Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03366


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Full Text
V
AnnoXXVlil
Quarta feira 20
DIARIO DE
e Outubro de 1852.
N. 237.
RIYAMBIIGO.
DA DA IIHlll. AUDIKHOIA-,

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wneoo a .uboh.ipoI.o.
P&ominto Adiiktdo.
Par trimestre -,...
Por icmestrc .........
Pal anno ...o....
PllioilENT.O DUrilMITag.
Poi quarlcl.............4/5001" Quinl.S. Urtuli. Faxenda.
OTioimsolMniiio. /" *"' S. Ladlilau. j. eB. l 10 hora,.
Para.... i deO.....r. Minas. g de Selbr.f'3Sab. S. Joo Caplt- J. ro tf el.
Maranbao. 5 de dito S.Paulo. 9 dedllo I "' 4. eiabadoiao melod
Cear.... 9 de dllo R. de J.. 37 de dito I lilim. 21. S. Hafael Kilufia.
/'arihlba I* ce dito Babia... 7 de Outbr | Arcbaojo. Terfas e libido!.
4/000|ibSeg. S. I.uca Ev. I JaiMode Orpkt
8/000(19 Tere. S.Pedro de I, e5. ai lOhorai.
lft/Hliol Alcntara. I. tara doeirel.
I 11 Ouar 1. s. Jlo (.. 3. e S, ao mefo-dla.
.iiiih 1 S I 'mua.
Setl. S. I. idlilau.
Creiceatei 20, as horiae minuto di
Chela a 28, al 1 horas 21 mlauloi
Mlngoanteit, ai8 bom I81
Hora i II, ai 4 hoii e 0 minutoi
iiianii moj
Primeira i 10 borai e 6 mlnutoid miabia.
Secunda l 10 horai e 30 mlnutoi da larde.
e S3 minuto dan
Inutoi da m. I
) minuto* da 1.
ilnutoi da ni.
Qolaaai t faiahia, iiegundat t ietat
aio-Orande-do-Hort< t Victoria ai quista
faina
Bonito,Caruaro.eOaraabum no l'e 14 decada
mu.
r"lorei,Ouricin T.F.ni e Boa-Vlita l 3 e 28
Ollnda, todoaos dial.
Todos 01 Correioa partera ao meio-dla.
OTiciAB iiTiiaoiimi,
Portugal 14 de Setbr.
Hegpauha 10de dito
Franca.. 8 de dito
Blgica... 4 de dito
Italia..:. 4 dedito
Alemunlia. 3de dito
Pruisia ...3 de dito
Dlnamiroa II de Ag.
Rumia. .. '-'i dr dito
Turqua. 25 de dito
Austria .. 3 de Setbr.
Sulsia.... I de dito.
Suecia... 28deAgoito
Inglaterra 8 de Setbr.
E.-Unidoi 20 d'Agoito
Meiicn... 3 de dito
California 'de dito
Chlll. 9 e dito
Rueos-A. 58 dedilo
IMonterldeo Ide Setbr.
OaMBIOa BE 19 DB ODTUBRO
Sobre Londres,a 28 por 1/1)00 d,
Paria, 850
> Liiboa, 95 por canto.
BTABS.
Ouro.Oncas heipinholai......;:;;. 2.1/000
Moeda de 6/400 Telhai..-......16/000
. de6#400noTM........16/000
a de 4/000............... 9/000
Prata.PataeOeabraailelroa.......... l/!i0
Peaoscolumnarloa........... 1/910
Dltoimeiicanoi.............. 1/800
PARTE OFFICIAL.
tribuna I.
SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTigA.
SjiiIu era 6 rresideucia do im. Sr. conielbeiro.
Pereira Duaite.
As 9 hora! 11 i/i abrio-se a essSo coin os
tiros. Srs. conselheiroi Nabuco, Pinto,
Pecinh, PerdlgSo Malheiroi, S'quoira
Scrqueira Lima, Veig, Millos, Fringa,
Ponoe de LflAo, e Castro Masctrenhia, iil-
lindo com causa os Eims. Srs. conselhei-
ros Campos Verneck Brrelo PeJroso ,
Alroeid, < Carneiro.
Fui lida e approvada a icta da antece-
deote.
EXPEDIENTE,
tlecebeu-ie uin aviso do ministerio dos
negocios da justica, datado de 9 do curren-
te mezeanno, determinando que esta se-
cretar remeta dora em dianle da jusli-
(a, no lim de cada uin mez, a folha dos
fencitnentog que perteucem ios ministros e
tniis empregsdo desle tribunal.I)eu-se
ordem i'secretaiii para a-sitn cumprir.
0 luchan I JoSo (Jipist'ino de Micedo
Alel ni ni apresenlou suis cartas de nomei-
(80 piovincial; a primeira nuil dejulho
de 1837, para o lugar de juiz de direito
substituto d comaica d-i Sipucahy, o a se-
gunda em 23 de dezembro de 1819, para o
mesmo lugar com elTeciividade.Mandou-
se registrar.
lio bicharel Balthazir Cirdoso de Abren
Sodr recebeu-se urna orta imperial, no-
meando-o para o lu. ir de juiz municipal e
de orphos dos termos reunidos de Valonea
e Vassouras, na provincia do lio de Jmet-
ro, por decreto de 26 de jineiro de 18S0, e
na mesmi, por apostilla, a sua remocSu
desle para o termo de Junditliy, na provin-
cia de S. Paulo, por decreto de 9 deoulu-
bro de 1851. Mandou-se registra-las e a-
rerbi-lis nos livros compelentes, e bem as-
sitn o termo de juramento e posse do pri-
meiro lugar, como consta da mesms cirla,
em 9 de marco do crrente anno.
Tristflo de Alencar Ararip?, como procu-
rador de Antonio Connives Carneiru, pede
por cerliJ.li) o que constar nesta secretaria
Iceica de urna causa crimeem gr de revis-
ta, em que he recorrentn o mesmo Antonio
oncalves Carnoiro.Mandou-se ao secre-
tario que informasse a respeito
O presidente da relacSo de l'ernimbuco,
em nllicio de 19 do mez prximo pissado,
iiicluiii is rcupolas dos desemhargadores
Martinimo da Rucha Bastos, Agostinho fcr-
molindo de LeSo e Firminu Antonio de Sou-
za a qurixa que contra os mesmos dtir. o
cididao Nuno Mina de Seias Mandou-se
uoir ao processo espectivo.
1)0 presidente da provincia do Rio Crande
do Norte recebeu-se duas collec^Ous dos
actos legislativos di asscmblca d'aqaella
provincii, promulgados no correlo anno.
ec/fimflc.fle.
O actual presidente da provincia do Rio
Grande do Norie p'rlicipon, em II du mez
prximo pissado, ter ji enviado pira os
leus destinos is ultimas portariis que por
seu intermedio foram dirigidas aosjuizes
de direito, constantes nos ollicios de 24. 25,
e 26 dejulho, que o tribunal llie enviara.
Sobre a reclamac.3o du hacharel Antonio
Goncalves Mutins respondoram os juizes de
direito JoSo Ferniudcs de Barros, Concalo
di Silva Porto o Manocl Libanio Pereira do
Castro. M
Sobre 1 de Pedro deSooza Marques Ol'ff"d,
juizes de direito setjuinles: .Mannel Joaquim QntdalalVM.*.'*"
de Suuza Brilu, Joaquim Manuel Vieira de Cuenca. .-'.....
Mello e Francisco Elias do llego Dititas ; so- Ciudad-Real. ....
Iirml-i Miiiin'l Jos do Freitas Tiavassos Uurgoi...-......
Jnior os juizes de direito Claudio Manocl Logroo.........
de Castro e Lmenlo Jos da Silva Smlia- Santander.......
go. Recebeu-se mais a resposta do mesmo ^urla-............
juiz Lourenct) Jos da Silva Santiago re- ISiJ"*"'
claniafSo de Francisco Louren^o de Fre- p|,cen'ci" ".'.'.'.
tas.
fcxpojroe.
Expostos os processos ns. 4781, e 1414
pissou-se aos
Julqamcntot.
N. 21.Reclamac.au d autiguiJade, rela-
tor o Exm. Sr. cupselheiro Vriga, recla-
minte o juiz de direito Jos Florencio de
Araojn Soares.Foi allendida ern parle.
N. 4732.Relator o Exm. Sr. conselh*iro
Castro Miscirenhis : recurrente o c mselhei*
>u-Jos Caelano de Amlrade Pinto e recorri-
da aMiiendi nacional.Foi negada > re-
vlsli, nSo rolando por impedidos os Exms.
Srs. conselbeiroi Veigi e Siqueira.
>'. 4766.Helilor o Exm Sr. conselheiro
Nabuco: recorreuteCuilherme B/aid, cumo
cessiooario de Roberto Dundos Clunio, e
recorrido Alexiudro Ryd.Foi negada a
revista.
Fechou-se a sessSo depois do meio da.
O secretario inleiino, JoSo Pedreira do
Coulo Ferras.
f*jBSBBBjBjai
\ 24.Visios, expostos e relatados os
presentes autos, mnstra-se delles redamar
o actual juiz de direito da comarca de S
JoSo de Itab nhy, Jos Florencio de Arau-
jo Soares, contra a anliguidldc que se Ihe
contou ni relaclo que baixou com o edilal
do 20 de dezembro de 1850, e pretender que
se Ihe ennte a mesma antiguidado desde 28
de selembro do 1835, dia em que fui no-
meado pelo presidente de Coyaz juiz de di-
reito da cooiarca de Santa Cruz, dizondo
que flzera registrar a respectiva caria, e
que por 1 ~s 1 o.lo p le ser prejulicado des-
de aquella nomeacSu at a do lugar de juiz
de direito da comarca ue Itapeniirim, visto
concader-lhe o decrelo de 22 de outubro de
1818 seis mezes livres par tomar posse,
almdolompo necessario para a jornada,
prazo que coinciden com asegunda no
ni acoo que recahiu no reclamante qu-ndo
eslava prompto pan essa joinada, e que so
i'oi demorada pelo motivo constante do do-
cumento a II. 4.
Ponderado o que alleg o reclamante, e o
que responden] osjulzus que foram ouvi-
dos, conhece-se ser infunda li a pretendo
do reclamante na parte em que pede Ihe se-
ja contada a antiguidide desdo a nomeic.So
dn juiz do direito da comarca de Santa
Cruz, visto que nunca*tomou posse nem
leve exercicio nesse luqar, no Ihe sendo
por esse motivo applicavel a disposi(3o do
decreto de 22 do outubro de 1818, e por is-
so julgam a reclamadlo improcedente nesta
parte. Vio se tendo, porm, contado ao
reclamante, na relico que baixou com o
edita I de 20 de dezembro de 1850, toja a
antiiiiii lado que he competa, pois devo-
se-lhe contar desdo odia da nomea(.li) de
juiz de direito da comarca de Ilapemirim,
visto ter lomado posse e lido exercicin den-
tro do prazo marcado no decretoj 1 .Tendo,
o sendo essa nomeaQfio de 3 de junhu de
1839 at 28 il- outubro do 1850, icm qua-
torze annos, quatro mozos o vinte cinco
diis, e julgando a reclamafao pr.1cede.1te
nesta parle, minlam quocoma amiguida-
de que lica mencionada sej% cullocido na
relacSo dos juizes de direito no lugar que
Ihe competir.
Rio de Jmeiro, 6 de setenibro de 1852.
Ternal..........
Barcelona......
Tarragona......
1.0 o.la..........
Gerona.........
Navarra'........
Iliicaia.........
Guipzcoa......
lava..........
Caoariasf .....
Balear., { '"'"
ISa 351 1,164
578 8i2 3i
i4K 401 'f
in.'l 96
438 8J4 771 1,412 |
310 445 7S
162 492 002
4i(i 663 608
i,m8 j7,io3 Si
A Andaluzla, e em geral o melo-dia da llei-
panba, contm as parochiai ai inaia populare! ;
lato procede de que aquella paiz contera uin
grande numero de grandesaldelai muito pa-
voadas.
Apear do augmento da populaco, o nume-
ro dat paruelii is tem creaeldo mullo pouco,
porque em lT99havla 19,186, oque fula 5*8 ha-
bitante! para cada uiua, entretanto que o ter-
mo medio actualmente he de "38.
O alto clero se compoe de 8 arcebiipoi e de
'111 nenia e nove bilpoi distribuido! pela ma-
lo ir.1 leguinte:
Arcebnpido de Toledo. Blipoi luBraijaneo
de Cordura, Cuenca, Sigucnza, Jan, Segovia,
Cartagena, Olma, Valladolid.
Arceblipado de Sevilha. Blspoi lull'raganeo!
de Malaga, Cdiz, Outa e 1 .mana.
Arcebiapado de Santiago. Biapoi aull'raga-
neos de Salamanca. Tuy, Avila, Coria, Placencla,
Aatorga, Zamora, Orense, Badojoz, Mondonedo,
Lugo e Ciudad-Rodrigo.
Arcebiipado de Granada. SuQraganeos : Al
ntrica e de Guadii.
Arcebispado de Burgos. Suttraganeo: l'am-
peluna, Calaliona, Placencla, Santander e Tu-
dla.
Anehlipadi de Tarragona. Suilraganeo:
ilarcrlona, Gerona, Lrida, Fortaia, Vigu, Ur-
gel, Saltona e lv.ee.
Arcebitpado de Siragoca. Sullragan eoi. llu
cica, Harbasiro, Jaca, Tarazoua, Albaraci e
Ternel.
Arcebitpado de Valenca. SuB'raganeo : Se-
govi.i. O niela. Maiorca e Minorca.
lio loo me duut biipot, de Leao e de Ovie-
do que nao s".o suffraganeoa.
Estas prova sao eitrabidal do Dice, di llacien-
dn do Sr. Cuigi Arguelles, ci-imnislro di fa-
zenda na Hetpanha ; ellas apreseniam, poli,
lodaa at garanlias de eiactido. Mas Mr. A. de
Labord, o quil ealava em geral bem informado,
d nmeros uin pouco ditlerentei, e nao sabe-
Vill*.l,j. . . il,0 aUItl...... . 4.,06l,6vV, aVM(IU |3,33!MSV
Zior .... . '..ii-;i.-ij tJ.7H.-ii7 J-i.l.'-.,'N..
SiUnian... . . 30,0.1,511 |I>,0I)I,II7 i,5ru,3i *
Oiiwlo..... . li.OI.,'.l. . J.I.TVi :,..\-i.li
.. tijMu J.7-7.UIU H.MI.IM
u...... 7,iH..-ir, -'.'II .-' 3, i I3.0C
Orrn-r. . i*.. ?i;.-,. 1,'.'NI.VI. l.-frlI.-.H
. in.-r.:, Mu oii.rvvi I.OM.I.V
Hadajoi. , . *t,001.7*1 li.93kt.tfd ->,!U.t77
(-atvirn. . . IMM.OIJ o,3IU,Ho (*C.,(ll7
Sevilla..... . BMSLtt* 3S,MU,4;. HM,.i-:ri,(7'
C*'ii..... . 51,731 ^ |5,7^aTo 3,7l,(.i..
lltaHl..... 7,io7,:i7:i SfiatflB 1,7*1,3 t
Cofi.h!>,i'ii Jl.il" 7".7 7.H.1...C
Jra...... . MaflOJUS isflojm i*,0Vi,0 i
Bnmd. . . .'t .-i.-.:.- I,!!1111,130 o..).vt,7:'
%ioi-ri>. . . 5|flM,IM 4,77<,0 l.MOvtlI
M.UHe. .... . l7,ovi,:'i. -.- -i.MM d0,i3tr-i.*7
urcla..... . II>,I07,IKW MSUB I3,n*0,3li7
lhrr(*. . . 3rWi%Sn tt%3tftJD0 .-iVi,"i
llWi.1 .... . ...'-.;.u. > r..i7-L 0 47,474,344
1 liej lite. . . 11 ,itr.,6;.i .,JM,iV 10,4>,b>0
Mirlllo. . .. is.ni.Tii J.^-,7.-U VWSiflBB
S.r-k;.^ . 40,31 i.UA MJNB,nO 34,l'lM,7m
Rm .... . .3,.V.7,*aV ajmjut 11 , Tutu.-)..... T.lfiMO. 7,,wn,:,tn 7,r.77,7IB
HfJlTOlll. . l,IOI,0HO H,3MH 47, fWwfi...... . I3,WH,K-. .-,7_-.,t41. M.ri.v'i.Kl'ft
enna..... 10,001 ,W.7 :>,i:>i,oii V.7.>,W.
Itttnai . Ji,nr.,ir. ,iii,r>o 11,113,431
Bbr-to..... 3,!IC-I,t.--J i.un 3-403,1.11
WfK....... 3,303,rrll.' IS,IK> 3073,030
tlat*...... :.,W7.3:.7 l^vi.'RMI .'i,704,1 ti
IfaUrM..... BaSI^M :,07V.u-i ,4:>.'ii7
-riafw-..... ri.oin.iio:. rv3i'i,*i7 397,418,915 ".I.4..U17
M3,4i4i,l33
Seguem se as asignaturas dos membrui do! moiaeeitadifi'erenca prevn >ie uin erro ou
EXTERIOR.
O CLERO NA HESPAMIA EM I8.0.
0 clero formara outr'ura urna parle cunsi-
deravel da naco todavia pode-se considerar Arccbispadose biipa-
como ciagrrado 01 niiinrrns dados pelos auto do..................
re da idade media. Adinlitiinos antei de mu- Capitulo! de cathe-
to boa vontade ai cifras verieadas em pocaa drael..............
mais recenlca por inrio doi censos olHciies. Capitulo! de collegiaes
Ora eilaa cifras uoi moslrain que o clero hes- Abbadias de bomens
panbol dlminiic em urna progreillo anal ra- (regulares)..........
das inudaocas opera Jas na organisacio dat dio-
cari. Mr. de Labord cita at cifra! ai quacs fa-
remoi alluiao para provar que, em proporcao
mi 1 .-11. n..10, a llcspanba nao tinha 110lo. ee-
cleiiaslicos como a Franca antet de 1788 (Itine-
rario vol. V da primeira edi(o, p. 19). Segun-
do elle havia ento
na Ilcipanha na Franca.
pl
Assim, poii, I1.1111
em 178" em l?99 em |8-j6,
Seculares.....7...... 6,540 85,511 57,881
llrgularca (religioioi) 90.879 8a,7i7 9a,B'i7
183,115 1B8 318 150,519
Desde ena poca, a tuppreiio da.......r par-
te dos conventos tem lido sual comequenciat
ualuiaet sobre o numero dot rcligiotoi: e
quanto aossecularet, o quadro
Abbadias de donzellas
Priorados reael de
donzellai..........
Captulos decQiiegai.
Individuos do clero se-
cular ...............
52
5s
71
2J
i
Ter-ie-ha notado quanto a avaliaco eslava
bailo do valor real deites bens, porquanto os
que foram vendidos, e os que linhain sido ava-
llados em 387,i 18,315 francos,foram adjudicados
pela soinma de 873,'Ji6,433 francos, e isto em
uina poca de guerra civil em que toda! as pro-
prlrdades erain desapreciadas. Alm disto, nu
te deve eiquecer que ai clrcumitanciaa davam
a esle bent urna deivanttgciu particular. Por-
ta mo nao te exagera quanto te etlima o valor to-
tal dol bent do clero f vendido! nu nao vend -
dol) rm inat de dout milharea de franco!.
Actualmente 01 oegocloi do clero to regu-
la.l. 11 pela lei de ?0 de abril de I o<, e o citado
detpende para a tua coniervaco at tommas
teguioles :
Peisoal de clero secular do reino (13.491.81
reale ou ).
Penoil de clero paro-
Chialdas provincial vai-
congada ( 1,011,11. rea-
e ou).................
20,871,972 I.
I,la,,858 1
22,0a5,830f.
Total................
M.lerial do culto do
reiuo...... 16,100,898147,410,4Ur.
dem dn pro- f
viuclai vas- /
congadn... I,3l9,014\ ou .. Il,85a,lj8
B0,j:l8
51
j4
24i,989
Panhiba I i de outubro di 1852.
Estamos u'uuia esieiili.la.lei.il de novidadel,
que quaii Ihe nao escrevo por elle crrelo, e
buntein deixei seguir o Imperatm tem faze-lo.
Ot curiotut, e noliciadorea etiam desespera-
do! por etla falta de noticia., por eita etteri-
iidaue. de occurenciai, e inals de uin mitera-
vel tem gemido sob o etcalpello da malidiceu-
cla para lervir de pasto aos vorazes ociosos
durante esta lome de novidades. He elle u
lempo climatrico da vida alheia, porque pa-
ra ella convergein todas as atcncocs dos empre-
gados to bem aventurado {aire riin ; e eu,
com quanto nao tenha encargos de conciencia,
com ludo tenho mullo recelado pela niuilia,
porque os taei meninos tem a mesma iiber-
dade dos bisloriadorea, que lallaudo mullo em
verdide, e impaicialidade, v.m emprcstaudo a
ll'eclut, e deallclot o bem e mal, que lliet
praz, de torle que o propiio, que oblem as
buorat de nirncao en tua conscicncia desco-
uhecc-ie, e duvida se aera alguiu do ineiiuo
11.011.', que vive em tua id.de, e Ihe he desco-
ubecido. Mas vamos ao i|ui uos imporla.
Nada me cousta a respelio da salubridade
publica pelo intciior, excepto do l'ilar, don-
de vi houleiu uin pobre diatm, que me asse-
, verou urasiarem aiuda ali as i'ebres, c dizimaii.
.No momento de ir para o prelo, a tinceM de do algn! inlseraveis. A raigadal, ou calarrhal
Madrid publica o texto da concordata conclu- ,CIU diminuid
Total.................
Beligiosot clausurados,
Pessual. 16,403,205) 19,210,71)9 r.
Uateilal 3,707,604 ou
33,880,918 i.
4,80'i,69i
Total geral............ 38 683,650 f.
A supprcsso doi convento! licou de Unitiva
u mai cniregou-ie ao clero secular a parle de
1 aeus bem que nao H11 lia sido vendida no pri-
. ] meiro de agotlo de 1815. Elle percebe direc-
,' o I lmeme ai rendat ( 13,918,560 realet ou.....
