Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03360


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Full Text
\
:
"""-----
\
Anuo XXVIII
Qnarla feiral 3
DIARIO
de Outubro de 1852.
N. 231.
PERMIBICO
watijo a 8Uaami*9lo.
fkOkUtKTO Adumtido.
P ji trimestre .,......... 4/000
Pos semestre ........... 8/000
l'or anuo........,..... li/090
PiaoDIKTIO DUTIIIISI.
Poi quatel............. )/:'u 9OTI0IAS DO lUrtl'.iO
Tari.;.. 18 deSelbr. Minar... M de Agosto
Maranbo. 21 de dito S.Paulo. 7dcdito
Cear.... 2 de dito it.drJ.. de f-elbr.
Parahlba f eOulbr. Baha... 7 de Outbr
DI DA IMI. ubuhcUs,
ll Seg. S. Nicaclo. | Jusei Orpari
liTerc.Ss. Prlsiuno e i, e.',. a 10 hora I.
Domnina. I. taradoeitil.
i i,'ii ii i. s n lui'l. 3, t 6. ao iDcio-dia.
11 yiniit S Calllo fatena.
i5 aoxl. S. Thercza de'i, e 6. a 10 horas.
Jess. 2. tara do civil.
KiSab. S. Ilcrchario. 4, esabadoaao meiod
17 Dora. 20. Eduviges ItlatA*-
nio.de S. Jos. Tercas e sbados.
maiaiD'i
Creiceate 20, is2borase23 minuto dim
Chela a 28, as 1 horas 21 minutos da m.
af ingoante i 6, as 8 horas 18 minutos da m.
Nova 13, as i horas e Ib' minutoi da in.
rniK.nDI OJl
Primeira s < horas e 30 mlnutosda tarde.
Segunda s -i horas e 54 minutos da manas.
r uns soa oomnzioa.
Qolanna
(eiraa.
Rio-Ora
letras
Bonlto,i
mea.
Flores,!
Olinda,
Todos 01
PARTE OFFICIAL.
donde devem tirar a subsistencia, liber- Appcllanlo, Feliciano Joaquim dos Santos
GOVERNO DA I'UOVINCIA.
lando-os do jugo ein que viviain, dados a vida
militar, c cm sua siiupleta persuadidos deque
: assim era preciso para defendercm scui Jirel-
Primeira secc3o. (lio de Janeiro.
lerio dos negocios 1I0 imperio em 17 do
setembro de 1852.
lilin. e Exm. Sr. Estando convocada a
nova assemblca gcral ordinaria, como dis-
pia o artigo 102 da constituido, o temi
de proceJor-se em todo o imperio, lo con-
formidade com a le do 19 do agosto do
1816, no primeiro domingo do mez de no-
vembro prximo, n eleicilo dos eleilores de
parochia para a nomeacSo, IrinU dias de-
pois, noe respectivos collegios eleitoraes,
dos deputedos por parochias quo devem
funecionar om a nona legislatura : orden
Sua Mageslide o Imperador que recommen-
dea V. Esc. o emprogo das mais ellicscs
provi lencias para que om lodos os pontos
da provincia, que o mesmo Augusto Senhnr
liouve por bein confiar sua admimstracflo
rcinem no processo eleitoral a melhor or-
dem, e a mais exacta observancia das Icis,
procurando evilar-se toda a osprcie de vio-
lencia ou de fraudo, quo posaa perturbar a
indisponsavel lbenla le do cdadao, ou fal-
soar aexprossao gciiuina do seu voto.
Sao, sem duvida, inevllavois os esforcos
dos partidos o das oninio s para so fazermn
representar no cor,o legislativo Janacao;
porcm os meios que lites lie pcrmilli lo em-
pregar pura conseguir seus licitos dfSdjOS
devem necessirismentO encontrar linulos
na constituidlo, as lois o na moralidade
publica; ciimptinto as autoridades, na r-
bita de suas allribuir;dcs, provenir quanto
ser possa quat-squer abusos, c dar do sua
paito o prinulro exemplo do respeilo a tilo
importantes doveros; o quo s so podi-ra
conseguir segundo as UitencOea do Sua
Msgcslsdo o Imperador, se V. Exc, tratar
do incutir nos seus subordinados o recejo
do castigo, no caso do niio cxcculaicm fiel-
mente as suas ordens, informando minucio-
samente o governo do mesmo Augusto So-
nhor, do todas as occuironcias do processo
t'loilural, para o quo providenciar domo-
do que liquo inteiramenle livre o dircito de
pelicSo.
Confiando no zolo de V. Esc, lica Sua
Magostado o imperador corlo da que, 11a
execurjao do Suas Imperiaes Ordc:is, cor-
responder V. Exc. Sua Imperial Solllcl-
luie pela guara das leis, dos dlreilos do
cidadflo, o pelo bem geral do imperio.
Lieos guarde a V. Exc francisco Gon;al-
vt Martins. Sr. presidente da provincia de
Pernambuco.
Cumpra-sc. Palacio do governo do Per-
nambuco 12 de outubro do 1852. II i be i ro
Conforme. O oflicial-inaior
l'ircs Mchalo 'artilla.
''*' los e a propriedade de suas Ierras.
Minia. Eslcgovcrno reconhece, queV.S. prestou va-
anus-*,. _. ___ ___,___,___. K ...i,,,-!
lioso servico, sendo cerloque nao he a primei-
ra ven que vai Ciinbrcscom o fin de pacifi-
car a aldeia, e instruir os Indios nos seus ver-
daderos ulereases, cuui|:rindo que ultime sua
honrosa coiimiss. suaautorid.de c dedicaco causa publica pa-
ra serem realizadas as iosiruccdes desle gover-
no, tendentes defesa dos Indios c dos seus di-
retos, e tainbcm aocuinprlmenlo dos seus de-
veres, dando-lhcs Interinamente 111 director,
que os faca amar o trabalbo, c abandonar o es-
tado de guerra, cin que viviain, armados c sub-
jeitos a um rgimen militar, com postergaco
las Icis e do regulanieuto das aldelas, sendo
appellados, Juaquim Marinho Cavalcanti
do Albuquerquo e outros
desiGnacOe*.
Appellantcs, Joaquim Riboiro Poniese ou-
IroS ; appellado, Antonio de Assuiiipyao
Cahral, curador da heranya de Joiquim
Jos da Costa Leito
Appollanle, Silvana Mana da Conccicao
do Antonio de Miranda.
amellado. Bernardo Antonio de Jliranua.iuoimiie IUUDi.la uo owiiitw ";"
Apnellanlcs, Auloniti FakiSo de Mondones e organw* So nacional, proclamada o anho-
Mli mulher: appellados, Estevao Jos l'aes I ada po todos os povos argentinos
ana ...u. i-r llou.l* n.in.lm .Irt ili.lnlnf lam..
Usrreto o sua mullier.
farahlba, s segundas t sextas
le-do-Horte e Victoria as quinta*
ruara,e Garanhuns no l'e 15 decada
ricurj.Exu e Boa-Vista I 3 e2S
dos os dias.
orreis partrm ao meio-dia.
sroTioiAi HTniNonaii,
Portugal
Respanha
Franca..
Blgica.'. 1
"talle..v
Alemanba
Prussia ..
Dlnaraarc
Itussla..
Turqua.
14 de Salbr.
I" de dito
8 de dito
'' de dito
> de dito
> 3dc dito
3 de dito
a SI de Agt.
:9de dito
25 de dito
Austria.. 3 deSelbr.
Suissa.... 3 de dito.
Succla... 28deAgosto
Inglaterra 8 de Setbr.
E.-Unidos 2o d'Agoslo
Mxico... 3 de dito
California ">de dito
Chlll. le d"
Huenos-A. 'de dilo
Montevideo 1 deSelbr.
CAMBIO* a 12 DSt OUTUBRO
Sobre Londres,a 28 por i/OOO d.
> Paria, 30
Lisboa, '.'.'i por canto.
METAEt.
Ouro.Oncaihespanholaa........... 29/000
Hoedas de o/40o Telhaa........ 16/UOO
de 6/400 novaa.......16/000
de 4/000............... 0/tiOO
Prata.Patacdesbrasileiros.......... l/90
Pesoscolumuarios........... 1/0J0
Ditos mexicanos.............. 1/800
tor pro sorio a obligarlo do dar um regu- I vinciss confederadas situadas sobro o Para-
lamonlt para a navogai;au dos ros nlerio- [n, L'iuguay, Rio da Pratu o ornar habili-
res da publica, consultando a segurancai lar portos as suas costas para o acresso
do terr orio o evitando quo as rondas lis- d caos se 01 defraudadas. Esta tarefa ho de faculdade no embarace os processos das
airndolas do pai/, ser remettida csta-
cSo nacional mais prxima urna copia das
guias do quo falla o artigo antecedeut 1
Una a evniade que lena sido cnlreguo di-
reclamt lo ao cungrosso nacional so a no-
cessidat 1 do remediar males gravissimos
nSo.'se Izera soiitir de modo que qualquer
demora rodewria de ombarar;os a obra da
Appellante, a mesa dissolvida da irmanda-
de do .\ossa Senhora da Conccico de Bo-
boribo ; appellada, a mesa actual.
Rivrsoes.
I'assaram do Sr. dosembargador Villarea
que o governo uo os qiier soldados, c slm la- ao gr. dosembargador Bastos as seguintcs
viadores e Industriosos, nem 'is encarregou constituir urna Torca armada em Cimbres, poi Apnellanle, I). Francisca Thomasia da Con-
uocasodcserp^cisaalguina Torca para poli- >> (, h appellados, Jones l'aton &
claro diMnctoe a aldeia, ao governo compete! JJ*T! > -fr-
nrnvidrnciar, c lian ao director da aldeia, nem I Companliia. _h 1 nnel-
iu delegado, cjamis cncarregaria os indios de* Appcllanlo, Joso \leira da Cunlia appe
faaer a polica do municipio. | lado, Theotonio da Silva \ icira.
He, portaiito, necessario que ellcs Aquem] i'assaram do Sr. desombarga lor [.cao ap
tranquillos ai suas trras, c bem convencidos gr# dcsoinbargador Souza as seguintes ap-
d
para mo soflVereiu deiriinciiio em sua liberda- 'n',e|fa 11 lo, Jos dos Santos de Souza Lins }
de cproprirdadc, alcui deque vivendo pacin-| .JJ Mlna Francisca de Souza R-
eos cm sua aldeia, c uao perturbando osocegoi opt-iiuua,
dos seus vmiihos, ninguem os iiicommndar. I mOS. ,-:, .ini
Finalmente he preciso, para de umave se ac- Appellante, Jeronjmo Joaquim iMUZa UOUll-
bareni qucslocs de leiras e prcteilos pora des-! v.'ira ; ap^cllado, Joaquim I-erreira
ordem, que se fixeui limites provisorios com os j Pissirain do Sr. descmba'rgador Robello
bercos conlinaiiics, ale que, vista dos litulos, a0 fjp, dc^embargador l.una Freir as se-
bo
le
se verifique deliuuivainenie urna demarcaeo, KU,tcs appollacoes cm quo sao :
c, no caso de duvida impossivil de remuver-sc D0(,||anies, a Viuva o; Filllos do Agostin
sem urna dciuarcacau deliuiiiva, liqiic essa por- '' .___* u -nii..ti, r.ahr
cao de terreno neutra at se decidir a queso rlgUM da Silva ppellado, Cabr
sendo evidente que ao governo onmpele del- Antonio.
berar oque Ihc parecer mais justo c conveni- Appellante, i). Frsncisca Thomasia da oon-j
ente respeilo das questoes de Ierras entre a ceicSo Cunha ; appellados, llonry & Cib-
camara tic Pesqueira c aldeia do Cimbres, pos son.
odas 5o do dominio publico, e he um absur- Apncllantes, Antonio lercira o sua mulher
do, que os vercadores da cmara c o director da al,pc|lados, Francisco Ribciro de B'ito e
aldeia qucir.im ser juies cm causa propna, c sua mullier
o mais iuteressado cui administrar
appellada, Caibeiina Cicilia do Monte Se-
nay.
rencas
juilifa
Uito
de 1)1
(IC O. '. 11 1 1 vi'' 11 111111 u 111, ti tul' ...........'
no seminal io daiiuclla ciiladc, na/occaslio Cu] .mes e outros.
qucdavaaulaumdos professores do colleg.o I'assaram ,10 Sr. dcacmbargador l.una
das artes, c que nao s levou o occorrido ao co- Freir a.) Sr. dosembargador 1 ellos as se-
nhecimentodo Kxm. hispo diocesano, para por guintcs anpellasOes cm que silo :
o Ao director interino do curso jurdico Appi)||auies, Jo" Ferino Soares do Mondn-
linda, duendo lica. inleirado pelo cilicio f appellados, J>.SC Joaquim Co-
S, untado de honteni, do faci occorndo *- ei
sua parir providenciar, mas umhem acaba de
\.u* : as precisas recoiniuendacdes auloiidade
policial cunipeleule, -quem deve S. S, dirigir-
se, solicitandu as providencias necessarias. -i
Ulliciou-se a respeilo ao Lxui. bispo diocesano
e ao delegado deliiida,
i Uito Aojui/. relator dajuuta de justica,
JoiK/uim I trans:iillindo, para ser rcl.tauo cm scsso da
Appellante, o juizo ; appellado, Manool
Vieira Cima.-
Appellante, o juizo; app-'llado, Antonio do
Monte.
Recurrentes, Francisca Thercza de Jess e
outros; recorrida a fasenda publica.
Passaram Jo Sr. desembargador Telles ao
. EXPEDIKNTEUODIA i DE OUTUBRO.
Ollicio Ao comiiiando das armas, comino-
nicaiido que, segundo cunsiou o do mi-
nisterio da guerra de i3dc setembro ultimo, se
cipedio ordem ao icncnlc-gencralioiiimandan-
Ic das arme* da corle, para remclter preso pa-
ra esla provincia, logo que llvcr alta do hOBpl-
lal inllilar da guamiyo da mesma corle, onde
se acha por doeute. o soldado desertor du cur-
po de polica, Jos Juliao do Nascimento.
Dito Ao mesmo, enviando, por copia, o avi-
so da reparlico da guerra de 11 de setembro
Ultimo, no qual se declara, que, pela pagadoria
das tropas da corle, se manda abonar "icusal-
inrntc .i lunilla do tencire do segundo bata-
Ibodc iaf uiiiri 1, Lina Antonio do Cuulo, a im-
portancia do respectivo sold, dedusido o des-
corito que se est fasendo, para iudcmnisaciio
do que o referido ollicial recebeu adiaiitado,
para apromplar o seu fardamcnlo. Igual c-
'inelteu-se Ihesouraria de faienda
! inesmajunia, o procesio verbal feliu ao sida- Sr. desembarga Jor I' iguoira de Mello as so-
do do quarlo batalliao de anilharia a p, Flix guiutes *ppollac,e9 em quo Silo :
I Jos Marlius. -- Cominunicou-ae ao comuiando Appoliahte, o joi/.o; appellado, Francisco
Desde* queda do dictador tem-sc deslo-
cado e espalhailn sem regia a cobranca dos
imposlof sobre a importacSo e exporlscSo;
eaprovaltando-se a falta de urna auctoi i Ja-
de cenlfal quo a regularise, e do leis e
meios Rti'aes apropri-idos s circunstancies
actuaes do paiz, pralica-so impunemente o
contrabando om grande escala em todas as
costas da repblica. Desto modo os produc-
ios das alfandegs exteriores, aplicados a
fazer faces desuezas oacionacs, diminncn
lodos os dias, ej eslahelocem-so pralic.is
que desmoralisam o cominorcio e ilividem
inleresses que devem permanecer unidos.
Por 1111 ira parle, leudu sido urna das prin-
cipaes causas que moverain as provincias
lltoraes pruuiuvcr una tirgaiiisa\;ilo na-
cionsl, regular tenacida le com qnu oram peelor geral das alfandegis naciouucs um
sacrilicados os inleresses do seu commercio niappa 1I0 moviiiieulo da sua repartioSO o
e de sua prosperidade ao mesauuliolim de dependencias, acoinpaiiliido do mapi>as Ja
memos vigentes aobre carga e descarga no
ros.
17. No caso de ser encontrada urna embur-
cacao carregando ou descarregando na costa
sem lleenca 011 sem guia, ser confiscada com
o carregamento, e o mestre uu oapllo inhabi-
litado para navegar u.11 rios interiores. Em
lldo o referido facto, o capilo ou mestre iu-
12. Dos direilos de imporlacjli o expor-; fractor soll'rera a pena da perda da einbar-
taco applicados pelo arl. 1* s despezas
nacionaessu tirar3o 6 |0 deitinidos para
gastos provinciaes, o desta quutl cada urna
das provincias da Confedera^no lora, por
agora, um credilo contra o tbesouio nacio-
nal quo n director provisorio distribuir em
pronorcSo das ni cessidades actuaes do cada
provincia, emquanto nflo se cstahclec urna
prOftCUOSo mais exacta om vista da cstalis-
tica do si u consumo,
13. Emquanlo nao se regula conipiten-
temente a tarifa nacional, as alfanJogas
continuarnos cobrar osdiroilos seguir'O as
paulas exilenles, oxcepc.lo da du Rosa-
rio, em quo vigorara a pauta actual da do
Uucnos-Ayrcso das terrestres, 01J0 so c-
branlo 12'|o sobre lo los ns ar'ig is que se
ntroduxirem do psizea astrangeiros.
1 os administra lores das alfandegas
exteriores enviaran lo los os mozos no ns-
ita epbemero eiigrandeciineiito pessoal, e
as peas quo ss puuliam a navegaco dos
magmticos caiues que nos deu a uulure/.a o
ao livro dcsenvolviuieiilo do nirsnio com-
imporla^ao e oxporta^itu com oipeeiQctcSo
dos artigos o direltos que lirerem pago.
15. Enviarflo timben um mappa de 00-
tradas e salii ls, direitos cbralos c em
morcio, depois quo esto poder oppresorI divida, con a clareza e exactidfio neeegaa-IcontaJas desde que espirar o'pras concedido
desappareceu da scona poltica, laiicaiam-l ria para que a inspecv'ao geral lonba urna para a rclilicatao do inanifcsto, se nao o iitc-
so os cominercianles em uina scuda d'aulcs conla correulo do cada altandega.
ea(o, se aiuda esliver aob seu couimando, ou
um 1 inulta equivalente ao valor da mesma em-
bcrca(o, e licar inhabilitado para navegar
nos rios.
18 Na alfandega de registro cobrarao os di-
reitos seguintes.
be toda a embarcado procedente de porlos
estrangeiros qoc subir o rio; pela visita, qua-
tro pesos iones. 011 o seu equivalente em 1110-
eda correte de llucios-ayres; pelo passe,
seis pesos ate 200 toneladas, e passando desta
aiqueacu, doae.
lias mesillas embarcaedes na sabida, por
visar a guia, quatro pesos so liverem menos de
300 toneladas- c oilo das maiores desta arque-
acao, ou o seu equivalente em ......da corrcnlr.
lias einbareacoes naoloiues 10 reales lorie
0110 seu equivalente em nioeda correle, p.or
dlrello de culrada c icviso de guia c oulro
tanto quaudo regressareui carregadas.
CAPITULO III.
Dos dcjiotitot.
Art. 1. Naalfindeg de Iluenos-Ayres se ad-
niiiiii cm deposito, hvre de direitos de linpoi-
lafao. Codo o artigo de coiunicrcio procedente
de porlos clrangeiros, scmpie que os coin-
lliercianles inlroduclorcs o solicitarelil.
2. Os consignatarios ou proprlelarb s da cai-
ga de urna embarcaco apresciitaro na admi-
nistraco, da alfunlega, dentro de 48 horas,
prohibida, porcm sea) regia uem metliodo ;
de modo que o tolerar por mais lempo se-
melbanlo siluscao 110 paiz naos prejudicu
16, .No IIm do cada anuo todas as lfan-
degas remllenlo a inSpflCQUo conla ge-
ral aconipniliidi dos documentos originacs
Antonio da Silva.
ule, o juizo; appollado, Jos Paulo
das trinas?
Dilo Aojull de diieilo da comarcado Ca-
bo, liansnillindo, pui copia, o aviso da repar-
lico da uistiti de la de agosto ultimo, recom- .*!','",.. ,,...i .
mendando a pristo dos amores e cmplice, do Appellante, l-rancisco Carlos BrandSo ; ap-
assasslnalo contrae tildo abi na pessoa do pardo pellado, Joaquim Marinho Oavilcauli ue
Ravinundo. Alhuquerque.
Hilo Aojui;. municipal da primeira vara Passaram do Sr. doscmbsrgador Pcrcira
desta cidade, para declarar quanloi presos
de ser rcineltidos para o p csidio de Fcr
Uno ... A' thesouraiia da faaenda pro
Parecendo-uie rue o dono dos producios da;
!r".d."0-nV i.'' dembrB.dr Vll -! ^V^XteB.. exteriores :
agricultura desta "provincia, enviados para
das Alagoas, he o mais competente para desig-
nar o lugar donde procedein os gneros, pois
nao he provavel, que o lavrador de Pernambu-
co queira dar como procedente de oulra pro-
vincia o seu algodo, e vice-versa, porque as-
si o, uao s prejudicaria a sua provincia na per-
cepeo dos direilos, mas liiiibein commcttciia
uina falsidade, c de mais declararla como per-
Espirito Santo.
as rendas nacioiiae.s maa poderla fazer du-'A inspcccilo rovcri da conla colejamlo-a
vidar du perfeilo domiuio que a repblica : com es despachos .a alfandega do Bueno*
tem sobro os sousrios, ou pelo menos ex-1 Ayres para leeinliarque o baidoacao, o com
por-nos ao duro trabalbo do corlar pela raz o registro da do Marlini Garca.
abusos inveterados, em vez do preveni- os
uu abafa-los quando pnucipiam. CAPITULO II.
