Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03365


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Full Text
V
Anno XXV11I
Terca feira 19
.

i

DIARIO
de Oulubro de 1852.
N. 236.
PEMAMBUCO
n*9<> A NUBUB.IF.jJLO.
PevOMHru ADUHTiDO.
1'ji trimestre .. al ........ .
Por semestre ,
Por anuo .............
P.iiunnno DUimiSTii.
Por quartel..............
OTIOIASOOlHPCnlO.
Par.... 2 deOutbr. Minas. .
Maraobao. 5 de dito S.Paula.
DI A-DA IM1I1,
IIIMCliS.
4/000|iSSeg. S. Lucas Ev. I Ikiitii Orpka*
8/000||qTerc. S.Pedro de e 5. i 0 hora
I5/U00I Alcanla.a. 1. fradoeivl.
JaO Quart. S. JoSo C. 3. e 6. ao meio-dia.
4/S00r" Quii S rsula. Pateada.
I' Seit. S. i.adislau. a, eS. ai 10 horas.
~ ',],. .-.,., i,, I 'Sab. S. Jn.io Capis-! 2. rara da civil.
9 dedito I Cear.... B dedito R. deJ.. :7 de ditu |il Dora. 21. S. Rafael Meleao.
Parablba !l -.edito Babia... 7 de Outbr | Arcbanjo. [Terc.as e sibadoa.
Cretceatei 20, as2horate23 minuto dara.
Chela a 28, aa a hora 24 miautoi da m.
Mingoante i6, aa 8 boraa 18 minutos da ni.
Nova U, as 4 boraa e >(i minutos da ni.
SAMAS Ol
Prlmeiras horas e I* mlnutoada maabSa.
Segunda s '.' horas e 4i minutos da tarde.
uaimi aoa oosmsioa.
Oolaan e Farahlba, sseguidas e eitaa-
leiraa.
Rlo-Urande-do-Horte Victoria a I quintas
tetras
Bonito,Carurn,e Garanhuns no l'e 16 decada
mn.
P'lores.Ourlcurj.F.JU e Boa-Vista I 3 e 28
Ollnda, todos oa dlaa.
Todos os Correios partera ao melo-dla.
afOTIOIAt iiiaixsiinii,
Portugal 14 de S.-lbi. Austria .. 1 de Sclbr.
Heapanha lode dito Sulssa.... Idedlto.
Franca.. 8dedlto Sucia... 28deAgosto
Blgica... I> de dito Inglaterra 8de Selbr.
Italia..:. 4 dedito .E-Unidos 2o d'Agosto
Alemanba- 3de dito |Mealco... Idedlto
Prussla ...3dedllo California l6dedito
Dinamarca 31 de Ag. Chill. 9 llr dito
Russla... "9 de dito Ruenoa-A. 58 de dito
Turqua. 2.'> de dito ,MonteTldeo IdeSelbr.
OAMBlOa DI 18 D> OETUBB.O
Sobre Londres,a 28 por i/OOO d.
a Paria, 30
Lisboa, 'Japrcenlo.
aiETABa.
Ouro.Oncas hespanholas........... fjjjyciio
llocdas ilrli/4(lo velhaa........i/UOO
. de6#400noTaa........ 16/000
a de 4/000............... !>/000
Prata. Patacra brasileirol.......... 1/92U
Peaos ni 1 ii mnar ios............ 1/.H0
Ditos meiicanoi.............. 1/800
PARTE OFFICIAL.
GOVEUNO DA PROVINCIA.
EXPEIfcNIE DD U1A II CE OUTUBRO.
OITicio. Ao Exm. presidente do Rio
i.r.iii lo do Norte dizendo. em resposta ao
seu ollicio de 29 desetembro ultimo, que,
segundo declarou o inspector da thesoura-
ria de fazenda. a remessa dos 8:810/000 ra.,
que a Ihesonraria de fazenda d'aquella pro-
vincia requisituu a desta, deve ler lugar no
apor Peraena* que ora segu para o
Norte.
Dito.Aocommando das armas transmit-
liado, por copia, aviso circular ds reparti-
r" da guerra de 10 de sotembro ultimo, no
qual se declara, que oso(lciaos engenheiros,
empregailos naa provincias, devein ser pa-
gos, segundo a natureza das commissdes,
isto he activa, n de residencia, eso por con-
la daquello ministerio, quaudo a elle lor
feito o v i m.-o de que se ocharm incumbi-
ilus. Igual copia se remetteo lliesouraria
de la loada.
Dito.Ao mesmo reroettendo copia doa-
viso do ministerio da guerra de 2 de se-
tembro ultimo, communican-lo haver sido
relormado o coronel commaudantu do niein
batalno do Gear, Jos Ferreira de Azeve-
do, no posto de brigadeiro, vencendo o res
poclivo sold pelo tabella actual.Commu-
nicou-se cora igual opia, thesouraria de
fazenda.
Dito. Ao mustio enviando as Informa-
C/ies ministradas pela cimera municipal do
Serinhaem, a cerca do requerimetilo do sar-
gento Secundinn A y res Velloso do Mello,
alien de que o supphcaiile, em vi>ta dellas,
requoira, e promova o que llie convior.
Dito.Ao musmo dizenlo, que. por taita
Fernando, sem receber os prtsos e praess,
que para l lem de ir.
Dito --A cmara municipal do Itecifo de-
clarando em lempo, visto ler sedado equi-
voco em marcar-so o dia 6 de dezembro
prolimo foUiiu psra a rouniSo dos eleitoros
nos respectivos collegios, que essa reuniSo
dever ler lugar no dia 7 do referido mez,
na conformidade do art. 68 da I -i do 19 de
agosto de 1846, e do aviso de 21 do julho de
1819, licindo assim explicado o art. 9. d*s
inslruccOes da presidencia de 18 do selem-
bro ultimo. Neste sentidooflciou-se a lo
das as cmaras da provincia eaos juizes de
paz presdante das mezas parochiaes.
JoSo Athanasio Dias e Manoel Antero de
.Snuza liis
Passaram do Sr. desembargador Souza ao
Si-, desembargador Rebollo as seguinles ap-
appellacOes em que sSo :
Appeilinte, Jos da Silva Braga; appellados,
JoSo Francisco da Silva Braga e outros.
Appellante, Antonio de Albuquerque Con-
do arrependimento, nsseer a con-
de urna vida toda do crines, pundo
TRIBUNAL DA RELACAO'.
a
SESSAO'DB 16 DE OUTUBRO DE |8U.
{'residencia do Exm Sr. conselheiro Asevedo.
As 10 lloras da manhSa, ostamlo presente
os Si-, desembargadores Villares, Leo,
Bastos, Souza, Rebollo, l.una Freir, Telles,
Kigueira de Mello, l'ereira Monteiro, Valle,
Santiago, e Gomes Hiboiro, o Sr. presidente
declara abena a scs3o.
JULGAMEIVTOS.
Recorrente, o juiao ; recorrido, Francisco
Antonio Mumz de Almeida. Julgaram
procedente o rocurso.
Rec.irrenle, o juizo ; recorrido, Floriano
Cietano Demetrio.Foi reformada a sen-
tenca, e pronunciado o recorrido.
Uecorrculo, o juizo ; recorr Jo, JoBo Pires
Soarcs. Julgaram proco tinte o recurso.
Appellante, o juizo ; appellndo, Antonio do
MonteMandaram a novo jury
Appullante, o juizo ; appcllado, Manoel Luiz
de Fri-itas.Mandaram a novo jury.
Appellaute, o juizo; appellndo, Vicente de
Jess Mandaram a novo jury.
de quota para as despezas da rubrica re- Appellante, Jos Bernardo Silva ; appel-
lado, o juizo.Mandaram a novo jury
llecorrenle, o juizo ; recorrido, Jos Goufal-
ves de Miranda. Conlirmaram a primeira
parte, e reformaran) a segunda
Appellaccs civeis.
crumento e engsjamonto, nSo pode ter
lugar por ora o contracto que no requeri-
ment quodevolve, se prope a fazer An-
tonio Jos de Uliveira Lisboa, para se rvir
por oito annos na cotnpanliia di ariili >.
Dito.A thesouraria de la/en la, dizouilo,' Appellantcs, Julio Ferino de Mendonca e ou-
que se dovom processar o pag.r os conhe-, tros; appellados, Jos Joaquim (jmese
cimenlos das 100 travs, e -ti curvas, na. outros.Conlirmaram a sontenfa.
importancia de 1:053/000 r., iqus serefo-'Appella'ites, Franca i Irmlos ; appellado,
reo oicioque devolve, do contador daquel- i Amaro Benedicto do Souza. CoulWma-
la thesouraria. I rama sonlenca.
Dito.Amesma devolvendoos papois.quo Appellante, o juizo dos feitos; appellados,
acompanliaram o seu ollicio de 9 do curreu-i os herdeirus de Manoel Jos Vianna.-lle
t, o aulorisando-a a mandar pauor a Jozeph forma'acn a sentenca.
Bell a quanlfj de 3.438678 rs., em que, se-, Appellante, Manoel Alves da Silva Callas ;
gun lo a conta e conhecimentos que rcmel- appellado, llaymundo Carlos l.eile.Ues-
te, importan) as lerragens, que ello vendeu presaran) os embargos com declara^Jo.
ao arsenal do marinlia, para as obras do me-, diligencias
llinramento do porto desta ridade. | Appellante, o juizo; appcllado, Jos Joa-
Dito.--Ao juiz relator da junta do justica : quim Reze.-ra Cavalcanti. Mandaram
Iraiismillindo.-para ser relatado em .--.-.,i com vista au Sr. desembargador procura-
da misma junta, o processu verb-l Tcilo o dordac.irua.
soldado do 9.* balallio de infantaria, l.uiz Appellantcs, los Francisco da Trin ladee
Francisco da Coticeigao. l'artccipou-se outros ; appellad, Paulino Manoel Tho-
ao marechal commanJunlo das armas. i m Caboatfio Mandaram com vista ao
Dito.Ao director das obras publicas pa-! curador geral.
ra mandar colocar na sal Kr^d d" novo' desk;vac;0es.
edilicio, destinado paia a academia de O-(Appellante, o jui/o ; appcllado, Ptaxodes
linda, o respoclivo doulural, visto quo nos da Fonscca Coutinho.
dias 15 e 16 do crrenle lem do haver defe- Appellnnle, Francisca ThODasi da Concei-
za de thezes, segundo declarou o director: c3o Cunha ; nppellados, llcnry 6 Cilison.
ca mesma academia. -- Communicou-se 'Appellante, Francisca Tnomasia da Concei-
i,sv, cao Cuiiha; appellados, Fox & llrolhrs.
DUo. -- Aocommandsntc du prrsi-lio de Appellante, Bento Jos da Silva Mgalli3cs;
Fernando Irans nitlindo, para os litis con- app -liado, Antonio Luiz dos Santos,
venientes, a guia do preso l.uiz da Costa, Ap:>ellanle, o juizo; appellalo, Francisco
que lem de ser enviado para aquello presi-f Ribero do Brito.
dio pelo juiz municipal da 1.* vira, alim de Appellante, o juizo; appellados, Manoel An-
cutnprir aln a pona, a que loi comdcmnodo Ionio de Josis e out'o.
no jury desta cidade.Expediu so ordem ao Appellante, Severino Francisco de Rexarriaj
cummandanlo do referido patachu para o appclluda, Genoveva Francisca do Jess.
Rec irrenles, I). Franc sea Theresa de Jess
e outros ; recurrido, o juizo da fazenda de
l'iauliy.
nmsots.
1*189011 do 8'. desenibaigador VillaNl ao
Sr. desembargador Basles a seguinle appol-
trnnsporte do mencinalo preso
Dilo.--A lltesouratii da fazenda provincial
psra mandar pagar a Antonio Pedro Cayal-
canlede Albuqueique, confoime requisi ou
o juiz municipal du Bonito, no ollicio que
remelle, a quautia de 4/200 rs em que,
.venido a conta, qu) lambem rom ule em- laciio em que aSo :
porta a despeza fe na com duas fechado.), Appellante, I). Josepha Maria da Paixilo : a?-
o concert do outr, para seguranca da Ca- pellado, Antonio Rendido do Miranda.
den u'aquelle termo ; informan lo ao mas- j'assaram do Sr. desembarga lor Lefio ap
mo lempo cerca dos loparos e guarilas, Sr. desembargador Souza as seguintes ap-
de que traa a segunda parle do citado odl- p-llacOos em que s3o :
ci, quo ser dovolvido. Appellantcs, Francisco Miguel Arcbanjo o
Dito.AO commandanle do patacho Pi-
rupema recommendando, que n.lo sai-', com
o uavio seu mando, par o presidio de
Manar i ja rujj>.~- "."J._>- j-jsm
sus mtilher; a .ipellados, Antonio Manoel
de. Medeiros e sua mulhcr
Appell.inte-", e aupolla.los conjonclamente,
sMHsa
I OLIIETli..
*-.
0 PALACIO PIMOAN. (*)
por jHr. isogcrio iscauboir.
PARTE PRIMEIRA.
1
O barqueiro dailha dea Voceas.
( HKIIIII.Ii .1.1. )
Este berco, que est vendo, foi frito pnr
niliii, ha qnlnic annos, para una crlanca que
i|in ri.ioi Rogar no Sena.
Yivnl'. >...v i-ii- a menina .' Eu lerla feito
outro tanto rm tro lugar, meu honrado Ge-
atroador. A barca em que viiiliam apartoii-se
deixiudo aps de si un sulcu em que se tinha
misturado mea sanguc...
Quando me levaram para casa, c pozeram-
me na cama, uiiuha choupana eslava deserta.
O berco da pubre menina eslava virado, c meu
c.oi deltado junto delle, dava uivus dolornsus.
Em una paUvra, tiiiham-me roubado mintia
li l.i. meu nico bem, ali! o tliesourn de im-
nha pobreza Esacs infames ajcvav.im, files a
conduziaui cui ininha prnpria barca!
Kno Modeste descubrir?...
O noines c o retiro desses iniscravcis?
Nao, senhor, pensci s que arrancada urna vez
da moite por un inilagre, a pobre iiienina de-
via desta vea acha-la entre sua* maos. Era
gente paga, ou comediantes que queriam Ira*
ricfr cun ella para suas icprisentafcs.
E depols disto nunca maks ?...
__ Depois.' fai apenas uin mez que se passou
.i lu niesiiu nina cousa mu extraordinaria...
mas V. me. me fai dar com a lingoa nos denles
e eu tinua prometnda calai-inc...
_ E o que he enlao que se passou /
I ni.t o.iilni i com.o seu veo sobre o rosto,
e acouipatihad.i de un s criado, velo urna
iioilc channr-mc.., ali, como o senlir fez inda
agora .. Ella tanibein deu-me uuro, e pergun-
respor
eram de sua inspcc<;9o, era vtsiimo mesmo
parlindo isso do hroe tio golpe de estado ;
e Luiz NapoleSo temeudo as cunsequen-
cias deu urna nova ordem a cerca dos cor-
dTa"7appelad"os"'Anoni' Francisco deO-frespondentes inglezes em Franca, modn-
liveiraesua mulher. (cando suas exigencias, e declaraudo quo es-
Appellaete, Manoel Gabriel de Carvalho ; lva resolvido nicamente a cx.ellir aquol-
appellado, Joaquim Ignacio Pereira. I que enviassem de Pars para publicar-se
Passaram do Sr. desembargador Hebellotem Londres, cousa que llie fosse offensiva
ao Sr. desembargador Luna Freir as se- ello govemador de Franca. O documento
'que declara c9ta sua nova rosolucao he ues-
tes termos :
Ministerio da i'olica Coral, gabinete
do director da imprensa ele
Paria 28 de agosto do 1851.-0 governo
francez lem o di-eito de ex.iellir de seu ter-
ritorio os eslrangeiros de qualqner nacSo,
que por suas manobras ou escriplos inton-
tem perturbar a ordem n tranquilidade pu-
blica. O ministro da polica geral no pre-
tende usar desse diroilo sem motivos gra-
ves, nem fazer os correspondentes dos
joruaes eslrangeiros responsaveis por arti-
gos ae discussSo e apreciado poltica pu
blicados polos mes-nos ; mas esta resolvido
a nao deixar impune a lransmiss,1o de noti-
cias falsas, que curtos joruaes eniprehen-
dem lodos os d^jsostensivamente-
As appreheosOes que suggenram estas
mo.lili iii.i'ii-- a anterior amear,a, devian le-
var iiiuis adianto o seu autor. Deviam fizer-
Ihe \6', que intromcltcndo-so na imp-eusa,
elle e-li nSosjogando com una arma de
gume pengoso, como al vai-se precipitan-
do com os ni Los abcrlos na ai niadilha fatal
guiles ppull.ic.oes em que sSo :
Appellante, Jeronymo Joaquim Fiuza de O-
livcira; appellado, Joaquim Ferreira
Appellante, Joaquim Ferreira da Cimba.Son-
to M'iur ; appellado, JoSo Baptista de
Paiva.
Passou do Sr. desombargador Luna
Froiro ao Sr. desembargador Telles a se-
guinle appellaco em qucs3o:
Appellante, Francisco Cavalcanti de Vascon-
celos e Mello ; appellado, Manoel Guedes
Condira.
ao Sr. desembargador Pereira Monteiro
a seguinte appellacSo cm que sSo :
Appellante, Jo^ llezerra Cavelcanti; appol-
lado, Jos Faustino dos Santus.
I'assuu do Sr. desembargador Figueira de
Mello ao Sr. desombargador Pereira Montei-
ro a seguinle appellac3o em que sSo:
App.illanle, o juizo; appellado, Francisco
Aulonioda Silva.
Passaram do Sr. des-embargador Valioso
Sr. desembargador Santiago as seguintes ap-
pellaces em que s3o:
Appellante, Antonio Bernardo dos Santos;
appellade, a justica.
Appellante, o juizo; appellado, Nicolao Ga-
daut.
Ao Sr. des"inbarg)dor Villares a seguinle
appellacSo cm ques3o:
Appellanles, a Viuva *t Filhos de Gaudino
Agoslmho de Barros ; amellado, Jos
Candido de Carvalho Medeiros
Passou ilo Sr. desembargador Ssntiago ao
Sr. desembargador Gomes Ribetro a seguinle
appolIncSo em que s3o:
Appellante, Jo)quim Francisco do Alem ;
appellados, Antonio Bernardo Vaz de Car-
valho e outros.
Passaram do Sr. desembirgador Gomes
Riboiro ao Sr. desembargador Villares a
seguinle appellic3o emques3o:
Appollant, Joaquim Telles do Souza; ap-
ellado, o juico.
IIIM HMlUICOl-.s.
Ao Sr. desembargador Figucira de Mello o
soguinte nggravo em que s3o :
Ak'gravan'.e, o procurador fiscal dojuizodns
africanos; aggfavado, o juizo privativo
dos africanos.
Ao Sr. desembargador Villares a seguin-
le appellacBo em que sao :
Appellante, ujuizu; oppellaJo, Guilherme
Ribciro da Gusta.
Ao Sr. desembargador Bastos a tegUIO*
teappcllacaoom q'-osSo:
Appellante, a juslica ; appellado, Manoel
\ Jos Conllicto de jurtsdicc3o.
Reeorrcnle, o juiz de dtrcilo da comarca da
Granja; reuuindo, o cliefo de polica do
Ceara.
,\o Sr. desembargador L3o a seguin-
le apt>elhc3o em que sSo :
Appellanles, o juizo o o promotor publico;
appellados, a cscrava Cluispiniana e seu li-
Iho Benedicto.
ao Sr. dosembargador Rebollo a seguin-
le appcllacfio em quu s3o :
Appellante, o Juizo; appellado, Manoel Ga-
millo Pires,
lovaul use a sessSo as 3 horas da larde.
BUI U 1------1----------
EXTERIOR.
justica man i Testa de semelhante declaracSo lie verdade quo actualmente exista urna I grimas
era Ido clamorosa, que excitou um geral, imprensa em Franca, mas existe unicamen-; ver.-fio
senlimeoto de repugnancia. Fazer um in-1 le como um engodo, porque as suas ver.la-ante os olhos de um lado os castigos eter-
ciivi.lini responsavel por cousas quo n9o .deiras funeces, a sua ulilidudo real desap-: nos do vicio, do nutro as venturas do reo,
la feliz olernidade, premio o recompensa da
viilude! Avaliai-o vs mesmos se outros,
quo nfio os que no sagrado tribunal pras-
crutam o mais intimo dos corares, curan-
do-lhes todas as chagas, exlinguindo-lhes
os vermes das malignas paixes que os cor-
roem, premunindo-os de saudaveis preser-
vativos para ovilar recahi ias, destruindo
tanto mo designio, reparando tanta injus-
tifa, por equivalentes testiluicAes, acal-
mando tanto odio cimillo congracando
lanto inimigo sequiosu de vioganeja, desar-
mando tanto braco ja erguido do punhal,
fazendo nnalmeute cossar tanta conspiracSo
o infernaes tramas, em vespera talvez d
pioromperem no mais fataes excessos!
Sun ; avaliai-o vos mesmos si oulros pode-
rse sor os mestres, os guias, e doutores do
pavo, o ligurni-vos quanlcis niales resulta-
rlo, se cegos clles mesmos tiverem de
guiar a outros cegos, e se feridos da lepra
da corrupto liverem do curar talvez ou-
t'os menos infeccionados do mal?
