Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03362


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Full Text
V
\
Anuo VXVill
Sxxta feira 15
de Outuhi-p de 1852.
JS. 233.
DI ARIO DE m PERMMBIM

b9o a itToaivglo.
PAOlHINtO Aduhtido.
ir> iikiii au>ioiAm.
IM, trimestre. ............ 4/000 |i Srg. S. Nlcacla. I Jiioir Ora-Ana
Par semestre .............. 8/OOOIlaTerc.Ss. Prliclanoe 1, e5. lOhoras.
Por uno ....... ^ .... 15/000I Domnlna. i. ara doeitel.
Paaooinrao oratmeTai. 1(9 Quart. S. Daniel. 3. e 6. ao melo-dia.
Por quartel............. 4/500|'4Quiot.S Gallillo, tatina.
OTIOIAB DOlMFEniO. I > ." S r t I S. Til rrr/.1 Pari.:.. (8 deSetbr. Minas... 8 de Selbr.l cJe,u"- i. tara do eitil.
Uranbao. 2 de dito S. Paulo. de dito 118Mb. S. Berchario. ,4. eaabadosao melod.
Cear.... 2a de dito ,R. del.. 7 de dito 117 Dom. 2". Edurlgrs' Hilmtl.
Parabiba 8 ,'eOutbr. Babia... 7 de Outbr f nlo de S. Jos. Tercas e sbados.
desente i 20,11 2 horas e 23 minute dim.
Chela a 28, ai 1 horai2lmlutos di m.
Incoante 6, aa 8 horaa 18 minuto da m.
Reta i 1J, 11 4 boraa e 48 minutos da m.
niAMiii ao<
Primeira s G boraa t 6 nlnntoida manhia.
Segunda i 6 horaa e 30 mlnuloa da larde.
Oolanna rarahlbi, as seguidas 1 iciiu
lelras.
nio-Cr.nde do-forte t Victoria ai quintas
feirii
Bonito, Carusrn, e Oaranbum no I* IS decada
Mi
'{orta.Ouricurv.Exu e Boa-Vista A13 28
Olnda, indos a dlaa.
Todo ea Correioa partero aomeio-dla.
aTOTiciAS iiTniaoiiaii,
Portugal 14 de Setbr. Austria i de Sclbr.
Heipanha Inde dito Suieaa..:. J de dito,
Franja.. 8 de dito
Blgica.:. 4 de dito
Italia..?; 4 dedlto
Alemanha. 8de dito
Pruaaia ... -'de dito
Suecla;.. 28deAgosto
Inglaterra 8 de Setbr.
K.-Unidos 20 d'Agosto
IMexIco... 3 de dito
Califoraia Ib de dito
Dinamarca si de Agt. Chili. 0 de dito
Russta... :0 de dito Huenos-A. '8dedlto
Turqua. 25 de dito Montevideo I de Setbr.
CAMBIO! Da 14 DS OCTBRO
Sobre Londres. 28 por 1/000 d.
. Parla, 3.0
Lisboa, 05 por canto.
MU.
Ouro.Oncas hespanholas......V.... 23/000
Moedas de 6/400 velhaa........ 18/000
dc 6/400 nova......... 18/000
a de 4/000............... "/""'
Prata.Pataedesbrasileiros.......... 1/920
Pesos columnarioa............ I/1.)!
Ditos meilcanoa.............. 1/8U0
PAUTE OFFICIAL.
SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTINA.
StSldo em 24 dt 0J0J10 de 1852.
Presidencia do Eim. Sr. conselhoiro.
Perora Duartc.
As 10 horas abri-se a sessSo com os
Eiras. Srs. conselheiros Campos, Nabuco,
Pinto, Pecanhi PerdlgSo Malheiros St-
queira, Carneiro, Franca, Ponce de LeSo,
e Castro Mascarenhas, faltando com causa
os Eims. Srs. conselbeiros Brrelo Pedro-
so, Verneck Almeda Serqueira Lima,
Veiga, r Mallos.
Foi lida e approvada a acta da antece-
dente.
EXPEDIENTE.
Foram assignadas as portarlas para os
juizes de direito, e ofTIcios para os pre-
sidentes de provincias, por intermedio
dos quaes foram ellas remettidas sobre
a ultima reclamacSo que se achara parada
nesta secretaria, do juiz de direito Manocl
Teiieira Peixolo, que contende com 40 jui-
zes dedireilo.
Expo&ic&ei,
Ezposto o processo n. I 390, psssou-se
aos ^
Jutgamenlos.
N. 2.Relator o Exm. Sr. conselheiro
Ponce de LeSo : reclamante o juiz de direi-
to Andr Bastos do Oliveira.Foi altondi-
da a reclamarlo, marcando-sc-lha o lempo
da antiguidade de 15 annos, 2 mezrs e 1
da at a dala da nltia.a relapso do tribu-
nal.
N. 1412.Relator o Exm. Sr. conselheiro
Ponoe de LeSn : recorrentes Podro Herme-
negildo da Cruz Mendonca, capilflo de un
palhabote apprehendido no porlo de Mm-
guinhos, e tres marinheirosdo mesmo, por
nonio Antonio Jos da Veiga, Francisco
cas do Rio das Contas, llenrique Jorge Ha- i quanto o reclamante allega acha-se provado
bello, de tres mezrs com ordenado para dos autos, dos quaes tambem se mostra
tratar de sua saude; da segunda comarca [que o reclamante fui deputado i assemhla
deSanla Calharina, Francisco Vieira da Cos-jgeral na legislatura de 18(1 e na actual,
la, dousmezes; do Parani, Joaquim Cao-Itere licencias, a saber: 5 meios por aviso
tao da Silva Guimarfles, tro mez ; da mes- de 2 do janoiro de 1840, e 8 mezes por aviso
___.1_____ -__ ______.___________________ _. .!_ an J_ __.___L-_ J_ imi ii. ...:. .1
ma forma estes ltimos e para o mesmo lim
da primeira. Foram lodas competentemen-
te averbadas.
Pela secretaria de estado dos nrgocios do
Imperio foi remettida a colleccio de leisdo
anno prximo passado.Mandou-se arro-
jar o seu recebiment.
de 13 d setembro de 1841. Dos juizes de
direito que foram mandados ouvir, alguns
nada disseram, outros porm nao destru
ram a preten?flo do reclamante. O que lu-
do visto e examinado, he fra de duvi la
que o reclamaole provoa completamente
sua reclamacSo, e lem direito antiguida-
Os vice-presidontes das provincias da lia-.1 de que reclama desde o dia 27 de agosto de
hia e Hias Ceraea, o primeiro em ollicio de 1835, etn que entrou m exerc'cio io so
19 de maio Um'Ti o r, cbimeuio de 10 primeiro lugar de juizde direito da comar-
portarias para diversosjuir.es de direito, e ca do Grato, na provincia do Ceara Por-
hate-las ja dirigido aos seus destinos, e o' lano julgam procedente e provada a pre
segundo, em officio de 18 do corrente, in-.sente reclamado do juiz de direito Andr
elusivo a rrsposla do juiz de direito do Ser- Bastos de Oliveira, e que al o dia 28 de
ro, Jos Ignacio Accioli de Vasconcellns, a outubro de 1850 lhn soja contada a antigui
ra-lautaco de Antonio Confalves Martins.jdsdedc 15 annos, 2 mezes c 1 da, devendo
O juiz municipal de Ssnlo Amaro e capital em consequencia ser collncado no lugar
da provincia de S. Paulo, Fer.eira Franca,
apresenlou a sua carta do nonvarilo para o
dito lugar a lim de ser registrada.
O juiz de direilo Andr Bastos de Olivei-
ra requereu por certidao o Iheor da senten-
(a proferida ein seus autos de reclamacSo
de anliguidale Mandou-se passar, e bem
as>im outras certiddes sobre diversos ob-
jeclos.
Expotiftt.
Expostos os processos crimes ns. 1392,
1381, 1387 e 1384, O civei 4756, 4773, e
4668, passou-se aos
Julgamtntoi.
N 1406.Relator o Exm. Sr. conselheiro
competente. Rio du Janeiro, 24 de agosto
de 1851, Eslavam assignados os metnbros
do tribunal.O secretario interino, Jtlo
fedreira do Couto Farras.
GOVE11NO DA PROVINCIA.
Siqtieira : recrreme Bento Mino da Silva,
e rec irrida a juslicaFoi negada a revista
N. 4760.-llelalor o Exm. Sr. conselheiro
dos Santos e JoSo dos dantos Rosas, recor- Siqueira : recorrente Gabriel Comes l'inhei-
EXPEDIENTE DO DIA I DE CHITUBRO.
Ollicio Ao Eini. presidente nomeaodo
para a II ilu i Joo Mauricio Wanderley, c
i ns .mo reccbldo o officio em que S. Ea. com-
municoa, haver no dia 20 de_ aetembro ultime
lomado posae da adiniii.tratao da aquella pro-
vincia e declarando em respoita que setnpre a
u achara prompto a cuinprir ai uia ordena,
PerdigSo Malheiros : recorrente Thomaz Pi- qu ejain ellas relativaa ao servico publico,
res do Alrneida, o recorrida l Jaiea.Pni',VF.-*0>***&? **.&. .. ,,, r.
necada a revista Utto Ao Eim, preaidente de Minas eraea
r iinK Itot.'ior ncvn, c- it. i usando recebidaa as duas collecdea que
>r o Exm. Sr. conselheiro s. Ei. remetteu, doa acto, legislativos da aa.
rida a Justina.Foi negada a revista, o3o
volando por impedido o Exm. Sr. conselhei-
ro Campos.
N, 4755.Relator o Exm. Sr. conselheiro
Nabuco : recurrentes Florencio Jote Carnei-
ro Monteiro e sua mulher, e reco/ridos Ma-
noel Caetano Soarrs Carneiro Honteiro e
outros Foi concedida a revisli, e desig-
nada a relcelo da Bahia pira ravisSo e no-
vo julgamento. /
Fechou-se a sessSo as i!u/s horas da
tarde. O secretario inlerinu, VoSo Pedn-
ra do Couto Ferras.
ro, e recorrido Francisco Jo> Ferreira.
Foi negada a revista, n3o podendo o tribu-
nal tomar conhocimenlo da mesma por ca-
ber na aleada da r lar.ln.
N. 49t.-Relator o Exm Sr. conselheiro
Castro Mascarenftas: recorrente a lllm. Ba-I commedado
mar municipal desta corte, e rec irrido
Geraldo Jos da Cunta.Foi negadas re-
vist.
scmbla daquella provincia-, promulgadoa
em o corrente anno.
Dito Ao commando das armas communi-
cando, que segundo constou de aviso do mi-
nisterio da guerra de 2 de selembro ultimo
cuncedeu-se licenca registrada aos cadetes do
primeiro batalbo de iofanlaria, Protstalo
lleracllo de Araujo Pernambuco, c Agnello
Heracllo de .traujo Pernambuco, para estu-
'1 ucni preparatorios nesta provincia, e re-
Dito Ao inspector interino do arsenal de
marinha. Em resposta aoa seua ollicios do
primeiro deste mea, lenho a diaer-lhe, que
dispeca oa eicravoi, que estiverein emprega-
doa nesse arsenal qualquer titulo que seja,
Dem como a Jos Joaquim Ribelro Plinenla
Jnior, que tem estado no araenal como car-
pinletro sem o er, segundo se deprehende de
um dos seus cltadoa oflicios : c quando bajs
algiini srrvifo para o qual nao apparream ser-
ventea lirres, empregue nelle os africanos que
la estao, pudendo requisitar mala dous ao di-
rector do arsenal de guerra, ac forcm precisos,
e faca publicar annuuclos convidando aerventes
llvres. Explique o que e Ihe perguntou acerca
da esersvoa euipregadns titulo de canoelroa.e
diga se nlo estA eiupregado como cantelro,
veooendo 1/600 ra. diarios um escravo, e a
quem peHenae e quando j nao rsteja, de-
clare ate quando servio. Outro siin, informe
em que data essa repartlcao recebeu orde-n
deste governopara despedir oa escravos de to-
do o servico do arsenal.
Dito a o jui/. de direito da comarca do Ll-
inoelro dlicndo, que a soluco do que consul-
ta Smc. em seu rnelo de j8 de setembro ulti-
mo, sobre dercr ou nao aceitar a cargo de de-
legada da agencia dos negocloa entre o Brazil e
Portugal, depende de saber, se o lugar i que
se refere, he emprrgo publico.
Dito A" juiz municipal da primeira vara
deata cidade, Idteirando-o de havrr recebido
ao a as guias dos II sentencladoa, que tem
de aer enviados para o presidio de Fernando
cumprir as penas, que Ibes foram impostas,
trias tambem uina carta requisitoria sobre a
rinda de Goncalo Alves lavsrcs. Ofliciou-se
a respeito ao commandantc do referido presi
dio.
questdes de trras quando as tem de sobra que 'por sua immediata B imperial resol ur;3o de
nao aproveiio, accrescendo aer mesmo de i |a de selembro prximo Ando, tomada so-
sua utllidade evita, a proximidade de sitios ou b,e con(lu|ia a0 conselho supremo militar,
aJSS^ta^ -f; Sr coronel comandante, dn
moa aillos :e quanto divlsao das Ierras per-l mel batslhSo da provincia do Ceara Jos
teoceaogoverno deliberar o que for justo, I Ferreira de Azevedo no posto do briga leiro,
enio a ellos, nem ao seu director. i vencendo o respectivo sold pela tabella ac-
Dlto. Ao coinmandante do patacho Pira- i lual, e por decreto de 17 do referido mez de
pama, ditendo que no patacho sb seu com- (setembro mandar passar para a fileira, o Sr.
mando, tem de ser enviados para o presidio de ; B|feres secretan.) do nono batalhSo do in-
Copia de senlan^n projerida nos autos de re
Fechou-so a sessSo depois de duas ho-
ras e meia.
Copia.X. 24. Vistos, expostos e rela-
tados os presentes autos de reclamaos do
juiz do direito Andr Bastos de Oliveira,
. pede o dito reclamante na sua peliro de fl.
vista cwel entra parles recurrentes Hora- 3 qu0 M 0 nil 28 da 0uluhro de 1850 se
ci Jos Carneiro Monteiro esua mulher, e |ho contim 15 anuos, dous meze e um dia
recorridos Slanoel Caetano Soarcs Carneiro do antigui lade em lugsr de 9 annos, II mo-
zos e 8 -lias que se lhn ciitaram pelo e.lilal
de 20 de dezembro de 1850. 0 reclamante
foi despachado pela primeJ.'l vez em 5 de
junho de I8J5 para o lugar do juiz de dim-
it da comarca do Grato, na nrovipcia do
Ceara, co respectivo presidente, de que
loroou posse em 6 dn junho do mesmo an-
uo de 1835, comu mostra pelo documento
de fl. 6, sen lo sta iiomesf.1u confirmada
em 9 de Janeiro de 1839, em virtudo do
decreto de 4 c caria imperial de 12 do se-
Monttiro t outros.
N. 4755.Vistos, expostos c relstadoh
os presentes autos de revista civol ende
partes, recorrentes Florencio Jos Carneiro
Monteiro esua mulher, c recorridos Manoel
Caetano Sosres Carneiro .Monteiro c outros,
conceJem a mesma pela nulliladc msmfes-
ta do accordSo (1. 93 su.slenlando o do 11. 83
e a sectenca fls. 57 a 60; porquunto mos-
trando-se dos mesmos autos a (1. 32 que o
primeiro pregSo para a arrenialsr;So do 8n-
genho Tirapua e de seus utensilios avaha-
dos no Tncsdio dia polos louvados fl. 18 na
mesma data intimados e juramentados, he
de 4 de julho de 1850 em que fra passado
oedital 11.31, e alixado a fl. 35, cumpria
que ol.es tivessem declarado inefcaz a di-
ta arrematar3u a fl. 38 o 39, por rer cm ler-
mos lies insanavelmcnte nuila, segn lo o
S V da Ipi de 20 de junho do 1774, assim
comotambom so mostra por ter fallado s
niac'io especial aos recorridos, e auedevia
tor lugar antes de lixados os pregOes para
dar Untador, como exige o 18 da mosma
le: cita;So esla mui distincta, e quo nSo
pode entender-se supprda ou prevenida
pela do n. 26 v. e 27, em conformidade do
final de pelifSo fl. 3, nem com a quo as lis.
50 081, apparece deslocadamente no pro-
cesso em virtude do despacho a fl 50 defe-
rimlo a quotu a fl. 49. Ilemettam-so pr-
tanlo estes satos a rHacao da Bahia para
que os reveja, e novamente os julgue. Rio
de Janeiro, 24 ie agosto de 1852 Soguem
se as assignaturas eos memhrus do tribunal
Dito Ao jufi muoicipal do termo de P.o
d'Alho transmittindo, por copia, o parecer do
concelbeiro presidente da 'relacao, acerca da
nomeaco que Smc. fez de Francisco Joaquim
Padilba para escrevenle juramentado do carto-
rlo do segundo escrivo e labelliao daquellc
termo; no qual o inrsino concelbeiro declara,
que Smc. procedeu regularmente, visto ser-
loe essa faculdade couferida por le, e reco-
nhecer Smc. a cunveniencia de semclbante no-
meaco, bem como a idoneldede da pessoa no-
meada, a qual deve limitar-ae a escrever nos
termos da ord.liv, l-iu. :\ < i5elli97^IO para
oque cooter deve seu provimento a eapressae
individual declaracSo dosobjectos.em que nao o
pode fater, conforme he terminante no decre-
to de 16 de Janeiro de 1819.
Dito Ao director das obraa publicas re-
metiendo, em reapostaao seu ollicio de 30 de
aetembro ultimo, copla do parecer da thesou-
rarfa da fazenda provincial, declarando, que
oa administradores, apontadores c conservado-
res de estradas, nao eslo sujeitos ao pagamen-
to de novoa e vclhos direilos, c devem conti-
nuar a ser pagos pela reparti;o cargo de
Smc.
Dito Ao delegado de Caruarii dizendo fi-
car intcirado de se haver procedido regular-
mente, e em paz, a eleicao para juizca de paz e
expedicao de suas ordens
para que, vista da nota que remelle por
copla, os referidos cadetes recolbam rece-
bedoria de rendas internas a Importancia dos
direilos e einolumantos correspondentes a
dita licenca, para poderem gozar della Offi-
ciou-se respeito theaouraria de fazenda.
Hilo Ao mesmo dizendo, que, pelo aviso
que remelle por copia, que a couipanba o
conselho de invesligaco, fclto contra o lente
doquarlo baUlhao de inlanUna, Andr *c"eradores, as freguezias d.quelle termo,
cile Pioheiro, licara aqurlle commando sel- ...
ente, de que se eapedio ordem ao presdeme 'to Ao delegado do termo de .......mi
do lllo Grande do Sal, nao so para enviar a recommendando a csiiedicao de suas ordeos,
fe de officio deste olficial, ma tambem para a '"> de que siga, por mar, para esla capital
fazer vir para esta provincia o lente do sesto 1 parte do pao brazil, que tem de ser para aqni
batalhaoda mesma arma Joaquim Crrela de', enviado por Francisco i.avalcanti da Silva Ju-
Farla, complicado em dito conselho qtie o | reina, com quem o iospector da thesourarla
mesmo commando lar proseguir nos termos 1 de faaenda conlralou, o corle c conduccao de
da le, confrmese determina no final do cita-' 80 quintaea daquella madeira, para os arma-
do aviso zens desta cidade ; cumpriodo, que Smc. faca
Dilo'Ao Bita, bispo diocesano disendo, lacompanbar a referida madeira das necessa-
que supposio nao trate o art. l7daleido or-1"'' Pari prevenir-e qualquer abuso,
camento vigente, conforme declara a tbeeou-l Commuoicoii-se a mencionada thcsouraria.
raria da fazenda provincial, uaimlormaco que I D" Ao delegado do termo de Cimbrea
remelle por copia, da obia da matriz de S., dizendo licar inteliado de havr bmc. entrado
, Jos desia cidade, com ludo fique *. Ex. Re- no exercicio de suas funcees no da 23 de se-
tomliro de 1838, comu ,-c v do primeiro I verendlsslau rerto de que, estando a mesma 'embro ultimo, e declaraudo, que espera, que
documento appensn realistndo-so entSo inatriz em estado de receber o auiilio que Smc; continuando a observar as iuslrucces
a primeira matricula do reclamante em 28 S. Ex. Rcrerendissima pede, ser-lhe-ha elle da presidencia, consiga tranquillisar os ani-
de selembro de 1838 Depois foi de doe.n!9de fevereiro de I8H para a CO-' "le,""> auiilio est comprehendido viriual- d '.' entregando se as soas oceupaces ordi-
marc do Natal na provincia du Rio Grande i "'f?!6 "" diPO'fo da citada le. nariaa.
do .Norte, o log) depois cm 10 de iu'iio de ,' ~ !e'0l,r"ia de f>nda para que,' Dito-Ao mesmo. Em resposta ao seu ofli-
1811 OUtra veioara a eamafaaTdn Salo d a vl,la do' olhc,os- 1uc "melle, do inapector ci de 27 do passado, boje recebido, lenho a
,,."' !'I..M"' ?.T, k a .[>.. '"l"'ao a ar,enal dc '"'"' "'r'me C0 o dizer-lhe. que approvo a providencias, que
que tomou posse cm6 de dezembro de 1841. que occorrer, a cerca de escravo. empregado. ,em dado bemd. iranqulllldade de.se dis-
0 entrn em exercicioem Silejulhode 1842, uoservicodo arsen.l, e sobie o individuo,que trelo, e fio da sua prudencia e energa a fiel
como Consta do documento de IT. 13. Foi se diz empregado na ca do risco, bem como execucao das leis e instruccoes deste governo,
depois 11 ......a lo chefe de polica da mesma cerca de um escravo canteiro que vence tendentes a manutenco da liberdade c segu-
provincia |or decreto de do 15 de selembro '0 por dia, declaracao do lempo que ranea individual, cumprindo licar s< .lente dc
de 1842, que nSo exorcou por exercer nessa 6"!.."."'1*0 : cumP!.lnao entretanto que a que ncnbuma intervengo houve dcsic gover-
Fernando, pelo marechal eommandante das ar-
mas os segundos cadetes Manocl Joaquim Paes
Sarment, Fraocisco Soares doa Prazeres, o sol-
dado Joaquim Haooel Cordeiro, e um pequeo
volunte, contendo artigos de fardaiuento, per-
tenec, ir, aoquarto batalhin de artllharla a pe,
e pelo julr municipal da primeira vara desta
cidade 11 sentenciados, e prevenindo-o de que
as races, que forero necessarias, para sustento,
tanto dos ditos sentenciados, como daquellas
pravas, devem ser por S. me. rrquisiladas ao
Inspector interino do aisenal de marmita.
