Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03369


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Full Text
v"
Anuo XXVil I
Sabbado 23
DIARIO UD
deOutubro de 1852.
N. 240.
PER BAMBUCO.
oo A UBOBiKjio.
tkukutnto AnuBTino.
p Ji trimestre ..i .
Por semestre i
P*I auno :*
PitoniHTio nuriinirm.
Por quartel..............
OTIOIAB DO lMFEnlO.
ia da iiaim tniHoU!.
i/OOOliSSeg.S. Lucas Ev. I ni" Orfht
8/000[lgTcrc. S.Pedro de *, e5. i* lOhora.
15/OOCl Alondra. I. wHotinl.
liOQuart.S. JoioC. '3. c S. ao mrio-di.
VMOr" Ouint.S. L'rsula. t tienda.
l>> test, S. Ladislau. |.e6. >i 10 boraf.
Pr.... SdeOutbr. Hia;.: 8 de Setbr.|'j3Sl>- S. Joo Capia-! j. ,*ra do >/.
imb. 5 de dito S.Paulo. 9 dedllo I ''"'" 4. eeabadoiao melod
Caira.... 9 de dito R. deJ.. de dlio bi Doro. SI. S. Rafael; HilatU.
Parahlba 1:. .edito Babia... 1 de Outbr | ArcbaDJo. ,Tercas e ubido.
aiBIi.
Crleemte4 20, as2hoiaie23mlto dtm. Oalaaaa t Parahlba, isieguida t leitn
Chela a 28, aa a horas 24minutos da m.
Mlngoante 8, aa 8 borae 18 minuto* da ra.
Nora I, aa 4 horaa e 46 mlautoa da m.
raniiaai oa
Primeira o r ailaatoada Urde.
Segunda oelo minutos da maabia.
laaTian oa ooaanai.
leltaa.
RIo-Grande-do-Horte e Victoria a a quistas
letal
Bonito,Cania 1 n,e Oaraahuai no l'e IS decid
Mi,
rlorei,Ourlcuiy,Exii e Boa-TIlta 41S SI
Olinda, todoioa dlat.
Todoa o* Corrcios partera ao meio-dia.
otioiai axnAWana ai.
Portugal 14 de Selbr. Austria .. 9 de Srtbr.
Heipanba lode dito ISuiaaa..:. 1 de dito.
Franca., de dito Suecla.'.. 28deAgosio
Blgica.;, 'de dito Inglaterra 8 de Selbr.
Italia..:; 4 de dito E.-Unldo 2o d'Agoslo
Alemanha. 3de dito Mxico... de dito
Pruasia ..:'! de dito CalUbraia 16 de dito
Dinamarca I deAgt. Chill. 9 de dito
Russla... 59 de dito Ruenoa-A. 8 dedllo
ITnrquIa. 25 dedllo Montevideo 1 de Selbr.
oaatoi BB aa DK ODTBnO
Sobre Londres,! 28 por 1/040 d.
Paria, 30
Lisboa, 1)5 por canto.
BtBTABB.
Ouro.ncas beapanbolas......V.;:. 29/000
Moedaa de 6/400 velhas........ lli/iOO
. de6#400noTae........16/000
de 4/000............... 0/000
Prata.Pataedeabraallelroa.......... l/90
Pesoscolumnarioa.. ......... '*""?
Hiten mexicanos.............. 1/800
PARTE OFFICIAL.
dioi irrain para evitarem a sorpreza que Ihes
devta causar o movimento.
\ Antes de amtnhecor tocou o sino do Ci-
MINISTERIO DA JUSTICA. -AVISO DE t bido par reunir o poro na praca.
DE AGOSTO DE i85'2, AO VICE PRESIDEN- Escusado he dizer que o patriotismo dos
TE DO RIO GRANDE DO SUL. 1 Argentinos respondan a essa vibracSo que
Approva a decalo por < M<- dada provisoria- 0s chaara a reconquistar sua perdida
mente lobre o conBiclo de jurisdlccao oc-
corrido entre o J ni' municipal e o do cirel
da cidade de Paito Alegre, por occasio da
arrecadacio tloi beni do fallecido neguciante
nao matriculado Seraiiin de Magalbes libo-
dea.
Minliterio dos negocios da Justica. Rio de
Janeiro, em 3i de agosto de i852.
IIm. e Extn. Sr. Lcvei 10 coohecimento do
gorerno imperial o offlclo de V. Ex. de 10 do
mes antecedente, 10b n. 66. no qual participa
que, falleceudo nena cidade o negociante nao
matriculado, Serafina de Magalbea Rliodei. o
jult municipal proceder logo a arrecadacio
de seui bens, e a formacao do respectivo pro-
ceno de Initruccao ; e que enlendendo o jui
do clvel, que a elle, e nao aquellc juiz, com-
peta o conbeciraentn deste negocio, Ibe din -
ira urna avocitoria, que nao foi cuuiprida ;
o que dando conla a essa presidencia, V. Ex.
reaolvera prorlloriameole que o juil munici-
pal Ibe paisaise o processo ; c tendo o niestno
gorerno ordenado ao rice-presidente do tribu-
nal do coinmerclo da capital do Imperio que
informaise acerca de icmelhante objeclo, de
conformldade com o apoio deslc, manda de-
clararaV. Ex., queembora deva un tal con-
flicto de juriidiccio ler dillnliivameme deci-
dido pela rela(o do distrioto nos termo da lei
de 22 de aelembro de 1828. e regulamento de
3 de Janeiro de 1833, V. Ex. resolver bcnn
queito prorlsorlameole, segundo a lei de 1
de outubro de 1834; por quanto, le por eila-
belecer o arl. 17 do til. nico do cdigo eom-
mercial que a justieas ordinarias compcteinas
lltribuifAes de juiei de direito do commercio,
com ai exceptes marcadas para os casos de
quebra, ae pode concluir queosjuitea munlci-
paes aio os nicos competentes para faicr cs-
aa arrecadaces, verificada a quebra, por ae-
rem riles os designados nos arta. 99 e IS4 do
regulamento n. 738 de 25 de novembro de 1840
por bem do art. 9OI do cdigo csmtnercial,
meaaao nm lugares em que liouver juli do ci-
-el, eornbnando-je esaei divernoi artigo do
sitado cdigo e regulamento com aa de mais
diiposlcoes da legialaco em rigor subsidiario
nos casos omissos, na conformldade do ait. 7U
do regulamenr n. 137 ), tcom a vralica ciluos-
lecida nos juises ctmmerciaes dula corle, vi-it
que onde /i juiles do eivel cent por ora toda a
jurisdkcao' commrrcial dos juits munieipoet, noi
lirnus d lei de 3 de detembro de l8l. a que lari-
tim'tir ae refere o aii, 17 do ti. nico do cdigo
prestamente o art. C do sobredito regulamento
e ixpr*
n. 737, o que astim ja foi decidido pelo aviso de
ib di agosto de 185i___lieos guarde a V. Ex.
ose llsUfonn de Soma Ramos Sr. vice prc-
ildente da provincia do Rio Grande do hu.
Gommando das arma.".
cha
gloria.
O morimi'iito foi capitaneado pelos dig-
nos genenes Piran e Sladinaga, e 1 cniis
peifeita harmona ajudava a empreza que
abre um pagina i historia dos poros do
Prata.
Saudamos a osses vilentes patriotas que
derribaran! um poder irresponsarel.
Saudamos as luzes dos homens que coo-
perario! para esta grande obra.
Viva a liberi'ade !
e generoso exercilo tornaran! palpavel esta
verdade histrica no pronuncia ment espon-
taneo que restaurou as autoridades e *s ios-
tituir;0es da provincia.
Compatriotas.' o triumpho premiou a jua-
tica da voasa cansa a a abn ga?o generosa ;
a Biagnanimidadedo vossos seottmentos e
no e da legislatura que a provincia nomeira
livre e espontneamente
Nos priiieipinida nova orden de coasas
n.lo entram netn podem entrar outras vistas
polticas que no sejam as de paz, uniSo, li-
bertado de todos e de cada um dos cida-
dSosda provincia. O interesse he a mais al-
a elevada altura da vossa nobre causa devenita conveniencia publica assim o aconselhi,
ACO.NTECIMENTOS DE DUENOS-AYnES.
Sala dos lepresintantes.
Reunida a sala dos representantes no dia
II de setembro, s 10 horas da manh,
achando-se presentes 27 deputados, o pre-
sidente, general Pinto, declarou que prin
cipiaria os tiabalhos da sessSo pela leitura
de um ollicio que acabara de receber do Sr.
general Piran. Depois de um curto debate
propoz o Sr. Obligado, e foi approvado, que
se leste a acta da ultima sessSo e documen-
tos annexos que consistiam em varias no-
tas do poder executivo relativas i sua orga-
ni.iac.lo, e co decreto da II. S. icceitando-a,
e nomeando o gnvernador interino ao Sr.
presidente da mesma.
Concluida a leitura da acta, que foi ap-
provada e assignadt, leo-se o seguinte r-
nelo:
Ao Sr. presidente da H. S. do Repre-
sentantes general f Manoel Guilherme
Pinto.
Sr. presidente, o general abiixo tssig-
nado tem a honra do dirigir-vos esta com-
municaffio pirticipando-vos que foi de von-
tade do povo sustentada pelo exercito por
termo i situac.lo humilhante e tyrannica
que sobre todos pesara, porque pesava so-
bre a patria, e que portanto o movimento
que hoje leve lugar nSo tem outro (im nem
outro objecto senSo o de restaurar nossss
autoridades legaea derribadas por um golpe
desptico do poder militar.
1 Isto posto he do vivo desejo do povo e
do exercito que o Sr. presidente convoque
mmediatamonte todos os hunrados repre-
sentantes nomeiados pela provincia, e cuja
corporsclo fui d9solvida violentamente em
2t de junho, para que torne a seu centro
esta primeira base da nossa legalidade, e
sejam reintegrados no exercicio de suas
funcejocs todas as nossas autoridades cons-
titucionaes, a cajas ordens se colloca des-
de j.
Sr. presidente, ao dirigir-
uartel general na cidade do Reelfe 2i o"e on-1 O exercito,
inoro ORDkm do di 1 1, llt. dicado da as provas mais cloqueles do pa-
Man la o Sr. marechal de campo Antonio triotistnti que Ins; irot o seu procedimento,
Cortea Seara comman ianto das armas, om pois que o seu primnro acto he chamar os
vista dooflicio, que Ihe foi enderecado pelo
Exm. Sr. presidente na data do 20 deste cnez,
lazer publico par conhecimenlo da guar-
niefio n devido elleito, que por avis- expe-
dido pelo ministerio da guerra de 20 de de-
zumbi do anoo prximo passado, houve
Sua Magestade o Imperador por bem con-
ceder licenca ao Sr. ptimeiro lente da
terceira classe do exercito. Manoel de Mello
e Albuquerque, ptra contiouar residir ties-
ta provincia.
Cundido Leal Verreira,
Aldante de orden encarregado do detalhe.
ISMS11 til 1 1 1.mu 1 i'*,.
EXTERIOR.
ACONTECIMENTOS DE BUENOS-AYRES.
Soldados Acabis de conquistar os di-
reilos de um povo nobte que vistes tratado
co DO povo conquistado, semdireitos e seco
valor: vosso denodo o vossus sacrificios
lam flcar esteris para a liberdade. Nosso
governo, nossa assembla, nossas rendas,
nosso exercito, de ludo se nos linha despo-
jado em troca de urna mentida liberdade,
como se eta podesse existir sem o exerci-
cio dos primetros direitos dos povos.
Soldados 1 liesliluisles a Buenos-Ayres a
alta posicSo que herdoa dos seus maiores,
e da qual nunca descer. A paliia vos con-
templa agradecida como seus verdadeiros
libertadores, egabera 1 compensar-vn com
a remunerarlo e descauso a que sois ere-
dores ; e quando os diis de paz e do jusli-
c raiarem seremos para li, tenis no
srio das voases familias e no amor dos vos
sos compatriotas o premio devido ao vosso
herosmo.
Praea. da Victoria, It de setembro de
1853.
Jote Marta Piran.
VIVA A PATRIt.
Boletim extraordinario
A o povo.
A Providencia tinha decretado que o sol
de It do setembro viesse allumiar um qua-
dro novo para a familia argentina !
Os direitos da nossa patria querida, cal-
cados ios pos pelo capricho de um homem
a quem desviaram da senda di legalidade
as adulacOes e o nlerrsse pessoal de um pu<
Dhado de malvados, esto out'a vez em [
Argentinos' He chegado o momento de
mostrar 10 mundo que somos liares, e que
ama vex por todas he preciso que vivamos
tranquillos. Preste, pois, cada um sua.....
perac.lo para que quanlo antes, orgsnisada
repblica argentina, deaminta perante
demais iiacOes a i.lea que abngam de que
nunca poderiamos viver senSo governados
pela lrca bruta.
MOVIMENTO.
A meia noile formaram os doos batalliCes
correntinoe em seus quarteis da preca do
Reliro, estando a sna frente o general Ma-
dariaga, e urna brigala deartllharia com-
mandada pelo coronel Solano, e marcha-
ran! para a praca da Victoria.
O batalhflo aquel telado no forte s ordens
do coronel Tcjerina, e o batalho San Mar-
lu s ordens do coronel Echenagucia vie-
ram taiubem formar na praca antes de rom-
per o dia.
Duiante a uoite a ollicialidade da divisSo
correntias de cavallatie occuaou-se, rom o
necessario segredo, em apronptar os caval-
los pra o desempenho do semen que devia
prestar. Pouco depois 1 mosma divisSo,
as ordens dos coronis Hurnos eOcampos,
trouxe cotnsigu aos genenes Virasoro e Ur-
poderes constitucitmaea quo foram derriba
dos sem se 1 obrar de crear nenbum outro
poder
Ao fazer-vos esta communicacjSo lenho
a honra desaudar-vos respeitosamente.
lieos guarde ote. I'raca da Victoria, ti
de setembro de 1852. lose Maa Piran, a
Levantou-se a sesSo em quanto a com-
misso redigia a resposta.
Voltando os Srs representantes a lomar
sous sssentos, presididos pelo Sr. vice-presi-
denlo II. Jaime Llavallo, nomeoo-se urna
commissSo cnmposla dos Srs Sarslleld, Car-
reras e Vanegas para receberem ao novo go-
vemalor eleito. Ititro.luzi lo este, prestou
juramentoe pronunciou um discurso,.1 pois
do qual se retirou. Passou-se depois a lor a
resposta ao general Piran, concebida nos so-
gutntes termos :
O vico presidente de II. S. dos represen-
tantes 10 goneral dooxeicilo reunido na Pra-
ca da Victoria D. Jos Mari Piran.
O abaixo assignado, vice-presidente da
II. S. de represenlantos, leve ordom desta
para responder a V S. quo em consequen-
cii da uta com dala de hoje que V. S. en-
vin ao presidente da sala, D. Manoel Gui-
lherme Pinto, convocou este aos Srs. repre-
sentantes. Reunidos esles. cumpriram-se os
dosejos do nobre o patritico exercito as or-
dens de V. S. e Jo povo de Buenos-Ayres,
cujas iberdades o direitos calcados pela ar-
bitrariedade soube aquello va Ionio exercito
apoiar e restabelecer.
rica pois reslalielecida a representac.30
privincial e no exercicio de suas funecoet, e
o calamitoso periodo decorrido dosde 23 de
junho em que sanecionou a lei que enctrre-
gava o governo da provincia ao presidente
general Pinto dessppareceu sem licarem nem
os vestigios de 13o humilhante recordacSo,
teudo turnado posse j do governo interino
da provincia o Sr. general Pinto.
e A. II. S. dos representantes por si e em
nome do seus commilteotes saliera a preciar
com loda a effujSo os seus sentimenlns, a
digna e pritriolina conducta do exercito ties-
to dia.
A provincia loda vi nesses valcntes sol-
dados, em V. S. e us demais chafes o ofll-
ciaes os verdadeiros guardas das liberdades
publicas.
Dos guarde a V. S. Felippe Lla-
vallo.
Posta a votaeflo esta resposta, foi ippro-
vada.
Proelama'ao'.
O governador e capitSu-general proviso-
rio da provincia de Buenos-Ayres.
Cidad3o>, o dia II de selembio lusio para
vos como o primeiro da restaurac4o pratica
das nossas leis porque estas exiotem somon-
te quando a accSo doa mandatarios do povo
niio he coirctada pelo poder das baiune-
tas.
formar as folhas da sua corda civic
NSo obraste soba inspiraefio de nenhum
partido politico ; a ausencia de toda e qusl-
quer patxSo pessoal deve ser a coosoquen-
cia lgica do vosso pensamento.
Moveu-nos a liberdade de lluonos-Ayr s.
Buenos-Ayres est livre, esuis insliluicoe-
reinstaladas; agora pois assegurai 1 vossa
obra como o vosso valor cvico, e morali-
sai-a cada vez mais com senlimentos puris-
simes de rralernidade,de ordena e de paz.
I.ouvor a Buenos-Ayres. Louvor ao he-
roico povoCorrentino, louvor a todas as pro-
vincias da Republca que olham como ir-
mSes para aquella que nunca deixou de o
ser para ellas. Manoel Guilherme finio.
Viva a Confedtrat;ao' Argentina.
Ministerio do governo. Buenos-Ayrei, II
de setembro de 1852.
Silo nomeados:
O I>r. I). Valentim Alcin, ministro do in-
terior, licando por em quanto incorporado a
os-e ministerio o de instruccSo publica.
O Dr. D. Erancicodolas Carreras, ministro
da fazenda.
O general D. Jos Mara Piran, ministro
da guerra e marioba. PINTO. Benedicto
Keiciel.
fiva a Confederacao' argentina.
Buenos-Ayres, II de setembro de 1852.
Circular.
AoSr. juiz de paz de.....
A situacSo humilhante a que tinha sido
redunda a provincia de Buenos-Ayres de-
pon quo ao impulo de urna auiortda.ln mili-
tar fbrarri derribadas suas auto-idades leg-
timamente constituidas e supplanladas a
um poder pessoal que, n'10 reconhecen.lo
soberana, instltuifOes, nem direito algum
da provincia, se collocava frente dos seas
destinos somonte por autoridade sua, para
trala-ia como um povo conquistado e nao
como um povo que voltr ao exercicio do
seus direitos, deu hoje lugar a que os cida-
JSose o exercito se decidissem a revindica-
(os, reinstalando a honrada sala dos seus
representantes para qoe se desse cumpri-
ment ao decreto legislativo de 93 deJunho
que, em virtudeda lei da dita provincia, col-
locava provisoriamente no poder execntivo
ao Sr. presidente da mesma sala.
O xito mais cmplelo corduu a justica d>
resolucjlo do povo e do exercito, e desde ho-
je eslao a frenle da provincia as autoridades
legitimas que elle mesma nomeou, edas
quaes fui violentamente despojtda.
O governo, ao cummunicer a Vmc. osle
successo vital para os destinos do paiz, fun-
da quo sabera assim comprehendc-lo o pro-
paga-lo em tudas as suas causas e em lo la a
sua extensfio.
Ao mesmo lempo se faz sabera Vmc. que
desde que receber esta communicacSo se
abetar de dar cumprimeulo a ordens ou ins-
IrurcOes que n9o dimanem das autoridades
legitimas -que actualmente governatn esta
provincia. O que mui especialmente parti-
cipo ao Sr. juiz de paz a quem Daos guarde
inultos snnos. ratafias \lcina.
Ao Exm. Sr. governador da provinci, ge-
neral I). Manoel Guiherme Pinto.
Convalescetlcia 12 de setembro de 1852
Exm. Sr. Participo a V. Exc. que d
forca de cvallara que noste ponto obedeca
s ordens do general Ordinarrain, mais de
300 dmeos com o lente cironol D. Joan
Gregorio Agitarse pronunciaran! a favor
da urdem o marcham encorpurados i co-
lumna do coronel Hornos.
Oresto dscento e tantas pracas disiden-
tes remeilo-as a V. Exc para que se digne
dar-lhes um quariel. Aqu ficam tolos os
desmontidos.
Ponho-meem marcha para ilcancar o ge-
neral Galn, destinan lo vanguarda toda a
so he que temos de consolitar seus desti-
nos o deaflan;a-los permanentemente.
Minguem pode por em duvida nem con-
testar os direitos da provincia para collo-
car-te n soa ordem legal e ao abrigo das
sua insti tu icoes ; todo os seus di los tem
o dever de cooserva-lo por honra e digni-
dade da provincia, seto qne oslo se irrogue
o miialoveaggravo i authondada e aos di-
reito das outras. Pelo contrario se se de-
soja lechar para sempre o abysmo da anar-
clna e da desorden), he indispensavel que
as provincias le respeitem reciprocamente,
oque cada urna dolas se aprsente na or-
gatnsaclo da carta conslitucional c un toda
a independencia e liberdade que devem ter
para desempenhar aquella altissima missSo.
Tes 89o as vistas e o pensamento do po-
vo e do exercito ao porem-se em p para
restabelecorem como reslabeleceram a re-
presentarlo provincial, o governo e as ios-
tituicjdd da provincia. .Na la ha mais justi-
ficado nem tnais conforme aos principios
proclamados sustentados por todos os ho-
mens da liberdade que componham o exer-
cito alliado e libertador.
Esperamos confiadamente que toda a pro-
vincia se identificar nos principios e vil-
tas polticas ((un proclamaran! o povo e o
exercito no dia ti do correte, porque ellas
slu a exprsalo intima dos seus senlimen
tose dos sous interesses mais essenciaes.
(Progreuo.)
Aconlecimenlas do dia de honlem
O exercito da capital marcho honlem de
manilla eaa direcc,3n a Convalescencia, on-
de le achata aqusrlelada 1 divisSo que obe-
deca ordens do general Ordinarrain. A-
penas o Sr. ministro da guerra se apresen-
tou i frente do exercito, o commindante
Agu lar pronunciou se com toda a sua for-
ca em fivordo movimento legal da cidade.
