Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03358


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Full Text
\
Anuo XXVIII
" ^P^
DIARIO
Segunda feira 1
ro

deOutubro de 1852.
N. 229.
_*>
oiam>a nmm audikmciah.


1
'I
a-naoo A momujio.
l'.onamro Aouiitido.
l'iiitrlineslre .. .1.........
Por semestre aie-
i'or aaao .*......-.....
PiBonlMTao DUr.lUKST.B.
Por quartel.............
oticia do mpEiiio. Ji5 sut. S. Tberez de > e 6. e 10 horas.
Para... 18 deSelbr. Hlnaa. 11 de Agoatof Jr*at- 2. vara do eiml.
aUranhao. 2t de dito S. Paulo. 7 de dito llb&ab. S. Bercherio. 4. eaabado.ao melod,
Ceara.... 2* de dilo R. deJ.. JO de .Setbr.117 Doro. 20. Eduvlges *rlr""o-
Pirahtba t deOutbr. Bahia... 29 de dito I nio de Joic. jTercae libado..
4/000111 Seg. SHlicacla.
8/OOOlla Terc.Sa. Prlsclanoe
1&/O00I Dumnlna.
|i.'l tiuiri. S. Daniel.
4/SOOIM Qulut. S Callialo
Juiio it Orphat
t, ej. a 10 h'ir.u.
I. varstdocivsl.
3. e 6. ao meio-dla.
asen da.
ran Bisca
Creiceate a 20, aa 2boraae23 minute daro
Chela a 28, ai a horai2 minuto, da m.
Mlngoante 6, ai 8 borai 18 mlnutoa da 111.
do va 11, ai 4 horas c ili mlautoa da m.
flIaMAIMlOII
Prime Ir. .151 horaa e 54 minuto, da Urde.
Segunda i 3 horai e !8 minutos da maatila.
' utTiin >oa ooiaiioi
Golaaaa Parahlba, 4 aeguada t aeitae-
lelraa.
Rlo-Craude-do-Horte Vicioiiaai quinta.
felraa
Bonita),Caru.ru, eQaraabuBB no l'r 15 dcada
mea.
FIree,Ourlcurr,Exu e Boa-Ylata l3 21
Olinda, todoaoa dial.
Todoa 01 Correioa partera aoraelo-dia.
btotioiah iiTniaoiiaii.
Portugal |4 deSelbr. Austria .. i de Selbr.
espanba 10de dito Suisia.... Idedlto,
Franca.. 8de dito ISuecia... 28deAgoito
Blgica.'.. da dito Inglaterra 8 de Setbr.
llalla..:'. 4 de dito jE.-Onldos 2o d'Agosto
Mxico... a de dito
|Callforala ib de dito
.Ohlli. de dito
l'uenoa-A. de Julho
iMonteTldeo .'ule dito
Alemanba. 3de dito
Proaaia ... 3 dedito
Dinamarca II de Agt.
Ruaala... -9 de dito
Turqua. 2A de dito
CAMauoa di di OETUawo
Sobre Londrr.. 2 por 1/O00 d.
> Parla, 3S0
Lisboa, 95por canto.
TAII.
Olivo.Onca. heipanhol.i. .....
Hoeda de 6/400 Telhaa..'......
dc6400noaa........
de 4/000...............
Prata. PataeOeabraillelroa..........
Peaoscolumnarioi. ...'......
Ditoimexicanoi..............
21/000
16/000
16/000
U/000
1/920
1/1
1/800
te Ferreira. Julgaram improcedente
api>el!ac3o.
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim Ma-
na Lima.Maodararn a novo jury
ppellaccs civeis.
Appellante, Joaquim Francisco Diniz ; ap-
pelladu, Lino los de Castro. Confirma-
ran] a sentenca.
Appellante, Ignacio Adriano Monteiro ; ap-
pellailo, Marcelino Jos Lopes. Conflr-
111 ir un asentenca.
Appellante, Joaquim Comes da Silveira;
appellado. Antonio Pereira das Cliagas.
Confirmaram a sentenc
PARTE OFFICIAL.
GOVEltNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 30 DE SETEMRO.
OIBcio Ao Eim. presidentre das Alago
rogando, que se digne de remelter urna guia
paseada pelo juii municipal do Pcnedo ao aen-
tenciado Francisco Pastor do Espirito Santo,
coin ai condicdei do art. 112 do regulainento
n. U0 de 31 de Janeiro de l84>, visto conai.ir
do officio, que remelle, do juiz municipal da
primrira vara delta cidade, que o deleito de
que se relente a que acompanhou o dito sen-
lenciado, o qual se acha notado ao rrqueri-
mento, que com outros papeia, val coberto
Ielo mencionado officio, 11*10 pode ser reme-
lado aeni a gula que ora se pede.
Dilo Ao cointnaodo dai armii para man-
dar apreientar boje ao engenhelro director
dai obiai publicas, un soldado a cavallo, pa-
ra acompanuar o dito engenbeiro no exaine,
.1 que vai proceder nal obras dai eitrada da
Victoria e Eicada Coinmunlcou-i. ao refe-
rido engenbeiro.
Dito Ao inemio mandando dar baila mi;
recrula Firmo Lourenco, vilto ter-ic inos-
Ir.do liento do .ervlco militar.
Dilo A thesoutaria de f.senda para man-
dar pagar Joaquim Jos dos Santos Andra-
de quanlia de 25/6H0, ein que irguudo par-
ticipou o major encarregado das obras milita-
res, importa a despcza Celta coin a limpcza
dos canoi da latrioa do quartel do hospicio.
Dilo Ao juii relator da junta de juslica
iramuilttiudo, pura ler relatado cih .esiio da
nesma junta, o piocesao verbal, feilo ao sol-
dad
Te
mandante dai anuas.
Dito Ao procurador filcal da thcsouraria
da fazeoda provincial devolvendo os papis, 1
queSmc. enviou, a compaohados de copia do Appellanle, Mana Tneodora di l.onceicao ;
Caen do seu pensamento politicn, assas 1 n3o beaitou, porque entendeu quo valia
manifestado em tantas occasies e circums-1 mi| algum betn real, que polia fazer ao
tancias, por palavras, e factos que na sua seu .-p.iz, desde ja, do que o risco qua cor-
rer as pessoaa dos uiinisi'ns d'uma censu-
ra, mais ou menos severa, no prximo par-
lamento Entra o desejo de fazer alguma
grande gener.lidade.o rolratsm.definero,co-
mo elle precisi e desoja ser avahado. Ha pe-
na mesmo que os partidos vendo serapre as
cousas aira vs do prisma dassuasdesconfian-
cas.e preconceilos.sd no elevem a urna altu-
ra donde vjamopaizprimeirodo quensho-
mans, o os lacios primelro que suppostas
inteocOes e intendencias, que nao exis-
lem- -, A.
Talvez saja urna utupia a concilucSo da
familia portugueza, e bullados qnaolos es-
Appellaute, o juizo de ausentes; appellado.lforcos so empreguem para quiella se con-
Manoel da Silva Santos. Julgaram nullolsiga ; mas sa o he, que o nSo suppomos, nao
o procasso. Iba por certo phanlasis, ou chimera mais
Appellaotes, Manoel Pires Karreira o outro;louvavel, nam empenho mais digno daqunl-
aiipdiado, Domingos Caldas Pires F.-rrei-lies quosentem palptliro coracao pela reli-
ra.-eclararam o accordam arcbargsdoef ctdado da tern em que nisceram, do qua es-
conde mnado o embargado as custas. ta de querer psgar antigos odios, e resen-
Appellanles, Antonio LuIzConcalvesFerrei- tmenlos pessoaes, hiendo convergir no
ra es.ia mulher; appellado, Francisco dojinteresse publico as inlelltgenoias, onde el-
Hego Barros de Lacnrda. Deferir*) a pe
tlfilo dos arpellantes, mandando descer
os autos ao juizo aqu.
ILISMCMI
Appellante, Manoel Hodrigues Ferreira ; ap-
pellado, Manool Ferraira Lima. Manda-
ram com vista o curador goral.
Appellanle, o juizo ; appellado, Joaquim
Ferreira. Mandaram com vita aoSr. de-
sombargalur procurador da coroa.
DESIGMfOBS.
doota batalbao dcimo de inlantarla Joao Recurrente, lloberlo da Silva Santos l'erei-
.'.". .rJ,."l.0..Ui'iC0U"Se a n,,rc1"1 oom" ; ra ; rocotrida, a hienda publica.
Appellanle, o juizo ; appellado, A'.tonio Jo-
s Pereira oc Miranda.
parecer do procurador da cor soberaua e la>
zenda nacional, e dlzendo, que, abDlrahiudo
da queslo do cumprimento da carta rogatoria
panado no julio municipal do Rio Koriuozo,
Sara avaliacio dai propriedades do liuado
rancisco Luiz de Abreu, citas uo julgado do
Eiso de Portugal, nao poda ter lugai j co-
iir.uica de sello de bem siluadoi em paizci
eilrangeiroa.
Dito Ao provedor da saudc para infor-
mar, coin o que occorrer, sobro tuna embar-
appallados, Alcixo Jos de Ulivcira e ou-
tros.
rivisiIbs.
I'assou iloSr. des.'inlnrga lor Villares no
Sr. dcsomhargador Bastos a seguint; appel-
\vfio em quesflo :
Appellante, I). Francisca ThomasU da Con-
cuit;9i>Conha ; appellado, Henty Rihgnn.
rasaitam do Sr. deaembargador Itebello
ao Sr. desombar^adur Luna Freir as sc-
cacao mercante, que, lendo viudo refrescar guinles nppellar;des ein que so :
ene pono, fol mandada llcar de quareotena, Appellante, o juizo : apiellado, Manoel Viei
por lereui nioirtdo na narnu alguns pana- .. ,i 1 r.
geiros.
les se encontrem, esquecondc*os precoderi-
les polilicos dos individuos, para aprovei-
tar a sua capacidado, e serviQo, e buscando
em tolos os gremios, em todis as crenc^s,
quantosqueiram vira um centro cotnmum,
011 Je s(nenia se procure occorrer so que re-
clamim os grandes e verdadeiros interesses
nacionaes. O govorno levanta a bandeira
dos melhoramentos matmiaes, e inlellec-
luaesdos paizes, garantidos pela Itberdade,
e pela ordem publica. O governo quer a
piz, porque sem ella nao se prospere, e scu-
te-secom forr;i para a manter, porque lem
cunsciencia da boa razSoqueo dirige, e
da pureza das Sllsa inlencOes. O goveruo
quer a liberdade, p'irquc ha lilho della, e
ha de morror por ella. 0 goveino siimen-
la pede a todos os homens sensatos, e illus-
1' .1 i<>-, amigos d > seu paiz a cooperado leal
dos sous esforr,os, para elTeidiar, quanto
possivel, as refonnas uleis e os melhora-
mentos itiilispensaveis, de que tanto se ca-
reca, para restituir Portugal ao lugar que
Iho compete, e qua ja oceupou em out lempos, entre as naijfjescivilissdas do ve-
Iho mundo
fc) sera preciso levantaroutro pendlo para
que se possa definir urna situarlo ptililin ? gal desgraca
con|a tu ti, como lodo* os trabalhos, cuida-
dos o responsabilidades inherentes, e a li-
niitacfln ao expediente, e acsSo ordinaria,
inconiparavel msis commoda. os ministros
optsram laiignii lo s 1 n'tima carreira, que
ptid ser fucuiid. para o paiz, mas qua liles
imple grandes deveres, a que esperam sa-
tisfsaer quanto couber n suas Torcas, e
quinto o permitlirom as circomstancias, a
todo o respeilo difilceis, em que nos ana-
moa.
F/V.izamos que o governo toenasso esta
de'liberacSo, e guardrnosos seos actos pa-
ra ojulgar. No estado actual das cousas he
mistar muits coragem, prudencia e perse-
vera tifa ; e nos confiamos em que o gover-
no lera estes qualidades, indispensavais
agora tnais do qua nunca. Gmquanloaos
partidos pedimos as inlelligencias, o ho-
mens de botn snnso, probidade e amor da
patria, que fazem parle dellas, que apoiom
o goveruo no camtnho de reformas que teni
enctado, e que preferindo a Nrao as suas
respectivas parcialidades polticas, nSo con-
trtbuam para tornar mais diffloTl a soluco
dd mullos problemas econmicos n admi-
nistrativos, de que o governo sa oceupa, e
pelos quaes desaja ser justamente avallado.
Diario do Coverno de Lisboa.
offerecldo destas enlidadis agour^iras,
dictadura engaase. O poyo conhece os
seos tltreitos,e mesmo nSo falta quem lli'us
lembre : o povo lom se lo de Justina, de eco-
iiiniiii, 11 d niuralilado ; cumpru a dicta-
dura satishzer a anctedade publica para seu
proveito, e a bem da tranquilidade publica.
Justina, economa moralidade foi o pro-
gratnma quo a regenerar;3o ofTerecau ao po-
vo, e que o povo tem direito de exigir da
Jictadura. As dictaduras da Regenerarlo
por ora ii.iii lem dado ao povo o fiel desem-
peuho das suss fnin..... s A na;So apoia
a dieladura ; e este apoio esperanzoso da-
Ihn f.irr,a ; o que falta a dictadura he a von-
tade.
(ras Tiiaaa.)
BIS' URSO PRONUNCIADO PELO SR. HISPO
DE STIIABURGO ANTES DA BENCHO DAS
LOCOMOTIVAS DO CAMIMIO DE FERRO
UE VAI DE PARS A'ULLLA CIDADE.
Senhorea.
Ao passo qua o homem entregue aos
clculos do interesse n aos prnzares tos
seottdos n.'ui v uessas uiaravilhosas in-
veu^Oes da industria, de que nosso seculo
com raz3o sa ufana, s-u.io meios de aug-
mentar suas riquezas e do esteuder o circu-
lo do seus gozos, o enristao esclarecido pela
( leva oais longe suas vistas e saus pen-
sarnontos, e uessas concepedes do genio hu-
mano v meios de qua Dos se serva para
cumprir MU* de^nios sobre Ol povos e de,enTolTera"Wi o ?rimeiro offlcl Mr
pira coiuuzr OS boaiei a seus innorUM .ruu deJCCII ab,ixo e coi Itomloenie risco de
OUTRO 1NCENOIO NO MAB.
Liverpool 23 de agosto.
Um pauagelro do Stvern deo-oof a saguiule
narrafaode um Inceodio, que manlfealou-ie
BjM.C navio em tua viagem para c, e que che
gou a pooto de poder ser urna cataalropie tao
metiooba como o ultimo iucccmo do Ama-
lonai.
O Sfvcri sabio da IMaeira, uouco man ou
meno, pelai seis horas da maobaa de seita-
feira 6 do correute, com mais de ceulo e de passageiros. econlandocom aequipagem, mala
de duientaa pessoas, a bordo. Entre uina t
duat horas da raauhia do seguinte da, atiba-
do, fui accordado pelos gritos de um menino
meu, que dorma em um berco no inf u cama-
rote, Km quanto procurava faie-lo adormecer
de novo, pareceu-ine sentir chetro de fuiuaca.
Abri urna pequea janella que deila para o
salao, e enlo vi todo o navio chelo de fumo,
l-.sir vlnha de debati d* camaroie para o sa-
lao,onde, cousa rsiranha eslavadormlndouma
Iminentidade de gente, inteiramenle ignora
do perigo que corra.
Di i I<'i;d o slgnal do alarma, gritando < fogo
bordo i o Mr. Rooker que oceupava um ca-
marote visiaho foiopriineiro que meouvlo, ,e
immediatiinente, desarranjado mesmo, como
cu tambein eslava, lancou-ae sobre o con ve/,
para avisar o omcial do quarto. O almirante
Greenfell que dorma no camarote immediato,
chamou logo pelo capito Chapmao, e acom-
panhou-o abaixo, ao lugarde onde parta a fu-
maca. A este lempo j lodos os passageiros do
t tinharn presentido a confusao e saltavam pa-
ra o convci meio despidos, acbaudo-ie o corpo
do uavio nuundado de fumo,
O capito, oflinars e tripulacao inerecem o
melbor concello pela diligencia e promptido
detiuos.
aVORTO 19 DE AGOSTO.
Todo o homem que miMlou, ou milita nis
bandeiras da liberdadn ; Lo lo o homem que
sinceramente, e de coradlo ama o systema
representativo mal p le dar um voto favo-
rave! ao poder das dictaduras, que n3o silo,
que n lo podem ser oulra cn.s i mais que a
^C,.T',d?-r!rr ,bsolulo> 7m ,rise I P>lor e que um rehanho. Todo nos destg-
,d.trirt"' e.nelhcacdo,lljos do ,et,de para constuuir no seto
m lii-rd T. 1 k iroM?nl'"-'a hnmaniJado essa uiaravilhos, uni4de.
se,, inivitavel, e impreierive, esta nomen-1 plnTiT.- SSJW S2Z& l i klteESSSZ tt
datura dos partidos como silo conhecidos molestia hered.Uria dos nossos ovemos. fr timas au "fediu
, morrer a>|ihiiado. lol ler m> lugar onde arda
Ha desoito seculos, senhores, que o a- i u fogo, e por ieui eitorcoi fui o principal sal-
postolo das natjOes gravou sobrj o Iron- vador do navio e das vidas de lodosos que ata-
tispicio da igreja essa sublime inscripta :
Um D*o$, umi t, um baplismo. E o uroprio
Clinslo etpitcando a seus apostlos e a seus
discpulos o faaia da seus Irahalltos e de sua
uiissSo, annunciou-lhes que vina um dia
no qual nao haveria na trra mais que utn
a Si ni, suuhores, o homem, crcatura ( i-
isignaquasi nunca ou-
entre nos pa>a que a elev.cSo de um dalle* J. se v que valho soldado d. liberdade, I "" 7 ;" ^en&mVta^^^^^
o poder, e a influanca, loma desde l0|0 >tO estamos basUnla^iciad^ nos^miste- | %* %^% ^To conduz
Appellante, Ospir de Monezcs Vasconcel-
los da DrumunJ; appellado, Manoel No-
Emb!rgant.r,Jos Antonio da Costa; em.W" nimigoa naturaes quantos nao com-'riosda pollUea
bargado, Antonio Jo de Meleiros Hilan-
court.
Passoii do Sr. deseinliurgador S>u?a ao
Sr. desen.bargador Itebello
mungamno seu seio, o sopare eternamente'eata usurpaco das garautUs populares. A | J .' J dnnhi.fliit.
I,
Dito Ao ioipector interino do aricnal de
inarioha para inaudar forneccr uo coiuiiiaii-
daule do patacho Piro/njwa ai races que Ibc
furem neceisarias para ir em cominisso ao
presidio de Fernando.
Dito Ao ineiiuo dizendo. tjue fa-se pre-
cito, que Smc. enve secretarla da presiden-
cia una rclaco das tiarric&s de cimento, que
tem sido compradas de Janeiro para c, ilecla-
raudo as datas dai compras, o numero de ca- ?"* Sflnaa 'alaria da ConcaicO i Se tal nc.se este devi.rado'paiz, devorado ha te,-nuito mais dava existir noja que a Eu-
Bernar lo Antonio i Slirada'111"'"1" anotM pela continua e probada lucia ropa retrograda disputa a Europa civilisada
P.asar.m do Sr. '.leambart-ador l.una ? f'ccoas oppoilas, or. vencid.s ora o mrito do ayalema parlamentar, e a sua
.io-Ao mesmo para Informar se anda Freire i0 Sr. desembargador Tellea as se-. l'iump lanles, nao lom oul-o prnvir, que capacidade.
nSo teja a renovado peridica da tnesma Ha preciso que a nacSo tanlia, como lem
,. lucia lempre estril, e cada vez mais fatal, urna inleira eonlianca as virtudes liherans
s nos resta acatar a provi Icncta, nos seus do daque de Sabianha para nlo se aasustar
Inaoadaveis deoretos, e chorar por nos, el com a marcha que aosegtiin a dissolucSo
como quar, impellu-o para regies, para
da una das partidas compradas, c os prreos, c Api1
finalmente quautas eaislem actualmente nos appelbnio,
armazeni.
a ii ii; ii i-ni dous handos, pelo menos que repettcSo das Heladuras tem o grande po-
se gldtam e coinbatam, coin a tenacidade,' ligo de desacreditarem o systeTia represen-
B"'o fanalismoea inlolerincia, que sao pro- tativo; do descrdito a nulnlada a estrada
prios da seilis Contraria!, o anl^gonistss ? nSo he longa ; e se este perigo aempro esis-
pela patria, condemnada a pagar, ras liiiini
presidencia eai dispo.ta a f.ur espori.abi- Albuquen.ua. [haOea g^"^""'-"1'*1" Bl0"
lliar o empregadoi, que illudlrein as suas pa5Sou do Sr. desembargador Telles so >". e la"'" br-""' paasada
ordem, buscando frivolo, preteitos para as em- Sr. detciiibargailor Pereira Monteiro a se-l O governo nao quer anniqu.llar nenhum
bacaiem na execufao, e agora qua smc co- nuinioappcIlacSo em qua s0o : partido poltico, uom tirar-lhe s crencas,
...,.a a eiercer o lugar de iuapecior imtcnua- Spnellantes. Manoel Pru lento do Jjsus e sua "e,n ruubar-l lie adeptos : nao quer Uo pou-
uienlecumpre, que examine seos n.-gocios da a-pellado, Jos Pereira da Silva
reparticao eslao lodos ein ordem e de coiilor- J r
inldadc coin aa leise regulaincntoi, liicaiisau- <.rvaliio
do-osieveramentee iinformando circunsuncia- I Passou do Sr. desembargador Valle ao Sr.
dainenle i cerca do citado da n-p n u-,.i.' fin 'deseuibargadur Santiago a seguinle appclla-
lodoioi leo ratnoe, na ccrtea de que t' ie- (So em qua silo :
presiao doi abusos, que houver de encontrar, Appellanli- .Mariana Joaquina da Conceicilo ,
heumdeveriinpreterivel, e espera que o cum-j Mr,.ln appellada. a parda Benedicta lealdade para a avaltscDo das suas molidas.
pra. p.,r aeu Jurador. Keitas eslas duas concssOes, quo parecam
Uiio Ao cotnu.and.nie do patacho Pimpa- s desembargador Villares a seguinle "ecusuveis. lem a conlianca no lUluro, e
Manir fa/.er aprumptar o patacho a cu' ,, fA !
nundoT 'tUnicPiab.rparao presidio de rV" i P,,cl'"!, em ?uesai ,,.
nando no dia 5 do proimio vmdouru n.eiW Appellanle, a iizend publica; aupellado,
Antonio Kranciscj Itibetro GuimarSes.
i'-omiii rio sr. eseniiia'gaonrhiniiago ao
Sr.desembargador Villares a seguinteappel-
la^ao em que s2o
A Pi-
da cmara electiva. Esta conlianQa ju.ia,
legitima documntala a tomos nos igual-
mente, e por isso acreditamos que a liber-
dade do paiz 11. i > periga em quanto o nobro
msrecltal estivar ao lamo dos negocios p-
blicos I mas os homens morrem, e a patria
co levantar a bandeira de urna nova parcia-l tca : as vezes a inorte dessas homens traz
lidada, quo introduzindo-se entre os ar-l comsigo a morle do um systema, que alies
raises contrarios, procura batir 01 inimigos feriram, ou quo nSo souberam defender,
em detalbe : o goveruo s pede treguas e a
lealdade poltica aos dilTarentes partidos.
