a tancar.
Secretaria da thesouraria provincial del Pela directorio do lyceu se faz publico,
Pe'iivmbuco18 de outubro de 2852. Ose-jquepor ordem do Exm. Sr. presidente da
cretaric, Antonio Parreira da AnnunriacAo. provincia, llca transferida para o diaI3de
Clausulas especiaes da arrematae.lo. Janeiro prximo futuro, o coucurso a subs-
1.' As obras dos conoertos desta ponte se-] titui(Ko das cadelras das lingoas iogloxa e
rao l'eitas de conforini lado com o oreamen- frameza desljfslib-leciniento.
lo aprcrentado a approvarjilo do Exm. Sr. ^-^
presidente da provincia na importancia de .
oha
lio
i,000
2oo
24o
200
410
ion
1,0(11)
I.nuil
A'qiicirc
, Arroba
n
. Alqucirc
Arroba
3 A imporlarcia dest i arrematarlo sera
piga cmiltias pustaf,ois iguaes, da maoei-
ra soguinto a pr I metra quando o arro-
matante liver filo melado das obras, e a
segunda quando estiveren) todas conclui-
das.
*. Durante a exeCOfdo das obras o arre-
matante dar f.cil passagem pjra o trosito
a,000 publico.
1,0001 jti para ludo mais quo nSo eslivcr de-
terminado as presents clausulas, e niiin
no orcimcnto, seguir-se-ha o quo dispe a
lei piovincial n. 286 de 17 de niaiotlc 1851.;
THIATRO
una-,
1,000
1,000
2,600
4,oo0
...IIIKI
S.iioo
7,u .o
4,ooo
15.' RECITA DA ASSIGNATtltA.
Qttarta feira 27 de outubro de
i85a.
Depois da execurjao da ouvertura, subir
secna o tnuito applaudido drama om 5
Conforme.--O secretario, Antonio Ker-i" '
ira da Aiinuncigau. Bclos'
llaidalciia.
Cento
(1
Um
. CculO
Piassaia............lllbo
... Meio
. Arroba
. Una
, arroba
. Cento
. Libra
.S 1I.1 011 vaqueta.
Si 1 ni mi rama ...
Pcllcs de carnciro .
Sarja parullia
Tapioca......
Unhas lie hoi
bantf ,.*....<
reir da Annuncig
II lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial em cun.ri nenio da ordem do Exm.
>i000 Sr. presidente da provincia de 13 do corron-
j.,,000 11( milll |a fH/or publico quo nos dias 26, 27
'oe o J8 Jo mesmo, ir 11 praca para ser anema-
,2a todo parante a junta da fazeoda da mesma
1 thesouraria, a quem por menos flxar a obra
do enrocha nonio om lente a ponlerda ra
da Aurora,avaha Ja novameiitcem 1:188,000
rcis.
A arrematar,lo sera foita ni forma dos
arligos24 o 27 da lei provincial n. 286 de 17
de uiaio de I8il, c sob as clausulas espa-
ciis abaixo copiadas
As pe-soas que se propozoiem esta arro-
matacSO co iiearc^am 111 sala das scs>es
da ni -n n junta, nos dias cima dcclBrados,
pelo meio da, cuiiipelculeuieulo habilita-
das,
E para constar se manilou alixar o pre-
sen!- o publicar pelo Diario.
Seciclaria da thesouraria provincial do
Pernambuco 18 deoutubro do 1852. -- ose-
erctario, Antonio Forrera da Annunciarao
Clausulas esneciao* da BrremataCjfio.
I'rimcira. Sera feila esta obra de confor-
mi lado com o orraiiiento apresenlaJo a ap- '
pruvaco do Fxm. Sr pres denle da pro-
vincia na importancia de 1:188,000 rs,
Segunda. As obras priucipiarSo no praso
: 15 das, o Itrio CjncluidaS no praso de
2 mozos contados, romo determina o artigo
31 da lei provincial 11. '286.
Tercoira. A importancia desla obra ser
1 a,; 1 cm duas prestacOes da maneira seguin-
le: aprimeira do valor de tres quartos
la impurtancia du .ir. emaiai; in, quando se
livor concluida a obra, e a segunda de um
9,1(00
11,000
7,1100
20,000
111,001
7,1101)
(i.ono
3.600
0,no 1
a.loo
a, o
i. un
2,"00
1,20,
l,2S'.l
1,000
yoo
40 000
18 ono
un
}."0
1:40
0,000
soo
),1H0
320
3,M0
4,0011
aOo
17,0'o
,i00
J"0
(O'J
Terminnr o espectculo com a interes-
sante comedia em 1 acto,
Tros mu Hieres
E
TRES SEGRED0S.
Persomgens e actores.
Iluboiirg 1. A. da Costa.
Madama Derfort --1). Rila.
Paulino L. C. Amodo.
Florentina I). Carmella.
Itichomo I., a. Monteiro.
Leonor D. Marn Amalia.
Comecir os horas do cosame.
Os bilheles aclum-sc a venda no escripto-
no do thoalro.
Avisos martimos.
I ara o Cear sali coc muita luvvida-
do o hilo Anglica,que ji tem parle da cir-
ga, e para o rosto trata-so na ra da Culn
do ftecife n. 49, primeiro andar, ou no tra-
piche do algoLlocom o incstre.
Para o Aricaty segu al o lim da pre-
sente semana, o hiate Ligeiro, porjat"rn
maior parte da carga ; para o resto o passi-
geiro trata-so na ra do Vigario n. 5.
Para o [lio de Janeiro, com
Movimcnto do porto.
(Vritu entrado no dia 23.
Arjcaly e Ass, do ultimo porto 8 dias--
hirlobrnsilriioC! Parirte, de SStonela-
d.is, meslre Antonio J isc Vi.irm.i.eqnip?-
gein 7, raga varios gneros ; a l.uiz I! ir-
gos de ( erqutira. Tras I rscravo a en-
tregar.
Alivio saliido no mesmo dia.
Cibialtar pela liba da Ma 'eir -- briguo i'i-
glez I. O. ca uo J hn Coopcr, carga
aisucar.
i\'at;o entrada no dia 24.
Liverpool -- 39 dias, galera inglcza Bonita,
de 298 toneladas, capilo W. Willcox, e-
quiptgim 18, carga fazendas e mais g-
neros : a Deane Youlo Compauhia.
favios sahidot no mesmo dia.
Parahiha hiate biasileiro Espada, to, mes-
tro Victorino Jos Percira, carga varios
(moros. Passagcirus, Jos llaptista Lis
boa, e J0B0 R. de Souza.
Genova polaca sarda Itaphaelina, cipilSo
II. P. Bozaiio, carga assucar o algodilo.
Gibraltar lirigue breincnso Hurgermcis-
ler Smith, capitn II. Ithaldo, carga as-
sucar.
Rio Grande do Sul brigue brasileiro Mero,
oapiao MaLoal Jos llibeiio, carga assu-
car!, e mais gneros.
tiDlTAES.
tem dulorminado as preguntes clausulas, e
uoin no orcameiito, seguir-sa-ba a quedis-
l~
1851.
Conforme. O s cretario, Antonio Fer-
rcira da Annunciar;ao.______________
muita Ijrcvidadc, o brign nacio-
quarlo, quando so elTecluar o recebiinontolnal lccife, O qual tem parte do
difinilivo, que lera lugar nesso aono, depois lQ promplo. quem qui-
lo r3ccbnnonto provisorio. i,-u,,"-t r I i 1
Qaarla. Para ludo o mais que n.lo exis- icr carregar, ir de passagem, ou
embarcar cctavos'a fete, tr'ia-
m IIO Ulauoni'i, 3. nun -00-1111 vi iiunuia- j ., ., .
u? a le provincial D 216 de 17 de m.iode se ni ra do Lollcgio n 17, so-
gund.i andar, ou com o c ipitao 31a-
11 i"l Joiquim Lobato.
Para o Porto seguo vbgcm com toda a
hrovidalo, o brigue portuguez S. Manoell,
capitao Jos Francisco Garneiro ; quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passagem,
para o que lom exc lenles commodos, diri-
ja-ss ao mesmo cipitJo ou a su consigna-
tario Manoel Joiquim llamos o Silva.
Para a Babia.