Alguna poneos dissidente, cumo diz o of-
ficio do Sr. ministro da guerra, l'urem pos-
tos disposicSu do Sr. governador provi-
sorio.
OSr. ministro d guerra annuncia ao go-
verno, eta data de hontem de manhSa, que
inmediatamente se ponha em marcha para
alcancar o general Galn, que de l'alermo
se retiravam na dlreccu dos Santos Luga-
res, levando comaigo as fu-cas que se acha-
vam em Palermo.
He provavel que brevemente lerminem
estas pequeas operacoes, que o movimen-
to de ordem e da liberdade, iniciado no dia
II, e consolide sem desgrac^s.
nevemos acerescenlar quo com os b.ita-
IhOes de iofantana de linlia tnarcdou tum-
beo! o primeiro batalbSo da guarda nacio-
nal, composto dos jovens mais dislinclos da
sociedade.
Vimos hontem tarde igual enthusias-
1110 lias pracas do segundo bataltlSo, que
com instancia peJem permissSo para en-
corporarem-se a seus coaipanheiros lamen
lando que 11S0 Ihes sej dado participar das
fadigas e perigos a qui estejam expostos
em to cuta canipanha.
A capital em todo o dia de hontem perma-
necen tranquilla, guardada pelos batalhes
da guarda nacional que fzeram o servico e
patrulharam a cidade. Nenbuma desordom,
nenbum incidente por mais pequeo temos
de lamentar al hoje; a mais petfeita har-
mona se conserva en l,odas as classes d
sociedade Cromos que nada sera capaz de
alterar 1 siluacSu.
Udem.)
0 ministro da guerra ao general D. Manoel
Guilherme Vinto.
Ponte de Marques, U de setembro de 1852
A's informicOei que Ihe dei por Joa
quim Hornos devo accrescontar que tnar-
ehei at aqu deixando nos Santos Lugares
nusndu os esueculadotes esoeravam cunse-Vla na carreira doi mclboiamentoi materiaei.
r. r *\_____- A.___..*.II~ .nl- a -KI
gutr lucios ostrn loso.
A preststencia do governo, no louvavel
proposito de nSo consentir mais que se fac,a
o trauco, formn no paiz urna opiniSo ro-
busta que nSo sor fcil desvairar. Esta
extincto o trafico; a lei de setembro de 1850
e os regulamentus espedidos para sua exe-
cucSo deram-lhe o golpe mortal, de que
por certo n.lo se restabelecer.
Era indispensavel purtn dardireo^o aos
vultados capitaeaque giravam nesso com-
mercio, e sobretudo evitar que a nossa la-
vutira, por falta da bracos, viesse a morrer.
Felizmente os caeitaes, gracas ao nosso
estado de tranquilidade, acharam logo no
vas applicacoes, promovendo InstituicOes
de crdito e outras empresas do reconheci-
da uttlidade. Mas a lavoura .,
Nesse mesmo anno de 1850 votou o cor-
po legislativo a lei chamada das letras, que
tem a data de 18 de setembro. Nessa lei
algumas providencias so derSo para a colo-
111-.11.-no : era o remedio ao 111 I que ti3u es-
capara perspicacia dos noiioa legislado-
res. O governo lie m habilitado a ven ir
as Ierras devululas para com o sou producto
mandar vir colonos. Entretanto a execucSo
da lei dependo essencialmente de regu-
I Milenio- que o ;oveiuo aiuda n'm expe-
dto. Comprehendemos que em mate i.
de tanta gravtdade que importa a tan-
tos e Iflo desenconlrados interessas, n3o se
devem dar regulamentus impensada e teme-
rariamente ; sentimos portanto 1 necessida-
de da demora ; mis dous annos precem-nos
lemposuflicieote para regular-se um objec-
lo que por muito lempo fui esludado e dis-
cutido no eorpu legislativo.
Sabemos que o actual ministro do impe-
rio nSo teve inda lempo para resolver-so ;
sabemos tambem que Sr. visconde de Monte
Alegre tilo se descuidou desse objeclo ; no-
meou commissdes, uvio o parecer de di-
versos ctdadSos; o certo he po'm que os
regulamento aindisa ttSoexpediram, eque
a le n3o leve alla nem priuctpio de exe-
cucSo.
NSo se pense porm que temos grande
cunliauca na colonisacSu promovida polo
governo a experiencia ahiest demonstran-
do que mais provetlo lemu* lirado das em-
presas e esimcos particulares, do que dos
O preiidente da repblica tenctonava lahir
brevemente da capital para visitar todos os de-
partamentos, e dii.-se que irla at o < hu.
onde tem de reutiir-se os commissario brasi-
leros e oriental para inician 111 os trabalbos da
demarcacao de limites. Por occasio desta viii-
(a dirigi o governo urna circular ais chefe po-
lticos dos departamento, da qual transcreve-
remos o seguinte paragiapho:
Os tratados com o imperio do Braail sao
urna le da repblica, e por Isso mesmo recom-
menda o governo sua mu rigorosa observan-
cia. V. S, deve coarijnvnr a rlinlulstrac'o a es-
te repeito com todo o esmero que o dever e o
patriotismo exigetn de todos os cidadaos. Pou-
co teria ganho a repblica com o restabeleci-
mento da pal ae ella nio fosse garantida pelo
senlimentos em todoa os Orlenlae, e fortifica-
da pelos vnculos de amixade e pelo lid desem-
penho dos deveres que a ligain ao seu adiados
e vizinho.*
Pelo miaisterio dos negocios estrangeiro se
linda publicado etn 2 do passado o seguinte
vito ofticial:
> Tendo recebido o governo una cstnmuni-
cacao da polica de Serr Largo, datada em7 de
junho p. p.,em que se Ibeparlicipava que unid
i-, 1 in 1 11.....1'- 1,000 homen eslava acam-
pada as pomas do Arroyo Miouano; que una
guarda de 26 bomens se tinha postado na Cu-
chilla Grandeo em frente aa ponteado Arroyo
da Mini, collocaudo-se outras deade aquella
ponto .itei. passo da Carpinteria, no Rio Negro;
e lili .luir ole que o Lomui.ind .lili- da forfa que
se situou na Cuchilla linha ordenado ao juil de
pai de Acegu ceasasse em suas fuuccdes por
coocidera-lo collocado em territorio braalleiro,
eotabolou-se 00 dia 16 do mesmo mex a recla-
inacau conveniente, trocando-se varia notaa
entre este inlnitletio e S. Exc. o Sr. ministro
residente do imperio do Braail.
a A reclamaco termioou satisfactoriamente
cora utna nota dat.da de 23 do crreme, na
quil o representante do Kraiil aasegara que
em 19 de agosto p. p. se expediram pela vice-
presidencia de San Pedro do Rio Grande do
sul asorden necessarias ahm de que fosse ob-
servada a ic-oluv.io justa e lealinente por elle
solicitada, de aecurdo com o pedido deste mi-
nisterio, e que cooseguinleinenle o exercito
imperial 11.10 oceupar nenhum ponto .pie ae
disvie do ulipoitidctis etuquauo nao se fiter a
a demarcacao estipulada etu um dos tratado-.
celebrados entre a repblica e o Imperio do
Brasil.
O ministro da guerra, que partir de Monte-
video para Paisaudu em 10 do passado, com o
din de licenciar as forca all reunida aob o
o.......and.1 do general D Servando Gmez, te-
forca de cavall.ria s ordens dos coronis 0 batlhJoid guarj. n.cion.l para pou-
Hotnos e ocamnos Pr-lhe a f.dtga do urna marcha npid.
D osuardoa V Fxc mullos annos O geno-al Madariage lomou a dianteira a
-U" Sil mSo c.m 1 colu.nn. de cavall.ria e cap-
Jof Marta Viran
A nova Sil. 1 ,.i.. .
Buenos-Ayres, 12de setembro de 1852.
O povo do lluanos-Ayres e o exercito rau-
nem-sehoje oidenlificam-seem um mesmo
pensamento e om urna so idea ; proclmalo
os principios legtes da provincia e defen-
dem seus direilos.Querem ter seu governo e
sua legislatura paovincial conforme as suas
leis orgnicas em igualdad* da direitos s de
mais provincias argentinas. NSo hostilissm
nem prelendem invadir a sobennia e liber-
dade de nenhuma dellas. Querem paz e
organisacSo nacional sobre a basa da mais
perfoita igualdade. Querem ter 1 mesmi in-
dependencia e soberana territorial que tem
Corrientes, Cordov e Tucurnin, para no
mea re rn o governo que na is Ihesconvenha,
e que temindisputavelmente todas as ou-
tras provincias para organisarem seu ne-
gocios internos e disporem dos seus pro-
prios destinos.
Na ordem poltica o social dos povos re-
publicanos nada he mais conformo com a
justica e com conveniencia dos meamos
povos do que deliberacBo explcita e li-
vre sobre objecto ISo vitaes da su exis-
tencia.
Buenoi-Ayre, que reconhece 1 necessi-
dade de organisar promptamente republi
ca, que comprchende situic3o, nSo en
contra outro meio de fechar radicalmente
as desgracia passadas, que tSo profunda-
mente feriram seus pnmeiros intereises, e
nSo pode, sem quebra da sua honra, apre-
eotar-se no congresso conslituiute sem a
dignidade que por tantos titulo Ibe com-
Liberdade de urna dictadura sanguinolen-! pete. Buenos-Ayres tem direito inJignu-
l nSoquizera reconhecerem vos um poro lavel collocar se na aua ordem legal, no
regenerado eflzrm-no pssar pela bumi- exercicio completo das sua institoicoos
IhacSo de una conquist. Vossas leis foram provinci? como fazam todas as provincias
desprezadas, vossa soberana dosconbecida, argentinas, sem cootranareai nem oppr-
vossas autoridades derribadas, eal a inte- 'se o peosamentode organisacao que pre-
gridedo territorial da provincia posta em domina em toda as partes. Buenos-Ayre
perigo quando se procuravaro meio de de- ,tam o dever de respaila r-se asi mesmo, fa-
bilitar-nose de proslar-nos. NSooraj uro zendo observar o cumprtr es mes 111.4 leis
ptogramma politico para aniquilar um pir- I orgnica que form e ser3osam?teo msior
tido que pesa va sobre nos, mas sim um ver- titulo da sua illustrac3o e amor liberdade.
da Ierro plano de destruir nossa soberana I Para manter esta posicSo honrosa sem
a nossa independencia provincial. jhosli ser e uinguem, nSo pule deixsr de
Nunca porm ficam incompletas as gran-1 entrar na senda de ordem legal proclamada
des revoluco-s dos povos, porque nellas hale reslabelecida depois da famosa batalba
leis fixas e invariaveia que lu nam impos-i- de Caseros sob a poderosa clienlella do exer-
vela reconstruccSoduradouiade um dic- Jeito libertador, do qual lor Jiavaio prteos
tadura levantada sobre as ruinas de ouira jvalentes batalbOes que uttidos hoje ao povr
dicladur prostad, c vos e o nosso vtlaot' | proclama e susteut existencia do goter
lurou qunlro carretas do armas, municicSc*
e outro objectos, bem cumo ilguns ofli-
ciaes e 30 homens da retaguarda de Galn.
0 general Madariaga fez alto para espe-
rar que se Ihe reunisse o commandanlo Pel-
liza, o que se realisou depois do sol posto.
Nessa mosma notte se apromplou urna co
lumna de 1,500 homens bem montados que
soba orden dos coronis Hornos eOcam-
pos marchou ao romper do dia om alcauce
dos fugitivos.
Hoje as 8 da manhSa i eu pr-me en
marcha ron a minha columna para a cida-
de quando chegaram enviados pelo coro-
nel lloros, o major Almada, um capilSo a
dous soldado passados das torcas de Galn
Este chafe, segundo referen) os passados,
eslava ainda em Lujan a noite passada.
Recommendci ao coronel Humos quo
mirchasse acceloradamente sobre Galn, e
que paseando o rio so interpuzosse entro a-
quede chefe e guarda de Lujao, procuran-
do a o mesmo lempo pr-se em commuui-
citjSocom o general Flores, e daodo-me
parte de ludo o que occorrer para no caso
de ser necessirio, marchar eucom 1 minha
columna e aniquilronos em um recootro a
forca de Galn Aqui tico, pois acampa-
do, mas so nad occorrer vollarei immedia-
tamente a capital.
Alm di columna da vanguarda aclia-se
reunida minha forca a divisSo de caval-
liria entre-riana composla de 500 homona.
A trop est* satisfeila e bem tratada.
Jos Mina Piran.
(dem.)
(Jornal do Commercio.)
dispendios do governo. Neslas cousas o in-|gr$,ou 0aplUI no dia 25 depois de cumpri-
leresse particular afanca sen.pro molhores -
rosullados. N3o ha pois pelos colonos que
o goveroo deve mandar vir cum o produelo
da veuda das ierras e com os subsidios pres-
tados pelo corpo legislativo que desojamos
a eiocucau da lei de 18 de sembr de 1850;
a colonisacSo a exig pela medievo u douiar-
cacSu das Ierras oovolulas, que devem ser
veuddas em lotes de 500 tir-r-as.
Oque duvemus promover, porque lioessi
a que ullerece moldures cotidicO-s do lilil
dade, hu a COlOiiiSau expuntanea, a omigra-
c.io do individuos quo vonliam ser no e--
tirios, quetenham o mximo interesse no
aproveii.nn ulu das torras que lavraretn, e
isto nSo si pode conseguir sem quohaja
pleno conheciineulu das Ierras devoluias,
sem que ollas estejam medidas e demarca
das, e |ii ouiplas para seroiu vendidas.
Por este modo proceden) os Estados-Uni-
dos, e uo Ihes falla emigracSo ; os estran-
geirosqueali chegam com animo dse en-
tregaren) lavouN sSo logo propietarios,
seus iuteresses sSo os m s mu da UniSu,
cuofundem-se com os naciunaes. Ha po
purciunaudo todas as facilidades otnigra-
f.tu que os Estados-Unidos lom adquirido
essa massa enorme de populacSo, elevndo-
se cathegona de potencia da primeira
ordem.
Os contractos que'jltimamento tem feito
algunssenhoresde Ierras com colonos offere-
cetn sem duvida venlagensreaesde parle
parle, mas tu nelles um lano de provisorio,
que be d-lrtmeotoso para aquelles. Em un
paiz vasussmo como o nosso, ondeabun-
ilam os ineos do subsistencia, onde a sim-
ples posse he meto de adquirir, quom pde-
la assegurar que esses tmlultia lores por
inlerosse propurciuoalsecunservem as Ier-
ras que n.lo si" suas, e que netn anda es-
peran! que o sejam no futuro .' Temos vis-
to minios contractos de lucacSo desmeos
rescindidos s pela vuntade do lucadur, a-
pezar dos rigores da le de 1837 ; sabe elle
da casa do locutorio miles de prehencliilss
s cundir-fies do contracto; a lei da grandes
da a sua mleeio, e de entregar a admmistra(o
do departamento autoridade civil.
0 Sr. Anloulo.NicoloToleiitino touiou aasen-
to em 2 do crreme, coa.o commissario impe-
rial, na junta de.crdito publico.
Jos l-.ieiitoiiu, condeuiuado pelo conselho
supremo militar pena ultima, por ter asaai-
sinado o mesiro .i'-r tu.ia da corveta Hahianes, fot
< 1 .ui.i.1.1 abordo desta corveta em 29 do pas-
sado. Assisllram execufo todos os vasos de
guerra d estacar nav.l brasiteira no dio .ti
Prata.
-'i 101. .inriii.) 11 .di od.,; i de Montevideo li-
nda augmentado progrcssivaiiieute desde Ja-
neiro deste aun i. Tendo sido naijuelle meidc
ti.iiJi pcio, subi em scieiudro a M3,7vii
pesos.
A quarenteoa da cinbai'cacOes procedentes
de portos do Urasil foi reduiida a quatro das.
1 nili i chegado deGeonva a Montevideo urna
coinp.inhia lyrica coiiipo,ta de quinxe cantores,
entre o quaes seis .lino-.
De buenos Ayres alcaucain as dala, como
dissemoi, a 2 do corrente. Cunlirmam-se ple-
tiamcote as noticias anteriores. Terminou, sem
derramameuto de saogue e com espantosa ra-
pidez, a primeira phase da revoluco portenha,
c o geueral Urquia recolbeu-se em 18 do pas-
sado a Luir.- Kios sem ter aberto etn Santa V o
congresso constituinte, e sem tentar oppr-sc
ao tuorimenlo de buenos Ayres, mo grado
so s ameaca.
O Comercio del Piala, dando conta, no seu re-
trotpecto inemal, da revoluta? de II de setem-
bro, dii
.Na revista do niez de j o Un, para o paquete
de agosto, dlxiatnos, fallando da repblica Ar-
ircntina:
Nao podemos esteuder-nos em aprectacoea
da uu.icao geral do pan viilnlio. Repelimos
que ella lie melindrosa, e que nicamente um
patriotismo illustrado uos bomens, urna ad-
ministracao ei(uilativa nos governo, e a iu-
teira observancia do prograimna de tnaio
(l85t), podem impedir que o paii veja nova-
iiionii- adiada sua organisacao delioitiva..
. 0 mci de setembro presenclou utn facto
nolavcl. tina revolufao arrebenta em Buenos
Ayres na nite de 10 para 11, ach.udo-se o ge-
neral Urquia a carainho para Santa F, em
iiiip mili t dos seubores Hotbain eSaiol-Ceor-
ges, plenipotenciarios de Inglaterra e Franca.
Oes das depoia da revolufo eslava ella
provideucias cm favor deste; mas onda o 1 consumad, em to'da a provincia de Buenos iv-
ir elle encentrar para fazer-lhe applicar as jres, sendo segundada na campaaha, e embar-
INTERIOR
RIO 7 DEOUTUBRO DE 1852.
Em 1850 o governo imperial, com urna
energa e forca de vontade que ad nirou,
i iu termo ao trauco de Africanos. Muitus
inleresses commerciacs e principalmente a-
gricola, estavain compromettdos no con-
trabando : o governo cortou por tolas as
considerandos para consultar somonte a lu-
maiiiJade, a moral publica, i civilis.n,ao em
primeiro lugar, e depois os empeaos que
Ii.ivk coiiti'aiiid i. Algumas raras especu-
itous lacjdes anda so tentatam para i Costa d'A-
o povol frica, mas ou foram previuidas antes de se
guter-Ireilisarem, ou perseguidas com actividade
disposi^es legislativas ? Ha um incentivo
permanente,exislem ludas as facilidades pa-
ra que o locador viula suas obngac;es,
Aiuda nSo estamos habilitados para esses
contlos; agora o que nos convem he a e-
migrafSo expontanea de homens que te-
n na ni alguina cousa do seu, que venliam pur
sua prupn* couti, quo su csltibelccam, e
prendam-se logo por iuteresses e fautagena
ao paiz. Ha na Europa muia gente muri-
geraua neslas circumstancias ; facilite o go-
verno a acquisico de trras, esobre ludo
esforce-se por garantir seguranca indidual,
e vera que a eoiigracSo da uoallluir para o
Urszil como allluo para os Esadus-Unidos.
Parece que ha na lei de 18 do setembro de
1850 algum deleito que a loma iucxequivel
etn parte, senSo no ludo de suas disposic,oes.
Pensamos que os regulamenlos do goveruo
poderao adogarquaosquer asperezas que se
aoconlremnella; edesdo que a sua execucSo
lor cummetiida a pessoss prudentes, desin-
teressadas, de boi f, que resolvam as ques-
Ides que se suscitaren! pela equidade do que
pelo rigor do direilo, mais pelo espirito do
que pela letra da lei temos que desappire-
cer a malor parto das suas dilliculdades.
Se, porm, isto ha impossivel, se os defTei-
tussSo trremediaveis pelo poder exuculivo,
se elles interessam todo o systema da le,
compre entSo sor franco, eipr ludoao cor-
po legislativo em sua prxima sessSo, pro-
luir as emenda quo se devam adoptar, mas
faze-lo com rapidez, porque o negocio he
urgente.
Nao lardar muito que se faca sentir ni
lavoura o efleito da cossacSo do trauco;
pelos precos acluaes nSo ha possivel qua os
lavradore comprem escravos com vanta-
gem; o he uecessaiio por tanto provenir
o facto. Na hora da agona ludo serSo pre-
gas e maldicdes sa o governo nio liver a
lempo i eme nado o mal.
limi 12.
Kntrou hontem do Rio da Prata o paquete a
vapor i'rinc. Trai data de Montevideo at 5 e
de dueo Avrae at 2 do correle.
A repblica Oriental conservava-ie na mais
. o..lo -o o geueral Urquia para Entre Rios em
San Nicols de los arroyos, qoando vinba cin
viagem para anuiquilar a revolufo. Deixare-
mos fallar os documento ofclaes.v
Aqui traoacreve o Comercio del Piala a pri-
meira proclamaco do coronel Piran e a parte
oflicial do probunciameuto, documentos publi-
cados em Buenos Ayres nu dia 11 e queja fo-
ram copiados no Jornal do Commercio,
Prosegue depois o Comercio del Vala nos se -
guiitestcrinoa:
Immediaumcnte se reuni a sala dos re-
presentante', dissolvida pelo general Urquia
ein de junbo, e proceden a tuslallar no go-
verno ao geueral Pintos, seu presidente.
O general organisou o seu ministerio da
tnaiicira seguidle: ioterior o Dr. D. Valentn
Alstna ra/.. n la, o Dr. D. Francisco de las Car-
reras representante e guerra, o general Pi-
ran.
Intelrada ofBclalinente a sala do movimen-
to, sancciooou-o.
. O governo proclamou ao povo, e comee i
seus ti abalos com forca O Dr. Alsina toma
nelles urna parte multo nolavet.