Mas nSo ho da instrucfSo e moralidade
do clero que tratamos hoje : sobie este pon-
to j temos fallado, elogiando os passos
que para esse lim t ni dado ogovetno; o
o que i estiva fazer i tal respeitoa crea-
(3o do academias ou l.>unidades thoologi-
caslambem o dissemos. Traamos agora
das misrrimas congruas, quo ah se d3o
aos bispos, aos conegos, .ms vigaiios, aos
coadjitores, emfim a todos os funeciona-
rios ecclosiasticis.
em que cahiram s-us dous predecessores,
Carlos X c Luiz Philipe. Ello aPorreee a im-
pronsa porque diz cousas, que porver.ladei-
ras de maislhe disagradum. A isso chama
elle noticias falsas. N.logosta quo cortos
fados de sua carreira sejam repelidos. Oju-
ramenlo que preceden, e a carnificina que
acompanliuiu o 2 de dezembro, s3o couras,
que elle deseja rsquecer. SSo para sua alma
espectros lerriveis de perfidia e assassinalo
que I0e obumbram o caminho da vida,e
que du curto manchal 3o seu nome em
quanlo delle su I ml-.-aruiu os liomous. Mas
he urna loucura pensar Luiz NapoleSo, que
alguem possa nlvidar seu carcter e sua car-
reira em qusuto elle suspende o Coriaire e
prescreve o Vunch. Stresburg o Boulogne
podem
i functOe
pareceram. Todos sabem quo ella n3o he
livre, i- com esta prevenr3u duscrem todos
de suas relacOes, o suspcilam de scus argu.
ni -n i o-. Luiz NapoleSo serve-so de urna ou
duas lolii.is para seus proprios litis, e ludo o
que nollas aprarece Ine lio logo imputado.
Todas as suasluucjras sSo laucadas a sua
cnta ; lodos os seus mos passos e erros
Ihu sSo i.llriiuii lu. A auto-1-la I- do go-
vorno anda do mistura com os arligos dos
joi-nae-, e il.iln nascem a confus3o, as llovi-
das, odiscudilu, o a disconlianca nacional
Jornaes elfemiuados fevurlem sui fraquuza
paca um governo ja o., si fraco c elfuiiiina-
clo, em quanlo que o publico enfastia se de
ambos, a opinlflo publica evita o COOti-
gio de sua cobarda ; mas balda do alimen-
to da discussSo ulil, rendo mallograda a ex-
prcssSo impresa dosdilTerenles partido po-
itcos, rodu/i la a quest3o de palavras, en*
raivece-se, enlajase, o descooleuU-se e
qciuudo chugar o lempo, a provocarlo e a
ii|i|io lilil I -di- co lll .: ,11 ..i i- I I do novo
a revolucSo. A uvial, espirituosa, brava,
illu-ii i la, prospera p ogreuiva Franca
n3u pode estar minio lempo salisfeita com
urna imprecisa a que so impoz a tnordaca.
Para cvila-lo ja ella derrubou ilous reis.
Tanto mais que o hereje di golpe de eslado
nos parece muitu puuco talentoso para cslu-
dara inuradado de seu destino.
(Do DaUly Yeiui;
BBBSaijijc _____. ijmm
INTERIOh,
ler suggendo extravagancias a am- ^"d" "....
aa no eulrelanto os boulevards terflo i pmI" 'j pa
A CAUSA DO CLERO.
A manir garanlia das luis, e o apoio mais
seguro o eflicaz da ordem o (ranquillidade
puolica he sem dovida um clero inslcuido
e summamenle moralisado, cjuu saiba bem
comprehender, o mulnor rumptir a sagra
da missSo de uvangelisar a Ierra que Ihe foi
divinamente confiada. A fd'ca, o vigor,
as bayonetas podero sulTocar por Tele os
gritos da revolucSo, fazer recuar a nar-
chia, calar-so o demagogia no por algum
lempo; mas o gemen das discordias, as
paixes ruina, os vicios depravados em re-
concentrada fcrmrntijSo acibaro por fa-
zeom nova cxplosao lano mal terrivcl,
comprimida o retrdala, levando
re o terror, a cotislernacSo e
bos, mas
d'uia em vanto como parte de sua historia { ^ |a e,|uc a nU.ltm mora| ..
o sanguedeiramado em dezembro. Elleo ,u amorvdo lraball.o infiltrado nos
seus amigos decl-ram prudente enecessario hllbitll Ja ,anci, |u.u obediencia plan-
todos os seus feitos, mas he absurdo dr-so uda nos coiacfjns pelu respeto as insti-
pezo a taes essercoea, em quanlo aquelles dquerido nn berS ., peU Cunvccfio
quo as enunciam liverem receto de pe mil- de|>rama(,a ', ,W ii 11- ae:i: conl'a. i-a palavrj livre. A ver- 0rrn co, Miiiunlls-l.s (.ali inicias
dado nada uc.ts rejuo do quo o te runo ^ ^ s0 podera s,nooto cooso-
franco, nSo favores, c Luiz \*f>ple>o liona-, gQ|f a MUb|idade da ordem publica, a se-
,arte impondo a morduca as lolhas noticio- ( ,, dl) lhron () Terddeiro progresao
sas, condemnaso asi proprio porentu o i..,.,........A..
iicun lo.
sucial, acabando do una vez ci n as f.c-
cOes e o espirito revolucionario, unica Cau-
Dissemos que as apprehctises que inlu- Sl1 j (batimento e alrazo do nosso paz,
ziram Luiz NapoleSo a modilicir suas exi- aqUC!, a nalurezi sohremanei a prodiga
gi-ncias acerca dos currespon-lenles das fil- ||jberllfOU vantegans e cindices ara s. r
lilas de Londres, em Paria, deviam leya-lo grande e poderosa nac^o, o oceupar ao sul
mais adianto; ellas deviam ensiuar-lhe a du amoricino su
reusi ,
avallar a posigo real e o dever da imp
clualmoiileem Inglaterra, Franca e Amen- j8 oacfin-giganto.
sua eonlerranea
In lili mi" posieo, quo
ilo norte nos aprsenla
C. Nesles l'Ci paizes existe urna 0,iini3o
publica, que lio o sauguo vital de sua civtli-
A educacSodo p ivo, poten, assjnscron-
sas, os seus hbitos, o sou carcter nSo
for.nam-no Icis coerueti .os o tcnaes. Esta
grande obra est reservada aos pus, aos
blica activa grandemoule a propagado da e locadores, o aos mestrus o sobieludo aos
imprensa o acha nella o principal vehculo | ministros da religue), aos padres! Por-
___l_^k..)1a> I.' 1 .. lili iv (tiHaJ m i .:__ -1 .. .1 _^ ^ aalstaa alaVat ^
sacSo, e a garanta do suas aspiracoos li-
burdade Civil o religiosa. F.ssj opiuiSu pu-
LOMIRES 1. I)F. SETEMBBO 1852
Luiz NapoleSo contina om sua contesta-
cSo rom a imprensa, c posto qu
de suas mnnileslacocs Esta lie ao mesmo qUe M civulos dos mesmos vicios, alhcios
lempo o seu indicador e a sua vlvula do us sentimenlos da religi.lo, carecidos d'a-
salv.cSo. Discursos em mtetinyt pblicos, quellas virtudes, quo s ella semela o faz
discussOos pilas folhas sSo as vas priucipaes brotar nos cobsOus, ior inlcrmeJio dos
por onde essa opiniSo so faz conhccida, u he seus ministros, que o lucac;3o darfio aos li-
ella depois de couliecnta que forueco ao es- j |||0S 0 pupil'os senfio anie-ieligusa o 80-
taclisl*. prudente os dados para seus calco- cial taes mestres, educadores o pais? E
los, eda-lho um l'iilcruin as su oo-ipoVilica. Comprim a impreuss, que nem : g9.,,a esperar de sua virilidade o velhice .'
issso comprimiris a opiniSo publica; Um clero mor clisado u instruido, pois lio o
: revelava coi suas
a um combate vio-
(lilil) MHW "I"! *"*) ', IIWM **-* '*- V-------
raido. Eiatalve um onalroslnho que que- jlou-me se eu nao tinha rccolhido, ha uus qnen-
ii,un prudentemente Impedir de cresccr com
ou do de que nao deshonraase aeu nobre pal ?
perguotou o Italiano com irona. Trin se visto
disso, continua.
Nada, nada, niru genlilhomem, est ple-
namente em erro. A pobre crianza recolhida
por mlm, gracas mloha rede de pescar, era
urna llndlssiina menina...
i.iuc viste cresccr em la companhia at o
da em que aeus pais I...
Seus pais, coulinuouobarqueiroabinando
a cabrea, ella nao os linda, ulngucm a recia-
iiiou. Isao elurcue dous anuos, ella crescia, e
lornava-sc bella com grande prazer meu....
nuando urna noite uns sallimbancos vnltando
do arsenal, onde-Mr. de Solly dava um baile,
entraram-me suliitainente em casa... e eaigl-
i a ni que os conduzlssc.- para Conllaics.
Kmquanto preparava minlia barca, parcecu-
me ouvir gemidos suidos e abalados. Din del-
les me conservavn sempre preso pela Capa, cu
queria sabir, quera reconheccr o lugar donde
parliam casis grilus... mas de repeine um des-
ses inise lavis alira-me n'agoa, c os outros
poi cn-se .- dar-nir cun os reinos i debalde eu
giiiava, ellcs canlavam cid curo um cntico
() Vida Hari n. 35.
2e anuos, llena cnenina, que devia ter-mc sido
entregue por un horneen mascarado. Contei-
Ihc o que se tinha passado, ella exclamou :
Miseravel I
Desde que poz o pe na minha choupana man-
dou retirar o criado que a ocompanhava. Ti-
rando enla ucua caiiiuha de debaixo de sua
inania dlssc-me:
Temo que meus pasaos sejam vigiados, e
pois do Senhor, que conlio este deposito. Un)
dia, se aprouver a Deus, se cssa menina existir,
se o senhor lomar a acha-la.... esles papis
Ib
perturbadlo Ineipriinlvr]
feices, elle parcela aojen
Icntu com sigo incsino.
Se uo foracu estas cartas da Italia que Ic-
nho. iniirmurou elle ; mas que apparencia ha
que a duqueza?.... Ella est cen Ferrara, oh
un! nao importa. Poderla acontecer... Nao
sabe mais nada, inestrc Geraldo ?
Nada, meu gcnlllhoincni, c ja Ihc leuho
dito mullo... mas como o scuor val ser dis-
creto por bastante lempo....
__ Geraldo, di.se o dcsconhccido levantan-
do-sc sbitamente, importa que me moslres
cssa ealiinlia...
Essa caiilnba ? respondeu Geraldo ; he
iuipoisivel ..
hepito, quero ve-la.
E eu nao devo entrega-la senao a quem
se aprcjcntiir da parle da condessa Alvinzi. ..
he este o nome que me deisou scnlcora.
Alvini I nao he ella, balbuciou o dcsco-
nhccido lomando a cahir aobre a cadeira coen
oppresaio.
fclle eslava aterrado ; longas gollaa de auor
corriaiu-lhc pelas faces... elle passou rpida-
mente a uiao pelo rosto c pergunlou ao bar-
queiro se eslava promplo.
Nesle momeulo a porta da choupana vio-se
abaladt violentamente, e urna nova persona-
geni dando risadas iuimudcradas.tendo a cabel-
leira e o talabarte em desorden) ; cntrou no
nico quarto de meslrcGeraldo.
E-ta figura grotesca coulrastava de um modo
tao natavcl com a do italiano, que ambos se
olliaraui reciprocame'ite. Este visitador noc-
turno era cerlainciiie tao inesperado como o
outro cin casa de mestre Geraldo,
Elle eslava coberto de lama desde a cabeca
ale aos ps e parecii. a fallar a verdade ler sa-
hldo autes de um carril que da calcada.
I ni i oscillacao perpetua impressa em la do aeu
" algun alegre
be ..vi,.. E, e antigua d.-Ub. de n'ios- corp,. fa.i. pensar que VolUv.de algn, alegre
rar esta cai.lnlia. ..ja a .i.ccm for. Ella est ; banquete, onde tinha esnlei.didauici.te feateja-
nals secura ,a. n.aus do que as mlnl.as. do a Uaccllo SfU penu.cho eslava lndignaii.cn-
Adet: rpc..."de hon.cm par. c-a que pizo te ......cacado sua. bala, chela, cTagua, sua
ando-me a.cniquil.do de terror ; porque no obren,.s de Chrislovao Darla que
lempo presente cemclhanle deposito mi he esial.eleceram nesle lugar parapetos para a
como,.do para se guardar. Mais de urna vez os pessoas que vollam, como cu, de jamar em
.Cu.a?1.eCcauceo".,'Uj0 """''" "" -Qwqw W" ? ""
M"lttltaVlu*rte..^ singular lu- pondu me^.rc Geraldo, uao he convenicule
Iterse a narrado de mestre Geraldo, urna | que um gentllhoniecuco.no o senl.or.
_ jsti&wsssa
^"Hc verdade, meu amigo, nao leuho bem ., be un) honrado sujeito que ene promelleu
o or de cavalleiro ? Esciilc-ine, pois. tu fallas dar-ene que caler nina dcsias nones. Pelos
a um dos cavalleiro) do Copo, ao amigo do du- olhos de Marmousellc, a douli gala de mestre
que de llel, ao grande SaiiilA.ii.nl cornado Fdippe Gruyo, quero aprsenla '
esta iioltc por Gillot c haret, verdadecros ileb-, amigos I Picosamente clles esl
pela sua ode aos regales Tinha dito ao meu |M,. na nossa laverna da ponte
criado Mardochen que es|ierasse por uncu na i () gordo e jovial Saint Ainanl abanou-sc com
taberna de Pomrne rfe Pin. O paule deisou apa- a pluma de seu chapeo. Um ouvinle de mais
gar-se n ardile e eulamcou-se. Mil caios o n,e ageadava muo, e a id.-ia de couonlrar l.l-
partam I elle Icva-me para agoa, quando cu ia vcz um protector dcsconhccido no cslraugciro
para o vmho I Eis-me bem servido na n mal- o cnchia de alcgiia.
dita choupana i A orgia e a laverna cram as nicas elasses
Duendo eslas pal.vras coen ar burlesco, Saint 'deste poeta furibundo, cuais couhecido por una
Aucanl eaamiuava a choupana de mestre Ge- jquadra ao palacio de jusli;a, do que por suas
laido, mas licou mudo em face do descoolicci- obras. O Italiano cousiderou-o com ar desde-
do, cuja phyaiooomia, devenios dize-lo, era nhoso.
becn proprca para uioderar'acus liansportej ba-| Nao reapon-le, meu charo compaulieiro/
chicos. Logo que o barqueiro spllcou-lhe o j ilcm vejo que o vinho mo o lecili. He pena, o
designio deslc gentilhomeni elleesclamou de uiesirc fflllppa he cscellcnie. Um horneen
Oueouco? o seuhorquer all'ogar-se .' a|>a- !quc leu. a promessa de furnecer a adega de Mr.
--nanea, de la Meillcra! ja vejo que devo lallar-lhc da
NSo he bstanle lomarem-se medidas so-
bre a o.ora.1.1 ..lu o iiiu.i-ac.lo do clero,
preciso he lambem melhorar-se a sua posi-
cjJo, como meio de attrahir a o seu gremio
pessoas de muiccimeulo, ou antes para quo
se 11.. i fechum as portas los seminarios que
su tem croado, ou que se reformam, e das
academias, so as houverem de crear. Pois
de corto niugiiem querera fazer longos o
penosos estu los, grandes despezas o Ira-
bilhos para faltar-lhe o pSo dei>ois de orde-
nado, o prestando ao estado, que aboli os
antigos dizimes, valiosos scvi(os, quacs
os quo temos cima pondralo, nao ter s"-
nSo vaiilageus ou ordenados 13o mesqui-
uhos quo os sorvenlciarios na ultima escal-
la dos emp.-cos pblicos Ihu liu.nn muilo
alum.
Com olTeito o clero da Irlanda, que vive
na-miseria o na total indigencia em que o
protostintismo inglez so osforca por con-
servado, ho o nico que sabemos poder ser
comparado ao do Brasil quanto s misera-
vSi o vorgonhosas congruas que percebetn
os nossos parodies, bispos, ole; sendo to-
via de observar quo u mis-ria do clero ir-
lantloa II.o ii<-..i. ,.,,...; ...,..ii. .. t*
CommfseracfiO, ontrelanlo que al isso fal-
la ioclero In.isiluiro, pois iiinguem julga-
ra, nem mesmo lio de presumir que no seio
de urna uai;3o calholica, e quo mu expli-
ilami tile lem recouhecido no s-'ii pacto
fundatixintal o calnolicisuio como a religiSo
o estado, tal foSSO a posic;3o em que real-
motile su acha o nosso olera : assim, ao
passo que ludo nos Mlece. julgam-nos vi-
vendo em abundancias I Mas o que sobre-
lulo admira nao he que o tr.iulio-. assim o
peosen, mas que os mesmos a quem os
proprios olhos certifican) a p-nu'ia do nos-
so estado, linjain couhoce-lo, e o que mais
he, dosejem tirar-nos csse mesmo pouco
que nos resta !!
So de boa f procodessom elles, nos Ihes
dinamos quo h : bem verdade que nSo
tneudiga de porta o) porta, de sotina rota
e esfarrapada o parocho, a quem se da a
pingue c vantajusa congrua de 300/000 res,
ou o rico co.djutor que recebe..... queria'
mosoinitli lo por honra do paiz, mas loica
he dze-lo50/000 ris annualmoiito I He
issovuidade. Masaviuva lio ira la ou essa
pudibunda virgom, que so nSo anima a sa-
loi a ra e csmolar o pSo, por ventura dei-
xa por isso de ser mis-ravel, mereco menos
os temos cuidados dacariJalu evanglica,
OU |-, l -l i-.- .Hit.'. I l.iuc il'-lll .| l ilqueril-
uhoirinhu que houvosse ella adquerido em
longo e penoso traba I h a r,a titulo de n3o pre-
cisar delle ." NSo parec irrisorio que um
padeo encanecido as fadigas do apostola-
do, e na idade om que, gastas as torgas, a
------- ii -rr- ----------in
ge! parlllho bem pouco esta opiuio aq
Alejandre banlinu-ae no Lldno c n.urreu, Sa
pho achoei a morlc no scio das ondas, Leandro
uopdesalvar-sc de )ua furia, sao bellos es-
cupios para ae imitar! Mas pelos demonios da
alegcia! una mea redonda vale bein o Sena,
nella se achain morlalhas de todas as cores.'
Vinho d'Arbois, vinho d'Erinilage, vmho de
l.angon, essa he a agoa da Slygia. em que um
verdadeiro genlilhomem deve afogar-se!
Por favor, meu charo senhor, nao enoobreta
o Sena! O Sena he un. peao vil, pela minha
pane despreto-o c sej reconheco a Tavcriu.
ATavcrnal he esle o meu campo cerrado,
nclle desalio a lodos os rapases, a todos os ca-
petaes! A Taverna, senhor, he iniuha alma, he
iniuba vida I
Vlode Farcl, Grandcbamp, Bclot, Pontme-
nard, .Saint Piice, Cbassaingiimout c mil ou-
trosl vinde lodos aqu d.zer a esle geulillio-
oi i- m que goslo lem o objecto de seus votos O
Seal mas esle Icito he boen para um G-sco
ou uin belleguim. Oh I que 1 o aeuhor, cujos
blgodcs sao letorcidos. cujo ir he marcial c na-
de' lem de um conde allcuio, querer conversar
com ny.ophas lirll.uies que uen. mesmo jogam
olasqueuell Mas reilccla, seulcor, que he esse
un jazigo ai oi.ilnavell Sem contar oqueahi
lacee;.un, pondere que s se cuconlram nellc
deusea aunados de forcados que chacuam tri-
denlrs.c que iiem'ao menus Ihes serven) para
abrir as ostras verdes.
Palavra de houra, ennheci urna Auiadriada
que euojava-se tanto uesse pala que la morreu.
Oh! meu charu alUicto, bem se v que o senhor
nao couhece nem os passcios, nem as iolleeii.es!
Eu o recoiiiiucudare ao coiniuedianlc Uellcro-
Icnda Mariella.... Saiba, pois, que poi causa
desse objecto gloi-iuso.... desse braieiro, desse
sol nao ba noiic que se nao desembaiiiliciii es-
padas.
Eu incs.no confin-llic isto, amo-a clrcmcci-
dainenle, o dardo enliou-iuc aqu..... dlsse
jaiul Aiuacil tocando no pecio, e nao ha dia eu.
ciui mi Ihe fae;a versos admiraveis.... O lavcr-
ii.ii o me adora, e cu a vejo a todas as horas....
Mas o que be cruel, senhor, be ser ella ao
mesmo lempo ucu cspclho de belleza e de vir-
ludc! Eu a acilo, aun eu a amo, apezar dos
meus Cabellos lee.cuto., ella reioa em cucu cu-
ra., o, mas escarnece dcmicii! .Venen paUvra,
o Sr. a vera, c depois dir, como eu, que he
cima mu i iueaplicavcl. Conbefo Cepblso,
Auiarautho, Sylvia e Macetle, ellas nao sao dig-
nas de abracar-llic os ps. E todavia he una
simples taverncira! O cavalleiro liarla qucluia-
r.a por ella acus sonetos, seu amo suas pipas,
Pars sua Poule-Novae o Sr., duu-ilie a ciiiuha
palavra, se afogaria !
Utialiauopo.-se a i ir. o li no luco n de Sainl
Ainanl se ihes tinha couicnuuieado, era tacu-
iii-.u a primeira ve* que ouvia fallar da laverua
de t'oeneeic de P.u. A resolucao estrea, que
tinha lomado, ii cedendo pouco a pouco, nao
poreiue a renuoclasse, mas porque queria tal-
vci cii.mi- aluda seu ultimo dedo contra o
acaso.