Segu'com brevidade a veleira
e j bem conbecida escuna nacio-
nal \1lcl.1ide, que acuba de clie-
JJeclarayoes
Achando-se vago o nlcio do segundo
tabolliaode notas e esorivflo do enmu cl-
vel orpbfJos capellas o residuos do termo
do S. Au.ao, 1 ola desistencia quo fez Jos
Cav.lcaut Ferraz de Azore lo que o exercia,
manila o Exm. Ss. presi lento da provincia
assiui a fazer publico pira eunhecimcnlo
das parles inlcessadas alim de quo os pre-
teiidenlcs aodilo ofiiciose haliililem na for-
ma do decreto n 817 de 30 do aitoslo ile
U5."cumpr,ndo que f.s.m o es.mfdo suf-! gar da B.h.a quem nella qu.zer
licicncia peranio o Exm. conseiheiro presi-1 carregar, pode Uirigir-se a ruada
^ta*^4^w^^J^^,^|Gat..a Vcllia n. id, ouado Tra-
nmi-nlos ao juiz minucial, o o orphnos do I "_ '
dito lermo no praso do 60 dias que come-j picllC LNoVO n. 10, sei^Ulldo ailar.
cou a correr do 18 do crlenle mez, lim
-de seguirem-se os trnsitos marcadus nos
arligos 12 e 13 do citado dirailo.
Societaria do governo da provincia 21 de
outubro de 1852.Honorio Pereira de Aze-
redo C.oulioliu, secretario da provincia.
O arsenal de marinha, precisa com
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pnr par fornecimento dos navios da ar-
Leilo.
FAZENDAS.
A acnitacflo de que gosa a HoHOEortTiiu
om lodo o rasil.e a subsliluir;So quasi com-
pleta quo ella tem feito s inmundas dses
de l.e-Roy o oulras quejandas nsquerosas
msinhas ; a necessida le que de dia em da
se torna mais urgente do um livro classico,
quo possa dar cnnhecimeutos exactos da
scioncia de llahnomann, e a razilo de que
nom tolosconhccem sin la a lingos france-
i, o porlanto impossibilitada anda muita
gente de possuir o mui aprcciavcl thesouro
MAMUL 1)0 OUTOII JAHR, obrigou-nos a
tradozir para nossa liugoa esla importantis-
sima obra, unicinosnu genero, e sem a
qual passo algum seguro se pJe dar no tra-
tamento das multas e diversas enfermidades
que accommetem o corpo humano, e que
cor sua CODlioUaCOOU gravidado tendem a
dcs'.rui-lo, reduzindo-o l.llim k igualdade
dos corpos inorgnicos. A simplicidade des-
te Manual, a boa dispnsicSu de lodos os seus (
elementes, a fac.lidade de sua expusicao, e
a boa ordem de sua classificacao, consli-
tuem o seu principal elogin.o immortalisarn
o nnme do sen autnr. He nella com elfeilo
que lo aelia em cada artigo a thooi ia ao lado
la pratica, e esta ao lado daquella, o a se-
mell.auea do duas linbas parallelas, nunca
urna ped; a outra de vista. EI > oeste mes-
mo Manual qua se encootra ludo que ha de
contiendo eni llomceopathia al o presente,
o de tal maneira classilicado, que satisfaz
as maiures mcessidades daquclles que se
oeei.p i m do remediar e curar as enfermida
des n 11 aflligem a humauilade : pode-se
om rigor asseverar que o Manual do doulor
IaiibIv.' o livro de que o lloincciipalha nunca
se deve sepurar ; e que elle nunca deve dei-
xar de ler e reler, e de consultar todas as ve-
zes que se aeliar caheceira do doenle, pois
s isslm evitara engaos ou erros que po
dem ser funestos aos enfermos, osubrecar-
regar a consciencia do in licador.
He portanto o Manual do doulor Jahr que
os senliorcs de engenhos e de fazendas de-
vern possuir, urna vez que pela distancia
ni que estilo dos recursos do facultativos,
se vm obrigad is a acudir dar remedio nos
psdecini'iitiis do suas familias Vordadciro
amigo da llomccopatliis, no pudo altender
lmsntfl ao srdido inleresse, e sacrilicir o
crdito e reputac/lo do quo gosa hoje em to-
da a parte a bonelica sciencia de llahne-
mann, e cuja adopto lie 13o geral: e ap-
pello para as pessoas entendidas que bem
puJerSo avahar a qualidade da obra, sua
tradcelo o a maneira por quo esta impres -
sa, para o que tem sido preciso uo s pe-
nosissimo trabalho como o emprego do um
capital, cujo risco e empate he sem duti la
desanimador. As pessoas quo j possuirem
a pathogenesia dos 24 medicnenlos, im-
pressa no Rindo Janeiro, e reimprossa nesta
provincia ( iCy* ainda mais sem os signaos
que distinguen! o valor dos symptonias!)
pecoqu ) comparem essa Iraducco com a
que li/emos, que com iinanlo connota que
est muito longo de morecer o titulo de ba,
um tod ivi i muita dillerour;a da outra, cu-
jos erros, se fo.-semos a enumerar, triamos
multo longe. Suloitando-ma assimaos vai-
vens de nina dilUoilima empresa, lonlio ao
pinoso prazer do que prostd um imcortan-
te aervieo a llumoeopaihia, traduzind'i o m i-
hor livro que ensina a viatica e theoria do
sua iloutiina, ii3o esquecenlo os dillicili-
ios e inapreciaveis quadros dos sijmptomas
Iu arompanhnm cada capitulo, cuja execu-
e.3o san duvida muilas locubraces cuslou
ao su autnr. Dopendondo o resultado das
applicacOes Homceopathicas n3o s do nm
iiimi livro que sirva du guia como do bous
remedios, o annuncianto mandn vir das
mais acroditadas pharmacias da Europa ,
principalmente da pharmacia especial de Ca-
taln em Part, urna excedente culIcccSo de
melicamentos, osquaes por serem dos mo-
Ihor. se mais bem preparados edynamisi''o
com lodo o escrpulo debaixo da intpeCcBo
do n.nunciante, sao talvez os nicos dignos
le mnrecerem ver ladeira co.iflanca. As pos-
sois que quizerem possuir verdatlei/os medi-
camentos, preparados com a mrlbor boa f c
escrpulo, devem procura-Ios ueste cnsul-
torio, onde aelnrilo as mais ricas carteiras
^ to los os medicamentos as dynamlsicAes
maisusidas.assim como tubosav'ulsos,vi iros
ie i i'i.ii.", ele No mesmo consultorio con-
tina a assignatura do manual llomCBops-
hicodo doulor Jahr em Ires volumes, cujo
primeiro volme j sabio a luz, o muito bre-
ve sahir o segundo. Subscreve-se lambern
esla cidade Un Recife, na esa n 6 defrnn
todo trapiche Novo; no aterro da lloa-Vis-
la, em casa do Sr. Eslima ; n no ra do Cres-
po n 4, em cisa do Sr. Antonio Francisco
Pereira. Consullono llomoiopatliico, ra do
Collegio n. 25, primeiro andar.
Pede-so ioS'. empresario do Iheatro d
Santa-lzahol.nu a quem islo m Inor comno-
tir.o reparar a grande falta que ha no panno
cm n3o desear at ao pavimento, licando as
ce | 'vaut ido palmo e meio, Icixan lo por
unsi'guinle ver-se urna miiltiJao de peso
pernio, tirando de Algum* maneira a illi-i
an expectadoi, assim couotainbem oabus)
le so porem meninos trepados na regua do
mosuio panno a esproitarem a platea, resul-
tando disso io -ii poiu'o decoro ao publico,
e ru tarnbem o estrago do mesmo panno.
- Georgo iVren subdito inglez, retira-se
para inglaterra, levando em sua companhia
sua raulher e dnus lillins Joo e Maria, ai-
nos do menor idade.
Daseja-se saber onde existo Jo3o Bor-
ges (aloal o Mello, que foi algum tenpo
mscate em Nazareth, ou venda fazendas,
para negocio do sua familia em Portugal que
o inters!! ou o mesmo Burgos, ou quem
souber dirlja-SO a ra do Rangul n. 45.
