Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03361


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Full Text


Anno XXV11I
Quinta feira 14
de Outubro de 1852.
N. 232.
5S
DIARIO DE PEMAMBM

moo ba lUBcmujlo.
Fi.uiiro Adukudo.
Pd, trimestre iui........
Poi temeitre .i ai. .....
Poi > .....
fH(lUtlOUIllI!t>l.
Por qmriel............ .
OTICI Al BO 1MHBIO.
Para..'.. 18 de Setbr. Mina. H
aranbao. 2 de lino S.Piulo. a
biAsda nm, *III1V,
Ceari.... 2 de dito B.deJ.. 17 de dito
Parahiba < c Ouibr. Baha ... 7 de Oulbr
4/000111 Seg. S. >ic.il...
8/UOOIl; Tere. S. Priacianoe
li/ojol Domnlna.,
[i I Du.irt. S. Daniel.
4/5001'IQuInt > < .tilinto tatenia.
VI Int. S. Thereza de j. e S. a. 1 o bora.
de Selbr.l Jeo. J. tara dedilo |lfSb. S." Ilercharlo. 4, eiabadoaao melod.
uiiot OrpaSa
J,e5. I 0 hora.
I. ara do einl.
3. e 6. ao mcio-dla.
|n Dom. 20. Kdurlgea1 tame.
Dio de S.Joa. {Terca, e abado.
Malln Boa ooiiiioi,
Cre.ceate 2o, a.ihora.aSo miau! daia.jOolaaiaa < faiahlba, .aegaada. .eitaa-
leirat.
Mo-Giaada-do-Horle Vidoiiaaa qulata.
ftlraa
Baallo,Caruno, e Oaraahuai no l*C IB decada
Ftr.,Ourlcury,Elu e Boa-Y lata |ll til
Oliada, lodoa oa dial.
Todos oa Correioi parlem ao roelo-dla.
Chela a 28, ai a bora. lamante da ra
Mlagoan te 6, ai 8 boraa 18 mlautoa da m.
Nava 11, i 4 boraa e l minuto, da m.
BAABB BO/
Prlmeita is 5 boraa e 1 mlaato.da maabla.
Segunda < 5 lioraa e 42 minutos da larde.
OTioiai tiTaiasiiiAi.
Portugal 14 deSelbr. austrlav. 3 de Setbr
Heapanba lude dllo .Suiaia.... Idedlto.
Franca.. 8 de dito .
elgica.:. '- de dito
Italia..V. 4 de dito
Alemanba. 3de dito
Prnasla ...:l Dinamarca de Agt.
Ruaala... 39 de dito
Turqua. 25 de dito
Suecia... 28deAgoito
Inglaterra 8 de Setbr.
E.-Unidos 20 d'Agoilo
Mxico... a de dllo
California 10 de dito
Chlll. 9 d* a,,
Ruenos-A. 58dedilo
.Montevideo I de Setbr.
OAMBIOB DI 13 DI OUTVJBB.O
Sobre Londres,a 28 por 1/O00 d.
1 Parla, 350
Lisboa, tpor canto.
Itaai,
Outo.ODcashespanbolaa........... 29/000
Hoedas de 6/400 Telhat..-...... 16/b00
> de 6/400 aovas....... 16/000
de 4/000............... U/11OO
Prata.Pataedeabrasileiroa.......... 1/9ZO
pesoscolumnarios............ l/!rt0
Ditos mexicanos.............. 1/BOO
PAUTE OFFICIAL.
SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTINA.
.Si.H'iu em 20 dt 0901(0 de 1852.
Praaidencia do Exm. Sr. cooselheiro.
I'.-reir 1mai le.
As 9 horas e 1/4 brio-se a sessHo coin oa
Kxros. Srs. cooselheiro Nabuco, Campos,
Pinto, Penaba Perdlgo Malheiros Al-
meida, Smueira, Serqueira Lima, Veig,
Carneiro, Franc, Ponce de LeSo, o Castro
Maseirenh.s, raltainlu com causa os Eiais.
Srs. eonselheiros Verueck, Brrelo Pedro
so, e .Mallos.
Foi liiia t approvida a acta da anture-
daule.
EXPEWEVTE.
Pala leeretaria de et lo dos negocios da
jiiiica foi cotnmunicid a licenca com o
ordaaado por um roez, conlando-se do dia
7 do corre ule, ao juiz de direito da comar-
ca de Angra dos Heis, Jos Matloso de An-
drade Cmara.
O juit de direito da primeira rara da capital
do Para, Alfonso Aithur de Alenla e Al
buqaerque, respoodeu sobre a reclimatjSo
de antiguidade de Antonio Concilvrs Mar-
tina.Foi unida tos autos do dito recla-
ma ate.
ExpotlcOet.
Expostos 08 processos ns. 4733, 1392,
?750, 4771, e 4707 passou-so aos
Julgamentos.
N. 4407.Relator o Exm. Sr. cooselheiro
Almo.da : recrreme Aatonio. Africano, es-
crao qu.. foi do linado Jos Pinto Ferreira,
e, recorrida a juslica; foi c mcu.li.la a re-
vista, e designada a n-l.ic'.n ile-u corle
pira revisao e final julgamenlo.
N. 12.rteclanucoes de anliguidade : re-
lator o Eira, eunselhejro Pinto, reclamante
o desembargador Manuel de Jess Valdrt.-
ro, e reclamados diversos detemh.rgado-
res: foi attendida om parle, ficando o re-
clamante cima dos reclamados, excepto
dos desembargadores Pontes, Freitas Albu-
qunrque e Ribeiro.
1847, bem como sor mais antigo do que os
di-sembsrgadores Francisco Mara de Freitas
Albuquerque, Jos Antonio Pimeote Bueno,
Manoel Paranhos da Silva Velloso, Antonio
di Costa Pinto, Lourenco Jos Ribreiro e
Gabriel Mandes dos Sanios, por entraren)
no esercicio de seus lugares, mezes e anno
depois de suas poseso do exercicio do mes-
lo reclamante. Fundamenta para esle fim
a sua pretendo no assento de 14 de feve
reirode 1817 o de 5 dejulho de 1710, nos
quaes se eslabelece o principio do que a an-
tiguidade se regula pelo tempo da ni croe e
da pos.se com exercicio, e que esle princi-
pio se acha consagrado tambero na lei no-
vissima de 28 de junlio de 1850. Ii -leude-
se a maior parte dos desembartfadores dlios
allegando que neuhuma aulondade tem no
imperio o assento de 14 de fevereiro de 1817
por neo ser coanprthenlido na lei de 20 da
ontubro de 1823, que a antiguidade se deva
regular pelo tempo da merc e da posse,
sem dependencia de exercicio, e no easn de
ser necesario, ellos o liveram om diversas
comnrnsOes do governo, e na assembla
geral e provincial; que a lei de 18 da ?-
lunili o de 1828, art. 4 3 oxige (Bo loman-
te a aprrs -ntafio da carta e a certi io da
nosse. Alguns nada allegaram a sus de
feta, e outros at deixarao de r.
s intimarle* que Ihes ton rn d|i;
O que tu lo Visto, e r-xamiai4aa.au razdi
e documentoa junios, ouijdo a cBJelheiio
procurador da cora, 4 dnculido, decidj-
se i pluralidade de VOt0#aue O reclamattte s'drMibargadore Gabriel Uende"doa San-
?
porque entrando esle em eierclclo na relaci
do Maralo em 15 dejulho de 1843aI.M
oa qual ji hayla tomado poaae por procurador
em 4 de abril de 1839 a l. 5 v. e 0. 11, <*
poucco lempo depoia empregado em coinmis-
aao do governo, da qual fra dispensado esa
1845, como ae l a II. 29, afim deaer emprega-
do m outro, que ae deve acrediurstr a diplo-
mtica na cidade de Montevideo, donde fot da
tada a sua reapoata a II. 10, em 10 de Janelrode
1852 j a un tal servifo be sem duvida alieodl-
vel, e nao prejudica a antiguidade do magistra-
do, na conformidade do aaaento de 13 de feve-
reiro de 1755 e daanllga pratlca eatjlodo Im-
perio, ffio ao desembargador Freitas Albu-
querque, porque aupnosto comecaaie a ler e-
ercicio na relacSo do Maraohao em o primeira
di- 111 nhr> dt 1847, como coma de fl. 6 a fl. 36,
tres meses e viole elnco das, depaisdo recia-
uiaoicqara eleve em 6 de fevereiro de |t',
deve ap*ovel(ar-lbc aervico preiuda na iw
learblca pravinoial da cidade da abia, onde
liunau astalo, e ie demorn desde 2 de feve-
reiro at <5 de inaio do dito anno, como se pro-
va de 11. 38, por aer servico pu< lico digno de al-
troci, na cooformidade do referido aaiento de
(3 de fevereiro de I7T5. Nio pode igulmente
preferir ao deaembargador Ribeiroporque an-
da que tatuaste posse por procurador na rela-
(io de Pernambuco, em 10 de agoato de 1814 a
II. 5, e a cntregasae em exercicio na desta cida-
de, em 20 de marco de 1849 a 0. 7 v., doui ao-
Hui, un inet equatrodias, mostra ter sido im-
pedido pela cominiaao do governo. da qual /oi
encarregado em 29 de seleuibro de 1815 a fl. 2,
registrada ni malrlcula a 11.30, e da qual se
- anno de 1849 a 0.
o deaembargador
Valdetaro tnais amigo do qua
am optirno subdelegado, roaa acudo o seu des- trictos seus.Ain >a imj o nosso sooador Ma-
trlcto auminatnenle grande, e bastante revolto, I;u,.| de Carvalho he eernanilm miio.
por causa deNatubt, nada, ou qnaal nada, po- gg eu (jve>se algjm merecimenlo pira es-
derfaur, que multo encominode aus l/uiois. sa pr0Tncj, recommen laris o Exm. Anlo-
As autoridades de Uaoaneiraa aao excellenies, c |h d s A|buqlIRrquP> e ge ienho
que tal! llobam fello um quartel com um bem Ucias, e esse sar elflilor, dlhe um vol,
Importante estado maior, a cujo numero per- j que me enchor de prazer.
Irncia o saleberritno Arcenio maa em crimes Se elle quizesse ser cinto por esta pro-
como o que cima delso referido nada podem jyjnci'. eu, apezar de mous annos, sahia de
asar. collegioein collegio, e tenho certeza de que
Teemcoiridoalgumasnoliciaadequeemna-i |.um4 COIISa cniS->|iU tubapreiendemanarchliaraiele.caeidejuisesj r(<,gm_
ae p/tf. que o <,a alance, preittlenie mesi "v'*" \ i mi,.
sddiou. porque o Po,S nao qul, con.enlir, que mandado; uorque devesaber que U alllha-
levia preferir aos desaaiiiargadores Jo3<>
Cindido de Dos e Silva, Pedro Rodrigue*
FVroandes Chaves o Fernando Pacheco Jor-
dSo. porque tendo tomado pos^a nos anuos
de 1813 e 1844 como da fl 6 nSo s-t prava o
exercicio em parta algutna, o que era iodis-
pensavel para vencer antiguidade, porqusn-
to prescindindo do assento de 14 de feve-
reiro de 181". anda que o asseuto de 24 de
outubro de 1778 manda regular pela merc
e poise, e a !ei de 18 de setembro de 1828
so exija a apTesantarjflo da carta a eertidto
le posse, neuhuma destas disposi(es legis-
lativas exclue o exercicio, pelo contrario o
Fecbon-se a sessSo depois do doas horas declaram expressamente essencial a inhe-
da Urde. [rente 4 pusse: a prirpaira repata honora-
rio o desembargador (Jue nlo tem exercicio,
asegunda no outro artigo, jj 3, manda que
'sennie na matricula o lempo de senico
deaooerou no meaino mes
I v. Julgam portanlo aer
Manoel de Jema
toa, Fernando Pacheco Jordao, Manoel Para-
aba* da Silva Velloso, Pedro Rodrigues Fer-
nandea Chavea, Joo C aurfido de Deoa e Silva,
Jos Antonio Pimenta Iluenoe Antonio da Coi-
la l'iuio, e mkla modern que oa desembargado-
res Rodrigo de Souaa da Silva Pontea, Francisco
Marta dePicltai Albuquerque e Lourenco Jo.
Ribeiro.
Hio d< Jaaairo 10 de agoito da isa*. Se-
uciu-M) as allgoaluraa.>e raembros do trl-
unal. O aaoreUrlo lalerino, Joio Vidrti ata
l.ottlu Perra:
IHTEWORa
Copia lie lenlenca do procesto de revitta
arlan, oft n 1407.
a N. 1407.Vistos, expostos e relatados
te sri7?nKid.0 tSLVJst
pa'tes, recrreme Antonio, Africano, es-]
cravo que fui do finado Jos Pinto Ferreira,
e recorrida a juslica, concelem a revista
pela injnstica notoria do arcorJSo, fl. 76,
por n9o tomar conheciroentn da appella(no
gador actual aquella que be du numero,
tem exercicio, e Ihe dA a preferencia.
Que deve preferir ao desembargador Jos
Antonio Pimenta Bueno, porque haveudo
por nao tomar cnnnenrnenio Oa ppenacao ", "1 ., ".r ,r. ......
ex olicio da senlenc. fl 67 v porquanto ***** ^"Ih .S* aI affSSSS em
ach.nJoae nella declarado h.ver sido o re- ? > outubro de 1846, a fl 6 so leveer-
nonas do arl |92'CICI na ^n*1' cl 'e em 9 "e novembro de
virtudc da lei de.' 1847 a fl. 7 v nove mezes o tres din d ;pois
correle condemnado as
do cdigo penal, e nto em v.. .i
10 de lunbo de 1835, a que sa refere o art. d" 'lo reclamante; e sem J"t,l'r esta f.l-
8dele. de3 de dezeml, ro de 1841, por e l '."* -,'..5 iH di"
naodeprehender dos aulos que fosse o ho- cofrmar-s- com a dec.3u do tribunal,
micidio perpetrado emalgumas das pessoasO^"'1"-81 ,a nbem 'la '">''
all expressamente designadas, para Ihe ser 1ue ***> t-"1"'" ilosernb.rgador., Pa-
denegado qu.lquer recurso da senlenc. "**. ''s"' P,"t?1B"ena,,efnMtobnt0"
cooderaaatori. oonalue-M nte bavar sido *> pnmeiro Po-que ha vendo loajado posse
por procurador na rclacao da Pernambuco,
em 18 do marco do 1813, a II 5 v so eu-
guarJada a disposicSo da l--i que o garante
fra dos casos lateralmente exceptuados,
qual aquelle de que se trata, e cuja compe-
tencia j tinha sido reconhecida pelo accor-
do 0 45 que julgou millo o processo, e o
msndou submeller a novo jury. Ileinet-
lam-se portanlo os aalos i relacSo do Rio
de Janeiro, para sua rcvisSo e li-i.il julga-
nieiilo. Rio de Janei-o, 20 le agosto de
18)2 Segoetn se as assignaturas dos mem-
bros do tribunal.
Copia dt tenlenca projerida nua aulus de re -
CORRESPONDENCIA 1)0 MARIO
NAMRUCO.
Parahlba 8 de oalubro de 1852.
elle as procedesse com a 'mesa composta de
eleltores julgados millo, pela assembla geral ;
maa alm de existir all um destacamento ao
caminando de um olriclal prudente e dispoato,
C.----0 que o novo, que j deu ao Calafange utna
licco de It-^liiinidtde, dar outra aos aoarchis-
tas, se elles qulxeum embaracar a liberdade de
voto.
O u>eu amigo Araos, que ludo sabe, n3o nos
quir. dixer, quando tractuu das desordena de
Natuba, que ellas nssceratn de querer o seu
amigo aorapor uinameaa illegal, e mal a. pre-
terindo oa legitimoa eleitorea de compo-la.
Nao direl que foi malicia do meu amigo, mas
foi desrjo de Innocenlaro Calafange.
O Araos anida continua a recomtneodar aos
seus, que nao totnciii parte na prxima eleicao,
a que chatuam orgias ti!
Diter laso diante de mira que aisisli s joritr-
nnt! do Carneiro de Campos, que perseguio
nao s os cootrrios, como aos seus tnesiiios.
dos, que nonrsm os padrinhos.
Temos estado oestes das setn divertimen
lo, e a espera do baile, que deve ser ama-
iili"u. Eu tslvez nilo v, porque ando hy-
picondrio, creio que com ameiges du spleen,
e ueste caso n3o quero achar-me sob a ban-
deira britnica, porque pode a tl morriuha
tornar-se por subilla, e zaz..... adeus cor-
respondente ilo Diario, adeus rsiviohas de
quein n3o gosta da verdade.
No lemos lido UieaUo, porque o respei-
tavel teve a infeliz lembranca do palilar
com os msicos, e hoj-t n.i > ha um que nuci-
r ir assujeitsr-se as brincadoiras dos dilec-
lanlcs da gritara.
Tambern ns respeitabilissirnos da sime la-
do Apollo deram despejo por intriauinhat
minias a companliia do seu theatro, e ella
tracla do preparar a uniSo para cuutinuar
faiendo cercar por S4 boras, com urna boa for- as recitas. Fz rir a arrogancia com que
'" o Apollo chama theitro a sua capoeirs. Te-
romos mullo breve recitas da s.icieuade pa-
ra, dizem os influentes, derrotar a cotnpa-
nhia.
lufelizmeole em nossa provincia as boas
ca, a casa do Sr. Antonio Heuriques de Alme
da, o decano dos rasgados, para que elle, que
nao combinara com as palifariai de alguem,
nio podesse cabalar, be nimio descaro, u es-
quecimenlo do que prailcou.
Dixer laso diaute da populaco desta provin-
cia, que vio, o eolio secretario do governo, ca- ideas sSo esmagadasau nasceJouio Se U-
rliubar ai aedulas com o alnete da sania casa, vessemos um bom Inealro publico, eslava-
eMostelrode S. Beato, be mullo zoinbar do njoi livres de ver morrer urna companbia
bom icnio publico, be muaa.... ncni aci que nascenle aos pesdemea duzia de hulenlo-
noine lenba. Guuclue o meu amigo sua recotu- jCj
raeudacio dictatorial auimaaao sos aeua, com
a eaperaoca de quecala prximo o da da viu-
ganca 11
Nao teeia elles tao boaa entranhaa ? 1 Eipe-
oao o dia de melborar o paii, de plantar
A compaohia, emquanlo prepara o nuvo
Ihealro, foi fazer una digressao a Maman-
guape.
He amito provavel, porque alilo na Ap-
a baraaooia enire os Braslleiroa, nao de reall- pullos de uiea lingua, qua a idea vigore,
aar suas utopias, o dia da eaaanca, e com a es- como esta vigorando na cdsde da Ares, cu
PER- Pranca dell* se consolatn jos honrados habitantes capricharn por eo-
Oque nio sera quaudo chegar esses diMirr*. Kr,ndecer seu torrao, como aqu alguns (fi-
Felixmente Deu, super omrna e eu nao po.so t m.ioria nao he parahyliana) Ca-
Aioda nao eatou perfeltamenle bom de meu anavaM*. jmila u deslios deste bello pai pncliam por fazer-nus passar por mala atra-
iponuno, c teimoao defloxo; e aconlmuafio posaam aer confiado a horneas aequlosos de zados do que realmente estamos, e por uesa-
i um lal impertinente devo i falla do lliea- vinganca, a hoiueus que s esperam > iuar-sc, nimar a quem nos quizer procurar para ct-
.. ____ ______ It JI... __!_! ^.i m. #_^k. t a-,- a.. u.l^^__.. .^.a^i al tornea ., ., i,. ,. loa
de
tro, queaotuo Ibedlsse, contina fechado. Di. porque"os nao consen'iem no pode
xein, que mal iU muilo he consol, mas eu coo- I o u. 107 do meu amigo, esta itnportantisiimo,
l'eaolht, que aao aioto canslo alguna em es- e eu inulto Ibe recommeudo sua leltura.
lar snU'rendo otalcatarbal com a maior parte Tetn-ie atirado com lodo o furor sobre o
dos habitantes desta cidade, e antes quizera it- i.,,,,, presidente, e eu quizera queamnha* vo-
car iieonsoltioel, mas com a garganta em perfel- la fassem oavldas, porque cutio elle serta
lo estado de conaervscao. eterno naquella cadeira.
No Ingcatao grassando com torca as febres,' ( Tinba o lal amigo preparado urna Catilinaiia
e creio que nao poder ler lugar a sessTo do ju- coolra o iufeliz, Estanislao, victimado bacci-
ry, convocada para o crlente mea, que desia nurU no Plane, com que .ae prelendia dispor
comecar ueslea prximos dias. F.m Campia, O,,iniao publica para o resultado, que appa- Da molera orgamci animal em p asina como no Pilar, segundo me Informain, rceu, e que era publicada de pedacinbu em mus funestos efleilos sobre o organismo
Iciii diminuido de iuiciisidade. pudacinho para iiielborinenie ser saboreada.