O barqueiro lllava em Saim Anuiot um olhar
esiupido c deslucubrado. O gracioso poeuo
mergulhava, sem saber, na mcscni adi..lra(uo
ingenua que Ihe teriaca causado Tabana ou
GautbierGargullle.
liaecuu mui raras vezea tecn tcahido a Saint
Ainant, proseguio o cstranhu poeta ; eia, pois,
cneu geniilhocnei, lome-uie por seu guia. Eu
sou um horneen de peneca, o Sr. un. Cezar, a
capa c a espada vio bou assim juntas! Repi-
lo-llce un se afogue son ler visto Mariella.
Eutrclaulo voguemos al l ajudados por es-
te honrado barqueiro. A esta hora meu lacaco
Ha.: i- lu-. est Ja louge.. .
E como o descouhecido parecia anda hesitar,
o poeta accresccnlou:
Creia-mc que nao convidada a um lilbo
daGascouha; mas pela sua tez vi logo que Ira-
lava com um filho de Hespanha ou daltalla ...
Ora estes dous paizca sao os dous nicos credo-
res que reconheco. Nos os poetas lomamos-
llie's muilo emprestado!
0 dcsconhccido inclinou-sc c saudou a Saint
Acnaiit com nr de mofa.
Enlao est decidido? pergunlou este.
A descobrir por lodos os meioi aquillo
que procuro, respondeu o Italiano, laucando
ucu olhar fixo sobre ineslre Geraldo. Talvez
ache ieeforcuac;ea na tavereca de Poinmede l'in.
Mestre toronte, conlinuou Saint Amam,
dirigindo-sc ao barqueiro, cuide em conduzir
becn a sua barca, vosse nos pora a mine e a esle
grutilboincm na ponte Maria..,. A laverua de
mestre Eilippe tica na esquina do caes dos Ol-
mos.
basta, disseGeraldo, nao he dehojeque
conhc(oa laverna do Peneme de Pin. Sduieolr,
scuhor, disse rm voz baila o barqueiro ao Iia-
llano, rccomiiiendo-lhe lenba nesse lugar
bocea lechada, isto he essencial.
A barca fendeu o Sena e chegou logo as ne-
gras arcadas da ponte Macla..,.
O poeta e o deaconbecldo sallaraui em Ierra,
adireita dlanlcdellea brilhava uin grande lam-
pean pendurado da parede por ucu braco de
enadeira pinlado de encarnado. Era cata a In-
signia da laverna de Pomme de Po. guando
clles lam chegaudo a cale lugar afmalo, o Ita-
liano e seu cou.pauheiro culi eviran, na som-
bra uin cavalleiro de no-ele.un estatura euvollo
al aos olhos p.u sua oapa, o qual paraudo dian -
i- ile- ccui.c porin.lM b.iix.c, tirou una chave da
.Igibelra do seu caaaco e Inlroduiiu-se e.mi. -
losacnente no corredor de mestre t'ilippe Gruyo.
bravo! mur.nurou Saint A man, he algum
bacharel que faz o seu cerco! Com Mariella a
taverna uo pude deiiar de ser mu frequeuta-
da. Entremos. _
(Confi/iuar-M-ka.)
ILEGIVEL


-I**m
/
velhice nrnci rircr cuiti dos lucos di, conduelo 10 cadver.--Que foise remeltido
mocidide, elevado por sus mritos, por o olllcio por copia, io flseal rospecliro pin
s-ns servieoa igrej e so eitido, a digoi- examinar o ficto e informir.
dide cinonicil, io gremio do senado, pois
que ooibido he o un lo di aut diocese,
que se llie d 300 i 500/000 ris? Quil he
ihi o portelro di ultima dis repirticOei
publicas quom sa nSo leuha dado ou Un-
to oa muilo mais?
Quinto ios parochos, tilvez que essis
coogruisque Ibe foram mircadis em anti-
gs oras, i pardos demiis empregidos p-
blicos, mu que todos este ligo tido, pel
vicissitude dos lempos, subidos o repetidos
suamonlos, tilvez que eslejam em propor-
(O com suas lidei pasiones. Bo ni ho lu-
dirla que orejamos. Mis desde ja deixi
mos advertido que fallamos ni generalid-
de, e idmittidis is necessarias exceptes,
que as ha em tudo e por todi a parte.
A vida parochial he un longo e heroico
sacrilicio 4 felicidade de seus semelhin-
tes..... Cale-so, poro n, aqu i nossi pen-
n.i, que uni hbil pincel, 13o delicado quSo
sabio as finas cores, nos tem j piotailo
essa vid no miis brilhante e magnifico
quidro. Pincel que, semelhante travos-
si igulba quo por mSos dacsndida inno-
cencia 10 eco mtada, brincando ou sobre
i sedi ou rici tola, val rom mil os de di-
versas cores lerendo ricos e primorosos pa-
dreas : tal nos dscreve as sublimes e il'-i-
nosas fadig di vida parochial. ExictidSo
nos trigos, propriedide e viven as tintas,
belleza de colorido, bella harmona no to-
do, tudo nos esta abi a indicar melindroso
primor.
Vejimo-lo.
Um psrocho, < he por dever o amigo, i
providencia viva de todos os infelizes.o con-
sola lor dos ifQiclos, o defensor de quem
quer que li indefenso, o ipoio di viuva, o
pai do orphSo, o reparador de todis is de-
sordena o de lodosos males, quo 18 VOSSII
piixes e as vossis funesto doutnnas ah
produzem. nuil d'entrn vos consentira em
trocar, como elle o faz, as alegras domesti-
cas, tolos os gosos, todos os li .lis, que os lio
mens procuam rom tinta avi tez, por triba-
Ihos obscuros, deveres peniveis, por func
ces, cujo exercicio parte o ro a(So o des-
gosta os sentidos, n3o roccbrndo muitas
vezesoutro fructo de tintos sacrificios mai_
do que o desdem.a ngiatidSo.e o insulto ?
Vsiindi esues mergulhados em um pro
fundosomoo, e j o i....... docaridide pre-
venindo a aurura, rrconecou o curso de
suas benolicas obias; aliviou o pobre, visi-
tou o informo, enchugou as lagrimas do in-
fortunio ou fez correr as do irrcpendimen-
lo ; instruioo ignorante, fortaleceu frico,
lirmou na virlude is almis perturbadas pe-
llstempestsdesdis paixes. Depois de um
dii, todo cheio de iguaes beneficios, chega
a noite, mis nSo o repouso. Na hora em que
o prazer vos chama aos espectculos, ss fes-
tas, corre-se toda a pressa casa do mi-
nistro sagrado : um rlin.st.in [oca os seus l-
timos instantes; vai morror, etilvez d'uma
molestia contagiosa ; nSo importa : o bom
pastor no ilnxara expirar 8 sin nvellia em
adocar-lhe as agonas,sera cerca-la das con-
-olaroes da esperanza e da fe, sem orar a
seu lado ao Deo, que morreu por ella, f
que Ihe d neste momento um penhor certo
de immorlilidide no Sacramento de amor. >
Eis-aqni o parocho.
E que magnico espectculo, quo brilhan-
te quidro das humildes grandezas do sacer-
docio o di vid pirnchial! Quinto ho bella,
tocanle, e maviosamente pathetica i descrip-
e.lo desta vida toda gloria e toda rrartino,
toda do acerbos espinhos para o mundo, mas
toda delicias para o Cco !
Por coito tinta abneacAo, tinto sacrili-
cio doloroso das mais curas afTe-ices do
mundo, tanto insano lidar em beneficio da
iiumanlUaoe, por corlo que na*o p le lar ou-
tra paga, oulra recompensa que ii'm seja do
>'.', de Ueossmento. M s por ventura he
amarrando os bracos ao servo que o Sonhor
pnder 00lb.tr servaos dello, embora ao mi-
sero vontade boi nio falte, nen auvetuoso
zelo t Ou oo boi que debulha decers alar a
bocea ? Quem planta a vinlia e nao' come do
leu fructo ? Quem apalenla o rebanho, e nao'
beb lio leite do rabantio
Tal o Uireito que tem os parnchos e em
geral tolos os sacerdotes a sua sustentculo,
edahi os antigos dizimos applicados para
esse justissimo fin. A sabedoria dus nos
sos legislidores aprouve aboli-los, substi-
tuinlo-lhes mdicas penses, que, se no
lempo em que foram OMi cadas podan ter
justamente o lime de congruas isto he cer-
tas pensiles destinadas mantenga dos sa-
cerdotes, certamente que boje no se Idos
pode dar este nome, senSn como urna anti-
frise di pilivra paia o seu signilicado, por
sso que taes congruas nSo ehegam para as
mais cumesirihas precisos da vida.
Daqui nasen a imprudencia dealguns pa-
roobos em suas exigencias ; daqui as quei-
xas dos liis, daqui os clamorea dos que
busca m em sua desafeic So ao clero qualquer
motivo para graves censuras laucadas com
injusta generalidad, sem que so attr-n I,
(anda que os nSoqneiramos aqu defender
nem ailenuar Ihes neste ponto a culpa), que
Abytius abyiium invoeat.
0 goverao pois, que felizmente j tem
lineado as suas vistas para as necessidades
do clero, uo ple deixar de alten ler a
quinto havemos dito ; nos o esperamos tan-
to mais quinto essis nossas ideas lambem
.silo 18 do nobre ex-ministro da jusli(i e fu-
rim por elle exaradas no seu ultimo relstu-
rio apresentado a issamhla geral na sessSo
do ro rente a n..... Complete pois 0 ,'ovr-
iio a instruido du clero pela crea;9o de a-
cademiss ecclesiisticas ; melhore as con-
gruas dos nossos hispo*, conegos, e paro-
dio ; coulira ao poder eclesistico os mios
de valar com rflicacia sobre a moralidade do
clero ; o que ludo concorre para dotar o piiz
deum clero suminamenle instruido e mo'i-
lisado, que por certo muito bem merecer
da patria e da igrej, o governo actual.
Praii ao Co, que se realizeos oslas esp .
rangas, que no mais intimo do corsr3o ani-
ohamos, movido nicamente pelo meimo
duplo interesas di religiSo e da patria !
B.
M^_=^=__ {De tioliclaior Cathulieo )
Foi ipprovado um parecer da commisso
de polica, dando por conferidas a no so
de lerera ipprovadis as cootas da recolta a
despeza municipal do mez de agosto ulti-
mo, e lambem as do estibelecimeoto do ca-
miterlo, relativas ao tremestre de Joabo io
dilo mez de agosto.A cmara aotorisou
ao procurador para arrecadar o imposto da
medidas de fazenda o o de mscales a bo-
ceteiras, durante o lempo que nSo forem
arrematados ; bem como a desocupar e ar-
rendar, com previa approvicdao di mesmi
cmara, o lelheiro que servio de antKO be-
bedouro do gido e is cisinhas da Solidada
e ra Imperial.
Assignou-se a acta da apurafSo geral dos
votos pira venadores, mandou-se tirar urna
copia delta e urna relacSo nominil dos
juizes do paz dos dilTerentesdestriclos das
freguezias doste municipio, pin seren re-
mottidas ao Exal. Sr, presidente di provin-
cia, e fazer o mais que manda o art. IOS da
le regula mentar das eleico.'S.
Despacharan) se as petigOes dos contrae-
tadores lis carnes verdes, de Joaquim Miri-
nho Civalcante de Albuquerque, de Manuel
liougalves di Silva, e lov Eu JoSo Jos Ferrein da Aguiar secreta-
rio o subscrevi, Barros, pro presidente,
Mamede.Figueiredo.Ferreira.Souza.
Priora.
~ E os dous frincezei qne flzenm iaseu
legrado?
Mettre. tem dado grande toada a dea-
coberti. Ellas encheram de trutas o rii-
chose regatos de Vorges, alguna do Uozella
e do lito a biixo IMieno : a tabendo isto o
I)r. Hixo, seoretajio da sooiedide d'emuli-
glo de Vorges, deu parte ao governo e
cidemli das sciencias.
-- Se fosse i oossa, Pintiailgo, mesmo
depois de regenerada, en O mesmo que es-
crever a um defunlo.
A acidemia declirou que era de gran-
de importancia nacional; e apesar de que a
eouaa era sabida aeientillcmate ha mais
tempo, agori he que ella se tornara d'utill-
dade prctica.
E o governo que fez ?
Esse conheceu que a descoberta nio
so daria emprego a muita gente, as crea-
2

Hcparticao da polica.
da h ni. ni i runo.
Illm. e Exm. Sr.-as partes hontem e ho-
Je recebidas nesta repartidlo, consta lerem
sido presos; ordem do subdelegado do
primeiro districto deste termo, Hanoel Josi
Brilhante, e Manoel, escravo, sem declara-
co do motivo ; order do subdelegado da
f'ogue/ia deS. Frei Pedro Congalves, Vic-
torino Jos de Souza, e Manoel Jo- Chaves,
para averiguagfles policians, e .lolo, escravo
de Manoel Pereira Lima, por furto ; orden
do subdelegado da freiuezia de Santo Anto-
nio, o portugiioz Ignacio de S Lopes Fer-
nn les, sem dec'aragSo do motivo; ordem
do subdelegado di freguezia de S. Jos, An
Ionio Jlo Neponucii io, Constantino Jost
do Nasrimenlo, por jogar, e llelaro, escra-
vo, sem il clai.ii: "ni do motivo ; ordem do
Subdelegado da freguezia da Boa Vista, o
allemil i Mathias S'iremer e os escravos Dio-
go, Ua-celtno, e Jos Ribeiro, por jugo e o
creoulo Alexan Ira Perein dos Sintos, para
averiguarles pollciaes.
O delegado do termo do l.imoeiro, me
commiinicnu em olllcio com data de 28 do
mez prximo passsdo, que no quarter3o de
Caxoeira a 6 lego tiva villa, fora assassinido um preto escravo
de Antonio Dias Uorba, tondo-se evadido o
assassino, contra oqual se eslava proceden-
do e se tintn expedido as convenientes or-
dens para a sua captura-
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da poli-
ca de l'ernambucn II de outubro de 1852.
Illm. o Exm. Sr. Dr. Francisco Antonio Ui-
beiro, presidente desta rovincia.Jos Ni-
colao Kgueira Costa, chefedo policia inte-
rino.
DEM DO DA 12.
Illm. e Exm. Sr.Das parles boje recebi-
das nesta roparliglo, consta lerem silo pre-
sos ; a ordem do subdelegado da freguezia
de Sanio Antonio, Tnomaz, escravo, por in-
sultos; un! Mu do subdelegado da froguo-
zia ile S Jos, Bernardo Jos da Silva. An-
tonio Bilieiro da llessurreig.lo, Joaquim J-
se de Santa Anna, por ebrios, JoSo, escravo,
por insultos, e Joaquim, sem decl-ragSo do
motivo, llemigio PanlsleSo, por InfNceSo
de ii.i ;r:is miiniefiiaMj o Jnilino Uanop.l da
"i i vi-i.a, por r ti,nenio ; e a ni le n do sub-
delegado da freguezia de S. Lourencr), Jos
Francisco Cruangi, para averiguafues po-
liciaes-
Daos guarde a V. Exc. Secretaria da poli-
cia de l'ernambuco 12 de outubro de 1852
Illm. a Exm Sr. Dr. Francisco Antonio Bi-
beiro, presidente desla provincia.Jos Ni-
colao Itigueira Cosa, chefe de polica inte-
rino.
cOes, e na pesca, mu que poda auiteotar-
-o urna populigflo muilo maior do que al
aqu: chamou os dous homens so seu ser-
vico, e alguna ros e lagos quo nSo linbam
peixe, abundam j nelle
Pinlasilgo, ss fosse o nosso, a algum
Calimba, ou TamelrSo, aindi approveiti-
r iam o seus servicos; ludo 0 mais pan ri-
les he forelorio,
- E tem mandado fazer experiencias, e
lirado dellas grande resoltado : no bes
vivoiros de trutss que boje se eslSo fazendo
o salmSo, o carpo, o lucio, a tenca e a per-
ca ; e geralmente todos os peixes d'agui do-
ce, e mesmo os que depois ssbem pin o
mar, todos se tem ichido multiplicaren)
deste modo.
Pirece-me, Pintasilgo que dentro de
pouco havera ni Fringa tanto peixe, que se-
r precizo oapitaliza-los ou amortiza-los, e
lera o Luizinho de chamar ao seu servic-o o
Footesou a commlssfto de fazenda.
Varios ros j tem sido fertilizados de
peixe como sSo o Isera, o liante, o Loira, o
Allien, o Lozara, o Mouse, o Mearthe, e o
Alto Sena. Alguns pioprielirioadi Burgun-
dii, de Brii e Normindi tem ipplicido s
crranles d'igoi de suis herdades o metho-
do ciui proveito: podem mesmo fazer-se
transferencias de qualidides de peixes de
unsriospara outros em que as nSo havia.
Pinlasilho, linhas nzSo quanlo dizias
que nem o milagro dos ducpicei.
O goverm francez da-lhe til impor-
tancia que nomenu urna commissSo do ho-
mens .cientficos emininontes pin superin-
i ii lerem as o >crac-3es dos dous propagan-1 das Virtudes, de 26 tunela las, cooduzio o
listas aquaticos ; o Monitor annuncia que seguinte :
i vol i oes fazendas, 3 meios sola, 3 vo
lniporlro.
Rio de Janeiro brlgue nacional Flor do Rio -
coriiigoado a Josc Gandido da Barroi, man,
feateu o irgulot*:
iceiUvaili, l>6 leraoi barricas vallas, i
fardo penas de rama, 2 calas cha, 18 oalaOei
meicadorlai, 28 tacca cali!, 16 vaaoa de barro
com planta, 1,090 arrobaa de icbe, 110 calas
relia i a ordena.
10 volume tnercadorlaa; a Aranaga & Brjan.
1.15 voluntes plvora t mercadorlai; ao arae-
nal de guerra.
Rio de Janeiro brlgue nacional Reclfe, con-
signado a vlnva Canco & Filhoa, manllcaiu o
seguate:
60 barril nrdlohli; i Candido Pereira dos
Sanioa.
2 cilifiea igoi de Colonia; Le Cont Feron
SiC.
I ciia couros, I embrulho sola; a Ponce
Demesie S G.
90 barril azelte-doce, lo barrfeal drogas, 3
fardos erva-doce, 4 aurres mate, 2IB uceas
cafe, 200 caixaa aabao, 1 callao chapoa, I dito
rap, 38 barrrkaa polaaaa, II barra toucluho,
50 ineioa dr aula ; a ordem.
I calilo chapeos; a Novaes 61 C.
I calilo chapoa de pello de coelho ; a Gui-
Iherme Welhauaaen.
200 calas sabio; a Candido Alberto Sodr
da 'ion.
Phlladelpliia brlgue americano W. Prioe,
eooiigoado a Heorv Foriter *-G., aaifeilou o
seguate:
30 caiaa e 15 fardoa tecldoa de algodlo, 10
barrleaa grata, 3o caiaa cadeiraa, 400 barri-
quinhai bolacbioha, 7s calas dltai, 4o barri-
ca! bolaxa, II barrica! farinha de iniltio, 260
aaccaa farello, 1,7*0 barricas farinha de trigo,
aos conilgnatarloi.
Ass blata nacional San Jlo, manifeatou o
seguinte :
130 atqueirea de aal, 460 molhoa de palha; a
Jos Antonio Fernaodea
Terra Nova barca loglea Norval, conalgnada
a Johniton Pater & C, laanifeitou o aeguiote:
2,5So barrica! bacalhao; aoi conalgoalarios.
CONSULADOCEHAL.
Sendimenlodo I a 16
dem do dia 18 .
.11:913,225
8:036,810
14:950,065
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo I a II
Idemdo dia 18
317,166
392,37
739,513
I i \ porliii ;i<> .
Parahyba, hiale nacional Concrig3n Flor
los de Axevedo Canario, equipagein 15 ,
em lastro a Hanoel Joaquim Kimos e
Silva.
dem 19 dias, brlgue brasleire Recife, de
226 toneladas, capillo Manoel Joaquim
Lobato, equipagam 13, carga varios ga-
naros ; a Viuvi Ctrico & Filhm. Passi-
goiros, Acaasio Buirqoe de GuamUo, e
Theodozio Maduro di Fonseca.
Idom 19 dias, brigno brasileiro Flor do
Rio, de 905 toneladas, capilSo Jos Fran-
cisco Lopes da Costa, equipagam II, car-
ga plvora e mais gneros ; i Jos Can-
dido de Barros. Conduz 3 escrotos a en-
tregar.
dem -- 24 dias brlgue inglez La ly Jocc-
lyn, de 272 toneladas, capililo John Pit-
terson, equipagem 10, em lastro; a N. O.
Bieber & Compinhii. Veiu receber or-
denseseguio parai Parahiba.
Buenos Ayres 31 dias, barca hespanhola
Pepeti," de 231 toneladas, capitao P. I'u-
sol e Sala, equinagem U, cirg carne ;
I Ainnrim & Itmloi.
lYiicio lahido no mesmo dia.
Parahiba hiale brasileiro Conceiglo Flor
das Virtudes, mestre Bernaidino Jos
Bandeira, crga varios gneros. Passa-
geiro, Jos de Carvalho Medeiros.
EDITAES.
u minist'o da maiinhi, que no he o Jervis,
mandara fazer experiencias tanibem coro
peixes d'agua salgada, tanto as barras,co-
mo fra as costas, e principslmente com
lagostas.
E so essis vingirem, Pintasilgo, io
que suas mllhires slo d'abundantes, ton-
inos exercitns do Isgnstas maiores que os
d'Aitaxeixes: havia de ler gnea, virem
melter-se- nos pelas casas, por oSocaberem
no mar.
-- Mr. Valcnciennes, eminente Ichthyo-
logista que quer dizer versado na historia
natural dos peixes, o membro do instituto,
foi encarregado de examinar as bocas dos
rios, desde o Havre at La Peste, e ver em
ijin! logares a experiencia podena ler me-
Ihor resultado. Para a costa entre Cher-
bourgo a Cranville. o immediarjOes de Trou-
ville, partiram dous mentiros do Instituto,
nio menos que Milne Edwards e Mr. Coste,
com a nie.snia co iiiiii.-siio.