Pedo treguas para fazor algutua cousa til, e
f na sua consctencia, o nos seus actos para
As dictaduras mais perigosas a liberdade
silo aquellas que se mostram mais audazes, '..'*" ,L 1
oque mais urocu am cortejar o povo por 1 ... K .,.
NSo pensemos, senhores, que a provi-
dencia'aeja eslraulia a esso prodigioso de-
seuvolviniento da industria mo lerna, a es-
ses adiniiavjts descobrimontos que o ganio
Ulais vasto a mais oosa lo nSo terla previs-
to, lia eiuooeuti anuos. Nao pensamos qua
um Heos sabio e boin nao taiba fazer servir
ao tiiumplio da verdade ene ardor pelos
interesss uiileriaes que agita e atormenta
boje o niuod. Sea iniustna apaga as di.s-
luucias, ao elia quobra as barretrus que o
lo upo e o es auo oppoem as s aa ciea^as,
abro laiiiliem urna va mais rpida e mais
larga aos divinos ensillos do evaugeilio ;
ella faz desapparecer as fronteiras, destrou
os limites que saparam os povos para uo
fazer dalles seu3o urna so e mesilla familia,
unida na candada o tu pratica das virtudes
cli risles
1,1 u ni I-i Dos dispersuu seu povo por
todas as estradas do mundo condecido, os
da ii i-i santa applaudiratn os
Suas desgraCHS ; mas elli s
vain a seu bordo. O segundo olfcial Mr. Leeda
fui incumbido de mandar para baixo grandes
supprimentiis d'agoa, emquanto olercelro, Mr.
Richards, que ticou encarregado do convz,
11 iiau de dar suaa providencial para que o bo-
lei eslivessem promptoi para aereen arreados
ein caso de neceasidade mal como eitei eran
iniulficientes para conter todoi ol |passgei-
roi e tripollaco, he de luppor, que minia-.
ilones haveriam le tiveaie lido preciso recor-
rer a elles. Ein menos de uieia hora, porm.
esia.a o fogo extinelo, e os pasiageiros ie fo-
ram gradualmente tranquilliaaodo.
\a.i loi possivel descubrir-sc como se origi-
nou o fogo. Principlou ua parte de r do navio,
( c man dah paisou por debalxo do lalao, no
Ingar onde fcaui os deposito, d'agoa ; este es-
paco he leparado de outro deilinado para os
vinhos, espiriius, e ouiras provises para uso
dos passageiros, por um anleparu. Suspeita-se
|ue um dos criados, um pouco antes de come-
car o fogo fura a bailo, coin iulenco de tirar
alguma cousa para beber, e que d'ahi provies-
sc este accidente. Sobre os depoittoa eslava o
reno de alguna barril de ceiveja, e alguma pa-
lli i que queiiuou-se ; o costado do navio pe-
gou fogo, cncainiuh indo-sc esle para o lado do
anleparu, qua ein menos de dous minutoa po-
dia ,i-li quanto era bailante paia coinmuui-
ca-lo ao lugar das provisocs, onde alean do vi-
ulio. etc. havti una grande purco de pa-
iiii Ui qual un.i parle j pelas eitremidadea
comecavam a cxperiuientar a acvo do logo.
1 ai tal caso pouca probabilidade haveria de
poder-so salvar o uavio o seu coovz e costa-
do lodo depinho podiam arder inteiraiuenlc,
ames que a fuiuaca prevenale alguciu da pr-
xima desgraca.
Ao aUf.slar-i>e a grade do deposito vio-ie dis-
linctamente o fogo i|ue arda, mas s se pode
descer quando se aprompluu utua porco de
agoa. Esta felizmente eslava perlo, c tainbem o
piimeiroollicial, Mr. lrull, que abri caml.
uho, e arriicou a vida pela salvacao do navio.
O capitao Chapuiau teve a iufelicidade de dai
dual quedas dirigindo o trabalhoi ein bailo ,
Han viain que
I
oulubro depoi, que buuvcr recebidu seo
iioro, uo os ojecios, que peia itieavura*
ria de (alenda foiaui destinados para o mes-
mo presidio, como tambein as pracas de pri-
melra lloha c sentenciados que forem para
all mandadoi, estes pelo juiz municipal da
primeira vara, caquelles pelo marechal com-
mandante das armas Fi*eram-sc respeito ai
neceiiarlas cominuolcacei.
Dito Ao Juii de paz presidente da junta
qualificadora ila freguezia de Serlnhacni ac-
cuiando recebidos osscua dous ofleloa de li de
agosto, c l5deictembro deste anuo acompa-
nhadoi da qualilica(ao dos volantes daquella
fregueiia.
Dito Aojuis de paz presidente da meta
parocbialde Cbrobo aecusaudo r
olido e mais papis, relativos a eleico de ve-j
rjadorc e Julias de pai que se prucedeu na
meio doconeesses, que ou Ihe foram no-
gadas, ou retardadas por anua representa- e,"! ?1a
tes. Tudo oqjen.1o he legal he illegilimo: "-v*r"' *lu
segundo a carta o poder legialativo he quem seJu,e "raneja do redem,,tor.
suppor que nao est ionge o lemptiem quo faf as l.i. 6 as \Z alo a xoreaaiO do" po- *" "^'Y^ZSt
oslioinans bons, e Ilustrados de todos os vo. e n3o a eipressSo do podar executivo r
de prestar o aeu completo a- e Unto iato be urna verdade que o poder
ie os lillios dispersos de Juda | "" ",u" P>*^a- quebrou uina costella c
nnrina una nana anclan nara lem loUrido liaitanie desde entao.
nanos que in.ua enviava para riioLivaaoolChrimUi.)
as extreuii.lades da torra o do- l r
boje substslem como monumentos iinmor
laes da sua grandeza e poder, o que era se-
l'AKIS i DE ASl DE I8j-j,
rVa nroclamacao pela qual a cora da logia-
polo a urna poltica queso le,n por litnro-exeeulivo, usirpanlo o po ler'alhato se vi' '' '''"" '"'. "*"""' a"" ordena as prorog.v6e. .ucces.ivas do.
pona uiun puiiuM. uuoou io ii i mu id muu j h i .ii i o)! a abertas aos pregadurea do (. insto pai amentos, cncontra-ac urna phrase, cuja sig-
em qua sao; habiliUr o paiz, o dot.-lo CO n as reformas na aecyaidade de pedir un mil de ,nden ,lllssmarjos do evangellio ? I ...licaco ologuen. coul.ece t.lvez. eque deTia,-
ellante, Krancisco d.s Cliagas C.avalcan- e meihoramenlos quo ha tantos annos mu- n.Jade a es,e mesmo poder, quando elle iJ(( A|M,0(fr, C01lJuIJ, 8U,S da apparencia de a fonn.lid.de, tacanas
l'iPessoa; appellado, Jos Joaquim Lopes tilmunle aeree am.m. N3o sena immensa- funectona. ph.l.ogas victoriosas at as margena uo quesioe. .. inali grave, d. con.Uiuicao rall-
i'iiiniarli. ir mete mus ulll que, em vez de eonsua.ir-- Tornamos a repetir-temos inleira con- ,......,* ,. An cTbbiw. alia aria nfln utia. glosa c poltica da Orau-Uretauha. Assnn a rai-
GUinara-l. mos Jjas0 annosanosss seiva, e a noss. vi- llanca as virtudes civtcaa do Ilustre m. KS'"'?.' TSSSlIS^.mbStoVoo ."rog-u IweMNti par. al de, outuhro o
. a, c, ", "" i ,r ii .'i..ll,. n u.nln da na discussao da cor poltica de tal func- rechai; sa a nSo tivossomos loriamos como '-,"r. se"f ,8,u" ,'''s .'" !."i'.V, ,u parlamento, e para i n convocaco-a las pro-
Ao Sr. desembargador Itebello o sogutn- ..iminislralivo na odiosas raeri. pnermlr nuhlien or^uido nosaa voz rnntri vla 1ua s0 azia praparar uacamiuhos p.ra vincias de C.ntorbery e de ork. T.lve nao
lo .ggr.vo em que ajo : !2Sa!"""T1 1",": 722E&*d."ie2".r. "am" .1" iSEt verd.do CbriaUa e lomar mais f.ceis seus ja ,out, explicar qo'e e.Ua convoca(oe. .io,
progressos. i em outro, termos, as cmaras ecclestaslica do
Assitn, senhores, os homens, quaesquer reino, e que estas provincias de Cantorbery c de
r:: .mi -, i Cmara municipal; aggrava-
.ii),.i juiz municipal supplenle.
Ao Sr. desembargador l.una Freir a se-
guinle api-ellacao em que sao:
cionarto administrativo, as odiosas recri
oiinar;0es do passmlo, oo uu caleuio as in-
InneOes niinislenaes, examinassemos Tactos
disculisseinos lealnienleos seus resultados
uleis, preciassemos o tricado do urna os-
|U|. desambargad
a sa linio appellafao
App I ante, o juizo ;
ii|i|goS da Silva.

a"'ueTf-^rrBuesi*- 'uentio vi.i i do seu [recurso em qut silo
coDteudo7ltN1i^l,,,Pclinao^ camaia municipal
enviar presidencia a copias^ autlicuticas d.is
ctat ne*sa eleico em occaiiao uppurluna ser
tomada a delibracflo que Tor junta.
Dito Acamara municipal do Rrcife di-
xeodo que o regulatuenlu de afleiiccs, quts
acompanha o seu oficio de vi do coi rente
n.io pode ser posto ein cxccuco se nao depola
deapprovado pela assembla legitlativa pro-
vincial
Dito A mestna reinettendo o projecto de
regulameuto do ceinilero publico, or^aniaado
pea commlsso para esse Hm iiomeada, para
que o reveja, r inl<-inif a respeilo com o seu
parecer, e bem assiiu outro projecto de regu-
lainenlo, do servlco dos cairos c funcrac* a liin
de que, extremando aquella camaia o que dii
respeKo aoservico doscarros fnebres, e for-
mando um projecto' separado, o envi com aeu
parecer para se lomar umaresulnco definiti-
va sobre pUi materia.
Portarla mandando passar titulo a Ala
uoel Joaquim de Kigaeircdo Seabra para o lu-
gar de guurda da alfandega desta cidade, que
eaehavago por ter sido Joo Gregorio dos
Santos aomeado quarto escrlpturario da Ihe-
souraria de faienda Goinmuuicou-se esta
|Alr.l.n.e,oJuizo; appei.ad'o. Antonio do UgJ^^*jtf* ~
AoSr. desembargador Telles o seguinle Pr uue se- i,,si"u' ,u """"' ". n
iticliiie para a diieiti, ou para a esquerda !
i-.* d..i Sara liara firmar urna poltica, o urna sita-
Ue,.'cietrVerJaJBri:g.reCrr,JO' ^ B0"" !V"' exclusi-ismo. que he
Appellante, o juizo; appellado
Francisco "P""3-1!10 mseparavel dos pulidos extre-
mos, .lim de governar no interesse d'uma
^r.* Me" ^;c;i^^u&^o'cx^e^i:
ap/ellado. Joao Oo- ~^^&.:MX'.T
r desembargador Pereira Monte.ro g ^^tSUY^'AZ'^
a seguinle appalIscOo em qoetlo t P V nonr0j,(,; nade mor.
Appellanle o juizo; appellada, llos.iina do "^- N, esp,nhosa edif-
Espirito Santo
Levantou-se a iessio depois de t bora.
EXTERIOR.
POltTUGvL.
ror abracado coin ella. Na esp
ficil --i i ii n, ii em que se acha hade procurar
i fazer cousas uleis, at onda chej(atein as
i suas funjas, e quer ser julgado palos seus
'aclos. Nao pede mais mili.
A ns.-. ilni..i i da cmara dos depulados
j nSo fol um di, nriiii do governo, foi urna
| triste necessidade. Entro tantas cipactla-
tls dilTerentes tnatizes polilicos em que !des, como all se encontr.vam, nSo se polo
actaHlineutasediviJe o paii reclamam to-'coegar a um accordo. Respeilamos as con-
dn os .lias, pelos S us orgaos na im;>rensa,' viccOesda lodos mas he devido que ae laga
Ii
na
os os .lias, lelos s us orgaos na imi'rensa,' viccOesde todos mas he devido que ae aca
ueo governo se pronuncie basteando urna joultoianlo as convici;0es do ministerio. Se
aiidoira poltica, em volla da qual so agro-. os depulados volaram, como ciotuoa.poiquo
a.n os seus adharontes, esequazes, e com assitn o entendern! em sua cou.-ctenci., e
TRIBUNAL DA RELACAO'.
SESSAO' DE O OE OUTUDRO U 1855.
1
Bastos, Souza, Itebello, Luna Frene, Telles,
Figueira de Mello, Pereira Mouletro, e Vahe,
faltando com cauaa o Sr. desembargador
Santiago, oSr. presidente declara abena a
sesjSo. .
JlLt.AMl--.m-.
Aggravante, Manoel Pereira MagalhBes ;
aggravados, JuSo Pinto de Lemos Al Kt-
Iho.Negaram piovimentoao aggrvo.
Rtcurio crime.
Ilecoirente, o juizo de direilo do llio-For-
lecorndo, (luicul.no Anlouiu Jos
uual marche, triump'ie, ousuecumba, DM-'nau poderam ceder di .uto della, tambem o
(a nova campanha, que val abrir-se. Acon-gabinete liOD. conviccoes.e pela masma ra-
W, como lo natural, que a extrema direi-laSopiccisava manle-laa. Ilaqui oaaceu o
'ti. ea extrema esquerda, no iutuito de que,confliclo.
O ministeno'pelio a sua demiss3o,. que
ncelida,e aceitou continuar a
gocios. Desde logo a dissolu-
que syuTbolisam as su'aa nicas; e presenil n- ao era urna consequeiicia inevitavel.
do p rigos e receiando ciladas, pela falU de
Presidencia do Exm. Sr. conselhclro AzevcUoA'1ltifS.tm rejpeetivamento as suas doulri-l O ministerio,
Aa 10 horas da manhSa, estando prcseulo, iS 0 Systenias, desejm ver naa dilTerentes, ">e nao foi con
os 8rs. desembarga lores Villares, LeSo, esCj|,sj, adiu'i'uislracAo publica us nomensj frente dos nege
execucSo desto pensamoulo relativamente
a cida um dos meamos partidos, ssallatu
simullineamenle o inimigo commum o
governo -que heaggrodido pela direila por
ae i ilinar para a esquerda, e accommetido
, ela squerda em r.zao de propeuder para a
airada.
Parece n. verdade incrivel que lenJode-
conido mais de um anuo depois que o mi-
nisterio actual, ni mai
O governo u3o queria tomar medidas ex-
traordinarias, masera forzoso, indisponga.
vol mesmo, que auclorissasse por um decre
lo a cobranza das leudas publicas, e a dis-
tribuirlo das despezas. UbrigaJo, por ln-
(i niaior, a lufringir as formulas, Hitan leu
que oevta ir mais looge. Alguns mezes de
intervallo at o parlamento se abrir da
novo v.letn inais do que mullos annos
em mili.) poca; mpuleucia legislativa
escrtplor publico orguido nosaa voz contra
repetido da dictadura em actuahdade,
nAo porque ajiilguemns aslutamento cri-
minosa, mas porque na i queremos como
ciladao livre qua o povo so acostume a pas-
sar sem cortes. He s por este lado que de-
sapprov.mo* a dictadura, porque por hora
ella vai saptisfazendo seuSo lo las ao menos
aliiumas das necessidades do novo.
Acceilandopois defacto. nao de direi- mullipli.que suas laminas de ferro, quer
que sejam seu poder e seu genio, n3o sao York sao as duas grandes dlviiOcs arcblepisco-
senio inslruineulus entre as m3os de Dos
para o complemento de seus designios so-
brea lili III lili la.la.
Ora, senhores, quor a industria eslenda
lo a dictadura, desejari.mos que ella usan- ij'volva o globo como com urna rel,
do dos poderes audazes, soberanos, e or quer do ie o fogo e o vapor para dar a se
ventura felizes, que possua, p
didas de interesse geral, medidas q
braugessem o bem estar do maior
e que podessein de algum mo:
Ihe a sua origem. Parece quo a dicudura i
abra,, o sys.em. da liberdade da com.ner- |Mui-le-l.o ato -MOi-iaao mil. remo-
ci, ois que lom decretado a axtinecao do los Pf'" ',' a T\. "aD,l,,"ln")"
monopolio do cha, o do sal; devo pois mar- "'' f lv,a" J'-nalhare. UM
ch-r com aud.ci. nesta estrada, aluiudo lo- mava'' d-Sia, rendo unid.de que, tnriato,
dos os mais monopolios, e dando a nacao'" ""P8" da "i" """ po,u a *"" pal
garantas da sua fel.cidade futura. Os mo" culno PreiDI le seus traoalhos o de seus
na
Este parlamento ecclcsiaatico que existe lem-
pre, poito que ba maii de um leculo, uu esta-
do de liccao, he laiiibeiu compusto de duas ca
inaras, do alio e baino clero, e cunslitula ou-
tr'ora a legislatura da igreja. Quando o cielo
inulez recoohcceu o domiuio daquelle tyranuo
religiosa, poltico e domestico, que tiuba por
' Jr| comliois a rapidez do rato, o que far com nouie Heorlque VIH, eilipulou-sc na acia de
ublicaaseme-i- ;,,. -,,enrrr ..,, n c(,m. : su6miJo que .conveocaonao se reuuina mais
I das que a- ,s,so' fm u "?*', concorrera para o com -{ ,IIial'u lambem uenhuin. reaoluce sem
,r numero, P'"'0 veniales divinas, favorecer a 0^on,e?lm.nto da cora. Depois do. eriodo
lo perdor-1 Preulc* j0 el'8Blhoa ui ""Jos UB Pazau- rcvolucionar|0,. eConlra-sc aluda a convoca-
i din idiir birSocoin ella sobro saus carros rpidos, cao ,ie ,(j8g i'iO. Ne.t. ultima poca ella dei
nopolioasSo privilegios, eos privilegios s3o
iucompativeis com aa liberdades publicas,
Os mdicos aproveitam os veoenjs na cu-
ra dos seua doentes ; aproveitamos nos o
veneno da dictadora para curarmos a en-
l'.'i ululada da sociodade portugue/.a. Esta
enfermtdado nao proceda da actual orde n
de cousas, como por alii se escreve, procedo
de erros passados, qoa he preciso emendar
sem demora. Esta ottfermi la la consisto na
desorganisa(So assusl.dora d.s nossas li-
nani.'a.i; desorg.nisacao fatal, quo nos abre
um vulc3o, e que mala cedo ou mais tarde
nos ha de devorar.
Se os homens da dictadura se nUo julgam
com forca de salvar o Ihesouro publico por
meio di mais rigorosa economa ; se det-
xam continuar o cancro dos desperdicios ;
se continuam prestar o mais tmido e res-
iei loso acata ni-mo aos nichos legalisauos a
devoradores ; se linalmenle se nao alrevem
a fazer reformas radicaos na arrec,da<;3o o
liscalis.rao dos dtnheiros pblicos; pouco
ou liada Ui.iu a favor do paiz, qoaesquer
que sej.m as medidas soladas e fascinado-
ras que apreseulem.
Desgranadaa:,enle vemos que a dictadura
se a.avora dunte do curtos obstculos de
nlo'esses pessoaes ; e que se v cercada de
o Amonio aose usterto acto...... ma.or parlados seus por tanto lempo era r.l.l para o estado.: entidades que lem escandalosamente eu-
.NUiVoquim.-Conlirm.r.m o da.p.eliode memb.os, se aci. a frente dos negoc.oa pu- quando fall. qu.s, tudo reformar a melho- gord.do a cus, do suor do povo. e as quaes
que ea recorre. Iblicoa, aeguludo inaltei.velmente o meimo r.r.ou a cre.r de novo ludo* o* governos servem, urna vez que
4 Hvpetlacaes crimes. .ysfetna. i*os mesmos pr.nc.pios, no teuha Con. cooac.enc. da tmmeusa respon- continen e nutrir-seda miaeria pubDc..
Appellante, o juizo; .ppellado, Antonio Le- podido fazer comprehender aindi todo o al-l sab.lidade que lomara aobre a., o goveruo Se a dictadura julga apoiar-ae no auxilio
sutt'rimeulos.