Procis-se alugar urna sala de frente,
luga, nm urna ra l'requentada: a fallar na
r n doTra.'iche .Novo n. 19
-- D. Izabel Mara de Mallo, viuva do te-
neote-coronelJoto rTilippe du Souza LeSo,
vende o seu engenbu denominado OlteirSo,
moente, corrente, o prvido do lodo o no-
cessario, esla venda se eilectua para paga-
mento do seus ere lores, para cujo li.u llio
foi dado em partilhas.
Precisa-se de um caixeiro para venda
com toda a pratica e diligente, prestando
lia ni,a a sua conduela : nos quatro cantos da
Boa-Vista, venda debaixo do sobrado n. 1
.Na mesma ven e n-su talharim, alelris, ma-
carrSo, passis, ligos, manteiga ingleza e
'ranceza, cbouricas do reino, queijus do rei-
no, ludo do suponor qualidade o mais bara-
to possivcl.
-- Alugaiii-se evenilein-
se bichas, clieatlas lti-
mamente de Hambtiro :
Lotera da Matriz da Bou
Vista.
U resto dos bilhetcs desta lote-
ra estilo a vende nos lugares an-
uunciados, smente ate o dia 25 ;
no di i 36, se alguns anda resta-
rem, s serao vendidos at a liom
da cxlraccao ( que ser o mais ce
do possivel ) nos lojas do Sr- For-
tunato, na praca da Independen-
cia, e nd do Sr. Vicente do Espi-
rito Santo, no aterro da Boa Vis-
ta. Jos Teixeira Bailo, tlie-
soureiro.
Precisa-so de um amissador: no pateo
do Trrco n. 30
Na ra do Sol n. 9, so dir quem d di-
nhriro a premio, sobre penhures d-ouroo
prata. Na mesma casa vendem se relogios
do ouro plenle suissos ; ditos dito mison-
t corda para 48 horas; lulo se veude por pre-
\o comino lo.
D-se pequeas quanlias a premio, so-
bro i colimes iirtouro o prata, c rebatem-sa
sidos dos senhoresofliciaes reformados uni-
cament- : na ra do yuoimado, loje de ou-
rives u.-21, das 7 as 9 horas du QianhSa.
Precisa-so deuma negra, que cosinlie
S'ilT ivelmoute, para o lartlCO de una casa
fmuenza : no aterro da lina Visti n. I.
Na ra di Cadea do llecile, escriplorio
n. 60, precisa-sede una ptima cosinheira,
forra, brasiieira, ou estrangeira
Antonio Rodrigues Pinto relira-so pora
fra da provincia.
-- Precisa-sode um rpaz, de H 116 an-
uos de idade, nacional, ou estrangeiro, pa-
ra caixeiro de venda, que lenha alguma pra-
tica : na ra Urg do Itusario n. 32.
-- As pessoas que cncomm'ndaram n.or-
gnlhos de parreira, na ra do Rosario la
Uoa Vista n. 2, i lem us ir buscar por ja es-
tircm promntos.
CASA FELIZ ,
Na praca da Independencia n. 3i.
\m rli.n c ii rem as rodas da Interia da
matriz da Boa \ isla, lji|uem ou uo iulho
les; e por cujo molito os amantes destejo-
go dorom-se provinir hoje,do InMietes (.'run-
des p pequeos, lim deque tenliam direita
as so 'l"s grandes. AS cautelas la casa ci-
ma sao poneos, o (si ni a venia na ra No-
va, luja de chapeos n. 4, o na mesma casa
cima.
O cautelista Salusliano de
Aquino Ferreira avisa ao respeitu-
vel publico, que os seus bilhetes e
cautelas da lotera da Matriz da
Boa Vista, estao expostos a venda
at o dia 16 do corrente, as lojas
do costuine, at que a dita lotera
principie a correr.
Prccjsi-se do urna ama, quecosinhoo
engomme : na rua da Cruz do Recife n. 13.
Na rua da Ca leia do 8. Antonio, em
frente da ipreja do S. francisco n.7, preci-
sac de urna ama para todo seivico de
uoia casa, e que t-mlia conducta aliaucada
-- Nu di 1 i do crrenle me/, no meio
dia, na casa das audiencias, perante o Sr.
l)c juiz da primeira vara 00 civci, tem de
ser arrematada, por ser a ultima praca, urna
morada do casa terrea, na Casi Fort', por
oxecueo de Pedro Jos t.'arneiio Monteiro,
contra Maria do Livrameiilo.
L'xportani-se para o Rio de Janeiro, os
pardinhos Manoel, e Romana, cscravos de
l.uiz Coelho da Silva.
O cauteiista Salustiano de
Aquino Fenjill, avisa ao respei-
tavel publico, que as rodas da lo-
tera da matriz da Boa Vista, an-
datn impreteiiveluicnte no dia 26
do corrente mez iquein 011 n3o
bilhetes por vender ; no dia 27 do
corrente inez, principia a pagaros
seus bilbetcsc cautelas, premiados
da dita lotera, as lojas do cos-
tuine.
- Desapparecen da passigom da Magdale-
na no da 22 do con tile, um 11 'gro da Cos-
a, de 11 uiu Miguel, alto reforcado, o al-
guns tainos ncara, representa ler 40 an-
uos : quem 0 pegar podo leva-lo a rua do
Trapiclie n. 3, que ser gHjlicado.
Pc'ileu-si des lo n frente da cadeia de
S Antonio, al a fronte da secretaria de poli-
ca um atacador de casaca, representa o
dito um sseco de cnc,a dourado, e um c8o
do mciil em|cima do saco : quem o achou
queren lo r'Stiluir dirija-so a mesma rua
por cima do armazom de taboas segundo
andar que sea generosamente recompen-
sado ; adverlo-so que foi perdido do mesmo
lado da cadeia c para fura tln calcada.
Are lU'iruneiito lo curador liscalila ni's-
sa da fallida du Joaquinlnnoceiicio Comes
se fara leilo por ordem do III n. Sr. I).- juiz
da segundi vara docivclodo commercio, e
por inlcrvenca > do agente Antunes do una
poreo du mili lozas que se aelinn reci.Ilu-
das no deposito geral, as quaes serSo ven-
didas em um ou mais lutes a ventado dos
compradores, quiuta-feira 2S do Crrante
as II lloras em ponto no armazem n. jun
-- Foz-se scientoaossenhees ciutelislas
da lotera da matriz da Boa-Vi-.tn, que nao
paguem o vigesimo.de 2,634,o qual esl as-
signado nao costas pelos senbores Alfredo
I. lipidio de Albuquerque Rodrigues Perei-
ra e Jos Antonio Cesar do Lima,
y Maculo. _gr>
Especlco remedio para curar esta moles-
lia descoberla, de un ladente que n'um.i
viagem que fez a Costa d'frica, lerrivel-
mento fui uccumcltido pelo dito mal, o qual
zumbando dos medicamentos applicados,
pelos mais habis mdicos do lugar.vuiu ah-
nalacelnr a este elexlrquo o acasu uu a
looga experiencia Iho fez deparar: veude-
se a 1,000 rs. p frasco, na rua do Crespo n.
9, unicn agente.
Da-so Ima gratificacilo a qualquer pes-
soa quo apprehen ler quatro collieres de pra-
ta para Sopa, c t'es ditas para cha, tudas de
marca erande o de modelo ingiez, e as levar
a rua Nova n. 23; ns quaes foram furladas
hoje, pelas 9 lloras Ja manliSa.
Cavallo adiado.
Avisa-se ao honiem que noMbbado 23 do
corrent, veio a bnlica da rua do Cabug
aviar urna reeelta do Sr. flr Gomes, oque
disse morava para o ido do Cabo, que o
seu cavallo apparec.'U, 1I0 rocura-lo na
mesma botica para rec-be-lo.
-- Precisa-so do 11 ia ama pin cnsinliaro
entornillar i na rua da LingoLta n 4
Na rua da Cruz di Recite, mi casa n 37,
se aluga o primoiiu and ir, con-ervandu-se
com limpesa o tegU anca,oroprio para qual-
Huer i scriploriu : quem o pretender dirija-so
a mesma osa
Di'Sippareccti no dia 04 de outubro da
madrugada, non nog'S de no o Clemen-
cia, idade asannos, bonita figura, feicOes
miuilas, bolillos denles as pontaS das ore.