-- O caso he serio. O nosso paternal, se
d na melgueira, faz viveiro de caranguei-
jos e fanecas, e paga com aquaticos aos em-
pregados pblicos e aos juristas, ou faz ex-
chequersbills a pagar com linguados.
-- Sr. Mstheus, ha do confessar a enor-
midade do progresso do nosso secuto I s
-ih"iii''iii'i i ii i.i ii-k-i iju- nos varos a
passos agigantados para urna methamorpli-
se terrestre e aquatica.
E's um visionario Pintasilgo !
[feriodico doi l'obres no Porto.
lumes drogas, 4 ditos ferragdens, 6 ditos
miudezas, 40birricaa bacslho, 4 ditas tro-
lachinhlS, 8 quintaos Chumbo, 6 barricas
sssucar, 250 caixis sabSo, 5 gigos loaga,
18 volumes genebra, 6 ditos miudezas, 8
bsrns mantaiga, 2 biTicas genebn, 2 cil-
las missa, 4 ditas passis. 2 barns vinho,
2 pipas dito, 12 siccis caf, 2 ditas arroz,
93 duzias cocos, 4 Caixas queijo.
RECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimentodo dia 18. .... 1:972,708
CONSULADO PROVINCIAL.
Rondimonlu do dia 18. 3:078,176
Pauta
tos prf o correntei do aisucar, algodo, i
mais general do paii, qui te despacham na
melado consulado de Pernambuco, na se-
manade 18 a 23 de Outubro de I852.
Assucar em c. braceo 1. qual. Arroba
VARIEDADES.
PERNAMBUCO
CAMUW MUNIIFAL.
SEITA 8ESSAO- ORDINARIA DE 29 DE
8ETEMBRODE 1862.
I'risdtneia Ho Sr. Barrai.
Presantes os Sri. Mameil Dr. Souza, Pi-
res Fermn e Figueiredo, abrio-sea scssRo
e foi lid e ippruvadi a aelad'anteoedeiite.
Foi lido o seguinte:
EXPEDIENTE.
Um offlcio do Exm. Sr. presidenta di pro-
vincia re neitondo II infornugOes miniatri-
ilas pela reparlicSo das obras publicas,
quem ouvira a cerca da represenlagSu d'es-
ta cmara de 25 de agosto ultimo, relativa
a obra do matadouro publico, a fim do que
diga a mesoia cmara o mais que Ihe ocror-
rer til respeito.A'commirslo dos Sr*
Pires Ferreirs, e Franca.
Ou'ro do administrador do cemiterio, par-
ticipando a Jim de que desse a cmara as
necessarias proviilencnr,,que ira aquulle
eslibeleci ment fora coudiuido lioje e o es-
tado deputrefigJoo cadver de liarlos Jo-
s Gomrs, tendo este falecido no da S7 do
r aroiii i e no seguinle (28J sa (irado a guia.
que nesse mesmo dia fora apresentada ao
irrematanto des carros funobros pan dir
DIALOGOE.NTIIE MATIIEUS TORRADA E
PINTASILGO.
Sr. Mathous, nicles de miis emmign-
gflo do rapazis para o Bnzil, descob'iu-se
como as trulas choca n us ovos.
Ests tolo. Pintasilgo : que ton as tru-
tas o os ovos com os rapazes ?
Tu lo, Sr. To-rada Lembra-so vosse-
mec do milagro dos quinqu panes el do
pitees que aquella madre ctiamav os cinco
p3et e duai trapalhadas ?
O'ie te n o milagro de Cliristo com os
ovos das (rutas, toleirop
Todo, Sr. Torrada: o progresso deita a
barra adianto a C'iristo Ellesustentavs cum
2 peiies cinco mil pessoas e o progresso
descob'iu o modo de lazer artificialmente
m 11 hiles de trutas, que podem sustentar
muitos militares de queixadas.
Nflo ests em leu juizo, Pintasilgo !
explica-te.
He o caso : dous Irancezes do departa-
mento de Vosges, por nome Gehin e Itomy,
mas que nSo alo Komulo e Memo, lano o's-
preitaram, tanto espreitaram como as trutas
arranjavam as trutinhasquedeiam na ma-
niversia : as trutas punham os ovos, mas os
outros peixes achavam-os saborosos, e pa-
pavim-os : o lies dous fnncezes disseram
h elle ha isso eestudaram a maneira de
os li-rar da verocidade dos aquaticos: de
cada cem ovos de l'uta apems um esripi-
va ios mllianles aquaticos.
Com rile i io, voracidade issim f dos
regeneradores : elles parecem-se, he terem
uns igulhns, outros es; inhas.
Mis inio era s isso i as trut i tilias pe-
quenas, como todos os outros peixes pe-
queninos, lain muitos delles parar ao Inicio
dos peixes grandes de especie iiifferente, o
aleda mesma. Ea preciso achar o meio de
livrar as trutas pequeninas de seren papa-
das por os peixes g an les.
-- Pintasilgo, es-usam de cangar-se : he
a ordem do oiun lo : os grandes seoipre en-
goliram os pequeos.
PoisSr. Hathaus, os dous fnncezes
acharam remedio para tudo. Andaram na
espreit, e viram que as trutas punbam os
ovos em ateia no leito do rio, que os co-
briam com pelrinhas, e faziim ablativo:
que os ovos choesvatn de per si, que is tru
lindas niscidis os picivam para sahir, e
que entln comegavam logo a nadar.
Ou ellas nSo fossem filhas de peiie
-- Osdoos fnncezes lizeram sssim : an-
divim era cala dos ovos, logo que ellas os
largavam ; dcposilavaai-os em areia n'um
caixam com muitos buraquinhos, e pondo-
Ihe pedrinhas por cima, depositavam-o
n'uma crrante d'agoi ; logo que as truti-
nhas eatliam dos ovos, lo>navam cautelas
para que ellas firassem seinpre em ago< e
incommunicaveis com os outros peixes, e
davam-lhe o sustento proprio.
-- E cntlo arranjaram muitas trutinhssi'
Cou-a eslupondi; poucos ovus gon-
ram, e poucos peixinios inorriam: ubtive-
vain centonares da imla- ; no anuo seguin-
te ja millieiros; o no terceiro anuo, ronta-
vain-.-epor midOesas t'Ulas E entilo que
Id': parece. Sr. Maih.ms ; Inven lo trutas
DIARIO DE UMA SENHORA RECEN
CASADA,
5 de outubro. Eugenio he multo ainavel.
Eitei oltu dias de casados a ana allabilldade, a
sua condescendencia garantem a miuha felici-
dade para o futuro. Oxal que a ininba vida le-
ja licil e tranquilla/ iDspira-me tuna contianca
i limu oh. Sim ; a verdadeira fellcidade consis-
te neate amalgama d'amor e de ainlsade, de
conHanc-a e de ternura.
I ciilin uina por(io de venido!, lodos novos e
todos do nielhor goato.
12 de outubro.Mais uina semana de ventu-
ra e de solcdade. Oue vida to delicila le me
nao srntisae triste Eslou espera do meu Eu-
genio que parti para a caca s da luanti.ia....
Ab! he elle I
15 de ou i ii tiro, -o meu qnerldo Eugenio con-
tinua a ler o mais auiavel dos maridos. Nao o
ha mais lerno, mais silencioso, nem maiaapal-
lonado. Coi(uina-ie ver uiuilas vciea ao ea-
pelho. He uina leve fatuidade : todoa os ho--
nena pemain primeiro que tudo em ai : este
defeito nao he Individual.
I( de outubro. D'anlea deitava-se com a
cabesa nua. O barrete preto nao Ihe Hca
bem.
17 de outubro,Eugenio resona : eu Ihe ll-
rarei aquelle cosiume.
18 de outubro.Le, boqueja e nao me res-
ponde.
I de mililitro. -Moslro-lhc m cara, c elle
vae-sc embora.
21 de outubro__Choro e elle fas piruelaa.
22 de oulubro, Eslamos aborrecidos, mas he
de veras. Vereinoise ha de ir por dlante com a
ua lyrannia.
2 de deieinbro.Monstro I,... Foi para Lia-
boa, abandoDou-ine. Sou a maii desgranada
das no 11 lie i es. Nao o lotnam malla ver.,. Urna
separaco aiuigavel...
5 de deaembro. Agora he que eu o conhec.0
a fundo. He tuna alma vulgar, com muitas per.
tenedes : imaginario de negociante com mu co-
racao de tolo : alm disso he meu marido
indi- der.eiubro.-Kegrenou com um primo.
Ainda bem.
ll de dezembro. Viemoa s boas. Demos
um palelo pela prala : tambem ia a prima. O
seu quarlo he longe, na ala eiquerda do edifi-
cio : nao noi parece niao.
15 de dcteinbro,Eugenio anda constante-
mente e iv i.
(6 de deaembro.Comeco a costumar-mc a
serenada.
( Do Keco Vopular. J
mise..... k
bar. e sac. ltranco.....
mase.....
refinado..........
Algodlo ton pluma de I* qual. a
Dito.........: .
ouo...........3. .
Dilo etn caroco................
Espirito de agoa .n denle.....Canad
Ago'ardente caxaca ,,....
Una de canna.........
lli: ir, -di n .......... a
Genebra .........Canad
Dita............Botija
Licor..............Canad
Dito......,......Garrafa
Ai o pilado2 aimbaa um Alqueire
Dito fin casca.......... -
A/i iic de mamona....'.... Canad
Dilo de mendobim ,,
ua de peiae ....
COMMERCIO
PRAGA DO RECIFE 18 DE OUTUBRO, AS
S HORAS DA TARDE.
coTAgOasOFPlcuis.
Cimbio sobro Londres : a 28 d.
Frete pan Liverpool de ilgoiln 5(8 por
libra e i por cento da p.
lino para o dilo carga barricas com assu-
cir 40.
Compras de issueir.
Brinco blixo do 1,780 a 1,950 rs.por arroba.
Miscavado de 1,300 a 1,350 rs. por arroba.
ALFANDEGA.
Rendimenlo do 1 116. .146:667,947
dem do dil 18.......18:006,293
Cacan..............Arroba
Araras.............Dirm
Paiiagaioa...........Um
Bolacha-...........* Arroba
Biscoitoi ...........
Cafe liom........... a
Dilorastolbo.........
Dito com casca.........
Dito mido............ n
Carne secca........ a
Cocos com casca.......Cento
Charutoshons ...'.... >
Ditos ordinarios.......
Uno regala e primor
Cera de Carnauba......Arroba
Ditacm velas.........
Cobre novo nio d'obra......Libra
Couroa de Hoi lalgadcs .... I.im..
itoeapliados.........Um
Dilo de ihiv i..........
Dilo de de cabra conidos' .... "
D.ces ne calda........Libra
Dito de Goiaha......... a
Dito aecco..........
lilii.i..............
Estopa nacional........Arroda
Dila estrangeira mo de obra a
Espanadorcs grandes.......Um
Ditos iHMiueuos........
Farinha de maudioca.....Alqueire
Dita de unlh-1.........Arroba
Dila de araiuta........
Kcijiao.......;.-:.. Alqueire
Fumo bom...........Arroba
Dito ordinario........
Dito em folba bom......
Hilo ni 1 ni.u io. ,....... a
Dito ia,luido ....'.,..
Ipccacnnlia........... w
(juntia ,..........Alqueire
Geingidre...........Arroba
l.inli.i de aeltas ...,-... Cenlo
Dilaa de toios ,.....
Piaocliaide amar, de2collada Um
Ditas de louro......... a
Gustado de ama i ello de 16 110
p. de c. 2 '/, a 3 da I.....
Dito dito imi-e. ....... a
i.. m iin.lio de dito .......
.Soallio de dito ,........ a
Forro de dilo ...,.,...
Costado de louro.......
Coitadinbo dediio......
Soalbo de dilo.....,
Forro de dilo.......- a
Ditol de cedro.........
Toroi de lalajuba QuinUal
Vaiaa de parreira....... Duiia
Ditaa de aguihadaa
llilaa de quina......... u
Hodaa de si. unir para carros Par
Fdios de dilas para ditos ...
Melaco..........
2,0 !0
1,600
l,30ii
i.l.so
1,400
2,5uo
5.700
i.300
s.aoo
1.I.M
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ISO
400
1,100
1,200
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10,000
3,000
3,200
0,400
4,000
2,1'0
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0.400
3,200
3 0"0
1,400
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2,510
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I 0
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Un
15,000
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200
400
410
1,000
1,000
3,000
1,000
1,000
2,000
2,560
4,'H'O
5,000
3,000
7,ono
4,000
3,000
j5,ooo
'oeo
2,000
1,600
9,000
12,000
7,000
20,000
10,000
2,000
O.ono
3.600
6,000
6.2110
3,200
2,200
2,000
1,201,
1,280
1,600
860
O Dr. Custodio Hanoel da Silva GuimirSes,
juiz de direito di I.' vira civel, e do com-
mercio nesla cidado do Recife de Paro
oambuco por S. M. I e G. o Sr. D. Pedro
segundo, i quem Dos guarde etc
Faco siber ios que o presente edita I vi-
rem que Avri.il Innlos e Corapanhia, ne-
gociantes desn cidide, requererim por es-
(e juizo, iberia i faitencii do bachirel Joa-
quim Antonio de Faria Abreu e Lima, como
se v da seiileiic,a do theor seguinte. A vis-
ta do que se ichi expendido na peli(8o lis
2, dos documentos de fls. 4 lis. II, e dos
depoimentos defls. 20 fls. 24, pelos quses
concludentomente se prova que o bichirel
Joaquim Antonio de Faria Abreu e Lima he
commerciante, e tem cesssdo os seos paga-
mentos; o i n lo em vista a terminante
disposicSo dos Arts. 797 o 806 do Col. Com.
declaro fallido o referido commerciante,
hachare! Joaquim Antonio de Faria Abren e
Lima, e aberta sua 'silencia desden da 21
desetembro pruximo passado. 0 dono que
se ponham sellos em todos os livros e
papis do fallido, e nomein para curador
liscal ao credor Miguel Jos Alves, que pres-
tara juramento na forma da le, expedin lo-
se desde j ao juiz de paz respectivo partici-
pado acompanhada de copia desla senlem
ca, pin so proceder posicta dos selloi
e costas Publique-se cm mSo do escnvSo.
Rpcife 14 de oulubro 1852. Custodio
Manuel da Silva Guimares. En cum-
pnmento lodos os credores presentes do
referido fall lo comparecerJo na casi de
uiiiiiia residencu ni ra di Concordia do
bairro de Santo Antonio, sobndo de um
indar, no dia 20 do crrente as 10 hons di
maiilia, alira de proee I re it i noineir;;1o
de depositario ou depositarios que lito de
receher e administrar provisoriamente a ca-
sa fallida. E pan que chegue noticia de
todos mandei passar o presento que ser
publicado pela imprensa, e aflixado nos lu-
gares designados no art. 129 do Reg. n 738
de 26 do novenibm de 1850. Dada e passada
nesta cidide do Recife de Pernambuco aos
15 de outubro de 1852. Pedro Tertuliano
da Cunda, escrivau interino.- Custodio Ma-
noel da Silva GuimarSes.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da nrovjncia Je 27 do
corrente, manda fazer publico, que nos das
19. 20 e 21 de oulubro proiimo vlndnuro.
una pi.ict para ser arremata lo peranto a
junta da fazenda da mesma thesouraria, a
quem por menos llzer a obra do vigessimo
primeiro lauco da estrada da Victoria, ava-
hada em 12:218,606 rs.
A arrematarlo ser feita na forma dos ar-
llgos 24 e 27 da lei provinciil n. 286 de 1' de
maio de I mi, e s id as clausulas especiaos
abaixo copiadas.
As pessoas que se.propozorem a esta ar-
rematando compare;am na sal das sessOes
di junta, nos das cima declaridos, pelo
meloda, competentemente habilitadas.
E para constar se, mandou afixar o presen-
ta e publicar pelo diario. Secretaria da Ihe-
ouraria provincial do Pernambuco, 29 de
ietembro do 1852.O secretario,
Antonio Ferrcira da AnnunciacSo
Clausulas especiaes da arrematadlo.
I." Asobras do vigessimo primeiro lanjo
da estrada da Victoria sorflo feitos do con-
formidade com o or;amonto e plantas ap-
provadas pelo du retir n em consclho nesta
dala, e apiesenlado a approvar/ilo do Exm.
Sr. presidente da provincia, tudo na impor-
tancia de 12:218,606 rs.
2." O arrematante romee na is obras no
pas i de um mez, econcluir no de um an-
uo, contidos da dila da assignatura do con-
trato.
3.* A importancii desti arrematadlo ser
Paga em quatro preslacilcs igusesda minei-
ra segainte : primem quanlo o arrema-
tante livor feito a terca parte da obra do
qeu contrato; a segunda quando ti ver feito
dous tercos das obras ; a tercena quando
lor r. cedida provisoiiimente; ei quirli
quiodo lor dillnilivamcnte recebid, nSo
derendo elTecluar-se pagamento algum Hi-
les de liodir-seo primeiro simestre do exer-
cicio de 1852 i 1853.
4.a Para tudo o mais que n.lo estiver de-
terminado as presentes clausulas seguir-
se-ba o que dispoe a lei provincial n. 286
de 17 de maio de 1851. Conforme Ose-
crelirio,
Antonio Ferrein di AnnunciicSo.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouriria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, de 29 de
setembro prximo passado, manda fazer
publico que nos lias 26, 27 c 28 do corren-
te ira i- ara para ser ir. mal nio perante
Ij junta dala/iiila damsra tdraooraija,
a quem por monos fuer, a obra do 22. Un-
co da estrada da Victoria, avaliada em ris
I8:902|SI0.
A srroinatuno ser feiti na forma dos ar-
tigos 24 e27 da lei provincial n. 286 de 17
de maio, e sob as clausulas especiaos abai-
xo copiadas.
As pessuas que se propozerem a esta ar-
rematando c tiiipareeim lia sala das soseles
da mesma junta, nos diis cim declarados
pelo meio da, competentemente habili-
tados.
E pan constar se man lou ifixar o pro-
to dous tercos das obras; a terceln, quan-
do fr recebid provisoriamente ; e a quir-
ta quando for definitivamente recebid, nSo
devendo effectuar-se pagamento algum an-
tes de flndir-so o primeiro semestre do
exercieio de 52 a 1853.
4. Para ludq mal que nio estiver deter-
minado as presentes cliusulis seguir-ie-hi
oquedltpOs a lei provincial n. 286 de 17
de maio de 1851.
Conforme.O aecretario, Antonio Fer-
reira da AnnuneiiQo.
O Illm. Sr. inspector di thesourarii pro-
vinciil em cumprimento di ordena do Exm.
Sr. presidente da provincia de 13 do corren-
te, manda fazer publico, que no* dias 3, 4 e
5 de nove ni lito prximo vindouro ir a pri-
ca pira ser arrematado pente a junta da
fazenda da mesma thesouraria, a quem por
menos fizer a obra dos concerlos da ponte
de Tracunhaem, avaliada notamente em
1:936,000 rs.
A arrem a la (lo ser feita na forma doaar-
tigos 24 e 27 da lei provincial n. 286 de 17 de
maio de 1851, e sob as clausulas rspeciaea
abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esti ar-
reirata(3o compareci) ni Sila das SfSSes
da mesma junta, nos diss cima declarado-,
pelo meio din, competentemente habilita-
das.
E pin constirse mandou alixar o presen-
ta e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 18 de outubro de 2852. O ae-
cretario, Antonio Ferrein di Annuneiaclo.
clausulas especiaos da arrematadlo.
I.' As obras dos concei tos desta ponte se-
rlo feitas de conformidade com o orfamon-
to aprerenlado ipproviQJo do Exm. Sr.
presidente di provincii ni importancia de
1:936,000 rs.
2 Estas obris deverSo ser principlidii
no pa su de um mez, e concluidas no da ci-
en mu/, s, contados como determina o arti-
go 37 da lei provincial n. 286
3.a A importancia desta irremitacSo ser
paga em duas prestigies guies, di manei-
ra seguinte: primeira quando o arre-
matante tiver feito matado das obns, o a
segundi quindo estiverem todas conclui-
das.
4' Durante i execuffio das obns o irre-
mitinta dir fcil passageni para o trisito
publico.
5.a Pan tudo miis que nSo estiver de-
terminado as presentes clausulas, e nem
noorcamenlo, seguir-so-ha o que diape a
lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851.
Conforme. 0 secretario, Antonio Fer-
rein da Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial em cumprimenio da ordem do Exm.
Sr. presidente da piovincu de 13 do eorren-
t", manda fazer publico que nos dias26, 27
e 28 do mesmo, Ir a pra$a para ser arrema-
tado perante a junta da fazenda da mesma
thesouraria, a quem por menos flzer a obra
do enrocha ment em I rente a ponte da ra
da Aurora,avallada novamenteem 1:188,000
ris.
A arrnmalii;lo sera feita na forma dos
artigos24e27 di lei provinciil n. 286 de 17
de maio de 1851, e sob as clausulas espe-
ciaes sbiixo copiadas
As pessoas que se propozerem i esta irre-
m ilaelo, cotnparecam na sala das sessOes
da mesma junta, nos dlis cima decanlos,
pelo meio dii, competentemente hibiliti-
das,
E para constar se mandn afixir o pro-
sonte o publicar pelo Diario.
Secretaria di thesouraria provincial de
Pernambuco 18 deoulub'ode 1852. O se-
cretario, Antonio Ferrein da AnnunciacSo.
Clausulas especiaos da arremalacm.