Cotnmunicou-sc ao commando das armas.
Dito. Ao presidente da cmara municipal
da Victoria, duendo que com a cjilaque remel-
le, do parecer do conselheiro presidente da re-
lacao, responde o officio dc i, me. dc 20 de se-
tembro ultimo.
Parecer que se refere o officio cima.
Illm. c Esm. Sr. Saliifazeodo ao que de-
termina V. Exc cm seu officio dc 2t deste mez,
aeoinpttnbado de ou'ro, que incluso devolvo,
do presidente da cmara municipal < 1 > Victoria,
pediodo providencias consernentes a competir
os respectivos vereadores a se reunirem para
ellelto dc funecionar a mesma cmara, c pro-
curando oulro sim saber, se Ihe ser facultado
juramentar os supplentes, visto nao se apresen-
larem aqtiellrs cm numero legal; lenho a di -
zer : que pode o dito presidente com o secreta-
rio convocar os immediatos em votos dos que
faltarcn, e juramentar aquelles que compare-
cer, ale' complelar-se o numero preci>o para
formar cmara, conforme se acha eiprctss e
positivamente Indiclo no aviso de 23 de junho
de 1834, sendo que podero pela mesma cmara
ser multados os que nao se aprescdiarcm sem
molivo justificado, nos termos previstos no ar-
tigo 28 da le do primeiro de outubro dc l8'28;
proccdimcnlo esle em que devem de estar com-
prehendidos aquelles, que embora nao tives-
sem prestado juramento, foram todavia convi-
dados posse, e dciiaram dc reclamar oppor-
lunanicnlc, e dc obter escusa na forma do arti-
go 20 da referida lei, segundo a propria pbrase
da portarla de 2 dc julho de 1833. He quanto
pens ejulgo sufficicnte ponderar este res-
peito.
Dos guarde V. Exc. Recife 29 dc selembro
de 1852. lllm. e Lim. Sr. Francisco Amonio
llilieiro, presidente da provincia de Pernam-
buco. Antonio Ignacio de \ ..r
Dito. A cmara municipal do Recite, re-
metiendo cm resposlo m -. 11 officio de28dc
junlio uliimo, copia dn do provincial do con-
venio do Carino desta cidade.
Officio que 3c refere o cima.
Illm. c Ello. Sr. Devolvendo V. Esc, o
t'a 11 tur 1:1 Antonio Matozo de Andrade Cma-
ra, o que ludo cooslou dos avisos do minis-
terio da guerra de 20 e 24 do sobredito
mez.
Antonio Corra Sern.
EXTERIOR.
LONDRES 1 DE SETMBRO DE 1852.
O suppressio veri parece-nos ser o mu'n
polo qual l.uiz Napoleflo resulveu ganhur h
boa Opinilo da FrailQa. A ii.linii:e,in 11,11.
frequeiite e impciiosamente ouvida noli
paiz he o fa'-ete tingis Pensai o que qui-
zerdes, mas nSo deis de modo Igum publi-
cidad aos vossos pensamentos. A expe-
riencia cometa agora, e seria isso arrisca-
la a pastar porum expediente jA gasto, na
opiniSo dos polticos menos perspicazes da
r'rane.i. Este appello a novos experimentos
he, a nosso ver, como muitas ouiras coli-
sas, urna arma com que jnga o drspotismo.
Mas se o exetnplo dn endeosado Augusto en -
sinou o sen successor a instituir urna cog-
nilio de libetlis a porquo razfio varillara ou-
tro sobrinho em seguir tambem as pisadas
de outro deificado Cezar ?
//une gnoque, diz o historiador, aspirn-
vire carmida ; mas como, quo nos parece
que a susceptibilidad dos administradores
subalterno:, he anida em mais subido grao
que a de seu chefe. Os satellites do poder
illimitailo, semelhaules no psgem do lidal-
go, gostsm de alardeaz a sua dignidadade, o
de iJcntificir-se com seu amo. Desde 10 do
abril uliimo quarenta e oito jornaes francu-
zes receheram admoeatacOrs das autorida-
des municipaes, e alguns pela segunda ve ,
e pela lei actual a loltia que lenha sido ad-
vertida duas vezes, tica existindo discrip-
qSo, c p le ser suspensa a todo o momonln.
lie evi lente que a pro^riedade exposta as-
sim a urna exlinc(ilo suhit* de cada instante,
uo ple altrabir grande procura, e isto lio
da maior importancia em relar,3o s ac?oes
j enfraquicidas di impicnsa.que sunao tem
polido reduzr de todo o papel branco.
A lista das transgresses que nos fui lti-
mamente uiidislraia mostra que as autorida-
des locaes esUo disponas a oncurlar
..._ 5'is.o em 27 de agosto dc 1852.
Presiei'.cia do Exm. Sr. conselheiro
Pcreirt Uarte.
As 9 horas e I,'"' hrio-se a sessSo com os
Exms. Srs. consei. Nabuco, Campos,
Pinto, Pecanha Pe. *' Malheiros,-, Al-
meida, Siqueira Serqueira l.iaa \Viga ,
Carneiro, Franca, Ponce de Leflo, o 'Castro
Mascarrnhas, fallando com ciusa os Exms.
Srs. conselhciros Verneck, Birrclo Pedroso
e Mallos.
Foi hia e approvada a acta da antece-
dente.
EXPEDIENTE.
Pela secretaria de estado dos negocios da
juslica foram communicada as conressoes
de licencas pelos presidentes das provincias
respectivas aos jultea de dneito das eornar-
I OLIIiyjIIL
0 MAGNETISMO ASI1AL.C)
Pasiagim cxlmkida das Utmorias de Mr. Ale-
xandrs Damas, guesc islio publicando em Pars.
Ainda nao acabel com o magnetismo. Resta-
rae, pelo contrario, referir o que debaito desse
respeito vi de mala extraordinaiio ; oque vou
contar e ae passou em presenca de doze ou
quinte peasoas be um simples cont, em ludo
conforme com a acia que fizeratn doua espec-
tadores, e foi 00 lim da sessao assignaJa por
todos.
, qual esla responsavel p
que tomou posse, e cnl'.ou cm exorciCIU lupe, de Jos Teiieira bastos, para tbesou- abusos, que hija pralicado cm coulravcocn
em fl do selembro do rncsmo anno. Foi retro das loteras consedidas em beneficio das ordens c ustruccoes que recebeu por di-
depois removido para a comarca do Araca- cla, obras da igreja da mesma 5'enhora, fican- Tersas veaes dcsie governo, no sentido de de-
tv, na mesma orovuicia, por decreto de 2 do julho de 184 i tend excrciciu em 2 dn Ur ''*nt* otes de entrar em ejercicio nos ter- realmente Ibes iuleressava, que era o amanho
nuvembrn dn namn annn ,i.,.t "'os do regulamenlo de 17 dc abril de 1841 das suas Ierras para lerem una vida pacifica e
mI.?J.AH ?hTJ^i2"Vi "Ser' ^om'unicou-se a referida mandad,-. Iell. qual que vive o camponez laborioso.
lanl.. n0""n,br0( J" ,8t8' dl" em a"C D:to A mesma Co.nmunicando, a fin. de Assi.n tambem he responsavel o e, delega-
recebau (ieilicipa|;Do da cmara municipal
de ter sido removido para a comarca do Ico,
na mesma provincia, para a qual foi nomei-
ilo' por decreto de 24 de agosto de 1848, dn
que leve exercicio em 7 de Janeiro de 1849,
independenle de nova posan e juramento,
na conformidade da circular da s-cretaria de
estado dos negocios da juilica n. 142 de 10
de novombro de 1818, como se mu.ira a II.
8 Allega que foi despachado 110 mesmo
dia 5 de junho de 1835, em que fui tambem
de-i acha-io 11 bacharel los Pereira da Grt*
Jnior, o qual lomou tambem posse no mes-
mo dia 6 dc junho de 1835 em quo tomou o
reclamante, e sen lo o dito 1, ea conside-
rado rom antiguidade de 15 aonos o 4 me-
zes, ri"ni considera que houvesse bOa razSo
para que o reclamante licasse de peior con-
dir.io, daiido-se-lho smente a antiguida-
de de 9 annos, II mezes o 8 dias. Tudo
a 111 a
officio incluso da thesouraria da fazenda, c os mais as peias impostas pelo Invern central,
mais anneaos,sendo dous do lente cordeador, IQ laudo o arbitrio do dspota, subalterno
Antonio Kgidio da Silva, e um '^J^'ar.a mu- j conslitiio-so nico tribunal, impossivel lio
"levitar-so quor as violacaSos quer as pe-
nas.
Vejamos qual he a nalureza dos crimes
romniellidos pelos jornaes francotes qu-.i
lum iiiolivado essa correcfSu lio prumpla
do abril para ek.OAmi de l'Ordree Beauvais
louvou o governo de julho ; o esperance da
peuple quiz disauadir a seus leitorrs de pres-
larem o jurarnenlo de fideli latir ; o Pilote de
Calvados peccou cotilra a verdade dando urna
rolacflo inexscta do algumas das ceremonias
do Slrasburgo. No dcpattami-nto de Soin-
111,' 11 11 jornal foi punido por (er fallado des-
respeitosamonto do Siffragio universal ;
Spectatcur de ijon dirigi ao perfeilo una
puhlicacflo insulluosa a memoria dohera
legislador Napoleo a Em l'aris o Fags e o
Publique apruseiilaram em publico una fal -
ta muito mais grave, nflo imprimiram por
intoiro o relalorio olcial das sessOes do cor-
po legislativo.
it Aiib': tic- Troves peccou tambem aven-
turaudu-se a eslabcllcccr que, em alguns en
sos, o governo podo bem dispensar a assis-
tencia deste corpo. Duas outras folhas fa!-
laram mal, cada qnal, de una Inatlllilcto,
e involveram o nomo de um profoito na dis-
nicipal desta cidade, versando todos sobre o
terreno, que a referida cmara pede para a ca-
sa dc suas sessoes, cojo terreno, segundo infor-
ma aqoellc tcuente cordeador, csi compre.
heodidu 110 de n. que linha posse esle con-
venio, e s ,brc o que V. Ec. se diguou exigir
nossa informaco ; lemns de significar a V. Rae.,
que com elleiio, fra expontaueameiitc cedido
ein 'i8 de novembro de 1849 pelo convenio i
presidencia o terreno de numero (ij para se
construir a casa de dclenco c varios edificios
de utiiid ide publica, sb a condic(o de ser
dado oulro fque anda seno realisouj ao inc<-
mo convento, porm exigindo agora a cunara
municipal para casa dc suas scsses o terreno
que fica junto a casa de Antonio Ferreira Lima,
e segundo dlzb referido teuenlc coi deador esta
na coinprchenso do de n. ; sobre isto temos
dc ponderar a V. Exc, que antes do convenio
ceder ao governo o mencionado terreno n. t5,
j linha desde I8i5 parle debe traspassado a
particulares para edificar, que boje se diz com-
prebeodidos no dc o. ib, e que na occasio da
ceiso ao governo nao loi especificado ou de-
clarado pelo respeclivo prelado talvez por nao
julgar coinprcbcndidos uo alagado, ein que se
esla couslruind-.! a casa de dclenco. O terreno,
portanto, que pede a cmara municipal para
casa dc suas scsses do lado do norte da ra da
Concordia junio ao oilo da casa de Antonio
Ferreira Lima, pcrlcnce por ccsso que fez o
convento da posse dc 1845 a Joo Carneiro Ma- Cussflo poltica.
sso quasi uenhuin reparo uclla liz, apenasdls-
c a nu,tli i lillia :
Ve como he bonita.
E iniiili 1 lillia, sendo dc meo parecer, lirou
um retrato da menina acordada.
Utn dia jantavamos cm urna sala que dava
para ojardiin; eilavamus na sobre-mesa, os
dous meninos se linham levantado, e brinca-
vam entre aa flore
Fallando deis* cierna qucslo de magnetis-
mo que voltava com nini peridiocidade lano
mais faligaote para mnn quanto era ordinaria-
mente acoinpanhada de duvidas, contra as quaes
eu nao tinha nenhuma prora seuao os faci
Ora como os lacios se tioham quasi sempre
passado em nutra localidade que aquella ein
que a di.cusso linha lugar, cu era obrigado a
colber entre oa asslstenles um sugeilo que
jolgava apio para o somno magntico, e dispos-
loou nao, loria era operar sobre eise sugeito.
Ora, quem fax aomnambulos sabe que este
exercicio he urna fadlga to grande para o inag-
oetiador como para o magnetisado.
C'ontci alguns dos tactos que acabo decoosig-
Durante mlnha assislencia em Auxerre, fui
recebido em casa de madama D.....Eslasenho- j nar no capituli precedente", mas elle foraTn
ra linha doui lilhoi, um menino de seis anuos acolbidos pela iocredulidade a mais completa.
e uina menina de onie.
Mara era o nome da lilha de madama D. ...
ella era um aojo, pola suas faces eram paludas,
e aeus olbos pretos e quasi severos. Era uina
crealura de urna delicadeza exquisita, masque
lian itttlia todavia seno as qualidades e a In-
telllgencia de urna crianca de sua idade ; por
() Vide Diaria n. v:.
Nao crerei no magnetismo, dissc-ine ma-
dama 1)..., seno, por eiemplo, e ella procurava
alguma cousa que Ihe pareceise impossivel, se-
no quando o seutior liver adormecido mluba
lilha Maria.
Pois chame madauesclla Maria, faca-a
sentar-ae em seu lugar masa, dc-lbeum dis-
i.imiu e duas ou tres fruclas, emquanio ella co*
inei procurarei adormece-la.
sponsavel o ex deleg
que faca constar ao procurador fiscal interino do e director pelo armamento c municiameulo
na aquella thesouraria, que seguudo constou que occullar, seudo certo que essa occnllaco
de aviso do ministerio da fazenda de 17 de ae- revela iniencocs contrarias as que elle tem pro-
tembi'o ultimo foi iudeferido o requerimento curado manifeslar c be um crime nao cnlrc-
em que elle pedia ser nnmeado ajudanle cffe. gar que se Ihe conliou, e anda be 11111 crime
tivo damesma procura doria, obter armase inuoices de guerra por qual-
Dilo A mesma coinmiinicando, que, se- quer meio que seja, e eanserva-las em reserva-
gundo constou do avilo que remelle por copla torios oceulloa, o que tudo Vine, far constar
do minliierlo da marinna de |4 dc setembro ao ex delegado e ex director,
ultimo, foi approvada a deliberaco, que a Os Indios lem a proteceo do governo, e n-
presidcncla tomou, de mandar recolber ao dcpeodenlemcnte de qualquer preparativo de
arsenal dc marinha, lim de screin emprega- defesa, fra do ordinario, nao podem ser lin-
das uo fon,, do brigue /Hiii.ir,i(,i 2-ii loihai de punimente insultados eiu seus direilos, qu;n-
cobrr, ciisuo a burdo do vapor Gotfinho do algucm isso tentasae, pois sao numerosos
Igual comtnunicaeo se fez ao referido aracual. aldeados logo he escusadu te-Ios armados, c
Dito A mesma inteiraojo-a de que, em estado militar, alm de ser isso lllicilo eum
por decreto de la de setembro ultimo, foi crime.
apposcotado o doulor Jos Eustaquio Gomea' Convem pois que Vmc. faca desaparecer iolei-
oolugar dedlrelor dos extinclos hospiiaca re- ramente esse eslado militar, e de aquartela-
gimentaes desta provincia cun o ordenado J ment e desvanecer os erros c embustes de
por inieiro--Neste sentido officiou-sc ao ma-, que tenho ellcs sido victimas eonvencendo-o.
dctjuc nao devem sacrificar o seu socego por
rechai
Miname das armas.
Ha alguin perigo ?
Perigo de que ;
Para a sadc de mioba lilha.
Nio.
"Hara!
aesse da pupilla sem que o olho se loquietasse
nada com isao.
Mioha lilha lirou seu retrato como um appcn-
dlce ao oulio, emquaolo ella eslava neste esta-
j do; a dlflerenca do anjo ao menino era to real,
Chamaram a menina, a qual velo; pote ram-. do primeiro retrato ao seguodo, que ella pos
Ihe ein um pralo um biscauto < amenas, c or-laxas ao segundo, e esle uliimo parece um es-
dcuaram-llic que comease tudo meia.
Ella eslava posta junto dc mlm esquerda
Entretanto que se continuava a conversar como
se nada se prrparasse, eslendi a mo por tras
da cabeca da inenioa, e silencioso concentrel-
ine nesaa vontade de que a menina darmisse.
No lim de meio minuto, ella linba cessado
lodo o uiovlinento, c pareca absorta na con-
templico de urna amella que ia levar bocea.
Que lens Matla? perguntou-lhe a mi.
A menina nao respondeu : ella eslava ador-
mecida.
O somno fra to rpido que cu mesmo nao
cria nelle.
Recoilei-lbe a cabeca obre o espaldar daca-
deira aera a tocar, e lmenle pela atlraccao
pura e simples, aeu rosto offerecia a iinagem da
calma a mais perfelta.
Passei-lhe a mo por dianle dos olhus, de bai-
xo para cima, coma Inlenco de que ellcs se
brissem ; os olhos abrlram-se, as pupilas le-
vaniii am-jc para o co, urna ligeira liaba ana-
carada appareceu por bailo ; a menina ealava
em extase.
Neise eslado as palpebiaa nao experimenta-
vam a necessldade dc pestaear, e podia-se ap
udo, seguodo as mais bellas obras dc Glolto
ou de Perugio.
A menina ealava em citase, restava saber ac
ella fallarla.
Um simples toque de mo mo deu-lhe a
voz ; um simples convite de levaofar-se e an-
dar dcu-lbe o movimento.
Smente a voz era triste c sem acccntuaco ;
smente o movimento era antes de um auto-
malo do que de urna peaso. viva.
i.om os olbos abertos ou fechados, para dian-
le ou para tra, ella andava Igualmente bem, e
com urna perfcila seguranca.
Gomccei por isola-la. Ella nao ouvio desde
ento aeoo a mlm, e nao responden seno a
mlm; a voi de seu pal, a de sua mi nao fa-
xlam nella nenhuma impresso ; um simples
desejo de iniuba parte eipreaso por signal ra-
zia cessar o isolamento, e tornava a por a me-
nina eiu contacto com aquella pessoa que me
apralia dar-llie por interlocutor...
Eu Ihe fiz algumas questdes s quies ella res-
pondeu de um modo to preciso, to claro, to
inlelligenle que seu lio leve de repente a ideia
de dizer-ine 1
loterrogue-asobre a poltica.
A menina, repilo-o, liuha onzeanuos. Todas
proxiinar 01 objectos io pcrlo qua'uto se qu'i- as questes polticas Ihe craui per fulamente
diado Pos, llemique Jorge, e parle dellc a ir-
maudade de 5-n Christovo para servir de por-
lo das canoas, cujos terrenos acbando-se nessa
occasio em alagados, ho|e eslo beneficiados
com alerros a cusa dos foreiros mencionados.
Parece que temos satisfcito a exigencia dc V.
Eic.
Dos guarde a V. Esc. Convento do Carino
do Recilc 28 de setembro de 1852. lllm.
Eis-ah algumas amostras desse longo ca-
talogo du enormidades. Temos repelidas
vezes declarado que sobic os homons de le-
tras da Franrji, como corporacSn, po/a urna
grande responsabilidad". Com efieito os
jornaes deste paiz em vez do se constituirn
simplices urgflus da Ilustradlo do publico,
icm-so feito as mais das vezos vehculos da
Eiiii. Sr. Dr. Francisco Antonio Hibeiro, dig- animoSldade privada ; tem-se filigal.i por
nissimu presidente da provincia. Fre Lino
do Monte Carmcltn, provincial.
Portara. Ao agente da cotnpanhia das
barcas dc vapor, para fater transportar para a
corte, por conta do governo, uo primeiro vapor
que chegar do norte a Jos dos Santos, que ob-
teve a to servico do eiercito.
Commando das armas.
assegurar a noloriedade a certos indivi-
duos, por manler urna pandilha de ambicio-
sos, cuja poltica capital consiste apenas as
extravagancias que diariamente publicam.
No entretantos persegnQio do governo.que
nada poupa, que se tom convortido em azor-
rague dos vicios agradareis da classe Ili-
teraria, ni. is a mear, 1 cxngui-la do quecor-
rigi-la.
Ja o Constitucional rcJuzio melade o pni-
Quartel general na cidade do Recife 14 dc ou- co, porque at aqu era dustribuida ao puhli
tubrode 1852. co a iliustracSo do Dr. Veron. J elle lovo
('iiiii.'i DJ bit v 142.