Abeucoal, pois, meu Dos, esta va
nova que sa abre boje para a propagarlo da
verdade lauto quanto para a prosperidade
do paiz, a qual a sciencia unida a le quer
colmen- deliaixodevossa prolecc,So.
aAbeuuoai esses homens qua leal liv.ln-
ihado com lana iilelligencia e .le licac.io
para dolar a l'.-.-m; i de urna nova fonle de
riquezas i que, depois de una terem dado
lat magiitlicas provas do poler da sou ge-
uio. il.ii-ii-as agora mesmo urna moslra
13o locante desoa piedaJe implorando so-
bre sua obra as beucaos da igreja.
a \li ii-.n.ii a lo los aquellas que se con-
li.ireui a essas lemveis maclmus para
transporem as distancias e devoraren o es-
paco ; preservai-os de todos os accidentes
cao de ._
xou de aer una repreienlacao real para vir
..i urna simple. Inva.i. A pretexto de que ca
uina causa de disieosei na igreja, mas por-
que, mi ie.ilnl.ide, era o ultimo obstculo ao
eilabelecimeuto da aupreinacia temporal, a co-
ra Ihe lirou at o direito de diicusso, e des-
de ene lempo, ella nao ae rene leno pro for-
mula. Cada anuo, no dia leguiole ao da reu-
llio do pai lamento, as duas i tunaras de tmi-
vocaco lamn ni se leiiiiem coin um ceremo-
nial irriaorio, para ler iminedialawenie proro-
gadas ale segunda ordena.
11.a, pois, peno de ceulo e liiuu anuos que a
igreja da Inglaterra so acba privada de toda a
repreaeolaca e de toda a consliluico iodc-
pendeule, c ella debiixo do dominio absoluto
do poder civil. Deide muiloi anuos, e pot
caula da renovacao da viulidadc e d. energa
que .-.' tem ui.ntfeit.do eiu sen telo, ella tem
feilo nimios eslurcos para reassuuilr mal ami-
gas prerogaliva. e lomar a loin.r aquillo que
ella chama tu. ceo aynod.l. Ma. at boje,
esleeslorcoi tem lido iolructuoios eremos que
bao de ier aiuda por muilo lempo.
E entretanlo a poilco da igreja iogleza loi-
ua-se ci.la vea menoi suslcuUvel. fcll. eiu
meacad. por um lado pelo racionalismo pro-
.. _._ ..- ..m'.ii. e.niii lodaa as suas Iro-
l'ai,1' j"..."" "*- -^ .-W...W- aincacaua I'"' .",------------------- .--
quo poderem toruar-se funesloa a seua cor- i.,uate que a combate com todas a, iuai tro
oos e orillCipiluieute a suas alruis. NSo p.iiiregul.re e indapendente.; do outro lad
permit... que os interesses do lempo oa Z^%r^ &&&'.
facam jamis esquecer os interesses da ter- ,enJ,lel0a,a*f ..ue.f.da exteroanaente, ella be
Uldade! '.inda dilacerada por discencel iuternaa, que
Abeufoii, (meu Deosi abencoai esse Jio 0 lna0r e o mais eminente de seua perigos.
principe inaguanitno que presides esta I Nenes ultimo, anuos, eita lituaco perigou
fesla do ioauguracao o que depois de ler 1 toruou-se maii que nunca evidente. Firmados
_-. I__- I_________ .1 ^ n __1__l_^tA .1 ...,.-.- -.. -.^ iln a.nililH.I ii 1 ,
preservado a Franca doshorrorea da anar-
cbia, mi se oceup. mais senao do cuidado
de procurar-lhe as docuras da paz e os be-
uelictosda religio /
(Ua Vaina.
uo piinciplo da aep.raco do eipirilual e du
temporal, o proleitantiimo e o catbollciimo le
lem lorlllicado t desenvolvido, ao paiao que o
auglic.nismo, eolio, .do entreo dous le tem
vino embarazado, e emc.deiado pelo, lajos-
que o llgavam ao poder civil. Notaremo. de
I pa.i.gein que ae o catbollciimo le tem mos-
I irado hoje tao ctlvo e tao emprebeudedor ua
Inglaterra, he porque le acha all em um ter-
( MUTILADO


icuoqucelliedioacella no outroi peta*!.
la separaco do.dous poderc.. A Igreja da In
Elitcrra lo. ha pouco, lempo descarregarc.il-
Ihe o ultimo" golpe, ein aua Independencia c
llT_>t. .-na ....illa. ifli>la/laa dfl
. men--Rel--, morador ein Tigipi, e fllho de Antonio loaqulm Torrea ralindo
! um portuguei estabolecido as Cinco-Pon- JosCordelro de Carvalho Lelte
- l.s.suspeit.ndo ach-rsecom uma alTecgao Joaqulm SereriooLeiic TorreiGalindo
do pono, e no querendo succumbir a eiso ^.t'l"Z^0c'Jho
o ._.! .._,... ..,: .nr.. ...i.m.._.. Joaqun, de Aluielda Cal.nno
er encarregado ae mar oaogmasi que o vmci hhuiud imiui n mi oo(iii nu uu .piiau Antonio Francisco de AUmquerq.
lundamei.lae. di Igreja e pronunciar aobre a hodiern, que no dilo -Real-~ pr< ferio um Candido Jos de Sequelra
validada do! sacramentos, c a coroa iinpor aoi mal cerlo, i m mediato a Voluntario^ a OUtrO Joaqulm de Sequelra Karbota
Tertuliano Sererino Pereira de Souta
Joo Nepoinuccno de Mello
Jote Alvca da Coila
Victorino Joi de Couto
Pantaleio Marcollno Pereira de Mello
t^SRS^^ZSmJSSS ou-separ, desc.osar sobre oces e.hl.-
ha reunido eni aua diocae um jnodo para dormccendo, despenhou-se para o lado do
otetUr contra a declifo do* conselheiroi da j rio, que por estar em mure baixa o nfio afo
._ia ; e ueile raomenlo 1 na igrrja um par-
tido influente e activo qoc organisa um morl-
ir.ento para faier reviver a convoca;. do
clero.
Ella minian do ex-parlamenlo ccclcilaitico ic
fai, como diiseinoi, no dia iiimiediato ao da
,,,11,11 do parlaineulo polillco. O nno palia-
do, tinha-ietentito abrir ncllc urna discussao.
Apre-ent.rani-.e pellcfle na. duas cmaras
para pedir r.lnha o reitabelecinicnio dos sy-
nodos e de uina legislatura compclenlc para de-
cidir aa queilfle rellglosai. No meio delta Icn-
laliva de diicunio, enlrou na alia dai scs.Ocs
um porlelro Irazeudo a formula ordinaria de
nrorogacao, e 01 representantes do clero viratn a
P ...1____I- I '. ..a ...... ,. <<,K...i>t
JUIZES DE PAZ DO SEGUNDO D1S-
TRICTO DO OLUO D'AGOA.
fotos.
ao
40
15
17
l
10
8
Os Srs.
PARA VERF.ADORES.
llltiiril.i iiiauo "iv.---------------------------- .-. ,-,----r~- --------- ----------------------_._.._
coioa ; e ueile raomenlo ha na Igrrja um par- g0u, Picando todivia gravemente maltrata- Miguel Archanjo de Mendonca
do pelas fracturas e cootusOes, que solTreu Theodoro Rodrigue, y lenca
das pedras, sobre as quaes cahio. Fmd'io C.mVii* 1 S'qa?'lSSSSr
Ha quii, feir. 7, pelas 9 horas da noite E'".fcd.nte Pe"0, "' *"*"** C'"
tocaram a incendio os sinos do bairro de S. Joaquim de Carvalho Cavalcante
Antonio : tinha pegado o fogo na Casa do ar- Pantaleilo de Sequelra Cavalcaote Jnior
mador, sita no paleo do Paraizo ; mas acu- Jos Hezerracavalcanle
dindo logo a populacho e algumas bomb.s, Joo Leltede oilvelra
fui o mesmo apagado, som quo livosse tom- Jac'n'h" Barbosa do. Sar
po de fazer consideraveis estragos. a ?n? ," Se(lu,ir!
Consta-nos quea socied.dedns logisl.sno- %%HfStf_*"I"."
UJeou uma cutnmisso doscuseio, a quem Theodoro C.icanie de Car-ralbo
. deu ampios poderes, para quo, de iccordo Antonio de C.rv.lho e Albuquerque
sui miiiao terminada Cremosque o inesmo com oulra, composla do negocanos de ra- Joaqulm Narciso de Sequelra Mello
lucccdeianda isla rea, c que no inri de no- zendas inglezas, tralassa de chrgaram um Joo Lclie TorreiGalindo
arranjo ami vem ser fcitas as compras oreadas das fa-
zendas; assim cuino que, depois do uina
conferencia da tros lloras nada concluirn)
fotos.
69*
690
IWI1
antos
i Sequelra
vembro vlndouro, o ceremonial di convocafao
do clero nao ha de ser mais serio do que oda
visita que ir fai cada anno nos lulnerraneoa do
parlamento para ver e Cuy Kawkes cscondeu
nellei alguos barrls de plvora.
Ja dissemos que o lei das iihas Sandwich ti-
nha iberio em pciioi, a 3 de abril paisado, o
parla nenio na igrrja de Stone, cm Honolul.
Transcrerenios agora o (cito do aeu dlscuno,
que he o seguinle :
-i {sobres e rcprcsentanles. Sinto-me felu
por me achar no nielo de vos, qui reunidos,
para deliberar commigo sobre a proiperidade
e lelicidade do povo que lieos lem conliado aoi
un iis cuidados. M i nli i' relacoca con) as nacoes
e.trangciras, cxceploando-se a Frauca smenle,
continan! a ollerecer o carcter o mals aini-
gavcl. Nada me In anda coiumunicado da
583
yo
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|4
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uli
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20
12
l
6
Correspondencia.
asduascumu.issoes 01 logisiaschcgaram MA|,ANCUAPE DA PARAHYBA DO NORTE,
a um meio termo, olferecendo dez mezes de Senhor rcdaciorei. Achava-mc na villa
piazo.quandou antes queran) 12,mas os ne- jc Mamaoguape da provincia da Paralivbi,
gocianlcs iuglezcsnauquizeram|paasar do 9, quandoleve lugar all a elelcio de 7 do ciren-
com o quese moslraram poucu dispostos pa- te letembro, c como della loinei alguna apon-
ra a transac(3o. Continua, por lauto, a in- lamentos, peco-voi a iua publica(o em vosia
terrupcSo das relacOjs commeiciaes, sendo acreditadisiiina folha.
hmitadissimas as vendas, que ae tres mezes T"s fV.' .' *cn""m-, aesu pane so tem feto. e p,,r conseguinte SX^TSSSfiS&&*
mu poucos os despachos, de fazen .single- Joo Valentim Peixoto de Vasconcelos c dou-
zis, os quaes estao quasi paralysados. Ac- ,0brinhosoncnhores Dri, Francisco Jovita Ca-
luill, pirai, dn chegar da llalli 62voluaies valcantec Antonio da Cunha Caralcantei eram
de fazoud pailirdo mes no lugar o patacho Herminia Clcinenliuu, o Sr. coronel Francisco Antonio e
f&Mtt*Z*cJSr3Sto^[tt ce. de 300 volumes par. o mos.no don, Albo, lamben dou.pres. (.dvlrlo que o.
le. erare'le. que Ihe defcl. Mea go- I lim : e desl'.rte, comee, a provincia a sof- vermelho c amare lo ..o gorernlilai) e do
tsa g* %Vetdr.:rb; i "rcom \ul ra cuVor!(- ,ml, vqu9 T&stt&tefES.
te, e sem inicre-aci. como protege o. .ubd.lo. fl0 so 8S faz-ndas rmlasda baha devuin g,'^ ,;Ia \Megiio 0 Sr. coronel Francisco
das naces as man lavoreciuas. naturalmente fazor subir o proco correle AD,0Qin,e lubdelegadooSr coronel Valenlim;
. A c.sao i.....na lui breve, e o. trabalho j {lQ mercij mas iim|)em porqi.O diminua- 0 presidente da provincia suspenden a ambos,
dalrg,a.tu,aera,.^ trabalho o roudimenlo da .landeg., c utoriaou aoSr. Dr. Fl.vio (chefe) para poU-
T^ZtmZf^mMlVmlM^M. "-m u ressenlir-so des, falla os seus em- ciar e.clu,ivamente.,Pondoa, .ua. orden, urna
cu hara chamado especialmente a suaatlenco. tas, e as tnais pessoas onpregaJ.s nos des- ^".^^ii^^'tf^L^'I:
, ,.i concluido,. ,o *W*^3-i*2; partite meo br.fl.l da u.esma. Muito %T!!&nmr^*Zti&
Urei.nha,uinuorolraladocuj.ratificaS..o por conrein pois que cesse semollianie penden- acouipanhados della por toda. a. iradas em
S. M B.tnica he prximamente esperado cja e ,,, 0 capncllO que por reulura buscaP,,c votantes, e al daquelle que repug-
Del plenos poderes aoineucoiiiihissariUi jun o ne|,, pu!isa haver dc lugar a uina seria ap- naise!
^"^^gSJ*^""^"!? preoiaoodaivaatagenauprjuio*oa reci- Priaolpieu eatlai a eieica-o, tendo o lado
ZBKE&WffS?Z3L* U*h rM COnW.^'qoe podem am.relio maioria na me.,; durante o recebi-
ro..a.acao^naCi,|1,c ullerecc a reciproci- ter signilicacflo e valor oin urna materia, on- memo das sedulas quairo cou... prenderam-
dS"mn.Lmud..do.p.r. ad,ner II- de oliobrtte ponto de honra jam.,s poden. ;*^y**+g*m JJ
vre. d.dlr.lto. nos por.osdosdou, p..ue. cer- ler cahiment. por quo, em yord.de, sen, &&2ttSl po"qu nao
ios artigo. e.pcclaluiente de..gua.los. I.en- hom immoral, quo reallsanJo-.-e alud, desta ,01on pane ac.iva na lula) na mesa, e a. on-
Vei da nie.ina nalurea te eiieudcrao a todos fa| |atl.a|a dos louros e das rans, vtessem dulacc. populare, no corpo e adro da Igreja
o. ouiroa pai.e. que oflerecereni a. 'e' ,, consumidores do pequeo cominercio a e cu um dei.es roorimenlo.,deiiou um lal Nel-
vondicacs Pecijea. Um Iratado, foi _couclu do com. ^ i( ,,,,,, ,,, de de ,rcllie.
a7dcago.todcl8ol com a repblica de llrc- V i do punlial, e a de.peito do clamor publico, fi-
cherTbrevenen" I Eotnnn fi embarcacucs esallir.m OU-,cou, at eu de la sabir, empue: .egunda, o
Ap^/dorneureinofolameacadapor urna tras tamas. arrum.men.o de arma,, e gente deguerr.que
iiivaso de obscuro arenlureiros da California. Il.ndi'u a alfanJega 65,525,931 rs
Fe. ae ao comiaissariu da uniao americana um Kolleceram 38 pessoas: 6 homens, 1* mu-
appello, oqualieg.iidodaciie.Bica c piou.pla ||10r,,3 e ,, prvulos, linos 4 homens, I
accao do capilao O.rdorr, do navio dos Esta- millhr ,, narsrnlna esrravos
do. Unidos, o VaudiUi. rcani.nou o espirito "luiber c 2 prvulos, escravos.
publico. Tomci medidas |iara ac.eacao de u.na .. _--^______
forca militar e o capitao Gaidner dignou-sc I
prestar aeu imprtame concur.o para instruir
. disciplina-la. Esta torca lem .ido Julguda in- I
GAM.tU MUNICIPAL.
TERCEIRA 8ESSAO'ORDINARIA DEJ DE
SETEMBRO DE l84l.
i'rejiii.'nria do Sr. Ilarroi.
Presentes os Srs. Mamril Dr. Souzi, Pi-
res Ferrelra, e Figuelredo. abno-so a ses-
SfiO| o fot lida e approvala a acta d'aatece-
denle.
I'ui litio um oflicio do procurador, com-
muiHCi.iilo harer entrcgido no .lia 21 do
Brrente, chave do aimar ter roo da casa
das sessOes d'esta c.m>ru ao procurador do
para concede, uina ouua para o bein de mcu pro.inclarlo da mes na, o recbldo do An-
poro. A rus cabe oon.iderar c a coustituir.io tomo Bernardo Quinteiro a quanti. de 30J
leita por urna oointniuao noincada o anno pas- rs pelas lie.i fiiil.inus.'Xisti.'ntes dentro ias
>ado, coulm o. principios nece.iario. para ai- mesmas lujas mandadas fazer pola, cmara
ilugir este fin e conserrar a u.onarch.a neslai __Intuir )H.
,lDa5 Comparecpo o solicitador mmoado das
Ordenei ao. ...cus ministro! que ro apre-'clus,s ,, camlra> prcl,u 0 jurainen,0 Ju
'li-pcn-. ivi-l para me por em eladu de prote-
ger elcaimeule a citntcncia c oa bens de (odus
aquellejrjuc vivfin debaixn da miiiha autor.-
lade. Trell por Unto deaubuiinisf-ar o nicios
de a conservar em perunneucia, aflm dequea
nnpolcncia absoluta de meu reino em se de-
Tcuder n.i > anime os nossos inimigos a 'jue o
iDvadam.
* Meu inais ardentc desrjo hegovernar mciis
.ubdilos de (al sortc que niuguem poisa espe-
rar ganbar atguma cutis.i com urna mudanca
publica. >--;- intuito, voluniariameule conce-
d aconsblut(o de i rt-4*1 e cstou agu a prouipto
havla do lado amarello, para o que vi que lor-
ii u un acisa da enmara, e oulra que Itie fica
contigua, c que sao vi'inhas a igreja, em quar-
leii: terceira, fui o plano auiarello para a cha-
mada dos cidailaos volantes, e era o seguinle :
Quaudo se linha de cha oude a cr vcrmclba mais brilbava, o couiinaii-
datiic da guarda nacional, que he amarello,
mandava nolilicar a lodos que perieociam ao
cu coininando, e mandava-os para o quarlel
at sua segunda ordem. QuartJ, era a inaucira
prudente, porcm activa c diligente com que
iralialhavj o lado vennelho, o qual nao dlspu-
uha uem da mesa, oude nao tioa um id meen-
bro, ni'in de postea ollicial alguina.
Termiaou-se emlim o rccebiiaenlo das aetln-
las, c feila a apuraco, deu em resultado o se-
guate :
Chapa vciinelha para aeradores.
Os Srs. Votos.
I r. \ ii It c de Albuquerquc Maranbao 3I
U.u.iIhi Chrislovtio do Vascoucellos .'lis
Dr. Lu/ Alfonso de Albuquerquc Mara-
nbao 338
Major Francisco do llego RarrosCaralcantl. 3*4
'iit tft'ui os seus relatorios sobre as diver-
jas i. pul ,ni-, cuj admiuistraco Ihes bei
confiado. Itepresciitantci do meu povo, cont
:oiiivosco para volar os subsidios necesarios
ostjlo
Despirhnrfttn-sc ispeli?0esde Elias Bap
lista .la Silva, du bacbriiel Jo> dos Anjdl
marcha de meu governo, e desagravar es Vieira dt Amortm, ileJtiaqilim Pedro AlO-
meussubditos, tauo'quauto fur po>sivel, de xaiitltiiio Figucirs, do Mino*'! Francisco do
lodosos tribuios que peaam lano sobre o pobre Salles. d M a noel Felippn da Fotiseca Cindi,
e estorvamaiiiduslrUdopau. n |ey.intou-S.i a SPSS3o
O discurso do ihrono que acabamos ere- t M,noe| Korreifa Accioli a escrevi no
nrodusir, fot lldo por o, M. na lioso* hawaia. .. Z*ZT\_____,,
Uepoi,, porordem do re, S. El, R. C. Wyllic, 'm^e. i.n.-nto lo secrelano. Itarros pro pro-
mimiirodss negocios eatr-ugH.os, deu a leuu- sidente, MameJe, tranca, bouza. Figuei-
ra dellecm inglei. dendu participado pur S. A., redo.
prlineiro ministro, deque os relatorios dos mi-
nistros seriao lidos as duas cmaras, qnarta
feira \A de abril aa des horas da maiiba, S. Esc.
o ministro da iuslrucf.io publica repillo a par-
ticipado em inglc, depos do que S. Magestadc
se relirou, e a asseinbla se dissolveo.
f Journal 04* VttiAtt.)
mmm i1^w^HtijmiBJgaj a
PERNAMBUCO.
I8i2.
Uepnrticao da polica.
da 5 ni. UTUIIIIO.
Mu. o Exm. Sr.--I)as partes hoje recebi-
dasnesta rop.rlirSo, consta torem sido pre-
sos ; a minlia i 1:1. ijordono Anlonio d.
Cunlia, eo escraro Diooizlo, pordesordem ;
a ordem do suhdelega.lo da freguezia le
Santo Antonio, Antonio, escraro do JoSo Ma-
noel do Pairos, por andar fgido, e Antonio,
Cacravo soi .1.cl.n;i m> do motiro ; e a or
dem do subdelegado da fregue/ia de Jo
s, Candido da Costa S.-Tiago, por sus-
peil.
O delegado do primciro districtodeste ter-
reucute Anlouio Jos Aires ",3i9
llajor Jos U.rl. Pereira de Souai 273
Dr. Antonio de Souaa Hunei Pinto Jtili
Dita amartl/a para ditus.
Or, Fclii Amonio ftere votac.1o de todos
o lados 4o'G
Dr. Francisco Antonio de Almelda 338
Padre Amonio Uapti.la Espinla 3/(J
Francisco Pulquer.o Goncalve de Andrade '"i
Franclaco Noraes Ferreira de Albuquerque
Nello 30
Or. Antonio Filippc de Albuquerque Ma-
ranlio
cii.i do Pego Ura.lli.no
Vila wnclha para /unes dt pai*.
