Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03357


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Full Text
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nnoXXVll
Sabbado 9
DIARIO
ninai...... J "
deQutubro de 1852.
N. 228.
PEMltlBlCO.
mi
moo i suBoiiipplo.
Pammihto Aduhtibo.
Pili trimestre.............
fortemeitre ..i............
Por BDO ........ i.....
PiaoneNiao ooriiESTii.
Por quartrl .............
aro-rioiasDO mrrnii)
Para.... 18 deSctbr. Minu. .MdeAgoato
niobio, de dito S.Paulo. 7 de dito
Cear.... 21 de dito R.deJ.. 20 de Setbr.
Parahusa deOutbr. Habla... 29 de dito
BIAr-A ll. ADBIBaWOlAs.
4/000
8/000
15/00#
4Seg. S. Kranciico.
5 Tere. Si. Placido e
Flavla.
I> Quart. S. Ilnino; S<
Casto e Erolbldei.
. Quii S Augusto.
- (ral. Brgida.
1 iio i Orpkio
!,e5.s lOhorai.
1. aradrfeivil.
3. e 6. ao mcio-dla.
fuiM1'
I. e 8. Ai 10 hor.ii.
2, rara do eivel.
9Sab. S. Dlonizio. ua eaabadoaao melod
10 Doro. II. Patroci-I atlJafA.
nlo de S. Joi. |Tercai e libados.
iriMiiim
Cveiceatci 20, as 2boraie!M minuto da ni
Chela 28 ai a borai Si mlautot d* m.
Mingoante i 6, ai 8 hora 18 minuto da ni.
Rota I, ai 4 horas e 46 ralautoi da in.
"nii" O
Prlmelra i I hora t !8 mlnutoida tarde.
Segunda I hora e 41 minutos damanhria.
2 UATiaii Boa OOIAIIOI.
He rarahlba, i teguada i idlii
iinde-do-Borte a Victoria a I qulataa
,Carmn, e Garaahuai no l'e I decad*
l.Ourloury.Exu e Boa-TItAl3 a SI
a, todo oa dlaa.
i o Correioa partem ao melo-dla.
TOTioiAA iiTniasuiii.
Portugal 14 de Selbr. Austria 3 de Selbr.
Heipanhi lode dllo ISulaia.... J de dito.
Franca., de dito ISuecla... 28deAgoito
Blgica.I. de dito Inglaterra 8 de Srtbr.
Italia. .Si i de dito |E.-Unldoi 20 d'Agoito
Alemanba. 3de dito Mxico... < de dito
Priia ..-.'< de dito California lode dito
Dinamaroali de Agt. Chill. 9 de dito
Rula... 59 de dito Buenoa-A. de Julbo
Turqua. 25 de dito Montevideo 5de dito
OAMBJOB DK 8 DI OUTDBBO
Sobre Londres, a 2s por i/IJOO d.
Parla, 359
Lisboa,I 00por canto.
BTABt.
Ouio.Oncaa heinanhola.......''.'.'.: 21/uoO
Hoedaa de 6/400 elhal........ 16/000
. de HHOOaov.........16/000
a de 4/000........< 9/UOO
Pralt.PatacoesbrnsiIciroi. ........ 1/9/0
Peaoa o i 111 m na r ioi..'. ....... 1/970
Ditoa meiicanoa.............. 1/800
PARTE OFFICIAL.
BISPADO |E PF.RNAMBUCO.
D. Joo da PuriflcacSu Marques PerdigSo
conego regrante de Santo Agostinlio, u<>'
grtci de Dos e d Santa S Apostlica.
biipo de Perntmbuco, do conseibo deS.
M. I. e C. &C.
Por especial mandado de Sua Magestade
Imperial, cutnmunicad>> pelo imperiel avi-
so de l( demarco do 1829, expedido pela
secretaria de estado dos negocios da juili-
c. Pomos era concurso pelo presente li
tal|as seguintes igrejas vigas deste hispido:
a de Nossa Sennora da Penha, de buriti;
a de S. JoSo Baptiste, de Porl'Alegre a de||garit, rol um
Nossa Senhora da Gloria, do arraial da cor-
rente do Rio das Eguss; a deS. Jos, da
villa de Aquiras; a e Nossa Senhnra d'As-
sumpcSo e S. Cunalo, deCabrob; e a de
Santo Anlo, da cidade da Victoria.
Todo o reverendo sacerdote, ou clrigo,
que queira fizer opposicSo as igrejas cima
referidas, aprrsente-se com seus papis
promptos e correntns na forma do eslylo,
para serem admillidos, fazendo termo de
opposicfio dentro do prazo de sessenla dias,
linios os quaus se far o concurso, ero o
quil responderfio os reverendos oppozilo-
res nova casos de moral e conscicncia, e
farto urna rx;m/ir,ao ou homila do evange-
Iho, que assignarmos, para propormos aS
M. o Imperador os que se ulgarem mais
dignos, na forma dos sagrados caones e
eonc. trid.
Dado em Olinda sob o sello da chancarla-
ria e nosso sigual, ios II de outubro de
1851. Ku, o padre Joaqun) d'AssumprjSo,
esorivSo da cmara episcopal, o subscrevi.
Jodo, bispo de Permmbuco.
Assumpcdo.
Editil pelo qual manda S. Exc. lima, tr
coocurso as igrejas vigas deste bispado,
en conformidad!) as imperiaes ordena.
Para V. Etc. Rma. assignar.
EXTERIOR.
son para urna cadeirinli, na qual seguiu im-
mediata mente em diieitura a casa destinada
para sua residencia.
Sua Magestsde Imperial nfo quiz aprn-
veitarnem radeirinha, nem palanquim, nem
outro algum genero de locomotiva das dina-
rentes que estavam de anlemo preparadas
no ces, quiz carmenar a p, afim de Ir ob-
servando o modo por que a princeza era
conduzida, e de piular prestar a Augusta
doente os cuidados de que por ventura vies-
se a carecer, Admiravel amor de mi, que
maia de urna lagrima arraocou dos olbos de
milhares de espectaJnres !
Do caes at a casa escolhida para residen-
cia das auguatastas personagens, foi urna
continuada ovacSo, foi um triumpho inces-
scena mgica, que. a-um
pincel de grande mestre nu talvr-z a pena de
algum genio imaginoso e sublime poderiam
reproiuzir.
Em todo o transito de um e do outro la-
do, ergum-se mastros de verdura, dos
quaes pendiam graciosas grinaldasde orna
verde planta, a que este poro denomina em
sua frase pIloKsfo Alegra Campo l>e es-
paco a espaQoolTereciam-se vista elegan-
tes arcos e prticos, primorosamente reves-
tidos de t r Inri e adornados d ban-lelras,
sobresaindo no meio da verdura e das flores
algumas insenpees singelas, mas profun-j
damentc sentidas o significativas da alegria,I
da ventura e volos deste bom povo. Aqu
lia-se ; Aovo ettrella neslcs cos '. alero,: tlor j
nova ntttes rumies agota : Honra ao heroico
amor materno .' e depois os ollios enconlra-
vam assignalados os historeos nomes do
llrnuharnais, de llraganqa.
Tivea honra de virao lado de Sua Mages
tade Imperial, e apenas me anima vn diri-
gir-lhe a palavra, porque nSo qu.Tia rou-1
bar-lhe o prazer que to intensamen-
te vioha saboreando, de vor as prisenteiras
sccenas que presenciava ; nSo me ailrevta a
dislrair a sua aliento dos farinosos gru-,
pos de sonhoras que das janellas e de im-
provisados mirantes a estavam saudamlo ;
nilo ousava perturbar enm a menor obser-
vhi;Io ii admiravel atnahiliJade cumqueij
n-spoii lendo as sauda(es do um povo in-
do ro. vido de a ver, de render-lhesince-,
ras himnnagens; e mais que tade impuz-
me o dever de n8o dislrair esso amor subli-
me de mSi, que de vezem quando movii
SuaMigestnle Imperial a volier os olhos
Acial de engenhelros Tiberio Augusto Blanc
no director das obras publicas, no adminis-
trador do cnncelho do Funchal, no director
do trem, na commisso a quem encarregue
do adorno das ras ( pedindo a justica que
faga particularmente meoglo do dous mem-
bros della, em primeiro lugar o cidadSo Se-
veriano Alberto de FrelUs Ferraz. e depois
delle o cidadSo llenrique Crawfora ), no of-
liri.il do regisio do porto, em muitosempre-
gados pblicos, em muitosartilices do Fun-
chal, e em to lo o povo.
Correu ludo na melhor ordem, nSo houve
um so acontecimento deitgradavel, e poaso
afTouramente asseverar que nenhum povo
do mundo ha cipaz de mantir mais ordem,
mais socego e mais civilisapSo em actoa so-
lemnes do'que os habitantes da Hadeira.
O que ludo too V. Exc. queira com-
municar a Sua Magostade a Nossa Adorada
Rilaba,
Dos guarde a V. Exo. Funchal 31 de agos-
to do IBSa.-lllro. o EXfn. Sr. minisfo e se-
cretario de estado dos negocios do Reino.
O governador civil, Jos Silvestre Ribeiro.
Illm. eExm. Sr.Para dar V. Exc. urna
noticia exacta do estado da saude de Sua
Alteza Imperial a princeza D. Mara Amelia,
transcrevere aqu os boletini que at hojo
tem dado o l)r. Ilsrral, medico de Sua Alteza
Imperial.
O primeiro, datado d 31 de agosto lindo,
he concebido nos seguiutes termos :
Sua Alteza Imperial a princeza D. Maria
Amelia sofTreu, durante os tres diasdi sua
pois de urna tal dorlarar.a.i de princl-i vain. OSr Rogtes, qun he um espirito tini-
j talvez sedevesse crer que a reparagSo tarioe centralisador, queria abolir todas
Rutada igreja edoestido he cnusa rea-itrez para crear urna suniversidadeem Bru-
ja na Blgica. He um erro: Qa famosa zellas.
ria emeltlda no aono de 1830 plr Mr. de Em 1831, sendo elle ministro, creio
nniis, auxiliado de Mr l.arnr.iaire e
ontilembert, sobre a indopemlencjado
o clero belga m admittio o que ij,.
era! proreitoso : a O estado, notemodi-
reiio a intervir na nomeacSo nem na loill-
luifgo dos ministros de um culto quiiquer,
nem de prohibir que oites se correspondam
f>m os iew.1 tuperiorc, etc. mas o que nSo
TT'-tou, he a separac^lo da igreja debaixo do
ponto de vista da lei do ornamento. Elle
bem quiz formar urna igreja sob o dominio
immediato de Roma ; mas nSo quiz formar
urna igreja apoilolica que subslstsse pelos
dons voluntarina daquelles que fazem parte
dalla. Com effeito a constituirlo belga, no
titulo das Anancas, restabelece a questSodos
cultos, eahi leio .-
A t. 117. As congroas e pnnsOes dos mi-
nistros dos cultos estilo a cargo do estado i
as somm.is necessarias para ellas serio mar-
cadas animalmente na lei do ornamento, k
He urna inconsequeneia mam'esta. Que!
dizeis vos : Ninguem pode ser obrigado a
concorrer de urna maneira i/ualquer pan os
actos e ceremonias de um culto, o dizendn
iato, me obrigaes a concorrer para a conser-
varlo dos cultos da maneira a mais positi-.
va, da ii i nti a bolsa, dos impostos queeu
pago !
Sei muito tiemque na.Blgica, como em
que
apreaentou um| relatorio neste sendido. O
clero nflo foi de seu parecer, defendeu as
universidades prqvincises, pronuncindo-
se smenle pela siiprcss.lo da univprsi lado
O ensino segundario foi organisado em
1850 pelo gabinete actual, O clero deseja-
ria ter anda aqu a eutoridade que possue
no ensino primario. Mas o ministro, em
minjsterio creado e elevado aos negocios
por urna agitacSo liberal e anta-cstholica,
nSo poda ceder a semelhantes pretenc,oo<.
A lei insliluo o semino secundario de urna
maneira essencialmente secular. A insoec-
de Louvain, como superfina. Finalmente'(Sodas escolas ao exame dos liaros foram
em 1835. urna lei suprimi Louvain con-jattribotdos ao governo; foi determinado
viagom, os encommoilos proprios das via- 'nutra qnalqiier parte, os partidarios do or-
gensdemar, e queSui Alteza Imperial tem jmenlo dos cultos tora dous argumen-
igualmente sofCridooutrasvezes. Sua Alteza
Imperial no seu desembarque, apezar destes
encommudos, e de ter tomado durante a
viagem multo pouco alimento, e no meio
das emoefles que aiTrctaram mui profunda-
mente o seu Ciiriflo, mostru muito mais
forca ilo que era de supir. Sua Alteza Im-
perial vai descansando da fadiga da viagem,
e esperamos que em breve o clima comecara
a fazer senlir a sua binellca influencia, co-
mo lodos ancinsamonte desejam
O segundo, datado de hoje, he assim con-
cebido :
a Sua Alteza Imperial a princeza D. Mara
tos.
Elles dizem :
O orcamento dos cultos he umi reslitui-
efin, e mesmo urna retribuic3o mediocre do
que ts revolur;0es contemporneas lem lo-
mado ao clero.
Mi/ mi anda :
A minoria be obrigada a c incorrer para a
manuten;Su do culto pelo mesmo principio
que a faz participar na conservando da po-
lica Anda mais que isto. Quem quer que se-
jas, dizem elles, qualquer que sejau as
vossas ideas sobre as religides, tendea inle-
servou l.igee Gand. Mas apenas a lei tinha
sido vota la, quando o arcebispo de Malinas
offeerceu-se ao municipio de l.ouvain paia
lugar oa edificios de sua ex-universidade.
Louvain que jamis amou hasiante o clero,
desojara muito recusar, mas que perda ma-
terial que interesses certos pedidos para a
cidade! os edificios foram alagados o e he a orignm da celebro Univtrsidau'e citht-
lici (le Louram, este idoal da medicina or-
thoduxa, do direito oilhodoxo, da philoso-
phia orthodoxa ede todus os conhecimen-
los or lu luios.
A universidade de L'iivain ha sustentada
pelo clero, por quotas dos padres, por As-
mlas feitas ms igrejas, pelas dadivas dos
no 's do paiti -o c.iilnilico
Vmc. n lo pode imaginar, o papel que re-
presenta neste paiz a Universidade de Lou-
vain. O clero se serve de sua Influencia pa-
ra obrigar os mancebos que aspiram as pro
que os estabeleci metilos de iostrueelo que
estilo nos edificios do estado e dos munici-
pios fleariam sujeitsa lnspecc,3o do astado.
Na verdade, nada ha mais justo, admiliiu-
do-se urna organisar;So nacional do ensino
oque, bem sei, Vmc no admilte. pele-
ro nflo poda dizer que a le era irreligiosa
em seu fm; porque no artigo 8 desta lei
vejo expressamente que o clero he convida-
do paia dar a inslrucc^o religiosa nos Alte-
neoi reaes e nos collegios municipaes.
Entretanto, o que fez o clero .' Declarou
que nSo poda entrar no ensino como convi-
dado, e exiga que fosse admiltido nelles a
titulo de auloridade. Trocram-se cartas en-
tre o Sr. Rogier e os bispos. O sacerdocio
agitou-se.. Escriptos ameacadores foram
publcalos em gran le numeru. O governo
belga pareceu inquieto um momento; ms
um iionieiii resisti tranquilamente a este
levantamcnlo de escudos sacerdolaes, econ-
lissiV's liberaos, a tomar nidia os sous graos, seguio que o gabinete s con-orvas.se firme
So em orna parochia, ebega um medico, um esle hoinem fui o Sr. Frze Orbm ; grtca
advogado qu-nSo tivesseestudado em Lou-1 a elle, a lei passou sem conceisSo; e he
vain, enconlra urna hostilidade syslemati- ;J'ahi principalmente que vem oodiopro-
ca, mas se pelo contrario seguio o ensino fundo por que elle he perseguido pelo je-
orthodoxo, he tratado com respeilo, fasto- suitas.
jado, p'Otegidoerecommendado Avalieda! Bitdos no terreno legislativo, os padres
fuTUGxL.
MINiSTERIO DOS NECOCIOS DO REINO,
Illm. e Exm. Sr.Verificoo-se hontem pe-| A* su"augiisUfiVha, a indagar Ve a au-
impressSoque islo produz nis pas que
tem nihosque os destina in ao ensino do di-
reito ou da medicina. Elles dizem: a Se
no mandarinos nussas fllhos para Louvaio,
fazemos mais diflicil a sua carreira; o a
vista deste raciocinio bem simples, cedem
quasi todos, mesmos os pas Mberas,aquel-
la que tem tomado posi;3o na lula contra
o clero .NSosalisfeitosdeter em Louvain,
o clero belga achou meio ltimamente de
fazer nomear prufessores de seu partido em
Lige, e neste momento a Universidade de
l.iege he filial da Luiversi :ade catliolica.
Em quinto a Gand, sua universidalehe nul
la, e inteiramento dominada pelo clero Ha-
lla duas horas da tarde, no caes da Ponti- guia doeute viuha bem e sem incom-
nba, o desembarque de Sua Mage tade a lm-' ,,,,],,_
peralriz do Brasil, viuva Duqueza, de Bra
g>at*, e de sua Augusta filha a orine -za I).
Miria Amelia,
A cidade do Funchal foi nesta occasiSo o
tneatro uu mal* ruruiu-ao o .rrVu^.dor es-
pectculo, que por ventura presenciara ja-
Felizmenle a princeza veio sempre muito
animada, e -lava moslras de grandesalisfa-
C1", Interessando-se por ludo o que a ven-
do, correapondaodo do modo mais gracioso
b Muilig'cj'i-n ilii-.* a do uovo-quo a
viam com unir, com sympathia, e com o
pira dar realce a esse quadro magnificio,;^ J u ,
que encantava os olhos, -enterneca o cora ,/] ,|0.,.nolveu timlicm all sua cos-
ijo, e sobre ludo impressionava a alma das ^^ ,,|cilu,le ,ir, om ,,, eanmoJ.da-
Augustas e bem viadas hospedas 'de de sua augusta filha. A princeza subi em
As duas horas da tarde coruer;arain a sal-
Oadelra s ese-das at sala, e rstava anda
viras embarcacOes de guerra portuguexj, Bni,nad .elllPI,n, e no pareca lersof-i
e as fortalezas, no mnmenlo etn nSmIM- fr|Jo cncomil)0do algum no trajelo,
cestade Imueria e sua aucusla lilha passa-. ,
na par. a galeota que as de.ia c.nduzr!, l-""P ''" Jcixar descantar ra augug.
pira trra. Sess. estrondOM saudav'So to- porsooageM. Ueijei a mloabiia Miges-
maram partea fragata Inglexa a vaporfiarro- tade Imperial, ea Sua Augusta Mina, e logo
conta, a corveta l'ale, c o brigue Bainbrigde, me "*' C0ID." lpndade militar, tendo a
dusEsladosUnidos. Nessomomentosub.ram -rluna de ouvir da bucea de Sua Magesiade,
o ar.em toda a vasta coilina da cidauc, Impelalas mais honrosas exprcssOes de sua
um sem numero de girndolas de fugeles, salisftau.
como pandar signal de que os maleirenses Tanto na n.ito da cliegaia das augustas'
aguardavarn impacientes a viuda dasaugus- personagens m purto do Funchal, como na I
las persouageos. do hoje, illuminoti-sn a eida le, e lodos os ,
A Relila veio avadando poueo e pouco, campos em redor. Era vistoso c qussi magi-j
trazendoum vistoso coitejo de escaldesgra- co,o ofTelto que sobrcludo produza a vasta
cioamenteenipavezadus,atci|ueahoidouao baca do Funchal, vendo-se nos campos, que
caes da Pontitil para confiar ao amor deslo desde n cidade so olevam gradualmente, o
povo aspessoasaugusiis da viuva e filha de em impliithealro al as montanlis, nnu-
D. Pedro. meras Unes c fugueiras. t.iinsla-ma que as
Ja pelp'mar poderam Sua Magesladn lm- augustas hospedes gqxarim esso donoso cs-
perial e a (rinceza vir disfructando o mag- psetaeulo, de que muito gostaram.-Desde o ;
niflro painel que i cidade o os campos do caes da Puntiulia alec-sada resitencia de
Funchal; esobre ludo is alturas que domi- Sua Magesti.le Imperial foram Iluminados
namoscaes, apinliadosde povo ; o adorna- os moslros careos. A fortaleza do I'he i lam-
das de bandoiras, de verdura e do llores, bem estove illuminada, e pena foi que as ou-'
offrrecism vista ; e assim succedou que as Iras fortalezas o nJo estivossem tamhetn. j
mosmas augustas senlioras, eniciicgando ao No edificio e muros do asylo da Mendicida- j
caes, vinham pi ssuidas do Satisaoao Como de, fronteiro casi da rosideucia de Sua lia*
o manifesUvam os seus semblantes. gestade Imperial, hnuvo hontem noile urna
A esse lempo eslava cu ja coma autori- hrilhante illuminacilo, bem como no pala-
(5SaHlililaruo ultimo palim do caes a bor- co da niiuha residencia, nos papos docon-
da do mar^e-tooquii a galeota slracou com celho, no do governo civil nos c lificios da j
todu o remanso depuis de tallsrem para dependencia da cmara municipal, ele etc. |
tern alcuoias llarnir, Sua Magostado Impe- Btm. 8r.Dei com a duvida anlec^duncia :
iialsalliud.galeula,PCSlove esperando quo as prov Ichcias quo me pareceram necossi-
a princeza fosse colloca4t*irrnrr^iiT\OJ|- "" "ra PreParar um recepcSo briloante,
mol ca.lera queja vinlia acautelada >*rji-TJ>tnto alfe rtUOSI, as nossas augustas los-1
que sua Alteza nlo sulusso p as cacadas pedas. Foram coroados com o mus leliz re-,
do caes. Logo que a prineza se asjenlou sultado osmensesfurcos, o |ior tainanha ven-
nacader, Sua Magcstnlc lnpjral foz-mo a lur me congratulo com o governo da Sua
honra de apoiar-se no mcu braco para su- Magostado a Rainha.
bir as oseadas, o em cnegando ao caes, quiz Arrog-a eu, poe n, demasiada gloria, e
logo observar se a princeza era conduzida fora misoravelinenle injusto, SenflO decla-
com todo o cuidado; e felizmente a princo/a rasse a V. Kxc, que devoludut proaiplidJo
ii.ki s.ilVr.ui o menor incomiuclo na subida com quefoiam execuladas is minh.sordens,
porque os dous homons ^ue. suslenlavain a el decidida boa vonlade quo cncontrei oa
cadeira eram peitosose robustos; e logo pas- digna caara municipal desta cidade, no of-
*r-S-SBM
resse em quo urna religiSo qualqurseja
Amelia, doiniis da sua chegada ao Funchal, I manila cusa do estado, porque sem reli -
no tem lido encominudo notavel, antes nos giSo nScrha moral e sem moral no ha so- ,
dous ltimos das Inm sentido algum alivio ciedade. Portanlo, em nome da moral pu- mengo.
na sua mulestia. Sua Alteza I nperial pdJe blics, paga o orcamento dos cultos. Ha lugar de fallar outra vez aqu de um
jahunlem uar um pequeo paaseio em car- Sei que dizem islo e multas outras eou-| hoaiem do qual ja eu disse algumas pala-
ro, quelhe foi agradavel, e nflo leve effeito sas anda; porque tenho. feto um estudo'Vras a Vmc. e queoncara a democracia de
nenhum nocivo O cansseo da viagem pas- particular eapplicido dos argumentos lr-'um mudo singular, mis lem a vuntade a
sou mais depressa do que se eeperav, e Sua viaes dos quaes, relativamente s coasas re- | m>j, apaixonada que sa puje imaginar:
Alteza Imperial musir o meiur deseju de ligiosas, se tem deixado escrevor, mesmo qUflro fallar do presidente da cimsra belga,
se aproveilir do bonefico e suavidad) do os melhiiresospiritos. 0 Sr Verhoegen.
clima." Mas, repito, a inconsequeneia subsiste OSr. Vorhoegcn tem sido sempre, ha 1S
ac do ruMutr.1 d*aombro de UM. ciinipieUmenie. o anigo 15 parece fazer-! Tnnnn gj^.r ,rd>nta e inlropldo lut.