Coii)ia-uie que o nuaiopresidente tem dado | ,, rjitilinaria, a mais atroz, c vipinna que le-
providencias em ordem a soccorrer os indi- |la |,da, ainda conliuua a apparecer com ta-
falas, atraillados do mal, a mxima parle doa ,| a, ,.,, csluiuuias, depois da morie da vic-
quaea anccuiubem pela miseria em que viveiu, n,ua, ,,-ni o menor respeito ssuas ciozas l.
e faha de recursos. O co Ihe compeusari a ca- o que devenios deduzir de urna lal sa-
udade que fax exercer com aquellea iofelUes. ., { yue ijSHSSj00 ti,ou.||le a vida, e que
rx;5rT?^^
em um bapiliada, ou caiaiiirnio, depoia de re- tu nunca vi o infeliz tstanislao, mas nao
pleloa de liquido, tiveram umai rasoes sobre posso resistir a imlignaco, qua de mim se
una divida de 140 ra..que um cobrara doou- apodera quaudo o vejo onlaiueado, injuna-
iro, e paasaudo de rasdea a' obras; desfecba- do, e calumniado, ao passu que os mesmos
raiii-se reciprocamente os bacainariei, e foraui tyaua victoream a quem.....U publico, que
liquidar suas cunlaa na vida eterna. Em Ntu- 0> c00hece, diga-o por min.
Tem surgido candidatos como insectos uas
rou em exercicio na desia cidade em 6 de
iiiiiii .lo 1848, a fl. 7 V, u n min e Ires
mezes depois do reclamante, tiSu Ihe po-
dendoaproveiur as hcencis obtidas nos an-
uos do 1844 e 1817 |-or suiem anteriores ao
mesmo oxorcicio. Ao segunlo porque tun-
do posso por procurador na dita rla(o, ba auusguurda costal dt urna iinpurtaucia, que
em 17denovenibrodol848, a fl. 6, entruu por la anda em atiiude bell.ca, re.ingarayi. e< .."^fVj^goasT^d'pardo' rJasilUOt
em exercicio na desta ci lade om 10 do mar- <"> "i""" "sao innyjal. deafecbando-se CS^JS^lJt^mnSiMMis} e he mui-
co de 1819, a 11 6 e 7 v.. dous annos, um taebreaam*nta. Apena, nearaaj feridos e cu-, lenn. ^'d0 "''"""'""^"'"V, JJJ.
U. .VJi ll, ,ir.,M.- !, rocu-nl.,!.. nbeccudo, que atada ao inaos eicopetas, eque lo pruvanel, qua nal proximidades van saui
clamante, D0 pe4< ^ ntn M % gtia de ,{;el|relf.,,He I do Joscasulos outrus.que anda n3o tenliaui
vilisar-nos, n enireteinos, embuia a cusa
de nosso dinheiro.
Basta por boje. Sale, e felicidades Ibe
desejo. ^^_^_^^_____^_ _^_
PERMAWBUCO.
MATAIlRO POBLIO.
r/aac
in-
conveniencia de um matadouro publico no
lugar das Cinco l'onlas. Prtftnnaa de um
outro Iwjur pira esle fim, e suas luvorweis
condicCies. Heflcxocs sobre a plunla do ma-
tadouro publico presentada pela municipa-
lidad do Recife. llreve descripijio de KM
maladouro publico.
clamocio de antiguidade do desembergador nSo sendo allendiveis a* lic-inras a fl. 19, uiuit'o provavel, que pelo tiaaa da puntarla li-[ couiplotado O encantamento. He uoi OO-
Manotl de Jess Valdetaro. ,Oblidaa no anno de I88, nnstui servido na reasesa duuiuuicao, de salario, purque o amo |in. emulado, que me enclie de goslo ; fior- soslinha sua organisaco, he urna mateua
Dico che quesli ( macelU) nim si
devano lollerare nel bei me-zo
delta cita ne in luoghi doce ijli ef-
flavijdellanlo sangueche spurge-
si, gli escremenli degli anmale,
e lino i vapore che mundano le
carne ancor col de posiono con
grandistima facilit viliurc soiif
mmente t'atmos/ere.
C. P. KBASk PULIZII MIDICA.
U corpo organisado, perdida a for(a qut
(j_ li. Vistos, expostos e relatados ig.0amarl dos depulalOS, Constante de fl. 26 nao gosta de rapaza i para aisuilar,
tes auto, na forma do decreto de 10 de prestado nos anuos do 1845 a 1818 por se- Taes aas ai campanba dos tingas, que oestes
abrildel833, moslra-se prelender o desem- 'em anteriores ao exercicio ern reiico. da eeoiehegado ao meu aenbec minio,
ba.g.dor M.no.1 de Jess Valdetaro ser' Mrcalra. porque uno. (amada po.se por ?^M^&*K$
maS ...ligo do que os desombarg.dores P^'*^ ',, ffi *#%& erdem KTBft^^^-{Ztt
Rodr.gues deSouz daS^v. Fon.es. Fer- N* l\^M^oZoSSTS. comine.Udo a long, dl.Ua.lM dalla, Afa-
nando Pacheco JordSu, Pedro Rodrigues 7,.lireaannoa1 seto meses c outo dias depoia cilidade daevaaao, a proieccao, e o babtlo que
Fernn les Chave e JuSo Candido de Dos e aa .cclamaole, nao sendo digna de ailenciio a ,e"1 individuos que os cummetinu, de de-
Silv, porque senJo anteriormente desp.- dii|icnsa do exercicio concedida a II. v, por vagar pelos lualos delicuUa luapuoicao e a*Bim
Citados, e lomando posse por procurador aer tambern anterior ao mesmo exercicio da re- anida teremos por o.mu lempo de li
em suas rospecl
rsm nellas exerc
urna e nutra c
ando l'OSSe por procurador aer tambern anterior ao mesmo exercicio da re- ainua teremos por nimio le
divos relactles, nunca tive- lajo. Deeldle-sa analmente tambem piura- jamelbaal* ilagcllo, por mais
rcicio, lando ello reclamante lldadede voto que uio derla o desembargador %2"1^" ''SJu'L.a.M
... \ f i, t ,i i,r, i-i ti n .i.M'Miiut 'i1. P.iuii'- > iui.) i, (iiib lioje perienc
:ousa em 6 de fevereiro e \^^raP".i'..:" |" .:' "'I'"' ^ i, Vj,; ........til i lllwiWl' lll' H
IH'III llllflli l (ll.l-
FOLHTIM.
^\
.. .i. ii ... >
j ni i com uuiai r-pi'iij i, a doeute sem i ti.u de
cu ii i ', cxcljmuu por dms \ /.<. :
I Acabe, oao me Hiille ..mu.
; Fiada a upcrar;ao, madama Pl.....fui lirada de
seu eaUdo de cxl.isc ; ella fino *e lembrava de
nada, u i experimeouva neutiuina dor, e ma-
uifelou um i profunda aduiira<(o de estar opc-
'rada.
I Os curalivus se fizeram segundo o modo or-
| liinit ni, e a ferida apreseotou todos o$ symplu-
. mai de uina proinpta cura.
Km o selimo dia madaini Pl..... sabio em
carro.
I a aiippin i;,kj la diininuiodo. a ferda mar-
j chava rapidamence pura a eicalrisacao quando
Entre rnloha reprnenta^o c a de Casimiro pelanoitedodeciino-qulnto da, a doente quel-
Delavigne. os sabios se tinham preoecupado de' xou-se de urna forte opprcssao, e um edema se
um facto grave, e que prova o poder do mag- inauKcstou as extremidades inferiora
0 MAGNETISMO ANIMAL
Pasiagim txlmhida das Memorias Ae Mr Ale-
xandrt Damas, t/ucic estn publicando em Part.
ueliamo, contestado desde Mesiner.
Um dns babets cirurgias da poca, Julio Clo-
quet, acabara de operar madama Pl .... de um
cancro no ptilo, sein que ella, posla ctu esta-
Tudo isso lie realidade a mais absoluta.
t.i.-.iqni agora onde comefa o maravilboso.
Madama fl .... llnlia tuna lilha essa nlli.,
tenduvindo de fra para tratar de sua mal, foi
do de citase por sen in i,;neiino, livesse loa- polla pelo doutor Cliap..... cm eslado de mag
nlfestado a mrnoi sensibilidade. indinno, sendo rccoiihecida por elle como do-
Uina palavra aobrr o magnelistno. lata de uma Incide/ perfelta.
Parlamos de um fado e cheguemos al al Dormlndo o soiuoo magntico, casa moca foi
abslraccea.
Madama Pl.....aobre a qual easa eslranba ten
latir acabara de ser operada, lioha 64 para 65
annos de idade, badea anuos que lio lia pe di -
dn seu marido, edous ou tres que ..-Una de
obstructor, gl.cdulosai no pello direito.
O doutor Cbap.....medico da caa, lendo por
mullas veres experimentado o magnetiaino, e
seropre com bom resultado, icnlou applica-lo
cura de madama Pl..... maa rendo que o mal
eslava mu adianlado, resolveu lervii-ie delle
sanenle para alliviar, ae foasc poisirel, as du-
res da doente na bora daoperacao.
Julio Cloqucl foi cbamadn: proposeram-lhe
operar .obre a doente adormecida ; elle acci-
tou, encantado de poder verificar um plieoo-
njeno do qual duvidava, c de pounar ao ineaino
tempo doenle o soffrluiento inseparavel de
orna da. mala dolomas oper.cde. da cirurnia.
O doutor Cbap.... magnetiiou madama Pl...
e pot-lbe lodo o lado direito em uin enado de
inienaibilldade completa.
A arrancada do peilo comecou por unta lu-
calo de onxe pollegada aeguida de ouira de
nove. Cracaa a essas duss inuisoes, o operador
pode ir procurar at em baixo do aobaco gln-
dulas qu. foram cuidadosamente disiecadas.
Durante a operacao, a qual durou des minutos,
a doenle nao deu nenbum slgnal de sensibili-
dade. Pareca ao cirurgio, ao palavra auas
-~ que eorlava em iim caavir ; lmente quando,
acabadas operacao, elle pastou a lavar a fe-.
consultad! sobre o eslado de sua mal.
Ao primeiro esforco que eila fcx para ver,
eu rosto se decoinpox, e as lagrimas Ibe lie-
ram ao. olbos.
l-.oiau ella annunclou que una unirte tran-
quilla, porcm Inevit i\. I, atacara sua ...... no
dia seguinte pela manba.
Interrogada sobre o aspecto que apresentava
o uio i r do [min, declarou que o polmo do
lado dirello nao vivia mais, que eslava vasioe
emsuppuracao para a parle dorsal inferior, e
acliava-se mtodo emutn derrauamenio sero-
so ; que o polmSo do lado e.qucrdo eslava so,
e era s quem alimentava a vida.
Quanto s viscerasabdominaes, o ligado, dis-
te ella, eslava esbranqulcado c rorugado maa
oa inteitinoa eatavam saos.
Esta, deelaraedes foram feitas em prcieoca
de testemunbas.
No dia seguinte, bora dita, madama Pl.....
morreu ; a autopsia fot feila em preseoc. dos
coiiimiisarios da academia, e o rslido do ca-
dver achou-se peifcitameote confoime de..
cncciio feila pela somuatnbula.
Kia-aqui o que referirn! os periodicoa eis-
aiiui o que comignou a acta eil-aqui o que
me contou e coiinr.i ou o proprio Julio Cloquet
em um da em que converiavau.os juulos, an-
tes da invencao do cbioioformio, sobre esses
giandes iitVilerios da ualurexa em que o espi-
rito humano se perde.
Mais tarde, no momento em que cu prepara-
va meu liviode lose Bnliamo, lendo iuiercise
e a catoe ira, l
u. '
i iii aprofuudar eala aixeso, ba lano lempo
debatida, do poder ou da impoieucii do mag-
netismo, resolv Le algumas espeiiencias
por iiii.ii un .un, u-i.j me nand uaa que podes-
sem la/ei i ni u.inlia n niu.,1 pessoas ealranbas
inicressadascm acteditar o inagnelismo.
Fiz-mc, pois, inagnclisado, c ei o que ob-
serve! ;
I-..i era dotado de um grande poder magnti-
co, c esse poder tinha geralmenle aeco sobre
duas tercas partea das pessoas que eu lbc sub-
meitla.
Conaignemos aqu que nao o exerci jamis
aenao aubre meniuas e senboras.
Ene poder debaixo da relaco do pbeuome-
nos pbyiicos, lie locontealavel.
Urna oiullier que aoffreu urna vex o aouino
magntico rica eacrava do bomem. meaino de-
poia de acordada.
Ella lembra-sc do que se passa durante seu
aoinuo, ou o esquece, conforme a voniade do
uagneiiaador.
Poder-st'ha fas-Ia matar pina pessoa durau-
le o soiuno, e urna vez que ic queira que ella
igooie o critne commctudo, nunca jamis se
iembiar delle.
Pode-se faxer que ella experimente tal ou
tal dor em lal ou lal lugar; para laso bailar
toca-la uc.se lugar com a poota do dedo, com
a pona de uma bengala, ou com a pona de
um varan de ferro.
Ple-.e fsxer que experimente uma .ensa-
can de calor com gelo, uma seusacao de fro
com fogo i pde-se embriaga-la com um copo
ebeo d'agoa, e mesmo com um copo vano.
Pde-ae por-lfteo braco, a perna, lodo o cor-
po ern calalepsia, lorna-loduro e mllexivel co-
mo urna baria de ferro, mol le e Uesivel como
um lenco.
Pde-se loroa-l. insensivel a pona de uma
agulha, lamina de um bialuri, a dedada de
urna mosca.
Tudo isso, ao meu ver, entra no dominio do.
pbenomeno. pbrsicos.
Pode-ie meaino levar o cerebro at ao grao
de exaliacq que faca poeta a um espirito ordi-
nario, que d a uma enanca de doxe aoous a
idelas, i.s sensaces e o modo de exprimi-las de
uma pessoa de viole ou viole e cinco annos.
Em. .818 fix uma viagrtu a llrogouba ; na
me.iiia earruagem que iniuha lilha e eu acha-
va-se, urna seuhora de n una a trila e dous
anuos i rain uitze boras da noile, e entre as
poucas palavras que trucamos, ella me diise
que nio dorma jamis cm cariuagem.
Des minuten dapois, nao s ella dorma, ae-
nao que dorma com a cabrea apoada .obre
uicu hombro.
que assiui cotivencem-se as outr.s provln- bruta, e como tal sugeito as leu da miteri
cas du imperio, de q.uo nSo oslamos Uo ino ganica, a ao entrar no equilibnu d
necios, como ellas suppem. materia bruta, nosta passagntn, nesta tlis-
0[,residenle,segunlo mo dizetn, n5o quor soluto, os restos animaes coovcrlem-sc
ser candidato, assim como tambern me di- em novos producios, e. com lama mais (aci
zetn, que o ha por essa provincia. Faco vo- lidado, quanlo sua nstureza for mais carre
los que seus patricios o elejam,faznndohon- gada de azoto : taes productos tem sobre o
ra a seu merilo.e compensando os sersicos, animal vivo tSo funesta influencia nSo so
que nos lem prestado. Corro esse dever de sentida polo inslinclo como provada poli
reciprociJade aos pernambucanos, pois sao obsarvso que origam-no a fugir ou dei-
nossos irmaos. ons tambom ja tomos com- xrlon,re de si o lugar om quo taes mudan-
do s-irvicos a elle> proslados, e purpa- 9*lsjjl.(l]ggt.ljitn- _^,n.*.s ve_zes_e-U influeii -
pansa
c
Eu a acordel, ella llcou baslault- admirada, bom ou mo grado aeu, obedeca uo a a mi-
nio s de ler adormecido, aeuo tambem de nba ordem formulada por palavas prouuncia-
ler viudo procurar adormecida a poslco em das, mas ainda a minha vooiadc muda. Para el
que se achara.
Repeii a eaperiencia duas ou tres vete du-
rante a uoile, e aempre com bom resultado sem
que livesse precisao de locar em miuba viti-
oba i miuba vontade baslava para isso.
Em uma muda, uo momeulo em que a car
la todas asicnsacrs eslavam Iransloroadas o
fogo era gelo, o gelo logo; ella queixou-se de
una grande dor de cabeca, eu Ibe ciog a fron-
te com uma ciula liclicia, a qual disse-lhe que
cootinba ueve ; ella seulio urna sensaco deli-
ciosa de frescura, um instante depois ensugou
ruageiu eslava parada, c em que se luudavain sobra a fronte a agoa que se escapaya da cinla
oacavilloa, aeordel-a de repente per^uniaudo- auseole a medida que o calor da Tronic Iaia
Ihe nue boras eram ; ella abri os olbos e quia dcrreier essa nev imaginaria mas logo seu
nuiar pelo icloglo. ; 'Co nao baslou a opera(ao, ella pedio de sua
_ li.- mniil, disie-lbecu, diga que bora amiga eiuliut ao pedidu de um lenjo succedeu
sao em seu relugio sem olbar para elle. ,o pedido de urna loallia, depois teolindo luc-
- Tre. horas menos ircs minutos, ,e,pon-|ce>vameo_le.nolbados o vestido e mais roupas,
deu ella linmedialameule.
chamamos o postilbo, e lux da ..
reriticamoi que eram Juitatiienle tres horas sacao de fro ale ao uemor. depois
menos tres minutos ordeoei aot venidos que leccassem,
Foram estas quasi a. nicas experiencias que
teoiei sobre essa senbora : ellas deram oa re-
sultados que acabo de dixer, os quaea, excepto
a bora rala no reloglo aem olbar para elle, per-
triitein ainda ordem dos pbenomeuos pby-
sicos.
Em .loignj acbei-me em casa do procurador
da repblica, ao qual laxia uiua vialta ofliciat.
'pedio que a levaisem para um quarlo alim de
interna mudar tudo. Deixei-a experimentar eaaa sen-
- de repente
e elles se
aeccaram.
Tudo isso, bem entendido, na iniaginatao di
somnmbula.
lilla imli.i mu vi. i iiiiu bella, asas extensa,
masque paravajuulo de si. Ordeiici-lbc que
cantasse, e queaubiasc al junto dore. Ella
caulou, e deu jusiamenle as suas ultimas notas,
o que Ibe era imposslvel no estado ae viga
au iiuai iji.-" nuil iiiviB.i -^-----------------------
acudo" a primeira vet que o ra era a poca em o que intilmente teulou faxer depois de acor-
oue acabava de publicar Balsamo, e eu que e- dada.
a nublicacao linba posto o iiiagueli.uio oa or- "Urna mulher Irabalhava no quarlo vitiuho,
dem do dia. Era raro enlao que eu putease o put urna faca de papel ua mao da somnambu.
i> em um sslao sem que fosse interrogado ao- la, e ordenei-lbel quefosseapunbalar essa mu-
ore le grande inyslerio ; cm Jolgny respoo- Ibcr. Enlao o que nella resUva de llvre arbi-
di o nue sempre leuho respondido : > poder Irlo se revoltou ; ellarecuiou, lorce-j-se e pe-
estado de facto e nao i gou-ie oas cadeira. ; mas como quer que eu
onde se persististe na ordem que linba dado, estenden-
inagueiico existe, mas no
de sciencia; elle est jumamente
cbamos aerstatos, elevam-ac oa baldes, nao se
acbou aiuda o mei de dirigi-lot. -
Algumas duvida. foram enlao expressa pe-
la, pexoas presentes, principalmente pela, e-
nltora.. Perguntei a urna dessa. senboras, a
madama t,. se ase permit a adormecc-la ; el-
la recusou de modo proprio a convenccr-ine
que nao se gastarla mullo se eu operaase so-
bre ella, nao ob.tanie .ua nansa. Fiugi sub-
metier-me a isso, mas cinco minutos depois
leudo-ine levantado como para ver nina gravu-
ra coltocada por tras de sua cadeira, cbamei em
meu soccorro todo meu poder maguetico, e or-
denei-lbe coin obsliuaco que durrus.e ; uo
fim de cinco minutos ella dorma.
Eato comecou sobre esta senhora que me
era completamente eslranba, e nessa casa em
du os braco, na direc;o que desrjava que ella
segulsae, obedeceu e maicliou para a mulber
tudo interdicta com a faca na mo.
Ella tinha os olho. abertos, e leu roslo mu
bello tinba lomado como pantomimo uma es-
pteaau admiravel.
Era bella como mlaa Faucit representando a
acea de aomnambulliino em tamlet O pro-
curador da repblica eslava atioiubrado ideia
dese poder que poda inpellir urna pessoa,
ni.a grado seu, at aocruie.
i .loan Ju por minha voulade, ella vollou cal-
ma, teutei sobre madama H..... a vala em dia-
laocia. Ella linba conliccido o coronel S. H. ,
meu amigo, quando eiteve destacado em Jolg-
ny Perguiilei-lbel onde ealava o coronel quel-
ria he Io forte que corta com a rapidez do
raio o fio da vida ; em outras he mais fra-
cs, limita-seem produzir molestias quasi
sempre fataes :--e quando tamaita nSo So
suas Instes consequanci-s, de cerlo pela
exiguidade do veneno deienvolvido, nem
por isso de.xa ella com o ardor dn tempo
a tiodridSo que o desenvolve de estampas
sobre o organismo o quadro de sua noci-
vidade.