Movido por oslas cunsiderac.cs, o dse- Da uljuiidtrja ta registro.
jando o director provisorio provor as noces-1 Art. |. Na Iba de Martina Garda so esta-
sidades actuaes da naYlu, pensou nos meios beleccni urna alfandoga do registro, com-
maisapiopriados para ulilisar os rios une- posta, por emquanto o um aJiniuisuaJor
ores, alia do faoililar o couiuicrcio, ani- um conladur e tros olliciaes.
mar a industria, e promover a prospendado j 0 administra lor tora debeiXO das sois
das puvoor,0os do interior, dando aquellas or.lcns os guardas necMSaiios, o;: sua dis-
provideucias indispeusaveis para consultar poaicBo as embarcacOes proprias para de-
a segurautja do lerntorio e evitara fraudo sompenliar o sorvicu quo se Ibo eucarregi.
das reodas Oseaos) unifoimisar o ccntrali- Um raso de guerra fondeado no poito pres-
sar as alfandegas exteiiores ila repblica (ara, em caso Je necessidaJe, o auxilio que
sob urna admimslraijDo que as suboidin j, o administrador Ihe polir.
regularise e turno cecriva a sua responsa- ;, To la a embarcaejao proco Icuti Jo por-
bilidaJo; garantir u commercio honesto los estrangeiros que se dirigir nos portos
contra os projuizos que I lio causa a fraude, habilitados da ropublici no I-arana ou Uru-
6 ull'orecer-llie loda aquella acili lade qua guay, uu aos do Paraguay, s po lora entrar
he compslivcl com us intoresses pblicos, pelo canal de Mailun (arci 1 ; no caso do ser
para que so uesonvolva cun libordudo. l'a- enoontr ida no canal das Palmas mi arroyos
ra conseguir esles lins, toulo cuusulladoo qU0 a elle ctiildu/o:o, incorror s. por esto
consellio Je estado, resolveu o decreta : laclo na penada oonDswcSo, vaso e c-.rga.
CaI'IIUI. I. 4. To la a embarbeci quo passsr por
Das ullnnicgtu exteriores. .Maniui Carcia subinlo o rio fuudoara no
Arligo 1." Aclualuienlo o em quaulo o porto da 1II11, o sera immedialanieiito visi-
purmillir o aecurdo de S. Nicolao do los iada por um empregado da polica lo mar
Arroyios os pro lucios das alfandegas exte- 5. O capillo declarar a visita o nomo da
ores da repblica sao applicadus as des-, embarcar;fio, SUS nacionalidade, louelagam
i o procedenc 1 entregando-llie o passaporle
I para sor visita lo.
6 Dentro de l horas, contadas d chi-
1 gadaocapitfio poiii por escrlpto ao ad-
! ministrador da alfandoga um pSS0 para o
i orto do sc'i destino, apres'cniando um ma-
. nifeslo .llalli.i 10 di carga, coiironne com
m no Sala-
do e na baha 11 um
No Rio da Praia, as de Bucnus-Ayrcs o a
Appellantes, a Viuva c Fillio de Caudino A-
gustuhu de Barros; appellado, Jos Can- $$\*^^p.
d.dodet.srvallio Mode os I y0 p.rana, as do Rosanu cidado do Pa- us coiihecimentos o livro de bordo.
uo, .11 u u rns o Corr|eill0Si ltUlJ se lla ,ie est.be- 7. O administra lor da alfandega lera f 1-
lecor na cosa ptrlencunle a provincia de ; cudalo de exigir a aprcsoulaco do livro
Bueno-Ayres 110 poulo que oscolherem as de bordo para cotejar o manifest.
sulundades pornianeutcs tiesta provincia
Appellante, o juizo ;
i'aut.
Passaram do Sr. desembargador Valle ao
Sr. desembargador Santiago as seguintes ap-
lateos cm quo sfiOl
8. o manifest do capio ser registado
rem no mesiiiu manileslo, lautas notas sepa-
radas das inercadoriaj que Ibes forera consig-
nadas, quaulus lorem os eiM deslios, a saber:
I., art'gosquese bao de Importar na pra(a e
despachar pela allandiga do porto ; artigos
de transito paraos porlos da repblica ; 3., ar-
tigos de tramito para portea estrangeiros ; i. ,
artigos para deposito listas olas comer >
as mesma especificacdcs de marcas, conlcudo,
quatldade e medida que se requer para os ma-
nilestos ; c us artigo) desuados para transi-
to se se declarar se segucm 110 mesmo uavio
ou por baldcacao.
1. U deposito durar para os lquidos cm
cascos um auno, c pora os mais artigos deioi-
10 raezes quando multo. E se aos proprlcta-
riu dos gneros couvier prorogar este praio
por cau.as niraordiiiaiias, manifcsta-lo-bao
por eacrlpto Inapeofio geral. que resolver
ioic o caso. Sempie que se conceder a pro-
rogacu se pagar de contado a arinascnageiu
pelo lempo vcucido.
i. Sempra que se pedir despacho para o con-
sumo de gneros existentes ein deposito, se ta-
ra fomenta por vulumes iuteiros ; c o despa-
chante pagara os dlrcito3 cilabclccidos assig-
nandq letras a mi dias.
5. Fica perinitlldo o reimbarque dos gene-
ros exislcutos nos ariuaieus de deposilo, livres
de dircitjs de transito, quer para us porlos cs-
traugeiios, quer par um porto habilitado da
repblica onde estlvcreslabelertda urna alfan-
dega exterior; c ueste ultimo caso se fara o
. Eiuquauto os gneros ustivciein era de-
posito jiadcro ser vendidos ou cedidos a ou-
Iraa peaaoai sem pagamento de direilos ; po-
rcm ucsie caso devera o vendedor parlicipa-lu
couladoria da alfandega, pa que seja no-
tado u Iraspassc liv.ndu entendido que a al-
l'indega nao reconhecer por dono dos gne-
ros seno aquello que constar dos seus livros.
Os Iraspassc. em nada alteraro as coudices ;
opraiodesua duraco ha de contar-se desde
a dala do manileslo. c o ultimo pioprielarlo
ser o devedor dos direitos.
7. O estado he rcsponsavel pelos gneros dc-
po.'.ados, salvo cm caso lor tullo mculpavel,
ou de alaria piodu/ida por vicio iubeieole aos
iiiesmes gneros, 011 de esvasiamento. Os al-
mojarifes scro responiaveil ao fisco por qual-
quer lalta que coiiinicttara de que resulte dclc-
noracao ou subira(o.
8. Cada arinazeu ici duas chaves dilleren-
les, urna que deve estar era poder do collcclor
icar aquellc coiniiiaiido scicnle de haver-sc orphos, autorlsando-a, vista de sua iiilorrna-
concedido passagem, para unidos corpos era cao, a mandar receber no eollegio das orphas
; u 11 iu, io nesla provincia, ao cadete do stimo a menor Amelia, lilha de Mara Candida da 8il-
balalnio de iufaulaiia, Manotl lirasmu Larva- va, viuva de .Mariano Joaquim Nones de Car-
illo de Mulla. i valllo.
lioAo nicsino, coinmiioicando que, se-. Hito A'cmara municipal du Recite, Irans-
gunJocblTsHou do aviso, que remelle por copia, mlllindo, por copia, o aviso do ministerio da
do ininislcrioMla guerra de'6de setembro liu- juslicade I" de selembrn ultimo, no qual se
do, ordenou-sc, que se conservera addidos ao dccl-ra, que, depois da pro.....Igoco do acto
primeiro balalltodc Infanlaria os alteres Cv- addicional, a altribuico de crear c supprunir
prianv Jos Peres Fotuna c Gustavo Chrisliano districloa de pats compele as asscmblas pro-
Desusir, do segundo da inrsiiiaarma. Inlci- vinciacs, c nao s cmaras municipaes
qualquer oulro ponto da costa ou ilus Jos i loi tes ; al ao Rosario, 1I01 ; al ao p
moncioadus nos. [da OidaJo do Paran,
rou-se ihcsouraria dc-(acnda
11.lo Ao ineaino, remetiendo,, por copia, o
aviio da reparlico da guerra de u de scleuibro
ultimo, do qual consta haver-se permettido,
que se demore na corle, por lempo de dous 111c-
es, licaudo addido ao balalho do deposito, o
capitao do dcimo batalho dclnlaularia, Joa-
quim Jos Moreira de Mcndonca.
Hilo A'thesouraria de faicoda, Iransmit-
lindo, por copia, o aviso do ministerio da ma-
rmita de JO de sclcnibro nliiiuo, eoiiimiinican-
do que, por decrclosde 18 do mesmo mea, foi
exonerado do lugar de inspector rio arsenal de
inaririha desta provincia o capitn de mar c
guerra, Ilud igo l'lieodorodc Frailas, e monea-
do para o dilo lugar o capitao de ruar e guerra,
Joo llenriqie Me Carvallio c .Mello, Fizc-
rani'Se a respeilo as ucccsiaiias coiumuni-
oapdM,
Dilo A' mesma, coinmuuicando que, se-
gundo contlou de avisos do ministerio do im-
perio de 3, 11, 13, II c la de setembro ultimo,
se ni..mi mi abonar pelo thesouro nacional, co-
rno ajuda decusto de rolla, aos depuiados por
esta provincia, Joo Jos Ferrcira de Agular,
Joaqun Villela de Castro lavares, Jos Tilo-
mas Nahuco de Arae.jo, Augusto Frcdcrlch de
Ulivcira, Francisco Aavier Paes Barreto, Sehas-
lio do llego liarros eJosc Rento da i.uuha Fi-
gu-lredo, a este um como de ris por residir
as Alagas, e a cada um dos ouiros um como c
duicutos mil rls.
Dilo A' mesma, intelrando-a deque, se-
gundoconsla de aviso da reparlico do imperio
de i5 dcselembro ultimo, se solicitara do mi-
nisterio da la/.eini 1 a cipedico das convenien-
tes ordens, para que por aquella thesouraria se
pague, como ajuda de cusi devolla, ao depu-
lado por esla provincia, padre Venancio liemi-
que de llesende, aquanlia de unT cont e du
zeutos rail ris*
Dito Ao direclor geral dos Indios. Recc-
bi con umita sailsfsco o oflicio de V. 8. de II
do passado, em que 111c parlicipou que nenhu-
ma oceurrencia desagradan-I se dera cm Cim-
bres depois da ebegada de V. S. na qualidade
de director gcral dos Indios, enviado por este
governo para regularisar a aldeia de Cimbres
e reslabclecer os Indios ns vida pacifica dala-
nao as cmaras municipaes, como
algumas entendan. N'ste sentido ofuciou-
sc a todas as cmaras da proviucia.
'ITilBUNAla A RELACAO'.
SESSAO* DE 9 DE OUTCRRO DE. 1851.
[residencia do l:.cm. Sr. consclhelro Asevedo.
As 10 lloras da manbiia, oslando presente
os Sis. desooibargsdores Villares, Leo,
bastos, Souza, Rebollo, Luna Frene, Tulles,
Figueira doalello, Peri ira Muuteiro, Valle,
eSmti'go, oSr. prosidcnlo declara abena a
sess.lo.
JULGAMFST0S.
Itcc irrorile, nju/o; recorrido, Jos Bonifa-
cio Ferreira llraga. Kcfnrmaram o dcs-
pacho que cuucoilru o babeas cor.ius.
Aggravanle, a cmara iiiunicipal da cidade
da Fortaleza; aggravado, Manool Jos de
Vsscoiiccllos. Nao tomaram conhoci-
menlo
Itecorrente, Roborlo da Silva Sanios Pcroi-
ra ; recorrida, a fasenda publica.Julgi-
ram procedente a bcqo em parte.
Appellante, ojuizo jappcllados, Antonio Jo-
s l'eieira de Miranda c uulrus. Reforma-
ran a senlouca.
Appellanlo, Mara Theodora da Conce5o;
appellados, Aleixo Jos do Oliveira e ou-
Iros. licspressrain os embargos.
0ILIOBMCIAS.
Appellante, o juizo; appellado, Prxedes da
Fntiscca. Coulijho.Julgiram habilitados
os her leiros do appellado.
Mandarain com visla ao Sr. dosembarga-
dor procurador da coroa os seguintes fei-
tos:
Appellante, Bernardo Ferreira Louioiro;
appellada, a fazenda provincial.
Appullanle, a fazenda publica ; appellado,
Antonio Francisco Itibeiro Cuimares.
Appellante, a fazenda nacional; appellado,
Antonio Francisco Riiiero lluiiiiares por
si e como seccionarlo de oulro.-.
appollado, JosCaetano Fiuz.i Lima.
Appellante, Mariana Joaquina da ConceicSo
Moreira; appellado, o curador da parda
Benedicta.
DisrninulQBS.
Ao Sr. desembargad ir- Rebollo a soguio-
lc appcllac,o om quo sSo 1
Appollanle, o juizu ; appellado, Antonio
Elias Pessoa.
Ao Sr. desembsrgsdor l.una Freir a se- *lmT as a|faridBgM xtorioros flc.m
lid is para carga o descarga em loloius, 10. Ao guarda viajante pagar cala em-
do Marlim Circia
sua casa de cumiucicio; c se o nao cumplir
uesse lempo, ou se nao apparecer na praca,
portos ondo se achcineslabelecidas airan-ibarcacao na alfandega do Uarlim Giris ) uesse lempo, cuse nao W">-S'Ksai!
Segas nacionaes o au poderfio aportar a Li a Coucepcoo do Uruguay, seis pesos t^mMmM^tm^
nl,mr nulru nnnln di co*la 011 Ibas dos i 01 tCS alo au Rosario, doz ; ale SO pifio "-slartiu 1 cemara imegrai '" ____
mcnc
5. A libor.lado do nav-gagao dos rios, os-
labelecida pelu ailiguanlecodenlo, comeca-
ra a ler elfoito desJo u 1" do uulubro pro-
a segiiiuto appcllacau em que sao :
do-seestsr intacto, c quo a loma-guia Jo
Appellanle. a'parda Rosa sua lilha Cmbe- I qu Ue o art. 8 do cap 2 esta coi.lnrmo e
'" .v .. ._ .-:, mu r....... a mu i do retorno, sorit u navio
ina ; appollados, Bernardo Comes da Sil-
va e uulros.
Ao Sr. desembargador Perora Montciro
a seguinlc appellac,lo em quesflo :
Appellantes-, a Viuva o Pubes do marquez do
Itecife i spiellada, a administracao dos
cslabolecimenlos do candado.
Ai Sr. desotnbargador Vallo a seguinl.
appellai;fo em que sao :
Appcfianic, ojuizo; appella.do, Jos Fran-
cisco Ribcio CuimarSes.
om regra a guia
despacuado sem demora.
7. Todos os gneros o mercaduras qu
so importarem 110 lorrilono da repblica
pag.i ,i 1 os direilos liscacs na alfandega on-
de llzerem a sua doscarga c desp*cli i, nao
sendo deposito. ToJas.as mercaderas qi.o
so exporiaro n para paiz ostrsngeiro paga-
rlo igualmeiile os direilos na allandoga quo
despachar ocarrogamenlo do exportacSo.
8 No interior da repblica lio livre do
K?.f!?"h'2?! V'"arCS MgU"191 "V. o" movimento o circuhcaopor agu. dos
appi:llai;;li; um que sao :
tes., a Viuva o Flll.os de JuSnJiu: ^XVepubica lio livre sen, devoluca d
ros despachados ein qualquer alfsndo-
dngucs branlos ; appellados, Antonio
fioguera de Souza e sua mulher.
I.cvanlou-se a sessao depois do hora o
meia. _______ ^^^
EXTERIOR.
REl'UBLICA ARGENTINA.
Reyulameulo para a navegaiio dos rios.
Uuenos-Avres, 28 de agosto dn 18.
O direclor" provisunu da ConfedoracSo
Argentina :
accortlo da 31 do maio, celebrado ein
San-Nicolao de lus Airoyos impoz ao direo-
dircilospara'os porlos habilitadus ; porcm,
em todo 0 caso, doverlo ser sellados us vo-
Rimes olovaruma guia da alfandoga des-
pachante, com obrigasSo aliancsda pelo du-
plo dos direilos da apresen lar a lorii.-gui.i.
10. A circulagao, em ombircacties nacio-
naes, dos goueros de produccilo ou fabrico
nacional, oulro portos da lepublica, sera
livre de ljdo o diivit >; mas, para ellecluar-
so, toniar-so-ha urna guia com obrigago
de apreseutar a lorna-goia da alfandega do
seu destino, no l:rmo razoavol que se mar-
car- .
11. Sendo altribuico especial dss pro-
quartozo ; o ale Cor-
rientes, qusreuts. As embrcateos desti-
nadas a po tos do Paraguay 011 pessOes bra-
zileiras doixarfiu no porto de Corrientes o
guarja viajmlo quo levaren a boido, o
quaudo regressarom receb-lo-lii do mos-
1110 porto alca alfandoga do rogistro, sim
augmuiitu da diroilos.
II No caso do quo urna embarclo pro-
Oddentedo exterior arribe-por temporal ou
avanaa umdos portos habililados da re-
pblica, ou a ti su poni qualquer da costa
do Paran ou do Uruguay, sem bv ir guia
da alian lega de registro, ou se,11 lovur
guarda a bordo, sera embargada com a cir.
ga slque recobillas sulllclonles provaspus-
sa proco ier-so segundo a nslureza do caso.
II Todaa einbarcaclo despaebada pela al-
fandega de Buenos-Aires que entrar nos rios
pelo canil de Mjilrai t.arela sera obrigada a
lundcar defronte da libas a apreseutar a sua
guia para ser risada, As que entraren pcloc-
11.1 das Palmas 'scro visitadas pela SiUfo que
se estabeleccr no pono de Zarate, depcodeute
da alfandega de registro, c visada ali a
guia. Neu um nem oulra scro reccbdas cu
porto algn da repblica sem que mostreo
que cumpiiram esse dever.
IU A allaudega de registro reiueltcra copas
corrcs/iondenlcs
obligadas a coinniunicar sen demora a de
queso dcvcrcui c a arnu/enagein correspon-
denie, reservando em deposito o pioducio li-
quido para ser cutregue a quem pertenecr.
II. Odirciiodcarinaicnagciii ser regulan
pela tarifateguinte,e pago sabida dos gene-
ros do deposito :
i pesos moda corrcnlc por raez por cada vo-
lume simples de mcrcadorias, seja lardo ou
calxflo-
\ idem por cada pipa de lquidos.
1 dem por cada barrica de familia, arroz,
assucai'i etc.
1 ideau por cada 8 arrobas de tabaco, berv.
caf e mais arligos de peso, excepto os raine-
i-acs, qoc s pagarn aquarta parle.
la. ni 11.dn se quizer que algn carrega-
mento ou parle dcllc seja posto em deposito,
piuccdcr-sc-ba descarga con interveneno da
11.. bcla do mar como nos casos cominuns, esc
iranio os genero alfandega, donde serao con-
dumios com a mesilla interveuco. Rao se
brlro os fardos, c'aixas uu mais.volumen, sal-
vo se os meamos Interesiadoi pcdlrem o sen re-
cmihccimenloi mas devem ser pesados, pre-
cintados c sellados cora dous sellos, unida al-
laudega, ouiro do proprictario. O sello da al-
sua I fandega lera as aunas da repblica ca seeuln-
' lo inscripcao : Deposito de Bucnos-Ayres, anuo
de... Este sello sera guardado em un colre de
ferro sb a guarda do colleclor.
13 Nao se adinitliroem deposilo aenao g-
neros Sin bou testado c bem acondicionados
jos mauifeslos as alfandega. cor....ir.....cmc ;"-*>--";.'ipa que se notar delcriora-
c todas a eslabe.cc.da. no, nos talerl.res, lio eJflar?2pr.Tenlf o inter.ssado.
Scinprequcse pedir transito para palies-
e icccbcrem carrees-!caa dever devolver-sc com declaracao Jura-
u c.,c,ior''era q,al- I Sa do consignaurio e ISgaJIsaelo psl. 0OUl
sabir do rio.
15. Ascuibarcaces que 1
ta.o na de registro para me ic p.nb. "IPXABsns.eonl.rs a obrigacao de p.g.r.u
I ILEGVEL i
,, ,,.. iicviMii salir as ;i idiiei.n himic. tu. v"4UrtU ** !"*** ------" ,---------..i
"scliraseM eviur que se violemos tegula- I posilados com dcslino para portos da republ.-
MUTILADO



-
r


m^mm
ca obscrfar-se-hao as Reamas formalidades,
com a difiere nca de que hJo de levar urna guia
c ministrador o contador alaudega que 01 re-
ceber.
17. Quando se pedir o despacho de gneros
para consumo lero estes trasladados para a al-
fandega, aliui de seren avallados c pagarein
os direltos nos termos do arl. 4,
is Quando pela qualldadc ou volume dos
artlgos. ou pela distancia dos arinazens, resul-
tar grvame aos intereasados da sua conducto
para a alfandega, poder o colleclor com co-
nbecimento de causa ordenar que sejam exa-
minadas nos mearnos annaicns, tomando todas
a* prccaufdes necessarlas para que as rendas
nao sejaui defraudadas.