. Entretanto o general Galn, go ver nadar iu
terino de Dueos Ayres, por notneaco do ge-
neral Urquisa, nao quer adherir revoluco, e
com a forca entreriaoa que eslava em Palermo
sabe da cidade etn dlreccao a Santa F. Forca
de Buenos Ayre o bosllllsam. Como o pronun-
clanienio da campaoba etn lavor do movimento
de II be geral, as forca entreriaoas ficam a sos.
Em Convalecencia, a meia legoa de Bueooa Ay-
res, baria um batalhao entreriaoo de cerca de
500 pracos, mas de 300 adherirn) ao naovltncn-
(o; o resto be mandado para Buenoa Ayres..
O general Urquia teve noticia em Santa F,
na madrugada de t4, do movimento de Buenos
Ayres. Decidido aauffoca-lo a lodo trance, cba-
muu i armas lodo o Entreriano e Santafeci-
no, e expedio as ordens seguintes aos chefe a
quem confiara a provincia de dueos Avres.
K fooi a confederado argentina.
O director provtaorlo' da confederacao Ar-
gentina, general etu ebefe dos seus exercltoi.
a Sania F lt de selemuro de 1852.
Ao Sr. cninmandante geral dodeparlameii-
lo do norte d provincia de Buenos Ayres, ge-
neral D Jos Vlaria Flores.
. Tendo rebeutado na cidade de Buenos Ay-
res em li do cjrrcntc una sublevacao armada
capitaneada por alguna traidores, o abaixo as-
signado val pur-se em marcha inimcdialainen-
r-
i
perfeita tranquillidadi eprogredla rapidaineo- te com todas ai forja deua provincia, com a


"
I
2
do di II; esperando o governo que V. Eie. se
servir mandar que nos mesnios transpones
que a conduzlrem irjam resllluldoi sua pa-
tria e a setis lares os centenarea de cldada is
desla provincia que V. Eio. julgou em abril de-
ver transportar para a de Entra-Rloa i como
.un i ni ordenar que ae dirija a este porto o va-
por .-../ logo que V- Exc. nao o necessilar
par transportar a Enlre-Rioi as praca indi-
cadas.
.. Ugovernode Buenos-Ayre, Exm. Sr. le-
ve grande praier em notar que elle grandioso
successo nao fea derramar a ningUein urna so
lagrima, c nao o leve menos em observar que
termina sem a elluso de urna nica jrotta de
sangue. Assim fe devia esperar, alienta a gran-
deza dcilc povo, a sanlidade da sua causa e a
forca invencivel de uin facto popular consum-
ando, c que ncubuin poder da trra podia
conler.
- Ksle governo deseja a \'. Exc. a maior pros-
peridade, c tem a honra de sauda-lo com a sua
inais distincta considerado. Manoei t. Pin-
to, Pairados Ahina Fi-tnciscn de las Car-
de Entre-Ros, commandadaa pelo general Va-
lasques, e coin as demals .devlsoei que all le
acbaiu, para reslabeleccr a orden) c castigar oa
rmimosos que pretendem aonlquillar a rep-
blica.
i. Ante esta situaco, o aballo asslgnado or-
deua a V. S. que oom a malor brevidade poiil-
velponha em annaa todas as Torcas do departa-
mento do norte, rena todas as cavalhadas c se
v, dirija a San Nicols dos Arroyos, qne he o ponto
psra onde o abati assignadu marchar.
- Determina igualmente que V. S, se sirva
ordenar sem perda de teinpo, c invocando es-
pecial autoruaco doabaiio asslgnado, aos co-
roucis llustos e Olmos, e demals chefes do de-
partamento do aul, que reuairo t lenban em
armas as torcas daquelle departamento.
0 abaiio asslgnado capen do patriotismo
e activldade que distin^uem a V. S. oproinpto
e eiacto cumprimenlo dcslas ordens.
ii eoa euarde a V. S. muitos anuos.
Justo J, de Urquiui.-
Fi-'O a ronfederavio Ar oenliM
Santa t, 14 de selcinbro da 1852.
Ao Exm. Sr. governador delegado da pro- ,,. J0si Mara Viran.
vieta de Buenos Ayres, general D. Jos Miguel | o general Uiqnlza, ao chegar a Entre-Rioi,
Galn. Ipublicou os seguintei documentos:
> .i' iiiiij linr.i d.i mi nli.i i desta madrugada Pica a Coiuin/eriif Ao Argentina 1
recebeu S. Ec, o Sr. director provisorio a com- o director provisorio da Confedcracao Ar-
munlcacao de V. Exc. com data de 11 do cor- gemina.
rente s 7 horas da inanba, Imaiedialamcote Santafeclnos I Quando vos chame! nova-
cipedio suas ordena para que o exercito da mente para sustentar a liberdade que conlrl-
provincia de Eulre-Rios, as forca desla pro- blales ulra conquistar em Caurot, nada vos
vincla e as do norte de Buenos Ayres se po- eleve, e, abaudonando ludo, correales a de-
nham em marcha sobre essa cidade. Tender de novo a causa da fsderagio, pela qual
O masillo Eiin. Sr. director partir para (curies aempre combatido com honra,
por-se frente do caercito nacional, e breve- Porc'in nao hejusto fazer novos sacrificios
mente ae Ihe reunir para restabelecer a ordem p0t aquelles que nao querem reconhec-los,
que pretendern! alterar alguns malvados, jul- plra nao se verem ligados pelo agradeciuiento.
gando nesciamente que com a ausencia do mes- Volvei, pols, a voaia tranqulllidade, e oc-
mn Exm. Sr, director podiam levar ao cabo cupando-vos nicamente com o vosso bem-cs-
seus altentados. tar c em contribuir para o engrandecimento da
Confia elle que as disposices de V. Exc. e Confederaco com o da vossa provincia, repon-
a declso doscorpos que se conservaram eis, ,,i na conhanca de que todaa as inais, mesmo
unida a do povo que detesta os malvados, se- ,, ni a de lluenoi-Ayrcs, constltuiro sempre
rosulBcicntcs para destruir todos seus trama; urna naco rica e poderosa.
mas quer prevenir quaesquer coiisequencias, e No futuro de paz que vos aprsenlo so vos
que V. Esc. assegure ao povo de Buenos Ayres recommendo adbcso firme s iustitufedea fe-
que, se foi possivcl alleiar-se a orden moiiien- deraes c respeito ao governo que vos preside,
laucamente, em breves lias sera reslabclecida Com eslas condlcocs vos ofiereco prosperidade
soubc asiociar-ie aos resultados do movimento reeonheclmento dos dlreltoi desta provincia,
jura a vossa provincia e gloria para a Confe-
deraco.
Justo J. de Urqnita.
Diamsnle, xi de setciubro de 186a.
c l'iiin a Confrdcravio Aranlinij!
O director provisorio'da Confcdcrago Ar-
gentina ao heroico povo de Entrc-Rios.
Compatriota!. Eaton hoje no nielo do po
de modo que possa descansar tranquillo.
" Dos guarde a V. Exc. muitos anuos.
tuii 1. le la Vina.'
De fcito niai '-li.it .un o genaral Urquia e as
forcas de que dlapunlia para San Me. las, ccom
tanta rapidez que ja alli estav.m no da 1 ti a
noite
liilnriiiiil.i porem o director de que o pro-
niinciamcnto da provincia de iludios Ayres se Vo a quem devo um allecto especial, una ain-
tornara universal, de que mesmo os cheles zade cmisianlc c invariavcl, A minha ambico
com quem cuntava tlnham adherido revolu- eslsatisfcita.
cao, c que o exllo da luto em que ia entrar era Volto resolvido a oceupar-me do engrande-
niaiaqiieduvidoso, mudou de resoluco ; re- cimento c da gloria deste povo. que tintas me
aolveu passar a Entre Kios, e abandonar a pro- tem dado e adquirido para si. Quero corres-
vinciailelluenos Ayres sua soile, resoluco ponder conlianja que aempre me dispensou
< 111 i un.....i un logo ao govemo de Iludios com a miaba dedicaco inleira e completa em
Ayres pur intermedio do coronel llaez, como procurar sen bem-cstar e felici.lade.
e v dos seguinlesdncumentos : Foi-inc preciso caigir-lhe sacrificios ; e elle
O Poder execulivo a liourada sala de reprc- correspondeu sempre com enthusiasinu au meu
sentantes. chamado. Esses sacrificios foram coroados de
Dueos Ayres 20 de selembro de 1852. gloria cui loilas as occasides. J he lempo para
i O governo tem a salislac;io de levar au co- cessarem ja he lempo para que os Enlreria-
nhecimento e V. II. que receb.u do Sr. gene nos gozeiu tranquillos dos laureis que nao sa-
ral II. Justo lii-c de Urquiza a ota quejunta bido adquirir c que nunc tem dcixado mur-
em copiaaulorisada, e qual se referem o pro- char.
toclo da conferencia celebrada c a resposta ,. Nem um s F.nlrerlano tem sido vencido,
que o governo iiilgou dever dar. nem um s foi infiel sua bandeira.
O governo felicita a V. II. pelos resultados Chame, de novo campanha as dlvlses
prsperos que esses tres documentos apresen- que havia pouco liuham rollado aos seus lares
tam, easauda coin a sua maior consideradlo, depois dd uro anuo de combates e de soiFri-
Manoei G. Vinlo. IVcnri Ahina. h'ran- melos. Toda corrrram mlulia voz com a
i-ire de las Corrers. Joie' Maria Viran.* j mcsina proinptido com que sempre correram,
a Viva a conJrderarAo Argentita \ I Agradeco-vo-lo.
San Melas de las Arroyos l8dcsclein- I Porcui entend que um povo quem urna
bro de 185?. vez se den a liberdade. c que se julga capaz de
" 0 director provisorio da conledcrc.o ,\r- |precla-la deviilamente, deveter a energa de
gentina ao Exm. Sr. governador provisorio I). conSFrva-la por si mesmo.
Manuel Guilhermo Pinto. < < Em tal situaco nao quiz vollar sulire Uue-
n Depois de o abaixo asslgnado tn fi'ilo im- uos-Ayres, fique-Ihe o cuidado de livrar-se dos
mensos sacrificios em favor da liberdades pu- traidores, ou pesc-lbc a respnnsabllidade e a
Micas c da gloria da ra patria ; v com pezar iguomiuia de toleraros, romo pesa j sobre el-
lueelles nao podero geueralisai em todos os les mesiuos a negra ingralido c perfidia com
Argentinos o grande peosamento de nossa or- que corrciponderam seus libertadores,
gauisacao nacional, e desejando por outro lado, A causa da tjonfederacan dos povos argen-
hoje que aeldade de lluciios Ayres collncou-sc linos, de que pode Entre-llios glorlar-se ser o
i ni desintetiigencia com aauloridade do abai- priiuciro campeo, nosoll'rrr inciioscaho por-
to assignadu, evilar oa desastres que sao con- que haja um que renegu seus compromissos.
sequentes, a clliiso de sangue e a auarchia E*sc povo entrar uin da em si, ou incsnio sem
emliin que nos devora; e desejando dar ao elle lodos os outros siistentaro a causa que
inundo ma1s um testrmunho da reclido dos procUiiiaram, c que lecui sustentado coiucons-
,-i-iis principios e da pureza do seu patriotismo, | lancia. A Oonfeilera.io Argentina se apresen-
resolvci couuiilssionar junio do governo de a. tara sempre grande e com gloris ante o uiun-
Exc. ao coronel I). Frcderico Guilhiiino ISacz,
a quem deu as Inslruccoes necessarias para es-
te fin; e espera o assignadu que V. l-.ic. dai
inteirafe e crdito a quanto o mencionado co-
ronel manifestar c disser em lime do abaixo
asslgnado.
Dos guarde a V, Exc. inultos anuo.
Jmfi Jor de Urquiut.
Em lluenos Ayres, aos '20 de selembro de
185?, reunidos no salo do governo o governa-
dor da provincia e os ministros, junlimcnle
com o Sr. Federico Guillermo llaez, que
acaba dechegar de San Nicols de los Arroyos
com um offlelo que Ihe tnlregou o general D.
Juslo.los de Urquiza, abrio-o o leu-o, c em
seguida pedio-se ao commissarlo expozesse o
objecto da sua commiaso e quanto livesse a
expor; e em virtude dislo disse ; que o ge-
neral Urquiza mandava embarcar todas os tro-
pas enlrerianaa existentes em San Nicols para
a provincia de Entra Mos, que mandava con-
tramarcar aa forcas santafecinas, e que deia-
va o governo de lluenos Arres no pleno gozo
dos seus direilos ; que quera que se ennrluis-
e este movimeolosem que se disparasie um s
tiro enlre Argentinos; que pede que o gene-
ral l Idiu.irrain c as tropas eulrertanaa srjaui
conduzidas aua provincia com suas armas;
que o inovimenlo feito ossalvava da reiponsa-
bllidade que lluha ; e por ultimo que nao que-
ra ver-noa devorados pela anarqua.
Em coiuiuii n'.ui tendo tido lugar varias ex-
pllcacdea pedidas pelo governo, as quaes o com.
nielarlo prestou iinmeiiatamente, resolvcu-se
consignar neale protocolo a conferencia, assig-
nando-o todos oa mencionados ; e retirou-se o
niiiiii.saim. Uanoel G. Pinto. Jcs M. Pi-
ran. Francisco de tal barreras Federico
i mi '/i-"i-i Raei n
Resposta do governador de Buenos-Ayres ao
general Urquia
Ao Exm. Sr. governador da provincia de
Entre-Rlos, brlgadeiro general D. JustoJ.de
Urquiza.
n Buenos-Ayrea, fl de selembro de i8ji.
governo acaba de ouvlr atlcutaineiite ai
inanifeitacoei e explicacdei dadas pelo Sr. co-
rouel D. FredericoGuilIrnno llaez, commlssa-
rio de V. Exc. para esse lim, lendo-se igualmen-
te instruido do cootedo da no,a de V. Exc. da-
tada de 18 em San Nicols de los Arroyos.
a Ugoveroo, ao aceitar os protestos pacficos
de V. Exc. julga do seu dever desvanecer
crencas equivocas que a distancia c informa-
cdM incompleta! tenham podido produslr.
i O moviiuenlo operado nesla capital na ma-
nii.i i de II leve por objecto vollar esta provin-
cia ao gozo da sua soberana c dos seus direi-
los, priuclpiaodo por Ihe restituir suas autori-
dades propiias e conslitucionaes que Ihe falla-
v.uii desde H de junho ultimo, e que nao fal-
tan) a oenhuma oaa outtas da Confedcracao.
- Elle moviuiento, no qual nao entrou, nem
por um instante, o deslgniu de contrallar o
glande pensameulo da organisacn naciooal,
foi immediamente segundado por toda a pro-
vincia coin tal uniforinidade e rapidez, Kmi.
Sr. como nunca ae vio, nem entre nos, nem
ni Estado algum da America.
.i Talvez o ardcnle impulso que arraslou
neme seutido toda ai povuacdei e todas as au-
toridades civis e militare* desla provincia ros-
ea estimulado pelas ordens e proclamarles de
V. Ele.. uaa quaes V. Exc. honre por bem an-
nunciar sua resoluco de vir itnmediatainente
restabelecer a orden) de cousas derribada pela
vontade, forca a aenliinento publico, e punir e
castigar aquelles que I nformacdei erroneae a-
preaentavam como aoarchicoie traidores.
Felistnente, porin, a resoluco posterior
de V. Etc. afana esle deploraren motivos de
excitaco e raocore ; e a prorio'cla de Buenos-
Ayres que, sem temer a guerra, deaeja a paz,
ouvlrcoin ullifacao que J pode gota-la com
honra.
E, pois, logo que o goveroo sonber, pelos
leus chefes respectivos, que se reallsou a con-
tramarcha das forcas Santafecinas, e a retirada
total para Enlre-Rios das forcasentrcrlanas que
pisan) este territorio, apresaar-se-ha a dar as
respectivas nrdem, e Ibe ier.1 inulto grato, ac-
cedendo ao pedido de V, Eic. remetier para
Eutre-Rios a valente 'llvlsoeutreriana existen-
te nesta capital, e que com tanta aboegacJo
do que a observa
i Eulrc-Kiaoos, lende f no futuro da rep-
blica c entregai-vos tranquillos a vossas tare-
las pacificas, sol a confianza deque o cuidado
de que ellas nao srjain alteradas pesa princi-
palmente sobre quem nunca vos promctlcu em
vo, c que ic gloria de ser vosso general e ami-
go. Jmo Jor de L'iijnia,
ii Diamante, 11 de Miembro de 185a.
i.IRLULAR AO t-OHPO CNSUL \R.
Yira a Confederaran Argtntina t
>' Ministerio de lelaces exteriores da t onfe-
deracao Argentina.
Paran, -jli de selembro de 1852
Ao Sr. coua-il de..... t) aliaixo assignado
receben orilcn do Etin. .sr. director provisorio
para dirigr-se a V. com o lim de levar ao seu
coiilieciiuenlo que em consequencia dos lti-
mos ueoeilOI de Buenos-Ayres, de que o abai-
xo assignado considera a V. completiiiienlc
ni.ii ni m pela sua proprla notoriedade, rcsol-
veu trasladar-sc para esta cidade, capital da
provincia de Enlre-Rios, e continuar nclla o
cscrclcio das funeces que as provincias con
federadas Ihe confiaran!, pelo accordo de S.
.Nicols dos Arroyos, snbie as relceles da Con-
fedcracao coin as naco s eslrangeias.
n Sem piocurar classilicar o movimento que
causou em lluenos-Ayrcs um transtomo com-
pleto na ordem estabeleclda, nem examinar os
molivns que produziram ease transtorno, nao
pode considera-lo senoeomo a dissidencia de
una pequcua fracfo da Confedcracao, quede
ni un ii i algiima inllue sobre as resoluedes de
todas asoulras provincias confederadas.
o E posto que o Exm. Sr. director podesie,
em vlriudc das facilidades de que esla investi-
do, e com os irresisliveis meios de que dispc,
ter feiio respeitar as diiposices vigentes que
se fundam em pactos expresaos da mesma pro-
vincia de llucnus-Ayres com as outraa coofede-
radas, noquii sb nenhiiin motivo nem levar
a essa provincia urna guerra que alguns traido-
res provocaran!, nem perturbar de modo al-
gum a pal de que felizmente goza toda a Con-
fedcracao.
Abandonando, pois, a mesma proviucla aos
seus proprios conselhos e sorle que elles Ihe
prepralo, o Kxm. Se. director provisorio con-
sidera o motiui de llucnos-Ayres como nao oc-
currido e de oenliuiua influencia pelo que toca
sdisposices geraes da Coufederaco, e inui
particularmente quanto as suas relacoes coin as
naces amigas.
U snberino congresio, que de um dia para
outro estar soleinueiiienle inslaltado na cida-
de de Santi-F, diciar as resoluedes que en-
tender ni lis convenientes sobre a nova sita-
cao da repblica ; mas eotretanto h. Exc. o Sr.
director julgou do seu dever participar a V. a
resoluto que conten esta nota, e prevenl-lo de
que em todas as notas ofliciaes da sua corres-
pondencia dever entender-se exclusivamente
coi o mesmo Kxm. Sr director na forma por
que o tem verificado desde que pelas resoiu-
fes de 0 de abril e 3l de maio do crreme an-
uo, conmunicadaa opportunamenle a V. Ihe
foi couliadii o cncaigo de manler as rcla(es
exteriores da Confudciaco c dirigir os leus ne-
gocios geraes.
Cumprindo o abaixo assignado as ordens
do Exm. Sr. director provisorio, cumpraz-se em
reiterar ao Sr. cnsul de.....o senliinenloi do
eu particular apreco, iaudando-o, etc.
Luiz J. de la Pena. -
Um dia depois dirigi o governo de Buenos-
Ayres aoi meamos senhores urna circular con-
cebida nos segulnle termos:
Ministerio de governo.
Buenos-Ayres, 27 de selembro de 1851
A. S. Ex.... O abaixo assignado, ministro e
lecretacio deeslado na repartico do gorerno
da provincia de .Bueoos-Ayres, recebeu de S.
Ex. o Sr. governador da mesma provincia or-
dem especlaes para dirlgir-ie a V. Ex. e manl-
feltopelo Enn. Sr. governador de Entre-Rlos,
general D. Justo Jos de Urquia, o qual em
consequencia se retirou iuimediatunente del la.
depois de te-la invadido a mi armada.
Estes Kcouteclmenlos, que modn cao a po-
sicio da provine! quanto ao modo d conser-
var e cultivar suas relacoes coin as polcacias
eslranireir.il, n:" allerao de modo alguna as
principios de amltade que tila, a par te tode a
repblica profeiia e tem professide..
A le expedida pela honrada representado,
e que o abaixo assignado tem a honra de re-
metier por copla authentica, manifest entre
ouiras cousas que a provincia retira a S. Ex. o
Sr. governador de Enlre-Rios. brlgadeiro D.
Justo Josc de Urquiza. a delegacao feita em
sua penoa para a gcslo dos negocio! rateruo)
como maolfcsta Igualmente que eua geito,
no que reipeitaa ella provincia, fica eocarre-
gada ao mnliterlo do abaixo anignado, ludo
provisorlaineute, e emquanto as outrai pro-
vincias da confederaco nao tratam de consti-
tuir urna auturidade commiim.
Km taei ei'cumslaudas, tendo cenado em
lluenoi-Ayre o poder que diriga as relscoei
exteriore de toda a nacJo, e junto do qual le
acbavam acreditado! o Sn. agente! estraogel-
ros. labe o governo de Buenoi-Ayre que, ic-
gundo ai regras do direito publico, fica sus-
penso o exerciclo ordinario das funccoei olli-
claeideiiei agente! emquanto o leui respec-
tivos governos nio delermlnarem o que Ihes
parecer conveniente ; mas, pelo mcamo moti-
vo julga do seu dever apressar-se em declarar-
nos que este citado de couiai Irregulares e
transitorio nao ser para esta provincia um
obstculo que Ihe Impeca cntretc-las no que
Ihe reipeitar, do inelhor modo que Ihe leja
possivel em um caio lo novo e extraordina-
rio como o preieotc. Tambem nao Ihe Impe-
dir continuar a reipeitar e a fater reipeitar no
eu territorio todos o direiloi e obrigacei que
em favor de cidadot de outras nacoes tenbo
sido consagrados por tratados ou por luai pro-
priai leii
a Taes lo o priociploique o governador da
provincia de Huenoi-AIrcs professa de acord
com os consignadoi na citada le ; c cepera da
benevolencia de V. Ex. que ao transtnitti-los ao
conhecineutu do seu governo se dignar V. Ex.
assegura-lo dos sentiinentos da ainlsade, paz e
juilica que unieran.ente o anlmain.