BU as faustas novas que me cabe a Satisa- me .bsolutamenti Indepon leu,, rt... cuno., nl'^i^tr. 0 ]' ,*,, En. 837 ou
c3o da commumear a V. Exc. sobre a pre- entretantoq-ie o aitigo 117 mi sugeita a el- |gt8 o Sr. Vcrlisegen estreou por urna accSo
ciusa saude de Sua ltela Imperial a prince- le da manen a a mais formal, fazendo-me de m-stro. Vendo que o ensino superior
za II. M lia Amelia; devoodo accrescenlar pagar um imposto forca lo para os SUSten- caba tas mitos dos padres, concobeu e exe-
que, se os votos de todos os madeirenses fu- lar. cuiou da do um i univermdaile liberal
rom neuUdosDOr quem ludo manda, Sua Vou tratar agora de utnohjoctoe de fac- ,la capital da blgica. He elle que he o fun-
Alleza Imperial lera muito B'ti breve gran- los que vlu dein jnstrar exuliurantemente a dador da universidade liere do llruxellas, a
des melnoraS. E com ell'eito, ha itnpossvel Vmo, quinto'o principio da reparacao da antitnese viva di universidade calliolica de
descrever a leliemencia do desejo que todo igreja e do esta lo he applicado com ponc.i l.ouvain.
esle puvo nuUee manifesta do quea augus-sinceridade na Blgica deslo 1830. Lsla
la doente collia proveito da benigna influ- historia he profoo lamente instructiva, e a
enca do clima da Madeira. : entrego me lltaclo daquelles que crom
Deus guarde a V. Exc Funchal, aos 4 de queso pule entender fraternalmente co.n
sotembrodo 1852.Illm. eExm. Sr. minis- certos homens e com ceitos partidos p-ra
tro e secreto'.io de eslado dos negocios do estabelecor a democracia no mundo.
Reino. -- O governador civil, Jos Silvestre
Ribeiro,
( Diario do i'.jverno. )
Dcbaixo da barraca cuidadusaiiieni
I estavanf sentadoa un hoineiu e duas i
lOLflETIHI.
0 CONDE E CARHAG^OLA. PlSrSSSsS
(roa hol kn riLiioMMi:.
EPILOGO.

ni.
O cadafaho.
O sol inclinava-se para o boiisonle e laocava
ir lie jos de purpura lobre a laga que apresen-
lava um aspecto ilogularineote animado. Mi-
Iftaici de gndola! a siilcavain aobre lodos os
pontos ao mesmo teropo, e todai se dirlglin
para um inenno litio, a piafa de San Marcoi.
Una gndola de cor sombra sf. I.izi i notar
prlncipalniciitepelarapide deiua carreira. Pe-
la deitreza inaravllboia com que reivalava en-
tre ai outras, pasiando-as succcssivaiucuteaein
locar em uina so, adevinhava-lc que as pcsiuai
(jue levava nada linham poupado para ter a
barca Miis ligeira c o melhor baiquciio da
praia.
() Vidc IMaiia n. S17.
fechada
ullieres;
o liuiiieui era Itraiuaiite, as duas uiiillierea Bl-
anca e Michaiila. Tudos Ires guardavaiu um
.no com au-
ciavam nal
gondolaa que asuaroenva ao passar, e lanca-
vaiu de quando em qu.ndo uus para os outros
um olhar desesperado.
Giacomo, oisae de repente a voz clara e
argentina de una rapailga, no me diaseile
que o linham feito lollrcr leguuda vez a tor-
tura ?
Cianea estremeceu, c espern com anciedade
a resposta daiinell? que era interrogado.
He verdide, re.pondtu Giacoiuo ; o con-
de s un o a tortura da apoleaco, ii.m ha anda
una boia, c o sollriineril-j foi tant' mala horri-
vcl quanlo elle iluha no braco nina lerlda ulli-
maiuente recebida em servico da repblica.
Que querala ento delle, ac esta condeui-
nado .'
Quciiain obler a conl'ns.io de aeu crime i
mas elle persisti cm nada dizer.
bramante baicu com o pe' cheio de raiva, e
M mIi.o II i unto iiil.i a cabeca entre as mosse
pos a solucar.
E porque, replicou a boa alma a quem ei-
sas parilculandadei iuleressavaiu como o pro-
gramma de nina fesla, ae adianto a caecufo,
poia devia sei pam auianhiia ?
Parece, disic Giacomo com um loin im-
portante, que era urgente acabar com esse
grande criminoso de eslado, pois meu pri no '
Treplo que he alfaiatc do sobriubo da mu.i.i
de um do! criado! do algot, veio inda agora,
MALINAS 4 DE AGOSTO.
Tendo de escrever a Vmc a respeito dos
negocios religiosos o do clero desle paiz,
deix-'i llruxellas, cidade profana na qual
no ha bispo, e viiii para Malinas, que he a
sede do cardeal arcebispo primas da Uelgica.
II i o- tonto do meio de urna atmospliera
to I a ccclesiasllca que hei de (aliar a Vine, da
igreja belga.
Vmc. sabe qual boa siluaclo ,iolilica des-
ta igreja. Segundo a conslilui(:io uo exis-
te aqu religiSo nem de estado nem da maio-
ria. Eis-aqui o texto da coiistiluicao rela-
tivamente aos cultos :
Art. II. A hberdado dos cultos, de seu
exercicio publico, assim cunio de manifes-
tar suas opiniGis om qualquer materia, he
garantida excepto na reprsalo dos deiictos
commettidos por occasi.lo do uso deslas li-
berda les.
n Art. l. Ninguem p le ser obrigado a
concorrer de urna manei a qualquer para os
actos o ceremonias de um culo, nem a ob-
serfar-lho os das de guarda.
A t. 16. O estado nao tom o liireito de
o.lio vi r na ni in'ac.io nem na lottallcaQ dos
ministros de um culto qualquer, nem pro-
hibir a esl'S que se correspun lam com seus
superiores e publiquem seus actos, excep-
tundole neste ultimo caso, a respuosahi-
lidede ordinaria em materia de impreasa e
de publicaco.
O casamento civil dever sempre prece-
der a h mico i nupcial, s.ivo as excep;0es
que so devem eslabelecer, sa houver lu-
gar, a______________=______^_
Continuo a historia do ensino na blgica
e passu to seguirlo, que he o du eniiuo pri-
mario.
0 ensino primaiio, (al jomo existo hoje
na Blgica, lu organisado de 1812 a 1816
, pelo ministerio mixto do Sr. Nottiomb. A
Distingo tres pocas na historia do ensino ( ,., (|eu ,0 clero um poder consi leravel nesto
De'rJ*' rsmo deonsino publico. Alem Na priraera poca de 1810a 1810, Iralou- | tt>,a jo Sr. Nutlio rli para com o clero, mui-
se de o-ginisar o ensino superior, as Un-, (as razdes unuavam acamara a condes-
versidades. o lempo do governo bollan- cender com os padres,
dez, s Universidades livres eram natural- |.enibrava-se deque no reinido de Gui-
mente dirigidas por urna auloridade pro- merme do Hollanda, os padres flamengos
testante ; mas esta autoridaie protestante, 'jm|.ediam que os pobres maiidassein seus
creio que niio chegava a poni do intrudu-l fihos para as escolas, e preferiam antes as
zir a polmica religiosa nos cursos de direi-| popularices na ignorancia do que abando-
to, de medicina e de lgica. Os mancebos par a sua instruccitu prufessusses contra-
estu'avam em Gand, cm Lige, em Louvain rj0j a igreja, ou sement iodiffareolM. A
como s esluda em nossas grandes escolas i |ei Nolbomb os interesaou mui'o na ins-
de Pars, mas quaes os cursos des prolesso- (rucc3o elementar. Ella Ihes conceJeu, e
res so eslranhas as quesles th-ologicas ejunda tgora elles lem, a luspnccSo, o em
onde se ensina simplesuienle aos esludan- i parte, a direcQilo. Em cada urna diocso
lesa inedicina, o direito, a philosoplna ge- | |la um inspector ecclesiaslico encarregado
ral, etc. Deixanlo a coiisciencia de c na um I do vigiar as escolas e de examinar os livros
belgas n9o se deram por vencidos. Cha-
mados para prestaren! os odelos religiosos
s casas dos educandos, negaram-se ao seu
ministerio, recusan lo as misis do Espirito
Santo e as desobngas de conuasSo.
Eis-aqui o estado em que estilo as cousas
na 11 Igica, no momento em que escrevo a
Vmc. O clero quer tomar outra vez o en-
sino secundario; e so o Sr. Frze Orbsn
deixir o poder, elle o conseguir, nao pos-
so duvidar disto.
A. Erdan.
i Correspondencia da Presa*. .1
indo lm i dr m mi un ir un- deque uidens fo-
ram dadas para que ludo estivesse terminado
antes da nuile. ftlarcaiam ai setc horas ; mas
u.io serta para admirar que se nao esperasse
tanto.....
_ yuc crime coinmeltcii elle entao ? per-
guntou a desapledade rapariga.
Nao ael. Pepita, respondeu Giacomo ; mal
isso mu nos importa, nem a ti nem a inim, Cuin-
pre que leja uina couia mui abomiuavel para
que se teutia tanta presaa de euvia-lo a ajuslar
auas contal com satanaz.
__ bra utn mui bello bomem es-e Carmagno-
la, accresceutou sentimentalmente a rapariga
cm modo de cpitaphio. He pena!
Ilianca cscutava sempre cumpsolhoi flios c
cheioi de saogue, Bramante rola os blgodes e
.Mr n o 1.1 cbuiava.
Quando elles cbegarain fra do alcance da
gndola cm que Pepita e Giacomo converiavam
com uina lao agradavel icm ceremoula, Blan-
ca diste ao capito :
r.si.is vendo toda esta gente que se aprei-
sa, loda essa mullidao que corre Nos nao ebe-
garemot a teinpo !
Ah (|iur mil Inven i niaso, signora: Vl
re disieslca que eu eotrasse nesta gndola e
eu obedec ; vos ineordcnailes que vos acom-
panhasie al ao lu^.n da eaecuciio, cu obedec
ainda mas ic Deot quizesse que chegassernos
mui urde, eu bem dira sua voutade, pois con-
sidera! que ene horroroso espectculo, o qual
me faz tremer a inim incsmo, vl o idei ver
com vosioi proprios oibos, contempla-lo ein
toda sua tristeza, cm todo seu horror..... Ah!
isso me fai mu, itio me unta.
a liberdsde do culto o das oplmes reli-
giosss.
Mas o clero belga pensiva ento como
pensa hoje o peridico l'Univcrs, que se fos-
se possivel ter urna medecina orthodoxa, urna
jurisprudencia orthodoxa, urna philosophia
orthodoxa, isto he, urna medicina que acoi-
tasse e explicasse os factos miraculosos,
urna jurisprudencia quo pre^'assa a aulori-
dade debaixo de todas as formas, combaten-
do a liberdade em tolas as mis manifesti-
i/n's, e finalmente urna philosophia que en -
Miias.se a fraquosa da rasSo humana em pru-
veito da revelarlo ; o clero belga pensava,
ligo eu, que se fosse possivel obter estas
tres grandes cousas, fura pan elle urna du-
plicando do Ion; is.
Eisaquioque explica a rasSo. porque
desde 1833 e I83(, o encontramos no astil-
lo, para se apoderar do ensino superior.
Davo dizer que o coiiseguio.
Em 1830 haviain tres Universidades na
blgica ; a de I. _--. a de Gao I o a de l.ou
m
Dai este dinbciro au barqueiro para que
nos leve mal depressa, tal foi a reaposU de
blanca.
Depoli dirigiudo-ic a Michaella, conliuiiou :
Nao he verdade, Michaella, que queremos
velo urna ultima vez ?
MIi Son. s.....reipondeu a dnurell.i om
esaltaco. Uina vei ainda, embora seja sobre o
i adalaisu !
bramante atlrou a bolsa de Bianca ao bar-
queiro, o qual eitiuiuladopor tal munificencia,
deienvolveu um vigor lobrebumano e fez res-
valar a gndola sobre a lagi com a rapidez de
uina llexa. No liin de dous miuulos ella ebrga-
va a pr o, i de San Marcoi.
Bramante e ai duat irniai punham apnalo
p em ierra, quando i lu arerinelhaUa que
davain oaraioa do sol que le punlia, virain le-
vantar-se diante de si sobre um cadafalio ele-
vado entre as duas columnas, dous hoincm,
um dos quaet liona oa nio um machado bu-
llante, o nutro tinha as mos amarradas para
tris e um acamo na bocea ; apelar desta pnsi-
co degradante, elle conservava Biliar de no-
bresa e dignidade que nao permiltia dciconbe-
c*-lo.
Ao aspecto de um tiatamento to indiguo in-
fligido a um tao grande bomem, qui tongo
mili umi ni circulou na multido, indignada de
tanta baibaria c crueldade ; mas nu meiino
imtante, antes quebrantante podesse fazer utn
gesto, antes que as duas donzellas podessein
dar utn grito, Carmaguolapoza cabeca sobre o
cepo, o machado brllbou no ar e torunu a ca-
bir com um luido sordo, cujo cebo relumbou
uocoraco de lodos oa atnstentes.
que nellas se otppregarn. Em cada canlo
um segundo ni-.erior, igualmenlo eccle-
siaslico, prclicuche as mesaias funcfos em
uina escala mais resnela. Estas inspec-
r;es conservam as esculas nss suas mJus.
O professor que elles denuuciam lio condem-
nadu d'anteniAo Supponhamos que n mi-
nisterio o quer censurar ; ci.Uu nao ha mais
missa, nao ha mais catholicismo ; os me-
ninos .silo aban lona lo pelos ministros do
Dos da )>az, e as niSes clioram. Resisii,
pois, se vos atrevis.
Quanlo os padres belgas foram exigentes
nos ministerios do Srs. de Theux e do Sr.
Noiiioinli, iiao posso dizer. Um dia em
seu gabinete, ovni o olho encovado pela in-
suiiuiii, os labios encrespados pela indig-
nado, o proprio Sr Nothouib, o condes-
cimente Notliomb, dizia a um visitador:
estes homens sdo insaciaveis.
Chego ao lerceiro poiiodo, o do ensino
seriiiii.ui', ou como dizem os belgas, o
ensino media. ________
wtwmr~
Bramauc ouvio atrs de si dous gritos sul-
focadoi.
Elle voltou se. Michaella c llanca eitavam
citreitainente abravadas e trocivam ealai ni-
cas pali-vrai no meio de tuai lagrimal:
Mioli i no i iioiili.i innia I
IV.
tvamante e o procurador.
Au ave / da espantosa con fu sio de las idciai,
iauianie inedi iv.i um projecto, cojo traballio
progrediudo aempre em leu cerebro nao tena
tidu interrompido nem pelo aom da troinbeta
do Juizo tinal.
Elle percorria Veneza com ar preoecupado,
indo, viudo e perguntando. T-lo hiam loma-
do por um doudo, todava jamis um pensa-
meiito nico c melhor seguido nao tinha oceu-
pado a cabeca de um bomem e guiado leus
panos.
O que queria bramante, ver-se-ba mal tar-
de ; mal para cumprlr este projecto era lodli-
pensavel que elleaoubeise oque lora feito do
procurador Simouelta duraute a hora que le-
gira o aupplicio do conde. A' forca de per-
guotas e depassos, elle conaegulo saber que
ua iciihoria tinha ido detcansar dos cuidadoi
edas ernoefle! do dia em caa de uina certa Se-
ralin.i, meio comediante, Ineio proilituta, a
nual era conbecida em Veneza como vendendo
caro o leui favorei. O aenhor Ugo era cutio,
ae bouvermoi de dar crdito at mas lingoai,
quem pagavo 01 capricho! e ai loucuras da bel-
la Serafina. Bramante aoube na ineiuia occa-
LONDRES 28 DE AGOSTO DE 1862.
Recebemos do governo francez a unioa hon-
ra que noa podia faier um governo como elle
constituido oo poder; a honra lha de aeui re-
celos e de leu odio. -Ni) Monitor orgao omcial
de aeu governo pretende o presidente respon-
der s oosiai observaedes detta semana sobre a
triste posico da navio francesa, privada com-
pletamente de sua vida publica, e redutida a
ver nos puerit eniretenimentot doi fogoi de
vala e as garabiillias scenlcas urna compensa-
c-o de sua racluslo degrananle do drama.ruis
serio da vida real, dos deveres do eidado e das
honras do bomem poltico. Nossas observa-
inri, quaea eram, parece que pcDetrararo nos
recesaos da sulid.'io imperial Mouslneur Luiz
Uonaparte passa as beinaventuiadas e magnifi-
cas horas que pude salvar a elaboraco dai des-
tiuiceg e do conlisco A' freulc de um nume-
roso evercito, com os pi no eolio de uina ni -
cao prostrada, ainda assim, algumas llobaa Ira-
cada! em lingoa catrangefra, por uni deico-
nhecida o aterraraiii, a elle bomem iuipasaivc I
do destino, e calaraiu no fundo de uina cons-
ciencia rebelde s vozes da verdade,
Nao nos podemos recusar a entrar em lica
co ii um tal campean. EUe teta jus a ler ouvl-
tlo cm defeza propiia e em defeza dos tete mi-
llioea e quiohentos mil votos do 10 de .lczein-
bre. Queremos unicameote que a nona rep-
blica d elle em Franca uina to grande publi-
cidade, quinto em luglaterra damoi ni la
justificado. Mas a istonoie afoitar elle. In-
fundadas como ilonsieur Uonaparte qnalica al
nossas censuras, uem por isso lera elle a cora-
gem de fazer a sua propria na(o a juiz de sua
propria causa, e todo ease povo deque ella es-
carnece com o nome da liberdade junis labe-
r desle assumpto, seno o que se Julgar pru-
dente ootiticar-lhe as columnas do Monitor.
Nao nos extenderemos lobre o tpico que na
verdade s avulla pelo sarcamio que lonileur
Uonaparte atira a coostituico iugleza. Pata-
nos que seja ella deouuciada peto lioniem que
jurou icr bel repblica, c cutnprlr todoa os
deverea impoitoi pela constltuico. que a de-
clarou que este seu jurameulo bavla de regular
sua futura conducta, e que o cuinprlriacomo
bomem de honra- que denuuciou como Ini-
uiigos do paiz lodos aquelles que Intentanem
por ineioi illegaes mudar oque a Franca min-
ia tinha c.t iin cenlo a e que depois de ludo
Isto fez a revolucio de 2 de dezembro de 1861.
I ni tal lm un 01 uo pode ser Juiz de contratos.
porque estes nao existein para elle; c minio
noa ...ra/ que a nossa gloili'ia conatltuicao teja
honrada com o seu odio, e santificada peloi
SCUa temeres.
Tambem nao no! alongaremos lobre al Im-
iui.no. -. que o autcrata do Eliieo nao je des-
cuida de laucar sobre ni iiieimoi. Conten-
tamouoi coto receber to inlndada aecusa-
ces como um primeiro acto de hoililidade.
mas nao Ihel daremoi reipoita, embora parti-
das do senhor e soberano absoluto de trinta e
sris inilhdei de hoinem doi maii bravot e In-
tebigentet da rafa humana, lihamenioi muito
embora Monsieur bunaparte de lnterpetrc
apaiionado de panel adversas sen reprcaen-
tante de urna opposicu interenada a a ex-
forcc-ic por penuadir ua(o que lllude e
saquela nada que o leu governo lem de lerrl-
vel para at couviccei honestas Na verdade.
lio qucjimaii o procurador nao paaiava a
ir me cm i o. i de -o a amalla, c que recolhia-ie
sempre pela meia-nolte para couaeivar as con-
rniiiii i.i-, e nao dai que fallar.
Ellas Inforuiace Instaran! ao capitio.
Elle foi direim caa de Ugo Siuiouetta e 10-
licitou a pennisio de eipera-lo em aeu ga-
binete.
He linposilvel, Ihe reipondeu groneira-
mente um criado. Volial aiuanha.