19. O almoiariic ter uin livro cipcciul era
que serio (aneados os gneros que cntrarem
em deposito e seus propietarios, e adianle as
sabidas c destinos. Todos os mrzei se confron-
tar* os assentamentos deste lirro com as no-
tas da mesa de registro, e se organisara uin
mappa<|ue ser remrtlldu insprceau gcralda
alfandega ese publicar nos diarios.
2. Os mappis mensaes de que tilla o artigo
antecedente comprchenderao a quanlidade c
classe de mercaduras que IC tiverem despi-
chado no mci dos sirmaienfl de deposito, com
declar.ico dos seus dillereiilca deslinos, e urna
nula das esistcnclas.
II. Oalmoxarife rer.i mais um livro especial
da conU correule de cada arinazcui.
J2. O visitador tei obrigacau de viiiuroaar-
maieus de deposito pelo menos urna vet cada
tres meses, c cscolher um para fazer a verifica-
cao das coatas doalinoxarifido.
j3. Abaldcacohe pennitlida s no porto de
Ituenoa-Ayres, com as formalidades estabeleci-
das pela lei vigente, e pagando o diieito de I
r mel por cento de expediente.
a4. Fica desde esta dal*. supprimida a devo-
luco de direltos pelos gcucros despachados ijue
se rcembarcaiem.
?5. O coilector gcral recebci ordem para
pieparar com a inaior brevidade os arinaicns
necessailos para o deposito.
JG. Ser pcrmitlido depositar em armasens
particulares osscguntrs objretos :
Alambique* drscobertof, alcalrao, ancoras e
ancorles, arlilh ria, pecas e projeclis, amu-
gue.haldcs de madcii i, breu, cabos de seis
pollegadas para cuna, cadeias de ferro, cale
gesso, c-rvo de pnlra c lenha, estopa descu-
berii, ferro em barra, presuntos sollos, 1-idri-
Ihosc asulejos, lingoados de ferro, inadrira d
conttrueco, machinas daicobertas, po-brail
o campeche, pedras de filtrar, ditas de moluho,
ditas de amular, ariosias solas, sal commum
salitre, cimento, arpgos iiillammavcis, como
pliosphoros e acido sulphuricn,
i7. Osarmazeu* pai neniares etn '|uc se pe-
dir o deposito desses objectos devem ser inlei-
ramenU' construido* de alvcnaiia, c 16m divi-
sa o ne ni t tbi<|uc de taboas ; te rao una sopor-
ta, e esta duas chaves, una das tjuacs sei
guardada pelo administrador e a outra pelo in-
teresado.
8. A alfandega uao he refpomarel ueste ca-
so de perda ou delc ioraco alguma, nein co-
brar arinazenagein, pois neuhuma despezase
fura i' i sua couta.
9. O pedido para depositar gneros nos ar-
inaicns particulares se far ao administrador
daalfaiide.aeiii um re(|urrimcnto cscriplo, que
leve levar junta Utna nanea pelo dobro dos di-
reltos de iiiiroduceao.
30 fritare examinaran liudamente as
inercadonas, avalia-las-ho e lancarao as suas
olas no mesmo requerimenio.
3l. O lequerimcmo licar aichivado no al-
moxanfido, c se far cllecliva a ubrigacao all-
antada sempre que bou ver remocao dos ubjrc-
tos do armaxem, quali|uer que srja o prt texto
que se allegue, pois nunca deve lacr*se esta
remocaosem liecnca pur cscilplo do adininis-
trador, dada por motivo justo
CAPITULO l\.
Da intprccto gcral
Art. l. As alfindegas exteriores da repblica
lcam sujcitis a direccao de u .a Iuspeecao
geral das alfaudegas nacionaes, u que ser
composta de um iuspector geral ( chefe do de
partamcnlo, e de quJtro visitadores.
'2. Cada visitador presidir a urna mesa, que
ter a bcu cargo urna das seguintcs liuhas de
alfaudegas ;
I,- Couipreheuiler a alfandega de Kuenos-
Ayrcs c todas as que se cslabclcccrcm na costa
do Sul.
A de Martim-Garcia. P*fs < u
culdadea que forem necesiarlaa para' remover rar;8o sem citar 01 rime dos presos politi-
sem demora lodos os obstculos. i coa restituidos i liherdade, nem .'aquello*
sua pe-
iodo* os gove
2

20. O iireicntcilecrclo ir coinmunlcaiio a quem ho pcrmitlido tegresstr i
..do>o,goeioi pelo mliiisirodaa rclajOc ekle.iore., puIllcao- Um |Uenl0 ex,me dos motivos que mili-
do-sc tainbciu einNo' 01 diario dc.t. cap- conlra u, o(J
(al c no rrgiilro offlclal
L'nocu*.
Liui Jol de la Pinna.
( Proansso. )
( Jornal do Conniercio..)
cripta, he sem duvida 3 cania da demora ni
pulilicidsdodas listas norxinaes.
Ho provavel que a clcmeocia presidencial
ostendora de preferencia sobre os oondem-
nados de junho de 18*8. Entre estes, na
verdado, hi um bom numnro de pessoasque
se misluraram na insurreifSo sem lencSo
LONDRES 90 DE AGOSTO DE 1852 deliberada.e por simples impulso do tumul-
O ErAo iraz-nos os ltimos rumores des- to ; ha anda um maior numero que se ba-
sa recta napolionina de 15 do agosto, que ta pela causa honaputista ou legilimista.
nSo tcviio resulta lo poltico esperado pur Estas duas ultimas calhegorias tem sobro-
uns, i' temido por outros. tu.lo direito indulgencia do gnverno.
No riliatm'.o nenhun obstculo se oppoz jjm incendio no proprio gabinete d M.
a esse desenlace inivitavel, que daqui a qua- |,iZ Bonaparte, pdz momentneamente em
tro mezes vcrei.os produxlr-ie. Ilasiaria porigo todo o palacio do Elizeu. A causa
reunir o exercito no Campo de Marte, dar deste sinistro nuo he attribuida a malevo-
senha sos generars e aos c immandnntps de lencia ; po'm o prejuizo em papis e docu-
Cnrpoa, o trne ir cin um pro;rnima cinto os rnentos precio-os ho muilo maior do que in-
dclalhi'sda coremonh. Cesar, choiiaudoao culcjram osjornius bonapartislng. He ain-
meiodosuas legies fiis, pronunci urna da uin mo presigio.
brevoe sonora allocucSo, o cntliusiasmo, es- Lendoos jorna-'S francezes com a maissu-
so Huido tSo poderoso as organisifOca fran- tu aileii(Si>, empregando o microscopio bj-
(Mtaa, tradulla-ae Ioro por sclmeO''S mi- nipartisla para llns proscrutr o espirito,
meiisjs, por um eiilevo irresislivcl. Ecit-lo he muito dillicil senflo impossivel,achar ma-
decurifles, contuiiO's, ech'fs de coho tes terias iiicriminiveis,
snltam ao ar a palsvra scramental o pi- Asbrochuras autorissdas pela censuras
vez imperial erguc-se, e o presidente da re- reaes de 1770 s puliliea enirava triuniphanleniento as Tul- para promover insurrei(3o e a destruido
lheri M. l-ui llonapario nilo qtiiz osle scenrio, das com as publicares penodiess france-
quooassoipclhario a um ch^fc de Francos, zas da nossa pocha. Ainda assim, a au-
com algu-na cousade l'lwamond ouClovis, toridade acha tenias ssiz largas pira Ihes
a um Imperador tn decadencia, ou a um rol jniroduzir suas garras mortferas. A Gan-
da Polonia eleit) por urna Dieta tumultuosa, < ,e /->an(a recebeu ultimamealo, urna ad-
deliherando no meio do teir dos sabres. moastie,So, e o Sieulo, j admoestado foi ci-
Senhor da nacSo i olo exercito, o deste pelo (ado para responder na tela judiciaria.
dinhoiro, dislincgOes e postos; corto deque Nos departamentos lie ainda peior, nSose
o povo so demittira, e que essa impreviden passs uma semana sem que um prefeito OU
tobiirguezii po'ileu to lo o crdito, toda a sub-prefeito deixe d'inlervir olllcialmento
for$a o loria influencia, niJo precisa aproa- polmica insignilicante d'um jomal,
sar se, nem il" t rara sua elovir3o, as appa- exorceni|o contra o oditor ou redactor al-
inelas lo consagracSo legal, a que toda! as gUrn ac(.,j ,|e arbitrariedade. As cousas cil
u/urpar,Oes ligmi inipmtancia tanto maior, garam ., p0nlo quo o ministro da polica
q'ianlo n.ais si acluin fra da legalidado. vl0.sc Toreado a dirigir uma circular aos
A demais illlO, M. Luil llonapait', acre- prcfeltos o sub-profeitos para qui nio leras-
dila, como 86U t'O, na influencia iecu!la das gem SBU zelo muito e^cessivo.
datas, e no poder moral dos anniversarios. < Luiz Bonaparte nSo polo queixar-se
Dezomhrn vio o pnmeiro Oonsul, nomea lo e ser mal serv Jo. Com menos metade do
imperador polos corpo Constituido do es- actividade, zolo, e d"dicaao da paito de
lado o Sagrado pelo Papa. No anno scgiiin- scus ompregados, a repblica teiia forlilica-
te, Aust-rliti illudriva ain 1 oate mei fo- dcJ s suas jnstitjicOes, vencido lodos os
li7,o innaugurav esc prodigioia serle de obstculos, e affroiilidoosmaiores p^rigus,
victorias, qu" s foi intciromi ida pelo ID- comniehendendo ainda o d'uma fligranloo
remo fatal de 1818. Uei/cnliro esclarec! audaciosa usurpuSo.
urso reserva para
quellr ilieaouro em
(Comi da Europa )
(Bras Titana.)
LONDRES DE SEMI1IIO DE 183.
i.* A (ie ,ienVlo'/a*'e Sao-Juan.
1.' As de Salta e Jujui.
3. Todos ui aiiiini st-rio visitadas as tinhas de
alfaodegas por um dos visitadores a eacolha do
inspector geral, levando suas Instruccdei para
prever s exigencias do melliur servico.
J. Os lius peniiaiienies dcslas visitas serio
Implantar as Iris a rrgulanicnlos Aseara, pro-
mover a sua observancia, remediar os abusos e
csCabt'Iccrr os mcios de prevenir onde descu-
brir as fraudes.
Devergo tambem os visitadores estojar o
pill cin todas as suas relaccs de producciio,
permuta e oonivaio, o citada das estrad- e
jiicios de tianspnrle, o motlocooio l'unccloiia o
svslcina fiscal, c como allccia as opcraocs da
riqueza publica.
5. Os visitadores reunirao as suas observa-
edes sobre estes objectos em nina memoria que
apieienlaro inspercao geral noOm de cada
vlagem
. As visitas serio proporcionados de modo
que sempre baja tres incmbras presentes na
olliciiia.
7. Na ausencia dos visitadores o departamen-
to especial de cada um ser presidido pur um
dus presentes.
8. A inspercao levar umfegislro para lan-
jar a relacodos diversos casos de contraban-
do que occorrercm e as obscrvncoes que o ins-
pector c os visitadores li/.crcni sobre os defeitos
que notaren, c os iiielborauentos que poderein
faier-se uo servicu. Todos os tres meses a ins-
percao icunida, a vista das notas deste livro e
das memorias dos violadores, propor ao gu
vrrno as modificaces que julgar oppai lunas
nos regulamenlos vigente
0, Os mappas que as allandcgas dercio re-
ineller Inspcc^ao, tinto de contabilidadc co-
mo de cstatistica, serao fcitos por modelos uni-
formes que a inspeceo mandar imprimir.
10. Os admiuistradores de aHaudcgts nacio-
naes rtconheccro por ebefe o inspeclur gcral;
dirigir-llie-bao toda a correspondencia c rec-
benlo por sen intermedio as communicaces
das leis c orecns do governo.
11. Us empregadoi das alfamligas ou da po-
lica do mar s aiuovivtis, a juio da iuspec-
pO gcral, que nao he obrigada a dar a causa ;
mas para se fazer urna remocao he necessario
que concorra o voto unnime do inspector c
dus visitadores piescntes.
I?, No caso em que quatquer dos referidos
empregadus couuni-lta criuie que tentia pena
cMabelecida liasteis ou regulamenlos, a insprc-
cio mandar abrir um siiuimario e o remetie-
ra ao jul do criine, pondo sua disposiro o
indiciado, para que pruceda cuino for de di-
reilo.
|3. Einquanlo n3o se regulaiiidelinitivaincn-
le os juizos de fazrnda, o inspector geral eos
dous visitadores preseutes constilulro um tri-
bunal, ao ipnl competir decidir os proceisos
summarlosde contrabando que sao buje sen-
tenciados pelo governo, para o queso llics cou-
cede desde esta dala ampia delcgacn.
14. Ojuizo sei pronunciado com audiencia
do fiscal, e comclia;o e audiencia do nteres-
ado ou seus representantes, se esllvcr ausen-
te, em cojo caso bastar clu-lo por editos com
um termo ratnavel, e nao compareceudo no
prazo marcado proceder-se-h revelia.
16. A sealenca da Inspeceo liinilar-se-ha
absolvico ou imposico das penas de conbs-
caco ou pecuniarias que a le degnar e nos
casos em que pela lei tentia de impr-se pri-
o ou pena corporal remetiera o, autos ao juiz
do erime para que proceda.
Ili. A inspeceo e a conldnria gcral reuni-
das, e formando um minina) presidido pelo
inspector geral, jugarn em todos os casos em
que as comas re urna admioistracrio particular
sejam Impugnadas pela cunladoria, tendo pre-
sentes as coutas c as inmutas da i-npuguaco.
17. 0 inspector dever precisamente fazer
uma visita semanal alfandega de Buenos-
. Ayrcs-
18. Ficam revogadas todas as disposi{aci an-
teriores que se oppoicriu ao presento decreto,
cine ser opportuuaincntc apresentado coli-
siucrafo do congresso.
i'J. A Inspeceo geral da, alfandegas flca en. i
tambem o triumpho do sobrinho em in5i, a
para que a oaJeii bistorice da dinsatia na-
polionina se ronove d'um modo quasi provi-
dencial, elle precisa para n ultimo co, o mi-
lsimo de Dezembro re 1832.
Seje jogo do acceso, ou sorrirda forluna,
Nspoleip levo MrWlMril,IIMjmlMl- Pollc coutlihg0 ...ai, ioleress.ntc.
montos Importantes de sus curta mas admi- dnquc opjni5n, que faiem 0s Estados-Uni-
ravel carreira, bo.n asiim nal solemnidades dosdas rela{aes. que eslstem enlre o scu go-
iniporlanlesde Setl reinndu, os favores do verno c as demals potencias; e por mais cs-
uma temperatura excepcional. A ccerno- iranba que parres, adoptam-na e animam-na
na da sagraQ.lo foi aluiniada por um m igni- militas vezes al os humens politices, deque
licosol l) mesmo ac->nteceu em i de de- bavla a esperar prudencia e discrico. Heevl-
zembro de 1804, Sobre asnevesda Morara, dente que urna porcSu consideravel de cldadaos
z, .unu i ic > ...iri.M. fr.Po Americanos nutrem a idela, de que os Estadas-
onJoclMl.amnisCauMr.acos.e rrance- VM ZeS. Em uma outra batalha deciSlTa prmoi- Collceuelllo, UP, ,,uc ull, patriotismo e.alta-
piava com uin ttfmpO Sombro, Irlo, 0 Chu- do pode gerar urna tal persuaso ; porin, em
voso, c-sc mesmo sol d-: Austrelilz penetiou todo o caso, he lora de duvida, que ahi ba de
de repente as nurense 0 imperador achou esta existir sempre, seja alias qual for a-
molivn para um ilessas breves e poderosas quellc.
allocuctJ'S.que lancavain o figo no peiln Em todo o successiyo dcsenvrdvunenlo da
de seus sollados. O da 15 de agosto q,0 no fcf" Ppularna repblica, podemos asslgna-
' "* ,,,, i. ,1. ., f-c lar .i ni. ,in i aspiracao ao dominio universal da
lempo do imperioso toruou d a de urna fes- Allierica da nor'lc rvj0 ,,. He ato nobre in-
la religiosa, eannivcrs.ru. solemnisaJo do ,,.,, pe|0 qual nao censuraramos nosso pa-
iiascimeuto do soberano, loi marcado noca- rentes Anglo-Sasonlo, ; mas em suas maolfes-
lendano c-.mo um dos mais bellos diss do tacos especiaes, esse sentluiento ser ludo,
anno. De 1804 a 1811, nao se cita um Ib de menos sublime. Elle apparece nao tamo sob a
ag SlO assgnala lo por urna nuvcm lio CO, forma de ambicio nacional, ou de prop .ga-
il o direito de dispor da-
cu proprio proveito. 'Foi
uin desconsol para os especuladores Transa-
tlnticos, que em sua dcsoUcSo recorrern, ao
secretarlo Mr. Webster para Ibes dar conseibo e
soccorro. I'esta (inminente autorldade recebe-
rain riles grandes consolacoes, e a Ipromesaa
de uma nao de guerra aineilcaua.para prote-
ge-Ios na contiouace de seu negocio
A argumeotacao de Mr. .Vebsler he bastante
curiosa. Diz elle que as libas dos Lobos sao
inhabitadas, como todas ascobertas de guano,
que he o rime que tem aquella mal cheirosa
causa; mas Mr. Webster, nao obstante todas
as caria,, nao sabe que essas libas perlencein
ao Per. Segundo Ibe parece estao ellas a mais
de tre, milb, martimas da costa, e o secreta-
rio de estado americano pretende, com ainavel
nrtiwi' Investir da boura de originarlo descu-
bridor um capktao de navio Yankee, que ba pou-
co lempo as visitou. Conseguinteiucnlc os 11-
vres c illustrados cidados tem imeiro direito
re ealrahlr o guano, sem impedimento da par-
te das auturidades peruvianas, e Mr. Webster
os proteger no intento.
Os Jornaes populares da Unlo aprasem-se
ll. .r.nllho.amerite COI11 rila decisu, i- i ill.un
com vehemencia da posslbilldade de uma desa-
venga, cotnnosco por bavermos logo reconheei
do o direito dos Peruvianos sobre essas Illas, e
porque os credore, inglezea do Per tem inte-
resse uos recursos e na solvencia de seu deve-
dor. Esta ultima insiuuaco nao deve de ceno
perturbar a equauimidade do publico i rilanni-
co, que lein a consciencia livrc de qualquer
eumplieldade na transacfo, e que ignora que
se baja feito algum comprouiisso com o gover-
no de Lima a favor dos possuidores de luodos
peruvianos.
Nao podemos crer que o senado americano
se deise influenciar por laes considerarles ou
que sancoione as disposices de Mr Webster
para a violencia. Se se tratasse de huma uacio
nal poderiam lalvez o, Estados Uoidos ir ale
exlreinidade, ainda mesmo por uma queato de
mu i .ni O" ni ais fedorenlo guano; mas nao
suppomus que o governo federal possa esposar
nina pendencia, para a qual nenhuma razo
tetn, a nao ser a cupidez de alguna cidados
aeus. Eslc he uin motivo forte para esperar-se
que a declaraco de Mr. Webster ser pro.np-
r imeiiie modificada eque se entrar em alguma
acoinoiodaco e.n que sejam respeilados os di-
reltos do Per. Mecerlo que os io.petoosrs ci-
dados da repblica eu.baracain de algum mo-
do qualquer arraigo ; riles idm consciencia de
seu enorme puJer, e vem dianle de si o cam-
po das suas tei.laci3e>. Aluda assim temos to-
da a i mili ni, i na jusdea cgeucrosidadcdoese-
cutivo de Washington, c eremos que tendo de
tratar com potencias, qur fracas, quer fortes,
procurar sempre com a mesilla suliciludc con-
servar sem macuja a honra e o credilo dopaiz
que represcuta.
[Da Times.)
w.ai*
w^r.,.1 H ........m
Coinraunicado.
ou una tempestarle nos ares
dis.no poltico, como de u.na exagerada cubica
Yc.topoiilo.o8oh.ini... parece menos fa- Vankrc. 11. pouc.elevacao na empresa Ame- dos. pnrnua dinieil seria
,00PqS. o to. A solemnidad., de 8tr..- "";;.nMlrelro. doi Kstados-nido. nao sa- ^ deg' d.doaTuemm
boiirgleveliig.rdehaix.i duna chu va a jor-!,,,,, a fund.r repblicas, ou a proteger urna
ros 0 presistente. Em qunnto ao piimeiro relig.ao uppressa ; os seus Cruzados tem em
anuiverssrto do rgimen impeiial, passou Ivisiau.n fio mais pratico. Se ha u.na batalha
por todas SS inclemencias d Um dos peio- a pelrjar, elles a prlejarao com bravura, c a
res diaa de invern, Cm eco carregado de ganharo talvez, porm levatn sempre a mira
nuvensode tempestarles proieclava uma luz ici vantagens mais solidas. A propria experien-
sombra anbra as dneoraeABa da f.st os caos tem de tal so.tc prcvcnnio contra os en-
SOmbrla sotic .i* n>=oracot. a bita, o os \ tm da ,.|0nuci,dj ,.0|>ular. lem-se elles por
espectadores llllham de Jefender-se simu f babiluado cM) a9 exa^eraedes de lo- ,u
laneamentedOSSKUaCeirps.da rajadas do|do ueccro, quecmsu.s aventura, externas, ."/ ..a 0 ,el-r,vam
vento o dos lurl.UhOos de poeira quo esto,nio .,uerem representar o papel de regenera- 'pedrol^r. Silva ?m.heVi,to
levautava. A rovista da guarda nacional Mores poltico,. So curain de um bom dlvi- .,',., con1Men,,,
NSo he uma individualidade ; heum fac
to atroz em si o em suas consequeuciss
que se presta hojo analyse da nossa pen-
na. A jn.sliea he a almi, a vida o a intelii-
gencia da sociedade ; o crimo o seu dis-ul-
vent", oseo fatal verbo do anniquillacio;
sustentar, pois, osdireitosd'aquella, ccom
bter os terriveis estragos deste he dever
de lodo o e.scnptor, por mus eslreitns quo
sejam is dissensesdasua tarefa.