Major Jos Gomes da Silre.ra
Comiuaudaotc superior Andr de Albu-
querque
Capillo Jos Policiano Guimarae.
Dr. Flix utouio
Dita nmartl 'a para ditos.
Coronel ManoelGomc.
Capilao Joo Cario.
ioo l'lnlo
Jos Ma.ia Pereira de Souza
3ii
811)
M
38ti
307
263
Jli
3S8
3l2
cussSo. Os motiros.dpssa s.tisf.cao, eu os
calo, porque reconbefo a modestia de 8
Ezc.
F.ll.rei, si exporl.cSo ; e antes de tudo cl.ro. que fui
semp'e opiiio minhaquat.es direitos per-
tencessem 4s prorinci.S, |a porqi a cargo
dellas he que osla principalmenta o cuidar
de certa, necessid.de. m.teri.o., bem como
d.s estr.d.s e out'as rias de communicacSo,
pelas quaes os seus producto, sao conduzi-
dos do interior para .. cidades e ponto, de
embarque eje porque os diverso, produc-
tos de cid. um. da. prorincias poden de-
pender de circuiD.t.nciaa e conlig 'ncias que
alTectom uns e iifio outros, e por eon.a-
guinte que reclamem as rezes medidis par-
ciaes de protecfSo, e atire-n ogorerno geral
par. a situacKo des.grad.rel de czeitir ze-
los infundado, e vencer exigencia i de be-
neficios iguaoss'in razio par. se os conce-
der.
Senhores, tenho comocerto que nos pis-
aos que ae devnm dar para a di nlnulclo ou
aholico do imposto de exportaco n.lo se
pn le prescindir de um exame s.no sobre o
estado das dift>rentes industrias do pa'z, e
dos meios indicativos de seus progressos ou
ruin... Or, basta attender-so o bal.nco
geral d.receita, par. ver-se que ells n9o
esUo no mes/no p, que nlo tem igu.es re-
sultados ; ssim temos productos que vSo
m augmento, que do de si ideas hsongei-
ras ; outros, porcm, que epezar de sua im-
portancia v9o em decadencia, e bem mos-
tr.m que os seus productores encontr.m
graves embargeos, o lutam lalvez braco a
braco com urna ordem de cousas que Ihes
he desf.voravel, e enfr.quece as suas fo.cas.
Fallsroi, por exemplo, do .ssucar. Ora, lie
inneg.rel que o essucir brazileiro osla hoje
em luta econpetenci.....
Um Sr. Dtputndo : E o algadSo tam-
bem.
O Sr. Vaula Baplitln : Sim, senhor, o
algodSo tambe.n precisa do protocco. O
asiucar dn helerraba na Franca acaba de re-
cebernoros favores, o por conseguirte lem
augmentado suas Torgas antagonistas na
concurroncia com o n.xso ssucar nos mer-
c.dos da Europa ; de -orte quese n8of.ro-
recer-mos essa nossa induoria, me parece
que ser impossivel que ella, ja nSo digo
prospere, mas se mantenha em suas opera-
i; regulares.
M.s, pergunta-se : estar as mesmas cir-
cumsiancias o caf? Milo, certameute e
deixando de m3o tu las as explicacOes a lal
r.ispeitd,bastir ciugirmo nos ao bal mcu de
quo ja fallei, do qual co'.sta que a passo
quo o assucare o ligedla nos tres ltimos
annos apresmitam alleracJo n. receila par.
menos, o caf lem augmentado em dobro,
e por conse^uinte que, emqu.nto que as
primeiras industrias vSo perdendo em suas
Porgas vilaes esta ultima vai .largando a os-
phera do seu dominio.
Ora, eu n3o quero roub.r ao governo o
subido ment quo Ihe compele com o pre-
tender heueliciar o p.iz com a aboligo gra-
dual do imposlo de exportagSo, e nom e. gloria perlenco, como j talrez alguem pre-
tenda di7er, npposigao. Pelo Contrario,
j o Sr. ministro do imperio, quan lo presi-
dente da provincia da Ualiia, na falla com
que abri no crranle anuo a assembla da-
quelle provincia, tocou na neces.id.de di-s-
sa medida, o i descnvolveu com tormos mui
claros e precisos ; o o honrado minjslrod*
fazenda, em scu relatorio, patenteou sous
bons desejus o firma proposito en. ver adop-
tar-so essa benfica medida (ipoiadoi.) O
meu pon) de divergencia consista por ag.i-
ra em n3o adiar cu razio para so nH ) incluir
logo essa medida no orgamonlo da receila,
visto ser a occasio pro j- h pela relaglo in-
tima d.s materias. Soi que existe um pro-
jeclo apr. sentado pela i.....an-siu, o qual
sem duvida lera do passar pelos tramites do
regiment.
lima voz :Ha arligos addilivos.
O Sr, l'aula Ilaptista :Nio vi este arti-
go additivo : o que vi, sim. foi um projec-
lo nesse senlido.
Outro ponto de divergencia consisto no
modo da roducgSo do imposto. Esse pro-
jecto, ou emenda que vi, manda diminuir
I % no imposto de exporlagSo, o permute
aogorerno o diminuir mais 1 %, atientas
as circumslancias supervenientes aprecia-
das pelo mesmo governo, e faz esto benefi-
cio extensivo a todos o. productos nacio-
naes sujeitos a ess. imposigSo. Entretanto
que eu quirera que .s industrias que estUo
mais doontias e .ggraradas, e seutom tro-
pegos em sua marcha natural e progressiva
fossnm as piimeiras a recebar esse beneficio
em gran.de expansSo
Assim, me parece que, mesmo sem sabir
d.s inteiigOes do gorerno, no primeiro an-
no poder-se-hia cabar de urna vez com es-
te impo.to relativamente ao assucar e algo-
dflo, e no segundo e teceiro anno enlOo ir
faz mi I.i-so essa medida extonslva a outros
productos gradualmente e segundo a neces-
sldade doservigo publico e as frgas dos
nossos thesouros. Qualquer que seja a di-
minuigSo que enm essa minha medid to-
nha de apparec ir na totali lade da renda pu-
blica, ser menor do que a que lem de
do) No mesmo Rio de Janeiro, onde existe; ALFANDEGA.
grande .omma de c.pitaes, e e.tcs, por itendimento do 1.8. .
um. necestiJ.de d.s cousas, fugiado de dem do di. "
inercia, procuran, alargar e espher. d. sua
actividade, e o. capitalistas vSo sentindo A
necessid.de do principio deassoci.gSo par.
receberem fflrg.s hercleas, no mfsmo Rio
de Janeiro par. tudo ae Invoca o auxilio do. Biigue americano Uon gelo^
gororno a dos cofre.. K enlSo o que ser itrigue itiglet Rummedt b.c.lhio.
as provincias .ond3 nSo existem esses ca- Escuna hollandeza -- Alberto -- ferro.
pitaes, onda o principio dea.sociagBo me- Polaca sarda Infurtira -- mercaduras.
68:918,11.1.
14:988,340
83:906,754
Ducurrttam hoje 11 de outttbro.
REGIFE B DF.0U1X'BII0DE
AS 6 HORAS li Taiui...
HeIroepecto Semanal.
0 espiriti. fc-teiro lem suas pochas de
desenvolvimniito entre nos, s presentemente
echamos-nos oin u>na deltas. Alm .las que mo, rommiii.icou-nie cm data de 30 do mez
cnlenormente havemos enumerado, tres prximo passado, que no dia antecedente
festas tiveram lugar nesta semana, Nod>a3 p>las II horas da noite o psrdo Alexandre
foi festejada, na igreja de S. Jos de Riba- ucr. na freguezia do Pogo da Panella uma
Mar, Pi. Senhora do Rom Parto, cuja imagem f.cada no ardo Jose.de que esto riera a
foll larde coiduzi.la om procisso solemne fallecer quasi instantneamente. Jo se p
purrarias ras dos bairros de S. Antonio e de capturar o assassino por se h.ver ovadi-
Reclfe. No mesmo dia houve uma fesla de do logo que perpetrou o delicto, mas para
N. Senhora do Rozario n. matriz do Corpo Uso se tem dado as convenientes ordens.
Santo, e no dia 1 foi festejado no respectiro Coinmonicou-.ne mais o mesmo delegado
convento o seraphico patriarcha S. Francis- em data de 2 do correte, que urna preta de
co, fundador da ordem religiosa dos me- nome Isabel, escrava de Miguel Joaquim da
ores. Goal., se precipitara da jauella de um se-
0 dia de segunda feira (K) foi issignalado gundo andar da roa da Senzalla .Nova, em
por successos do alguma gravid.de : nelle que mora Francisca Rrasilina, de quo Itie
so descobrio o cadver da infeliz Mam de resullaram smento algunas conlusOes, oa
Tal. cujo des.pp.recirnento Unto sepropal- dcslocagjo de um p, o nalmento que no
Ion, e cujo trgico Um tanto ha inieessado dia 28 do predict i mez passado, se suici la-
a conscienci. publica, profundamente com- ra urna preta cnoula, escrava de Jos Uaptis-
movida pelo mal atroz dos enmes, que de ta da Fonseca Jnior, ese afogara na praia
lempos esta parte se tem perpetrado. Sem do Apollo um preto Africano da nome Joilo,
as gazetss publicas, que, dosla vez, cumpri- escravo do casal de Jo3o Vaz de Oliveira.
ram osU dever, provavelmento leria passa- Dos guarde a V. Exc Secretaria da poli-:
do dcauercei;ido esse enorme attentado con- Ciado Pernambuco 5 de outubro de 1852
ira lei e contraos mais sagrados l.gos d. lllui. cExm'Sr. Dr. Francisco Antonio Ri-
natureza ; por felicida le, po cn, aceulio a beiro, presidente desta provincia.--Jos ,>i-
puhcia.sondoassuas pesquisasato presente colo Itigueira Costa, chefe de polica inte-
b>; i. sucedidas. Segundo risloia a que so rio.
proco leu no referido cadver, ecujos re- /
aullados j publicamos, ve-so que voz pu-
blica .enao enganou,
delSo nefanda e
hojo sobo peso d.s mais pronunciad, .ni- LuIzCavalcanti de Albuquerquc
oadiversSo. ao passo que a espera a vendic- joaquim Camello Peasoa do Sequelra Ca
ta publica revestida de lodo o seu rigor, pa- raleante
ra a fazer expiar um crime, ao quilacom- Antonio de Carralbo e Albuquerque
panbou o lgubre cortejo de quasi todas aa Maooel VIceoled'Annunciaco
circumst.ncias aggraraulesespecific.d.sno Valeriano neier.a Caralcanle
cdigo. Por f.lta de mformagOes exactas Joe 1'odrigueS Valenfa
doix.mos de fallar no estado do procesan !"*W*^iii^i2"
insi.ur.do, e no grao da. prov.i colhid.s, ^ctc.'C.T.'l'c^n.e"^ Albuquerque
aim como dos cmplices ou co-aulores, laatt0,a d., Sdva Cavalcante
cuja existencia com lodo o rundaraento se ignaclo Camello Pe.toa de Sequeira Ca-
presume. raicele
No mesmo di. 4 um individuo de cogno- Antonio Jos Correa
359 provir com a diminuigao del i' nm todos
Este uliiino icre .6 vito, pelo p.rtido rer-1 os producios sujeitos ao imposto de expor-
melho. tagflo; pelo quo me parece que ella tem a
."S5o publicamos a. chapa, rasgadas, porque dUpia rantagom de acodir logo e de promp-
tendo obtldo alguma roiatSo nao foi conaide-j ,0iKcom um remedio enrgico parte ver-
"jV.e.'e deii. ver porque Sr. coronel Joao Va- da.leiramente doente, e de n.lo dar de urna
len.im. sen. .ol.rinl.o. os senhore. dou.ore, S vez grande abalo na recclta do imperio.
Joria, CunhaCaralcanic, e o. sem amigos os1 Senhores, olhemos allentamento para as
Ora. Maranhes go.am de mais sjmpalhia cm cousas, esto lemo-las em to 'as as suas re-
Ma.uaogunpe, do que oa seus inimigos polillco. lagOes o consequenci.s, mrme.ite quan lo
amarillos: pola que sen. a.neacas, sem forca' e trata de assumplos como eslo, em quo
--......'*.! ii.iT.im iriuu.phar as.ua. chupa.. [ |,e preciso alten ler os factos, leva-Ios em
Todava caie irlumpho se acha racillanle, por- coni. e 0I> lecer muitas vezes ao imperio
pre.crulou
inu.iliaar as aedula. ver.nelhas e ce.no ella,
nao contlnl.amas profissdes dos volados, como
nao conlrVeram a. da. mal. parte, da provin-
cia, segundo eslou lulurinado, fe; con. quea
mesa, cuja m.loria era .ua, re.nlre.se apurar
aquella, aedulaa em aeparado, certamcnie para
aere.n de.pre.aaa. ao depois; mas cerno, que
o gorerno nao con.cnlir nesaa lyrannia elei-
loral.
l.iMiihra-iii.' linalmentc, que depois do rece-
bl.nemo daa aedulaa, o roiaotea rermelho. ae
lec.n rlsto em uma Rda imana. Al mesmo
pessoaa de consi.lcraco e calima, e mullo de
3uer que queira dar-me a honra de respon-
er: sobro a importante questSo de colo-
nisago lem-se meJilado sobre as quantia.
enormes que a eolonisagJo ha de cuitar aos
cofres pblicos? Posso estar engaa lo (e
permita Dos que assim seja I permita
que eu nessa parte tique vencido!) mss
quer-me parecer que os beneficios da col-
nis.co nos ha de euslar sacrificios.
Temos tratado da colonisaglo de familias
par. fondarmos a pequea proprielade;
nlo quero ontrar agora na questSo por que
___SlU I ; .1 r.K.ti.l.D aa Inma i.n- .......... ..
dicadas ao governo actual, tem aoffrido prfides f tem sido distribuidas as trras por esses Co-
injustas; bem assim o Sr. tenenie Claadlo| |onos, e nem so he ou nlo conveniente as-
Goucalres R.inos. home.n que relvame.ser- sjal pr0Ceder-se sem cuidar-se do fundar
f0, ... pre..adOo ..J-*.) ?mpo>lo terr.toriM mdico, e que ve-
nba a ser para o futuro uma grossa foote
ilud
unta pi i -jo .o porque leoao qul<
prestar as caballas auiarellai; e anda que es
a pii.o fo.se prete.tada co.n a falla de mi-i vi-
co, como (iHiii il da guarda nacional, porm
ceg he quem nao v por u.n bom binculo.
Aluitas outras cou.aa que nunca pre.enclei
de riqueza publica; e o que digo o o que
perguut.i he : o que so tem felo sobre a
colonia.g3o de biagos que venhen supprir
os que de dia em dia nos vito fallando ?
PRIMEIRO D1S-
ano., i a indi-liada autora P*R* JUI2ES DE PAZ DO PRIMEIRO
XmiMWI if.IJ.de ve'r? 0 ,rR^TO D l VILLA E PMQEIBA.
Totot.
61.
609
.v.H,
678
48
35
34
JO
ii
12
II
em parte alguma, rl na elclco de Mama^goa- Talrez luja quem entend quo tudo ser
pe, e depois do julgamenio de grande quesiao. cornplet.mente rome liado pelo curso natu
t JoTdS. eu" aiSa vo.De,:chor..,ndP.r,0e',cof.: "t *K"S. Ovan
d
d
alguma. linha.; pola que anda ael de mulla
cousa boa ; basta por agora o que tenho dito.
Iiecil 20 de selembro de 1S;,2
O observador imparcial.
Fublicagao a pedido.
DISCURSO DO SR.DR.FIIANCISCO DE PaUI.A
IHPTIST i.DEI't'TAIlOPOIt PERNA.MUUCO,
NASESSAO'DA CMARA DOS DEPUTA-
DOS DE 23 DE JUL1I0 ULTIMO.
OSr. Paula Baptisla : Sr. presidente,
ainto grande satisfcelo em .presentir nesii.
ucrasiSo k consider.gno do honrado minis-
tro da f.zenda algumas opinioos niinhas so-
bre materia, lias grave, qoe est em dis-
dos proluctores, pelo seu proprio .itores-
se em sorom providentes, pelas thoorias d.
liberJade da industri. que a deixam correr
pelos seus leitos natur.es, etc.
Mas, senhores, os faelo., as especialida-
des, comodiss! devem sor estudados; ca-
da p.iz he um compendio de eronomia po-
litice. Cust. me di/. I i, eso o figo por
oecessid.de; n.lo tomos crengas mdus-
triaes, e s queremos ler crengas poliicas;
nSo temos por conseguint'i cnlhusiasmos
nem esforcos, e nem por conseguinle sa-
cricios espontneos pala emprezas que>
apresentai. inleri'ssses longincuos; o pre
nos domina e n.nguem si coltaence da ne
cessld.de dos sacrificios do presehte p.r. as
v.nt.gensdo futuro? No ser prov.vel,
senSo qu.si caito, que at p.r. seeng.ja-
rem colonos p.r. os servigns rur.es so espe-
re pe. intervengSo bonefica do governo?
Ainda mais se devo esperar at que, par.
introduego de novas machinas e de novos
procseos p.r. a manufactura do assuc.r,
que l 'iidain depois a diminuir o trabalho e
gastos ile produce,,") eduplicr us produc-
tos, se preciso da protecgSo do governo?
Bem, necessidade de evitar |. morte s
suas industrias, e nSo perder sous c.pitaes,
podar ltimamente coagir a muitos pro-
ductores a passos e modidas forgadas para
nSo se suicularein ; mas entilo o que eu
temo, eoquejulgo que .levemos recetar,
e prevenir mesmo com algum excesso de
prudencia, he que nesses ltimos periodos
quando entilo talvez os fontes de noss.s
rendas j se acnem mui rescentilas do mi/
temamos senpro de dsenvolver o sisteme
protector em mais alto grao, o fazermos
entilo com mais sacrificio e com mals dr,
a |uiii.i que mais facilmante se poderla fa-
zer em lempo conveniente. Eu, senhores,
sou dos que temem menos os males, do
quo que elles cresgtm, e que 6e amontoem
as dillicul ia les em cura-Ios.
O que tenho expendido serve da provar
quea minha opimlo deja libertarse o as-
sucar ooalgodo do imposto de exporta-
go, be fundada em razOes e factos positi-
vos e liquidos ; e que om vez de alguem
querer murmurar a minha pretengo de
quanto ant'S dar todo o beneficio a estes
dous productos, ao contrario dee-se con-
vencer que, em preseng. dos motivos irre-
cusaveis quo auturisam essa beneficio, tal-
rez elle, apezar do parecer grande e immen-
so n.l.) seja ainda bastante; seja ainda
um bem prorisorio, o se precise afiual dar
impulso ao progresso nesses dous ramos de
produego nacional, e protege-la em tnaior
expanso, e levar priucipalmonte o assucar
ao estado de perfeigSo, de modo que com
vantingons possa competir com o assucar
est.angeiro
Senhores, comprohondamos nossa si-
tuigSo eos nossos interesses : aprendamos
o que ha de real e til, o nSo o que ha de
chimerico, na historia das nagVs. e noca-
miniar do seculo prsenle : o elemento in
ilnsiii.il caminha om suas conquistas: us
nSo seguimos ata hojo a estrada que trilha-
ram os Estados-Unidos : nilo fomos favore-
c ios por circunstancias prosperas, como
elles o rmain ; he do nosso maior nslorgo
ainda que nos ha de vir o nosso engrando-
cimenlo. Parcco que nSo temos querido
s;n3o as ditOOllON esteris da politic. in-
terna, que sempre nos enfr.quece, de sor-
te, quo tudo quanto ha de grande o til
est por so fazer, e quanto mais os embara-
gos se accumulam e a posigo v.i sendo
mais vexaturia, mais tem de piovarom o
calix da amargura aquelles que s.To chama-
dos ao poder.
Um Sr. depulado So ennhece o mal pro-
ponha o remedio.
OSr. l'aula Baplisla :- Bll-ahi um aparto
que ii.i i passa de urna generalidade t.ri va-
gi que n.lo sei responder. l.eir,bro-me de
um publicista que diz: Quando o mr.l est
not homens, o primeiro remedio he elles le re-
formaran a si mesmos Senhores, o apaite
do honra lo membro me tira do fundo d'al-
m a manifest.gSo do umi convicglo que
tenho inabalavel. E porque nilo deverei
dizer francamente minh.s opinifles.' Porque
hei de mo calar ueste lugar publico e so-
lomne? Pois bem. Declaro do uma vez,
o sustento, quo iio sou d'aquolles cronte
iue enxorgam em refurm.s polticas e
em certas queslOes delta ordem, a focida-
de dos coros.
Os droilos do bomem ji eildd conheci-
dos : muitas dcstas quoslOes silo envidas
P'lo iuteiesso dos proprios gladiadora ; e
por isso me pareco que o povo que mais
brigar por essas (uestOes, mais pthysico
ha de ficar de inuilo ralhar e pouc.i comer
(apoiados), o quanto mais pthysico, maior
necssiiad'i de on.pogos pblicos, maio
res incentivo* para partidos exagerados, e
pira illusO 'S crueis.
Senhores, a poltica n.lo he o tnico ele-
mento da luuiaiii lade, a jusliga, a religio,
a indust.ia lambem silo elementos emincn-
toniente sociaes, to los enche n um ospago
que n3o pode ficar r.isio, to los precisan) de
dcscnvolvinento, todos so deven, auxiliar
em sua marcha progressiva, e realis.re n o
quo se chama : ventura dos oovos ... Apoia-
doi.)
O Sr. Soma Franco : Q.iem est de cima
gosla minio desih cousas.
O Sr. Vaula Bapti>la : Ora, senhores. o
que lem o que estou dizendo eo.n quem e
l do cima, ou esta de baixo ? Se he jus
0 conveniente, lo ios quo o abracen.,, s.' u
he que ni'conlestoD. Eu tenho esla op
nilo, o, cun toda a sinc ridado, a derl
como verd.delra, apreseiito-a como mil
meu psiz contra os odios polticos ; eat
1 -iili.i MoiIjIO nsle sentido, como bem
be n os motil honrados coilegas, deput
pela minha provincia.