Como vos chmala, lenhor? perguntou
Bramante inclinando-ie, como ae nao nvesse
coohecldo a qualidade Jaquelle que acabava de
respooder-llie.
Lauartno, disie eite.
l'ois bem, Lazsarino, amigo, ou aniel pa-
tife que lies, olba para liso, e v o que leni a
fazer.
E mostru-Ihe a inedalha que o doge Foica-
rl Ihe tinha dado.
_ Ab! perdo! perdo exclamou Lauarino
cahindo de joelhoa. Craca, tenhor! nao me del-
te a perder I Mas vos nao me linheis adverti-
do.....eu nao sabia..... Dizel, ordenal, eitou
prompio para obedecer.
ruis mu, diiic o capito. Cuita muito ti-
rar de li anguilla cnusa.
Depoii continuando com voz man grave,
dine :
Em nome do comelho dos dez.....
Lazzariuo inclinou-ie. T
. Cumpre que rae introduias no gabinete
do procurador.
Vinde, disae Laizarino, vlnde.
Quando ellei entraram no gabinete, Braman-
te dirtgindo-ic a Lazzarlno, pergunlon-lUc ;
I MUTILADO


7

icgund dii elle, nJo seremos como o Monitor o
orgo de un naci ; porin nesta.occaslao
ionio, alguina couia mala, aoniot o orgo da
consclcucia da cspei-ic humana, o orgo desse
srullineolo que desilnguc o lioiiiem du bruto,
a vux deisa suprema let de moralltlade que jul-
7ei perju'os nao pode ni preveiler, ncni lodo o
preulglo do succesio pode illudlr.
Responderemos porin a una aecusaco que
furor de Monsleur Uonapatte o moveu a d.-
n,:>i -mis. Approvainos, du elle, as prlmeiras
revoluedea, nao porque foitem ella conquistas
ieilai pelo povo, mal em raxo do sangue der-
ramado. Ser, poli, eremos us, porque o 2
ou antes o i de deicinbro nio foi ensaiiguenla-
do que nao puilemosdar nosil adliesao ao scu
resultado ne a recoimncnilafo do latiguc
fosse precisa para a no>a oppruvacao, filiarla
ella abl porvenlura, finando em pleno da, na
ras mals publicis de Parla, mil e duzentos
passantes Inolk-n.lvos. Inermes, e sen) a menor
lotencao de resitencia, furam massacrados pe-
la soldadesca ebria, quu Monsicur Honaparle
linlia peilado para csic din ? Nao, se reurova-
inns a revolucao de i de deiembro nao he por-
que se nao vertesse entilo bstanle laugue. O
grande annirersario he o de 4 de deiembro,
di-striliuiu-so eom a niaicir urgencia os di-
tos expropiare! pelos presidentes das ovias
parochiars desla municipio.--Mn lou-seof-
liciar aos julzes do paz oeste sentido, o ac-
Cusar a recepcio da circular.
Outro do mi'smo remetiendo om exero-
plir da falla epm que S. M. o Imperador en-
ceirou no di 4 di correte a 4.a sesilo da
8.- legislatura da sssembla gural logislati-
.-- Inteirada.
Outro do procurador, pirticipaulo exis-
tir na receita do cemiteriocorrparada com._
a doipoza um dWicit do 532/700, o qual val smente por uina gral.tia de ferro, tendo
augmentando e tem sido suprido com ou-'cada um dalles urna mesa, umacideira, o
iros teceliimcnlos : e consultando igoal-|aon manto sobre o modo po'que se deve guiar vestidos de trabalho.com os quacs lhrs he
na orgtniacflo do res lectivo balanco no prohibido andar em Pars.
lim do corrente anno municipal.(fie, sa Ptssei pelos quatro pateos de trabillio,
responderse continuasse a fizer a despeza onde eslSo os 64 atougues, eentrei em um
rjaquelle cstabelesimenlo como at aqui grande edificio do qul he submetlido a
toin l'eito, c no balando flzesse menguo procossos chimicos o sangue dos animaes
ciicumslancia lamente de todo o occorrido murtos; depola de llcar por algum lempo
a ros poilo :--resolVfU-S9 tambem que seof- cm vasilhss do follias de Flan Iros, he pas-
liciasse oo Ex:n. presi tonto da provincia, aado para harris allm de ser ompregido pri-
Oa boii eos carneiros comm f.-no ; nos
vitellos,dissc-me o guia, d*-se urna sope
f.-ila de ferinha, ovos, e agua quelite, 8c-
croscontou que em todas as ahegoarii* lu-
na agua queate para os vitellos. Cada car-
ra la de vilellos, cuj's caberas nSo devem
exceter as piredes do carro, deixa a meta de
da pillia para uso du moladouro, que con-
lm oitoabegoarias como a que acibo de
desclavar.
No andir supnrior ha um celleiro de feno
e orna sdrie dequartos abertos, protegidos
2
di le s c-brado no Marche des Imo- renovando o pedido que Ihe fez a cmara meiro na refln^So do assiicar, depois como
cena. O seu nomc recordar de algum modo
mals assassinadas com seus filhos nos bracos,
velbos mortoas suas proprias portas, crian-
cas de sele anuos massacradas, e ouiras glorias
que o presidente, para seu propilo crdito,
nao pode coinmemorar.
A questo real he se temos sonhado todo es-
c lempo. Ser uina falsldade que a franca es-
leja desberdada de todos os seus direilo que
a vida poltica nao existe mais para ella, como
o Tima ousa ahumar .' Estar ella ao contra-
rio, como o dis Monsicur Bonaparle, fazendo
os primeiros ensalos da mais completa liber-
dade ? Se a Franca irm vida poltica devenios
acha-la, como a vida animal, na perfeicao de
seus orgaos, no senado, na su a legislatura, nos
aeusgeneraes, ua sua maglsiraluro, nos seus
conselhos locaei, e mais que Indo, na sua ini-
prensa. Seus Iribuoaes siio agora presididos
pelos propilos boincn>, que no i de dciciiihro
em 36 do maio ultimo, para aotoiisa-la a aduno para a torra. Os intestinos, limpos
sufrir csi despeza com dioheiro deoutra em uml cova aberta expressamente para is-
recoita. so e purgada lodos os dias, s3o lavadoi em
A i'oin n, -i i encarregada de reformar o agua ahunlante.
regiment das aferifjOoa, apresenluu esse Na (riparia algumas mulheres faziatn fer-
trabalno, cuno qual conforman lo-ae a ca- ter em vasilms de oobre, que rrcebiam
mar, resolvcu losse sobmettido a approva- agua de tres tinas grandes, cabeces de car-
tjo do gnvoi no da provincia.--.Nilo bavendo nciro e ps de vtenos pertodali outro o-
licilant-i ao i n; o:,i i sobro medidas de fa- dilicio eslava quisi cheio de ps do Cirnei-
rlolia dos mercados pblicos, e apenas ten- ro, allos no aus quatro segundo as leis por semana
'Jugar isto com a fraternidad^ e com a igual-
dade.' \
Tinham passado as horas la matanza,
pude ser testemunba do procesan fcil em-
oregado para limpar o solo dos vul'gios do
ssngue. Ha em cada um dos .aVjougues
tima torneira, que despeja agua en abun-
dancia, e em poucos minutos licrsa a>a
to lisa, 13o limpa como s podras de um
lavadouro. Terminada esta operadlo,
ram-so os magarefes, largaram os ta.msN)-
cos, e foram para seus quartns vestir a rou-
pa decente com que tinham vindo.
o prego da roatanca he de um franco ou
franco o meio por caneca ; o magarefe tem
alem disto o sangue, os milos e os inlcsli-
oos, que legitimamente Ihe pertencem.
Sea carne do animal mnrlo hejulgaJa
m ou pouco s9a, nSo se faz della, como em
Londres, elimneos para as rlasses ricas, ou
pastis de todos os lartianhos para asclas-
sea pobres; o inspector policial encarre-
gado develar noestabelecimento manda-a
directamente para o Jardim das Plantas
para alimontafao dos animaes ferozes. dos
lees, tigres, ursos, aguias, abutres o ou-
tras aves de'rapina.
A carne para os habitantes de Pars po
sabe ordintriaranle senlo do noite ; mas
os animaes que doveni ser morios silo rece-
idos no estabelecimento a toda hora.
O numero dos animaes quo se matan s
ne matado de Montmatro por 900 bois,
400 voceas, C'iO vitellos o 3,500 carneiros
do apparocido queo se olTorecessd s arre- da nalurez:, masaos doze.
mata-lo com um abale de 300/ rs. no preco Entrando em urna enriada de 48 fundidou-
do 1:000/ rs. porque foi arrematado no an- ros, ondea *an(il*lt}ld ora admiravelmenlo
no p. passado, resolveu a cmara so peds- dirigida, certifiquei-mo. nSo sem sorpreza,
so .lUtonsacHo ao governo da provincia para quo comquaulo erliveasem ato petados de
pii-lu do novo cm pnien com esse abate, ceibas cheias de sebo, nSo se senlia ali o
lie.sp cli irani-M' s polir;0e8 doManoel da menor mo choiro. No primeirn andar ha-
i .ii \,,,i |>ai, de Alauoal Joaquim Carueiro via urna serie de quinos habitados pelo ho
Sahindo do estabelecinienlo, andei em
roda dos muros do recinto ; a barlavonto o
o sotavento no seuli a menor eroanacSo
que li/esse sus.ieil,ir as sanguinolentas ex-
i euci'ies do interior.
(Sir Franeis RondHeatl.)
(Jorn&l do Commercio )
COMMERCIO
ncial Maguan, que na occasiao em que Moa-
aiejr Oouapartc tcnteava a cam.ua dos pares,
acerca da emprcia de lloulognc, esuiagou-o
coin o seu desdem pel sua in.il succedida ten-
cao de corrompe-lo. A tentativa ,foi drpoia re-
pelida e com niclbor successo. O senado lie
um bando de pensionistas mercenarios, sem
poder escm carcter ; e o corpo legislativo lie
apenas tolerado para servir de teslemnnho de
sua deaaprovacao ruinosa extravagancia que
Ibe nao be dado suppriniir. Taiebein nao lia
ahi tal vida.
Dir te-ha lilvci, mas islo he o ulbagio mu-
versal, e embora as liislllulcUei Albas detti
sej mi despidas de lod.i autonuade c dignldadc,
compensa elle com o rspleudoi de seu nomc es-
se pequeo dell'eito. S..... mas para que este
ulfragio srja uina realiade, he iinaler que r
eleitor tenba, nao merainciitc um Tolo, ma
(anillen, a l'aculdadc da esculla. A bberdade
suppe uina alternativa, e els ah o que o go-
verno fraucez nosera tapax de consentir. 'lau-
to vale nao el. ger como ser forjado a volar em
3uein o govciuo qunra, c desgranada da Ins-
tlelo ein que nao lie adinitUda aquella.
Temos, pois, em coucluso, mosiiado que
presenlcmente cm Franca nio 'ia vida poltica ;
e se passassemos das insiuutces aos actos en-
contrariaiiins oo rouo da lamilla Orleans.e na,
barcas de Lambessa e de Cavenna alulhad.is dr
miniares de desterrados iuconviclos, a mellior
prova de que o graude lim da sociedade hu-
mana : a proteceo da peasoao da propriedade
contra as aggrcssoesdo poder illegal, n.io esl
coiiiprchendido no plano do actual governo da
Franca.
Se he islo una pintura liel do estado prescu-
te desla uacao, e quem poder nega-lo ? nao
teremos o direilo de nos adiniraruios da dege-
nt'i.i. ai de um povo, que sob o peso da degra-
daco c da miseria cm que o aiicou esse ho-
incui, tem aiuda lempo ou goslo para as re-
vistase proclsses, logeles c illiiinlnacoes? E
ooha do o r>i>rcucuio J.i Kraofa Oaarttana,
com o en senado aervll, com os seus geueiaes
inerccnarios, com os seus iniuislerios ao m
nio lempo de n> gocios e de prazerea, coin
seus altivos ju< loiiauos, com seus magislrados
corrupliveis, necaasarlaiueule Ibrcar-noi a
compara-la com o Imperio roniauo nos seus
mais negros pe iodos ? Mou.sie.ir Bonaparle
aspira demasalo. A linprensa da Frauea lia
mudo o tciiadilo, mas essa inipieiisa esta mu-
da. A tribuna Ui-lo-lna, lamben.....as a tribu-
na n;lo pode fallar. L'oia naco pode livre c so-
berba, ou escrava c sulimissa ; mas cm vo se
caperava que a Franca de algum modose ufano
com sua cscravi.lao, ou se vauglurlc com sua
deshonra.
Nos falsos encomios do Monitor ha man of-
fensa do que cm nossas reusuras Iraucas c ho-
nestas. A csciavido he maior tormento quan-
do se appcllida bberdade, c o despotismo nunca
lie lo iusulluoso como quaudo tras a mascara
da gederosidade. Monsicur Uonaparte repudia
as comparaedes com o aspecto carrancudo do
imperio romano.
Nao aprcsenlar elle ncnlium ponto de se-
inelbanca com alguuia pcrsonagein daquellO,
nem, ao menos, com o esboco i|Ue Gibou nos
a respeilo de Comniodo? !No mel de una
corte aduladoi.1 nao poda desfalcar a si mes-
ino qne mereca ojdespreto c o odio que Ihe
volavam todos os hoincns de seuso e de viriu-
de de sen imperio o seu espirito feroz Irrita-
va-se anda ptla conscieucia desse ojio, pela
iovrja a todos os boinens de mrito, e pelojus-
lo receio do perigo.
( to Times.)
g*Mamaianni i i i
l'ltAfA 1)0 RECIPE 8 DE OUTUBItO, AS
3 IIOI1AS A TARDE.
coT*cjESorFiC(is.
Eu Manocl Ferreira Accioli a escrevi no va ser morlocntao, como me diste o guia. (|)esconlo delelrasde4 rnezes 8 por centoao
i ._ .__.___ ..II.___- Isi, s ...... i. ... I ... I, .1 I --A.!-., da I, rail-
iar.eliidi'iilo do secretario o llairos, P.
llamada, Figucircdo, Ferreira, Souza.
VARIEDADE.
ESBOZOS PARISIF.N'iES.
(1S miiiii ri'.il-,
Matarlour:, de Monimarlre.
Viva em una aldl do Inglaterra, vai para
SOsnnos, urna moca bolilla do topxquisi-
la seiisiliili lude que, para seivirn ono de
lusa propriaa oxpressO's, nSo podarla ver
Datar um ratinho. Esss moga bonita ci- por um mogo armado de aguilhada sem fer-
sou-s com um carniceiru. I'or esse mes- ,0 pagsou-lie o no corredio pelos cornos,
no lempo Na olean, que, como lodos os |e.|n levantar, e conduziu-o br.ndamenle
conquisls io'ires, nopiiupiiu o sanguo dos para o lugar onde so devia de execular a
iinons, quii em nm aecessO do scnsibili- ente ifja latal. O pobre animal caminhnu de
A mandila cstava bella, res^irava-se bran-
da iiescoia, apezar de estar quenloosol.
O boi, szinho em urna das divisOes, esla-
va perfeilamente tranquillo o ruminava,
deilado, cotn as mos dobradas di baixo de
si, sobre palha fresca em que quasi toca-
vain Ihe as grandes ventas negras, hmidas
csSs. Bnldavam-lne os olhos, linda a cau-
da iinmovel, grabas ao arvivo que arredava
d: lio as moscas iiiconriiOlas.
Em quanlo (nos ulhavamos mtiluaoienle,
cu e o boi, u i magarefe rom um periaco
do corda .uiim; m para elle acompanliado
anno.
AI.FANDEGA.
Rendimnnlo do I a 7. .61:559,066
dem do da 8.......7:360,318
68:918,414
Dtsearrrgam hoje 9 de oulubro.
B igup americano l.eon mercadorias.
'Patacho hollandez i lem.
;i!!|>i>i-!ai;ii(i.
Rotterdam, Goiidkust escuna bollandeta,
consignada a Braoder a llrandis al C.maoifes-
tou o srguinle :
Por franquia.
i:M barricas e 100 calas geuebra, -200 ditas
de 24 queijos, 50 ditas de \ ditos, 2S0 ditas de
da I-anloga, livrar os l'arasienses da vista vagar, sem resistencia, at que cliegandmo I' dl,n de P'1"- o darrii mantclga M felaes
do sangue dos bois, carneiros o outms qua- |j,u,r ,0 ,cougue, evideiitem.'nteassusU- \l"m- u0. I101 ua"""' .'*" ef "",.,Vh'
drope les. c suppriniHHo lodos os JOUgues oo com o che.ru do sangue estacn e ab.- \*^&^lT*?>w.
do interior da sja capital, maudou consliuu Xuu a cabeca recuando. Por sua parte o i barrica cadiobos, 8 calas com iiiarmore, i
extramuros cinc i uialadouros pblicos gran magarefe resistiu um pouco coma corda;
des, ooulros secundaiios para porcoselam- sem latidos de ces, sem gritos de homeus,
lien para civallos. sem pregas, sem so prouiinmareoquer um
O maior desses mitJiloii'OS he o do Po- palavrs.o iuor;o deu-lhe quatro pncalas
pinc iurl ; co no poro o a mor parle do ga- pequeuas com a aguilhada na curva da per-
lo he mnrlo em Montmarlro, dirigi-me na direita, e islc bastou para faze-lu andar ;
pssssgam l'ru laine, uml ajioandu-tiio do dupois de um ou dous st-gdndusde exime,
Cabriolet, VI em frente um e.lilicio quadra- adianlou sa, e logo quo ontroil parecru ha- Icmbrulhos ile paos, i pecas
do, cercado do muros, de cerca de 500 me- vor rocobrado toda sua tranquili lado, a i barricas coin farinh de trigo, I caixa azeile, 12
tros de CompridOSobre 150 de largo. corda alada a cabeca foi passada por baixo ditas relogios, i burra de ferro, II arados
Alm das grades, eneonlre a esquorda um da mili, direila j nosta posiclo, dous ho- 'pertences, I cultivador c pcricnccj, i machina
escriplorin pequeo semelhanle a um cor- mens fazendo soar com seus limancos as |l,a,a dcacarocar millio, 2 ditas para descarocar
pode guar, onde mo dcrain C'Jtn_muita po- lagos hmidas o osorre^adicas, ompurra-
Inlez um guia li.go que manilesli o desojo ram-0 de repeine o lizeram-o Cihir l.ogo
de visitar o esl ibelecimenlo. queoviram om trra, una arando pancada
Dnii-unin aa antrJJilflt aieniilo um grande uo mac,o atordouu-o coinplotanieulo ; 0-
E para cumiar ae mandou adiar o presen-
te e publicar pelo diarlo. Secretara da (he-
soiirarh provincial do Pernaaihiico, 29 do
ielembro do 1853.O aecretario,
Antonio Ferreira da Annunciio,3o.
Clausulas i-speciaes da arranialagao.
I.1 As obras do vigessimo primoiro lango
da estrada da Victoria serio feilos de ooo-
formidado com o ornamento e planta ap-
provadaa pela directora em contjUio nesta
lata, e apresenladoa approvagaoTio Exm.
Sr. presidente da provinrii, ludo na impor-
tancia de 12:318,606 rs.
2. Oarremalapte cometjar es obras no
praso de um mez, e concluir no do um an-
no, contados da data da assignatura do con-
trato
3 A importancia desta arremataco sera
paga em quatro presla^es iguaes da manei-
ra scguinle : a pruneira quanJo o arrerpa-
tinte lier feito a lerrja parte da obra do
qeu contrato; a segunda quando ti ver frito
dous tercos das obrrs ; a lercei'a quando
lor recebida provisoriamente; o a quarla
quando for difinilivameute recebida, nSo
devendo efTecluar-se pagamento algum an-
tes de flodar-se o prmeiro Bimestre do oxer
cicio de 1852 a 1853.
4.a Para ludo n mais que nao estiver de-
terminado as presentes clausulas aeguir-
se-da o que dispOe a le provincial n. 286
de 17 de maio de 1851.Conforme-0se-
cretario,
Antonio Ferreira da Annunciarjo.
O lili. Sr. iuspector da lliesoureri
provincial, om comprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, de 29 de
selembro prximo passado, manda fazer
publico que nos dias 26, 27 e28 do corren-
te ir i paos para ser arrematido perante
a junta da fazen la da m. s a tiiesouraria,
a quem por menos zer, a ubra do 22. la-
en da estrada da Victoria, avahada cm res
13:9021310.
A arromalacSo ser feita na frm dosar-
ligos 24 e27 da le provincial n. 286 de 17
de maio, c aub as clausulas especiaos abai-
xo co liadas.
As pessoasque so propozerem esta sr-
re nalnean comparecen) ni sala dis sessAes
da mesma junta, nos dias cima declarados
pelo meio da, compolenlemcnte habili-
tados.
E para constar se mandou alixar o pre-
sento e publicar pelo Diario.
Seqretaria da tneaouraria D'ovinnial de
Pernambuco 2 do outuhro de 1852. 0 se-
cretario, Antonio Ferroira da AnnuuciacSo.
Clausula! espccitici da ammnlaei*
I As obras do 2i Unco da estradi da
Victoria serio reilas do cnoformi lado com
o oicamento e plantas appruvadas pela di-
rertuiia em conseitio ncsla dala, o "presen-
tada apruvaf i do Etm. Sr. presdante
da provincia, tudo na importancia de res
13:9011110
2. O arrematante comscar as obras no
prszo de um mee, e concluir no de um
anno, contados da dala da assignatura do
contrato.
3. A importancia desla arremalaQUo sera
paga em quatro preslacO-'S iguios da manei-
ra seguinte: -a primera, quanlo o arre-
matante tiver feito a terrea parte da obra do
seu contrato; a segunda, quando tiver fei-
to dous tercos das obras; a terceira, quan-
lo fr recebida provisoriamente; e a quar-
os /Para os isslgnantes ornis
"~ o jpessnss que j eompra-
"S ajilamos elementos de no-
a S s% )'"eoeathia
* lPf" 'soutras pessoas que
!,[ i1") quizerem a dita obra e
o||S[" carteira.