Inas pegadas nos fac s, bem feita de corpo,
tam i ii lio regular, levmi comslgo to :a a rou-
pa, a Vestidol de roupo II' gado, I vesti-
do da chita cor de vinho alTog i lo, 4 de cm-
brala, co om v. io i!o serian lem eostutua de
andar desala e camisa, 2 Caninas novas de
al.'n Ioziilm, foi conprada o dls 13 "
crranlo mez, i o Sr. Joo Jo Gouveia, quo
i venden com c ila do 'i dn Sr. Jja-
|uim Peici o da .-liv i, : lo 11 ires,
iuc a liona c.....r i oa.iori lo ii ou 7 to-
nos, a urna pessna q'ii-fl i acidado
da Victoria, supponhri quo ella deve terido
para estos lugares : pode-so as auloridUil a
n capiles de campo que a prendam eu lo-
vem a rua Nov u. 34, casa defCarloi II rdy,
--Precisa-fo alugar unn ama que siba
hnin cozlnhar, :)(.'() i ar para cisa de pouca
familia ; na ni i ili Ciuz do Recife n. 68.
Compras.
Compra-se um escravo pa-
deiro, que entenda de torno e mas-
seira : quem o tiver, dirija-se a
padaria da rua Nova, qoe achara
com quem tratar.
Compra-se urna veneziana, que sirva
para porla de varaoda, eque esteja em bom
estado : na rua do Cabug, leja de ourives
n. 7. _____________
KPmmmmeL inm i ua-i_j-i?gaMi
Vendas.
Lotera da Matriz da Bo.t Vista.
Aos 10:000,000 e 5:ooo,ooo .-lers.
Na lojai tle miudezasda praca da
Inde^eudenna 11. !\ vendem-se
bilhetes inteiros, rocos, quartos,
quintos, decimos e vigsimos, que
corre imprcteiiviliiieiitc no dia i(i
do corrente.
lSilbclcs inteiros
Vicios bilhetes
Quartos a,600
Quintos j.roo
Decimos 1,100
Vicsimos Goo
io,oou
5,000
Lotera do Bio tic Janeiro.
\os >o:ooo,'.oo e 10:000,000 de rs.
Na lojadc miudezasda praea da
Independencia 11. 4 vendem-se
bilhetes intuitos, ineos quartos,
oitavos e vigsimos, a beiicfcio da
i5. loterii do theatro de Niethe-
roy ; vem a lista no pritn iro va-
por que clicgar do Kio de Janeiro.
Vendem-se tres mulecoti. ido id ida II
a 16 anuos, ptimos >ara todo s: vico, qua-
tro escravos de bonitas Dgnras, desarvir;o
decampo, urna linda escraVJ do idade 17
annns, do loa con lela, um mulato do ida-
de 30 annos, qua conidia bem o diario do
una casa : na iui Direita n. 3
Vendo-so u ni balanca grande, proprii
para armazem de carne ou outra qualquer
cousa, sen lo conchas e braco : no ai mazem
de sola no ce> do llamos.
Ven le-so um bntoguigu jcoinquatio
remos, duas velas, lem ', pregado de cobro e
vo: na na do Pilar, as < n. -'I.
Vendn-sn urna mulata, em l'ra de Por-
tas, roa do Pilar n 30 : a qual isba bem ea-
gommar.faicrhbyrii to.morcar, eoierbom,
do ida lo 1 "> a IG au ios, de bonita ligera ; a
vista do comprador s dir o m divo pnr
to a casa daassociagSo comraercial para'ou-1 quo se v. ii lo, mais que sej i para fra di
Lcilao de queijos.
Lhegados ultinianieiite, por con-f
ta e risco de quem pertencer, ho-jgundo andar.
na praca da Independen-
cia ii. 10.
O Sr. i.al.linn Jo i(|iiini do Barros tem
urna carta na rua da Cadeia ti. 40, cm cisa
de Manoel da Silva Santos.
-- ITicisa-so de urna ama do leda, que
seja forra: na rui doQieimalo n. 40, se-
do vito ser removidos
Pede-se a oucantadnra joven Manucli-
ta 111 quo tiiha, a hondade de transcrover
nesta folha o dialogo, que rocitou na nouto
do seu benoficio pois queremos olba-lo com
atteino, para Dcar gravado dentro dos co-
rar0ej dos vordadeiros
Manuelitas.
'''ftf'f(f**!>?@"f'''*',,I4
* O hacharel Wit'uvio prope-sia i*J
"*) cnsinarn trancez a maisaUum mitro #
*> preparatorio, assim como off reci'-se ^5
*9 a dar ufos po' casas paitieuhres tst
) ou collegioa a meninos do ambos os #
8 sesos, em materias de instrucijo tan-
9 lo primaria como secundaria : quom ?
quizer ulilisar-se de seu prestimo, po- *>
SJ) do roe ar a-lo na rua das t^ruzes n. 23, Q
81 I.' andar. ia>
Para navegacSo.
Fazom-see concerno se velas dequalquer
cm liare leo assim como do barcada e janga-
da e todos oncerados mais barato que om
outra qualquer parlo : quem do seu presti-
mo se quizer utilizar dirija-se a rua do No-
gueira n. 19, segundo andar: no mosmo
vondo-se um nitaule.
--Na rua estroita dn Itosario n. 15, ha
pr 'i'i- i do umi ama de meia idado para
casado moco soltoiro sem familia quo en-
gomo, cosinlio o compro.
Apanhou-so no dia 3 do outubro alraz
da matriz de S. Antonio um cavallo cirdo,
quem for seu dono diriji-so a mesma rua
n. 18, quo dan lo os siguaes Carlos o pagan-
do todas as despozas Iheser entregue.
-- precisi-se do uma ama para o servico
do casa e de compras,sendoboa paga-se bem,
na roa do Podre Koriano n. 5, sobrado da
quina.
trra.
Loja nova.
Ven lem-sa na lo] i uoa .da roa lo Itangel
n. 8, capotinhos de se 'a furt >- or. s hor la-
dos de matiz com coleta da selim a gorgu-
r3o branco, um compl to sor timen tu ilo
mauleleles prctos muito oof italose da ul-
tima moda, ca.iotinlios de lil proto borda-
dos de soda, chales Je sola do varios tama-
itos, vestidos de cambraia de cores de tres
bibados, manguiohaa de linh i pira vest 1
di manga curt, crte.s do 1.1 'lo camello,
vestidos linoi do cambraia branca com frin-
tispicio bordado, boas luvas do seda ama-
rolli para senhora, um completo sorlimen-
to da trancas prctas linas prdprias para en-
faitar vestidos, lencos do seda com fraoja,
los pretos do linho, muito bom sortimento
de cambrtias de seda, e de meias de lio da
Escocia para senhora, e oulras muitas fazen-
das que se vendem por preco cammodo.
Vendem-se duas casas de taipa, acaba-
das de novo, com duas salas e quartos, quin-
tal e cacimba oom boa agoa, na Capunga, na
rua que sitia para S. Jos do Hanguioho : a
tratar com seu proprietario todos o< do-
mingos e dias Santos, no mesmo lugar a-
cima.
Na rua do Crespo n. g.
Vende se cambraia franceza, muito lina e
de lindos padrOes, a 360 rs. o covado ; a el-
las, freguozes.que n3o ha nada mais barato;
cortes do casimira do gostns modernos, a
3,000, 3,500, 4,000, 4,800 o 5,000 rs. ; panno*
TUesclido, a 3,009 e 2,500 rs. o covado ; pe-
gas de cambraia de salpico*, a 3,000 rs.; a-
toalhaJos com 8 palmos de largura, a 1,400
rs. a vara.
- Vendo-so uma nora crcoul', do 30 an-
nns do idade, pouco mais ou menos, com ha-
bilidades : na rua do Kaogcl n. o-
i.
ILEGIVEL


'?*
Sands
Taixas para iiu/enlios.
Na fundico de ferro de D.
W. Bowman na ra do Brum,
passando o chafariz contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-se a venda, por
pre$o commodo $ coni prompti-
dao, enibarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao
comprador.
Vcndc-seaexcellentetypo-
graphia do Diario Novo estando
liem montada, tanto >(ebonspre-
toaier o 's> C0B' de *JTM : I09 aJ,re"
tender, dirija-sc a ra da rraia
n, 55, a tratar coma Viuva Honia.
A 5,ooo rs.
Superiores "hapoos do sol dn teda inglo-
zcs chi-gaiios polos ltimos navios, pelo di
do 5,000 rs. cada urna
ra do Cullrgio u. *
Feijao novo a 6,ooo rs.
