Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03332


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Full Text

- y
ANNO DE 1837; SEGUNDA. FEIRA.
4 08 DEZEMBRO. N. 262.
t.
PEttN. aTYP. n.M. F. dvFARIA. 18S7.
DAS DA SKMANA-
4 Sernnda S. Barbora V. M. Aodieo. do jui o
Cr. de de t. sea. da T. Publica.
Terca S Gerald arcebispo. Rslacao de m.
e auii.doJ.dogO.de i.
U.,n S. Nicolao b. sestao da Theaourana
Publica. _
7 Umuia s. Ambrosio arcebispo ooutor. tieatjao
etc. *
8 s-ia f Conceicao de Nossa f enhora padroeira
d-> Jmperio.
SaUa.K s.L-oeaiia V. M. Ilelac. de rnanh. e aud.
do Vig. (i. de tarde em Olioda.
lo Domingo 1. do advento a. Malaquiaa P- M.
aiare' cheia para o dia 4 de Desembro
as II horas e 42 ui. da m. 12 h. G ni. datarde^
Tudo agora depende de nos metmeg da nossa
prudencia, modcracao, e energa continuemos
como principiamos, c seremos apoulados com adu.i-
rarao entre as Nacoes mais cu tas.
Proclamacao d'Assemblea Geral do Brasil.
Subscrcve-se a 1,000 res mencaes pagos adiantados
nesta Tipografia. ra das Cruses d. 3, e na Praca
da independencia D. 37 e 38. onde se receben* cor-
respondencias legalisadas, e annuncios iaeerind..-e
estes gratis senao dos proprios assignantea, e vmdo
assignados.
CAMBIOS,
oeseinbro 2.
LiOndres 30 !) 9t. poi I.OOOced.
Lisboa 65 oro|o premio, por metal, Nom<
Franca 315 a 320 lis. por franco
Rio de Jan. 6 p. C- de dcsc.
Moedaa de B.4U0 13,800 ai velhas, nova* 13,400
4.000 7.4)0 a 7.000
Peaoi Colimares 1.57
ditto Mexicanos 1,655 1,570
Pataces Brasileiroa 1,560
Premio dan leltras, por mea I l|2 por 0(0
Cobre apar das sedulas
PARTE 0FFIG1AL.
RIO DE JANEIRO.
BEUNIAO' DE AMBAS AS CMARAS
Sesso do dia i% desetcmhro de 1837.
Presidencia do Sr. Mrquez de Baependy.
Feita acharada depois das m horas da
manhi, acha-se presentes 34 senadores
e 64 diputadas.
O Sur. Presidente: Estando com-
pleta a represeutaciJ nacional, abre-se
per t'ons q uencia a sessio.
Qubjoctoda reuniio das duas cmaras
ha discussio das nucirlas que o sen ido
f zas que tisera a cintra dos Senhores
deputados, as propostas do poder exeou-
cuino a respeilo da torgas de mar a tr-
ra. A discussio far-se ba por artigos, e
era' licito a cada bum dos Seubores
inembros de urna e utia cmara, fallar
tornete duis veste sobre cada urna das
emendas ; nio se admitiodo discussio de
uenbum onlro objecto, fura dsquilles pa-
ra que fotio convocados.
Principiaremos pela fingi das forcss
de trra : como ao pnmeiro artigo d<>
houve emenda alguma nem da cam.ua
dos Sois, deputados oem do senado,
priacipiaiemos pela emenda que o senado
fez ao ai ligo segundo do projecto da fi-
xaco de forjas com a emenda, da cma-
ra (tos Sihj. deputados.
O Serihor segundo Secretario: O
projecto no ait'gu segundo dia assira :
Eil* torca teta' considerada no sea es-
tado complato. O governo p-ra que
ta nio solha miogoa continuara' a re-
crutar seguudo as leis existentes.
A cmara dos depotados fez esta ornen
da x 0> cor pos designa Jos no parag.
primeiio do arligo antecedente, conser-
vario a organisacio determinada no de-
creto e mappa de4 de uiaio de 1831, de-
vendo ser o mximo das fWeas de todes
>ss corpos, em circunstancias ordinarias
8,aoo pravas: e emextraordiuarias lo,aso
pracas: podendo com tudo o governo
diminuir a mesma torca quando jul
car conveniente t> no numero desolda-
do* em os corpos que for desoecessario
cou errar em estad completo. Para
manulencio da sob edita torca, Gca o go-
vei no autorisado a lecrutar na orma das
Ivis existentes.
No senado se fez esta emenda : O arti-
go a. das emendas da proposta redija-sc
asfcim :
Os corpos designados no parag. pri-
meiro do ai ligo antecedente, conservarlo
1 01 gaaac,io determinada no decreto e
K
mippas de 4deroaio del83r, nio exce-
den lo o mximo da torga de todos estes
corpos em circunstancias ordinarias a
8,zoo pracas, podendo ser elevada desde
l, e em ciicuustanciss extraordinarias a
iz,000 pracas da pret, que serio destitu-
idas pelas compauhias dos ditos corpos.
Para complemento e manutencio da di
ta forca, tica o governo autorisado a re-
crutar na forma das leis existentes.
Nio haveodo quero falle sobre a mate-
lia, o Snr. presidente consulta a a-sem-
b'ea sea julga discutida e decidindo-
seque sim propom a votaco a enyn
da do Seoado, que he approvada por 55
votos contra 44.
O Seohor Segundo Secretario: Ae
menda que veio da cmara dos Senhores
deputados he a seguinte : O governo
cs desd ja autonsido a engasar para o
servico, o*individuos que, tendo ja ser-
vido no exercito obliveraS bU e a contractar com os que ex'stem an-
da com praca e estad no caso de terem
baixs, por terem acabado o sen lempo i'e
servico, a contioutfio do roesmo servi-
co ; dando a bun e outros de gratifica-
cao alem do sold que Ibes pe t -rice, s
foiem pracas de piel, butnaqaantia igual
ao meemo sold.
No Seuado otTertcau se esta cmm-
da :
Art. 4. das emendas depois da pa-
Ijvra individuos sccrescento-e t.n-
to nscion*es como extrsngeiros, nio ex
cedendo estes a mil. Continua o testo do
aitigo.
O Sanbor Pieaidente: esto em discus
sio.
Falli na materia osS-nlitres: Mt-
tim Francisco, Borges, Calmon, roimstio
da guerra, Caroeii o Lefo, Conde de La-
gos, Frauri.co do neg, ioarqae de Br-
baeeoa e Teixeira de Gouvea.