15,979,648 francos); he por lito que ellai uio
74,1 i'gurain na lei do oicaineuto.
a53'
Ui bens nao alienados Ibet lero entregues e
vendidos por Intermedio dol bitpos, confor-
me al regrat determinadas; seu producto ser
applicado s necesiidadea das congregtces e
ao pagamento das pensdes dat religin!, scni
prejuiso das obrigacea do governo.
A dotacao do culto e do clero nao podeiier
diminuida, poder ser augmentada. Ella aera
tirada do producto dot bentsBlieoadot pela lei
de 3 de abril de 1815, do producto das cum-
ias da cruzada c dai cominenda e meitradoi
das quairo ordent militares, finalmente de um
imposto que o pioprio clero perceber em ei-
pecle ou em dinbeiro, cooforme a coovenco
ivna coinot municipioi ou com 01 particularet
e com o apoio da autoridade. Alm dlstu, te-
r restituido igreja leus bem ainda u.'io ven-
didos e enea tero convertidos em rendas de 3
porcento. O governo se obriga a f.ier cum-
prir ai despea, dat insutiiicoes religiotas
por aquellet que te apoderaram dos bens des-
tai instiiuiccs, e loma para al qoe sao fun-
dadas 1101 bent que foram alienado!.
A adininiltracao dos bent eccleilaiticos per-
tence ao clero, anim como a do producto da
bulla e da cunada, c dol fundos provenientes
da indulto quadiagesimal. Alm disto, a igre-
ji lein o direito de adquirir por toda a espe-
cie de titulo legitimo.
Coma execuco dcitn clausulas a tanta t
se obriga a nao molestar em lempo neiihuin
os acquiridoret regulares dos bens do clero,
os quaes podero guiar delles com toda a sc-
gurauca.
A concordata continua at condiedet prece-
denlet, &. 6t.....
He intil imistir lobre a importancia deite
acto ao inclino lempo p.,lu... e religioso,
que tem iiiesmo u.na intluencia ecouomica iut-
1 a.noli, aieguranca aos compradoiet dut bent
do clero.
{ Mi.i.if. ur )
BBBjaBBajHaBBBi^Baaai^sstaslBBBBBvaia*!
JNTEWOrta
11 .na que riles icein igualmente diminuido :
NUMERO.
de Aioi-
dr es
roehiati
Provincias ior or -
dem ijeographica
das igre-
jas pa-
Valladolid ..
I.eo...........
/autora.........
Salamanca......
Oviedo.........
Corunba.......
Lugo...........
Orense.........
Ponievedra.....
lladajoi.........
Caceres.........
Sevilha.........
Cdiz...........
Elva............
Cordova........
Jan............
Granada........
Almera........
Malaga.........
'i 11111.1.........
Aibaceta........
\ a lene a ........
Alicante........
Cailellao.......
Saragoca .......
Huesca.........
Bssa
FOLUETIM.
-J54
a69
175
338
13
935
I5
6a I
5J5
.'.95
330
498
a75
1,351
427
5-a7
845
93 a
1,314)
849
606
107
143
172
78
lia
120
156
231
133
133
115
97
323
a07
154
85
835
At rendas do clero tem ildo avalladas de mo-
dos diversos, e mesmo os censos oo tem for-
rguinle^ mol- rjecido cifras mullo conforme!, lslo provm,
de um lido, da dlfficuldade de obler informa-
cAet .lea na tur tv a. c de oulro lado, dat varia-
cen ijuc o valor dos productos soll'rem pela al-
ta oubaixa dos precoi ; porque sabe-se que
"' """'- I uma parle nolavel dat reodas do clero era per-
t.mteipor i ceDda ,-, especie com o noine de .luimos Oi-
igrrjapa-1 temos smeule que, tegundo D. JoSo Alvare
/"iVir Guerra, ot bem perlencentet ao clero pi ...lu-
i'J iiaiiiSB4,Gn. oon reale ( Ili,i55,500 francoi),
! I e 01 dziuios aOO ni i i I. ue. de reales ou 50 millides
i.. de fraucos. Coug.-Argnclles estima os dizimo!
10.1 pa-
dr es
que ai
a d m i-
milra
288
411
'..!
470
al)7
l,8in
87
761
885
0.1.1
377
581
618
1.J77
6(11
54o
840
843
985
8po
58:
335
350
371
197
136
291
295
191
a57
313
318
148
818
481
467
815
910
|835, a lomma de j95,3,3,663 reales
" em mais do dup (fo milhei '_ oulro! aulore lein ainda Cidral dillercnlet. S,
'' para obler um producto aproximado, tomar
65
306
'ei I franeos ) para o valor annual do di. uno, e esle
'.\ alitariamo pude ser considerado como o raini-
',".. i mo, por cauta da origein donde be lirado.
763 I Quanto aot bens do clero, o documento oili-
,13 I cial que te aegue, uioitra o teu valor total, ie-
34, gundo o calculo felto pela adinioltiraco ( pri-
6113
518
337
148
(31
1,706
1.852
a,44l
4 595
1.370
2,908
2,000
1,133
a aOO
3,100
3,ioo
2,106
1,548
1,754
1,673
907
196
da entre a tanta S e a llespanha ; emnde-
nlo! que deremos dar a anal vn- .'ella;
A rellglo catholica he a 'rrligiq da llespa-
nha, com excluto de oulro qualquer coito. O
ensino-publico ser conforme i dnutnna ca-
tholica e posto, a este reipeilo, debaiio.da vi-
gilancia do corpo epicopal. U goveroo ihe
conceder teu apoio para o coinprimento de
teutdeveret, para a conservaco da pureza da
f e doi costil es. e para a suppresso dol I
.a.. n____ r\ -i-_-_____, ^^_._,.. ,^.__I
tem diminuido uesta cidade, c cu, cun pezar
de nieui aiuigot, tenho o canal .1. .u.li.u .., -
dos polio.., -.
Nada tei aiuda das elciedes de Natubi, ape-
zar de ter licitado meui perdigueirus no cam-
po. Vio aei o que conclua de tal sileuclo,
poli nem a metma opposicao d tigual de vi 1,
a reapeito. lena ella perdido a eleicao ? Ve
leuioi.
, Dizem-me que a opposi;ao dispeitada pelL
maoi llrro!. O clero goiara a retpeito da ma- pcrda uiUerentes parocluat tem produzdo
lerin eccleiiatlcit, de (oda a liberdade dihoi- uln m,lliero extraordinario de repreiciiiacei,
da pelos eanoiics da Igreja. allegando violeoclai sendo singular a colnci-
A te de^ Valladolid he elevada dignidade deucia de urna couliadiccu em todas ellas,
de metropolitana. Os oito arcebispados exia- poisasieveraudo em toda que a inaioria da
lentei tao coniervadot assim como os quaienta popubjeao era em seu lavor, logo depoit asie-
tre! bispadoi ; crcaram-se tres novas ai c- vera, que o povo armado pelas autoridades,
piscopaes, em Madrid, Cludade-Real, e Vic- repelliu viulentaiiieule 01 orgos do paitido
loria, e lupprimiram-ie nove. liberal das uruas. Sein duvid. o furor e ser-
Ai quatro ordena de cavallarias lorxm reu- gonba da derrota lea uo permiltio relleclir,
nidal, e Ihe. sera asslgnado um territorio dio- que te o povo adherio ao pt-usameuto dai au-
P..WM. u... ,..HUHH.H ........-------. --------- cetauo. Com o titulo de PnVir das ordem mdi- loridadea de repclli-los para nu perturbaron
f?9 j inos por base os impostos que o clero pagava, I fi"', un hispo in parlibus, exercer mil. a as eletr,oes, he porque o puvo os odea como a-
temo! como termo medio dos annos de 1826 a | autoridade episcopal ; os reii de llespanha con- narchisiai, como prigosos ao leu bem eaiar.
0 PALACIO P1U0DAN ()
por iHr- aogeno iseaubotr.
PAUTE PBIMBIBA.
II
A tiavessailc Ptfmme-rfc-P/'ti.
Apmas enlrou na tiverna, Saint Ainant Un -
ou um olhar rpido em lorno de al, esperando
em duvida achar netsas ninas seus acolytos
ordinarios. A eicep^ao de Gilloi e de Karel. to-
dos com efleito ah ae achavam em seus pollos.
Fazcndo apenas urna lij-eira sauda^o s pes-
iOas de Grandcbanap, de Pontmenard, de Prl-
Icrose, de ChassaiogriiDont. de Saiot Brice, e de
liilu, todoa designados nesta bella estalai^em de-
balso do ooine de Cavallctrot do copo, o poeta
parou bem em (rente de um boinein gonio a
i|uein meslr Filippe Gruyo, o taverneiro, aca-
bava de ser\ 11 mesmo aobre o balcao. era o ca-
piio i.a 11 i ..aillc. f pulso dos gendarmes ver-
niclhos pur algumas faltas leves, este bravo ca-
pltioeuiuova eniaocoinar platnico um gran-
de copo de viaho de Hungra.
() VidelKanjii. 236.
11 um bravo lumpletu, dase mestre Fi-
lippe Gruyn ao poeta,elle pdde seranos mil eiu
caso de apeno. Bem sabe jue a miaba taverna
(tii por mais da polica. Graudr cousa he tratar com gente
nobre Mr. Saint Ainant, ellas tem entre mos
muito mais negocios do que us |>cdintes. A pro
psito de pedlntes, nao me Tara o favor de diier
onde est meu filbo ? Vio-o, Mr. Saint Amant .'
quc.fai ella, onde passa agora os dias, e mesmo
as noites 7 tem ve que esse rapaz me far
inorrer /
Mestre Filippe, respondeu Saint Amant
desejoiu de acabar cum esta jeremiada, apre
sento-lhe un dos metis bons amigos.., cujo no-
me Ihe direi mais tarde. He uin homem de es-
pada, e estou ceno de que ser brevemente um
dos m a is solidos Cavalleiros Mo copo l Ycm da
Italia...
Da Italia? de veras I Entao vou servir-
Ihe oLacrjina, o Montefiascone, o Rogosio...
disse mestre Fili|.pe comempenho.
Nada .' sirva-lhe o brve 'honntur, emen-
de ? aquelle que s se d nos dias grandes I de-
pressa, mestre Filippe !
Ouviudo eiitas palavras, o capho La Ripaille
aproilmou-sc repentinaineule do estraugeiro,
cuja chfgid* Ihe pareca de leli agouro.
O seubor sein dunda aiuda nao vio Paris '
eu me eucarrego oe guia lo abi; acbar-uie-ha,
sempre ao nielo dia alante da Samaritana. Se
carecer de mu uumpaiiheiru, cstou s suas or-
denx. Ah -' a calfada heaqui muito ea>curf'*ga-
dic*. A punbal, pistola, cavallo como a p,
he o meuollicio.
Se o senhor quer conbecer os commedian-
tes do hotel de ilm gonha, ou entao a compauhia
de Gautbicr Garguille, Turlupln, e Gios Guil-
lamne, coiupromeito-me a leva-lu abi ma-
meii a columna ). Kste calculo he multo infe-
rior na realldade, como delxa ver a cotnpara-
<&o da srguuda c terceira columnas. A segun-
da columna conlm o valor estimado dos bens
vendidos, a terceira, o valor obtido pela adju-
dicaco. A aomiua que reproduzimm, repr-
senla o capital, cujas rendas sao avaliadas a
3 por cento.
* m.oii rm ai. mis iu-.ns noc kko.
ProrlfMiu i" > - .i'mli.l." e l"" iiwIUm ,.- lumliJit- -i~.
dem iNfrapIlk ,. raadMoi K'""l......a- jinnlii .iilju-
ljt;*'i.
rrucra. rimo.. fMkco*.
NadrM .... . :%-.--.! 17 -j.I'-i.ji,.' 7t,-.7 ..r-rJ
T.il.-.l....... . 04*7,37* .1i.';j,:-mi r..n7. (UMblaJara. . , i.kii,;.-! :.,ii.,,uri Mt>,
Cwm. . IMSitH/a r.,7i,iM I.II7,0KS
lU-Ull-lllM. . \y,:.,Hi:, ittni,na II.7IS
Bur....... l!l,7Kt.*M? sisai.us |-,--..:,ij
1^".......... . l't,M*..i>lri i.'ii'i.-. ojoinMi
A.W.'I.V-| I.VMI.IIJ ,W4SS8
Sorin..... . i,.is:.i,-ii i,ni.:,i: J.riM,ll4J
burla---------- .ji:.'. '..irHi.tirii ii.u-r...i:.
A* la..... . i;,,in.i.7 ;,,W.11.777 lifiJifiW
I'.j.im.ii . . i;..:.t--..t:.'i IO,lttt.7W IH.M7.Mi-l
nli.ia mesmo, disse Uellerose, o actor, com lom
Incita livo.
Hellerose era um bometn inul bello que vi-
nha todas as Yioitea a taverna de Poinme-de-
l'm, on.lc ninguem se lembrava que elle bou-
vesse pago nada,
O Italiano nao respondeu a estes cumprimen-
toi inleressados sruao por urna saudaco mui
desdenliosa. O fumo dot cachimbos formava
urna atinoiphera espessa em roda delle, por
isso tenlou-te pacilicamenle a nina meta aein
dar milita aitenco aos hospedes de inetlre
Filippe. Duus mase-arados jogavam dados a
dous pasto! do Italiano. Ao velo, um delles
(ti um inoviinento, e parou com o cop?.
Que lein ? perguntou o mais alto dos jo-
gadoret ao oulro.
J Ihe digo... Ubterremoi, retpondeu-lbe
o teu interlocutor, comiouandoa jogar,
O broc U'lumneur '. eiclaiuou SaiulAiuanl
com vol rouca. 8a querem que lecitc o ineu
lonelo, devem bumedecer-me.
l'.nt o vmlio lie meu loo, incu tingue, e
ineu sol. *
Saiot Amant eatremeceu, e teria cabido no
chao te Ctiatsaiugrliaoot o uo soccorrene.
llalla neisa taverua de Pin dout campos bem
ditliuctos cantados umitas veaet por elle : pri-
ineliaiii'-nle os verdad, iroi clientes de mestre
tli nvn, lito he os que pagavam. Di-.tr nuiueio
eraiii raudchamp, Cbasiaingrimonl, Pontme-
nard, Saint linee, c Hilo i ; o .ouro se compuaha
docepiliio l.i Ripaille, de Hellerose, comedian-
te e de outros que taes.
Situada sobre a ponte Mana, a taverua de
mestre I illippe Gruya mi le aiscmelliava em
nada aoi eilabeleciiiieulot ignobelt de boje ;
at peisoai mais disuadas pelo uaicliuenlu e
pelo lileulo a freqiicnlaraiu. Abisejanlava e
Oflvri illcnialiv.meiite. Polai do lempo laei
73,834,ultl |iervarao os dircilos c prcrogalivas do grao- .Ma eolio ...:,..,- mais c.ta cootradiccio, qut
mestre, segundo ai prescripcei dat bullat nao scia a ultima de quem vive comradiclo
pi.ntii: 11.. com 9lgu mesmo.
Um artigo regula a organisaco dos capitu- Mo da 11 do corrente bouve urna briga cu-
los, um oulro lisa o numero dot beneficios, tre alguns douos de aiiiiaeua de carne
A colleacao de alguns deatei beneficite de mu* aecca do Sauliau com uin vcudelho o
tai dignidad capitularc he reiervado ao pa- resultando delta licar este sein ai mangai da
nonato ie.il. jaqueta, e sein cnapo de >l com que auiimou
Todos os servenluarios da capella eslao de- rosloi oaquelles. Filmnenle uo houve
balio da autoridade do cura da paroebia, nao ".ngue. Diiem-me, que ot laet carnet leccat
obstante previlfgios amigo!. "ao ilveraiu rasao, e foram os aggres.ores.
Oscurit lie nomeadet por concuo, con- Sena bom que nao contlnuaiseui com ai bro-
forme ai reara! do concillo de Trente. Os pre- cadelra. usadas no Varadouro, onde de iouge
vilegios pitrlmonies sao abolido!. Us viga- em longe e.pancavam uin individuo, porque
rloitao nomeadot pelo biipo, depois de tim- hoje eitao uiuilo peno da sabida da cidade, -
nles exame ivnodal. deiucadoi do relame do comiuercto.
O iioveino.e obriga a crear lem demrate. Os lAiigai uao Um dado ngnal de vida c
minarlos em cada diocese sein prejuiso dot te- Pol'e> uu "' coutinua a trancahar alguot
minarlos geraei. da sociedade.
Oicooventoida! mulhere ot quaea aervem Unem que foi preio no Leara um negoci-
para a educaco, serio conservados,aatamcu- ou uatlcante deala provincia, Introduc-
irlo o iotlliuto dat lill.as da caridade. < *' moeda falca de prata, natural do Kio-
A congiua doi prelados be determinada. O ^"a^ uo. fturlF; Ia' Ia" Puf fu,5. er a
arceblspo de Toledo ter IGo.OOO reale 110,000 nona caa da uioeda. tm verdade esta mui-
francoi 1 por anno; o prior dat qu.tro ordem, dlintado. Por aqu lainneui leem appa-
40,000 realet: osc.rde.es lerao le.ii da con- recido alguus dol ingeilados, que me diieiu
-i ni '2o OO realet terein inulto parecidos com os legitiiuoi ; mal
A lacio docullo e do clero he regulada ae- eu ainda nao |iut o olhot em cuna de m. he
gundo o raeiinoi principios. O governo cui- erdade que a rasaox'ila em que pouca veiei
dar da coniervaco dos couventoi inslituldos. ponlio ot olhot em valores inaiore
.........i, m y mtm^mm.tmmntftMMm mmutor-mt-mtll
como Salnl-Amant, e Regnier, leus assistenies va eiculpida em relevo leuouuoa cingle
comparavain ene lugar fonle de Juvcnludc. ,el Lu'1 '" e,a e,,e "'^ honneur
Kosc ditque oviuhodesta taverna remotas- cauglrao pelo qual lodo o esliangeiro pagava a
ie mat be de presumir que era bom, porque ,u* oa viuda a.lavcrna de foinmc-de-Pio.
o lavernelro Filippe Gruyn foi depoli fornece-. t-0'"0 el,e eitava inulto clieio, CUIlafl mullo a
dor da casa da marechal 1.1 Melllerae, ene ex- Marleiu o levauta lo, e poda meiiiio deia-lo
ti.vagante lobrloho do cardeal de Rlchelieu, I aliir por iuo vlo-se appaiccer por tras delta
2ue veio depoli a ter luperiuteodenle de no etp.co luminoso, que rodeiava o bal. .m da
(co, : mestre Filippe urna especie de hgura mui ae-
'Entao querem que eu morra? gritou de melbanlea de um anao, era o criado deSalul-
nuvo Saint Amant nij querem que potsa \-, Amanl que se chamava Nardocbea. 1 emendo
icroiueuaouelo! Quehe feilo do roe rf7io- que a baila meniua irope(a.se
muri
.Espere por Marieta, disse Hellerose com
grata, e ajustando-ie dianle de uin eapelbo lodo
manchado dat moscas; nao be llebe, quem
aprsenla o copo aot deuses ?
Uelleroie fallando assim, dirlgio-ic para a
companhla demeslre Filippe Gruya, e pedi-
me em nome da asteinbla que liienc deicer
Maiieita.
.i penas o digno taverneiro agilou tret vciei a
sineta suspensa por um ligelro braco de cobre
dlreila do seu baicio, signal ordinario com
que .minuciava a entrada de Manen i, houve
um grande nlencio. Saint Amant penteou o
mellior que pode aeui bigodei runos, e ergueu
o olboi ao tecto para ah procurar urna rima,
o capitio La Plpallle aiicou o cialurao sobre o
ruis, o malcarado e leu couipaubelro ioterrom*
peraui ojogo, uelleroie atioblou urna ana, e o
Italiano, colocado junio do poeta olbou negli-
gentemente.
M ii i. it i appareceu abarcaudo mal com ai
inaos um deitci vasot le Flandres de bojo
enorme, sobre os quaes os curiosos de hoje po-
curaiii, anda mais do que o do tceulo dela-
tis e dnsete, o cintel doobreiro, o qual mul-
tas seies era um meatre.
Sobre a, lampa deasc vaso de eilialio la-* luaalvamao
lie lomou-lne
vaso demasiadamente pesado para leut lin-
dos dedot.
Uadoicbeo em tua inocidade lioha lido ilnei-
ro, depoit dador de agoa lienta em Sauta hus-
laquio, e depois emliiii ciiado de Saint-Aiuaat.
File vesii.i mullas vetes a roupa desle, o que
tem lido em lodot ot lempos u.o dol cnadoi
que lein algumas laiuili.tidadei com seus
amos, fcelle poda faze-lo; poiqueSaiut-Aiuant
nuuca lUe pagava, menos que loste coin gran-
des pancadas, moda esta de que ftlardocbeo
te queiiava muito. Todava quanto inail elle
venta a roupa do amo, o qual lechava cninpla-
centemente ot olbot a etica dlvertot eclipses
de tua guarda-ioupa, tinto menoi era balido.
Saiiii-Ainatit leiiu i deteriorar teui sesudos no
corpo desse pobie ninguem..
huilln Mardoclieo era corcovado, caraolho e
cmbalo, o que o falla ler um triplo rancor
contra os lioini-iis bellos e bem I. nos. Biiso e
retorcido do corpo, elle levautou o vaso de
Flaudrcs com um t braco, pulo dianle de teu
amo Saint-Ainan e do deiconbecido, c depois
contervou-ie de parle respetosamente. I m
segundo depois Miriclta te icbava bem em
frente do Italiano, aoqualpor contile, ou antea
por ordem de meslre Filippe Gruyu eilendeu
outro lauto nao dir um amigo, que eu co-
ndece
Foi removido para Santoi o nono G. Mor
da alfandega. Eilamoi agora mal, porque te-
i.-mns de ser invadido! de contrabandos, e de
ver Hcarein encalhadoi ot pobres navios, que
enterrarem o focinbo naa arai da airestiuga.
per omuia tecula teculorum. Anda nao ta-
bemot, quem ter o comeado para aquelle
lugar que flea vago, e atteveram-ine, pelo ha-
verein ouvido ao inclino exG. Mor, que s le
ibera quem he, depoit que elle ebrgar cor-
te. Espercmot at ento, e Deot queira que
not seja mandado um de meiotermo ; quero di-
ier, que nem te esqueci de aeut ilcveret, que
oem queira em ludu meter o nariz.