Sim Vamos denunciar hojo ao paiz os
crimes e malfeilonus do juiz de direito da
cimarca da liria-Vista, o Dr. Joaquim Pe-
d'O da Costa Lobo: invoc.mos para este V
sumoto a aliene lo benfica do governo, .e
da nossa parte tillo ha mais do que o since-
ro desejo de pagar o tributo quo ho devido
ver i,i ie e moralilade publica.
Antes de ludo coufessemos que ao con-
templar-sea distincta o intelligente mlssilo
da magistratura, protectora dos d.reitos in-
dlviduaes, o sustentculo da ordom civil,
so concebe logo qu3o prejudicial o execran
do he o proceder do juiz que, desvairado c
perdido, paclua com o criine, atraicoa as
lois e a sociedade, o torna-se cruel verdugo
do seus concita lios Exporemos, nSo to-
dos, porque dillleil seria o empenlio, mas
s pralicados pelo
degradado a quem nos referimos, para
que son ciracter, ndole, caheea o coraeSo
sejam b,;m squilalados por t idos quantos
at hojo o n3o conheciam.
Entre as malversarles rlessa magistrado
avulla msis que todas, a tle tor elle posto
em liherdade um criminoso do duas mortes,
condemnado pena ultima em 1843 pelo
jury da Boa-Vista. Eis o caso e os motivos
8
resserili'i-so d esta temperatura mortfera
A desfilada operou-se em desorden, e ca-
la uin individuo de-la milicia oulr'oracida-
dgo, sus.nrava por chegar ao seu lar. O en-
thu-i.is no nao foi exC'SSivo, nem as aela-
ina(0es muito numerosas, aposar do cui la-
do que se teved'iiitercalar os bataiOes do
fru ntreos llalalbes de l'aris. Esta bra-
va gnule das iiiiino li en s do Pariz hojo lXi
inipe i.i.i-i he a tnesiiia quoem todas as re-
vistas passadaa por l.uiz Philippo, gritava
viva o re! doscsporadaineiite, o se mostra-
v. sempre disposta a maltratar aquelles cujo
nlhusiasmo nilo igualavao diapanson do
seu.
O baile offeroeidopcl.i presidente as ven-
de.lonas .lotiicrcidn nao pleler lugar ni
rdeme n m. e.-i .. indicada pelo piograrn-
ma ministerial, 0 toldo quo cobris a praca
.10 mercado dos Imiocenlos ora itisollicieuto
para abrigar-os dinsantes o especia.;o es do
vento o da chava. Eoi gmente na terca-
feira que se representou csie ultimo acto da
pera. Porm anda dosla vez o tomporal ap-
pareceu o os violentos sgnacetros vieram
comproineller o decoro explundido da sala
do baile, e maltratar por mais do uma vez o
vestuario dos dat.saules
Julgava-se qua o presidenta faria uma cur-
ta apparieao no baile. Eslava reservada uuia
tribuna do honra para elle o scu sequilo.
As vendedeins linhsm ja rlulega.lo a mais
[denrlo e qualquer medida de poltica exterior
calculada p.ra assegurar u.na pingue porcen-
tage.il especulacao, nio sendo elfectiva.nen-
te animada ni Unio, ser pelo menos olhada
com complacencia.
Assim a guerra Mexicana foi muilo popular,
nao obslaiiteagrandeiiiiiiioralidadedaslransac.
crJesqUe Ihe deram oiigein; e posteriormen-
te, o anno passado, uma sympatl.ia manifesta
declaroii-se em uma porcao considcravel da
Unio, em favor dos ousados salteradores, que
nvadirain a ill.a de Cuba. O -en lmenlo geral
a respeito dcsles aventureiros nao foi uma des.
approraco moral, mas sim uin pesar de que
eli' s houvesseui anticiparlo os destino, da re-
pblica ; c certa.nenie nao foram elles olha-
dos com a indiguaco que mceciam piratas
sem le, que sen. provocaco l.aviain atacado
Ufi.apotrocia amiga. Muito hunrosa foi, nestas
circuinstancias. para o executivo americano, a
por-Po-
dro das Almas,pelas militas que provavel-
monte mandara para o outro mundo, he
um desses mimes que exprimem a pervor-
sida le em extremo, proferidos sem espanto e borror ; lauto que
as autorid .des puliciacs, por conlsmnivel
friqueza, nunca s i altrovurama prend1-I..,
nem mesmo a tenta-lo. Apparecendo esse
perverso no termo do Ouricury, em outn-
bro do anno passado, o Icuenle-coroncl
Pacifico Lopes de Siqueira, que ento se
chiva no exorcicio do lugar de delgalo,
com a onnrgia e rli-pn-ie.i proprias do seu
carcter, fez immeii.tamente seguir contra
elle uma patrulha do polica ommandaja
por pessoa de <>-.li.i su; i que, apanhan lo-o
desapercebido, pode dar-lhe corda a 12 do
mesmo mez ; pristi essa que lora applan-
dida por todos os cidadios honestos d'a-
mais a mais ja est esperando o seu foro pri-
vilegiado nos crines individuaos 1
Entronlo, he Justo que aquelles que tan-
to palra'me procuram desconceitusr a ins-
tituido do jury registrem em suas lem-
brancasessos e oulros Tactos di magistratu-
ra togada 1
E que motivos determinaran! o juiz de
direito Lobo a procader|de modo tio escan-
daloso e ibiTcivo ? A' osle respeito, sSo tan-
tas sssentenc,is, qua>itasss caberas !
Uizqm nos, que foi porque s prisio fra
feits pelo tenente-coronel Pscilico, cujs i 11 i
liada reputar-So o juiz Lobo procura inqui-
nar, bom como tornar dilficois as circums-
tancissdesua posicao, -pondo em liberdado
um perverso quo Ihe vola olio profundo.
Dizem outros, que foi porque Pedro das
Almas tem diuhero e tanto que s ao Pel-
ee, pi ole-sor de Ouricury, dera ello trezen-
tos mil rcis pelo requ rmenlo da cerobrina
p e.cripco dos crimes ; luyendo filialmen-
te outros que opinem que o juiz do direito
Lobo ... lea mortal monto a genio do governo,
e convivo cun o partido auarcliista, ao qu.il
portenco Pedro das Almas o sous parentes.
Seja, porm, oque for ; o que lio corto he
que esse magisl-ado faz ludo o quo quer,
porque conta com a irresponsibili lade, e
com o apoio exclusivo que sa tem dado a
magistratura no Brasil, que nSo ba ahi juiz
municipal, anda mesmo misero supplenle,
que nilo escirncc,a das leis, pi airean lo tu lo
qoanlo quer com prejuizo da humaniliJe
filela!
Mas agora, pergeniaremos esse juiz Lo-
bo :--E's juiz do direito ba cinco anuos, ej
lizeste alguma corrodo na comarca? J
reuniste o jury no Ouricury, ou mesmo na
lloa-Visti i E j emlim lizeste a tua resi-
dencia na comarca ? > A' ludo islo elle res-
ponder Si. Canso, eu sou a omisso o a
negligencia personificada vivo na minha
lili i de Manieol.., provincia da Bahii, I s-
l'i rielan lo, qiial'O'Jtro Mllel'bcu, O santo
ocio derramando a intriga o a cisania na
comarca, o alurmeiitan.lo os presidentes com
falsas donuncis contra todos os empre-
gados, quo como eu mo protegen! o cri-
ine. !!!
Quando cm 33 de agosto do anno passado
o toneute-curonel Pacifico olliciou ao ex-
presidente Vctor de Oliveira/inforinandoo
do mao estado da co.narca, aquello ex pre-
sidente ordenuu no juiz Lobo, que so cuten-
desso com o dilo tenente-coronel sobre o
coiile lo do nlliein deste, c procedossocon
Ira as autoridades otnissas : o 6oi juiz olli-
ciou ao leriente-coronel, pedindu-lhe c^ia
do citado ollicio, o apenas a recoiieu, man-
ilon-a paraoEx, moslra-la aos co.istiluin-
tes, e disSeao proniitor, que mo dotiuu-
cusso de ninguem, pois que elle estiva dis-
posto a nilo dar cumpriuionto a ordem da
presidoncia, funladauo ollicio do lenlo
coronel Pacifico, que era, disse elle, un li-
bello famoso ; o por lal modo licaram as
cousas no mesmo p em quo cstavam I
He ou nao omnipotente o juiz Manifoba ou
da ManiCoba ?
Em summa, longo seria o nosso traballiu,
u fastidioso para o publico, se quizessemos
proseguir na oarrarjio de todos os o mese
prevaricaeoes, de que, segundo a fama pu-
blica, he autor esse juiz,que por nial de pee
cados coube por surte a co.narca da lioa-
Vista, onde a i leu do governo o disso, que
entro os poros cultos se chama loi, vai
desapparocendo progressivamente, pela fal-
ta absoluta de apoioquo as autori Jados eu
coniram no magistrado attrabilano, que pa
ra alli foi mandado .'
E o governo central lho nSo lomar con-
tal r
Vejamo-lo.
O Ganso do Capitolio.
esecravel papel de caloteiro Insolente, negando
em publico uma divida que contrtalo eui ple-
na liberdade. Basta.
Recite 11 de uulubro de ISM. O padre,
l'vaneiico octuut Vertir Grito de Hedeiros.
"COMMERCIO
'* .- ...... '
l'RAfA DO REGIFE 12 DE OUTUBRO, AS
3 MOKAS DA TARDE.
COTACOESOrriCUES.
Cambio sobro Londres: a iSil.
Assucir nuscavado novo de 1,250 a 1350 rs.
a arroba,
Dilo bronco dito de 2,200 a 2,350 rs. a ar-
roba.
ALFANDEGA.
lien.li nonio do 1 a ti. .
Idcm do dia 12..*. .
93:023,83*
11:608,965
Correspondencias.
diligencia seria, qne empregou alim de prev
mi, i..... os poucos mcios a sua disposico, o' quella comarca, e, rlepois de c.imin.nvca-
Intento dos Klbusteiros. da ao chefe tle poiicia deento, Irouxcri
llevemos convir, que a despeito do furor dos para aqUelle delegado grandes o mereci ios
mf>ai pubhcos.dasdesordenadasidelibcracoe, e|ogios u0|,s r|hM public.s. NSo se es-
Z^&XtSBXrS^TiaZ rceuolen.nt-coro.. Pacifico do t.m-
deotei Americanos, protegido, pelo senado, beni participar a pnsSo do perverso ao juiz
faacm de ordinario o que pdem para manter direito Lobo, a quem pedir esclarec-
as relacdesamigavcis da repblica com os Es- metilos a respeito da pessoa que deveria
lados estrangeiros. Em urna qucslo de honra tomar cents do preso, obten lo em resposta
nacional provavcluieotc nao cedero elle, uma queo conservava na cadria do termo, al
pulegada ; ...as couliccendo, como conhecem quo fosse roquisitado pela Competente su-
de fado, o seniiu.eulo popular, c estimando in,!,!.,]__
em scu verdadero valor a lingoagem extrava- ., ,. .
.- cante dos demagogo, c jornallslas, ealo real-1 eur? "** '""" Porem, quejase acha-
juven e linda ,1'cntro elllS para Ihe fazer o mente habilitados par., reprimir a violencia de condotnnado a morte, apenas vm-s> pre-
cnmpriineiitodoboavinda, o declarar-llio, Iscus coocidado., e ueutralisar os elleilos da so, protostou por HOTO ju (amento : ojuiz
actividadc supr.llua que caracterisa o partido de direilo Lobo marcou-lho o da 16 de
demcrata extremo nos Estados. agosto, e rcquisilou a sua ida para S ll.'.a-
Certos de que he este o carcter real dos Vista, alim re responder alli peranteoju-
talvez, que toda a corpurscio dava a sua
ni. jioil .Mite a in m'ir;" i ar.S actos re SCU gO-
verno. Porm fosse des lein, fadiga ou qual-
quer uulro motivo, M. l.uiz Bonaparte nao
appareceu.
Leinbrar-se-liis elle quo esta digna iraeo
da populiffio femenina do l'aiis tem victo-uin secretarlo de Estado Americano positiva
polticos d'alcui do Allantico.pouea razio vemos ry. j|,s na sn [en lo verificado a reumo Tn.!l
para uos arrecr.armus da, not.clas, que de por fa|t, ,iu comparecimeiilo dosjuizes de
Srs. Redactores
l.endo casualmente i: discrp(So quo faz o
Liberal l'ernambucano dj hoj i II do cor
rente das occurrenCias, que tiveram lugar
na Piranga por occasiSo de se proceder a
exliiioi leo do cadver da infeliz Mana,
que se diz vssassinada por mandado do D.
Mana de Albuquerquo MaranhSo, vi quo se
altribuia a mim a adiad i de muilas, o ahun-
dantos manchas de sangue as immediajdes
da casa .- e corno a mim naja .so deve, o sim
s a polica u bom resultado que tev.s a di-
ligencia feita no dia 4 do corrente, sppresso-
me a declarar o qua couiigo se passou : por
ctirioet lado dirigi-nio ao lugar da Piranga
pelas t horas da lardo desse dia t. li encon-
trei os Srs. Dr. Chefo de polica, lligueira
Cosa, Dr. Baodeira, delegado,o Dr. Ahllio,
promotor publico; que procoliam a visto-
ra em um cadver adalo nos fundos do
sitio de D. Mara de Albuquerquo MarautiSo,
e como simples expoctador ahi me conser-
vei, e ten lo visto quo o cadver enenntra lo
rnostrava ser de pessoa assissinida a faca-
das, coinecei, juntamente com o (irdonaui;a
do Dr. promotor, o um ssrgcoto do 2. de
fozileiro a verso encontrava nsquellaa im-
mcliaQO-s signaos do sangue o con eiTeilo
encontramos, pouc distancia do lugar em
quo eslava o cadver, um punco da sangue
entre capins seceos do quo"SO .loo mime lia-
lamonle parte aos agentes da polica, os
quaes examinaram o lugar, e Dzertm as nn-
Us conveiiieiiles; mais nilo loi esta gran le
quanlido quo se diz, e nom parto da casa.
Em respeito a verdado doro declarar que
presencie! ,a inaior aclividaJe, e pericia da
parle dos Srs. Drs chefo de polica, deloga-
do, e promotor, no descobnmeiito dos auto-
ras do crime, o do cadver da victima, do
vendo-so gmenlo aos gens osforc,os o bom
resultarlo das diligencias feilas.
vio finalizarei sem rogar ao Sr, Redactor
do Crrelo, que todas as segundas lenas se
publica no Liberal, o especial favor dn uo
envolver o mcu nomo em questes relativas
a pesquizes da polica, e poltica, visto co-
mo dedicado aos ni.os .-o los me tenho
conservado extranho a soinelhantes ues-
,. por insinuacOcSj talvez, de alguem, toma
nado todos os lo^i.ons. quo tem prodiga- mente aecurocoasse e.te espirito anti-legal, o expediento do allegar presenpeio de seus
usado iseus cumurimenlus c ramtlhetei 'podemos estar seguros, que o illustrado seuso crimes; e em ho'a tilo> Mk teve tal mspi-
Luiz II ao regente d'Orleant e* I uiz commum do pau, tao genumamenie represen- meio que, apegar de tal prescnpcSo nao
I J. n iiiJ|'iv('" r,1""' """ '"^as lisa cija i.*- ,. -_.,.
carregada de faicr observar as disposicea do festas 'lo '* Ju "is03"!
presente decreto, organisando as repanicoc annunciou 1200 per Jo
plicio ? Lembrar-se-bia elle que ella grita-
ra viva Itubspierru viva o l'rimciro Cn-
sul viva o imperador viva Luiz 18.! e
que 1 v rain com grande pom a llues ao
Czar Alexandre Finalmente que eslas ex-
collenlcs patriotas tiveram fortes sympa-
t'iis pur Carlos tu ",dep ns por l.uiz i'hilip-
pe o depois pela Repblica; assim como
hSo-do ler por tolos os govornos, humens,
o regimens quo se lUCOaderam n'ossa movel
c cambiante sociedade, quusochaua essa
SOCiiedado franceza ?
Os romanos acolhiam ludas as divinda les
Cslrangeiras; as vendedeiras rio mercado
nSosao menos tulerant s, nom uenus co'm-
modados. S Com a differonca do qua o
seu fervor dura s em quat.to o dolo est
em p.
Os aclos de clemencia era o corollario in-
dispensavel rio lausluoso mise-en-icj.e das
E por isso o Monitor
llecife 11 do outtibro de 1852. .
Rufino Augusto d'Altneila.
rJas conced los lano
presente accrciu, organ.sanuo as reparucocj rt"MU"'',wu *ww ""-w"" """..- -.
uecessarias, c para este lio. recbela do direc- eol le :..n idos poli ticos como Cl vis. Porm
tor provisorio daiepublca as instruccci e fa- 1 jornal oilicial limitase a esta sim, les d
ijiir i.n.1.1 no> li iv. ni.i-, pois, inquietar coma god a pre-.'ll |\' provada, o, no ll.ll do
lingoigcindcsesque se oceupam com uui ne- julho do crrenle, sultou Pedro .las Almas
godo seinclhaulca dex dia, de viagem da lde como livre de pena o culpa, deixan lo as-
do governo delordUcrby? sim dous barbaros homicidios impunes, tu-
li>^^^fS'w^l,!g^!'SV^ dos os cida los aturrados o a porversi.l. e
tt^^XW2ti eacorajadaedobraco erguido p.ra itnmo-
lelcrrim* cauta As .In.is dos Lobos, como bem >" novas victima !
o sabein os lavradores britannicos, esto cober- QuO horror !
tas de thsouro agrcolas. O trabalho de iiiuu- Oue escndalo !
mera geracoesdejaves mar.olas Scha-sc cco- Que imnioalidado '
mulado nestas liba afortunada!; la reglo he E quem tomar contis a esse omnipotente
um bauro de deposito eslercoracio. A ciencia i.s. je direilo ?
moderna aprecia esjethesouroc o, navios de prumolur publico ?-n3o ; porque, nflo
! ivprniiu r de INcw loih, aiirccuiaiii-st" co no ,, r *
^m,.etido,, feculenta rique.a deste El-I)0- lendo ellei appellado da sentenca, ho prova-
rado agrcola. Os tiradores do ourodestas ilhas el que nflo denuncio do juiz.
nao prccliam de ms para moerem o quarli, I A relaco ? tambem no ; porque o ro-
nem de apparelhos para separar o cascalho, el- cess i ca nSo vira.
las nroduiem o metal j puro, ctnbura na o presidente di provincia .'-parec quolP0"."luPc?"c""rc"l""e"":ao!'r'''<|uroJoi
mullo cheiroso. Os carregadores americano, njj0 ,l0rque, por um lado alli est a in le- V'n iM" ".''.'.r, .T. ,!'! ''"e scu- ccvarUe
ae-.e jecOes lCC do governo ; por nutro I-.do k Mttotii dessa Icnra, que S S. cm ...a f in.
Srs. redactores.--O uiUeravrl que cscreveo o
(Jorrcin VcrnamOucana dr *r_'(in l.i-t.ii i li du corrente,
;!() estiva por certa rtu seu pcrIVilu luiEOa
i|!ni l.i o fez, ."^i' i elle (|(ieiii (ir, qu alquil* rx
juiz tiitinicip il d Itrrju da Att ii venal, cortvm-
pido t ladr&O \ ou algum advogado tratante e
vendedor das causas dos cu> clientes ou lina I
ni'iili' al^un ex lente coronel dn gwirdn naci
nal do ttrejo aitassino, einutteiro e mentiroso, cu
o dosalio para que exhiba o seu uoiiie, alun
de que cunhecendo o tevandija que me delrahe
c ao meu esliinavel amigo, o rcspcitavel cou-
inandaute superior Caiiiboiin, par.a eu dar-lhe
cabal resposta ao conlhedo daquclla public.i-
(o. ua parte i|iie se refere amiiu, e ao mesmo
mili amigo. Appareca, pnis, o infame, c sus-
tente una discussno contigo em toda a publi-
cidade, iio I i, i como o a^sasslno de embosca-
da que fere sem ser conhecidt, e fique cer-
(o que se aceitar o meu convite achar-mc-ha
proiiiplo para o dcsmascirar.
Oom urna cntidade misteriosa, que talvez
pelas ladrueiras, e outros crimes que ha pratl-
cado,nao tem coragem de manifestar seu uomc,
nao quero polmica, ou discussaode naturea al-
guma, porque seriadescer de imalia digniJade
encarecidamente aobr. I/,ldoro Jo
104:632,799
Descarregavt hoje 13 de outubro.
Barca ingleza Swortl fV**A mercadorias.
Hriguo ingles Rummedc bacalhao.