O Senhor Martim Francisco sustenta
a u .pimo contra a admtalo de eatran-
geiroa no exerrito.
OSm. Rafael de Carvalho : Com-
bate a emenda em discnso. E ta medi-
ta diz o orador, me cauza tanta suspeita,
quanto o nobre ministro da guerra, disse
que apenas se p>deio engajar aoo a 3o-
estrangeiros. Entio de que sei vem es
les 2oo ou 3o bomens ? Sera' tin de-
iniauto numero de bmens sadicieote
para levar bum principio viriticador ao
nosso exercito : ou contara' o governo
injuria a honra nacional primeramente,
e afrontar os nossos militares disen lo
que zoo ou 3 jo bomens sio bastantes pa-
ra restabelecer a paz, a tranqailiiade as
provincias rebulla Jas : em segundo lugar,
por outra pirie oque farao aoo ou3oo
horneas strangeiros, que o nobre mi-
nistro di que podera' engajar ? Sera
paia nos impor aqu temor ? P rque ou-
tro 110b e senidor di^se que nio quera
os 3ao liomens para iram para o R. G -an Je:
qurr que v.6 daqui o uos e liquen os estraogeiroi guarneceadoas
nojs-s Portales 10... onde, senhores, no
Rio de Janano, onde eataS os poderes na-
eiooaes ? E quando os estrangeirosse re-
belaran......? Nem todos tero lio
boas per as que rom pi roe tas de m ar-
quea po-sa5 safar-se de ta batbara ace-
a. ..
O Snr. Mrquez de Barb'ceaa com
vehemencia : A'ordem. (Profunda seosa-
c.6.)
O Sor. Rafael de Carvalho, cora viva-
cidade: E-tou fora da ordem .'!.... O
nobre senador nao foi general no Rio
Grande do Sul ? Na5 commandou haio-
netas etiangeiras, e nao foi balido ? ...
(Rumor em sentido diverso).
O Snr. Presidente ,com panza : O re-
giment determina qn o seohor deputa-
do, que foi chimado a ordem i'nmedi-
atamento se assente al se decidir te es-
lava ou nio fora da ordem.
O Stnhor Rafael de Carvalho : obede-
ce
O Senhor Mrquez de Birb -cena : Von
axpor a raso por que entendo que o Snr.
deputado e*-tava fora da ordem.
O Snr. Piesidente : Tem a palavra.
O Snr. Mrquez de Birbacena : Nio
serei extenco porque o i-enado os re-
presentantes da nar^io ouvirio o que disse
o nobie deputado.
A opiuiso que amitti de que o minis-
tro, quando informou que poderia ob-
t-r 200a 3oo homens estiaageiros, nio
pretenda mandar esta gente p Grande mas conserva-la no Rio de Ja-
neiro, para poder mandar ns nossos vete-
ranos porque nio poda deixar a capi-
tal sem foi9a, poda ser cemureda pelo
nobre deputado apreseotaodo as razSes
que quisesse j mas ele veio com huma
allurio.... insuportavel, a que nio sou
capaz de soffrer nem dentro, nem tora
desta casa. Elle disse que so podi 1 emt-
tic aquella opinio quem f .sse capaz de
faser i roelas de marques pra fugir, ou
consa semelbante. Por tanto, elle roe
tem feito bom insulto peasoal (apoia-
dos). Pcfo ao Senado, peco a cada bum
dos nobrea representantes da naci que se
ponho em oteo lugar, e que avaliem se
houve ou ni > insulto (apoiados geraes).
Quem presa o ponto de honra ex lama
o orador com vehemencia sabara' tejer-
me |ustica (numerosos apoiad s).
O Snr. Piesideote : O regiment pro-
hibe que-se insulte aos senhores deputa-
dos esenadoras; nesta sessio, quem nos
cege. ba o rfgi^auto do itjuadu por
PARTIDA DOS COHKBIOS.
Olinda_Tvd.>a ot diaa ao mein dia.
Goiaua, Alliaadra, Paral ba, Villa do Conde, Ma-
ataia;H|>e, Pilar, lleal de Jm\<>, Hrejo d'Area*
Rainha, Pomlial, ora de 8ouaa, Cidade do Natal'
ViPa, de (Inianniilia. e Nora da Priiieeaa, Cidade
la Fortaleza. Villas do Aquirf, Moole mor novo
raeat* Caacarel, Can inel, Granja, Imueratr.
Heanlo, S. Jlo do Principe, Sobral, Nora de
(tilles, Ico, 8. Matheea, Reacho doaen*;ue, 8
Autuniu do Jardim, Quexerainobim. e Parnahiba
- Set;undaa e Sextas eiras ao ineio dia por ra da
Paraiba. Santo Aniio-Toda aa quintaa feiraaao
meio dia. Garaiibnna, e Bonito uoa diaa 10 e 4
le rada mee ao meio dia. Florea-no dia 17 de
cada .nex ao meio da- Cabo.Serinhaein, ttlo ror-
moao, e Porto Catro-ooa diaa I, IV, eldecad
mes* '_________ ,
cont-equencia sem duvida o nobre de-
putado esta va fora da ordem. e excedeu
as determinoste do regiment.
O Snr Ralel de Carvalho: Nio me
pos o explicar ?
O Sur. Presidente : O regiment nio
admittediscussfo comette ao presiden-
te o decidir se o orador eslava on na5 fo-
ra da ordem. Tem porem recurso de mi-
nu decisao para a assemblea. A cmara
dos Srs. Deputados conveio em q' o regi-
ment do senado regulasse as reuniea
da assemblea geral: eesta be a disposi-
ca5 do legimento a esse respeito. (Vlovi-^
ment em senliJo divtr-o).
O Snr. Francisco do Reg: Peco a
palacra pela ordem.
O Snr. Presidente: Na5 ha discussaS :
adrnitte-se som< nte o apello que o Sur. de-
puta Jo quiaer faser para deciso da as-
semblad. (Rumor).
Algunas votes : peco palavra.
O Snr. Francisco do Rcgo : Pe50 a pa-
lavra i ara fallar sobiea materia.
O S.tibor Presidente : Subte a mate-
ria?
O Sor. Francisco do Reg: Sobre o
int idete.
O Sor. PiesHente: Na6 se admita
discusia. Se o Senhor d.putdo e jol-
gar offendido da minlia decs<5, podeu-
geitar o objecto a derisio da assemblea.