12,000
14,000
Boga-so aoss'nhores assignarites, o favor
de mandar receber seus exemplares na bo-
tici homeopathica da ra daa Cruzr-s n. 28*.
Na iii"s:na bolica ha um grande sortimento
do livros em portuguez e francez para as
Sessoas que se querem dedicar ao estudoda
ornoinathia.
THurm
I
I
Sabbrlo 9 de outubro de i85a.
II." RECITA DA ASSIGNATURA.
Finda a execuSo da ouveitura, represen-
tar-se-ha pela primeira vez neste theatro, o
bello drama em 5 actos, do Sr. i. M. de Ma-
cado, autor do Fantasma Branco.
O CEG.
Os principaes papis sero desempenha-
dos pelos senhores GuimarBes, Mauoels, A-
molo e Senna
lleiiiiniinneao (losarlos.
Primeiro A mSi e o ceg.
Segundo A noiva.
Teiceiro -- O sacrificio.
Quarlo Ociume.
(juinto A noite de nupcias.
Dar lim o expectaculo com a cometa em
I acto,
As entrevistas nocturnas.
Principia-a as8 horas.
rs|iCo plantado ifit arvo'e.s, mostrava-se giram-se mais duas dadas t.or preciuCilo, 'caixas medicina, i ditas laxas e pregos; N. O.
eom quioze janellas 111 frento-un grande o- e depois uoi dos magarefes enterrou-llio oo
liselo eomo Uin quartel, que sorvo de hab- pesclo a fien, quo tirou immelialamente.
lacffu aos empregados principa 'S, A dire- lieinou por aiguns instantes silencio de
la a i esquvr la eorriam om tri s linh is pa- morle ; a sangra pareca nao lor prnduzido
rllelas seis ordena do edilieos (loza ao lo- uoooi eflaiio aiguo,; Boalmoute golfadasde
do), separados e isolaJos uus dos oulros sanguo, a principio ne;/ro, depois verine-
por cale idas largas. ConllgUS aos muros lim, jorraram da ferida, o cncaminhando
do recinto havia nutras RonslruccOes de por um lego, foi ealnr cm um receptculo
que adianto diret o uso j finalmente no cen- destinado a rocebe-lo.
tro u ma foole alimenta va dous tanques para Vendo o possante a.nimal estnndido sem
o g-do. vi i-1 a ni inli ,1 vista, nSo pule deixar de ad-
Os emprega los do estabeleci ment sao: mirar como NapoleSo llunaparie, oss- Dos
primeiro, um inspeclo' policial cncirroga- da guerra, desde 1811 dolara l'aris de una
do Jo volar quo o interior do niBlailouro es- iostltuicOo lio choia de humanidade, ao
teja limpo o soja conservad i cm osla lo de pass,o que foram precisos deosa da paz
aaluhridade, quo nao liajaui disputas entre mais iIj 30 alios para determinar a Ingla-
os emprega IOS o queso nSo espanquem os trra em geral, o lord-maior o a corpora-
dita qulncalharia, i cavado de pao, 10 barris
pregos, 400 barras de ferro da Succia aos mes-
mes consignatario.
N. H. Este navio segu para a faliia com par-
te da carga.
Boston, Lion brigue americano, consignado a
\%c*%l!&;XT:oW>o. 0 quando for delinitivaoien.e recebida. lo
de pao, (i ine.as Jevundo eirectueir-sfl pasamemo algum an-
tes do lindar-so o primeiro semestro do
cxercicio ilc 1852 a 1853.
4. Par* ludo mais que no estiver deter-
minado ii > presfnt a clausulas seguir-se-ha
o que dispt) a lei provincial n. 28ti ,de 17
.lo >*!> Cunffino. O secretario, Antonio Fer-
reira da AnnuniMacao.
Achaudo.se vago o olTicio de cscriv.lo c or-
pho c aniicxoi do termo do Cabo, pelo iMle-
eiineno de Jusc dos lles Goinea.que o rxercia
manda S. Re o Sr. preiideute da provincia
Milmofaur publico para conheciinenio das
par(C5 iniirrssi li- I .iiii de que os prrtenden-
(e&ao dilo ullicio ne h.bilitcm na luiuia do de-
cido :i. 817 de 31) de agusio de 1851, c apreseii-
teiii os seus requenuieiilos ao jui/. uuinicipal
do mcsino termo no prato de 6u dias, que co-
uiecou a correr do dia ? do crreme cm diante,
aliin de sc^uirciii-sc os traiiinies i'iarcados
nos artigos ri c \i docitado decreto.
Secretaria do governo de l'crnambuco S de
outubro de iS'i.
O secretario da provincia,
Honorio l'creiru de Aiertilo Couliiiho
arroi, 4 limpadores de estradas, I carrinbo e
prrtences, ifiduzlas baldes de pao, 8 teios de
liiiai, l emiii ,. ni., i *o cmUcm air. i car.
rinho de menino aos iiiesmos couiiguatanos.
13calas mecanismo, i nmchlna para botaxa,
Hieber ,\ C
CONSULADO GERAL.
Condimento do 1 a 7 .
Idom do da 8........
3:146,552
89.5UO
3:436,052
DIVERSAS PROVINCIAS.
Hondimcntodo I a 7
dem do da 8
197,313
11.881
209,19 %
PERUAMBUCO.
DE
CAM vKA MUNICIPAL.
SECUKDi SESSA' ORDINARIA DE 24
SEIEMURODE IbJ.
/'reii/enei. do Sr. tarroi.
Presonles 01 Srs. Ma-neil Franca, Pics
Ferreira, Dr. Souza, c Figueiredo, abno-ae
a scsso, fot lida o approvada a acia (i'aule-
cadente.
niniaes;
i; n inspector djs a50ugucs ;
ti n aun ini.ieclor;
ynalro guardas pata a r.-:alan(;a dos bois,
carneirns, vitellaa, ele. ;
Don* guardas para o csfoladouro, Iri
ria, ele ;
(Juatro liomens encarregados do assoio
das calalas do interior j
l!m pnrleiro;
1,'ni guarda porlO.
A matan;! necupa scssenla individuos,
ca la um do? quaes lem o scu ngougue, alie-
goaria, ce'.leio para a foira)ieni, e quarlo
para veslir-se edespir-se.
Entre o espsr;'i situado em trente da estra-
da principal e o jardim dos empregadoc, jun-
io lis sus moradas, em dous recinlos separa
do< qua se chamain curraos, vi deitados
sombrados hlazes e coleos em flor, boise
carneiros quo pouco aoles tinham tra-
zi lo.
Catee recintos, communs aos 6lacoiigufs,
eslivam contiguos a una ahegoina de I jo
pea de cumplido, a i.virav. Inienlo arejada
por janellai altas abertal as quatro pare-
Idea; pelo meio luvia urna passagem larga
entre duas lindas de divisSea quailradas de
e ni de Londres em particular, a abandonar
um syaleuia ufiu s cruel, mas qne, por
uina i-xe .lean fubul d.i- vicliinas, ciieitan-
do as vezes ao furor, torna mais ou menos
mal-saa a carne dos desgracados animaes,
KECEBEDOP.IA DE RENDAS IMEIINAS GE-
KAES DE l'Elt.NAMBUCO.
Rendimento do dia 8.....2:621,MI
^CONSULADO PROVINCIAL.
Knndimantu do dia 8 488,512
Theatro da roa Angust.
A ropresenUc.lo mgica niiniinei.id.i- por
Mr. Juan Bautiati JaioiC discpulo de Mr.
AtelunJcr para doini.igo 10 do corrente fica
transfer do para segunda-feira 11 c ueste da
se publicara oprogramna do Espectculo.
Mr. Jaime pedndesculpt ao respoitavel pu-
blico Pernambucano por esta mudancafi-
Iha nicamente das circumstancias.
O Bto dos billietcs aclia-sa a venda no
mesmo thealro
Avisos martimos.
Dec
)ciaraoes
Movimento do porto.
Foi lido o seguinle :
EXPEDIENTE.
Um offlcio do Em. Sr. presi lente di ]25 pes de compndolobre lo de largo, recha
provincia de 18 do corrente. remetiendo
cxomplarea das instruccOes que na mesma
dati expedir acercadas eleigOes quo se
i u de proceder para elcitorcs e depuiados,
o lambem da tabella i quo se referem as
(i,-in,< ni -:ni .oes, e recommeiidando
mui torminantemenle que procuran lo esla
cmara dar do sua parte ioteiro eumnri
nenio O q-ie as mesmas se determina,
Para unde d rata janrlla ?
Para a laga, respondeu o criado. Oh
be urna vista s.iberba '.
A que hora voltar teu gracioso amo r
Um pouco antes da inela-noite.
He ceno ?
__ Ol 1 sua senhoria nao Calta jamis a isso.
Ha inultos citados aqu ?
Eu sou o nico.
Maravllhuaainente.
Depols deuin breve silencio. Kramante con-
iiiiiiuii :
Seobor Lazzariuo, diga-me una cousa
Eu vos escuto, slgnor.
Qual he a Igreja mais apartada daqui ?
Heapequena capella de San ieroiijmo.
acuhor, a qu.l fica situada Intclramente na ou*
tra rxiri-ini.i.ide da i el.ule, t est presentemen-
te quask calilndo em i ninas.
Quanlo (empo he preciso para ir l e
volcar T
Mals de duas doras.
Pols bein, seuhor Laizariuo, em nomc do
cousellio dos des, ordeno-vua que p.rtalt iin-
inediji.iniee.ie paia a capella de Aan Jeronyiuo.
que vos Kjoellieis ahi rievoiamente, 4 que fa-
tal, urna oracao que nao dure ornos de um
boin quarlo de hora, pediris a Dos no lote.
res.e de todo, a recompensa dos bon. e o ei-
tei minio do. inaos.
Mas.... arrlscou o criado.
-~ Em nomc do conselho do. des.....repeli
bramante.
Jos por grades de ma loira.. No fundo do
primeiro, por detrs de um rebanbo peque-
o dt carneiros, dorma um ci do paslor.
A' direila, cada umi dossis divisOes con-
tinha dous, t es, quatro bois deitados em
palha tflo lim. a con.o a dis estribarla! dos
ro-rea,lores du cvalos de Loplres; a es-
quorda, deitn loa ou cm viteHcs e carnei-
ros se ira loa por grades poueo elevadas.
t'iu Izi loro Miristany, carga algodo
EDITAES.
fnvtos entrados no dia 8.
-inimoiados em urna camUlcujo cons.imo Boston 54 diss, brigue ameriemo l.ion,
anuual sobe a 9ti,0u0 bois, 1,700,000 car- Je 235 toneladas, capitilo A A. Car Iney,
neirus, 28,000 vilolios e 35,000 porros; eiu equipagem 8, cara gelo o mas gencros ;
urna capital cujos habitantes, como para se a llenry Forstcr & Companlna.
ridicularisa(em a si nicsmos, cantaui om Ijerra Nova 36 dias, briguo inglez Runny-
seus banquetes pblicos i mede, do 200 toneladas, capito Samuel
lina a carne nssada da vclha Inglaterra J*| Prowse, equipagan 12, carga baca I ha o ;
Alguus vtenos foram levados depois a a James Crablree & Coinpanhia.
um paleo, ondese elevavain qualro oucn- I Vodio uAido no mesmo dia.
co estrados, sobre os qoaes humaos de ta- iBarcolot-- barc hespanho^ Diana.capi-
tnancos os collocavam uns au lado dos ou-
tros e os continan!, eniquanto os magare-
fes, tamben de tamaucos, corlavam-lhes
naosagula, mas decepavau-lhos quasi
do lodo a cabera. Uuia morlo instantnea
seguia-se assini a primeira elfuso -Jo san-
guo, cnl'ctaiilo que ein Inglaterra a morle
he a consequeneia deshuinaua desti. 0
sanguo dos vilellos era recebido ein vasi-
lliaa do ferro pelos propnos hamnns que os
tinliam subjugados. Logo que eslavam
moitus, eslollados o lavados, susueudiam-
se os cornos ahuilados por nielo de curdas e
inl lanas, e erain cobortoscom tojlhasal-
vas como a nev.
Notei a um dos magarofes, que me paro-
ca dever ser um icpubllcano verineiho, que
alguna carneiros eslavam inuitu magros.
A11! respuudeu-mo levantan lo os Iioni
-- O lllm. Sr. inspector da thesourana
provincial, em comprimento di ordem d.i
Exm. Sr. presidente da nrovincia de 27 do
crranle, manda fazer publico, que nos dias
19, 90 e 21 deoutuliro prximo vlndooro,
ir a pi.iei para ser arremata lo peranto a
Junta da fazenda da mesma thesouraria, a
quem por menos zer a obra do vigessifflo
primeiro lauco da estrada da Victoria, ava-
liada em 19:218,606 rs.
A arrematarlo ser feita na forma dos ar-
tigos9te 27 da le provincial n. 286 de l" de
maio de 1851, e sob as clausulas especiaes
abalxa copiaJas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
bios e soriiiido-se, ha gordos o magros, rematsSo comearegam na sala das scssOes
Que?
Uro frasco de algum licor lino.
Disbo ento uno entendes que venho pa-
ra tratar de negocios f
Dapol. adobando de repente a voz, disse :
Sempic le agradece pelaiotencio, ral.
_ Se vosaa excellenola quizrsse eolio acei-
tar un sorvele 7
Um sorvete o que he um .orvete ? gelo,
nao he ? alguuia cousa que aduca, que refres-
,,(., que toda a genio coma carn*.
Mas, uisse couiigo, como so hi do con
iiuasi logo pragurjaudo coulra seu cr(a,lo, o
qual nao eslava ahi para ieceue-l". De repente
elle achou-se face face com Hraiiianic.
He pur i.,// uiiiii que perguui.i. .' disse
') ripia" iucllUJlldo-SC ii.une.luiente lesu,,
siuiu veidadt-iranieiiic mullo, mas n, ,n ir,-.,
fazer tuna cumiiiisso.
Que significa i-mi '
__ riada mais .imples, slgnor procurador :
prouielll-vos cm prescuja du senlior doge, fi-
da junta, nos das cima declarados, pelo
meiudia, competentemente habilitadas
i
lllllli i! Llliilii vvttj i >|iiv ca Pois si,.,, minliae.cellencia tomar nm.o- aer-vos iniuha. eacu.as pela ..npulillca Ue que
%.a i .....o...., .___,__,., ,,| ~Ar\ r\ari% n.m v,,.ri, P i'.i.i.-. rn.
vele, vai busca-lo.
I, u/ .hu irouce o sorvetc.
Agora vai-te depressa a San Jeronyino
Nao te espero antes de duas horas e niela.
Laurino sahio, milita preoecupado do que
o mandavam fa/.er ncs.a capella.
Einfin, disse elle com >lgo, lien cooselbo
dos dez que assiin o quer
Itrainante devorou o .orvete de ilou. tragos e
mu r ni mi mi :
Ora se todo o gelo dos Apeninos vie.se
derreter-.e-ine na gargaala, nao conseguirla
huinedecc-la. liefogo o que urlla teobo, para
exiiogui-lo cumpre oulro oivalhoquenao este.
E o caplto recostando-.e jaaella, poz-se a
respirar o ar da noite.
Sua espera foi inul looifa..
. Meia hora se tiiiha apeuas passado, quando
uina pancada secca se fe ouvir da parle de
fra.
A esia pancada nica, que denotava o carc-
ter desptico, violento e absoluto do doun, llra-
- Vou, .enhor, disse Lazsarino ; mas ante, mante po. machlnalmente a mo .obre o cabo
di.so, vossa eacellencia nao deseja algum. do punhal, e foi ao seu eBCOUro- ,_mi
caanf I UgoSimonetla (pols era elle mcimo) enlrou
me loriiei culpado para com vosco, c venho.ro
gar-vosque as aceitis.
O Veueziaoo couiprehendeu operigo que o a-
meaca-va, mas dissimulou sua emo^ao debauo
da mascara de friea que Ihe era habilual.
__ Uispeu.o-vus esla comedia, signar c.ipi-
to, disse elle com una voz bastante calma,
agradcccr-vos--bei smenle se me disserde.
como podcstes peuclrar aqu.
__ Cuucebo que isso vos sorprenda, per-
mitti me que vo diga, aenhor Ugo. be ese um
Eonlo poucu impoilante a esclarecer para um
iiinein que nao le ni urna bora que virer.
Mlseravcl I queres ass.s.iuar-ine .' cicla-
mou Siiuuuetle.
Malar um boineiu inooccnle, sabeodo
que he inaocente, como acabaui de faie-io nos-
sos senadores ; mata-lo rrcouhecendo que uo
he en nuil", pois lies sao os termos de vossa
scotenca secreta, e conecbo nimio bem que
srja predio occultar-iepara dar tae. Malencas,
malar uuiliomeiii assim be que eu chanto m.i
assaisinalo, signor: Mas malar o/uieravel, o
tigre lo cobarde quinto cruai'que ae fez o,
promotor, o Insimlenlo activo, dt.apledado
!
des.c asslsluio infame, oh! isso, senho
he mai. um assasinato, he um i aeco louva-
vel, um acto de juslica edilicanle, ao inclino
tempo que un guzo inell'ivel que sera a ale-
gra de mull i vclhice e compnsala no cen,
e.tou certo diiso, lodos os peccauos de que
oeste mundo me lenho tornado culpado
I. ni humen divulgou o. segredoi do se-
nado, foi o doge; elle loruou-.e reo do cri-
mc de alta traico.
Sun, senlior fui o doge, e desde o mome-
lo em que vos faco esta CODDIlo, desde o mo-
melo em que vu-lo denuincio, eu que Ihe ju-
rel o segredo sobre iniulia espada, he porijuc
e.Uls ja morto :_ Por pouca nlelligeiicia que
tcubais, deveis cbinprctieiidcr Isso.
(lorreio.
O hiato NovoOlinda recebo a milaparao
Cetra, hoje ao meio dia.
Cmara municipal do liccife.
Fica anda transferida pira o dii terca-1..
feira, 12 do Correntl, a arremataban do un- ~
(.oslo da aliricao das n elids de familia, e
o mais quo lem sido sijnunciado.
15iii.ii de Peniaiiibiioo.
Os dcscontos da semana do t a 9 do cor-
rente, sSo os do 6 por cent" al o lim des-
le mez, e do 8 porcenlo al 6 mezes. O
conselho decla-a que compra n vende le-
tras sobre o Rio do Janeiro, do qualq-uer
quautia e a prasos rasoaveis. Raneo do Pcr-
nambuco 2 de outubro de 1852, O secre-
tario M. I. de OlifOira.
PoblicacSo litteraria.
Saino a lu.
28 RA DAS ChUZES 28
A conlinuacSo da materia mefca homoo-
pathica augmentada da ihenria das dozes pe-
lo Dr. Muie.iacuna imiuirtanlissima deixada
;iur llalinemann ao cuida !o dos seus disc-
pulos. Eslo volunte contai a pallingenozn
de mais 12 inolicauentos Europeos, e dos
12 principaes medicamentos lilt \SiLaClliUS,
experimintados pclosaluuiiios da escoia ho-
meopathica do Rio de Janeiro.
BAHA.
O liiale Amelia, segu em pou-
cos dias para a Halua, uinda pdc
receber alguma carga miuda a
tratar no escriptorio de lNovaes &
Companliia, na rua do Trapiche
n. 34-
Para o Aracaty.
S. (..g > iodo Ij.cvlatle, o
novo e veleiro hiate Santa Cruz ,
mestre Vcenle Ferreira Lopes ,
que ti recciie carga at o dia o do
corrente: os pretendentesqueiram
dirigir-se a rua do Tmpiclie Novo
n. 16, segundo andar, ou a rua da
Cadeia Veiha n. >.'>
Para I i-boa a galera portugneza Mar-
ganda capitilo Silverio Manuel dos liis, sai
om nmenor brovidado-possivol por ler a
maior paite da carga promet,quem quiser
earregar ou hir do passagem para o que tem
exceilentes commodos dinj9o-se aos con-
signatarios 01 iveira IrinSos & Companlna,
na rua do Apollo n. 14, uuao referido capi-
to ua plaga do comuirrcio.
Para o Cear segu no dia 10 do cor-
rente o patacho Sania Cruz; para o reslo da
cirgn, trta-so ao lado do Corpo Santo, loja
de massames n 25,
Preten le sihir com loJa a brevi lade
para Vw Yoike o hiigne inglez liante, O
lual icm excellentos commo.'os para pas-
ros: i ,e"i no mes nu^qui/.er ir dirja-
se > 1111 do Vigario n. 3.
~ Para o Rio do Janeiro sane com toda a
brevida lo o brigue necional Animo, por ler
1 mal,ir pa' te da carga prompta : para o res-
to, passageiros e escravos, trala-se com o
capilAo do mesmo Domingos AutoniodeA-
zevedo, ou na tua da Cruz do Recife 11. 33,
em casa de Ltliz JOiC de S Araujo.
lio (le Janeiro.
O lii'in conliecido pilaclio Va-
Icntc, sigue com murta brevida-
de, por ler j algum i carga prorrip--
ta : para o resto, escravos a Ire-
le e passageiros, >ara o que tem
lioiis commodos, irata-se com os
consignatarios Novaes & Compa-
nlna, na rua du Trapiche n. 34,
ou rom o capilao na praca.
.,
I
^ 0>
o g
<
:I**r as pessoas que ja compra-
fra.n os elementos de humeo-
ipithi4 o assignaram esta 2^000
11*.ira as uutrjisquo SU quizorcm
|a dita obra. 3/100
rou o procur.nlur pclti nteio d.i corpa* aprr-
lQU-0 HIU \ i.vi i.s.i ii':i le COOtrt ll (If ll.Utl O
(|iirnli'/i.\,iiii como um tritertor. Ievantoa*o
drpois coin nina mo cima da I ;;i c pon tu
Ihe com a nm i o punlinl sobie, agargaoia cx-
claiiitiu:
Tuina, in Iterare I morra em ion pci(o
eata fot hTOQorlu o iulama ijur n.io sab
profrrir srn.ia a ineutira c que maloii a t ar-
iii.i; mil i ,ihi< > <|iii' o ni.ii'!i i 1(( (lo ;i \--ti/ :
l .-. mus ii- n.i l--i un ultimo esfurco para
griai, in ii iiiiiiiiii ii'.i' nangueo sullbcou, eno
ii'jii.ii liMlanla a .-i^> di lagoa abriu-sc coin
um ruido surdo pira eugolir um cadver.