Pedacos de animaes de qualquer genero
ou especie que seja, apodrecem se estSo
em contacto do ar, d humidade e do calor:
indispenstvel he a concurrencia destes tras
agentes para se "ll'ecluar a putrefaccilo, com
a falla de um delles talvez que ella jamis
appareca : em tuda a parte riles se achttn, a
em nosso clima, na /una turnia tocam ao
seu mximo de Torca : aqui ilopois de 36 a
48 horas qualquer animal mortti est em-
i iilref.ii-e.lu cuiii ,.|.-im, s i a materia perde de
consistencia, e torna-so mulle, as partes
vermelhas, e brancas tomam uma cor azu-
ada, roxeam depois, e por llm ennegre-
.....ii, c so .1 11 in.iin ; e neste deliquio cor-
rupto aptiarecem bullas develas ao desen-
volvimenln deg.zes acidocarbnni<*o, acido
illlfldrioo, hy.lrogoneo carhontdo,aci lo aci-
lr.ro,|e ammoniacn, e mais deum ellier ain-
da u3o apanhado, mas fcilmente reconhe-
Cido pelo olfato ; dentre pslesgazes 0 snly-
drico, Um sobre os corpoi vivos a sccio a
mais deloleria possivnl po le matar rpi-
damente se um ve ilcln lo respirar em uma
atinnspnera quecontenha dn acido sulfydri-
co 111500 de seu volume, morrer sem de-
mora ; um co de tal lie ordinario tambem
suecumbe quando o ar que respira tem do
mesmo acido l|8Ut).Uiu cavallu perece so
atmosphera em que respira lem do mesmo
t|200, laes so as consequencias que resul-
111' ni dus experiencias f.-il-s em animaes
vivos que liupuilren, aThen.rd tentaram
sobre os efleitus do acido sulfydrico : o
escremenlos animaes lambem desenvolvem
estos gazes.
Mem sempre se encontram, he verdade,
consoquencias funestas tSo rpidas junto
aos corpus anim.es que apodrecem, ou em
suas maten es lecaes principalmente em
um maladouro que observa rigorosamente,
o na ii tnpe/.a e\eoi|iiar ; mas aiuda assim
convm evitar as consequencias do descui-
do ,- o mesmo quando este se no d6, os el-
feitos lentos, iuseparaveis de taes lugares
para que nao desenvolv! no organismo dis-
posic.Io para as molestias de mao carcter.
Sena fac aponlar itnmensos exempltisdos
padecimentos quo solTrem os artistas que
laliulam com materias animaes, o tratado
das molestias dos artistas de Itamazzin. aug-
mentado por Patinier, podo pina este iim
ser lido.
Por mais de uma vez liim o conselho geral
do saluliriJadc publica desta provincia re-
presentado contra a falta de limpeza das
ras, onde se oncontram constantemente
ces, gatns, ratos, gallinnas em completa
putrclactSoelc. 'ct. e das prai-s onde se de-
posita o lixo : i. ii.ilrrifi,i- tem ropresentado
pela falta de asseio dos acouijues, o arma-
/ens de carne secca, catacumbas etc etc.
J em outra occasio um memoro desta com-
missao fez parte dn oulra que sustenlou a
impropnedade de um maladouro as Coco
Pontas, co.no prejudicial a populacho desla
capital, o por isso nSo he cousa nova o tra-
tar a commisso actual dos mesmos incon-
venientese seria ocioso mencionar algu-
mas razes, so taes representarles tivessen
conseguido o seu litn ; e quic< nao fosse.o
tida por mal letnbra las, e cabidas; mas co-
mo se continuo no mesmo tortuoso cami-
nho de se nSo cuidar, e promover com to-
las as forgas cunto necessilade primaria a
pureza doar, a cornniiss3o lomoua tarefade
apootar varios factosaulheoticados.quepro-
vem com clareza os elle.tus fuuestos da im-
pureza uo ar a ver se por esse inooo agut-
ll.oa razes tardas,o consegue por esto
meto fazer sentir a importancia dos pn-cei-
tos de hygiene publica, que entre nos he
lu mal comprebendida.
Tanto apodrece o animal em (erra como
n'agoa.eas consequencias que resultara dos
miasmas originados desta CorrupcSu ou ve-
riM un le dentro de urna catacumba ou fusau
ou da superficie da tena, quer sejam pro-
-! l n^iJsT .."".' "n i ..HfMinTi i a
un cal dos ohicires, conversando com o Icneu-
te-corunel ein p junto do bilhar.
Depon de lpente ella vio o coronel empal-
Inleccr, cambalear e ir sentar-se sobre uma
banqueta.
O coruuel acabava de seratecado de um iheu-
matsmo doloioso no joelho.
Toquei-a, eu mesmo, no joelho e espriini a
vuutade de que ella experimentarse a mesma
dor. Ella deu um grito, entesou-ae e derramou
grosias lagrimas. Eicamus lio espantado des-
sa dor liclicia que apresentava todos os signa--.
de urna dor real que acordei-a.
Utna vex acordada, ella lembrou-se do que eu
quiz, c perdeu a lembranca das cousat que lbc
urdeneique esquecesse.
Depois comecou urna oulra sorte de expen-
encas sobre a tenbora acordada.
Mena em circulo imaginario tracado cotu
urna bengala, e sabi probibiudo-lbe de tr.na-
por o circulo.
Cinco iiiiuulos depois torne! a entrar e achci-
a sentada uo meio do aalo ; esperava inloba
pe ii.iss.iu para recobrar a liberdade.
Ella aenlou-seem um canto do tallo, e eu
fui collocar-me na oulra extremidad Coovi-
del-a a faxer lodoa seus esforcos para nao vir
lercouiigo, e ao mesmo tempo ordenei-lhequc
vieste a mim.
Ella agariou a cadeira, maa altrahida por
una torca irrctitlivel, foi obrigada de larga-la ;
enlao neitou-se no chao para reagir contia es-
sa allracco, maa a precauc.o foi intil i ella
veioarraalando-ae. Cbegada a meua pe, baa-
tou-ine approitmar a inode aua cabeca e le-
vania-la leutamente, ella ergueu-ae obediente,
e mo grado leu, achou-te ;em p.
que la pela primeira vet, e em que nao tornei la bora c o que faxia
a entrar jamis depois, urna aerie de experien- Ella reapoodeu que o coronel b M. ealava de
cia. cxticmamcnte curilas: madama l)...., | guarnicio em Lyao, c naquella bora acbava-se
Ella pedio um copo d'agoa: provou-a, era
agoa.
Depois sem que tiveise largado o copo, lem
que o copo a liveste deixado, eu Ihe disse que
essa agoa era klrch. Ella sabia perfeitameote o
coutrarlo, todava ao primeiro gole que engu-
llo, deu um grito ; julgava ter a bucea quei-
inada.
Pobre tenbora I Joven e encantadora ereatu-
ra que depois fustes aprofundar um mystlriu
bem diilei ente, o da morte, diie-uic tendea
acaso l no outro inundo esquecido o que ae pas-
sava aqui na Ierra, ou citareis lembrada de
ludo?
(Coniinuar-se-fm).
ILEGIVEL


r

m
hs
uuzi Us pe solugBo ptrida rio homem, ou
boi insecto, nu peixe, sBo sempre funestas
o iomem vivo o lw isto urna deducgflo
theoricadaalleragaodo ar, ocomo tal sus-
eenlivel anda de alguma duvda, ha ao con-
trario a dedcelo aiperiniental de uro mon-
t3u do fictos bem observados.
Rogers, medico de grande pralica n fama
establecido na cidade d Cork ( na Irlanda)
observou rin 1718, 10, 20. 31 que a bexi-
ga toinava grande desenvolviraeuto as vi-
sinhangas ''os matadouros, assiin como que
a destruido qua falia era extraordinaria no
! inp i da mitinea, lempo cin .que lomava
sempre o carcter de pestilencial.
Em 1600 faolo Zachlas rccommendou om
Boma que se itoitiasej) para longo da cida-
de a9 olllcinis de derr.'ter sobo, por quinto
o fedor que ellas exhalam prodozem funes-
tas consequencias.
Em agosto de 1750 roinou em Ileauvais,
urna epidemia mortfera, quefoiattribuida
a exhalagdes sabidas das ollieinasdo cortu-
mes, e carrejaras, as quaes os couros se
preparavam com azoile Jo peixe que era ao
depois frvido para ser do noo vendido.
Traites indagando as causas da insaluhri-
dade de Varsovia, capital da Polonia, a ai-
tribuioao insupportavel chairo do azoite de
peixe que era frvido as salinas. Van
Swilen nSo duvidou de attribuir a mesma
causa a insalubridade de urna ci lade roui
populosa. Forestus foi testemunha ocular
lano de uma monstruosa baloia que deu a
cos as praias dellollanda, onde morrera
e apodrecora, como da epidemia que appa-
recera na al lea mais visioha desta praia,
da qualsuccutnbrain muitos inividuos.
S. Agogtinho refere que n'Africa appare-
cera uma molestia gravissima depois que
a trra se cobriu de cadveres do gafanbo-
tos, da qual s em Massanissa morreram 80
mil pessoas, e na cidade de Ulir.a 20 mil sol-
dados do 30 que la eiistiam.
Ambrosio Par cont que em 1582, no
tempo das guorras civis, foram sepultados
em um poco que linha 70 jardas de pro-
fundidade, situado no castello de Pene, em
Argeuois, grande numoro de cadveres, de
cuja putrefacta resullou, dous mezes de-
pois, urna infermidade 13o pestilencial que
occasionra grande morlandade nos que lia -
bitivam na circumforcucia devinto milhas
de distancia do mesmo pogo. Percy conla
que o Di'. Chambom lua obrigado pelo
du.'io da antiga faculdade de Pars a demons-
trar o Qgado o sous annexos em um cada-
ver cuja putrefacto eslava avanzada : >s re-
ulamagOes de Ihawbom n dos profeUOret
que desenvplve no homem que se habita
no offloio do oarniceiro, feita por om cele-
bre romanoliU moderno, he uma flegSo e
nBo deve snerecer crdito oigamos porem
a historia qua semp-e mostrar que a maior
carnificina sopla ser feita pela carnlceiro.
Tbiers diz qtfe na revoluto francea o
carniceiros foTam os hnmens mais sangui-
narios, mais sdenlos da carnificina que Se
polo imaginar, tito reconhecida headis-
posigBo dosses artfices para os exercicios
crueis que em alguna lugares o carniceiro
efrce as fuocgfls de carrasco em falta des-
tes; ser pois prudente que o meifor nu-
mero do pessoas sB'entreguem neste trafi-
co, e em lugar que nao soja accossivel com
facilidade. Cr4 porta uto a commissJo qua a
distancia, ea exlMlsgSo de um edificio des-
ta ordem lera sobejas razos para seren
exigidas e deven ser tidas como condiefles
i>f uui bom preceito de moralidade pu-
blica.
Alm destes inconvenientes que so podem
tomar como proprtos de um maladouro; ou-
Iros podem apparecer que llie sejam relati-
vos :como bem, se o matadouro for cons-
truido dentro da cidade, para o interior des
ti entrarSo osanimaes que ten de ser sa-
crificados ; e por oude passam boiadas
uma nuvem espesst de poeira se levanta,
que incommoda mesmo os que esto dentro
de suas casas, elles podem espantar-so, por
c3es, carros, eslrondos, etc. etc., e correr n
sem guia pelas ras causando estragos, ate
m irisando os viandantes que serio obriga-
dosa precipitarein-se uns sobre os oulros,
e a darcarreiras toreadas.
A coamiiesJo pude agora concluir com
bastante razflo que dentro dos povoados ha
inconvenientes para que seno estabelegam
matadouros ; em cujo casosaacha o local
apontado pela municipalidade, porquanto o
local do enligo matadou'o anda augmenta-
do, he pequeo, est dentro da cidade ao
sul doseu contro,nao nascente, e na frente
posterior da nora ig'eja de S. Jos hoja cen-
tro ila freguezia do mesmo noni. Eite re-
sultado ja he sabido de V. Exc. desdo que V.
Exc. tovo a li ni ii de presidir esla couimis-
s.io em sua primeira reunido, a quem V.Ex.
incumbi de escolher outro local, e tonto a
uie-.ni i do transmitlira V. Exc. o resultado
deste novo oxame,n8o quiz daixar para pou-
par Irabalho do palentear por escriiito as ra-
z es emqiie sa fundara para basear sua dene-
gag3o,seudo umadas primeiras cundieres de
um matadouro a existencia d'agua crente
cm grando quantidada sobro a qual caia,e se
oivida o retanle do animal morto do que so-
oommlssBo levo do asco
a
da pela mnnicipatidade, a reipeitoda qual regimeotaes ; Dr. rraoeisco Conealves de, lio desnecessario re atar sqoillo que he
quiz tambera ouvi-la e be por isso que, Moraes, Dr. Jos Joaqu.mde Soiiza, vareado- de todos j.bido respailo a este uluaio Sr.
sobre ella val fazer algunas reflexoes que res da cmara municipal Dr. JoBo Ferreirs partindo da poca em que daqut segaio para
om nada se refaremao material da conetruc I ds Silva, membro do contelho geral data- o Rio de Janeiro, fazeqdo so logo publico
efio, a proporcoes que exige a rchilectur,' lubridade publica Dr. Cosme de Si Perei-
e sin ao llm que se desrja obler em um ma- r., secretario do mesmo conseibo, e relator
tadouro.
Seso quizesie em eslabolocimontos des-
ta ordem malar smente, escusado de curio
tornar-sa-ha fue-lo ; mis como be preciso
matar de tal modo que menos se offenda. se
estrague e se deteriore, he preciso enllo
faie-lo de modo que satisface estas condi-
gfles. Alm das relagflesqua um mstalou-
ro tem com o que o cerca, edasquaesji
fnilou a commissSo, outras tem elle que Ihe
sBo proprias e que oonvem respailar para
que preencha o seu verdadeiro fim, o qual
he dar a cama com limpeza, de snimaes
niio cansados, e nem empregoada da aan-
gue. Se os animaes que vBo ser victimas
forem espectadores de que acontece aos
seus se ui'-l lia ules, be de toda evidencia que
o senlimento de sna conservacSo, que o seu
inslincto se empenhar con toda aforos em
da com nissBo.
nim.oF.im. Sr.-A commisso encarre-
gada por V. Exc. de dar sea parecer sobre a
idoneidade do matadouro actual, e de esco-
lher outro local, como o que existe nSo ser-
ve para este fim, transmute a V. Exc. o re-
soltado de seus trabalhos.
Dos guarde a V. Etc. Recife, 33 de se-
tombro de 1851. Illa, e Bem Sr. Dr. Vc-
tor de Oliveira presidente da provnola. *
Hepartico da polica.
DA 8 DE Ol Trilito.
Illm. e Exm. Sr.-Das parles hoje recebi-
das nosla rcpartigSo, consta terem sido pre-
sos; i ordem do subdelegado da freguezia
de S. Krei Pedro Gonfalves, Jlo Antonio
qi.O estavam presentes iiho lor.in uuvidaa : "3o quiz Ulllisar
do quo resullou que (Jonon, um dos quafo Iher um local para matadouro junto as cor-
ean lidatos, calno cnsyi.copa logo quo se rentes, rio llebiriba aoi norte ; rio Cauban-
abrio o cadver, e que respirou os gazes l>e ao poente e braco do mar que passa en-
que doseu interior se exhalaram: neste es- tres ilha du Kogueira o a Cabanga ao sul,
tado fra logo condiizido a sua casa, onde, em relarjao ao centro da capital,
fallecer tres das depois; Tucroy oulroi He sobro a margen) do rio Capiharibe que
candidato, cobrio-se de urna erup(3o cu- o povo destl cidade lem mais edificado suas
lauea a oais ardente ; Lagarennn e Dufres- casas rt campo;este rio banha os principaes
noy licaram por uiuito lempo soffrendo de, arrebaldes, como sejam : Caxanga Apipu-
uma insuportavel languidez; e Chambom,' eos, Monleiro, Poco e Passagem da Magda-
indignado pela imbirraniedecisBo do direc- lena; quasi que converle om ilha o bairro
tor, o tomando a cautela de arumatisar for-' do Santo Antonio que lica no centro da Cida-
temente seus lencos, deven talvez a esta de,e passando por baixo dasduas pontesque
oxallar;3o cerebral sua salvado, passando unem este bairro ao da Boa-Vista, o Recife,
sempre uma noito agitada e com febre c dezemboca sobre o mar logo depois da
que termitiava por copiosos suores. Da ultima, lio sobres heira desta ameno rio
um tmulo mal fechado na igreja de Sen-1 que a populacho passa a eslacBo secca ou
lis, exhalarau-se gazes que infeccionaran] quenle : he nelle que ella se refresca, do ca-
o vigario e mais sessenta e quatro meni- lordodia, e descansa de suas fadigas. Se
nos que n-lla entravam, aquolle e trinta e subre esle rio existir um matadouro nSo se-
quatro destes morreram logo. Um de nos, r dillicil de ver na baixa mar um rio de san-
aquell'i que mais tem exercido a medicina guoescoar-sa por baixo das duas pontes, e
nesta cidade, observou que por duas vezes em sua vasaule deixar pelas suas margenso
a b-xiga se tem turnado mortfera em Per- que se desprezou do an'mal mofto lano pe-
nsmbuco depois de guerras civis :e todos la descida d'agua como carregadas por caes,
nos tomos testemunhas de queaps are- porcos, c volu(3o de novembro apparecra a estraga- dimetro longitudinal da cidade augmenta
dora febre amarella. Vio puntamos este na directo do Capiharibe : edificar por-
ultimo fado como explicando a origem da tanto um matadouro sobre esle rio, seria
terrivel epidemia, que rerordacBo 13o trille privar a populacho desta cidade do lugar
ha deixado em quasi lo lo o inveho; mas mais prazenteiro, que a mesma tem escolhi-
cotiio um fado precursor, e mesmo, quem do para seu descanso ; seria, demais, que-
o sabe, como aggrava lor da febrcula quo1 rer velo inulilisado em mu pouco lempo'sustentar a ordem, e a limpeza do matadou-
rcinava desde 1846 na esta<3o quenle, el por estar dentro da cidade. Menos iricon-|ro, nelle hade ter, seus guardas, flseaes ,
que a nSo ser esta causa talvez quejarnos veniente que o Capiharibe ofierecco Bebirl-| administradores, ou zeladores, aeja li oque
defende-lo, nfio consentir queso o lace, e
procurar fagindo, saltando e acommetton-
do, illudir os manejos dos carniceiros,
muitos dos quaes tem sido victimas nestas
circumstancias ; e quando se consiga lagar,
empregar o animal todas as soss Torcas pa-
ra mo aproxiuiar-se da pol; fazo qua
deve fazer um vvente para sua conserva-
os. Qualquer animal coode-se dos males
de seus semelhaotes, e o bol, animal que o
homem mais destre para sua subsistencia
ne um daquellesem quem mais se nota es-
te seulimento ao ver um seu semoihante
(mirlo, basta mesmo que elleosinta pelo
aroma quadeixa da pello no lugar em que
ella foi depositada, para que immediata-
mente o penetre, e ss acaso he tSo ao vivo
como disse cima, entilo elle eipanta-ss
borrorisado, e ss se prende, treme convul-
samente e neste estado se pdesse elle
descrever sua agona, decerlo dira como
1 Espindola ; e ordem do subdelegado da
freguezia de S. Jos, Adoloho, escravo, am-
bos sem declaraban do motivo, e Calharlaa
de Jess, por Insultos.
Ilontem pelas 9 horas da noite sppsreceu
um incendio no sotSo de uma cooheira no
pateo do Hospital do Paraizo, o qual pelas
providencias, que logo se deram, po le-se
conseguir, que de prompto fossa apagado,
resultando tolsvia ter flesdo um pouco ar-
ruinado o telhado da mesma coebeira.