Primeira. Ser* falta oeu obra de confor-
midade com O nr( imeiilo i presentado a ap-
provac.lo do Fxm. Sr presidente da pro-
vincia na importancia de 1:188,000 rs,
Segunda. Asobris priiicipirffo no priso
! Ib den, e serlo concluidas no pnso de
2 mezes cuntidos, romo determina o artigo
31 da lei provincial n. 286.
Terceira. A importancia desta obra ser
p-gi em duas prestacOes da maneira seguin-
te: a primeira do valor de tres quartos
la importancia da arremataco, quando se
tiver concluida i ol a, e a segunda de um
ausrlo, quando se eff-ctuar o recebimento
lilimn-,i, quo tara lugar nesse anno, depois
do recebimento provisorio.
Quaita. Para tudo o mais que n.lo exis-
ten) determinado as presentes clausula-, e
nem no tircimento, seguir-se-hi o quedis-
piiea lei provinciil o. 286 de 17 de maio da
1851.
Conforme. O secretario, Antonio Fer-
rein diAnnunciicJ*,o.
Deca raides
10 ooojsenlo e publicar pelo Diario.
159:674,210
Milbo
Pcdra de amolar
ilaadalillrar .
Duas de relilo .
Ponlaade Itoi .
l'tmalia.....
Sola ou vaqueta. ,
.Seno cm rama .
Pellos de caraeiro ,
N.n a parnillM .
Tapioca .....
I (Julias lie boi
Canad
Aloiii lie
I ni
. Cento
, Moldo
. Meio
Arroba
Uina
Arroda
Cenlo
Libra
Dcicarreaam hoje 19 di outubro.
Galera ingleza Sword Vlik -- ineicadoiiis. sni".
II una ingleza -- Norval bacalhao. aaaaBBaaaai_
"XXvZBE*" f"h Movimento do porto.
Bilguo portuguez --flor do llar-- mer- "
r "lunas Navios enlradm nn dia 18.
18 ooo
140
2 600
64ft
6,tOO
800
8,200
320
1,200
4,000
aOO I
l7,0:i
2,50
I it,
Secretaria da inesouraria provincial de
Pernambuco 2 de outubro de 1852.-Ose-
cretario, Antonio Ferrein da AnnunciacSo.
Clausulai especiaes da arrematac
1.a As obras do 2ii. lanco da estrada da
Victoria s-ro feitas de conformi lade com
o or(.imi'iit'i o plantas approvadas pola di-
' recioiii em conselho nesta data, e apresen
tlda a apr,ivi,n i do Exm. Sr. presidente
da provincia, tudo na importancia de nos
13:9U2]IO
2. O irrcmalaiita come(ir as obras no
pri/o de um inc/, e concluir no do um
anuo, contalos da dala da assignatura do
contrito.
3 A importincia desta ane u ,1 ir.oi ser
paga em quatro prestaoOea i.'ines Ja maiiei-
. ra seguinte:-a p'imei a, quanlo o urre-
I matante tiver feilo a te.(:: parte da obra do
OcapitSo interino do porto desla pro-
vincia, emvirlude do aviso imperial de 16
tle setembro fin lo, communieido por ofTi-
cio da prosidencil do 6 do corrente, convi-
da a que cumpare(am na secretaria da capi-
tana as pessoas que se quizerem engajir de
conformidade com o disposto ni noli abai-
xo Inscripta.
Capilania do porto da provincia de Per-
nambuco II de oulubro de 1852. JoSu
lliptnta d'Olivrira GuimarSes, oapitSo l-
ente e capito lo porto interino.
Nota a que so refere o aviso circular desla
data, por onde se deve regular o engaj-'
ment de indivi luos para a amada, e
conos de impeiiars marinheiros e fuzi-
leiros navars.
Pana armada.
DeverSo ser ncosluoiadns i vida do mar,
robustos, sidios sem lezo algumi, que os
inhabilite para o se'vico.squesedestinn'n,
ter 16 a 40 annns de idade. e engajar-se pa-
ra servirem nos naviosda arando,pelo tem-
po nunca menor de 3 annns, rocebeudo co-
mo premio de engajimento, os primeiros
marinheiros 30,000 rs os segundos 20, e os
grumetes 16,000 rs.
Para o corpo de imoeriaes marinheiros.
Invino ler de 18 a 40 annns de idade, es -
tejam, ou no acustumados a vida do mar,
com tanto ques-jam robustos, sidios, brin-
cos, ou de cor, excepto negros, e nSo le-
nli: m 'co ai.-uiii.i, 'im- os inhabilite para
o se'vi(0, que se destinan). Os que forem
da vid do mar lerSo logo prac de muri-
nneirosno corpo, pira servirem por 6 an-
uo-, conformo o respectivo regulsmento,
rerehendo como premio de engajimento,
os primeiros marinheiros 60,000 rs., e os
s -.oii los 40. ns que nio o forem terSo pra-
ci de grumetes, pan pissarem a marinhei-
ros quando o merecerem, ejservIrSo por 2
annos, recebendo como premio de engaji-
mento 60,000 rs
Para o corpo de fuzileiro navaca.
Devcro ter as mesmas condifdea dos que
se destinarem para o coreo de ioipenaes
marinheiros, e servir por 6 annos, na for-
ma da le, recbenlo como pr. mo de en-
gajamento igual quintia a que fora marca-
da para os primeiros mariujieiros do dilo
corpo.
Todos os premios a cima referidos sorSo
pigns aos engajados em4 preslicOes iguais;
a piiineira no lugar do ongajamcuto antes
de embarcarem, a segunda quando chega-
ic n ao quartel nesta corte, lerceira da hi
a 6 nie/.es, e i ullim no (ini du pri-neiro
Jim o do survico.
Sec olana de estado doi uegocios da uii-
linluum 16 de suleinhro de 185-2. -Francls-
piri'toTosi esses ripazes.'que necdssVd"a'e|Brigue brasileiro>"-- fiar io Rio plvora.! Rio de Janeiro 14 das, barc poilugueza matante tiver feito a loica parle da obra do co Xavier Itointeuipo -Conforme.-O olll-
ha dei'emmorrerdefobreamsrella. | polaca bnsilein--f/r/ce- mercaduras. Flor datlaii, de 220 loneladis, capilSo Iseu conlralo; i segn li, quanlo tirer fei-1 ciil maior, Joaquim Piros Michido Porlolh
')
I
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


X
J I
1
-Conforme.O secretario, Thom Fernan-
dea Mtdeira de Castro.
Pela Capitana do Porto deata provincia,
em virlmle do aviso imperial de a dn setena-
bro,prximo pastado.communlcailo por oin
co da presidencia de 13 do correte mez,
se faz publico o abaixo transcripto.
Secretaria da Capitana do Poito da pro-
vincia de Pornambuco 14 de outubro de
1852. O secretario, Thom Fernandes Ma-
deira de Castro.
Marinha. -Aviso de 26 de agosto de 1852.
Altera o art. 20 do regulamenta daa Capi-
taniaa dos Portos de cesedovo de maio de
1816, quanto a provincia do MaranhBo
lllm. e Exm. Sr. Tendo a experincia
mostrado a necessidade do .llorar-se o art.
20 do regularnento das Capitanas dos Por-
tos de 19 de maio de 18(6, quanto a essa
provincia por ser ah a hora do preamar na
la cheia o lu nova antes do nascer o aol, e
convir que aaemharcagcs que tcm de mon-
tar os baixos, salam antes desta hora para
que possam coro a mir de vasante Ocar To-
ra dos mesDos durante o dia. Sua Magos-
ta leo Imperador.conformando te com oque
propozacommitsoencarreRad.doexamedo
armamento da repartirlo da marinna,em ol
ficio n. 3 de7 de Janeiro ultimo. II por bem
permiltir que a sabida das mencionadas em-
barcado s naquclles dias,e nos dous anterio-
res t-nti lugar a hora propri,eantesdenas-
cer o sol i o que communico a V. Exc. para
sju conhecimento e expedigSo das conve-
nientes ordena a tal respoito. Ocos guarde a
V. Eic .=l'alacio do Rio de Janeiro nm 26
de agosto de 1852.Zacaras de Goes e Vas-
Nt mesma botica ha un grande sortimento
de lirros em porluguez e franeex para as
Eessoas que sequerem dedicar ao estudoda
omoupathia.
O
3
Saliiu luz a terceira ediego do resumP
de erythmFtici, pelo antlgo professor primeiras letras Cardim, que tanta estim0
(em merecido do publico; vndese a 64_
ra.: na livrana n. 6 e 8 da praga da Indcpen
lencja. ____
Avisos, martimos.
Hio de Janeiro.
bem conhecid patacho Va-
lente, segu cont milita brevidade,
por ter j aiguma carga prompta :
para o resto, cscravos a fretc e
passageiros, fiara o que tcm bons
commodos, trata-sc com os con-
signatarios Novacs & Oompanliia ,
na ruado Trapiche n. 34, ou com
o capillo na prac.
I'ara a Baha.
Segu com brevidade a veleira
e j bem conhecida escuna nacio-
nal Adelaida, que acaba de che-
gar da li alna: quem nelli quizer
carregar, pdedirigir-se a rua di
conceilos. Sr. presidente da provincia do I (Jadeia Velba n. a3, ou a do Tra-
MarauhSo. Conforme. O olliciil maior
Joaquim Pires Machado Porlella.Confor
me.O secretario, Thom Fernn les Madei-
ra de Crftro.
HEAL COMPANIHA DE PAQUETES INGLEZES
A VAPOR.
No dia 21 deste moz, espe-
ra-se do Sul o bem conlio-
cido vapor Severn, cornntan-
dante Canpman o qual de-
pois da nomora do costumeseguir paraos
portos da Europa: para pr-ssageiros, t'ata-so
em casa da agencia, na roa do Trapiche No-
vo n. 42.
Grande hospital da C'aridade.
Hojo 19 do corrente dia do S. Pedro de Al-
cantara, celebra-so o anmversario da insti-
tuido do grande hospital; e por esla occa-
siffo se celebrara o casamento de duas
eipostas, e estar aherto o hospital para
quem quizer visitar.
A adniinstracSo do patrimonio dos or-
phSos, precisa comprar 259 varas de brim
de boa qualidade, sendo meta le do branco
o inri,nii' do pardo : quem taes fazendas li-
ver o quizer vende-las, romparega na sala
ilis sessOes da mesma aImiiiistrago, se-
gunda fera, 18 do correut", pelas 4 e mola
horas da larde.
Banco de Pernambuoo.
Os descontos So de 6 por ennto al o fim
do corrente, e de 8 p. c. at 6 mezes. Com-
pra e vende letras sobre o Rio de Janeiro,
do qualquer quanlia e a prasos rasoaveis.
HancodePernambucol6 deoutubrode1852
O secretario M. I. de Oliveira.
piche Novo n. 16, segundo andar.
-- Freta-sn para qualquer parto a veleira
polaca brasileira lili ice, forrada e pregada
do cobre, prompta de lulo : quem preten-
der pode entender se com os consignatarios
Amorim & Irmilns, na ra da Croa n. 3.
Ijaajaa
Aviso diversos.
TIIKATSO
Quinta leira 31 de outubro de
i852.
BENEFICIO DA ARTISTA
Manoela (Jaetma Lucci.
Logo quo a orchestra 1 xecutar orna bri-
Ihanteouvortura, subir a scena, pela pri-
meira vez nesle theatro, q n.uio inleressan-
tee riquissimo drama en 5 aclos, por Mr.
H. Aniceto Bou'geois e Albert.
Magdalena.
I)istribw,9o.
Personagens e actores.
Lamberto, cura da aldoia do.... O Sr. J. A.
Cosa.
Vctor de Francheville-- O Sr.L C. Amodo.
Ceo'ge .iii 11 r O Sr. J. J. Ilezerra.
Andr O Sr. Luiz A. Monteiro.
Ilaptista Roussel O Sr. Pinto.
Pedro -- OSr. Joaquim Pereira.
Thomaz O ir. Santa Rosa.
Ambrosio O Sr. Raymundo.
Antonio, ao servio de Vctor O Sr. Ro-
zendo.
Um por ierro do tribunal do Tolosa N. N.
Madama Francheville a viilima D.Carme-
la l.ucci.
Magdalena a boneliciaila.
Malhurina a senhora D. Amalia Monteiro,
Maiianna -a senhora l>. Rita.
Nicolina a senhora I) Jezuina.
110iioiilinar.pl dos reto.
PriT-eiro acto A RevclagSo.
Segundo a O Roubo.
Terceiro A Fuga.
Quarto A Volla.
ui'ito A Innocencia recompensada
Camponezes e; camponezas soldados e
povo.
A beneiciada julga ter l'oito um bello es-
colha com este espectculo, e espera meie-
cer anda esta vez a mesma protecgo que
al hoje Ihe lem sido outorgada.
Terminara o espectculo com muito ap-
plaudida e sempre desejada,
Tonariilha hespanhoia do poeta e
o mu- i (O,
cantada pela beneficiada eossenhoresl.uiz
A. Monteiro, e Kaymun lo.
Osbilbeles arham-se em casa da benei-
ciada, na ra da Cadeia dn Santo Antonio
n. I, e no dia do espectculo, no escriptorio
do theatro.
Publicacds litteraria.
Sahio a luz.
28 RA DAS Clil7.ES 88
A continuarlo da materia medica homen-
patbica augmentada da theoria das dozes pe-
lo l)r. Muio.l'cuna importantissima deixada
por Halinemann ao cuida lo dos scus disc-
pulos. Este volume contm a palhogenezia
de maia 12 medicamentos Europeos, e dos
19 principaea medicamentos BRASILEIROS,
rxperimintados pelos alumnos da escola ho-
tneopathica do Rio de Janeiro.
.""Para aa pessoasqueja compra-
." /ram os elementos de hooeo-
? ? ,'Ptha e assignaram esta 2/000
o g i Para as uu tras que a quizerem
< la dita obra. 3/000
i. /Para os assignantes e maia
S"" .[pessoas que j compra-
iram os elementos de ho-
Imeopathia
SPara as nutras pessoas quo
l- quizeie'ii a dita obra e
[a carleira.
Lotera
DA
MATRIZ KA BOAVISTA.
/\s rodas desta lotera andam no
dia 36 do corrente, infalivelmente,
no consistorio da mesma matriz ,
sejaqual for o numero de bilhetes
que fique por vender. Jos Tei
xeira Basto, thesoureiro.
Precisa-sn de um preto, para andar com
um tabnleiro de fazendas : em Fra de Por-
tas, vendan. 115.
Precisa-se do urna ama de leite, forra
011 captiv>, para criar urna menina de 3
mezes : na ruado l.ivramanto n. 14.
- Precisa-sc de urna ama do leite, pari-
da do ponfo lempo, c .-pin l'nlio : na praga
da Independencia, livraria n. 6 e 8.
~ OfTerece-se um homcm do idade, para
caixeiro de vonda, do que lem pralica, ou
para qualquer OOCUpaCaoI a fallar na na
las Cruzas n. 40, u annuncio para ser pro-
curado.
Itoga-rc ao Sr. e.r.posario do t'ieatro,
quetenlia a bondade de fazer com quo re-
presente, a mu dislincta artista b'asileira
a senhora D. Mara Leopoldina, com o que
far honra ao niorito, e abriltiaotar sua
empreza. O Josticeiro.
perdeu-se da ra tleS Francisr.n, a es-
trada de Belem, indo-so a cavallo pelo caes
da Aurora, um anol esmaltado com seis pe
drinhas de bnlhantes m circunferencia, e
urna niaiiir 11 1 111 10 : quem achou-o, tendo
consciencia e querendo restllui-lo, Inve-o a
ra do Crespo n.17, que s ir recomponsado
Ha bomens para ludo! .'
Ilontem 18 do coneule, deu principio a
comprar fazendas ojudas, deque secom-
pAe a associajSo dos logistas desta praca ;
parabeot sennores associados que muito
ganhastes co n a sabida desso estupido, quo
fazia deshonra vossa classe, esse horneen
le O Telesinbo.
A pessoa qun usou da graca do tirar
um relogo dc-prata, no dia 17 do corrente,
a tarde, por volla das 6 horas, em urna das
vendas da roa das Larang-i-as, em occasiiio
que estava-se fazondo urnas compias na
mesma venda, leona a bondade de ir resti-
tuir a sen dono, na ra da Penha n. 23, se-
gundo andar pois que a tal brincadeira
cheira a furto, o igualmente pede-se a quem
O eautelista Salustiano de
Aquino Ferreira, avisa ao respei-
lavcl publico, que as rodas da lo-
tera da matriz >!. Boa Vista, an-
dam impreteiivelmente no dia 36
do corrente mez fquem ou nSo
bilhetes por vender ; no dia 37 do
corrente mez, principia a pagar os
scus bilhetes e cautelas, premiados
da dila lotera, as lojas do cos-
tume.
- Precisa se de urna ama, que tenha bom
leite, e que nSo tenha (lino: na ra da Ca-
deia Velba, luja de ferragens n 56.
~ A viuva do senador Jos Carlos Ma-
rink da Silva FerrSo, embarca para o Rio de
Janeiro, a entregar ao Dr. Jos Augusto Ce-
sar do IVabuco Araujo, urna eserava do gen-
to de Angola, de nome Ralbina com um
lillro de 4 mezes, do nomo Vicente.
Ilojo 19 depois da audieucia do lllm. Sr.
Dr. juiz dos feitos da fazendo, tem de se
arrematar por execu<;3o da fazenda provin-
cial, os seguintes bens 1 300 ornadas ava-
hadas por 108/dOO is ; 30 serrotes por
36/000, penliorados a Jos Rodrigues Fer-
reira ; urna casi terrea, sita na ra do Ro-
sario da Ba vista n. 50, por 150/000; urna
dita terrea em caixSo,na ra dos Quaiteis n.
15 por 450/000, penhorada a Antonio d.Oli-
veira; urna casa de taipa, sita na ra do Mo-
iii'ipn iilni n.4l por 50/000,penhorada a An-
ua Joaquina do Sacramento; una dita na
ra dos Pocos nos Afogados por 250J00O, po-
nhorada a Antonia Mana Wandorley n. 23 ;
urna casa terrea, sita na ra das Calcadas
n 41 por 700/000, penhorada a Joaquina
Rodrigues dos Santos; urna dita n rua da
Mangueira do l'oco da Panella emgro d'ad-
; u.lir-n'.pi ni: i-a Joflo Bal lista Pereira Lobo
' outra dita contingua, as quaes j lem sido
annuciadas por esto jornal : quem quizer
compareca na salla das audiencias.
(Jasa feliz, na praca da Indepen-
dencia n. 31).
Tendo dt> co-ror a lot-ria da Matriz da
Boa Vista, no dia 26 do corrente; lique, ou
n.in bilhetes como annunciou o seu respec-
tivo thesoureiro. O eautelista da casa ci-
ma adverle aos amantes deste jogo, que
queiram prestar toda alternlo ao prego dos
lulhet's desta loieria, combinndoos com
os precos dos bilhetes da loieria do Rio, e
verSo a ililTerenca que ha a favor d'aquel-
les : sendo as sortes iguaes.
M 111,- Rio de Janeiro
Rillicle 10,000 Meio bilhete 11,000
Meio 5,000 Ouarl'i 5,500
Quarto 2,600 Oilavo 2,800
Dcimo 1,100 Vigsimo 1,300
Espora por Unto o cautellisia, que todos
quantosgostam deste jogo, deoma pre'cren
ca em primeiro lugar aos bilhetes da lote-
ra da provincia, por ser para beneficio, e
melhoramelo de um de scus melhores tem-
plos, para os quaes devemos todos concor-
rer com influencia, o rigoroso dever. Na
rua Nova loja de chapeos n 4, ha rautellas
da lotera da Matriz para so vendercm ; a el-
las, que rertaui poucas.
-O vigilante n 2,siina quinta-fura 21
do corrente : na rua do Collegio n. 11, as-
signa se a 1,000 rs. lOrmez, avult;o80rs
Alii!?a-se o segundo andar da casada
rua Nova n. 21, quem a pretender pode pro-
curar na rua do Queimalo loja n. 10.
-- Precisa-se alujar urna ama que tenha
bastante leite o sem lilho : na rua do Crespo
n. 10
-- Uanoel (encalves Ferreira euporta para
O Rio de Janeiro os seusoscravos Joaquim,
lilla, l'rancisra Sigana. l-'rancdllna, Anua, e
Goilnermina, lo ros pardos
-- Dasapuareceu no dia 16 do corrente un
nuil tu, algu'na cousa escuro, por nome An-
tonio, alto, seo do corpo, bem parec lo,
suissado, representa ter 30 annnos, he gago,
e quan lo esl coni medo ou raiva ain la
ruis gagueij, teve friallade quo anda se
conh ce por as palmas das mos e pez, lem
algumas costuras de firidas as pernas, le-
voii caiga do casomira azul de qua Iros, e ca-
misa do algodo azul, e levou maigroupi
que se n pi sab da que usa-. Roga-se as
nil'iri lados policiart, o capiulesde 1 .un n,
ou qutlquer essoa o prendarn ou fagam
prender elevar na rui das Cruzes a Domin-
gos la Silva ()ampos, cujo escravo eslava em
poder d lie para sor vendido e foi Vist'J por
diversos compra loros e corretores; ou a
sen senhor no envendo Jar lim, oSr. Joaquim
Francisco Paes Brrelo, que serJo generosa-
moule rrcompeosidoa.