O marechal de campo commandantc
i I as
as iluas sullicientes advertencias > e para
o futuro lera de oferecer por 32 francos an-
armas, cm vista das communicacOes que re- nuacs urna lista moitica de informr;0es,que
cebeu da presidencia desta provincia na da- I nSo obstanto se appellidara polticos. Hilera-
tadehontem, faz publico para conhecimen-'in unitunria. O Debis ha compelldo.
i-, da guarnieflo, e olfoitos necessinus, que
Sua Magostado o Impera lor houve por bem
eslranias ; ella iguorava quasi cm gto igual o
nomc das uousas c o dos bomens
Vou copiar exactamente o processo verbal
dessa eslranba sessao, sem dar o menor crdito
a nenhuma das predieces fcitas pela menina,
predicedea que, confesso, senteria extremamen-
te se visse reallsadas, e que nao posso attribuir
seno ao eslado febril cm que o somno mague-
tico liuba laocado seu cerebro.
Conservo as seguintes paginas a forma de
dialogo, e os mesmos termos em que esta leve
lugar.
Em que estado social nos achamos presen-
teniente, minha lilha?
Em repblica, senhor.
Pode vosse dizci -nos o que be a rep-
blica ?
He urna partilha igual dos direilos entre
todos os homensque coni| oem um povo, sem
diitlncco dc classe, dc uascimento, nem de
condicao.
(lilla 111 os UOS para OS outros, a.sombra,los
desta estrea; as respoitas linham sido dadas
sem nenhuma hesitaco, e como se llvesscm
sido aprendldaade antemo.
Voltei-me para a mi e pergunlei-lhc :
Quer que vamos mais longe, senbora :'
Ella eslava iinmovel, quasi muda.
Ah! uieu Dos! disse ella, temo que seja
grande fadlga para a pobic menina responder
a laes questes Io cima do alcance dc sua ida-
de e de seu espirito, pois confesso que o modo
pelo qual ella responde me espauta.
Voltel-me para a menina e dis&e-lhe :
Maria, o sutuno magntico a fatiga .'
como vemos, a fazer urna dive sSo, ducu-
tindo os prospectos de nossa convocado, o
>--:aaua_'______m..--"------1 HIBIP
Nao, senhor.
Vosse ero poder responder iiilnhas ques-
tes com facilidade f
Sem duvlda.
mm Entretanto essas questes nao sao das que
se fazem a urna menina de sua idade ?
Dos permitir que eu as comprebenda.
Olhatnos outra vez, uns para os outros.
Continu, senhor, dlssc a mi.
Continu, disseram com curlosidade todoa
os ssistentes.
O eslado em que estamos se consolidar i
Sun, senhor, elle durar inultos annos.
_ lie Lamartine ou Ledru Holln que ola
de consolidar ?
Nem um, nem outro.
Ento leremos um presidente '
Sim.
E depois desae presidente, quem teremos.'
HenrlqueV.
llenrique VI Mas bem sabe, minba lilha,
que elle est exilado.
Sim, mas ha de entrar outra vez cm
Franja.
... Come entrara elle outra ves em Franca,
ser pela forca ?
Nao; ser por conseolimento dos Fran-
cezes.
E por oude tornar elle a entrar cut
Franca
Por Grcnobla.
t.:nili, le 1 para isso /
Nao. Elle vira a llalla_; da Italia passar.,.
ao Delliuado, c urna maiiha se dir : llenn-
que V est na cidadella dc Greuobla. -
r
MUTILADO


/
os idos do nossis Mezas dn Commercio.ea
miar mariscindo pequenoi estmulos noi
inuarsjdns nrimes; contemporneo. A
consequcncia qudete tirara impronsa fran-
ceza dessas repelidas intcrvencOes do gover-
ii", lio flarissinia : joi tiilistis n crticos no
diivoni ir le encontr a uma's palavra ou
arto do ,;ovi'i un supremo, ou de qualqoor
i i leal representantes. Si n Naplis fon
peut iui danger offenser la Divinit, il n'y
l'nit pus bon pour ceux qui pailent de Snin
j.x.'jbb Calilla! eisa paluvra de ordem
del.uiz NapoloSo. Moni medeein, diz o cin-
to ile Ueranger, m'ordonne le repos ; a a paci-
licar.o, que o governador francez tem por
millRo reahsar, naluralmenle nSo podo ser
levada a elTeilo em quinto for da loa im-
pronsa continuar em suas vcihas escaramu-
zas e rivalidadvs.
So a ventura material de urna nacSo pode
prosperar quando a vid i intima do pensa-
mento, o a sua acco acham-se om termos
de quebrar-ic urna do encontr a outra, lio
esse um problema quo o presidente julga,
por sem duvida, rosolviioallinnativamen-
tc. E elle mantera o silencio que miio, co-
mo o mantevo dianlo de si o seu grande pre-
decessor, al quo o desequilibrio das tor-
cas facam preudor a uulra concha da balan-
za. Quo estas so lian de trocar algum dia
prova-o lulo o que conhecemos da especie
iiiiiiiuii em abstracto, o dos parallclos
reaes que nos fornece a historia. Um gene-
ral inglez disse um .lia aos olliciaes do urna
expediefio Diado o momento em que vos
houverdes feito senhores da um pBiz, co-
inccara'o as vossas difllcul lados. Por outra
parte um dos Conscllios O raes leve o arro-
jo de ditera l'avonir cesse dcelTrayer Cor-
la.iienle taes jactancias silo mais quo pre-
maturas, mas he tambem certo que a voz
das classes Ilustradas da Franca, ha de ou-
vir-se outra vez, mais tarJe ou mais cedo,
por cima das tromhetas da installacSo, o da
luzillada do conflicto civil
U ra impopularidade acrniulada, ha dn
s ir tiecessanamente o resultado de tantas e
13o pequeninil lyranias, como cssas a quo
tamos alliidi lo. O mez pallado destinguiti-
ao anda do tu los os anteriores nos embar-
gos do joinaes; o essi I i quo lio j om si
Dllil qun inuilo IpTOprilda para provuear
desilTeicSo, lia de provavelmenle pro luzr
urna reiOOSu tanto mais p'ompla, quanlo
mais iel. ii tmenle for clia posta om pra-
tica. Ella airela apenas, be verdade, os lu-
cros do una classn limitada, mas entend
com o gosto do todos Kostringiido a ma-
teria, e ce'Cean lo a linguagem da cnlici
domestica, laiio todasasdistinccOosda ca-
picula :e o ilu carcter ; e codo o feuilliton
lomar so-ha o nico punto de diflerenca en
tre os jornaes francotes; No mais ficaro
todos reduzidos a uma estril unilormnla le
decausar somno, c a una sombra uuatii-
midade povo francez por muito que
blazone do suas analogas com Itoma.asse-
inallia-so nnisaos Athouienses por sua pai-
,\"in, pelo rumor da dllOUllto di) lia ; o po-
demos islar certos do que essa oppreiiSo
que a rnuitos de no fundo d'alma, c que
todos tnais ou menos setibftni, ello a solfre
nicamente na esperanza da-4>roxima lber
UflO,
llltrning Chrouicle.)
Cummunicado.
mal forte que o bra(o|dobomen, eemquan- E lora islo urna aleifosil ?
la ene se nao limitar a procurar o seu destino ( Rospondam os manes do portuguez Me-
longo de todos m extremos, nio aera mala do|nz di Sorra-Verde, a quem os fgures do
= 2
HECIFE II DF. OUTUURO UE 1852.
Si as revoluceles sociaes seepcro lempic por
huma cauta justa, as revoltas fazem-se de
ordinariu por motivos rcprovaitos, c al a ye-
tes sein motivo algum. Tambera aque"
sao ai poderosas alavancasda civillsaco hu-
maos, mu quanto estas dciaiu aempre quem
do ponto da partida as sociedades, que alte-
clo, poique a lelrogi-daco he o seu nico
apanaglo.
Ksl i verdade lao simples, que ncm todos
11 i .ni lijo estampad nasa pagina! do grande li-
vij da historia, masque lodos mais ou menos
. -.i.-iii nos adylos da proprla eontcieocla, nem
porisso Icm sido suflicionlc para comer os po-
yos dentro dos limites da prudencia c das as-
piracoc rasoaveis.
No longo percorrer dos sceulos ludo tem ine-
lliorado cutre as unios dos honicns, ludo icm
mais ou menos cedido ao omnipotente inlluxo
de sua iulelhgencia c de sua vontade ; ludo
ineuiis elle propiio como cinc social, ineiius
I snas qualidades cvicas, (iouliderado sub
este aspecto elle nos parece ter estado ale a-
qui completamente lora da Ici da perfectibili-
dad!. As auociaces tem revestido mil lumias
lillcrcnles, mas no luudo a sociabilldade do
hoinen tem subsistido pouco mais ou menos
a uicsma. I.m seu perpetuo sobresali, cm
suaa prevences extremas contra o cspantalbo
da escravldu poltica, que por toda aparte se
ilir anlolha, fraecues consideraveis da liu-
manidade, no pasiailocomo noprecnlcoll',-rc-
cem-se em holocausto as suas proprias exage-
rares. Autopia as desvair. >,m obstante
as tremendas lices de lodo o da, alirain legiea inaccessiveis,. guiadas por la engalla-
dura, c ao cabo de centenares de dicepces
.miar.:.ij cahem desfallecidas nos bracos de fer-
ro do ninigo que julgam debellado. Sim a
liberdade, como acoinpreheudem as inassas be
o camintio mais curto para a Urania.
Esse vicio que Idz dos povusos algozca de
sua proprla fellcldade, nao data dcsta ou da
quclla epocha, desta ou daquelia gcriicao;
cm certas organlsaces be urna molestia do c -
i i- .n, em outras urna alienacao uieutal; maa
em lodo o caro elle rodcia-se de prestigio,
roca apparenlemcnle pelo sublime, e preten-
de > bonras de sentimenlo innato, lie um
i lulo de pas d argilla, em eujos altares quel-
ina incens urna mullidlo de iosensalos, que
nao comprehendcn a santidade do Irabalho
pacifico, e querem antes eiugii-sc com a pal-
uda aureolado quecllcs chaman martyrio po-
ltico, alr..vr/ da confuiao c das ruinas. Quem
ouzar dier-llies que a liberdade nao he o
mais precioso de tolos os dons do Leo? Que
ella nao be isso iiiesmo que elles peosaui?
Quem os convencer de que nem tudo se deve
sacrificar em suas aras ?
As vclleidades de povo iivrc, o ello por II-
berdades que se tem dito comprometlidas ou
espesinhadas tem Irazido constantemente
humanidade aos tombos da anarchia para
despotismo, e vice versa. Ella paiecc condem-
n.i'la, entre as maos de seus ofliciosos tutores
a uincirculu ferrenho; como que fui votada ao
suplicio de Sysipho: o fatal rochedu queaobri
gain a erguer ao cume da montanha, escapadle
das maos, em meiu do camiubo, e a eaiuaga
cui sua queda. He que o dedo da Providencia be
que o fautor da sua proprla miseria. Fura desse
terreno oo Ihe he pcrmitlldo triumpbar.
Os povos de orlgem latina parecem-nos, mais
que todos os outros, o ludibrio desia triste fi-
n it ele Um quanto a raca Anglo axonla, sem
grandes abalos, sem holocaustos ensanguenla-
dos, consegiiem, em fin, mediante a sua f
robusta no lempo e na experiencia, conciliar
mais ou menos os elementos diversos da vida
social, cazar a liberdade com on!rni, para
goiar de ambas coin moderafiio ; em qoanto
os povos rrmanlcos, Theolonlcos e Slavoa,
para o mesmo flm sacrilicam um pouco da nri-
unir-1 sobre os altares da segunda; os Albos
da civillsacao Romance, sem Jamis atinar com
o Justo mel entre Brulo eCeaar, tudo confun-
.l.iii e un .ni un e (inmolando a paz como
victima expiatoria a una liberdade que lelo
lea ciimprehendein, trocain a rcalidade pe-
sonho, o possivel pelo phantastlco ; e do fasti-
gio da policio sublime em que pela imagina,
cao se Julgam collocados, como typos da as
soclacao humana, prcclpilam-se nos aiysiuos
da abjeccao, e da nullidadc.
Ncssa continua disconfianca do preiente,
nessai perpetuas aiptracocs extravagantes, que
se nota nos actuaes representantes do novo re,
parece-nos haver com eliello um reltcxo dos
vicios edoi hbitos da sociedade amiga: urna
prelenciosidade alimentada pela reccordacao
vaga do cattonismo Republicano, e uns rcsqul*
cios de pnico nulrldo pela impressao lougin-
qua do despotismo militar do Imperio. Eoo
sero esses por ventura os elementos que real-
mete retalharam a Italia em cem repblicas
Eara atlra-l* nos bracos de um senhor mais bem
erdado t Nao rao o InOuioa denes lega-
dos da sociedade Romana, que durante todo
o ineio secuto presente tem felto arder a
Frauea em una to Intensa febre cerebral, e
que a' levaran! a repudiar to vilmente essa pe
quena e brilbanle inlermlttencia de paz cor-
dein entre os seus dous Napolefies ? O rachltls-
mo e decrepitudc da Pennsula Ibrica entre-
gue a mesquinhas c ffai abitracdei desde que
passoii a era de suas grandes conquistas edes-
cubcrlas,!' depois lobreludoque os tliesourosda
America Ihes escaparam das inos, nao Si-
rio filhos genuinos das ideias viciadas que Ihes
tegaram seus progenitores do Lacio ? Tudo li-
to nao provajque os descendentes desta raca; que
os povos de origein Latina nao tem bem con-
formada a bossa da liberdade '
1. nos ? a nnssa historia ahi est aus olhos de
i'i.ln- |iorquc be de hontcm tambein temos
incensado ao fitso nume, tambein temos voa*
do apor. quimeras tin cata dessa Ierra de pro-
missao que nos foge como ltbaca a TJlysses ; e
s temos adiado o apoucamento e a fraqueza
ao accordar do snnho.
As repblicas llespanholas sao emfim a cou-
tra prova do mo lado que parece pesar sobre
os deslios dos povos oriundos da civilisacao
Romance. As suas chronicas sao todas um
complexo de loucuras c deccpcdcs, um conti-
nuo estorlegar entre a anarchia e o despoli ino.
O ultimo extorco do bom scuso c da ordem,
e por conseguinte da verdadeira liberdade a-
caba de ser attacado agora cm Ruenos-Ayres.
Urquiza nao he um simples soldado valeulc de
Knlre-Rios, nao he um simples chefe militar
da Repblica Argentina i he um symbolo de
civiliiaco, um centro social c organisador. O
Portcnhos o icnegam; rcagein contra a la
Jma. Elles nao cnchergam a liberdade na na-
vcgacSo Iivrc i seus ros, nem na regularida-
dc de tuas nancas, nem noi progressos da
sua industria, nem na sua recomposico polti-
ca, nem as suas rellacdes pacilicas com os
estados visinhosc com os mais paizci do glo-
bo ; cm tudo isso elles s desculirem tyraunia e
prepotencia, garrote s liberdades patrias. Em
detlezi de que priocipios se agltain ? do pro-
grain a de Rosas ? das garautias de Palcrmo '
talvcz. Ser iato ou ir." mu vicio radical e
profnndo na organisaco moral dessea povos ?
Mo eremos que a t'rovidencia esteja punin-
do cm seus derradelro, netos os horrores dol
Torquemadas e Pirarros.
5i estas popularcs mcrldionaes, tn preten-
ciosas quanto levianas, se lemlirassein algum
dia de pedir s sisudas geracdci do norte o se-
gredo de seu poder c de sua grandesa, ellas
Ihes responderiam talvcz com o dstico de Del-
plios nosce te ipsum ; icria em vcrdi.de uina
resposta rudc e egoistaca, mas seria ao mesmo
lempo nina severa e bem merecida reprimen-
da.
i.n.. ha em Grenoba uuia cidadella '
_w_ Sim, senhor.
Vosse a v, minia lba ?
Sim, sobre uiua altura.
i E a cidade ?
A cidade est em halxo, no fundo.
Ha um rio na cidade?
Ha dous.
Suas agoasiSo da meiina cor ?
Nao, a de um he branca, ado outro verde.
Odiamos uns para os outros anda com malor
assombro que da primen a ves. Maria nio II-
nha jamis ido a Grenoba, e ignorava*se se
acordada, ella coobeccrla mesrnoonome da ca-
pital dO llellill.id-l.
__ Est bem certa, minha fllba, que he o du-
que de Rordeos que est em Grenoba .'
Tfio certa como se seu nome esllvcise es
ciiplo all.
F. ella mottrava sua fronte.
Oescreva a sua pessoa.
Elle be de estatura mediana c um pouco
gordo ; tem os olhos azues, c seui cabellos el-
ido cortados como o dol anjos de madameael-
la Mara Dumas.
lhe, elle paaia por diante de vois, veja
se observa em seu andar algumacousa de par-
ticular.
Elle coxa.
Est bem diga-me de Grenoba para on-
de vai elle ?
Para l.jo.
E em Ljio ninguem le oppe sua en-
trada?
_ Ao principio qulteram oppor-se, mai vc-
Correspondencia.
Srs. reJaclores.F.mquanto Jos Caotano
do N ideiroi lembrir-ie de que eu o fiz met-
ler em pro csso, por causa do brbaro as-
IIMimlO que elle, a os seus parantes, man-
daran! perpetrar na prnoi do i .feliz Traja-
no, < lestemutihasque juraram em djto processo ;
emqtianto liiinlmente o pobre diaho reenr-
lar so de que eu i niniii le o mundo de pre-
ralorias, para o agarrar elle, oosseuscum-
pllcei, por ccrlo que jamis me ileix.ua re-
focilar em paz !
A cascavel, como diz Itullnn, jamis so cs-
quece de quem Ihe coila o pameiro !
E qun raso leve osso malvolo i ara es-
cocear n-.cem seus ltimos nxtribuxamen-
los ? A raso lio mu obvia ; a raso est no
odio asqueroso que Ihu devora o corarlo de
ligre! Pois bem NOflenle Ihe esmagarei
a tromba de javali, o peco ao publico, que
me relevo da descaridado para com esse ani-
mal recalcitrante.
O eslaiio actual da comarca do llrejo he
mui didereiite daquelle em que se ella aclia-
Va al a pOPI da unnha chegada ala.
Domostrarei raphlamonle.
He lisongeiro noticiar que, desde mirto
de 1850 ate leije, apenas lem'havido nquel
le tormo dous assassinatos, inclusive oiui-
ci'rf'O do infeliz i aii-iliirii, o a quem se devo-
ra essa um lilieaeaa espantos nos costumei
safaros de urna parte intrigante daquelia po-
pulafSo ? Deve-se.creto eu, ao vigor e slric-
ta impurei ili.l i.le, com que, duiante seis
mezes, fiz reprimir a audacii dos grandes
criminosos daquelia municipio, exesrmen-
i ni le a uns, e ah mi os olhos outros com
os exemplos de severa punirlo I
Mo he meuos lisosgeiro ooliciar quu, de
entSo para c, senfio ouve fallar mais nessa
serie horrivel de ladrociras e furtos, que
Iraziam cm continuo sobresalto os propne-
larios daquello solo ; e a quem se poderSo
altrbiiir esses benelicios ? Parece quesquel-
le que, sem coiisiderac,es ao bacamarto dos
I iiln'.es de todas caras e formatos, que aln
li i vi mi, soube profligar essa prolissSo dege-
nerad*, alias exorci la om grando escala pe-
los mantos cordeiros da tetra, com poucas
excepciVs /
termo roubaram mais de cincoenta mil cru
zadoi, titulo da lerem poitoi em melhor
segurinrji e tlela !! !
Esse ficto esoandalosisslmo lindi hojo di
brados naquellos cario 11
E quem era o prefeilo de entilo ?
Reipondi o Sr. Pexolo de Brito, que
sniln nessa poca juiz de direito daquelia
comarca, proeurou relirar-se quanto antis
delta, pan niln ter occasiSo de proceder con-
tri o autores desse celebre latrocinio' Di-
go latrocinio, porque leguio-ie inmediata-
mente a morto do infeliz Muniz, om conse-
quencia do choque profundo que Ihe cau-
iou semelhiole disbarato em seu thesouro !
Por esse facto, que ahi deixo em resumo,
se conhecer a profunda dirrerenca que hi
entre o Brejo de cutio e o Brejo de hoje,
sem embargo! de haver Jos Caetino, no
srdido desejo de ibocanhar o distinelo co-
ronel Cimboim, meu particular amigo, pin-
tido aquello termo ni lusencii de tudo
quanto he direito de vida e de proprie-
dide!
E porque ?
Porque o Sr. C.amboim, em quilidade de
delegado de polica, deucumprimento i urna
ordem do chefe de polica !
Ora, aupponha-ie, por momentos, que es
si ordem foise injusta, arbitraria etc., so-
bre quem deveria recahir o seu odioso f So-
bre o delegado, seu moro executor, ou sobre
O Sr. chefe de polica ?
A lgica do publico que reiponda.
Demais; quam lo 1er os oftlcios que o Sr.
Camboim dirigir ao patriota Isidoro,no re-
conhecer o espirito de.rectidSoe de benevo
lencia, que transluz nessas pessss, que tin
lo honraoi a prudencia e bom sonso de leu
tutor.'