No armazem de Cnuvcia & Dial, confron-
te a oscadinha da Alfandega.
Qucijos do sertao.
Veoden-ie luuito bous c frcscaesquo'joi
do serlSo ; na ra doucimado n. 14.
Vendem-se saccas com t-
relos : na ra da Madre de Dos ,
SALSA PARRILHA.
Vicente Jos de Brito, nico a-
reiitecm Pernambuco de B. J. D.
Sands, cbimico americano, faz pu-
blico, que tem cliegado a esta pra-
ca urna grande porco de frascos
de salsa parrilba de Sands, que sao
verdaderamente falsificados e
preparados no Rio de Janeiro, pe-
lo que se devem acautelar os con-
sumidores de tao precio o Talis-
mn, de cahir neslc engao, to-
mando as funestas consequencias ,
que scmpic costuman
medicamentos falsificados) e ela-
borados pela mao daquclles que
aatenOem iens interesses aos ma-
lea da liumsnidade. I'ortanto, pe-
de |) ira Cine publico se posta li- minuto prego do 5,1
mi deU fraude e distingue. ar
verdadeira salsa parrilba de Sands
da falsificada, c recentcmente a-
qui chegada ; o annunciantc faz
ver, que a verdadeira se vende
nicamente em sua botica, na ma

da ConceicSo do Kecil'e n. (i ; e ,
alcm do receituario que acompa-
nha coda frasco, tem etnbaixo da
primeira pagina sen norne itnpres-
so, e se acitara sua firma em raa-
nuscripto sobre o involtorio m-
presso do mesmo frasco.
[Vloinhos de vento
con bombas de repuso para rearar bortas
obaixasdecaplm BafundiCBodi l>. \V Bo
man:na ra do Brumna.6,8 el
IX .oslio la l'alii "i su oos na llalila.
Vonde-so,oin casa deH. o.i;iebr&C, o nuilaa outraa fazendasem eoota.
aa ra da Cruz n.4,algodSo transado a-. Vcndem-se saccas com ftt-
""VeVoc^m! ello de 3 a 4 arrobas : no ai-
i inazem de Antonio Aunes, no caes
rs> da Alfandega.
a peca. |(#ft94j9tfd)aMM#&4?$ Na ruado OuPima lo, loja 0 3, vendem-iaj Botica hoineopatliica.
so cintas escuras moito bas, e de lindos / ril7 .... .,
malUrs, pelo barallssimo precede 180rs. o! > *
novado, ou 4 500 i >. a peca ; han como ou- 11 para s<
tras ftienda baratas.
dal virgetn de Lisboa.
armazem n. ao.
-- Vende-so una escrava creoula, boa on-
gommadeira, cosinheira e costurara : na
ra bella n. 16.
Na rua do Crespo, loja n. fi.
Vcndem-se superiores cortes de cambraia
dosalpicos, com 6 l|2 e 7 varas, a 3,500 e
4,000 rs.; coitos de cassa chita, do nnvos
Knslos, :i 2,210 8 2,500 rs.; essaa franerza a
440 rs. a vara ; cortes do biim trancado os-
curos e mescledns, a 9,000 ra.; panno uno
t-i co, n 3,0000 4,000 ra.| lencos de cambraia
de linlio, 480 rs. ditos de cassa grandes,
a ISOrs.j lisiado .i-linlio a 180 rs. o covado
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assacar eroupa deescravos.pori
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k lio rs. o covado ou 4,Joo
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Yende-se superior cal virgem,
ebegada ltimamente de Lisboa, e
por proco milito em conta: no ai-J
mazem do Caes da Allundega n. j
7, ou a tratar no escriptorio dej
Novaes & Gompanbia, na rua do]
Trapiche n. 3|.
a8 rua das t'ruzc-- ai
Ha pura se vender slgumaa oaixas
.> ricas com medicamentos em tintura,
\C4 Ca'la urna sera acompspbaila de um
< frasco com glbulos inertes, o o
lf meio de os pie.iara
-..-? '.',.' -'P**~- ? ":f- )t
Vendom-se aaaegolntea semeniesi
aaboa,rabanoalrabanetesencan)adoaebraa-
0O8, sobria, couvo lii:ixud.i aliare ala-
ma, rep'ulbuda,obicoria, senoulas, roijBo
carrapalo (>: lies qualidades.vrfilba torta e
din ta, fava, coci.trode touctira.salca, to-
mates grandes, repolbo, couve lombarda,
saboia, e mustarda : na rua d< Cruz n. 46,
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- cr-C S 5 m
"^ .. 3 O 'Z O ^ "3B
= 2-
cautelista Antonio Jos
Rodrigues de Souza Jnior avisa
ao vespcitavel publico, que a lo-
tera da matriz da Boa Vista cor-
re infalivclmente no dia at> do
presente mez, eque os seus bilbe-
tes e cautelas, que se estSo ven-
dendo pelos precos abaixo, em sua
loja de ferragens, na rua do Quei-
mado n. 37 A, junto ao becco da
Congregacao ; na mesma rua lo-
ja de ferragens n. la de Jo3o
Baptista Hodrigucs de Souza ; no
aterro da Boa Vista, loja de miu-
dez3s n. 48, de Antonio da Silva
(iusmlo e na rua da C'adeia do
tlecife, loja .le cambio n. ii de
Vieira da Silva, sao pagos logo os
premios, que ntlles sabircm as
mesmas lojas.
Bilbctes inteiros
Mcins li !leles
Quartos
Quintos
Decimos
Vigsimos
Vende-sti farello rouito novoe de mi-
p nor ipiuli lude, no armazem de Gouvea
lk Das, no caes d'alfandega.
f / VendiMii-s" palitos preto mais ba-
rato do que em oulra qualquer parte : na
rua Nova n. 26 ; a elles, com dinheiro.
He 'baratsimo e nao chega
e lodos.
Vendem-se bahus de madeira
envernisados, de 12 at 10 pole-
gadas, com fecbaduras, os quaes
servem para guardar costuras e
roupa de crianca, pelos baratos
precosde8oo, 1,100 c 1, j 'n rs :
no Aterro da Boa Vista loja de
10,600
'l. illll
V,11(1(1 .
a,100
1,100
sapatos n. 58.
i.uva- de seda trancada branca e
cor de cana.
Vendom-se na rua do Queimalo, nova lo-
ja de miudezas n. 47.
Vende-so na cadeia de Olinda, um es
__ O cautelista Paria Barbosa
recebeu bilhetes da lotera do thea-
tro de Nictheroy, e os expoz a ven-
da ni rua do Queimado, loja de
Gouveia & Leite, na mesma casa
paga sem descont os seus bilhetes
premiados. Eis os precos :
Bilhetc inteir.o 27,000
Meio 11,000
Quarto 5,5oo
Oitavo a,800
Vigsimo 1,200
I.uviis enfeitadas para noivados.
Vendem-se muito ricas luvas de pelica
para noirados, do melbor gosto que aqu
tem vindo : na rua do Queimado, nova loja
de miudezas n. 47, de Antonio Jos de Aie-
vedo.
-- Vende-se sola e couro de cabra, bozor-
ro francez, couro do lustro, mirroquins de
todas as cores, sonidos, e tudo da melbor
qualidide que tem vindo a este mercado, o
pelo menos preco que he possival; tambem
tem um completo sortimento de sapatos do
Aracaty e da Ierra, tanto para homom como
para sendera, e pelo menos prego que be
posaivel; na rua do Livramento n. 5, loja
de urna so porta.
- Vende-se sal doAss, a bordo da su-
maca Flor do Angelim, fundeada no Porte
do M -lio : trata-se na rua da Cruz do Kecl-
fe n. 33, em casa de S Araujo.
Escravos futidos.
100,000 rs. de gratilicacSo.
ncaappareceu no dia 7 de maio prximo
passado, o pardo Leonardo, de idade 18 SO-
BOS pouro mals ou menos, e tem os signaes
seguintes:baixo, o pello um tanto medi-
do para dentro,cabellocarapinhado ealao
meio da testa, e falla descantado. Esto es-
cravo fiaba todos os dias vender leite no Re-
cife, de um sitio na lloa-viagom, perlencen-
teaJosnna Nana dos Passos, de quem foi
escravo: quem o pprebender e trouxer na
rua da Senzalll V-llm n 60, segundo andar,
icceber a gralificacSo cima.