.i Deixando assiin o abaixo assignado cum-
prdas as ordens do leu governo, lo ibe resta
protestar a V. Ex. os mui sinceros lentimen-
tos da sua particular estima.
Kalenlm Ahina.
A lellura da circular do general Urquiza ao
corpo consular causa imprcsso distincta da que
produiio a nota do mesmo general ao governa-
dor de Buenos-Ayres. O general Urquiza fal-
lando aos agentes eslraugiros do pronuncl-
amenlo de 11 chaina-lhe motiin, e traidores aos
que indio tiveiam parte.
Aos governadore das provincias do interior
dirigi o general Ucquiza a segululc ola:
m Viva a Contcderarlo lirgtitt'tni '.
a Paran, 3* de selembro do I8.V2.
.i Ministerio de relaedes exteriores da confe-
dcracao Argentina.
Ao Esiii. Sr. governador c capito gene-
ral da provincia de.....
Dopois do que da cidade de Santa F ilve a
honra Je commuoicar a V. Ex. por ordem rio
Exm. Sr. director provisorio aobro o inoiim
occorrido na cidade de lluenui-Ayiei nc dia 11
do crreme e sobre as dlsposicccs que o mes-
mo Exm. Sr. director tinha tomado para nclla
restabelecer a ordem, cuinpro com o dever de
participar a V. Ex. as que posteriormente dlc-
lou em consequencia do ilesenvolviinenloque
lomou esse mesmo inotim e da situaco em
que se callocou a provincia de Buenos-Ayres.
O Exm. Sr. director chegou a S. Mcolai
dos Arroyos a 17 do corrente mes, e ali se poz
frente de um exercito compoito das tres ar-
mas rm numero de inais de ti,000 hoinens das
provincias de Entre-Ros e Santa Fe. As divi-
sei do exercito inlreriano que tlnba dcixado
em lluenos-Ayrcs para a conservaco da ordem
reuuirain-sc tainhem a S. Ex. e com taca ele
re, tabricints de relogios di corte, na do
Ouvidor, ctrregando o ledroei Irinta e tin-
tos reloglot de ouro e 700,000 r.. em dinlici-
ro, sem tocaren) nos relugios de prats.
NO hospital da onlem tercelra deS. Fran-
cisco da Penitoocia suieldou-se, no dia 19,
com um golpe no pasen; i, Jos de Souia
Valle, maior de 70 annos de idade, atlri-
iiuindo-se esse aco de"desespero e falta de
meios
Fallece", no Ouro Preto o tenentc-coronel
Jos Pinto da Silva, rom i amianto do corpo
da guarnir;!!') fixa da provincia do Minas.
1.9-se na Reviita Commercial de Santos:
Com data de 2t de solcmbro escreve-
nos da Iguap o seguinte :
a No da 19 do corresto foi arrojado pelo
mar na praia da Villa Nora, termo da cidade
de (guape, o casco do brigun americano Ame
lia Jame, de Uiltimorn, com um nico mari-
Dheiro de sua tripularlo vivo, e outro morto
no rancho e em estado de putrefacto. NSo
tendo iqui interpreto nSo su podo siber mi-
nuciosamente o acontecimentn deste nau-
fragio, porque o dito marinheiro no sahe
rallar porluguez, veio-se com tu lo ao co-
nhecimento qsio o brigue sahioda Balliaio-
ro em 25 do junlio prximo passido, carre-
gado com harneas co n farinha rom destino
ao Rio Grande, no dia 14 do agosto so^obrou
com um temporal, que Ihe sobrevoio. Logo
que o navio virou, o capil.lo, o piloto, e o
marinheiro conseguiram subir em cima da
quilha.
Quebrados os maitros o navio desvirou, e
nesia occaiio pereceu u capitao c o piloto es-
capando nicamente o marioho que aublndo
ao convs andoueoto a discripco das ondas
cisco da Silva Barrlo, para cotrecejo ; or- al o da em que deu a praia. Quanto ao corpo
dem do subdelegado da frngtieiia de S. Fr., morto que ae achou no rancho, era um marl-
Pedro Goncalves, Cbristiano Felil de Souza, |nheiro que eslava doente. quando teve lugar
. i..i .i ._ i.i .. \ o desastre. O casco acha-sc tem mcame al-
ejsei AlaUOdra, por desordem a ordem J """",,-, escoi.lh., po..u con. iodo o car-
do subJelepado da rreguezia de Santo Anlo-' gamcnto.
nio, os escravos Antonio, e Bernardinn, a-, i,ogoqiie le loube do acontecimento, dl-
quelle por andir fugilo e este por desor- rigiram-icao lugar o colleclor e o delegado de
dem ; e a do subdelegado da freguezia da Boa polica o Sr. Joaqulm Jos de Quelroz Asevedo,
Vista, Manoei Jos Torres, e Manoei do NiS- le mandando examinar a cmara, nao seco.
noi-Ayres julgou dever mandar aablr da pro-
vnola ai segundes pesioai: coronis D. Jer-
nimo Coila, D. Ramn Bustos, e O. Hilario
Lago! i Couunandanles D, Jos Mara Pila, D.
Pable Alegre, e D. Bernardo Romero ; clda-
daos Dr. I). Roque Prez, Manoei Arre-
dondo, D. Mariano Baudrli. e O. Daniel Ara-
na. Todas tai pessoas linham chegado a
Montevideo, escepcaodo coronel Lagos, que
anda se achava em Buenoi-Ayrei.
O commrreio del Plata diz :
< Alnda-nio |ha lempo de laberse o acolhl-
mento que ai provincias fieram ao inovlinen-
lo do da II ; maaha raioei pira presumir que
a maioria dellai iviupatliar com um successo
que nao lende a* perturbar a tranqulllidade,
nem a Intervlr no rgimen inlerno de cada
urna dellai. O governo de Santa F pot-ie em
communlcaco com ai autorldadci de lluenoi-
Ayre, e iuai relacr3ei parecem no inelhor pe
de fraternidade.
Em al do paliado approvou a sala doi repre-
sentante! urna lei na qual se declara que a pro-
vincia de Bueoos-Ayre! nao reconhecer ne-
nhiiin acto doa dcpiiladoi reunidos em Sinla
F.
Por va da lluenos-aj res confirma-ie a no-
ticia de ter sido completamente anulqullada a
expediclo do general Flores contra a republl-
oo Equador.
( Jornal alo Gomnerero. )
ff^^asaaaasaan^HaiaBMaa,
sal
-n-mmamm
PERWAWBUCQ,
Hcparticao da polica.
DIA 18 DE i h i rimo.
iilm. o Exm. Sr.Das partea honlem e ho-
je recebidas nesta repartirlo, consta terem
sido presos : i ordem do delegado dopri-
meiro districto deste termo, Manuel Fran-
vinda do Rio de Janeiro, consignada ; a F.
A. di Ounha, msnifestnu o seguinte :
I cana joias, 4 firJus papel, 10 barra car-
ne aligada, 18 voluntes cha, 193 aaccas calT,
6 ca i na rap, 700 ditas sabflo, II birria o
lOjacizfli touolnho, 86 barricas plvora, 10
cajxas rollas, 5 cmxoos chapeos, 3 caixotes
livros j a ordem.
S. salvador vapor brizileiro, vindo doa
porlos do Sol, manifostou o seguinte:
a voluntes; ao desemhsrgador Figueira
ile Mello.
9 caixOes chapeos; a Fernando Jos da
Rocha Pinho.
I picote ; a Joiquim Ferreira Ramos
1 pacote ohapoos ; a Joaquim Jos Amo-
rim.
t caixSo ; a EJuardo A. Murro. '
Squaitolas litio porventivo ; a ordem.
1 caixlo livros usados; a J C. Csrvilho.
1 fardo chapeos ; a Nones 4t Companhia.
Camilla, brigue inglez, vindo de Terra
Nova, consignido a Me. Calinoat& Compa-
nhia, manifeatou os-guinte;
2,500 barricas bacalhao ; ios consignala-
rios.
General Jessup, barca americana, viada de
Philadelphia, consignado a Mo. CalmontiV.
Companhia, manireslouo seguinte:
57 eiixia teeidos dealgodlo, 18*9 barri-
cas farinha de trigo, 3 csixaa licores; aos
consignatirios
CONSULADO (5ERAL.
cimento, pelo mesmo motivo
controu papisalgum n'iu canastias do capito
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da poli-'efl, Plllu- c ,BES*** ,,"e;i,,.'a'"./ruJld,0.1
, do Ln.mhuco ,8de outubro de ?9 Jj''&*.*!**' d "Ua'
lllm. o Exm. Sr.-Das parles hoio recobi- =' co,n!,a '"->> 'luc riK,": c,"va "!"
.s nesta repartico, consta terem sido pre-, Pulao 8 '""""''iT' .1 ? Z^'.'ZTr.
> a 1.1 i__i i r ro ia nerto lo llio Graintr, que nrsie tcinnn
V 7 '',? Slt!!.eg.*f.0'1? fe8"C?"' qubr!,ra,.se os Mitro! rente' ao convele que
I S. 1T. I'olro (.oncalves, Antonio Joaquim lu|nhelroi, na oceaslo de ferraren! as
011 iso nsrasn uutuuro ue looi i app,recein os'vestlg
--lllm. e txm. Sr. Dr. Fnncisco Antonio Ri- | TrV.c e .,\,,r alguma carga ji muito a
beiro, presidentd desla provincia.Jos Ni- -variada.
eolio Itigueira Costa, clin fe. de polica inte- a Da parte ollicial da collccloria de iguape
rio. c all indi i; i de Sautos, a qual igualmente te-
IDEM DO DIA 19. : uios a vista, c que em geral concorda com es-
lllm. o Exm. Sr.-Das parles hoio recobi- =' cn!la "' que o brigue eslava tri-
das
sos
de
Ferreira e um Francez, pbr i-sultos ; a or- Te||as, cahiram ao mar e perecern) que
dem do subdelgalo da freguezia lo S. Jo- marinheiro, horaem paidu, que escapou, e
s, Manoei Francisco, por suspeito ni do era cozinheiro, se chama ludulpho, c que o
sub Ic'egmlo da freguezia da Boa Vista, An- capito ac cliamava Fackiolvo [ nome prova-
na Joaquina da Conceicao, sem decliracSo vclinentc estropeado). O bngue esl f.riado
do motivo de cobre e traz duas amarras de ferro, mullos
Dnnasiiardna V Fxe Seeralaria ila-onli. I "'ncilioi que le podem aprpveilar.de que
ueoaguaruea v. i.xc. MLCrelana dapoli- producto do earregamento salvo, pode
ca de Fernambuco 19ule outubro de V-1 resultar urna porcao de cnioi de reli.
- lllm. o Exm. Sr. Dr. Francisco Antonio Ri- Le.,c no Coireio ,Uercoitl de 4 do crreme :
Inoro, presidente desta .rovincia.--Jos Ni- Apresemou-ic, no dia l do correle, em
eolio Rigueira Costa, chafe de polica inte- urna caa commercial desta corte uin ladlvi-
rlno. do de nacocstrangeira, com bigodes ruivos,
^BaBBaaaaaaaB^KaaaaasaaaaiilBaaaaBaaaaBaaaaaKaaaaaacBaa C fallando inglez, pediodo que Ihe deiCOOlai-
sem urna nota de 500 libras eitcrllnas, perfeila
' mente sementante em ludo s notas do baoco
' de Inglaterra, lmenle em vez de traser o
i dstico Pane i de InglaterraIrala o legulo-
' leBanco d'Elegancia. -Cuuspre saber que o
I banco d'elegancia he o cstabelecimenio de um
eaoclteireiro em Londres. Felizmente foi coohe-
Entrou hontem do Sul, logo apos O va- cido a lempo o engao, e o espertalho leve de
por nacional .V .S'u'eulnr, o inglez Severn, procurar algum dmdy para descontar a lelra.
cujas malis sement hoje foram abertis. i Do quadro da renda arrecadada pelas alfan-
Aleancam as datas do Rio de Janeiro a 15 degas, mesas do consulado e recebedorias do
do corrente, as da Rahia a 19. imperio, noanno linance.ro de 1851 ja, II-
DIARIO DE PEBNAMBUCI).
RECIPE 22 DE OUTUBRO DE 1852.
m lagar competente cncontr.rSo o, lei- '^jgffSXi '^1
is promenores da revolucao operada ',
uietter os amotinados naquella cidade. llores OS promenbre ila revulucfi.i ope.-..
o Porem giavissimai coosideraces de con-1 efn Buenos-Ayres, quo por alguns das,
--ral para a conledcracao -'
Sr. director a nao faser
enlencia
rain o Kxm.
reoda i
inportaco
a i.........i, ,., ""eddl-. p0lo mcos. pode-ae dar como pacificamen- BpcTrlto"
forca nesie caso para restituir provincia de' l" Pncluila, atientas as ullimas d.sposi- Despacho maritimo....
iluenos-.tyres a ordem nella estabeleclda,
resolveu em consequencia continuar com as
outras provincias a marcha de organisaco na-
cional que be o voto constante de todos.
D'po/. prescindir inteirainenlc da dila pro-
vincia, deixando a resoluco do soberano con-
gresso constituinte, que ilcvc ser solemnemen-
te instalado de um ala para oulro, as deter-
minacoei posteriores quejulgar convenientes.
No entretanto continuar S. Ex. o Sr. di-
rector a dar inlciro cumprimenlo a diipoii-
ces da accordo de S.^ Nicolai doi Arroyos,
que he urna le da nacn, e a confedcracao ar-
gentina nao Inlerrompera sua marcha pela
eparaco da provincia de Buenos-Ayres.
Os documentos que tenho a bonra de rc-
inettcr a V. Ex. o instruiro das dlsposlfcs
que o Exm. Sr, diieclor dictou nesti situaco,
Aprovelto esla nova oceaslo pira reiterar
a V. Ex. as consideracdes do meu particular
apreco.
a '.ni/. J. de la Pena.
O governo de Knenus-Ayre< apreientou
salla dos representantes o seguinte projecto de
lei sobre a navegaco do Paran.
lluenos-Ayrcs, 38 de selembro de 1852.
< A Honrada Sala de Representantes.
a lia muitos annos que a abertura dos ria
interiores ao commercio universal lie ulti.nl i
por lodos os homens pensadores como una
conveniencia, ou melhor, necessldsde de nos-
so paiz deserto. Caducou a administraco in-
trusa nesta provincia que nao ba muito a dr-
il non e regulou de accordo com a existencia
de aiiii ente poltico que tambam desappareceu.
Ksle acontecimento pode produzir. especiaU
mele no exterior deiconliaoca ou vacilla-
cdci a este respeito as quaes he de importan-
cia suprema dissipar ou prevenir.
Como a provindia de Huenos-Ayrcs res-
suinlo o pleno exerciclo da sua soberana c dos
seus direilos, e nao he possivel que exista urna
autoridade nacional lio proinplainenle como
era de dexejar, he neceuario que a provincia
se pronuucie entretanto nesta materia de um
mudo -.ilonmc, c, por assim diwr, obrigatorio
a ella mesma,
Verdadc be que a honrada tala j se anli-
cipou em declarar no manifeato que acaba de
publicar que a provincia quer a abertura dos
ros ; uaas o governo considera que em aa-
sumpio to importante nao basta a mera man!
feslacao de um deaejo, einquanlo elle nao he
convertido em lei do paiz, ao menos quanto
ao rio Paran, uuiico em que a provincia pode
legislar. Mas como este rio banha outras pro-
viuclas da Confederaco, he lorcoso entender-
se com estas acerca do regulamento que haja
de reger na materia.
a Estas e outrasinuitas consideraciirs, queo
governo explicar opporlunameme, levam-o
a submelter ao eaanie de > II. o projecto de
le.i que tem a boura de Iransmiltir.
ii Dos guarde, etc. Manoei U. Pialo.
Valentn nliina. Francisco de las Carreras.
Jos Maria Piran
iileiior extraordinario....
Total..
2l,797,057i3
1,SjJ,77IiJI.i7
.'ii.'llU'll
i,36&,8ii9|9 :i-j,I3J, 571*559
Em iou ^l foi o total de.. j7,91o,tit4/i77
E111181 50 dem idein... i3.S3i,87llt35
Exutiam no porto do lilo de Janeiro i .'.I em-
COMMERCIJ
cOes do general Urquiza, conslante das pc-
gis olliclaes (ranscriptas. Restam, poro n,
as ililli til l a 11 s provenientes dos tratados!
c especulmenle di firmoza do convenio,
celebrado Pin S Nicolao, as quaes natural -l
mente se desenvolvero.
S. M. o Imperador houve por bem |er- barcacdei mercantil
dnar ao subdito americano Reece a pena de Da Bahia nada temos a mencionar.
prisSo, quo estiva cumprindo, rm virlude Fallava-sc all na creajao de um banco hy-
da sentenca por que fra condemnailo pothecario. Imilacao do do Rio, cujoa esla-
Foram condecorados com o ollicialato da '. Iul' J, fo",n '', l'J':!; "LT'
Ros. OsSri.: Dr. Antonio Ladislao de Fi- """" '"lc'"" '""""" Pl""'"-
gueiredo Rocha, Jos Ignacio do Barros l.ci- f sandb
te, coronel reformado da guarda nacional ,
deAlagis; Jo3o Antonio itst Silva Cezim-
bra, teneuto-cornnel da dita no Rio Crande
do Sul; Jos Pinio da Fonseca ChimarSes,
dito dito ; Antonio de Azambuja Cidade,
chafe da contadoria da fazenda provincial
da mesma provincia. Com o habito de ca-
valheiros os Srs. Pe.lro da Silva Freir, vi-
gario da freguezia de S. Domingos de San-
liara, na provincia da Bahia, e Domingos
Jos H o u- II"', da do Rio Crande do Sul
Foram promovidos ao posto de brigadei-
ros os Sr : coronel de engenheiros Anto-
nio Jos Rangel de Vasconcellos ; coronel
de eslado-maior do primeira classe, J0A0
Jos da Costa Pimenlel ; coronel do arlilha-
rii, Francisco Antonio da Silva Intime mil :
coronel de cavallaria, Manoei Antonio da
Fonseca Costa ; coronel de iofantarli, Fran-
cisco Jo-e liiiin iseeiio Rosado.
A' eiTectividade do po.ilo, o coronel g'a-
Rendimentodo I a 21
dem do dia 22 .
.33:102,908
. 1:090,885
24:193,793
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo 1 a 21 1:038,80*
I,tenido da -i2......... 15,626
1:05M30
Kvpm litean.
Parahyba, hiite nacional Parahybano, de
37 toneladas, conduzio o seguinte:I bar-
rica gonebra, 10 frasqueiras, 4 calas quei-
jos, 36 barris msnteiga, 14 glgos louc,a, 15
caixischi, 8 velones papel, 130 barricas
hacalhio, 10 batris banha de porco, 20 bar-
ricas farinha de trigo, 81 voluntes fazendas,
15 saccas rale, 100 ciixas sibSo, 4 barricas
arroz, 6caixas charutos, 4 volvimos faz en -
das; 10 saccas arroz.
Mediterrneo, brigue inglez lo, de 301 to-
neladas, conduzio oseguinle : 4,054 saceos
rom 20,270 arrobas do assucar.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PEIINAMBUCO.
Rendimentodo dia 22 .... 704,397
CONSULADO PROVINCIAL.
Reno unen '1. do dia 22. 983,942

Movimento do porto.
I'RACA DO RECIPE 22 DE OUTUBRO, AS
3 HORAS DA TARDE.
coiAsOesopricUES.
Compra de algodto de primeira sorto
5,600 rs. por arroba.
ALFANDFGA.
Kendimento do I a Si. .
dem do dia 22.....
.206:370,78'
. 18:998,060
225:368,847
Descarregam hoje 23 de outubro.
Barca imcricena General eimp--firinba
de trigo.
Rrigue inglez Camilla -'- bacalhio.
Bflguo portuguez --Fiordo Mar-- lagedo.
Bnguo brasiletro --Flor do Rio merca-
dorias.
duado Solidonio Jos Antonio Perei'a" do Polaca brisileira Santinima Trimlade
Lago. sabio e potassa.
Por decreto de 18 do passado foi nomea lo Barca franceza Cont Roger merca-
PROJECTO DE LEI.
- Arl. I. A provincia de Hucnos-Avres re-
coulicce como principio a conveniencia geral
da abertura do rio Prran so tralico e nave-
gado iiicrcanle de todas as naces c desde j
a declara e oulorga por sua parle.
. Ait. 2. O trauco e navegaco de que falla
o artigo precdeme se venlicaro aujelios ao
respectivo regulamento, o qual depois de pro-
mulgado pelo poder execuliso, e approvado
pela sala de representantes oa parle que loque
a tila, terpor aquelle piopollo para a adop-
(o das provincias litloraei na parle relativa a
eslai. Valentn Msm-i. Francisco de las
Carreras. Jote Maria Piran a
Cartas dcllootevtdeo do dia 5 diiem que a
jal 1 approvara este projecto de le.