(Augmenta a confui5).
0 Snr. Coi ii lio : Peco a V. Ex. a
leilura do artigo do regiment.
O Snr. Presidente: Vou 1er o reg
meato.
Art. a4' H prohibido sltribuir ms
intencSes aos oradores : faser uto de sar-
casmos contra qualqur senador, e tudo
quaDt toca a peroualidadr.
Art. 26. O sanador que for por ou-
trochamad oidem dcvei immediata-
mente sentar seaiqu- o presidente, de-
pois de produzidos os motivos de censura ,
decida se pede ou ni5 continuar o discur-
so.
Art. a7. Qualqoer dos dous tena-
dores p le recorrer cmara se julgar in-
justa a decisa do tms d.-ute produziudo
as razSes da 6ua di'< r.
Muitas vozes : Ha ha I...
0 Sr. Presidente, continuando: Ea
cmara decidir sem ditcussio e por sim-
ples votfC. 6.
Na forma do regiment poda o Sr. de-
putado produzir a ua defeta. (Profundo
silencio).
O Sr. Rafael de Carvalho : Na5 sai a
r sao porque o nobre marques to nou ai
miuhas palavras como allusivas a elle.'
Na6 nos conhecemos, a apenas nos fise.
mos douscumprimentos : que prevaoos
ha, pois entre nos para .eu Ihe diiiajic
bmn suquo ? Quando oW que nem to^


--I.-
'^|WWww ''

BIAatlODBPlItfAM BUCO'

I
i
i
dos teiio peinas la5 boas, que possaS fa- Vago Mestro Urbano Kodiigne- dos San-
er pirovUs de marques lembrei me de los, at que fosse pionuiu-iido no rom-
huma comedia de Molieri (risadas) se rae petante Foro vito que nao lora preso
na5 engtuo o Tartofo onda hum to- uflagraot.
lirinho do dono da casa q Oigon, ou o quer que s-j diz hum Ji-
lo sn,elhnle : foi o que me orrorren n s-
a occisiio. N6 quis alaear o nobre se
nadnr : fui elle que me oTendeu : sou ei
o offandido ; poique ma chamou ordra
mu apelamente e me disse pal.ivras of
len.-vas. Amito, pois compete pedir
satiifaga5.
Muitos Senhores: Ordem do dia ci-
dem do dia.
O Sr. Presi lente : OSr. Cota Ferreira
tem a palavr*.
O Sr. Mrquez de Bubacena : llouve
ou nao Taita de o>dem? P. deva haver de--isa6 de V. Etc.
O Sr. P rebidente: J a bou ve : j d.
OSr. Marques deBarhaccna : Ali! eu
na5 linha ouvido.
O Sr. Buiges : Ordem do d.>.
(Conliou v se h*.)
fcr-----------a
PERNAMBUCO.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expedienta do dia de 2y Novembro
Officio Ao Exra. Sr. Presidente re-
rnotteodo-lhe a couta legalizada da dispesa
l'eita cora o fardamedto furneri-lo pelo 7.
B.italho de Cacadores, a loica Expedi-
cionaria au Riu Grande do Sul para
traosmiltindo a a Thesouraria luuvesse
ella de saptisfizer a su a impoi Uncia.
Dito Ao Corainaodauta Supe ior da
G. N. do Municipio de O inda dizendo-
lba que se leudo o Exro. Sr. Pra denle
aoticipado eio comuiunicarlbe o de'talha
dos Corpus, qua tinliao de arromar na
grande parada do dia 2 da D*einbro, An-
iiiteisario de S. M. o., se anticipava
ta5 bem em pravim-lo para que as Lapides
do seu Cominando estivessera prnmplasa
execular o que a respailo se liouve.se
da determinar em ordem do dia qua se-
ria dada a 3o daste mez.
No mesmosenlido se tfficiou ao Chefe de
LigoManoelThomaz Rodrigues Cam-
pallo, Corara m Jan e supuiur inlerDo
da G. N. do Municipo do Recife.
Dito Ao Exm. Pie i dente da Provin-
cia do Rio Giande do Noite, rem tt do-lhea guia pnssada pela Tbesouraria ao
Cipitodecacadores Joaquim Pas Sar-
ment que para ali liona marcbado a
Commandaro destacamento.
Dito Ao M.-jor Commaudante do 3.
BatalhaodeG. N. Jo C. R. Campello ,
disendo-Ihe em resposta do son olicio de
s5 recibido nasse raescuo dia a tarda que
nenhuma comtnuuioaco hivia (ido do
Exm. Sr. P.esidente para que o destaca-
mento de G. N. aquacteLdo fosse a ins-
truccio nos das marcados e que era s -
aodeveria ter lugar atienta a naluresa do
serviao destinado ao do .tacamanlo Bugei-
toao detalbedeama outra Authorid.de ,
quedelles moitas vetes poda dipor ern
objectodaservico de guarnicio ern ocra
zilo e horas reservadas a iustruccio se-
guiodo se do contrario a anomala de estar
um mesmo corpo de (ropas em servico
peculiar de Guarnieio sugvito a dua< au-
Iboiidalea. Que entretanto segando ai
ordens do me.uio Exm. Sr. poda contar
con o mesmo destacamento para a grande
parada do dia 2 de Uazrmbro.
D to Ao Commaiidan'e do Batalhio
7. da cigadoras, romnj raicando llie ter
o Exm. Si'. P.esdenie ex jedi lo ordem
para a compr.i de ura 'rombono e u na
crocita de chave que Ibe devii ser en-
trego.es em substiluicio a iguae* instru-
mentos que tinba forneci lo a forca exp-
dicci maria ao Rio Graode do Sul para
a orgonisagio da banda de cornetas qua
Jevou.
Dito Ao Command'nle interioo do 4.
Corpa de Ai (Iberia Len to-lbe que os
olliuiaes ltimamente despachados p< corpo dtiviao ser considera lo em *t coin-
raiasdes mencionada as guias, qua Ihe
serio entreguts pelos Commandautas das
Ciasaes.
Dito Ao Majr Commandante do 7.
^alaJho ttifl(audo por ea liberJade o
Dito Ao mesmo communicanlo-
lhe haver leinetidoao Exm. Sr. Preti'teh-
te a conta do firdameuto ioruecido ( Ex>
pedie -, para que lussu convenientemen-
te pa^a.
Dito Ao Commandanta itile 4. Corpo de Aililbcria mmdando rela-
xar d' pi lio o secundo Tente Manuel
Fernia de Almeida.