Ha um mez, pouco mais ou menos, de-
sapparvceu um preto por nomoMaooel,cre-
oulo, e ollicial de alfaiite, bastante conhe-
ei lo iie-t 1 prace,por j haver trabalbado em
muilas lojas, o qual peitnnce ao abaix<) as -
signado, o tem os signaes seguintes :bai-
xo, quebrado das virilhas, um pouco grosso
do corpo, cor preta, olhos grandes, tem tres
cicatrizes no braco e mo diroita de urna
cr.vo. creoulo.de 23 annos.ioid.de. muito >P"vS que havi. soffndo ha pouco no
' lir.^nllal liu 11. Mrn.iMini' fin Bill ti H i'st i
possante, para fra da provincia : quem o
pretender dirija-so a ladeira do Varador
n. 14.
-- Vende-se um carro de 2 'odas, com seu
competente cavallo, ou som elle; adverte-
bospltal ; he de presumir que ande por esta
cidale, visto ser della natural, e ter alguna
prenles: roga-soas auloridades policiaes e
a toda e qualquer pessoa, a captura do mes-
mo, e o favor de o mandar entregar nesta
cidade o.n casa do senbor subdelegado da
lloa-Visla Rufino Jos Corris de Almeido ;
Mr
" < = T, ?
defrome do Sr. doulor Cosme.
Vendem-snamarrisdeferro: na "ia ds
i Senzslia ."Suva n. 42

sn que tanto o carro, como o c.vallo sao
Hl*? II g ? I!",-' L.S arrC,"S nV"S : "' COrhC"' 80 P e i
oaL.a(ieia.
Panno de algodao da trra.
?ii loja da rua do Crespo n. 10, vendo-se
encllente panno de algo lito, proprio para
roupa de eseravos, pelo diminuto pieco do
200 rs. a vara.
Ssiiisari"*

5
o
f-B-5
Em casa de J. l\eller V
4o li-
Fazenda da moda.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
de sal| icos blancos de cor, pelo diminuto...
preco de 3,500 rs.: na rua da Crespo, loja! familia de ma-.idiocaa i,ooois. a il.ompanlua ra rua na orui n.
n. 6. sacca. 55, lia para vender dous cxcel-
fotassa americana. KOWO)iMindoJ. l. Tasto Jnior: na rua Untes ni&noa fortes, c de urna das
No sntigo deposito da cadeia vclha.n. dAin,irlnl D. 35 mpllmics fabricas ebeados ulti-
18 existe urna pequea porcOo de potassa v.,im. !..: hrinxto. hrfns. e n asJ '
americana,ebegada n o ntomenti que por
superiorrlvalisacom adaussia: vende-
;.o por preco razo ivel.
i eposito de cal e potassi.j
No armazem da rua da Cadeia
do Uecife ii. i i, ha muito supe-jnuino Ferreira avisa ao respeita-
noi Cal de Lisboa, em pedia ,'Vel publico, que a loteria da ina-
aa.*im como potassa ebegada ul-jtril da Boa Vista corre imprete- jl>eos n
ti :^eite a precos muito ra-lrivelmente 1.0 dia aG de outubro
, lavis. do corrente anno, eestao expostas
agencia Narua de Apollon.tt, armaxem de Jlc.Cal- jes ^ cautelas da mesma lotera ,
...iiiiiiaiCoiiipaiihla,acha-sccoiial.iiiiei"culc i.jJ,, ,. /,
.....ia sortimenioa deulxa de ferrocoa.io e na praca da liidcpenoxricid n. '| ,
.. ido,tanto raaa como fundaa.mocndaaln- |ja(je miudezas de Fortnalo l'e-
reira da onseca Bustos ; n..i3 e
? 2 J5 S.3-S
m o
ce s
o dAiniirini n. 35
Vendem-se lonas, hrin/.So, bfns, e
meias lonas ila Russla ; no arma/ern do N.
(. Rleber & Compendia, na rua da Cruz
.11.4.
sos io:ooos i. Tcooos de as.
O cautelista Salustiano de A-
inamente da Europa.
Batatas novas
Fraticezas, em gigos de
I liras, ebegadas no brigue Cesar ,
por precos muito com modos': no
armazem da travessa da Madre
elras indas de ierro para auimaea, agoa, -ic.,
Hilas |iara armar eui madeira de todos o la-
manhoae madelloso mais mmlcruu,machina' g \-.. a ulrnrn itn Acules
hurUonlal para vapor.com torta de 4 caval- 13- lOj.l
norlsomai para vapor ,com tor^a e i rava'- *"* ..-j i- *"* ...".. .
Io.c iucos,passadalrasd*e ierro estancado n, ;\n ,. 3g |oja decalcado de I or- [perior notassa, ebegada
t>iia casa de pi>l"ar,por menos prrcoqueoai _'., .__!.: i >ni ,|u fto_|j i i
e, eacovensparanavloi/erro IngleiJtO & Lompanllia, e na roa (la t,a jl( |;l0 ,|e Janciro.
A 3,000 rs. o corte.
Na loja da esquina, quovolta para a rua
do Collegio n, 5, vondem-se cortos de meias
rasiinias a ,000 rs., e bonitos cortes de
cambraias francezas de corea, a :i,oo rs. o
col
1'OTASSaV.
S,i mi de Apollo, armazem n.
a B, deljeal Reis, vende-se por
.ii<; i i a oavel, muito nova e tu-
ba pouco
I li loetu 'ur rasco ni o coi ircosl'o
. Itaiaiu nici i..
Arados de ferro.
Na tundic.8o da Aurora, em S. Amaro,
t.' idom-so arados d forro do diversos
mu ol.
Gomma de engommar.
Voiidcin-se siiccas com tionima, muito al-
v ., uropii para engonimm c fazer poliimos,
por nio ser socca ao fogo: na rua do Quei-
mado n. 14.
Vundem-:iu os verdsdoirns selins in-
glezes, patente, do mollee som ella : na
tua da Sania I la iNova n.49.
Vendem-se relogos dt- ou-
. pr&ta, patente ingiez: na rua
ia Ocn/.ill.i Novan, /z.
ACICIA
da fundios o Low-Moor.
ItUA DA SEffZALL NOVA S. 4S.
teste estabeleeimento ennti
a li -.. um completo sorti-
uuuto lie moendas o meias mo-
.i las pura enyenno machinas
u : ij'or, c taixas de ferio bati-
do ec lado de todos os lamu-
u!so:-, pata dito.
aloendas aaperlorea.
Na fuu:(;3o de C. Starrai Campanilla,
em.S. Amaro, icbam-scr.ronda muuudas
da camn, lodab de forro, o um modelo e
const' uci;3 inuilosuporior.
Vende-se um sobrado do um andar,
tito ll i rua do l.i vrau enlo : a tratar no ater-
ro da lloa-v isla a. 10, sobrado; tambem se
vende urna negra boa quitandeia,
Cal virgeni.
Vunde-se cal de Lisboa a mais nova do
mercauo: na rua do Vigario n. 19, primei-
an lar, escriptorio de T. de Aqulno Tooseca
. oiio, iiuca rua do Trapiche, amazem de
Autouio Augusto ilaKouseca. i
Uina eucomiiienda de cobertores,
Jue pur serom poucos
Mo podem ebegar
A toaos os compradores,
a i,i.") rs. cada um: na rua do Crospo, lo-
ja n. 6.
Alerta freguezos
Une silo cuegado?,
Cobertores ue algodo
Muito eucorpados.
as,ciudoitjca tj0 HeCife 46,loja de miu-
dezas de Jos Fortunato dos boutos
Porto.
Billietcs io,Goo
Mcios 5,3oo
Quartos a,6oo
Quintos 2,(00
Decimos i,ioo
Vigsimos 6oo
AdilAIIE ilE TVIIS-
Fabrica de clmpeosde sol, na rua
do (olkgio n. 4-
Alm do sortimento j annunciado, rece-
beu-se peto navio Havre, ultimo vindo de
Frailea, um novo sortimento de chapeos do
sol do teda e ce. psnninho, para liomens o
senhoras, dos ltimos gustos; superioros
chapeos ds sol do seda com cabos de cana, o
oulroa dos melhorea que ten viudo a esta
praca, que se coutlnuam a vcn'er por mo-
nos jircQ que eoi outi a qualquer parle.