O delegado do termo de Nazareth, me
communicou em data de30 do mez prximo
passadoque no lugar do Junco do primeiro
districlo dossa freguezia, havendo-so des-
parada urna arma com que estava Cosme
Rodrigues de Mandones, acontecer que o
tiro fosse matar a Mana Jos, de idadede 7
annoseferlr levemente a um seu irmflo de
nome Manuel de idade de 3 annos, pelo que
Se ocultara o mesmo Mendonfs, sendo que
OSBraVVa BU, KUIIII, IIDL0IIU UIII \,vw*j -*" w~..--------------------- -------- p-j .
us os borneas i MgWl horror mito quatil para averiguages do facto se esla proceden-
mtmbra, tt anqaii cmijeiilur in vena : e do a sumirlo.
mono nesio eslado causado, e horronsado I Communicuu-me mais o mesmo de ega-
ter a carne pret (vermolha escura) do mo do, que no lugar do engenho Gregorio do sa-
gosto e fcil de currompor-se-a qual o po- gunJo districtoda freguezia de Tracunnem,
vo chama carne de boi cansado, ou mal fra morlo JoBo da Costa com um tiro dado
singrado-lle para avilar estes incoove-' por Manoel Antonio de Santa Anna, em cuja
montes que j hoje sa comees a abalaros' perseguido tendo marchado o destacameo-
bois sem pao ou ferro, e sim com gaz, as- to logo que ao conhecimenlo da autonda-
phixiando-os com o azote : e o matadouro decnegaras noticia do facto jaonBopode-
que Uvera pro ligalidale de 36 portas por ra mais alcaiigar; masque so continuava
un lo passam para a pol 36 bois, qua de as diligencias de o capturar, tendu-so ja
cario n3o encnnlram 35 cirniceiroi que os contra elle instaurado o competente pro-
mato inmoJiatamonte, e Ihes puupo a dr, cesso.
a o terror de expirar pela morte satisfar Doos guarde a V. Exc. Secretaria drpoli-
seulimi' do cario quo* oBo. A commis-flo cia de l'ernambuco 8 de outubro de 18
pelo licenciaquem mais competir, para -Illm. e Exm. Sr. Dr. Francisco Antonio Rt-
apreseotar o seguinte meio, como capaz de beiro, presidente desla .rovincia--Jos i-
satisfazor eslas necessidadesuma cellola, colo Rigueira Costa, chefe de polica lule-
ou maisde forma oval que possa contar 25 rio.
bois pouen mais lia q m um boi alto, Ira- DEM DO DA 9.
vejada largamente no sentido de sau maior l"m. e Exm. Sr.-Das parles hoje recebi-
diametro, sendo na extremiJade mais larga, das nesta ra^arlitBo, consta nao ter havido
uma porloira por onde eotrem os auimtes, novidadealguma,
e pela mais estrella uma porlinbola por oo- Daos guarde a V. Exc. Secretaria da pon-
do possa passar largamente um s boi, cia de l'ernambuco 9 de outubro de 1852
adiante do qual esleja a pol, tenloosolo -Illm. e Exm. Sr. Dr. Francisco Antoniu Ri-
ladrilbado do peira com bastante inclina- beiro, presidente desU provincia.--Jos Ni-
cJo. Com esta disposi;Bo est olaro que, colo Bigueira Costa, chefe de polica iote-
o que la|ar o animal, nBo correr pongo rio. ^^^^
aigurn, e o fer com bstanle facilidade,'
pois llie ficana por cima da cabeca, queo! ., M viiiviriPl I
animal s entrara no corredor puxado por | -j4Utl\t\a fiuti iijir da.
um moutSo, sem poder resistir por nBo lhe OUINTA SESSAO' ORDINARIA DE >8 DE
prestar apoio o solo, e aochegar pol, se- setemoro DE isa:,
ra commo la mente morti. { Vreiidenci* do Sr. Bamu.
NBodevenlo o animal mnrrer logo que Presentes os Srs. Mameda, Franca, Dr.
entrar para o matadouro, e entrando para o Souza, Pires Ferreirae Figueiredo, brio-se
mesmo animaes pertencentes a varios do- a sessBo, efoi hdae.approvada s aciadao-
nos.torna-sa necessario um lugar quaosre- tecedecile.
ceba, como o sol o estafara, e a sede os Foi lido um ofilcio do Exm. Sr. prcsi-
mortilicaria, convem que este lugar tenha dente da provincia, autortsando -
sombra (he preferivel a das arvores ) e aguti
pota el : mas a planta o3o falta nestas cons-
truegoes.
A municipalidade para evitar abusos e
cbvgasso ao ponto de fazer untas victimas.
Se esses fados mo bastam para leur r.ir
que obomem deve respirar em um ar lim-
po ou puro para sua conservado e bem es-
tar, a couimissSo nBo sabe o que lhe mos-
trar de mais positivo: n3o sBo esles os
nicos, oulros mais se encantram, o poder-
se-ha consultar com gostoo Tratado de
policia medica, e de hygiene publica, de
Frank, l.onde, Foder eMonfalcon, etc.
E.-tes incommodus do homem leem sido
apreciado, e he para destrui-los que os ad-
ministradores pblicos nos paizes mais
civilisados leem rollocadu oscoitumes, ss
salicarias, correiariss mala muros cemi-
Irrios, etc., etc para fra da cidade. Os
Romanos levaram mais alm do Tybere os
cortumes e as officinss deunluanqueameo-
tos de lecidus, que enlBo ers feilo com ou-
rinas podres e enxofre ; e na Franca e cu-
tios paizes os matadouros, qur para caval-
los, qur para bois, estBo collocados em
lugares pouco puvoados.
Porlanlo, qur imitando aos povos ci vi -
lisados, qur fuodando-se no raciocinio que
demonstra que o ar, ou qualquer alimento
impuro, n.lo serve para couserragSo do
individuo, ou finalmente qur pela expe-
riencia alimentada em ditl'erenles seculos,
e notada por diOerenles individuos, esta
provado que o interior de uma cidade nSo
he proprio para as edificaces de mata-
douros.
Os inconvenientes dos matadouros no
centro dascidades nBoselimitam somente
ao phisico do iiomem-o moral he tambem
affeclado; e se alguma reforma fosse ten-
tada no sentido de tornar n homem mais
manso, mais compassivo, e menos destrui-
dor, de corto que a le da alimentaos pita-
goriaoa devia ser esUbelecida no Brasil, on-
de iconslautanlemente se v que depoia da
esivencaedo odio, nlo he outro recurso
que a carnificina, (juando existo um bello
edificio publico como aquello que represen-
ta a planta do matadouro ollerecido pela
municipalidade, a curiosi lade a ello con-
In/. todo o individuo que ama o bello, e
quo goza de sua razSo o liberdade, mu
principalmente se elle he de fcil acnessu :
s por isso a concurrencia est eslabelncida.
Um matadouro.o nomo Lem o diffore, lio o
thoatro om quo se reprsenla acirnagem ao
vivo, e o homem que as primeiras Idadei
tiver ma ndole, e for disgusto para a i-ru -I-
dado de corto que nelle achara distracc^o,
al mesmo prazer ser-lhe-hi de apreoiavol
rtcreio o ver abater-se animaes 13o fortes
como o boi, II igella-los mesmo, em quanto
pesisnejar sera anida satisfactorio cuidado
ueste theatro sangrento o homem pequeo
crescer, c sua dislraccBo viciosa so conver-
tera em habito cruel e perigoso : ainda
mesmo que tivesse um cori;3o enternecido
poderia polo babito de matar, e ver sangue
converle-lo em cruel e insensivel : o pro-
gresso do vicio, se ha disposicjBo e habito
no espantoso, a ficgSo mesmo oio pode des-
creve-lo : s a historia podera faze-lo ac-
creditar. Principiando-se aos 10 annos com
repugnancia a chacinar os pobres brutos,
no lim da um j se toma gosto a vi la, aos
10 annos ja he paixBo exercer tal ofOcloe
tanlo prazer se ene mira por esso tempo em
esfaquea-los quo o oslla lor sera capaz de
passar sem comer nem beber ; e se milhes
livisepagara para exerce-lo : (anda mais)
nocaau de guerra, adiara maior prazer em
chacinar os seus semeluantes de qne os po-
li por do novo em praga o imposto das me-
didas de farinba dos mercados pblicos
com o abate da 300j.Que se aunuuciasse
pelo jornal.
Outro do contador indicando as letras que
se veucem no ulliaio do correnta, e no 1"
de outubro subsequenie, na importancia
nimsir.uoreS.Uuz..:.oro,I,l-j noque jB 7 496 450 rs |im de serem tiradas du
he depois de sabir do diqueque Ihapozcram for; mas onde se reunirBo estes liomens, Mf^ _X...;.... .w. d. masmas
cmOlinda; porm passandoeslo.no pela onde ada 80 os commodos que sBo indis- fr .\"I*ha. mesmas
frente de Santo maro, que nea au nsseen- pensaveis a cada homem ? no interior da d 8Conclujo noje ,
le, e pelo puente du bairro do Recife, um n- < malanga nSo he possivel : e outro local nBo
do-se ao Capiharibe pouco antes de chegar a *
ultima ponto, pur onde tambem passa, part
Iba por isso dos mesmos inconvenientes que
o Capibanbe ; alcm disto po-sue mu pouco
ter 1 en,i' mu trabalhoso para edificar. II is-
la pois o brago de mar que passa ao sul do
aterro dos Alegados, cuja margem esquirla
lica do lado da Ierra, nSotam edicagao al-
guma, tem muito espaco.nBo passa por pon-
tes, coulm quasi unicamonte agua salgada,
e desemboc no mar por cima dos arrecifes
e barreta, quando a mar principia a des n -
cher, e pela baira em frenlo do Brum quan-
do est vazia, lica fra da cidade, o nBo perto
do povoado dos Afogado*.
unir consideragBo importante para os
matadouros, he a vontilagBo ou a frequente
renovagSo do ar de seu interior ; e para isso
s servira qualquer corrente aerea ; mas
como ao sahir do matadouro, elle poderia 1
ir ter iiircrt imeni sobre a cidade, toma-se
a cautella de escolher um local em que o!
,,i.,,si,mrom 7 .!..... ,purao geral dus votos para vareadores
ha na planta, mas he uiquesli inavel. queo su00eder n0 qu.trionnio se
proprietario, o servente, o guarde, e o con- H^"" nI'0 %% .J par. 80 ,iWir
sum.dor d-vem ter um local onde se renan Jojo mesmo a rasneciiva acta, rezolveo que
para tomarem as direcges que ne foram J ,- V ,*,,"
marcadas a bem do fabalho, commercio. c" 0^ l,"u'$* ,, n. ,.
vezes assim armados por dentro da cidade
e mesmo antes da se comegar a malanga
preciso he examinar os instrumentos ; pois
nfio convem matar os bois, ou outro qual- .
quer animal com facascegas.sujasequebra-
das, qua muilo os mnrtioana alem de poder
inficiona! os, e para bam examinar-se os
instrumentos, preciso he haver uma praca
d'armas ( permitta-ss a expressSo ) onde se
os guarde, se us cont, se os registe.
Um matadouro nSo comprehende smen-
Fra nca.
Communicado.
THEATRO DE SA.NTA ISABEL.
Senhora Leonor Orial Meniei.
ultimo vapor do sul trouxe aos amado-
res da acea un inapreciavel presante
orna jovem, encantadora o hbil actriz os
pessoa da Sra. Leouur Orsat.
A Sra. Orsat be um talento que cultivado
vento mais frequente ao sahir do matadou- '"B" da malanga, e da arrolacfio, ou os | 6anuoj> tem ja dado os mais bellos fruc-
ro nBo v sobre a cidade, j se v que a im-| luBr** I"9 seesfola, e pesa o auimal tSe muito ainda prometi crescer e Ro-
da sua constancia, se bem que seu grao de
calor e humidadc nfio sejam a desprezar|
quandu-se tratar da influencia do ar sobre
os corposanimaes moilos, porquo elles po-
l'in favorocer ou nfio a putrcfacgBo dos cor-
pos, e mais ou menos concantrar os gazes..
Os ventos aliscos, na mongSo do sul, quo
Companbeira da Sra. Jesuina Montani, to-
das as pessoas que frequentavam o theatro
dramtico no Rio de Janeiro ae recordam
d'essaslutas em que as duasjovens e inle-
ressautesactrises sa esforgavain em sobre-
sahir, e o publico Dumineuca em as applau-
dir. Entio uma repressutagSo ordinaria
portancia do vonlo depende principalmente I ondo "cain os couros, as ponas, o sebo, os
intestinos ? espostos so ar ? u3o por cario :
e pelos inconvenientes mostrados na primei-
ra parte deste traballio, ella deva licar em
lugar separado; onda a municipalidade a
outras autoridadespossamobservar oseu es-
tado de conservagfio e limpeza da cidade, o
que do ivit 1 nfio consiguira se pormittir
reina de margo a setombro, s3o E. S. E-e que sejam tirados do maladouro anda ver- pareca uma noite de beneficio. Acoocur-
S.S. E ,e na mongBo do norte que rema de des, eic, ele. reocia, osapplausos, as flores, as aves que
setembro e margo sBo E. N. E. e N. N. E. j A CommissSo achs portento que a planta re soltavam, eas Olas smarellas e azuaes
A observaefio tem mostrado que junto a ter-' offereci-Ja pela municipalidade est incom- qua ornavam os (rutistas e Montaistas,
ra, e mesmo sobre esta, isto pude solTrer va- pleta, por nSosatisfazer as verdadeiras ne- ludo concoma para lomar u theatro bri-
nagfio, a qual he sempro procurando E. o cesstdades do um matadouro publico.eenten- Ihaole-
couio de faci ao observador, que estiver na de que se podo definir da maneira seguiota Sabbado, segundo nos consta, estrear-se-
in'i, ,i do mar as costas de Pernambuco.ver as diIV -i-entes condiges e commodidades de ha a Si*. Orsat na Yei.dsdora da tirus. To-
que o vento sempre lhe so;>ra do levante pa- um maladouro. ios os quecouhacem esta linda comedia, e
ra o poente : assim como quo lie mais fre- Maladouro he o local destinado psraore- a graga com que a Sr*. Orsst desempenhs o
quenle a variagfio para sul do qua para or- cabimento de animaes vivos, qua tem de ser P'Pe' da gentil a sngala camponeza nao
le: porm deixaniode parte estas alte'a- distribu los pela populagBo, depois de mor- deixarBo por cario de concorrer ao thoatro.
gos das cor .entes oreas.e lomanj 1 snen- tos c de conteras partes em quo se os divi- Da nossa parte desojamos que quanto antes
leem coiuidTagSu os ventos mais constan- de em apropriado eslado do conservagSo. O Sr*. Orsat se mostrar tainbeai em papis
les, parece queo la lo do Capiharibe deve ser boi, carneiro, cabra, porco para consumo de outro genero.
o preferivol, visto que Meando ao p lente da geral devom nelle ser morios, e dove con- Temos esperangas que a jovem actriz se-
cididejpriuieiramciitn seraosla banbada pa- t8r indispensavolmoiile ; |,e curraos onde se r bBm recobida pelo generoso publicod'es-
los venios, que ao depois irBo ler ao mata- recolhatn os animaos, comagua poUvelconj- la cidade. ASr". Orsat be om talento reco-
louro : m corrente n3o menos consiento que a diurna proprietario possa escolher o que lor seu. alem d'isto he nossa hospeda. Nutrimos
tirar a importancia desta preferencia; he a 2.', um local para a malanga e peso com esperaoga de que jamis no nosso theatro
corrente do norte chamada terral, a qual he as con iigasde queanimacs vivosoSo vejara as simpathlase autipathias por este ou a
mais fresca, mais hmida, e menos furte, e os morios, e quo os morios eslejam em casa aquella artista serBo tradusidas por uisul-
por isso mais propria para condensar, e de- espagosa e frusca. tos grosaeiros e salvagens. Uma compaohia
volver os gazes ; o qual deeois de bauharo $>, casa pareis empregados conservadores de artistas podem havar differenles gneros
mata 1 un o,ven 1 directamenle sobre a cida- d0 estabelecimeuli, com quartos para rece- o talentos e lodos serem dignos de applau-
de. Depois du Capiharibe, o Bebiribe olTere- ber qualquor concorrente, etc. sos e elogios.
ceria mais vantagem, senao tivesse quer para 10, casas para salgadeira.forcureira.derre- Felicitamos a empresa do theatro do S.
o lado do norte, quer para o do sul as cida- lideiras de sobo, deposito de ponas etc. Isabel por esla bella aquisig3o. Ella domos
desdo Becie e a deOlimla. 5% umquarlo para guardar-sa cora limpeza ira o quanto essa empresa, apesar do mo-
Besta pois o lado da Cabanga, que lica ao os instrumentos propnos para a malanga o dico subsidio do guvurno, da pouco josto do
sul da estrada dos Alfogados, o em um por-! conservagSo do eslabelecimento. nosso publico, e dos obstculos couj que ha
to o mais salante do litoral, onde as cor-! Para abranger tolas estas condiges a lutado.so temesforcado por tornar bnlban
rentes diarias do levante e do pnate, em commissfiojulga que um espag de Ires mil tea compendia de artistas,
geral, as mais constantes, poderSo passar! palmos quadrados he suMlciente : e aquellos *
sem conduzir os miasmas para o centro da i que seacba do lado da Cabanga desde seu .. ~~
cidade. ponto mais saliente na boira do rio, e des-
Em consequencia pois da distancia d'agua cenJo em hnha recta at o aterro dos Afo-
e dos ventos, a commissSnescoliieu o lugar 1 gados, e dahi atea primeira cambos queem
da Cabanga como o mais favoravel para o linba recta corla a mesma estrada, he o que Srs. redactores. lie doloroso ver-mo for-
matadouro publico. I offerece as melhores condiges bygieaicss, gado a escrever para o publico narraud o
A CommissSo dara como terminado seu a econmicas. qua suceedeu entre mim, oSr. iniz Anto-
trabalho, se V. Ex. as mos da mesma) Recife SS de setembro de 1851. Dr. Jos eiodeMoraese Silva, e seu georo LuizPires
que lodosos bens se acharam hypolbecados
pelo genrono sogra.
Pouco lempo se demorou no Rio de Janei-
ro o Sr. Pires, e quando aqui aportou pro-
curou a minha casa on le ro receido como
no tempo em quo as mzalas esiavam inco-
bertas.
Inteiramenle desacreditado o Sr. Pires,
porque deixou os credorns a ver jurar teste-
munhas, procurou-me para o servir om al-
gumss pequeas quantias, passando do pou-
co ao muito, inseosivelmente roe vi eovol-
vido em um debito desse aenlior para comi-
go que algumas vezes oicedeu a 9:000,000
rs.: era tarde para recuar, mas tmpregando
diligencias e bons modos, pude reduzir esse
debito em questflo a pouco mais de 1:000,000
ris.
Foi nessa poca que o Sr. Pires fez pazes
com seu sogro, por motivos queporei no
olho da ra se a tanto l'r obrigado. Resti-
tuido assim o Sr. Pires mUade de seu so-
gro, entend que devia approveitar a occa-
siio de sfastsr-ma deste senhor para evitar
desgostos em futuro, e mesmo porque a
ninguem melhor, a com mais vantagem in-
cumba curar da sorte de seu genro e sua fa-
milia, do que ao Sr. Dioiz, sem dispender
um real, visto como em si liaba uma escrip-
tura de hypolheca que boje monta talvez a
300:000,000 rs. ; mas o Sr. Dioiz me disse
quando tal lhe declarei, que elle se raspn-
sabilisava pelo saldo que seu genro "me fi-
casse devendo depois de colinda a safra que
estava no campo, *>isto que em sau poder
tinha todos os escravos livres de penhora,
perlenoentos a seu genro, ou antes aos la-
drOts dos credores, como agora alguem Ibes
chama, e dos quaes faris vender quanlos bas-
tassem para meu pagamento : a safra con-
sumio-se, e grande parle do seu valor foi
para mSos de certa pessoa muito a muito
amiga do Sr Diniz, nBo chegaudo a que se
me remetteu para pagar a renda de um an-
uo do engenho. Por esta forros angmen-
tou o debito em v /. de demiuuir a mais de
quatro conloa de ris, e foi entilo que recur-
rir ao Sr. liiiii /. para cumprir a sua palavra,
e me disse com muito bom modo que passa-
ria a vender alguna escravos do Sr. Pires
para me dr algum dinheiro por conta, des-
culpando-se com a falta de cortos receb-
mentos, nomeando at as pessoas de seus
devedores, e muilo principalmente descul-
pando-se cum seu genro a quem por calculo
cobia dos maiores ultrajes, quando, ja se
sabo na sua auzeucia; audaudo assim ea
vuga este procedimento capadogal, at que
para melhor me illudir desisti desse meio
o Sr Dioiz, o me disse qua dos bens pinho-
rados a seu genro, levados a praga, repre-
s ntando elle o maior credor, lhe caera va-
lorcom que satisfazer-ma. Com estes en-
gaos, e palavrOesde honra, no que he fr-
til o Sr.tlnii/., e dos quaes faz frequaole uso,
descarregando sempre as maiores injurias
sobre seu genro, tendo alias com elle estrei-
tissima e cordial amizade, me foi imbatan-
do e intreto ve' at que a mora da mulher
do Sr. Pires, lillia do Sr. Diniz, veio offere-
ceraeste Sr. vasto campo para mostrar aos
ladro es dos credores de seu genro, para
quanto presta va.....OSr. Diniz que deveia
recuar com o golpe quesoffreu, pertinaz co-
mo um turco, s mi lembrar-sa que pouco
tem a caminhar neste mundo pola sua idade
e estado do laude, o quo alguma cousa he
preciso para a el 'roldado, fez que seu genro
annuncia-se ao publico que hia proceder a
inventario e que os credores justilicassem as
suas dividas :! !..
Que inventuario ser esse ?!
Quantos ere lores n3o apparecerSo de
centenares da contos da res alm dos ir-
mSosdoSr. Pires, nicos verdaderos de
quantias grsndes i1! Appello para a cons-
ciencia do Sr. Dioiz e de seu genro....