Digo-o sincerimente, agrideco por pirt
do Sr. Cimboim o favor que Ihe faz Jos
Caetano de publicar taes offlcios, pois qui
ellos silo os mais vivos documentos da ina-
ni-ira circumspecta, prudente.e regular com
que se houvn o Sr. Cambuim no caso varen-
te : honra Ihe seja fcila, e opprobrio sobra
qnem procura manchar urna reputarlo, on-
de n.iii la sombras, nem abysmos ; tudo o
miis san palranhas da raposa de Sansfio,
qun anda suppe imbair a f publica.
E quanlo a insinuarlo quo Jos Caetano
dcixa escapar, relativamente aos recelos em
que se aclia o Sr. Camboim do ser victima
dos Cordeiros, devo dizer, que, com quanto
aquello digno cldldfo conherja as perver-
sas intences do alguns desses individuos,
todava, tom balinloconsciencia do si e de
seus recursos, para n9o temer as tramas do
quanlos tigres ixilt'nl nos trros do Brejo,
e quando elles quizerem, que se meltam em
camisas da onze varas..., A le he hoje urna
realidad na provincia. Atrs de nos licou
o lempo em que, por exemplo, era, assassi-
n,lin ii n Trsjano, o os seus verJugos passi-
vam impunes mais de um lustro. 3o, o
negocio hoje he muito dilTerente, e muito
dill'reiites, s.lo as circumslanciai dos indi-
viduos. Trsjano, se bem que estimivel, s
deixou urna familia de orphos menores; o
Sr. Camboim tem numerosos amigos, e nu-
merosssimos prenles que o choren.....
Itecife 14 de outubro de 1852.
Joaqun Pinto de Campos.
Publicagao a pedido.
Illm. Sr. -Acabando de receber om ofllcio
datado de 11 do corrente. em o qual V. S-
me i i -i. ni ii ii 'i de ordem da direcc,3o da as'
sociacSo commercial para comparecer no
dia 14 pelas huras da tarde, alim de res-
ponder por infrarcSo commettida ao iscrip-
to obrigaturioque se formulou em virtude
da dcliberac,3o da assembla geral; cum-
pre-me responder a V.-S.,que havendo eu me
despedido dessa associacSo, desde o mez
passado (or ofllcio que ja foi presente idi-
leivao, acho-me desligado daa obrigirjues
de socio, e como tal desconhegq l ohriga(9o
de obedecer a otdem que por dito ofllcio me
foi intimada.
He quintil so me ofTerece a responder
V. S. que so dignar levar ao conhecimento
da meseta directo a resposta cima.
Daos guardo a V. S. ftecife 13 de outubro
do 1852.Illm. Sr. Manuel Florencio Aives
de Moraes, primoiro secretario.
Manoel Pereira do Carvalho.
VARIEDADES.
_.
_
jo mullos operarios que vo ao seu encontr e
o iiaztou.
I. rilo ic I ir i i alguna tiroi?
Ubi sim, icnhor, darn mullos, mas sein
faicr grande ilamno.
- Unde sero dados esse (iros ?
Na eitrada de Parii a Lyo.
Porque fmibouTq entrar elle em Pars.
Pelo [aubourg Saint-lartln.
Mal, minha lilha, de que aeivir que lien*
rique V torne a ler re de Franca se nao tem
filhua? Accrescentel hesitando: e dizera que
nao pode t-Ios ?
Ati I nao he elle que nao pode te-Ios, se-
iihnr, he sua inulher.
Isso he o mesmo, minha chara Mariqul-
nhai, pois o divorcio nao he aulorlsado entre
nos?
Ah t sim ; mas ha utna cousa que lmen-
te Dcoi e eu saturnios preaeulenieute.
Que couaa he esta f
Que sua niulhcr morrer de doenca de
pello.
_ E com quem casar elle? com algutna
princesa da Itussia ou da Allemanha sem du-
vida.
Nao, elle dir : Eu entrei pala vontade do
povo francez, quero, poli, casar com ama lilba
do povo.
Ninoiposcinoi a rir. A divagacao conieca-
va a inliturar-ie com a prophecla.
E donde tomar elle essa lilba do povo r
Elle dir : Vio procurar-nir una don/el-
la que vi no [aubourg Salnt-Martln na caan.
CARTA DO UARAO DE KIKIR1KI. EX-DE-
PUTADO, A SUA ESPOSA A BAH0NE2A DO
MESMO TITULO.
I
Aslisti, madama ilustre,
A' leiso de vinte e tres :
Que foi um graodc entreroez I
Lbe juro por S. Francisco,
Que foi um grande pellico.
II
Presidia o lio Soure,
Oa trra doi bacorlnhos :
Donde vein esses blchlnhos
De p pequeo, que do
O bom palo alemlejo.
III
Poli de paios Ihe fallel,
Dir-lhe-hci; cara Ha roa,
Que be comida inulto boa :
Com talada he pelliquioho
Porque dou o cavaqulnho.
IV
'.-i i ciicin-e i que hei de sempre
Camnhar pelos atalhos I
Metter alhos com bugalhos !
Paciencia este defelto,
Conheco que nao tem geilo.
V
At pois a tal hiiloria
Que entrecortada ficou.
O tio Soure laucan
Ao badalo gorda mo,
E abri a fatal lenao.
VI
Nai -i oh.as galeras
'Suva o vcllio e eslava o moco ,
Nao era gente do troco;
Mas casacas, palitos,
ll'godes, peras, chinos.
- .-.- -_.. ,,
va vestida de hranco, e tinba na mo um ramo
verde, o qual agitava.
_. I. iro ao faubourg Sainl-Marlin ?
Sem duvida.
F. acliarao a donzella ?
Sim na casa u. 4-i.
E qual he la familia i*
Seupai he marcineiro.
Sabe von, minha lha, como se chama
esia futura rainha '
Leontina.
Eoto o principe casar com cisa don-
iiiur
Sim.
E be del11 que ter um lilho >
Ter dous.
E como se chamar o primognito, llcn-
rique ou Carlos .' >
Nem llenriquc, nem Carlos. Ilcnrique V
dir que cites dous nomes tem causado muita
desgraca quelles que os tem tldo. Elle se cha-
mar Leao.
_ Quanto lempo reinar Uenrique V t
JJ De des a onxe anuos.
De que morrer rile ?
_ Morrer de um pleuriz, que conlrahlr
bebendo agoa fra em uina fonle ein una dia que
eitiver cacando na florcita Je Sao Germano.
__ Mal repare, inluha tillan, que vois nos
faz uma preduxo diaule de doze ou quaiorae
pesioal, e que pode acontecer que uma deltas
previna o principe, enlo, ele labendo que
deve iiinrrer, se beber agoa fria, nao a beber.
Elle ser prevenido, mas nao obstante is-
Vil
Eatadiitai ocilos,
Que pouco tem que fazer.
Que vivem s de eorrer,
Os pasmatorlos. cafs,
Moendo as solas dos ps !
VIII
Os pas da patria icntadoi
as cadelm deiejadia,
Sorviam groeal pitadas
De rap t e o aoia nasal
Ecoava-menos mal.
IX
Era um ecco, que sabido
Da sucia de cem narlzes,
Espantara as codornlzes,
Se as cordonizes, meu bem,
O tal ecco ouvldo tem.
X
A queilo era de cifras ;
E nestas questoes a gente
Morra sein melter-lbe o denle ;
Tal he o grande myslerio,
Desde grande salvaterio.
XI
Uns diziam-seja ailim
Seja assadooutros gritavam.
Krgo nao lecombinavanil
Votam por fina um a um,
E fica a gente em jejum 1
XII
Tndo licou de cangalhai!
At a proprla Montanha!
Suc tendo forca lamanba,
egundo 01 tubos da fama,
Ficou qual pato na lama.
XIII
Gastaran! trila seisOes
Em concertar as linancas I
Eorlitaram frreas laoeal'
Jogaram golpea morais,
Tudo fumo! nada mais.
XIV
Disuada a rotariio,
Conheceu-se a cacoada.
Efs rebenla a trovoada I
Chovein ralos I fervem murros 1
Grites, berros, guinchos, urros
XV
As galerias, icnbora,
Sollaraui desepontadas
Estrnndosas gargalhadas '
Escarro, toce, taco .'
le fun
XVI
Nao ac lembra de ler visto
Na grande praca d'Almada
Uma tarde de lourada '
Nao foi all esleinunha
Dos gritos d' unha unba I
XVII
Quando o povo das Irincheiraa
Bradava, do sol crestado,
Pelos horneas do forcado :
Faiendo grande algazarra
Aos grilos d'agarra, agarra r
XVIII
Pois foi tal, c qual no melo
Do salan parlamentar .'
Todos se ouviain berrar .'
Os perdiglos cboviam .'
O pas da patria tremiam 1
XIX
Os conlinuoi, oa crrelos.
Todos em papos d'aranba !
Cada qual do cbo apanba
Gom que vontade nao aei.
Trinia projectos de lei.
XX
Obra prima, que cahlra
Doa boleos legislativos.
Krain documentos vivos
Do saber desle rubores,
Oestes ex-leglsladorea.
XXI
O liso do chao ic ergueu,
E a poelra foi tainaoha
Que vi no telo nma aranba
A lucir mema d 1
'Stava sollocida cm p '
XXII
Ha quem diz que no telbado
Uina rapoiaae via ,
Que dava pulo!, se ra
Viu lb'o digo com certesa ;
Mas parece verdadeza.
XXIII
Agora pasio, liaroa,
A contar-lhe n lim da festa
Antes de liu dormir a sesta.
Pois depois de chela a panca
Um 1".ar.io sempre descanca.
XXIV
O poder moderador,
Que parece entender d'horta
Fechou de S. Bento a porta--
E arrostando os fados aeus,
Disse aos pais da patriaadeos.
XXV
Em phraie parlamentir
Ghaina-se islodlsiolver--
E' o mesmo que inorrer.
Que sutti rr a exlrema dor,
Dar vida ao Creador.
XXVI
Morreu, pois, o parlamento
Entre crueis paroxismos,
D'indigeito d'algarisinos.
Teve vida bourada e breve.
Que Ihe seja a trra leve '.
XXVII
Como bom cbrlsto que sou,
J por alma Ihe resel.
E segundo manda a le,
Vou tomar luto pelado,
Poli sou prenle ebegado.
XXVIII
Da beranca que deixou.
Que coma s de papis,
E valem contoi de ros,
Que s me toca j sel,
Meio projecto de lei.
XXIX
Quem, aenhora, mais esperava
Ficou chuchando no dedo!
A crlanca morreu cedo.
Se nan iosse o garrotilbo,
Deisava lea como mllho,
XXX
Foi enterrado capucha,
E levado ao cemlterio
Pelo nosio ministerio ,
D'Almoster o capilo
Teve a chave do caixao.
( Do Brai IsMM.)
A LEGIAO' DE HONRA.
As ordens do cavallara que tivenra nas-
clmento no tempo das misadas e que os reis
de Franca crearan) ao dopois com tanta pro-
fusilo por occasiSo do menor acontecimento,
para condecorar seus cortesoVs e rodear-se
di dependentes, funm abolidas pela assem-
bla constiti^leja6ih3iiRO!itodel7^
portanto tambem pode
sai i| ('ww'y maiiai- ni na u a .'Jn u --------------- ------
4a, Ella eslava trepada lobre uma pedra, isu-1 so, beber dlzendo que mullas vezestemeo-
mido gelo tendo calor,
beber agoa fria.
E quem o prevenir?
Vono filho, tenhor, o qual ser um de
leui grandea unigoi.
Como I meu lilho um dos grandes amigos
do principe?
Sim; bem sabe que elle nao he da mesina
oplnlo que o senhor.
Eu e minha filha olhamos um para o outro e
nos posemos a rir. Alexandre e eu pensamos
de modo mui dUlcrente acerca da poltica.
Eento Henrique V sendo morto, Leo I
subir ao Himno?
Sim, aenhor.
E que acontecer debalxo de seu reinado?
Nao vejo mais longr, acorde-ine.
De-me prena rmacordis; ella nao le (em-
brava de nada. Fi-lhc algumas perguntas io-
bre Lamartine, sobre Ledru-Rolltn; lobre
Grenoba, sobre Ilcnrique V, e sobre Leo
ella se poza rir.
Passei-lbe os dous dedos pollegare lobre a
fronte com vontade de que se leinbrane, e ella
le lembrou no mesmo instante de ludo. Pedi-
Iheque repetlssa sua historia, e ella a repetlo
to fielmente que a peuoa que linba escripto
miabas pergunlas e suas respostaa, medida
que ella faliara, pode confrontar a antlga nar-
racao com a nova.
Ilepols fiz muitas vezci outras experlenciai
sobre ella menina, jamis o poder magntico
nao leve limites nella ou antes sobre ella. Eu a
lornava muda, cega, surda vontade e com
uma palavra reitltula-lhe todas estas faculda-
dei e as levara a um grao de perfeicao que pa-
rante todi i revolurjJo a Franca e 01 exerci-
01 (icariin privados de recompensas exter-
nas i de lignaes de honra, qua comtitui-
SIo de 91 declarara contrarios a igualdad"
e lodos o cidadSos, visto qui oslas deco-
rarOos niloeram conced las, salvo mui ra-
ras excepefles, lenflo nobreza.
A lei da 3 da outubro) le 1799 e o artigo 89
di constituicSo do snno VIH concederam
recompensas naeiooaea aoa militaras que se
tlnhim issignilado por acues brilhantes.
Estas recomponas consistan em armas de
honra. A9demaio de 1802hivia 1854 ar-
mas distribuidas.
Bonaparte, ent9o primeirocnsul, insli-
tuio, por um decreto daquelle dia, uma le-
giflo de honra para recompensaros servidos
civts e militares. Todos os ofliciaes, olliciaes
inferiores e soldados quo linham obtido ar-
mas de honn, forim declarados membros
da legiSo.
Os membros da legilo deviam ser hornea-
dos pelo grando conselho da administraban.
O primeiro cnsul, que era de direito chefe
da legilo, presidio o conselho, composto de
7 dignitirios, Em tempo do guerra as ac-
(des brilhantes davam direito a todos os
graos, em tempo de paz en preciso ter 25
anuos de servicos militares. Esta ultima
condie.lo foi reduzida a 20 annos, por de-
creto de 18 de outubro de I8t9.
O decreto da 19 dejmaio de 1802 deiido a le-
giSo de honra em 16 cohorlea.i cada uma das
quaes foram adjudicados 200,000 francos de
beos nacionaes. Cada cohortes compunha
de 7 dignilarios, de JO comrr,cnlailores, de
30ou1ciaes e de 250 legionarios. Assim a le
giflo de honra devia ter 112 dignilarios, 320
commendadores, 380 ofliciaes, 5,600 legio-
narios. Total : 6,412 membros.
Um decreto de 9 de julho de 1802 regulou
aorganisacSo interna da legiBo e dividi o
territorio correspondentes is cohortes.
Um outro de 11 da julho de 1804 determi-
nouoscapitaes deltas circonscripeoes. Un
coaselnoda eilniiinstraro fui estibeleeido
em cnla capital. Compuoba-se aliado gran-
dtgnitario, chefe da cohurtc, presidente; de
2 CO i ni nia lores, de 3 nllieiaes e de 3 le-
gionarios Den se nina peiis.ln a eiia gra-
duicSo; a saber: 20,000 francos i grande
aguii e 5,000 francos so gran dignitario,
2,000 francos ao commeudador, I 000 fran-
cos a o odicia! a 250 francos ao legionario
N'onienii su un gran chanceller, oumthe-
soiiri no, um encarregadn do trabalho di
chancellara, n outro da a.liiiinisino"m dos
bens pertencentes a legiilo.
Una cummtssSu do consulta, enmnosta do
II membros da legiilo, foi iguslmento ins-
tituida sob a presidencia do gran chan-
celler.
O decreto imperial de 22demessidor do
anno \ i (II de julho de 1804)ordenou que
a condecoraco consistira em uma estrella
da 5 ralos duplos, esmltala da inane.>. O
centro da eslrrlla cercado do uma coroa de
carvalho e de louro, devia apresentar de um
lado, a elligie do imperador com esta legen-
pe estrangeiro, sem o consentlmento expresso
de S. II., de observar as lela, decretos e regu-
lainentoi, de fazer tudo o que for do dever de
um bravo e lealcavalleiroda Leglo de Honra,
A monarchta de Julho lizou delta modo a
formula do Juramento:
Juro fiiiildaic ao rei dos Francezes, obe-
diencia curta constitucional e s lela do reino..
A reatauracao tioha diminuido de metade a
penao doi membroi da ordem, e delsou de
conccde-lo aquellos que deviam ser promovi-
do! a datar de 0 de abril ie sil, excepto aos
ofliciaes Inferiores e soldados.
Amonarchia de Julho abollo as outras or-
dena de vallarla creadas pela restauracto,
mal ella deixou subsistir a Leglo de Honra,
sem fazer modlflcacei. Ella contentou-ie era
substituir na decoracao ai llores de Ivs por um
fundo de prata ornado de duai bandeirai e
mudon, como temos visto, a formula do Jura-
mento. Ella fez um acto dejuitlca e de repara.
fio, restabclccendo em seus graos, por decreto
de 28 de novembro de 1831, todos quelles que,
condecorados durante os cem das, tlnham sido
despo|ados pela segunda restauracio.
A insignia da l.egi.n de Honra liaba sido
prndig ihsada pela reslauraeio para multiplicar
o numero de leus partidarios, principalmente
no exercito. O governo de julho proeurou des-
te modo um apoio e nos Instrumento! de poder
uesta instituicio, e deivlou-a deieufiin, con-
ceden,i., mu frequentei vesea ao favor uma
diitincco que deverfa ser reservada ao mrito
e aos servicos prestados. Esta prodigalldade fot
tal que a cmara dos pares, por proposta do Sr.
baro Mounler, adoptou e -. 1839 om projecto
de lei, para limitar o numero dos memliroi da
Legio de Honra. Ella lei pasiou igualmente na
cmara dos deputados (1849), mas ella nao re-
cebcu a lancean real. O algarlsinos segulntes
uiosirain quanto ella era necessarla.
No primeiro de Janeiro de iSii, conlava-se
42,801 membros da Legio de Honra; no pri-
meiro de Janeiro de l83s, este numero elevava-
se a 50,398 a 20 de novembro de iHii elle es-
lava reduzldo a 49,418, dos quaes 8o cram grao
cruzes, 196 grandes ofliciaes, 803 commenda-
dores, 4,454 ofliciaes e 43,454 cavallelros.
Um decreto do chefe do poder eiccutlvo,
com data de i de novembro de I84S, fez deaap-
parecer da Legio de Honra a cIBgie de Heuri-
que IV, que nao era raali que um estranho ana-
ebronismo eestabeleceu a eflige de Bonaparte
com esta nscrlpco : Wonaparte primeiro comal.
A constiluico de 1848 delcrininava queosai-
talustos da Legio de Honra seiiam revistse
posios cm harmona com as nonasinstltuicdcs.
A arscmbta consiituinic aeparou-se sem ler
i c[i) sino esta promesas da constiluico.
xyl.egiao de Honra he uma ordem militar
ni iis anda que uma ordem civil. O numero
i is i ni.lee >i aeues ci \ is lar na a quarta parte,
pouco mais ou menos, do numero total; elle
era a vigsima parte no imperio.
Eis-aqui o que resta hoje da instituifo crea-
da per Napoleo: a rcsiauraco supprlmlo as
cohortes, a repblica suprimi o juramento. O
conselho de adiniiistracao, o conselho de con-
sulta e toda a crgauisaco do Imperio nao esis-
tein mais. A cundecoraco be conferida sem
nenhuma furinalldade pelo poder executlvo. O
numero dos cavalleirm he illimilado, o de nlli-
ciaei est lixo em 2,000; o de comraendadorea
cm 400; u de grande ofliciaes em 160;' o de
grao cruz ein8o. Ninguem pode obter um grao
superior sem ter sido cavalleiro e sem ter pas-
sado um ceno numero de annos
numero de annoi em um grao
miel i ir A qualidade de meinbro da Legiio de
Honra pcrde-ie pelas mesmas causas que fazem
da : NapoleSo imperador dos Francezes ; o do perder a qualidade ou suspender oa direitos de
outro lado, a aguia Trncela, sustentando o! e'dadao francez.^
raio, com esta legenda : Honra epatria Ella Aadministracao da ordem esla confiada a um
devia ser de ouro para os grandes olliciaes K"S8 cua"c.el'er' "col'?0.d e.D,re 11"-
. ..___,'___ _; i__ des olhciacs da Legio. Elle he depositario do
e de prata para os legionarios: devia W d, orde(n. T'd a oraen, ePslrangeir,.
trazida no peito di casaca e presa a uma esto em mas aitribuldes. Um secretario ge-
nte acnamalotada encarnada eliruada do, ral esta addldo grande chancellarla ; elle tem
branco. a aisignatura, no caso de auaencla ou de ino-
Aprimeira ceremonia do juramento Uve, liadog. aode chanciller e o[preMnla.
In.'.i- ii i,,,,,..... A. ,oi ,.n. i Antes da doacao que Ihe foi felta pelo decie-
lugar a 14 de julho de 1804, na capella dos re|aliv0 ,M c0?da faroUia d'ore.n,, .
invlidos, com grande pompa. O gran chan- Jem d, Leglo de Honra possuiade rendas em
cellar Lacepode pronunctou um discurso a-! fundos pblicos sobre o grande llvroda divida
nalogo a circunstancia. A sogunda leva lu-; publica; em acedes sobre os canaes de Orleans
gar no campo de Bolonha i 28 thrrmidor do c do Loing e sobre o canal do Meio da, etc.,
inno XII (16 de agosto ile 1804) com I que montaina7,lo3,88 rrancos dos quaescerca
mesma solomnidade a com maior fausto ir i- de 5,829,000 francos sao empregados em orde-
i,i,r nados eonceutuoi a uieiubroa da ordrin nuc
,..' t____ii. # lo titulares do Imperio, e a todos os olliciaes
5f."53"'j. i".".'.".?.0 lartmfn0 1ua f01 inferiores e soldados oi quaes recebeuTcada
um urna pcuao flxa de 25o francos.