Rrigue mglez Arabela i Jera.
riguu portugus Flor do Mar batatas
o soltlas.
Polaca sarda Rafaelina merca do ri as.
B igue americano-- Len idem.
Uncu na brasileira -- Adetaide idem.
ImportRca.
Lisboa, brigue portuguei Flor do Mar, con-
signado a francisco Severianua .tabello ,\ I'i-
Iho, uianifestou o segulnte :
4 sacadas e 3 solclrai, Mi barris de quinto
vinho, i embrulho raii de rnica, l calite ra-
p a T. de Aquino Fonseca & Filho.
1 calite formas de plnho pra chapaos e
mais objectos, i caira cascos de pello para cha-
peos ; a Mnnorl Paulino do Mascimeoto.
I cala .H)i preta, i aitas mercurio, lO pipas
vinagre; a Ollvelra Irmos 4 G.
50 barri cal ; a Joi Teiicira Bastos.
50 barris cal; a alachado & Guimares.
l barril aieite doce, 3 caixotea conservas, l
dito presuntos, l molos de sal, lOpipaivIna-
gre, J.OOmolhos ceblas, 9 saccaa erva doce;
a F. S. Rabcllu & Filho.
6 caitas e 3 fardusdrogas; a Torres & Castro.
1 fardo, t barril, 2 sacco* e 2 calas drogas;
a Jos Mu.. Goncalvea Hunos.
2 fardo* c 3 caias drogas; a Jos Alciandrc
Btbeiro.
I fardo e 2 caias drogas ; a riuva Cunha & (.'.
24 gmelas ceia branca, 12 barricas dita dita
em .: mu ni a Jos Perelra da Cuoha.
i caiiote chapeos de pello preto e brancoj a
Manoel Joaquim Hamos e Silva.
?n gaccas l'arello; a S. P. Jobnston k C.
12 barris de setc empipa e 10 ditos de cinco
cm diiu vinho, 12 fardos capachos, 8 caliles
chapeo* de pillo, bonets de oleado e sapaloa de
duraqur, 2 cai\as mercurio, 2 fardos condecaa
de vergas e sapatA ; a Augusto L'exar de Abreu.
2 barris carne salgada. 3 barricas tebim (bar-
ro;, i calite com duas cobertas atoalhada de
lindo c panno dito ; a liento Jos Tavelra
8o saccas farello; a Feliciano Jos Gomes.
10 pipase ioo barris vinho tinto; a Machado
5c finheiro.
I caixo te drogas; a Antonio Jos Fcrnandci.
l caixa livros c fothetoi,- a Miguel Jos AI-
vcs.
8 barricas agoa das (urnas da ilha de San Mi-
guel, 112 pedral para inoioho; h nlanoel do
Hcgo Lima,
i5 barris azeitc doce, i> barricas cevada; a
Luu load da Costa Amorin.
1 cantte cun urna Imagein; a Francisco J.
de barros.
30 barris cal; a Cunha e Amorlm.
10 pipas vinho, 10 ditas vinagre, 10 barris
paios e lO ditos chouricos, 51ti pedras de lagc-
do ; a Jos AiTonso Moreira.
2 barris, 4 pipas c 4 melai ditas vinho; a
FoDtes Imi.io.
10 barris vinho, 1'2 melas pipas vinagre, (0
barris baoba de porco, 20 ditos touciubo; a
Antonio Joaquim de Souia Itibeiro
1 barril vq'io, I dito cbourtcas e presuntos ;
a barbosa I barril vinho; a Domingos Antunes Villaca.
50barriscal, harris paios e inditas chou-
rlcas ; a Joaquim Antonio dos Santos.
l barril paios echouricas; a Manoel J. de
Olive ira,
i cala in mi ii.i; a Vicente Jos de riio.
I cana chapeos rapados ; a Francisco de Pau-
la Percira.
'i molhos echlas; a Francisco Gomes Cui-
maraci.
43 barril cal, 4 pipas c 10 barril vinho; a
ordem.
i calile vidros e i vacca com cria 3 embru-
Ibos ; ao Ur. *., is.m .\ ..
11 calas vinho ; a Polic^rpo Jos ],ainc.
3 caias diversos objecl'Ji; a Joao Pinto de
Lcmos Filho.
I embrulho esteina: a Joi Tcliera bastos,
loo cauastras batatas, 2 caiiotes inannclada ;
ao capitao.
l chapelleira com um chapeo de acnhora ; a
Diogo II iln.ji v.
1 calite marmelada : a Antonio Alvos \ f-
lela.
8 cadeiraa de verga ; ao r. Wanderlcy.
I calite rape ; aE, R. Rabcllo.
Cortos do sul, vapor nacional Paraense, ma-
nifestla o segulnte :
l caita chapees de sol de leda ; a J. Falque.
1 dita estampas e diversos objectos de uso ;
a Qu 11 berma da Cunha'Crrela Leite.
i fardo chapeos do ( hile; a Joaquim Jos de
Amorim.
1 fardo chapeos do Chile : a Novaea 4c C.
I embrulho; a Manoel Fcrreira Moura.
1 caiiote ; a Amancio Jos Vianna.
pacote ; a Francisco Ignacio Ferreira.
l rolo; aFrederico Mornay.
1 caiiote ; a Virgilio Silvestre de Faria.
1 pacote ; a Amrica de Souza Gomes.
I pacote; t I.un. Jnior Ai C.
I caiiote; a Agostlnho Jos Vianna.
Terra Nora, brigue ingles ArabcllaTarbet,
consignado a Me. Calmont StC, inamlcaiuu o
srguinte por franqua:
.! .' 11 barricas bacalhao aos meamos consig-
natarios.
CONSULADO 0SRAL.
Ilcndimonto do I a II. 5:041,280
Idem do dia 12. J..... 580,219
5:621,529
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rcndimentodo 1 a 11
Idomdo dia 12. .t-, ,
209,944
2,797
212,741
nrovavelmcnte nao curam muito de cheira
de luuge, c ambicionam naiuraliucntc
Mas a issoopp
1 ILEGVEL ]
'altor ia narle do Ihesouro. alas a issn oiine-ae J>-v-'-- ---v -- n--------- r--------------- s nisioria ncjsa .cura, iue o s.t......... inn-
lu a ,, nhsi.ic.il algum lano serio; as preciusa "lo ha quoill nao tema toa qimtar-se com Iqualiflcavcl. com espantosa iuuignirjadc assoa-
tn o ilhas ateonteceu aerem do dominio do Per, c rssa poteslsdo irrespODStvel, acastlala nolllia Icr sido obtlda por iiitervencao da polica,
.ca- este eiudo aucioto por augmcDlar o leu re- longiquos certOes da Uos Vista, oque de1 Eslava reservado ao Sr. Isidoro repreientar o
! MUTILADO
t'.xporiacHO.
Aracaly, hiato nacional Duvitloso, do 43
toneladas, con.luzio o soguinto :
75 barricas firinlia de trigo, 25 barris
maiilerga, 60 voltmici fazenrla, 12 ditos
miudnzas, 10 gigos loupa. 30voltimes fer-
ragens, 8 ditos drogas, 4 barris vinagre, 16
pipas vitino, sgigus lotica, 30 barricas ba-
calhao, 6 .litas ser veja, 3u ditas ..ssucar, 6
siccas allazema, 3 canas chapos, barri-
ras bolarhitilias, 10 ditas geneb.a e licnros,
100 caixas sabSu, 2 ditas canella, 2 birris
azoito doce, 4 barricas bolachinhas.
Caire, hi.ii iiM'iinii ,\ovn Ulinda, de 85
lonnladas, OondOxio o seguiule:
3 caitas o 3 cmbrullios duas imagens do
in i l.'ii'.i o as cruzes conipetenles, 6 firdos
e 3 caixas diversas fazenda, 12 pipas, 6
incias ditas c 11 barris vinho, 12 barricas
serveja, 6 birris e 6 meios ditos manteiga,
4 cairas csiormacet', 2 ditas diversas fa-
zendas, 2 ditas e 1 embrulho diversas dru-
gas, 4 caixas e 1 con lossa diversas miude-
las, 2 barricas grasa, 50 garrames vasios,
60gigos e 35 cauastras btalas, 29 barriqui-
ritiis bolachiltrlas, 3 caixes es'iiugardas, 2
Jilos vi Iros, 1 enibrulno e 2cestos canella,
2 barris bauha .le porco, 25 barricas I niiilia
de trigo, 10 cauastras ilhos e sebolas, I cai-
XI pomada, I sacca someulcs de a!god3o,
10 barricas botijas do genebra, 2siccss al-
lazema.
HECEBEDOItlA HE RENDAS INTEIINAS GE-
RAES DE I'EKNAMHUCO.
Rendimentododia 12.....1:031,619
-r*
>
I


V

-
'
CONSULADO PROVINCIAL.
Rnndimonto do dia 12
950,916
Movimento do porto.
Navio entrado no rfio 12.
Hio de Janeiro--18dias, brigue l>rasileiro
Am.iriin, capitJo Pedro Nol.sco Vieira de
Mell. Veio a esto porto recobcr pratico e
seguio para o Ass.
Navios ttihidoi no mesmo dia.
Cetra liialo braiileiro Novo Olinda, mes-
tre Custodio Jos Vianna, carga varios g-
neros. Passageiros Dr, Francisco Domio-
gues da Silva n sua familia, Antonio I'< -
reir dos Santos Caminba, Josu Amonio
Rodrigues.
Baha escuna hollandoza Coudkurt, capi
laoF. D. Wit, carga parte da mesla que
trouxe.
Para e portos intermedios --vapor brasilei-
ro Paraense, coitmandanto o capilSo de
fragata Costa Pereira. Passageiros desta
rovincia, Antonio Carlos, Antonio Cue-
llo da Silva, Podro Pcroira da Silva Cui-
mar.Tese I lilho, Candido Kodrigues Vas-
ques, Pedro Ferreir, JoSo Elcuterio Gui-
marSes e sua scohora, Sebastio Comea
da Silva Belfort.
Obtervaca.
O brigue inglez Challenger, fundiou no
lameirto para acabar de carregar.
Declarares
- O arsenal de mirinha compra no dia 14
do corrente dous mil alqueirea de cal prr.ta,
e contrata nessa ocoasiSo o fornrcimenlo
desseobjecto por espaco de tres mezes: as
pessoas que semelhmte venda quizaron) fa-
zer, assira como o dilo contrato, compare-
cam nesta secretarla ao meio da, com >s
suas propostss em cartas fechadas,
Pela subdelegada da freguezia de S. Fr.
Pedro Goncalves, foram approbendidas tres
peles de couro de lustro, encontradas com
outros olijoctos furtados, e duas pecas de
madapolflo, na venda de Antonio Fernandes
Duarle : quom fr donos desses objeclos ap-
pareca, que provando serem scus Iheserao
entregues.
Cmara municipal do Hecife.
Pela contadoria da cmara municipal do
Mecife, se avisa aos donos de carros o mais
vehculos de conducho, quo no numero 217
deste Diario, de 27 de sctembro ultimo, foi
publicado o regulamenlo expedido pela
mesma cunara e apjrovado pelo Exm. Sr.
presidente da provincia para arrrcadafSn do
imposto sobre os niosmos carros, do confor
lindado com a le proviucial n. 30
des, as quaes serSo vendidas sem
reserva; em porc5es ao gosto dos
compradores ; assim como, roga-
se a todos os negociantes e logis-
tas, que quizerem aproveitar a oca-
siao para a venda de quaesquer fa-
zendas, para feixar cuntas, de as
mandar com antecedencia, e jun-
tamente convida-se a todos os a-
madores de pechinchas de cbmpa-
recerem no mencionado leilo.
3
Avisos diversos.
EDITAES.
no supracitado regulamenlo os que o n3o
Pela iuspoctoria da alfandega so faz
publico, quo no dia 15 do rorrente se ha de
arrematar em basta publica, porta da
mesma reparticao, SOduzlas do garralinbas flierem. Contadoria municipal do Recife 6
com agua de Lavando, pesando bruto 160 de outubro de 1852. O contador, Joaquim
libras a i,600 is total 256,000 rs., abando- Tavaies ftodovalho.
nadas por Feidel Pinto & C, sendo a arre-' .. o rjscal da freguezia do Poco da Pa-
matai;So livre de direitos ao arrematante. nella faz ver aos senhores bolieiros, que nao
Al'andega de Pernambuco 12 de outubro ,, |enl anj,r co, os carros gem iuz.
?ed0i.LKclor inU,r,no' Benl Joso, Banco de Pernambuco.
r i'ni anuos omw\ os. i _
- U lllm. Sr. inspector da thesouraria | Os descontos sao de 6 por cont ate o fm
provincial, em cumprinienlo da ordem do corrente, a de 8 por cento at6 mczes.Com-
Exm. Sr. presidente da provincia Jo 27 do pra e vende h tras sobre o Rio de Janeiro,
corrente, manda fazer publico, que nos dias do qualquerquaiitia o a prasos rasoaveis.
i nrmimn vlnitnirn banco do Pernambuco 9 de outubro do 1852
_ AOS SENHORES ASSICNANTES.
No illa 15 lo corrente termi-
na o |irn/.i> liiia pngrnnarnto las
ftsstf natnrna deite Diario a 4,oeo
* por qus>**tel i c fliulo elle so se
i 'i i-i '>< ra a ...mi) rs.
No dia 15 do corrente, vai a praca da
primeira vara do civol, as horas do costu-
lsin me, o escravo pardo, de nome Luiz, penho-
maio deste anno, artigo 17 e seus $$ ; cor- "d P execuCSo de Theoloro de Almeida
rendo daquella data cima de 37 o praso do Costa, contra Antonio Alves Ferreira.
30 dias marcado nomosmo regulamenlo pa- l'recisa-so .lugar urna ama forra, sem
ra dentro dello os donos de t.es carros vi- Al", que tenlia bstanlo le te : na ruado
rem ds-los lancatnento nesta contadoria, TfEPJJ '
e receberem a numeraciio correspondente a B*W*!
cada um dellcs, aiiin do que no mez de no- 3" A IO mezes de praso.
vembro prximo seguintesepossa eflectuar 1 A direcelo da associacSo
a cohranca, a bocea do cofre do referido im- J ..
posto, fiando sujeito as penas comminadas *> COmmerCial dos logistas des- 9
7 ta praca, annuncia aos so- J
' cios, que tem a venda um *
| completo sortimento de fa- j?
t>. zendas inglezas, no seu ar- #
j| mazem, na ra da Cadeia de 9
$ Santo Antonio, o qual se a- a
2" cha aberto das io horas da |
, mi inlifi i as 3 di tarde. m
19, 20 e 21 de outubro prximo vlndouro,
ir a prafa para ser arremata lo prranto a
Junta da fazenda da mesma thesouraria, a
quem por menos (zer a obra do vigessimo
p: inicuo lauco da estrada da Victoria, ava-
dada em 12:218,606 rs.
A arremataeflusera feila na forma dos ar-
llgos 21 o 27 da le provincial n. 286 do 1' de
maio do 1851, e sub as clausulas especiaos
i baizo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematarlo comi>arec,ani na sala das sesses
da junta, nos dias cima declarados, pelo
meiodia, competentemente habilitadas.
E para constar so mandn alixar o presen-
te e public.ir pelo diario. Secretaria da llio-
sourari. piovmcial do Pernambuco, 29 do
ietembro do 1852.O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciai;So.
Clausulas especiaes da arrematarlo.
1.a As obras do vigessimo primeiro Unco
da estrada da Victoria scrao feitos do con-
formidade com o ornamento e plantas ap- cios 0g guadros
provadas pela directora om consclho nesta
data, e apicseiitado a approvaco do Exm.
Sr. presidente da provincia, ludo na impor-
tancia de 12:218,606 rs.
2." O arrematanlo comegar as obras no
praso de um mez, e concluir no do um an-
no, contados da data da assi^natura do con-
trato.
3 A importancia desta arrematando ser
paga em quatro prestacos iguaesda manei
ra seguinte : a primeira quando o arrema-
tante tiver feito a lerfa parte da obra do
qeu contrato; a segunda quando tiver feito
ilous tercos das obras ; a leTccia quando
lor recebida provisoriamente ; o a quarta
quando for dilinitivanicnle recebida, mo
dovondo effecluar-se pagamento algiiin an-
tes de lindar-seo primeiro siniestro do exer-
cicio de 1852 a 1853.
4." Para ludo o mais quo n3o cstiver de-
terminado as presentes clausulas seguir-
se-ha o quo dispde a le provincial n. 286
de 17 do maio de 1851.Conformo-O se-
cretario,
Antonio Ferreira da AnnuiiciicSo.
O lllm. Sr. insprclor da Ihesouraria
piovineial, om cumplimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, de 29 de
setembro prximo passado, manda fa O secretario M. I. de Olivoira.
THMTIfiO
12." RECITA DA ASSIGNATl.'RA.
Quarta feira i3 de outubro de
i85a.
Fiada a execucSo da ouvertura, represen-
tar-se-ha o muilo applaudido drama oai guez, retira-se para fra do Imperio.
Antonia Mara do Carmo, Hra.-ilcira ,
rclira-se para o Rio de Janeiro.
Um lirasileiro, morador nesta cidado ,
so offerece para escrever em qnaljuer car-
torio, do que tem pralica : quem precisar,
aiinuncic.
-- A senhora Joanna SalJai.ha, queiradi-
rigir-se a ra do Uueimado, loja n. II, ou
aimunciar sua morada para ser procurada,
a negocio de inleresse.
-- O Sr. que trouxe do Cear, urna en-
commenda a entregar a los AlTonsn Morei-
ra, queira annunciar a sua morada, ou diri-
g r-so a ra de Apollo n. I*.
Precisa-so de 1:200,000 rs., com o pra-
so de 24 mezes, pagando so me.nsalmenteo
premio de 1 por cento ao uicz, com hypoihe-
ca em um predio nesta ciJade no valor de
3:000,000 rs., ou em cintra de maio.- valor :
a quem convier, annuncio para ser pro-
curado.
-- Augusto Ferreira Pinto, subdito portu-
Fugin no da 98 Je setembro um osera
ro de narjlo Congo, de nome Paulino, de
Idide de 28 tnnos, nllicial de sapateiro;
levou camisa do riscadioho azul usada, cal-
va pulo, c'iapo de palba com urna tranca
por cima de palhinha fina, soissa por bnxo
do queixo, faltan lo cabellos nos cantos,
os cabellos da cabeca um tanto cr. acides,
olhos um pouco grandes, anda alguma'cou-
s. apressado, he baixo e magro, ora des-
carnada: quemo pegar leve-o ao atierro
da Iioa-Yisla n.59.
O abaixo asaignado faz ver
so publico, que ninguem poder
fazer negocio com a estribara, si-
ta na ra do Apollo n. 2-) a, sem
ser ouvido ; pois ella pertence ao
abaixo assignado, como provar
com documentos, e se alguem fi-
zer negocio com alguma nulrn pes
soa, ficar de nenhum eTeito, s
sim com papel de venda seu, ou
recibo, Joaquim da Costa Vi-
eira.
Precisa-se alugar dous pretos posaan-
les, para o servico de ra : quem os tiver
dirija-se ao pateo do Carmo, venda n. 13 :
na mesma vende-se velas de carnauba, de
muilo su.erlor qualidade, a 280 rs. a libra,
de diversos tamanhos, de 6, 7 e 8 em libra.
Aviso. .
Bernardo Jos Rodrigues, que pretendo
fallar com o Sr. Joaquim de Souza Mallos,
que teve loja de merce.ria em|Lisb>, no
caes de Santarom, que o dito Rodrigues
morara na loja de cabos, no caes de Areia
n. 18, hoje empregado no vapor AlTonso,
e assim espera que o dito Sr. Msttos Ihe es-
creva para o Rio de Janeiro, praia dos Mi-
noiros n. 43; o dito Rodrigues sogue via-
geni para o MsranliSo e vblta muilo breve,
o assim pode o dito Sr. Mallos procura-lo
na casa do Sr. Aodr Barboza Soares, na
ra da Cruz n. 28, o deixar dito a sua mo-
rada na mesma loja.
.Manuel Antonio Sabarido est justo
a comprar a venda de Josn Francisco Cola-
-. Manoel Domingoes, Portuguez, cheg.-f Vendenvse, no escriptorio
do ha pouco, deseja ter noticias de seu pal! IX ,, r
Manoel Domingues.poralcunho Valle maior, de mies & i^ompanhia na ra
3ueh. mnito annos i.-ta nest. provincia, do Trapiche n 34, bichas de su-
i/ocu cjue ha pouco era feitor de e.neul'?.]neror nualidade or nrern maio
e outros que morree, por cujo motivo mu- penor quauaatie, por preco mais
to agradeoido licar a quem Ihe der al- commoclo possivel.
Vendem-se, no escriptorio
de Novaes & Companhia, na ra
do Trapiche n. 3J, por precos
commodos, para feixar conlas, o
seguinte : chapeos do Chily de
todos os tamanhos c qualidades ;
linhos de roriz e cabeca encarna-
da, rendas, escovas, pentes, pa-
pis de rebique,fechadras de bro-
ca grandas e pequeas, ditas de to-
jas grandes e pequeas.
i,000
Lencos de seda a dez tosidos cada um,
so vendem na ra do Queimado n. 9
S. Flix
Charutos amarcllo e cor de canclla
Os verdadoiros charutos de S. Flix aca-
bamdechegar loja da ra do Queimado
n. 9;aelles antes queaeacabem.