Dito A<> Capillo Commandanta da
Fortaleza do Bmm mandtndi soltar o
preso Mano d Felis de Veloes, per assiru
o dtterminar o Fxm. S1-. Presidente em
seu de-p icho de 25 desta mez.
Expediente do dia 28.
Olficio Aa E\m. Sr. Presidente re-
mtttendo-llie e infui mando f'.ivoiavel-
m.-nle o v< querimento do Atieres Jos B.
Fernandas Gsrru que por molestia com-
pioiada pela junta de saude pedi 1 um
auno de licenca para se ti atar.
Dito Ao inspector do Thesouro ,
devolvendo-lbe o requerimento de J a5
Fram laro Regs Qumtella e eniittindo
mu opiui.i em sentido fatoravel a p tenc.
Dito Ao mesmo, reroettendo-lhe o
rejuerirrento do B tioa>s
medicamentos ao Hospital Regimi-ni.il ,
queixando se da den ora do pagamento
dos remedios qne j' teni forneoido ,e 10-
gando Ihe houve-se de dar suas ordens,
para que elle o>se com brevidade jago ,
como lite bavia assguivdo iu acto da ar-
rematac>5.
Illro. Snr. A parte ultima do i.
irt. da Lei d 6 de Novembio de l8a7 ,
ha a meo ver amito clara a positiva em
f'Vor da Viuva D. Theie*a de Jess Mar-
tina que pretende os meios suidos da
Patente de Major Rafoi madoem que fa-
lecera seo marido Ju&5 Tav.ues da Fon-
Ceca.
O mencionado art. em sua literal dia
pokjga5 ;o' leve em vista acauteliar a
maioriaa, ou milhorias de sidos, que
qui>e-sern pretender as Viuvas dos oflici-
a s coj s maiidos morresstm em Capi-
tieo 5 mas pela mesma Lei com direito a
0 accesso do Posto e suido da Patente
immediala, segundo a disposica5 do Alva
1 a' de 16 de Deserubro de 1790 por terem
mas de 35 aiinos de servico j o que de
certo viiia a acontecer te n 5 houvts e
como liouve a declai g '5 ultima e n <5
como se pretende agora de outro modo
en u nder ser o sold da Patsnle que tinha
ante* de Reformado, o qi.e en rigorosa
ana'yse n5 so' he contradictorio j mas
at'dismentido, quando combina-Jos to-
do* o, eso-- qua ucoorrar po>a a ns
peito
7.0 lando deste modo satisfeito quanto
V. S. pe pedio era seo fficio de 3o do
111 ez p. p.
Dos Guarde a V. S. Q.iartel do C.
das Armas de Peruanibuco 28 de Novem-
bro de 1837. Ulm. Snr. Joa6 Goncalves
da Silva Inspector do Thesouro. Igna-
cio Correia de Vasconctllo.
DIVERSAS REPARTICOKNS.
Ancoragem
Impostes annuaes das
Canoas e Barracas
Sisa de 15p rc.du Em
barcacoens Extran-
ger'S
Depsitos que rao'de anuo
Emolumi ntosdas Certi-
doens
3:i66^525
278^4oo
THEZORARIA DA PROVINCIA.
EDITAL.
Tendo a l'besouraria desta Piovinciide
remetter p ra L>ndras 7uo tantas arro-
I as de sizallas de c-b-o; e \*o a tantos
quinttes de Pao B a il ; o Illro. Snr. Ins-
pector da Fasenda man 'a convidar sos
Srs Proiirietarjos, oo Con^ignatarioi de
Navios N^eionaes e Estrangeiras a quera
pcsa couvir o referido carrvgamento ba-
ja5 de di'igir-se a S mvsma Thesonr.iria no dia 6 do correnta
mes as 12 horas da manhia para tracta-
lem do respectivo fete.
Secretaria da Thatouraria de Pernam-
buco 1. de Dpsembro de i837.
Jo5 Francisco Bastos.
OfCci.il M.iior.
7o$ooo
25$i3t
if596(j
Rendimenlos de Diversas Provincias,
Disimo d'a91 uo. da Pro
viuda ds Alagosas
Doalgadau' da Paraiha
Do Dito do Rio Grande
doNoite
88^329
4 46$ 177
35 542Jj697
ALFANDEGA DAS FAZENDA*
A Barca Portugu za Activa, vinda Je
Lisboa entrada em x do crreme Cap-
ta6 Stbiuo Antonio do C*bo Almeida ,
Cun-iguad.i a Antonio Jos de Aujorira.
Manihslo 1 o seguinle.
117 P ps com vinho 3g7 barricas
com dito, 42 pipis com viingre 1 b^r
1 il com dito, I28 ditos coro axeite, 63
ditos c rn carnes, 3o ditos com sirdi-
nhas 3 ditos com biscoito 39 ditos
comdiogas, 11 caixascom ditas, 2 tac. as
com dita 1 fdjdo c-m dita i9 caixes
com chapeos e barretinas 1 dito coro
urfla b..lanva 7 ditas com maimelada, 9
Irasqu-iras com doce, 1 caixa com dito,
2 barricas cmdito, 8 caixas com rap,
3'dilis cmbroxas. 10 ditas com farra-
gem 2 cixute< com livros 6 dito com
miudasas ,1 dito cum agoa mineral 3 di-
tos com C. ledos, 1 hali ei.ni chapio-,
1 dito com fjsendas da sada 1 dito com
calcado e ceia 1 laido com capaxo 1
trabiolho com folhas de serra 3i baru-
cas com cera 1 dita com feija 1 dita
com eravo 136 ditas com f Pe natnbico 1. h Deaembro de i857.
O Esrriva Int. rio.
Jos AFinso Forreira.
CORREIO.
A Adm'rrsincao do Correio faiz pu-
blico, que de ord-m do Snr. Inspector
da Tbesouraria so' rec* be do 1.a do
conente em dianteo cobre novamente
puncado.

O 2.0 do fit. t. da ResolueaS de
6 dejunbode 1831 explicador do pre-
sente cuso, n5 conlrari esta minlu o
pinia5, antes bem a xplica porque en-
tendido c mo quando 6ca e deve ser
o 1. ait. a que elle nasta pai te t-e refe-
e ; pela sua me.ma exprasa e conhecMii
qi os sidos que vencerS seos mari-
dos do t mpo 1111 que foiaS Reformados-
he em relagaS ^0 lempo do seo Me. men-
t em que a Lei Ibes iransmittio a be-
ranca e nunca corno Rraluitamente se
prelnle entender da Potente que livea
arres C.ipit.. o que i.niib 01 he manilestan.en-
te conde> i lo se be n consi lrai-mo< na
boa hermorii 11 i a do mesmo piragrapho
2. lo art. 1. que n^S couaente ser
go 1 baoia de rame, i45pedras, i/\
2|5 meios de sal 5-jo mollios de v b. I.
las.