J. Parad.
(Da Prcsse.)
prestado no-lis duas ceremonias
Juro por minha honra delicar-mo ao
scrvicndo imperio, a manutensSo do seu ter-
ritorio, c integridade defesa do imperador,
das leis da repblica n das propriedailes que
ellas leetn consagrado, juro combater com
todos os ni.nos que a jiisiiq', a ras.lo o as
leis autorisam, luda a empreza que tiver por
lim restabelecer o rgimen feudal, juro em-
lini concorrer com lodo o meu poder para a
manutanc.!io da liberdade o da igualdade.
Os membros da urdem receheram, alguns
annos depois, o titulo dn cavalleiro. Ilouve
tambem duas casas imprtaos estabelecidis
pira a educaedo das ilhas dos membros da
legiSode honra. Estas casas, definitivamen-
te organisadas por um decreto de 29 de mar-
eo de 1809, eram a da Saint Deniz que rece-
in.i .Mo odiieiiiiilas e a de Ecouen que rece-
hia 300. Ellas linham alm disto 5 casis fi-
liaes.
Tal en a organisa;3o di LegiHo de Honra,
quando os acontecimentos de 1814 trnuxe-
rama restaurarlo. Luiz XVIII por um do-
creto do 9 do julho do mesmo anno, mante-
veesta iustituic.'io debaixo do nume do Or-
demrealda legiio de Honra, conlirmou seus
estatutos, e dcclrrou-se chefo soberano e
gran-mestre. A decorando foi fomenta mo-
dula. A' elligia de NapoleSo, suhstittiio sa a
de Henrique IV com esta legenda : Henrique
IV, reide Franca e de Navarra. A aguia im-
periil ful substituida pelas 3 lores do lys,
cercadas dis palavras: Honra e patria, os
eoiiimn lanos tomaram o nomo do coi-
mendadore, os gros-corilfles o de grSo-cru-
zei. O numero de cavalleiros ficou Ilimita-
do ; felxou se em 2,000 o numera dos ofli-
ciaes, ero 400 o dos commendadores, em 16o
o dos grandes'olliciaes e om 80, o dos gr.1o-
cruzes.
Em isni um novo decreto mudou o modo de
recapeo : foi ordenado que as pessoas que por-
tenciaiu ao civel leriam reccbida ein esio
publica daa cortei reacs e dos trbunaes de pri-
mera instancia, quando ellas nao podenem
ser pelo grande chanceller ou pela peaoa qua
elle llvenedeiignado, c que o recipiendario!
das tropas de ierra e de mar preslariam de
Joelhos o juramento seguiute :
Juro ser fiel ao rei, honra c patria; de
manifestar inmediaiamenle tudo o que poder
vlr ao meu conhecimento, c que lor contrario
o servico de S, M. e ao bem do estado ; de nao
tomar nenlium encargo e de nao receber ne-
nhuma penso, nem trataincnto de um pnncl-
re. i no exceder os limite, dos icnlidoi mortaes.
Por exemplo, cdlocavam-na ao pianno, ador.
cenla ou acordada, isso pouco inpnrtava; el-
la comecava urna sonata una das pessoas pre-
sentes me indicava cm voz baixa a aria que ie
srjava que a menina tucasse em vez da sonata;
no incsimi instante a sonata ceisava e a menina
desde o momento em que eu linba eslendido a
tnao, para ella, tocava a arla pedida, ftepeti-
inoa vinte veaes esta experiencia dianle dos
mala incrdulos; c nunca ella falhou.
A casado p de Maria eslava edificada sobre
o litio de um aotlgo ccmitcrlo. Algumas ins-
cripedes tcpulchrac ae liam racimo sobre as
pedral do muro que fechava o Jardim, resulla-
va dalo que apenas anoltecia, a pobre menina
tremendo de meio, nao ouiava mais faier um
niovlinenlo. Em a noile de minha partida,
madama D.... fallou-me desse terror, einloha
influencia sobre a menina era tal que ella me
perguntou se cu nao podena acabar com elle.
Eslava de lal sorte acostumado a milagrea que
respond que Isso era cousa mui fcil e que po-
damos fazer a experiencia oaquelle inesaao
instante. Com efleito, chame! a menina, ln>-
put-lhe as duas maos sobre a cabrea com a von-
tade de tirar-lhe todo o temor e dine-lbe:
- Maria, sna mal acaba de dar-mc pecegoi
para inlnha viagem; va buicar-me no jardim
urnas tullas de vinba para einbrulha-loi.
Eram nove horas da noite, e esla eslava inul-
to escura ; a menina parlo cantando e voltou
cantando, ella trasia folba de vinha colindas
no mesmo lugar era que Jazlaua ai pedral se-
pulchraes que Ihe fazlam lo grande medo,
ineiuio de dia. ,
COMMERCIO
I'IIACA DO RECIPE 14 DE OUTUBtO, AS
3 HOIIAS DA TARDE.
i inicrs iimniKS.
Cambio sobro Londres : a 28 d. a dinheiro.
Compra de algodSo de primetra sorle esco-
Iludo a 5,700 rs. por arroba.
Frete para o Havre a 400 rs. por arroba de
alquilan,!' 10 por oento de primigem.
Dito pira o dito a 4,000 rs. por ni., de chi-
fres e 10 por cenlo do primagem.
ALFANDECA.
I'ioinl i ni en i o dn t a 13. .115:969,925
Idcm do dia 14.......6:878,912
122:848,837
Descarregam hoje 15 di outubro.
Barca ingloza -- Sieord fih mercadoriis.
Brtguu purtuguez -- Flor do tar dem.
Escuna brasileira -- Adelaide o resto.
CONSULADOGERAL.
Rondimenlodo 1 a 13
dem do dia 14 .
8:304,181
1:419,684
9:723,865
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimontodo I a 13 2I2J41
Idemdo dil 14. .n.i....._^""397572
252,313
'/
ate,
Ncw-YorW, brig"
vao.
glez Dante, de 270 to-
neladas, con i /ni o seguinte: 2,400 cou-
ros 83,149 arrobas, 2,900 saceos cun 14,500
arrobas de assucar.
Canal, brigua inglez Challenger, de 453
toneladas, conduzo o seguinte:6,020sac-
eos com 30,100 airobas de assucar.
Aracaly, hiale brasileo Santa Cruz, de
31 tino: ..lis, conduzio o seguinte :40 vo-
luntes fazendas, 20 ditos ferragens, 12 ditos
miudezas, :!0 barricas assucar, 10 pipase 6
harria vinho, 12 gigus ntica,12 voluntes dro-
gas, 100 caixas salan, 30 lachos de cobre,
74 barras om forro, 4 caixas chpeos, 20 bar-
Desde esse momento ella nao manifeslou
mais nenhuma hcsltaco cm Ir ao jardim, ou s
outras partes da casa, a qualquer hora que fos-
se, e mesmo lem luz.
Vollei a Auxcrre tres mezes depoii. Eu nao
linba ifiiiiiin lin minha viagem a ulnguem.
Dous das antea de minha chegada, querendo-
se arrancar um dente pequea Maris, ella
Uiise ;
Nao, mizinha, espere ; Mr. Humas ha de
chegar depnli de amauha; elle me pegar no
dedo pequeo einquanto me arrancaren! o den-
te, e ento nao aenllrei nenhuma dor.
Cheguel no dia dito, puz a mo da menina na
minha durante a operacio, a qual se fez sem
que ella parecesse experimentar nenhuuia son-
sacan de dor.
Nao me peca alguem a explcaco dos pbeno-
menos que acabo de contar, pois me icria Im-
poisivel da-la.
A Un ino smenle que tudo o que fica dito he
a pura verdade.
Nao sou partidaria do magnetismo ; nio o
eierco lenio quando a Ino m.- obrigam; expe-
rimento lempre oeisai occaitfle nma fadlga
extrema.
Greio que com o loccorro do magnetismo,
ura bomein perverso poder! fazer multo mal;
duvldo que com elle um hornera honesto pona
fazer algum bem.
O magnetismo he um dlvertimento, nio he
anda setnela.
A. Duatai.
FIM.
MUTILADO



}

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f
V

~r
ria mintnigi, 8 birriois serveja, 3 birris
azoiti doce, 4ditos e 3 quartolas vioigre, 3
Clisas papel, 20 barricas bacalho, 24 gar-
rafoes rasios, 16 canastras batatas, 10 ditas
albos. SO barricas farinha de trigo, 11 ditas
genebra.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimeatodo dia 14.....452,814
CONSULADO PROVINCIAL.
Rnndimeoto do dia 14. 974,460
Movimento do porto.
navios ntradot no di* 14.
Assu' 8 mszes, sumaca brasilera Fiordo
Angelito, de 99 toneladas, mostr Bernar
dodeSouza, equlpagem 8, carga sal ; a
Manoel Jos de Sa Araojo. Pass.geiro.Jos
Rodrigues de Barros FalcSo.
Rio Graode do Sul -- 30 das, patacho brasi-
leiro Eulerpe, de 163 toneladas, meslre
JoSo Goncalves dos Reis, equipagem 11,
carga 7,700 arrobas de carne sueca ; a Can-
dido Alfonso Moreira. Passageiros, Jos
Franciaco Cirneiro, Candida Leopoldina
da Cunha, Manoel Jos Pires da Silva, Ma-
noel Jos da Franca.
A'iimoa sahidoi no metmo di.
New-York -- brigue inglez Dinle, capitSo
M. Campbell, carga assucare couros.
MaranhSo fragata a vipor AfTonso, com-
mandanteo capitSo-lenente Jos Antonio
de Siquelra. Conduz aox-soldados.
H.D1TAES.
Manoel Ignacio de Albuqoerquo NaranhSo
Antonio de Souia Lefio,
Franciaco de Pinho Borgos.
Miguel Filippe de Souza Lelo
Francisco do llego Barros Brrelo.
Francisco Antonio Pereira da Silva.
Jnaquim de R.uza LeSp.
Jos Francisco de Souza LeSo.
Francisco Cavalcante de Souza Lefio.
Manoel Filippe de Souza Lefio.
Manoel de Souza Lefio.
Jofio Francisco do Carvalho Paz de Andrade.
Francisco de Paula Paz Barrete .
Antonio Paz Brrelo.
Supplenle*.
Antonio Pedro de Sa Brrelo.
Jofio Coelho da Silva.
Jos Cavalcante.
Manoel Ksperidifio Mun/
Jofio Filgileira de Araojo.
Manoel Joaquim de Oliveira.
Domingos Francisco Susuarana.
Jos Ignacio de Souza Albuquerque.
Francisco Jofio l.ins.
Pedro Alexandre Bezcrra.
Jofio Francisco Lins.
Jofio l.uiz Ribeiro de Faria.
Ignacio Francisco Pereira da Silva.
Francisco Xavier de Souze.
Manoel Pires Ferreira.
Amaro Fernandas Daltaro.
Jos Joaquim das Chsgas.
Marcellino Antonio Pereira.
E
gar da Baha : quem nella quizer
carregar, pode ilirigir-se a ra da
Gadeia Velha n. a3, oua do Tra-
piche Novo o. 16, segundo andar.
Para o Aracaty
Segu cm poucos das o histe Ligeiro, for-
rado e pregado de cobre, por ja ter parte de
sua carga; para o resto e paaaageiros t'ata-
se na ra do Vigario n. S.
O brigue Animo sabe pira o Rio de
Janoiro em 19 do correle, para eacravos
e passageiros trala-se com o consignatario,
na ra da Cruz n. 33.
3
r
Leiloes.
-- Iloje 15 de outubro, haver leilfio, por
conta e risco de quem perlencer, decerc
de 50 caixas com queijos: no caes daAlfan-
dega,as 11 horas em ponto.
Leilo no Bazar, na ra do
Vigario n. 4.
Avisa-sc ao respeitavcl publico,
que neste estahelecimento haver
leilo, por intervengo do agente
Roberts, no dia sexta feira i5 do
horas da tnanhaa,
o escrevi.
O lllni. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimenlo da ordem do
Exm. Sr. presidente da orovincia Je 27 do
corrente, manda fazer publico, que nosdiss
19, 20 e 21 de outubro prximo vlndouro,
ira a prarji pira ser arremata lo perante a
junta da fazenda da mesma thesouraria, a
quem por menos lizer a obra do vigessimo
rimeiro lauco da estrada da Victoria, ava-
lada em 13:218.606 ti.
A arrematarlo ser taita na forma dos ar-
llgos 24 e 27 da lei provincial n. 286 de |v de
maio de 1851, e sob as clausulas especiaos
abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematado comparecen! ni sala das sesses
da junta, nos dias cima declarados, pelo
meiodis, competentemento habilitadas.
E para constar se mandeu alizar o presen-
te e publicar polo diario. Secretaria da the-
souraria provincial de Periiamliuco, 29 do
ietembro do 1852.O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciacfio.
Clausulas especiaos da arrematarlo.
1.a Asobras do vigessimo primeiro lauco
da estrada da Victoria serfio feitos do con-|a jila escrava, aproa
formidade com o orcamentn e plantas ap-1 montos legalisados
corrente, as 11
. de fazendas de todas as qualida-
'. para constar mande) fazor o prsenle ,,
quoser afizado nos lugares mais pblicos des, as quacs serio vendidas sera
da freguezia e publicado pela imprensa. reserva i em porcoes ao eosto dos
Jiboatfio 7 de outubro de 1852.Eci Fran-
cisco M.rtins Forrera dos Santos, escrivfio compradores; as>im como, roga-
Jos Francisco Pereira da Silva.
se a todos os negociantes e logis-
tas, que quizeremaproveitara oca-
sio para a venda de quaesquer fa-
zendas, para feixar contas, de as
REALCOMPAMIIAUE PAQUETESINCLEZES mandar com antecedencia, ejun-
a V a 111 \ 11 F
Declarajoes
Avisos diversos.
Sorvete.
No fjotcquim do tlieitro haver sorjele to-
dos os dias de espectculo.
Jos de Mullan.I Cavalcanti de Albu-
querque, tendo-se asslm chamado at o pre-
sente, charaar-se-hi de hoje em diante Jos
de Hullmde Cavalcanti Marinho Falc.lo.paia
privar equivocos em seus negocios.
Quem se julgar com direilo a casa n.
66 da ra Imperial, perlenconte a Francisco
Ribeiro Pavfio dirija-ae no praso de tres
dias, na ra Direita, no primeiro andar da
casa n. 32, que achara com quem tratar.
Sorvete.
No botoquim da ra Nova haver sorvete
todos os dias, e sempre das melhores True-
les.
-- Aluga-soo primeiro andar, da osa da
ra da Guia n. 42, com duas salas e cinco
iiuartos grandes, por prego commodo I
quem o pretender dirija-se ao sogundo
andar.
Aluga-se um bom preto, para o servi-
do de casa, he milito deligento o fiel : a
tratar na ra do Collegio n. 15-, segundo
andar.
Arrcnda-sepelo tompo da fesla, um si-
tio no principio da estrada nova, com casi
sofTrivel, duis cacimbas com boa agoa de
beber e bastantes arvoredos de fruto: quem
o pretender,'dirija-se a ra Nova, no primei-
ro andar do sobrado n. 26.
-- OSr. Vital da Silva llelmonte, tom car-
s : na ra da Cruz do Recifo, arraazem
62.
A mesa regedora d< irman-
dade do Divino Espirito Santo ,
erecta na igreja de ossa Seohora
da Conceicao dos Militares faz
O 3p A ,
di ra estrella do Rozario, travessa para o
Queimado, avisa ao respeitavel publico que
recebeo porefio dosles biscuits de la cou-
ronne e outros reeommendadoa para o
Champagne pelo autor, etc., etc., chega-
dos 00 ultimo brigUe vindo do Havre.
Augusto Ferreira Pinto, subdito portu-
guez, retira-se para fra do Imperio. _
Lotera da matriz da Boa-Vista.
as rodas desta loteria andam im-
preterivelmenteno dia a6 do cor-
rente no consistorio da mesma
matriz. O resto dos biihetes con-
tina a vender-se nos lugares j
annunciados, e mais no aterro da
Boa Vista 11 62, casa do senhor
Vicente Antonio do Espirito Santo.
#VVVv'VVr'VVV:v,VWvl,vl'v'vlv1^
Ihomeopathica.
;> 28 RA DAS CRL'ZKS 28,
a> Dirigida por um pharmaceutieo
-> approvado,
Esteestabelecimento possue todos
ouro pira as|goardar sobre ellas foi me pe-
dindo por vezes dlnheiro, e eu vendo a Doa
conducta que entilo mostrara fui empres-
tando al 40,000 rs.; e depois lembrando-
me de tucar o ouro em pecinhas de brincos,
argoliohas, annesziaho, Indo era falso; is-
to posto, para nfio o haver a polica passou-
me una letra assignada pelo Sr. Borges, por
elle nfio saber escrever, para me pigar a 8
de janoiro prximo passado, deixando dito
o 11 inlio, o qual o poderia levar para onde
o qulzessejassim me confiei do Sr. I.nte.m.is
o dito senhor al esta data nfio tem appare-
cido por isso rogo e aviso ao publico que
dito Leite costuma nogociar com ouro falso,
e fazer saques com elle do dinheiro legal,
dizendo que roorava em Limueiro ele. Em-
fim ho um homem que deve ser pesquisado
pela policia, e prender-so esse bom cidadfio,
para da cadeia pagar-me, e alm disto evi-
tar-so continuados furtos que esse ho-
mem vai fazendo a quem podo engaar, e
passandu por homem de bem; o qual he par-
do, moco, e a maioria dos soldadas o conhe-
cem.Sebastifio dos Oculos Arco Verde Per-
nimbuco.
Precisa-se alugar dous pretos possan-
tes, para o servido de run : quem os tiver
dirija-so ao pateo do Carmo, vendan. 13:
na mesma vende-so velas de carnauba, de
multo su.erlor qualidade, a 280 rs. a libra,
de diversos tamsnhos, de 6, 7 e 8 em libra.
ormed'csmenVo's a"e\gore7ape"r- <| --""I "o^iRuos Pinheiro nfio he mais
* mentados, tanto na Europa como no cobrador da Revoluto de Novembro: os se-
S Brasil, e preparados pelas machinas 2 nhores assignantos nfio paguem mais ao dito
E da invengo do l)r. Mure. ^ P'' Jf clbs 1ue P'MMUr. A Revo-
S Carleiras de 12 tubos at 160, por 'a Novembro se assigna e vende Um-
preces variaveis, conforme a quali- "em na casa do Sr. Jacob, ra do Sol n. 17.
a VaPOR
No dia 21 d'este moz, espe- lamente convida-se a todos osa-
ra-sedo Sul o bom conho- madores de pechinchas de compa-
ci lo vaoor Sevorn, comman- ,_ i.:i*.
Santo canpman, o qu.i de- recerem no menciona Jo leilo.
pois da demora do costume seguir para os
porios da Europa: para passageiros, trata-so
em casa da agencia, na ra do Trapiche No-
vo n. 42.
l'ara o Aracaty. iaV>
0 hiateS.nl. Cruz recebe anula no cor- anta Anna, para o do fllagdale-jiiwres.
reio hoje (15) as 10 horas da manhs.. na, urna flauta de bano dsete
Pela aiibdelngacis da freguezia da Boa- 1 rontida ciiMim
VistadacidadodoRocife, foi rccolhi la ca- laves uc prnw, conuua cm mu
tlen a prota de naffio, do nome Miquiljna, saquinho verde : quem 1
publico, que, o boato espalhado
por alguem [ talvez de proposito ] AV,AM:SE.GlRATi;1A,^N(T':nllB <
' & -i 11 Pra os pobres, todas as receitasque
de que a referida irmanaade pre- C praaii mandar qu.lquer professor.
dado das c.izas, a quantidade dos re- I Aluga-se-o primeiro andar, da casa da
medios e su.s dynamiMcfiei. ru" lU Gu" "6*' """"nenio a familia bo-
Tubosa.ulsos(cadaum) 1/000 esta : a tratar no mesmo no segundo
Tinturas de lodos os medicamen- 2 'n,r"
tos em frascos de I \- mica 2f000
+1
<;
Compras.
tende mudar-senara a igreia de l' cebem-se de commissflo, tanto
m y, ib -i- Procisa-se de 4:000,000 de rs. a premio vincia, como para fra delta:
Nossa Senhora do Hosano, he in- de inno,t *dand0.M gr,nll. Quarieisn. 21, segundo andar.
Compram-se oscravas oevendem-se, re-
eara a pro-
na ra dos
por lempo *-..-, -.. 0..-.- ^
teiramente dastituido de funda- cm urna proonedade domaior valor, o pi- Compra-se urna negra, quosaiba ven-
montn nni* nnp a matama irman- gando-se 1 purcento mensalmontc: a quem dor na ra, preferindo-se a que Mr de -
menlo, pois que a mesma irman- goiiltr annanaie. efio da Cosa do Mina : na ra Augusta 11.
m ddde se acha em armona com a .. 0ga-se ao senhor Manoel Pereira Ma- 32,so tura quem compra.