O Sr. Mello Franco : E o commer,
retclho?
OSr. Vaula Baptista : E por renti
ta quesillo he poltica, ou antes con,
cial ? Nio estilo os homens, que segueiulesta
opimo, por tod >s os partidos .'
O Sr. Mello Franco : E i pe li a pallrra
para rogar ao Sr. ministro da f.zenda nue
Talle a esse i.-s.ieilo.
. O Sr. Vaula Baptista : Rem soi que ,os
nobies dopula lo* seesforg.m por deien le-
rcmseusciitrinciieiramentos polticos, que
sSo ptimos e valenta nlllciaes, o eu pobre
paisano sem arma para os atacar (ndonpofl-
rfosj, e apenas limito-moa pronunciar com
franqueza mullas opiniOes....
Atrjuns Senhores Depuladis : E muilo
bem
OSr. l'aula Baptista : E portanto con-
tinuando sobre a materia de que me oceu-
po, o de que fui desviad. um pouco,concluo
dizendo, que segundo pens estando o hon-
rado ministro da fazenda no desejo lo.ivavel
de abolir gradualmente o imposto de ex-
purlao.o, razos incoucussas do luzidas dos
factos pe.lnm ereol.mam que quanto antes
essa beneficio comeco pela aboligflo total
desto imposto relatiramenle ao assuc.r e
algo liio ; e que illustrado orno ne agjardo
o resultado dessa patritica medida pera re
guiar se nos annos seguintes sobre a extine
co gradual oesse mesmo impo-to relatira-
ni'iii i a unte is producios nacionaes nSoa-
meag.dos de males, como os <>nmeiros.
/Jornal do Commerci 1
1 iii|iiirlii,ui>
iiiioyinn.li) brique Ingiez, rindo de Tem
Nova, consigna lo i James Crabtor & Com-
panhii, mahifestou oseguinte :
2,510 banicas bacalho los consignata-
rios.
R.Qaelino pol.c. S.rdi, vind. do Genova
0 Malaga, consignado a Uliveira IrmOos tt
Companhia, manifestou o seguinle:
300 berris rinho, 40 saces ervadoce, 100
b.rris .zeitonaa, 226c.ixa. figos, 429 cai-
xo>s, 200 meios, 400 qu.rtos passa., 139
billas papel, I caix. to.lbas, I dita tmaras,
25 saces avelans, 5 caixas marmore, 1 di-
ta drogas, 45 saccas cominhos, 120 caixas
enxofre, 210 volumes testes, 70o cixs
musas, 5 ditas com 75 bocelss misis, 9310
pedras marmore, 8 o.ixas e 1 fardo Ignori-
se; aos consignatarios.
Calera ingleza Sword Ki*k, vindi do Li-
verpool, consignada a Me. C.lmont & Com-
panini, manifestou o seguinle i
1 caixi I-neos de sed., 4 ditas ditos do al
godilo, 1 fardo l culos de linlio, 63 Clixas
e 34 finios tecidos de algo Uo. I oiix. gra-
vitas e leugos de sed., e tecidos de dita; e
Fox llrothers & Cumpanti a.
116 caixas tecidoi de algodio, 5 ditas bis -
coutos, I dita longos de algodo. 6 ditas te-
cidos de linho, 5 ditas raiudez.s, 1 picote
tecidos de slgodSo, 9 fardos de dito e 19. ; e
Ad.msoo llowie & Companhia.
2 fardo, tecidos della, 7 ditos ditos de .1-
godUo, 1 dito ditos de dito e lili, 5 ditos fio,
3 ditos tecidos de linho, 3 c.ix.s longos ,
20 ditas tecidos de ilgodSo, 3 ditas ditos de
linho ; a G (cnwonhy & Companhia.
2 barris louga e vidros, 6 volumes cidei-
ris; a N. O. Ilieber Comp.nhia.
1 caixa roupa ; a C A. Au.tin.
27 fardos, 12 picotes e 7 caixas tecidos do
algo lao, 3 dit.s ditos de 15a, 1 lilla miude-
z.s; II Gibson.
5.1 fardos e 37 caixis tecl los de algodSn,
5 ditas ditos de linho, 7 pactos ditos do
Ua, 5 fardos dilos delinho, I55maiaarai-
xis e 36 Caixas cha, 6 ditas velas de enmpo-
-ir.1.1, 3 .litas lio, 1 dita objectos de escripto-
no, 100b.rris manleig, i ditogirr.f.8 va-
sias, 21 tonoladas ferro em barra ; aos con-
signatarios.
3 volumes e 1 caixa machinismo; a Ro-
the ckRidoulac.
29 fardos e 32 caixas tecidos de Igod&o,
2 ditas ditos do algodio a linho ; a J. Cr.b-
tree & Co-npinhii.
6 fardos e 20 caix.s tecidos de algodo ,
10 ditas dito de linho; aJ. P.ler & Com-
panhia.
70 fardos o 15 c.ixas tecidos diverso! ; a
II. Cibson, e C. J. Asid y & Comp.nhia.
54 fardos e 60 caixas tecidos de algodo ,
14 fardos tecidos de linho ; a Rostron Ros-
ker& Companhia.
29 gigos louga, 12 caixas tecidos de linho,
100 barris soda, 25 c.ixas e 112 fardos '.re-
dos de algodo, 2 fardos ditos de I Ja, 3 cai-
xas rendas de algo ISo; Russell Mellors &
Companhia.
4 birris agurdente, 6 meios ditos aren-
ques, 1 ceixi e I barril conservas, 6 pegas
toucinho, 30 presuntos, 5 caix.s queijos, 2
ditas biscoutos, 2 seceos rolu.s, 6 b.rrili-
nhos lingoas ; a R. Creen.
32 fardos e 42 caixas tecidos de algodo,
5 ditas ditos de la, 3 ditas ditos de algodo
i- linli i, 2 fardos ditos de linho ; a Rosa.
Braga \ Companhia.
2 lardos lonas, 2 ditos casimiras, 68 c.i-
xas tecidos de algodo, 5 ditas couros inver-
nisados; a J. Keller & Companhia.
2 fardos tocidos de la, 15 ditos ditos de
algodo ; a Doane Youle & Companhia.
1 enihrulho fazendas de linho; a lhomaz
lleywool.
I dito camisas ; B. W Power.
1 dito fazendas de cabello ; F. G. de 0-
liveira.
61 fardse 35 caixas tecidos de algodo,
Sdilj's ditos .le linho, 1 dita .Ipac, 2 far-
dos tecidos do la; a J. Patn & Companhi*.
1 c.ixa longos de algodo ; Kalkminn
Irmos.
l riniinillio aioallia lo ; a J. da C. Bravo.
1 caix. ca.i.isas; a A. Cesar de Abreu.
6 caitas o I barrio c.ibre o pingos; Bar-
roca & Castro.
180 barris mantoiga, 68 fardos e 47 caixas
tecidos da algodo ; a J. Ryder & Com-
panhia.
16 caixas tecidos duiinho e algodo, 10
fardos o 49 ca.xas ditos da algodo; a R.
|Royln& Companhia.
25 barris manteiga, 1 selim, 8 caix.scha-
poos da sol o lio, I dita e 1 barrica forr.-
gens, 6 caixas c .uros. 2 ditas pannos, 1 dita
rendas, 2 ditas miud ?zas ; a E II. Wyatt
2 barrica ferragens, 4 caixas filas de al-
godo ; a S. P. Jonnstoo & Companhia.
U saceos amostras e eucoinmenias ; a di-
versos.
CONSULADOGERAL.
Rendimento do 1 8 .3:436,052
IdemdodiiO........ 330.217
'- 3:766,269
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlodo 1 a 8
Idemdo di. 9 >.
209,194
,750
209,944
-
PRACA DO RECIFE 9 DE OUMBRO./AS
3 HORAS DA TARDE.
coTagORs orrici.ES.
tente e a rotini he tudo : nada e fnopre-.Citnl.iosobre Looires i a 28 d. dmlleiro.
bende, nada se f.z, n.da se tenl. fazer senj Descinto deletres da 2 e 4 mezes 6 112 a 7
ntei-vengo eprotecgo do governo. (Apoia- 1|2 por cento.o auno
f
Kxiiot'laco.
Rabia hiela nacional Amelia, de 63 lono-
ladas, con luzio o seguinle: 380 caixaa
queijos, 150 barris manteiga, 5 ditos vinho,
29 caixas fazendas, 25 ditas cha, I dil. miu
dezas, i quart'.las objectos, 4o mullios ar-
cos, 1 embrulho objectos, 1 caixo espana-
dores, I dito h.odeiras, 4 pipas azeite do
ca ra,ni i, 30 harria dilo, 46irrob.sde cou-
os, 35 caixas velas, 2caixus lo -.', 2 tam-
bores de ferro, 20 saceos carvo animal,
47 saccas s^ol-nto da C.rrapit), 73 molhos
eeteirae, 1 caixo sapalo*.
I'ar.ilnba hiate nacional Tres Irmoi, do
30 lo .ela las conduziu a seguinle :24 Vo-
lumes drogas, !5gtgos bitalis, 20 ditas so-
blas, '.0 barris manteiga, 2 ditos toucinho,
t ditos vinho, 4 caitas en, 14 saccas arroz,
6 ditas caf, 50 caixas charutos, 2 birria
toucinho, 2 saccas enxofre, 4 gigos loug.,
8 barricas servej, 2 ate '.es eraros, 4c.nas-
tras alnos, 10 barricas hac.lh.o, 3 bailas
papel, 6 caixas dilo, 8 b.rricis vniiio, .loo
c.ixas sabo, 9 barricas licores, 2 ditas
assucar.
RECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNASGE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Roiyiimento do dia 9.....1:127,7(7
CONSULADO PROVINCIAL. s
Rondimento do dia 9 692,996
PRACA DO RECIFE 9 DE OUTUBRO DE 1852
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambio.- Poucas tran.accoes a 28 d, por
ti rs. .obre Londres, e aobre
Lisboa e.i onerecido a 85 por
ce.oto de premio.
Assucar Aa pequeeas entradas do no-
vo nio d lugar a .er colado,
nem nos consta e l'ueise ven-
MUTILADO
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*
1
;<
A>
I
L





w *
>
das delle pira eiporticao
Algodo- Dai i,t75 sacca futridas nu-
la emana liieram-se alguinas
vendaa da pilmelra aorta de
o/uilO a 51700 e da segunda a
4/-200 por arroba. Coaita que
ai miradas > 9 ser fYttita-
dai, e por isso preve-ae (que
bailar; e os compradores
tein-ae limitado ao essenclal-
mete praclao para fechar coo-
tas.
Couros Veoderam-ie a 110 ri. por li-
bra, e ha oilereciinruios de-
mala, porm nao ebegam a
115, preco que exigem os Ten-
dedores,
Bacalbo Foi rendido um earregarnento
a preco oceulto, mas que le
upde ti'r sido de lO/iOO a
10f700. Retalbo-sea lifSO',
e ficarara ein ser 3,600 rar-
rlcaa.
Carne secca Vendeu-se a do Rio Grande de
2180o a 3/500 por arroba, e de
Montevideo de2s00a3f B-
caram em (Vr 3l,000arrobas,
sendo 20.000 da prlmcira e
2,000 da segunda.
Cha Mrnon dem a 1/400 por libra.
Par. de trigo Nao ba nenhuma em primelra
mo.
Genebra-------Vendeu-se a 330 rs.'por botija
e a (.-.'mu por caix..
QueIJot dem de l|0O a IJI0O dos (la-
mengos.
Vlnhoa ------dem a 159/ por pipa do bran-
co marca Itrilo.
Fretes- Nao ha frete regular por falta
de navios,
Discontoa Do banco de 6 a 8 por cento ao
anno, c dos particulares de 0
a a.
Ficarara no porto 42 embarcara, sendo 1
l Alfandega da Pernambuco 9 Je outubro
do 1852O inspector interino, B( no Jos
Fernandas Barros
U lilao. Sr. inspector da thesouraria
provincial, era cumprimenlo "da ordem do
Exm. Sr. presidenta da oroviocla Je 27 do
crrante, manda fazer publico, que nos diaa
19, 20 e 21 de outubro prximo vlndoaro,
ir a praca para ser arremtalo perantoa
Junta da fazenda da mesma thesouraria, a
quero por menos flzer a obra do vigessimo
primei 3'fango da estrada da Victoria, ava*
liada em 12:218,606 rs.
A arremetagfio sera feita na forma dos ar-
tlgos al e 27 da lei provincial o. 288 de l7 de
majo do 1851, e sob as clausulas rspeciaes
abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematagSo coniparegam na sala das sessOes
da junta, nos das cima declarados, pelo
meio dis, competentemente habilitadas.
E para constar sn mandou alisar o presen-
te e publicar pelo diario. Secretaria da the-
souraria provincial de Pernambuco, 29 de
ietembro do 1852.O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciago.
Clausulas rspeciaes da .rrem.tacBo
tar-se-ha o muito ipplaudi lo drama era*
actos e6 quadros,
A diiqurza de Morsam.
Terminara o esrectiiculo con a nteres-
santo comedia em I acto,
h que apuros,
Ou o noivo em margas de camisa.
Principiar as 8 horas.
Os bilhetes acbam-sedesde ji a vend no
escripiurio do theatro.
l'ublicacao iilteraria.
Ossegrelos de nm cemiterlo.rom.ncaem
8 volumos, por l.eon de Gozlan.por *,O0O rs.:
na ra da Cadeia Velha n. 31.
Avisos martimos.
I'ara a iialiia.
Segu com brevidade a veleira
e j bem conhecida escuna nacio-
nal Adelaide, que acaba de che-
r da Baha : quera nella quizer
"3
i.i.iiisuias rspeuiacs u iicuiaia^du, ** ., *
I.' as obras do vigessimo primeiro lanco carregar, pode dirigir-ae a ruada
da estrada da victoria sero feitos de con- Cadeia Velha n. a3. ou a do Tra-
formidade com o ornamento e plantas ap- a r
provadas pela directora em conselho nesta1 piche OVO n. il>, segundo andar,
data, e spiesentado a approvagao do Exm. -- Para o Ass sahe com toda a brevidade
Sr. presidente da proviurii, tudona impor- o patacho Herona, capitSo Melquades Jos
tancia de 12:218,606 rs. dos Santos; psra carga trata-se com o oa-
2." o arrematante! comegara as obras no pilBo, ou com o consignatario M J. Ramos e
prsso de um mez, e concluir no de um ao- Silva, na roa da Cadeia do Recife o. 33.
no, contados da data da assignatura do con- Para o Aracaty
trato. -...al Segu em poucos di
3 A importancia desta arrematado ser r(]oBe pr(,g,50 de cob
~ iVo di. 9 de outubro desappareoea um
preto com duss mantas do carne do Sear
JOem delle souber p le dar noticia na ven-
da esquina de S. Francisco.
Carlos Manoel Nogueira Campos, reti-
ra-so para o ilio de Janeiro, levando emsua
companhia um filbo menor, e um sea ea
cravo.
Lotera da matriz da Boa-Vista.
As rodas desta loteria andatn impreterl-
velmenlo no illa 26 do crranle, no consis-
torio da mesma matriz. O resto dos bilhet'S
contina a vonder-se nos lugares jannun-
ciados, e mais no aterro da Una-Vista n, 62,
casa do senhor Vioente Antonio do Espirito
Santo.
-- O abaixo signado,previne ao publico,
qne ningn n faca transacgRo de compra ou
venda, ou outro qualquer negocio com o se-
nhor Francisco Feliciano Rodrigues Sotte,
visto como o mpimo senhor o nlo pode fa-
zerpor ser tutor do mesmo abaixo assigna-
do e de outros, e nSo ter al hoje dado con
tas da tutela. Belarmino de Barros Cor-
reja.
Bilhetes da matriz da Boa-Vista.
AOS 10:000,000, 5:000,000, e 1:000,000.
Na ra da Cadeia do Recite n. ai, cambio
, u. --------------. '.----------.-.. ,..,-....-,,,.,,, u,rwii,lr tull
ae vieira da Silva, estam expostos a venda e fazer aaques com elle de dinh
llrn primla!,,.....-I i iiiii,.i., .1.. I>; ll.,i... .....:.. I 31___. .
narlino, de Angola, de boa estatura, nSo he
totalmente preto, sem signaes visiveis e he
mouco, signal ovidenta para ser conheci-
do e capturado, representa ter 40 a 50 snnos
e J pinta; supponho ter ido ou cunJuzdo
por alguem para o sertSo ou mato ; por isso
rogo a polica da provincia capites de
campo, o prendam econduzam-o ao sitio
Capellinha doMondego, turnio da fregueiia
da Boi-Vista, comarca do Recife, que serfio
pagos. Assim Taco saber que Antonio l,eite
de Hagalhrs, soldado que foi de infantaria,
ebojecom baixa,arrancnan4o-se neste sitio,
deposltnu em meu poder umts pecinhss de
ouro para as guardar; sobre ellas foi me pe-
dindo por vezes dlnheiro, o eu vendo a Dos
conducta que ontSo mostrara fui empres-
tando at 40,000 rs.; o depois lembrando-
me da tucar o ouro em pecinbas de brincos,
argolinhas, sonesiinhos, tudo era friso; is-
to posto, psra nfio o haver a policii passou-
me urna letra assignada pelo Sr. Borges, por
elle nSo saher escrever, para me pagar a 8
dejanoiro prximo passado, deixaodo dito
ourinho, o qusl o poderia levar para ondo
o quizesse;assim me coofiei do Sr. Lette.mas
o dito senhor al esta data nSo tem appare-
cido; por isso rogo e aviso so publico que
dito Leile costuma negociar com ouro falso.
ti fU'i.ip ....,,.,.. ....... 11 .1. J:_L_- ,
americana, 26 brasilelras, I bremense, I fran- paga em quatro prestares iguaes da manei- -. c g g ,Q .
.... l S....II ... ,*... ft !!.. > 1 isela-ial 1 > n n 11 i n i ,. a nriioinra nliiin ii OFrAllB.
cen, 3 bollaadetai, t ingleas, 1 oriental, 3
portugueas e 1 tarda.
Pauta
dos presos torrentes do assucar, algod&o, c
maii gneros do pais, que se despacham na
mesa do consulado de Pernambuco, na se-
manade lia m de Outubro de 1852.
Mucar em c. braneo I. qual. Arroba
maic.....
bar. e aac. braoco.....
a mase.....
refinado..........
Algodiio empluma de Ia qual.
Diio .......... a.
DUo...........8.
Dilo m carolo.. ..a...........
Espirito de agoa ardente.
Ak[o'arileiile eaxica ,
Dita de canna.....
ltaieaiilada......
Genel>ra ......
Dita.........
Licor..........
DUo.........
Arrox pilado2 iimb-m
Dito ein casca,.....
A /> i ir do mamona....
Dito de mendobtm .
Dita de peiie ....
Cacau..........
Canad
i Canuda
. Botija
, Canad
Garrafa
um Alqueiro
. Canad
Cento
Arroba
Libra
Libra
ni
Libra
Arroba
Araras ,.....
Ril-Hk/aios........
Boiaclia.........
biscoitos ........
' -.ilY I din.....i i
Ditorattolho......
Dito com casca ......
Dito mido.........
Carne secca........
Cocos com casca......
Cbarutosbons ... .
Ditos ordinarios.....
Dito regaba e primor. ,
Ce 1.1 de Carnauba! ....
Ditacm velas.......
Cobre novo rniod'obra. .
Couros de roi salgados .
Ditocipirtdos......i
Dito de mii'-i........
Uitodr de cabra cuiiidos- .
D^ces >.e calda......
Dito de Guiaba.......
Dito secco........
Jeteia............
Estopa nacional......
Dila rstrangeira mo de obra
Esuanadores grandes. ,.....Um
Ditos pequeos.......
Feriaba de umudioca.....
Dila demilho.........
Dita de araruta.......
feijo........:.
Fumo bi'in...........
Dito ordinario.......
Dito emfolhabom......
Dito ordinario. ,.......
DitO iaStOll'0 e .
[pecacnnha.........
Oomma ,..........
Gemgibre ,........
Leuha de acbet. .
Ditaadetoiof .,..'..
Prnucbas tle amar. de2 costed
Ditaide louro .........
Cuitado de amarello de 3b a4o
fcdat.iV.a*!.....
Dito dito uauacs. .......
Costadinho de dito .......
aoalho iledilo ,........
Forro de dilo.........
Costado de louro.......
Costadinho deduo......
Soalhodedilo.........
Forro dediio.......
Hilos de cedro.........
Toros de uiajiih
V.iaa de p.rreira.....,
Diue de aguiihadaa .
Ditas de qulris.......,
Kod.s de si upira para carros
Eiaosdedil. pMa ditos .
Mclaro.............
Ml.bO-.............
Pedrn de aiueA>r......
Ditas de filtrar v.......
Dllas de relilo .
Ponusde Iwi .
Piassaba .....
Sola ou vaqueta.
Seiio era rama. .
Pellea decarneiro
Sarca parrilli. .
Taruoca.....
i iiti -i de boi .
Sana........