Li OOI seut lli.innl n 22U, e 230 dual cor-
respondencias, que dlzem retpeito a ella pro-
vincia ; ecoino me corra a obrigacao de dizer
alguma couia reipeilo, me nao quero Cur-
iar a ella. A primeira trata dai eleicrje. de
Mamau nape, uiai o leu lim nicamente be
fazer .miliar uina pequea divergencia, que
eprocurou fazer no partido dominante tob
ot lindos noiuei de virmelho i amarcllo, diver-
gencia, que foi repellida pela parle tenala do
mesmo partido, e que buje apenas be coche-
ada de meia dutia de peisoas, que goiiaratn
das cores, inatque muo breve conbecer jo a
iniiltiliila.le, e disconveniencia dellll.
Nao quero negar que ella! pleitearan! a ulti-
ma eleicao em Maiuangoape ; mat neg que
losse com a sanba. que diz o correspondente,
assim como neg que o honrado, e prudente
Dr. Fiavio tenba recebido alguma dellai, ao
contrario. Arme em seus principios, elle re-
pelle qualquei divergencia.
Mi houve as elelcdes a aanba que te ihea
emprea, porque te a bouvene deviim ai II o -
(det citar hoje Irrlladiaiiinat, ao contrario po-
rein eslao em um acord. Foi de to peque-
o momento a tal divergencia, e vista pelo cor-
respondente pelo leu bom i i/tnceulo, que eu
julguci impertinencia Irada i .1. lia, euque le-
ubo patente de minucioso, i-uuipre notar que
aquella divergencia nasceu entre prenles, ho-
uiens sisudot, e piutlentet, laet como o coro-
nel Francisco Antonio de Almeida e Alt.u-
querque, e coronel Joo Valentlm Peiaoto de
Vasconcello! por lauto nao era ponirel pro-
giedir.
Quanto a segunda correspondencia tenho a
diier-lhe, que he oSr. Cezar iujuilo coin o Ii-
niael, porque uo foi elle quem mandou cer-
car o eiigenho, mai tim o Ur. ebefe de polica.
e o mandou muito juatameule, porque o Sr*
Cezar violentamente derribou, equeimou ca-
sas de algn! iniseravel, eiquecendu-ie de
que esses lucios nao soproprios, em um paii
on e ha leis e autoridades, de sustentar utios
dircitoi; e mais justamente, direi, le lie ver-
il, i.lc, como me asieveram, que tambera bou
ve ordem de prender o leu contendor Andr
ib is, pur baver taiiibeui queimado uina caa.
Seinelhanlet vio.encas, embora at certu
ponto toleradas pelo antigo direito, nao
devcui licar impunes, porque, aleui de uo
ter p. munido a qualquer fazei juttica por
suat mos, podem ter consequencias mullo f u-
ue.tas, luatlme (u.-indo ella! vio recahlr ao-
bre teici nos innocentes em lies queslei. co-
mo nu caso veilente, que ticaraui tem mil ca-
sas us iufelizet moradores, que nenhuma cul-
pa leem em que o Sr. Dias dispute ao Sr. Ce-
lar a posse do terrean, que Ibe vendeu.
1'oderei estar engallado; mat como nao s. n
jurista, animo eulendo.
Saude, e bons patacos, nao do Rio-Grande,
Ihe desejo, assim como que nunca inora em
terreno leligioso.
HI0 l)t JANEIRO.
fliui/io ca ezfraccrio tos premios ia lote-
ra concedida para a tdieaca6 do novo hos-
pital da Sania Casa ta Misericordia do Ou-
ro l'reto, extrahida em 2 de outubro de
IBM.
1 (i. 1159...........:000|I000
I
I
1
t .
10 *
20
:ii:u
1747
4230
IOtOOO/000
4-OOP/i 100
2:000/1)00
Si41233'20872318-32821
4729..........,
282- 7371032104322111
2424--24S6--3224--43l0--tVJ8B
9o 410 528 18*2 IM4\
1 46l 35593724-Sb871i74-44(
474653J9-S4!5838 -5882J
60 125- 2 ili- 334-- 485 Sll\
577-584-756-765- 886
1)68 999-io80 I 01192 j
I3l7-l530-l630-i708--l7l5i
1831 -1999-2106-2240-24 ,' \
245024592627266527881
28fi4-298'i-3l9-3>l8-3270/'
3340- 3353~3488-362t-.34l
3714-3733- 3744-3830-40771
424.1-43254344-4483-4888 \
4906- 50I0-4398-5434-6474 1
552D-&73I--57465044-5964 /
100 da..............
1800 de..............
2000 preiuloi.
O pagamento dos premio! desta loteria prin-
cipia na tercl-feira 5 du crreme, em casa do
ibesoureiro, Joao Pedro di Veiga, ra Quitan-
eiro, 2 Je outubro de l85SOetcri-
'seo de Ksiis Tavarts.
:000|000
400/000
200/000
100/000
40/000
20/lWO
da
R
rio.
14
o do
Fr
( Do Correio Mercantil de 3 de Outubro.)
de.couliecido coinp.elieu.icu esle geno.
O _.
mueve lentamente ein leu catacao emquanio
que Saioi-Auanl Hngla nada ver, e allagava a
gala da taverna, chamada Marmouietle.
lis 1.1 i-ueies de l'on.ine de Pin olbavam un
para 01 outios. I.a Ripaille deitava ver ma ale-
gra em ieui olhlnhoi verdei, biilhantet de
inveja e de malicia, Belleroie baiubaleava-ie c
M.ii.iocbeo abii-i j para nr mellior la bocea
detprovida de lodot 111 deolei.
miicarado e teu coinpanhelro nao preiia-
vaiu a menor altencao a ctu icena. O Italiano
nao pottuia mili um real, elle liuba dado iua
bolia ao barquelro, o luor mulhou-lbe a fron-
te, elle olliou pira Saint Amant e Ionio, -Saint
Amiol eitava corriglndo os venos de teu 10-
Eolrelinto Marietla, a encantadora Heba da
taverna, ae cootervava sempre diinie delle, et-
penndo e parecendo nio comprebender o em-
baraco do eslnogelro. Advenida logo por teu
nl.ncio, e por teu pantomimo lastimlo, a lin-
da moca deitou chlr teu olhar tobre e le, e
oetse olbar rllbou o fogo de urna indittvel pie-
"- Ene homem era infeliz, tinha d'oulro
pan, pareca allivo, cor.Joto e liuba boa appa-
reocia; alguin dia poli poderla vir a ter o pro-
tector e o amigod. Mailena. Estas reUeioes I..-
rain feltas n'uui instante, M.rietta julguu rcr
uina lagrima furilva correr dat palpebrai do
estnngciro, en urna lagrima de niva ou de
vergonba..,.
Ella abaliou-te rpidamente no meto de, tu-
surro da atieinbKi, e apanbnido de repeine
urna bolaa no chao, dille com um anlnho de
enfado:
_ Para oulra vet, lenhor, mo rae forc a
apanhar o leu dinhelro no chao; vamos l, pa-
gue-mc o que rae deve, he urna pistola.


y
Communicado.
AO PUBLICO. E EXPECULMENTE AO CORPO
DO COMMERCIO EM GEH AL.
A clusse dos logistas da praca do Pernsm-
bueocomprava usualroeata por conta de II-
vr,i, furia o pagamento das fiximlis se-
roinalmente conforme oquecadiuii apu-
ra va ; em 1811 porm o negociantes impor-
tadores de fazendas in^lozas intentaram, e
infelizmente leparan) a elicito o entrudusir
O costumedas letras, sen lo osla a nica pri-
mado imperio em que tal uso se adootou :
issim llcaram oslogislis desla praga mal
enerados que os das demais aera embargo,
o comoierrio tem prngredido, o caminhave
em s 1a marcha regular, fszendo-sn porm
sentir o grave pezo do curto praso de oilo
mezes;a desejan lo o anno passadoos nego-
ciontes importadores venderem a grande
porcBo defazen las que linha n armazene-
das fueran) leilos sem sestar e foram dan-
do prestos mais largos, de di /, onze, n final-
mente doiemezes : as Vandal assim se pra-
licavam, e a associagSo dos logistas delihe-
rou que visto o praso de doze mezes em le i
ISo offerecldos, que por tal praso se lizes-
seni lamben as compras em particular por
ser o praso estabelecido na Bahia e Rio de
Janeiro : desde dezembro do anuo passado
assim se verifleavam as vendas, potm re-
pentinamente os negociantes inglezos im-
portadores lizeram entro si um convenio
para s venderem a oilo mezes, eslabeleeeu -
do a multa de cinco cootos de ris lo infrac-
tor, este conveuio comegou a ter execugSo
em o primeiride agostb ; a associagSo do*
logistas assim hoslilisida deliberou nSo
comprar aosassignalarios do convenio, at
que convencidos da necessbla lo do praso
mais longo desfizrssem o referido convenio :
Tendo purm decorrido mez e meio sem
mu lauca de resolugSo, a associagSo tralou
de appresentar as iszdes em que le funda-
va para dever obter o praso de dozo mezes
e asremetleu aesSrs. assignatinos do con-
venio, eom o desejo de por termo amigavel
ao eslado detorpore estagnagSo em que o
commercio estava pela molida hostil que
por elles foro lomada. E para que orcspe-
lavel publico, o particularmente o corpo do
commercio fique scienle do que ha occorri-
do, e possa com conhecimenm de causa Ta-
zar o seu juizo, a associagSo deliberou fazer
patente pelo jornal o seu procedimiento para
que se llie faca a devida Justina.
Illms. Srs. negociantes assignatarios do
convenio. Quando em mato de 1851 a
classe dos logistas tralou de reunir-se em
ssocisgio commercial reu pensimento
suas vistas foi o bein da propria classe, sem
offenca de quaesquer direito de outrem,
maiur seguranza dos credores della pelo
qual a classe reunida em associagSo .levarla
crear aquella espirito de ordem, rartidSo,
fralcrnidadee honradez em seus cont'atos,
que em toJas as corporales reunidas, dem
seus Miembros demoosliar pelo espirito ,
que se desenvolve entre os associados eo
zelo.que necessanamenle todos tem em liem
merecer de seus consocios. 'ormulou a
sociedadeos seusextatutos e nelle foi com-
pletamente desenvolvido esse sy-tema que
a IQI instilagSo presidir ; ninguem pode-
ri negar que 101 credores da classe. Sil Ibas
pro. orclonou as maiores vantagens e garan-
lii que oa occasiSo se polian offerecer : nos
arligos........se demonstra a solicitu-
deda associacSo pelo crdito de seus mem-
bros mas nSo foi s ilto, ella rreou urna cai-
xa de socorros proporcional a sua imme.lia-
la insulano, com vistas do em fuluro ser
augmentada, e ninguem Umbem em ba fe
dir que nS > seja mais urna garanlia para o
credor samilhantocreagSo da cuna pola for-
ma ah estah-'locid.i: assas dernoslrou com
este procedlmento quanlo tinhi a associa-
cSo em vistas vallera seus roembros em be-
neficio da sustentculo de seu crdito para
com seus credores. Ja nessa poclu graves
queixas se ouvjam pelo aporlu em que
metes depois dellei realisa o seu embolso
veriam que elleiiem seu devedor debaiio de
suas imrne Jiatasvistes, e que o logista tem
odevedora 50, 100, e 900 legoas de distan-
cia, sem nioios de uroinpta communicacfln.
lu ni .tas circumstanciii que a associacSo
dos logutaa adoptou osystema de que aeui
membros i comprassem ao praso de 19 me-
zes |i dado pela mor parte dis catas a mul-
los senSo a todos os seus membros pelo que
a associacSo rocooheceu que tendo seui so-
cios de camprir os deveres marcados nos
esta lulos,estnni gtisar a fraude e odiscredito
misterera que ao logista lno fosso amplia-
do o praso para a solugSu do seus negocios,
praso que nemera novo aqu pelo queja ba-
ria sido voluntariamente dado em leiles, e
em parlicular,e muito quo eslava cslabele-
cidogcralinente na Bahia e Rio do Janeiro,
Parece pofm que boa f e a boa vonta-
il v|U" presidio a instalaglo da associacSo
nSo foi bem inlerpretado pelos senhores
vendedores de hiendas ern grosso ; a asso-
ciacSo leve de reconhecer com desgoslo,
que seus puros desejos forain mal entendi-
dos e sollreu desde o su principio urna
guerra surda, aqui, ali, com a qual leve de
lutar, demonstrando souipre a redi 18o e
imparcialidade com que so decida, as ma-
terias em que u^esgragadamcnlc se vio em-
penhada mais ds urna vez a associacSo tem
demonstrado ao corpo commercial a impar-
cialidade com que ella tomando conhoci-
ment da conJucla commercial de seus
un'nbros,t'in prore liJo fon) a maior reg-
dez a ponto de julgar incurso um de seus
membros, que das depois foi no foro mitra -
do diversamente a regidez de principios
honestos nSo poderia ser mais bem demos-
tra ta, a nutro a quem seus credores conce-
der m rebate, molante a garanta della jul-
gando-o na conformi lade ilos s 'US estatutos,
garantiu-o;e que mais podn o o boa fe que-
rer, e dos Jar os senhores vendedores em
grosso para prova da nonradez, e probida te
que a associagSo deseja desenvolver em aeus
membros." I u.io sera islo ludo maior ga-
ranlia paia os credores que lenliam conda-
do ibis logistas seus assucialns ? Singuen)
;m bi fe o negara !
Por ventura tem a associaglo imposto con-
dig3o alguma, a obrigar qualque- negocian-
te a vender por forga a este ou aquella de
seus membros! !! Os senhores negoci-ntes
tem vendido a quem Ibes parece: os asso-
ciados he que julgavam mo dever comprar
a menos praso que 12 mezes e tem compra-
do onde e a quem Iho concele, sem veixa-
mee nem a menor ImposigSo. O comprador
he que deve medirs suas cncuinslanclis, e
roconlierer o praso em que ple dar com-
pleta satisfacSo ao seu i rato, o logista asso-
ciado almdo empeuho quteontrahe com o
ciclor, tem conlasa prestara associacSo, e
o.i,i pode negar a qualquer exame que a
direcgSo julgar onvenient > fazer ao seu ne-
gocio, logo qui tenna conhecimento, de
que o deva pralicar ; nSo haver pessoa que
em boa fe nSo reconhega, que in la jsto he
mais urna garanlia,para o credor do logista
a-sociado.
Parece que inielizmenlo quanlo mais de-
monst'acOes dos solli los principios da boa
I,-, e boiuaie/. a associacSo tem desenvol-
vido em seus membros ; lano mais os se-
nhores vendedores se tem afaslao de pres-
tar-lhe o seuapoio equadejuvag3o.de forma
que mais parece urna autipathia a propria
associacSo, pelo fado de se haverem reuni-
do os logistas em suciedade, que o dezejo
de ver esta classe con posta do seus devedo-
res, ti libando a senda mais propria a segu-
rar oscapilaes que pelo seus crotores Ibes
sSo condados. I' 'sde o inez de dezembro
do auno passado, que geralinente se com-
prav a 12 mezes. Sucede que repentina-
mente os Srs. negociantes inglczes haten-
do feilo um convenio particular, recuzam
vender desde o 1* de aposto prximo passa-
do a praso maior que 8 mezes e nello este-
beleceram multas graves aos que enfringis-
" E-tSo no seu direito, nSo despulamos
92
3* Que o banco s deiconta letra a 6
mezes.
A.o Que o juro dos 4 mezes de mais Ihes
he ooeroza etc.
A primeira. HelSo dezarrosoada que nSo
merece respotta porque a eMociacIa nunca
obrigou, nemobrigara a vender a este ou
aquello : oa negociantes tan) vindido e ven-
derSo a quem qolzereo: exigindo-se do
comprador que smente o fia a la mezes.
A segunda. Ha irrezoria, pois que todos
sabemos lio vulgar em canveolo que qual-
quer casa tem limites at o,lo pouo i maisou
menos qoer confiar de qualquer deseos le-
quozea e logo que estoja prehenchido. Di-
zendo basta,deminua soa conta para en-
13 comprar inais, para isto tinto o im-
porta vender a 6 como 20 mezea.
A terceira. He mesquinha, impropria da
classe elevado, de negociantes de grosso
trato. Bastando responder, que os logistas
vendern suas fizen las, e as letras de aeus
llovedores v3o ser guardadas na carteira,
sem dellas se podorem utilisar ale que o
devedor as venba pagar.
A quarta. Quando a differenca dos 4 no-
tes li destitu la de suli lo fundamento|pois
que a differenca do praso he substituida pe-
la difTcreiica do prego da fazenda, alem do
quo ella esta emperfeita harmona com a-
baia do juro, que n'esta praea teve lug com a instalscSo do banco, de forma quo
o juro de 8 mezes anteriormente, he igual
aojuro actual de 12 mezes.
A inda um outro receio demonstravam os
Srs. vendedores de fazendas o foi a gran le
somma dellas vendidas em elguns mezes do
anno prximo passado, mais este recelo es-
t desvanecido com os pagamentos quasi
inacreditaveis, que os logistas tem verifica
do pontualmenle, e quo tem si io subida-
mente confessado pelos Srs. vendedores
com o que a classe em geral parece devia
ter ganho a o mli un; < d'elles, mais que in-
felizmente he retribuida com um procedor
diverso As rases ponde'adas nSo sSo hy-
potetican sSn fados consumiOBdos e a vista
dos quaes ficam derrubados os sofismas com
quo se tem querido mortificar o da ra?3o
plauzivel as med las injustimenle lomadas
o que nrcessariamento ja tem accarrclado,
o tem de accarretar males que alfectarSo a
fortuna e crdito du muitosindividu-os, pa-
ralizar o commercio desla prnca e desfalcar
as rendas da provincia. A associacSo dos
logistas anhelando* harmonezar os interes-
ses dos Srs. vendedores com os de seus as-
sociados, e dar urna doinouslracSo do dezo-
logistas quer tratar com os assignatarios do
convenio por meiodesuaacommUstJes pres-
pectivas. Sendo este o ponto primordial que
mais dosarmonisa as duas classes, conve-
niente serla a sua remocSo da parle da asso-
ciacSo que Vv. Ss. representara visto ser fir-
me o proposito dos assignatarios sustenta-
ren) o prazo de 8 mezes estipulado em seu
referido convenio.
Dos guarde a Vv. Ss. por dilatados anoos.
Recife 18 de setembro de 1852.( Assigna-
los ).- -Jjmes Crabtre & Compaiihia, Russell
Mollors & Companhis, Rozas Braga & Cod-
panhia, Rostron Rooker & Companhis, Nu-
salinas, Johnston Pater & Coropanliii, pp-
Admson Howie, Jones Patn Ai Companhia,
lieos Rosch, Fox Broths, pp. Deane Youlle,
p?. II. Hastley, Aureiianode Almeida Ro-
drigues Izac, II. Gibson, Geo kenworths &
Companhia, Augusto C. de Abreu.
Illms. Srs. assignatarios do convenio.--
O ofJIcia que de Vv. Ss. llvemos a honra de
receber c un data de 18 do corrente, em res-
posta a eiposiQSo que a vossa rospeitavol
presenca levamos,demostrando as rasOes em
quo a classo dos logistas se base.para re-
querer aos senhores vendedoros de fazendas
a continuarlo do prazo de 12 mezes, e quo
pelos inlerrsses e estabilidade da noisa as-
sociacSo, houve .por bem escolhe-los para
sata missSo, certa da que VV. SS. de bom
grado se preslarS ao aeu desempeoho. Esta
dirtccSo l'azendo o devido aproco do reco-
nbecidq mrito de VV. SS. nutre a lisong.i-
n esperanga de que a convenci por VV.SS.
ajustada, sari oigna da sua sancgSo termi-
nando assim a desagradavel desintelligeii-
cia qua infelizmente exista entre nossa
classo e a dos Srs. negociantes de fazenda.
Dos guarde a VV. SS. Sala. Recife 3 de
outub o de 1859 Illms. Srs. Joaquim da
Silva Castro, Jos lloJrigues de Araujo Por-
ta e llenrique Jos da C.unha ( Assignados ),
Jos Gomes Leal, director, Mauocl I'. Alves
de M nao-, i,11 secretario e Joto liaptista
Vieira Ribeiro, 2 o dito.
Illms. Srs --A direccSo da associacSo
commercial dos legislas tem a honra de ac-
cusar recebido o oilicio, que VV. SS. se dig-
naran) dingir-lbe em data de 28 de setem-
bro passado, scienlificando-a de terem re-
sulvido anuuir a proposla da nomcacio de
commissOes reciprocas, para por este meio
procurar-se um termo ao presente eslado
de cousas, e pruvi,louciar-so sobre qualquer
oulro assumpto, de modo a adirmar em ba-
ilan foram refuctados ; tenha por fin a de-jaes solidas as reages de armona o perfoila
mostracSo dos desejos que esta direccSo em inlelligencii, que deve ligar as duas classes.
nomo da associacSo lem de vor terminado Esta dlrMcao, na osperanca deque o resul-
por urna justa e amigavel convenci a desin-! lado das conferencias sor tal qual se dese-
telligencia em que se acharo os sennoresja, desde ja se congratula com VV. SS. pela
vendedores cornos compradores de fazeu- resolurjflo que tumaram, o pela nomeato
das, e sendo o escencial da questSo quere-
rcm squelles vender por 8 mezes, e estes
comprar a 12, l-ve esla direcgo a honra de
nJicar como meio de virem as parles a um
aecurdo, ss commissoes reciprocamente no-
meadas, ou qualquer que Vi. Ss. em seu
sabio entendimento julgassem mais adqua-
do sem que sirva de extorvo a umi accom-
moiac3o rasoavel a base de 12 mezes Indi-
cada pur esta direccSo, pois que tendo ella
porfila conviccSo de que os senhores assig-
natarios do < invern nSo sSo guia,los pelo
espirito de tenassidade ; mais antes crendo
que um juizo prudente e recto preside a tSo
renovc3o das Iranzacces commerciaes
que o actual conflicto oavia paralizado.
A commissSo por parlo da associacSo
commercial dos logistas, scln-se nomeada
eso espora pela indicacSo do lugar, dia e
hora para conferenciar com a de VV. SS.
Dos guarde a VV. SS. Recile 3 do outu-
bro de 1852. III os. Srs. assagnatarios do
convenio.(Assignados). Jos Comes Loal di-
rector, Mmnoi Florencio Alves de Moraes
I.' secretario, JoSo Baptista Vieira Ribeiro
2. dito.