A aala doi represntame! dirigi um mani-
fest a repblica explicando as ciuiai c tenden-
cias do inovimeoto do da II ; e approvou urna
lei decretando a cessagao desde a sua promul-
gado ( 22 do passado ) do cargo de maolec as
fei(ar-liic que a manha de 11 da crreme le- rela{6ei exteriore da repblica que o governo
ve luear nesla capital um pronuncindolo si- oc llueiios-Ay.es delegou ao general Urquiza.
mllanlo do povo e do exercilo, repelido uoi- la occup.r-se brevememe da discus-
versal e ardenlemenle pelo reno da provincia. 1 >"> e um projecto relormado ai alfandegai da
Useuprinieiro resultado foi a i inmediata e, provincia, para admiitir depsitos e permiltir
andada reinstallacao dos seus poderes legiti- l'vre traaslto.
nos e conslitucionaes, derilbadoi mllilarmeii-' E consequeucla de boatos deque se lenta-
te em 2* de junho ultimo ; eo segundo foi o vi urna contra-revolucao, o governo de Bue-
dorias.
Patacho hsmburguez Charlolt ferro e
alcat So.
lniportaraO.
Charlle, escuna hamburgueza, vinda de
llambugo, cansignada a C. J. Astley 01 Com-
panhia, manifestou o seguinte :
27 caixas ferragens, 100 ditas folba de
flandres, 1 dita espoleta, 6 caixas amostras,
21 ditas fazendss, 48 dilaa teeidos de algo-
dflo, 100 barris alcatro, 12 ditas cal, 206
garrafoes e 100 barricas gonebra, 1026 bar-
ras de ferro, 520 volumes papel, 50 caixas
Em anollede II do correnta teve lugar, queijos, 3 ditas teeMos do algodao e Ifla, I
na corte, a suspirada abertura do thealro ditas ditos de dilo o seda, 5 ditas ditos de
provisorio, i despert da immensa chuva linhoe algodSo, 2 ditas diversos objetos, 10
que cshio ditis lecidos de linho, 4 dilis ditos de tillo
Os Srs I). J. A. F. de Andrado o Arauio. < algodSo, 1 dita com um pianno, I dita te-
Francisco de Castro Leal, e J0S0 Francisco! ciJos de 13a, 2 drtaa ditos de seda, 40 macos
de AraujoLessi aprescniaram ji S. S. M. M. i de rolim ; aos consignatarios.
Imperiaes, 111 quinta da Boa-Vista, os esta-j 1 caixa obras de chapeleiro ; a Rolhe Bi-
tutos, que devem reger um a-vlo do mendi-1 donlac
intendente de marinha da provincia da Ba
hia o capitflo do mar e guerra Diogo Ignacio
Tavares.
Foram aposenlados,o ollicial da secretaria
de oslado do imperio. Albino dos Santos Pe-I
reir, eo amanuense da mesma Ildefonso
Joaquim Barbosa.
0 capilSo lenle Jos Maria Rodrigues
foi inmutado commandsnle da cuvert
VnlSo.
Foi demetlido do lugar de capitSo da ar-
mada, e do hospital de marinha da corte, o
padre Miguel Joaquim de Araujo.
Navios entrados no dia 92.
Parahiba 3 da.', hiale brasileiro Tres te-
maos, de 30 toneladas, meslre Jos Duar-
te de Souza, rquipagem 5, rarga toros de
mangue ; a Joaquim Duarte de Azevedo.
I'assageiro, Jos Tavares de Andrade.
I lem -- 3 dina, hiale brasileiro Flor do Bra-
sil, >le 28 toneladas, meslre Joaquim An-
tonio de Figueiredo, eqtiipagem 6, carga
toros de mangue ; a Antonio Jos de Cal-
tro. I'assageiro, Julio Pompeo de Barros
Lima.
Liverpool-- 50 diis, barc ingiera Lord John
Russell, de 333 toneladas, capitSo Tilomas
Kempe, cquipagem 14, rarga fazendas e
carvSo de pedra ; a Dane Youle & Com-
panhia.
Navios sahiiot no mesmo dia.
Soulhamptun o porlos intermedios vapor
inglez Severn commandante Chapman.
Leva a seu bordo, desta provincia, Augus-
to Pinto, Carlos l'wol, -Cerinaiio Jos de
Carvalho o sua senhora.
Parahiba -- ln.it-- brasileiro Parahibano ,
meslre llcnrique de Soura Mafia cirga
varios gneros. Passageiros Rozendo
Francisco deOliveira, Custodio Domingos
dos Santos.
Para e porlos intermedios vapor brasilei-
ro S. Salvador, coinmindanle o primeiro
lenlo Antonio Carlos deAzeredo Cou-
ttnho. Leva a seu bordo, desta provincia.
Dr. Antonio Marques Rodrigues Dr. An-
tonio Brito de Souza Gayoso e 1 escravo,
Dr Leandro de Chaves Mello llalisbono e
1 e-er,i vo a entregar.
Ooierpnfii.
Rio do Janeiro pela Bahia -- 5 dias, e do ul-
timo porto 2, paquete inglez Severn, com-
mandante C. M. Chapnian Ira/, a seu bor-
do, para esla provincia, Izaquiel Morista-
ny, Custodio Francisco da Cruz Cuima-
racs, Manoei Joaquim Fermndes Eiras,
Augo Belul, e *2 passageiros para os por-
tosdaEuiopa. Este vapor s deu entrada
hoje, bem que eheoasse no dia 21. )
EDITAES.
cidade, que lencionam porem execuclo, a
obtireram de S.M.o Imperador em resposta >
quo examinara com cuidado o conteu lo dos
ditos estatutos, estando j sciente desse pro-
jecto pela le: 11ra das tullas diarias > e deS
M. a liuperatriz que contasssem rom a sui
prolerrjai".
Lo-se no Cruzeiro de Campos ds 29 de se-
lembro o S'gmnle:
nMais um assassinato
Ao amanhecerdo da 27 do emente ap-
parereu ississinada na prarja do Rucio urna
preta escravs da senhora I). Josephina Mar-
lias Pereira, de nome Joanna. A escrava
havia sabido de casa na vespora i noite para
buscar azeitc, e fot virta a conversar com
um preto de japona, quo se desconfa ser
um com quem ella entrelinha relacoos 0
cadver achava-se esbordoado, coma Im
gua e bocea bastantemente maltratada, des-
cunfla-se que fosse sulTocsda, o que depois
tiveram lugar as s -vicias.
> O mez de selembro tem corrido farlo de
atrociJades, os assas.inslos repetem-se, e
os malfeitores jizero talvez rlndo-.se do pra-
zer de suas vingancis. Dos se amerceiu do
nos 1 >
Ao amanhecer do dia 15 do corrente, a-
chou-se roubada a casa de Eduardo Jeanne-
3 ditas ditas de dito ; a Cebr Chrislianni.
1 dita ditas de dito ; a A. L SIrauss.
I caixas objeclna oe escriplorio, 3 ditos
teci los de algodiloo, I pacotn amostras I
eaixa obras de ouro ; a J. D. Wolphopp o
Companhia,
4 fardos lecidos de algtidffo o La, 2 csixas
ditos do linho e algoil.lo, 1 pacole amostras ;
a SchalTeillint Tobler.
1 caixa teeidos do 13a, 2 ditas ditos de al-
godSo ; a J. Keller & Companhia.
1 caixa teeidos de seda ; a Cibr. &Kalk-
I caixa teeidos de seda,I dila e 1 fardo te-
eidos de 130 e algodSo, 1 pacote amoslras, 7
caixas perfumara, 2 lilas lac e, 4 ditas
couros, 1 diti bolaxinha ; a Ordem.
1 caixa cartas de jogsr ; a L. Schuler 4
Companhia.
6 caixas vidros p ra botica; a t.. Kroger &
Companhia.
4 caixas oleados, I dita n,nidrias, 5 ditas
diflereiiusobjeclos ; a F. \V. Quisle.
2 caixas charutos, 13 ditas teeidos de algo-
dio, I pacote amostras ; a J. II. Caensly.
6 caixas e 2 barricas lerragiuis e mini-
las ; a N. S. O. ..Companhia.
5 ditas bixas ; a J Tegetmier.
Sitilisstma Triodsde, galeota nacional,
O lllm. Sr. inspector da Ihesourana
provincial, em cumprimenlo da ordem do
Exm. Sr. preaideoto da provincia, de 29 de
selembro prximo passado, manda fazer
publico que nos dias 26, 27 e 28 do correa-
te ir i prarja para ser arrematado perante
aj junta da fazenda da usna theaouraria,
a quem por menos fuer, a obra do 23. lau-
co da estrada da Victoria, avahada em ris
13:90-2*310.
A arrematarlo ser feiti na forma dos ar-
tigo* 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17
de maio, esob as clausulas especises abai-
xo copiadas.
As prssuas que se propozrrem a esta ar-
rematado comparefam na sala das sessOes
da mesma junta, nos dias cima declarados
pelo meio dia, comfetenlemenle habili-
tados.
E para constar se mandou afixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tnesouraria provincial de
Pernamhuco 2 de outubro de 1852. -Ose-
cretario, Antonio Ferteira da Annunciai;30.
Clausulas especiaes da arrematara
1 As obras do 2-1 lauco da eatrada da
Victoria serSo fcitas deconformidade com
o ornamento o plantas approvidas pela di-
rectoni em conselho nesla dala, eapresen-
lada i ni i' v,-e, 1 do Exm. Sr. presidente
da provincia, ludo na importancia de Tis
13:902*310
2. O arrematante comegari as obras nb
prazo de um moi, o concluir ao de um
anuo, contados da dala d assignatora do
contrato.
3. A importancia desli anoniaUcfo sera
paga em quatro prostac,0cs iguaes da in.inei
ra seguinte:a piimeira, quando o arre-
matante ttver feito a tere,;: parle da obra to
seu contrato; a segunJa, quando ti ver fei-
to dous tercos das obras; a terceira, quan-
do fi'ir reerbida provisoriamente; e a quir-
ta quando fdr delluitivameote recebida, n3o
devendo etTectuar-se pagamento algum an-
tes de lindar-se o primeiro semestre do
exerricio de 1852 a 1853.
4. Para ludo maia que n3o estiver deter-
minado as presentes clausuliaseguir-ae-ha
o que. disi-i" a lei provincial a. 286 de 17
de msio de 1851.
Conforme. O secretario, Antonio Fer-
reira da Anniitieiaeilo.
(I lllm. Sr. inspector da thcsoiiraria pro-
vincial em cumprimenlo da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia do 13 do crren-
te, manda fazer publico, que nos dias 3, 4 e
5 de novetubro prximo vindouru iri a pra-



C para ser arrematado parante a jonla da
fazenda da meama Ihesouraria, a quem por
menos Ilzer a obra dos cotcenos ds ponte
de Tracunhaem, arsliada novaroenle em
1:936,000 ra.
A arromatacBo ser feita na rrma dosar-
tigos 24 o 27 da lci provincial n. 286 de 17 de
maiode 1851, e sobas clausulas especiaos
aballo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
reoialacSocompirecam na sal das sessOes
da mesma junta, nos das cima declarados,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
V. para constar se mandou adiar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de
Pernambuco 18 de outubro do 2852. O se-
cretario, Antonio Ferreira da Annuncia{So.
Clausulas especiaoa da arrematado.
1. As obras dos concertos desla ponte se-
rlo feitas de conformidade com o orcamen-
to aprerontado approva(5o do Ex. Sr.
presidente da provincia na importancia de
1:936,000 M.
2.' Estas obras deverSo ser principiadas
no praso de um mcz, e concluidas no de cin-
co mezes, c Mila los como determina o arti-
go 37 da lei provincial n. 286.
3 A importancia desta arrematado ser*
paga em duas prcatacfies iguaes, da maoei-
ra seguinto : -- a primeira quando o arre-
matante liver hito metade das obras, p a
segunda quando cstivcrem todas conclui-
das.
*. Durante a cxecuc,So das obras o arre-
matante dar fcil passagem para o trasito
publioo.
5.' Para ludo mais que n3o esliver de-
terminado as presentes clausulas, e nem
no ornamento, seguir-sc-ha o que dispe a
lei provincial n. 286 de 17 de maiode 1851.
Conforme. O secretario, Antonio Fer-
reira da Annuncia;So.
O lilm. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial em cumprimento da Orden do Exm.
Sr. presidente da pmvincia de 13 do corren-
te, manda fazer publico quo nos dias 26, 27
e 28 do mesmo, ir a prac i para ser ariema-
tado perante a junta da fazenda da mesma
thesourarla, a quem por menos tlzer a obra
do enrochamento em trente a ponto da ra
da Aurora,avahada novamentcem 1:188,000
ris.
A arrematado sera feita na forma dos
srtigos2te27 da lci provincial n. 286 de 17
de maio de 1851, o sob as clausulas espe-
ciaes abaixo copiadas
As pessoas que se propoze'em a esta arre-
matado, comparecam na sala das sesses
da mesma junta, nos das cima declarador,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das,
E para constar so mandou elixir o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesournni provincial de
Pernambuco 18 deoutub'ode 1852. -- O se-
cretario, Antonio Ferreira da AnnunciacSo
Clausulas especiaea da arrematarlo.
Primeira. Ser feita esta obra de confor-
midade com o orsamento epresmuado a ap-
io ovarfio do Fxm. Sr pres'denli da pro-
vincia na importancia de 1:188,000 rs,
Segunda. As obras principiarSo no praso
de 15 dias, e scrSo concluidas no praso de
2 mezes contados, romo determina o artigo
31 da lei provincial n. 286.
Terceira. A importancia desla obra ser
paga em duas prestarles da maneira seguin-
te: a primeira do valor de tres quartos
da importancia da arrematar, i, quando se
tiver concluida a obra, e a segunda de um
quarlu, quando se edecluar o recehimeolo
difinilivo, quo lera lugar nes9e anuo, dcpois
do recebimento provisorio.
Quarta. Pura ludo o mais que nSo exis-
tem determinado as presentes clausulare
nem no orcamenlo, seguir-se-ha o quedis-
poe a lei provincial n. 286 do 17 de maio de
1851.
Conforme. O sccrotario, Antonio Fer-
reira da Annunca( aaaaaaiaaBan
3
m
A vendedora de penis.
Nos inlervallos canlai o tenor l> Antonio
Ibarra a catalina da opera Itoberto Deveraux
Com um espirito anglico,
e um lindo romanse da opera os puritanos
Terminar o espectculo com a muito de-
sojada e sempre applaudida tarca lyrlca em
1 acto,
O lLljO.
Priocipiar as 8 horas.
Os bilhetes ocham-se dos Je j
venda noescriptorio do tlieatro ;
advertindq-se que os camarotes de
terceira ordem passam a ser ven-
didos at segundo annuncio, pelo
preco de seis mil ris.
Avisos martimos.
JL)eclaraes
-- Achando-s vago o cilicio do segundo
taholliSo de notas e escrivflo do crime ci-
vel orphos capellas e residuos do termo
do S. Anido, tela desistencia quo fez Jos
Cavalcante Ferraz de Azrelo que o cxercia,
manda o Exm. S. presi lente da provincia
assim a fazer publico para eonhecimenlo
das partes inlcressadas alim deque os pre-
tondentes ao dito ofliciose habilitem na for-
ma do decreto n. 817 de 30 do agosto de
1851, cumprindo que far;am o exame de suf-
iciencia perante o Exm. consolheiro presi-
dente da relar,So,e entreguem os seus reque-
rimentos ao juiz municipal, e d'orphflos do
dito termo no praso de 60 dias que come-
cou a correr do 18 do correrte mez, s fim
de seguirem-se os trnsitos marcados nos
arligos 12 e 13 do citado direito.
Secretaria do govrrno da proviucia 21 de
outubro de 1852.Honorio Peroira cloAze-
redo coutinlio, secretario da provincia.
Cartas seguras, existentes na adminis-
trarlo do correio, para os senhoras abaixo.
Antonio Alvrs de Miranda Cuimariles, A.
Mari* Pinto, Hernardino Jos da Silva, Bel-
miro Pereira da Molla, Caetano Jo-e Mendos,
Feliciano Jos Gomes, Francisco de Paula
.Silva Lins, Gaspar de Menezes Vasconcellos
de Drumond, Joaquim Abrares de Freitas
Jos Antonio da Cunha & Irmlo, Jos Ma-
lillas Gonfalves i. .imn.ii'-, Jos da Silva
l.oyo, Jos Ferreira Campos, l.udgero do Sal-
les Oliveira, Nicolao llartry, Rosilina Maria
da I iiliivie mi.
(Jamara municipal.
Perante a cmara municipal desta cidade,
estar em praca no dia lera-fera 26 do
corrente, o imposto de alineos por 14:810
rs., segundo as oruens do Exm. presidente
da provincia. Adverlc-se que quem nSo a-
preseolnr fiadores devilamente habilitad s,
n.io ser admillido a Linear.
Pela directora do Ijceu se faz publico,
que por ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia, (lea transferida para o dia 13 de
Janeiro prximo futuro, o concurso a suba
lituicBo ds cadeiras das linguas ingleza e
franceza desteestibelecimento.
Banco de Pernamhueo.
Os doscontos sfio de 6 por cont al o fim
Para o Cear sabe com muita brevida.
de o hiato Angelica.que j tem parte da car-
ga, e para o resto trata-se na ra da Cadeia
do ftecife o. 9, primeiro andar, ou no tra-
piche do algoddo com o mestre.
-- Parao moda Prata segu impreteri-
velmenle ato o (lm do crrente moz, o pata-
cho oriental Leopoldina, de boa marcha :
quem no mesmo quizer ir de psssagem, di-
rija-se a Amorim & IrmSos, ou na praca ao
capil.io.
-- Para o Aracaty segu at o Um da pre-
sente semana, o hiate l.igeiro, porjatTs
maior parte da carga ; para o resto e passa-
geiros trata-se na ra ilo Vigario n. 5.
Freta-se para qualquer parte a veleira
polaca brasileira Ult'ice, forrada e pregada
de cobre, prompta de tudo : quem preten-
der pode onlonderse com os consignatarios
Amorim & IrmSos, na ra da Croa n. 3.
l\;ra o Hio de Janeiro, com
muita brevidade, o brigue nacio-
nal Kecifc, o qual tem parte do
carregamento prompto: quem qui-
zer carregar, ir de passagem, ou
embarcar escravos a frete, trata-
se na ra do Gollegio n 17, se-
gundo andar, ou com o cipitao 31a-
noel Joaquim Lobato.
Para o porlo segu viagem com toda a
brevidade, o brigue portognez S. Manoell,
capito Jos Francisco Carnciro; quom no
mesmo quizer ca rogar ou ir do passagem,
para o que tem exc dientes commodos, diri-
ja-se aoinesmo capiUn 011 a seu consigna-
tario Manuel Joaquim llamos o Silva.
l'iio de Janeiro.
O bem conhecido patacbo Ya-
Icnte, segu com muita brevidade,
por ler j aiguma carga prompla :
para o resto, escravos a frete e
passageiros, para o que tem bons
commodos, trata-se com os con-
signatarios Novaes & Companhia ,
na ra doTrapicbe n. 34, oucom
o capilao na praca.
Para a Rabia.
Segu com brevidade a veleira
e j bem conbecida escuna nacio-
nal Adelaide, que acaba de che-
gar da Baha : quem nella quizer
carregar, pode dirigir-se a ra di
Cadeia Velba n. i, ou a do Tra-
piebe Novo n. 1G, segundo andar.
Segu pi ra o Rio ue Janeiro noslos 10
dias, o brigue nacional Flor do Hio, de ex-
cellcnto marcha, torrado e prenado de co-
bre, tonJo ja mais amelado de son carga
prompta; | ara o resto da carga a frete, es-
cravos o passageirus, trata-se no escrlptono
de Jos candido de Barros n. 66.
Val em praca publica, no dia 95 deste
inez.as 4 horas da tarde, na porta do Sr.jolt
de O'phAos, um caixSode casa n. I, na Boa-
Vista, na roa de Do 1 uros Pires, pelo preco
de 409,000 rs.; chao foreiro.que sao bens de
orphffos.
O Sr. Frsnceiino Americo de Albuquer-
que Mello, tem urna carta da Paragyba, na
hvrarian.6 8 da praca da Independencia.
- OITerece-se urna mulher de idade me-
dia para servir em oasa de hornero solteiro,
oa casado, sem pencOes de enancas, a qual
cosiolia um tudo : quem a pretender, dtri-
ja-se a ra da Cuia, loja de marcineiro n. 7.
A mesa regedora da irmandade de S.
Jos de Riba-Mar, convida a lodosos irmSos
da referida irmandade para comparecerem
em mesa geral, domingo, 24 do corrente.
Hoga-se ao autor do annuncio, que no
Diario de hontem n. 239 faz urna magntica
pergunta oos socios da sal da ra larga do
Rosario, de publicar o seu nome para se Ihe
dar a resposla devida.O Zarolho.
-- O animalejo que no Diario n. 239, faz
urna pergunta aos socios da sala da ra lar-
ga do Rosario, bajado declarar seu nome,
ou a quo raca pertence, alim de saber o pas-
to que se Ihe deve dar na resposla que pede,
e para saner-se se he algum macaquinho ur
cheiro,phtysicotroca-pernapeludo pa-
pelSocantil-ou mesmo algum mono com
feicOes de culis ; finalmenlo saia debaixo da
capa para o poJer enxergar oMiupe.
-- Eu abaixo assignado. socio quo erada
venda da ra Augusta n. 31, que a firma era
Jacome& Pereira, Taco sciente a tolos os
credores da dita tirma, que demos bataneo
no da 16 do corronte.e que o socio Jos Joa-
quim Pereira licou com a dita casa, e eu Ja-
come deshonorado dos credores da praca
que a dita firma estava dovendo.Antonio
Pereira Jacome.
Manuel l.ourenco da Silva-Macieira, Taz
publico, que tendo comprado um meio bi-
Ihete da lotera da matriz d Boa-Vista, no
qual assignou seu nome no verso.porem n.io
Inmou o numero ; e quo anles de chegar a
sua casa operdeu, por isso pede a quem o
achou baja de o mandar levar a casa do Sr.