Duas lioras depoia dc>ii serna, una gndo-
la Icvava para luogc de Vcuea Uramaule cas
duas umi'-.
A la. branca como um disen de prata, linca-
va como um lapclc de diamar.ies sobre o -\dria-
ii 11,(1 qual te cateadla calmo cinagesloso em
uina cstcucoscm limiics.
JLelo.
Ah iniseravel '. miieravrl exelamu <
VencKJano lora de si; mas isso nao pode ser
accresieolou elle passaudo a mo pela fronte
ntciraincntc alagada de suor, c prec-piUndo-
sc para aporta.
Enlo nao vistes, disse tranquillaincnte
Bramante, que fechel-a com duasvoltas. Urna pequea estrella appareceu de repente
I.w./.irino! eiclamou o procurador, o qual no horisonle, no nieauo puulo para o qual rs-
comeC/ava a perder a tramontana. tavam continuamente voltados os olhos da
Chamis por Latuariuo, nao sabis que dua* dontellas. O uicsmo peniameoto, peusa
sahio ? Queris que vos diga o que fui faier .' uiento. supersticioso talvei. mas cheio de con-
Foi rogar a Dos peto triuiniiho dos bous nesta (sola-coes ao mesmo lempo doces e amargas,
Ierra e pela puncao dos mo* atravcssnu-lhcs o espirito e coinainuicou suas
E (tramante foi tancar urna vista de olhos so- feicdes uina emocao poderosa.
bre a raranda. fcllas se coinprehenderam coin um olhar,
Aproveitando-s^ deste momento, Ugo tiruu aproximaran.-se urna di outra, e cun as mos
um estilete da cintura e lancou-ie sobre o ca-. eotrcla^adas ajo**Iharaiu-seambas c poetana se
pitao. a cotntemplsr a estrella em mu silencio religio-
Este tiulta previsto o golpe, voliou-se agar- so. Ter-se-bU dito que essa estrella era para
Miu I Carneiro, fsr IiIJu por iDter-
vei.Qao do ageiil ra \-2 du corrente, s 11 horas da rnanhfla,
no sea armazen. na rua do Trapiche n. 38,
l'i ~''.Mi".lr :- r.:n;i. de I t) i* de mailci'";i,
ellas a suprema imageiu daquellc que linliaui
tanto amado e que Ihe enviavam suas flus
almas uessr triste e ultimo ulhar.
No de algum tempo, Uramante pasiou
ao icrylcndq papa. Tenlo-se frito ferlr mor-
taime ule em una emboscada, elle rrspouu.cn a
nm de seus scldadcs que o tlnha prevenido do
perigo v que Ihe exprobta u.iu ter escutado
seus conselhos:
Amigo, quem le disse que cu nao quera
morrer ?
Quautua Mlchaella c tiln de Visconti, el-
las refiglaraiii-sc ambas cm mu convento de
carmelitas, propondo-se ao principio pedir
ahi siuiplcsmenle a hospitalidade; mas logo
depois funiiaramo projecto de pronunciar ncl-
le votos eternos.
V
_Michaella fez todos seus esforcci para desviar
Bjanca de urna resolucao tao extrema ; mas a
uin iii- Visconti persisti firmemente cm sua
vontade. ,
Amiga, disse ella uin dia a alichaella, se
elte fosse viro, essa dupla alTelcao que senti-
mos to pura e to profunda para com aquel-
te que tanto soltreu, seria lalvez entre n* nina
causa de separaco e de desconHanca, mas elle
j nao existe. liqu.:inos unidas tiijueinos ir-
ines, e oremos por elle.

1
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^r do
M,i
IIM.
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Tull
ara e
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J
MUTILADO
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mesas pin na, ditaa para jantar, aparado-
res, niarquezaj, Bofas, hcrcos, toucadorea,
guarda-luuc, comoiodaa, cn.lnina, espe-
lhos, pianos, quadros c mi estimpiS, uma
camera obscura, e oulros muilosol.jeclos;
aasim como che hyson, por menos ue 300
ra. a libra, em uma ou maia caitas, e cha-
rutos da II hia.
Avisos diversos.
U abaixo assignado respondendo ao an-
nuncio do Sr. Izidoro Jas Dias dos Santo?,
publicado no Liberal Pernamhuoano do
bontem decan, que S. S. meniiu misera-
velmeota quando l..... no reforido annun-
co que a letra, que firmara em favor rio
mesmo abaixo assignado, fra estorquida
por ni.'i'i da iiii;.. Depara lastimar que o
Sr. Isidoro que ao tem em conla dehomem
de bem chagua a pralicar uma miseria, urna
in lig'iidade desta ordem, mas em fio. pare-
ce, que S. S. msutindo coi o menliu di-
urna maneira ISo indecorosa, fra levado
issu po' alguma influencia secreta, talvez a
do Sr. Jos Cseltno do Melciros, qua eu
detesto, e desprezo do lodo meo coracSo
Vn portanto o Sr. Izjdoro aos Iribunaes,
pois que ser perante'elles que eu mostra-
rei que S S. negaudo uma livi la quo Irgi-
11 uta mente cuntrahiu, lem-se lmalo in-
digno de toda a alinelo, e respeito dos
homena de bouj. La o espera o
Padre Francisco Rochar! I'ereira de Hi tu.
O Sr. Franchn Barhoza de Lcenla,
morador em Goianna, tenha a bondade de
vn-, ou maridar tiraros peuhores quo tem
na ra do Queimado n. 33 at o da 30 do
corrente, do contrario serfio vendidos.
A meza regedora da irinan 'a le de Nos-
si Senhora do Bnm Parto, erecta na igreja
de S. Jos de Riba-Mar, convida a lodosos
irinAiis para reunir-se em mesa gersl no
domingo 10 do corrente, pela 9 horas da
manhfla, no consisteio da mesma irman-
dade, alim de se proceder os votos dos no-
vos eleitos que tem de reger o anno de
1853 a 1853.
--O abaiso assignado avisa ao respeitavel
publico, que oinguem farja negocio, ou
transaceSo alguma com uma letra lirmada
pelo abano assignado da quaiilia de 1:000/
rs. a favor do Padre Francisco Rochael Pe-
reir Brito de Medeiros por lor sido dita le-
tra extorqutda por meio da Torca, como
pasa a provar peraote as autoridades com-
petentes. Itecife 6 de ouluhro de i...".-.
Izidoro Jos Dial dos Santos.
Casa Feliz, na praca da Indepen-
dencia n. 3(>.
Nesta casa vendcnvso burieles, meios e
cautelas da lotera da Matriz iia lloa Vista ,
cujas rodas amlam no dia 26 do correle
mez vendem-so igualmente cautelas da
lotera da igreja do Rozaiio daroesma fre-
guezia, os presos vflo abaixo declralos. O
cautelista da casia cima, convida aos a-
mantos destejogo para direm a preferencia
a compra das cautelas da lotera da Matriz
da Boa Vista, as das loterias do Rio de Ja-
neiro, por serem aquellas mais haiala. que
estas, e com igual sorte ; como passa a de-
monstrar, um dcimo ria lot ria daMalnz
Krmlo a i.mtio i Contina em fuga o meu escravo Ber-
c .7. ,. Jc T i' .. ...i.i nardino, de Angola, de boa estatura, nlo he.
Srs.Joizesdedlreito.Srs. julzes monici- !o,.lrncn.fi p,c"0 '.a~ 8oM visivi
paea. Sra. presidoule e vereailor ra cmara mouco sjgni| e,jdeute para lar conheci-
mumcipal desta cidade do Recife, dign-i-as* d e caplurldo rapre,ent. ter 10 a 50 annos
escotar a minha dbil voz. e pondo freio s fl jf)|l onho ter do ou comluzido
njuslicas que ao nns'To povo tem relto e
est / rulo o fiscal
Pinto. Tem sido mui'
muitos os veixamci por ene niaucauos, o (;ape||johi'do Mondego, .
quo pr-tfe'ilo expr vos em ou'ri oecisiSo; (U B._Vjsia, comarca r'o Recife, queTserflo
agora vos relato a re ais recente. Pretend QS Ass|n| ftbl!r que Autoino l.eile
alargar uma camari.iha de minha casa para de Macalh.les. soldado que rol de iniHilaria,
commolidade dos meus alumnos, e f.zer Obojecom baia.arMiicnanlo-i
um muro divisorio no mcu quintal: enten- do/)gllu emmea p0(i,.r um, pecinhas de
3
ii .., t> ,."" 0 pjni,. gupponho ter ido ou conduzuo
isro povo tem feltoe 0 ,,, ou m,t0; por Isso
da Boa-Vista Ignacio fogo .polica da provincia o capitSes de
ui'os ni patronatos, e v0 rend,m econduzam-o ao sitio
por elle platicados, o u.mabt \0 Mondego, t-rmo da fr, guezia
hojecom baixa.arrancnanlo-se nesle sitio
"....."" ""--i:-- p"T"a aoposltou emjneu poder ums pecinhas do
di-mr para isto com o Sr .fiscal da S. /os 0|lro as guardar: sobre ellas foi me pe-
nmomezdejulhi.) que airvia de fiscal m- dindo por vezas dlnhciro, e eu vendo a Boa
termo do bairro da Boa-Vista, o qu.l me conduPl, qu8 cnl!Io m0slrava ful empres-
respondou que dentro ds rneusmuros.es- undo ,t o.OOO rs. ; e depols lembrando
tav. girantido, e por isso jlz umaeoutra me,,e t0Mr'0 ourocmi
multou-mo em 190 000 rs. segundo a sua odUoenhor teosla data nflo tem appare-
vontailo, nflo pela obra do muro, mas pe a cjJ p0r isso rogo o aviso ao publico que
ea i annha aborta ou corredor de troze pal- lijl(J el( C8tun egociar com ouro falso,
mos de largura na frente, que di para o mcu e fazor saques com elle do dinheiro legal,
muro do lado" da ostra la ; porcm recuado dzen,)o qu8 morav em Limoeiroctc. Em-
deste, e com um parreiral de perrneio, na fi,,, he um hoieui que rieve ser pesquisado
distancia do quinze palmos i fazendo escre- a po|lC| ,. prendur-so osse bom cidadSo,
ver no processo quo a mcia-agoa tem trinta .IHTI da caJeia pagar-me, o alcm disto evi-
o nove palmos do frente!!! O enlnndimenlo t,ir.50 continuados furtos quo esse ho-
mais otucurosabe que se emende por fren- meni a r,lendo a qunm podo engaar,
tonque de^ta para a estrada, oquonSose paS8,ndu por homem de hem; o qi.at lio par-
da com a minha pequea obra : alm de que, d q,oso> e B maiona dos soldadas o conhe-
a pi ni,era testemunha JoSo da Lapa, jura cem._si.bJSli.1o dos Oculos Arco Verde Per-
falso contra niim, que obra tem vinte o niirn|,uc.
novo palmos dn altura!! (Va, se a minha js'siano-l .e Araujo, co-n venda na
casa lem qu..lorze palmos de alto ao t>i-xal, rua do Ar,ga0 ,, 16> participa aos senhores
., .inloa comieira, como havia a inei.-agoa (,0 cotrato da arguardenle de producco
ter vintflc novede frente ua altura PM por t,ra9i|elln| quP dcixou de vender este genero
estas o outras falsidades o benemrito S'. dcsj 0 da 1. do oulubro corrente.
juiz municipal (aqun, me esqueci de re- commissSo de escravo.-.
querer uma vesturia) me condemnou, n5o ,'a"a uo .uiiaaiM ,...
em 120,000 rs o demolicao da obra, como Na rua Dlreita, sobrad) do Ires an lares,
quena o Sr. fiscal a pedido do amigo; mas defronl, do boceo de S. Pedro n. 3, roce-
somciile em 20,000 rs pagando a c,mar bem-se esrravos do ambos os seos para se
municipal metale das custaa, peque esse vender de .-ommisso, nflo se levando por
integro juiz julga vista du ,roceso, que esse liabaltm mis que 2 por X, o se.n so
eu ediOquol u.a obra de pedra e cal rom levar rousa alguna do comodona*, oiiero-
vesso requerirlo uma vesturia, tu lo teria si- dego defronle do sitio do Sr. I.mz C
nado: por quo o artigo 2 do Ululo 7. nSo *' ruarla Clela rto HiCl'en.
lom a elasticidad* que Iho pretende .lar o mero andar arrenda-ae inuualme
mi aillo, eij
doSr. I.uiz Comes.
49 pri-
iito um
-se que este seja ou Da poutjple
- Sr. fiscal, porque so cntendesso ningu ...
. podera edificar, reedificar ou demolir qual- Lchoa, ou em outro qualquer lugar em re-
> quer obra tem licenca da cmara, entSo 1'5I" aquello, exige-se mais que baja ba-
nSo so podoria fazer um fogao, um tanque, nho, e tiaixa de capim : quom o livor nin-
uni alereto,eoutra qualiu.r ntira : mais j'-se no |U(ar cima mcocionado quo acha-
claro, nenlium pedreiro porler pegar em ra com quem traiar.
fe ranienta do seu ollicio para qualquer Arrenda se o sitio ZonguO em Apipu-
ohra.o que he um absurdo : porm o aiti- eos com excelente casa deviveuda (sohra-
go 2 do Mulo 7. he claro porque diz: qual- do) a maigem do no Capiliaribe, estribara,
quer obra quo n3o seja de confnrmiiladn gian le plantico de capim, terreno pro-
coma planta etc.: e mais abeixo diz : eso- prio para olaria, e porto de embarque: a
r.1u dadas as liccncas depois que ocordea- tratar com a p,-opriotria na rua do Aragao
dorderoperlilanento.riivolamoatoctc. etc. o. 12 pnmeiro andar,
custa 1,100 rs, e p-le Ih locar porsorlol em cujo caso n!lo estilo as obras Intornaa,' l'rope-se uma pessoa que tem tolas
9i0,000rs.j um vigsimo da lotera do Rio' conlo a nha, dentro do meu quintal, o a as habelidades para admn isKar qualquer
custa 1,300 rs., leudo a mcsina sorlc de1 quc do meu muro, aneja foi cordedo. ongenho, por tor si lo oniprecado nesle sor-
920,000 rs., ganbando o compra tor 200 rs.; |>r,, vedar estas e outras arbilrarieiades do vico mais do 10 anuos, enten lo porfeija
cm cautela; a ellas. Na rua iNova, loja de Sr |jC,| (que om breve levarc ao conheci-
chapeos n, 4, existom a venda cautelas da mont do publica) a no.-sa illuslrissiiua ct-
niara municipal nS se contente s com o ar-
tigo 2." do titulo 14, fs?a uma'poslura que
obriyue o scal pagar as cusas ros proees-
loleria da Matriz. Presos : Matriz.
Rilhctes 10,400
M, i 5,200
'..lll.il t' - 2,600
Decimos 1,100
Vigsimos Rosario. 600
Quai los 2,200
Decimos 1,000
Vigsimos 500
mente do mclhodo de lajer aasucar : quem
precisar procure na rua .Nova loja d-alfaia-
te II. 57, ou annuncic.
O abaixo assignado faz scicnte ao cor-
podo commercio que comprou ao Sr. Jos
sos coque a camaTa frcondemiiada.ologo,Joaqun, da Costa, a sua loja sita no patio
nao pratieari tanUl aib.trane,la,les, as do L.vramento o. a, nao te reapon-abili-
Precisa-se de uma ama, para casa de
pouca familia, o quo sirva para todo servi-
i;o, e principalmcnli engommado : na rua
Vclha n. 55
Aluga-se para servi;o interno do casa,
uma mulata de 14 anuos, cose engomma u
Cosinba: a traiar na rua i'oCullegio n. 16,
terceiro andar.
-- 0 Sr. Manoel Percira da Silva, queira
dirigir-se a administracSo do corrcio, para
receber uma carta que se acha cm poder do
administrador.
Quem preciaar do um caixeiro, para
venda, do quo tem bastante pratica : dirja-
se a rua larga do Rosario, junto ao quarlcl
n. 17-
Arrenda-se um sitio no beceo doQuia-
bn, da povoa(;1o du Mouteiro, i or anuo, ou
por fesla : quom o pretender, dinja-se a rua
do Sebo, casa n. 12.
Uproprietario da loja, sita na rua do
Livramenlo n. 28, aluga, ou vo ido a arma-
$So, propria pra miuJezas, ou fiZ'iid.s :
a tratar na im mu a rua n. 30.
Altenca .
O Novo Fiscal, peridico poltico e dra-
mtico, bieve est em excrcicio; sahe lodos
os sabbados, uo ha assignaturas, vndese
avulso.
Para se passara fcsl.
Aluga-sc um bom sitio no lugar do Cor-
deiio, a margem do Capibanhe, com boa
i.. > i, estribara para tres cavallos, casas pa-
ra pret9\i^ como baixns com cap u, e muita orlalico :
na rua do Queimado n. 30, sejundo aurlar,
ou na roa da Mad(e de Dos, armazem do
llirroca & Castro. \
lioca-se ao senhor*1tJTmmido, pintor,
quo esleve no engr nho S. Francisco no au\o
de 1849, queira diigir-se a rua do QuiimN
do ii. 30, segundo andar, a negocio do seu
i ulereare ; ou annuncie a sua murada para
ser procurado.
Est fgido desde ten;i-feira, o mole
que africano d nomo Antonio ; elle he mili-
to contiecido por vener todos os dias, a.o
meio da, tapioc.s, gruiesodoce: Iran
ubi camisa de chita que ja esta branca,com
pregas na abertura colarinlio encarnado,
calca azul; tem uma falla de cabellos muilo
visivel pela conlinuafao de canchar o labu-
leiro, e no |o direilu tem o dedo que lica
juntu do in i ii i nio ISo pequeo quo faz muita
diffetenfa dos ouUos : pede-s nos capiSes
de campo o m-is pessnas quo o virem, que o
pegueui e le.cm-o na Solelade n. 42, que
aerBo iccompensados.
-- No dia 7 do coi rerlo a noite, na occa-
silo do fogo que levo lugar nu pateo rio Pa-
raso, roubaram urra caiteira pirleocenle a
Jos Mina Itegallo Braga, leudo a dita ra-
lena uma sedula de ft.ouo rs. o tres vigessi-
ii.os.M'nd'n rios da fabrica de vidroi o liac.ilo
com os seguinles nmeros : 1145 e S789, e
um da fabrica de vidros de numero 379J,
sendo todo assignados ns co>tas por Jos
Maiia Re gallo Braga e Joaquim Thoudoro Al-
ves ; roga-se aos senhores cautelistas o ven-
dedores de bilin-tes, o favor de nrV. paga-
lein os ditos vigessimos caso saiam premia-
dos, e ao mosnio lempo se toga o favor de
os levar na rua larga do Rosario n. 40.
l'aasa nortes.
Tiram-se passaportes para dentro e fra
do imperio, despacham-se escravo>,correm-
as folhas, e liram-ae ttulos de residencia :
para eate lim procura-so na rua do Queima-
do n. 25, loja de aiiudezaa do Sr. Joaquim
Mouteiro da Cruz.
No eacriptorio da viuva Amonio t Fi-
Ihos, existe uma carta para o senlior Narciso
Ferreira Viega.
partea roqueirain as competentes vcslurias,
. para que os uossos benemritos jui/os sen-
I tenciem com pleno conhecimcnlo das cau-
! sas. Francisco de Fi citas Gamboa.
100,000 rs. de ^rulicaco
Desnppa'eceu no dia 7 de m..io prximo
pnss.do, o pardo Leonardo, do idade 18 un-
nos pouro mais ou menos, e tem 01 signaes
eguiotea: -baixo, o peito um lano me til-
do para dentro, cabello caraplniiado cal no
meio da testa, e falla descansado. Ksto es-
clavo vinha torios os das vender leito no Ite-
cife, de um sitio na Itoa-viagem, perluiicen-
le a J,...una Mana dos i*ssos, de quem foi
escravo: quom 0 "pprehender e trouxcr na
rua da senzalla Velha n. 60, segundo andar,
recebera a greliIicaiao cima.
Aossenhorrsestallantes do quinto
anno.
Acaba!* rio recehor pelo navio Paulina,
lilas para as carta! de hachareis, por preco
mais razoavol que em qualquer parto : na
loja do Huillas do Bu.'Ssard Millochau, no
aterro da Boa-Vista n. 1.
Aluga-so um bom escravo para lodo o
servico, com pratica de pad.ria ; riel, esper-
to, e muilo timpo : na rua Direita n. 24, se-
guudo andar.
Kxporla-so para o Rio de Janeiro, Thc-
reza, mulata, com ISannos.escrava de Joo
Anlr DiO AI ves do linio.
-- Sao convidados os irmSos da irmanda-
do do.SS. Sacramento da freguezia deS. Jo-
s, para aaslstlrem a festa do seu Orago ,
am nh i 10, pelas 9 horas da manhila.
Prerisa-se de una ama forra ou capti-
va, boa cosinneira, o paro mais algum ser-
vi;i) de enancas em uma casa estrangeira
.le pouca familia : na rua da Aurora n. 8,
segunto audar.
Os devotos enorregados da
I''KSTlVIDAI)F. de Nossf Senhora dn Rosario,
erecta no nicho da rua das Orillea, u3o leu-
do podido realisar o recebimenlo do todas
as csmoIssolTeiecidas pelos liis para a men-
ina, vcem-so futrados a l ansferi-la do dia
10 para o ultimo do corrente mez infallivol-
mento.