Fique porm sabendo 9 publico que, a
boa l que se poda depositar em um homem
de to doces palavras como o Sr. Diniz fui a
que nelle justamente deposilei.... fatal boa
f.....
A minha divida he de reas do engenho,
lilla de que fui fiador, para o Sr Luiz Pires
Forreira genro do rico proprietario, e capi-
talista Diniz Antonio de Moraes Silva, ter
onde metessem a cabega ; de caruo do Cea-
r, farinha e ruupa para seus escravos ao-
darem vestidos e mantillos; de objedos
ditTorenles, para ter que comer sua meza
inclusive a Dlha do Sr. Diniz, e ruupa para
se vestir 11
Desta familia resta o Sr. Luiz Pires redu-
zido veraladeira inutilida le por alguem__
e uma menor.... he a neta do Sr. Diniz e
basta... ella devo sor bom dotada, o os la-
dros dos credores, como agora os appelli-
lam, que liquen) ren lo as unhas, desdedo
mais pobre sapateiro at ao mais, appolon-
to capitalista, quo todos foram victimas da-
quilio mesmo com qua me illude.
EmconcluzBoa minha divida incluindo
os ltimos suprmanlos monta a mais de
6:200,000 rs. que ser re Insola a 10 por
cantosa os Inbunaes do paz nBo puderem
extremar as dividas ficticias das verdadeiras,
e mandarem dar a estas nicamente paga-
mento.
Com a publicagSo destis hullas muito
obrigar oseu assignante
Francisco Fernandas Thomz.
7
Publicag&o a pedido.
Illm.Sr. Acabando de recober um odlcio
dactado de II do corrente, em o qual V. s.
me cooamuoiea de ordem de direcgBo da ss-
sociaglo comeiereial para comparecer no
dia 14 !'!* 4 horas da tarde afi.-n da rei-
londar por iafraealo eoaaawHida ao esertp-
to obrigalorio que se formulou em virt.i le
da delihoraglo da aasembla geral ; cum-
pre-me responder e V. S que havendo eu
despedido dessa associacfio, desde o mez
passado por ollicio que j foi presente s df-
recgSo, scho-me desligado das obrigages
de socio, e como tal desconhego a obrigagSo
de obedecer a orden que por dito offlcTo
foi intimada.
He quinto se me offerece s responder
V, S. que se dignar levar ao oonheeimeoto
da mesma direcgBo a resposla cima.
Dos guarde a V. s. Recife 13 de outu-
bro de 1839.-Illm. Sr. Manoel Florencio
Alves de Moraes primeiro secretario.
Manoel Pereira de Carvalho.-
COMMERCIO
PRACA DO RECIFE 13 DE OUTUBRO, As
3 HORAS DA TARDE.
coTagssorriciiss.
Cambio snbrn Londres l a -28 d.
Assucir branco novo de 1,7*0 a J.loo rs. aor
arroba. '
Dito mascavado dito de 1,100 rs, or ar-
roba. r
ALFANDEGA.
Rendimento do 1 a 13. .104:633 799
dem do dis 13.......II:337'|36
115:969,925
Disearreaam hoje 14 Barca ingleza Sunrd t'iik reercadorias.
Brigue inglez ratela bacalho.
Briguo portugus Flor do Mar (eros-
dorias.
Polaca sarda Rafaelina lagedo.
Escuna brasileira delaide o resto.
CONSULADO GERAL.
Rendimentodo I a 13
dem do dia 13 .
5:621,519
3:682,652
8:304,181
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do 1 a 13 913,741
RECEBEDOKIA DE RENDAS INTERSAS GE-
RAES DE PERNAMRUCO.
Rendimento du dia 13 .... 399,001
CONSULADO PROVINCIAL.
Rondimonto do dia 13. 1:311,855
Movimento do porto.
iVoro entrado no dia 13.
Sidney 92 das, barca ingleza earDeliv,
de 372 toneladas, capitSo Mickloburg, e-
quipagem 13, carga la e sebo ; 10 capi-
tSo. Veio refrescar e segu pars Lon-
dres, ron inzu lo 9 passageiros.
tlaoios salvaos no mesmo dia.
Aracaty-- hiate brasileiro llovidos, mostr
JoBo Delinque de Almoida, Carga varios
gneros. Passageiros, Jos Augusto de
Castro, Noberlo Barbosa 'Lima, Jos No-
gueira de Amorim Garca, Theodoro Er-
nesto de Castro, Jos Joaqun Bezerra,
NapoleBo Gabriel Bez.
liba de Fernando de Noronha patacho na-
cional Prapama, commandante Camillo
de Lellil Fonseca. Conduz a seu bordo 14
sentenciados, 19*pragas de artilharia in-
clusive 3 cadetes que vBo presos. Passa-
geiros, Manoel Thumaz dos Santos, Mi-
guel Alexandrino da Fonseci Galvlo, Ro-
berto Rodrigues Podelha, Antonio Jorge,
Martimana Francisca de Paula, Antonia
Mana de Jess.
KDITAUM.
Correspondencias.
bies sendeiros: he uma flcgSo do carcter4 nSo depositisse a planta que foi approvs-' Eustaquio Gurnes, director dos liospities Ferreirs !
Senhores redaclorei. Bem leparado do I10-
llfo daa oldsdfS, por Uso que hatillo mu um
desle esquccidoi alverguei, fazcado inioba
proliaao da vida campestre, moroiaa devein
aer ralnliaa coinniunicaedea, lamo para 01 par-
licularea, como pira o respeitavel publico a
quem aubmelio e.n, para emitir o eu julio :
e nao admira que aeudo o caso paaiado em
priociploa dejulbo, dease agora putilcidade,
poli inoro diatanle da capital quaai so legoai, e
em um eacondrjo.
bempre mal aquinhoadoa os babitaatei deila
comarca com os empreados que para ella vein
(salvia as honrosas excepcea) quando o acaio
depara com um que felUmenle cuinpre com
aeui deveres, J as sellas da maledicencia prio-
clplain a fer-lo. >r-le caso eal o promotor ac-
tual o Sr. Dr. Tamarindo, peaoa que boora a
adininiatracio do Ezin. Sr. Ribeiro pela aua
boa escolha. Completa agora Ires mezes de ea-
crcicio neste emprego o .-o. Dr. Tamarindo, e
faca-ae-lbe justica, he magistrado integro, tem
um cxcppcioual couiportaiueula, e pelo aeu ca-
rcter iadependenle e justlceiro d eipcrancas
nuil liioogeirai h. iln.inic carreira que ea-
In-u-.i ; goza de um geral couccilo u'eita co-
marca petai boas qualidade, de que be don
c le alguem ba (cuino consta-me) que o teoha
seosurado, e al mesmo olbciado ein lerinra
pouco ou nada civil, be porque o Sr Dr. Ta-
marindo nao eil pacluado com o criine,he por
que o Sr. Dr. Tamarindo nao eit alllado pau-
dilha dos desordelroa; e porque ein in o Sr. Dr.
uo obedece aoa inandaiua e nem a < uafaz 01 de-
icjoi denai autoridades luoalica couililuida
por ai ineamai, e repelle coui o carcter qua Ibe
be proprio os insultos de que forem ellas capa
es de dujgir-lhe : ficandv S. S. cario que, ein-
quanlo aiaiin proceder, encontrar 11111 apelo
decidido neila comarca, e que seinelhaale pro-
cedlinento daquelU aulorldade foi reprovado
por todaa ai pessoas de boui lento, meiiiio
dcita freguezia. Nao eaposo ideiai polticas, e
ik'iii (eolio depcitdeocfa do Sr. promotor, pira
que poiaain utar-me de adulador ou impeli;
e ineimo ignoro quaes lejain 01 leus iculnneu-
toi poltico!, e s em abouo da verdade da que
aou grande apreciador, e do nierilo do Sr. pro-
motor, ja de muiloa reconbecldo, be que peco
aoi leubores redactor que quelraiu iuieilr
em seu concelluado jornal eatai mal tracadaa
linhai, com o que muilo o'irigarao ao seu al-
talo e venerador
O apreciador do mrito.
Comarca de Gwanbuui w de julbode i84,
u Illm. Sr. inspector da thesoursria
provincial, em cumprimenlo da ordem do
Cxm. Sr. presidente da nrovincia de 37 do
corrente, manda fazer publico, que nos das
19, 20 e 31 de outubro prximo vlndouro,
ir a praga para ser arremata lo peranto a
junta da fazenda da mesma tbesouraris, s
quem por menos fizer a obra do vigessimo
primeiro lango da estrada da Victoria, ava-
hada em 13:318,606 rs.
A arrematagSo ser feita na forma dos ar-
tlgos 24 e 27 da le provincial n. 386 de 17 de
maiodel85l, e sob as clausulas especiaes
abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematagSo comparegam na sala das sessOes
da junta, nos das cima declarados, pelo
meio dia, competentemente habilitadas.
E pars constar sa mandn alisar o presen-
te e publicar pelo diario. Secretaria da lhe*
souraria provincial de Pernambuco, 39 de
etembro do 1852.O secretario,
Antonio Ferreirs da AnnuneiagSo.
Clausulas especiaes da arromatagSo.
1.* As obras do vigessio da estrada da Victoria serSo feitos de con-
formidade com o orgamento e plantas sp-
provadas pela directora em conseibo oeaia
data, e apiesanlado a approvagBo du Exm.
Sr. presidente da provincia, ludo na impor-
tancia de 13:318,606 rs.
3.a O arrematante comegar sp-obras no
piaso de um mez, e coocluir o de um ao-
no, contados da dala da assigfiitura do con-
trato.
3 a A importancia desta arrematagSo ser
Paga em quatro preslacOes iguaes da manei-
ra segunle : a primeira quando o arrema-
tanle uve.' feilo a torga parte da obra do
qeu contrato; a segunda quando tiver feito
dous tergos das obres ; a lerceira quaodo
lor recebida provisoriamente; ea quarta
quaodo for difinilivameote recebida, nBo
devendo ellecluar-se pagamento algum an-
tes de lindar-sao primeiro siniestro do exer-
cicio do 1852 a 1853.
4.' Para ludo o mais que n.lo estiver de-
terminado as presentes clausulas seguir-
se-ha o que dispde a lei provincial n. 286
de 17 de maio de 1851.Conforme Ose-
crelaro,
Antonio Ferreira da AnnunciigSo.
O Illm. Sr. inspector da Ihrsoursria
provincial, em cumprimenlo da ordem do
Kxm. Sr. presidente da provincia, de 39 de
setembro prximo passado, manda fazer
publico que nos dias 36, 27 o38 do correo-
te ira praga para ser arrematado peranto
a junta da fazenda da interna Ihrsouraria,
a quem por menos tizar, a obra do 93.* lan-
go da eslrada da Victoria, avaliada em ris1
13;902J3IO..
A arrematagSu ser feita na forma dos sr-
tigos 34 e 37 da lei provincial n. 386 de 17
de maio, e sob as clausulas especiaes abai-
so copiadas.
As pessuas que se propozerem a esta ar-
rematagSo comparecam na sala d da mesma junta, nos dias cima declarados,
pelo meio dia, (competentemente habili-
tados.
E para constar se mandou alixsr o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretara da tnesouraria provineisl de
Pernambuco 3 de outubro de 1842. -0 se-
cretario, Antonio Forreira da Annunciaglo.
Clausulas especiaes da arremalacit
1 As obras do 93.' lango ds estrsda da
Victoria serio fetas deconformidaje com
o orgamento a plantas spprovtdas pela di-
rectora em cooselho nesta dais, eapreten-
tids aprovsgiio do Exm. Sr. presidente
*.
'"
i


V
S"
faa^^a^aaaaaa^^asafaaaaaaM^M
dt provinci, ludo ni importiocia da ris( Tira Flavre deGrace
18:902#S10 [ Segu eom brevidade, pori ter grande
9. O arrematante comecar as obras no! parte do cirregamonto. o brigue franeez
prazo de um mez, e cuncluir no de umj Cesar, capillo Sernos; para frete e passa-
anuo, contados da dala da assignatura do I ge i ros, dirijam-se casa dos consignita-
3
contrato.
3. A Importancia desta arremiltcgo sera
paga em quatro prestaces iguaes da manui-
ra seguintei a pr ion-ir a, quanJo o arra-
mtante tivur feito a terca parte da obra do
seu contrato; a segunda, quando ti ver tej-
i doua tercos das obras; a terceira, quan-
do for reeebida provisoriamente; e a quar-
ta quando fr definitivamente reeebida, nlo
devendo effectuar-se psgamento algum an-
tes de (indar-so o primeiro semestre do
ezercicio de 1853 a 1853.
4. Para ludo neis que nSo estiver deter-
minado as prsenlos clausulas segu r-se-lia
oquedispe a lei provincial n. 286 de 17
de maio de 1851.
Conforme. O secretario, Antonio Fer-
reira da Anounciaclo.
Declararles
O arsenal da marinha compra varos
de cobre de S|4 de polegada de grossura : as
eessoas que quizerem vender semelbantes
vares, slo convidados peto Illni. Sr. ins-
pector interinos comparecer nrsts ins-
peecjo.
Crrelo.
O vapor de guerra Alfonso, recebes msla
para o msranbo boje ,\i ao meio dia.
-- O arsenal da marinha compra no dia 14
do correte dous mil alquelrea de cal prets,
e contrata nesaa occasifo o foraecimento
desse objecto por espado de tres mezos ; as
pessoasque semelhante venda quizerem fa-
zer, assirn como o dito contrato, compre-
la ni nesta secretaria ao meio dia, com as
suaa propostss em cartas fechadas.
Pela subdelegada da freguezia de 8. Fr.
Pedro Goncalves, forsm apprehendidas tres
peles de cuuro de lustro, encontradas com
outros objectos furtados. e duas pecas de
madapolSo, na venda de Antonio Fernandea
iHiarte: quem for donos drsses objectos ap-
pareci, que provaodo serem seus llio serio
entregues.
Cmara municipal do Kecife.
Pela contadoria da cmara municipal do
Recife, ae avisa aos donos de carros e maia
vebiculos da conducho, que no nuoiero 917
deate Diario, de 27 de setembro ultimo, fui
publicado o regulamento expodido pela
mesma cmara o apjrovadu lelaKxm. Sr.
presidenta da provincia para arreWdac8o do
imposto sobre os mesmos carros, de confor-
midade com a le provincial n. 301 de 8 de
maio deate anoo, artigo 17 e seus ; cor-
rendo daquella data cima de 27 o praso de
30 Otas marcado oomeamo regulamento pa-
rar ilentro delle os donos de taes csrros vi-
remda-los a lancameuto nesta contadoria,
e receberem a uumeracSo correspondente a
cada um delles, sflm de que no mez de no-
vembro prozimo seguinte sepossa etTectuar
a cobranca, a bocea do cofre do referido im-
posto, desudo sujeito as penas comminadss
no suprscitsdo regulamento os que o nSo
lizerem. Contadoria municipal do Recife 6
de outubro de 1852. o contador, Joaqun)
Tavares Rodovalho.
O riscal da freguezia do Poco da Pa-
nfila faz ver aos seohores bolieiros, que nao
po lem andar com os carros sem luz.
Banco de Pernambuco.
Os deaeontos sSo de 6 por ennto st o fim
correte, e de 8 por cento st 6 inezes.Com-
pra e vende letras sobre o Rio de Janeiro,
de qualquer quantia e a prasos rssoaveis.
Banco dePernambuco 9 de outubro de 1852
O secretario Jl. I. de Oliveira.
ros Avrial IrmBos & Companhis
Psrs Lisboa a galera portuguez Mar-
gtrida cspitSo Si Iverio Manuel dos Res, ssi
ora menor brevidade possivel por ter a
maior parle da carga promita,quem quiser
earregar ou bir de passagem para o que tem
excedentes commodos dirijlo-se aos con-
signatarios 01 leira IrmSos & Companhis,
na ra do Apollo n. 14, ou ao referido cspi-
tSo na [-raga do commercio.
JLeil&o.
- OSr. padre Antonio AlvcsdeCsrvalbo.
tem urna carta vinda do Cear, na rui da
Cruz n. 8, segundo andar.
Preeias-se alugar um moleque de 14 a
15 annos poueo mais ou menoa, para servi-
co que no he pesado : s tratar no aterro da
Boa -Vista, venda n. 49.
Comida com perfeicao.
Na ra dooitlo da matriz da Boa-Vista n.
30. cosinha-se com perfeicSo qualquer qua-
lidade de comida, tanto para almorocomo
para janter, e mosmo oeis, por prego com-
modo, mensal: a tratar na mesma cass.
-.- He chamado o Sr. Francisco Augusto
da Costa CuimarSes Jnior, ao armazem de
assucar o. 26 da ra do Brum, para que v
pagara sus letra vencida em o primeiro de
maio passado, visto que nao se ssbe o lugar
de sua morada, e tambero, porque nenhum
cuidado tem tido de satisfaier o seu debito.
sim como rlcss csrtelras, e reformsm-se
quaesquer boticas, cujos medlcsmentos se-
ram falsos, ou deteriorados.
;csr a io mezeg de praso.
a direccSo da associacSo
commcrcial dos logists des-
ta praca, annuncia aos so-
cios
i
, que lem a venda um 4
completo sorlimento de fa- ?
zendas inglezas, no seu ar-
mazem, na ra da Cadeia de 9
Santo Antonio,' o qual se a- ?
cha aberto das 10 horas da *
J' manhSa os 3 di tarde.
O doitor em medicina J. B. Cassno- s)
va, estando de volts daFranca, tem 4
abarlo o seu consultorio homeopathi- ?
co, na ra da Cadoia do Recife n. 49,
primeiro andar, aonde j lo ser pro-
curado a qualquT hora do dia. 19
Alguma pessoa ou pequen
LeilSo no Bazar, na ra do
Vigario n. 4.
Avisa-se ao respeitavel publico,
que neste estabelecimento haver
leilao, por intervenco do agente
Moberts, no dia sczta feira i5 do
corrente, as 11 horas da manhaa,
de fazendas de todas as qualida-
des, as quaes atrio vendidas sem
reserva; em poredes ao gosto dos
compradores ; assirn como, roga-
se a todos os negociantes e logia
tas, que quizerem aproveitar a oca-
siao para a venda de quaesquer fa-
zendas, para feixar cuntas, de as n;^d=^."ATSwS *>" u em de nJ"or v,lor:
mandar com antecedencia, ejun- JfjX373fta seobora, visto dita escra- Q wnv.er, snnuncie para ser pro-
tameute convida-se a todos os a-va pnente, ao abaizo assignado corno0 ?. Fm.n Pinl0 ,hdito nortu-
madores de pechiochas de compa- affaSB^
recerem no mencionaJo leilo |,odoAmar.l. 1 -M-noel Rodr.gues p.nhe.ro nSo he ma,s
Antonia Maria do Carmo, Brtiieira ,
retira-se para o Rio de laneiro.
-- Um brasileiro, morador nesta cidade,
se offerece para escrever em qual |uer car-
torio, do que tem pratica : quem precisar ,
annuocio.
A senhors JoannaSaldaiihs, queira di-
f*i7"i7d'r'"'r',e a fuado ueimado, loja n. 11, ou
Ea^rTasn@rH&H
- Preclsa-se alugar dous r retos possan-
les, para o se.vico de roa : quem os tiver
dinja-so ao pateo do Carmo, venda n. 13 :
na mesma vende-se veles de csrnsubs, de
muito superior qualidado, a 280 rs. a libra,
de diversos tsmanhos, de 6, 7 e 8 em libra.
Aviso.
Bernardo Jos Rodrigues, que pretende
fallar com o Sr. Joaquim de Souza Mattos,
que teve luja de mercearia em Lisboa, no
caes de Santarem, que o dito Rodrigues
morara na loja de cabos, no caes de Areia
n. 18, boje empregado no vapor AITonso,
e assirn espere que o dito Sr. Mallos Ihe es-
creva para o Rio de Janeiro, praia dos Mi-
neiros n. 43; o dito Rodrigues seguo via-
gem para o Maranho evolla multo brove,
e assirn pode o dito Sr. Mattos procura-lo
na casa do Sr. Andr Barboza Soares, na
ra da Cruz n. 28, e donar dito a sua mo-
rada na mesma lo|a.
Sabbadn, 9 do errante, perdeu-se na
igreja de Nossa Snnhora do Itozario, um
iniiei "i, com quatro oitavis e meia e com
s 'te diamantes, esmaltsdo de azul, que mal
so divulga; rogt-so a pessoa que o achar,
ou a quem fr olterecido, haja de appre-
hender e dirigir-se ra da Concordia n.
4, que ser gratificado.
-- G. Adolphe Bourgeois, vai Europa.
Lotera da matriz da Hoa-Vista.
as rodas desta lotera andam im-
preterivelmenteno dia aG do cr-
lenle no consistorio da mesma
matriz. O resto dos biihetes con-
tina avender-se nos lugares j
anounciados, e mais no aterro da
Boa Vista n. 62, casa do senhor
Vicente Antonio do Espirito Santo.
-- Tendo-se snnunciado pelo Diario o ar-
rnndamento da casa e sitio do Zongu, con-
Deosdispeni.