A
guma noticia a este reapeito : quem as po
der dar, annuncie por este Diario, ou diri-
ja-se a ra da Praia, arm.zem n. 9.
-- Arrenda-se um cilio no becco doQuia-
lio, da povoafUo do Monteiro, por anno, ou
por festa : quem o pretender, dirija-se a ra
do Sebo, casa n. 12.
Para se passara festa.
Aluga-sc um bom silio no lugar do Cor-
deiro a margem do Capibarbe, com boa
casa, ostribana para tres cavallos, casas pa-
ra pretos e feitor, pomar e jardim j assim
como baixas com capim, e muita ortalice:
na ra do Queimado n. 30, segundo andar,
ou na ra da Madre de Dos, atmazem do
Barroca & Castro.
i'assaportes.
Tiram-so passaportes para dentro e fra
do imperio, despacham-se escravos,eorrem-
sefolhas, e tirani-so ttulos de residencia :
para este fim procura-se na ra do Queima-
do n. 25, loja de miudezas do Sr. Joaquim
Monteiro da Cruz.
Constando-me que a minha escrava de
nome Certrudes, nac3o angola, de idade 26
annos, cor nimio preta, olhos grandes, ps,
e mos perjuenos, estatura baixa, disdenla-
da na frento do lado da cima, e pcilo de
pombo; se emeaminhara ba quas dous me-
zes para o engenbo de Fragoso, aonde a di-
ta escrava Certrudes dizia ter urna comadre
( preta ) peco ao Sr. do dito engenho que
por favor, nu caso d'ella Ihe aparecer no seu
engenho; que ma mando pegar e remelter-
mo, a casa de minha residencia na ra da
Aurora n. 52, pagando eu, as necessarias
despez.s, de cujo favor Ibe ficaroi obriga lo.
Adverte-se que a dita preta foi escrava do
finado Joaquim da Lingoela, e cmprala em
leilao publico que m-ndaram fazer os her-
deiros do mesmo Joaquim da l.ingoeta pelo
correlor, oSr. Oliveira, e dizem que se tem
visto t mili.on a referida escrava, na ciclada
de Olinda, o no mesmo luifrnos Arromba-
dos em certa casa quo sera logo corrida o
300 rs. a vara
Venden).se c.ssis, de bonitos psdres e
linas tintas, para cinco tustOes a vara; ua
ra do Queimado n. 9.
cauteltata Antonio Jos
res, no Manguind, so alguem se adiar com o ladrilo sefrera as penas da le.Francis-
iavilo a ella, quena annunciar por estesf co Je s Barboza.
tres das. Na ra da Cacleia do Recitan. 49 pri-
. Sabbado, 9 do corronte, perdeu-se na[ meiio andar arrenla-so annu.lniciilo um
igreja do Nossa Senhora do Rozario, um I sitio, exige-so que este seja nu na ponto de
annelao, com quatro oitavas e meia e co-n i'cha, ou em outro qualquer lugar em re-
sote diamantes, esmaltado do azul, que mal lacSu aquello, cxi:e-se mais que baja ba-
se divulga ; loga-so a pessoa quo o adiar, nho, e baixa de capun : quem o tiver diri-
ou a quem fr oiTerecido, laja de appro- ja-se ao lugar cima mencionado que acha-
hendor o dirigir-se ra da Concordia n. ra com quem tratar.
A duqueza de 31arsam.
Terminar o espectculo com a nteres-
santo comedia em 1 acto,
Oh que apuros,
Ou o noivo em maogas de camisa.
Principiar as 8 lloras.
Roga-sea pessoa quo tem os dousbi-
Ihetes da rila de um cavallo que rifou-se no
da 10 do crrente, no bilhar da ra dos Ta-
noeiros, que va no praso de tros dias da da-
ta deste, bularos di ios, quando nao perdo
o diroito ao dito cavallo, pois a pessoa que
butou o ma i .ir ponto j o tem em seu poder.
No sitio da Trompe, sobrado n. 1, que
AOS IJINTES.
J. A.S.Jane dentista,noticia ao publico que
i contina a por denlos arliliciaes do porce-
lana incorrupliveis; oannunciauteencherta
' de um ou todos se fr preciso, asseverando
i atodas as pessoas que se quizerem utilisar do
Os billietes aciiam-se desde j a venda no tem venda por baixo, precisa-so alugar dous
escriptorio do thcatro. escravos, machos uu femeas, que eslejam
---------------, habilitados vender na ra, para o mesmo
Tlieatro da ra Augusta. elTeito; paga-se-lhe )0,000 rs por mez e d-
ss^u.wscrjain.s^""^'*
iSEHS SsiisgsasSSS

programma do espectculo.
PublicacSo Iliteraria.
Sabina luz a terceira edicfSo do resumo
do arylhmetica, Pl" anligo professor de
publico que nos dias !6, 27 c 28 do corren- priraeiras letras Cardjm, quo tanta eslima
oir t praca para ser arremetido peranle
a junta da fazenda da usna thesouraria,
a quem por menos fzor, a obra do 22. lau-
co da estrada da Victoria, avahada om res
13;9023IO.
A arrematacSo ser foita na forma dos ar-
tigo 24 e 27 da le provincial n. 286 de 17
de maio, e sob as clausulas especiaos abai-
xo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remalacfio oompirecam na sala das sesses
da mesma junla, nos dias cima declarados
pelo moio dia, |com|cunlcmcnte habili-
tados.
E para constar se mandou alixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tnesQurans provincial de
Pernambuco 2 de outubro do 1852. -Oso-
PKlir0i Antonio Ferreira da Aununciac.lo.
CIM. "'" especiad ta arrematado
1 As i'liras do 22. lango da estrada da
Victoria seraoFeilas deconformidade com
o orcamento e plantas approvadas pla di-
rectora om conselhovpcsta data, oapresen-
tada aprovacSo doT da provincia, tudo na importaftia^de ris
13:9024310
2. O rremalante comecar as obras no
prazo de um mci, e concluir no de um
anno, contados da Jala da assignatjra do
contrato.
3. A importancia dest arrematado ser
paga em quatro prostaces iguaes da manei-
ra seguinte-; a piimei'a, quanJo o arre-
matante tiver feito a terca parte da obra do
seu contrato; a segn la, quando tiver fei-
to dous tercos das obras; a terceira, quan-
do fr recebida provisoriamente; e a quar-
ta quanrlo fr definitivamente recebida, no
ilevcndo effocluar-so pagamento algum an-
tes de lindar-.-o o primeiro semestre do
exerricio do 1852 a 1853.
*. Para ludo mais que n3o estivor deter-
minado as presente clausulas seguir-se-ha
o que dispe a le provincial n. 286 de 17
de maio de 1851.
ConformeO secretario, Antonio Fer-
reira da Annuncia;3o.
O Dr. Jos lia; 'nuncio da Costa Monzes, juiz
municipal supplenle da segunda vara o do
commercio desta cidade do Recife, por S.
M. I. e C. etc.
Ftfo saber aos que o presente edital vi
rcm, que no dia <3 de outubro prximo fu-
turo, se ha de arrematar por venda a quem
mais der, depois da audiencia deste juilO, o
na casa das audiencias, quatorzo quintaes
do ferro em barra, avllalo cm.5.000 rs. o
quintal, penhorados por Deene Youlle &
Companhia a Dominan & Mr. Calmil.
E para que chegue a noticia de todos man-
lei p.ssar aditaes que serio publicados pe-
los jomis e afilados na prac do commer-
cio ecasa das audioncias
Dado e passado nesta cid.de do Recifo aos
29 de setembro de ,852. Eu Manoel Jos da
Molla, eccrivSo o aubscrevi.
Jos Raymundod Costa Meneze.
tem merecido do publico ; vende-se a 640
rs. I na liviana u. 6 e 8 da i raen da lu lepeu-
dencia.__________________________
Avisos martimos.
Para a Baha.
Segu com hrvidade a vcleira
c j liein conlicciila escuna nacio-
nal Adclaide, que acaba de che-
gar da Baha : quem nelli quizer
currcgar, pode dirigir-se a na di
Cadeia Vellia n. a3, oua do Tra-
piche Novo n. iG, segundo andar.
Para o racaty
Segu om poucos das o hi.te Ligeiro, for-
rado e pregado de cobre, por ja ter parle de
sua carga ; para o resto e passageiros tala-
se na ra do Vigario n. 5.
O brigue Animo sabe para o Rio de
Janeiro em 19 do corrente, para escravos
e passageiros trata-so com o consignatario,
na ra da Cruz h. 33.
Para Havre deGraco
Segu com bicvidaiie, porj ter grande
parto do carregamonto. o briguo franeez
Cesar, capitSo Bernos; para frele e passa-
geiros, clirijam-se casa dos consignata-
rios Avrial I uos & Companhia.
Para Lisboa a galera portugueza Mar-
garida capitn Silverio Manuel dos Reis, sai
c mi .menor bicvidade possivel por ter a
maior parte da carga prometa,quem quuer
carregar ou llir de passagein para o que lem
exceilenlescoinmo los dirijao-so aus con-
signatarios Oliveira Irmos & Companhia,
na ra do Apollo n. 14, ouao referido capi-
I3q na praca do cqmmrrcio.
ver annuncie por este Diario : aluga-se por
auno o nao smente para passara fosta : pre-
fero-se as proximidades desta cidade.
No Corredor do Hispo, taberna n. 12,
precisa-sa do um caixeiro portuguez com
alguma pralica de baldo : a fallar na mes-
ma a qualquer hora.
i'healro de Santa-uabel.
Est para ser annunciado um rico espue-
lae.'.lo a beneficio da nossa insigne artista a
lllma. Sra. I). Manoela C.ctana Lucci, spe-
r uno i quo os amadores da scena e aprecia-
dores do mrito real.se dignem comparecer
ao espectculo da noilo de 21 do corrente
para proteger o admirar o graude ment da
nossa encanta lora actriz, quu por seus co
4, quo ser gratificado.
G. Adolphe Bourgeois, vai Europa.
Lotera da matriz da Moa-Vista.
as rodas desta lotera andam im-
preterivelmenteno dia at do cor-
rente no con.si." torio da mesma seu prestimo, que nSo exige paga alguma
matriz. resto dos bihetes con- "ocndo os denles uto beo collocado.
. i 'I'"' "'"' so l"'"sa (l:llerenc,Mr dos propnos
tinua a vender-se nos lugares ja naturacs,podcndo-so masligarqualquerco-
annunciados, e mais no aterro da mida sem sentir a menor dur nem receio
B,,. do os quebrar, l oa Vista n. Oa, casa do senhor uraes furados da cana com ouro ou praia,
Vicente Antonio do Espirito Santo, prevanindo assim a conlinuacSo da caria e
- Francisco Malhias Pereira da Costa, ex- dores e n,"*mo .""H'"' f'S essa forma de
porta para o Rio de Janeiro o sen escravo Za- pajsar a caria dos denles furados para os
cerias, creoulo, de idade 20 annos. outros saos como born.alimpa os denles em
-. Tendo-se annunciado pelo Diario o ar- geral, tirando as carias ou pedras que tan o ^
rendamentodacasaesiliodoZoigu, con- os damnifica o coopera para o mao aillo da .,
vcn para claresa, declarar, quo ha baixa do bocca nao sendo lirado; ha dez anuos que
capim quo no anterior arrondamento foi en- onunciante exerce sua prubsso nesta h
corporad. dito silio, e que foi do finado te- ciiae> 5 os mullos exemulos que tem dado
nenie-coronel Francisco da Rocha Paes Rar-
reto, li-je pertonce a herdeira legitima des-
una
te, a qual na segunda partilha coube cssa
dita baixa de capim, como consta dos autos
existentes no cartorio do escrivo Cunta ;
o para evitar duvidas futuras, visto que s a
dita herdeira legitima podo arrendar a refe-
rida baixa, se faz a pretenlc declarado.
Aluga se um molequo do20annos,mui
nesse longo lempo ser quanto basta para
garantir sua residencia na ra Nova n. 19
primeiro anclar.
Compras.
Compram-se escravas eevendem-se, ro-
cebnm-se do commisso, lauto i ara a pro-
vincia, como para fra dola: na ruados
to fiel, o ptimo cosinheiro : na ra do lian- Quarteia n. 24, segundo andar.
gel n. 44.
-- Precisa-se alugar urna ama que lenha
bom I Mi" : na pra(a da independencia n. 34,
se dii quem pretende.
-- Os abaixo assignados dcelarain pelo
Cumpram-so duas creoulas ou pardas,
do 14 a 20 anuos, o quo tenfi.m bas figuras;
na ra Nova n. 16.
Compra-se cabello do boi ain la mesmo
sendo servido : quem tiver annuncie ou di-
prescnle, quo amigavelmente dissolveram a i lija-se a ra Nova n. 19, loja.
sociedade que tinham na loja da ra da Ca- Compra-se urna negra, que saiba ven-
deja do Recife n. 14, a qual girava debaiso der na ra, preferindo-se a que fr dona-
da firma do I en coa & Machado ; licando o q3o da Cos'a do Mina : na ra Augusta n.
socio Ferreira sujeito a liquidado da mesma 32,so dir quem compra.
firma.JoSo Gonfalves Ferreira, e Manoel
de Mallos Mach.do.
Nada de rebuco.
Pede-se ao Sr. Cosa, digno director da
-- Compra-se ou aluga-so urna liteira em
bom estado : na ra Velha n. 63.
Compram-se seto quartaos, possantes
c gordos, o um bom cavallo do estribara :
recic-s ao or. uvota. uikuu unutiu ciq : .
scena do tneatro de Santa-lzabel, para uti- 1uel os '"' ojPW' J *
i..i ,u ^ra. ,. ..-.i .iu .,. ras da inanliSa. o das 3 as 6 da tard
lidade da empresa, a graca especial de nun-
ca distribuir primeiras partes a actores que
por sua iucap.cidado nilo estilo no agrado
* 'do publico, o qual apesar de indulgente bom
' v. com os olhos da cara, anda por nreen-
nliccimentos scenicos lem Ranha Jo os ap- '.'''"
Leiloes.
Miguel C'arneiro, nao Ihe
sendo possivel fazer o sen leilao
annunciado para hontcm ia do
corrente, far hoje i3 contendo
mais alm do que foi annunciado
latas com conse vas, sendo de per-
dizes, frutas e ervilhas inui fres-
caes c baratissitnas.
Leilo no Bazar, na ra do
Vigario n. 4.
Avisa-se ao respeitavel publico,
que neste esUhelecimento haver
leilao, por intervenco do agente
liobcrts, no da sexta feira a 5 do
corrente, as 11 horas da manhaa,
de fazendas de todas as qualida-
plausos de lodo o publico peinambucano :
ao mesmo lempo pedimos aoSr. Costa so
digne distribuir as parles do drama pnlo
artistas que mais agradam o publico, pelo
que recebor os agradecimonlos da lodos os
Manoelitas.
- Cuilhernio Solt, dono do urna vacc
tonrina, viuda do Lisboa para aqu, a borJqJ
do brigue Flor do Mar, capitSo Joaquim Jo-
s Caetano, protesta desde j cunlra o dito
capilao pelo mao trato quo deu a mesma
vacca duranto a viagem; o que provar,
nem s pelo testemunho dos passageiros,
como pelo estado deploravel em que chegou'
o animal. O annuncianto protesta tambein
contra o pagamento do frele ao navio.e res-
ponsabilisa o oapilSo polo quo houver de
acontecer ao animal, visto ter desembarca-
do a inorrer de fomc, quando para sustento
da mesma foram embarcados 100 feixos de
pallia, 30alqueres do farello, asomis, que
ludo oSr. capitao dividi a seu bel-prazer
pelos seus animaos.
O secretario da vcneravel Ordem Ter-
ceira do Carino, faz scienle a lodos os ir-
mSos professos que a nomina do prior ter
lugar no dia 16 do corrente mez, o isto i m
virtude da visita do Rvm padre provincial,
de 12 de outubro do tuno psssadu-
Fusiono dia 10 do corrente a escrava
parda do n..... Florencia, de idade de 30
anuos pouco mais ou menos, estatura re-
gular, con falta de dentes na frente, ca-
bello (ingindu nazarena, costuma andar
calcada; levou panno csaia preta, e mais
toda a roupa quo tinha. Suppe-se que
fosse em coinpaunia de urna prola velha, ce-
gajde um olho, de nome Paula,a qual lavava
roupa para diversas casas nesta cidade, ho
ni ."i i da dita parla, ha suspeilas que S'guis-
so para o sul da provincia, por ter siJo es-
crava do Sr. J io Manoel de Barros Waiider-
ley, om Sorinhacm, e ltimamente doSr.
Joo llypolilo de lieira Lima, em S. Amaro
de Jalio iio : portaiitu ruga-se todas as
autoridades polieiaes, capuces decampo e
pessoas do povo a appreliensao da dita
escrava,e remetterom-na a ra da Cadeia do
Recifo n. 29, que sa gratificar generosa-
mente.
-- O Vigilante, peridico destinado aos
interesses tbealraes, sahira luz at o fim
desta semana : assign.-so para ello a 1,000
rs. por mez,na loja de livros da ra do Cres-
po n. H, e vende-se a vu!so, 80 rs.
Desoja-se fallar ao Sr. Jos de Mello Ce-
sirdo Au Irado, procurador da cmara mu-
nicipal de Olinda, a negocio do seu inleres-
se : na ra do Crespo n. 23.
cher o vacuo deixado pelo melhor dos artis
lis, em seu gonero, quo tom apunado a es-
ta provincia, o que jamis o poder ser por
algum los que compe a actual compannia,
a cuja urgariisacito se bouvera presidido o
desejo de agradar ao publico quo he o sus-
tentculo dos theatros, no se leria deixaJo
de eagajar o dislincto artista, Sr. Germano,
quo anda longe de Pernambuco beo dilecto
dos ama lores da scena ; e dosi'arte tei-se-
hia evitado o dizer-se que sua exclusao foi
pasto de mesquinhas vinganfas a que lulo o
lime.n de educagflo e scntimcntos nobres
devo sersobranceiro, isto segundo o pensar
dos verdadeiros Germanistas.
Engajam-so serventes forK's ou capti-
vos, para trabalharem no armazem de assu-
car n. 26 da ra do Brum.
Roga-so aos senhores Joaquim Leal,
morador no Arraial, e Manoel Mannho Ca-
valcanti, Domingos Jos Soares e Joao Ca-
valcanti do Altmciuerque.moradorem Abreu
de Una, de ir n a ra do Crespo n. 13, a ue-
gocio de inleresse.
Alug.-ae por lempo de falla iiiuacasa c
aillo na Lapunga, por prccoi razoavel na 1ra-
vessa da Concordia n. 17.
P'ecisa-se Je urna ama para CBsa de
pouca familia : a tratar na roa Nova n. 19,
loja.
Na ra da Cadeia n. 60, escriptorio, se
dir aondo precisa-se de um bom cosinliciro
ou cosinheira, como tambern um estnbeiro
apto, ambos forros.
Precisa-so de quatro olflciaes de charu-
teiro quo faga m 500 ; paga-so 180 rs por cen-
to ; tambern precisa-se de aprendizes : na
ru.ij.il' Nogueira n. 19, segundo andar.
-- Carlos Manoel Nogueira Campos, reti-
r.-se para o Rio do Janeiro, levando em sua
cumpauhia um lilho menor, o um seu os
cravo.
-- Cede-sa e traspassa-se o dircito ccelo
sobro urna hypolhoca em .las moradas de
casas terreas na ra Augunta ns. 27 e 46, e
mais o valor de 6:200,000 rs. incluidos tam-
bern na dita bypolhcca, as Datas da ra da
Cadeia de Sanio Antonio ns. lie 16, tudo
pe lencuiilo ao lllm. Sr. Dr. Manoel Teixeira
Pcixotu o soa mnlli'-r : os prutendentes po-
duui dirigir-se a ra Nova n. 2:!, a fallar cum
o sou proprietario Antoniu Gumes Vi llar,pa-
ra o ajuste e exau.0 das escriptnras.
-- Precisa-se de urna ama, para o servico
extorno o internTi do una casa de familia :
em Fra do Portas na ra dos Cuarara-
pes n. 14.
-- I .a va-so e engomma-so, com muita per-
leu.o e asseio : no pateo da Ribeira de S.
Juso n 15. '
s 9 lio
le no se-
gundo andar da casa n. 35 da ra da l'raia
iMJjllJ,,. III I p^WBBggM
Vendas.
ditos n,
m ditos ii.
Em ditos n.
com ioos rs.
com aoors.
com ioos' rs.
Ilil lu i", do Kio de Janeiro.
aos ao:ooo,ooo de rs.
Naloja de miudezasda praca da
Independencia n. 4 vendem-se
bilhetcs inteiros, meios quartos,
oitavos e vigsimos, a beneficio da
ediiieacao do novo hospital da
Santa Casa da Misericordia da ci-
dade do Duro Preto; vena a lista no
primeiro vapor que chegar do Kio
de Janeiro.
No caos da alfandega, armazem do-
fronte do guindaste, tem s.ccas cum milho,
para vender-se, muito novo.
Vondc-sc um pianno inglcz com pouco
uso, o por coinmodo pre;o, porque retira-
so o dono para fra da provincia, o qual
be de boas vozes, o esta perfeito; na ra
do Queimado n 8, segundo andar.
Vende se, pennuta-sc, aluga-so, e faz-
se todo negocio por um sitio em Bebenbe
de liaixo, na estrada do Funl5o ; tom bas-
tantes arvor -dos do fruidos mala poquouao
casa : a fallar na ra Velha cum o Si. Ilaca-
Ihao. .