-- ,\1o sei quem mora no n. 32 da praca
da li.ra-Visla, o nein de que negocio trata
se poioin, por alguma Irsnaacclo, lem a ha-
ver .le iiiin. a "i .. cous
uze dos muios
salido por debito ..l;uni contrado polo me.
mo Sr. Itecife 6 de, uutubro o 1852
Uinli-illiio Maxiniriio de Carvalho
- Precisase do uma ama para o aervieo
da casa e de compras,sendo boa paga-selbem;
na rns do Padre Fioiiauo n. 5, aoUrsdo da
quina,
.-- Na rua das Agoaa Verdes, aobrado de
utn andar n. 14, da se bolos de vemlagem a
80 rs. a pataca, e arma-se bandejas com
muito gosto e perfeigSo, por menos preco
do que em outrs qualquer parte : na mes-
illa casa vouilem se trea barra de botar
aeite da carra;>lo.
-- Aluga-se uma caai terrea, no sitio do
t'oi.ieiio, a margem do rio Capibanhe, com
com modos p-ra glande familia,n com estri-
bar ia pira seis cavallos; uma dita mais
pequea no fondo do Oiesmo sitio, tambem
com comno l.is para familia: a tratar com
Ciabriel Antonio, no pateo do Canuo n. 17.
-- Precia-sedo urna ama, prefere-ae es
trangeira, para ludo o seivico intorno de
urna casa de pouca familia: no aterro da
Boa-Vista n. 38.
-- Precisa-sede 1:500,000rs., pagando-se
mensalinenle o premio de I por cento, por
tumpo de 18 me/es, e da-se a gaiantia que
so exigir : a quem convier annuncie sua.
morada para ser procurado.
Precisa-so do uma ama para o servic/i
dn urna casa de pouca familia : no becco da
Viravflo n. 39
A abaixo assignada viuva do finado Jo-
te Fernandos Eiras, respondo Sra. D. Iza-
bel Mana .la Cunha que nenhuma duvida
lera em restituir as letras a queso referem
os leus ,i.nuncio-, se lhe lor apresents-
da em forma legal, quiiaUc.an de panas di-
las letras, passada por seu lilho, n compe-
leiilmrnte autorisado por aeu finado pai;
c rssaquitafito fordelodo odireiteenfioda
parle :elie, como so deprehende do recibo
iranscric; lo pela mesma Sra. em aditamen
lo aos seus anniincios nesln jornal, reslan-
.l> II... a magua . tarlo a i'uscncia de seu lilho o morte de lea
marido, para do algum modofenr-so a re-
putarlo deste, que se n!io entregon aquel-
las let'as corlamenle naoestavam de lodo
pagas.
Sil va nia Maria Fernandes Eiras.
Constanrio-mo quo a minha escrava de
nomo Gertrudes, nac.ln angola, de idade 26
anuos, cor muito preta, olbos grandes, pes,
emana pequ'nus, eslatura baixa, disdwnta-
rla na frenlo do lado d? cima, e pcilo de
pombo ; se emeaminnara ha quasi dous mo-
zes pera 0 engenhode Fragoso, aonde a di-
la escrava Gertrudes dizia ter uma comadre
( preta ) pecoso Sr. do dito engenho que
por favor, nu caso d'ella lhe aparecer no seu
engcntio ; quo na maule penar e remellar-
me, a casa do miulia lesidencia ua rua da
Aurora n. 52, pagando mi. as necessaiias
despez. s, de cujo favor lho lica re obriga lo
Advcrlc-se que a dita preta foi escrava do
finarlo Joaquim da Luigoeta, e comprada em
li'.l'r.i publico quo ni ndirain fazer os her-
deirvsilo mesmo Joaquim da Lingoeta pelo
correlor, o Sr. livoira, o dizem quo so tem
viato tambem a referida escrava, na cidade
do tiln.la, e no mesmo lugar nos Arrumba-
dos em certa casa que sera logo corrida e
o ladrSo sofrer as penas da le. Francis-
co Ji s Barboza.
Na rua do Livramento, sobrado 0.10,
se di.a qucui cumpra um sobrado e duas
casa* torreas, o quem .la dinheiro a premio.
-- Alfredo do Mornay, impresa rio da es-
trada de (erro quo .-.o tem de construir na
provincia de Periiamhu.-o, convida aa pea-
soasquepor ventura .- lar.-m ubler ac
(oes da respecliva companhia, a se iliiigi-
rem ao referido empresario at o dia 18 do
mez d" outubro prximo futuro, om casa
dos senhores Rothe Sr llidoulac, ua rua rio
Trapiche n. 12, no Itecife, cm carta na forma
abaixo es criticada.
Sr. Alfrolo do Morny.
Tendo-so de construir um c.minti do
-- Antonio da Mcrlciros, com venda de-
fronte do Passeio, avisa aoa aeoa credores,
para no praso de tres das apreseuiarem suas
contas para serem pagas.
-- Precisase de uma escrava para o ser-
vico de tima casa de pouc familia : na rua
Direita n. 69.
No alorro da Boa-Visfa n. 8, priffliro
abdar, precisa-se do uma ama para casa es-
trangeira, que sa i lia cusinhar, > fazer o mala
servico .lo casa, e que tenha boa conduela.
Moje 9 r!rr corrento SJ lia re ai rema-
tar por ser a ultima piarla, ao meio dia, de-
pois da audiencia do senliar doutor juiz mu
nicipal da segunda vara, n sal i da mesma,
o altm denominado Baihalho, com casa de
virenda, olera, o mais beujfeilorias cons-
tantes rio escripto om m3o do portfliro de
juizo, cujo silio ho situado na freguezia rio
i'ocn da Panella penhora.lo por execufSo
contra Pedro de Alcntara Faria Ab-eu o Li-
ma, como administrador do sua mulber e
mais herdeiros do finarlo JoSo Ignacio Iti-
boiro II.. na, oscriv3o l i-la.
-- Aluga-se no sitio do Cajueiro, duas ca-
sas para se p usar a festa, com grandes rom-
modos para familia : a tratar no mesmo si-
tio, ou na rua da iii a po, com Barnardino
M.ia da Silva.
-- Aluga-so urna mulata escrava, para lo-
loo servir,-., do uma casa; lava, casi nha e
ugomma : quem preteuder procuro na rua
do Queimadu, loja n. 10.
Precisa-se alugar um cosin'.ieiro forro
ou escravo, para un casa estrangeira de
.nuca familia : na rua da Aurora u. 8, aa
gundo andar.
- Os abaixo assignados, herdeiros da fi-
nada I). Antonia Mana dos Prazeres, previ-
nem pur esto annunc.iu ao respeitavel pubh
co, que nSo navendo ainda se procdido
inventario e partilha dos bens deiX'dos por
aquolla dita fallecida, n.t > ple seu lilnu
Jos da Silva Pavn, vender bens alguna do
dito casal,como pretende; protestan contra
qual hit vonda, ou permuta que este lizer
dos bens donados por sua dila finada mSi.
Antonio Vicente de Azevedo, e Victorino An-
tonio da Silva.
***kt#*- '.masa*')
U arrematante uo con- ^ stitnmo das ago'artle .tes do ,
;* municipio do itecife, nova- <
ji mente avisa aos senhores (r
k que c>tao collectidos, que %
Precisa-ae de ofliciaes de chsruteiro, e
aprrndizes ou tiradorea de fumo; na rua
imperial n 31.
-- Precisa-ae alugar um prelo, para an-
dar com um taboleiro de fazendaa : na rua
do Pilar vanda n. US.
..^UCAOni.r'/^
OSr. Jo3o llypolito deMeira Lima lem frt.-ro que pariindo .la cidade do Recife,
uma carta, viuda" de Coianna : na rua do o passando pelos districtos mais assuca-
Soi 7. reros da provincia de Pernambuco v
Francisco Mullas Perera da Costa, terminar na villa d'Agoa Prela confor-
expo'la para o Rio do Janeiro, o seu cscra-1 me as estipulacjdas du contrato celebrado
vo Coime, creoulo, de 10 annos. i entre o governo imperial e V. e appro-
I recsa-so fallar ao Sr. Joaquim Fran- va lo pelo poder legislativo, diriju-me a
cisco de M lio Cavalcanle, ou a pessoa do V. .para o lim do obter ( ) aceces de
sua correspondencia, a negocio que lho diz valor devinto libras esterlinas cada uma
reaieito: queira annunciar para ser pro- fvintri libras no cambio actual do 27 1|4
(I. he igual rs. 176,150 ) ;
curado.
e esperan-
- precisa-sc de 4:000,000 de rs. apremio do que V. se sirva transmittir a presen-
por lempo de 3 annos, dando-se garanta le declaracSo a directora da rompanhia
cm umapronriodide demaior valor, opa- que se lem de eiicorporar pa-a realisa a re-
gando-sel or cento .nensalmcnte: a quem renda obra cumpra-mc s,gn.hcar-lhe
, nflo obstante o que fiCi exposto a inteucao
convier, annuncie.
Aluga-so o pnmeiro andar, da casa da
rua da Guia n. 64, unicirmcnle a familia ho-
nesta : a tratar no mesmo no sogundu
andar.
--Offr recor-se urna anrn para urna casa
re pouca familia : no becco do Calabouco
1.18.
Arlvcrtc-so a torlas as pessoas que so
iulgirem credores do senhor Joaquim Fran-
cisco do Rolarlo, que lev ofllcina do mar-
ciueiro na rua das l.irangeiras, queiram
presentar suas contas na rua larga do Ro-
sario n. 38, para serem pagas
-y
HOIVTEOPATHICA.
< 28 IIU.\ DAS CltUZKS 28,
aV Dirigida por um pliarmaceutico
appruvado.
Estoestabelecmento possue todos
08 medicamentos al agora experi-
l em que eslou de aceitar o numero .le ac-
. rjos que por ventora houver de cabar-me
' ainda quo menor seja do que a mxima aci-
ma 11 v ,,l,i. Por esta OCCiaiSo taimo outro
' si.ii de decl'rar-lhe quo mo obrigo a pagar
' as respectivas preslafes no lempo e pelo
modo que a directora houver de determi-
nar ; o nflo o fazendo denlro de periodo de
30 dias depois da notificado, lica desdo ja
enten lido que cessara todo o mcu diroilo
nflo s as acedes como tamben as prsta-
teos quo tiverem sido pagas, cuja importan-
cia rcveiler em proveilo da companhia.
.Vine por inloiro.............
Data.....................
Mu;.......................
ProOtsBo.
Na rua do Vigario, casa n. 7, deleja-
]a so fallar, para negocio de interesse, aos
.$1 Srs. Antonio, Manoel e Domingos, ou a al-
<."i Kiiem por clles. lodos tres ria..-, filiaos
^ do Sr. Auozonos e da Sra. Lopes, sendo es-
<'-" tes naluraes Ja freguezia do Sania Maria de

I nieuiDsii.ei.ios an- (uurn ^uuir- ^ .---------'--. ---------.---- -- -- -.-: ---------D--,
entados, tanto na Euiopa como uo S eaquellos n.scidos na cidado do Porto o
rasil, e proparados pelas machmaa 2 que consta lerem vindo para esta provincia
i invencao lo Dr. Mure. de Pernambuco a anuos passados.
^*> a i,.,. .1 .... I....iiii iv i, ii < n r i> .1.1 n (..ai.
procure-me, ou ^ p8ra0spobr s,todas as receitas que 9
uze.los meios logaes, os qiiaes tem re as praali mandar qualquer professor. 2
ceilas e invariaveis : sendo niiqiio o nsode a a ^ A.^A,-.*.-aA* A A* **.*.&X
se ei.iovall.ar qualquer pessna (cando ] ~&&&fi* |,|| |J, |*| A
jLIi UAL 1)0 DK. JARII,
aleo, di'lu intacto ludo o direito ao agures
sor.Manoel Lobo de Miranda llenriquaa.
-- l'irioro Jos Capanca Jnior, vai ao Rio
de Janeiro, levando o o su i conipanhia rlous
iiiin.is nieiiurr's, Jos o Ignez, e sen aioravo
rleilcdiCtO, Aogoll, do idade 25 annos, pira
sou rvico particular.
- Manuel de Sou/a Silva Sero lio, resi-
tenlc cm Rio Chao de Panellns, tendo ne-
gociado nesti praca com Varios senhores, a
quem suppOe njrladever at o da 5 do cor-
rento, pelo preante convida a quem so jul-
gar seu credor, de lho acresentar suas con.
I s, no praso do.lres dias, as Cinco Ponas
n. 71, que laflO pagas, tlcando assim deso-
norado para o futuro, excepto ao Sr. Manoel
Antonio da .-> Iva Autuucs proveniente de
nm abono que deu ao Sr. Antonio Furlado,
.j qual anidase nflo acha venc lo.
Altenco.
Um moco prximamente chgado do Rio
do Janeiro, piopfle-so dar liccfles de francez
em casas particulares,ou em sua casa: quem
qoizer houra-le com as suas visitas, pro-
cure na rua da Soledade, uo sifiu da viuva
Vimra.
- Roga-se ao senhor Manoel Percira Ma-
iMllifles, o obsequiu de ir a rua da Cadea do
itecife, casa n. 59, ajuslar suas cuntaa com O
abaixo aasignado.Jos Das da Silva.
.- a rua de Sania Rila n. 76, precita-ae
alugar uma negra pan vender na rua.
Moreiras, consell.o de Cnaves, em Portugal,
l f '"
y. Bra
daCa'r'tei"rVa7d"l2 iuboV"a'l 160, por "* de liberen, o numero do accOes
> preeo vinave.i, conforme a quali- 8 que convem comprar, da airada de ferro
a> dadudascaixas.aquaotidadedosre- de Pernambuco, mullas pessoas teem per-
medios esuasdynamisacOes. guillado quando, mais ou monos, sera pre-
Tubos avulsos (cada um) 1/000 ci"u pagar a pnmeira piestac,fli), e qual a
* Tinturas de todos os meiicaaien- pruporcao do valor total ras accOes, se aart
S losoiu frascos de Idnea 20OO *S esta prestacSo; e tambem a prestaeflo e
AVIAM-SE CRATU1TAME.NTE 2 {6mv 'l0 f'Kamei.to das outras prestacoes.
Para a informarlo do todas as pessoas que
nSo sabem a marcha de companhias que se
formam para executar grandes emprezas,
lhe adviio por meio deste, quo a primera
prestado nflo so paga at quo a compatible
'esteja organisada, (no caso actual, pruva-
velmenle d'aqui a 4 prra 6 n.ezes j e que
nflo excede do 10 u 20 por c nto do valoi
11,am /.Un EM l'til; l,i /,.
iG,ooo rs. de signatura.
Sabir, a luz o prmeiro volJmo deaU obra, luU' Ja .,c" ; '.|u0 ,, 'SliS.'S
' conforme o ailiaiilameut da empreza cm
a mclliorde todas em seu genero : o nico
ver.adoiro livro, por onde so pode estud.re P.""0.1'" v"A"*v\$t".?L V
pral.car a homeopathia. Esta nitidam nte aluns ">"*; Alfr.bJo Ue *""'
impreasoem exc lente pipel.com lo los os i'rccisa-se lie qtiatro serra-
signaes queconim oonginal para denotar rjores, e pae-t-se com mais vanla-
a difTerenca do valor dos symptomas. i t. .,.!..,
(.o,itiiiijiaassignatoranoeunsull,..ioho- gem do 1ue em outra J"lqM
meopathico do Ur. Muscoso, onde os sonho- parte: na travessa da Madre de
res assigmnles pJem mandar receber os .._,_ n ,,
scus excmpl.re Ueos, atmazem n. ai.
No mesmo consultorio ha todos os medica- O abaixo assignado, declara ao senhor
menlos honcopalbicos VERDAIJEIROS; as-. Antonio Moroira Res, que desde boje 7 do
sim como ricas c.rteiras, e rrformam-se crrente, desonera-so de ser dador da casa
quasquo< boticas, cujos medicamentos se- da rua dos (uararapes, onde mora o senhur
am falsos, ou deteriorados.
-- Roga-se to Sr. Manoel Lobo de Miran-
da llenriques, de ir a piaea da Boa Vista n.
32, a negucio que sua aeohona nao ignora.
Alugam-so o segundo e terceiro anda-
res da casa da esquina da rua larga dn Ro-
sario ... 39, com commodos para grande fa-
milia, o entrada indepetidente pela travassa
do Queimado : a tratar ua rua daCaJii.do
Recife n. 40, prmeiro andar.
- Na rua de Santa Rila u. 76, precisa-se
de negras para vender azeile, pagando-so
vendagem
tem espacado o praso Jopa-
gamento, conforme marca o
artigo i6 do cgulamcnto n.
/j 15, at o dia 15 do corren-
te, findo este pr der de conformidade com
o artigo 17 do dito regula- J
iiicnio : o recebimento he 4
1 na rua das Larangeiras nu- ^
4 mero 18. -r
f?$raj@aj(|) a>9.^
Lotera da matriz dn Boa-Vista.
Jos Teixeira Basto actual the-
.soureiro desta lotera, avis-i aores-
pcilavel pul.lico, que a mesma cor-
re uiprelerveluientc no da -.tti de
outubro do corrente anno, no con-
sistorio da dita matriz, e se con-
tinuar a inlluencia dos comprado-
res correr no dia jj do mesmo
mez. Os bilhetes acliam-se a ven-
da nos lugares j annunciados.
''Pfc?.is. **'!t:?->'5-t!<*'*- * Alugam-se e vendom-so bixasna :
!> praca da liirlopendencia n 10, con-
9 fronte a ruadas Cruzas. <*
8?fr-a)*,<9'J'**,^#41
Ainda se precisa alugar uma preta o um
preto, escravos, quo a 1." saiba tratar do
crianza e dos seus arranjos," o 2." para com-
prar e fazer o servido interno dn urna rasa
le puuca familia : quem os tiver annuncie
para ser procurado, ou dirija-si a rua de S.
Francisco, sobrado do um andar n. 8.
Precisa-se saber eu. quo parle do Per-
nambuco mora a familia de Jos Cantillo
Freir, ou o seu (loo Dr. Jos Camillo Frei-
ro, para negocie do seu interesse.
j Paulo Gaignoux. dentista. <'
1 I'ilr -.el' yrin-iirail ,1 |inl- ^
^ querlioru cm sua rusa ua ^
^ ruta larga do u o/.itrio n. ;tt, ^
> >r: .. mlii ulula .'. *.
m 1 'A H 4 & i 3i A ."i A A A i A
Aluga-se um sillo na estrada de Juio
de Ranos, com boa casa de campo, loria rn-
v.rli .;.! I 1. estribara para quatro c.vallos,
casa para foilor, duas cacimbas deexcellen-
te agua de bebor, urna cocheira para vaccas,
bastantes arvores Ue fruclo : ua rua Direita
n.3.
Madama Mauvernay tendo comprado de
socio.lado com sua mfl;. o aruiazem de mo-
das que foi de madama Porta, sita no aterro
da Roa-Vista n. 12, tem a honra de prevenir
10 publico, quo achara ou. seu estabeleci-
meulo tu Jo o que so pJodesejar em aiU-
gos de mo las u Pars, bem como fil, lu-
cos do se la, obj-ctos do toilete para as s,>
nuoras o para meninos, do mais moderno
gusto, o de piecos os mais moJerados.
^ 4 O consullorio bomcepathjco da rua aa>
} ,1o Trapiche Novo numoro 15, dirigido ,--.
pelo Dr.Pires Ramos Jnior, foi trans- a
) Icn.lo para a la da Cadeia do Itecifa %
^ n. 41, no segundo andar, por cima da fc.
) loja do lllm. Sr. Joflo Cardozo Ayres, f/
4 onde ja foi o consullorio do Sr. Dr. %
0 Sabino, ah so eucontrar carteiras $
com njeriieamentos bomceepathicos, %j
> lulios avulcos, tinturas de qualquer 3
f dinamsaclio, e tambem se refazem
> aquellos quo estivcrein deteriorados. >
s) propagandas humcsopattiic.is do lllm. $.
f Sr. Dr.Sabino, polo prego de 1,000 rs. %j
3 cad. cxemplar. Estes me.iiramenlos #>
J sflo preparados comilo o cuidado, >
i ojaixperimeiilaliis pelo Sr. Dr Sab-
no ua BU < loliga clnica, sen o os re- .>
4 laltaduaoa maiafelizea; todas as car- ,
:) leir s que sahiiem desto consultorio >-'
f levarflo a lirma do Sr. Dr. Sabino. As |>
(*) consultas sflo das 8 horas do uia at %
9 as 3 da larde; dopois deslas horas s ?
> o poderflo procurar na rua da Cruz ,}
k do Recife n. 50, segundo andar. A
Anua Ferreira da Silva, autorisada por
provisto do Exm. Sr. presidente, doutor
Francisco Antonio Ribeiro, de 29 dejulho
do crranle auno, tem aberto na casa de sua
residencia, na rua das Trincbeiraa n. 50,
uma aula de instruc;ao primaria do prirgei-
I o grao, para o aexo f.minino os pas de
familias que della quizeiem confiar suas fi
DAVID Wll.LIAM unw.MAN engenhai-
ro machinista e fundidor de ferro mu
respeitosamente annuncia aoa senhores
l.roprietanos doengenhos, fazendeiroa, e
ao respeitavel publico, que o aeu eitibele-
cimento do ferro movido por machina de
vapor, na rua do lirn., passando o chafa-
riz, contina em effectivo exercicio, eie
acha completamente montado com appa-
relhos da prirneira qualidade para a per-
feila confecfSodas maiores pecas de 01-
cbinismo.
Habilitado para emprehender quaes-
quer obras da sua arte, David William
Rovrman, deseja maia particularmente
chamar a atten(!fo publica para ai ae-
guintcs por ter dellas grande aorti-
111.'nio j promplaa, em deposito na mesma
fundieflo, as quaes construidas em sua fa-
brica piulen] competir com as fabricadas
em paiz eslrangeiro tanlo em preco
comoem qualidade do materias primas e
miod'obra, a saber :
.Machinas do vapor da melhor cons-
truecfo.
Moendas de canna para engenhos de
lodos os tamanhos movidas a vapor por
agoa, ou animaes.
Rodas d'agoa moinbos de vento o
ierras.
Manejosindepeodentes par.a cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhdes, bronzes e chumaceiraa.
Cavilhdos eparafusos de todos os ta-
inanhos.
Taixas, pares, crivose boceas de for-
nallia.
Moinhos de mandioca, movidos a mo
ou por animaes, c prensas para a dita.
Chapas de fogflo o trunos de farinha.