Fora do Manifest.
8 Euibrulh-s ignora-se 5 caixinhas
dius, 1 tal* dila dita 1 baha' dio, i2
birrilmli s com doce 12 frascos ora di-
to 1 cadeado com urna arg |t e correu-
te 2 caixas com bixas 12 molbos do se-
bollas.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
Redimentos da Mesa de Diversas Ren-
das Nicionaes de Pcrnanibuco, no mez
de Novembro prximo passado. A saber.
de diversa manena ent ndi lo.
Recapitulando por m os fundament >s
de minha opiniad diie a V. S que a
primeira Lei leve so'em vista n dar aa
Viuvas ma s u'.'ineta-lei dos suidos que sa-
os maiidos oliegaruS a peiceher quando
vivos a o dito da Resoluca expli ativa
islo mesmo sustento pela sua propria ra-
dican parque se assim nao fuse dira
c.lra e di tot'nrtameiite qua taes Viuvas
venciriaS os s^ld-.s da Patente que seos
maridos tivessun sotes da Rtfoimados
o que ali n 5 aparece para ser de outro
modo enteodi lo e interpetiado diver-
satn nte da mo-rna Lei.
E;t a miaba opiui.-S airo milhor jui-
Disimo do assucar desta
Provincia
Do algodao.
Do Fumo
Do Cafe
Taxi de 5$ reis por es>
cravo exportado
T xa de 160 reis por
caixi de assucar Iris
pecldda
De 4* rs. por feixo dito
De 4' rs. por saca de al-
(Mdao' dito
D*2ors. por bar cae
saco de a-snear dito
DisconTo de 16 por c.
dos Ordenados
Direitosde 7 pur c. de
Exportacao'
Msio p,,T c. dosassi-
g'iaJos
2 82 ^680
6.72tii'4
73J66a'
1 3^000
125^5)44
1^)280
219v5)i6j
ii3^526j
85^olo
2i:926>5lo5
83#7..4
ARENAL DE GUERRA.
O Arsenal de Guerra precisa carvao'
de madeia ,e villas de sebo: queui se
qui-.ii- contratar para fornecer taes g-
neros comparepa n mesmo Arsenal das 9
oras da manliia as 2 da lardea em todos os
dasuttis.
Arsenal de Guerra 29 de Novembro de
1837.
Josa Carlos Teixeira.
Director.
OBRAS PUBLIC\S.
Na5 fe pudendo, pela AdministracaS
Fiscal das Obras Publicas, comprarcal ,
aos Canoeiros qu nesla praga costuma5
vendar por estas nao a poderem veu er
romas demoras d<>s pagamentos, que re-
zulta5 do estado do cofie Provincial ;
convidn-sa por meo debt. fo!h a lodos os
Srs. fah cantes de cal ou a s-os corres-
pondentes nesta praga que quiserem con-
tratar o fornecimanto deste genero por
lempo de um anno ; queirab comparecer
na S.iila da dita Admm .trae FscjI nos
dias 5, 7, tg de Dezerabro prximo
vind.-uro as horas do expediente para se
tratar do ajuste, e comprar se a quera por-
menor prego a vender.
Amaro Francisco da Moura.
Administrador Fiscal.
PREFEITRA.
Paita do dia 1. de Desrmbio.
lllm. a Exm. Sor. Das partes o-
je recebidas son,ente consta que fo
1 so presos a minha oidtm os indivi-lu<
seguintes 08 (|ue^ tiveraS destino: Ca-
etno Rodrigis, banco pela 1. patia-
lba das 5 Puntas pira teciuta ; e os pe-
los Jelonirau esi r.vo de Antonio da
Costa VIor 11' i> o pela 1. palrulha da Boa
isla ; por ter esp^ncado a ama preta ,
L-iiz de Jonfa de Abreo Baib'sa, pe'a 2.
natrulha do mesmo lugar, por estar e-
bro.
IN..5 consta das parles recebidas que
h*ja ocuonido mas ni.vi tad?.
Di os Guide a V. Exc. Preleilura da
Ciimiici do Recife 1. de Desambro de
i837. Illm. e Exm. Snr. Vicente Tho-
maz Pires de Figueredo Camargo, Pre-
sidente da Provincia. Francisco Anto- -
n.o de S Brrelo, Piefeito da Comarca,
%
.




T"
~zr
D I A I O D J? MlNAMHUCn,
CMARA MUNICIPAL DA CIDADE
DO RECIPE.
SessaS de i9 deOulubro de 1837.
Presidencia do Sur. Silva.
Comparecer os Snrs. Drumood Dr.
Peretti, Fonceca Chav.a Sonta, e Ma-
niede, Litando com causa os raais Snrs.
A berta a SessaS 0 lula acta da enlace-
-denle loi approvada.
O Stcretario dando conta do expedien
te mencionou 0$ segmntes olfcios.
Um do Exm. Presidente communirao-
do baver ordenado ao Director do Arte-
nal de Guerra pira mandar faser urna no-
va forca pelos Carpinieiros do mesmo Ar-
senal devendo o Me.lio queforencar-
regado de tal obra, entenderse cora o
Pie-bidente desla Cmara para receber as
iustruccoens, q'forem necessarias: inteire-
da.
Ootro do mesmo Exra. Presidente exi-
gindo qne 8cja revertido ao Secretario
do Governo o officio da 12 do corrente a-
companhado d'um requei 'ment do Major
Manoel do Niscirnento da Go?ta Monten o
sobre o aqueducio por elle demolido ;
visto n.'5 compettir a esta Cmara o co-
nli<3. imento de tal negocio e sim a de
Olinda, a cujo Municipio perience o re-
feridoaqoeduelo: delibercu a Cunara qne
iossem logo remedidos os papis exigi-
do.
Outro do Prefeito da Comarca existi-
do que este Cmara faga tirar da urna
dos Jurados o uome do Vigario Amonio
Rodrigues Cauapello Vislo ter sido ilimi-
nado da lista dos Juises de Faci, en-
coosideraca a sua avensada idaJe e rao
lestias i-bromeas : delibcrou a Cmara q.'
fo-se iliminado pondo se no Jivro respe-
ctivo.