7. ; 11 'rflsnpilavpl rornnrarao dos mi- pMhcs, o obsequio de ir a ra da Cadeia do Compram-se escravos de ambos 08 se-
Perdeu-se do cammho de,respeitavel corpora9ao dos mi- t^ ^ n 59, ajUSlar suascollll!S Coui o xos, para dentro o fra da provincia, agr-
abaixo aasi?nado.-Jos Dias da Silva. dando pigfio-se bem : na ra das Larangoi-
O abaixo assignado faz ver -*:*^?**?* rMnV.U*"g,,"!oa!',,,L.____i.n
..... l i\ m AluRim-sc o vendem-se bixasna n Compram-seescravos.crcoulosou par-
a illustrissiina senliora V. Anna, 2; praQ, ja independencia n 10, con- *i dos, de 820annosde i.'ade.opaaa-se bem:
viuva do finado senhor Francisco I fronte ra das Crozea. na ra estreita do Rosario n.28, segundo
quo diz ser escrava de urna!) Annlnha, (ilha c|,aj0 quera entrega-la ao Seu
del). Marcnda ja fallecida, e ter sido Tur- 1~j O
tada hi muitos innos : quem direilo tiver dono, no l Orpo OantO n. II,
prvidas pela directora em conselho nesta
data, e apiesenUdo a approvagfio do Exm.
Sr. presidente da proviucia, tudo na impor-
tancia de 12:218,606 rs.
3.a O arrematante comicaia as obras no
praso de um mez, econcluir no de um au-
no, contados da data da assign.tura do con-
trato.
S.' A importancia desta arremataefio sor
paga em quatro prestacos iguacs da manei-
ra seguiuto : a primeira quando o arrema-
tante tiver Teito a terca parle da obra do
qeu contrato; a segunda quando tiver feito
dous tercos das obras ; a terceira quando
lor recebidl provisoriamente; o a quarta
quando lor dilinilivamenle recebidl, nfio
deveodo eflecluar-se pagamento algum an-
tes de fludir-se o primeiro simcslre do exer-
cicio de 1852 1 1853.
4.a Pira ludo o mais que nfio estiver de-
terminado as presentes clausulas seguir-
Xavier de Lima, que o mesmo Ihe [*rfufe^^?r?f!|H.*J ""--Compram-se sote quinaos, posjiete.
llCOU devendo 6oo,3l7 rs-' e como : Irada de Ierro que so tom de construir ni gordos, e um bom cavallo do estribara :
- -OC-- ^Vecompensado com genero- depois da morte do mesmo senhor i provincia de ^^"^^K^E.Z.l^r^Sr
t V^ZlZiT' 'sidde. tenha-Ihe escnplo, e n5o tendo ate ioes 3 rspectivi comptnbia, a so dirigi- gundo andar da casa n. 35 da ra da Prala.
- O a'baixo assignado, rendeiro doenge- hoie resposta, por isso usa deste ,rem .10 referido empresario at o dia 18 do
' ...'.,------t------i, *. ,, mez de outubro prximo futuro, em casa
meio, e mesmo por ter-Ihe VlOdo do| scnnor,.s |olhe 4 Bidoulac, na ma do
ao conhecimento que o inventario Trapiche n, 12, no Recife, em carta na forma
pelo tempo de seis annos, houve de 'je sus casa e partilhas, j se fize-
Tribunal do commercio.
Vendas.
pra(a, foi boje matriculado corretor ero to-
dos os ramos, prestando para isso fiama na
importancia de dez cotilos de ris, do que sa
Ihe passou alvir de patente de eorrelor ge-
ral desta praca. Secretirii lo tribunal do
commercio da provincia do l'ernambuco 14
de outubro de 1852. Jofio Ignacio de Me-
deiros Reg, no impedimento do secretario.
-- O fiscal di freguozii do Pojo da Pa-
nella faz ver aos senhorrs bolieiros, que nfio
po ieni andir com os carros sem luz.
Banco de Fernambueo.
Os descontos sfio de 6 por cento at o fim
corrente, e de 8 por cento at 6 mezes.Com-
pra o vende letras sobre o Rio de Janoiro,
eissar letras, obrigando-se o dito senhor do
ongenno por papel do manuscripto a dar a ram. e por ISSO O mesmo abaiXO as-
obra prompta por lo lo o moz de outubro do signado, roga a mesma llustrissi-
p.ssado, e como nfio cumprisse exac- RPnl,nrn Ap mandar emlinltar
me, (altando casa de purgar assucar, md senhora ae manaar emooisar
abaixo os, oci lirada.
Sr. Alfrodo do Mornay.
Tendo-so de construir um caminho de
ferro que partindo da cidade do Recife ,
passando pelos districtos mais assuca-
de Pornimbuco vi
Biihetes do Rio de Janeiro.
aos ao:ooo,ooo de rs.
Na loja de rniudezasda praca da
Independencia n. 4 vendem-se
so-ha o que dispe a lei provincial n. 286.de qualquor quantia e a prasos rasoaveis
de 17 de maio de 1851___llouformo O se-
cretario,
Antonio Ferreira da Annunciacfio.
O lllni. Sr. inspector da Ihesouraru
provincial, om cumprimenlo da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, de 29 de
setembro prximo passido, manda fazer
publico que nos dias 26, 27 e 28 do corren-
te ir piuca para ser arrematado perante
a junta da fazenda da mcsrr a quem por menos fizor, a obra do 22." lan-
0,0 da estrada da Victoria, avahada cm ris
13.9023I0.
A arrematado ser feita na forma dosir-
ligos 24 e 27 ds lei provincial n. 286 de 17
de maio, e sob as clausulas especiaos abai-
xo copiadas.
As pessoaa que se propozerem a esta ar-
remalaffio compiregam na sila das sessOos
da mesma junta, nos dias cima declarados
pelo meio dia, competentemente habili-
tados.
E para constar so mandou afixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tnesouraria provinciil de
Pernambuco 2 de outubro do 1852. -0 se-
cretario, Antonio Ferreira da Annunciacfio.
Clauulai eipeeiac da arremataba
1.* AS olmas do 22. lauco da estrada da
Victoria serfio feitas deconformi lade com
Banco do l'ernambuco 9 de outubro de!853
O socretnrio M. I. de Olieira.
IHEATltO
13.' RF.fITA DA ASSIGNATURA.
Sahbado 16 de outubro de i85a.
Estra da actriz Leonor Orsat Mendes.
Kopois da executfio de urna escolbida ou-
verturt, SUbirt 1 scena a interessanle e.imo.
dia em 3 actos, ornada de coros de msica,
A vendedora de penis.
Personagens e actores.
O rci -- o Sr. L. C. Amo lo.
1 Conde do Neuburg o Sr. Joaquim Jos
llozerra.
ZSSSXttSS&^P* ff **** '*". Ma" 1W^!S e0dific0acaCoV,ge8,,nOS' abenef,C,0da
noel Ignacio Ohveira Jnior. |wdo pelo poder legislativo dir.jo-i
Jofio Ignacio de Mello.
Declara-so que a associa(3o de que se| --A qem Ihe faltar urna lancha,a qual no |Vt. P
fallou no apedido publicado no Diario de [dia 10 do corrente a de rio abaixo, dirija-se
liontein he a associaffio dos logislas de fa-
zendis.
__Obacharol Pedro Caudiino de Ralis e
Silva, 111111I ni sua residencia e escriptorio de
idVOgacIl para a ra do S. Francisco, sobra-
do n. 68, onde o poderfio procurar as horas
do coslume.os que se quizerem servir de scu
presumo.
Aluga-se por preco commodo, urna ca-
sa em Sant'Anna, com comino los para una
grande familia, baixa de capim, estribarla
para quatro cavallos, e cocheira : a tratar
de ouluoro de 1033. ira \n
do novo hospital da
lim .le obter ( ) cefles de Santa Casa da Misericordia da ci-
valr de vinte libras esterlinas cada urna 1. ii..- p--t, ,.,.. Iui,. ,,,,
; ir"!: sa aTawff.wa ffiX^S2!?&
do quo V. se sirva transmittir a presen- '. _
le declaraco directora da rompanhia ue Janeiro.
queselemdeoiicurporar para rcalisararc- --Vcnle-so una casa no jugo da hola ,
ferida obra cumpre-me signiliear-lhe em (Huida, por commodo proco : 1
que pagando as despezas Ihe ser entregue.
-- liuinta-feira, 21 do corrente, pelas 4
horas da tarde, na poil. da casa de residen-
cia d'i lllni. Sr. I)r. juiz do oiptifios, vai
huMuni leirpii 17 sita na roa 1I0 \a- 'onda oiira cu tu pre-me aigumoar-iuo t .....,,.,,....-,.,..---.
U. .' V,' IUC eem Umf?l" -l V" IV. "M0St nl?"Si1 ./les ^ Uft,S "' C,D
cuQfio de Antonio Candido de Mirandi.como em que eslou de aceitar o nuniero de ac- Fortta. ,,,..
tutor do menor Manoeldo Nasci nenio, con- Oes que por ventura houvor de caber-ne Calcado
traD.josephaMari.d. **o; ^en ^^ Vendcn-se sapatos de lustro
*<>* Uak* 1 ..I., Ja I hIii 1
a
do
' ""u* HUBMCo'de nazareth. iiBUdVd6clim-llw|quv^ para senhora tanto de Lisboa
Barfio de Kemgsberg o Sr. B. Scona.
oorcamento o plantas approvadas pela di- nut|et.. 0 Sr. A. Jo je.
rectora om conselho nesla dala, e apresen- j l)e z d, ,|jCia o Sr. L. A. Mon-
teiro.
W'orner capitfio das guardas -- o Sr. Ro-
zendo
llermann lenhador --o Sr. J. A. Cosa.
Rainbj a senhora Carmela Lucci.
senhora M. A.
tada aprovac.3o do Exm. Sr. presidente
da provincia, tudo na importancia de ris
13:9021310
2. O arrematante comecar as obras no
prazo de um mez, e concluir no de um
-snno,. conta ios da dala da assignatura do JJ Ve" PeernTcb
contrato.- I ,|0nteiro.
3. A importancia desti irrcmalicao ser Gol| vendedora de penis --a sonhora L.
paga em quatrqyirostacOes iguaos da manei- 0.9al j|Pnues.
ra seguinte: a quanJo o arre- norolhoa lilha do juiz de paz- N N.
matante tiver feito .. parte da obna do Um cria(i0 pj. n.
seu contrato; a segunuo, quando ti>r fei- Terminar o espectculo com a muilo ap-
to dous tercos dasobns; 1 terceira, quan- p|,udj, comedia em I icio,
do fr recebid. provisoriamente ; e a qu.r- fi :, iap nao fazrm liffa
la quando fflr definitivamente rocebida, nfio Uous genios Iguaes nao lazem liga
devendo elTectuar-se pagamento algum an- Principiara .s8 horas,
tes de Ondar-so o primeiro semestre do Osb.lliotesachim-sedosilejaavend.no
exerricio de 1852 a 1853. luna1-''? costumo.
4. Para ludo mais que nfio csliver deter- Na primeira recita da assignatura queso
minado nis presentes clausulas seguir-se-ha seguir, lera lugar a estica do primeiro lo-
oquedispOe a lei provincial n. 286 do 17 or I). Antonio Ibarra o depois adoac
so acha um menino quo se achou na ruaf-tiverem negocios a seguir, ou agenciar em
ra de horas, que nfiosoubo dizer o nome de Portugal, para arrecadafio de bous de au-
seuspais; pardo, cabellos grandes, camisa sen tes, o a herancas abandonadas, ou nfio,
rola.olevava um. tijella na mfio: quem sslnajam de entender-se com o annunciante.
char com direilo ao mesmo, appareca. an,,n de serem encaminhados por seu inter-
OITerece-se um rapaz portuguez de i la- medio, e mediante o contrato, quo fr con-
cia reverter em prove
Nome por inicuo.
Data........
Moradia......
Profissfio.
lio do 10 a 14 annos.
Alerta freguezes.
NaruailoCabug n. 6, vendem-se luvas
de pehea muilo superior ;s, para homem, sc-
--Alim de saberem o numero de a.rcfles nhura e menina, a 720 rs. o par; ospclhos
- molduras
de
deTaannos. o 5u. Z b..U ? pUc de'^ h^euVX u com inl^/de confo'r- ,<.ue conven, comprar, da estrada do Ierro grandes multo MtoWt
loja de fazendas, o da llanca sua conduc-; midade com o regiment e ordena a res- !de l'ernambuco, moitaa pessoas teem per- doiirad**, os mais ricos que lemv.ndo.
''- iii urecisaraniiuiicie por mr'-.". B guillado quando, ra.is ou menas, sera pre- diferentes tamanhos.
pira sor procurado. "Tb abiixo issignado participa a todas as OO pagar a primeira prt0llo, e qua. .j Lotenu da Iflatm da doa VBta
para ser pr
-- Mara Carolina de Azevedo relira-so pa-1 possos
ra o Rio de Janeiro, levando om sua compa-' mais do lies
ulna para seu servico a sua escrava, cabra, praso de
de nomo Pelonha, de idade 18 annos. [nfio 03 ven
-- Exporla-se para o Rio de Janeiro o mu!cando responsavel aofeitio.o publicar nes-
lalinho do nomo ledro, de idade 9 annos, ta folha os seus nomos por estenso por nfio
de maio de 1851.
Conforme. O secretario, Antonio Fer-
reira da Annunciacfio.
O capitfio Jos Francisco Pereira da Silva _
juiz do paz do primeiro annodo piimeiro tlicatro.
dislricto da freguezia do S. Amiro do Ja-
boalfio, etc., etc.
Fago saber, que tendo de proco lor-so nos-
la fraguezia, no dia 7 de novembro proxi-
Manoel Joaquim Mendes.
Roga se aos sonhores issignintes, cuja
assignatura terminou na ultima recita, n
desejarem continuar, o obsequio de manda-
ren) participar hoje no escriptorio do
Avisos martimos.
mo vin loum, a lacao dos eleilores, que
Para o Rio Grande do Sul segu com
hfio de elegir, nao V ^ depuU los', as! muit. brevidade o b8U. n.c'on.. ..lo.pro-
semble.ger.l'p.ra a proximi legislatura g.doeforr.dodt, ob" P" o e todacr-
dos annos de 1853 1856, como o provin- g. esorayos a f reto W ci.es de 1854 a 1855, e de 1856 a 1857, de no escriptorio de Jos (.and. lo de Barro,
na ra da Cruz 11. 66.
liio.de Janeiro.
" O bein conhecido patacho Va-
lente, segu com muita brevidade,
cmara municipal, devem os eleilores esup- __ (.. :i ajeuma carca prompta :
Dientes desta freguezia em nuniero de 19 J B r
comparecerem as9 horas do indicado dia 7, para o resto, CSCrSVOS a
conformidade com o disposlo nos artigos 39
c 10, da lei n. 3H7 de 19 de agosto de 1846, e
em virtude das circulares expedida! pela
presidencia em data de 26 de junho, e 18de
setembro, que me foi comoiunicado pela
fretc e
nocorpo da igreja matriz desta freguezia, passaceiros, para O que tem bons
em coroprimeoto dos irligos 4., 5. e 41 da r r na
reicit.da,alim de se organisar ames, pa- COmmodos, trata-SC Com OS Con-
rochial, licando os quedeixarem decompa- signatarios Novaes & Companhia ,
recer sem motivo legitimo, subjeitos a mu- 'rPBn:.u. o ., com
la commiu.da no artigo 120 5. o. 2 da re- na rua Uo l "picne n. t\, (
ferida lei, os quaes sfio os seguintes :
Eleilores.
Domingos de Souza Lefio.
ha rao de Suassuna.
Jos Francisco Pereira da Silva.
Ignacio de Barros Brrelo.
Jos Maximino Pereira Viannt.
. o c.ipilao na pracn
Para a Baha.
Segu com brevidade a veleira
e j bem conhecida escuna nacio-
nal A dla de, que acaba de che-
pouco mais 011 menos, a ser entregue a Luiz
Coeltio da Silva.
Exportam-se para o Rio de Janeiro,Ma-
ria de II annos, e Raymundo do 9 annos,
pardos, escravos de Jofio Antonio Alves de
Brito.
Precisa-sc de urna ama para o servico
de una casa de pouca familia: a tratar na
Camboa do Carmo n. 38, primeiro andar.
- Aluga-se o segundo andar da casa n. 21
da rua Nova.concertado e piolado de noro :
quem o pretender procure na rua do Quei-
mado, loja n 10.
-- Ueseja-se saber se existe aqui Jos Bor-
que esteve algum lempo em
s.ber de su.s moradas. Jerouymo de A-
breu.
Pelo juizo municipal da segunda vara,
vai a praca para ser arrematada pelos alu-
guois, a casa (terrea sita na rua das Cinco
Ponase. 81, avaliada em 96,000 rs. an-
nuacs.
Precisa-se alugar um moleque de 14 a
15 annos pouco mais ou menos, para servi-
do que nfio be pesado : a tratar no aterro da
Boa-Vista, venda n. 49.
Comida com perfeico.
Na rua dooitfio da matriz da Boa-Vista n.
30, cosinha-so com perfeicfio qu.lquer qua-
lidade de comida, tanto para almococomo
000 'le rs.
da praca da
n. 4 s ventlem-sc
nfio s.bam a marcha do Companhias quo sol' "u<.i>ei".iii'c. f 5
formam para exocuUr gran les emprezas.j biihetes intciros, meios, quartos,
Ihe advino por meio doste, que a primeira
preslacfio nfio se paga al que a companhia
esteja organisada, { no caso actual, prova-
velu ente d'aqui a 4 prra 6 mezes J e que
nfio excedo de 10 a 20 por cenlo do valor
total de cada ac3o ; e que o resto se paga
ges da Roch
casa de Caet.no Goncalves Pereira da Cu- \ f jantar, e mesmo ceia, por proco coin-
nh.: o mesmo Roch. ou quem 8ul)erde|-imoj0l dmomI : a tratar na mesma casa,
le, tenhaa bondade de dirigir-se a rua do _^ -^
'""..... .-...-- o doutorom medicina J. B. Cismo- J
OsSrs. Jos Arthur Pinto de Abreu, el
Frmcisco Moreira do Carmo, tem cartas na
rua do Rangel n. 45, e se Ihe deseja fallar.
Precisa-se de urna ama que lenha bom
leite, prelerindo-se a que nfio livor illio.pa-
ra criar : na rua l.rg do Rosario n. 39,pri-
meiro andar ; paga-se bem.
u Sr. Joaquim Demeterio de Almeida
t'.ivaleiiiiii, lem cartas ua rua do Vigario 11.
10, segundo andar.
O; va, estando de volta .la,Im,nica, tem
O aberto o seu consultorio homoop.thi- i
t> co, na rua da Cadoia do Recife n. 42, <
|y primeiro andar, aonde polo ser pro-
M curado a qualqu>-r hora do dia. }
-- No dia 8 do correla dcsapparecou da
rua da Alegra urna cabra, bicho, e foi en-
contrada na rua da Trcmpo : roga so a quom
'.. No dia 14 do corronte desappareceu do a liver ou dola souber.quo dirija-se a rua da
paleo do Carmo, venda n. I, um escr.vodo doria 11. 30, que sera recompensado,
nome l.uiz, creoulo, bstanlo reforcado, de I -- Manuel Antonio liiojosa se oflereco pa-
idade 26 a 27 anuos, o do boa estatura, com ra caixoiro de loja do fazendas ou arjiazom
os signaos seguintes : c.mis. de riscadinho de assucar: que.11 precisar annuncie por es-
encarnado alguma cousa desbotada.cali.de to Diario, ou entend.-so com o Sr. (.ouvea
algodfio de listra j velha e ruida no calo-1 na rua do Queimado, quo elle ilara nlurma-
ntnr, cnapo do palha novo, costuma a fu-'(So da sua conduca.
mar cachimbo, tem os denles limados, e osi Prccisa-so alugar urna ama lorra, som
qucixaes do lado direilo podros : quom o ilho, que tenha bastante leite: na ruado
pegar levo-o a venda cima mencionada, ou
a Santo Anillo no engenho Guanduos doSr.
os Ignacio de Mello, que sera recompen-
ado.
Precisa-se de urna negra cosinheira,
piefere-sc captiva, pagan lo-se mensal-
mento ; no aterro da Boa-Vista, loja o. 1.
-- Aluga-se por tempo da fesla urna casa
no Poco da Panoli., om muilo bom lugar, e
perlo do banh : na rua do Queimado, bo-
tica n. 15.
- Na rua do Crespo n. 10, desej.-so fallar
com o Sr. Martinho da Silva Costa, ou com
alguem que faca su.s vezes, a negocio que
Ibo diz rospeilo
-. a senhora Joann.S.ldaiiln, quoir. di-
rigir-se a rua do Queimado, loja 11. II, ou
aiiuiiuciar sua morada para ser procurada,
a negocio de interesse.
Crespo n 10.
Anna Ferreira da Silvi.autonsada por
provisfio do Exm. Sr. presidente, doulor
Francisco Antonio Ribeiro, de 29 de julho
do corrente auno, tem aberto na casa de sua
residencia, na rua das Trincheiras n. 50,
urna aula de instrucefio primaria do primei-
o grao, para o soxo feminino : os pais de
familias que della quizerem confiar suas fi-
lhas. poderfio dirigir-so a mencionada caea,
a qu.lquer bor. do dia, cerlo de quo a an
nuncianleempregar lodos os seus desvelos
em nfio desmerecer do seu conceito.
Antonia Mara do Carmo, Brasileira ,
retira-se para o Rio de l.neiro.
Um br.sileiro, morador nesti cidide,
so ollerece para escrever em qualjuer car-
torio, do que tem pralica : quem precisar ,
annuncic.
conforme o adiaiitamento da empreza em
pequeas preslacOes durante o espato de
alguns auno*. Alfredo de Mornay.
Aluga-se urna casa terrea, no sitio do
Coideiro, margeui do rio Capibaribe, com
commodos para grande ramilia.e com estri-
bara para seis cavallos; una dita me.is
pequea no I ni lo do mesmo sitio, tambem
com commodos para familia: a tratar com
Crabriel Antonio, 110 pateo do Carmo n. 17.