Canos de ferro lorneiras de ferro e
de bronze.
Bombas para cacimba e de repuebo ,
movidas a n.flo, "or animaes ou vento.
Guindattei, guinchos e macacoa.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferrageus para navios, carros e obras
publicas.
Columnas, varandas, grades e portos.
Prensas de copiar cartaa e sellar.
Camas, carros de mSo e aradoa de fer-
ros, etc etc.
Alm da superioridad* das suas obras,j
geralmenle reconhecida David William
Uowman garante a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remettidoa
pelos senhores que so dignarem de fazer-
Ihe eneminien.las aprovoitaudo a occa-
sio para agradecer aos seus numero-
sos amigos o freguezos a preferencia com
que lem sido por ellos honrado, e asse-
gura-lbesque nSo poupar esfor^os edi-
ligcncias para continuar a merecer a sua
conOanQa,
O abaixo assignado, aluga annualnien-
te, sua casa na rua da Ci.iflu, onde mora, a
qual tem os seguinles couimoios :no an-
dar do cii.ia duas salas f rrados a papel ere-
cei.temente pintadas, seis quartos n gabine-
te : no andar terreo duas salas, qualroquar-
los, .'..-111 .1 lora, quintal, caci ubi, jardim
plantado, cocheira e eslnbaria, ludo uo me-
lhor o-lallo possivel: os prctendentes o pro-
curarflo nu palco du Collegio n. 35, das 9
boras da in.nliaa as 4 da tarde.
Ciiristovflo Xavier Lopes.
Compras.
Compram-ie iscravas oevendemse, ro-
00b n.-so de coinmissflo, tanto .ara a pro-
vincia, como para fra della: na rua dos
Qaarlell n. 21, segundo andar.
Coinpra-SOcm segunda inflo,un nietho-
ilo .lo Carulli da sexta edicSo : no atorro da
Boa-Vala n. *5.
Cumpra-se um ornamento sebaste para
su celebrar missa con. lodns os pertences
inclusivocalix, patena, e pe Ira d'ara: quem
ver annuncie por esto Diario para ser pro-
curado.
-- Compra-se uma negra boa cosinheira,
engomma.li-ira, e que coza alguma cousa :
na rua do Crespo n. 9.
- Compra seunia escrava de meia ida-
de : no becco .la Viraco n. 3.
Compram-se duas creoulas ou pardas,
ns rua ^ova n. 16. _________
Vendas.
Joaquim Se ell iti a carta da la para esle li n.
F. M. dos Santos Lim
Quem quizer possuir uma escrava boa ihas. pode*3o alirigir-se a mencionada casa,
o com alguma babilldade, que so vendo por qualquer hora du dia, certo de que a an
precisflo, dirija.se a casa da rua Velha o. U,
que l so dir quem vende.
Aluga-Se um sobrado de um ao lar.que
nunciante ompregar lodos o leus deiveloi
am nflo ilesmerecer do leu concito.
.. Lava-so e cogomma-se, oom muita per
l'OTASSA.
Na rua de Apollo, armazem n.
i B, de Leal Reis, vende-se por
preco ra.oavel, muito nova e su-
perior potassa, chegada ha pouco
do Rio de Janeiro.
--.Na rua do Apollo, armazem n. 2 B, exis-
tem para se trocar, uma imagem de Nossa
Senhora da Soledade, e urna do 8. JoSo E-
vangol.sla, obra perfeita.vinda de Lisboa.
Vende-se ou aluga-se um sitio em
c'iflos proprioscom boa casa de pedra e cal,
cacimba de Doa agoa, e tanque, e divercoa
arvorelos de frutc, na estrada do Arraial, o
qual devi le pela estrada com o sitio do Sr.
hlias Raplista, igualmente se vende ameia
agoa n. a da rua do Jardim, com chaos pro-
pnos o quintal : os pretndanles dirijam-sa
a rua da Santa Cruz n. 74.
Conlinua-se a vender mantoiga ingleza
nova, a 560 ra ; em porgse da por menos:
no pal- o do Carmo, venda nova n. 3.
\mi i.'-s um cavado muilo novo, e tem
alguns andares: ua rua do Queimado n. I*.
Vende-se a taberna da ma do Collegio
n. 17 : tratar na [Deama.
Vonde-so uma eserava de nacSo, coro
30 annos de idade, quo cusinha o diario de
uma casa, lava de varrella e de aabSo, e he
quitandeia : ua rua Augusta, casa do Pa-
checo. ..,_,, ,
-- Octutelista Antonio Jos Rodrigues de
Souza Jnior, faz sciente ao respeitavel pu-
blico, que tem oxposlo a venda em sua loja
de ferragena, na rui do Queimido, junto ao
becco da Congregarlo n. 8T A, e na mesma
rui luja n. 18 de JoSo BiptieU Rodrigues de
souza ; no aterro da Boa-Vista,loja de miu-
deial n. 48 de Antonio da Silva Guimarfles;
e na rua da Cadeia do Rocife n. 3, loja de
cau,bio de Vieira da Silva, o aeusaforluna-
dos bilhetes, meios bilhetes, quartos, quin-
tos deeimps, o vigessimos, da lotera da
matriz da. Roa-Viala, que corre impreteri-
velmoi.t no dia 26 do correle aos precos
baixo, e as mea mal lojaa se paga logo o
premio que sabir noa referidoa bilhetea e
cetelas.
pouco se acabou de concertar e pintir, titoj feiclo e aiieio : no patoo da Ribeira deS.
na rua dos Guara rapes, em Fra de Portas : Joa n 15. .
irata-se com Jos Consalves Ferreira Costa, -- Na rua ova n. 60, precisa-ie de o(T-j
em Santo Amaro, ou com Serafim Alvea da ciaeadealfaiale.que sejam peritos em obras;
Rocha Bulos, na rua da Cadeia do Recife. (grandes.
Bilhetes 10,600
Meios 5,400
(juarlos 3,600
Quinlos 3,100
Decimos 1.100
Vigessimos 600
MUTILADO


K
AOS 10 000/b5:000^ DBMt
O cautelista Salustiano de A-
quino Ferreira avisa ao respeita-
vel publico, que a loteria da ma-
triz da Boa Vista corre impretc-
rivelmente no dia 26 de outubro
do correte anno, e cstao expostas
a venda os seus afortunados bilhe-
tes e cautelas da mesma loteria
na praca da Independencia n. 4 ,
loja de miudezasde Fortunato Pe-
reira da Fonseca Bastos ; n. i3 e
15, loja decapado do Arantes;
n. 37 e 39, loja de calcado de Por-
to & Companhia, e na ra da Ca-
deia do Hecife n. 46, loja de miu-
deas de Jos Fortunato dos Santos
Porto.
Bilhetes 10,600
Meios 5,3oo
Quartos a,6oo
Quintos
Decimos
2,100
1,100
Vigsimos 600
-- Vende-se urna preta creoula, de 24 1
95 annos de idade, setn vicios, nem acha-
ques, sabendo engommar, lavar, cosinhar,
coser alguma cousa : ni Soledade, no II-
tiq dos leOes, a qualquer hora, se achara
com quem tratar.
Vende-se urna taberna na praca da Boa
Vista a. 5 : a tratar na mesma.
Vendem-se boas pennas de
nato, a 80 rs. o quarteiro : no
pateo do Coilegio, casa do livro
azul.
Vende-se urna casa terrea, na travessa
do Marisco : a tratar na ra da Santa Cruz
n. 70.
-Vende-se una armario propria para
qualquer estabelecimento, pois a mesma j
esta li.'in a freguezade, ele bas e mallas,
cuja casa tem bastantes commodos para fa-
milia, e na mesma casa vende-se urna com-
moda de Jacaranda por prego commodo :
quem a pretender dinja-se a ra das Cinco
Ponas n. 67.
-- Vendem-se archotes muito bons, viu-
dos do porlo, por prego commodo : na ra
do Livramento 11. 'JO.
('al virgem de Lisboa.
Vende-mse barris com cal virgem de Lis-
boa, da niais nova que ha no mercado : na
ra do Apollo armazem n. 10.
Veade-se na livraria da ra do Crespo
o. II, os seguintcs livros :obras comple-
tas de Cam0e.s,3 voluntes novos com boa en-
caderoagao, por 8,000 rs.; o romance do Ju-
deo Errante com linas estamnas, por 12 000
rs.; a historia o cavalleiro d'armental, por
4,000 rs.; a historia da Mana hespanbola,
por 7,000 rs.; o romance Jorge ou capito
dos piratas, por 3,000 rs. ; um jogo de dic-
cionarios ioglezes por Vieira, por 12,000 rs.;
atlas de Semeocourl, por 8,000 rs.; todas
estas obras sSo novas e com boas encader-
nagOes.
Kicos pcnles de tartaruga para
prender cabello.
Vendem-se na ra do Queimado, na nova
loja de miudezas n. 47, os melhorcs pentes
do tartaruga que tem apparecido, caja um
tm -na c tixinh 1, pelo diminuto prego de
5,500 rs. cada um; a elles antes que se aca-
bem : assim como para marris, a 800 rs. o
par.
Bicas luvas para noivados.
Na ra do Queimailo, loja de miudezas n.
47, vendem-se luvas de palle* muito finas,
enfeiladas,e com lielutas,d muito boa qua-
lidade, pelo diminufo prego de 2,500 rs. o
par ; assirc. como ditas de seda trangada
branca e cor de cana, a 2,000 rs.
Luvas ponto inglez.
Vendem-se na 10a do Queimado, loja de
miudezas n. 47, luvas ponto inglez, de mui-
to Do* qualidade, mais barato do que em
outra qualquer parte.
tico sorlimento de fitas.
Sands
SALSA PARRILHA.
Vicente Jos de Brito, nico a-
genteem Pernambuco deB. J. D.
Sands, chimico americano, faz pu-
blico, que tem chegado a esta pra-
ca urna grande porco de frascos
de salsa parrilha de Sands, que sao
verdaderamente falsificados, e
preparados no Rio de Janeiro, pe-
lo que se devem acautelar os con-
sumidores de tSo precioso Talis-
mn, de cahir neste engao, to-
mando as funestas consequencias ,
que sempre costumam trazer os
medicamentos falsificados, e ela-
borados pela mao daquelles que
antep5em seus interesses aos ma-
Salsa de Sairds.
Ra larga do Rosa-
rio it. 36. ,
Este remedio acba-se a venda
na botica de Butholorneu Fran-
cisco de Souza, no lugar cima in-
dicado : o mesmo garante a quem
duvidar ser a verdadeira Salsa de
Sands.
Arados de ferro.
Na f undigo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos
mo mos.
Taixas para engenhos
Na fund930 de ferro de D.
W. Bowman na ra do Bi um,
passando o chafariz contina a
lia ver um completo sorlimento
de taixas de ferro fundido e ba-
lesdahuman.dade 1 orlante, pe- td de 3 a 8 palmo8de bocea,
de para que o publico se possa It-! ag *___._,.___r__
vrar desU fraude e distingua a
verdadeira salsa parrilha de Sands; \. *
.,-^.j- .__-..-_- -_uao> embarcam-se, ou carregam-
ra que o publico se possa It-1 aj) acham.r8e a venda> wr
desU fraude e d.st.ngua 11 1 commodo e com '.
da falsificada, e recentemente a-
qui chegada ; o annunciante faz]
ver, que a verdadeira se vende.
se em carros
comprador.
prompti
irregam
, sem despezns ao
. Vendem-so os verdadeiros selins in-
unicamente em sua botica, na ra I fletes, patente, de molla e sem ella : ni
da ConceicSo do Becife n 61 J 8, ratd8MIUHov....
mZ ., rLiinario que acompa- Vende-se a excellente typo-
tem embaixo da|graPh,a ri Diario Novo estando
bem montada, tanto de bonspre-
los, como de typos : quem a pre-
tender, dirija-.se a ra da Praia
n 55, a tratar com a Viuva Roma.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de seda ingle-
zes chegados pelos ltimos navios, pelo d-
rrioulo prego de 5,000 rs. cada una : na
alm do receituario que acompa
nha cada frasco,
primeira pagina seu nome impres-
so, e se achara sua firma em 111.1-
nuscripto sobre o involtorio im-
presso do mesmo frasco.
Deposito Santos 11a Hnlilu.
Vende-se,emeasa deN. O.Rieber&C,
na ra da Cruz n. 4, algodKo transado a-
quellarabricn.muitopropno para saccosdej rua do Coilegio n. 4.
assucareroupadeescratos.porpregocom-1 Cal virgem.
modo. Vende-se'cal de Lisboa a mais nova do
A 120 rs. O COVado ou 4,5oO rs. mercado: na roa do Vigario n. 19, primei-
-andar, escriptoriode T. de Aquino Konseca
a pe9a .^ Fin0i ouna rua do Trapiche, amazem de
Na rua do Queimado, loja n 3, vendem- Antonin Augusto da Fonseca.
se chitas escuras muito boas, e de lindos, F-aa nnvn a fi nno rs
malizes, pelo baratissimo prego de 120 rs. o r e,Jao novo a. ? rs
covado. ou 4.500 rs. a pega ; bem como ou-! N armazem de ouvea & Das,
tras fazendas baratas. i *e escadmha da Alfandega.
Cal virgem de Lisboa. Queijos do sertao.
it i :._._, Venclem-se muito bons e frcscaosqueijoi
Vende-se superior cal v.rgem,, do Mft| n, rua d0 Queim0 u
chegada ltimamente de Lisboa, el __ Vendem-se saccas com fa-
por preco muito em conta: no ai-. reos : na rua da Madre de Dos,
mazem do Caes da Alfandega n. 'armazem n. ao.
ou a trntar no escriptorio dej Lotera da Matriz da Boa Vista.
confron-
brelas a 4o rs. a caixinb. Cordas para violto.
Vendem-se na rua do Ooeimadn, loja del Vendem-ie corda e hordOes para violSo,
miudezas D. 47, de A. Jos de Azevedo. papel pautado para msica de muito aupe-
Veude-ae urna es.-rava crguula, ciiii ha-Ulor qutlidade, frocos para enfeites, reqoi-
hilidades : na rua da Cideia do Recife n. fes para ditos, bandejas de lodosos tama-
Novaes & Companhia, na rua do ^os i0:0oo,ooo e 5:ooo,ooo flers.
Trapiche n. .'i'(.
Fazenda da moda.
bonito sorlimento de litas
tairo, as mais bonitas que lem apparecido;
assim como um rico sorlimento de litas de
TCUmC pr pdSCugO, Cum SUdS COiTipClSiitca
(velas, mais barato do que em oiilra parte.
LspaiKiduies para sima de mesa
a 320 rs.
Na rua do Queimado, loja de miudezas
d. 47.
Luvas de tor9al a 710 rs. o par
Muilo novas e linas; na rua do Queimado,
loja de midezas o. 47.
Adere eos pretos finos de finagran
com seus competentes brincos,
a 1,000 rs. cada um.
Vendem-se ns rua do Queimado, loja de
miudezas n. 47.
Capachos compridos a 64o
rs.cada um.
Na rua do Queimado, loja de mindezes
n.47.
Bonets de panno preto finos.
Vendem-se na rua do Queimado, loja n.
47, propiios para andar de noite, mais bu-
rato do que em outra parle.
Bengallas linas a 3ao rs.
cada ama.
Na rua do Queimado, loja n. 47.
-- Vende-se um casal de escravos com
urna cria : no Barro-Baixo, no sobrado do
fallecido padre Manoel do Muro.
Vendem-se saccas grandes com milbo
novo : no Becco Largo do Recife, taberna
que volia para aSenzalla Nova.
- Continua-se a vender uianteiga ingleza
nova, a 480 e 560 rs. a libra, dita franceza, a
l0 e 560 rs., gomma, a 80 rs. a libra, vina-
gre, 80 rs. a garrafa, e 500 ra. a caada,
vinbo, pa 160 rs. a garrafa, e ludo o mais se
contina a vender pelos pregos j annun-
eiados, no pateo do Carino, venda por baixo
do sobrado de um andar, esquina que volta
para o becco da Bomba n. 13.
Moinhos de vento;
com bombas de repuxo para regrar borlas
ebaixasdecaplm na fundigSode I). \V. Itow-
mnuna rua do Brumos. 6,8el0.
Ycniie-su urna preta que engomma li-
so, coze, coainha e lava, ludo com perfei-
gSo; a urna outra que cosinba, lava e be
quilaudeira : na rua largado Rozario n. 35,
loja.
Bandejas recortadas finas.
Vendem-se na rua do Queimedo, loja de
miudezas n. 47,.miis barato do que en ou-
tra parte.
. Vendem-se 8 escravos, sendo I ptimo
mulato mogo e de bonita figura; Sescravsa
Na loja de miudezas da prag da Indepen-
dencia n. 4, vendem-.o bilhetes inleiroa e
, meios, a beneficio da Matriz da Boa Vista ,
Vendem-se superiores cortes de cambraia; Crfe mpretenvelmeole no dia 26 de
dejsalpicos brancas de cor, pelo diminuto utuhro
prego de 3,500 rs.: na rua do Crespo, loja Bilhetes inteiros 10.000
"; 6- Meios bilhetes 5,000
Calcados a 400, 700, 800, I,OO, -. Vendem-se asseguintes ementes:
3*,000 e 4,000 rs. O pr, no ater- nabos.rabanos.rabanelesencarnarsebran-
' ,, H'". Jr eos, sebnla, couve trlnxuda alface ala-
ro da noa Vi!.ta, durante ua do- m08i fepulbuda,cbleoria. senouiaa, feijao
eca n l4* c.irrapatdelresqualidades,ervilhatorlae
Trocam-s os mais superiores sap.los de <"'f > <"* oentro c iovmjrj. Isa, to-
couro de lustro, fr.ncezes e de Lisboa, par. i "'"d";2**+ ZZtcZTl'
senhora, a 1,600 rs. ditos de rordavao a bou. e IIMM na 1u. ,Ja Cruz n. 46,
800 rs.; ditos para meninos, a 400 rs. sa- defn.nle do Sr. doulor Cosme,
paloes, os nielhores que teem vindo do Ara-; Vende-se massa de tomates,
caly, tanto para homeui, como para meni- para lemnero: tinta de mircar ru-
no, a 700 rs., e bolina para homem, a 4,000 ... ...
rs- sapatoesde bizerro irancez, a 3,5uors.;. pa e carrancas para capote: na rua
ditos de couro de lustro, a 4,800 rs.; broze- da Cadeia n. i5, loja de Bourgard.
guinsdeduraque, com pona de lustro, a Vpnilcm-sppsnelhos rom mol-
3,000 rs.; ditos de cores para senbora, *- Vendem-seespeinos com moi
2,000 rs.; ditos pretos, a 3,500 rs.,e outros-rjuras douradas, os inais ricos que
SK2SA iW-ar'10 Cm- ^ apparecido no mercado : na
l'otassaamericana. ruad Cruz do Uecile n. 49, ar-
No anligo deposito da cadeia velha, n.'mazcm de L. Schuler & Com-
3 existe urna pequea porgSo depoUSMj pannai
se-
Na rua do Queimado, loja u. 47 existe um 1 ,merican cheg.d recentemente que por
Je seda par-si.,- rlor r,ValisBa com d.Russia: vende-
supe
se por prego razoavel.
Deposito de cake potassit.
No armazem da rua da Cadeia
do Uecile n. 12, ha
multo supe-
Vendem-se saccas com fa-
rello de 3 a 4 arrobas : no ar-
mazem de riiiioiiiu iiuiea, 110 caes
da Alfandega.
Urna encoinmenda do cobertores,
Que por serem poueos
NSo podem chegar
A todos os compradores,
uilo ra-"*600 rs. cada um : na rua do Crespo, lo-
" ijan. 6.
A CIDAIIE DE PARS.
moniai Companhia, acha-se conaianleuienie
bona sortiiuenlos de taita de ferro coado t
batido,tanto rasa como fundas,moendaain-
nor cal de Lisboa, em pedra
assim como potassa chegada l-
timamente a
soaveis.
Agencia de Edwin Maw. j
tlaruade Apollo n.6, armazem de Mc.Cal- |,'abrca de dlHpeosde Sol, na na
do Coilegio n. 4-
Alm do sorlimento j annunciado, rece-
elias todaade Ierro para animara, agoa.eic, |,eu_se pelo navio Havre, ultimo vindo de
dilas para armar em madeira de todos osta-, Fj. m noyo ort|melllo de Chapeos de
uauhoscmadeUoa o mais moderno.macn, de seua 0 pennn0 p,ra |loroens e
horiaontal para vapor.com for{a de 4 caval y ore3
os, coucos.passadtiras de ferro eataunado """" *"> o___ J
,..,. dePpulgar.por menos Pretoque o.! chapeos de sol do seda com cabos da cana,
de cobre, escovena para navios,ferro inglez outros dos melhores que tem vindo a esta
Uatoem barrascomo em rcoafolha.s,eludo praga, que se contmuam a vender por me-
por baraio oreto. i nos prego que em outra qualquer parle.
Carnauba de primeira sorte. Na rua do Crespo, loja n. 6.
Vende-se em porgSo e a retalbo, no depo- Vendem-se superiores cortes de cambrala
sito de D. R. Andrade & Companhia, nal ua! de salpicos, com 6 l|2 e 7 varas, a 3,500 e
da Cruz, confronte o chafariz n. 19. |4,000 rs.; cortes de cassa chita, de novos
Vendem-se refugios de ou-i Sstos. a 2,240 e 2,500 rs.; cassa franceza a
u u. vn u 1440 rs. avara ; cortes de bnm trangado es-
roe pr&ta, patente inglez: na rua;curos e mesclados, a 2,000 rs. ; paono fino
Ja Senzalla Novan. 4l. | preto, a 3,000 e 4,000 rs.jlengos de cambr.ia
,.,,.,,.' Idelinho, a 480 rs.; ditos de cassa grandes,
Alibnl^iA 'a 160rs.;risrado d linho a 180 rs. o covado
da fundicao Low-Moor. 'e muilasoutras fazendas em conta.
DA 8ENZALLA NOVA N. 49 | Vendem-seam.rrasdeferro: na -ia da
'Senzalla Nora n.42
RUA
1 ... oonsaila nova n. 42.