Acaba de ebegar do Rio de Janeiro, tra-
'uziilo em portuguez o ezcelleute romance
le Alexaodre Dumas, que tem titulo Dos
llisi'em, vendem-se na livraria da praca
da Independencia n. 6 e 8, a 8,000 rs., cons-
tando de 6 volme*.
Compras.
. Inr-nrranl carec la cobrador da ItevolucSo de Novembro: os se-j vem pera claresa, declarar, que ha baixa de
brs, bicho! efo"en! Dnores !?> nSo paguemmaisaodito'capim que no anterior arrondamento foien-
rua da Guia n. 12, com duas salas a cinco 1* A pessoa que annunciou para vender
quartos grandes, por prero commodo : um esersvo, olllci! do sipiteiro, dirija-se a
quem o pretender, dirija-se ao segundo ruaire a 11. II.
andar. No dia 15 do corrite, vai a praca da
Alnga-so um bnm preto, para o servi- Iprimeira vara do civel, as horas docostu-
(0 de casa, he muito deligenle e fiel : a me, o escravo pardo, de nome Luiz, penho-
tratar na ra do Collegio n. 15, segundo rado poj ezecuc'o de TheoJoro de Almeila
andar. ;Costa, contra Antonio Alves, Ferreira.
Arronda-se pelo lempo da festa, um si- i Prrcisa-se alugar urna ama forra, sem DAVID WII.LIAM BOVVMAN
lio no principio da e.traJa nova, com casa niho, que tona bastante leite : na ruado ro machinisla efundidor de forro
soffrivel, duas cacimbas com boa agoa de Crespo n 10. respetosamente annuncia aos sennores
Pretende-so comprar a casa n. 7 da propietarios de engenhos, fazendeiros, e
ra de S. Pedro Apostlo, em Olinda, per- a0 respeitavel publico,,quo o seu estele-
Vicente Ferreira do Sacramento; cimento de ferro movido por machina de
IIIA USO
beber e bastantes arvoredos de fruto: quem
o pretender, dirija-se a ra Nova, no primei-
ro andar do sobrado n. 26.
-- OSr. Vital da Silva Belmonte, tem car-
tas : na ra da Cruz do Recife, armazem
n 62.
A mesa regedora da irman-
dade do Divino Espirito Santo ,
erecta na igreja de Nossa Senhora
da Conceico dos Militares faz
publico, que, o boato espalhado
por alguem [ tslvcz de proposito
de que
tende
Nossa
teiramente dastituido de funda IniBHuVq M\tiM~mtotTHM- mSod'obrra saber:
monto, pois que a mesma irman- Ibas, podero dirigir-te I mencionada casa, 1 Machinas de vapor
AiAf ,rl ,., ,r^;, m a qualquer hora do dia, certo de que a an- trualo.
com a 1 nunc,nie empregarg todososseusdesvelos! Moendss de esnna para engenhos ue
ga-se um moleq
lo fiel, o ptimo cosinheiro 1 na ra do IU11-
gein.44.
I'ncisa-se alugar u.na ama que tenh
Loin I lio : na pra(a da Independencia n. 31,
se di quem pretende.
-- O abaixo assignados derlaram pelo
presente, que aoiigavelmente dissnlveram a
iej. sociedade que tinham na loja da ruada Ca-
rro mu dea do Recife n. 14, a qual girava debaixo
da firma de Ferreira & Machado ; ficando o
socio Ferreira sujeitn a liquidado da mesma
firma.Jo3o Goncalves Ferreira, e Hanoel
de Mallos Machado
-- Engajam-se serventes forros ou capti-
vos, para irabalharem no armazem de assu-
Compram-se rscravas eevendem-se, re-
cebem-se de commlssSo, lento psra a pro-
vincia, como para fra della: na ra dos
Quarleis n. 34, segundo andar.
Compram-se duas creoulas ou pardas,
de 14 a 20 annos, e que tenbam boas figuras;
na ra Nova n. 16.
Compra-se ums negra, que saibs ven-
der na ra, preferindo-se a que fr de na-
3o da Cusa de Mina : na ra Augusta n.
32,se dir quem compra.-
Compra-se ou aluga-se urna liteira em
bom oslado : na ra Velha n. 63.
Compram-se eferavos de ambos os se-
xos, psrs dentro e fra da provincia, agra-
dando pigfto-se lioiu : na ra das Larangei-
ras n. 14, segundo a idar.
Compram-se escravos.creoulosou par-
dos, de 8 a 20 annos de 1 lado,o paga-se bem:
na roa estreita do Rosario n. 28, segundo
andar.
-- Compram-se sete quartos, posssntes
e gordos, e um bom cavallo de estribarla :
quem os tiver, cumparpea das 6 at s 9 Mo-
ras da manhS>, e das 3 as 6 da tarde no se-
gundo andar da casa n. 35 da ra da Praia.
Vendas.
lncente .
se houver algum ombaraco em dita ose, vapor, na ra do Brum, passando o chafa-
queiram declarar pelo Diario. riz, contina em effectivo exercicio, ese car n. 26 da ra do Brum.
O 3u A, 'acha completamente montado com appa- .. n,oge-se aos senhores Joaquim Leal,
da ra estreita do Rumio, travessa para o'relhos da prime.ra qualidade para a per- morador 110 Arraial, e Manoel Marinho Ca-
Oueimado avisa ao respeitavel publico que feita confocSo das maiores pec.as Ue ma- valcanti, Domingos Jos Soares e J0S0 Ca-
Iraaebao norcao dosles biscuits dla cou- ch.nismo. valcanti de Albnquerque.moradorem Abreu
rnnne-c oulros reeomroendados para o I Habilitado para emprehender quaes- da Una, deiren a ra do Crespo n. 13, a ue-
Cliampagne pelo autor, etc., etc., chega- quer Obras da sua ^'J* gocio de interesse.
ios no ultimo brigue vindn do Havre. Bowman, desoja mais parlicularmenio Alug.-ae por lempo de teja u.na caaa e
" attenco publica para as se- tillo na Capunga, por prejo raioavcl na Ira-
da melhor cons-
dade se acha em armona
respeitavel corporacao
litares.
dos
mi- ,em nSo desmerecer do seu conceito.
Coiitiua em fuga meu escravo Ber-
1 osrdino, de Angola, de boa oslatura, nao he
U abaixo assignado faz ver totalmente prelo, sem signaesvisiveis e he
a illttstrissima senhora D. Auna iouco, ilgotl mMmM P 2"**"
. r ii^. !doe capturado, representa ter 40 a 50 annos
viuva uo Uado senlior rrancisco 'e ja pinta; supponho ter ido ou condolido
Xavier de Lima, que O mrsmo llie Pr alguem paraoseitSo ou mato; por isso
. i c >. Irogo a polica da provincia o capilaes de
lnou devendo 600,^17 rs.,e como lcimp, p0 prendam econduzam-oao sitio
i
13.' RtfITA DA ASSIGNATURA.
Sabbado 16 de outubro de i85a.
Estrs da actriz Leonor Orsat Mendes.
Depoisda execucSo do urna escolluda nu-
vertura, subir a scena a interessanlo come-
dia em 3 art 18, ornada de coros de msica,
A vendedora de peis.
Person-i,"cns e actores.
O ro -- o Sr. L. C. Amo lo.
Conde de Ncuburg -- o Sr. Joaquim Jos
Besen?,
RsrSo de Kemgsberg -- o Sr. B. Senna.
Botlet -- o Sr. A. Jo je.
Jtiiz de psz da aldeia o Sr. L. A. Mon-
teiro.
Werner cspitSo das guardas -- o Sr. Ro-
zando.
Iler-inann lenhador oSr. J. A. Costa.
Rainha a senhora Carmela Lucci.
Baroneza de Peteroich a senhora M. A.
Montoiro.
, i.otlia, vendedora de penis a senhora L.
0"rsat fcndes.
Dorothea li;li do juiz de psz- N N.
Um criado N. N.
Terminari o espectculo com a niuito ap-
plaudida comedia em I acto,
Dous genios iguaes nao fazem liga.
Principiar as8 horas. /
Os b.lheles ach>ai-sedeado j a venda no
lugar do cosiume.
a primeira recita da assignatura que se
seguir, ter lugar $ estra do primeiro te-
nor D. Antonio lliarra e depois a do actor
Mapoel Joaquim Mendos.
Roga se aos seohores assignantes. cujs
assignatur* terminou na ultima recita, n
dese|rem continuar, o obsequio de manda-
reis participar hojo no escriptorio do
theslro.
depois da morte do niesmo senhor Capellinha doMondego, termo da freguezia
da Boa-Visla, comarca do Recife, que sorilo
pagos. Assirn faco saber que Antonio Leite
de Magalhles, soldado que fui le infanlaria,
ehojecom baixa,arranchan lo-se neste sitio,
dopositou em meu poder urnas pecinhas de
ouro psra as guardar; sobro ellas foi me pc-
e eu vendo a boa
fui
ten ha- Ihe escriplo, c nao leudo ale
boje resposta, por isso usa deste
meio, e niesmo por ter-lhe vindo
ao conhecimento que o inyentario
de sua casa e partilhas., i se fize- I'""1,0 l"'r vczo9 '"hciro,
. 1 conducta que entilo most
lodos os lamanhos ,
agoa. ou animaos.
movidas a vapor por
moinhos de vento e
Avisos martimos.
-- Para ri Rio Grande do Sul aegue com
muita brevidade o brigue nacional Le3o,pre-
gado e forrado de cobre; para 0 resto da car-
ga, escravos a frete e passageiros, trata-se
no escriptrnio do JoaCaodilo de Barros,
na ra da Cruz n. 66.
Para a Baha.
Segu com brevidade a veleira
e j bem conhecida escuna nacio-
nal Adelaide, que acaba de clic-
gar da Babia : quem nella quizer
earregar, pode dirigir-ae a ra d
Cadeia Velha n. a3, oua do Tra-
piche Novo n. 16, segundo andar.
Para o Aracaty
Segu em poucos das o hiale Ligeiro, for-
rado e pregado de cobre, por j ter parte de
aua carga; para o resto e passageiros trata-
se na ra do Vigario n. 5.
-- O brigue Animo ssbe para o Rio da
Janeiro em I do correle, para escravos
e passageiros trata-se com o consignatario,
na ra da Cruz *. 33.
da referida quantia acitna. itecife I me'urna 'letra ssi^nada peloSr. Borges.por
.. Jo .,,,1,1.,,, A* ,U M. lella nao saber escrever, para me pagar a 8
1 a de outubro de irJaa. Ida- dejt(10ir0 prximo passado, deizsndo dito
noel Ignacio Oliveira Jnior.
-- A sociedade dss artes mecaniess, reu-
nir-se-hs um assemblea geral, sexU-feira,
15 do corrente, pelas 7 horas da tirJe, para
cujo fim a di.-eceo convida aos senhores so-
cios.
A quem Ihe faltar urna lancha,a qual no
dia todo corrente ia de rio abaixo, dirija-se
a barreira do Mot-icolomb nos Afogados,
que pagando as despezas Ihe ser entreguo.
Ouinta-feira, 2t do corrente, pelas 4
ourinho, o qual o poJeria levar para onde
u quizesse;assim me confiei du Sr. Leite,mas
o dito senhor al esta data nSo tem appare-
cido; por isso rogo e aviso ao publico que
dito Leite cosluma noguciar com ouro falso,
e fazer saques com elle de dinheiro legal,
dizen lo que morava em Limoeiro etc. Em-
(im be um bomem que dere ser pesquisado
pela polica, e prender-se esso bom cidadSo,
l*arn da cadeia pogar-me, e alm disto ovi-
lar-se continuados furtos que esse ho-
horas da tarde, na po.la da casa de residen- mem va. fazendo a quem podo engaar, e
cia dolllm. Sr. I)r. juiz de oiphaos, vai ipassaodo por homem de bem; o qual he par-
praca a casa terrea n. 37. sita na ra do No- Jo, moco, e a maioria dos soldadas o conlie-
gueira, avahada em 1:300,000 rs. por eze- !cem. Sebastiao dos Oculos Arco Verde Per
cu(3o de Antonio Candido do Miranda,como
tutor do menor Manoel do .Nacioienlo, con-
tra O. Josepha Maria da l'aix3o ; adverte-se
que sera a ultima praca.
distribuidor da KevolucSo de Mo-
vemhro, na freguezia de Santo Antonio, o
Sr. Jos Joaquim de Lima,he d'ora em dian-
te o cobrador.
AO 1 im.lUi DE NAZARETII.
O bacharel formado Joaquim llygino da
Molla Sil vcini, n.orailor na ra do Cummor-
cio da cidado de Nazarelll desta provincia,
acaba de ser nomeado pa>a este local, mem-
bro e delegado da companhia de agencii de
negocios eqtro o Brasil o Portugal, o pelo
prsenle declara a lodos os intcresidos que
liveretn negocios a S'guir, ou agenciar em
Portugal, para arrecanajjo de bens de au-
sentes, OU lierancas alnudona las, OU nSo,
hajam de entender-so com o annuncianle.
afim de serem encaminhados por seu inter-
medio, e mediante o contrato, que fr con-
vinhavel a referida companhia, de confor-
ini-iad com o regimeulo e ordens ros-
peito.
0 abaixo assignado participa a todas as
pessoas que tem penhores em sua inSo ha
mais de tres mezes, hajam de os ir tirar no
praso de oilo das ou pagarom os juros, se-
nSo os vender para seu pagamento, nao fi-
cando responssvel ao foilio.e publicar nes-
ta folha os seus nonios por eslento por nSo
saber de suas moradas. Jeronjmo d : A-
breu.
O abaizo assignado, roga encarecida-
mente ao respeitavel publico a leilura da
RevolucZode Novembroo. 14 de 14 do cur-
ente. Joiquim Jos dos Santos.
-- Pelo juizu municipal da aegunda vara,
vai a prra para aer arrematada pelos alu
guois, s casa Herrea sita na ra das Cinco
Puntas u. 81, avallada em 96,000 rs. an-
ouaes.
nambuco.
f
Coii'ultorio homeo-
pathico<
^ la do Collegio n. 25, pri-
meiro andar.
O Dr. P. A. Lobo Mosco- 4
so, d consultas gratis aos
pobres, todos 6a das das 8
as 11 horas da maaha. Pra- jS
Sj tica qualquer operacSo de ci- ^
# rurgia, ou de partos. Ucee- *
' be escravos doentes para tra-
(3 tar desuasenfermidades, ou
fazer qualquer opera(So, por
^ preco commodo. ^
tV'*l#)*V <**!
HAXLAL DO IIK. JAIIII.
TIIAUUZIDO EM 1>ORTUGUti.Z.
16,000 rs. de assignatura.
Sahio a luz o primeiro volume desta obra,
a melhor de todas em seu genero : o uuico
verdadeiro livro, por onde se pude estudar e
praticar a bomeopalhia. Esta oilidamente
impresso em exceilente papel, com todos os
signaes queconlui o original para denotar
differenca do valor dos symptomss.
Couiinua a assignatura no consultorio bo-
meopathico do Dr. Moscoso, onde os senho-
res assignantes pdem mandar receber os
seus exemplares
No mesmo consultorio ha lodos os medica-
mentos bomeopathicos VERDADE1R0S ; as-
deiro a margeni do Capibaribo, com boa
casa, ostribar ia para tres cava I los, casas pa-
ra prrtos e feilor, pomar o jardim ; assirn
como baixascoin capim, e muita orlalice :
na la do yuoima lo 11. 30, segundo andar,
ou na ra da Madre de Dos, armazem de
Barroca <> Castro.
Patta portes.
Tiram-so passaportes para dentro e fra
do imperio, despacham-se escravos.correm-
se follias, e liram-se ttulos de residencia :
para este lim procura-se na ra doQuiima-
do n. 25, loja de miudezas do Sr. Joaquim
Monleiro da Cruz.
Coostando-me que a miolia escrava de
Moinhos de mandioca, movidos a m3o'nomo Gertrudes, nacao angola, de idade 26
ou por animaes, e prensas para a dita. annos, cor muito preta, olhos grandes, pes,
Chapas de fog3o c frnos de farinha. e mus pequ-mis, estatura baixa, disdenta-
Canos de ferro, torneiras de ferro e|da_na frente do lado de Cima,i^peito de
de bronze.
Rodas d'sgoa
serras
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguillifles, bronzes e chumaceiras.
CavilhOes eparafusos de todos os ta-
maitos.
Taixas, pares, crivos e boceas de for-
nalha.
Bombas para cacimba e de repucho,
movidas a mo, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras
publicas.
Columnas, vareadas, grades e portos
Prensas de copiar cartas e sellar-
Camas, carros do mSoe arados de fer-
ros, etc etc.
Alm da superioridade das suas obras,j
geralmonte recunhecida David Williaoi
liowman garante a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remetlidos
pelos senhores que se dignarem de fazer-
llie encommendas aproveilando a occa-
si3o para agradecer aos seus numero-
sos amigos e freguezes a preferencia com
que tem sido por elles honrado, e asse-
gura-lbes que nSo poupara esforros e di-
ligencias para continuar a merecer a sua
cun lianca.
O abaixo assignado, eluga animalmen-
te, sua casa na ra da Unio, onde mora, a
qual lem os seguinles commodos :no ao-
oar de ciuia duas salas forradas a papel e re-
concilenlo pintadas, seis quartos e gabine-
te : no andar terreo duas salas, quatro quar-
os, cosinna fra, quintal, cacimba, jardim
plantado, cocheira e estribara, tu lo no me-
lhor estado possivel: os pretendenles o pro-
ourarao no paleo do Collegio n. 35, das 9
horas da manliSa as 4 da tarie.
CnristovJo Xavier Lopes.
Candida Balbina da PaiXlO Rucha, pro-
fessora particular approvada pelo governo,
contina a receber meninas a quem ensi-
uaraas materias proprias da cducav'o pri-
meira das soulniras, e reside na ra o Vi-
gano sobrado n. 14, segundo anlar.
ii .-o,- ot.n i-i da veueravel llrdom Ter-
ceira do Carino, faz Mienta a lodos os ir-
oaos professos que a nomina do prior lera
lugar uo da 16 do corrente mez, e islo em
virtude da visita do Rvm padre provincial,
de 12 de outubro do anuo passado.
-- Deseja-se fallar ao Sr Jos de Mello Ce-
sar de an irado, procurador da cmara mu-
nicipal de (il i na, > negocio de seu ulere-
se :~ na ra do Crespo o. 23.
Fugio no da 28 de selembro um escra-
vo de nacSo Congo, de nome Paulino, de
idade de 28 annos, ollicial de sapateiro;
levou cumisa de riscadinno azul usada, cai-
fa preta, cnapo de palha cum uina trauca
por cima de palbinha lina, suissa por baixo
do queixo, fallan io cabellos nos Cantos,
os cabellus da cabeca um taulo crescidus,
olhos um pouco grandes, anda alguma cou-
sa apressado, be baixo e magro, cara des-
carnada : quem o pegar leve-o ao atierro
da Boa-Vista n. 59.
-- Manoel Antonio Sabarido est justo
a comprar a venda de Jos Francisco Cola-
res, no Manguluho, ae alguem se achar com
direito a ella, queira annunciar por estes
tres das.
pombo ; se emeaminnara ha quasi zos para o -ngeuhn do Fragoso, aonde a di-
ta escrava Cortrudes dizia ter urna comadre
( preta) pec,o ao Sr. do dito eugeuho que
por favor, no caso d'ella Ihe aparecer no seu
eugenlio ; que ma mande pegar e remellar-
me, a casa de niiuha resideucia na ra da
Aurora n. 52, pagando cu, as necessaiias
despezas, de cujo favor Ino fien re obrigado.
Adverte-se que a dita preta foi escrava do
finado Joaquim da langucia, e comprada em
leilao publico que urndaram fazer os ber-
deirosdu mesmo Joaquim da Litigela pelo
corretor, oSr. Oliveira, e dizem que so visto tamben) a referida escrava, na cidade
do Olinda, e no mesmo I u_ i- nos Arrumba-
dus em certa casa que ser lugo corrida e
o l idi-o so i coi,-i as penas da lei.Francis-
co Jis Barboza.
Na ra da Cadeia do Recife n. 49 pri-
meiro andar arrenla-sc animalmente um
sitio, oxige-se que este seja ou na punte de
Ucha, ou em outro qualquer lugar em re-
lucho aquelle, exige-se mais que baja hu-
illn, e baixa de capim : quem o livor diri-
ja-se ao lugar cima uiuociunado que acha-
ra com quem tralar.
Aluga-se o primeiro andar, da casa d
ra da Guia n. 64, nicamente a familia ho-
nesta : a tratar no mesmo no segundo
andar.
-- No sitio da Trompe, sobrado n. 1, que
tem venda por baixo, precisa-s: alugar dous
escravos, machos uU femoas, quo estejam
habilitados vender na ra, para o mesmo
elleilo; paga-so-lhe 10,000 rs por mez c d
sede comer: a quem convier este negocio,
dirija-se ao mosmo sitio, quo achara com
quem Iratar.
No Corredor do Bispo, taberna n. 12,
precisa-se de um caixeiro portuguez com
alguma pratica de lalc.iu a fallar na mes-
ma a qualquer hora.