Joto da Silva Boavista ; e previuo ao lliesou-
rei'U para que nSo pague a quem o apreseo-
tarsem estar autorisado por elle; e para
maior clareza o dilo bilhele esta com o ver-
so riscado do alto a baixo.a excepcSo do lu-
gar onde o firmn.
-- Roga-se ao passageiro do vapor S. Sal-
vador, que por engano.no dia 21 do corren-
to levou un bahu* para teira todo pregado,
eem cima com a marca de ferro F, hBja de
annunciar por este jornal para ser procura-
do, ou dirija-se < paleo do Carino n. 13.
-- OiTeroce-seurna raullier parda, de boa
conducta, para ama de casa de hnmem sol-
teiro, a qual sabe cozer e engommar: quem
a pretender dirija-se a ra Augusta, casa;
junto a de n 31.
Tcndo oquarto balalh3o de artilhana '
Para se liquidtr conta de venda, seda
por 3,000 rs. o alqueire de feijo misturado,
vlno do Rio de S Francisco, em muito bom
estado: no cacado Ramo* ao p do arma-
zem de sola, pela medida velha.
Previne-so aos Srs. abaixo declarados
3uo mandem quanto anles salisfazer oque
evem do lugueresdo casas o dinheiro de
emprestimo. ao procurador do revereoio
conego J0H0 Rodrigues de Araujo, em 1 lm-
ela ra de HUhias Ferreira adbrado n. 6, a-
lim de evitar os meios juJiciaes de que o
mesmo tem de laucar mo para com os o-
missos .Joaquim de Souza Teixeira, Ma-
rmol JosSoares de Avellar, I). Francisca de,
Paula Mavignier, Jns llillario Ribeiro, Fran-
cisco Ignacio de Medeiros, Jos Caetano Pe-
reira do Nascimento, Clara Senhorlnha Bor-
ges, viuva do brigadoiro Borges l.eal, Anto-
nio do Moraes Pinto, Silvestre ilos Reis.
A pessoa, que na matriz da Boa Vista,
na nouto de natal de 1H5I, perJeu nma obra
de ouro, se Ihe entregar a mesma : na ra
da Gloria da Boa Vista n. 62, dando signaos
convenientes.
O abaixo assignado faz sciente, que o
Sr. Antonio Rodrigues Pinbeiro, deixou do
ser seu caixeiro, desde o dia 6 de outubro
corrente. Manoel Cancio Pereira dos
Santos.
*#*#"*ft*ajl##H##'^aj8 !>
B CO.NSUTORIO II 'MI.ni'M llli:0. V
> Ra do Trapichen. 9. f
fri II I)r. Gasanova, estn lo de volta da j
O Franca, tem aberto o seu consultorio %
f> na ra do Trapiche n. 9,no Hotel Fran- t
* cisco, aonde d consultas gratis aos )
> pobres todos os dias. 9
vmemamvM ***##*# }
Aluga-se por preco commodo, urna ca -
Aluga-se pira o servifo interior de casa sa em Sanl'Anna, com commodos para una
urna mulata que tem principio de costura, 1 grande familia, baixa de capm, estribara
cosinha cengommado: a tratar na ra do {para quatro cavallos, e cochoira : a tratar
Collegio n. 16, terceiro andar. com l.uiz Gomes Ferreira, noMondego.
-- OITerece-se urna mulher branca de boa Precisa-se de urna negra cosinheira ,
con tucta, para ama secca de qualquer casa I prefere-se captiva, paganJo-10 mensal-
de familia: na ra das Agoas Verdes n. 90. mente; no aterro da lioa Vista, loja n. 1.
-- Furlaram da casa do abaixo assignado y ^p^ff^^f ff urna coroa de ouro de lei, e urna bandoira pau|0 GaienoilX. dentista.
de Menino lieos tambem de ouro: pede-se ,-nrnrnilo a anu-
. qualquer ourives ou outr. pessoa a quem uoaP cm mu A sa m 3
fr otTerecida.de prender a pessoa que an- SHKJS%,J HaSto^ML S
dar vendendo qualquer dos objectosacim. i,, a ar
declarados. -Francisco Brederode o- J/fWV'.Ti'V..,......*
drade. |**l5A***r**Aji*4***#iAak*i
-- Permuta-se por um pequeo lio, ou O cautesta Salustiauo de
Aquino Ferreira, avisa ao respei-
Bilhetcs do Rio de Janeiro.
O cautelista Salustiano de Aqui-
no Ferreira, avisa ao respeitavel
publico, que os seus bilhetes e
cautelas da decima quinta lotera
do theatro de Nitbcroy, esto ex-
postos yenda as lejas do costn-
ine. a loteria corre boje 33 do cor-
rente mcz. e espera-se a lista da
mesma ne vapir brasileiro no dia
4 ou 5 de novctnbro. Sao inme-
diatamente pagos todos e quaes-
quer premios que sabirem nos bi-
lhetes e ctelas as lojas j an-
nuuciadas.
32,000
11,00o
5,5oo
a, 800
1:3oo
casi porto desta praca, como S'ja Mangui-
nho, Ca sunga, Soledade, ra do Cotovello,
e sanio Amaro ; urna casa na povoaclo do
Monteiru, em bom lugar e perlo do banho,
com 33 palmos de frente, duas salas, quatro
alcovas, cosinha fra, e estribara, muito
fresca po- tor frente para todos os lados;1 do corrente mez liquetn OU n2o
tavel publico, que as rodas da lo-
teria da matriz da Boa Vista, an-
dam impretetivelmente no dia ->.(i
tambem sealuga para passar a festa : a (al-
iar na ra da Praia, srmazem de carne n.
46 A.
bilhetes por vender ; no dia 37 do
corrente mez, principia a pagar os
- O cautesta Salustiano de 'seus bilhetes c cautelas, premiados
da dita loteria, as lojas docos-
lume.
Aluga-se urna nogrn cosinheira, muito
fiel, para casa egtrangeira ou di pouca fa-
milia : na ra da Cuia n. 5, terceiro andar.
Piecisa-so de urna ama, forra ou es-
ba costureira, o para tratar di me-
uma casa estrangeira de pouca
na ra da Aurora n. 8, segundo
Aquino Ferreira faz scienle ao res
peitavel publico, que paga os pre-
mios da loteria do novo hospital da
Santa Casa da Misericordia da ci-
dade do Ouro l'reto, as lojas do
costme, logo que ae recoberem as
listas
Em quartos 3i3i, io:oor>,ooo rs.
n 2087, 1:000,000 rs.
,1 n a3t8, 1:000,000 rs.
h 3a8i, 1:000,000 rs.
i'p'ii aoo,ooo rs.
i) i<)46; 100,000 rs.
-- O ere loros do fallido Leopoldo Jos da
a pea manufacturar 200 bonets, 300 farde- Costa Araujo, residenles nesti cidade, Viei-
tas de panno azul, c urna por(So de calcas de |ri Amorim & Fillio, Oliveira IrmSos & Com-
algodDo trancado, convida aquellos que se panhia, Antonio Ignacio de Medeiros, J0J0
quizerem encarregarda factura dos objectos: lavares Cordeiro, Amorim & IrmSos, J0S0
cima mcncionados,p3ra comparecerem ho- Leite Pita Ortigueira, Manoel Ooncalves da
je as 11 horas da manhSa, na secreliria do' -
Silva, Russell Mellors & Companhla.Jose Ro-
Leiloes.
Miguel Carneiro transiere o
sen Icilao de mobilta, annunciado
para hontem 12 do corrente, para
boje sabbad 23, principiando as
11 hotas da m'anbaa em ponto.
Leilao de queijos.
Ghegados ltimamente, por con-
ta e riscu de quem pertencer, ho-
je 2.3 do corrente, as 10 horas, no
caes da Alfandcga._________
1 1 J 11 ?^a^J1>^al-1
Aviso diversos.
lotera
ni'smo halalhlo, alim de lixarem o con- drigues Pereira, DemeYoule& Companhia
trato_ Antonio Francisco da Silva Carneo. Anto-
Tem-sc justo e tratado a compra de um nio Joaquim de Souza Ribeiro, Novaes *
sobrado do um andar,na ra do l.ivramen'.o Compauhia, Manoel Joaquim Ramos e Sil-
n 39- soalguem seachar com divida, pe^ va, Manoel Jos Ribeiro, los Cypriano de
nhora ou hvpotlicca, ou oulro qualquer di- Moraes Lima, Jacintno F.lesbSo, Caetano da
reito decla'ro no praso de 8 dias, do contra- Costa Moreira, lote Antonio da Cunha & Ir-
rionlo ter mais lugar reclamacSo. I mSo, e Antonio Comes; Marcelino deSou-
Collegio Santo Affonso. za Pereira de linio,om Lisboa; Antonio er-
fa ni i lia
andar.
A F,pocha--jornal de iinluslria.sciencias,
litleratura o bellas arles,vende-so a collcc-
rSo, polo proco de4000: na ra da Cadeia
do lleclfe, loja de ferragem.
Arrenda-sc urna propriedade, sita Da
ni 1 da Floreiilina.contgua a Jo Sr. lloran
ger.com ptimas prnporcflas para nella se
fundar qualquer estabelecimento em ponto
grande, por lor bstanle extensSo, e porto
de embarque pelos fundos : quem a preten-
der, 1 o le ir ve-la,ontendendo-s com o mo-
rador da esa n. 16 da dita propriedade. o
qual dir com quom se deve tratar de qual-
quer juste.
Compras.
inlle pelo Sr. Ilr. Leonardo Augusto Fer-Souza Comes, Mano-I Jos Itodrigues Va
reir i na I as de pliilosophia o geometra daros, c Francisco Jjs da Costa Araujo,
oelo s'r Antonio PeJro de Figueiredo : as Hio CranJe do Sul; comparceam por si 011
nessoas aue quizerem esludar qualquer des-, por seus procuradores bastantes, na casa da
las disciplinas polerSo dirigir-se ao men- residencia do Dr. Jo-o llaymundii da Losta
donado colleg'o Santo Alfonso, na rua di;Menezes, juiz municipal sipplente da se-
C.dcia do bairro do Santo Antonio, sobrado gun la vara o do commercio, la da Madre
n 13' fim dse matricularen!, por quanto de Heos n. 1, do bairro do lenle, no da 23
aliccea tem de principiar no dia 2 de no- do correnti mez pelas 2 horas da larde, fim
vembro prximo futuro. do deliberarem sobre o recolhlmcoto no
A orac1' annuneiada pela segunda vara producto dos heos arrematados, ao banco
docivel daeasa n. 81. das Cinco Pontas desta cidade, o tratar-so do ludo mais que
nara o d'ia 20, ficnu transferida para o dia 23 Mr conveniente a maaaa fallida O esenvSo
do corrente interino, Manoel Joiquim Uapiista.
. \u dia 26 do corrente mez, ao meio; -- O bscharel Antonio da Unto de Souza
da na casa das auliencias, porante o Sr. Caryoso.segue para oMaraiih.lo no vapor se-
Dr'iuiz da primeira vara do civcl, tem do'guite, levando em sua companhia seu es-
ser arrematada, por ser a ultima praca, urna cravo Itodugeno.
morada de casa terrea, na Casa Forte, por Precisa-se do urna preta para vender
exeeooO do Pedro Jos Carneiro Monteiro na roa toda qualidado do venda : quem a ti-
contra Maris do l.ivramenlo. ver, dirija-se a Fora de .-orlas 11. rua do
- A sonhora D Maria Avelina Montoiro Pilar n. 126, ou annuncic sua morada para
tem urna carta: na rua da Aurora n. 41, vin- ser procurado.
Si do Rio do Janeiro. | -- Para que nao le poss-allegar ignoran-
- Dicnem-se os senhores assignantes pa- ca, avisa-se quo ninguem faca contracto a -
arem OSgundo irimoslre ,1o Apostlo do gum sobre o sitio da estrada de Jo.lo de
n de ultimar a publicacllo dos t'os Barros, annunciado por um terceiro no
iue faltan, para completar a serie, Diario de hontem ;20 para aluga-lo; o qual
Tiuita necessidade 15o urgente sa- sitio fui arremtalo poroutra pessoa no da
garem osegr...
.Norte, lim de ultimar a publicacSo dos t'os Barros ,
nmeros q
sendo de HHkiM iki.booiu.'.v %f* *p- ,..
tsfacSo '. em praca publica dojuizo da segunda
Ii-se dinheiro a prot.Io om pequeas vara, escnvjo Cunta,
quantias, 11S0 sendo monos de 50,000 rs.
quom precisar,
bu n. Is, no b
quem d.
. Quem annunciou precisar do 750,000
ii'rij sao'bccco do Quia- rs. a piemio de um por cenlo ao moz, por
airro da Boa Vista, se dia espaco de 2 anuos, pagando osjurosmen-
salmente, sob hypolheca em una casa ter-
Bilhetes
Meios
Quartos
Uitavos
Vigsimos
Aos litteratos.
nibliographia histrica portugueza, his-
toria de Portugal, por A. Ilerculano, poesas
de A. do Serpa, revista universal lisbonense,
universo pilorosco, o nutras obras uteis e
recreativas: na casa o. 6, defronte do tra-
piche novo.
Vende-se urna negra, erroula, de bonita
figura, cosinha do fogSo eforno, engomma
bem, cozo costura chSa, faz labyrintbo e to-
das as quali Jadi s de doco ; a razSo por que
se vndese dir ao comprador ; na ruados
Pires 11. 28.
-- Venle-se um sitio no riacho de Agoa
Fria, com urna boa casa, e com trezontos o
tantos ps de coqueiros novos e deitando
fructos, bastante pasto para vaccas, muito
boa agoa, urna excediente baixa para capim,
viril' ou unto o cinco pos de larangeirase
jaqueiras, o mais ps de differentes fructoi:
a tratar na rua eslreita do Hosario n. 3l,ler-
ceiio andar, das 6 as 8 horas da mantilla, e
das 2 as 3 da tarde.
Vende-so sola e couro do cabra, bozer-
ro frani'oz, couro do lustro, marroquins de
todas as cores, sorlidos, e tudo da melhor
qualiJade que lom viudo o esto mercarlo, e
pelo menos precu quo ho poosivel; tambem
tom um completo sorlimeuto de sapatos do
Aracaty e da Ierra, lauto para homoni como
para senliora, e pelo menos preco que lie
posivcl; na rua do Livraincuto n. 5, loja
de una s porta.
Veiilo-se na cadoia de Oiinda, um es-
cravo, creoulo, de 23 annos rio idade, multo
i'ossante, para fra da provincia : quem o
prulendor dirija-se a ladeira do Varador
11. 14. ,
.- Vendo-sc urna loja de miudezas com
poucos fundos, muito propria para qualquer
priocipianto, pelo seu bom local, e afregue-
sada; o motivo porque se venda se dir ao
comprador ; quem a pretender announcte
para ser procurado.
Luvas enfeiladis para noivados.
Vendem-se muito ricas luvas de pelica
para noivados, do melhor gosto que aqu
temvindo: na rua do Queimado, nova loja
de miudezas n. 47, de Antonio Jos de Aze-
vedo.
Luvas de seda trancada branca e
cor de cuna.
Vcndem-so na rua do Queimado, nova lo-
ja de miudezas n. 47.
Luvas de pelici com helotas a
MATRIZ DA B0AV1STA.
As rodas desta loteria andam no
dia 26 do corrente, infalivelmente,
no consistorio da mesma matriz ,
sejaqual for o numero de bilhetes
que lique por vender. Jos Tei
xcira lasto, thesoureiro.
O secretario da irmandade
de Nossa Senhora do Terco, con-
vida a todos os seusenrissimos ir-
maos, para rciiniao de mesa ge-
do corrente, o de 8 p.c."at 6 mezes. Com-lra] domingo ai do corrente. pe-
pra e vende letras sobre o Rio de Janeiro,' j _i
de qualquer quantia e a prasos rasoaveis. I 10 hor.is da matlh5a, no res
Banco de Pernambuco 16 de oulubrodel852 pectivo consistorio, fim dse pro
ceder a eleito da nova mesa re-
gedora, em conformidade do arti-
go 51 do comprotnisso.
No dia 20 do corrente mez, desappare-
ceu um creoulo de nome Salvador, com 26
annos de idale : levou Calca de ganga azul
clara, e camisa do algo 13o branen, cnapo
de palha nrdinario, alto, magro, olhos ran-
das, barba por balxo do queixo, tem os de-
dos de um dos ps arruinados de trahalhar
em cal, e na sola do p direito 1 m urna ci-
catriz do urna ferida que ha poucr. aarou :
quem o pegar e levar a casa n. 44 da rua da
Concedi, ser hem pago.
Precisa-se de urna mulher forra, para
indar com urna preta vendendo na rua :
a quem este negocio convier, dirija-se a rus
das Flores n. 19.
A pessoa que annunciou precisar da
quantia de 150,000rs., com seguranca em
urna escrava, dando os juros que se conven-
cionasse : dirija-se a rua Augusta n. 18
THMTKO
14.' RECITA DA ASSIGNATURA.
Sabbado a3 de outubro de i85a.
Espectculo dramtico e lyrico. -
Estrea d.) primeiio tenor D. A nto-
nio Ibarra.
linda aexecufSo da ouvrrtura, sobir
scena a muito applaudida comedia em 3 ac-
tos, ornada de msica,
.....odosnecessarios para qual- deira da Misericordia n. 12: a tratar om 0-
ouer ramilla quem o pretender, dirija-se linda na rua de alalinas. ferreira n. 28.
a Ponte Velba n II Desappareceu no da 20do corrente um
- Fu abaixo assigoado participo ao meu cabra fula, por nomo Targino. alto, seccodo
nob-e amiK.i, o Sr. Sorylo Martina da Cosa, corpo, quando anda camha das pernas, tem
oue tenho l.do lodos osarios e charadas, pouca barba ; levou camisa c cero da do al-
oue contra mi.n lem apparecilo em oilTo- godSo da Ierra: quem o pegar leve o a rua
q
neT^ridieos^ATto'nio'iorge. ..... do jueimado .,41, ou na cidade de Oiinda,
- Antonio l.uiz da Silva Sanios participa na rua do llomhm em casa de Miguel Joa-
ao publico que deixou de ser caixeiro de quim de Uliveira, que sera generosamente
Joaouim Duarle Pinto eSilva, de sua venda recompensado.
da rua larga do Rosario n. 9, desde o dia 22 Precisa-se de urna ama para o servico
do corrente. e para constar faz o presente, do casa o de compras.scndoboa paga-sebem;
-- Kxportam-se para o Rio de Janeiro, oa na rna do Padre F.onano n. 5, sobrado da
nardinhos Manoel, e Romana, escravos do quina.
I uiz Cocino da Silva. Lava-se e engomma-so com toJa per-
- Precisa-so alugar um prcto, ainda que f,rcao, mais barato que em outra qualquer
sei* du idade, paraservico de casa.: quem .parte e com toda presteza, por oais pre-
l.er, anniincie. cisoqueseja: na rua da t.uia n. 29, prime,-
-- O Sr. JoSo Francisco Fe reir de Mi- ro andar,
galhacs t-m urna carta, vinda do MaranhSo: Rogase aos senhores Antonio Soares
em casa de Elias Baptista da Silva, na rua de Carvalho, Albino Antero de Souza I eis,
j' Sol e Folix Antonio da Silva Carvalho, lenliam
- Na ruada Cadeia do Recito n. 49 pri- a bondade de apparecerem na rua esireila
irrenU-so animalmente um do Rosario, loja de miudezas n. 2 A, a De-
pona 1I0 godo que nilo ignoram.
-- Aluga-so, vende-se, ou permuta-se por portamenlo, assi.i) como do aluguel, lho se-
crsas nos bairros do llecife, Snto Antonio, rSo dadas as chaves.
ou[ Boa-Vista, um ailio na estrada dos Afilie- -- O Sr. Joaquim Pereira da Silva, co-
tos confronto a igreja do mesmo lugar, com nbccido do Sr. Antonio Jos Teixeira de
ernndecasa de vivenJa, oulra pequea na Castro, com boliea na rua do Queimado n.
,,, ... traa, com minios arvoredos de 36, queira mandar pagar o Diario, visto que
fructo a saber:larangeiras,coqueiroa,man- o mesmo Sr. Castro,-que recobe a f"
cueras sapotiseiros etc. ; a Iratar na rua da diz que nSo sabe quem ello seja.
liroran 26. ou no Apipucos, no engenho Precisa-se de urna ama de Ieile,
Dous IrmSos
A pessoa que quizer dar a quantia de
150,009 rs. com seguranca em umn preta
para
rua de S.
acabar de criar um menino : na
Rila n 97.
-- Aluga-se una grande casa na Passa
ol>
que se dir quem d.
Vende-se una escrava moc. que cos
ola e engomma : na rua do Aragao n. 11 ,
sa uira quon vende.
Luvas de pelica ponto tnglez.
Vendem-se muito linas luvas do ponto in-
2 por ce." com de" Dos, armazen. do cou.os salgados, a glez '" n seguranca em urna casa:' quam quizer este fallar com Francisco de Paul. Queiruz Fon-1 w roa do QoelTOdO n. 47, loja de miude ^ ^ ^ ^ effl c|8a de s Ariuj0.
con habilidades, damln-se os joros que so gem da Magdalena, travessa do Remedio ,
convencionar, annuncie para ser procurado, e tem commodos para grande familia: quom
|'rccisa-se do com mil ris a juro pelo a pretendor dirija-se a travessa da Madro
-- Compam-se accOos da companhia de
Beberibe, no armazem da illuminacSo, no
beco do Carioca : a fallar com o major An-
tonio da Silva CusmSo, as 9 horas da ma-
nhSa do todos os dias uteis.
-- Coinpram-se 500 garrafas vosias, e pa-
ga-se a 5,000 rs. o cenlo : no pateo do (ar-
mo, venda nova 11 2.
-- Compra-se urna morada .lo casa terrea:
qiiem a tiver dirija-se a casa junto ao tabe-
li.in Coelho, na rua de S Francisco.