III ns. Srs. membros da direccSo da asso
oi.ioa.) dos logistas.--A commissSo nomea
respeilavel corporagSo, julgo que nomeadas da para concordar com os Srs. assignatarios
reciprocamente as commissoes seria o meio
mais curial, para que ss classes assim repre-
sentadas venlilacern esta conlenda, quo en-
do convenio, relativo ao prazo para a ven la
das fazendas, tendo tido a sua ultima confe-
rencia com a commissSo por efles para esso
Ir as bases de 8 e 12 mezes poderla tetmi- dm nomeado, lom'o sent ment de vos par
nar por urna convengSo a nigavel. Existin- licipar que definitivamente acabqy) a sua
do ii l i ilirro ;Sd a par dos melhores desejos missSo, nada ten i podido concluir rasoa-
de concordia e barmonia a sciencia dos in-
roparaveis males que necessariamente re-
sullavam para ambas as clsssos do actual es-
jo de por lermo a ISo precario e molin Irozo tdo de cousas, cuja rosponsabiliJade quer
estado como o actual lema honra de sub-1 airclanlesi; he por isso que nuvamente lem
melter-vos as prezentes redexOes e polir- a honra de vos convidar para a terminac3o
vos que as tomis em considoragSo, parase|delle pelo meio que se julgar mais conve
curar reciprocamente de torminar um tSoinliavol.
desagradavel insidenle que adlige recibro-
camenlo a classe dos Srs. nogociintes e
commercio se acluva nesta praca oiJo o I direito que cada om tem de vender como
* ihe aprover, as fazondas que tiver. mais tam-
bero o logista icm o direito de -o comprar
como elle entender, que o podera fazer,
co n o fim de dar o pracizo cumplimento,
a seus contratos ; ueste caso ambas as par-
tes estSo no sou direito em geral, mas esse
direito em geral, tornase na applicacSo do
caso prsenle, inteiramonte imposio da par-
le dos Senrs. negociantes, coufrODtanio-se
com as de mais piag-.s do imperio.
Vejamos.
0 negociante no Rio, n Rabia, vende ge-
ral mente ans logislisa ti o 12 mez'.s sem
letras o o juro da demora 3|4 por cento.
O negociante dePernamburo quersmen-
te ven ler aos logistas a 8 mezes com letras
e juro da mora 1|9 por cento.
O logista do Rio o Haba compra geral-
in,oii: a 11 e 12 mezes smenle cob conta
assignada no fin do mez.
Ologisla de Pornambuco requer comprar
ali mezes com letras assignaJas no dm do
mez.
Confronlai vs mesmos Srs. efazei justi-
ga, yule de que lado esla o veixame.... vede
quem beque quor un por, s sSoosSrs. ven-
lo,loros, oo s,i si i os logistas. Ago>a cal-
culai vs mesmos, o males de semelhan-
tes eslado d'apalhia commercial em que nos
acbamos a cerca de um meze meio, as com-
prasenttrrompidas, faltando ossurtimentcs,
as vendas diarias v3o oscassiando, os fre-
guezes I n ni,l,i de comparecer, ja vai des-
Tildado alguns, logo a outros e por dm o
geral sentir seus effeitos, tudo em pura
perda do devedor e do credor : e quem sebe
onde InrSo parar os males incalculaveis de
semelnanle estulo excepcionario Se procu-
ramios nis razes que geradnente os Srs.
vendedores meiicionsm, as causas que mo-
tivaran! o oasso que deram ; ellas reduzem-
se as segu ules i
',. Que n3o querem vender a todos a 12
mezea
9.* Quo a conta de cada logista om 12 me-
zea llcara maior que em 8 mezes.
soasar ~
systema de letras fura forgosamente nitro
ruettido pelos vendedores de fazendas,
vxemplo sem imitagSo nas pragas da Babia
e Rio.Com a promulgagSo du cdigo do com
niercio este aperto subi ao maior apuro e
as queixas se tornavam mais vehementes,
tanto os sennores negociantes de fazen las
roconbeceram estes motivos que clles n)cs-
mos lizeram no anno passado bastante; I o-
los expootaneameute ao prasosde 10, II, e
12 mezes,e pareciam apostados a qual delles
maiores sommas de fazendas vendessem.
Era sumnumente injusto, que a praga de
Pornambuco que consume igual quantidade
de fazendas que a da Babia o Ul ve/, um ter-
gosenSo melado das que cjusome a do Rio
do Janeiro fossem ali estibelecilos os pra-
sos geralmeute de II e 12 mezes. con letra-
e que os mesmos negociantes pus quasi to
dos lem ali casas ramidcadas, qmzessem que
nesta praga l'usse o praso de 8 mezes com
letras. Se os senhores vendedores em gros-
so redectissm na posigSo do logista nesta
praga veriam sem grande, didicoldade, que
he peiorque os da Babia e Rio de Janeiro;
en ambas o cummercio tem mais meios
promptos de fazerem suas transacgdes, tem
rios navegaveis, melhores estradas, os luga-
res epovoagOesmais prximos uns dos ou-
tros, e finalmente estSo mais adiama los em
todos os ramos protectores do commercio ;
deviam raber qui o commercio dosertSo
desta provincia he feilo de um para outro
anno que a respeitodas safras de assucare
algodio acontece o mes no, c liiialmeiito que
os meios de communicigSo aqui sSo ne-
n'iuns quasi que absolutamente fallan Jo. Se
compararem a posigSo do logista para com
assuss proprias sem dilliculdade encontra-
ran) quo ao passo que a maior parte, dos so-
nbores vendedores, so prevalecem das letras
das fazendas que acaham de vendajjios lo-
gistas, descontando-as aos capitalistas ; o
logista guarda as suas,provenientes das ven-
das que tem feilo para o interior, esperan-io
pelo vencimento, sendo alias feliz quando
a
classe dos legistas, porque interrompida a
marcha regular do commercio produzira
males, que ser didlcil no futuro remediar.
Da historia destes tactos se deprehende
claramente que a a^gressSo parti de vs.
Os Srs. negociantes francezes vendem a 12
mezes, llamburguezes, 12 mezes, Allemies,
12mezes, Suissos, 12 mezes, menosnos, 12
mezes; foss.'is vs Srs. assigoatirios do con-
venio, que forgosamente quizeste imnor
urna condigSo, a que os logistas que tive-
rem em vista a suslontagSo de seu crdito,
e ao desompenho pontual de seus contrac-
tos, se n3o podem sumetter.
Al agora os logistas lem forcejado por
comprir seus contractos, igualmente se po-
de dizer, que o tem veri'.icado, a associigSo
nao tem lomado medida alguma forte, a
despeito dos dezejos de nimio-, porque a
associagSo dezeja ver terminar este desgia-
cado estado de cousis amigavelmente e
sem que graves ennsequencias atTectem a
ambas as classes A direcgSo tem bem fun
velmenle, tendo-se lobado com esla um
completo dosacordo, logo no l.'art. das ba-
ses quo Ihe propoz, agora vos apresenta,
as quaes ab-lratim lo a queslSo quasi idnticas as que por aquella commis-
sSo foram apreseuiadas conforme a copia
junta.
Dos guarde a VV. SS. Recife 11 do ou-
tubro de 1852.(Assignados^ Joaquim da
Silva Castro, Jos Rodrigues de Araujo Por-
ta e llen'ique Jos da Cuuha.
Artigo* off'.rectdoi pila coihihiSo ios Sri.
negoctanles assignatarioi do convenio.
i.' Quo nenhuma casa ou casas de com-
mercio, importadora de fazendas sora apon-
tada pela associagSo dos logistas para ser
posta eiTectivamentoem interlicto, ou an-
da indioada para esle dm, de qualquer ma-
neira, directa ou indirectamente, antes pelo
contrario, que lodos ou cada u n dos mem-
bros da asso.iago terSo inteira libcrJade
para comprar de todas ou daquellas casas
S o eatraogeiro comprehendeu o olhar de
intelligencia que Manetla Ihe lni,ou. Exe
otbar peoelrou aua alma >e conleve, abri a bolaa que Marleiia deixara
o ilnr, c tirou urna pdola.
Saint Ainanl e ocapltao La Ripaille nao ob-
aervarain sem aJmira^i i a redondea deisa
bolaa.
Por inlnha fe, el! um filho de Napolea ou
de Mantua que nao ae aneinelba aoa seus cha-
rol compatriotas! mu inurou Uelleroie ao ou-
vl'lo do capliao.
Nenbum dos eapectadorea, nem meso mei-
tre Filippe terla podido auipeitar o manejo de
Marletta, a moca era pobre, quem poli teria
peuaadoque llnlia dinheiro?
O Italiano olbou para Marletta com urna mis-
tura de deaconnaoca e de ternura, a bolaa era
bella, e tloha armas gravadas, elle obaervou-aa
e metteu-a na algibelra de seu oaaacau. O broc
d'lioneur circulou por todas as mesas, lodos,
principalmente o capillo La Ripaille, exalta-
rain a generosidade do receincbegado.
Mestre Filippe mandou dar-lhc por um criado
urna poltrona de couro ero ve de um simples
cv.ibello, e Siot Ainanl Intlinou a Mardociieo
a ordem deconservar-ae por tras delle como
guardanapona mi.
Quinto ao nosso estraogelro, elle nao perdeu
da vista nenbum dos inoviinenlos de Marletta e
pode coovencer-ae de que oa louvores da um
poeta to eiagerado como Saint Ainant ealavam
mu longeanda da verdade. Debalio le um
envoltorio fino e delicado Marletta parrceu-lhe
oceultar um fundo deresoluclo quatl viril, ella
tiolia o olhar vivo e decidido. Seos olhoidtuin
aoi e de seu .indar eatavatn em harmouia com
,, io,,- ares inascollnos.
Pela v i dir-se-hla urna rapariga; pelos aeus
imovioh nios crer-se-liia ver um pagein opri-
mido sub o trage de urna iniilber. Sua frunte
era calma, seu olhar doce e Ifinpl lo. Quando
ella se ioulinou para apandar a bolsa, o enran-
geiro ii o lia i] o isi aquecido seu cora^o com ca-
se iiiurno e docebalitu.
Elle mal bebeu, quando todos os outros be-
bi.iin. l-.il i se llnha posto em Irente delle com
um ar de triumpho ingenuo, de que s o Italia-
no inib.i a chave, e foi depois levantar com seus
dedos delicados a cortina da porta da entrada,
e olbou com inquietaco para a ra.
A ebuva baila entlo com violencia contra ai
vi li i, i-, e os freguezes de incitre Filippe
Gruvn nao pareciam dupostoa a sabir da taver-
aa coi semelhanle lempo.
/-', ,'i : tnechel exclamou Saint Amaul, o
qual paisava ao lallm lugo que ae via um pouco
embriagado. La Ripaille delta a beber ao le-
nbor! Mardocbeo, be indigno de servir un ho-
moni lo bonrado. A proposito, Mardocbeoac-
cende o cachimbo do cipitao t elle nos contar
uin de aeui dueloi na llalla ou ua Calalunba.
Keeende 1 putr, aecendeX
n O aenbor, diiie Uellerose aproximando-se
do Italiano, he um homem brioso.
Senbor, dlise La Ripaille, quera saber
como ae porta cm occailo de aperlo.
Honra a Italia t bonra aoa Italianos t grilou
-aiut Amant com forca ; agora vou recitar meu
soneto. .,
Se he um soneto em italiano.... consinlo,
senbor, dlsse o capillo La Ripaille que gostara
pouco dos sonetos. Tenbo algumaa lioturaado
negro aievlcbe, os aunen lustrosos de seus ca-1 italiano por ler aldo empregado noaerricodo
nellos, a cor levemente trigueira de aua pelle, I duque de Fornaro.
a alvura de seus dentei, a ligeirca de aeus pas I O Italiano estremeceu. 0 nomc que e capillo
dadas esperancas no crctorio o juizo dos
Srs, assignatarios do convenio, para crer
quo elles redecundo maduramente na pre-
sente exposigSo, se delberem a por um ter-
mo amigavel e justo ao estado excepriona-
i ni em que nos acnimos lodos collocados,
seja por meio de commisses reciprocamen-
te numeadas com plenos poderes pare con-
11 alarom, leudo por |.a/i' o praso de 12 me-
zes, cu seja por qualquer outro modo que
os Srs. assignatarios do convenio julgarem
adqualo para se loiar a elTeito os desejos
de ambas as classes ; prometiendo desde ja
a associagSo remover de sua parte todos os
de mais obstculos que por ventura Ihes fo-
no) justimenle apresenlados, o desenvol-
verlo us recursos que seus estatutos Ihes
marcim para seguranga dos Srs. vendedo-
res, fara hi lo i|u .n'o loo s-j i razoavelmen-
t-> exig io, para que um final acord seja
consumado, o a concordia, boa harmona e
intelligencia apparega entre as pessoas do
commercio que s lem a perder, e nada a
ganhar com o presente estado melindroso
em que nos adiamos.
Dos guarde a Vv. SS. por muitos annos
Recife, salla da associagSo commercial dos
logistas de Pernambuco aos 15 de setembro
de 1852.
Illms. Srs negociantes assignatarios do
convenio (issignados ). Jos Gomes Leal,
director, Manoel Florencio Alvos de Moraes,
I." secretario, JoSo Baplista Vieira Ribeiro,
2. dito.
Illms. Srs. directores e maismombros da
direcgSo da associagSo de logistas de Per-
nambuco. -- Nos abaixo assignados, nego-
ciantes desta praga assignatarios do conve-
nio que entre nS li/eill i, aoioisnil i- 1 i'i- -
bida a represcntagSo que Vv. Ss se servirn)
iuderegar-nos, com data de 15 do corrente e
em rcsposla temus a dizer, que sem enlrar-
mos na apreciaeso do mrito ou demerito e
aindi mesmo na analyse ou refutacSo dos
sophismas (cxpressSo que Ibe lomamos de
un o, si uno, na mesma ropresentagSp, co-
udas do principio adin, embora dourados
com bellas apparencias, nSo iodemos deci-
didamente annuir a base dos 12 mezes de
prazo sob a qual a'associacSo iioi senhores
acabavaHe prouuocur Ibe enrugara levemon-
te a fronte. Kllc replicn enchendo uin copasio
para o capillo.
Tenbo ourido filiar, senbor, desse duque
de Fornaso. Nlo be um lidalgo que resida em
l'loi oiir.i ? Nao se caiou elle com ?....
Com a oven e bella Thcreilna Pilla, lia
bem un (juinze annos. O duque moslrou-a
logo cioio, e lio cioso que os meoorrs familia-
res da duqueza Ibe desagradavam, todava ella
P ii.-,-i o ni scinprc ser nina mulher mu ejem-
plar. Se o senhor a conhecc, nlo care(o de di-
ur-lhe que he a man bella pessoa que se pode
ver. Eu era eolio escudeiro do duque, elle me
noli i levado de Franca omslgo, nimba espada
eslava ao seu acrvlco. O duque dava-me por
mes Irlnta ducados para eu observar o que se
passava no aposento de aua mulher, offlcio ene
pouco o mimo,lo, alenla a mullidlo de filal-
gos que a rodeiavanil Repito, aluda que eu
lionveiseildoSalanaz, nlo terla podido ipaobar
em falla a senhora duquera.... Ella passava nis
igrejas urna grande parle do da. oceupava-se
em obras pfaa; em una palavra seu nobre es-
poso parecia furioio contra sua propria fellci-
dade, quando uin da.. .
-- Um da, cabe, dlsse o Italiano com o
u Iba r ,n mino vi lo e I ni ni loa nlo.
Parece que a ininha historia Ihe inleres-
aa ... disae o capillo.
-- Ja nao Ibe diaie que condeca o duque
-- Pois bem, um dia, coutinuou o capillo,
ealavainoa em Florenca.... havia grande con-
curso de povo na ponte do Kiplrito Santo.....
Dos guarde a Vv. Ss. por muilo annos.
Recife. Sala ila assiuo ,i;iu los logistas 22 de
setembro de 1852. Illms. Srs negociantos
assignatarios do convenio ( assignados).
Jos Go nes Leal, director, Manoel Florencio
Alves de Moraes, 1. secretario, JoSo Baptis-
ta Vieira Ribeiro, 2 dito.
Illms. Srs. director e mais membros da
direccSo de logistas dcsti praca.Indispen-
savel f >i a demora que os abaixo assigna-
dos liveram para comprir seu rigoroso de-
ver cm aecusar recebido o attencioso ofdcio
de 22 do correle, que a illust e direccSo da
associacSo de logistas houve por bnm indo-
regar-Ibes om nome da mesma associacSo ao quo Iheaprouver.
quil Ihes cabo a honra de responder com; 2 Tolos os logistas solteirosnu casados,
tanto mais prazer quanlo o mesmo revela que nSo titiham socios, scrSo obrigados a
um proposito firme em harmonisar e arredar j fazer seus testamentos ea deposila-los em
inconvenientes, de cerlo nSo oriundos dos' mSo competente que lno fr designada, pa-
abaixo assignados, que compOe o convenio j ra se rom patentes aos vendedores de fazen-
f-iin oniic v cm pura deroza e em contra-; da, logo quo por estes Ihes sejaissoexi-
pnsigSo a medidas talvez menos pensadis, gido.
ou i, sci las de acelerages inherentes a cor- i 3." Que pelo i uporle total de fazenda ven-
pos oollecllvos em que muitos de seus nem- didas aoscompradores aceilarSo letras(ha 9
bros ou nlo lomam parle activa ou s3o des- mezes .'! ) que deverSo ser sacadas duas
alteo li los. | vezes em cada mez, isto he, no dia 15 e no
Considerando, pois, os abaixo assignados, dm do mez, e que as mesmaa lelras serSo
que da refer la doniora houve algum pro- entregues aos sacidores, aceitas pelos saca-
veito tendente ao eccordo amigavel, pro- jdos dentro em tres das depois da sua apre-
poslo pela associagSo, e cerlos que da parte sentagSo, de conformidade com o cdigo
delles nenhuma provocacSo leve lugar para commercial.
desenlelligencia entre si e urna classe que. 4. Que todos os logistis trSo igual di-
muluamenle podem coadjuvar-se livres de reilo a comparecer, a langar e comprar em
paixcs mosquinhis, e sobre tudo prejudi- leilOos, queros mesmossejam ou nSo mem-
ciaes tem agora a satisfagSo em participar,' bros de qualquer associagfto.
que accordaram em nomear urna commissSo 5 Quo lodos os logistas serSo obrga-
para encontrar-so e cnlender-se com a da dos a ter cada um o jogo do livros indis-
associagSo no dia e hora que esla Ibe desig-' pensareis para suas Iraiisagies, os quaes
nar, alim de por urna vez, por termo a las- 'serio por elles mandados sellar de con-
timosa desenlelligor.cia, que nunca devera formidade com o cdigo commercial, e
ter apparecido, e com calma e mailurezi dis- que os mesmos livros dcarSosugeilosa exa-
iruir a possibilidade da repetigSo de iden-' me da DirecgSo d'AssociagSo daquellas ca-
ficar occorrencias, porm tem igualmente a I da vez que sois dentre seus credores produ-
pondorar, que para levar a efleito tencSo) zam motivos justos para assim o exigirem,
tSndesejavel da parle dos assignatarios lo o aquella dar eolio a est"S informagio
convento, forgoso he que a associagSo pri- etacla do seu verdajeiroeslauo.
meiramente revogue a deliheragSo lomada 6." Que todos os logislas da AssociagSo
de smenle comprar ao prazo de 12 mezes, I que tivorem socios ou girarem sob urinas
deixaudo ao arbitrio das respectivas com-,'sociaes serSo obrigados a declarar a seus
ni i-soo.s o estabelecerem aquelle que fr co-1 credoros quaes seus nomes individualmente
herenle com a lll ras3i>,ea pr termo i j eas condiges respectivas,
certas exigoncias infundadas so propriaspara { ArligosolTdrecidos pela AssociagSo Com-
r.narlar* lber laJe do commercio. Em face mercial dos Logistas.
do expend loe das cordiaes express's con-, l. Fica estabelecidoo praso II xo e geral
tidas no mencionado odicio de Vv. Ss., es-! de 10 mezes por letras aceitas no II n do mez,
peram os abaixo assignados receber emhoras' para a vou u de fazendas de qualquer espe-
pela sua diligencia em superaras didlcul- ci sendo livre ao veudedor, e ao comprador
dades encontradas, para que se annuisse a j negociar com quem Ihe aprouver. .
proposla que Ibes dzeram e lisongeiam-se 2.* Que nos leiles, o corretor receua
com Vv. Ss. na expectativa que della resul- lango de qualquer logista desta praca, por-
tar o bem real futuro dos i'ileressados e
at desla provincia em geral.
Dos guarde a Vv. Ss. por dilatados annos.
Recife 28 de setembro de 1852,Illms. Srs.
director e mais membros, ele, etc.
Estavam assignados os assignatarios do
convenio.
Illms. Srs.Sendo esla direcgSo autorisa-
tenga ou nSo a associag3o.
3. Os senhores assignatarios do conven-
go se nlu i ,.i"
l.a A nomear a commissSo permanen-
te ou aunual ; paia se entender com a direc-
gSo da AssociacSo dos logistas a respeito
de quaes quer oceurrencias.
. 2.* A nio proceder contra qualquer
los de Macei.Pirihiba, Ancili e Cear ; en-
tendendo-so volumos inteiros, madapolOes
de 50 pegas para cima na mesma conformi-
dade. AlgodSozinhos lisos de 100 pegas para
cima. Ditos deoutra qualquer quilidade de
20 pegas para cimi. As demais fazendas se
regalarlo pelo uso e costume de sui venia
nesta praga.
*' A que os logistas desta praca, quo
nSo pertengam a associgSo siam obrigados
as clausulas dos !,, 3, do irtigo*. son-
dos testamentos dividamente archivados.
4. A direcgSo se compromette l fazer a
provar pela associigSo as segulntei medi-
das pan seguranga dos credores.
S I-* Que seus membros linham sua es-
cripturagSo regular e conforme ha direitos
em livros sollados.
$ 2.' Que seus membros olteiros te-
nham seus testamento feito serrato e lacra-
do, e depositado na caixa de aua associa-
gSo.
. 3 Que seus membros que forem esta -
beiecida em sociedide com firma darSo
conta a direcgSo das bazei essenciaei do
seu contrito.