> Paulo Gaigiioux, dentista. <|
roile ser proem-ndo n qunl- ^
2 quer hora em suu casa nn ^
y. ma largn do Rozarlo n. 36,
:> ti;mulo andar. &
fc/V*' &&& k i) ".> fi^MM A-i t<
Anda se precisa alugar urna preta e um
preto, i-scravos, que a 1.' saiba tratar de
en nica e dosseus arranjos.e o 2." para com-
prar e fazer o servido interno de urna casa
de pouca familia : quem os tiver annuncie
para sor procurado, ou dirija-se a ra de S.
Francisco, sobrado de um andar. 8.
- precisa-se do urna ama para o servico
de casa e de compras,sendo boa paga-sejUem;
na roa do Padre Floriano n. 5, sobrado da
quina.
Arrenda-se o sitio Zongu em Apipu-
cos com excedente casa de vivenda .sobra-
do, A margem do rio Capibaribo, estribarla,
grande planttcfl.o de capim, terreno pro-
prio para olans, e porto de embarque: a
tralar com a proprietana na ra do AragSo
n. 12 primeiro andar.
Biihetes do Rio de Janeiro.
aos jo:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4 vendem-se
biihetes inteiros, meios quartos,
oita vos e vigsimos, a beneficio da
edilicacao do novo hospitul da
Santa Casi da Misericordia da ci-
dade do Ouro Preto; vem a lista uo
primeiro vapor que chegar do Kio
de Janeiro.
Ven lc-se um casal de escravos: nos
Barros Balsos, casa que foi do finado paJre
Manoel do Muru
Vendo-so urna taberna, com poucos
fundos : ni ra Imperial n. 137.
Uiilidade paia a rapasiida.
lie cliegHdo casa da ra Novan 24, um
bello sortimenlo de apparellios para fazer
cha o caf em menos de cinco minutos;
obra prima e gosto modernissimo, multo
pronrios e utois a rapasiada solteira, e espe-
cialmente aos senhores estudantes; ven-
dem-so pelo mais mdico preco que he pos-
sivel,
-- Vondeu-se couro de luslro pelo baralo
preco de 2,560 rs.: na ra Nova n. 24, loja
de ferragens.
Vendem-se duas parles de um sitio e
casa, no lugar da Magdalena, e duas tercas
parles de um sobrado de um andar e sutSo,
sito na ra du Caldeireiro desta cidade, ou
permuta-se por escravos: a tratar na ra
estreita do Rosario o. 7.
-- Vende-se muito em conta urna casa si-
tuada na Casa Furto, tendo de frente duas
janellas e urna porta, bom quintal com arvo-
res de fruclo, o exceilente cacimba : as pes-
soas a quem semelnante negocio sootler,
luoiram dirigir-se a ra Imperial n. 79.
Joilo de Arroda Cnbral lem do retirar-
se para fra da praca, a tratar de sua sade,
nor isso faz todo negocio com a sua venda
na ra Nova au p da ponto n. 71: a tratar
na mesma.
No largo da assemblea,armazem aonde
.steve a prenca do Sr. Jos Caetano do Me-
deiros, vonde-se cal virgem de Lisboa, por
3,500 rs. o barril.
Vende-so urna canoa em bom estado : a
trotar na ra da Concordia, venda de Jos
Domingucs.
Vendse urna escrava do 16 a 20 an-
nos de Idade, propria para qualquer servico
mesmo para campo, por ter sido o servido,
lella, s oque no tem he habilidades: a
tratar na ra Direila n. 106, venda pintada
de azul.
Vcnde-se una negrinha, creoula, bom
part cida, de idade 18 annos, bem prendada,
coz, engomma, boa vende leira, cosinha,
ar-anja bem o cabello de urna senhora, est
multo propria para so prendar alguma mo-
ca que se case : procure na ra Nova no pri-
meiro andar do sobrado n. 26, que se dir o
motivo por que se vende.
Vendem-se II escravos.sondo dousmo-
lecotos do idade Ha 16 annos, ptimos para
todo soivico; Coscravos mocos do bonitas
figuras; 2 mulatos de ^orviso de campo;iima
escrava moga, boaeiigominadeira, cosinhei-
ra, cdoceira: na ra Direita n 3.
Vende-se farelo em saccas, vlndo de
Lisboa no ultimo navio, de superior quali-
Jade: no armazem do Sr. Das Ferreira da-
fronte da escadiuha.
Chapeos do Chily.
Vendum-se chapeos do Chily do todas as
quBhdades, por preso muito barato : na ra
do Crespn. 23.
Vende-se superior mate do
muito novo : na ra
Kecife armazem
Bio Grande,
das (ii do
n. 62.
Vende-se na livraria n. II, da ra do
Crespo, urna cart do bacharel, do Rio de
Janeiro, por 6,000 rs. ; relogios de sol a
1,000 rs. ; ligas de seda para senhoras, a
320 rs., o de algodSo a 160 rs.
- Vende-se urna armacSo de amarello ,
toda envidracada, muito propria para qual-
quer loja: a tratar no aterro da Boa Vista
11. 14. '
Vende-se massa de tomates
para tempero; tinta de marcar ro-
pa, e potes mui lindos para con-
servar rap, e de amanha por di-
ante haver sorvete ao meio dia e
de noute, na loja de Bourgard.
Vende-so urna escrava, creoula, moca,
que ensaba, engomma perfeiiarnenta, e co-
si nlia : na run da Cruz do Recife n. 62.
Vendem-se duas negrinhasde 7 a San-
nos de idade, muito lindas, o proprias para
se educar, e mais duas negras mocas com
habilidades, assim como um escravo, creou-
lo, anda moc.o, o do exceilente conducta :
na ra estreita do Rosario n. 28, segundo
andar.
Vende-se por precisSu ama linda es-
crava reculhida, sem habilidades, para mu-
camba, de idade 17 annos: na ra da Praia
n. 49, primeiro andar.
Vendem-se 4 negros mocos e robustos,
proprios para trabalho de campo, urna ne-
gra de meia idade, muito robusta e sadia,
por 300,000 rs., urna negrinha de 12 annos,
uiuito linda, um molecole de* 18 annos, e
dous ditos de 20 annos: na rus larga do Ro-
sario n. 22, segundo sndar,
Vende-so urna negra, creoula, de 17
aunos de idade, muitu sadia, e de bonita fi-
gura : na ra da Cadeia do Recife n. 55,
loja. /


/"
r
aos io oooj e 5:ooos DE as.
- O cautelista Salustiaoo de A-
quino Ferreira avisa ao respcita-
vcl publico, que a lotera da ma-
triz da Boa Vista corre imprete-
rivelmente no da 26 de outuhro
do correte anno, e estilo expostas
a venda os seus afortunados bilhe-
tes c cautelas da niesma lotera ,
na praca da Independencia n. 4 >
leja de miudezas de Fortunato l'e-
reira da Fonseca Bastos ; n. i3 e
i5, loja decalcado do Arantes ;
n. 37 e 39, loja de calcado de Por-
to Se Gompanliia, e na ra da Ca-
deia do Recife n. 46, loja de miu-
dezas de Jos Fortunato dos Santos
Porto.
Bilhetes 10,600
Meios 5,3oo
Quartos 3,600
Quintos 2,100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Cal virgem de Lisboa.
Veude-mse birris corneal virgem deL is-
boa, da mais nova que lia no mercado I na
ra do Apollo arinazem n. 10.
iU.oinb.os de vento,
com bombas de repuxo para regrar borlas
ebaixasdecaplm nafundicSodel). W. Bow-
oan: na ru* do Brumns.6,8 o 10.
V.-n >.--.- 11111 jumento e duas jumentas,
una deltas dando leiteauma cria, multo
uovaa, por prego commodo : na ra do
Queimado n. 14.
Santls
SALSA PARRILHA.
Vicente Jos de Brito, nico a-
genteem l'ernambuco deB. J. D.|
Sands, chimico americano, faz pu-
blico, que tem chegado a esta pra-
ca urna grande porcSo de frascos
de salsa parrilha de Sands, que sao
verdaderamente falsificados, e
preparados no Bio de Janeiro, pe-
lo que se devem acautelar os con-
sumidores de tao precioso Talis-
mn, de cahir neste engao, to-
mando as funestas consequencias ,
que sempre costumam trazer os
medicamentos falsificados, e ela-
borados pela mao diquelles que
antcp5em seus interesses aos ma-
leada liumanidadc. Portanto, pe-
de para que o publico se possa 1-
vrar desU fraude e dislingtia a
vetdadeira salsa parrilha de Sands
da falsificada, e recentemente a-
qui chegada ; o annunciante faz
ver, que a verdadeira se vende
nicamente cm sua botica, na rua
da Conceicao do tlecifc n (ii ; c,
ilm do recei'.uario que acompa-
nha cada frasco, tem cmbaixo
primeira pagina aeu nome impres-
:.o, e se adiar sua firma em m 1-
uuscripto sobre o involtorio im-
presso do mesmo frasco.
Deposito clu Tabricn de Todos os
Su 11 los na lialiin.
Vende-bO,e 111 Casa deN. 11. Ifieberv 1:.,
na rua da Cruz 11. 4, algodSo transado a-
quelln rabrica,mu toproprio para saccosda
ssocar eroup deoscravos.porprecocom-
niodui
a 130 r*. o covado ou 4,5oo rs.
a peca.
Na rua do Queimalo, loja n. 3, vendom-
se chitas escuras muilo bas, e de lindos
malizes, pelo baratissiino prego de 120 rs. o
covado. ou 4 500 rs. a poca ; bom como cu-
tras fazendas baratas.
Gal virgem de Lisboa.
Vende-se superior cal virgem,
Salsa de Sands.
Rua larga do Rosa-
rio 11. 56.
Este remedio aclia-se a venda
na botica de Birtbolomeu Fran-
cisco de Souza, no lugar cima in-
dicado : o mesmo garante a quem
duvidar ser a verdadeira Salsa de
Sands.
Vendem-se relogios de ou-
ro e pr&ta, patente inglez: na rua
da Senzallii Nova n./|2.
Carnauba de primeira sorte.
Vende-se em por;8o e a relalho, no depo-
sito de D. II Andrade & Companhia, na tua
da Cruz, confronte o chafariz n. 19.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
KUA DASENZALLANOVA .Y 4S
Neste estabeleeimento conti-
mia a lia ver um completo sorti-
mento de moendas o meias mo-
endaapara engenho machinas
de vapor, e taixas de ferro bati-
do ecoado de todos os tama-
itos, paca dito.
aloenclas superiores.
Na fuDdico de C. Man Companhia,
om s. Amaro,acbam-serenda moendas
de caima, todas de ferro, e um modelo e
construecto muitosuperior.
Gomma de engommar
Vendem-sa saccas com gomma, muito al-
va, oropria para engommar e fazr-r bolinhos,
por nSo ser secca ao fogo: na rua do Quei-
mado n. 14.
Vende-se um sobrado de um andar,
sito ua rua do Livramento : a tratar no alcr-
jo da Boa-Vista 11. 10,sobrado; tambem se
vende urna negra boa quilandeira.
Arados de ferro.
Na Inadicto da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos
1111 lelos.
Taixas para engento*
Na fundicao de ferro de D.
W. Bowman na rua do Brum
passando o chafariz contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-sc a venda, por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao
comprador.
Vendem-se os vordadeiros selins in-
glozes, patente, de molla o sem olla: na
rua daSonzalla Nova n.42.
Vende-se a excellente typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montado, tanto de bons pre-
los, como de typos : quem a pre-
tender, dirija-Be a rua da Praia
n 55, a tratar com a Viuva Boma
A 5,ooo r<.
Superiores chapeos do sol do seda ingle-
zea chegados pelos ltimos ntvios, pelo di--
Jajrriouto preco de 5,000 rs. cada urna: na
rua do Cullegio o. 4.
Gal virgem.
Vende-se'cal de Lisboa a mais nova do
mercado : na rua do Vigario 11. 19, pnmei-
andar, escriptorio de T. de.Aquino Fonseca
4 Kilho, ouna rua do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Fonseca.
Feijao novo a 6,000 rs
No armazem de Couveia& Das, c
te a escadinha da Alfandega.
Queijos do sertao.
Vendem-se muilo bons e (rescaosqueijoa
doserlSo; na rua do (Jueimado n. 14.
Vendem-se saccas com fa-
rdos *na rua da Madre de Dos,
4
Gasa Feliz, na praca da Indepen-
dencia n. 36.
Nesta casa vendem-se bilhetes, meios e
cautelas da loteria da Matriz da Boa Vista,
cujas rodas aodatn no dia 26 do crrante
mez ; vendem-se igualmente cautelas da
loteria da igreja do Rozarlo damasina fre-
gueiia, es presos vtoabaizo declaradoa. 0
cautelista da casia cima, convida aos a-
mantea deste jogo para di rom a preferencia
compra das cautelas da loteria da Matriz
Boa Vista, as das loteras do IIio de Ja-
neiro, por snrem aquellas mais baratas que'
astas, e com igual sorte ; como passa a de-
monstrar, um dcimo da lotera da Matriz
cuita 1,100 rs., e 1 io Ihe tocar por sorte
920,000 rs.; um vigsimo da loteria do Rio
cusia 1,300 rs tendo a niesma sorte de
920,000 rs., ganhinlo o compra lor 200 rs
em cautela; a ellas. Na rua Nova, loja de
chapeos n. 4, existem a venda cautelas da
loteria da Matriz. Presos:
M.triz.
Rilhtles
Meios
Quartos
Decimos
Vigsimos
Quartos
Decimos
Vigsimos
Rosario.
10,100
5.0O
12,600
1,100
600
2,200
1,000
500
-- O cautelista Antonio Jos Rodrigues de
Souza Jnior, faz sciente ao respeitavel pu-
blico, que tem exposlo a venda em sua loja
deferrsgens, na rua do Queimado, junto ao
becco da Congregarlo n. 37 A, o na mesma
rua,luja n. 12de JoSo Baptista Rodiiguesde
Souza ; no aterro da Boa-Vi>ta,loja de miu-
dezas n. 48 de Antonio da Silva Guimaraes;
e na rua da Cadeia do Reare n. 24, loja de
cambio de Vieira da Silva, os seusaforluoa-
dos bilhetes, mejos bilhetes, quartos, quin-
tos, decimos, e vigessimos, da loteria da
matriz da Boa-Vista, que corre impreleri-
velmenle no dia 26 do rorrele aos precos
abaixo, e as mesmas lujas se paga logo o
premio que sahir nos referidos bilhetes e
cautelas
coofron-
chegada ltimamente de Lisboa, e
por preco muito em conta: no ai-
mazein do Caes da Alfandega n.
7, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Companhia, na rua do
Trapiche n. 34.
3g A ,
da rua oslreita do Rozario, Iravessa para o
Queimado, elm das militas qualidades de
biscoutuse bolachinhas que sempre cusluma
vender, vende muilo fino chocolate de Lis-
boa e n .lu de cimposicSo de cauella, mui-
to recommendado para quem solre do ner-
voso e estomagu.
-- Vende-se una padaria bem afregueza- |
da, e um negro padeiro ; a Iratar na rua do
Pires u. 28.
Fazenda da moda.
Vendem-se superioroscortes de cambraia
de salpicos braocos de cor, pelo diminuto
preco de 3,500 rs.: na rua do Crespo, loja
n. 6.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
13 existe urna pequea porcOo de polassa
americana, chegada recentemente que por
armazem n. 20.
Loteria da Matriz da Boa Vista.
Aos 10:000,000 e 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca da Indepen-
dencia n. 4, vendem-se bilhetes inteiros e
meios, a beneficio da Matriz da Boa Vista ,
que corre impreterivelmenle no dia 26 de
outubro.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios bilhetes 5,000
* Vendo-se una escrtva creoula, boa en-
gonimadeira, cosinheira e costureira : na
rua Bella n. 16.
Uico sortimento de fitas de velu-
do para pescoco
Vendem-se na rua do Queimado nova lo-
j( do miudezas n. 47, ricas filas de veludo
para pescoco, lizas o lavradascom fivollas
de madreierola, mais barato do qun em ou-
traqualqurr parte, assim como dita de se-
da para sinteiio muito ricas as quaes os fre-
[guezes poderSo vir ou mandar buscar as
amostras que so acliam patente.
Na rua do Crespo, loja n. 6.
Vendem-se superiores cortes decambrai
desalpicos, com 6 l|2 e 7 varas, a 3,500 e
4,000 rs ; corles de cassa chita, de novos
gostos, a 2,240 e 2,500 rs.; cassa franceza a
440 rs. a vara ; curtes de brira trancado os-
curos e mesclados, a 2,000 rs.; paooo fino
prcto,a 3,000 e 4,000 rs.; lencos de cambraia
de linho, a 480 rs.; ditos de cassa grandes,
a 160 rs.; riscado i iiulio a 180 rs. o covado
e mullas oulras fazendas em cools.
A CUIDE DE PAR S.
Fabrica de chpeosde sol, na rua
do Collegio n. 4
Alm do sortimento ja annunriido, reco-
beu-ae pelo navio Havre, ultimo vindo de
Fringa, om novo sortimento de chapeos de
sol de seda e de panninho, para homens e
senhoras, dos ltimos gostos; superiores
chapeos da sol de seda com cabos de cana.'e
ou tros dos molhores que tem vindo a esta
praga, que se continan) a vender por me-
nos preco queem outra qualquer parte.
-- Vendem-seamarrasdeferro: na na da
Senz'alla Nova n.42-
Vendem-se lonas, brinzSo, brlns,
meias lonas da Russia ; no armazem de
O. Hir-ber & Companhia, na rua da Cruz
0.4.
Potassa da Bussia, e cal virgem.
No armazem da rua do Trapiche n. 17, de
Jos Ferreir Basto, ha para vender superior
potassa da Russia, chegada ha poneos das,o
cal virgem da mais nova que ha no mercado.
Familia de mandioca a i,6oo rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior : na rua
o dAmorim n. 35.
Deposito depinno de algodSo da
fabrica de Todos os Santos da
Babia.
Vcnde-se o bem conhecido pan-
no de algodao da Babia, proprio
para saceos e roupa de escravos,
a vontade do comprador assim
como fio de algodao da mesma fa-
brica no escriptorio de Novaes
& Companhia, na rua do Trapi-
che n. 34.
Alerta frpguezes
Que silo chegados,
Cobertores de algodSo
Muilo encorpados.
Na rua do Crespo,luja da esquina quo vol-
ts para a Cadeia, a 1,600 rs. cada um.
Em casa de J. Keller &,
Gompanbia na rua da Gruz n.
55, lia para vender dous excel-
ientes pianos fortes, e de urna das
melhores fabricas, chegados lti-
mamente da Europa.
Batatas novas
Francezas, em gigos de 4o li-
bras, chegadas no briguc Cesar ,
por procos muito commodo* : no
armazem da travessa da Madre
Dos n. ai.
A 2,000 rs. o corte.
Na loja da esquina, que volta para a rua
do Collegio n, 5, veodem-se corles dn meias
casimiras a 2,000 rs,, e bonitos corles de
cambraias francezas de coros, a 3,200 rs. o
corle.
Vende-se caixas com cera
em velas, de 3 at 16 em libra ,[
fabricadas cm Lisboa, e no Hio de!
,],uii 1.-o, por (ircco mais co nmodo!
doqueemoulra qualquer parte:
trata-se com M-eludo 8c l'inhei-
ro, na rua do Vigario n iy se-
gundo andar.
Fabrica de chapeos de sol no
Aterro da Boa-Vistan. 22.
O dono deste eslabelecimento cima men-
Clonado tem a honra de participar ao respei- <
lavel publico de Pernamburo, e particular-
mente aos seus freguezes, que recebeu um |ii||,p|i Hn kin iIp l-m in.
grande sortimento do chapeos de seda e de ni ,le Janelro-
panninho para homem, ricos chapeos de se- A0S 20:000,000 10:000,000, 4.000,000,
nhora. um irande e escolhido sortimento' ,_ 2:000,000 e 1:000,000 ders.
de sedas e pauninhos para cobrir armaedes Est" exposlos a venda, na rua da Cadeia
servidas, fazem-se lodos osconcerlos naces- ?. Rec"a loja de cambio da Viuva da
sarios em cnapeos velbos, todos estes objec-. g1' os n"", fortunados bijhetes, meios
los cima mencionados se vendem por me-! "heles, jquartos, oitavos e vigsimos, da
nos do que em outra parto, e a contento dos Misericordia de Ouro Preto, cuja lista deve
freguezes. I ?ir Pel Pnmeiro vapor ; assim como rece-
- Vende-se cha hysson muito novo, c de i eu lisl d rbrjca ^ V'droi e quart. da
superior qualidade, por preco commodo; e,'"t"0-
em lotes a vontade dos compradores ; no Aos SOnliorS estudantes do quinto
Bilhetes 10,600
Meios 5,400
Quartos 2,600
Quintos 2,100
Decimos 1.100
Vigessimos 600
Vndese urna secretaria nova.de ama-
relio, com repartimentos e gavi-tas, obra
muito bem acabada : na rua da Cruz n. 48,
armazem da viuva Cesar tragar & Filhos.