Ucposito dtpunno de algodao da
fabrica de Todos os Santos da
Babia.
Vende-se o bem conbecido pan-
no de algodao da Babia, proprio
para suecos c oupa de esclavos,
a vontade do comprador assim
como fio de olgoiio da mes a fa-
brica : no escriptorio de iNovaes
& Compinlua, oa roa do Trapi-
che n. 34.
-- Vendc-se um escravo perfeito sapalei-
ro o bolieiro, por 700,000 rs n3o tem vi-
cios, nem defcilos, nem molestias, o moti-
vo da venda se dir ao comprador : quera
quiza, aununcie.
Ladrilbos de marmore.
Vondom-se na Iravessa da Mi lie da Dos
n. 4 e 6, elles antes que se acabcin.
Vende-se coa hyssoii muito novo, e de
superior qualidade, por prego commodo; e
em lotes a volitado dos compradores ; no
oscrll torio Je Matheus Austim Companbia
na rua do Trapicho 11. 36.
-- Veodem-SJ iiiarmelada muilo nova,
ebegada ullimsu.ente de Lisboa [no brigue
Flor do Mr, em latas grandes e pequeas
Na rua do Crespo.loja da esquina quo vol- na rua da Cruz 11. 46, (defronte do Sr. Hr.
ta paia a Cadeia, a 1,600 rs. cada um.
] Cosme.
A i,?.8o ris !
Venderu-sc ciles de las pura calQa, a
1,'J'Ors.; na roa do Crespo, loja n. 5
Carnauba.
Vende-se a maitsuperior cera de carnau-
ba que ha no mercado, por menos prego
do que em lualquer parle, em consequen-
cia do so querer acbar; na rua da C-uz,
confronte o chafariz n. 10.
Potassn da Bussia, e cal virgem.
No armazem da rua do Trapiche n. 17, d
Jos Ferreira llasto, ha para vender superior
potassa da llussia, chegada ha poucos dia,e
cal virgem da mais nova que ha no morcado.
Chapeos do Chily. ,,
Vendam-su rlm r s do Chily de tudas as
qualidados, por prego muilo barato : na rua
do Crespo n. 23.
Vendc-se muito em conta urna casa si-
tuada na Casa Forte, tendo de fr-nle duas
jmilas o una porta, bnm quintal com ar vo-
res de frurto, o excellente cacimba : as pes-
soiis a quem semelhante negocio soovier,
quniraui dirigir-so a rua Imperial n 79.
Veule-se urna preta creoula, de H a 25
annoa do Idade, sari vicios, nem nc laquea,
saliendo engommar, lavar, cosinbar e co-
ser nlguma cousa: na Solcda le, no sitio dos
quatro ledas, a qwaliiuer hora se achara
cum quem balar.
ACha-sc venda a boa pitada de rap
princeza do Lisboa, cm libras e meias, i
vontade do comprador, ebegado ullimamen
le pelo vapor Severne ; na r a da Cadeia do
Uecife, loja do fa/ciidas, de Jo.'io da Cunta
HagalhSrs, n 51,
Adamscaado monstio com
nos de larguia.
Vendc-se na rua do Ocupo n. 5, na lo-
ja que faz esquine paia a rua do Collegio o
novo adamuscadu braneo para toninas cern s
palmos dn largura pelo barato prego de
t,600 is. a vara, na mesma loja lia um rico
sortiiiionlo do manguitos de cambraia para
vestido do senhora o mais moderno que tem
apparecido pelu prego 1.1 1,000 rs. cala
um.
Na loja das seis poitas, defronte do
Livramento,
Contina a veuder-se cintas a seis.rinlens,
seto e ninia pataca, cassa preta para luto, a
seis vnicos o aovado, l,iaku do quadros pa-
ra palils, a cruzado, eamisinbas para se-
uboia, a dez lustres, lengua para mito de
senbora com llores as ponas, a dous lus-
tOes, lengos para meninos, a quatio viutens,
cortes de cassa, a dous mil ris, e outras
muilas fazendas que queracabar, epor isSo
vende por pouco dinboiro.
8 pal-
L18Ixas para rape.
Ka rua da Cadeia do Itecife n. 14, vendem-
se as escellontos caixas do chifre do Araca-
ty, imitando es do tartaruga, e por muilo
mais C'immodo prego.
-Vendem-se 2 travs de 37 palmos decom-
primeuto, e deinais de I dito de largo;3 paos
dn 32 palmosde qualidade,20 alqueires deca
de e 11 ar, por junio ou vor nlqueire, 1 molho
de ripas.alguns caibrus, 2'rotuUs uzailas, al-
gUOiat rordas e amarrar andaimes.algumas
tinas do servigode pedreiro, 2 caminos de
amarcllo, com 10 palmosde altura; tudo ba-
rato : na rua doltaugel n. 21.
- Vende-se mel de muito boa qualidade,
e por prego commodo : na rua da Concordia
renago n. 8.
- Vende-so sal do Aat, om pe Ira, a bor-
do do hiato S.J0S0 : a tratar com o mestre
do 11 evno, ou oa rua da Madre de fleos, lo-
ja n.34.
-- Vende-se, em Goianna, na loja do Ma-
noel Alves da Silva Cavalcante, no becco do
l'avfio, folhinhas de padre, de algibeira, e
porta, para o prximo viudouro auno de 53,
as quaes esUo este anuo muilo interes-
as ni es.
A 200 rs. a vara,
Ni rua da Cudeia Velhn, loja n. 33, ven-
da-se muilo bom algodSo da lena a 200 is
a var, em pega de 50 varas.
Billioe-. liTii'.r.. iJ-^tS !""!
da Boa ^J2& 'I Vista.
Aos S rfrajnr.i id'ooos
E NI i:ooo.s
Na rua da Cadeia do Recife n 24, loja de
cambio de Vieira da Silva, acham-se a ven-
da os muito afortunados bilhetes, moios ,
quartos, quintos, decimos o vigsimos, da
loteiia da matriz da Boa Vista, cujas rodas
andam impreterivel no dia 26 do correte
mez, fiquem, ou 080 bilhetes por vender :
advertiodo, quo ellas silo do caulelisls Sou-
za Jnior.
-- Anselmo Lacaze, com loja do relojoeiro
noaterroda lina Vista, participa aos seus
freguezes que iciba de receber um torti-
nento de lindos rologios do ouio.prata.pra-
ta dniiad, prala folnada de miro, que se
vendan por prego que hilo do agradarem aos
comnradores. Aproveila-so da mesma oc-
casiilo para I mu! r.ir ao publico que concer-
ta Cara tola a perteigSo qualquer relegio
quer de mesa, quer de pare le, ou do algi-
beira.
Dinheiro a vista.
No alono da Roa Vista, venda nova n. 49,
pintada de azul, rende-se o seguinta :
llanleiga inghua, libra 720
Cha do melbor 2.240
Dito 2,000
Ditodo preto 1,920
Espoi macote 720
Vel's do carnauba 28P
Toueinlij 210
Familia de aramia 160
Dita do Mar. [pro.
Cnocnlale
Painio, cuia
JI1II10 alpisli
Colada Habii de primeira qua-
lidade.
Vende-se na loja de ferragens de Thomaz
Fernandes da Cimba, na rua da Cideia do
Recife n. 44, por prego commodo.
l'roprios para passar a festa.
Na loja da rua do Crespo n. 10, existe um
completo sortimento do palitos de brios ,
pelo diminuto prego de 2,500, 2,800, 3,000,
3,500 e 4,000 rs. ; ditos de bramante de li-
n lu a 6,000 ; ditos de casimira de cor, mui-
to lii.a, a 18,000 rs.
liom e barato.
Na loja ds rus do Crespo n. 10, vendem-
se ricos coi tes de camhraias decores, com
barra e babados, a 6,000 rs.; chapeos de sol
do seda de cores, a 5.500 rs. ; ditos pretos,
a 5,000 rs.; ditos muito linos o neos, a 8,000
rs.; ditos de panninho enfeitados para me-
nina, a 1,500 rs.; luvas compridas depeli-
c< entenadas, para snuhora, a 1,500 rs ; di-
tas pretos, a 1,280 rs.; pegas de brelauha de
linho, com 5 varas, a 1,800 rs., e outras
mullas fazendas, que se venJcm por pie-
gos commodos
Vendem-se na praca da
Iloa Vista 11. 7, bilbctes inteiros e
meios, pelo sen legimo preco de
losooo c jsijiu rs., da loteria da
matriz da Boa Vista, cjno correno
dia 16 do andante mez de outubro.