Arroba
Urna
Um
Arroba
2.0 0
1,600
1,300
a,a0
1,3oo
2,5an
5,800
0,400
5,000
1,450
100
200
4on
300
180
ano
180
400
4,4fl0
l,*'0
?J0
I,i00
I.Q80
5,000
10,000
8,0011
3,20o
6,400
l,IHHl
i, 4i-o
3,200
6,400
3,200
3 OOO
i,4oo
000
2,5i0
7,0110
9,0)0
160
I 10
lio
15,000
200
240
200
4"0
raseguinte: a primeira quando o arrema- sen,ruau0 vjg8rjo n. s.
tante liver feto a ter;a parto da obra do livlll \
qeu contrato; a segunda quando tiver feito
dous tercos uas obras ; a terrero quando
torrete mez. ,,., va f,zendo a quem podo engaar, e
-- Cede-se e traspassa-se o diretto e aceto passando por homem de bem; o qi.al he par-
asohiateli-eiro for- w}M*m "yi'Otheca em duas moradas de do, mor;o. ea maiona dossold.daso conhe-
r .i i le? oaue de C""S lerr,'M ru! Augusta ns. 27e 4, e cem.-Sebisliao dos Oculos Arco Verde Per-
ni llim r!i 'm"3 v,lor de 6;an.00 hcluidos tam- nambuco.
o e passageiros i'sia- hom n. ntia h..,,ii,. n.. .... j .... j. ___
Lotera da matriz da Boa-Vista.
Jos" Teixeira Basto actual the-
soureiro desla loteria, avisa ao res-
peitavel publico, que a mesma cor-
re impreterivelmente no da 26 de
outubro do corrente anno, no con-
sistorio da dita matriz, e se con-
tinuar a influencia dos comprado-
res correr no dia y do mesmo
mez. Os bilhetes acham-se a ven-
da nos lugares j annuaciadoi.
Prenso-si de una ama de leile, que ae
ja desempedida : no aterro da Boa-Vista
n. 45.
- Aluga-se urna casa Ierres, no sillo do
Cordeiro, a margem do rio Capibaribe, com
commodos para grande familia,e com estri-
bara para seis cavallos; urna dita mais
pequea no fundo do mesmo sitio, tanibem
com ou m roo los para familia: a tratar com
Crahriel Antonio, no pateo doCarmo o. 17.
Compra*.
; bem na dita hypotheca, as casas da ruada Harir-Sn
Cadeia de Santo Antonio ns. 14e16, tudo nicn^do.
.pertencenteaolllm. Sr..l)r. Manuel Teiseira U.m mon Prximamente chegado do Rio
O lliate Amelia, aetrue em DOU- pe'*0'" o mulhor: os pretendentespo- e "" lorrecebida proviso, iamente : ea quarta "" mena, segu em pou dsfn uirigir-ae a ru- Nov. n. 22. a r.ll.r com em.casta pariieolirea,ou em sus cssa: quem
quando for dBuiMDte |Um, nlo C0S d,a8 Para ft Bah,a alnda Pde o en proprietario Antonio Coates Vill.r.ps- 1u,zer ">"-' >?*'* vi?il?- ?">"
dotendo cffectuar-se pagamento algum an- receber ttlguma carga miuda : a!fJusteeexamedasescrlpturas. cure na na da Soledade, no sitio da viuva
ZSSSttiF* S'm0tr6 ^ eX6r' i1" e8Crpl0r t?r : t te'^'^rrK SSgS. B "I-, o se-lior Maneo, Pereir. Ma-
4 Par. ludo o m.is que nJo estiver de- "Companhia, na' ra do Trapiche IJBER so. f,l^Bes'o0.obse?oU'0i,le,,r'rua da ,Jo" do
terminado as presentes clausulas seguir- -3/ -- Um sacerdote se olTerece D.ra dizer as f5ft*S'" ?9' ,J," i?,,M4 J" C0'D0
I. k--------. AiSSi lii .,n,.i.i n um n- *' imissas do Natal, seja em que lugar fr, a- "baix1 "'nado.-Jose Das da Silva.
-Para Usboaa galera portugueza Mar- ljnd(1 me8mo lungeda cda^e quem Jos Manoel de Araujo, coa. venda na
ganda capitto Silveno Manoel dos Itets, sai !sar annunc0 0u di.iia-se a rua do Sebo rua do Ar"6a ,0- participa aos sonhores
com amenor brevidade poss.vel por ter [por cima da aula publica: ndverte-.e qu ? c"n.lrl da arguardente de produecto
maiorp#arle da carga prom(U,quem quiser so ooda principiar logo dia da Conceicto bras'leira, que denou de vender este genero
carregar ou htr de paSMMm para o que tem ;sendo 0dooo quotra. dosde o da 1. de outubro correle,
exceilentescommolos uirijSo-se aos con- j .. Manoel Doming'ues, Portuguez, chega- Casa (le commi.ssSo de escravo.".
.irni-,Uri I iviiiri rmHn, A- Inmnanhia w
se-ha o que dispe a lei provincial n. 286
de 17 demsio de 1851.Couforme-O se-
cretario,
Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
O II11.1. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exal. 8r. presidente da provincia, de 29 de
signatarios Uliveira Irmtos & Companhia,
'_ na rus do Apollo n. 14,'ouao referido capi-
s'teiiihrii pruxuno passado, manda fazer
publico que nos das 26, 27 c28 do corren-
te ir .iraca par. ser'.rrem.Udo perante ia '."p'.^Tcear",?, no'di
a junta da f.zend. d. mes,,., thesourana, ren Jo'^^a ho S.n^Cruz^p. a o resto.-a
tiorwimn demasssmesn 25,
A ."matacto ser feil. .. frm, dos.r- ^"^'"^" ^i,* *'**"
tigos 21 e 27 da lei provinc.al n. 286 .le 17 g" JmS2m fi".!5fl.
tigos 21 e 27 da le p
de malo, c sob as clausulas especiaes abai-
xo copiadas.
Ao pessoasque se propozerem esta ar-
rematscSo cpropsreQam na sala das sessOes
da mesma junta, nos diasrima declarados
da
qual tem excellentes commo os para pas-
sageiros: i| 1 o-11 no mes mi quizer ir dirija
se a ru. do Vigario n. 3.
H10 de Janeiro.
O bem cotilleado patacho Va-
icointioienleaiente h.bili- 1 ,
' r lente, ssgue com muita brevida-
do ha pouco, desoja ter noticias de scu pal .Na rua Direita, sobrado do tres an lares,
Manoel Uomingues,poralcunho Valle maior, tlefronte do beceo de S. Pedro n. 3, rece-
queha muito annos est net( provincia, bom-se esrravos de ambos os sexos para se
direm que ha pouco era (eitor de engenho, vender do ommissSo, nao se levando por
e outros que morreu, por cujo motivo mui- esso trabalbo mis que 2 por %, e sem se
to agradecido llcar a quem Ihe der I- levar cousa alguma guma noticia a este respoito : quem as po- cendo-se para isto (oda a seguranca precisa
der dar, annuncie por este Diario, ou diri- para os ditos escr.vos.
j.-se rua da P/aia, armazem n 2. Precisa-se de um preto par. criado
Precisa-se de urna ama, para o servico que (Hienda de bolear.e preferise captivo:
externo e interno de utn. casi de familia : na rua da Cruz do Recife n. 27, ou no aton-
to Fra de Portas na ru. dos Cuarara- dego defronte do sitio do Sr. I.uiz Comes,
pes n 14. Na rua da Cadeia do Recife n. 49 pri-
Como creio ser urna falta de civilidade melroandar arrenda-se aniiutlmento um
chamarse pela impreusa um homem ho- sitio, exige-se que este seja ou na pontade
nesto o conlieeido na provincia, occullando- UchAa, ou em outro qualquer lugar em re-
s a ra?So desse chamado no ponho lucto aquello, exige-se mais que baja lia-
nenhiini iluvi l.i em dizer, que lie muito nho, e baixa de capim : quem o livor diri-
ma fe, ou ignorancia, ser esto cnamado fei-'jn-se ao lugar cima mencionado que acha-
"Cotupram-se rscravas eevondemse, 10-
cebem-se de commlssSo, tanto para a pro-
vincia, como para fra della: na rna dos
Quarteis n. 24, segundo andar.
-- Compra-se em segunda mSo.urji metbo-
do de Carulli da sexta edicto : no aterro da
Boa-Vista n. 45.
Compram-se duas creoolaa ou pardas, '
de 14a 20 annos, e que teobam boas (guras;
na rua .Viva n. 16.
-- Cnmpra-se cabello de boi alnda mesmo
sendo servido : quem tiver annuncie ou di-
rija-se a rua Viva n. 19, loja.
Compra-seurna negra, qjiosaiba ven-
der na rua, preferindo-se a que for ds na
(,1o da Cosa de Mina : na rua Augusta n.
32,s dir quem compra.
bhmhbhss"-*!""BaaBseaeeeae
Yendas.
pelo meio
tados.
E para constar se mandou afixar o pre- de, por ter j algum 1 Carga promp-
onte e publicar pelo Diario. -srriivo a frp-
Secretaria da tnesourari. provincial de la Para 'MI, escravos a ire-
Pernambuco 2 de outubro de 1852. Oso- te C passageiros, para O que tem ,lo para urna casa que lom 4 andares, sendo ra com quem tratar.
erelario, Antonio Ferreira da AnnunciacSo. |,nns rnir.inmlns Iril-a p umterreo.semso declarar om qual dolleshe; Arrenda se o sitio Zonguti em Apipu-
CVoiisu/aiejpeciaesdaarrmoofa. "' _' "la '"," assim posto sou a uizer, que u annuiicio que eos com excollontecasa de vtvenda (sobra-
I As obras do 22 lauco da estrada da Consignatarios Novaes &C Compa- chama no III n Sr. Manoel Lobo de Miranda do) margem do rio Capibaribo, estribara,
Victoria serao fetas do cunformidedo com n|ua na rua do Tranirbe n 3 "enri1uei a csa n. 32, da praca da Roa grande planticao de capim, terreno pro-
oorcamentoo plsntas approvadas p-la di- "" "*J ^ ____tK^ J|J_____ "* | Vtsta^nSoJoi posto poro baixoassignado, prio para olaria, o porto do en,"
Alqueire
Arroba
a
. Alqueire
Arroba
Alqueire
Arroba
Lento
11
Um
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QuintAl
lltlll.t
1 Far

Canad
Alquiire
Um
Cenio
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Meio
Arroba
lina
Arroba
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1,000
1,000
3,000
1,000
I,0i0
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2,060
4.0(0
5,000
J.50I)
7,0"0
4,oon
3,000
iS,000
3.....'
2,0o0
I.O0
9,000
11,000
7,000
20,000
10,000
r.ooo
0,ona
3.400
0,000
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2,jOU
2,000
1,100
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1,000
seo
40.000
18 000
140
J.000
40
0,000
800
8,11,0
310
1,100
4,000
JO0
17 ov
1,100
loo
l>pft
rectora em conselho nesla dala, o apresen
la.I aprova(3o do Iaiii. Sr. presidente
da piovincit, tudo na importancia de ris
||:9qMSI0
2. O arrematante en.,..,-,.. ulnas no
prazo de um me, e concluir no de u
011 com o capitao na piaca.
Lei loes.
Brunn, l'raeecr & Companhia ferSo
leilSo por intervencSo do agente Oliveira.de
auno", contalos d dala da assignaUra do um completo sortimento do f-rragens linas
contrato. a grossas, omiudezas do tolas asqualida-
3. A importancia desta arromalaco ser des recontemente imprtalas: ter$-feira,
paga ein quatro proslar;5es iguaes da 11.aun- 12 do corrente, as 10 bous da manhBa, no
ra seguinte:-a primei'a, quando o arre- seu armazem na ru. da Cruz
matante tiver feito tena parte da obra do
seu contrato; segunda, quando tiver fei-
to dous tercos dos obras; a torceira, quan-
do fr recebida provisoriamente; ea quar-
ta quando fr definitivamente recebida, nilo
(lev-Mido eliectusr-se pagamento algum 1111-
. ibarque: a
;ue mora na stipracitada cosa em oproiei- tratar com a prnprielaria na rua do AragSo
ro andar. Joo do Reg Barros Falco. n. 12 primeiro andar.
Exporta-se par o Rio de Janeiro, Joan- l'roaOe-se urna pessos que tem todas
3 mulata, rnm I? .nnrn H ..I --..........- i--------.......''" >)u'''(IIer
e J0S0 Antonio Alves de Bnto. engnnhn, por ter sido empreado n'esleser-
-- Precisa-se de urna ama, para todo o vico mais de 10 snnos, entende perfoita-
servico de casa de homem solletro : na rua mente do methodo de faer assucar : quem
das Agoas Verdes, sobrado n 22, segundo precisar procure oa rua Nova loja de alfaia-
ndar. te n. 57, ou annuncie.
-- Lava-seeengomma-se, com muita per- O abaixo assignado faz sciente aocor-
feigo e asseio : no pateo da Ribeira deS. po do commercioque comprou ao Sr. Josa
Jos o 15. Joaquimda Costa, a sua loja sita no patio
Precisa-se de ofliciaes de charuteiro, e do l.ivramento n. 28, ndo se respoo.-aoili-
aprendizes ou tiradores de fumo; na ru. sando por debito algum contrado doo mes-
Imperial n 31. mo Sr. Recife 6 de outubro de 1852.
O abaixo assign.do avisa ao respeitavel Umbelino Maximino de Carvalho.
publico, que ninguem faca negocio, ou Sr. Joo llypolito de Meira Lima lem
lransc;3o alguma com una lelra Firmada urna carta, vinda de Coianne : na rua do
pelo ab.ixo assignado da quantia de 1:000/ Sol n. 7.
favor do Padre Francisco Rochael Pe- Francisco Milhias Pereira da Costa,
rer Brito de Medeiros por ter sido dita le- exporta para o Rio de Janeiro, o seu cscr-
tra exlorquida por mel da forca, como vo Cosme, creoulo, de 10 annos.
passa a provar_ perante as autoridades com-| precisa-se fallar ao Sr. Joaquim Fran-
de Mello (.avalcante, ou
Movimento do porto.
Leilao no Bazar, m rua do
Vigario n. 4.
Avisa-se ao respeitavel publico,
que neste estiibelecimento haver
les de i'mdar-fc o primeiro semestre do leilao, por intervencao o agente
e"rtr.uVo8m.s,q8ue-naoest.verdeter- ber,s' "o dia sexta feira tS^^'SmS^Sh,
minado as presentes clausulas seguir-se-ha corrente, as 11 hoias da manliaa,
oquedispOe a lei provincial n. 286 de 17 de f8zendas de todas ns qualirla-
MCo[urme.-,V secretario. Antonio Fer- des, as que. serao vendida.. *i ^^^ti
rZ^LT^TomciOeCtc,i^6e0r. re3CrVai em-Pre?0S aogostodosl .. p ec8a.!e de urna ama, par. eso .
i.bocannexo. dS termo do Cabo, pelo falle- Compradores ; asiim como, roga-ipouca familia, e que sirva para todo serv- curado,
emento de Jos do. Res Co..,c.que u er.ia, fl loJos 08 negociantes e loglS- "
manda S. Exc. o Sr. presidente .da provlDcia O ,49
assim o faier publico para conheclmenlo das lis, i|tl(.' qiil/.d'em 11 [H ovci l;ii a ora
partes luteressadas e afim de que os pretenden- vpndn ilp niiapsnupr fa.
tesao dito olBclo se h.bililcm na forma do de- iao Para a ventlU UC (|il.K..qilt.l l-
clelo 11. 817 de 30de agosto de 1851, eapresen- zcn(las, para feixar cuntas, de as
tem os seus requerimeutos ao juiz municipal ,
do mesmotermu 00 prajo deGo das, que co- mandar com antecedencia, ejun- .....--
me "u "correr do da do corrente liante. ,._.-.. COnvi.la-Se a tO loS OS 8- b' P0T0,S3 d Mnto.,ro' 0r 8nn' 0U
afin de seguirem-se os l.aosmiies inarcados ament COnviUS -B a 10 IOS OS a- | por fpsla : quem o pretender, dirija-se a rua
nos argos 12 e u dociiadu decreto. madores de pechinchas tle compa-
oumbrVde'itT"""0 "' >'"D"o'"1C0 8 dc recerem no mencin.. Jo leilao.
O secretario da provincia, j Miguel Carneiro, fsri leilo por Inler-
J/miorio Hereiro de Azcrtdo Couiinho. veucSo do agento Roberto, no da terca-fe.i-
ra 12 do corrente, as 11 horas da manhSa,
no seu armozem na rua do Trapiche n. 38,
do seguinto camas de ferro e de madeirs,
mesas para sala, ditas para jantar, aparado-
res, marquezas, sofs, berros, toucadores,
guarda-lou^a, commodas, cadoiras espe-
dios, pianos, quadros com estampas, urna
camera obscura, o outros rnuitos ohjectos ;
assim como cha hyson, por menos de M0
rs. aliiii-, orA urna ou mais caixss, e eha-
111 11- .Ja II liia.
cisco de Mello (.avalcante, ou a pessoa do
su, correspondencia, a negocio> que ihe,d,z Z?%W"Owi&~*ZZ.
Cal virgem de Lisboa-
Vende-se urna bonita creoula de ID an-
nos, que coze bem o faz iabyrinto, engom-
is, cosinha e lava ; urna dita boa cosiuhei-
ra, engommadeira, e coze bem; urna dita
sem habilidades, muito mofa ; urna dita boa
quttandeira, faz todo o servic,o de casa, e
tem urna flha de oitn annos, muito linda,
com principio dc costura; cinco pretos mui-
to mocos, Imiis para lodo o servico; um di-
to bom fcitor de sitio: na rua dos Quarteis
o. 21, segundo andar.
Vi'itdem-so duas vaccas, sendo urna
com lilbo e outrs sem elle, em boss esraes,
acostumada ao pasto : na Soledade, em ca-
sa da viuva Vietra.ou na rua da Cadeia,cam-
ino do Vieira da Silva.
Vende-se a casa Ierre, n 20,sita na rua
do Jardim, em chaos proprios, quintal sof-
frivel e mralo, e cacimba s, com duas sa-
las, tres quartos, e cosinha fra : quem a
pretender, ili(i)a-se a rua do Cebo n. 12, das
10 as II horas do dia e das 2 as 5 da tarde.
Vende-se urna fabrica para relias de
cirnauba com quinbentas formas, sendo a
maior parte de seis e nove em libra, e erMi-
na-se a maneira de as fazer, tanto das de
mistura como das simples : quem a preten-
der dirija-se rua larg. do Ros.rio n. 16, a
tratar enm Manoel Jos Magalhles Bastos.
Vendem-se duas negrinhss muito lin-
das.propriss para see.ltiear.por seiem deida-
dede7a 8 annos, e um molequo proprio pa-
ra quslquer odicio por ser de idade do 12
annos: na rua eslreita do Rosarion. 28,se-
gundo andar, a qualquer hora do dia.
-- Vendem-se lindissjmo*Jen-tos para sra-
com quadros a barra dc selim de difTereutos
cores, pelo n ce 1 de 610 cada um ; fin8Sl-
mos frocos de seda para enreila do vestidos,
a 120 e!60 rs ; corJao para vestido pelo
muito ridiculo preco de 900 rs. a libra cai-
xinims de agulhas francezas sorti las, pelo
nreco de 280 rs.: na ruado Queimado, loja
nava de miudezas n. 65, do Madureira &
Vcnde-so nm lindo cabriole! com ca-
valloousem elle; para ver, na rua da Ca-
deia, cocheira do senhor Antonio Ferreira
d. Silva, e para tr.tar, na loja do sobrado
am.relio, na rua do Queimado n. 29.
Vende-se urna jumentinha verdadeirae
muilo nova: no sino do 6onhor Carneiro
Leal, na rua dos Pires, ou na rua da Cruz
n. 8*.
Rap de Lisboa.
No escriplorio de Francisco Sererino Re-
pello & Filho,vende-se superior rap de Lis-
Velha 11. 55.
Quem prensar do um caixeiro, para
venda, do quo lem bastante pratica : dirja-
se a rua larga do Rosario, junto ao quarlel
n. 17-
-- Arrenda-se um sitio no becco doQuia
Dttciarafdes
/Vatio entrado no dia 9.
Genova o Malga, do ultimo 36 das -- pola-
ca sarda Rafaelina, de 171 toneladas, ca-
pitSo Rafaele Bozano, equipagem 13, car-
ga passas e mais gneros ; a ulivci.a
Irruios.
Ravos tahiot no mamo dia.
Ac.rac -- patacLo brasileiro KmulacHo ,
un stre Antonio Comes Pereira, carga va-
rioa gneros Conduz 30 passageiros.
Parabtba--hiale brasileiro Tres limSos ,
me-tre Jos Duaile de Souza, carga vanos
gneros.
KD1TAES.
Pela inspectora da alfandega se faz
publico que no oia 12 do corrente depois do
meio dia se hade arrematar em hasta publi-
ca a porta da mesma reparti(3o, 7 duzias do
vidros com 1 ornada no valor de 67,200 rs.,
sbaodooados poi Joaquim Ferreira Mendes
Cuimaraes, sendo a arrematado livre de di
reilos ao arrematante.
Alt.ndega de Pernambuco 9 de outubro
do 1852.-O inspector interino, Benlo Jos
Fe iiandes llanos. '
Pela tuspectoria da alandega ae faz
publico que 110 da 12 do crranle se bade
arrematar em hasta publica depois do meio
dia a pona da mesma repartiese, 10 duiias
de vidros com poma la no valor de 192,000
rs., abtndonadas por Luiz Anlooio de Si-
queirs, sendo a arremalacSo livre de direi-
l'os ao arrematante.
-- O arsenal de guerra compra t.boas de
pinho, colla da Babia, pregos rip.es da tr-
ra, p ilra de m grande, tornos de bancada
do urna arroba para cima, lencoes de lati
contenJo o peso de 14. II e 20 libras, barril
co 11 breu, tencal, limas meias canas de 5 o 8
polegadas, e ditas chalas de 5, 8 e 9 polega-
das, cera branca, facas ingluzas de sapatei-
ro, troqueles, tesouras, o msrlelos de to:
ituom li .i'jectos quizer foruecer, c.unpa-
rcc,a no 1.1,1 l uo corrente trazondo sua
proposta ein caria fechada, eas amostras dos
objuctos que fr po.-sivel. Arsenal de guer-
ra 9 da outubro do 1852. U escripjurano,
F. Serfico de Assis Carvalho.
Banco de Pernambuco.