Weste estabeleeiniento conii-, ^^tt^^^^^^jj^^^jj|;8
aria a haver um completo sor ti-1
ment de moendas o mcias n>o-j
endas para engenho machinas 9
de vapor, e taixas de ferro bati-i|

do ecoado de todos os tama-
nhos, para dito.
Moendns superiores.
Na fundigSo de C. Marra Companhia,
emS. AmaTO,acbam-seavenda moendas
de canoa, todas de ferro, e um modelo e
eonstrucgaomuilosuperior.
Sedas,
Vendem-se muito superiores sedas, de co-
res e pretas, para vestidos de senhora e me-
ninas, manteletes, ou capolinhos, por pre-
go muito commodo, aiirn de se apurar di-
nheiro: no aterro da Boa Vista, loja do cal-
gado n. 14.
*
Botica homeupathica
28 rua das frutea 28 J
Ha para so vender algumas caixas (/
ricas com medicamentos em tintura. a>
Cada urna ser acompanhala de um 0
frasco com glbulos inertes, f n t
meio de os preparar. *
- Vendem-se lonas, brinzao, bros, e
meias lonas da Russia ; no armazem de N.
O. Ri"bor & Companhia, na rua da Cruz
n.4.
Potassa da Bussis, e cal virgem.
No armazem da rua do Trapiche n. 17, de
Jos Ferreira Basto, ha para vender superior
potassa da Itussia, chegada ha poucos dias.e
cal virgem da mais nova que ha no morcado,
farinha de mandioca a 1,600 rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior : na rua
o dAmorim n. 35.
Vende-so urna escrava creoula, boa en-
na
56, loja de ferrsgens.
-- Vende-se um relogio do prata orlson-
lal, por 85,000 rs : na rua larga do Rosa-
rio, loja de miudezas n. 26.
Deposito de panno de algodSo da
fabrica de Todos os Santos da
Babia.
Vende-se o bem conhecido pan-
no de algodSo da Baha, proprio
para saceos e roupa de escravos,
a vontade do comprador no es-
criptorio de Novaes & Compa-
nhia, na rua do Trapiche n. 34-
Alerta freguezes
Que sSo chegados,
Cobertores de algoJSo
Muito encorpados.
Na roa do Crespo,loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia, a 1,600 rs. cada um.
Vende-se urna casa nova e muilo bem
construiJa, na rua Imperial | a tratar na
mesma rua n. 171.
Lm casa de J. Kellcr &
Companhia na rua da Cruz n.
55, lia para vender dous escol-
enles piano* fortes, e de urna das
melhores fabricas, chegados lti-
mamente da Europa.
Batatas novas
Francezas, era gigos de 4o li-
bras, chegadas no brigue Cesar ,
por precos muito commodo* : no
armazem da travessa da Madre
Dos n. 2i.
I'alils feitos.
Continua-se a vender palitos de panno fi-
no, por prego muito commodo : na loja do
sobrado amarello, nos Qualro Cantos da rua
do Queimado n. 29.
A 2,uoo rs. o corte.
Na loja da esquina, que volta para aro
do Coilegio n, 5, vendem-se corles de meias
casimiras a 2,000 rs., e bonitos cortes de
ramhraias francezas de coros, a 3,200 rs. o
corte.
Vende-se caixas com cera
em velas, de 3 at iG em libra ,
fabricadas em Lisboa, e no Uio de
Jantiro, por preco mais co.ntnodo
do que em outra qualquer pirte :
trata-se com Alacliido & l'inliei-
ro, na rua do Vigario n- 19
gundo andar.
Cortes de vestido, a 2,000 rs.
Continua-so a vender cortes de riscado
francez, cor fixa e bonitos padres, pelu ba-
rato prego de 2,000 rs. cada corte : na loja
do sob'ado amarello nosQuatro Cantos, da
rua do Queimado n. 29.
Fabril a de chapeos de sol no'
Aterro da Boa-Vista 11. 22.
O dono dpste estabelecimento cima men-
cionado lem a honra de participar ao respei-
tavel publico de Pernambuco, e particular-
mente aos seus freguezes, que 1.....tu um
grande sorlimento de peos do seda e de
pannittho para homem, ricos chapeos de se-
nhora, um grande e oscolhido sorlimento
de sedase panninhos para cobrjr armagOes
servidas, fazem-se tojos os concertos neees-
sarios em chapeos velhos, todos estes ohjec-
tos cima mencionados se vondem por me-
nos do quo em outra parte, o a contento dos
freguezes.
Ven le se oleo de recio em latas la
30 libras e por mais commodo prego do que
em outra qualqunr parte : na rua da CaJeia
do Recife, 11. 56 loja de ferrsgens.
-- Acha-se ua Cadeia deOlinda um escra-
vo, creoulo, dn 23 annos de idade, muito
possanie ; vende-se para 'ora ou para enge-
nbo : quem o pretender oirijaso a ladeira
doVarador, refinagon. 11.
Vendem-se saccas grandes
com milbo novo, por preco com-
modo : a tratar na rua da Cadeia
do Uecile, na esquina do becco
Largo, loj.i 26.
lioin negocio.
Vende-se urna canoa de roilneiro do lijo-'
lo, em hom uso, pela metade do KU valor :
na rua das Trincbeiras n. 29.
liua do Crespo n. 9,
Vende-se riscado moiistrn, de linho, com
4 palmos de largura, a 320 rs o covado ;
ditos fruncezes a 180, 240 e 280 rs n cova-
do ; cortes de cambraia de babados a 4 800
e 5,000 is.; e outras muiias faze.idas do
gostos modernos, por meuos prego do quo
em ou,tra qualquer parte.
Ba do Crespo, loja amarella
n. 9.
Vende-se palitos do ultimo goslo, ilc
panno mesclado, por menos prego do que
em outra qualquer parlo ; cortes do camz
braia de salmeos, por 3.000 e 3,500 rs e
lencos de se la a 500 rs., panno escosse;
para palitos a 2,000 rs. o covado ; cortos d.
brim fraocez, do ultimo gosto, a 3,000 rs
Vende-se urna imprensa de fazer re-
gistos, com todos os seus pertences, por t^r
sen ion.1 de so retirar pira fra na rua de
Santa Thereza n. 21.
Vende-se urna casi terrea defronte
do viveiro do Muniz; a tratar na rua Jo l.i-
vrameoto n. 41; o seu prego lie o mais ba-
rato possivel.
Luvas de pulir.
Vendem re as muilo superiores luv;sde
pelica ponto inglez, a 2,000 rs. o par, dilas
com um pequeo loque de mofo, a 320, di-
tas de lorgsl muilo novas, a 720 : na rua
estreita do Rosario que vo:la para o Quei-
mado, loja de miudezas n. 2 A, junio ao de-
posito de p3o.
Lcqucs finos.
Vendem-se leques muito finos o de muilo
bom gosto, a 3,000 rs. : na rua estrella do
Rosario que volta para o Queimado, luja de
miudeas n. 2 A, junto ao deposito de p3o.
nhos: na iun eslreila do Rosario travessa
pare o Queimado, loja de miudezas n SA,
junto ao deposito de pfio.
Vende-se cha hysson muito novo, e de
superior qualidade, por prego commodo; e
em lotes a vontade dos compradores ; no
escriptorio de Matheus Aaslim & Companhia
na rua do Trapiche 11. 36.
AinJa esta para' sa vender o sitio no
principio da Estrada Nova, e tambem so ar-
renda pelo lempo da festa ; tem casa de vi-
venda soffrivel, duas cacimbas de boa agua
de beber, bastantes arvoredos de fructo.cen-
to c tantos ps de larangeiras que don Truc-
to, e tenas para plantar: procuro na rua
Nova no primeirn andar do sobrado n. 26.
-- Vende-se leile puro a 200 rs.: no becco
da Romba n. 6.
Vende-se un escravo perodo sspilei-
roebolieiro, por 700,000 rs nSo lem vi-
cios, nem defeitos, nem molestias, o moti-
vo da venda se dir ao comprador : quem
quizer, annuncie.
Vende-se urna padania por 150,000 rs.
com excellente forno; a tratar na rua do
Livra ment n. 41.
Vende-se urna grande rasa terrea abar-
racada, contendo 7 quartos, sala da frente
forrada, corredor separado, e sala de d. I rs/
cosinba fora, quintal lo Jo murado, estriba-
rla, e quartu para preto, com cosinha pro-
prm, c por prego muilo enconla a vista do-
grande palacio : a talar na rua Nova n. I,
loja de chapeos quo faz esquina para a rua
das Trincbeiras.
Velas de carnauba.
Vi'iiili-'ii s velas as mais superiores que
se podem fabricar: na rua da Cruz n. 34.
Caixas de guerra.
Vendem-se na rua do Queimado, na nova
loja de miudezas n. 47, lindos tambores
grandes e pequeos paa menino, mais ba-
rato que em outra parte.
Gesso.
Vende-se gesso embarricas, chegado l-
timamente : emeasa de I. licuor quia, na rua da Cruz n. 53.
Caivetes finos para pennas.
Venlemso na rua do Queimado n. 47,lo-
ja de miudezas, muito linos caivetes Je 2
folhas, com um lapis ; a elles antes que se
ac bem.
A 3,5oo, 1,600, e 800 rs.
No aterro da Uoa-Vista, loja do calgadon.
58, junio ao selei o, vendem-se superiores
scalos francezes de lustro para senhora, a
1,600 o par, borzeguins gaspiados, a 3,500,
sapatosde marroquim para homem, a 800
rs., sapatnes de lustro fra-ncezes, 5,000 rs
grvalas de setim tanto prela como de co-
res, um completo sorlimento de perfuma-
as e de calgado, quo se vende barato a di
nheiro.
Chapeos.
Vendem-se superiores chapeos prelos de
seda, muito levese de ultima moda, vindos
do Havre no brigue Cesar; assim como lu-
vas do seda decores, tanto para homem co-
mo para senhora : no ateiro da Boa-Vista
n. 58, loja de calgado.
De psito de tecidos da fabri-*
5 cade Todos os Santos, *
v na Baha. J|
:? Vende-se nm casa de Domingos AI-4
;v ves Matheus, na rua da Cruz do Re-ag
v cifen.52, primoiro andar, algodSo
t ra usa do d aquel la fabrica, mu i lo pro-1
S!EEEi3
DAURORA
E Pn Para saceos e roupa de escra-
a vos, assim como lio proprio para re-jj
_ des de pescar e psvios para vellas,2
,:> por prego muito commodo. <
SALSA PAHI.IL.
DE
As numerosas experiencias feitas como
uso da sal ,. parrilha em todas as enfermi-
dades.ori.- inadas pela impureza dosangue,
e o bom xito obtido na corto pelolllm.
Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia im-
perial de modicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos l'eixoto em sua clnica, eem
sua afamada casa desnude na Camboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. .Saturnino dn Oliveira, me-
dico do exercito e por vanos outros mdi-
cos, permiltem hoje de proclamaraltamenle
as virtudes ollicazes da
SALSA PARRILHA
DE
B.JaT^-a'Br
Nota. Cada garrafa contcm duas libras
de liquido, e a salsa parrilha do Rristol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassiuin.
Em consequencia de se ter fechado a bo-
tica do Sr. Jos Mirla, mudou-se o depo-
sito da salsi parrilha do Rristol para a bo-
tica ingleza rua da Madre Heos ni, vende-
sea 5/000 r,s. o vidro.
Moendas patente.
Acaban de chegar moendas e meia moen
das de varios tamanhos da patente de A. e
Edde Mornay em casa de Ituihn e Ridoulac,
rua do Trapiche n. 14, aonde lanihem se
achara arados de ferro do modelo mais ap-
arovado para a plantagilo da cauna. Estes
N< fundigSo da Aurora, acha-se eoiiitan-
temenle um completo sortimento de ma-
chinas do vapor, tanto de alta, como de bai-
xa pressSo, de modellos os mais approva-
dos. Tambem se apromptam de encomnuu-
da de qualquc forma, que se possim dese-
jar com a maior presten : habis ofliciaes
serio mandados para is irasseotar, eos fa-
bricantes, como teem de costume afilan-
gamo perfeito tranalho dellas, eserospon-
sabilisam por qualquer defeito, que nellaa
possa apparecer durante a primeira safra.
Mn ilas machinas de vapor construidas neste
estabelecimento tem estado em conslaoto
servigo ncsla provincia, 10, 19 e ate 16 an-
nos, e apenas tem exigido mu inaign Mean
tes reparos, e algumas at nenhuns absolu-
tamente accrescendo que o consumo do
combuslivel be mu inconsiderarel. Osse-
11 hores de engenho, pois, e outras quaes-
quer pessoas, que precisarem de machims-
mo, sSo respeilosamente convidados! visi-
lar o estabelecimento em Saoto Amero.
Bicos espelhos de moldura.
vendem-se ni rua do Quemado n. 47,
mais barato do qoe em outra parte.
Pianos.
Brunn Praeger & Companhia ,
receberam os mais modernos pia-
nos, de cxcellentes vozes, que es-
lao a venda, em sua casa, na rua
da Cruz n. 10.
Instrumentos de msica.
Tanto pira orchestra, como pa-
ra msica militar, vendem-se mui-
to em conta : em casa de Brunn
Praeger & Companhia, na rua da
Cruz n. 10.
Vende-se vnho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. feller &
CompanU'i na rua da Gruz n.
55.
Verniz de gomma copal contina a
vender-se na botica da rua do Rangel, a
1,280 rs a garrafa.
pi^^a^mmmajaaiaaa
Escravos futidos.
Ilesappareceu no dia 28 de letembro
prximo passado, um escravo de naci Con-
go, de nome Paulino, de idade 28 annos,
oiiici.il de sapateiro; levou camisa de risca-
do azul usada, caiga preta, chapeo de palha
novo com um cordao de palninba fina por
cima do dito, tem barba por baixo lo quei-
xo faltando cabello nos cantos, cabellos da
cabega um tanto grandes, olhos grandes e
espantados, he ism tanto magro e baixo, e
anda apressado: quem o pegar, leve-o ao
aterro da Roa-Vista n. 59, que ser recom-
pensado.
Iiesappa-eceu no dia 6 do corrente mez
de outubro, ana prela de nomo Joaauina.
de nagu Rehollo, de idade 40 annos pouco
mais ou monos: levou vostido de algodo
atol,panno da Custa de lislras azues e bren-
cas, de boa altura, e reforgada tem urna
coslura grande da fogo debaixo do queixo
esquerdo, um buraco grande na orelha por
trazer brinco grande, com varios paros
branros pela cara c beigos, cabello preto;
fui criada no serlSo do Ico, e Iodo o seu in-
tento no torusr para'l : r.'ga-se a todas as
autoridades pnlicia.s ecpil3es de campo,
que a encontrar, a prondam o levem-a a sou-
-enhor no largo da Trempe, sobrado n. 1,
que lem venda por baixo, que so Ihe pagar
o seu trabnlho geno'Osamente.
Do engeniio Recado da freguezia de Se-
rinhaem, fugio para esta ci.dada, aonde foi
visto, e he muito canhecido, o escravo Do-
mingos, poralcunho pao-ferro, cujo escra-
vo lem urna perita entongada da qual coxeia
muito; adver(e-se que elle anda sempre
munido do cartas f Isas a pretexto da as ir
entregara pessoas condecidas, illudindoa
iodos por es-e moJo, o he alm disso muito
ladreo : quem o apprehender o podera con-
rlnzirtsen senhor Pedro flsvalcsnti W;s-
derley em Ulinda, sitio no Varadouro,ou 00
mesmo engenho Recanto.
Ha um mez, pouco mais ou menos, dc-
sappareceu um preto por nome Msnoel.cre-
oulo, e ollieial de alfaiate, bastante conhe-
cido nesla praga,por j haver Irabalhadoom
muiias lujas, o qual p<-rtence ao abaixe as-
sienado, e tem os signaes segointes :hal-
lo, quebrado dea virjlbss, um pouco grnsso
do coipo, cor p ola, olhos grandes, lem tres
olcatrltei no hrago e mSo direila de urna
operaglo que havia soffrido ha pouco no
hospital ; he de presumir que ande por esta
cidale, visto ser della natural, e ter alguns
prenles: roga-se as autoridades polici.aese.
a loda e qualquer pessua, a captura do mes-
mo, e o favor do o mandar- entregar nesta
ci.dade em casa do senhtfr subdelegado da
Uoa-Vista Rufino Jos ({orreia de Almeido ;
e na cidade do Rio-Formnso a Francisca
Christina Lins, quesei generosamente re-
compensado : o mesmo abaixo assignado
rotesta rom tnlooiigor da lei, contra a-
arados soconstruioos na fabrica mais ac- 'quella pessoa, quem quer que saja,que o ti-
credilada em Inglaterra o conlein vantagous ver oceultado.Francisco Caldas Lins.
f
Gomma de engommar.
Vendem-se saccas com gomma, muilo al-
sendo urna boa ongommadeira e cosiohei-; va, propria para engommar e fazer boliubos,
ra, faz doces deludas as qualidades : na por nao ser secca ao fogo: na rua do Quei-ijgommadeira, cosinheira o coslureira
rua Direila n. 3. j mado n. 14. rua Bella n. 16.
Vende-se um jumento e duas jumentas.! Vende-se um sobrado de um andar,] Vende-se urna preta creoula, do 30 o
urna dellas dando leitesuma cria, muito'silo na rua do Livramenlo : a tratar no ater-llantos annos, que sabe cosinhar, lavar, cose
novas, por prego commodo: na rua do jo da Boa-Vista d. 10, sobrado; tambem sel alguma cousa e vende na rua: na ruado
Queimado n. 14. ( vende urna negra boa quilandeira. | Sol n. 7, se dir quem vende.
Lencos para gruvata.
Veodem-so muito superiores lengos do se-
tim de cores para grvala, a 1,000 rs., fran-
jas para cortinados, a 240 a vara, fita de ve-
tado para vulta, a 800 rs., tesouras muilo fi-
nas, a 1,000. 6U0 e lili rs., caivetes dn duis
folhas muito finos, a 1,000 rs., facas agarros
muito finos do cabo de balango, a 6,500 a
duzia, catxinhasde vidro, a 610, linhas de
carretel de 200 jardas muito linas, a 100 rs ,
e outras muiias miudezas que so vendem
por menos prego duque em outra qmlquer
parte: na rua estrena do Rosario travessa
para o Queimado, loja de miudeZasn. 2 A,
junto ao deposito do pSo.
Couro de lustro a 3,2oo.
Vende-se couro de lustro muito bom, a
3,200 a pelo : ua rua eslreila do Rosario tra-
vessa para o Queimado, loja de miudezas n.
2 A, junto eo deposito de pAo.
sobros outros arados,tinto uo seu arranjo
como na sua duragSo.
Obras de ouro.
\s mais lindas que teem vinlo a
esta praca, e de todas as qualida-
!e.s: vendem-se em casa de Brunn
Praeger & Companhia, na rua da
"'ro n. 10.
Vinho de champagne.
Vendc-se overdadeiro vinho de cham-
pagne, de cxcellento qualidade, ao prego
de 25,000 rs.; assim como de qualidade in-
ferior, muito em conta : no armazem de
1:.tiln Praeger ot Companhia, na rua da
Cruz n. 10.
Remedio especial para boubas e cravos
seceos contina a vender-se'na rua do Ran-
gel, botica que fui do finado ScbastiSo Jos
du (II v. ir.i M ice lo.
- Oleo especifico para curar a caspa,cou-
tina a vender-so na rua do Raogel, a 610
rs. cada frasco.
Tachas de ferro.
Na fundigSo da Aurora om Santo Amaroi
e lambem no deposito na rua do Brum logo
r.a entrada,edefronle do arsenal de uri-
dita ha sempro um grande sorlimento de
tachas tanto de fabrica nacional comoes-
trangoira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, razas e fundas ; e em ambos os lu-
garesexislcm guindastes,para cirn-garca-
noas ou carros, I i vres de deipeZi : os pregos
sSo os mais cummodos.
Charutos de llavana.
Dcsappareceu no da 15 do passado, as
" huras da noile, do Hotel Recife, o pardo
Exequirl que foi do senhor l.uiz Rodrigues
Selle, e como pelas circunstancias quo pre-
cedern! a essa fuga presuma-se que ello
procure a lodo custocradir-se, roga-se as
autoridades policiaes quo o recommendom a
seus inspectores o pessoas de confianga.ifim
do sor descoserlo e capturado: o pardo he
baixo, de i lade 25 anuos, n eio corpo, sem-
illante carregado, lendo urna pequea cies-
t'iz na lace, anda calgado e fuma : levou
chapeo de seda preto, e anda com urna ben-
gala lina ou junco, einculca-se por forro;
anda frcquentemenle no bairro da Boa-Vis-
ti aondo sempre he encontrado: quem o
pegar leve-o a rua do Trapicho n, 5, que ser
recompensado.
Est fgido desde o principio do mez
de setemhro, o preto Luiz, de nagSo Ango-
la, que representa le 26 annos de idade, de
estatura baixa, che,o do corp'o. o quando
falla bale com a lingua nos dontes, tem um
pequeo signal como de um lalho na espa-
dua direila, cumti que tem andado para as
parles de Sanio AnUo, ou engenho das Ta-
bocas : quem o pegar leve-o a rua da Con-
cordia n.8, que ser recompensado.
Desappareceu no da 23 do prximo pas-
sado do Hotel Francisgo, um preio de nome
Rento, creuulo, de idade 32 annos pouco
mais ou menos, altura regular, barba fecha-
da, desappareceu com ella rapada; o qual
he cosinhuiro e intitulase forro, falla um
poueo descancado, foi cumprado pouco au
senhor Joaquim Aurelio, senhor do engenho
Massangana; roga-se a tudas as autoridades
policiaes e capites do campo que o peguera.
I
Os molhores quo teem vindo a este mor-1 levom-o no dit 1 II d I, que ser genoru-
cado : vendem-se continuadamente, em ca-|""eule gratificado.
sa de Brunn Praeger & Companhia, ni rual" "-----------------------
da Cruz.n. 10. Pnm T,p db M. F. db Fahu 1852.
MUTILADO


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