Comprsm-se para n obra do grande
hospital to carilailo lraV"janieiitos de 40
palmos de comprado e 8 polegadas em qua-
dro, que seja de boa qualidade : quem tiver
pile dirinir se ao director da mesma obra
Antonio Jos Comes do Correio, para tratar
do ajuste.
Comprair-se tresou quatro moradas de
cisas terreas no bairro da Boa-Vista, cuma
que telilla nm lioni quintal enas principaes
ras : quem tiver dirija-se ao aterro da Boa-
Vista, botica delronle da matriz D- 86, qu-
se dir quem compra.
Cumpram-se dous caixSes para venrts,
em meio uso : ua rua do Jardiui n. 69.
tJompra-seuma burra de ier-
ro : na rui do Trapiche, arma-
zem n. i4-
- Compra-se uma ou duas pretal de mefa 7"t"[ |0 t|,eat'ro da imperial ci-
idade. o que nSo tenham vicios nom acha-, loicrm uuuihimw i
(,ues, o quo sejam boas quitandeiras, o te- dade de INicttieroy, corre hoje a
nhamalgumashabilidades: na ruada Roda, jc correRip ,, |',i de JaneirOi
-Compram-so esclavas eevendem se, ro- que seus bilhetes c cautelas, es-
cebi-m-se de commissao, lauto 1 ara a pro- ^g0 a venda em sua loja de ferra-
vincia, como para (ora della; na ruados ,._ 1,, 1 lniMinadn
Quartis n. 21, segundo andar. gens n. 7 a, na rua do ^iieimado
-- Compram-se escravos de ambos os se- jnto ao becco da Congre5ao, e na
xos, para dentro e lora da provincia, agr- 1 (oan. 11, de JoSo
dando pagSo-so bem : na rua das Larangei- mesma rua loja n. 11 ,
m n. 14, segundo andar. Haptista liodrigues de souza, e no
- Compram-so escravos de ambos os se- g Vista, loja de miu-
IUI coa. habilidades, ou sem ellas ; pagam- "ll-rri uaawa ._..
so bem sendo bonitas figuras; na rua es- dezas n. 48 tle Antonio aa anva
treita do Rosario n. 28, segundo andar. (ImmarSes. O mesmo avisa ao res-
-Couipra-soummilheirodotelhasji ser- mBama
vidas: quem as tiver, annuncie. pe:tavei publico, que M mesma
--ComKa-so um braco de lulanca omso- 0a fornm vendidos em vigsimos,
^SWfflttW : qUCm n. 3.3,, com .0:000,000 de rs., e
Na rua do (jiioimado, nova loja de miude-
zas n. 47, vcndem-so luvas de polica com
hellas, muito novas e linas, a 1,200 is. o
par; a ellas antes quo so acabem.
Luvas prclas de lorcal a 6-}o rs. o
par.
lio o mais barato querde ser, por serem
muito tinas; vonde-so na rua du Queimado,
nova loja do miudezas n. 47, de Antonio Jo-
s do Azevcilo.
Vcndem-so no armazem de moltiailos
n. II, na rua do Encantamento noftecire, fa-
qiioiros, casticaes, e salvas de prata, do me-
lhor gosto, e por preco commodo._
U cautelista Antonio Jos
Itodrigues de Souza Jnior avisa
ao respeitavel publico, que a i5.
Vendas.
outros muilos nmeros com pre-
mios de 1:000,000 ders., detfool
rs ,de aoo.ooo rs de 100,000rs.,
e de 40,000 rs.; convida poli aos
possuidores a virem receber seus
mos ,
pagos.
que
tnime-
Loteria da Matriz da Boa Visto.
Aos 10:000,000 e 5:ooo,ooo ders-
Na loia de miudezas da praca da
Independencia n. 4 vendem-se ^22! E
bilhetes ititeiros, meios, quartos, d'^;ne Sd
quintos, decimos evigc.Mmos, que "lin
corre imprcterivclnientc no dia 16 Meios
1 1 Ouat tos
Uitavos
Vigsimos
__ (J cautelista Paria
receben bilhetes da loteria do thea-
tro de Nictheroy, e os expoz a ven-
da na rua do Queimado, loja de
Gouveia & Leite, na mesma casa
paga sem descont os seus bilhetes
is 30:000,000 e 10:000,000 ders. premiados. Eis os precos:
Na loja de miudezas da praca da Bilhete inteiro
Bilhetes inteiros 10,000
Meios bilhetes 5,ooo
(juntos 1,600
Quintos a,100
Decimos 1,100
Vio elimos Goo
33,000
11,000
5,5oo
3,800
i.3oo
Barbosa
Loteria do Hio de Janeiro.
Independencia n. 4 vendem-se M.eio
bilhetes inteiros, meios quartos,1 Quarto
oita vos e vigsimos, a beneficio da itavo
i5. loteria do theatro do Nicthe- Vigsimo
roy ; vem o lista no primeiro va- l>athogenesia homeopathica do
por que chegar do ttio de Janeiro. A.J. Mello Moraes.
' 3__. ...... .........i. mnfl. mili r.osi-
33,000
I I ,000
5,5oo
3,80l>
1,300
Chegou no vapor 8. Salvador, esta grande
uora emum'volumo. e de grande lcense ,
nara o povo curar sem precisar de mdicos :
na rua do Crespo, loja amarella n. 4.
- Vende-se sal doAssu, a bordo da su-
maca Flor do Augelim, tundeada no Forte
-- rua da Cruz do Rea-
I uegocio annuncie para ser procurado.
secs.
Izas.


M
Siiks
SALSA PARRILHA.
Vicente Jos de tirito, nico a-
genteem Pernambuco del!. J. D.
Sands, chimico americano, faz pu-
blico, que tem chegado a esta pra-
ca urna grande porcao de frascos
de salsa parrilba de Sands, que sao
verdaderamente falsificados, e
preparados no Kio de Janeiro, pe-
lo que s devcm acautclar os con-
sumidores de 13o precioso Talis-
mn, de cabir neste engao, to-
mando as huir -i s consequencias ,
que sempre costumam trazer os
medicamentos falsificados, e ela-
borados pela mao daquelles que
antepdem ceus nteresses aos nia-
les da bumanidade. l'ortanto, pe-
de para que o publico se possa l- minuioVeo'de 5,000 rs.
vrar desta fraude e distingua a r
verdadeira salsa parrilha de Sands
da lalsificada, c recentcmente a-
qui cliegada ; o annunciantc faz
ver. que a verdadeira se vende
Taixas para enqenhos.
Na fundirlo de ferro de D.
W. Bowman na ra do firum
passando o chafariz contina a
haver un completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea.,
as quaes acham-se a venda, por
prcc,o commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou corregam-
se em carros, sem despezas ad
comprador.
Vende-se a cxcellentetypo-
grapbia do Diario Novo estando
bem montada, tanto de bons prc-
los, como de lypos : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Praia
n. 55, a tratar com a Viuva Homa.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol do sed inglo-
zcs chegados pelos ltimos nevios, pelo di
cada una : na
que
nicamente em sua botica, na ra
da Conceico do Hecife n. 6i ; e ,
alein do receituario que scompa-
nba cada frasco, tem embaixo da
primeira paginasen nome inipres-
so, c se adiar sua firmo em ma-
nuscripto sobre o involtorio im-
presso do mesnio frasco.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para rearar hortas
ebaixasdccapim ni.fundigSodeU. W. lio-
man:na ra do llrunms.6,8oio
Feijo novo a 6,ooo rs.
No armazem do Gouveia & Das, confron-
te a cscadinba da Alfandega.
Qucijos do sertao.
Vcndem-so muito hons o trescaesquoijo
; do sertao ; na ra do Queimado n. 1*.
Vendem-se saccas co:n fa-
4
J. lveller &
da Gru n.
Em casa de
Companbia r.a ra
55, ha para vender dous excel-
Icntes ph.no fortes, e de urna das
melhores fabricas, chegados lti-
mamente da Europa.
Batatas novas
Franceias, em gigos de 4o li-
bras, chegadas no briguc Cesar ,
por precos muito commodos : no
armazem da travessa da Madre
Dos n. ai.
A a,ooo rs. o corte.
Na loja da esquina, qoevolta para a ra
do CoIIcro n, 5, vendem-so cortes de meias
casimiras a 2,000 rs,, e bonitos cortea de
cambraias franrezas de coros, a 3,200 r. o
corlo.
POTASSA.
Na ra de Apollo, armazem n.
i B, de Leal Res, vende-se por
preco ra.-oavcl, muito nova e su-
perior potassa, cliegada lia pouco
do llio de Janeiro.
A 1,280 ruis !
Vcndcm-so cortes de Illas pra caiga, a
1,280 rs.; na ra do Crospo, loja n. 5,
Carnauba.
Vcnde-so a mais superior cera de carnau-
ba quo ha no mercado, por menos prego
do que em qualquer parte, em consequen-
1 i j 1 r. cia do so querer acabar; na ru da Cruz,
reos : na ra da Madre de Dos C(infronleH0 chafariz n. ,'9.
Potassa da Russia, e cal virgem
No artrazem da ra do Trapiche n. 17, de
JosFcrreira Basto, ha para vender superior
potassa da Itussia, rhngida ln poneos dias,e
cal virgem da mais nova que ha no mercado.
Chapeos do Chily.
Vendem-se chapeos do Chily de todas as
armazem n. 20.
- Vcnde-so urna escrava erroula, boa eB-
gommadeira; cosinhoira o coslurcira : na
ra Helia 11. 16.
Na ra do Crespo, loja n. C.
Vcndem-se supuriores cortes de cambraia
dcsalpicos, cotn 6 l|2 e 7 varas, a 3,500 e
4,000 rs.; cortos de cassa chita, de novos quaidades, por prego muito ba'rato: na ra
gustos, a ,2I0 c 2,500 rs.; cassa franceza a 0 crespo n. 23.
440 rs. avara; cortes de brim trancado es- .. \en.lc-sc muito em conta urna casa si-
curos e mesclado?, a 2,000 rs. ; panno lino |ua,ia na Casa forte, tendo do frente duaa
prclo, a 3,000 e 4,000 rs.; lencos do cambraia janellas o urna porla, bom quintal com arvo
Deposito la fabrica le. I odos os de linho, a 480 rs.; ditos de cassa grandes, rcs j0 fruct0, o excellcnte cacimba : as pea-
Santos 1111 Babia. ;a 160rs.;risrado d'linhoa 180 rs. o covado soasa quem semelbante negocio innvier,
Vonde-se,eni casa de N. O.Biebor&C.,!e mullas outras fazendascm conta. queiram dirigir-se a ra Imperial n. 79.
nirudaCruzn.4,algodaotransado a- Vendem-se saccas com fa- No armazem de Jos Joa-
nuella fabrico,uiuitopropnupara saccosae ,. o 1. .... .... ,, ...
issucireroupadeescravos.porprecocom. relio, de 3 a 4 arrobas : no ar- quira Pe.eira de Mello, defronte
mazem de Antonio Annes, no caes do guindaste da Alfindcga, ven-
da Alfandega. dem-sc superiores batatas, asme-
MMM.IIIHMNN.1 Ihores que ha no mercado, viudas
Botica hornee-palluca, g de ^^ pc|o |jrjgue pip do
maiizes, pelo baratissimo preco delito n. o' m ,^8_...rua J?. r,"' g Mar, pelo barato pre90 de 800 rs.
lura.
2 Cada urna sera acompanhada de u.m *>
4 frasco com glbulos inertes e o
mono.
a 120 rs. o covado ou
a peca.
Na ra do QuoimaJo, loja n
se chitas escuras muito boas,
4,500 rs.
3, vendem-
e de lindos
28 ra las Crines 28
Du4 500rs. a peca'; bem comoou-' 9 Ha para se vender algumns caixas
U-ai fazendas baratas. | i >i
Cal virgem le Lisboa.
Vende-sc superior
a arroba.
Lotera de Nossa Senhora do
Rosario.
7, ou a tratar no esenptono
JNovaes & Companbia, na la
Trapiche n. 3/j.
Fazeiida da moda.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
de salpicos hrancos de cor, pelo diminuto
pravo de 3,500 rs.: na ra do Crespo
u. 6.
Potassa unc ieana.
Nu autigo deposito da c,deta velha, n.
12 existe urna pequea purcio de potassa
americana,cliegada rccootemente que por
suponor rivalisacorn adaltussia: vendo-
so |ior prego ratoivel.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Caticia
do Recife n. ia,ba muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedia ,
le moa, repulhuda,chicoria, sci.oi.las, Uta cujsroaas hreveser niafcado odia impre'-
carrapato do tres qualidades.ervilha torta e |lcrjve, do gcu andamelll0i
do direila, fnva, coontro de touceira, salva, 10- | Bilhetes
malos grandes, repolho, couve lombarda,
saboia, c mustarda : na ra da Cruz n. 46,
dofrontn do Sr. doulor Cosme.
~ Vendem-sp*tnarrasdeferro: na "la d*
Senzalia rsovn n.42.
loia! Farinha de ma idiocaa 1,600 rs. a
sacca.
No armazem do I. J. TassoJunior : na ra
o dAmorim n. 35.
-- Vondom-se lonas, brinzSo, brina, e
meias lonas ila Bussia ; no armaren) do N.
O. Hieber & Companbia, na ra da Cruz
n. 4.
AOS io:ooos E 5:ooos DEBS.
O cautelista Salustiano de A-
quino Perreira avisa ao re*pcita-
vel publico, que a lotera da ma-
Meios
Quartos
Decimos
Vigsimos
Vende-se um
8,100
4,000
2,200
1,000
500
excellcnte cabriolel i
glez, em estado porl'eito, eom cavador ou
sem ello : no bazar n. 4, da ra do Vigario
Vonde-sc una preta cieoula, de 24 a 25
annus de idade, sem vicius, nem ac'iaques,
saliendo engommar, lavar, cosinhar e co-
ser olguma cousa: na Soledade, no sitio dos
qualro leOes, a qualquer hora se achar
com quem tielar.
~ Acha-se venda a ha pitada de rap
princeza de Lisboa, em libras o meias,
vontade do comprador, rhegado ultimamen
le pelo vapor Soverno; na ma da Cadeia do
Recife, loja de fazendas, de JoSo da Cunha
MagalhSes, n. 51.
Adamscaado
Caixas para rap. Dnheiro avista.
Ni ra da Cadeia do Recife n. 14, venJem-j No aterro da Boa Vista, venda nova n. A,
'lentes calas de ehifre do Araca-, pintada de azul, vende-ae o seguinte :
ty, imitando as de tartaruga, e por muito Manteiga ingleza, libra
7H>
2.240
2,000
1,920
780
280
210
160
140
320
560
800 i
610
120
mais commodo preco.
63T tiieos leques de madreperola
com-penas.
Vendem-se na ra do Queimado, nova loja
de miudezas n. 47 de Antonio Jos de Aze-
vedo, os melhores loques de madreperola
que aqui tem vindo, tanto pelas ricas figu-
ras que trazem, pomo por seren muito for-
nidos; a elles antes que se acabem.
<^3~ Ricas carteiras com charu-
teiras.
Vendem-se as mais ricas carteiras com
charuteira que tem vindo a esta provincia,
com bolso para charutos, e juntamente urna
rica estampa praliada, representando arvo-
redos com figuras de baixo, as quaes os
amantes de bom gosto podem procura-las
na ra do Queimado, na nova loja de miu-
dezas n. 47, de Anlonio Jos de zavedo.
T Kico sortimento de loras de
pelica seda e torca! de todaa
as qualidades.
Vendo-se na ra do Queimado, na nova
loja do miudezas n. 47, do Antonio Jos de
Azevedo.
Pstojos com novalhas finas, a
1,600 rs. cada um.
Vendem-se navalhas muito finas com cabo
deunicorne, al,600rs. cadaum: na ruado'gadas, com fechaduras. os quaes
Queimado, na nova loja de miudezas n. 47,1.-_. ._. .
de Antonio Jos de Azevedo. servem para^guardar costuras e
Lindas carteiras para senhora. roupa de manea, pelos baratos
Venden-so na ra do Queimado, na nova'precos de 800, 1,200 CI,'|'(Ors. :
loja de miudezas n. 47, de Antonio Jos de Aterro da Boa Yjst(|
Azcveuo. rn
sapatos n. 58.
Cha do mertoor
Pito
Ditodopreto -
Espermaceti
Velas de carnauba
Toucinho
Farinha de aramia
Dita do MaranhSo
Chocolate
Painso, cuia
Milho alpista
Azeite doce, garrafa
Vinagre de Lisboa
ssiim como assucar refinado o inelhor pos-
slvel, tanto em libra, como em porcio, a 100
e 80 rs., e outros mais gneros que se faro.
o preco > vista do comprador : na mesma
venda precisa-se alugar um moleque, que
seja fiel.
Vende-se a 1,600 rs. a sacca, com fari-
nha do Ararat y, para, se fechar contas : na
ra do Amorim n. 36.
- Na prava da Independencia n. 12, vcn-
dem-se os seguintes livros:Bergler, em 6
voluntes, um diccionario Hagnum Lexicn
em bom estado, por preco commodo.
He baratissimo e nao chega
a todos.
Vendem-se bahus de madeira
envernisados, de 12 at 20 pole-
Verniz d ;'gomma copal contina
vender-ie na botica da ra do Rangrl, a
1,280 rs agarrafa. _______
Escravos futidos.
loja de
-- Vendo so cm preto de naci Angola,
[para fra da trra : na rus do Queimado n.
167, loja de fazendas.
1 Casa feliz, na praca da Indepen-
dencia n. 36.
Penas de 890 muito finas.
Vendem-se na ra do Queimado, na nova
loja de miudezas n. 47.
Capachos compridos, a 5oo rs.
cada um.
Vendem-so na ra do Queimado, na nova
loja de miudezas n. 47, de Antonio Jos de V3Ata(CaqUule"devd correr' .. ,oT.^'infaliveN
Azeveuo. mente no da 26 do corrente, fiquem ou no
Lartas para voltarete muito bilbatet; os quaes achim-se a venda na ca-
linas. 1 sa cima, e na ra Nova, loja de chapeos n.
Vcndem-so na ra do Queimado, na nova *-.A ellas que sSopoucas e com bona pre-
loja de miudezas n. 47. mos .-os preOsj eslo annunciados.
- Vende-se farello muito novoe de su- ~ Vende-se um carro de 9 rodas, com seu
periorquslidade, no armizom de Couvea competente cava lio, ou seo elle; adverte-
&Dias, no caes dalfandega. &?. Dt0 S2l COm l'""0 **"
a nn avara bons, e os arreos novos: na cocheira ao pe
rt 200 rs. a vara, ,ja cadeia.
Na ra da Cadeia.Velha, loja n. 33, ven-
do-se muito bom algodSo da Ierra a 200 rs.
100,000 rs. de gratificacSo.
Oesapparf cea no da 7 de malo prximo
passado, o pardo Leonardo, de idade 18 an-
nos pouco mala ou menos, e tem os fignaes
seguintes:baixo, o pello um tanto metti-
do para dentro, cabello carapfnhadoe al ao
mel da testa, e falla descaneado. Este es-
cravovinha todos osdiaa vender leite no Re-
| cife, de um sitio na Boa-viagem, perteneen-
te a Joanna Hara dos Passos, de quem foi
escravo 1 quem o apprebender e trouxer ni
ra da Senzalla Velha n. 60, segundo andar,
receber a gratificacSo cima.
-- Dessppareceu no da 6 do corrente um
moleque por nome Benedicto, de idade de
11 annos; levou calca de casemira escura
com lislrasazues, e camisa de madapoln ;
cor entrc-ftila, ps e mos pequeos, bocea
grande,os denles todos perfeitus ; levou tam-
bem urna muxila com qualro patacas em co-
bre ; consta que anda pela Passagem da
Magdalena dizendo que he forro, j anda
com chapeo do palha novo, a roupa muito
suja e resgada, he muito peralta o mentiro-
so, costuma mudar o nome quando foge, e
negar 01 senhores: quem o pegar leve-o na
ra da Praia n. 55, na typographia.
Ha um mez, pouco mais ou menos, de-
ssppareceu um preto por nome Manoel,cre-
oulo.n oilirial de alfaiate, bastante conhe-
cido nesta praca,por ja haver traballiado em
multas lojis, o qual pertence ao abaixe as-
signado, e tem os signaea seguintes :bat-
i, quebrado das virilhas, um pouco grosso
do corpo, cor preta, olhos grandes, tem tres
cicatriies no bravo e mfio di re la de urna
operacSo que havii aoffrilo ha pouco no
hospital ; he de presumir que ande por esta
cidade, visto ser dola natural, e ter alguna
prenles: roga-se as autoridades policiaes e
a toda equalquer pessoa, a captura do mes-
mu, e o favor de o mandar entregar nesta
cidade em casa do senhor subdelegado da
Uoa-Vista Rufino Jos Corris de Almeido;
e na cidade do Rio-Formoso a Francisca
Christina Lins, quesera generosamente re-
compensado : o mesmo abaixo assignado
protesta rom t.idii o rigor da lei, contra a-
quella pessoa, quem quer que seja,que o li-
vor oceultado.Francisco Caldas Lina.
a vara, em pe?a de 50 varas.
Panno de algodSo da trra.
Na loja da ra do Crespo n. 10, vende-se
-- Vende-se um jogo de bancas, assimeo- xcellente panno de algodSo, proprio para
mima na aiairiaini nut .(>>> *>.^..... .\,\
mo um toucador, ludo em meio uso : na ru
do Fagundes n. 8
Bilhetes-
daB
ia
A 03
E
da matriz
Vista.
IOOOON
5:ooo.s
isooo!
monstro com 8 pal-
mos de largura.
Vende-se na ra do Crespo n. 5, na lo-
que
asiiin como potassa cliegada ul-!triz'da Boa \ista corre imprete-
timainente a pre9os muito ra-jrVclmente no dia 26 de outuhro
joaveis. .do corrente auno, e estao expostas .