Ilesiie quarta-feira que est fgido o
muleque Anlonio,que vende tapioca ; levou
cal^a, e cami/a azol. com rularinho encar-
nado, e manga curta, levou um 'aboleiro
grande, envernizado de encarnado com pez ;
consta que anda sem laholeiro ; elle lem na
cabega urna falta de cihello que parece croa,
e no p (lireito lem u dedo junto do dedo
mnimo ISo pequeo que faz urna grande
Trifilo Gongalvet d'Aloocar Nepomueeno, e
Dr. Antonio Joaquim Aymsdo Nascimenlo,
'I 1
. orle que faz muito
sendo os signaes do relogioos visivel. Pede-se as autoridades o capiMes
--grande, de prata, fabrica co- de c,mp,, queo pren lam e o leven a Soli-
for offerecide, que lenha de capturar u es- dtiTerrnga dos outroH.ld
perlalho
seguintes
berta, machinismo inglez, tem o mostrador'dnJc n'ii.
lelouga, letras de algarismo romano epre- ..$ ia te tas, e lem no mesmo o calendario, que mos- desappareceu um ireto creouln do 25 annos
traosdias do mez. e tambem oregislodos deiJadc, estatura baixa, grosso do corpo,
minutos. nariz chato ps grandes e largos, maoa
U cauieliata Antonio Jos grandes, com urna costura no beigo inferior
RndritTlIM de Snuza lunior avisi ,evan,l eslido emisa o caiga de algodo
nourigues oe oouza .tumor avisi euma S0,irC,saca Jfl |)rim pardo. Quemo
.10 respeitavcl public que tendo pegar leve-o na ruada Santa Cruz sobrado
chegado do Rio de Janeiro, navios de um andar, n. 71. .,
o ... Eu abaixo assigna lo preciso que o Sr.
COin data de saluda, posterior ao |.z Antonio Uarboza de Brito, declare por
dia em que correu a lotera deOu- este jornal qual a iransacgo que leve com
., '' meu pai, quo por urna caita escripia em
ro l reto, mas nao tendo o annun- maio d 1845 exige dello 20,000 rotes, res-
ciante recebido lista, uem resumo
e nem Ihe constando que baja no-
ticias positivas, lem resolvido con-
tinuar vender os bilhetes, meios,
auzente MigueT~Arcbanjo Postnumo do
Nascimenlo teem cirtas vindasdo Aracaly
na rua da Cadeia dn Recife n, 49, primeiro
andar.
Ferreira & Araujo exporlam para o Rio de
Janeiro a sua eserava parda de nome Sabina
dji 13 annos.
vf ) *
t CONSUTORIO HllNEOPATIIICO. 1
Hua do Trapichen. 9.
O Dr. Caaanova, estn lo de volta da
i Fringa, tem aborto o seu consultorio
9 a rua do Trapiche n. 11,110 Hotel Fran-
aj cisco, aonde da consultas gratis aos ti
4 pobres todos os dias. +
av II: mamado o Sr. Frailase 1 Augusto
da Costa Cuimarfles Juaior ao armazem de
ftaear n. 26 da rua do Brum, para que v
pagar a sua lettra, vencida em o primeiro
do maio passado; visto que nSo se sabe o
lugar desun morada, e tambem porque no-
iiiiiiii cuiJado tem lido de satisfazer o seu
debito.
O abaixn assignado, rendeiro do enge-
nho Jallo na comarca de Goianna, faz publi-
car por este jornal que tendo arrendado o
dito engcnlio ao major Amaro Comes de Ol
voira pelo lempo de seis annos, houve do
passar letras, obrigando-se o dito senhor do
engcoho por papel do manuscripto a dar a
obra prompta por todo o mez do outubro do
anno passado, o como n3o cuuiprisse exac-
tamente, (altando a casa de purgar assucar,
por isso faz scionlillcar ao publico para que
iienlnim senhor negocie taes lelrss,visto que
tem conlas a encontrar com o dito major.
Jlo Ignacio de Mello.
Obncharcl Pedro Cauliano de Ralis e
Silva, mudou sua residencia e escriptorio del
advogacia para a rua do S. Francisco, sobra-
do n. 68, onde o podero procurar as horas
d.i costume,os que so quizerem servir de seu
prestio.
Aluga-so por prego comino lo, urna ca-
sa omSanl'Anna, com commodos para urna
grande familia, baixa de capim, estribara
para qualro cavallos, e cocheira : a nal ir
com l.uiz Gomes Ferreira, no Mondego.
Offerece-so um rapaz portuguez de ida-
do 18 anuos, o qual tem bstanle pratica de
loja de fazendas, o da lian ; 1 a sua conduc-
ta : quem precisar annuucie por este Diario
para ser procurado.
- Aluga-se o segundo andar da casa n. 21
da rua .Nova,concertado e pintado de novo :
quem n prclen ler procuro na rua doQuei-,
inado, loja n 10.
-- Deseja-se saber se existe aqoi Jos Bor-1
gesda Rocha que estevo algum lempo em'
casa de Caetano Gongalves Poreira da Cu-'iaV
nha : o mesmo Rocha ou quem souberdel- "
le, tenha a bondade de dingir-se a rua do
Itangel n. 45.
Os Srs. Jos Arthur Pinto de Abreu, e
Francisco Moreira do Carino, tcm cartas na
rua dn Itangel n 45, e se Ihe deseja fallar.
O Sr. Joaquim Demeterio de Almeida
i'avalcm'i, lem cartas na rua do Vlgario 11.
10, segundo andar.
Precisi-se de urna negra cosinheira,
prefere-sc captiva, paganlo-se mensal-
mente ; no aterro da Boa Vista, loja n. I.
Aluga-so por lempo da testa urna casa
no Pun da Panellr, em muito bom lugar, e
perlo do banho
tica n. 15.
-- Na rua do Crespo n. 10, deseja-sc fallar
com o Sr. M.n inilio da Silva Costa, 011 com
alguem que faga suas vezes, a negocio que
Ihe diz rospeito
V # V f Wf f V f Vff Wff fH
S l'nulo Gaignoux. dentista. *
? I'ili: Kvr procurado n (|iial- <}
j% 111111 iiorn 1111 -na t(M un ^
^ rau hir.;:\ do i(o7,ni'i(> a. :n. ^
-"> aerando andar. g>
*iliA Anda se rcii.-a alugar uns prela e um
preto, esersvos, que a 1.* saiba tratar de
i" nin;a e dos scus arraujos.e o 2. para com-
prar e fazer o servigo interno do una casa
de pouca familia : quem os livor anuuncie
para ser procurado, ou dirija-se a rua de S.
Francisco, sobrado de um andar n. 8.
- Precisa-se de urna ama para o servigo
de casi o decompras,scndo boa pga-sebem;
Dos dispem.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro, tra-
luzido em portuguez o excellente romance
de Alcxaodre Dumas, que tem titulo Dos
Dispem, vendem-se na livraria da praga
da Independencia n. 6 e 8, a 8,000 rs., cons-
tando de 6 voluntes.
Constando-mc que a mirilla eserava de
nome Certrudes, nago angola, de idade 26
annos, cOr muito prela, olhos grandes, ps,
e nulos pequeos, estatura baixa, disdenla-
Compras.
-Compram-se rscravis eeveodem-se, re-
cebm-se de commlasSn, tanto para a pro-
vincia, como pera fra della: na ruados
Quarteis n. 2, segundo andar.
Compra-so-um violto em bom usont
roa do Livramento n. 10 sobrado.
- Compram-se escravos de ambos os se-
xos, para dentro o fra da provincia, agra-
emaos pequeos estator, na. uisueiK.- d,n,,0 Q_ge L.r.nei-
da na frento do lado de cima, o pcito de rjJ 1*, s,.gUnd0 andar,
pombo; se emcaminhara ba quasi dous me-
zes para o engenho de Fragoso, aonde a di-
ta eserava Certrudes dizia ter urna comadre
( preta ) pego ao Sr. do dito engenlio que
por favor, no caso d'ella Ihe aparecer no seu
engenho; que ma mande pegar e remelter-
me, a casa de minha residencia na rua da
Aurora n. 52, pagando eu, as necessaras
despezns, do cujo favor Ihe licare obriga lo.
Adverle-se quo a dita preta foi eserava do
linado Joaquim da Lingoeta, e comprada em
leilSo publico quo m-ndaram fazer os her-
deirosdo mesmo Joaquim da Lingoota pelo
correlor, o Sr. Oliveira, e dizem quo se tem I prfu"ic"a
visto tambem a refeiida eserava, na n lado ,^vaB
de Olinda, e no mesmo lugar nos Arrumba-1
dos em certa casa que ser logo corrida e
Compra-so um relogio soiaso, com cor-
rente, ou sem ella: na rua do Rangel n 60,
primeiro e segando andar.
Compra so um milhriro de telhas j ser-
vida.: quem as tiver, anuuncie.
-Cumira-se um brago de balanga em se-
gunda mo que tenha cinco palmos : quem
tiver dirija-se Rua Augusta n. 34.
Comnra-se urna tipoia em bom estado :
quema tiver dirija-so praga da Indepen-
dencia loja n. 608.
Cnmpra-se urna eserava. creoula, no
parda que saiba lavar, engomar o cozer com
na rua da Mot-da n. 21.
Vendas.
certa casa que ser logo
o ladnlo snfrer as penas da lei.Francis-
co J( s Uarboza --Vendem-se 2 travs de 37 palmos e pal
-Na ruad, Cadeia do Recife n. 49 pr.'mo, e 1 palmo e cont do largo, 3 paos de32
mciroand.r arrenla-so anualmente um Pal-nos de qua.dade, 20 elqueiref de cal de
filio, nxigc.se quo este e-ja ou na ponto de c'r Pr Ju"l 'r"' J"' .m',|h" ""
UchOa.ouemoutro qualquer lugar em re- Ps, algons caibros, 2 rotulas uzadaa, algu-
laao aquello, eiige.se ...ais quo baja ba- .* J h?"",T ^T'^S.aI
nlo, ebai.n do capim: quemo tiver diri- lln"s semgo do [;edrei o, 2 e.ixlnos de
ja-so ao lugar .cima mencionado que .cha- ihm"Pn"0' co,n 10 Mln,os ,le ,ltur,i ludo p0r
ra com quem tratar. Daraio.
fMfMf9CMfMf < i <>cos leques.
? O doulur em medicina J. B. Casano- 4 Vendem-se riquissimos leques de madre-
j va, estando de volla da.Franga, tem 4 perola com as oais delicadas pinturas que
Ir. aberto o seu consultorio bomeopathi- ? co, na rua da Cadoia do Recife n. 42, 4 lidades niais cu 11 mu las em prego : na rua
fr pnmjiro andar, aonde pule ser pro- J>. dos Quarteis n. 24 loja Je miudezas de Cruz
fr curado a qualquer hora do dia. k Bastos.
as***.-v^****,f.**efli<**af> l.uvas de pelicn, a 800 rs- o par.
-- Quana fera 20 do correte he a nlt.-1 Vonilem.sn mlllt ,,, |uvns ,, peiica a
ma praga da cas, terrea, tita has Cuco Pon- r, 0 j^unl,l.llta do.outras diversas
las 11.8I, pela quinta parle por quaoto foi qU!lli,u,,.s,l..i,l.. Iizas.comocon. ricos enfei-
avalia la, a roquenmenlo de. lestame.ileiro ,' na r|1> ,,s 0lr,,.g n g. |hja de miu-
mvenU .auto, da finada Thereza 'le^"8 de;s de Cruz & Bastos.
'--0Aluga-sc urna negra cosinheira, muito! brelas a JO rs. a caixa.
fiol, para casa estrangelra, ou de pouca fa- Vendom-so obreias em caixinhas a 20 rs.
miha ; na roa da Guia 11 5, terciroandar, cada urna.
A Epocbajornal de in lusina.scicncias, I
lilleratura e bellas aries,--vendc-so a eollec-1
c>>, pelo prego iln4000: na rua da Cadeia
do Recife, loja de ferragem.
:>
'-* z

HOItTEOPATHICA.
28 rua das cruzf.s 28,
S> Dirigida uir um pharmaceulico
approvailo.
Esteestabelecimento possue todos _ os medicamentos at agora experi- <
^ mentados, tanto n Euro: a como no *
* Brasil, e preparados pelas machinas "9
W da invengilo do Dr. Muro. ^1
$+ Carleiras de 12 tubos ale 160, por ^
> pregos vanavois, conforme a quali- ^
laicas charuteiras.
Vendem-se muito delcadas charuteiras, e
cartoiras o mellior que lera aparecido nesle
mercado.
I'ara voltarete.
Vendem se superiores cartas francezas
para vollarct1, com muito deliradas pintu-
ras : na rua dos Quarteis o. 24, loja de mu-
"*jj,dazas ile Cruz 61 Baslos.
2 Venle-se 1 carrog nova para cavallo
por prego barato : no Caes da Alfandoga ar-
mazem n. 7.
-- V -nde-so urna garrotinha de pura raga
tenrina, lilha do paz : os pretendentcs po-
dem dirigir-te a roa d* Cruz n. 45.
Vende-te palha de ticer obras do marci-
neiro de muito boa quali lado de obras ludo
isto maiso.n coota do que em outra qual-
quer parle na rua das Laraogeirss n. 7.
u> dadedas caixas, a quantidade dosre-
na rua do Quemado, bo- SF mc,li()S e suas lynamisages.
Tubos aolsos (cada um) 1/000 *
Tinturas do to los os me lica.iien- J
tos "m frascos do 1|2 onga 2**000 ".
AVIAM-SE GRATUITAMENTE
t>
>
*"" AVIAM-S~E GRATUITAMENTE %
^ para ospobr s,todas asreceilasque ^
^ para ali mandar qualquer professor. 2
AiUkC\ '":' -M>.ft! :( ^rtAA^4-S
O 3ij ,\ ,
da rua estreila do Ru/ario, travessa para o
Qoeim.do, avisa no respeitavcl publico que
receben purgo dosles biscuits do la cou-
rnnnee outros reromn endados para o
Champagne pelo autor, ele, etc., chega-
dos DO ultin.o brigue viudo do Havre.
^t)M*fB *)*
(I) Alugam-se e vendem-so bixasna <&
praga da Independencia n 10, con- (0
(P fronte n rua das Cruzes. "
ig'ir-'*>#V9,is>**fefc*l:4
- I lo ni o tu (I i do correle} pelas 8 o mei"
8 pal-
na roa do Padre I'loriario 11. 5, sobrado da ; da nnitc fa: ronbada da sala do sobrado n
quina. i, terroiro andar urna cserivania do piala
No sitio da Trcmpe, sobrado n. I, que, de mais de palmo com urna eampainba ele
tem ven la por baixo, precisa-so alugar dous etc., tendo as seguintes iniciaos junto ao
escravos, machos "U (emeas, que estejam arioiroL. D. P. : roga-se a quem della tiver
habilitados vender na rua, para o mesmo nolrcia 011 Hic liir ollerecida por vonda quei-
efiVilo; paga-se-lho 10,000 rs por mez e da- ra I va-la no referido sobrado que ser re-
sede comer: a quem convier este negocio, compensado.
dirija-so ao mesmo sitio, que adiar com Precisa-se d-' urna ama para o servigo
quem tratar. ; int-ruo de 11 na rasa de pouca familia : no
Hi\i ll> 110 \\\\ I4RII ao entrar da mata de Xieo Pinto, no dia
.11.1 .11 .1 lJ WV Vil* WJJfleilj qaila reir, 13 do corrente, as 8 horas da
TRADUZIDO EM PORT noite, desappareceu 110 comboy do engenho
Malapiruma um cavallo gordo, alaso claro
16,000 rs. de assignatura.
Sahio a luz o primeiro volume desla obra, I an.arcllo, cimas o cauda brancas, tem no
a mclhor do todas em seu genero : o uuieo I meio do esp.nhago urna bex.ga, poldro de
vordedeiro livro, por on le se pode esludar e primcira muda, cmgi.-'o, com a marca Mili,
praticar a homeopathia. Esta ntidamente 'le segn lo informagocssolcm colhi loque
impressoam excellente papel, com todos os foi furl ido ; levando dito c.vallo urna carga
signaes que contm o original para denotar de 4 arrobas do carne, enomeioum sacco
to de urna conta antiga o se tcm em seu
pnder os documentos que justifican o abai-
assignado ter rnubado ou dado prejuizo do
50,000 rs. quan lo caixeiro de Jos Joaquim '.
da Silva Ma leira, e se tem os recibos de ter
pago o dito prejuizo, como declara em a
quartOS, Oltavos e vigsimos, que mencinala carta queescreveo a meu pai.
Ihe resto, na sua ioi. de ferra- -Jos Joequleido Abreu.
*',.-'. Francisca Ibomazia de Cima, fazscien-
gens, da rua do Ijueimado n. 07 ta aorespeitavol publico para que pessoa
\, e na loja de ferragens da mes- aiguma faga negocio con urna camba nos
j i* > 1 terrenos do (,11111a, da pnvoagfln dos Afoga-
ma 1 ta n. u, de .loao apU*M o, poiilhepe>tenceaditcasioba,eparf
liodricnes de Souza, e no aterro que ao depois nao se chamem a engao, faz
, ,, 1 1 o presente annuncio*
da Boa Vista n q8, loj-i de miu-
dezas de Antonio da Silva(uiina-
-- O Sr. Joaquim Pereira da Silva, co-
n'iecido do Sr. Antonio Jos Tcixeira de
. __i.:ii.i... ...,i_|n. u (lastro, com bollen na rua do Queimado n.
raes, cujos bilhetes e camelas se- 36 qu'e|rj mand,r pag#(. 0 D||
. .-...... .-o-.....no, visto que
rSo Vencidos com a numeracao VOl- o mesmo S'. Castro, -que recebe a folba,
di/ que n"10 sabe quem ello seja.
a diiTerenga do valor dos symplomas.
Contina a assignatura no consultorio bo-
meopathico do Or. Moscoso, onde os sonho-
res assiguanlos plcm mandar receber os
seus exemplarcs
No mesmo consultorio ha todos os medica-
mentos homeopalhicos VEKDADKIROS ; as-
sim como ricas cirteiras, e reformam-se
quaesquer boticas, cujos medicamentos fe-
rial falsos, ou deteriorados
Candida lia luna da l'aixao Rocha, pro-
festora particular approvada pelo governo,
contina a recober meninas a quem cnsi-
naraas materias proprias da e lucago pri-
meira das senlioras, o reside na rua do Vi-
g.ario sobrado n. 14, segundo an lar.
?sjfls3a)^>t?fjw*Ssi *f *tt*
Consultorio horneo- %
pal li ico.
lina df Collegio n. 25, pri-
meiro andar.
0 Or. P. A. Lobo Mosco- ^
so d consultas gratis aos '&
pobres, todos os dias das 8 .3
J asn horas da manha. Pra-
2 tica qualquer operar^ao de ci- ^
> rurgia, ou de partos. Rece- i
be cscravos doentes para tra- J
lo dous lios com um queijo do reino, c cou-
ro de carga : roga-se, porlanto.a quem sou-
bor ou vir dito cavallo, de apreude-lo, man-
ijando-o levar ao dito engenho M..tapirum 1,
ou no Recite na rua da l'raia,armazem n. 46,
quesera geir rosamente recompensado.
Francisco Jos Alburio, subdito porlu-
guez, vai pa'a fora desta provincia.
Na rua do Livramonlo n. 10 sobra lo, to
dir quem d dinlieiro a juro, o quem com-
pra duas casas terreas c um sobrado.
--Furtaram no dia 14 do corronte do pri-
meiap andar do sobrado n. 16, da rua Tra
Vdamsciado inonstro com
mos de largura.
-- Ven le-te na rua do Crespo n. 5, na lo-
ja que faz esquina para a rua do Collegio o
novo adamscalo b-anco para toalbas com 8
nal mos do largura pelo barato prego de
1 uno ,. avara, ni mesn loia ha um rico
.intmenlo de manguitos do camhraia para
vestido de sonbora o mais moderno que tem
apparecido pelo prejo da 1,000 rs. cada
um.
- Vendn-se urna prenga da amarello com
lous p.irafusos para quidrar charutos :
quem a prolender dirija-so a travessa da rua
das Cruzes n. 10.
Ven le-se ni I de minio boa qualidade,
e por prego rnmrnodo: na rua da Concordia
relinago n. 8.
Vcnlen-so diccionarios da lingOa por-
lugueza por Constancio, de ptima enca-
dernagSo, e por prego commodo : na rui do
Sol, casa n. 1, de Elias !>ptista da Silva.
Noarmaze-n da rua rua do Apollo a.
8,;ve.ndem-se 20 e Untas travs novas: ni
rifa do Sol, esa n. I, de Elias Ilaptista di
Silva.
A. Colninhiez, om loja na rua Nova
n.2, alr.z da mat'iz, receben um sortimen-
to de fazendas a sabe : bonitas casemiras,
bons pannos linos preto e de cores, ricos
cortes do coletes de casemira prela, com
bor lado do retroz, que -o vern para os sa-
nhores ei-lu lente* do 5." anno fazerem os
seos aclos, bonitas alpakas de cores para
palitos, casemira preta muito lina, corles
Je coletes d fuslSo, ditas do seda bordados,
ditos de velludo, ditos do gorguro com
barras de setim de cores, lengos do setini
de cores para grvalas, ditas de seda branca
para algibrira de casacas, ricos lengos de
teda para s-nhora os molhores que tem viu-
do, chapeos linos para bomeni, ditos de se-
la para sol, ditos de sada para senhora, lu-
vas, bengalas, um grande sortimento de
roupa fmta, e de calgados frauce/.es,
Vendem-se 3 molecotesde idade del*
a 22anuos, ptimos para tolos os servigot
de campo ; 4 escravos proprios para servigo
le campo; 2 ditos de servico de campo;
2 molares, sendo um bom cosinhei-o; 2
escravas de idade do 17 a 22 annos com
principio de varias habilides ; na Rua 111-
r-'ita 11. 3.
Vende-so runa canoa decarreira, nova,
bem construida, pintada, propria para pas-
samento de festa ; no armazem de madeira,
vessa dos Expostos, um par decaigas do no- do To.re. no pnr|0 da rua Nova.