A CammissaS encarregada de dar seo
parecer a respailo da pretencaS de Joa-
quina Josa de Pig, e M*1 Coelho Cintra ,
he de parecer, que se n<6ouieai(H ter-
renos de Marinba que os Supplieante9
pretendern visto qusrer a Canina lser
em aquella terreno urna Piaca pira o
mercado do algodaS, estucar ; cujo pa-
recer lo i approvado menos a paite que
trata da Pra^a pira o mercado doalgocUS
e estucar ; e que ne-se sent clt> se oflicias-
e ao Exm. Presidente da Provincia.
A CoiuroissaS encarregada de dar seo
parecer bobre a pretencaS de Felippe Du-
arie Pereira, eutende que ella nao' po-
de ser alten lida V-to le -i lo reservado
para logr-douro desta C de M uiriba sobre que versa a prnteric
doSopplicante eque oeste sentido se of-
ficiaisea quem rom pal (isse, tum a clausu-
la de que se o Supplicante ti ver di>eito
em tal terreno; nad llavera' duvida em
selhe dar outro em compensado ; cujo
pirecer f -i approvado visto a parte que
dizdar ouiro era compon.acao'.
sao, e mandaran lser presente em q'
sssigriaraS. E eu Fulgencio Infante de
Albuquerque e Mallo Secretario a escre-
Silva Pro Presidente. Drumond,
Peretti ,
Ma ruede.
Fooceca .Chaves Sousa ,
mos principios que, como Denotado, Ihe
grangearam a e-tima e approvacaS de to-
dos sem dLtincaS de partidos, continua-
ram a ser o seo a
panagio
e a sua norma
a
A Cmara deliberou que se arrema-
tasse separadamente os tullios dos assoguen,
que nuuca lo.-sem todos arrematado* por
1 ni so' individuo, e que se arr a p-s-oas que iusssm marchantes de
profist)a6i
Igualmente deliberou a Cmara que os
tdhos cedidos aoscreadores, na confor-
midade das Posturas fos>em os niellio-
res.
OSr. Vereedor Drumond fez a seguinte
proposta, que foi adiada -. Proponho ,
qae esta Illus.lie Cmara suata a arivraata-
ca5 da Cadera em alleripaS ao b.ixo proco ,
^iue offereeem os licitantes e q..e e>bre
ste negocie se represente Assembla P.ro-
?incial ponderaudo-lhe que julga pro
Veito>o esta Provincia que se na5 faca e
venda deste edificio, c delle >o lance ma5
para edifica: em -no lugar ootro qualquer
para E>tac5es Publicas, que houver ur-
gente precelo ; sendo esta Cmara ind m
aisade pelo Tnecouo do valor 'em ne
foiavsbada a mema Cadeia.
Dehberon a Cmara, que se officiasse
ao Inspector das Obras Pubji 8 pedin-
do a dernarcacaS das ras contiguas a da
A'1 ora.
Continuou-te com a arremitacaS dos
bens pertencentes ao patrimonio dista C-
mara.
Despacharas se a'guns requerimentos.
}E por atr dada a hua levantou se a Ses-
VICE CONSULADO DE SUA MACIS-
TA CATLICA Evl PENAMBU-
CO.
Legacin de S. M. Catlica em Rio de
Janeiro.
Habiendo sido solemnemente ecceptada
y jurada por S. M. la Reyna goberna-
dora dlas Espinas, en nombre de su
augusta hija la Reyna D. Yzabel 2. ,
la constetucion poltica de ifJla refor-
mada por las cortes generales de la naci-
n ; el Exm. Seor Primer Secretario de
Estado roe previene de real ordem con fe-
cha 7 Julio ultimo lo seguinte :
Que siendo consecuente al juramento
prestado por S. M. la Reyna ,a la neuva
ley fundamental de la monarqua el que
todos sus subditos dentro y fuera del ni-
o se obleguem igualmente al cumplimi-
ento de la misma constetucion es su re-
al voluntad que jwyebaga jurar su ob-
servancia con la debida solemnidad a
luoslos naturales del Reine residentes u
transentes en este imperio, remetiendo
a la Secretaria de estado las actas n que
asi conste con espresion nominal de los
que concurran u por cualquier motivo
se nieguem o cumplir esta resolucin de
S. M. y enobservancia dla espresada re-
al ordem y de la que en su consecuencia
me fue transmitida por el Seor Enoarie-
do de Negocios en el Rio de Janeiro, se
previene a los Subditos de S. M. residentes
u transentes en esta Ciudad de Pernam-
buc.uysm mediaciones que en el dia
1 a del proctimo mez de Deciembrees el
sealado para que tenga lugar este solem-
ne acto e oeste Vice Consulado de S. M.
Catlica donde debern presentarse, con
dicho objeclo a las la de la manira del ci-
tado dia, y los que por algn impidimeu-
to no lo puedan realisar podoran egecu-
tarlo en los succesivos b-itta el a-idel es-
presido mez en esta Cnncellaria del
Consulado de Espaa en esta Ciudad de
Pernamburo a4 de Noviembro de i837.
El Vice Confu de Emana.
Nuno Mara deleitas.
na nova potieaS que ora oceupa. Arrede
de si os circuios (que se api osara de for-
mar-so ao redor das Prezideocias e que
aspirara a dominal as, a conserval-as em
coaccaS, a aser exigencias impruden-
tes, injustas e lotices) ; despreze ceitos
amigos que naS vacillarn em arriscar o
ciedito e a honra de urna aulboridade
para obter para si uaia satisfars tempo-
raria umtiiumpho ephemero ; seia em
grande parte superior as conaideracSes de
paitio, e nao duvidamos afrmar que o
Exm. Sr. Pego Barros desempenhar p-
timamente os deveres a seu cargo. Do
carcter firme e independerse franco e
leal la intelligencia saber, experien-
cia e inteireza da Sua Eic. nam se pode,
nem se de ve sperar sinaS bons liuctos.
COMV1UNICADO.