*
*
*
*
4
O consultorio homcep.thico da rua *
1I0 Trapiche Nova numero 15, dirigido **i
loja lo lllni. Sr. Jofio Cardozo Ayres,
quintos decimos e vigsimos, que
corre impreterivelmentc no dia a6
do corrente.
Biihetes inteiros
Meios biihetes
Q uar tos
Quintos
Decimos j10
Vigsimos &>o
___ No armazem do Jos Joa-
quim Pereira de Mello, defronte
do guin laste da Alfmdega, ven-
m dem-se superiores batatas, asme-
peio Dr.l'irea Ramos Juoior, foi trans- t> lhorcs que ha no mercado, viudas
lerido pira a rua di Cadeia do Recife brigue Flor do
n 41, no seguudo andar, por cunada ue uisood, pwv ""g"
'.Mar, pelo barato pre^o de 800 is.
la arroba.
-- Vendem-se duas escravas, urna coze,
cosinha, lava, e he quitan ielra o outra la-
va, cosinhB, e ho vendedeira ; na rua larga
10,000
5,000
2,600
3,100
1,
onde ja foi o consultorio do Sr. Iir.
4 Sabino, alai so encontrar carteiras
a) com medicamentos homecepathteos,
.4 tobos avulcos, tinturas de qualquer
a dinainisaijao, e tambem se refazem
1 aaucllcs que esliverem deteriorados. *>J do llosano n. J. toja.
lo ^ gandas l.omoopat.HCas do lllm. I Vendo-so um, rnol.-que comj, incip o
Sr riSabino, polo preco de 1,000 is. de cosinheiro bonita flBur>"P>rl'll "
i cada cxen.pla. Estes medicamentos 5 qualquer servico ; no tem viciosnern acha-
1 ?0 prWMdO. com todo o cuidado, Z ques, e he mu.to llel: na rua do Ueapo.loja
i el. experimentados pelo Sr. Dr. S.bi'- n. 16, esquina quo volta para a rua uai Cru-
T ... ____.lu;M ......a,. ,....., ... 7itfl
no ni sua longa chuica, sendo os re- ,1a-
1 sultadosos mais felizes; todas as car- 9
m teiras que sahirem deste consultorio >
4 levarfioa iirma do Sr. Dr. Sabino. As 4
j cjosultas sfio das 8 horas do dia at 4
4 as 3 da larde; depois destas horas so 9
4 o poderfio procurar na rua da Cruz 4
4 do Itecife n. 50, segundo andar.
Vende-se um violfio em bom estado,
por preco commodo: no aterro da Boa-Vis-
ta, loja n. 46. .
-- Vende-so o sobrado de dous andares da
praca da Boa-Vista n. 8 : a tratar na rua do
Crespo, loja do Sr. Jaaquim da Silva Castro.
Vendem-se frascos o latas de ameix.s,
_. conservas do dilTereotes qualidades, lalas
.TConTna- em fuga" o meu escravo Ber- com dilTerentos floalididei .d doce^ditas
nardinS de Angola, de boa estatura, nfio be bol.chinh de soda, ditas logtaMdM'-
:te preto, cm signaes visiveis e he1 ruta, linguis inglezas, f iscos com manle.-
signal evidente 8pra ser conheci-'ga fresca, queijos londrinos, v.nhos I nos
- engarrafados de differentea qualidades: na
rua da C.dei. do Recife n. 2
Vende-se um lindo mulatinho, de idade
14 a 15 annos.proprlo para p.gem ou boliei-
na rua da Crut n. 54, segundo andar.
mouco,
do e capturado, ropresenla ler 40 a 50 annos
e j pinta; supponho ter ido ou conduzido
por alguem para o sortfio ou mato; por isso
Fugo a polica da provincia e capitfies de
campo, o prendam e conduzam-o ao sitio
Capellinha doMondego, termo da freguezia
ta Boa-Visla, comarca do Recife, que sorfio
pagos. Assim faco saber que Antonio l.eite
de Magalhfies, soldado que foi de infanlaria,
e boje com baixa,arranchando-se neste sitio,
uopositou em meu poder urnas pecinbas de
- Vende-se urna linda mul.t. reculhida,
de 20 a 23 annos de idade, com s necessa-
ri.s habilidades p.ra um. casa de familia, e
muilo propria para dadiva a alguma noiva :
na rua ireila 11. 72, so indicar quom a
vende.
MUTILADO


"-
Sands
SALSA PARRILHA.
Vicente Jos de tirito, nico a-
genteem 1'ernambuco deB. J. D.
Sands, chimico americano, faz pu-
blico, que tcm chegado a esta pra-
i,i iini;t grande por^o de frascos
de salsa parrilha de Sands, que sao
verdaderamente falsificados e
preparados no Kio de Janeiro, pe-
lo que se devem acautelar os con-
sumidores de to precioso Talis-
mn, de cahir neste engao, to-
mando as funestas consequencias ,
que sempre costumam trazer os
medicamentos falsificados, e ela-
borados pela mao daquelles que
Salsa de Sands.
Ra larga do Rosa-
rio n. 36.
Este remedio acha-se a venda
na botica de Birtholomeu Fran-
cisco de Souza, no lugar cima in-
dicado : o mesmo garante a quem
duvidar sera verdadeira Salsa de
Sands.
Vendem-se relogios de ou-
ro e prata, patente inglez: na ra
da Senzalla Novan. 4a.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 48.
Neste estabelceimento conti-
na a haver um completo sorti-
ntepftetn seus interesses aos ma- ment de moendas o meias mo-
les da bumanidade. l'ortanto, pe-'endas para cngenbo .machinas
de pura que o publico se possa li-
vrar dcsta fraude e distingua a
verdadeira salsa parrilha de Sands
da falsificada, e rccentcmentc a-
qui chegada ; o annunciante faz
ver, que a verdadeira se vende
nicamente em sua botica, na ra
da ConceicSo do Mecife n 6i ; e ,
alm do receituario que ncompa-
nha caila frasco, tcm cmbaixo da
nrimeira pagina sen nomc impres-
so, o se adiar sua firma ein nia-
nuscripto .sobre o invollorio im-
presso do mesmo Irasco.
aos io ooo| e 5:ooos de bs.
O c:iuteliata Salustiano de A-
quino tencha avisa ao respeita-
vel publico, que a lotera da ma-
triz da Hoa Vista corre imprete-
rivflmente no da a(> de outubro
do correte anno, e estao expostas
a venda os seus afortunados blbe-
tes e cautelas da mesma loteria
na praca da Independencia n. 4 >
de vapor, c taixas de ferro bati-
do ecoado de todos os tama-
itos, para dito.
Mocmlrts superiores.
Ni fundicSo de C. SUrrft Companhia,
emS. Amaro,acbaw-seaveiida mooudas
de caima, todas de forro, e um modelo e
construccSo tnuitosuperior.
. o i ii ni i de engommar.
Vcndcm-se saccas com gomma, milito al
va, oropna para engomma/ e fazer holinhos,
por n3o ser secca ao fogo: na ra do Quei-
mado n. 14.
Vende-se um sobrado de um andar,
sito na rua do Livramcnto : a tratar no alcr-
jo da Boa-Vista n. 10, sobrado ; lambem se
vende urna negra boa quilandeira.
Arados de ierro.
Na (undicSo da Aurora, em S. Amaro,
rendem-sc arados de forro de diversos
momios.
Taixas para entfenhos
Na fundicao de ferro de I).
VV. Bowman na rua do Brum.
pasando o chafariz contina a
liaver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-se a venda, por
loja de mindezas de Fortunato Ve- :preco commodo e com prompti-
reira da t'onseca Bastos ; n. i3 e.aao, embarcam-se, ou carregam-
i5, loja decalcado do Arantes; se em carr0S) sem despezas ao
n. 37 e 39, loja de calcado de Por- comprador.
to & Companhia, e na rua da Ga-. vondem-se os verdadeiros seliosio-
deia (lo Bccife n. 46, loia de miu- glezes, patonte, de mollae sem ella : na
1 l- 4 1. rua da Senzalla Nova o. 42.
dezas de Josc rortunato dos Santos Vcnde-sea excellente typo-
Igraphia do Diario Novo estando
bem montada, tanto de bons pre-
los, como de lypos : quem a pre-
tender, dirija-se a rua da Praia
n. 55, a tratar com a Viuva Boma
A 5,ooo rs.
! Superiores chapeos de sol de seda inglo-
zos chi'gaos pelos ltimos nr.vios, pelo di-
cada uma : na
Porto.
Billietes 10,600
Meios 5,3oo
Quartos 2,600
Quintos 2,100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
l'al virgem le Lisboa.
Ycnde-niso barris com eal virgcmdeLis- minuto pnco .le 5,000 rs
hoa, di. m >ia nova (|ue ha no mercado : DI .ru Collegio n. 4.
ruado Apoilo rinazoin n. 10. ( al virgcm.
MoinilOS <'<: vento Veode-56 cal de Lisboa a maia nova do
com bombas do ropuxo para regrar hortas mercado: na rua do Viga rio n. 19, prime-
eb*ixaadnePim na ruiidiclodc I). W. Bow-. ***** eseriplono de T de Aquino Honsec.
m.nina rua do Brumns.6,8 o 10. .Iho, ouna rua do Trapiche, amazem de
Deposito da fabrica Sanios na Baha. l'eijao novo a 6,000 rs.
Vendo-se.onicasa de.N. O.liel-erAC, I No armazem de CouveiaAt l)is, confron-
na rua da Cruz n. 4, algodflo transado a- te a escadinha da Alfandcga.
\ r I HADE DE PARS.
Fabrica de cbipeosde sol, na rua
do C'ollegio n. 4
Alm do sortimento ,'1 annunciado, rece-
he.u-se pelo navio Havre, ultimo vindo de
Franca, um novo sortimento de chapeos de
    senioras, dos nltimos gostos; superiores
    chapeos de sol de seila com cabos de cana,'e
    outros dos melhores que tem vindo a esta
    praca, que se conlinuam a vonder per me-
    nos preco qubem outra qualquer parle.
    Veodem-seamarrasdeferro: na 'ua da
    Senzalla ovan.42
    Vendem-se lonas, brinzAo, brins, e
    moiss lonas da Ituasia ; do armazem de N.
    O. Ricber & Companhia, na rua da Cruz
    D.4.
    Fotassa da Bussia, e cal virgem.
    No armazem da rua do Trapiche n. 17, de
    Jos Ferreira Rasto, ha para vender superior
    potassa da Kussis, chegada ha poneos dias.e
    cal virgem da mais nova quo ha no morcado.
    Farinha de mandioca a 1,600 rs. a
    socca.
    No armazem de J. J. Tasso Jnior : na roa
    o dAraorim n. 35.
    Deposito depnnno de algodao da
    fabrica de Todos os Santos da
    Baha.
    4
    liilheles do Bio de Janeiro.
    Aos 20:000,000 10:000,000, 4:000,000,
    2:000,000 e 1:000,000 de rs.
    EstSo expostos a venda, na roa da Cadeia
    do Recita n. 24, loja de cambio da Viuva da
    Silva, os milito afortunado bilhrtes, meios
    bilhetes, quartos, oitavos e vigsimos, da
    Misericordia de Ouro Preto, cuja lista deve
    vir pelo primelro vapor; assim como rece-
    bou a lista da fabrica de vidros equarta da
    Safio.
    -- Occulelsla Antonio Jos Rodrigues de
    Souza Jnior, faz sciente ao respeitavel pu-
    blico, que tom oxposto venda em sua loja
    de ferragens, na rua do Queimado, junto ao
    becco da CongregacSo n. 37 A, e na mesma
    rua,loja n. 12 de JoOo Baptista Rodrigues de
    Suuza j no aterro da Boa-Vita,loja de min-
    dezas n. 48 de Antonio da Silva Guimariles ;
    ., ." e na rua da Cadeia do Rocifo n. 24, loja de
    Vende-se O bem COnllCClO pan-1 cambio de Vieira da Silva, os sousafortuna-
    no de algodo da Babia, proprio
    dos bilhetes, meios bilhetes, quartos, quin-
    velmeute no dia 26 do corrento aos precos
    abaixo, e as mesmas lajas se paga logoo
    premio que sahir nos referidos bilhetes
    cautelas.
    j l09- decimos, e vigessimos, da lotera de
    para saceos e roupa de escravos, 'iatmda Boa-Vista, quo corre impreteri-
    a vontade do comprador assim
    como fio de algodo da mesma fa-
    brica no escriptorio de Novaes
    & Companhia, na rua do Trapi-
    che n. .'{.'(.
    Alerta freguezes
    Que sSo chegados,
    Cobertores de algodSo
    Muito encorpados.
    Na rua do Crespo,loja da esquina que vol-
    ta para a Cadeia, a 1.600 rs. cada um.
    Em casa de J. Keller &
    Companhia i a rua da Crui n.
    10,600
    5,400
    2,600
    2,100
    1 100
    600
    ! I
    -,r,
    ha
    3, vendem-
    e de linios
    quello fabrica,moitoproprio para saccosde
    assucaroroupa docscravos,porprcc,ucom-
    modo.
    a 120 rs. o covado ou 4,5oo rs.
    a peca.
    Na rua do Cueima lo, loja n
    se chitas escuras muito boas,
    raalizes, pelo baratissimo progo do 120 rs. o
    covado. ou 4 500 rs. a peca bem como ou-
    tras fazendas baratas.
    Gal virgem de Lisboa.
    Vnndc-se superior cal virgem,
    chegada ltimamente de Lisboa, e
    por preco muito em conta: no ai-
    rnazem do Caes da Alfonduga n.
    7, ou a tratar no escriptorio de
    No vaes fk Companhia, na ruado
    Trapiche n. 34*
    O 3q A ,
    da rua estrella do Hozario, travessa paro o
    Queimado, alm das multas qualidades do
    biscoutosu bolachinhas quosempro costuma
    vender, Afeudo muilo lino chocolat'; do Lis-
    boa o outro de composico de canella, mul-
    to recominendado para quera solrc do ner-
    voso o ostomago.
    Fazeuda da moda.
    Vendem-so superiores cortes de cimbraia
    de salpicos braucos do cor, pelo diminuto
    proco de 3,500 rs.: na rua do Crespo, loja
    11. 6.
    fotassa americana.
    No antigo deposito da cadoia velha, n.
    12 existe uu>a pequea porcSo do potassa
    americana, chegada recentemente que por
    superior rival isa eom adaltussia: veDdo-
    m) por preco razoavel.
    Deposito de cal e potassa.
    No armazem da rua da Gadeia
    dollcctfe n. ia,ha muito supe-
    rior cal de Lisboa, em pedra ,
    asnim como potassa chegada l-
    timamente a precos muito 1a-
    soaveis.
    Agencia de Edwin Maw.
    Narua de Apollo n.6, armazem deNc.Cal-
    munt&i Companhia, acha-ae coQslanteu.enie
    boas aortimentoa de taUa de ferro coado e
    batido,tauto rasa como fuudaa,moendasin-
    eiras lodaade ferro para animaea, agoa.etc,
    ditas para armar em madeira de todos os ta-
    uauhoae inodelloa o mata moderno,machina
    boriaontal para vapor.com forfa de i caral-
    loa, coucos,paBsadeiraa de ferro eataobado
    para caaa de pulgar,por menos preco que os
    decobre, eicovensparanarios,ferro ioglez
    tanloem harrascorao em trcosfolbas.etudo
    por barato preco.
    VenJe-se na livraria n. II, da rua do
    Crespo, uma carta do bicharel, do Rio de
    Janeiro, por 6,000 rs. ; relogios de sol a
    1,000 rs. ; ligas de seda para senhoras, a
    320 rs., e de algodo a 160 rs.
    --.Vendem-so 4 negros mocos e robustos,
    proprios para Irabalno do campo, uma ne-
    gra de. meia iJade, muito robusta o sadia,
    por 300,000rs., uma negrinha de 12 annos,
    muito linda, um molecoto de 18 annos, e
    dous ditos de 20 annos: na rua larga do Ro-
    sario 11. 88, segundo andar.
    Queijos do sertao.
    Vendem-so moito bons e frescaesqueijos
    do serlSo ; na rua do Queimado n. 14.
    Vendem-se saccas com fa-
    rdos : na rua da Madre de Dos fj
    jarmazem n. 20.
    [ -- Remedio especial para boubas o cravos
    seceos coutiua a vender-sc na rua do Itan
    gel, botica que fui do tinado SebastiSo Jos
    !deliviira MaeeJo.
    Verniz de gomma copal contina a
    Ivender-se na botica da rua do Itangel, a
    11,280 rs garrafa.
    Oleo especifico para curar a caspe,con
    tina a vender-se na rua do Itangel, a 640
    rs.cada frasco.
    Vende-se uma escrava creoula, boa en-
    gommadeira, cosinheira e coslureira : na
    rua Bella 11. 16.
    Na rua do Crespo, loja n. 6.
    Vendcm-sc superiores cortes docambrala
    'desalpicos, com 6 l|2 o 7 varas, a 3,500 e
    4,000 rs.; cortes de cnssa chita, do novos
    gostos, a 2,210 c 2,500 rs.; cnssa franceza a
    440 rs. a vara ; cortes de hrim trancado es-
    cures e mesclados, a 2,000 rs. ; panno lino
    prctn.a 3,000 e 4,000 rs.; lencos de cambraia
    de Imii.1, a 480 rs.; ditos de cassa grandes,
    a 160 rs.; risrado ; iiuho a 180 rs. o covado
    o mullas oulras fazendas em conta.
    Vendcm-sc saccas com fa-
    rello de 3 a 4 arrobas : no ar-
    mazem de Antonio Annes, no caes
    da Alfandcga.
    lima encommenda de cobertores,
    Que por s'Tenr ,oucos
    Nfio podem chegar
    A todos os compradores,
    a 1,600 rs. cada um : na rua do Crespo, lo-
    ja 11. 6.
    Bilhetes
    Meios
    Quartos
    Quintos
    Decimos
    Vigessioios
    A 1,280 res
    Vendem-so cites de I3as para calca,
    1,280 rs.; na rua do Crospo, loja n. 5
    -- Vende se urna jumenlinha verdadeira e
    muilo nova: no sitio do senhor Ca'iieiro
    Leal, na ruados Pires, ou na 1 ua da Cruz
    n. 34.
    Rap de Lisboa.
    No escriptorio de Francisco Severino Re-
    bello & l'illin,vende-se supeiior ia| ,' de Lis-
    boa, chegado agora no vapor inglez Severn.
    Aos senhores estudantes do quinto
    anno.
    Aealia-sc de rerelier pelo navio Paulina,
    filas para as cartas de hachareis, por preco
    mais razoavel que em qualquer parte : na
    loja de moda9 de Rue9sarJ Millochau, no
    trro da Boa-Vista n. 1.
    Pellos de cabra.
    Vende-se superiores pellra de cabra, mu
    to bem curtidas, pelo diminulo preco de
    18,000 e 20,000 rs. o cnto; assim como
    sola e sebo refinado; no armazem de U. R
    Andrade & C, na rua da Cruz, confronte o
    chafariz n. 19.
    Carnauba
    j \ inle-M' a mais superior cera de carnau-
    cm velas, de 3 nt 16 em libra ,jba que ha no mercado, por menos preco
    faltrirarlav em I lina o nn K ir. rlp 'do nue em llquer parle, em eonsequen-
    taoncauas em Lisboa, e no 1110 ae cia ae sn querer ac,h,r. n, ru, d c.uz>
    Janeiro, por preco mais co 11 modo j confronte o chafariz n. 19.
    do que em outra qualquer prte:i cautelista Antonio Jos
    trata-se com Alachado & l'inhei-1 Hodrigues de Souza Jnior avisa
    ro, na rua do \ gario n. 19. se-,ao rcspeitaVel publico, que ven-
    gundo andar. 'deu da quinta loteria da fabricado
    Eahrica de chapeos de sol no vidros e quarta da liacao, na sua
    Ateiroda Uoa-Vistan. 22. loja de ferragens, na rua do Quei-
    O dono desle estabelceimento cima men- in.uln, junto ao becco da Gongre-
    cionado tem a honra de participar ao respei-1 1- ,-,,. rua Ir,
    lavel publico de Peroamhuco, e particular- g'1?30 9* ? na mesma Illa l-
    mente aos seus freguezes, que rereben um ;ja de ferragens n. 12 de Joo
    grande sortimento de chapeos de seda ede, |JaptsiB Hodrigues de Souza, e nO
    paiiuuiho para homcm, ricos chapeos de ae-: 1 b 1
    nhora, um grande e escolhido sortimento,aterro da boa Vista, loj de mill-
    de sedes o paiminhos para cobrir armaces eiBS n> zg e An|onio da Silva
    servidas, fazem-so todos osconcerlos neces-,., 11
    arios ero chapeos velos, todos estes objec- iiuimaraes, os premios abaixo d-
    los cima mencionados se vondem por me-j clarados, c pelo presente convida
    nos do que cm outra parto, c a contento dos j
    raos possuidorcs a vircm receber
    para vender dous excel-
    lentcs |ii n'>'- fortes, e de uma das
    melhores fabricas, chegados lti-
    mamente da Europa.
    Batatas novas
    Francesas, em gigos de 4o li-
    bras, chegadas no brigue Cesar ,
    por precos muito commoJos : no
    armazem da travessa da .Uulre
    Dos n. ai.
    A 2,000 rs. o corte.
    Na loja da esquina, quovolta para a roa
    do Collegio n, 5, veudem-se corles de meias
    casimiras a 2,000 rs., e bonitos cortes de
    cambraias francezas de cores, a 3,200 rs. o
    corte.