....... I ..... ,,ni 1 fala |a il-i -i .i'i ,>..,. '_ __ *
i
i
I
i
0
12,000
5 o I?
|fj
Roga-se aos senhores assignantos, o favor
de mandar receber seus neuipU.cs na bu
11,000
tada parabaixo, sem ser pe meti-
do ver a numeracao.
olTerccj-se um cosinheiro forro, pura
casa estrangeira, ou nacional : a tratar na
rua da Aurora, venda n. 56
Deseja-ae fallar com a sonbora Mara
Feliciana de Jess, 011 com algum de sous
(Dios : na rua do Rangel n. 64.
Precisa-se de um bom cosinheiro : tra-
ta-se na rua do Trapicho Movo, armazem
n. 14
Na rua da Cadeia do Recife n. 60, pre-
cisa-se de dous criados, sendo mn copeiro
e oulro estriheiro, ambos forro?.
t lar (lesnas enei-niiilailcs, ou t)
I fa/er qualquer operaco, por
Os lllms. Srs. estudantcs do quinto an- \ %i 1 B
no das scioncias ju idicas da academia del 1* preco commodo. (.
Olinda, quo devem lomar o g,a 1 !. ba ha- >****av*ci*aVi>* ***^ re. silo convida los a comprar as fitas para -- Ruga-te aos senhores Joaquim l.cal,
suas carias na luja da rui Nova n. 2, atraz mu a In no Arraial, e Manoel Mariuho Ca-
da matriz. | valcanti, Dumingos Jos ooares o J0S0 Ca-
Atesta da Virgom Senhora do Terco, 1 valcinli de Altinquerque,nioradorem Abreu
ser fe.la rom pompa e brilhanlismo na ul-1 do lina, deirem a rua do Crespo n. 13, a 11 -
tima duminga do mez de outubro, como | gocio de interosso.
*% -- -- v vi j ua vaatutu 111 1 v a n* **-.*..-------- -------------- r r-
lict homeopathiet da rua daa Ciuzat 0. 28. iTbeodoro de Almeida Costa.
sernprn foi costume, e n3o em oulriS do-
ming.s como annunCiam as folbiiihas.
Recebem-se escravos por cornmisse
de 2 por cont unirameuto, sem mais ou-
tra qualquor despeza, uh'erecam-au as ga-
Terga leiri 19 do corrente vai a pragt rahtias precias; asim orno tira:n-se pas- iritar com a p.'upritarii na rua doAragu
do Sr. Dr. juiz da I.* vara docivel, as horas sipones para doutro e frj do imperio, e n. 12 p.imeiro andar.
do costume o oscravu Luiz poitenceiilo ttulos de residencia; n. ru. estrella do Deseja-se fallar ao Sr. Joaquim Jos
Antonio Alves Feneira, por execugio do Rozario n. 28, seguudo andar. de Fiqueredo, a negocio de seu iutoressi na
Arreuda se o silio Zongu em Apipu-
cos cun excallente casa de vivend. (sobra-
do) margern do rio Capibanbo, estribara,
gran le planlig.lo de capim, terreno pro-
prio para olaria, e porto do enbarque: a
- Os Seuhores Mano Froiro D, II, Mello, rua da Preia n. 16
mem, do casimira parla clara, quatl crtr
de cioza, o com lisias nos lados das pernas
mais claras, com est'onos, e arre.lat Cura-
das, e guarnecidos os funis dn illiS, tola
debruada peio coi. e arralas do pa.ininbo
cor do rosa ; suppe-so furtadas por pretos
que condiiziam menino* da escola do se-
gu ido andar do mesmo sobrado : roga-se
a quem ellas forem olfarectdas o favor de
loma-las c fazo-las entregar a'f.U dono no
ni n sbralo, que recompensar, so Ihe
fr exigido.
Des- ja"-sa sabor o lugar onde se ach ro-
tidiodo u Sr. Manuel de Freitas Guimares,
filiio dn Auna Joaquina dn Freitas Guima-
res, ambos uaturai s de Portugal, para ne-
goe'0 de inleresse.e tendente ao mesmo Sr:
qnem delle ti v r noticia ou souber, lera .
honda io de se dirigir a Travessa de S. Pe-
.ico, casa n. 2, t fallar com Francisco Joa-
quim Gaspar.
Aluga-so o segundo andar e sotSo da
casa da rua du Vigario n 95 ; a tratar no ar-
mazem da mes na.
Aluga-se o primeiro andar, da casa da
rua da Guia n. 42, cum duas salas c cinco
quartos grandes, por prego commodo :
quem o pretender dirija-se ao 2.' andar.
Precisa so de um capellSo para um en-
genho, distante 8 leguas desla praga, e
que o mesmo ensine primeiras let'.s e
grammulica latina; a entender-te na praga
..1 Independencia 11 37 e 38.
-- l,aa-so e engomma-se, com umita per-
feico o asseio : no pateo da Ribeir. de S.
Jos 11 15,
O bacharel Miguel Archanjo Monteiro de
Andr.de, vai .0 Rio de Janeiro, e no poden-
uo pa preslaz. d. viagem, deapedir-sc
passo.lmente do tu !us seu* amigos, fa-lo
pelo presente,
-- IVa rua do Sol n 7 vendeoi-se relogios
de nuro, patente ingles, ditos de prata, di-
to dito, ditos de ouro, plente suisso, di-
tos dito orisnnlal, ditos de prata dito, ha-
vendo um que tom corda para 48 horas,
assim como varias obras de ouro, como sa-
jam : lianrelim, brincos, cordOes e alline-
tes de peito para senhora, ludo est em bom
estado, e se vende por prego muito com-
modo.
Acha-se ven la a roa pitada de rtp
princeza de Lisboa, em libras e meras, A
vontadedo comurador, chegado ullimamen
to pelo vapor Severne; na na da Cadeia do
Recife, loja de fazendas, de Antonio da Cos-
ta MagalhSes, II. 37.
Vendem-se 2 escravos para todo o ser-
vigo; 2 lindaa negiinah.t, creoul.s, de 8
annos; 2 pretas creoulas, urna engomma o
cosinha, e a outra lava muito bem e he boa
quitandeira ; 1 eserava de boa ligur, en-
gomma, cose e cosinba, mat so se vende
para f a da cidtde, ou fra da provincia ;
na rua estreita do Rozado n. 28, seguono
andar. ,
Vinho do Porto superior leitona.
Vende-te a 42,000 re cad barril : no ar-
mazem de Barioca & Castro, na rua da Ma-
dre do Deoa n 26.
Veode-se urna prela de meia idade ,
por 120,000 rs. : na rua estreita do Rosario
n. 11 A, defionte da loja de cera.
Ladrilhos de marmoro.
Vendem-se na travessa da Madre da Dos
n. 4 e 6, ellos antes que se c.bem.
-- N. rua do Crespo n. i), vende-te c.tsas
francezas de cores, at mais finas e moder-
na* quechegnr.m, pelo diminuto prego de
360 rs. o cova lo, risudinhos frincezet, 11-
uos e coret lixas a 180 rs. o covado.


-*.
^
Sands
SALSA PARRILHA.
Yiceate Jos de Brito, nico a-
genteem Fernambuco de 15. J. D.
Sands, chiinico americano, fat pu-
blico, que tem chegado a esta pra-
ca uma grande porcao de frascos
de salsa parrilha de Sands, que sao
verdaderamente falsificados e
preparados no Rio de Janeiro, pe-
lo que se devetn acautelar os con-
sumidores de tao precioso Talis-
mn, de cahir neste engao, to-
mando as funestas consequencias ,
que sempre costumam traier os
medicamentos falsificados, e ela-
borados pela mao daquelles que
antep5cm seus inleresses ao ma-
les da liumanidadc. Forlanfo, pe-
de pura que o publico sepossa li-
vrar desU fraude e distingu a di ecoado de
veidadeira salsa narrilha de Sands uhos, pata tito.
.... r __- .iiocndus superiores
da ialsilicada, e recentemente a-i
qui ebegada ; o
ver. aue a verdadeira se vende
nicamente cin sua botica, na ra .. Voiitle-so ura sobrado ite um andar,
Salsa de Sands.
Ra larga do Rosh-
rio i!. 36.
Este remedio aclia-se a venda
na botica de B.rtholomeu Fran-
cisco de Soma, no lugar cima in-
dicado : o mesmo garante a quem
duvidar ser a verdadeira Salsa de
Sands.
Vendem-se i elogios de ou-
ro eprata. patente inglex: na ra
da Somalia Novan. 4*.
AGENCIA
da fundicao Low-Mor.
Hl'A nASENZAl.LA NOVA 42 .
Neste estabeleeimenlo conti-
na a haver um completo sorli-
uiento de moendas meias mo-
endas para eugeuho machinas
de rpor, e taixas de ferro bat-
todos os tama-
Na fundigo do C. starri Companhia,
annuncianlc faz CniS. Amaro,acbarn-scaveuda inoendas
de canoa, tocias de ferro, o um .nodolo o
cunstrucgSu muitosuoerior
da ConueieSo do Kecife n. Gi ; e .
alm do receituario que acompa-
uha cada frasco, tem embaio da
prieira pagina seu nome impres-
so, e se" adiar sua firma cm ma-
nuscripto sobre o iiivoltorio im-
presso do mesmo Irasco.
aos io ooosf e 5:ooos de rs.
O cautelista Salustiano de A-
quino Eci reir avisa ao respeita-
vel publico, (|ue a lotera da ma-
triz da Roa V ista corre ini[
livelmente no dia a6 oe outubro
do correte atino, e estao expostas
a venda os scus afortunados bilbe-
tes e cautelas da mcsina lotera
* 'i ""j *-------- '
n. 37 e 39, lo ja de calcado de l'or-
to & Companlna, e na ra da Ca-
deia do Recife ti. 4, leja de miu-
silo na ra do Uvramcnto : a tratar no alor-
jo (1* Itoa-Vista n. to,sobrado; lambem se
vende uma n-gra lioa quilandeia.
Taixas una enyeit/tos
Na fundicao de ferro de .
W. Bowman na rita do Brum.
pssando o chafariz contina a
liaver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-se a venda, por
tueco commodo e com prompti-
ete-;',. Y
1 t a iiC*. fr intil uroco de 50
dezasdeJosc l-ortuuato dos Santos rua dl, cluiigio n. *.
tlao, embarcam-se, 011 cariegam-
se em carros, sem despeaos ao
compradora
Vende-sc a cxcellente typo-
grapliia do Diario Ro\\>, estando
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos do sol do seda ingle-
zcs chega.'.os pelos ltimos nnvios, polo OH
"i.000 rs. cada urna : na
10,600
5,3oo
2,600
2,too
1,100
Coo
-- Urna encommenda do cobertores,
Que por serem poucos
NIo podem chegar
A todos os compradores,
a 1,600 rs. cada um : na rua do Crespo, lu-
ja 11. 6.
Cal vtrgem.
Vcnde-se cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na roa do Vicario n. 19, primci-
andar, esciipturiu de T. ilo Aquiuo Fonsec*
JtjLOlIltH' 'ie veiim ,, 1 1 i.....,, ....... ao Trnuicho, ioinm
com bombas de repuxo para regrar-hortas Antonio Augusto da Konseca.
ebaixasdecaplm nafundicSodel). W llow- Ftijo novo a t),000 rs.
man:na rua do Hrumns.6,8 iIO. umttm do Convela& Di*, confron-
uriiosito da fabrica de 1 odoi os csc,uintia u Ainu.icg.
Simios na ISiiIih. "at /.,:: ,1,, .arl3n
V,ndo-so,enicasa dc.VO.Iliober&C, Queijos do "N0- ..,
na rua da Cruz ... 4,algod:i.. transado a- Vondom-so omito bous o frcscacsqueijoi
qunllnrabrica.muitopropnoparasaccosde do serian ; na rua do Queimado ni.
assuearoroupadBoscravo.suorpreco'iom- Vendem-se saccas com 1
Porto.
Bilhetes
Aleios
Quartos
Quintos
Decimos
Vigsimos
Moilltiiirt
de vento
imito
a 120 rs. o cova.lo
ou 4,5oo rs. I
: icios : na rua da Madre de Dos ,
1 armuzem n. 20.
a peca. | .. Vende-se umaescrava creuula, boa cn-
Na rua do Oueima lo, luja 11. vendem- gun,ma,ieira, cosinheira c coslureira : na
si? chitas escuras muito boas, e de lindos rUil ue||a n !g_
malitei, pelo baratissimo pregodu 1-JOrs. o:
corado, ou 4 500 rs. a peca ; bem como ou-
tras fazendas baratas.
Cal virgem de Lisboa.
Vende-se superior cal virgem,
Wa rua do Crespo, loja n. G.
Vendem-se superiores corles de cambra a
dosalpicos, com 6 lp o 7 varas, a 3,500 o
4,000 rs.; coitos de cnssa cbila, do DOTO
gustos, a 8,940 e J,500 is.; cass. franceza a
440 rs. a vara : cortes de brim tran pauno lino
) cninliria
ebegada ltimamente de Lisboa, e ^V"e"V|dM,a8^000t. rpaaofliio
por preCO milito em conta: no ai--'p,eto,a3,000e 4,000 rs. lencos de c*nibn.ia
nazcu, 'do Caes da Ahandega n. U(jg^ *-j Xo^
7, oua tr.itar no cscriplono de ,0 mun,Souiiasfazcndascm conta.
Movaes& Cumpanliia, na la do '
Trapicbe 11. 3q.
Kazetida da moda.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
de salpicos brancos do cor, pelo diminuto
preco de 3,500 rs. : na rua do Crespo, loja
n. 6.
l'ul.i.ssa americana.
no antigo deposito da cadcia vellia, o.
13 exist urna poquena porcSo de potassa
americana,ebegada recentemente que por
superior rival isa com adattussia: vnde-
se por proco razoavel.
Deposito No armazem da rua da Cadeia
do Kecife 11. 12, ba muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedia ,
attsm como potassa ebegada l-
timamente a presos muilo ra-
soaveis
Agencia de Edvvin Maw.
ttarua de Apollo u.li, armazcui de Mc.Cal-
DionlU Couipanbia, acba-se coualauteiueaie
huna sortinieulos de t&iaa de ferrocoado e
balido,(auto raa como i'uudas.moendas lu-
cirs todas de ferro para auiuiaes, agoa,ctc.,
ditas para armar cm madelra de lodos os ta-
biaubose modellus o inais moderno,uiacbna
burisoDtal para vapor,coin forja de 4 caval-
ioa, cuacos, paasadeiras de ferro eslauhado
Sara casa de pulgar,por menos preco que os
ecobre, escoveusparaDavios.rcrro iugle
tanto cin barras com o em arcos f o Ibas, e tudo
pur barato nreco.
Vendem-se l negros mocos e robustos,
proprios psra Irabalho do campo, uma ne-
gra do iiii'i.i i lade, muito robusta e sadia,
por 300,000 rs. uma negriuba de 12 anuos,
muito lin la, um molecote de 18 anuo*, e'
dous ditos de 30 anuos : na rua larga du I', j-
sario ". 32, segunJo andar.
-- Vende-sc um cabnolet, coro c i vallo
ou em elle ; para ver na cochelra do Sr.
Antonio lerreira da Silva, ao p da cadeia,
e.para tratar na rua do Quoimado, luja do
sobado amarello n. 39,
Arados de ferro.
Ma (undicSo da Aurora, em S. Amaro,
Toiidein-se arados de farro de diversos
mo lelos.
Gomma de engommar.
Yendem-se saccas com fa-
rello de 3a 4 arrobas : no ar-
mazem de Antonio Annes, no cacb
da Alfandega.
9 Botica liomeopalliica. *
% 28 rua das Crmes 28
tg ila para se vender algumas caixas fe
rics com medicamentus em tintura. SJ
m Cada uma sof accinpanbala do um -^
Trasco cum glbulos inertes, o o #>
fe meio de oa pio.iarar. _,..?
Vendem-se asseguintes semenies:
oalios.i abanus.rabanelcs encarnados r bron-
cos, sobla, touve trinxuda alface ala-
ma, ri'pulhuda,chicoria, senoulas, feijao
cairapato e tres qualidHdes.ervilh loria e
diieita, fava, coeutrode louceia, salQW, to-
oalcs grandes, repolbo, couve lombarda,
saboia, o musanla : na rua da Cruz n. 46,
dcfronlo do Sr. doulor Cosme.
Vende-sc superior mate do
hioGrande, muito novo : na rua
das Ctuz do .Recife armazem
n. 62.
Vende-se o sobrado de do is andares da
prsca da Uoa-Vistn n. 8: a tralar na rua do
Crespo, luja do Sr. Joaquun da Silva (.astro.
Vcndem-s.amsrrasoeforro; na "la da
Senzaiia Piota n.43.
Folassa da Russii, c col virgem.
^o armazem da rua do Trapicho n. 17, do
JoM-Foircira Basto, ha para vender superior
potassa da llussia. chegeda lia poucos dias.e
cal virgem da maia nova que ha no moicido.
Alurla freguezes
Que silo chegados,
Cobertores do algoiSo
Muilo cneorpadus.
Na rua do Crespo,loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia, a l.iiUU rs. cada um.
Farinha de mandioca a 1,60o rs. a
sacesi
No armazem de J. J. Tasso Jnior: na rua
o dAraorim 11. 35.
-- Vendem-se lonas, bnnzSo, biins, e
meias lonas da llussia ; no arma/em de N.
O. inber & Companlna, na rua da Cruz
HIDAI IIPAnlS.
Fabrica de cliapesdc sol, na rua
do Collegio n. 4'
Alm do gotlaicnto j apnunciado, recc-
beo-so pelo navio Havre, ultioio vind de
Franca, um novo sortimento de chapeos de
sol do seda e de panninho, para bomdba o
autoras, doa ltimos goalog; superiores
chapeo de s"l de seda com cabos de cana/e
outros deS Hielhores que tem vindo a esta
pra^a, que se conlinuam a vender por me-
nos preco que em outra qualquer parte.
Deposito de panno de algodSo da
fabrica de Todos os Santos da
Babia.
Vende-se o bem conhecido pan-
no de algodo da Babia, proprio
para saceos c roupa de cscravos,
a vontade do comprador as6m
como fio de algodao da mesma fa-
brica no cscriptorio de Novaes
& Companlna, na rua do Trapi-
cbe n. 34.
Em casa de J. Keller &
Companbia ra rua da Cruz n.
55, ha para vender dous exoel-
lentes pic.no* fortes, e de uma dos
mclhores fabricas, ebegados ulli-
mamente da Europa.
Batatas novas
Erancezas, em gigos de 4o li-
bras, ebegadas no brigue Cesar ,
'por preos muito commo armazem da travessa da Madre
!t)eos n. ai.
A a,000 rs. o corte.
Na loja da esquina, quevolla para a rua
'do Collegio n, 5, vondeni-ae corles de meias
casimiras a 2,000 rs., e bonitos cortes de
camhraias francezas de coros, a 3,200 rs. o
corlo.
Vende-se caixas cora cera
cm velas, de 3 t 16 em libra ,
fabricadas em Lisboa, e no Hio de
Jontiro, por preco maja co nmodo
do que em outra qualquer parte
ltrata-se com ttaclisdo fx l'iubei-
ro,narua do \ gario n. 19, se-
cundo andar.
Vende-se cha hysson muito novo, o de
superior qualidade, por progo commodo; e
iein lotes a volitado dos compradores ; no
cscriptorio de Malheus Austim c Companbia
I na rua do Trapicho n. 36.
-- Vcnde-se umescravo perfeito sapatei-
roebulioiro, por 700,000 rs n3o tem vi-
cios, nem defeitos, nem molestias, o moti-
vo da venda se dir ao comprador: quem
Jtiu'zcr, aouuiicie.
FOTASSA.
Na tua de Apollo, armazem n.
2 B, de Leal Rei-, vende-sc por
pre9o ra.oavel, muito nova e su-
perior potassa, ebegada ha pouco
do Rio de Janeiro.
O cautella Antonio Jos. Rodrigues de
eooau Jui.ior, f.vioionU ao resprilavtd |'U-
blico, que tem cxposlo a venda emana loja
de ferrasen*, na ru* do Queimadu, junto ao
bcuco da CiiiigregacS" n. 37 A, e na imsuia
rua.loj n. ISdeloaa Baptllt* itodiiguesde
Suuz ; no aterro du Boa-VUta,loja 'le miu-
dezaan 48 oe Antonio da Silva Guimar.'ies ;
8 na rua da Cadeia do Kecife n. 84, loja de
can.bio de Vieira da S Iva, os seusafoiluna-
dos bilbetrs, meios bilhetes, quarlos, quin-
tos, decimos, e vigessimos, da lotera de
matriz da lloa-Vista, que corro impreteri-
veln ente no dia 26 do correte aos preces
ahaixo, e as mesmas lujas se paga logo o
premio que sabir nos referido* bilhetes
cautelas.
Bilhetes
aleios
Quartos
Quintos
Decimos
Vigessimos
A 1,280 ris
Vcndem-so cuites do lOas para cajea,
1,380 rs.; na run do Crespo, loja n. 5
Vende-se massa de tomates
'para tempero; tinta de marca ro-
pa, e potes 111 ti i lindos para con-
servar rap, e tfe amanhaa por di-
ante hovera srvete ao meio dia e
de limite, na loja de Mouigard.
Pellcs do cabra.
Vende-se superiores | ella* de cabra, mui-
to bem curtidas, pelo diminuto prego de
18,000 e 20,000 rs. 0 CeOtO) assim como
sulla e sebo retinado ; no arirazein del). R
Andradfl & C, na rua da CrUZ, coiifrcnlo o
chufan/ n. 19.
Vende-se um viado muito manso : na
travessa da Madre de ueof, venda n. I ; na
mesma casa precisa-se alugar um molequi-
nbo d,i 10 a 14 annos.