Os descontos sio de 6 por cento al o fm
corrente, e de 8 por cento at 6 mezes.Com-.
pra o vende letras sobre o Rio de Janeiro,
de qual,|uer qnantia e a prasos rasoaveis.
Banco de Pernambuco 9 de outubro do 1852.
O secretario M. I. de Ol'etra.
O arsenal do n arinha compra no dia
12 do correle mez dous mil alqucires de
calpreta: as pessoas quesemelhaoteobjec-
tn quizerem vender, comparecen nesta se-
cretaria so muiu dia com as suss propostas
cm cartas fechadas. O secretario,Tliom
Fernandes Madetra de Castro.
Aviso, diversos.
TIIMTIIO
18.' RECITA DA ASSICNATIT.A.
Terca feira n de outubro de
i85a.
Fiada a execuclo ds ouvertura, represen-

* Aluga-se por lempo de fesa umacasae
sitio na Capuoga, por preco raxoavel oa tra-
vessa da Concordia n. 17.
--O Sr. Fianc lino Barboza deLacerda,
morador em Goianna, tenha a bondade de
ir, ou mandar tirar os penhores que tem
na rua do Queimado n. 33 at o da 30 do
crrente, do contrario serilo vendidos.
Aluga-se para servico interno do casa,
urna mulata de H annos, coso engomma e
cosinha: a tratar na rua do Collegio o. 16,
terceiro andar.
Precisa-so de urna ama para casa de
iouca familia 1 a ira lar na rua Nova n. 19,
oja.
Na rua la Cadeia n. 60, escriplorio, se
dir aonde precis.-se de um bomcosinheiro
ou cnsinheira, como tambem'um estribeiro
apto, .mbos forros.
No dia 8 do corrente, desappareceu o
preto, creoulo, de nome Saturnino, de idade
30 annos pouco mais ou menos, alto, magro
e muilo tallador: levou caifa e camisa bran-
c. 1 11.'1 minada c born ; eate escravo he
peitencente'ao senhor J080 Alves de Souia,
e eslava alug.do oa padaria do senhor Do-
mingos Jos Pereira da Costa, em Fra de
Portas : roga-se a quem o pegar de leva-lo
na rua da Senzalla n 68, ou a mesma pada-
ria em Fra do Portas, que ser recompen-
sado.
Preciss-sede quatro ofliciaes de charu-
teiro que faga ai 500 ; paga-so 180 rs por cen-
to ; tamboril precisa-se de aprendizes : na
rua do Sogueir. n. 19, segundo andar.
O Sr. J0B0 Pinto de Queiroz, lem urna
carta, vinda de Portugal ua rua do Livra-
meuto n. 58.
do Sebo, casa n. 12.
-- Uproprietaiio da loja, sita na ru do
Livramento 11. 28, aluga, ou voudo a arma-
gao, propria pira miudezas, ou fszend*s :
a 1 ai 1 na mesma rua n. 30.
Para se passar a festa.
Aluga-sc um bom sitio no lugar do Cor-
deiro,a margem do Capibaribe, com boa
casa, estribara para tres cavallos, casas pa-
ra prrlos e feilor, pomar c jardim ; assim
como baixas coi capim, e muita 01 tal ico :
na rua do Queimado 11. 30, segundo andar,
ou na rua da AJadre de lieos, aimazem de
Barroca & Castro
Roga-se ao senbor llaymundo, pinlor,
que aleve no eng ntio S. Francisco no anno
de 1819, queira diiigir-sea rua do Queima-
do n. 30, segundo andar, a negocio de seu
interesse ; ou annuncie a sua morada para
ser procurado.
L'assa portes.
Tiram-se p.ssaportes para dentro e fra
4o imperio, despscham-se escravos.correm-
se folhas, e tiram-se ttulos de residencia :
para este flm procura-se na rua do Queima-
do n. 85, loja de miudezas do Sr. Joaquim
Moiit -irn da Cruz.
-- No escriplorio da viuva Amorim & Fi-
Ihos, existe una carta para o senhor Narciso
Per eir Vicga.
Expona-se para o Rio de Janeiro, The-
reza, muala, com IJ annos,escrava de J0B0
Antonio Alves de Brito.
-- Precisa-se de urna am. forra ou capti-
va, boa cosinheira, e para mais algum ser-
vico de criancaa em urna casa rstrangeira
depouca familia: na rua da Aurora n. 8,
segundo andar.
Isidoro Jos Cap.rica Jnior, v.i ao Rio
de Janeiro, levando em aua companhia dous
seu s-rvico particular.
- Manuel do Souza Silva Serodio, resi-
dente em Rio Chao de Panell.s, tendo ne-
gociado cesta pr.ga com varios senhores, .
quem suppOe nada dever al odia 5 do cor-
rente, pelo presente convida a quem so jul-
gnr seu credor, de Iho acresentar suas eoli-
tos, no praso de tres dias, as Cinco Pont.s
n. 71, que ser3o pagas, licando assim deso-
nerado pira o futuro, excepto aoSr. Manoel
Antonio da Silva Antuoes proveniente de
nm abono que deu ao Sr. Anlooio Furl.do,
o qual am la se nSo acba vencido.
Contina em fuga o meu escravo Ber-
Precisa-se de 8:000,000 de rs. a premio
por lempo de 3 annos, dando-so gar.ntia
cm urna prouncdado de maior valor, e pa-
gando-se 1 por cento mens.lmente: a quem
convier, annuncie.
Alug.-se o primeiro andar, da cas. d.
rua da Guia n. 64, nicamente a familia ho-
nesta : a Iratar no mesmo no segundo
andar.
Candida Balbina da paixSo Rocha, prn-
fessora particular approvada pelo governo,
contina a receber meninas a quem ensi-
n.irn ns materias proprias da educaclo pri-
meira das senlioras, e reside na rua do Vt-
gario sobrado n. II, segundo andar.
Dentista americano,
D. W. Daynon, cirurgiSo dentista, conti-
na a oxercer a sua prulissSo, fazendo to-
das as opera(0esque forem precisas do qual-
quer nat treza, tanto por fra como na sua
residia, enconde pode ser procurado a qual-
quer hora, na rua da Cruz no Recife 11. 7,
segundo andar.
-- Roga-se ao Sr. Manoel Lobo de Miran-
da Henriques, do ir a prega da Boa Vista n.
32, a negocio que sus seuhoria n3u ignora.
Precisa-se de urna ama para o servico
do urna casa do pouca familia : no becco da
Virac.an n. 39.
Anna Ferreira da Silva, aulnrisada por
proviso do Exm. Sr. presidente, doutor
Francisco Antonio Ribeiro, de 29 dejulhu
do corrente anno, tem aborto na casa de sua
residencit, na rua das Trincheiras n. 50,
um. aul. de instruccSo primaria dc primei-
0 grao, par. o sexo feminino: os pais de
familias que della quizerem confiar suasfl-
lli.is. poderSo dirigir-se a mencionada caea,
a qualquer hora do dit, cerlo de quo a an
nunciante empregar todos os seus desvelos
em nSo desmerecer do seu conceito.
'*#**<**)> 1
#' Alugam-se e vendem-se bixasna 9i
{ prac" da Independencia n 10, con- ,
m fronte a ruadas Cruzes. 4
--Anda se precisa alugar urna prela e um
preto, escravos, quo a 1.' saiba tratar de
crianga n dos seus arranjos.e o 2.0 para com-
manos menores, Jos e Ignez, e seu ascravo 0 hzflt 0 serT|0 ,ni,rn0 de urna rasa
Benedicto, Angola, de idade 25 annos, para f f>m||ia quem 08 tjver anlluncie
__ pou
para ser procurado, ou dirija-se a rua de 8.
Francisco, sobrado de um andar o. 8.
-- Prectsa-se de urna ama para o servico
de casa o de com pras,sendo bo. psga-se,bem,
n. rn. do P.dre Floriano n. S, sobrado da
quina.
Dos dispem,
Acaba de chegar do Rio de Janeiro, 1ra-
duzido em portuguez o excelleuto romaneo
de Alexandre Dumas, que lem Ululo beos
Dispem, vendem-se na livraria da praca
da Independencia n. 69 8, a 8,000 rs,, cons-
tando de 6 volumes.
Vende-sa cal nova, e por mais barato pre-
go que emoulra qualquer parte: na ruada
Cadeia do Recife 11 38.
Vende-se um selim o mslssrreios para
um cavallo, em muito bom uso: na ruado
Quemado O. 32, loja.
N. rua das Cruzes n. 22, vende-se urna
cscrava de bonita figura, de 2* annos, coa
todas as habilidades, com urna cria do tras
mezes, ecom muito leite para criar urna
mulalinha de 19 annos, urna creoula de 29
annos com habilidades, urna ditade30an-
noscom um filho moleque de* annos, mui-
lo esperto, e urna dita para campo.
___ Vende-se um cabriolet in-
glez, novo; a fallar na cocheira
do Sr. Thom.l Domley, rua de
S. Francisco n. 3.
Cortes de cassa a 1,44o*
Vende-s cortes de vestido de cassa-chita,
crfixa, a 1,4*0 rs. cada corte; na rua do
Queimado, loja do sobrado amarello, o. 29.
fida pitada.
Vende-se, ns rua da Cadeia Velha n. 15,
rap de Lisboa a *0 rs. a_oitava, e Ires oita-
vas por 100 rs ; dito Meurom, a 1,120 rs. a
ibra, 560 rs. meia dita o 20 rs. a oitara.
Na rua do Crespo n. 16, esquina ds
rua das Cruzes, ha excellentes charutos,
que sevendem por prego muito rssoavel.
A 1,280 ris I 1
Vendem-se cortes de ISas para calca, a
1,280 rs.; na aua do Crespo, loja n. 8.
Vende-se urna capada inulto gorda, qua
nao delta menos de seis arrobaa : na travesea da
Concordia 11. 17.
Aos senhor.. estudantea do quinto
ann.
Acaba-se de receber pelo navio Paulina,
utas para as cartas de hachareis, por prego
mais razoavel que em qualquer parle : 01
loja de modas de Buessard Milloohau, 00
aterro da Boa-Vista n. I.
FTASSA.
' Ra rua de Apollo, armaiem n.
a B, de Leal Reis, vende-se por
preco ra.oavel, muito nova e su-
perior potassa, chegada ha pouco
do Rio de Janeiro.
Vende-se urna padaria por 150,000 rs.
com expeliente forno; a tratar n. rua do
Livramento n. 41.
Vende-se urna eserava de nagBe, com
30 annos de idade, que cosinha o diario de
urna casa, Isva de v.rrell. e de s.bSo, e he
quitsndeia na rua Augusta, esa do Pa-
checo.
I MUTILADO


r-
AOS IO.O0OJ e 5:ooo$ DEIS.
O ciHitelista Salustiano de A-
quino Ferrcira avisa ao reepeita-
vel publico, que a lotera da ma-
triz da Boa Vista corre imprete-
rivelmente do da 26 de outubro
do correte anno, e esto expostas
a venda os seus afortunados bilhe-
tes e cautelas da mesma lotera ,
na praca da Independencia n. 4 >
lo ja de miodezasde Fortunato l'e-
reira da Fonseca Bastos ; n. i3 e
i5, loja decapado do Arantes ;
n. 37 e 3g, loja de calcado de Por-
to & Gompanhia, e na ra da Ca-
deia do Becife n. 46, loja de miu-
dezas de Jos Fortunato dos Santos
Porto.
Bilhetes i>6
Meios 5,3oo
Quartos a,6oo
Quintos 1,100
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Vende-so urna preta creoula, de 2* a
. 25 annos de idade, sem vicios, nem acha-
ques, sabendoengomroar, lavar, cosiobar,
o coser alguma cousa : Da Solodade, no si-
tio dos 4 leoes, a ajualquer hora, se achara
com quem tratar.
-- Vende-se urna taberna na praca da Boa
Vista d. 5 : a tratar na mesma.
__ Vendem-se boas pennas de
pato, a 80 rs. o quarteiro : no
pateo do Gollegio, casa do livro
azul.
Vende-se urna casa terrea, na travessa
do Marisco : a tratar na ra da Santa Cruz
n- 70' .
Cal virgem de Lisboa.
Vende-iUse barrU com cal virgem de Lis-
boa, da oais nova que ha lio mercado : na
ra dn Apollo srinazem n. 10.
Vende-se um casal de escravos com
urna cria : no Barro-Baiio, no sobrado do
fallecido padre Manoel do Muro.
- Vendem-se saccas grandes com milho
novo : no Becco Cargo do Recife, laberua
quo volt para aSenzalla Mora.
Continua-se a vender manteig* ingleza
nova, a 480 e 560 rs. a libra, dita franceza, a
480 e 560 rs., gomina, a 80 rs. a libra, vina-
gre, aSOrs. a gairafa, e 500 rs. a caada,
viiibo, a t60 rs. a garrafa, o tudo o mais se
contina a vender pelos precos ja annun-
ciados, no paleo do Carino, veuda por baixo
do sobrado de um andar, esquina que volta
para o becco da Bomba n. 13.
Moinhos de vento,
com bombas de repuxo para regrar borlas
ebsixasdecaplm nafuudicode. W. Bow.
man:na ra do Brumns.6,8 0 10.
Vende-se urna preta que engooima li-
so, coze, cosioha e lava, tudo com perfei-
cUo; euma outra que cosinh, lava e be
quitandeira : na ra larga do Kozario n. 35,
loja.
Bandejas recortadas finas.
Vendem-se na ra do Queimedo, loja de
uiiudezas n. 47, mais barato do que em ou-
tra parto.
i'j --," r-"vns, sendo 1 ptimo
.nulato OCO de born >r..... .. .........
sendo urna boa ongommadeira o cosa
r> o. o. Q-ts f : a
o o o g ,-
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S n 2 2 S-e
ArilHlir IIl^ P\I(IV i Vendem-se saccas grandes Gasa Felrz, na praca da lndepen"
tlllilllJj UJu 1 illll A. com milho novo, por prego com- dencia n. 36.
Fabrica de chapeos de sol, na rua:mod0 tratar na ra da Cadeiat Nesta casa vendem-se bilhetes, meios e
cautelas da lotera da Matriz da Boa Vlata ,
cujas rodas aii/laui oo dia 26 do correte
mez ; vendom-ao igualmeote cautelas dt
lotera da igreja do Kozario daaeama fre-
guezia, os precos vAoabtilO declarados. 0
cauttlista da casaa cima, convida aoa a-
mantes deste jogo para darsni a preferencia
a compra das cautelaa da lotera da Matriz
da Boa Vista, as das loteras do Ro de Ja-
neiro, por serem aquellas maia baratas que
i",0n'aro9CS; Largo, lojan. a6.
beo-se pelo navio Havre, ultimo vi
Frnca, um aovo sor ti monto de chapeos de
sol de seda e de panoinho, para hornees e
senhoras, dos ltimos goslos; superiores
chapeos de sol de seda com cabos decana/e
outros dos melhores que tora vindo a esta
praca, que se coutinuam a vender por me-
nos pceo que em outra qualquer parle.
Na ra do Crespo, loja n. 6.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
desalpicos, com 6 \yi e 7 varas, a 3,500 e
4,000 rs ; cortes de oassa chita, de novos
gostos, a 9,940 e 9,500 rs.; casai franceza a
440 rs. a vara ; cortes de biim trancado os-
curos e mesclados, a 9,000 rs. ; panno fino
preto, a 3,000 e 4,000 rs.; lencos de cambraia
de linbo, a 480 rs.; ditos de cassa grandes,
a 160 is ; riscado i iiuho a 180 ra. o covado
e muilas outras fazendss em conta.
Vendem-se saccas com fa-
rello de 3 a 4 arrobas : no ar-
mazem de Antonio Annes, no caes
da Alfandega.
Urna encommenda de cobortores.
Que por serom pouros
Nao podem chegar
A lodos 08 compradores,
a 1,600 rs. cada um : na rus do Crespo, lo-
ja n. 6.
Vendem-se asseguintea seinentes:
nabos,rabanos.rabanete encarnados obran-
eos, sebola, couve trinxuda alface ala-
mos, repuihuda,chicoria, senoulas, feij3o
jcarrapato delreaqualidades, rrvilha loria e
d i nula, fava, coentro de touceira,8alc*, to-
' males grandes, repolbo, couve lombarda,
saboia, e mustarda : na ra da Cruz n. 46,
j defronie do Sr. doulor Cosme.
Bom negocio.
Vend-se orna canoa de roilheiro de lij-
lo, em bom uso, pela metade do leu valor :
na roa das Trincheiraa o. 99. *
llua do Crespo n. 9,
Vende-se riscado monstrn, de inho, com
4-pilmos do largura, a 320 rs .0 covado'; estas, o com igual aorle; como passa a de
afc^j^aBa|(ajflaj|M|aJ|aai]j^ j^aj^aBaajS^ ^
9 Botica liomeopathica.
a8 ra das* Crines a8 8
O) Ha para se vender algumis caixas a>
<$ ricas com medicamentos em Untura.
A Cada urna sera acciiipsnbada de um aj
( frasco com glbulos ioerles ,i j|
s meiodeoa_proparar.
i
t>
commodo : na ra do
Sands
SALSA PARRILHA.
Pateada da moda.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
dejsalpicos brancos de cor.pejo diminuto
n. 6.
tal doeaaida todas as qualidades : n |Ja|?afJos a 400, 7OO, 800, I,6oO,
Vende-se um jumento e duas jumentas. 3,000 c 4,000 rs. O par, no ater-
uma dolas dando leiteauma cria, milito r0 a [}oa Yibta, defronte da bo-
novas, por preco commodo ; na ra do .
ueiinado o. 14. i eca n. i4'
Trocam-se os mais superiores sapatos de
couro de lustro, francpzes e de Lisboa, para
senhora.a i,600rs. ; ditos de cordav3o a
800 rs.; dilos para meninos, a 400 rs.; sa-
patries, os melhores que teom vindo do Ara-
Vicente Jos de Brito, nico a- caty, Unto para homein, como para oieni-
lJn I II Ino, a700rs., e bolms paia homem, a 4,000
gente em Pernambuco de 15. J. sipaloesdo bizerro irai.cez,a3,5nors.;
iaiuls, cllimico americano, faz pu- ditos do couro de lustro, 4,80U rs.; broze-
kllM ipm chibado a esta nra_ Kuins do du""1ue' eom VODl" de lu,lr">
blico, que tem cnegauo aesia pra- 3 00Q r) ; dj(og de cores para ,eni,orf a
ca urna grande porcSo de frascos 2,000 rs.; dnos pretos, a 3,500 rs.,e outros
de salsa parrilha de: Sands que sao ^SSOSiS^XSX^ ^
verdadeiramente lalsilicados e l'otassa americana,
preparados no Bio de Janeiro, pe-1 No antigo deposito da cadeu velha, n.
loanesedevemacautelar os con- 12 existe uma pequea poroOo do potaaaa
" '_ ,,, ,mericaoa,chegadarccentementoquepor
suuudores de tao precioso lalis- 4llperiorrivalisacom a dailussia: vende-
man, de cabir neste engao^ to- se por proco razoavel.
Salsa de Sands.
Rain
larj' lio UoHll-
rio n. 56.
Este remedio acba-se a venda
na botica de Bailholomeu Fran-
cisco de Souza, no lugar cima Id-
Vendem-se lonas, brinzSo, biins, e
' meias lonas da Rsala ; no armazem de N.
;0. Kicbor & Companhia, na ra da Cruz
n.4.
Potassa da Bussia, e cl virgem.
No armazem da ra do Trapiche 11. 17, de
Jos Ferrcira Basto, ha para vender superior
' potassa da llussia, chegada ha.poucos dias.e
cal virgem da mais nova quo ha no mercado.\
. Familia de mandioca a 1,600 rs. a
soco.
No armazem de I. J. Tasso Jnior 1 na ra
jo dAmorim n. 35.
Vende-se urna escrava creoula, boa en-
'gommadeira, cosinheira o coslurcra : na
'ra Bella n. 16.
Vende-se uma preta creoula, de 30 c
tantosannos, que sabe cosinh.r, lavar, cose
[alguma cousa e vendo na ra: na ruado
Sol o. 7, se dir quem vende.
Obreas a -lo rs. a caixinba.
; Vendem-se na ra do Oueimado, loja de
uiudezas n. 47, de A. Jos de Azevedo.
Vende-se uma esrrava cieoula, com ha-
bilidades : na ra da Cadeia do Kecife n.
j 56, loja do ferragens.
Vrnde-se um relogio de prala orison-
, tal, por 25,000 rs. : na na larga do Itosa-
. rio. loia de miudtzas n. 26.
I Di psito de punno de algodao da
, fabrica de Todos os Santos da
Babia.
Vende-se o bem conhecido pan-
Deposito de cal e potassa.
iNo armazem da ra da Gadcia
do Kecife n. xa, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra ,
assim como potassa chegada l-
timamente a precos muito ra-
soaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Narua de Apollo n.6, armazem de vic.Cal-
moDt&i Companhia.acha-jeconaianlcmenle
bona aortimenloa detaia de ferro coado e
batido,tanto raaa coino fuudas,mocndasin-
elraa todas de ferro para animaea, agoa.atc,
ditas para armar em madeira de todos oa ta-
manhoae inadelloa o mala moderno .machina
norisoDtal para vapor.com fofa de 4 caval-
loa,coucos,paasadelras de ferro eataiihado
para casa de pulgar,por menos pre(oqueoa
decobre, escovensparanavloa,ferro inglex
tanto em barraacomo em rcoafolbas.etuao
por barato preco.
Carnauba de primeira sorte.
VeDde-se em porcSo o a retalho, no depo-
sito de t. n. Andrado Companhia, na la
da Cruz, confronte o chaforiz n. 19.
Vendem-se relogios de ou-
ro e pr&ta, patente inglez: na ra
da bcnziilla l\ova n. 42.
AGENCIA
da fundi?o Low-Moor.