Tomn posse afinal depois de longa
demora o Exm. Si. Francisco do Reg
B Faustissimo Dia Natalicio do Joven Mo-
ran h Brasileird. Se de urna t coincidencia; si doc-intentamento e salis-
l'.-c5 quasi universal que nos semblan-
tes se devisava da multidaS congregada
para (estemanttar os dous actos que se
sin solemnizar ; sidas -y nptln'as pop-
lales, nessa occasiaS manifestadas, tirar
se p le um omem avoravel, cortamente
nem urna Presidencia foi jamis inaugura-
da sob melhores auspicios do que a do
Exm. Sr. Reg Btrros. Praza aos Ceos
que o Curso de sua administrabas corra ta
placido corno o dia de sua posse glorioso
e rheio de prestigio; seja taS tranquillo e
biilbante (jiianto nos Ih'o appetecemos na
cordialidade de nossos votos.
Pata captar a benevolenoia do publico
a seu favor, ? desp r os spiritos a tribu-
tar 30 novo Presidente parte ao minos de
seus rcsp.itos, a de sua consideragtS,
basta lembrac que elle ha sempre sido pa
ti ota Ilustrado edestiraido, e hbil par-
I 'mentar. Consultem vs annaes da Le-
gislatura que expira e vero .quio cons-
tante, inirtpi Jo e fevoroso advogaJo foi
da< publicas liberdades da juslica e da
lei. Collocado agora a testa dos negocios
administrativos deta Provincia pela nova
ordem de cousas que succedeo queda do
ex Regente, e para a qtial taS eminente a
efioazmonte contiibuo salvando o Bra-
sil da Cita-trole medonha e tunivel que
Ihecavavam a obsecacam e impericia do
finado Gabinete, nutrimos as rniis arden-
lej c beua fundadas speranens que os mes- | lhea deu aquella ordem deprisj, man-
CORRESPONDENCIA.
Srs. Redactores. Eu nunca fiz juisos
temerarios; mas a leitura das conespon-
dencias inseridas nos seos Diarios Ns. 181
e a23 assignadas por ham Matulo me
foroa aerar, que.foraS dictadas pelo ge-
nio da maledicencia do corac M iluto p, r liorna caheealoaca, alma
servil, e intrigante; e por isso dignas de
tododespiezo. Mas porque para alguna
o silencio equivale a huma expressa rrani-
festacaS de facto presumido ou calum-
nia ; de que o detractor algumas vezas pa-
rece tirar ti ionio (ainda qae triste) achei
que passar a e-ponja do esquecimeuto so-
bre taS virulentos sarcasmos, o mesmo
era, que chamar sobre rninha pessoa a-
trozmente calumniada a ignominia, e des-
prezo Publico ; por i-so pois naS posso
subtrahir-me ao dtver de desmascaiar a
esse Matulo.auhor das rorrespondencias,
tas quaes leudo-:e derramado tanto le
contra o digno e honrado Cidado Jer-
nimo de Albuquerque Mello ex sub Pro-
fcito d Villa do Paa d'Allio anda se re- |
sfivouhaim grande paite para salpicar-
me- Sim Srs. Redactores, eu sei que
estas Inihas, por eonterem verdades pu-
ras, y* 5 se 11 du vida augmentar, e aze-
dar ainda mais a colera dos meos gratui-
tos inimiges que naS despresaS occaziaS,
em que roa po-sa tornar odioso : toda-
va habilitado como eslou pelo senhor
Matulo a ser calumniado, vou publicar
fictos, que a prudencia tem feito athoje
calar.
NaS pretendo faser aqui a juslifcagaS
da conducta do referido sub Prefeito a
rerca dos (actos que se Ihe iinputaS ; por
qae, alemdeaeiem operadns em micha
auzeneia naS fui para s-o instado : po-
rem de pa.-sagem nolarei' qae dos odicios
expedidos pelo meo amigo, e colleg o
Sr. Dr. Fernando AFjoco de Mello, eu-
t>5 Prefeito interino, ru s .10 Presiden-
te, como ao Commaudaote doB'talho
daquella Villa, con-ta que se pedir a
despensa dos individuos nom-adns Com-
mis-aiios de Polica e na f de e-tarem
dispensado-* foi, que os man Jou sabir da
forma o sub Prefito, e se nisto cometteu
algm excesso que naS be ceilamente
dign d approv e al'entados comelteraS os Olli ia s daquel-
leBilalhaS; os quaes, reputando-se su-
periores a ludas as Leis, que quasi sem'
pre abandonaS para seguirem os proprios
senlimenlos arrugara-se a hum dreito
que he privativo d'Authoridade Judicial
nos casos, e pela luiiui presciipla ras
mesres !_ is, qual o de 1 enmura seo
arbitrio cem homens da G. N. e frente
dtlles armadas e municiados invtdirem
pelas duas horas da madi ugad* a re-
ferida Villa cercarem cazas, varejarem-
nas e prenderen! a quem suas puxes ,
e ferocidades Ih s dictaran encorrendo
assim as penas do art. 181 do Cod. Gr.
. Seria este o meio adeqnado e estabele-
ciJo n.s Leis pira se respoosabilisar aquel-
la sub Priftfilo? SeiiaS por Ventura os
Commiisaros que se pi euderaS nquel-
la occssio os uniros respon-aveis pelo
desacato aos Officiaes feito por aquella ou-
Ira AuthorJade? I" ainda assim, quem
dado de busca e etc. ? Seria a brutalida-
de, eu a nimia petulancia confiada na
costumada impunidade?.. Ab Srs. Re-
dactores, qaando deixai de ser letra mor-
a a esponsabilidade estabtlecida no notso>
Cdigo Penal? Ele facto luiaffectoao
Governo a e Deosqueira naS lenbamos as
me.-maj providencias que se deraS para
e desodem d'Agoa-fria: o Publico sabe
do motivo, que para ella houve da lega-
lidade com que proced, di esistencie,
que eucoulrei, da morte, e ferimentos ,
que houveraS e afinal o toiu em que o
Governo tomn todos esses criminoson
procediinentos, repulindo-os simples ni-
ubaius, despeito de miabas urgentes
req nsi<,Ses de forc armamento o
muniees; por isso que a G. N. eleui da
aenaS julgai subordiuada ao Prefeito e-
ra toda da facca.
E he em abouo desse escandaloso fado ,
Sr. Redactores, que leve o Sr. Matuto o>
desca amento de uvectivar amigeriii-s,
que enlaS fiz dizendo que hum boato
filhoda maledicencia e injustas preveu-
<;Ses basiou para se pedir ao Governo for-
ca de prior. 1 a Liaba e Policial u fazer-
sehum apparato estrondoso contra hum
cidadao ioeulpado. Ora he collamente a
primtira vez que oico dizer que be in-
culpado hum indeviduo, que acolbe S-
ganos a quem subministra e a seos mo-
radores, armamento, e muniees; disr
pSe piquetes para atacaiem a Palrulha ,
que ia arrancar les das garras varios es-
clavos furtdos, do que resuliou a morte
de hum soldado e diversos ferimeotos !..