-- Vcndo-se urna carteira da duas faces, lotera, as loja
por preco conunoilo, o em multo bom esta--J c
do : na ru i da Concordia, ultimo sbralo ao
sul, a tratar com Manoel Firmino Ferreira.
__Vendem-so duas travs do quali la le,
de 37 palmos decomprimento o palmo opo-
legada de largo, tres paos de 32 palmos ede
boa qualidade, vinle alqueiras de cal bran-
ca de caiar, urna barrica com aroia de fin-
gir, um molho do npas, cailiros que serve
para andantes, cordas de amarrar andamos,e
duas rotlas usadas; tudo so vendo barato :
na ra do Rangel n 21.
__Vendo se um muloque, crooulo, de bo-
nita figura, com 15 anuos do idade: na ra
do Sul o. 23, soguuJo an Jar, defronto do
porto das canuas.
Carnauba.
Vende-se a mais superior cora de carnau-
ba quo ha no mercado, por menos preco
do que em aualquer parte, om consequen-
cia do so querer acabar ; 'na ra da Cruz,
confronto o chafariz n. 19.
Pellos de cabra.
Vuode-se supehoros pelL-s de cabra, mui.
to bem cii-li las, pelo diminuto prego de
18,000 o 20,000 rs. o culo; assim como
sola e sebo retinado; o arm.zem dol n
Andrade & C, na ra da Cruz, confronto o.
chafariz n. 19.
Antonio
Rodrigues de Souza Jnior avisa
ao respeitavel publico, que ven-
deu da quinta lotera da fabrica de
vidros e quarta da liaco, na sua
loja de ferrigens, na ra do Quei-
mado, junto ao becco da Uongre-
gacao n 37 A j na mesuaa ra lo-
ja de ferrageos n. ia de Jo3o
Baptista liodrigues de Souza, e no
aterro da Bou Vista, leja de miu-
dezas n. (cS de Autonio da Silva
liuinaraes, os premios abaixo de-
clarados, c pelo presente convida
aos possuidores a virem receber
as' mencionadas lojas, pois paga
em continente sem ganancia al-
gum i.
Em vigsimos o n.78, com ao:ooo'
de rs.
Em quartos n. 56^4> com 4*l rs'
Em oitavos n. aiS'ici, com aoo.s' rs.
Em vigsimos n.3109,com aoo.s rs.
Em quartos n. 4913, com ioo rs.
Em ditos n. 3i58 com ioos rs.
Em ditos n. 119, com looin.
Em oitavos n. Iti.'j, com ioo.s' rs.
Em ditos n. i'iji, com aou.s rs.
Em vigsimos n.aoaa,com 100^ rs.
Em ditos n. ai.lg, com aoors.
aa3a,
5543,
4978
e nimios mido, premios de |ds e
aos rs.
U mesmo convida ao respeita-
vel publico a vir sortir-se dos
seus afortunados hillietcs meios
billietes, quartos, oitavos e vigsi-
mos, viudos pelo vapo- I'araense,
.1 favor do novo hospitol da Mise-
ricordia da ci lade do Ouro Preto,
cujas rodas deve ter andado a a
ou 3 do corrente, c as listas che-
gana, no dia 19 ou ao, cojos bihe-
tes e cautelas, vendem-se as lo-
jas mencionadas aos commodos
precos abaixo :
Ulhetcs inteiros
Meios bilhctes
Quartos
Oitvos
Vigsimos
O cauteiista Salustiano de
Aquino Ferreira avisa ao respeita-
vel publico, que os seus bilhetes e
cautelas, da lotera a beneficio do
novo hospital da Santa Casa da
Misericordia da cidide do (Juro
Preto, esto expostos a venda, na
praca da Independencia n.. .i3 e
i5, loja de calcado do Atantes, e
n. 37 c 3g de l'orto 6c Compa-
nhia, loja de calcado, e na ra da
Cadeia do Becile n. 4G loja de
miudezas de Jos Fortunato dos
Santos l'orto ; a dita lotera cor-
reu nodi a de outubro do corren-
te anno, e espera-se a lista da mes-
ma no dia ao desto mez, pelo va-
por da companhia brasileira, ou
no dia a 1, pelo vapor inglez Se-
vera : sao pagos em continente
toiks e quaes premios que sahi-
rena nos bilhetes e cautelas da dita
cima mencio-
t ',111111
11,000
5,000
a,800
r ,010
Bilhetes inteiros
.Meios
Quartos
Oitavos
Vigsimos
x 0,000
I 1,000
5,5oo
3,800
i,3oo
Vendem-se dous lencos bordados de
marca, por pre?o commodo 1 a pessoa que
pretender dirija-se a praca da Independen-
cia, loja n. 3. '
Vendem-se courinhos de cabra e cha-
peos de palha, por todo o preso; na loja
de miudezis, junto de cera, na ra do
Queimado n. 71.
Aos Snrs. mestres de calafates e
estivadores
Ns ra da Pr.ia de Santa Rita, taverna n.
43 acha-se oxposta venda una porcao de
u.ili.s seccas, e muito boa estopa e breu ;
ludo so vende por preco commodo.
Gesso.
Vende-se gesso embarricas, ebegado l-
timamente : em casa de 1. Kdler.c Compa-
iinia, na ra da Cruz n. 55.
MUTILADO


7
aos io 000$ e 5:ooo de as.
O cautelMa Salusliano de A-
quino l'crreira avisa ao respeita-
vel publico, que a lotera da ma-
triz da Boa Vista corre imprete-
rivclmente no da a6 de outubro
do corrate anuo, e estilo expostas
a venda os seus afortunados bilhe-
tes e cautelas da mesma lotera ,
na praca da Independencia n. 4
loja de miudeas de Fortunato Pe-
reira da l'onseca Bastos ; n. i3 e
15, loja decalcado do Arantes;
n. 37 e 3g, loja de calcado de Por-
to & Gompanliia, e na ra da Ca-
deia do Rccife n. 46, loja de miu-
dezas de Jos Fortunato dos Santos
Porto.
Bilhetes 10,600
Meios 5,3oo
Quartos a>6oo
Qu
2,100
1,100
Juintos
Decimos
Vigsimos 600
-- VonJe-so urna preta crooul, le 2* 1
25 anoos e 'ledo, sem vicios, nem acha-
ques, sBbendo engommar, lavar, cosinhar,
e coser alguma cousa : na Sol lado, no si-
tio dos 4 leoes, a qualquer hora, se achara
, ,111 quoai tralir.
Vendem-se boas pennas de
pato, a 80 rs. o quarteirao : no
pateo do Coilegio, casa do livro
azul.
Cal yirgem de Lisboa.
Vende-msc barris corneal virgemdo Lis-
boa, da mus nova que In no mercado : na
ra do Apollo arinazem n. 10.
-- Vcude-se urn casal de escravos com
urna cria: 110 Ha rro- lia i 10, no sobrado do
fallecido padre Manoel do lloro.
Vendem-se saccas grandes com milho
novo: no Becco Largo do Itecife, taberna,
que voli 1 pura a Senzalla .Nova.
-- Conlinua-se a vender manlciga ingleza
nova, a *80 e 560 rs. a libra, dita francoza, a
480 o 560 rs., gotnma, a 80 rs. a libra, vina-
gro, 1 80 rs. a garrafa, e 500 rs. a caada,
vinbo, a 160 rs. a garrafa, o ludo ornis so
contina a vender pelos precos j annun-
ciados, no paleo do Carino, venda por baixo
do sobrado de um andar, esquina que volta
para o becco da bomba n. 13.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar borlas;
baixasdecaplm nafundicSodel). W. liow-j
inan:na ra do Hrumus.6, 8 o 10.
Vende-se um jumento e duas jumentas
una dellas dando leiteauma cria,
novas, por preco
Queimado o. 14.
muito
commodo na ru do
Sands
SALSA PARRILHA.
Vicente Jos de Brito, nico a-
gentecm Pernambuco deB. J. D.
Sands, chimico americano, faz pu-
blico, que tem chegado a esta pra-
9a urna grande porcao de frascos
de salsa parrilha de Sands, que sao
verdaderamente falsificados c
preparados no I\io de Janeiro, pe-
lo que se devem acautelar os con-
sumidores de tao precioso Talis-
mn, de cabir neste engao, to-
mando as funestas consequencias ,
que sempre costumam trazer os
medicamentos falsificados, e ola-
borados pela mao daquelles que
antepdem seus interesses aos ma-
les da bumanidade. Portanto, pe-
de para que o publico se possa li-
Salsa de Sands.
Ra larga do Rosa-
rio n. 56.
Este remedio acha-se a venda
na botica de Bartholomeu Fran-
cisco de Souza, no lugar cima in-
dicado : o mesmo garante a quem
duvidar ser a verdadeira Salsa de
Sands.
Fazenda da moda.
Vondem-so suporiordscortes de cimbraia
dojsalpicos brancos do cor, polo diminuto
proco do 3,500 rs.: na ra do Crespo, loja
o. 6.
i'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, 11.
12 e&istouma pequea porreo do potassa
americana,chegada reccutemenlo quopoi
superior rivalisacom adaRussia: vende-
so por preco razoavel.
Deposito de eal e potassa
No armazem da ra da Cadeia
do Itecife n. ia,ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra ,
assim como potassa chegada l-
timamente a preces muito ra-
soaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Narua de Apollo n.6, armazem deMcCal-
1111,n 1 v Companbia, acba-ae conatanleuieBie
bons sortlmentos de ul" de ferro coado e
batido, tanto raa como fundas,mocndasiu-
eiras todas de ferro para anlmaes, agoa,te
ditas para armar em inadeira de todos o ta-
manbos c wddelloa o mais moderno,machina
hurisontal para vapor,com for9a de 4 caval-
los,coucos,passadelras de ferro estanhado
para casa de pulga r,por menos preco que o
decobre, escovensparanavios,ferro iugle
taDloembarrascoino em arcosfolhas.eludo
pur barato nreco.
Carnauba de primeira sorte.
Vende-se em porcao o a rctallio, no depo-
sito do D. It. Andrado & Companhia, na ma
da Cruz, confroute o chafariz n. 19.
Vendem-se relogios de ou--
ro e prata, patente inglez: na ra
da Scnzalla Wovan. 4a-
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DASE.NZALLANOVA N. +2.
Neste estabelceimento conti-
aa a baver um completo sorti-
oiento de mocadas o meias mo-
endas para engenbo machinas
de vapor, e taixas de ferro bati-
do ecoado de todos os lma-
nnos, para dito.
iloendas superiores
Na fundicao de G. Slarret Cumpauhia,
ems. Amaro, scham-sevenda moeudas
de rumia, lorias de forro, e um modelo e
conslruccSo muitosutierior.
Ven le-so um cavallo muito novo, o tcm
alguna andares : na ra do Queimado n. 14.
Gomma de engommar.
Vendem-so saccas com gomma, muito al-
v.i, propria paia engommar c fazer bolinbos,
por 1110 ser secca ao fogo: na ra do Quei
mado n. 14.
Vonde-se um sobrado de um andar,
sito na ra do Livramento 1 a tratar no aler-
jo da iloa-Vista o. 10,sobrado; lambom se
vende urna negra boaajuitandeira.
Arados de ferro.
Na (undi{3o da Aurora, em S. Amaro,
veudetn-se arados de ferro de diversos
no lelos.
Taixas para engenliOB
Na fundicao de ferro de D.
VV. Bowman na ra do Brum
pssando o chafariz contina a
liaver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
4
vrar desU fraude e distingua a as quaes ncham-sc a venda, por
verdadeira salsa parrilha de Sands jprefo commodo e com prompli-
da falsificada, c receutemente a-
qui chegada ; o annunciante faz
ver, que a verdadeira se vende
nicamente em sua botica, na ra
da Conceico do Kecife n. i ; e ,
alm do receiluario que acompa-
nha cada frasco, tem embaixo da
primeira pagina sen nomo impres-
'30, e se achara sua firma em ma-
nuscripto sobre o involtorio im-
presso do mesmo frasco.
Deposito ta fubi'icn le Todos os
Santos 11a liulila.
Vendo-so,em casa deN. O.Bieber& C,
ni ra daCruz n. 4,algodaotransado a-
quella fabrica,muitoproprioparasaccosde
essucareroupadoescravos.porprecocom-
uiodo.
a 120 rs. o cov a do ou 4,5oo rs.
a pe9a.
Na ra do Queimalo, loja n. 3, vondem-
sc chitas escuras muito boas, e do lindos
malizcs, pelo haratissimo prego de 120 rs. o
covado, ou 4,500 rs. a peca ; bom como un-
irs fazendas baratas.
Gal virgem de Lisboa.
Vende-se superior cal virgem,
chegada ltimamente de Lisboa, e
por preco muito em corita: no ai-
mazem do Caes da Alfandega n.
7, ou a tratar no escriptorio de
INovaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. .'5 'i.
Vendem-se liudsimos loncos para gr-
vala de muito superior cainbraia do seda,
com quadros e barra do aetim de differentes
cores, pelo proco de 610 cada um ; linissi-
mos frocos de seda para enfullo de vestidos,
a 120 e 160 rs ; corJSo para vestido pelo
muito ridiculo preco do 900 rs. a libra cal-
imbas de agullias francezas surtidas, pelo
prego de 280 rs.: na ra do Queimado, loja
nava di miudezas n. 65, do Madureira &
Mala.
39 A ,
da ra oslreila do llozario, travossa para o
Q&eimado, alcm das muitas qualidsdes do
biscoutos e bolacbinhas que sempre cosluma
vender, vende muito lino chocolate de Lis-
boa e oulro de composicao de canella, mui-
to recommendado pera quem solTre do ner-
voso e estomago.
Vende-so urna padnria bom afreguoza-
da, e um negro padeiro ; a tratar na ra do
Pires n. 28.
Vende-so urna casa de taipa, na ra
Imperial, bem construida; trata-se na ra
Diieita u 69.
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao
comprador.
Vendem-so os verdadeiros solins in-
glczes, patento, de molla o s.;m ella :
ra daSonzalla Nova n. 42.
Vende-se a excellenta typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montada, tanto de bons pre-
loo, como de typos : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Praia
n, 55, a tratar com a Viuva Roma
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos do sol de seda ingle-
zes ebegados pelos ltimos navios, pelo di-
minuto proco de 5,000 rs. cada una : na
ra doCullogio n, 4.
Cal virgem.
Vende-se"cal de Lisboa a mais nova do
mercado : na ra do Vigario n. 19, priniei-
andar, escriptorio de T. do Aquino Fonseca
<5t Filho, ouna ra do Trapiche, atuazom de
Antonio Augusto da Konseca.
Feijao novo a 6,ooo rs.
No armazem de Gouvoia i Das, confron-
te a esoadinua da Alfandega.
Queijos do sertao.
Vendem-se muito bons o frescacsquoijoi
do sortSo ; na ra do Queimado n. 14.
Vendem-se saccas cot fa-
rdos : na ra da Madre de Dos,
armazem n. 20.
Lotera da Matriz da Boa Vista.
Aos 10:000,000 e 5:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praca da Indepen-
dencia 11. 4, vendom-so bilhctos inleiros o|
meios, a beneficio da Matriz da Boa Vista ,
AIDADE DE PARS.
Fabrica de chapeos de sol, na ra
do Coilegio n. 4-
A.lm do sorjitncnto j annuaciado, rece-
beu-se pelo navio Havre, ultimo vindo de
Franca, um novo sortimento do chapeo de
sol do seda e de panninho, para liomens e
senboras, dos ltimos gostos; superiores
chapeos de sol de seda com cabos de cana.'e
outros dos melhores que tem vindo a esta
prasa, que se continuara a vender por me-
nos preco queem outra qualquer parle.
Na ra do Crespo, loja n. 6.
Vendem-se superiores cortes de cambrais
desalpicos, com 6 l|2 e 7 varas, a 3,500 e
1,000 rs.j cortes de cassa chita, de novos
gostos, a 2,240 e 2,500 rs.; casso franceza a
440 rs. a vara ; cortos de brim trancado es-
euros e modados, a 2,000 rs. ; panno fino
prelo, a 3,000 o 4,000 rs ; lencos de cimbris
de linho, a 480 rs.; ditos de cassa grandes,
a 160 is.; riscado d linho a 180 rs. o covado
e muitas oulras fazendas cm conta.
Vendem-se saccas com fa-
rello de 3 a 4 arrobas no ar-
mazem de Antonio Annes, no caes
da Alfandega.
~ Urna oncommenda de cobertores,
Que por serem poucos
vio podem ebegar
A todos os compradores,
a 1,600 rs. cada um : na ra do Crespo, lo-
ja n. 6.
-- Vcndcm-se asseguintes semenies:
nabos,rbanos,rabenetes encarnados e bran-
cos, sebola.couve trinxuda alface ala-
moa, repulhuda,chicoria, senoulas, feijao
carrapato de tres qualidades, ervilha torta e
Velas de carnauba.
Vendem-se velas as mais superiores que
se podem fabricar : na ra da Cruz n. 34.
Vende-se um escravo perfoilo sapatei-
ro e bolieiro, por 700,000 rs 11S0 tem vi-
cios, nam dofcitos, nem molestias, o moti-
vo dt venda se dir ao comprador: quem
qu'zer, annuncie.
Vende-so ou aluga-se um ilio em
cilios proprios com boa casa de pedra e cal,
cacimba de boa agoa, e tanque, e diversos
arvoredos do fruto, na estrada do Arraial, o
qual llevlo pela estrada com o sitio do Sr.
Elias Baptista, igualmente so vende ameia
agoa n. 2 da ra do Jardim, com ch.1os pro*
prios e quintal : os pretendentesdirijam-se
ajrua da Santa Cruz n. 74.
A 3,5oo, 1,600, e 800 rs.
No aterro da Iloa-Vista, loja do cacado n.
58, junto ao seleiio, vendem-se superiores
sapalos francezes ele lustro para senhora, a
1,600 o par, borzeguins gaspiados, a 3,500,
sapatosde marroquim para homem, a 800
rs., sapatdcs do lustro francezes, 5,000 rs ,
grvalas do setim tanto preta como do co-
res, um completo sortimento do perfuma-
ras e de calcado, que se vende barato a di-
nheiro.
Chapeos.
Vendem-se superiores chapeos prelos de
seda, muito leves e do ultima moda,vindos
do Havre nobrigue Cesar; assim como lu-
yas de seda decores, tanto para homem co-
mo para senhora : no aterro da Boa-Vista
n. 58, loja de calcado.
Oceutelista Antonio Jos Rodrigues de
Souza Jnior, faz sciente ao respcilavcl pu-
blico, que tcm exposlo venda em sua loja
de ferragens, na ra do Queimado, junto ao
becco da Congregacin. 37 A, e na mesma
ra,loja n. 12 de J0S0 Baplista Rodrigues de
ii .itV.hw, cSnVrorc;iV.VMiS tv & ^1gntitiX3S c&t:
:* Botica homeopathica.
1 28 ra das Cruzes a8 ^
m Ha para se vender algumas caixas t>
i$ ricas com medicamentos em tintura, y
% Cada urna ser acompanhada de um t
4 frasco com glbulos inertes ,o|
n meio de os pioparar. t?
Vendom-se lonas, brinzUo, brins, e
meias lonas da Uussiaj no armazem deN.
0. Kiber & Companhia, na ra da Cruz
n.4.
Potassa da Russia, e cal virgem.
No armazem da ra do Trapiche n. 17, do
Jos Ferrcira Basto, ha para vender superior
{dos bilhetes, meios bilhetes, quartos, quin-
etos, decimos, e vigessimos, da lotera de
matriz da Boa-Vista, que corre imprcteri-
velmeoto no da 26 do currante eos preco*
abaixo, e as mesmas lojas se paga logo o
premio que sabir nos referidos bilbtte e
cautelas.
Bilhetes 10,600
Meios 5,100
Quartos 2,600
Quintos 2,100
Decimos 1 100
Vigessimos 600
Casa Feliz, na praca da Indepen-
dencia n. 3(i.
Nesta casa vendem-se bilhetes meios o
cautelas da loteria da Matriz da Boa Vista ,
26 do correte
lo cautelas da
otassa da Russia, chogada ha poucos dias,ejcujag rudas andam no al virgem da mais nova qoe ha no mercado, j mei. eiilom-se igualmenl
Farinha de mandioca a 1,600 rs. a i lotera da igreja do Rozario damesma fre-
guezia, os precos v8oab>ixo declarados. O
cautrlisla da casaa cima, convida aos a-
sacca.
No armazem de J. J. Tssso Jnior : na roa
o dAmorim n. 35.
Vende-se uina eserava
gommadeira, cosinheir
ra Bella n. 16.
mants deslo jogo para darem a preferencia
a compra das cautelas da lotera da Matriz
creoula, boa en- da Bua vista, as das loteras do Rio de Ja-
e costureira : na
neiro, por serem aquellas mais baratas que
estas, o com igual sorte; como passa a de-
monstrar, um dcimo da loteria da Matriz
custa 1,100 rs., e pode Iho tocar porsorlo
920,000 rs.; um vigsimo da lotera do Rio
custa 1,300 rs tendo a mesma sorlc de
920,000 rs., ganhando o comprador 200 rs
em cautela; a ellas. Na ra Nova, loja de
chapeos n.4, existom a venda cautelas da
loteria da Matriz. Precos:
Matriz.
Deposito de panno de algodao da
fabrica de Todos os Santos da
Babia.