S 4. Que a direcgSo prestar oa esclare-
cimoiitos que Ihe forem pedi los, a respeito
de qualquer de aeus socio*, logo que for exi-
gido pelos si'us/ereilores, delle proco leudo
para esse fim, com todo o zello e boa f,
dando exacta intarmagSo do que Ihe for re -
quesitado em ennformidade com seus csta-
tutos.
5.* A nSo lomar medida de interdicto,
contra qualquer das casas assigoalirias do
convenio, nom directa.nem indirectamente
sem,que previarnento se baja a direcgSo en-
tendido com a commissSo permanente do
art, 3. 1. e esta dado sulugSo conve-
niente,
Com esla publicagSo julga a associagSo
commercial dos legistas tr demonstrado o
dezejo quo nutre de por termo ao cndilo
que existe entre aliase os Srs importadores,
e que a conlinuagSo delle he s devida i
renitencia da commissSo dos sentires, sig-
natarios do convenio.
a-L. ^ ,aa|saaaja|ijaarai
Correspondencia.
Srs. Redactores. A Kei'o/ugSo de Novem-
bro, symbolo do sangue e da selvageria ,
prosegue na dilaceragSo da honra e mrito
alheios; e fallo com lano singue fri e
desombaraco, que em verdade admira!
Ha tempos a esta parte que esse papelu-
cho inslenle embiciu com os distinclos se-
nhores Jos Francisco Lo oes Lima, e !)r. Joa-
quim Manoel Vioira de Mel'o, e,sabias a cau-
sa, toda e-si gritarla assenta no despeito,na
malevolencia e no habito inveterado de
maldizer a tudo, que nSo sa la i republici
vcrmelba !
Os Srs. Lopes Lima, e Dr. Vieira de Mello;
aquelle como delegado, e este como juiz de
direito dn Nazireth, sabem preencher as
soas olingioii's no tocante punigSo dos
crimes, e isso he muito bastante, para que
esses dignos funecionarios sejam o alvo
constante das dialrihes e vituperios de urna
facgSo que, considernolo o homicidio e o
roubo, como praticas honestas, nSo tole-
ran) que as autoridades, que comprehen-
dem a sua missSo, rejrimam os excessos e
i ib iloinnas dessas ovelbas perdidas .'
Melhor seria que a Aeuo/ugSo de Novembro
houvesse estigmitisido severamente o fuii-
lamcnlo atroz, quo ha pouco leve lugar no
ongoiibo de um prente de seu amigo Mo-
raes ( melhor seria que houvesse tecidoos
merecidos encomios s autoridades de Ni-
zareth, pela proinptiJSo e energa cim
quevingaram as leis, capturando e proce-
ilendii na forma dellas contra os autores des-
sa pervorsnlade inaudita ; melhor seria que
assim o fizesse, porque s desso modo pro-
varia o seu amor e intere-se pela sorte do
povo, cuja classe pertencia o infeliz que,
sob o spparato da maior selvageria, foi ar-
c abusado cm pleno dia,smente porque ius*
lava pela rnsliluigSo de seu cavallo, que se
achava alrelado n'almanjirra doengenhodo
tal constituinte, que mui cedo quer pr em
pralica as mximas do commumsmo !
SSo, portanto, os autores de tSo horrendo
o uno, que merecem os anatemas da huma-
ni In le ioteira, e n.lo as autoridades que os
submelleram acgSo da jusliga. Estas s9o
dignas das bengSos da patria e da eslima.
Inimigo da calumnia.
COMMERCIO
PRACA DO RECIPE 19 DEOUTUBRO, AS
3 HORAS DA TARDE.
coTAgOESorriciABs.
Cambio sobro Pars : a 310 e 345 n. por
franco.
Dito sobre Londres: a 28 d.
ALFAMIKGA.
Kendlmento do 1 a 18. .159:674,240
dem do dia 19.......19:306,568
da pela assemble geral do 1," do crrente dos membros da associagSo dos logistas sem
para nomear urna commissSo que por meio que por intermedio da direcgSo, i.....un i-
do conferencias com outra nomeada pelos i do os esclareciinentos, que houvorem exi-
Srs.negociantes assignatarios do convenio I gido, e que a D recgSo se obriga a prestar
promovam o estabelecimenlo de urna con-1 na forma de seus estatutos.
voiicTo-ubre bases justas e rasuaveis ; e< j 3." A nSo venderem a relalho para o in-
descobrindo em VV. SS. a pardo desejo de i tenor, bem como para fora da praga ; e so-
concordia e armona um zelo nSo oquivoco, mente em volumes inteiros, e para os Por-
u.'iilo, mai ella insisti, o que eu atribu a Como tenbo di(o, com rlfeiiu, a duqueza de
uin caprlcbo. Tomei a espada e segul-os. Fannaro era virtuosa, por Isso levou multo a
Na verdade ao ver esse velho caduco apolado' mal que eu recuiasse casar-mc com essa Au-
no i'racodessa encantadora moca, o povo per- nlia, com a qual linha proinetlido untr-me.
guntava porque estraoba desgraca ella Ihe ti-I Nlo havia para 0)10 mal do que um pequeo
uha cabido em parlilha, e aecuaavasua familia : inconveniente, eu era casado cm Franca!.....
lo i;i nuil i. Ai bodas linham sido esplend-1 horfoso me loi pois dcixir o duque o qual s
das, e alordoantes. Parecia que o duque nao I servi doui ineies. Klles foram para Feriara e
quena defiar que sua mulber tivesse lempo de
se reconhecer.... Pelo que diz respeito a ella,
sempre me lembrarel diito. Nunca a vi lo
triste e lio oprimida como na noilc deisa cere-
nouia Quando se I illavn doi morios ou dos
condemnadbs, ella empalledecia, todava quan-
do os o. i iios do povo nos aaouociarain a chega-
dadessescriminosos, seu olhar abatido brilhou
repentinamente com uin fago extraordinario
Nao fallara, alo movia os bracos inai parecia
, -por ir com uina ancia cruel a pasiagcm des-
sos dcsgtacados que iain i presenca de seus
juizes.
A carreta que os conduzia passou logo dlan-
te de nos, c eu olbei, como os outros ; mas no
mnino Instante um grito de agona parlio de-
iia/ de inim, e ene grito sabia do peilo da du-
quesa.... Ella cabio inanimada nos incus bra-
cos cobrlndo o rosto com ambas as mos.
Anuila, sua camarista me affirinou qne no
mmenlo em que ella avistou a carreta, encon-
trara o olhar de um homem de bella estatura, o
qual de sua parte ao v-la quli quebrar as al
ono e l iiii, ir -so para a duquesa ...
Mal era
em duvula urna imaginaclo dessi Annita, bel-
la lilba da llalla, cujo veoainbo de garra prela
Varios criminosos deviam ser tirados da prislo, l transparente, parece-rne eatar anda vendo co-
e como he costume, muitos cidadaoi ae apiuha- II brindo-lhe o rosto at barba,
vam na ponte pela qual deviam passar. Lram Foi todava ella quem me fezdeisar o servco
gritoa, e um tumulto de f izer a gente surda. u do nobre duque, o qual me pagava demaiiada-
duque, casado ba tres suman is, recuiou ao I mente, bem eiu um poito no qual eu nada li-
principio levar sua mulber aiemelbaote eapec- > nba que fazer.
d'ahi nao sei para onde.*..
Ouvindo fallar o capillo, a pbysionomia do
Italiano se tomou to paluda que La Uipeille foi
0 piimeiro a dlzer-lhe :
Mas o Sr. nlo bebe, ser porque a ininba
narradlo?....
Ella agradnu-me aingularrnente, diise o
desconhecido, son, o duque miba no Sr. uin
bonrado servo. Ucbo ao no.io encontr, capi-
llo, cagiadeco ao senhor, continuou elle vol-
1 un i-.o para Saint Ainaut, o ter-nie feilo en-
trever aqu a linda Marletta.
Fallando assim, o Italiano aponlava com o
dedo para a moca. A mais viva inquinarlo pa-
reca dominar entlo lodos os inovimentos da
rapariga, ella unia o roato s vulia, is da ta-
verna, bateudo coin o p com viva impaciencia.
Honra a llalla! boura aos Italianos! repe-
llo Saint Amaol.
A repentina entrada d'uma nova personagem
pos fim aenas libicdes iuteressadas, a pona da
tivema rangeo sobre seus gonzos, e um rapaz
que pareca seguido de outros, precipliou-se
na sala. Seu chapeo, seu capole e seus venidos,
golejavatn, porque a teinpeslade continuava.
Elle mal podia respirar e deiiou-se cahir sobre
um escabello.
Apenas cnlron, Marielta prompta como o
ralo correu o ferrolbo da porla.
- a parle do rei e do cardeal! grilaram de
fura,
Houve profundo silencio.
178980,808
Descarregam hoje 20 de oulubro.
B igue americano Witliam Price fari-
nha o bolachinlxs.
Brlguu porluguez --Flor do llar-- mer-
cadoriis.
Ilriguo brasileiro Hor do Riodem.
Urigue brasileiro -- Hecife gneros do
paiz.
iii:|ii>il:ii;iii>.
Barca hespanhola, Peue Alicantino, vinda
do Buenos Ayrej; cosgnada-a Amorim 6
luna-, ni h 1111 --' 111 o seguinte :
4,19-2 quuiees do carne secca hespanho-
la, e 60 couros : aos consignatarios.
CONSULADO GERAL.
Rendimentodolal8 .14:950,065
dem do dia 19........3:307.0:20
18:157,085
Abra! abra I repetirn) ai rnesmas vozes,
Irra 1 a ronda tripla disse Belleroie ul ha n -
do pelo buraco da fechadura ; eis bina cousa
grave, que querer! ella comnosco?
U rosto de mestre Filippe Gruyo, o tavernei-
ro, ae enfarruscou, elle correu para o mancebo
c diise-lhe ao ouvido algumai palavrus breves.
Abra, replicn uina voz bem coubecida de
mestre Filippe, abra ou arroinbamoa aporta!
A esta inlfiiiaclo fannidavel Marielta abri,
e mullos guardas do cardeal entraran) mlilu-
l rados com os da polica e da ralnha.
Em coniequencia de alguns roubos recentes,
[estas tres piirulhai estavam encirregadaa da
vigilancia nocturna da capital, e compunbain
um corpo de inellcia mu formidavel chamado
a ronda tripla.
-- 11 in,| ni I iso-so, mostr Filippe, dille oca-
pltao, nlo vimos fazer-lbe sienbum mal.
-- A quem procuram eolio os senhores? per-
guntou o taverneiro.
A uin cavallelro que salvou uina dama
perto do arsenal, ha meia hora, respondeu o
capillo. Este cavallelro laocou mo da espada
e deiperaou varios sujeilos que la le acbavsm
Eara arrebatarem ou roubarem a dila dama,
ella a verificacic, reconhecemos que ella tra-
lla uin magnifico collar de pedras. Vinba em
coche de couro ruivo, tendo as cortinas cuida-
dosamente abaliadaa, dlsse-nos qui-se cbama-
va a eondesia Aivimi. O sobredito cavallelro
recebcu della uina bolsa, elle est aqui, pois*
vlmoi entrar, e he a elle que procur.irnos. Re-
pito que nao Ihe faremos neobuia i nal; pelo
contrario queremos agradecer-lbe.
Cenliimar-i, :-ha.)

i


V
^F
>
Y
\
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo 1 a 18
Idemdo di* 19........
739,5(3
149,883
909,395
Kxpoitaco.
Rotterdam com escala pela Parhiba ea-
cuna hollandon Albert de 83 lonelladaa
conduiio o segjinte: 11050 chifres de bol,
2 saccas cafTc, 1 sacca cacao, 2 couroa sal
gadoa, 1 sacca tapioca, 5 lardos fumo, a bar-
ricas jutaicica, e 200 saccas assucar.
RECtlitUORlA E RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUC.
Rendimentodo dia 19.....602,7*6
CONSULADO PROVINCIAL.
Rnndimento do dia 19. .1.607,826
Movimento do porto.
PARTE DO REGISTRO.
Dia 19,
NSoentrou, nem sahio embarcarlo.
EDITAES.
matante dar fcil pissagem para o trisito Para a Baha.
pu.bl.icn' a i .u... h. Segu com brevidade a veleira
5." Para ludo mais que nlo esliver de- ., 8 ,
terminado as presentes clausulas, e nem e ja bem contienda escuna nacio-
noorcameoto, aeguir-ae-ha o que diape g| \e\a\e que acaba de che-
le provincial n. 386 de 17 de maiode 1851. n n :.-
Conforme. -- O secretario, Antonio Fer- gar da Baha : quem nella quizer
reir da Annuncia$8u. carregar, pode dirigir-se a ra di
O Illa). Sr. inspector da thesouraria pro- P |l rp
vinciilem cumprimento di ordem do Exm. Cadeia Velha n. a, OU a do 1ra-
Sr. presidente da provincia de 13 do corren- piclic Novo o. 16, segundo andar.
te, manda fazer publico que nos dias26, 27 __ Kreta-se para qualquer parte a veleira
e 28 do mesmo, ir a praca para ser ariema- po|ac, brasiloira Hit ice, forrada e pregada
lado peranto a junta da fazenda da mearas de cob|V!i prompta de lud0 : quem preten-
Ihesouraria, a quem por menos fizer a ohra dep p,)e entender se com os consignatario*
do enrochamenlo em (rente a ponloda rua Amorlln 4 Irmflos. na ra da Cru. n. 3.
da Aurora,avaliada novamentoem 1:188,000
reta,
A arrematadlo sera foita na forma dos
artigos 2* e 27 da lei provincial n. 286 de 17
de maio de 1851, e sob as clausulas espe-
ciis abaixo copiadas
esta
3
Maaaaaajai
Leil&o.
Miguel Carneiro, faja lealo por nter-
venci feira 22 do corrente as 11 horas da mandila
O lilni. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordcm do
Exea. Sr. presidente da provincia de 27 do
crtente, manda fazer publico, que nos das
19, 20e2l deoutubro prolimo vlndouro,
ir a praca para ser arremata lo peranto a
Junta da fazenda da mesma thesouraria, a
quem por menoa fizer a obra do vigessimo
priraeiro lauco da eatrada da Victoria, ava-
llada em 19:218,606 rs.
A arrema.a?floser feita na forma dos ar-
ligos 24 e 27 da lei provincial n. 286 de I7 de
maio do 1851, e sob as clausulas especiaos
abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remalacSo compareca) na sala das sessOes
Secr0e.?mICu.C,oarra'r0i'. provincia, de quenco deix.rao deserom .rrem.l,dos._
Avisos diversos.
Pernaoibuco 18 deouiub-o de 1852. -- O se-
cretario, Antonio Ferrcira da AnnunciicSo.
Clausulas especiaos da arrematado.
Primeira. Ser falla esta obra de confor-
mldade com o ornamento apresnntado a ap-
provacSo do Fxm. Sr presidente da pro-
vincia na importancia de 1:188,000 ra,
Segunda. As obras principiarSo no praso
di 15 lu, e sero concluidas no praso de
2 mezes contados, como determina o artigo
31 da lei provincial n. 286.
Terceira. A importancia desta obra ser
pga em duas prestacOes da maneira seguin-
te: a primeira do valor de tres quartos
daimportincia da arrematarlo, quando se
loteria
/m
dajun, nos dias cima declralos pelo: "ver concluida a obra e I"* quarlo, quando se effectuar o recebimento
meio dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou alixar o presen-
te e publicar pelo diario. Secretaria da the-
souraria piovincial do Pernambuco, 29 do
ietembro do 1852.O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciac,3o
Clausulas especiae9 da arromatacSo.
1.a As obras do vigessimo primeiro lanco
da estrada da Victoria serSo feito* de con-
formidade com o orcamento e plantas ap-
piovadaa pela directora em conselho nesta
data, e apiesenUdo a approvacSo do Exm.
Sr. presidente da provincia, tudona impor-
tancia de 12:218,606 rs.
3.a O arrematante comecar as obras no
praso de um mez, e concluir no da um an-
no, contados da dala da assignatura do con-
trato.
3a A importancia desta arromatacSo se'
paga em quatro prestacOes igoaes da manei-
ra -eguiule: a primeira quando o arrema-
tante tiver feito a terca parte da obra do
qeu contrato; a segunda quando tiver feilo
dous tergo* das obras ; a lerceira quando
lor recebida provisoiiamente; e a quarta
quando for difinilivamenle recebida, nSo
devendo effacluar-se pagamento algum an-
tes de lindar-so o primeiro simeslre do oxcr-
ciciodel852 a 1853.
*. Para ludo o mais que nSo esliver de-
terminado as presentes clausulas seguir-
se-ha o que dispe a lei provincial n. 286
de 17 de maio de 1851.Couforme O se-
cretario,
Antonio Ferreira da AiinuncucSo.
O lllm. Sr. inspector da tnesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, de 29 de
setembro prximo passado, manda fazer
publico que nos dias 26, 27 e28 do corren-
te ira i praca para ser arrematado perante
n) junta da fazenda da misma tnesours.ii,
a quem por menos fizer, a obra do 22." lan-
o da estrada da Victoria, avahada em ruis
13:902*310.
A arrematacSo ser feita na forma dos ar-
tigo* 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17
de maio, e sob as clausulas especiaes abai-
xo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
romatacSo comparegam na sala das sesses
da mesma junta, nos dias cima declarados
pelo meio da, competentemente habili-
tados.
E para constar se mandou afixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tnesouraria provincial de
Pernambuco 2 de outubro de 1852. -O se-
cretario, Antonio Ferreira da AnnunnacSo.
Ctausulat especiaei da arremata^
1 As obras do 22. lanco da estrada da
Victoria sardo l'eitas deconformiJade com
o orcamento e plantas approvadas pela di-
rectora em conselho nesla data, e spresen-
tada aprovacSo do Exm. Sr. presidente
da provincia, ludo na importancia de ris
13:9021310
2. O arrematante comecir as obras no
prszo de um mez, e concluir no de um
anuo, contados da data da assignatura do
contrato.
3. A importancia desta arrematacSo ser
paga em quatro prestacOes iguaes da manei-
ra seguinte:a primeira, quando o arre-
matante tiver feito a terca parte da obra do
seu contrato; a segunda, quando tiver fei-
to dous tercos das obras; a terceira, quan-
do fi'ir recebida provisoriamente ; e a quar-
ta quando fr definitivamente recebida, nSo
, devendo elTectuar-se pagamento algum an-
te de lindar-so o primeiro semestre do
exercicto de 1852 a 1853.
4. Par tudo mais que nSo esliver deler-
diii.ntivo, quo ter luar nesse anuo, dopois
do recebimcnlo provisorio.
Quarta. Para tudo o mais que nSo exis-
MATRIZ DA BOHISTA.
As rodas desla lotera andam no
temdolermiuadonas presentes clausulas, e .. j. ..__._.- infalivrlrnpntp
nem no orcamento, seguir-se-ha o queds- da id do corrente, inldlivelmente,
pea lei provincial n. 286 de 17 do maio de no consistorio da mesma matriz ,
'"conforme.-O secretario, Antonio Fer- aeja q.l for O numero de bilhetes
que lique por vender. Josi
O secretario, Antonio Fe
reir da AnnunciacS')._____
B
J)eclara$5es
COItllElO.
xeira Bisto, thesoureiro.
A pessoa que annunciou querer von-
der, um cscravo sapateiro e bolieiro : diri-
a*. j-e a ra do Cres.o, na loja de Jos Men-
Roga-se ans Ss primeiro c"}'0 ,';;- des d9 Freitas, ou na ra da Sonzala Nova n
mob'alalhSo de infantari, llradilio Jaima
HunizCrdoso, eJos Francisco Cuilherme,
soldado do segundo de fuzleiros, comparo-
c ni no correio geral.
REAL COMPANHIA HE PAQUETES INGLEZBS
A VAPOR.
No dia 21 deste mez, espe-
ra-se do Sol o bem conhe-
ci lo vapor Severn, cumman-
dante Canpman o qual de-
poisda uemora do costumeseguir paraos
poitos ila Europa: para passsgelros, t'ala-sc
emeasa da agencia, na ra do Trapiche No-
vo n. 42.
Banco de Pernambuco.
jBfr
42, quoarhar com quem Iratar, ou annun-
cie a sua morada.
Precisa-se de urna cosinheira livre, pa-
ra casa de hornern solteiro : na rua Nova
n. 42.
-- Aluga-sc para so passar a festa, ou por
anno, um sitio na estrada de Joo de Rar-
ros com casa, duas cacimbas, camboa ,
agoa e bastantes arvoredo* de fructo : a
tratar na rua da Cadeia do Recife n. 30.
-- Desappareceu no mciado do mez pr-
ximo passado um DOleque de nome Ma-
noel, con os signaes seguintes :-- baixo ,
magro, tesla larga, olhos grandes e muito
vivos, levou calsa de casimira j usada, e
OS descontos sSo de 6 por cento at o lim camisa do ri'cadinho encanardo, consta que
do corrente, e de 8 p. c. at 6 mezes. Com- tom sido encontrado nesta cidade, e no Poco
pra e vende letras sobre o Rio de Janeiro, da Panella : quem o aprehender, leve-oa
de quaLiuerquantia e a prasos rasoavei*. rua larga do Rosario, no segn lo andar do
Banco de Pernambuco 16 deoulubrodel852 sobrado n. 23.
O secretario, M. I. de Oliveira.
THElTItO

>
-1
minado as presentes clausulas *eguir-se ha
0 que dispOe a lei provincia! n. 286 de 17
de maio de 1851.
Conforme.O secretario, Antonio Fer-
reira da AnnunciacSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial em cumprimento da orden do Exm.
Sr. presidente da provincia de 13 do crren-
le, manda fazer publico, que nos dias 3, 4 e
5 de novembro prximo vindouro ir a pra-
ca para ser arrematado perante a junta da
fazenda da mesma thesouraria, a quem por
menos fizer a obra dos concert* d< ponte
de Tracunhaem, avahada novamenle em
1 936,000 rs.
A arremataeflo *era feita na forma dosar-
tigos 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17de
maio de 1851, o sotws clausulas especiaes
abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a sta ar-
rcmatac*0comparecam na saladas sessOes
da mesma junta, no* dias cima declarado*,
pelo meio da, competentemente habilita-
da!.