Christina Lins, que sei genorosamente re-
compensado : o mesmo abaixo assignado
protesta com todooiigor da loi, contra a-
quella pessoa, quem quer que saja,que o ti.
ver occultado Francisco Caldas Lins.
Desappareceu no da 15 do passado, as
7 boras da noite, do Hotel Recife, o pardo
i:\cqui I que foi do senhor Lniz Rodrigues
Selle, e como pelas circumstancissque pre-
cedern] a essa Tuga presunu-se que elle
procure a todo custooradir-se, roga-se as
autoridades policiaes que o recommendem a
seus inspectores o pessoas de conlianga,tlim
de ser descoberto e capturado : o pardo he
baixo, de idade 25 annos, meio corpo, sem-
blante carregado, tendo urna pequea cica-
tril na face, anda calgado e fuma : levon
chapeo de seda preto, e anda com urna ben ;
gala lina ou junco, eiuculca-se por forro-
anda frequentomente nu bairro da Roa-Vis-
ta aonde sempre he encontrado : quem o
pegar ieve-o a rua do Trapiche n. 5, que ser
recompensado.
-- desappareceu no meiado do mez pr-
ximo passado um moleque de nome Ma-
nuel, com os signaes seguintes :-- baixo ,
magro, testa larga, olhos grandes c muito
vivos, levuu calsa de casimira j usada, e
camisa de nscadinho encaoardo, consta que
tem sido encontrado nesta cidade, a no Pogo
da Paoella : quem o aprehender, leve-oa
rua larga do Rosario, no segundo andar do
sobrado n. 23.
- Acha-se fgido desde o dia segunda-rei-
r, 11 do crrenle, o preto Honorato, de na -
gao Angola, de idade 50 anuos pouco mais
ou menos, cohi os signaes seguintes: ea-
lalura baixs, corpo regular, pernas curias,
pes torios o aealhelados, e urna cicatria do
(alho sobro o mu 1/ : i.-van camisa o caiga de
algodao groso americano ; o dito escravo
foi do Sr. Joflo Jacintho da Oliveira que o
Vcndr-sn urna bonita escrara, de 2.>houvo por compra do Sr. Luiz Justiniaoo de
annos, quo eugommi e cosinha bem: na
rua da l'raia n. 43, primeiro andar.
-- Vende-se um preto marinheiroe tam-
bem entelle de plaulago: na rua da Sen-
zalla Nova n. 39
-- Vendem-se lonas a milagSo da Russia,
muilo em conta : no armazej de Fox Bro-
thers, na rua da Cadeia do Recife n. 62.
-- Vende-se um bonito rarallo j entina-
do para rabiiolet, o qual he Instante novo,
etrniador: na rua da Cadeia do Recife 11.
38, loja.
Bilhetes do RO de Janeiro.
O cauteliati Salustiano de aqui-
no Ferreira, avisa ao rcspeit-iwl
publico, que os seus bilhetes e
cautelas da decima quinta loteria
do theatro de Nitheroy, e-t3o ex-J
postos yenda as lejas do cost-
me, a lotera corre boje 23 do cor-
rente mez. e espera-te a lista da
mesma novapir brasileiro no dia
4 ou 5 de novembro. Sao imme-
diatamente pagos todos c quaes-
quer premios que sahirem nos bi-
lhetes e cautelas as lojas j an-
nunciadas.
Bilhetes 32,000
Mcios 11,000
iii;ii Ion 5,5oo
itavos a,800
Vigsimos 1:3oo
Aos litteratos.
Rihliographia histrica porlugueza, his-
toria dePoitugal, por A. Ilerculano, poesas
j't'n 1 de A. do Serpa, revista universil lisbonense,
univVso pitorosco, o outras obras uteis e
recreativas: na casa o. 6, defronto do tra-
320
560,
MM pico.' novo.
- Vende-se urna negra, creoula, de bonili
-20 "urai cosIOha do fogiio o fumo, engomma
ssTcar refinado o melbor pos-: '""" co" f.0l ""f' ''" '""yrinlbo e lo-
11 libra, comoem pureflu, a 100 d,s qaalaja.l^s de doco; a razSo por quo
(ros mais gneros que se fart' *' vei"' so ,r ,0 '""'Pra lor na rua dos
que :
na mosmai
Pires n. h.
Azeite doco, garrafa
ViiiBgrcde Lisboa
assim enmo a
sivel, tanto em
e 80 rs., e uniros mais g
o prego avista do comprador 1
vanda precisa-so alugar um moleque, que l alliogeucsia liomeopitliicj do l)r.
s,j'fiel- ... A.J. Mello Moroes.
Azeite de peixe. Chegou no vapor S. Salvador, esta grande
Na travessa do Queimado, taberna n. 3, obra einum vulume. e de grande alcanse ,
vende-se azeite de pcixe, cliegado recont- para o povo curar sem precisar de mdicos:
mente, por prego commodo. ns rus do Crespo, loja amaiella 11. 4.
Souza l; 1: h 1 ; he do suppr quo tenha se-
gu Jo para as han las do Serinaem ou Ipo-
juc, pur ter sido desses lugares : por isso
roga-se a quem o peg.tr, de lova-loalraz da
matriz ila llo.i-Visla, sobrado n 18, OU na
rua do Trapicha 110 Recife 11. 36, pritneiro
andar, que se gratificar o seu trabalho.
No dia 26 desetemhro passado, dcsap-
pareccam dous eseravos com os signaes se-
guintes :primeiro, Luiz, creoulo, repre-
sentan lo 21 a 25 annos de idade, baixo,
ebeio do corpo, ps pequeos, pescogo gros-
so e curto, olhar cairaucud, nariz grande
e muito chalo, tem marcas do t->r sido cas-
tigado com agoules por mais de urna vea.
Foi escravo do Sr. Luiz do Reg Rarros, de
cujo poder passou para o do Sr. Jos 1.mul-
lo dn Reg Rarros, que o ven leu ao actual
possuidor: segundo, Manoel, creoulo, anda
moleque, baixo, secco, com um penchadu,
e una cicatriz de golpe j de veitio em cima
do peilo do mesmo pe, e com o dado granda
du mesmo torcido, cuja cicatriz est ainda
fresca : quem os prender e con luzr ao eu-
genho do Rodisio da freguezia de S. I.ouren-
go da Mala, ser generosamente recompen-
sa lo, e pago do qualquer despesa.
Em 14 de outubro de 1852 desappare-
ceu de casa do aqaixo essigna lo, o seu es-
cravo de nome Joaquim, est secco do corpo, moslra ter 35 a 40 annos de
idade, tem nui/. amacacado o urna cicatriz
no pe csquero de tslhode cuchada, e he
quebrado ; foi escravu do lllm. Sr. baiSo do
llamara: anude era contucido por Joaquim
a Menino: ICVOU Camisa e ca \\i de algo lito
sinlio, chapeo de palha, he multo ladino e
se pode inculcar por forro : ; ode-se as auto-
ridades policiaes e capilSes do campo, mui-
to principalmente as da ilha do llsmarar.a
captura do dito escr-vo, o o facam conduzir
a rua do Collegio n 15, segundo andar,qno
seiSo genorosamente recompensados.
M 01 1 Ferreira da Silva Ramos.
- Desappareceu no dia 19 do corrento, a
5 buras da larde, um moleque, crooulo, do
nome Mximo, que reprsenla ter 18 a 20
annos de ida Je, com os signaes s guiles :
baixo, com falla lina, tem pequeos signaes
polo rosto que parecom ser espinhas, rosto
pequeo, e cabega redonda: levou camisa
caiga de algodSo trangado de listra, ebo-s
iicl de panno j vcllio : roga-se as autori-
dades policiaes, capillas de campo, e aos
saibores cmpregidos do icgislro do pollo,
ou qualquer pessoa du | ovo,o appiehendaiu
o levem-o a rua larga do Rosario,hutcquim
11. 27, que se recompnsala com geneiusi-
lade.
I'kri. : Ttp. i'K M. F.
Kakis. 1852,
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
I


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