Ycnde-se o bem conhecido pan-
no de algodao da Baha, proprio
para saceos e roupa de escravos,
a vontade do comprador no es-
criptorio de iNovaes & Compa-
nhia, na ra do Trapiche n. 34-1
a I u 1I11 freguezos
Que sSo ebegados,
Cobertores do algodSo
Muito rncorpados.
Na ra do Crospo,loja da esquina quo vol-
ta para a Cadeia, a 1,600 rs. cada um.
Em casa de J. Keller &j
Gompanhia na ra da Cruz n.
55, ba para vender dous excel-|2 B> de Leal Re.s, vende-se por
lentes ni'nos fortes, e de urna dasPreco ra.-oavcl, n.uito nova e su-
clbo.es fabricas, ebegados u|t.!l>er.or potassa, chegada ha pouco
ament da Europa. !do R de Jn.
Vende-se um casal do escravos
Rilhetes 10,400
Meios 5,200
Quartos 2,600
Decimos 1,100
Vigsimos Rosario. 600
Quartos 2,200
Decimos 1,000
Vigsimos 500
POTASSA
Na ra de Apollo, armazem n
III
lili!
Batatas novas
Francezas, cm $;igos de 4o li-
bras, ebegadas no biigue Cesar ,
por precos muito couamodos : no
armazem ta travessa da Madre
eos n. ai.
PalilAs feitos.
Continua-se a vender palitos do panno fi-
no, por proco muito commodo : na loja do
sobrado atnarello, nos Qualro Cantos da ra
do Queimado 11. 29.
A 2,000 rs. o corte.
Na luja da esquina, quo volta para a ra
do Coilegio n, 5, vooiiom-se coi les do meias
casimiras a 2,000 rs., e bonitos cortos de
cambraias francezas do coros, a 3,200 rs. o
corlo.
Vende-se caixas com cera
cm velas, de 3 8t 16 em libra ,
fabricadas cm Lisboa, e no io de
Jontire, por preco mais commodo
do que em outra qualquer parte :
trata-se com Machado & l'inhei-
ro, na ra do Vigario n, 19, se-
gundo andar.
Cortes do vestido, a 2,000 rs.
Continua-so a vender cortes de riscado
francez, cor nxa e bonitos pailrOes, pelo ba-
rato preco de 2,000 is. cada corto : na loja
do sobiado amarello nos Qualro Cantos, da
ra do Queimado 11. 29.
Fabril a de chapeos de sol no
Aterro da Boa- Vistan, aa.
dono desto eslabelecimento cima men-.
cionado tema honra do parliciparao rospoi-l
tavel publico do Pernambuco, o particular-!
mente aos seus freguezes, quo rurebou um |
grande sortimento do chapeos do seda e de
panninho para homem, ricos chapeos de se-
nhora, um grande o cscollndo sortimento
de sedas o panninlios para eobrir armar;es
servidas, fazem-sc lodos ns concerlos necea-
sarios em edapeos velhos, todos estes objec-
los cima mencionados se vendem por me-
que corre impreterivolmonto no dia 26 de i nos do quo em outra parto, c a conteni dos
outubro I freguezes.
Bilhetes inleiros 10.000 Venda-te cha hysson mu.to novo, o de
Moios bilhetes 5,000 superior quahdado, por proco commodo; e
~ Vendem-seamirrasdeforro: na "la da em
Senzalia Nova 11.42.
Vendem-so duas negrinbas muito lin-
das,proprias para se oducar.por serem deida-
do de 7 a 8 annos, o um moleque proprio pa-
ra qualquer oflicio por ser do idado do 12
annos: na ra estrella do Rosario n. 28, se-
idoandar, qualquer hora *ueIuJty obreias a 4o rs. a caixinha
e a 400 rs a duzia.
lotos a vontado dos compradoras ; no
escriptorio do Malbeus Austim & Companhia
na ra do Trapicho 11. 36.
Bom negocio.
Vende-se urna canoa de milneiro do lij-
lo, em bom uso, pela melado do seu valor :
na ra dasTrincliciras n. 29.
Hico sortimento de fitas
do para pescoco
Vendem-se na ra do Qjeimado nova lo- e'miudozas 11. 47.
ja de miudezas.0. riCM IimJi oo,J 1{ua do 0regpo
Vendem-se ua ra do Queimado nova lo-
, lizise lavradascom fivellas
nos
Barros Baixos, casa que fui do finado padre
Manoel do Muro.
Vende-se urna secretaria nova/do ama-
relio, com repart montos o gavetas, obra
muito bem acabada : na ra Ja Cruz n. 48,
armazem da viuva Cesar KrugcriSt Filhos.
Veodc-sc uina capada inulto gorda, e que
naodeita meos de seis arrobas : na travessa da
Concordia 11. 17.
Vende-so um sel si o mais arreios para
um cavallo, em muito bom uso; na ra do
Queimado n. 32, loja.
A 1,-.ib"o ris !
Vendem-so corles de Uas para calen, a
1,380 rs.; na ru do Cospo, loja n. 5.
-- Na ra das Cruzes 11. 22, vendn-so urna
eserava de bonita figura, de 21 anuos, com
todas s habilidades, com urna cria do tros
mezes, o com muito leite para,crar; uina
mulatiiiba do 12 anuos, urna creoula do 29
anuos com habilidades, urna dita de 30 an-
nos com um filho moleque do 1 annos, mui-
to esperto, e urna dita para campo.
Altencao.
Vernicm-so holinhos francezes sompre
frescos, do muito bom gosto, e tanibein 011-
foilam-so riqusimas bandejas, por 1 roen
muito co ;imodo : no oilo do Terco n. 2.
Vende-so um lindo cabrolet com ca-
vallo ou sem elle; pura vor, ni ru^da Ca-
deia, cocheira do senlior Antonio Forreira
da Silva, o para tralar, na loja do sobra lo
amarello, na ra do Queimado n. 29.
-- Vendse urna jumentinlia verdadeira e
muito nova ; no sitio do aonhur Carnciro
Leal, na ma dos Piros, ou ua rita da Cruz
n. 3.
Rap de Lisboa.
No escriplorio do Francisco Sovorino Ro-
11 ello It Filho,vonde-so superior rap do Lis-
boa, chegalo agora no vapor inglez Severo.
Cal virgem de Lisboa.
VcnJe-sa cal nova, e por mais barato pre-
Co que em outra qualquer parte: na ra da
Cadcia do Rccifo 11 38.
Bilhetes ta matriz da Boa-Vista.
Aos 10:000,000, 5 000.000, o 1:000,000.
Na ra da Cadeia do Itecife 11. 21, cambio
do Vieira da Silva, cstain expostos venda
um cmplelo sorliniento de bilhetes, meios,
quartos, quintos, decimos e vigessimos da
lotera cima mencionada, sendo as caute-
las do cautolista Souza Jnior, fi.i-'.s nulo;
andarflo imprcterlveluidiile no dia 26 lo
correlo mez.
Vonde-sn uina fabrica para vellas de
carnauba com quinlieiitas formas, sondo a
maior paito do neis c novo em libra, o ousi-
na-sc a manera de as fazer, lauto das da
mistura como das simples : quem a prcteno
derdirija-sc a ra larga do Rosario 11. 16, -
tratar com Manoel Jos MagalbOfll Piulo.
. -- Vende-se urna bonita creoula do 19 an-
nos, que cozc bem c faz labyrinto, engom-
ma, cosinha u lava ; urna dita boa cosiiiliei-
ra, engommadeira, o coze bem; urna dita
sem habilidades, muito moca ; uina dita boa
tiilhetes do B10 de Janeiro.
AOS 20:000,000 10:000,000, 4:000,000,
2:000,000 e 1:000,000 de rs.
EslSo ezpostos a venda, na ra da Cadeia
do Recifo n. 21, loja de cambio da Viuva da
Silva, os muilo afortunados bilhetes, meios
'Hilo 1 s, quinto-, mtavos o vigsimos, da
Misericordia de Ouro Prelo, cuja lista deve
vir pelo primeiro vapor ; assim como rece-
bcu a lista da fabrica de vidros equarta da
liar; So.
Aos senhores estudantes do quinto
anno.
Aoaba-se de receber pelo navio Paulina,
filas para as cartas de hachareis, por preco
mais razoavol que em qualquer parto : na
loja de mudas de Buessard Millocbau, no
aterro da Boi-Vista n. I.
Vendem-se duas vacess, sendo um
com filho e outra sem elle, em boas carnes,
acostumada ao pasto : n Soledade, em ca-
sa da viuva Vieira.ou na ra da Cadeia.cam
bio do Vieira da Silva.
Cortes de cassa a i,44-
Vende-se cortes de vestido de cassa-chita,
cor fiza, a 1,440 rs. cada corle; na ra do
Queimado, luja do sobrado amarello, n. 29.
Vende-se doce degoisba fino, a 6,000a
arroba : na ra das Cruzes n. 40.
Vende-se um prelo moco do nae.lo.niui
lo bom barbeiro, sangrador do profissSo,
amolador, e bom cosinheiro, discpulo que
foi do 11 oidor sungrador desta provincia ;
esto esciavo est bem proprio. para qualquer
senlior de engenho que militas vez-es por
falta de urna sangra ou ventosas a lempo,
segundo o systoma de M. Burcer,perdem um
escravo, um filho, ou pessoa muito mais ca-
ra, por quem dariam melade ou toda a sua
fortuna para a salvar : quem o quizer, va na
ra larga do Rosario n. 35, quo all o achara
na loja.
as qualidades.
Vcndom-so na ra do Queimado na nova
loja do miudezas de Antonio Jos de Azove-
do, luvns do pelica enfeitadas para noiva-
dcs, a 2,500 rs. o par, ditas mais abaixo a
1,800 rs., de belutas a 1,280 rs dita ponto
inglez para homem a 1,800 rs., dita mais
abaixo a 800 rs.. dita de seda trancada para
senhora, dita branca o cor de canna a 1, -mi
rs., dita preta de troeal a 610 rs assim co-
mo ricos pentes de tartaruga para prender
cabello a 5,500 rs., e para marrufa a 610 rs.
o par.
Vendc-se um bonito escravo de nacSo,
proprio para armazem ou sitio, por ser de
boa conducta; na ra estreita do Rozario
n. 28.
Bicos e- tojos de navalhas linas pa-
ra barba.
Vendem-se na ra do QuoimaJo loja de
111 u le/as 11. 47.
Vende-se a dinheiro a vista, sem
limites, na ra do Grespo, loja
amarilla n. 4, de Antonio Fran-
cisco Percira.
Cambraia de cores organdy va-
ra a 700
Cassas francezas, do cores modernas,
vara a 600
Cambraia franceza de quadros miu-
dinhos, vara a 560
Cortos de cambraia do quadros de co-
res, com 6 1|2 varas o vara do lar-
go, corte a 3,000
Chita francoza, do cores fixas, cova-
do a 280
Chales de casimira com desenhos, a
imitacSo dos da india a 5,000
Lencos do seda de cores, para homem
o senhora a 1,000
Manteletes pretos e de cores 16,000
Corlas do seda de cores e preta, com
pequoi.o toque do mofo com 15
covados, cada corto a 15,000
Coi te de soda transparent, ou Alo-
xandriaa 12,000
.Meios chales de casimira para so-
nhora o meninos, a 1,100
Chapeos do sol do soda, prelos e do
coros, a 5,100
o oulras muitas faae.ndas de linho e seda ,
por proco mais commodo, do queem outra
qualquer parto.
Vonde-so um cabriole! ingloz, novo,
muito bonito o levo; a fallar na cocheira da
ma do S. Francisco n. 3.
-- Vcndo-so urna preta. creoula, do 35
anuos, sem vicios, saliendo engommar por-
feitameuto e lavar bom, cosinhar e cozer
alguma cousa ; na ra do Hospicio n. 2,
segundo-andar, por cima da botica da viu-
va Cunha.
Vende-se um exccllonto cabriolo! em
estado perfeito, com cavallo ou sem olio :
no Basar n 4, ra 00 Vigario.
JGantois Pailhetck CompanhiajU
Continua-so a vender no doposito|
a* gcral da ra da Cruz n. 52, o cxccl-jg
"'* l'iniiMi bem concoituado rap areiajp
U prota da fabrica dcCantois Pailhct i Companhia da Babia, em grandes o'.i
i pequetas porcos pelo preco ostabe-Ji
I c c i d o. &
jw^&rgasotw .$;!*: asa*
a pescoco, lizas e lavraua co... ..,<...., quilandeira faz lodo o sarvico de casa e
de madrenorla mais barato do que cm ou- Vendem-se palitos de panno lino msela-1 tem una lulia do oito annos, tuuito linda,
tranualauer oa'rlo assim como dita de se- do a 14,000 rs., cada um, o cortes de case- jcom principio de costura; cinco pretos mui-
da para sinteiro mu'ilo ricas as quaes os fre- mira a 3,500,4,000 5,000 o 6,000 rs., cortes | lo mocos, boos para todo o semeo; um di-
suezes ooderUo vir ou mandar buscar es de cambraia do Salpicos a 3,000 rs., e len-lto bum roitor de sitio: na ru dos Quarteis
amostrasque seiclum patente. eos de seda a 500 rs. In. 2t, segundo andar.
SillS/1 PARRILHA
As numorosas experiencias feitas como
uso da salsa parrilha em todasas enferme-
dades,originadas pela impureza dosangue,
o o bom oxilo obtido na corle pelo lllm.
Sr. Dr. Sigaud, presidento da academia im-
perial de medicina, pelo Ilustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, ecm
suaafomada casa do saude na Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dicodo excrcito e porvanos outros modi-
eos, i"'i initii'iii iioje de proclamaraltamcnlo
as virtudes cllicazcs da
SALSA PARRILHA
DE
M4E mk. W. mi -JM7
Nota. Cada garrofa conlom duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Bristol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassiuoi.
Em oonsequencia de se ler fecbaJo a bo-
tica do'Sr. Jos Maria. mudou-so o depo-
sito da salsi parrilha de Bristol p_ara -
Loja de modas da ra Nova n. 3a
de madame Theard.
Madan.e Theard tem o prazer de snnun-
ciar ao publico, e com especialidade a seus
freguezes, que no di 27 dn setembrn Ando,
chegoudo Franca o navio Cesar, pelo qual
recebeu um lindo sortimento de modas do
sua particular encommenda, ao gosto do
paiz, e mais moderno uso da Europa como
sojaqi: manteletes de cores guarnecidos
com maior elegancia, chapeos para seobo-
1 ,is. meninas e criancas, o mais rico que po-
de haver nesto genero, ricos vestidos qu 1
j trazom as competentes guarnieres para
noivas, lequos com asteas de madreperola.o
mellior que tem vindo a este mercado, man-
tas brancas de blondo para enfeite de cabe-
io de noiva,ricas rapnllas para noivas e bai-
les, ramos de flor do laranjs, e pretos para
luto, lu Iranro de linho lavrado de mu
lindos desenhos, proprio para vestidos, dito
de blondo brancotambem para vest los,mu
ricas litas entremediadas de veludo para en-
feites, cinto, e o mais a que a quizare 111 ap-
p' ie o-, mu lindas trancas de variadas cores,
bicos do blondo pretos e brancos, e outros
itnmensos objectosque se nSo mencionam
pela grande variedade; mas neste eslabele-
cimento se onconlra ludo quanto se possa
desejar para ornamento de urna senbora,n3o
so feto, corese pode fazer a contento de
quem eocoinmendar qualquer objecto, com
a maior perfeicSo e gosto por estar sempre
bem sorlida do prepuros, que manda buscar
directamente pur nSo se acharom no merca-
do sei'So cousas triviaes ja muito vistas, que
nao oQerecem variedade alguma ; os precos
vista da quali lade de suas fazendas, ha o
mais razoavel po a quem quizer ter a bondade de dirigirse
ao dito eslabelecimento, e o convidar anuo
sahirsem compiar.
Ni fundicln da Aurora, acha-se constan-
temente um completo sortimento de ma-
chinas de vapor, tanto de alta, como de bai-
xa pressilo, de modellus os mais approva-
dos. T.imli im se apromptam do encommen-
da do i|ii:ili|in: forma, que se pnssim deso-
jar com a maior presteza; babeis ofliciaes
serSo mandados para as irassentar, eos fa-
bricantes, cono teem do costume alllan-
Cam o perfoilo trahalho dellis, eserespon-
sabilisam por qualquer dofeito, que nellas
possa apparecer durante a primeira safra.
Muitas machinas do vapor construidas neste
estabelceimento tom estado em constante
servico nesta provincia, 10, 12 eat 16 an-
nos, e apenas tem exigido mili insignifican-
tes reparos, c tlgumas al nonhuns absolu-
tamente accrescendo' que o consumo do
combustivel he mu incoiisideravol. Os se-
nhores de engenho, pois, ooutras quaes-
quer pessoas, que precisarem de machinis-
iiiii, sao rpspeilosamciito convidados a visi-
tar o oslabt'loeimcnlo em Santo Amaro.
Moendas patente.
Acabam de chegar moendas e meia moen-
das de varios tamanhos da patente de A o
i.dde Mormiy em casa do llolhe e Bidoulac,
ra do Trapicha n. 12, aonde lamboin so
achara ara lo: do ferro do modelo maisap-
arovado para a plantacSo da canna. Estos
aiados s3oconstruidos na fabrica mais ac-
cruditada coi Inglaterra o coiilem vantagens
sobro os outros arados.tanlo no seu arranjo
como na sua duraclo.
Vende-se vinbo de cbampa-
nlii: legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Gonipaiil/'i na rita da Cruz n.
55.
Instrumentos de msica.
Tanto p3ra orchesttd, como pa-
ra msica militar, vendem-se mili-
to em conta : cm casa de Brunn
P raeger & Companhia, na ra da
Cruz n. 10.
~ Verniz da gomma copaUcontina a
vender-so na botica da.ra do Itangel, a
1,280 rs a garrafa.
m_
Escravos fgidos.
100,000 rs. de gratiicacio.
Desapparcceu no dia 7 de man prximo
passado, o pardo Leonardo, de idado 18 an-
nos pouco mais ou menos, o tem os signaos
seguintes: -baixo, o peito um tanto mclti-
do para dentro, cabello carapinhido eatao
meio da testa, e falla descancado. Esto es-
cravo vinha todos os dias vender leilo no Re-
rife, do um sitio na Boa-viagem, pertoncen-
taajoanna Maria dos PaSSOS, de quem foi
escravo: quem o apprelionder o Iruuxer na
ra da Scnzalla Velba n. 60, segundo andar,
receler a gralificaco cima.
- ila um mez, pouco mais ou rrenos^jlfti-^,
^ .11.o 010-
sapparocau um prolo por nom "',8l,cro.
oulo, c oflicial do alfaiate, bstanlo conhe-
cido nesta praca,por j bavef trabalhaJo em
muitas lujas, o qual p,irton"co ao abaixo as-
siguado, o tem os signtcs seguintes bai-
xo, quebrado das linlh.is, um pouco grosso
do coi po, cor pela, olbos grandes, tom tres
cicalrizes 110 braco o tnfio direita do urna
uperiieSo quo liavi 1 solTridO ha pouco no
hospital ; lio de presumir que ando por esta
cidade, valo ser delta natural, o lar alguns
prenles : roga-so as autoridades policiaes o
a luda e quslquor pessoa, captura do mes-
mo, e o favor do o mandar ontregar nesta
cidado em ca.-a do senlior subdelegado da
Boa-Vista liulino Jos Corroa de Almeido ;
e na cidade do Kio-Formoso a Francisca
Cbristlni l.ins, quesei generosameuto re-
compensado : o mesmo abaixo aSsIgnado
protesta eom lodo o rigor da loi, contra a-
quclla pesaos, quem quer que seja,que o (i-
ver occullado. Francisco Caldas l.ins.
Desapparcccu no da 15 do passado, as
7 horas da noite, do Hotel Itecife, o pardo
Exequid que foi do senoor Ltliz Rodrigues
Selle, e como pela9 circunstancias que pre-
cedern! a cssa fuga presumi-se quo elle
procure a todo custo ovadir-se, roga-so as
autoridades policiaes que o recummendem a
seus inspectores e pessoas de confiauca,ifitn
de ser descoserlo e capturado: o pardo ho
baixo, de ijada 25 anuos, n eio corpo, som-
blantc carregado, tendo urna pequea rici-
triz na face, anda calcado o fuma : lavou
chapeo do seda preto, e inda com urna bgn -
gala lina ou junco, eiuculca-se por forro ;
anda frcquentemenlo no baiiro da Boa-Vis-
ta .-oi.-olo sempre ha encontrado : quem o
jegar lovo-oa ra do Trapiche n.5, quesera
recompensado.
Esta fgido desde o principio do mez
da setembro, o preto I.uiz, do nucSo Aii0-o-
,1a, quo repiesei.la ter 26 annos de dada, de
- estatura baix*, cbaio do corpo, e quando
tica inglez* ra da Madre Dos n. 1, vende- falla bato com a lingua nos denles, tem um
sea /00O rs. o vidro. pequeo signal como de um ialbo ua espa-
Charutos de llavana. iduadireila, cun>U quolem andaJo para as
Os melhores quo teotn viudo a este mor- uart09 Je Santo Aniao, ou engenho das Ta-
cado : vendem-se continuadamenle, em ca-! boc,s : 1uom P8"' lee-o 'ua da Cun-
sa de Brunn Praeger t Companhia, na rua'cor.lia n.8, que sera recompensado.
da Cruz n. 10. l'Fitrt : Ttr. os M F. db Faria. |052.
f
MUTILADO


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