E para constar se mandou afixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 18 de outubro de 2852. O se-
cretario, Antonio Ferreira da AnounciacSo.
Clausulas especiaes da arrematacSo.
1.a A) obra* dos concoitos desta ponte se-
iflo feita* de conformidade com o orcamen-
to aprerentado a approvacSo do Exm. Sr.
presidente da provincia na importancia de
1:936,000 r*.
2.a Estas oDraa deverSo ser principiadas
no praso deum oiez.e concluidas no de cin-
co mezes, contados como determina o arti-
go 37 da lei provincial n. 286
3.a A importancia desla arrematacSo sera
paga em duaa prestacOes iguaes, da manei-
ra seguinte : a primeira quando o arre-
matante tiver feito motado das obras, (i
segunda quando estiverem todas conclui-
das.
Va Durante a execuc8o-das obras o irre-
Quinta leira i\ deoutubro de
i85.
beneficio ha artista
Manuel i Jaetana Lucci.
Logo que a orchestra executar urna bri-
Ihanteouvertura, subir acea, pela pri-
meira vez neste theatro, o muilo interessan-
tee riimssimo drama cu 5 actos, por Mr.
M. Aniceto Bou'geois e Albert.
Magdalena.
)istribiu,So
Personagens e actores.
Lamberto, cura da aldea de.... 0 Rr. J. A.
Costa.
Victor de Francheville- O Sr.L C. Amodo.
Ceo-ge Landier -- O Sr. J. J. B>zorra.
Andrc --OSr. Luiz a. Mouteiro.
Baptista Roussel O Sr. Pinto
Pedro OSr. Joaquim Pcreira.
Thomaz -- O 8r. Santa Rosa.
Ambrosio 0 Sr. Rsymundo.
Antonio, ao servieo de Vctor--O Sr. 11o-
zendo.
Um porteiro do tribunal do Tolosi --N. N.
Madama Francheville a senhora D.Carme-
la Lucci.
Magdalena a beneficiada.
Matnurina-- a senhora D. Amalia Monleiro.
M .i mina --a senhora D. Rita.
Nicotina a senhora D. Jczums.
DenominacSo dos acto*.
Prirreiro acto A RevelacSo.
Segundo a O Roubo.
Terceiro A Fuga.
Qoarto A Volta.
Quinto > A Innocencia recompensada
Camponezes e camponezas soldados e
povo.
A beneficiada julga ter feito urna bella os-
colhacom este espectculo, a espera mere-
cer anda esta vez a mesma proteccSo que
al huje Ihe tem sido outorgada.
Terminara o espectculo com muito ap-
plaudida o sempu desejada,
Tonitlilba liespanboia do poeta e
o muico,
cantada pela beneficiada eossenbores Luiz
A. Monteiro, e Rsymundo.
Osbilhetes echam-se em casa da benefi-
ciada, na rua da Cadeia dn Sanio Antonio
n. 1, e no dia do espectculo, noscriptorio
do ttieatro.
Avisos martimos.
Para o Aracaly segu al o lim da pre-
sente semana, o hiato l.igeiro, por ja t-r a
maior parle da carga ; pira o rosto o passi-
geiros trata-se na rua doVigario n. 5.
I'iio de Janeiro.
O bem conhecido patacho Va-
lente, segu com umita brevidade,
por ter j aiguma carga prompta :
para o resto, escravos a fete e
passageiros, para o que tem bons
commodos, trata-se com os con-
signatarios Novaes & Companhia ,
na rua do Trapiche n. 34, oucom
o c ipilao na praca.
Aluga-se urna casa em Onda, na la-
deiraida Misericordia n. 12 : a IrataremO-
linda na rua de Malhias Fereira.
-- tima peslOi cuja conducta be bem co-
nhrcida nesta prac*, e tendo bastante pra-
tica de agricultura, se offerece para admi-
nistrar qualquer cngenhn,qu>! nSo seja mui
distante desta cidade, para o que possue to-
dos os condec menina necossaiios, o que
unido ao maior zelo e actividale, ospera
completamente satislazer aquello que do
seu prcstim.i so quizer utillsar : a qunm
convier, dirija-se a rua Velha da Boa Vis
ta, casa n. 83, onde achara com quem tratar.
Desappareceu no dia II do corrente ,
um preto creoulo, de nome Marcellino, re-
presenta ter de 35 a 40 annos de idade, al-
tura regular, cheio do ciiriio, barbado, le-
voucalsi e canii-a de algodSo trancado,
chapeo di pallunha amar lio j velho, mili-
to regrista, he conhecido por Maranh3o, por
ter sido escravo do Sr. Jos Pires de Mbu
querque Maranhlo, a quem foi comprado,
por intervencSo do Sr. Manoel de Souza Pe-
reira, consta lor andado por Api pucos e S.
Lourenco, sonde tem mili e prenles: ro
ga-se as autoridades policiaese caoitaes de
campo, a captura do mesinu escravo, e con-
duzi-lo a seu senhor Antonio Maia Cortes,
na rua das Larangeiras n. 28. O mesmo
prutesta contra quelquer pessoa quo o te-
nha orcullo-
Aluga-seuma rasa noCachang, com
bastantes commo los, kara se passar a festa:
a tratar na rua do Cano n. 42.
- Precisa-sede 4 ofllciaes de charuteiro,
que facam 500 charutos, pagase 200 rs. por
cento : na rua do Nogueira n 19, segundo
andar.
Precisa-se de urna morada de casa, a-
inda mosmo co'n poucos commodos, com
tanto que tenha quintal murado, cacimba e
porlUo, sendo na Boa Vista, ou em S. Anto-
nio : quem tiver, annuncie.
O cautelita Antonio Jos
Rodrigues de Souza Jnior avisa
,io respeitavcl publie que tendo
sabido esta manbia, por pessoa fi-
dedigna, o achar-se o resumo da
lotera de Ouro Preto, vindo por
um dos barcos, entrado do Rio ,
lacrou immediataniente tudo o que
ihe restava daquella lotera, o que
avisa para sciencia do publico.
Precisa-se do dous a Ir* meninos, pa-
ra se ensiuar o officio de ourives, quete-
nham boa capacidade : a fallar na loja de
ourives, da rua da Cadeia du Recife, ou na
rua do Cabug n. 19.
-- Alugain-so negros para vender na rua,
pagando-se conforme so ajustar : na rua da
Calcada, venda n. 2, se dir quom quer.
Por urna denuncia falsa que contra
mi in deram polica, de ha ver ru pra lenlo
umerime, que nunca me psasou pelaima-
ginacto; eslive rccolhido ao estado maior
oe polica, desde o dia 17 do mez de junho
ale o da 15 do corrente, em que fui .les. ro-
i:im-ia,l", por gentenca do lllm. Sr. subde-
legado lenle coronel Rodolpbo JoSo Ba-
rata de Almeida, sustentada pelo Sr. Dr. juiz
municipal; em todo o lempo de rninha pri-
z3o fui tratado pela brozi oll -ialidade do
enrpo do polica, com as maueiras as mais
iimanas, proprias de to nobre corporacHo.
A vista distoseila eu o mais inralo dos ho-
mens, se n3o dirigase aos lllms.Srs.olll-
ciaes, principalmente os Senhores comman-
dante e major, os votos do meu reconheci-
mento, asseguraodo-lhes que mintia grali-
dilo para com lodos ser* inlerminavel, e
piompto me achanto sempre para empre-
gar-meem *eu servieo. Recife 19 de outu-
bro de 1852. Antonio de Souza Marinho
-- Precisa-se do urna ama, quecosnhe'e
eogomme : na rua da Cruz do Recife n. 43.
-- Precisa-se de um preto, para andar com
um taboleiro de fazendas : em Fra de Por-
tas, vendan. 145.
- OSr. M. B.S., venda pagar o quo deve
na loja de calcado na rua Dreita, enJo ve-
r seu nome por extenso.
Precisa-si de urna ama, querosinhee
engomoio : na rua da Lingoeta n. 4.
-- Precisa-se de urna ama, quesalba bem
engommar, e tomar conta de urna casa es-
traugeira de tres pesaos*: quem eativer nes-
ta* circunstancias annuncie para ser pro-
curado.
Precisa-se de urna mulher de meia ida-
de, para ama secca de um* casi de pouca
familia, que cosinhe e eogomme: quem ea-
tiver nesta* circunstancias, diiija-ae a rua
da Praia, sobrado n. 49, primeiro andar.
-- Lava-so e engomma-se com to la per-
fdicSo, mais barttoque em oulra qualquer
parte, e contla presteza, por man pre-
ciso que seja : na rua da Guia n. 29, primei-
ro andar.
-- Offerece-se urna ama branca, de boa
conducta, para servir em casa de homem
aolteiro, ou de pouca familia : na rua do
Cabug n. 16, segundo andar.
Aluga-so urna casa terrea, propria pa-
ra qualquer estabelecimento, na rua larga
do Rosario n. 3 : a tratar na praca da Bua-
Vista o. 14
A abaixo assignada, ratifica o annuncio
que fez em 1846, que a quem ella dever f-
i'iis de casis e de sitio, que vam recebar na
sua casa na rua ,1o Livramenton. 6, segun-
do andar, no dia que. se vencer o anno.
Joaquina Maiia Pereira Vianna.
-- Desappareceu no dia 13 do corrente
mez um cabra, alto, magro, rosto comprido
odescarnido, falto do denles na frente, tes-
ta de cantos com alguns cabellos brancos,
falla grossa e aprrssadi, donme Joajuim,
toca lor de viola, e gosta ,lc mi I r raleado,
casado com ti ra par forra que mora no
Barbalho, do nome Francisca, foi escravo do
lllm. Sr. Miguel Martins llibeiro, morador
na rua Velha da Boa-Vista, e por ultimo do
lllm. Sr. Jos Ferrs Daltro, morador no en-
genho Barralho, a quem o pa IreManoel Flo-
rencia de Alhu*qnerquocomprou dito cabra;
roga se a* autoridades policiaes, ou qual-
quer pessoa que o vii,mi, de o mandar pe-
gar e levar ajiu das Trlncheiras n. 48,
primeiro andar, que o dito padre pagar as
despesas.
Acha-se fgido desde o dia segunda- 'ei-
r, 11 do correte, o prelo Honorato, de na-
Co Aigola, de idade 50 annos pouco mais
ou menos, com os signaes seguintes : es-
tatura baixa, corpo romilar, pernas curtas,
ps torios c a.lalhetados, e urna cicatrii de
talho sobre o nariz : I v -1 camisa n catea de
algodo gTOlO amerirano ; o dito escravo
foi do Sr. Julio Jacintho da Oliveira quo o
houvo por compra do Sr. Luiz Jusliniano do
Souza Borba ; he de suppr quo tenha se-
gu lo para as bandas do Serinliaem ou Ipo-
juca, por ler sido desses lugares : por isso
roga-s-a quem o pegar, do leva-loatraz da
matriz da Boa-Vista, sobrado n. 18, ou na
ruado Trapiche no Recife n. 31, pr neiro
andar, que se gratificar o seu trabalho.
~ Arrenda-se urna propriedade, sili na
ruada Florentina,contigua a do Sr Reran-
ger.com ptimas propones para nella se
fundar qualquer estabelecimento om ponto
grande, por ter bastante extensSo, e porto
de embarque pelos fundos : quem a preten-
der, p le ir ve-la,entendendo-se com o mo-
rador da c>sa n, 16 da dita propriedade. o
qual dir com quom se deve Iratar de qual-
quer ajuste.
100,000 rs. de gratiicacao.
Esta desapparecido desde 14 de fevereiro
de 1844 o prelo Joo, le n.ir.io cassange.de i-
Jade dn 38 a 40 annos de estatura regular,
com falta deum ou dous denles da frente
na part11 superior, tem os tornozellos e um
p loveiros, om outro tempo tinha na cinel-
11 de una das pernas urna chaga ; talvez ja
esteja boa ou cicatrizada : quem o aprehen-
der leve na rua do Queimado n. 16, que ah '
s iini'lq iem neo S)u snihora est dar a |
quantia promettida.
o Sr. Caldino Joaguim de Barros, tem i
urna cuta na rua da Cadeia n. 40, em casa [
de Manuel da Silva Santos.
Offerece se um cosinbeiro forro, p*ra
casa estrangeira, ou ntcional : a tratar n
rus da Aurora, venda n. 56
O cautelista Salustiano de
A,quino Ferreira, avisa ao respei-
tavel publico, que as rodas da lo-
tera da matrir da Boa Vista, an-
dam mpreteiivelmente no dia a6
do corrente mei, fiquem ou no
bilhetes por vender ; no dia 37 do
corrente mez, principia a pagaros
seus bilhetasccautelas, premiados
da dita lotera, as lojas docos-
lume.
Precisase de urna ama, que tenha bom
leitc, e que nSo tenha (lino: na rua da Ca-
deia Velha, loja de ferragen* n 56.
A viuva do senador Jos Carlos Ma-
ri ni; da Silva FerrSo, embarca para o Rio de
Janeiro, a entregar ao Dr. Jos Augusto Ce-
sar dn Nabuco Araujo, urna escrava do gen-
to de Angola, de nome (albina com um
(ilho de 4 mezes, de nome Vicente.
Casa feliz, na praca da Indepen-
dencia n. 36.
Tendo de correr a lotera da Matriz da
Boa Vista, no dia 26 do corrente; fique, ou
no bilhetes como annunciou o seu respec-
tivo thesoureiro. O cautelista da casa ci-
ma adverto aos amantes deste jogo, qu
queiram prestar toda Henean ao precn dos
bilhetes desta lotera, combinando-os com
os pi ecos dos bilhetes da lotera do Rio, e
verSo a : 111 -. enea que ha a favor d'aquel-
les : sendo as sortea iguaes.
Matriz Rio de Janeiro
Bilhete 10,000 Meio dildete 11,000
Meio 5,4)00 Quarto 5,500
(JuartO 2,600 Oitavo 2,800
Dcimo 1,100 Vigsimo 1,300,
Espera por tanlo o cnutelhsta, que todo*1 os, para dentro e fra da provincia, agra-
quanlosgostam deste jogo, deema pre'eren- dando pigSo-se bem : na rua das Larangei-
cia em primeiro lugar aos bilhetes da lote-1 s ">. 'Rundo andar,
riada provincia, por ser para beneficio, e I Lompra-se papel de Diarios, para em-
melhoramenlo deum de seus melhores tem- brullio : na lraves-a das Cruzas n 14.
pos, para os quaes devemos lodos concor- Lomaram-so escravos de ambos osse-
ror com influencia, e rigoroso dever. Na W1B0B Oibilidades, ousem ellas ; pagam-
rua Nova loja do chapeos n 4, ha rautellas f bem sendo bonitas liguras l na rua es-
da lotera da Matriz para se vendercm ; a el- tre" do Rosario n. 28, segundo andar,
las, que retan pouca. | Comprare um armaelo env.dracada
--Alfredo de Mornay, empresario da es- que seja moderna e sirva para loja na pada-
(rada de Ierro que so tem do construir na "" J "> ova se dir quem.
nrovincia de Pernambuco, convida as pes- -Compra se um milbe.ro de telh.sj* ser-
so.s que por ventura desejareni obler ac- vidas: quom as tiver, annuncie.
Coas da respectiva companhia, a so dirig- -Com.o-.-se um braco de batanea em se-
rcmao referido empresario al o di. 18 do Runda mo que tenha ene. palmos : quem
meid* outubro prximo futuro, em cas. Uverd.r.ja-se a Rua Augusta^n..
-" **+t .'Alfredo do Mornay. I ^Sfi. escrava. creoula. ou
Tendo-sc de construir um caminho de parda que saiba lavar, engomar ecozer com
pe 1,'ir.io : na rua da Moela n. 25.
Aluga-ae o primeiro andar, da casa dt
rua da Guia n. 42, com duas salaa e cinco
quartos grandes, por preco commodo :
quem o pretender dirija-se so 2.* andar.
(as A luga m-so e vendem-se hixisns m
praca da Independencia n. 10, con-
froiitearuailasCruzes. 41
*(!>*
Jsrdim das U unas.
Peridico de instrucedo e recreio para o
bello sexo.
Sahioaluz o numero 10 deste peridico
dividido em duas partes, una instructiva,
outra recreativa, com 8 paginas de texto
cada urna, formato grande. Acompanha-o
urna eslampa grande, contendo lindo* ril-
os de bordados e labyrinlos As aaaignatu-
ras recebem-so na rua eslraita do Rosario o.
28, primeiro andar, a razSo de 2,000 ra. (pa-
go* allantado) por serie de 6 nmeros.
No Bazar n. 4, rua do Viga io, se acba
presentemente um sortimenlo grande de fa-
zendas franceza* e inglezas.a*quaes se ven-
dem a retalho ou em porcOes ao goato dos
compradores, pelo preco de atacado; tam-
bemsaacham mantas de linho muito lin-
das para montara, palitos feilos, urna ma-
china galvnica, muito lindos quadroa, uos
pintados a oleo eoutros de estampa*, dous
cabriolis inglezes, um do* quaes se vende
com cava lio ou sein elle, e multo* mais o ta-
jelos que por falta de espac.0 nlo se pode
particularisar.
Compras.
Compram-so escrava* eevendemse, ro-
cebem-se de commissSo, lanto para a pro-
vincia, como para (ora della: na rua dos
Quarleis o. 24, segundo andar.
Compra-se um violio em bom uso ni
rua do Livramento n 10 subrado.
- Compram-se escravos de ambos os se-
f "ro que par.m lo da c.dado do Recife
o passando pelus districtos mais assuca-
reiros da provincia de Pernambuco v
terminar na villa d'Agoa Preta confor-
me as estipulabas do contrato celebrado
entre o governo imperial e V. e appro-
vado pelo poder legislativo dirijn-.ne a
V. para o lim de obler (
Vendas.
Vende-se urna cama de ja-
. acedes0d caranda para casados, por com-
valor de vinle libras esterlinas cada orna modo preco : na rua do Crespo
|vinte libras no cambio actual de 27 1 |J wf. J,,j, |;a
d. he igual rs. 176,150 ) ; e esperan-
a. n.
16, segunda loja.
do que V. se sirva transmillir a presen- -- Vende-se sal do Ass, em pe Ira, a bor-
le declaracSo dirnetnria da enmnanhia do do hiate S. JoSo : a Iratar com o m
-- Precisa-se de 750/000 rs. a premio de edes que t.verem sido pagas, cuja importan
_ diroctoria da companhia do do hiate S. JoSo :
que se tem de incorporar para real.sar a re- do mesmo, ou na rua da Madre de Daos, lo-
forida obra cumpre-me significar-Ido jan.34.
n3o obstante o que lici expostoa intancSo ~ Vende-se um negro moco, de bonita
em quo estou de aceitar o numero de ac- figura, e um moleque, muito sadios : na rua
COesqucpor venina houvor do cober-me da Paz, cocheira do Antonio Baymundo de
ainda que menor seja do que a mxima aci- Miranda.
mafixado. Por esta occasiao ton bu outro CajxM para rape.
mii de declarar-lhe quo mo utrigo a pagar N, r||a ,, Cn,t0l!i ,i (lelo n. 14, venlem-
as respectivas prestacOes no lempo e pelo ae ,9 BXCe||8ntes eaixas de chifre do Araca-
modo que a directuria houver de determi- ly jmjlani]0 9 do tartaruga, e por muilo
nar,- e no o fazendo dentro de periodo do majs c )mml) i preCo.
30dias .lepoisdo nolilicado, dea desdo ja .. vondem-se duas lir
entendido que cessara
nao s as accOes como
... lindas negrinhas.de 7
lo to o rneu direito t 8 annos proprias para presente de um pai
tambem as presla- uma (||la na riM Velha n. 55.
I por cento ao rooz, por espteo de 2 annos,
pagan lo-se os juros meusalmento ; sobre
hypotheca em una propriedade de casa ter-
rea fe.ta a moderna em urna das melhores
mas desla cidade : quem quizer dar annun-
cie para ser procurado.
-- Precisa-se de uma ama, forra ou es-
crava, boa costureira, e psra trotar de me-
ninos, para urna casa esUangeira do pouca
familia) na rua da Aurora n. 8, segundo
andar.
Precisa-se de um bom cosinbeiro, for-
ro ou escravo, na rua da Aurora n. 8, se-
gundo andar.
A o publico.
Chegou afinal a occaaiSo de sorem satis-
feitus os desejos do judas mos'ic>, dn cn-
ctaer-se de fazendas, por observ cAes do
resioa de angico especulador de Iranpolini-
ce*.Era impossivel quo entro tantos so-
cios no pparecesse um fariseu Lucifer, ca-
paz de vender Jesus-Christo II!... que
quizosse honrar a MioottClO; e conside-
rando-s incapaz de ser socio, se despedio,]
par assim nutrir o nariz com a fazen la do
que tanto padece Collado t 1
Precisa-so de uma ama de leite, forra
ou captivf, para cr.tr urna menina do 3
mezes : na rua do Livramento n. 14.
Precisa-se de umn ama de leite, pari-
da do pouco tempo, e sem (ilho : na praca
da Independencia, livraria n. 6 e 8.
-- Vondo-se um boDito mulato, de 25 an-
nos deidado, proprio parallo servieo: a
Iratar na rua da Madre de Heos n. 10, ar-
mazem de couros, das 8 horas as 4 da tarde.
Vende-so um mualo de bonita figura,
de 25 annos de idade, pouco mais ou me-
#e9liaj;Kaf f*paP'*'^ nos, com as habilidades seguintes :-- bom
4 O consultorio hoiiioeaalliico da rua i* cosn|leiio, lava o engomnia optimamonte, e
O Trapiche Nova numero 16, dirigido 9 tamhem entende de servieo decampo : no
cia reverter em proveilo da companhia.
Nome por inleiro............
Data....................
Moradia.................
Profisso.
pelo Dr.Pires llamos Jnior, foi trans-
ferido para a rua da Cadeia do Recife
n. 41, no segundo andar, por cima da
loja do lllm. Sr. Jo3u Cantazo Ayres,
onde ja foi o consultorio ,10 Sr. Dr.
v.1,1110, alu se encontrar ca.teiras
com medicamentos ho.nceepatli.cos,
largo da Assombla, cm casa de Joaquim
francisco de Alm.
i-g- Uicos leques de madreperola
com penas.