KUA DASENZALLA NOVA .N. 49
Neste estabeleeimento conti-
aa a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias mo-
endaspara engenho machinao
de vapor, e taixas de ferro bati-
do ecoado de todos os lama-
nhos, para dito.
aioendus Miipcriores.
Na fundic9o de C. Starr& Coiupanhia,
emS. Amaro,acham-seavenda moendas
de canoa, todas de ferro, e um modelo e
construccl o muito superior.
Sedas.
Vendem-se muito superiores sedas, de co-
res e prelas, para vestidos de senbora e me-
-Na ra do Apollo, armazem o. 9 B, exis-: nina, manteletes, ou cipotinhos, por pre-
lem para se trocar, uma imagem de Nossa f o muito commodo, alim de se apurar di-
Seobora da Soledade, e uma de S. J0S0 E-' uheiro: oo aterro da Boa Vista, loja de cal-
vangelisla, obra perfeita,viada de Lisboa. fado o. 14.
Vende-se a taberna da ra do Collegio Vende-se um ca vallo muito novo, e tem
ir 17 ; a tratar na mesma.
mando as funestas consequencias ,
que sempre costumam trazer os
medicamentos falsificados, e ela-
borados pela mao daquelles que
antepdem *eus interesses aos ma-
les da bumanidade. Portento, pe-
de para que o publico se posaa li-
vrar desta fraude e distingua a
verdadeira salsa parrilha de Sands
da falsificada, e recentemente a-
qui chegada o annunciante faz
ver, que a verdadeira se vende
nicamente em sua botica, na ra
da Conceico do Becife n. 61 j e ,
alm do receituario que acompa-
nha cada frasco, tem embaixo da
primeira pagina sen nome impres-
30, ese achara sua firma em m 1-
nuscripto sobre o involtorio m-
presso do mesmo frasco.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Babia.
Vende-se,em casa deN. O.Bieber&C.,
na ra da Cruz n. 4,algoda*otransado a-
nuellarabrica,muitoproprioparasaccosde
assucar eroupa deoscravos.porp rec,ocom-
oodu.
a ao rs. o covado ou 4,5oo rs.
a peca.
Na ra do Queimado, loja n. 3, Vendem-
se dulas escuras muito boaa, e de lindos
malizes, pelo baratisslmo prego de 190 ra. o
covado. ou 4.500 rs. a pea ; bem como ou-
tras fazendas baratas.
Gal virgem de Lisboa.
Vende-se superior cal virgem-,
chegada ltimamente de Lisboa, e
por preco muito em conta: no ai-
mazem do Caes da Alfandega n.
7, ou a tratar no escriptorio de
iNovaes & Companhia, na ra do
Trapiche n. 34*
cucado : o mesmo garante a quem;no de algodao da Baha, proprio
duvidar ser a verdadeira Salsa de'para saceos e roupa de escravos,
Sands. a vontade do comprador: no es-
Gomma de engommar. jeriptorio de Novaes & Compa-
Veniiem-se saccas com gomma, muito al-j nhia, narua do Trapiche n. 34.
va, propria para i-ngoni 111 r e fazer holinhos, Alerta freguezos
poroto ser secca ao fogo: na ra do Quei- qub sji0 chegados,
Cobertores de algodSo
mudo n. 14.
Vcnde-se um sobrado de um andar,
silo na rus do Livramento : a tratar no acr-
iolla Boa-Vista o. 10, sobrado; I a ni lie ni se
vende urna negra boa quilandeira
Arados de ierro.
Na f undicSo da Aurora, em S. Amaro,
rendem-ae arados de forro do diversos
no lelos,
Taixas para engenhos
Na fundicSo de ferro de D.
VV. Bowman na ra do Bruno,
pssando o chai u iz continua a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocca^
as quaes acham-se a venda, por| jjeo8 n aJ"
preco commodo e com protnpti-
do, embarcam-se, 011 curregam-
Muito encorpados.
Na ra 1I0 Crespo.loja da esquina quo vol-
ta para a Cadeia, a 1,600 rs. cada um.
Em casa de J. Reller &
Gompanhia Da ra da Gruz n.
55, ha para vender dous excel-
lentes pianos fortes, e de uma das
melhores fabricas, chegados lti-
mamente da Europa.
Batatas novas
Francezas, em gigos de 4o li-
bras, chegadas no brigue Cesar ,
por precos muito comino.lo; : no
armazem da travessa da Madre
Palitos leilos.
Cnniiinia-.-c a vender palitos de panno fi-
_ no, por preco muito commodo : na loja do
ge em carros, Sem despezas ao S0brado avaarello, nos Qoalro Cautos da ra
comprador. i do Queimado n. 29.
Vendem-so oa verdadeiros selins io- A 2,000 rs. O corte.
glezes, patente, de mollae sem ella : nal Na loja da esquina, quo volta para a ra
ra daSonzalla Nova n.42t> do Collegio n. 5, vendem-se cortes de meias
Vende-se a excedente typo- cesimiras a 2,000 rs e borritos cortesde
graphia do Diario JNovo estando bias franceza, de coros, a 3,200 ,s. o
bem montada, tanto de bous pre-
los, como de typus : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Prala
n. 55, a tratar com a Vitrea Boma.
A 5,ooo rs.
Suporiores chapeos do sol do seda ingle-
zes chegados pelos ltimos navios, pelo ii-
rriauto preco de 5,000 rs. cada uma : na
ra do Collegio n. 4.
Cal virgem.
Vende-se'cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na ra do Vigario n. 19, primal*
andar, escriptorio de T. de Aquino Konseca
& I iilio, ouna ra do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Fonseca.
Feijo novo a 6,000 rs.
No armazem de Couveia & Das, confron-
to a escadinba da Alfandega.
Queijos do sertao.
Vendem-se muito bons e Irescaesqueijos
do serlfio ; na ra do Queimado n. 14.
Vendem-se saccas com fa-
rdos : na ra da Madre de Dos,
armazem n. .0.
Lotera da Matriz da Boa Vista.
Aos 10:000,000 e 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca da Indepen-
dencia 11. 4, vendem-se bilhetes inteirus e
meios, a beneficio da Matriz da Boa Vista ,
Vende-se caixas com cera
em velas, de 3 at 16 em libra ,
fabricadas em Lisboa, e no Ido de
Jantro, por uceo mais co.umodo
do que em outra qualquer parte :
trata-se com Machado & Pinhei-
ro, na ra do Vigario n, 19, se-
gundo andar.
Cortes de vestido, a 2,000 rs.
Cootiuua.se a vender cortes de riscado
fraocez, cor flxa e bonitos padres, pelo ba-
rato preco de 2,000 rs. cada corle : na loja
do sobiado amarello nos Quatro Cantos, da
ra do Queimado 11. 29.
Fabrica de chapeos de sol no
Ateiroda Hoa-Vistan, aa.
O dono deste estabeleeimento cima men-
cionado tem a honra de participar o respei
tavel publico de Pereambuco, e particular-
mente aos seus freguezes, que rooehou um
grande sortimento de chapeos de soda e de
panniihu para homem, ricos chapeos de se-
obora. um grande e escolhido sortimento
de sedase pauiinhos para cobrir armac,des
servidas, fazem-se todos os coucertos neces-
sarios em chapeos velhos, todos estes objec-
los cima mencionados se vendem por me-
nos do que em outra parle, o a contento dos
freguezes.
Venle-se oleo do recio em latas da
' algun audarea: na ra do Queimado o. 14. 'Senzaiia Nova n. 42
que corre impreterivelmento no dia 2G de'SO libras epor mais commodo preco do que
outubro. i em outra qualquer parlo : na ra da Cadeia
Bilhetes inteiros 10,000 ido Itucife, 11. 56 loja de ferragens.
Meios bilhetes 5,000 1 Continua-se a vender manteiga ingleza
Vendem-se amarras de ferro: na na da I nova, a 560 ra ; em porcSo se d por menos:
[ no pateo do Careno, renda nova n. 2.
ditos francezea a 180, 240 e 280 rs. o cova-
do ; cortes de cambraia de babados a 4.800
e 5,000 is.; e outras muilas fazendas de
goslos modernos, por menos preco do que
em outra qualquer parle.
Ba do Crespo, loja amarella
n. 9.
Vende-se palitos do ultimo gosto, de
panno mesclado, por menos preco do que
om outra qualquor parto ; cortes dn caniz
hraia de s.lpicos, por 3.000 e 3,500 rs o
lencos de sela a 500 rs., panno escosse;
para palitos a 2,000 rs. o ovado ; cortes d.
I111111 francez, doullimo gosto, a 3,000 rs
Vende-se uma casa terrea defronie
do viveiro do Muniz; a tratar na ra do Li-
vramento n. 41; o aeu proco he o mais ba-
rato possivol.
I.uvas de pelica.
Vendem re as muilo superiores luvas de
pelica ponto inglez, a 2,000 rs. o par, ditas
com um pequeo loque do mofo, a 320, di-
tas de lorcal muilo novas, a 720 : na ra
estreita do llosario quevotla para o Quei-
mado, loja de miudezas n. 2 A, junto ao de-
posito de pilo.
Leques finos.
Vendem-se leques muilo finos o de muilo
bom gosto, a 3,000 rs.: na ra estrella do
Rosario que volta para o Queimado, loja de
miudeaas n. 2 A, junto ao deposito de pao.
Lencos para gravata.
Veodem-se muito superiores lencos de so-
lim de cores par grvala, a 1,000 rs., fran-
jas para cortinados, a 240 a vara, lita de ve-
ludo para volta, a 800 rs., lesouras muilo fi-
nas, a 1,000. 600 e 40c r*., caivetes do duas
folhas muito finos, a 1.000 rs,, facas e garlos
muito linos de cabo de balanco, a 6,500 a
duzia, caixinhasde vidro, a 640, linhas de
carretel do 200 jardas muito linas, a 100 rs.,
e ondas muitas miudezas que se vendem
por menos preco do que em outra qualquer
parle: na ra estreita do Rosario travessa
para o Queimado, lojn de miudezas n. 2 A,
junto ao deposito de pSo.
Couro de lustro a 3,2oo.
Vende-so couro de lustro muito bom, a
3,200 a pele : na ra estreita do Rosario tra-
versa para o Queimado, loja de miudezas n.
2 A, junto ao deposito de p8o.
Gordas para vioiao.
Vendem-se corda*e brdOes para viola,1,
papel pautado para msica de muito supo-
rior qualidade, frocos para enfeites, requi-
fes para dilos, bandejas de todos os lma-
nnos: na na estrella do Rosario travessa
pare o Queimado, loja de miudezas 11. 2 A,
junto ao deposito de pSo.
Vende-se cha hysson muito novo, e de
superior qualidade, por preco commodo; e
em lotes a vontade dos compradores ; no
escriptorio de Matheus Austim & Companhia
na ra do Trapiche o. 36.
Ainda est para se vender o sitio no
principio da Estrada Nova, e Umbem se ar-
renda lelo lempo da feste ; tem casa de vi-
venda solTrivel, duas cacimbas de boa ku.
de beoer, wswuwra arvorodos de fructo.cen-
to c tantos ps de larangeiras que dSo inic-
io, e tenas para plantar : proeuro na ra
Nova no primeiro andar do sobrado n. 26.
- ~ Vende-se leite puro a 200 rs.: no becco
da Bomba n. 6.
Vende-se um escravo perfeito sapatei-
roebolieiro, por 700,000 rs 11S0 tem vi-
cios, nem deleitos, nem molestias, o moti-
vo da renda se dir ao compiador: quem
quizer, annuucie.
Vendo-so ou aluga-so um sitio em
cliSos proprioscom boa casa de pedra e cal,
cacimba de boa agua, e tanque, e divercos
arvoredos de fruto, na estrada do Arraial, o
qual devide pela estrada com o sitio do Sr
Elias Baptista, igualmente so vende ameia
agua n. 2 da ra do Janlim, com cb3os pro-
prios e quintal : os pretendenles dirijam-sa
a ra da Santa Cruz n. 74.
Vende-so uma grande ras terrea abar-
racada, contendo 7 quartos, sala da frente
forrada, corredor separado,o Sila de detraz
Cosioha fora, quintal tolo murado, estriba,
ria. e quarlo para preto, com cosinha pro-
pria, e por preco muilo enconla a vista do-
grande palacio : a falar na ra .\ova o. t,
loja de chapeos que faz esquina para a ra
das Trincharas.
Velas de carnauba.
Vendem-se velas as mais superiores que
se podem fabricar : na ra da Cruz n. 34.
Caixas de guerra.
Vendem-so na ra do uueimado, na nova
loja de miudezas n. 47, lindos tambores
grandes e pequemos pa>a menino, mais ba-
rato que em outra parle.
Caivetes linos para pennas.
Vendem-se 11a rus do Queimado n. 47,lo-
ja de miudezas, muito finos caivetes de 2
folhas, com um lapis ; a elles antes que se
acabem.
A 3,5oo, 1,600, e 800 rs.
No aterro da Roa-Vista, loja do calcado n.
58, junto ao seleuo, vendem-se superiores
sapatos francezes de lustro para senbora, a
1,600 o par, borzeguins gaspiados, a 3,500,
sapatos de marroquim para homem, a 800
rs., sapalfles de lustro fiancezes, 5,000 rs ,
gravatas desetim tanto prela como de co-
res, um completo sortimento de perfuma-
ras e de calcado, que se vende barato a di-
nueiro.
Chapeos.
Vendem-se superiores chapeos pretos de
seda, muito leves e de ultima moda, vindos
do Havre no brigue Cesar; assim como lu-
vas deseJa decores, tanto para homem co-
mo par senbora : no aterro da Boa-Visla
n. 58, loja de calcado.
Micos espelhos de moldura.
Vondem-se na ra do Queimado n. 47,
mais barato do que em outra parto.
-- Ocautelisla Antonio Jos Rodrigues de
Souza Jnior, faz sciento ao respeilavel pu-
blico, que tem oxposlo a venda em sua loja
d ferragens, na ra do Queimado, junto ao
becco da Congregado n. 37 A, e na mesma
rua.loja n. 12 de JoSo Baplista Rodrigues do
Souza ; no aterro da iloa-Vista.loja de miu-
dezas n. 48 de Antonio da Silva Cuimar.les ;
e na ra da Cadeia do Rocife n. 24, loja de
can,bio de Vieira da S.lva, os seus afortuna-
dos bilhetes, meios luli.ces, quarlns, quin-
tos, decimos, o vgessimos, da lotera da
matriz da Uoa-Vista, quo Corre impruteri-
velmeule no dia 26 do correute aos precos
aliano, e as mesmas lojas se paga logo o
premio que sabir nos referidos bilhetes e
cautelas.
monstrir, um dcimo da lol-ria da Mat'iz
i-u-i-i 1,100 is e pode lli 1 locar poraorte
920,000 rs.; um vigsimo da lotera do Ido
costa 1,300 rs., tendo a mesma sorte de
920,000 rs., ganhando o comprador 200 rs.
em cautela; a ellas. Na ra Nova, loja do
chapeos n. 4, existem a venda cautelas da
lotera da Matriz. Precos:
- Matriz.
Bilhetes 10,600,
Meios 5,400
Quartos 2.600
Quintos 2,100
Decimos t 100
Vgessimos 600
Loja de modas da ra Nova n. 3a
de madame Theard.
Madame Theard lem o prazer de annun-
ciar ao publico, e com especialidade a seus
freguezes, que no dia 27 de setembro Ando,
ebegou de Franca o navio Osar, pelo qual
recebeu um lindo sortimento de modas de
sua particular encommenda, ao gosto do
paiz, e mais moderno uto da Europa como
aejam : manteletes de cores guarnecidos
com maior elegancia, chapeos para senho-
ras. meninas o enancas, o mais rico que po-
do haver neste genero, ricos vestidos que
ja trazem as competentes goarnicOes para
noivas, leques com asteas de madreperola,o
inri hor que lem vindo a eale mercado, man-
tas brancas de blondo para nteite de cabs-
i;.i de mu va, ricas rapellas para noivas e bai-
les, ramos de or de laranja, e pretos para
lulo, filo Iranco de linho lavrado do mu
lindos desenhos, proprio para vestidos, dito
de blonde braucotambem para vestidos,mu
ricas litas entremediadas do veludo para en-
feites, cinto, e o mais a que a quizerem ap-
plicar, mu lindas trancas de vanadas cores,
Lieos de lilon le pretos e brancos. e outros
immensos objectosque se nSo mencionam
pela grande variedade; mas neste estabele-
eimento se encontra tudo quanto se possa
desejar para ornameoto de uma senbora,nSo
so feto, como se ple fazer a contento de
quem encoinmendar qualquer objecto, com
a maior perfeic9oe gosto por estar sempre
bom soitida de preparos, que manda buscar
directamente por nao su acharem no merca-
do seoao cousas Inviaes ja muilo visla-, que
nao ofierecem vanedade alguma ; 01 precos
vista da qualidade de suss fazendas, he o
mais razoavel possivel, que muito agradara
a quem quizer lera hondado de dirigir-se
aodito estabelecimonlo, e o convidara anSo
sahirsem comprar.
UH. J.______ ... .'a-^aaaMaajaaaaaajaai
Escravos fgidos.___
100,000 rs. de gratilicacSo
llesappareceu no dia 7 de maio prximo
passado, o pardo Leonardo, de idade 18 an-
nos pomo mais ou menos, o tem os signaes
seguintes: -baixo, o pelto um tanto me til-
do para dentro, c>helio carapinhado eal ao
nieio da testa, o falla descancado. Kste es-
ermwo riob todos a diaa vender leite no Be-
cife, de um sitio na Boa-viagem, pertencen-
te a Joanna Hara doa l'aasos, de quem fo
escravo: quem o apprebender e truuxer na
ra da Senzalla Velha n. 60, segundo andar,
receber a gralilicac^o cima.
-- Esta fgido desde terca-feira, o mole-
que africano de uoroe Antonio; elle he mui-
to conhecido por vender todos os das, ao
meio da, tapies, rules e doce: levou
uma camisa de chita que ja est branca.com
pregas na abertura colarinho encarnado,
calca azul ; tem uma falla de cabellos muito
visivel pela continuacSo de carregar o talui-
leiro, e no p direito tem o dedo que Oca
junto do mnimo tilo pequeno que faz umita
dilli'ienea dus outros : pede-so aoa capitles
de campo e mais pessoas que o viren), que o
peguem e levem-o na Solo lado n. 42, que
serUo recompensados.
llesappareceu no dia 6 do correte mez
de outubro, uma preta de nomo Joaquina,
de nagao Rebollo, de dado 40 annos pouco
mais un monos: levou vestido de algodflo
azul,panno da Costa de lislras azues e brrn-
caa, de boa altura, e retobada tem uma
costura grande de fogo debaixo do qoeixo
esquerdo, um buraco grande ca orelha por
trazer brinco grande, com varios panos
brancos pola cara e beicos, cabello preto';
lo 1 criada no serlSo do Ico, e todo o seu in-
terno he toruar para l : roga-se a tudas as
autoridades pohciaes ecapil3ns de campo,
que a encontrar, a prendan) o levem-a a scu-
i'iiImi 11 1 largo da Trempe, sobrado n. I,
que tem venda por baixo, que se Ihe pagara
o seu trabalhu geiierosimcnte.
Ha um mez, pouco mais ou menos, de-
sanpaivceu um preto por nome Manoel,cro.-._.
OUlo, n ollcial de alfaiate. Instante- cj'ili -
cidonesU praca,po'j haver ..abalhado em
muitas lojas, o qual p rl mico ao abaix~> as-
signado, e tem os signaes seguintes :bai-
xo, quebrado das virilhas, um pouco grosso
docoipo, cor peta, olhos grandes, tem tres
cica ir I tes 110 braco e mSo direita de uma
operacSo que havia snffrido ha pouco no
hospital ; lio dn presumir que ande por esta
cidade, visto ser dola natural, e ter algdns
prenles : roga-se as autoridades policiaes e
a toda e qualquer pessoa, a captura do mes-
mo, e o favor de o mandar entregar nesta
cidade em casa do senhor subdelegado da
Moa-Vista Rufino Jos Corris de Almeido;
e oa cidade do Rio-Formoso s Francisca
i.liri-iin.i 1.1 us, quesei generosamente re-
compensado : o mosino abaixo assignado
protesta rom t ido o rigor da le, contra a-
quella pessoa, quem quer que seja,que o li-
vor occullado.Francisco Caldas Lins.
-- llesappareceu no da 15 do passado, as
7 horas da noite. do Hotel Recife, o pardo
ExequLI que foi do senhor Luiz Rodrigues
Selle, e como pelas circumslanciasquo pre-
cedern) a esss fuga presuma-se que elle
procure a todo custo ovadir-se, roga-se as
autoridades policiaes que o recommendem a
seus inspectorese pessoas de couldiic,lui
de ser desconerto e capturado : o pardo he
baixo, de idade 25 annos, o oio corpo, sem-
blante carregado, tendo uma pequeoa cica-
t'iz na face, anda calcado e fuma : levou
chapeo de seda preto, e anda com uma ben -
gala lina ou junco, e ioculca-se por forro ;
anda frequentementono bairro da Boa-Vis-
ta anudo sempre he encontrado: quem o
pogar ieve-o a rus do Trapiche n. 5, quo sera
recompensado.
Est fgido desde o principio do mez
de solomillo, o prelo l.uiz, do nacSo Ango-
la, que representa ter 26 annos de Idade, de
estatura baixa, chelo do corpu, e quando
falla bato coa a lingua nos denles, lem um
pequeo signal como de um talho na espt,-
dua direita, con-li que tem andado pas us
parteado Santo A11U0, ou engenho das Ta-
bocas : quem o pegar leve-o a ra da Con
cordia n.8, que ser recompensado.
Psait. : Ttp. db M. k. h f*bia. 1852'
Bilhetes 10,(00
Meios 5,200
Quartos 2,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Rosario.
Quartos 2,200
Decimos 1,000 i
Vigsimos 500
;<
i

J MUTILADO 1


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