    Vende-se caixas com cera
    freguezes.
    - Vende-se cha hysson muito novo, e de: as mencionadas lojas,
    em continente sem ganancia al-
    Iguma.
    Km vigsimos o n.78, com ?o:ooo'
    de rs.
    *>
    Botica homcupathica.
    28 rua das Croles 28
    Ha para se vender algumas caixas
    ricas coro medicamentos em tintura. %
    Cada uma ser acompanhada do um j.
    frasco Com glbulos inertes e t;
    meio de os preparar. (*;
    Vendem-se assegumtea sementes:
    nabos,rbanos,rabanetes encarnadose brati-
    cos, sebola, couve trinxuda alface ala-
    9
    !?


    i
    superior qualidade, por preco commodo; c
    em lotes a vontade dos compradores ; no
    escriptorio de Matheus Austim & Companhia
    na rua do Trapicho n. 36.
    Kua do Grespo n. 9.
    Vendom-se palitos de panno fino msela-
    do a 14,000 rs., cada um, e cortes de raso- : Lm quartos n. O4i Com fOO rs
    aira a 3,500,4,0005,000 e 6,000 rs., corles m oitavos n. 2840, com oos' rs.
    le c.imbraia de Salpicos a 3,00o rs olen-),, n^'
    eos de seda a suo rs. &m vigsimos n.o 109,com ton i rs.
    - Vende-se um escravo perfeito sapalei-1 tm quartos n. 4qi3, com loo rs
    roebolieiro, por 700,000 rs n3o leoivi-'p \-. o r0 i
    cios. nem defeitos, nem molestias, o mol-: ^,u dltos n. Ju8 '
    vo da venda sedir ao comprador : quem Km ditos n. IIQ ,
    qu'zer, annuncie. ; i>_ _!*-__
    -Vndese ou aluga-so um sitio em' ^m 'fdvo8
    c'ios proprios com boa casa de pedra o cal,: Lm ditos n.
    CaC"rl',anl"'1"fr1,un"' 1"!^^ Em vigesimosn.2022.eom oos' rs
    arvoredos de fruto, na estrada do Arraial, o ; ,, ?
    qual devi :o pela estrada rom o sitio do Sr. tm dltOS II. 2I.)Q, COm IOOS rs
    Llias Baptista, igualmente se vende a i e |_Tll
    agoa n. 2 da rua do Jarditn, com chSos pro-' ,
    prios c quintal : os pretenden'.esdirijam-se i ''m
    a rua da Santa Cruz n. 71. i Km
    fOTASSA. e inuitos uniros premios de ^oS
    Wa rua de Apollo, armazem n. jao.f rs.
    2 B, de Leal Reis, vende-se pon (J mesmo convida ao respeita-
    preco ra.-oavcl, muito nova e su- jvel publico, a vir sortir-sc do
    perior potassa, chegada ha pouco seus afortunados bilhetes meios
    O cauteiista Salnstiano de
    Aquino Ferreira avisa ao respeita-
    vel publico, que os seus bilhetes e
    cntelas, da loteria a beneficio do
    novo hospital da Santa Casa da
    misericordia da cidade do Ouro
    l'reto, esto expostos a venda, na
    11139a da Independencia n. i3 e
    tf>, loja de calcado do Arantes, e
    n. 37 e 3g de Porto &c Compa-
    nhia, loja de calcado, e na rua da
    Gadeia do Recife n. 46 loja de
    miudezas de Jos Fortunato dos
    Santos Porto ', a dita loteria cor-
    ren no di 1 2 de outubro do corren-
    te anno, e espera-se a lista da mes-
    ma no dia 20 desto mez, pelo va-
    por da companhia brasileira, ou
    no dia 21, pelo vapor inglez Se-
    vern : sao pagos cm continente
    todcs e quaes premios que sahi-
    rem nos bilhetes e cautelas da dita
    loteria, as lojas cima mencio-
    nadas.
    Bilhetes inteiros 22,000
    Meios 11,000
    Quartos 5,Seo
    Oitavos 2,800
    Vigsimos i,3oo
    A 5oo rs. a vara
    Vemlcm se cassis, de bonitos padrdes
    linas tintas, para cinco tustOes a vara; na
    rua do Queimado n. 9.
    Vendem-se, no escriptorio
    de Novaes & Companhia, na rua
    do Trapiche n. 't, por precos
    com modos, para feixar contas, o
    seguinte : chapeos do Chily de
    todos os tamnnhos c qualidades ;
    lindas de roriz e caliera encarna-
    da, rendas, escovas, pentes, pa-
    pis de rebique,fechaduras de bre-
    ca grandas e pequeas, ditas de lo-
    jas grandes e pequeos.
    Aos Snrs. mostrea de calafates e
    estivadores
    Na rua da Praia de Santa Rita, tiverna n.
    43, acha-se cxposla venda uma purciio de
    palhas seccas, e muito boa estopa e breu ;
    tai le ae vende por preco commodo.
    Vndese, permula-se, aluga-se, e faz-
    se todo negocio por um sitio em Beberibe
    de Bailo, na estrada do Fundao ; tem bas-
    tantes arvoredos de fructos mata pequea e
    ens i : a fallar na rua Velha com o Si. Baca-
    Ihao.
    Vende-se uma carteira de duas faces,
    por preco commodo, e em muito bom esta-
    do: na rua da Concorlia, ultimo sobrado ao
    sul, a tratar com Manoel Firmino Ferreira.
    Vendem-so duas travs de qualidade,
    de 37 palmos de comprimento e palmo e po
    legada de largo, tres paos de 32 palmos e de
    boa qualidade, vinle alqueires de cal bran-
    ca de caiar, uma barrica cun areia de fin-
    gir, um molho do npas, caibros que serve
    para andames, conlas de amarrar andames,e
    duas rotlas usadas; ludo se vende barato :
    na rua do Rangcl n. 21.
    Venden so couro de lustro pelo barato
    pre(0 de 2,560 rs. : na rua Nova n. 24, loja
    ile ferragens.
    Chapeos do Ghily.
    Vendfm-se chapeos do Chily de todas as
    qualidades, por preco muito barato: Da rua
    do Crespo o. 23.
    -- Vende-se uma armsco de aroarallo ,
    toda envidracada, muito propria para qual-
    quer loja: a tratar no aterro da Boa Vista
    n. 1.
    Vende-se massa de tomates
    para tempero; tinta de marca' r-
    SALSA PARRILHA
    DE
    As numerosas experiencias Taitas como
    uso da salsa parrilha em lodasas nnfermi-
    dades,originadas pela impureza dosangue,
    e o bom xito obtido na corte pelo IIlm.
    Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia im-
    perial de medicina, pelo llluatrado Sr. Dr.
    Antonio Joa Peixoto em aua clnica, eem
    sua afamada casa de saude Da Gamboa, pe-
    lo Hlm. Sr. Hr. Saturnino de Oliveira, me-
    dicodo exercito e porvarios outros mdi-
    cos, permittem hojede proclamsraltamenlo
    as virtudes cllioazcs da
    SALSA PARRILHA
    DE
    Nota. -- Cada garrafa contera duas libras
    de liquido, e a salsa parrilha de Briatol he
    garantida, puramente vegetal som mercu-
    rio, iodo, potassium.
    Em consequeocia de se ter fechado a bo-
    tica do Sr. Jos Mara, mudou-ie o depo-
    sito da salsa parrilha de Bristol para a bo-
    tica ingleza rua da Madre Dos n. 1, vende-
    so a 5/000 rs. o vidro.
    Loja de modas da rua Nova n. 32
    de madame Theard.
    Madame Theard tem o prazer de annnn-
    ciar ao publico, e com espeeialidade a seus
    freguezes, que no dia 27 de setembro Ando,
    chngnu de Franca o navio Cesar, pelo qual
    recebeu um lindo sortimento de modas de
    sua particular encommenda, ao gusto do
    paiz, e mais moderno uso da Europa como
    sejam : manteletes de cores guarnecidos
    com maior elegancia, chapeos para seobo-
    ras, meninas e mancas, o maia rico que po-
    de haver Deste genero, ricos vestidos que
    j trazom as competentes guarnirles para
    noivas, loques com asteas de madreperola.o
    melhor que tam vindo a este mercado, man-
    tas brancas do blonde para enfeite de cbn-
    Qri de noiva,ricas capellas para noivas e bai-
    les, ramos do flor de laranja, e prelos para
    luto, fil branco de linho lavrado de mu
    lindos desenhos, proprio para vestidos, dito
    de blondo branco tambem para veslidos,mui
    ricas litas entremediadas de veludo para en-
    feites, cinto, e o mais a que a quizerem ap-
    Elioar, mu lindas trancas de variadas cores,
    icos de blonde prelos e braocos. e outros
    immensos objectos que se nSo mencionam
    pela grande variedade; mas neste eslabele-
    cimento se encontra tudo quanto se possa
    desojar para ornamento deumaseobora,nSo
    s feto, como ae pode fazer a contento da
    quem eocommendar qualquer objecto, com
    a maior perfeicSoe gosto por estar sempre
    bem sorlida de preptros, que manda buscar
    directamente por olio se acharen do merca-
    do sen3o cousas ir i vaos ja muilo vistas, qua
    n.'i ofTdrecem vanedade alguma ; ot precos
    vista da quali lade de auas fazendas, he o
    mais razoavel possivel, que muilo agradara
    a quem quizer ter a bondade de dirigir-se
    ao dito estahelecimonto, e O convidar a nSo
    sabir sen comprar.
    Veode-se farelo em saccas, vindo da
    Lisboa no ultimo navio, de superior quali-
    dade: no armazem do Sr. Ilias Ferreira ds-
    frooie da escadinba.
    Gesso.
    Veode-se gesso embarricas, chegado l-
    timamente :em casa de I. Keller & Compa-
    quia, na rua da Cruz n. 55.
    1 m 111 t
    Escravos futidos.
    n. 103,
    23q2,
    ditos
    ditos
    ditos
    223j.
    5543,
    4978>
    com oos rs
    com oos rs.
    com ioo' r.
    com ios rs.
    com ioo.s rs.
    com loos'rs.
    com oos rs.
    do I'.io de Janeiro.
    Gasa feliz, na praca da Indepen-
    dencia n. 30.
    Nesta casa vendem-se bilhetes, meios e
    cautelas da loteria da Matriz dn lloa Vista
    bilhetes, quartos, oitavos e vigsi-
    mos, vindos pelo vapor Paraense,
    a favor do novo hospital di Mise-
    ricordia da cidade do Ouro Preto,
    *.uuwiu.> m lu i/on iota 1 -
    cujas rodas andam no dia 26 do correnteiCUjas rodas deve ter andado a
    moz; vendem-se igualmente cautelas da i ou 3 do corrente, e as listas che-
    lotena da igreja do flozano damesma fre-i .. -1-11
    guezia, os precos vSo abaiio declarados. o!gam no d,a 9 11 *0, COJOS hlltie-
    cautelista da casaa cima, convida aos a-1 tes e cautelas, vendem-se as lo-
    mantes deste jogo para darom a preferencia I j
    a compra das cautelas da loteria da Matriz 'Jas mencionadas, 80S COmmodOS
    da Boa Vista, as das loterias do llio de Ja-
    noiro, por sorem aquellas mais barata que
    estas, o com igual sorto ; como passa a de-
    monstrar, um dcimo da loteria da Matriz!
    moa. repulhuda,chicoria, senoulas, foijao|cusl '10 rs e 'oJo lhe loc"r Porsorle
    920,000 rs.; um vigsimo da lotera do Itio
    custa 1,300 rs tendo a mesma sorlc de
    920,000 rs., ganh cm cautela; a ellas. Na rua .Nova, loja de
    chapeos n. 4, existom a venda cautelas da
    lotot ia da Matriz. Precos :
    Matriz.
    carrapato de tres qualidades,ervilha torta e
    direita, fava, coentro de touceira, salea, to-
    mates grandes, repolbo, couve lombarda,
    saboia, e mostarda : na rua da Cruz n. 46,
    defronte do Sr. doulor Cosme.
    Vende-se superior mate do
    hio Grande, muito novo : na rua
    das Cruz do Recite armazem
    n. 62.
    Veade-se urna negra, creoula, de 17
    annos de idade, muilo sadia, e do bonita li>
    gura : na rua da Cadoia do Itecife n. 55;
    loja. ',
    Vendem-se 11 cscravos.semlo dousmo-
    lecotesde idado 14a lannos, ptimos paral
    todo seivico ; 6 oarravos mocos do bonitas;se para fra da prac, a tratar de sua sade,
    figuras; 2 mulatos deservicode campo;uma ipor isso faz todo negocio com a sua venda
    escrava moca, boa ongommadeira, cosinhei- na rua Nova ao p da ponte n. Til a tratar
    rs, edoceira: na rua Direita n 3. i na mesma.
    21,000
    I 1,000
    I. MI
    2,800
    i,3oo
    Bilhetes 10,400
    Meios 5,200
    Quartos 2,600
    Decimos 1,100
    Vigsimos liosario. 600
    Quartos 2,200
    Decimos 1,000
    Vigsimos 500
    -- Jofio de Arruda Cabral tom do relirar-
    pregos abaixo :
    Bilhetes inteiros
    Meios bilhetes
    Quartos
    Oitavos
    Vigsimos
    Vendcm-se dous lencos bordados de
    marca, por pretjo commodo: a pessoaquo
    pretender dirija so a praca da Independen-
    cia, loja d. 31.
    1,000
    Loncos de seda a dez lusloes cidi um,
    S3 vendcrn na rua do Queimado n. 9
    S. Pelix
    Ghaiutos aiii.iivllo. e cor de canella
    (ks ver.ladoiros charutos de S. Flix aca-
    leini de chegar loja da rua do Quoimado
    n. 9; a elles antes que se acahem.
    -- Vendem-se counnhos de cabra e cha-
    peos de palha, por todo o preco; na loja
    I" de miudezas, junto de cera, na rua do
    Queimido n. 71.
    pa, e potes mui lindos para cdn-
    1 servar rap, e de amanha por di-
    ante haver sorvete ao meio dia c
    de noute, na loja de Dourgard.
    Vende-se uma escrava, creoula, moca,
    que ensaba, engomma perfeitamente, e co-
    si nha : na run da Cruz do Recife n. 62.
    - Vendem-se duas negrinhasdo 7 a an-
    nos de i lade, muito lindas, e proprias para
    se educar, e mais duas negras mofis com
    habilidades, assim como um escravo, ceou-
    lo, anda moco, e do excellente conducta :
    na rua estrella do Rosario n. 28, segundo
    andar.
    Vende-so por preriso orna linda es-
    crava recolhida, com habilidades, para mu-
    camba, de i.lade 17 annos : na ruadal'raia
    ti. 43, primeiro andar.
    No largo da assembla,armazem aonde
    cstevo a prenca do Sr. Jos Caetano Je Me-
    deiros, vende-se cal virgem do Lisboa, por
    3,500 rs. o barril.
    Vende-se uma canoa em bom estado : a
    trelar na rua da Concordia, venda de Jos
    Domingues.
    Vende-so urna escrava do 16 a 20 an-
    nos de i lade, propria para qualquer servico
    mesmo para campo, por lersiJoo servico,
    della, so o que n.i tem he habilidades : a
    tratar na rua Direita n. 106, venda pintada
    do azul.
    -- Vende-se uma negrinha, creoula, bem
    parecida, de idade 18 annos, hem prendada,
    coz", engomma, hoa vende leira, cosinha,
    sr-anja bem o cabello de uma senhora, est
    muito propria para se pren lar alguma mo-
    ca que se caso : procure na rua Nova no pri
    meiro andar do sobrado n. 26. qua se dir o
    motivo por que se veri le.
    Gantois Pailhetck Companhia^
    * Conlinua-se a vender no deposito!-.
    geral da rua da Cruz n. 52, o excel-9
    El linto e bem conecituado rap areiaP
    preta da fabrica deGaotois Pailhet&V
    Companhia da Baha, em grandes el
    pequetas porcoes pelo preco cstabe-9
    lecido. ]|
    as^w^;* SMats'Rff #i *
    Ulilidade paia a ra|>asiida.
    He chegado casa d rua Nova n 24, um
    bello sortimento do apparelbo. para fazer
    t ,;i o caf em menos de cinco minutos;
    obra prima e gosto modernsimo, muito
    proprios e uteis a ap.isi '.d.i aulteira, e espe-
    cialmente aos senhores estudantes; ven-
    il-m-s pelo mais mdico preco que be pos-
    sivel.
    - Vende-se muito em conta uma casa si-
    tuada na Casa Forte, leudo de frente duas
    .i
    100,000 rs. de gralilieacSo.
    11 sappa-ee -o nn dia 7 de maio prximo
    passado, o pardo Leonardo, de idade 18 an-
    nos pouco mais ou menos, e tem os signaes
    seguintes: -baixo, o pello um tanto metti-
    do para dentro, cabello caraplnhado o at ao
    meio da testa, e falla descansado. Esto es-
    cravo vinha todos osdias vender leite no Re-
    cife, de um sitio na Boa-viagem, pertoncen-
    teajoanna Mara dos Pasaos, de quem fui
    escravo: quem o apprehender e truuxer na
    rua da Senzalla Velha n. 60, segundo andar,
    recebera a gralificaclo cima.
    -- Fugio no dia 28 de setembro um escra-
    vo do iiac.ni Congo, de nomo Paulino, de
    idade de 28 annos, ollicial de sapaleiro;
    levou camisa de riscadinho azul usada, cai-
    fa preta, chapeo de palha com uma tranca
    por cima de palhinha fina, suissa por baixo
    do qucixo, faltan lo cabellos dos cantos,
    os cabellos da cabeca um tinto crescidos,
    olhos um pouco grandes, aoda alguma coli-
    sa apressado, be baixo e magro, cara des-
    carnada: quemo pegar leve-o ao atierro
    da Boa-Vista n. 9.
    Fugio no dia 10 do correte a escrava
    parda do nono Florencia, de idade de 30
    annos pouco mais ou menos, estatura re-
    gular, con falta do dantos Da frente, ca-
    bello fingindo nazarena, costuma andar
    calfada; levou panno oaaia preta, e mais
    loda a roupa que tinha. SuppOe-se que
    fosse em companhia de uma preta velha, ce.
    ga|de um nllio, de nome Paula,a qual lavava
    roupa para diversas casas nes'a cidade, he
    mSi daditaparJa, ha suspeitas que seguis-
    sc para o sul da provincia, por ter sido es-
    crava do Sr. J in Manuel de Barros Wanjlf r-
    ley, or. Scrinhacm, e ullimamoj)f~doSr.
    Jo3o llypolito de Meira luna,, om s. Amaro
    tle Jaboalo : porlanto rusa-ge i todas as
    .!!'ni ida. 's poli !.!' ,;i,-s de enropo o
    pessoas do pe ,.prehcns5o da dita
    escrav'a.e remet,.....-na rua da Cadeia do
    Itecifo n. 9, quo so gratificar generosa-
    mente.
    lia um mez, pouco mais ou rcenos, de-
    sapparecou um preto por nonio M.inuol.cre-
    oulo, e ofilcial de alfaiate, bastante condu-
    cido nesta praca,por j haver trabalhado em
    muitas lojas, o qual pertence ao abaixn as-
    signado, e lem os signaos seguintes bal-
    so, quebrado das virilhas, um pouco grosso
    docorpn, cor p.ea, olhos grandes, tom tres
    cicatrizes no braco e mao direita de uma
    operacSo que havii soffrido ha pouco no
    hospital ; to de presumirque ande por esta
    cidade, visto ser della natural, c ter alguns
    prenles: roga-se as autoridades policiaes a
    a toda e qualquer pes mo, e o favor de o mandar entregar nesta
    cidade em casa do senhor subdelegado da
    Boa-Vista Rufino Jos Corroa de Alenlo ;
    e na cidade do Rio-Formoso a Francisca
    (dn-lina Lins, quesera generosamente re-
    compensado : o mesmo abaixo assignado
    protesta com todo o rigor da le, contra a-
    quella pesaos, quem quer que seja,que o ti*
    ver occullado.Francisco Caldas Lins.
    -- Desappareceu 00 da 15 do passado, as
    7 boras da noile, do Hotel Recife, o pardo
    Exequl que foi do senhor l.uiz Rodrigues
    Sette, e como pelas circumstaacias que pre-
    cedern) a cssa fuga presuma-so que elle
    procure a todo cusi evadtr-se, roga-se as
    autoridades policiaca que o recommendem t
    seus inspectores e pessoas de coofianca,afim
    de ser descoberto e capturado: o pardo he
    ba ixo, de liado 25 anuos, a eio corpo, sem -
    _ 1
    -- 1
    janellas e uma porta, bom quintal com arvo-1 blanle carregado, leDdo uma pequea eici-
    res de Inicio, e excellente cacimba : as pes- |tf'z na lace, anda calcado e fuma : levou
    soasa quem somelhante negocio jonvier I chapeo de seda prelo, e anda com uma ben-
    quoiram dirigir-fe a rua Imperial n. 79. -gala lina ou junco, e inculca-se por forro ;
    Vendem-se duas parles de um sitio e nda frequentemente no baiiro da Boa-Vis -
    casa, no lugar da Magdalena, e duas tercas i aonde sempre he encontrado: quem ,1
    partes do um sobrado de um andar e sol lo, pegar leve-o a rua do Trapiche n.5, quesera
    sito na rua do Caldeireiro desta cidade, ou recompensado,
    permuta-se por escra vos : a tratar na rua I
    estreita do Rosario d. 7. Pea*. : Typ. de M f. DI FaUU. 1852,

    MUTILADO l
    I
    I


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