Vendem-se na rua do Queimado, nova loja
de miudezas n. 47 de Antonio Jos de Aze-
V tulios avulfos, tinturas de qualquer *>, vej0i os melhores leques de malreperola
4 ilina un.,,,'.,o, o tambem se refazem >. qUe aqui tem vindo, tanto pelas ricas figu-
y aquellos que esliverom deteriorados. >, ras que trazom, como por serem muito for-
4 Propagandas hoiniuopathicas do lllm. 4> nidos-a riles antes que se acabem.
Sr.Dr. Sabino, pelo proco de 1,000 rs. g jjj^, carleiras COm charu-
4 cada cxemplar. Kstes medicamentos t} *"*
4 eja experimentados pelo Sr. Dr. Sabi- > Vendem-se as mais ricas carleiras com
i no na sua longa clnica, sendo os re- |- charuteira quo tem vindo a esta provincia,
sultados os mais fel.zes; todas as car- %> com bolso para charutos, e juntamente uma
teiri-s que sahirem deslo consultorio
levarSo a firma do Sr. Dr. Sabino. As
consultas silo das 8 huras do da at
as 3 da tarde; depo.s destas horas s
rica estampa praliada, representando arvo-
redos com figuras de baixo, as quaes os
amantes do bom gosto po 1,011 procura las
na rua do Queimado, na nova loja de miu-
(9 o poderSo procurar na rua da Cruz fc< dezas n. 47, de Anlonio Jos de Azevedo.
i do Recife 1. 50, segundo andar Auna I 'or eir da Silva, mu,-risada por
Offerece-se um homem do idade, para ,
caixeirodovond, do quo tem pr.l,c,%u' P/.oV'^do^Lxm. TJI^M*
para qualquer occupac'o: a fallar
d
curado.
que
prese
a sen
rara honra ao uiorilo, o atir.lhantar sua
empreza. O Just.ceiro.
Perdeu-se da rua de S. Francisco, es-
trada de Belem, indo-se a cavallo pelo caes'
,ara qualquer oceupaeflo: a fallar na rua Francisco Antonio MtalN, ^ jullm
las Cruzo* n. 40, ou annuncie par. ser pro- < corrente inno, tem abelo o. cas. de su.
. r r residencia, na rua das (rincneiras n. 50,
- Rog.-se .0 Sr. empresario do theatro, I "^a aula de instruccSo primaria do primei-
nunciaiile emprega
em nSo desmerecer
-Manuel de Almeida Lo,,es da Silva em-
d. Aurora, um anel esmaltado com seis pe! b.rcapira O Rio de Janeiro os seus escra-
dr.oh.sdcbrilhantes cm circunferencia, e vos, Manuel,, cabra, o Mana, '!
uma maior no m^io 1 quem -chou-o. leudo -*. ue S8bere"1 numer. J "Oes
conscienciaequere..dorest,tui-lo, leve-oa'que convem comprar, da estrada de ferro
rua do Crespo n.(7, quesera recompensado de Cenia ...buco, mullas pessoas leen per.
Ha homens para tudo '. i guutado quando, mais ou menos, sera pre-
llontemlSdo enrenle, deu principio a : cisu pagar a primeira prestaeflo, e qual a
comprar fazendas ojudas, deque se com- proporcSo do valor tota l.l.s .ccoes, *e ser
poe i associacSo dos logistas desta praSa ;. osla prestacSo e tambem a prestacSo e
par.bens senr.ores associ.dos que muilo lempo do pagamento das oulras prestacOes.
ganh.stes con a sabida desso estupido, que Para a inform.cSo do toda.. ei> Pem' qiie
fazia deshonra vossa cl.sse, esse homem nSo sabara a marcha de companhia* que se
he OTelesinbo.
A pessoa quo usou da graca de tirar
um relogio de praia, no dia 17 do corrente,
a tarde, por volta das 6 horas, em uma das
vendas da rua das Larai.g iras, em occasiSo
que csiava-.se fazendo urnas compras na
mesma venda, tenha a bondade de ir resti-
tuir a seu dono, na rua da Penha n. 23, se-
gundo andar, pois quo a tal brincadeira
epeira lu lo, e igualmente pede se a quem
for otTarecido, que tenha de capturar o es-
pertando, aendo os signaes do relogio os
seguintes : -- grande, de praia, fabrica co-
berla, machinismo inglez, tem o mostrador
ie lonca, letras de algar.smo romano e pre-
tas, e tem no mesmo o calendario, que mus-
ir os dias do mez, e tambem oregislodos
minutos.
-- Na rua do Crespo n. 10, deseja-se fallar
com o Sr. Mari.iiho da Silva Costa, ou com
alguem que faca suis vozes, a negocio que
Ihe dizrespeito.
<3j- Hico sortimento de luvas de
peiiea seda e torcal de todas
as qualidades.
Vendo-se n* rua do Queimado. na nova
loja de miudezas n. 47. de Antonio Jos de
Azevedo.
FstojQS com novalhas finas, a
1,600 rs. cada um.
Vendem-se navalhas muito finas com cabo
de unicorne, a 1,600 rs. cada um : na rua do
ra lodos os seus desvelos 0uejnj0, na nova loja de miudezas n. 47,
do seu MnoeilO. fe Anlonil( Jos de Azevedo.
Lindas carteiras para senhora.
Vendam so na rua do Queimado, na nova
loja de miudezas n 47, de Antonio Jos de
Azevedo. .
Penas de ac muito linas.
Vendem-se na rua do Queimado, na nova
loja de miudezas n. 47.
Capachos compndos, a 5oo rs.
cada um.
Vendem-se ni ru do Queimado, ni nova
loja de miudezas n. 47, de Antonio Jos de
Azevedo. .
Cartas para voltarete muito
finas.
Vendem-ae na rua do Queimado, na nova
loja demiudeznn.47.
_ Vende-se farello multo novoe de su-
perior qualidade, no armazem de Couvea
& Dias, no caes dalfandega.
Sorvete as n horas.
Na rua do Rosario estreita n. 43, conti-
nua ter todos os dia* das II horas do di* so
4 da tarde, e dos 6jaa 9 da noute : preco 16*
rs.
- Vende-se milho em siccis muito novo:
no caes da alfandega, defronle do quindaste
de ferro.
A 300 rs. a vara,
Na rua da Cadeia Velha, loja n. 33, ven-
de-se muito bom algodSo da larra a 200 rs.
lavara, em peca de 50 varis.
forma... para execular grandes empreza*,
he advino por meio deste, que a primeira
prestacSo no se paga at que a compinhia
esteja urganisada, (no caso actual, provi-
velo ente d'aqui a 4 prra 6 mezes ) e que
nao excode de 10 a 20 por cento do valor
total de cada accSo ; e que o resto se paga
conforme o adiantamento da empreza em
pequeas p.estaco s durante o espaco de
alguns annos. Alfredo de Mornay.
Deseja-se saber o lugar onde se ach re.
sidindo u Sr. Manoel de Kreitas Guimarfies,
(ilho do Amia Joaquina de Kreitas Cuima-
rfles, ambos naturaes de Portugal, para ne-
gocio de interese,e tendente ao mesmo Sr:
nr.cu. delle tiver noticia ou aouber, lera a
Sndalo de se dirigir Travessa de S. Pe-
dro, ca*a u. 2, fallar com Francisco Joa-
quim ..aspa.-. .
l.av-se e engomma-se, com mu.la per-
feicSo e asseio : no pateo da Ribeira deS.
Josn 15.
r


t r*
V
Sands
Deposito de panno de algodao da
fabrira de Todos os Santos da
Babia.
Vende-se o bem conhecido pan-
no de algodo da Babia, proprio
para' saceos e roupa de escravos,
a vontade do comprador assim
c brica no escriptorio de Novaes
& Companlua, narua do Trapi-
che n. 34'
Em casa de J. Keller &
Gompanbia na ra da Gru n.
55, ha para vender dous excel-
lentes pianos fortes, e de urna das
melhores fobricas, chegados lti-
mamente da Europa.
Batatas novas
Francezas, em gigos de 4o li-
bras, chegadas no brigue Cesar ,
por precos muito commoJos : no
armazem da travessa da Madre
eos n. ai.
A 3,000 rs. o corte.
Na Ioja do esquina, que volla pan a ra
do Collegio n, 5, vendem-se corlas de nielas
casimiras a 2,000 rs., e bonitos cortes de
cambraias francezas de coros, a 3,200 rs. o
corte.
Vende-sc caixas com cera
em velas, de 3 at 16 em libra ,
fabricadas em Lisboa, e no RO de
Janeiro, por preco mais couimodo
do que em outra qualquer parte :
trata-se com Alachado & l'inhei-
ro, na ra do Vigario n. 19, se-
gundo andar.
Vonde-se cb bysson muito novo, e de
superior qualidade, por preco commodo; o
4
Taixas para engento**.
Na fundicSo de ferro de D.
VV. Bowman na ra do Brum.
passando o chafariz contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao
comprador.
Vende-se a excellente typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montada, tanto de bons pre-
los, como de typos : quem a pre-
tender, dirija-se a ra dar Praia
n. 55, a tratar com a Viuva Roma
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol do seda ingle-
zes chegados pelos ltimos navios, pelo di-
Tinuto preco de 5,000 rs. cada urna : na
ra do Collegio n. *.
-- Urna encommenda de cobertores,
Que por serem poucos
N80 podem chegar
A todos os compradores,
a 1,600 rs. cada um : na ra do Crespo, Io-
ja n. 6.
Feijao novo a 6,000 rs.
No armazem de (ouveia & Das, confron-
te a escadinba da Alfandega.
Queijos do sertao.
Vendem-se muito bons e fres,caesqueijoi
do serlSo; na ra do Queimado n. 1.
Yendem-se saccas con la-
reos : na ra da Madre de Dos,
armazem n. 10.
-- Vonde-se urna escrava creoula, boa en-
gommadeira, cosinheira e cuslureira : na
ra Uella n. 16.
Na ra do Crespo, Ioja n. 6.
DA
WIftll@IWAl!
SALSA PARRILHA.
Vicente Jos de Brito, nico a-
genteein Pernambuco de B. J. D.
Sands, chimico americano, faz pu-
blico, que li'in chegado a esta pra-
9a urna grande porcao de frascos
de salsa parrilha de Sands, que sao
verdaderamente falsificados, e
preparados no Bio de Janeiro, pe-
lo que se devem acautelar os con-
sumidores de tao precioso Talis-
mn, de cabir nesteeng-no, to-
mando as funestas consequencias ,
que sempre costumain trazer os
medicamentos falsificados, e ela-
borados pela mao daquelles que
antep5em eus nteresses aos ma-
les da bumanidade. Portanto, pe-
de para que o publico se possa li-
vrar desU fraude e distingua a
veidadeira salsa parrilha de Sands
da lalaificada, e recentemente a-
qui chegada ; o annunciante faz
ver, que a verdadeira se vende
nicamente em Ba botica, na ra
da Conce95o do Kecife n. 61 ; e ,
alm do receituario que acompa-
1111 ,* cada frasco, tem embaixo da
primeira pagina seu norae impres-
so, e se achara sua firmo ern rua-
nuscripto sobre o involtorio im-
presso do mesmo frasco.
Moinbos de vento
com bombas de repuso para regrar hortas
ebaixasdocaplm nafundicSode D W. Bow-
mamiia ra doBrumns.6,8e 10.
Deposito la fabrica lo Todos os
Santos 11a lialiin.
Vende-se,emcasa do N. .Uinber& C,
na ra daCruz n. 4,algodflotran8ado a-
quella fabrica,muitoprnprio liara saccosde
assucareroupadcescravos.porprecocom-
lllmm.
a 130 rs. o covado ou 4,5oo rs.
a pe9a.
Na ra do Queima lo, Ioja n, 3, vendem-
se chitas escuras muito boas, e de lindos
malizcs, pelo baratsimo prego di 120 rs. o
covado. ou* 500 rs. a peca ; bem como ou-
tras fazendas baratas.
Cal virgem de Lisboa.
Vende-se superior cal virgem,
chegada ltimamente de Lisboa, e
por pre90 muito em conta: no ai-
inazem do Caes da Alfandega n.
7, ou a tratar no escriptorio de
ovaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 34*
Fazeuda da moda.
Veudem-se superiores cortes do cambraia
de salpicos braucos do cor, pelo diminuto
preso de 3,500 rs.: na ra do Crespo, Ioja
n. 6.
l'otassa americana.
No anligo deposito da cadcia velha, n.
12 existe urna pequea porcSo de potassa
americana, chegada recen teniente que por
superior rivalisacom adallussia: vende-
se por preco razoavel.
Deposito de cal-e potassa.
No armazem da ra da Cadcia
do Itecife n. 13, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedia ,
assim como potassa chegada l-
timamente a precos muito ra-
soaveis.
Agenciado Edvvin Mavv. (^j'virgem da mais nova que lia no mercado.
Naruade Apollou.6, armazem de Mc.Cal- Aleita freguezos
inout Companhia, acha-ac coiistanleiiienle Que sg0 chegados,
bons sortiinentos de laixa de ferrocoado el Cobertores de algo ISo
batido,lauto rasa como fuudas.mocudasin- Muilo elicorpados.
eiras (odas de ferro para aninacs, agoa.etc, j| ruj ^ jj,eSuo,|oia da esquina que vol-
ltas para armaren, madera de lodos os ta-| Cadeia, l,00 H. cada um.
tnanbosc madellos o mais moderno, machina, I""'""*" '
horisoutal para vapor.com forca de 4 caval-, b'arlllta de nia-adlOCa a 1,000 H. a chalariz n. 19.
los, coucoa, paasadeiras de Ierro csiauhadoi ,, Carnauba,
paracas de pulgar,por menos precoque os. s>tcrt. ^ ^ Vemle-se a mais superior cera de carnau-
de linho, a 480 rs.; ditos de cassa grandes,
a 160rs.;riscado iMiuho a 180 rs. o covado
e muitas oulras fazendas em conta.
Vendem-se saccas com fa-
rcllo
qu'zvr, aonuncie.
POTASSA.
Na la de Apollo, armazem n.
la B, de Leal Kes, vende-se por
e su-
de 3 a 4 arrobas : no ar- Q rfl;0ave|| niuilo nova
maten de Antonio Annes, no caes perjor po|assa) cnega(ia ha pouco
do Bio de Janeiro.
-- Oceutelista Antonio Jos Rodriguesde
Souza Jnior, faz sciente ao respeilavel pu-
blico, que tem exposto a venia ein sua Ioja
da Alfandega.
*S#***##A***
Botica bomeopathica.
*l 28 ra das Crozes 38 2
9) Ha para se vender algumas caixas (
m ncs com niedioamentos em tintura, a>
*; Cada urna sera acompanhaJa de um <;>
<$ Irasco com glbulos uerles e o fe
aj. meio de os preparar, f>
Vondem-se assoguinte semenies:
nabos,ral.anos.rabanelcsencarnadosebran- ,os_ uecinnos, e vigessimos, d
eos, soi'iila, couve trinxuda alate ala-imalrlz da |tUH_visla, que corre
moa, repulhuila,chicoria, senoulas, reijao '
ca'rapalo de tres qualidades.ervilha loria e
diteila, fava, coontro de toucei-a, sali;a, to-
mates grandes, repollio, couve lombarda,
sabina, c inustarda : ua ra da Cruz n. 46,
defronte do Sr. doulor Cosme.
Vende-sc .-uperior mate do
hioGrande, muito novo : narua
das Ciuz do Becile armazem
n. 62.
Vende-se o sobrado da do II andares da
praija da Boa-Vista u. 8 : a tratar na ra do
Ciespo, Ioja do Sr. Juaquun da Silva Castro.
Veodem-seamarrasdeferro: na "ia da
Scir/alla Nova 0.42.
Potassa da Bussia, e cal virgem.
No arn'azem da ra do Trapiche n 17, de
de ferragens, na ra do Queimado, junto ao
becco d Congregac-lo n. 37 A, e na mesma
ra,Ioja n. 12 de JoHo aplista Rodi igues de
SoQZa ; 110 aterro da lloa-Vi>ta,loja de miu-
dezas n. 48 de Antonio da Silva CuimarJes ;
e na ra da Cadeia do Itocife n. 2t, Ioja de
caoibiode Vieira da Silva, os seusafoiluna-
dos bilheles, meios bilheles, quarlos, quin-
oteria da
mprcleri
velir ente no da 26 do correte aos precos
abaixo, e as mesoias lujas se paga logo o
premio que sabir nos releridos bilheles e
cautelas.
10,600
5,400
2,600
2,100
1 100
600
t I
Rillietcs
Meios
Quarlos
Quintos
Decimos
Vigessimos
A 1,280 ris
Vendem-se cortes de lias para cale,
1,280 rs.; na la do Crespo, Ioja n. 5.
Vende-sc niassa de tomates
para tempero; tinta de marcar ro-
pa, e potes mui lindos para con-
servar rap, e de atnanhaa por di
JosKerreira Basto, ha para vender superior j 1 snrvp,p a. ,np Ja p
potassa da Hussia, chegada ha poucos dias.e ante liavtra soryete ao meio da e
de noute, na Ioja de liourgard.
Pelles de cabra.
Vende-so superiores pelles de cabra, mui-
to bem cutliilas, pelo diminuto tueco de
18.000 e 20,000 rs. o c-nlo; assim como
sola e sebo relindo; no armazem de t. II,
Andradi) & C, na ra da Cruz, confronte o
a a 1,600 rs. a j
s&cca.
de cobre, csc'ovensparanavios.ferro inglet j No armazem de J. J. Tasso Jnior : narua ha quo ha no mercado, ior menos preco
laotoembarrascoino em trcosfolhas.etudojQ dAmorim n. 35 doqueem lualquer parte, em consequen-
por barato nreco.
'
r iiiinu umw, Vendem-se lonas, brinz3o, brins, e Icia de se querer acabar; na ru
-- Vendem-se 4 negros mocos e robustos, mB,s |nas da Russia ; no armazem de N. confronte o chafariz n. 19.
proprios para trabalho de campo, nina ne- (j_ 1: -i-t-r & Companhia, na ra da Cruz /m(
gra de meia i lade, mullo robusta o sadia, D 1
II u-
da Cuz,
por 300,000 rs., urna negrinha de 12 anuos
muito linda, um molecole dn 18 anuos, ,
dous dito de 20 anuos : ua ra larga do Ito-
Sario n. 22, segundo andar.
Vende-se um cabriole!, com cavallo
ou sem elle; para vor na cochelra do Sr.
Antonio Kerreira da Silva, ao p da cadeia,
epara tratar na ra do Quoimadu, toja do
sobrado amarello u. 29.
Arados de ferro.
Na (uudicSo da Aurora, em S. Amaro,
veudeui-se arados de forro do diversos
momios.*
(jiiiiiin 1 de engommar.
Vendem-se saccas com gomma, muito ai-
va, propria paia engommar c fazer bolinhos,
por nSo ser secca ao fogo: na ra do Quei-
mado n. 14.
Vendem-se os verdadeiros selins m
glezos, patente, de molla e sem ella na
ra daSonzalla Nova n.42.
,Vendem-se relogios de ou-
ro epr&la, patente inglcz: na ra
da Senzalla iNovau. 4*>.
ACEiSClA
da fund9o Low-Moor.
KUA DASENZA1.LANOVA N. 43.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
tueiilo de moendas o metas mo-
endaspara engenho machinas
de vapor, e taixas de ferro bati-
do ecoado de todos os tama-
itos, paca dito.
Moenilas superiores.
Vende-sc na ra Nova o. 26, um
la de bano apparelliada de prata, com seis
chaves, (or 8,000 rs.
-- Vendem-se seis arreios para cabriole!,
todos chegados prximamente de Franca:
a fallar co". Manoel Cardlo da Fonseca, na
Mar do CorpoSanto.
AOS loiimo.s E ri lOOO.s DE RS.
O cautelista Salustiano de A-
quino Ferrcira avisa ao respeita- Iqum Pereira de Mello, defronte
apeos do Chily.
Vendem-se chaieis do Chily de todas as
1 un i.liile-, por preco muito barato : na ra
jdo Crespo n. 23.
- Vende-sc muito em conta urna casa si-
tuada na Casa Foite, leudo do frente >h; >-
janellas o urna pnrla, bmn quintal r mi arvo
res de fruclo, o excellente cacimba : as pes-
soasa quem .samrlhanle negocio ;onvier,
I mi;. 111 dirigir-se a ra Imperial n. 79.
No armaiem de Jos Joa-
lnstrumentos de msica.
Tanto para orchestr, como pa-
ra msica militar, vendem-se mui-
to em conta : em casa de Brunn
Praeger fk Companhia, na ra da
Cruz n. 10.
Veroiz d'i gornrna copaUcontini a
vender-se na botica da roa do Hangel, a
1,280 rs a garrafa.
aWV|raWiaa
bantois Pailhetck Companhia*
Conlinua-se a vender no deposito^
geral da ra da Cruz n. 52, o excel-
Iintee bem conceituado rap areiaV
preta da fabrica deGantois Pailhet&V
m Companhia da Baha, em grandes eS
pequelas porches pelo preco ettabe-p
4 lecido. m
Aloendas patente.
Acaban de chegir moendas e meia moen-
das de varios tamanhos da patenle da A e
1: Me Mnrii.iy em casa de llotha e Bidaolac,
ra do Trapiche n. 12, aonde tambern ss
achara arados de ferro do mu lelo mais ap-
arova lo para a planlaclo da canna. Estes
arados sSo construidos na fabrica mais ac-
creditada em Inglaterra e cootom vanlagens
sobre os oulros aradoa.tanto ao seu arranjo
como na sua dnracSo.