Vendem-se duas eseravas, uma coze,
cosinha, lava, e he quitan leira ; a iiulr.i la-
va, cosinha, o he vendedeira ; na rua Inrga
do Rosarlo n. 35, loja.
cautesla Salustiano de
Aquino Ferrcira avisa ao respeiti-
vel publico, que os seus bilhetes e
cautelas, da lotera a beneficio do
novo lio.-pit.il da Santa Casa d
Misericordia da oidadV do uro
Freto, estao expostos a venda, na
praea di Independencia n. i3 e
i5, loja de calcado doArantes, e
n. 37 e 39 de Folio & tJompa-j
O cautelista Antonio Jos
Rodrigues de Souzn Jnior avisa
ao respeitavel publico, que ven-
deu da quinta lotera da fabrica de
vidros e quarta da fiacao, na sua
loja de fcrt-iigens, no rua do Qtici-
mndo, junto ao becco da Congre-
garlo n 37 A ; na mesma rua lo-
ja de ferragens n. 12 de Joio
Baptista Rodrigues de Souza, c no
aterro da Boa Vista, loja de miu-
dezas n. 48 de Antonio da Silva
Giiimai aes, os premios abaixo de-
el.nados, e pelo presente convida
aos possuidores a vrem receber
as mencionadas lojas, pois paga
em continente sem ganancia al-
guma.
Em vigsimos o 11.78, com 20:000^
de is.
Em quartos n. 56^4 com 4o? "
Em oitavos n. 2849, com soos rs
Lotera de Nossa Senhora do
Rosario.
Casa da Fortuna, rua Direita n. 7.
Na casa cima e nos lugares do costme ,
est a venia 11111 completo sorlimento de
cautelas, bilhetes e meios, da loteiia cima,
cojas rodas breve *er* marcado o da impre-
terivel do seu andamento.
Ililh.tcs S.tOO
Meios 4,000
Quartos 2,200
Decimos 1,000
Vigsimos 500
Vende-se por 100,000 rs. um cabriolel:
na cocheira doSr. Mamede.na tua da Cadeia,
defronto de S. Francisco.
Vendcm-ae boas saccas. com milho no-
vo : no Recife, venda do becco Largo, que
vira pa'ra a Somalia Nova.
"Venilo-se urna armario nova de taberna,
na ruado Jardim n. 69, ao pe da fortaleza
das Cino Ponas : a tralar na rua do Han -
gol n. 81, venda de Jos Ignacio do Anuda;
o mesmo aluga a dita casa da armago,
Vende-se um exccllente cibriolet in-
glez, em estado porfeito, com cavallo, ou
sem elle : no bizer n. 4, ds rua do Vigano_.
Vende-se uma preta creoula, de 24 a 25
anuos de idade.sem vicios, nem ac'iaquos,
sabendo engommar, tavar, cosinhar
Instrumentos de msica.
Tanto para orchestra, como pa-
ra msica militar, vendem-se mui-
to em conta : em casa de Brunn
l'raegcr 81 Companbia, na rua da
Cruz n. 10.
-- Verniz de gomma copal contina *
vender-se n* bolic* da rua do Rangel, *
1,280 rs a garrafa.
Oleo especifico para curar a caspa,con-
tins a vender-ae na rua do Rangel, 640
rs. cada frasco.
Moendas patente.
Acabara de chegir moendas e meia moen-
das de varios lmannos da patete de A. e
Kddc Mornay em casa de Rolhe e Bidoulac,
rua do Trapiche n. 12, aonde lambem se
achara arados de ferro do modelo mais ap-
arovado para a planlago da caima. Estes
arados sSoconstruidos na fabrica mais ae-
creditada em Inglaterra e conten vantagens
sobre os outros arados,tinto no seu arranjo
como na aua duracSo.
Taclias de ferro.
NafundigSo da Aurora em Santo Amaro,
e tambem no deposito na rua do Brum logo
r.a entrada, e defronto do arsenal de mari-
ntia ha sempre um grande sortimento de
tachas tanto de fabrica nacional como es-
6ni ClltOS n. 2J92, COm IOUS r.->. .i.i.u niUlivol 1,1. ilia lli dn cirieuieiiuciiiro. v>uuu i.n.^1.1 ^- uviu|niiau ,
h'm viiresimosn aoaa com 100S* rsJ -r Vende-se uma linda mulatinha reco-jreceberam os mais modernos p'.a-
CmMgesimosn aoaa.toui iuua i8 annis, queongomma perfeiU-l .. ,.. .. _c
Km ditos n. at.39, com ioos rs. |Beoti cosinha, lava, cose efaz isbyrintho, nos, de excellcntes vozes, que es-
e co-
." "7 |*er alguma cousa: na Soledade, no sitio dos tacnas tanto de fabrica nacional como es-
Lm Vlgesiniosn.l09,com iOiS rs. qUa,ru |e0e8( qualquer hora se achara trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
Eiu quartos n. 49I3, com IOOS rs. com quem tiatar. ; quenas, razas efundas; a em ambos os lo-
r A't n 7 fu m .on ra "Vendem-se, na praga da Boa Vista ,' garesexislcm guindastes, para carregar ca-
l",m (lites fl. IJ8 com ioos i. |(,ja de sera n. 7, bilhetes inteiros e meios, noasoucarros.livresdedespeza : os preces
Em ditos n. 119, com 100,S rs. da lotera da n>at>iz da Boa Vista, pelo seu sSo os mais commoJos.
E-. i'pj .. ,{ legitimo preco da 10,000 o 5,000 rj. ; a el- Pianos
m oitavos n. 103, com ioos rs. |e,nlebquevge ,c,bem> p,s asIOlias..- l,no.s,r ,.
Em ditos n. 2392, com ioos rs. dsm infalive no.iia26doorrenteootobro.| crunti l raeger c^ tiompauna
E
E
Lm d;tos n. 223i, com ioo rs. o he de boa conducta; uma preta de 2t an- tgo a venda, em sua casa, na rua
7, ,' mo -' nos, que cose sotTiivel, eogomma, cosinha, / '
Lm ditos n. 5345, com lOOSrS. |av>e he boa para todoservigo, o de bonita aa ^rul n- 'O'
Em ditos n 4978, com ioos" rs. figura; uma dita sem habilidades, 3 pelos Vcndem-se e.spelhos com mol-
e muitos outros premios de W iSSarfeS*'. "". dourad8. os ina8 ri" ^e
i n, rua dos Ouarteis n. 2, segundoaniar. tecm apparecido no mercado : na
) mesmo convida ao respeita-' *enda-seum moleque de jannos, d. U mesmo tonviua iwuiw nacSo Angola.sem vicios nem achiqufs.bcm; .. ??
vel publico, a vir sortir-sc dos p0ssante, de bouitangura. ptimo cosmliei-'mazem de i.. Schuler rs i. om-
seus afortunados bilbetes meios ro, tanto nacional como eslrangoiro o mu I nhia
7" lo bel; pois quem comprar ditci molcquo :i, ,1. .L.mnan.i
bilbetes, quartos, oitavos e vigesi- poe inoagarasi pessoas onde elle tem es-1 Vinho de champagne
ado, par saber da conducta delle; Vende-se o verdadeiro vinho di. .
da venda se dir ao compra lor : 'pague, de excedente qualidade, ao pre^o
na rua do Rangel n. 44. de 5,000 rs.; assim como de qualidade in-
t^* Ven lem-so palitos preto mais ba- rerior, muito em conta: no armazem de
rato do que em outra qualquer parte : na Brunn IVaeger o Companhia, na rua dt
rua Noa n. 26 ; a elles, com dinheiro. -
- Na rua des Cruzes n.22, vende-6euma
aos rs.
mos vind'os pelo vapor Faraense, lado alugado, para saber da conducta delle Vende-se o verdadeiro vinho de cham-
, 1 1 1 1 ai; moiivo v
a favor do novo hospital di Mise-
ricordia dacidade do uro Felo,
cujas rodas deve ter andado a a
10,600
5,4110
2,600
2,100
1.100
600
I 1
ou 3 do correte, e asustas ebe-
nm ., A\* o ,,,, ~n Kni.ia liillic. limla creoula de 2-2 aiiiins,com algumas Dt-
gam no da iO ou ao, cojo MIM llililall.s> com um ,jndl) Dl0ieqUeOliio,da
tes e cautelas, vendem-se as io- 14 mezas, e com lello para criar, outra dita
jas mencionadas, aos commodos de 30 annos. com "">***
J anuos, uma Moda mulatinha do 13 annos,
precos abaixo :
Bilbetes inteiros
Meios bilbetes
Quartos
Oitavos
Vigsimos
Carnauba
3 2,000
1 1,000
5,5oo
a,800
i,3oo
urna creoula do 2s annos, com hsbilida les,
uma pret para servido da praga ou decam-
po, e urna creoula porita engommideira,
coslureira e cosinheira, de bonita ligura, de
idade 30 annos.
Yem!a-se uma cscr.iva creoula, moga, .
com urna cria de auno e meio, eusaboa, co- "* u
Cruz n. 10.
Vende-se vinbo de champa-
pbe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
CotiiiMiilr'i na rua da Cruz n.
55.
Charutos de Havana.
Os molhores que teem vindo a esto mer-
cado : vendem-se continuadamente, em ca-
sa de Brunn Praeger 61 Companbia, na rua
siiiha o diario de uma casa eeogomma liso:
na rua das Roas,indo pela rua da Madre de

f*f
Vende-se a mais superior cera de carnau- Dos, primeiro sobrado dolado esquerdo.
i. i..:_ .!_.. .<< 1 i,-, .ni., ilo
a luja das seis poitis, defronle do
T ,? a il>'8SUUBI C*JCU II' um I 'ao na."*' i- ^'
Continua a vender-se caitas a seis vinteiis,; )(]i Q io |,,.0ll,rdl)> ue jdado s ,n-
selo o meia pataca, csssa preta para luto, a nog p(ju(,o m>|( QU men08i e lR(n oi sigaes
'"___.!.!.. ..!> n !* ... I ..!., mull-
Escravos futidos.
100,000 rs. de gratiicacio.
Il^sappareceu no dia 7 'le nuio prximo
ba que ha 110 mercado, por menos prego
do que em jualquer parle, cm consequen-
cia de so querer acabar ; na rua da C uz,
confronte o chafariz n. 19.
Chapeos do Chily.
Vend9in-se chapeos do Chily de todas as
qualidados, por prego muito barato : na rua
do Crespo n. 23.
- \endc-se muito ero conl urna casa si- t ,, c,ss ous ml| rels e uulr -
toada na Casa Forlo, lando da rente du.s f d quer acabar, c por isso 'oa'"nn" ""*?Zeb"2\VlZ *
janellas o urna porta, bom quintal com arvo-. vcn(le por puuco ,,|,;,ro.
lOea, luofoa para me.....os. quat'O vinUna, .{ dfl um sjtj0 Hoa-viagom, pertoncen-
rortcaile cassa, a dous mil res, e oulras loa|0r
res de fruclo, o ezcellenle cacimba : as pes-i
soasa quem semelhanle nepoeio ;onvicr, 0 ru1 c) urum n. 2s.
rua da Senzalla V.-lha n. 60, segundo andar,
- .rebote* muilo superiores o por com- rcceher gr,ifc.gSo cima.
queiram dirigir-se a rua Imperial n. 79
No armazem de Jos J01-
quim Fercira de Mello, defronle
do guin aste da Alf -- .v> illa 14 dn correte dosapparecec da
- Ocaulelista S.lustiano de Aquino Fer- Mja d(j ab>ixo Msi|?na,,0 0 seu 6SCrayu por
roira, avisa ao respeitavol publico que ex- nome Jollqujm> naca tDgu||,t representa
poza venda bilhetes. meios e quartos da lor 35a 40a,10Si fo eeravo do lllm. Sr.
' ''" barilo de Itamarao, aonde tinha o alcunho
de Joaquim ab'mSo ; levou carniza ecalcas
asylo da V. O. terceira de S. l-'rancisco da ci
10,000
5,000
a,Coo
3,100
1,100
Goo
tjoinma de engommar. 1.
'Vendem-se saccas com gomma, muito al- -- Vende-se na rua Nova 11. 26, uma Dsil-
va, propria paia engommar efazerboliohos, ti do bano apparelhada de prala, com stis
por uSosersccca ao fogo: na rua do Quci-i chaves, por 8,000 rs.
irado n. 14. 1 Vendem-se seis arreios para cabriolel,
Vendem-se os verdadelros selins in- lodos ebegados prximamente de Kranga :
glozes, patente, do mol la e sem ella : na! a fallar com Manoel Cirdoio da Konseca, na
rua ds Soozalla Nova n. It. praga do Corpo Santo.
a arroba.
Lotera da Matriz da Bol Vista
Aos 10:000,000 e 5:ooo,ooo -!e rs
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4 > vendem-se
bilhetes inteiros, meios, quartos,
quintos decimos e vigsimos, que
corre impreterivelmentc no dia 16
do corrente.
Bilhetes inteiros
Meios bilhetes
Quartos
Quintos
Decimos
Vigsimos
Alerta fregtiezfs.
Na rua do Cabug u. 6, venden-si luvas
do pel'C muilo superior s, para homem, se-
nhora o menina, a 720 rs. o par ; osiclhos
grinJ'S muito superiores, com molduras
doura.'as, os roais ricos quo lem vindo, de
difTereiiles timanhos.
--Na rua do l.ivramento 11.10, sobrado, se
lira quom ven lo duas correntes pura relo-
gio, dous relogios, um adorego, duas vol-
ita, um ponleiro, brincos, altineites, ano-
Ides, cordOes, trancelins, una roroa, colhe-
res de prata para cha, sopa, salvas e outras
obras de uuio o prila.
Casamento.
Vondom-se ricos vestidos brancos de se-
tim echamalote bordado ; na lojadosobia-
do amarello, na rua doQ'ieiniado n 29.
Vendein-sc duas eseravas de
muito boas figuras, c com as habi-
lidades precias para todo servi-
do de urna nasa, sendo tima mula-
a com
com
ao annos, pouco mais 011 menos:
na rua da Cadeia do bairro deS.
Antonio n. a5. segundo andar.
inhciro vista.
Vcudem-se cortes de vestido
de seda escoceza, de : 9 a 20 cova-
dos, com pequeo toque de mo-
. ,fo, a 10,000 rs. e aos covados a
tod(s e quaes premios que sabi-i^ f3 .', fm 'Jo ,, 5
rem nos bilhetes e cautelas da dita do Sr r,ui|,iermc\l .Sl|v
lotera, as lojas cima meneo- fufmaraM. |qiiein n5o ler lim
vestido de seda ? a elles que sao
' poucos.
Vendem-se marmelada muilo nova
chegada ultimamonie do Lisboa no brigue
fiordo llar, em latas grandes e pequeas:
na rua da Cruz 11. 66, defronle do Sr. I)r.
Cosme.
...pengadj. S
du corrente, c espera-se a lista da mesma no ra da sj|va |,anlos_
dia 20 pelo vapor brasil.irt, ou pelo ing oz I _Na noUe Jo 25 26 je-setombro pro-
no da 21. lodos o bilbetes v3o "ados. mo |lS9,d0i(ies,pp,receu oengenho Ro-
com o nome de ferrcira ein brevo, e sao d|0 ||oSao Lourenc da Mlll, 2 escravos
immeiiatamenlo pagos tolos os premiosicreil|1|0Ji U1|l Jo nolm.,.UJZi corprotJi gr().
que nellessalurem as lojas cima menno- ,,axo pcscoco curlo 0||r carrancudo
nadas. Avisa mais ao respeitavel P11'''100.. a',,z ., ,e e chalo, em demazi, psreco
quo os tres premios grandes nao estao "-,.-, lor majs de 25 annos; o segundo do no-
jeitos ao imposto de oito por cenio. |||e Mll)oe,iCor prol,( baix e geC0i anJi
Bilhetes o ana i moleque, lem um ponchado, com uma ci-
a'*r 1 calriz de golpe j* voltio em cima do peito do
Quarlos
1,200
I mesmo o com o dedo grande lirado, cu-
Flano d"S loteras em beneficio dalia cicatriz h nova quo ainda lema pele
rsa Hp nsvlo.la nrdem terceira t"-"" : 1"6m o pegar leve aodito engeuho
casa de asylo aa oraetn iorceiraiu na(.,m,,oadu c,rmo n. 33# gue sera
da nentencia de S. rrancisco. > bem recompengado.
4:000,000' -- Desapuarecou no dia 6 do corrento um
2 000 000 ; moleque por nomo Benedicto, de idade de
1 000,000,11 annos; levou caiga de casemira escura
500,000: com listrssazues, e camisa de madapolSo ;
200,0'JO! cor eetie-iiilii, pes o mSos pequeos, bocea
200,000' grande,os denles todos perfeitos; levoutam-
100.000 I bem uma inuxiI com qualro patacas m CO-
ICO.000 bro; consta quo anda pela,Pskagein 100,000' Magdalena dizendo qu he forro, j anda
5:28r,000 com chapeo de palha novo, a roupa muilo
sujae resgada, h.i'muito peralta pmenliro-
13:180,000 so, costuma mudar o nomequando fog', o
600.0001 H^garoisenlioros : quem o pegar leve-o ua
' ma da l'raia n. 55, na ty,.ograpnia.
Ha um n.ez, pouco mais ou n.enos, de-
da peniten ca de f>
1 premio
1 dito
1 dito
t dito
1 dilo
2 ditos 100,000
2 ditos 50,000
5 ditos 20,000
10 ditos 10,000
1320 ditos 4,000
Sollo fazenda publica
12 por cuto a beneficio da
orden, sujeitos com-
missSo de venda, e mais
despezas
stppaieceu um prelo por nomo llanoel,crc-
1:920,000 oulo, e olllcial de alfaiate, bastante conbe-
_________' eido nc-l 1 praga,por j baver trabalbado em
16:000,000 I inuilas lojas, o qual pertcnce ao abaizn ts-
= i=_==>isignado, e tem os signaes seguintes :hal-
nhia, luja de calcado c na rua da ma negr creoula, cst
Cadeia do Bec.le n. 46 loja de .Jade dc |5 annQ ,,,
miuilczas de Jote rorlunato dos _________. ,
Santos Forto ; a dita lotera cor-
teu no di i >. de oulnbro do trren-
le auno, e espcra-je.ii lisia da mes-
ma no dia 20 deslo mez, pelo va-
por da companhia brasilcra, ou
no dia ai, pelo vapor ingliz fe-
vera : sao pagos cm continente
nad s.
Bilbetes in leiros a ,ooo
Meios 1 1,000
Quartos 5,5oo
Oitavos a, 800
Vigsimos i,3oo
2,653 bilhetes brancos.
1,000 bilneles 4,000
Esl conforme. Ignacio Carlos Freir de o, quebrado das virilhas, um pouco gioss.i
Carvallm, primeiro secretarlo da assem-1 do corpo, c.r pela, olhos grandes, loui tres
hlea. Pernambueo II deoutubro do 18)2.- cicalrues no i-raco c inilo direita do uma
Salusti.uiodc Aquino Korreira. operago que havii solTrlJo ha pouco no
i"lf'fe7S'SV? Wf Vf VVVV h01sP1"1 .'* .i\ v*. i i i T i Jas cidade, visto ser dola natural, e ter algn
^l)e psito de tectllos da lalirl-;* parentes: roga-seasauoridades policiaese
> cade Todos OS SentOS, a toda e qualquer pessoa, a captura do mos-
: i. I! | h* mo, e o favor de o mandar entregar uesta
> na Dallia. ^ cj,,|e e.n casa do senhor subdelegado da
* Vende-se nm casa do Domingos Al-#nu,.vista llulino Jos Correia de Almoido;
:* vos Malheus, na rua da Cruz do Re-*' o na cidade do Hjo-Formoso a Kiaucisca
5*" cifen.52, primeiro andar, algodo^ : chrMina Lins, quesei generosamente re-
W iransadodaqucllafabrica, muitopro-^g compensado: o mesmo abaixo assignado
3 prio para saceos o roupa de escra-^ i prolesla rom todo o rigor da le, contra a-
A vos, assim como lio proprio para ro-^ I quella pessov, quem quer que seja.que o li-
ados de. pescar e pavios para vellas,<^ ver oceultado. Francisco Caldas Lins.
0. por prego muito commodo. ^
**.^*A-)'': A.-\Mk^A't**!*.*:,**>.*>
Obras de ouro.
As mais lindas que teem vin lo a
esta praca, e de todas as qtnlida-
dcs: vendem-se em casa de lirunn
Fraeger & Companbia, na rua do
'ruz n. io.
Gesso.
Vende-se gesso embarricas, cliogado l-
timamente : em casa de I. keller & Compa-
quia, ua rua da Cruz n. 55.
Itemedio especial para boubas e cravos
seceos couliaa a veuder-se ua rua do Han-
gol, botica qua fui do tinado Sebaslio Jos
doliveira MaceJo.
Deasppareceu no da 15 do passado, as
7 toras da noite, do Hotel Itocife, o pardo
Exequi-. I que foi do senhor l.uiz Itodriguos
Selle, e como pelas circunstancias que pre-
cederam a cssa fuga presums-se que elle
procure a todo cusi ovadir-so, roga-se as
autoridades polica, s que o recummendem a
seus inspectores o pessoas de corilianga,i lioi
do ser descoberlo o capturado : o pardo be
bsixo, de i lade 25 anuos, n eio corpo, sem-
illante carregado, leu.lo urna pequea cica-
triz in ce, anda calgado e fuma : levou
Chapeo do seda prelo, e anda com uma beu -
gala lina ou junco, e inculca-so por forro ;
anda fruquenlemeule no baiiro da Boa-Vis-
ti aonde sempro he encontrado: quem o
pegar leve-o a rua do Trapiche n.5, quesera
recompensado.__________ ^_____
I'rrh : Tvp. UB M K. mi l'*Ru. 1852.
-
\

J


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