Veode-ae urna capada multo gorda, e que
oo delta meaos de seis arrobas i oa traveasa da
Concordia n. 17.
A 1,280 ris !
Vendem-se cortes de ISas para calca,
1,280 rs.; na rua do Crespo, loja n. 5.
AtteocSo.
Vendem-se boliohos francezes sempre
frescos, de muito bom gosto, e tambem en-
fetam-se riquissimas bandejas, por preco
muilo commodo: no oitSo do Terco n. 2.
> Vende-sc urna jumentinha verdadeira e
muito nova: no sitio do tenhor Carneiro
Leal, na la dos Pires, ou na rua da Cruz
n. 34.
Rap de Lisboa.
No escriplorio de Francisco Severino Re-
bello & Filho,vende-se surerior rap le Lis-
boa, chegado agora no vapor'inglez Severo.
escriptorio de Malheus Auslim & Companhia
na rua do Trapiche n. 36.
Bom negocio.
anno.
Acaba-fe de receber pelo navio Paulina,
litas para as cartas de hachareis, por preco
Vende-se urna canoa de roilheiro de lijo-, mais razoavel que em qualquer parte : na
lo, em bom uso, pela metade do seu valor: loja de modas de BuessarJ Millochau, no
na rua das Trincheirss n. 29. | aterro da Boa-Vista n. I.
(3T Obreias a 4o rs. a caixinhaj Ciles de cassa a 1,44o*
ea'iooi.s a duzia. ,' Vende-se cortes de vestido de cassa-chita,
Vendem-se na roa do Queimado nova lo-, crlixa, a 1,440 r. cada corle; na rua do
ja de miudezas n. 47. Qie'mdo, loja do sobrado amarello, n. 29
Hua do Cresnn n n i. --Vende-se doce de goiaba lino, a 6,000 a
i\ua uu urespo n. 9. arroba : na rua das Cruzes n. 40.
Vendem-se palitos de panno fino msela. Pellos de cabra
do a 14,000 rs., cada um, e cortes de case-* Vonde-so superioros pella de cabra, mui
mira a 3,500, 4,000 5,000 e 6,000 rs., corles; to bem curtidas, pelo diminuto preco do
le cambraia de Salpicos a 3,000 rs., e len-
cos de seda a 50o rs.
Velas de carnauba.
Vendcm-s velas as mais superiores que
se podem fabricar : na rua da Cruz n. 34.
18,000 e 20,000 rs. o (uto; assim como
sulla e sebo refinado; no armazem do R
Andrade & C, na rua da Cruz, confronte o
chafariz 11 19.
Vende-se um excellenle cabriolet em
superior rivalisa com a da Russia: vende- Vendem-se saccas COm fa-
se por preco razoavel.
Deposito de cal e potassa. rel, .de.3 ? }7" : ^Zl
*, ., mazem de Antonio Annes, no caes
No armazem da rua da Cadeia if .._.
, ,, da Aliandega.
do Recito n. 12, ha muitosupe-
rior cal de Lisboa, em pedra
assim como potassa chegada l-
timamente a precos muito ra-
soaveis.
Agencia de Ldwin Maw.
tlarua de Apollo n.6, armazem de Mc.Cal-
aiontst Companhia, acha-ae coualaotemeote
liona sur timemos di- tana de ferro coado e
batido,tanto rasa como fundas,moendasin-
eiraa todaade ferro para animaes, agoa.etc,
dUaa paraariuar em" madeira de todoa oa la-1
maubose madelloa o mala moderno,machina '
Vende-se um escravo perfeito sapatei-! esldo perfeito, com cavallo ou scincllo:
rocboheiro, por 700,000 rs nSo tem vi- "o Basar n 4, rua do Vigario.
cios, nem defeilos, nem molestias, o moti-i --Verniz de gomma copalcontina a
vo da venda sedir ao comprador: quem | vender-se na botica da rua do Rangel, a
quizer, annuncie. 1,280 rs a garrafa.
Vende-se ou eluga-so um sitio em 1 Vende-se a ditiheiro a vista, sem
c iSos proprioscom boa casa de pedra e cal. I l;~;i- _. _.. j. 11_____ 1.:
cacimba de boa agoa, e tanque, e divercos "" rua do Crespo, loja
arvoredos de frulo, na estrada do Arraial, o : amai ella 11. 'j, de Antonio r ra 11-
qual devi lo pela estrada com o sitio do Sr. risco l'ereira
lias Baptista, igualmente se veude amcia',. L '
'Cambraia do cores, organuy va-
agoa n. 2 da rua do Jardim, com chos pro
prios e quintal : os prelenden'.esdirijam-se
a rua da Santa Cruz n. 7t.
A 3,5oo, 1,600, e 800 rs.
No aterro da Boa-Vista, loja de calcado n.
58, jonlo ao seleiro, vendem-se superiores! Corles de'cambraia dequad
saiatos (rsncezes de lustro para senbora,a; res, com 6 1i2 varas ova
1,600 o par, borzrguins gaspiados, a 3,500,
Urna encommenda de cobertores,
Que por serem poucos
NSo podem ebegar
A lodos os compradores,
a 1,600 rs. cada um : na rua do Crespo, lo-
ja n. 6.
f
Botica homeopathica.
28 rua das Cruzes 28
Ha para se vender algumas caixas
ricas com medicamentos em tintura. (
Cada urna sera acompsnhada de um c
frasco com glbulos inertes e o (f
meio de os proparar.
boriaonlai para vapor.com forfa de 4caval- ,_( t-a>*>*>a
loa.coucoa.pa.aadiraa de ferro eataubado ****'
par. caaa de pulgar.por meno. preco que o.1 Vendem-se asseguintea semeules:-
decobre, escoreuspa^navioa.fcrro iagle nahos.rabanos.rabanetosencarnadosebran-
untoeinbarraacomoemircosrolhaa.etudo "os, sebola, couve Innxuda alface ala-
por barato preco. < ma, repulhuda,chicoria, senoulas, foijflo
-- Vende-se um pianno inglez com pouco carrapato de tres qualidades,crvilba torta o anuos, sem vicios, saboudo engommar per-
uso, e por commodo preco, porque retira- direita, fava, coeotro de touceira, salea, to- feitamenle e lavar bem, coainbar e cozer
se o dono para fra da provincia, o qual males grandes, repolho, couve lombarda, alguma cousa ; na rua do Hospicio n. 2,
he de boas vozea, e esta perfeito; na rua saboia, e muslarda : na rua da Cruz 11. 46, segundo andar, por cima da botica da viu-
do Qucimsdo u 8, segundo andar. defrunte do Sr. doulor Cosme. .vaCunha.
sapstosde marroquim para homem, a 800
rs., .-a 1 aloes de lustro f.-ancezes, 5,000 rs ,
grvalas de sptim lano prota como de co-
res, um completo sortimento de perfuma-
ras c de calcado, que se vende barato a di-
nheiro.
Ghapeos.
Vendem-se superiores chapeos pretos de
seda, muito leves e de ultima moda, viudos
do Havre no briguc Cesar; assim como lu-
vas de seda decores, tanto para homem co-
mo para senhora : no ateiro da Boa-Visla
n. 58, loja decalcado.
FTASSA.
Na rua de Apollo, armazem n.
2 B, de Leal Reis, vende-se por
preco ru.oavel, muito nova e su-
perior polassa, chegada ha pouco
do Bio de Janeiro.
-- Vende-se urna preta, creoula, de 35
Cassss francezas, de cores modernas,
vara a
Cambraia franceza de quadros miu-
dinhos, vara a
ros de co^
vara do lar-
go, corte a
700
600
560
3,000
280
5,000
Chita franceza, de cores fixas, cova-
do a
Cbales de casimira com desenhos, a
imita{fio dos da India a
Lencos de seda de cores, para homem
e seHhora a 1,000
Manteletes pretos e de cores 16,000
Corles de seda de cores e preta, com
pequeo loque de mofo com 15
covados, cada corte a 15,000
Corte de seda transparente, ou Ale-
xandriaa 12,000
Meios chales de casimira para se-
nhora e meninas a 1,600
Chapeos de sol de seda, prelos e de
cores, a 5,400
e outras muilas faaondas de linho e seda ,
por 1 reco mai commodo, do que em outra
qualquer parto.
Vende-se um cabriolet inglez. novo,
muito bonito o leve; a fallar ua coclieira da
rua de S. Francisco n. 3.
Carnauba.
Vendo-se a mais superior cera de carnau-
ba t|o lia no mercado, por menos preco
doquoem )ualquer parte, em consequen-1
cia de so querer acabar ; na rua da C-uz,.
confronte o chafariz n. 19.
O cautelista Salastiano de
quino Ferreira avisa ao respeita-
vel publico, que os seus bilhetes e
cautelas, da lotera a beneficio do
novo hospital da Santa Casa da
Misericordia da cidade do Ouro
Preto, estao expostos a venda, na
praca da Independencia n. l3 e
i5, loja de calcado do Arantes, e
n. 37 e 3g de Porto 6c Compa-
nhia, loja de calcado, e na rua da
Cadeia -do Becie n. 46 ,, loj i de
miudezas de Jos Fortunato dos
Santos Porto ; a dita loteria cor-
reu no di 1 2 de outubro do corren-
te anno, e espera-se a lista da mes-
ma no dia 20 desto mez, pelo va-
por da companhia brasileira, ou
no dia 21, pelo vapor inglez Se-
vern : sao pagos em continente
todts e quaes premios que sahi-
rem nos bilhetes e cautelas da dita
lotera, as lojas cima mencio-
nad s.
Bilhetes inteiros 22,000
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos 2,800
Vigsimos i,3oo
O cautelista Antonio Jos
Rodrigues de Souza Jnior avisa
ao respeitavel publico, que ven-
deu da quinta loteria da fabrica de
vidros e quarta da fiacao, na sua
loja de ferragens, na rua do Quei-
mado, junto ao becco da Gongre-
gacao n 37 A ; na mesma rua lo-
ja de ferragens n. 12 de JoSo
Baptista Rodrigues de Souza, e no
aterro da Boa Vista, loj i de miu-
dezas n. /18 de Antonio da Silva
Guimaraes, os premios abaixo de-
clarados, e pelo presente convida
aos possuidores a virem receber
as mencionadas lojas, pois paga
em continente sem ganancia al-
gumi.
Em vigsimos o n.78, com 10:000 s
de rs.
Em quartos n. 5654, com 400^ rs
Em oitavos n. 2849, com ioois rs.
Em vigsimosn.3109,com ao i.srs.
Em quartos n. 49>3, com ioo rs.
Em ditos n. 3158 com ioos rs.
Em ditos n. 119, com loos'rs.
Em oitavos n. IG3, com ioos rs.
Em ditos n. 2392, com ios rs.
Em vigsimos n.2022,com 100 rs.
Em ditos n. 2139, com loos'rs
Lm ditos n. 2j3), com ioh.s rs.
Km ditos n. 5543, com tuos rs.
Em ditos n. 4978> coin 1"s rs>
e muitos uniros premios de los e
20.S rs.
O mesmo convida ao respeita-
vel publico, a vir sortir-se dos
seus afortunados bilhetes meios
bilhetes, quartos, oitavos e vigsi-
mos, vin.los pelo vapor Paraense,
a favor do novo hospital di Mise-
ricordia da cidade do Ouro Preto,
cujas rodas deve ter andado a 2
ou 3 do correte, e as listas che-
gam no dia t9 ou 20, cujos bilhe-
tes e cautelas, vendem-se as lo-
jas mencionadas aos commodos
precos abaixo ;
Bilhetes inteiros
Meios bilhetes
Quartos
Oitavos
Vigsimos
Vendem-sc, no escriptorio
de Novaes & Companhia na rua
do Trapiche n 34, bichas de su-
perior qualidade, por preco mais
commodo possivel.
Vcndem-se, no escriplorio
de Novaes \ Gompanbia, na rua
do Trapiche n. 4, por precos
commodos, para feixar contas, o
seguinte ; chapeos do Ghily de
todos os tamanhos e qualidades ;
linhos de roriz e cabeca encarna-
da, rendas, escovas, pentes, pa-
pis de rebique,fechaduras de bro-
ca grandes e pequeas, ditas de lo-
jas grande* e pequeas.
Vendem-se dous lencos bordados de
marca, por preco commodo: a pessoa que
P'etender dirija-se a praca da Independen-
cia, loja n. 31.
1,000
Lencos de seda a dez lusles cada uto,
se vendem na rua do Queimado n. 9
S. Flix
Charutos amarello e cor de cauella
Os verJadeiros charutos deS. Flix aca-
bam de chegar i loja da rua do Queimado
n. 9; a elles antes que ae acaben.
A 5oo rs. a vara
ity Grande sortimento de todas
as qualidades.
Vendem-se na rua do Queimado na nova
loja de miudezas de Antonio Jos de Azeve-
do, luvas de peliea enfeitadas para ocha-
dos, a 2,500 rs o par, ditas mais abaixo a
1,800 rs., de hellas a 1,280 rs., dita ponto
nnglez para homem a 1,800 r., dita mais
abaixo a 800 rs.. dita da seda trancada para
senhora, dita branca a cor de canoa a 1,840
rs., dita preta da trucal a 610 rs assim co-
ma ricos pentes de tartaruga para prendar
cabello a 5,500 rs., e para mar rafa a 40 rs.
o par.
Vendo-ae um bonito escravo da naci,
proprio para armazem oa sitio, por ser de
boa conducta ; na rua eslrata da Hozario
n. 28.
-- Vende se, pormuta-se, aluga-ae, e faz-
se todo negocio por um sitio em Baberibe
de Baixo, na estrada do Fundi ; tem bas-
tantes arvoredos (le fructos mala pequea a
casa : a fallar na rua Velba com o Si. Baca-
Ihao.
Vende-sa urna carteira de duai faces,
por prego commodo, a em mallo bom esta-
do: na roa da Concordia,tilmo sobrado ao
sul, a tratar com Manuel Firmiao Ferreira.
-- Vendem-se duas travs de qualida-lr,
de 37 palmos de comprmanlo a palmo e po-
legada da largo, tro paos da 32 palmos a de
boa qualidade, vinle alqueiresde cal bran-
ca de caiar, urna barrica com arela da fin-
gir, um mollio da ripas, ca broa que serve
para ndames, curdas de amarrar anda mes,e
duas rotlas usadas; todo se vende barato :
na rua do Rangel n. SI.
w f tt f f t f ? n f f f f f f f v 1
De psito de tecidos da fabri*
a> ca de Todos os Santos,
J na Babia. *
a> Vende-se em caaa de Domingosal<3
ves Matheus, na rua da Cruz do Ra-4
Sa* cifan. 52, primeiro andar, algodSo*
transado daquella fabrica, muitopro-j
ja> prio para saceos e roupa da escra-*
A vos, assim como lio proprio para re-2
desdepescar a pavios para veilas,2
ga> por preco muito commodo.
iMmVMM A AAAAAAAaVfcAl
Tachas de ferro.
Na fundir;,1o da Aurora em Santo Amara,
a tambem no deposito na rua do Brum logo
na entrada, a defronte do arsenal de mari-
niia ha sempre um grande sortimento de
tachas tanto da fabrica nacional como es-
traogeirsf batidas, fundidas, (randas, pe-
quenas, razas e fundas; a em ambos os In-
ga resexistem guindastes, para carrrgar ca-
noas ou car ros, I ivros de deapeza os precos
silo os mais commodos.
Vendem-ae espelhos eom mol-
duras douradas, os mais ricos que
teem apparecido no mercado : na
rua di Cruz do Recite n. 49> ar-
mazem de L. Schuler & Com-
panhia.
Vinho de champagne.
Vende-se o verdadeiro vinho de cham-
pagne, de excellente qualidade, ao precn
de 25,000 rs.; assim como de qualidade in-
ferior, muilo em conta : no armazem da
Bruun Praeger & Companhia, na rua da
Cruz o. 10.
Charutos de Havana.
Os malbores que teem vindo a osla mer-
cado : vendem-se continuadamente, om ca-
sa de Bruno Praeger & Compsala, na rus
da Cruz n. 10. _____
( ii. .. '.!_'
Escravos fgidos.
H
21,000
11,000
5,5oo
2,800
i,3oo
Vendem se cassas, de bonitos psdres e
linas tintas, para cinco tustOes avara; oa
rua do Queimado n. 9.
- Veodem-se couriohos de cabra e cha-
peos de patita, por todo o preco; na loja
de miudezas, junto de cera, na rua do
Queimado n. 71.
Aos Snrs. mestres de calafates e
estivadores
Na rua da Praia de Sania Rita, laverna n.
Fugio no dia 10 do correle a escrava
parda do none Florencia, de ida-le da 30
annos pouco mais oa menos, estatura re-
gular, co n falta de denles na frente, ca-
bello fingiodo A nazarena, costuma andar
calcada; levou panno e saia preta, e mais
toda a roupa que tinha. SuppOe-sa que
fosse em compsnbia d urna preta velha, ce-
ga|de om olho, de nome l'aula.a qual lavtva
roupa para dirersas casas nesta cidade, he
idoi da dila parla, ba suspeitas que seguis-
se para o sul da provincia, por lar sido es-
crava do Sr. JoSo Manoel de Marros Wander-
ley, em Serinhacm, e ltimamente do Sr.
JoSo Hypolito de Mi ira Lima, em S. Amaro
do Ja lio loo : portanto ruga-se todas as
autoridades policiaes, capujes decampo a
pessoas do po*n a apprehensto da dita
escrava,o remetterem-oa i rua da Cadeia do
Hecifo n. 39, que se gratificar! generosa-
mente.
100,000 ra. de gratitcacSo.
Oesapparecea no dia 7 de maio prximo
passido, o pardo Leonardo, de idade 18 an-
nos pouco mais ou menos, e tem os signses
seguinles: -baixo, o pello um tanto melti-
do para dentro, cabello carapinhado a ata ao
meio da testa, e falla descaoftdo. Este es-
cravo viuha todas os dias vender leita 110 He-
rir-, de um sitio na Boa-viagem, perteuceu-
teaJoanna Maria dos P- escravo: quem o apprehender e truuxar na
rua da Senzalla Velha o. 60, segundo andar,
receber a gralilicacio cima.
- Ha um mez, pouco mais ou manos, de- ,
sappsreceu um preto por nome .MyiuaV.r.re- "*
oulo, n ollicial de alfaiate, basta/te conbe-
cido nesta praca,por ja bavi-r,lfal)allia,lo 1-111
muitas lojas, o qual pertence ao abaixo as-
signado, a lem os signses'segaintes :bai-
xo, quebrado das virillts, um pouco grosso
do corpo, cor P'ota, olhos grandes, lem tres
cicatrizes no braco e mS.i direita da urna
operscSo que hsvia solTrido ha pouco no
hospital; he de presumir que ande por esta
cidade, visto ser della natural, a ter alguna
prenles: roga-seas autoridades policiaes a
a toda e qualquer pessoa, a captura do mes-
mo, e o favor de o mandar entregar nesta
cidade em casa do senhor subdelegado da
Boa-Vista Rufino Jos Correia de Almeido;
a na cidade do Rio-Formoso a Francisca
Cbristina Lins, quesor generosamente re-
compensado : o mesmo abaixo assignado
prolesta com todo o rigor da lei, contra t-
quella pessoa, quem quer qua seja.que o ti-
ver occulladoFrancisco Caldas Lins.
-- Dessppsreceu no da 15 do passado, as
7 horas da noile, do Hotel Recite, o pardo
Exeqoiel que fot do senhor Luiz Rodrigues
Selle, e comopelas circumstanciasejue pre-
cedern) a essa fuga presumt-se qua alia
procure a todo custo oradir-se, roga-se as
autoridades policiaes que o recommendem a
seus inspectores e pessoas de conlianca.ilim
de ser descobrrlo a capturado: o pardo be
baixo, de idade 95 annos, rceio corpo, sem-
blante carregado, teodo urna pequea cica-
triz na face, anda calcado e fuma : lavou .
chapeo de seda preto, a anda eom urna ben-
gala lina ou junco, e inculca-se por forro ;
anda frequentamenle no bairro da Boa-Vis-
ta aonde sempre be encontrado: quem o
pogar leve-o a rua do Trapiche n. 5, que ser*
recompensado.
-'Est fgido desde o principio do mez
de setembio, o preto Luiz, de nagilo Ango-
la, que representa lar 26 snnos de idade, de
estatura baix*. cheio do corpo, e quando
43, acha-so exposta a venda urna porc.lo de '*"* halo com a lingua nos dentes, tem um
palhaa seccas, e muito boa estopa e breu; I pequeo signal como de um talho na espa-
tudo se vende por preco commodo. dua direita, consta quo lem andado para as
icos ctoios denavalhas linas na- E,r,egd" s,Dt'* An,3. ou en8enl' dasTa-
' r 1 bocas : quem o pegar leve-o a rua da Con-
ra barba. cordia n.8, que ser* recompensado.
Vendem-se na rua do Queimado loja def "~----------
miudezas n. 47. i Puw. Tvr, di M F. db Faru. -1852.


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