Tachas de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro,
e tambern no deposito na ra do Brum logo
!. A anguidade da salsa parrilha de Bristol, lio clarameiile provada, pois que ell- '-a entrada, e defronle do arsenal de mar-
dala desde 1832. e que a de Sands so appareceu em 1842, poca na qual esle droguis-1, nsemPfa grande aorlimento de
la nSopJeoblera agencia do Dr. Ilrisiol. itachas tanto de fabrica nacional como ea-
2.* A superioridade da salsa parrilha de Bristol he incontestavel, poisquo n3oobs-i g0lr'' D*l|das, fundidas, grandes, pe-
tante a concurrencia da de Sands, e de urna porcRo do outras preparemos, ella tem man- *tuen,s' r",s e fundas; a em ambos os la-
tido a sua reputacao em quasi toda a America. garesexistem guindastes.para carregarea-
As numerosas experiencias feitas com o uso da salsa parilha em todas as informida-in,*ouc'rros'llvrededeapeza : os precia
des originadas pela impureza do sangue, e o bom xito obtido nesta corto polo III m. Sr. man comino los.
hr. Sigaud, presidente da academia mpeiial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr. An' Pianos,
ionio Jos l'eixotoom sua clinica, e em sua afamada casa desaudena Camhoa.pelolllm.1 firunn Praeeer & Coinnanhi 1
Sr. Dr. Saturnino de liveira, medico do exercito, e por varios oulros mdicos, per-1 j '
millem boje de proclamar altamente as virtudes ellicazes da salsa parrilha de Bristol. |recel>eratn os mais podernos p.a
Km consequencia de se ter fexado a botica do Sr. Jos Mara, mudou-seu deposito da nos, de e\ relien tes v07.es que es-
AmmmAM
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
MIattTSTlAlfMBS.
A salsa parrilha deBristol data desde 1832, i tem constantemenle mantillo sua reputa-
rlo, sem necessidade do recorrer a pomposos annuncios de que as preparaedes de m-
rito podem despeusar-se. O sucesso do Dr. Bristol tem provocado i 11 ti mas 111 vejas, a
enlre outras, as dos Srs. A. II. I). Sands, de New-York, preparadores e propietarios de
salsa parrilha conhecida pelo nome de Sands.
Estessenhores solicitarlo ero 1812 a agencia de Salsa parrilha de Bristol, e como nSo
o pudessem obter, fabricaro urna imitac3o de Bristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R.l). Sands escreveram ao Dr. Bristol, no da 20 de abril
de 1842, e que seaclia em nosso poder :
Sr. Ur. C. C. Bristol.
Bfalo, etc.
Nosso apreciavol senhor.
Em todo o auno passado temos venlilo quantidades coisideraves do extracto de
salsaparrilhade vm. e pelo que ouvimnsdjxer de suas virtudes aquelles que a tem usa-
do, julgnmos que a venda da dita medicinase augmentar muilissimo. Se Vm. quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultara multa vantngem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos.resoonda sobreest assumpto, e se Vm.
vicr a esta cidade daqui a um me?, ou cousa semelhante, loriamos muito prazer em o
verem nossa botica, ma do Fulton n. 79.
FicSo s ordens de Vm. seus seguros servidores.
Assignados) A. B. D. Sands.)
CONCLUSAS.
salsa prrilha de Bristol para a botica ingleza ra da Madre de Dos n. l,e ven lo-so a 5/000
o vidro.
vel publico, que a lotera da ma-
triz da Boa Vista corre imprete-
rivelmente no da aG de outubro
do crtente anno, e esto expostas
a venda os seus afortunados bilhe-
les c cautelas da mesma lotera ,
na prava da Independencia n. 4 1
leja de miudezas de fortnalo Pe-
reira da l'onseca Bastos ; 11. i3 e
i5, Ioja decapado do Arantes ;
n. 37 e 3g, Ioja de calcado de Por-
to Se Companhia, e na ra da Ca-
deia do Becile n. 46, Ioja de miu-
dezas de Jos Fortunato dos Santos
Porto.
Bilheles
Meios
Quartos *
Quintos
Decimos
Vigsimos
10,(100
5,3oo
3,600
2,100
1,100
600
Na fundicSo de C. Starr& Companhia, 1 I ll 1 liT 1P irlDIl/
nmS. Amaro,acham-seavonda moendas 11 111111', II, I I ll I ,\
de canna, todas deerro. e ummodeloe' .VIUI1UU lili 1 .1111 ti.
consiruccomuitosuDerior. I'abrica de chapeos ue sol, na ra
Vende-se um sobrado de um andar, do t'ollegio h. l\
sito na ra do Livramento : a tratar no aler- A, d gortmcnlo j annunciado, rece-
jo da Boa-Vista n. 10, sobrado; lambem se, beu.se|navi0 ,Iavr'Ci u|tilnt vj|l'j0 do
vende urna negra boa quitandeiru. franca, um novo sortiinonto de chapeos de
Cal Virgem. M>l de seda* de panninho, para hornese
Vende-se cal do Lisboa a mais nova do'senboras, dos ltimos gustos; superiores
mercado: na ra do Vigario n. 19, primei-'chapeos de sol de sedacum cabos decana.'e
indar, escriptorio de T. de Aquino Fonseca outros dos melhores que tem viudo a esla
4 Filho, ounarua do Trapiche, amazem de'praca, que se cootinuam a vender por me-
Aiitoni 1 Augusto da Fonseca. nos preco que em outra qualquer parle.
do guin laste i'a A11 mle^.i, ven
ilem se superiores batatas, as me-
lhores que ha no mercado, vindas
de Lisboa, pe!o brigue flor do
Mar, pelo barato preco de 800 rs.
a arroba.
-- Vendorn-sn duas rscravas, urna cozc,
cosinha, lava, e he quitan leira ; o oulra la-
va, cosinha, o he vendedeira ; na ra larga
do llusario n. 35, Ioja.
Lotera da Matriz da Boa Vista.
Aos 10:000,000 e 5:ooo,ooo de rs
Na Ioja de miudezas da praca da
Independencia n. 4 7 vendem-se
bilbetes inteiros, meios, quartos,
quintos, decimos e vigsimos, que
corre ciprelerivelmentc no da 36
do corrente.
Bilheles inteiros
Meios bilheles
Quartos
Quintos
Decimos
Yi>e*imos
Alerta freguezes.
Na ra do Calinga n. 6, vendem-se luvas
depilica muito superior s, para homcm, se-
nlinra e menina, a 720 rs. o par ; ospelhos
grandis muilo suiiurioros, com molduras
10,000
5,000
3,600
3,100
1,100
600
Lotera de Nossa Senhora do
K osario.
Casa da Fortuna, ra Direita n. 7.
Na casa cima e nos lugares docoslume,
esla a venda um completo soilimento de
cautelas, bilheles e ineius, da loleiia cima,
cujas rodas breve ser marcado o da impre-
teiivel do seu aodamento.
Bilheles 8,400
Meios 4,000
Ouartus 2,200
Decimos 1,0(10
Vigsimos 500
-- Veiide-so por 100,000 rs. um cabriulel:
na coclieira do Sr. Mame defronte de S. Francisco.
-- Vendem-se boas saccas, coro milho 1.0-
vo : un Itecife, venda do becco Largo, que
vira para a Scnzalla Nova.
Na ra do Livramento n.10, sobrado, se
dir quem vende duas coirenles pura relo-
gio, ll i.-, relogios, um adereco, duas vol-
tas, um i'onleiro, brincos, allineites, ane-
les, cordes, trancelins, una roroa, emitie-
res de prata para cha, sopa, salvas e oulias
obras de ouro e prata.
Vendem-se marmelada milito nova,
chegada ltimamente de Lisboa nu brigue
Flor do Mar, em latas grandes e pequeas:
ua ra da Cruz n. 66, defronte do Sr. Ilr.
Cosme.
Vende-se um excellente cabriole! in-
glez, em estado porfeilo, com cavalln, ou
sem elle : no bizar n. 4, da ra do Vigario.
-- Vende-se una preta cieoula, de 24 a 25
anuos do idade, sem vicius, nem ac laques,
saliendo engommar, lavar, cosinhar eco-
ser alguma cousa: na Soledade, no sitio dos
qualro lifles, a qualquer hora se achara
com quem liatar.
Vendem-se, na pra?a da Boa*VWt4 ,
Ioja de sera n. 7, bilheles intmros e meios,
da lotera da natrzda Boa Vista, pelo seu
legilimo piego da tu,mu a 5,000 rs. ; a el-
los antes que se acabem, pola as rodas au-
dam infalivel nodia 26 do cjrrentooutubro.
-- Vende-so urna linda mulalinha teco-
hida, de 18 nnnus, queengomroa perfeiti-
nentr, cusinha, lava, cuse e faz labyrinlho,
e he do boa conducta; urna preta do 21 an-
uos, que cose soffiivel, eugumma, cosinha,
lava e he bm para todo servico, o de boniU
figura ; urna dita sem habilidades, 3 pelos
bous para todo servico o milito mocos; um
tilo de 40 aunos, bom fetor de silio : na
ra dos Ouirleis 11. 24, segundo an lar.
Vonde-se um moleque de 24 aunos, do
nactp Angola.sem vicios nem achaques,bem
pnssante, do bonita figura, ptimo cosinhei-
ro, tanto nacional como estrangeiro, e mui-
lo liel; pois quem comprar dito moleque
pode indagar das pessoas unde elle tem es-
tado alugado, para saber da conducta delle:
o mo'ivo da venda se dir ao comprador :
na ra do Hangel n. 44.
~ (X^* Ven em-se palitos preto mais ba-
rato do que em oulra qualquer parte : na
rus Nova n. 2S ; a elles, com dinheiru.
-- Na ruadas Cruzes o. 22, vende-se urna
linda creoula de 22 annos.com algumas ha-
liili la les, e con um lindo moleque fillio,de
14 mozos, o com leito para criar, outra dila
Ie30annos, com um tillio moleque, de 4
anuos, urna linda mulatinha de 13 annos,
una creoula de 2S annos, com habilidades,
urna prela para servifoda prafa ou de cam-
po, e urna creoula peiita engummadeira,
coslureira e cosinheira, de bonita lizura, do
idade 30 anoos.
Vende-se urna escrava creoula, moca,
com urna cria de auno e meio, ensaboa, co-
sinha o diario do urna casa eongomma liso:
na ra das Boias,indo pela ra da Madre de
Dos, prinieiro sobrado do lado esquerdo.
a Ioja das seis poitis, defronte do
Livramento,
Contina a vender-se chitas a seis vintens,
seto e meia pataca, cassa preta para luto, a
seis vintens o covado, alpaka do quadros pa-
ra palitos, a cruzado, caroisinhas para sc-
nhoia, a dez tustrtes, lencos para miio de
senhora com flores as ponas, a dous tus-
t>s, lencus para meninos, a qualro vintens,
corles de cassa, a dous mil ris, e outras
muitas fazendas que queracabar, e por isso
vende por pouco dinheiro.
-- Vendem-se 2 travs de 37 palmos o pal-
mo, e I palmo e cont de largo, 3 paos de 32
palmos de qualidade, 20 alqueires de cal de
caiar por junto e por alqueire, 1 mulho Ti-
pas, alguns caibros, 2 rotulas uzadas, algu-
mas cordas de amarrar andantes, algumas
linas do servico de (edreiro, 2 eaixilhos de
amarello, cum 10 palmos de altura; ludo por
barato.
icos leques.
Ven iem-se riquissimos leques de madre-
perola com as mais delicadas pinturas que
lem aparecido, e igualmente de outras qua-
lidades mais enromlas em preci) : na ra
los Quarteis n. 21 Ioja de miudezas du Cruz
& Bastos.
Para voltarete.
Vendmn se superiores cartas francezas
Luvas de pelica, a 800 rs- o par.
Vendem-sp multo boas luvas de pelica a
800 rs. o par, igualmente de outras diversas
qualidadeSgtanto lizas.comocom ricos enfei-
tao a venda, em sua casa, na ra
da Cruz n. 10.
Vinho de champagne.
Vende-se o verdadeiro vinho de cham-
pagne, de excellento qualidade, ao preco
na ra da
les-.narua dos yuarteisn. 24, Ihj. d, miu- d8fo 00 rs; assim como de qualidade m-
deza.de Cruz Bastos. ?"0'' mu,l on3 nta : "">"<"" '"
-. Vende-se 1 c.rroSi nova para c.vallo "''" *"*" & <-Pt"i
por preco barato : no Caes da Alfandega ar- '
mazem n. 7.
Bicas charuteiras.
Vendem-se muito delicadas charuteiras, e
carteiras o mellen- que lera aparecido nesle
mercado.
Escravos fgidos.
100,000 rs. de gralilicacio.
Desappareceu no dia 7 de m.iio prximo
Vende-se pul lia de tecer obras de marci- psssido, o pardo Leonardo, de idade 18 an-
neiro de muilo boa qualidade de obras ludo ""s pouco mais ou menos, e tem os signaos
isto maisem conta do que em oulra qual- seguintes: baixo, o pello um tanto metti-
quer parta na ra das Larangeiras n. 7. ido para dentro, cabellocaraplnhado eal ao
\damscaado monstro com 8 pal-'n,eio', U, falladwcaooido. Estoes-
, r cravovinha lodos os das vender leile no Re-,
mos de largura. rife, du um sitio na Hoa-viagem, pertencen-
Vende-se na ra do Crespo n. 5, na Io-
ja que Taz esquina para a ra do Colegio o
oovo adamascado branen para toallias cum 8
palmos de largura pelo barato preco de Ireceber a gralilicacSo aciin
1,1.111) rs. a vara, na mesma Ioja ha um rico | -- Desappareceu no dia 6 do corrente um
sortimenlo de manguitos de cambraia par moleque por nome Benedicto, da idade de
vestido de senhora o mais moderno que lem II annos; lavou calca de casemira escura
apparecido pelo preco da 1,000 rs. cada com listras azues, e camisa de madapolSo;
um. I cor entre-fuls, ps e mJos pequaoos, bocea
-- Vende-se urna pi enea de amarello com grande.os denles todos perfeitos; levou tam-
dous parafusos para quadrae charutos: bom urna muxila com qualro patacas em ca-
quen) a pretender dirija-se a travessa da ra bre; consta que anda pula Passagem da
das Cruzes n. 10. Magdalena dizendo que he forro, j anda
-- Vende-se mel de muito boa qualidade, com chapeo de palha novo, a roupa muito
e por preco commodo : na ra da Concordia suja e resgads, he muito peralta o mentiro-
te a Joanna alaria dos Hissos, de quem fui
escravo: qdem o apprehender e truuxer na
ra da Senzalla Velha n. 60, segundo andar,
douradts, os ir.ais ricos quo tem vindo, de) para voltarel", com muilo deliradas pinlu-
dilferenles tamanhos. ras : na ra dos Quarteis 11. 24, Ioja de imu-
CiBSanientO. ; dezas de Cruz & Bastos.
Vendem-se ricos vestidos brancos dse-,' Obreias a 30 rs. a caixa.
lim echamalote bordado ; na Ioja do sobra-' Vondem-se obreias em caixinhas a 20 rs.
do amarello, na ra doQuulmido n. 29. .cada urna.
iv!iii.-i;.iii n. 8
Vendem-se diccionarios da lingoa por-
tugueza por Constancio, de oplima enca-
di-i liaran, e por pretil commodo : na ra do
Sol, casa n. 1, do Elias tiaptisla da Silva.
No armazem da ra ra do Apollo 11.
8, vendem-se 20e tantas travs novas: na
ra do Sol, casa n. I, de Chas Baptista da
Silva.
-- A. Colombiez, com Ioja na ra Nova
n. 2, atraz d matiiz, recebeo um soitimen-
to de fazendas a saber : bonitas casemiras,
bons pannos linos prelo e de cores, ricos
corles de colctes de casemira preta, com
bordado de relroz, que sevem para os sn-
nliores estu lentes do 5. anno fazerem os
seus actos, bunitas slpak palitos, casemira preta muilo lina, corles
ile coletes de instilo, ditas de seda borda los,
ditos de velludo, ditos de gorgorito con
barras de setim de cores, Irnro- de setim
de cores para grvalas, ditas de seda branca
para algibeira do casacas, ricos lencos de
seda para senhora os melhores que tem vin-
do, chapeos finos para homem, ditos de se-
da para sol, dilosde s ida para senhora, lu-
vas, bengalas, um grande soi tmenlo de
roupa l'eila, e de calcados fraucezes,
Vendem-se 3 molecotesde Idlda de 14
a 22 annos, ptimos para to los os serviros
de campo ; 4 escravos proprios para servico
de campo; 2 dilos de servico de campo;
2 mualos, sen lo um bom cosinhei'o; 2
pscravns de idade de 17 a 21 aunos com
principio de varias habilides : na Ba Di-
reita n. 3.
Vende-se una canoa decarreira, nova,
bem construida, pintada, propria pira pas-
samento de festa ; no armazem de roadeira,
do Torres, no porto da ra \ iva.
Na ra do Sol n. 7 vendem-se relogios
de ouro, patente inglez, ditos de prata, di-
to dito, dilos de ouro, pteme suiss-i, di-
tos dito orisonhl, dilos do prata dilo, ha-
vendo um que tem corda para 48 horas,
assim como varias obras de ouro, como se-
jam : t>anceliin, brincos, cordi", -s e alline-
tes de peito para senhora, ludo est em bom
estado, e se vende por prego muito com-
modo
-- Acha-se k ven la a boa pitada de rap
princeza de Lisboa, em libras e mcias, i
vontade do comorador, chegado ullimamen
le pelo vapor Severne; na r a da Cadeia do
Itecife, Ioja de fazendas, de Antonio da Cos-
ta M 1-Mili ,, n 57.
Vpndem-se 2 escravos para todo o ser-
vico ; 2 lindas negrinahas, creoulas, de 8
aunos; 2 prelas creoulas, urna engomma e
cosinh', e a outra lava muito bem e he boa
quilandeira ; I escrava de boa figura, en-
gomma, cose e cosinha, mas s se vende
para fra da cidade, ou fra da provincia;
na ra estreila do Bozario n. 28, segunno
andar.
Vinho do Porlo superior feitoria.
Vende-se a 42,000 rs cada barril : no ar-
mazem de Barroca & Castro, na ra da Ma-
dre de Dos n 26.
Ladrillios de marmore.
Vendem-se na travessa da Hadro da Dens
n. 4 e 6, elles antes que se acabem.
-- Na ra do Crespo n. 9, vende-se cassas
francezas de cores, as mais linas e moder-
nas quechegaram, pelo diminuto preco de
3<0 rs. o covado, nscadinhos franrezes, li-
nos e cores litas a 180 is. o covado.
Os lllms. Srs. estillantes du quinto an-
no da< .ciencias juridicil da academia de
(iliiid.i, quo devem lomar o grao de baeha-
rel, silo convidados a comprar as litas para
auas carias na Ioja da ra Nova 11. 2, atraz
da matriz.
Oleo especifico para curar a caspa,con-
tinua a vender-se na ra do Itangel, a 640
rs. rada frasco.
so, costuma mudar o nome quando fog, e
negar 01 senhores : quero o pegar leve-o na
ra da Praia n. 55, na tyaographia.
-- Ha um mez, pouco mais ou menos, de-
sappareceu um preto por nome Manoel,cre-
oulo, n oflicial de alfaiate, bastante conhe-
cido nesta praca,por j haver tra bal hado em
muitas lujas, o qual pertence ao abaixo as-
signado, e lem os signaes seguintes :bai-
lo, quebrado das virilhas, um pouco grosso
do corpo, cor preta, olhos grandes, tem tres
cicalrizes no braco e inflo direita de urna
operaeflo que havia soflWdo ha pouco no
hospital; he de presumir que ande por esta
cida le, visto ser della natural, e ter alguns
prenles : roga-so as autoridades policiaes e
a toda e qualquer pessoa, a captura do mes-
mo, e o favor de o mandar entregar nesta
cidade em casa do senhor subdelegado da
Boa-Vista llullno Jos Correia de Almeido;
e na cidade do Bio-Formoso a Fraocisca
Christina Lins, quesera generosamente re-
compensado : o mesmo abaixo assignado
protesta rom todooiigor da le, contra a-
quella pe..un, quem quer que saja,que o li-
vor ocni I lado.Francisco Caldas Lins.
Desappareceu no da 15 do passado, as
7 boras da noile, do Hotel Itecife, o pardo
Exequiel que foi do senhor Luiz Bodrigues
Selle, e como pelas circunstancias que pre-
cederam a essa Tuga presuma-se que elle
procure a todo custo evadr-se, roga-se as
auturidades policiaes que o recommendem a
seus inspectores e pessoas de conlianca,>lim
de sor descoberlo e capturado: o pardo he
baixo, de idade 25 annos, meio corpo, sem-
blante carregado, lendo urna pequea cica- .
triz na face, anda calcado e fuma : levou
chapeo do seda prelo, e anda com urna ben-
gala Una ou junco, e inculca-so por forro ;
anda frequenteniente un bairro da Boa-Vis-
ta aonde sempra ,9 encontrado : quem o
pegar leve-o a ra do trapiche n. 5, que ser
recompensado.
Desappareceu no da 16 do corrente um
tnolato, alguma cousa escuro, por nome An-
tonio, alio, seco do corpo, bem parecido,
suissado, representa terso nimos, lie gago,
e quando est com medo ou raiva ai 11 la
mais gagueija, leve frial lade quoainda se
conhece por as palmas das nios e pez, tem
algumas costuras de feridas as pernas, le-
vou caifa de casemira azul de quadros, e ca-
misa de algodflo azul, e levou mais roupa
que se mi sab 1I11 que usa-a Boga-seas
autoridades policiaes, e capilfies de campo,
ou qualquer pessoa o prendatn ou facam
prender elevar na ra dag Cruzes a Domin-
gos da Silva Campos, cojo escravo eslava em
poder delle para ser vendido e foi vist j por
diversos compradores e corretores; ou a
seu senhor no engenho Jar lim, oSr. Joaquim
Francisco Paes Brrelo, que serio generosa-
meule recompensados.
-- Desde quarla-frira que esli fgido o
muleque Anlonio,que vende tapioca ; levou
calca, e cimin azul, com cularinho encar-
nado, e manga curta, levou um taboleiro
grande envernizado de encarnado com pez ;
consta que anda sem taboleiro ; elle lem na
cabeca urna falta de cabello que parece croa,
e no p direito tem o ueJo junto do dedo
mnimo to pequeo que faz urna grande
Jillerenra dos oulros,de orle que faz muito
visivel. pede-se as autoridades a capilSes
de campo que o prenlam e o leven a Soli-
dada n. 42.
-- No dia 16 do correle mez de oulubro,
de.,1,ipa recen um preto creo al > de 25 anuos
de i lade, estatura baix<, grosso do corpo,
nariz chalo, ps grandes e largos, nios
graudes, con urna costura no lineo inferior
levando vestido camisa e calca de algodSo
e urna sobrecasaca de brim pardo. Quem o
pegar leve-o na ra da Santa Cruz sobrado
de um andar, n. 71.
j
/
< ;

,7.
11
l'KMi. : Tvr. lis M Y. di Paria. 1B52-


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