" 1. ai ,"* ___ 1 ja que faz esquina para a ruado Collegio o
Agencia de Ldwin Juaw. a venda os seus aiortunados billie- m.vo adamascado brancopnra toaihascoms
Narua de Apollo n.6, arma/era de Mc.Cal- cautelas da uiCMlia lotera ,
inouimCoiupanliia.aclia-sccoualanleiiienle "" .11 \ 1
bons sorlimenlos deuixa de ferrocoado e na praca da IllUCpenOenCia n. 4 ,
*.alido,u.ilo rasa como lundaa.mocuda.sin- ( rf mutlezas ,Je Fortunato Pe-
eiras lodade Ierro para auimaes, agoa,etc., i^i""v
Jilas para armar em madeira de lodos os la- r/Cra da 1'OIlSeCa UaSlOS ; n. 1J C
mauhose inadellua u mais inoderuo,machina. r 1-I-.J Jrt i,aniaB,
. 1... v3pr,com r.>rta de 4 cavat- i5, loja de calcado doAranles ,
bor!;
1 > 1 : -- j ^
loa,coucos,iiaaaadcraa de ferro cstauhado n_ _"J e 3f. |0ia Je calcado OC Por-
pata caaa de pulgar,por meuoa preco que os _____ n
decobre, ecovcnaparanavios.ferro ingle; to & Coillpailllia, C na ra da L,a-
tautoemharrascomocm rcosfolbas.eludo j l\ccjfc B, 46, loia de mU-
por barato nrevo. i, ,.,. j c
Arados de ferro. 'lIczas de ^tSC ,>''lln*,0 <*oa dantos
Na fundivSo da Aurora, em S. Amaro,
vendom-se arados de forro do diversos
mjelos.
Gomina de engommar.
Vendcm-so saccas com gomina, muito al-
va, propria pata engommar o fazor holinbos,
por ii.ki ser secca ao fugo: na ra do Quei-
mado n. 14.
Vendem-sc os verdadeiros seliusin-
glozos, patento, do mollae sem olla : na
na daSonzaila Nova n.42.
Vencm-sc 1 elogios le ou-
ro eprsta, patente inglcz: na ra
dv >cnzallti Nova n. <\i.
AGENCIA
da fundi;ao Low-Moor.
RA D A SENZALLA NOVA M. 42.
fteste estabeleeimcnto conti-
na a haver um completo sorti-
in:nio de moendas o meias mo-
endas para engenho machinas
de vapor, c taixas de ferro bati-
do ecoado de todos os lma-
nnos, para dito.
Moeudas superiores.
Porto.
Bilhetcs 10,600
Meios 5,3oo
Quartos 3,600
Quintos a, ioo
Decimos 1,100
Vigsimos 600
A (IDADE DE PAR S.
Fabrica de chapeos de sol, na ra
do C'ollegio n. i\.
Alm do sortimento j annunciado, reco-
beu-sc pelo navio Havre, ultimo viudo de
1 can i; a, um novo sortimento de chapeos de
sol do seda e do panoinho, para homens e
senboras, dos ltimos goslos; superiores
chapeos de sol de seda com cabos de cana, e
outros dos melhores que tom vindo a esta
prava, que se continuam a vender por me-
nos preco que em nutra qualquer pane.
Deposito de panno de algodao da
fabrica de Todos os Santos da
Baha.
Vcnde~sc o bem conhecido pan-
no de algodSo da Babia, proprio
Na fundicSo do C. starr& Companhla,para saceos e roupa de escravos,
15 a vontade do comprador assim
como fio de algodo da mes na fa-
em
de canna, todas de ferro, o um modelo e
construccSo muitosunerior.
Vendo-se um sobrado de um andar,
.iio na ra do Livramento : a tratar no aler-
jo da Boa-Vista o. 10, sobrado ; tambem se
vende urna negro boa quilandeira.
Cal virgem.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na roa do Vigario n. 19, primei-
andar, escriptorio de T. de Aquino Fonseca
di Fi! lio, ou na ra do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Fonseca.
Urna oucuuimenda de cobertores,
Quo por sorem poucos
N80 podem chegar
A todos os compradores,
a 1,600 rs. cada um : na ra d Crespo, lo-
ja n. 6.
brica no escriptorio. de Novaes
& Companhia, narua do Trapi-
che n. 34-
Vende-se um escravo perfeito sapilei-
ro e bolieiro, por 700,000 rs 11.01 tem vi-
cios, nem defeitos, nem molestias, o moti-
vo da venda se dir ao comprador : quem
quizer, aonuncie.
Ladrilhos de marmore.
Vendem-se na travessa da aladro da Dos
n. 4 e 6, elles antes que se acabem.
Vende-se cha hyssoo muito novo, e de
superior qualidade, por prego commodo; o
em lotes a vontade dos compradores ; no
1 escriptorio de Matheus Auslim & Companhia
Alerta freguezes f na ra do Trapiche n. 36.
Quo sao chegados, Vendem-so marmelada muilo nova,
Cobertores de algodSo chegada ltimamente de Lisboa [no brigue
Muito encorpados. Flor do Mar, em latas grandes e pequeas:
Na ra do Crespo,loja da esquina quevol-'na ra da Cruz n. 46, defroute do Sr. Ilr.
ta para a Cadeia, a 1,600 rs. cada um. j Cosme.
I palmos de largura pelo barato prego de
'1,600 rs. a vara, na mesma loa ha um rico
Isortiniento de manguitos do cambraia para
vestido de senhora o mais moderno que tem
|apparecido pelo prego da 1,000 rs. cada
,um.
-- f^" Vendem-se palitos preto mais ba-
rato do que om outra qualquer parta: na
irua Nova 11. 26 ; a elles. enm dinheiro.'
Na loja das seis poitas, defronte do
Livramento,
Contina a vender-se coilas a seis vinlcns,
-ti e meia pataca, cassa preta para luto, a
.seis vintens o covado, alpaka do quadres pa-
ra palitos, a cruzado, camisinhas para se-
inhora, a dez tusldes, longos para mSo de
senhora com flores as ponas, a dous tus-
toes, longo- para meninos, a qualro vintens,
cortes de cassa, a dous mil ris, o outras
multas fazendas que queracabar, e por isso
vende por pouco ilinhniro.
-Vendem-se 2 travs de 37 palmos de com-
primenlo, e detcnis do 1 dito de largo;9 paos
de 3-J i'lmosdc '.i'jlidiid",-jii ali|iicircs,drral
de caiar, por junto ou por ilqueire, 1 polho
de rips,alguns caibros, Vrotulai u/a.las, al-
gumas cordas de amarrar ai;daimes,algumas
linas do servigo de pedroiro, 2 caixiltfos de
amarello, coro 10 palmos de altura; tuno ba-
rato : na ra doltangef n. 21.
Vende-se mel do muito boa qualidade,
e por prego commodo i na ra da Concordia
relinn;"10 n. 8.
-- Vende-se sal do Ass, cm podra, a bor-
do do hiato S. JoSo : a tratar com o mostr
do mesmo, ou na ra da Madre de Dos, lo-
ja n.31.
Cheguem rapasiada.
Na loja pernambucana da ra largado Ro-
sario n. 44, ha grande sortimento de luvas
de pelica para meninos e meninas, a 1,000
rs., para senhoras e homens, n 1,000 rs di-
las muilo lu'- com enfeites, a 2,500, ditas
de lorcil para senhoras e meninas, ditas de
torcal, a 2,000 rs ricos penles de tartaruga
a herios para atar chollo, a 4,800, ricos bo-
loes de madreperola de tamanho da cabec.
deum allincte, pouco mais ou menos, a 80
rs. a duzia, ricas agulhas francezas em cai-
xiuhas, a 280 rs., agulbeiros de vidros.a 160
rs litas de veludo aberlas e fechadas, a
1,000 o 610 rs., ritas litas de soda lavrao>, a
800, 610, 400, e 200 rs., rendas de linho, e
outras mais miudez s, por prego commodo.
Na loja pernambucana da ra larga do
Rosario n. 44, vendem-se linhas de marca
azul e encimada muito Unas, a 320acaixi-
nha, fita de seda estrella, a 300 rs. a pega,
bolOes de louc/, a 20d rs. a (rosa, pennas
de ago muilo finas, a 400 rs. a caixinha, sa-
bonotes, a 180 a duzia, e outras mais miu-
dezas, por psego muito commodo.
venJe-se efectivamente cal preta e
branca muito lina, por cammodo preco: na
taberna da ra do AragSo o. 8.
-- Vende-se, em Goianna, na loja de Ma-1
noel Alves da Silva Cavaleante, no becco do
Na ra da Cadeia do Recife n. 24, loja do
cambio de Vieira da Silva, acham-sc a ven-
da os muito afortunados bilhetes, moios ,
quartos, quintos, decimos e vigsimos, da
lotoria da matriz da Boa Vista, cujas rodas
andam impreterivel no dia 26 do corrente
mez, fiquem, ou nSo bilhetes por vender
advertindo, que ellas sSo do cautolitta Sou
za Jnior.
Continua-se al vender mantoiga ingle-
za nova, a 180 e 560 rs. :'no pateo do Carmo,
venda nova n. 20.
AttencSo.
A nova taberna da ruada praia de Santa
Rita n. 43, achando-so prvida do bons g-
neros, e tendo resolvido dar a elles estra-
r.lo com um mdico lucro, declara que na
mesma so vende o seguinte :louca pinta-
da como seja tigelas, pratos, servidores, ba-
cas brancas epiutadas. ca'emgrAo.a 140
rs. a libra, vinagre, a 80 rs. a garrafa, areite
doce, a 560 rs. dita, dito de carrapato, a 24o
rs., feijSo novo, a 400 rs. a cuia, arros pila-
do e do casca, milbo.licores da lerra.e finos,
e outros muitos gneros: quem pois se qui-
zer convencer da vordade da barateza desses
gneros, dirija-se a dita taberna.
Vale apena ler.
Na fabrica de chapeos n. 2, junto ao arco
de Santo Antonio, se echa um grande sorti-
mento do chapeos o bonels de diversas qua-
lidades e de bonitos gostos, chegados de
Franca, e tambom chapeos de Brnga,do Por-
to e de Lisboa de dilTVreotes gostos e quali-
dades,como seja badajoosa talaveira.janotas,
e inuita- outras qualidades, chapeos do Ita-
lia o bonets do mesmo; e muitas outras qua-
lidades de chapeos e bonels fabricados no
paiz.
-- Anselmo Lacaze, com loja do relojoeiro
no atorro da Boa-Vista, participa aos seus
freguezes que acaba do recobre um sor ti-
monto de lindos relngios do ouro.prata,pra-
ia dourads, prata fulhada de ouro, quo sej^
vendem por prego que hSo de agradaren) aos ,:j.
compradores. Aproveila-so da mestna oc-
casiSo para lembrar ao publico que concer-
ta com lodaa perteicSo qualquer relogio
quer de mesa, quer de parole, ou do algi-
boira.
O cautelista Antonio Jos
Rodrigues de Souza Jnior avisa
ao respeitavel publico, que a lo-
tera da matriz da Boa Vista cor-
re infalivclmente no dia a6 do
presente mez, e que os seus bilhe-
tes e cautelas, que se estSo ven-
deudo pelos precos abaixo, em sua
loja de ferragens, na ra do Quei-
mado n. 37 A, junto ao becco da
Congregarlo ; na rnesma ra lo-
ja de ferragens n. ia de JoSo
Baptista Rodrigues de Souza ; no
aterro da Boa Vista, loja de miu-
dezas n. 48 de Antonio da Silva
Gusmao e na ra da Cadeia do
tiecile, loja .le cambio n. a4 de
Vieira da Silva, sao pagos logo os
premios, que miles sahirem as
mesmas lojas.
Bilhetes inteiros 10,600
Meios bilhetes 5,3oo
Quartos a,Goo
Quintos a, 100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
- Vende-se, no Aterro da Roa Vista n.
1'avSo, folhinhas da padre, do algibeira, 088, segundo andar, urna mulata sadia e sem
porla, para o proximu viudouro auno de 53, (vicios, saben lo com perfeico, lavar, an-
as quaes estao este anuo muilo inters- (gommar e tratar de urna sala ; ao compra-
sanies. dor se dir o motivo.
roupa de escravos, pelo diminuto preco de
200 rs. a vara.
Cola da Babia de primeira qua-
lidade.
Vende-se na loja de ferragens de Thomaz
remandes da Cunha, na ra da Cadeia do
Recife n. 41, por prego commodo.
Proprios para passir a festa.
Na loja da ra do Crespo n. 10, existe um
completo sortimento de palitos de brios ,
'pelodiminuto prego de2,500,2,800, 3,000,
3,500 e 4,000 rs. ; ditos de bramante de li-
nho a 6,000 ; ditos de casimira de cor, mui-
to fina, a 18,000 rs.
Bom e barato.
Na loja da ra do Crespo n. 10, vendem-
se ricos cortes de cambraias decores, com
barra e babados, a 6,000 rs.; chapeos de sol
do seda de cores, a 5.500 rs. ; ditos pretos,
a 5,000 rs.; ditos muito finos e ricos, a 8,000
rs.; ditos de panninho enfeitados para me-
nina, a 1,500 rs.; luvas compridas de peli
ca ehfeitadas, para senhora, a 1,500 rs.; di-
tas pretos, a 1,280 rs.; pecas de bretanha de
linho, com 5 varas, a 1,800 rs., e outras
muitas fazendas, que se vendem por pre-
go- commodos.
Vendem-se na praca da
13oa Vista n. 7, bilhetes inteiros c
meios, pelo seu legimo preco de
ios'ooo e 5sooo rs., da lotera/la
matriz da Boa Vista, que correno
dia 16 do andante mez de outubro.
Vende-se urna bonita escrava, de 25
annos, que engommi e cosinha bem: na
ra da Praia n. 43, primeiroaudar.
Azeite de peine.
Na travessa do Queimado, tahorna n. 3,
vonde-se azeite de peixe, chegado recente-
mente, por prego commodo.
-- Veude-se um preto marinheiro e tam-
bem entend! de plautagilo: na ra da Son-
zalla Nova n. 39.
f Vendem-sa lonas a imitagSo da Itussia,
muito em conta no armazem de Fox Bro-
thers, na ra da Cadeia do Recita n. 62.
-- Vende-se um bonito cavallo j ensina-
do para cabriolet, o qual he botante novo,
e trotador : na ra da Cadeia do Recife n.
38, loja.
Vonde-se um prelo creoulo, com 20 an-
nos de idade, e com principio de pedreiro :
na praga da Independencia n. 19.
fff?fyft#ft;f ff ffff ff 1
"De psito de tecidos da fabri-^
cade Todos os Santos,
jv na Baha. ^
l> Vende-se em casa de Domingos Al-#
^ ves Matheus, na ra da Cruz do lie-*
* rifen. 52, primeiro andar, algodao"*
transado da quella fabrica, muitopro-J
;> prio para saceos e roupa de osera-*;
a vos, asaim como fio proprio para re-2
ja> dea de pescar e pavios para vellas,^
>a> por prego muito commodo. %
Instrumentos de msica.
Tanto para orchestiv, como pa-
ra msica militar, vendem-se mui-
to em conta : em casa de Brunn
l'racger & Companhia, na ra da
Cruz n. 10.
Pianos.
Brunn l'raegcr & Companhia ,
receberam oa mais modernos pia-
nos, de encllenles vozes, que es-
tao a venda, em sua casa, na ra
da Cruz n. 10.
Vinho de champagne.
Vende-se o verdadeiro vinho de cham-
pagne, de oxcellente qualidade, ao prego
de 25,000 rs.; assim como de qualidade in-
ferior, muito em conta : no armazem de
Brunn Praeger & Companbia, ua ra da
Cruz n. 10.
Moendas patente.
Ara ha ti de chegar moendas e meia moen-
das de varios lamanhos da patente de A e
Kdde Moruay em casa de Rulha e Bidoulac,
ra do Trapiche n. 12, aonde lambem se
chara arados de ferro do mo lelo mais ap-
arovado para a plantarlo da canna. Estes
arados sSo construidos na fabrica mais ac-
ereditada em Inglaterra e conlam vanlagens
sobre os uulros aradus,tanto uo seu arranjo
como na sua duragSo.
Desappareceu no dia 15 do passado, as
7 horas da noito, do Hotel Recife, o pardo
Exequiel quefoi do senbor Luix Rodrigues
Sette, e como pelas circumstanciasque pre-
cedern) a essa fuga presuma-se que elle
procure a todo custo ovadir-se, roga-se as
autoridades policiaes que o recommendem
seus inspectores e pessoas de conlianga,Hm
de ser descoberlo e capturado : o pardo he
baixo, de idade 25 annos, meio corpo, som-
blanto carregado, tendo urna pequea cica-
triz na face, anda calgado e fuma : levou
chapeo de seda prelo, e anda com urna ben-
gala lina ou junco, e inculca-so pOr forro;
anda frequentemenle no bairro da Boa-Vis-
ta aonde sempre he encontrado: quem o
pegar leve-o a ra do Trapiche n. 5, quesera
recompensado.
No dia 16 do correle mez de outubro,
desappareceu um preto creoulo de 25 annos
de idade, estatura baixa, grosso do corpo,
nariz chato, ps grandes e largos, mSos
grandes, com urna costura no beigo inferior
levando vestido camisa e caiga de algodSo
e urna sobrecasaca de brim pardo. Quem o
pegar leve-o na roa da Santa Cruz sobrado
de um andar, n. 71.
Desappareceu no meiado do mez pr-
ximo passado um moleque de nome Ma-
uoel, com os signaes seguintes :-- baixo ,
magro, testa larga, olhos grandes e muito
vivos, levou calsa de casimira j usada, e
camisa de riscadinhoencanardo, consta que
tem sido encontrado nesta cidade, e no Pogo
da Panella : quem o aprehender, leve-o a
ra larga do Rosario, no segundo andar do
sobrado n. 23.
-Acha-se fgido desde o dia segunda-fei-
ra, 11 do Correte, o preto Honorato, de na-
gao Angola, de idade 50 annos pouco mais
ou menos, com os signaes seguintes: es-
tatura baixa, corpo regular, pernas curias,
ps torios e apalhetados, e urna cicatria de
la Un 1 sobre o nariz : levau camisa e caiga de
algodSo groso americano ; o dito escravo
foi do Sr. JoSo Jacintho de Oveira que o
houve por compra doSr. Luiz Justinianode
Souza Borba ; he de soppr que tenha se-
guido para as bandas do Serinnaem ou Ipo-
juca, por ter sido desses lugares : por isso
roga-se a quem o pegar, de leva-lo atraz da
matriz da Boa-Vista, sobrado n. 18, ou na
ra do Trapiche no Recife n. 36, primeiro
andar, que se gratificar o seu trabalho.
-- No dia 26 desetembro passado, desap-
pareceram dous escravos com os signaes se-
guintes:primeiro, Luiz, creoulo, repre-
sentando 24 a 25 annos de idade, baixo,
cheio do corpo, p< pequeos, pescogo gros-
so e curto, olbar carrancudo, nariz grande
e muito chalo, tem marcas de ter sido cas-
tigado com agoules por mais de ama ves.
Foi escravo do Sr. Luiz do Mego Barros, de
cujo poder passou para o do Sr. Jos Camil-
lo do Reg Barros, que o vendeu ao actual
possuidor: segundo, Manoel, creoulo, anda
moleque, baixo, secco, com um penchado,
e urna cicatriz de golpe j de velbo en cima
do peito do mesmo p, e com o dedo grande
do mesmo torcido, cuja cicatriz est alnds
fresca : quem os prender e conduzirao en-
genho do Rodisio da freguezia de S. Louren-
go da Mata, ser generosamente recompen-
sado, e pago de qualquer despesa.
Em 14 de outubro do 1852 desappare-
ceu de rasa do ahaixo assignado, o seu es-'
cravo de nome Joaqun), estatura regular,
secco do corpo, moslra ter 35 a 40 aonos de
idade, tem nariz amacacado e urna cicatriz
no p esquerdo de lalho de enchada, e he
quebiado; foi escravo do lllm. Sr. barSo de
llamarac aonde era conhecido por Joaquim
allemSo: levou camisa e caiga de algodSo-
sinho, chapeo de palha, he muilo ladino e
se pode inculcar por forro": pede-se as auto-
ridades policiaes e capitSes de campo, mui-
to principalmente as da ilha de Ilamarac.a
captura do dito escravo, e o fagam cooduzir
a ra do Collegio n 15, segundo aodar,qno
serSo generosamente recompensados.
Manoel Ferreira da Silva Ramos.
- Desappareceu no dia 19 do corrente, as
5 boras da tarde, um moleque, creoulo, de
nome Mximo, que representa ter 18 a 20
annos de idade, com os signaes seguintes :
baixo,com falla lina, tem pequeos aignaes
pelo rosto que parecen ser espnhas, rosto
pequeo, e cabeca redonda: levou camisa
e caiga de algodSo trancado de listra, e bo-
oel do panno j velho : roga-se as autori-
dades policiaes, capitSes de campo, e aoa
senhores empregados do registro do porto,
ou qualquer pessoa do povo,o apprehendam
e levem-oa ra larga do Rosario,botequim
n. 27, que se recompensar com geoerosi-
dade.
Cratifica-se generosamente a quem ap-
prebender o escravo de nome Benedicto, de
nagSo Costa, com os signaes seguintes :
estatura alta, secco do corpo, cor bem p re-
ta, com principios de barba ; levou camisa
de algodSo j velha e bastante suja, caiga do
mesmo, e chapeo de palha j usado; foi es*
cravo de Sr. Ternura no Manguind, e oes-
se lempo venda pSes nu lugar da Capuuga e
Ponte de UcnOa quem u apprebender din-
ja-se ao aterro da Boa-Vista n. 66, que re-
ceber boa gralificagSo.
t
Pkrs. : Tvp. di U. F. de Faru. 1852.


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