E uaS seria aquelle laclo _motivu assas fji-
te para que eu, que me achava destituido
da necessaria lorc-i, peJisse providencias
ellicaes ao Governo wormente const m-
do-me, qne ali se preparavaS novas fue-
fas, novas hostilidades contra roiuba pes-
soa eutaS residente ua Villa circumvixi-
nha ? NaS seria motivo sufiicieme para
eu faser semelhante exigencia o allantado
cometlido naquella mesma Villa em pleno
dia pelo Sr. Iiixa o'Agoa-fria qne fren-
te de 3o Iioiik'i-, armados (bavci 4 nuua)
agredi injustamente a caza e vida da
honrado e pacifico Revereudo Vicente
Ferrar de Alouquerque e seo Pai o ex
Juiz de Paz Thomaz Jow escapando mi-
lagrosamente feridoequelle ? NaS deva-
na eu em fin pieveuir-me lembrado do
elaque, que pelo mesmo lempo soffrera o
ex Jmz de Paz Haniique Luiz Pareira de
varios individuos do Engenho Cruzabi,
que para soltarem bnm prezo protegido
do Sr. de Engenho Ihe cercaran a casa,
atacaraS, e mataraS e sentinella que o
guardava ? E se isto assim be prsticou
naS sendo elles provocados (ainda que jus-
tamente ) o que nao devena eue>perar?!
Porem o Sr. Matulo ainda continua ,
dizendo que a Comarca de Nazareth es-
lava enlr-guu a imprudencia e d.'sleixo
de bum Preleilo que insta para continu-
ar na adminislrac.'S bum geme Policial,
queda surras, fere, mala etc., eque
he desta manuira que ali tem bido mta-
tida a seguranza Publica.
Sim, Sis. Redactores, baverdade,
que m-iei para que o sub Prefeito uaS
Itigasse repenlinameutu o lugar, em quau-
to nomeava eu OUtro que o subliluisse ;
reciose re que nao t-parecesse o que logo
se vio as 8 horas da nite na Villa do Pu-
d'Alho bem em frente a casa do Dr. Pro-
motor ; bum rnolalo do Engenho Crusa-
bi surrar huma muihe-r foi ia de maneira ,
que ficara com todos os Sacramento, e de-
p'iis voltou limito a fiesce para o referido
Engenho, onde esteve at, que da Co-
marea sahi : era -im recioso, de que a
sub Prefeilura naS recahisse ni-quelles,
que antes de arrem Empregados Peliciacs,
ja cercavaS casas, dava buscas, prendan
eic., e antes de toniaiein posse do Bala-
IhaS ou Companbias, j exercilava toda
jurisd9 -5 qae a Le Ibes bavia couferir ,
bem carecedoiesdas penas comioadas nos
ailigosi57, 138 do Cdigo Crim.
Admiro por tanto, que o Sr. Matulo
tenha huma vista ta perspicaz para ver,
o que se passa no Engenha do 'Ramosa
cerca do mau trato dado em ceitos indi-
viduos, inculcados G. N. e alias reos
de Policia ; c teoha os olhos vendados pa-
ra deix.sr de ver e pedir providencias a
ccrea dos factos cima referidos, e plati-
cados dentro de huma Villa .'.. Dar-se
afttm


mnL
m
a
DIARIO DE PRUIAMBCO
f
'
ba caso, queUSbem oa viese, nern Iba
cooiUise da huno outru estrondoso felo
comedido (harei 8 mes-s) do racimo da
Villa de Naxsr-t ? ignorar que as 8 horas
do di* algn* Macarios armados da caettes ,
e facas da ponas s den ama vid p.'las es-
quinas da me-mi Villa e em presenca do
Dilcameiito e-pancira cruelmente buru
pobr bomem po nico motivo
do haver chamado a couciliaeaS hu-n
irmaS do Sr. Deputado e JuisdoCi-
vel Joaquim Manoel Vieira da Mallo ; e
que, sendo presos foraS imedialameuie
sol loa stm pieceder procesto nern Bau-
sa e neai mesura se Ihe ler feilo entrega
pela Preleitura ? Huid pequeo exresso ,
lilho da boa f,tcm ocoasionado lana guer-
ra coulra hum Cidodio probo ataas
tualradesas uunca charoara a altenaa do
Sr. Matulo. Ah Sr. Maluto est me
pereceado, que Vm. ou he muisimplo-
io, oa mui Telhacj, daodo-ma tugara
soppor qoe talves stja algum dos con eos
d s dimes apuntado; e para oconven-
ct-r tire a mascara e falle de Publico, co
rno su que, a i (ida ameacado de bum l-
ro a qualquer hora, nao posso deixar em
cala, o que realmentesei. Pub ico as-
a con ven. ido da aiinha jubtica a do de-
sempenho a meos deveres na qualidade de
Pretiito da Camirca de N'sareih; a se al-
gumi vas, deixou aquella Prefaiiura da
ealiafaser o fim da Lei fui depois que co-
meceia encontiai- huma bar eir forte da
parte da G. N., da parte dos Juitasda
Direito que dav. Htbeas Corpos a re-
crutas, afiancava5 por i6$joo rs. in-
quinad teslemuulias a favor do rj na for-
nicad da culpa, e m>siuo rt forma va5 a
pronuncias, estn lo a nota em poder da
Prefeitnra ; e depois que o Governo nen-
huma providea i teu as rumbas exgeo-
cias; e por mais ex torcos que faca o Sr.
Matulo jams deprimir minha repuia-
ci5.
Compre pois Gaalraente, que proceda
de mais boa Id, e queaeja Mocero dester-
rando de si o capiixo e a parcialidade ,
de que tanto (alia \ siente de que desde j
protesto ii.iO recurrer ao Prelo segunda
ves para responder ai falsidadei, que me
quiser argir.
E V. mi. Sis. Rodar toras, com a inser-
ca6 daalaa iufadonhas bubas muito obnga-
rlo o seo constante leitor e assignanto
Antonio Partir Barroso da Moraes.
milia
da
pelo preco e 12000 mensaes ,
bom fiador; qaem i's pretender, enttn-
da-se com ou propr elaiio Caetano Pinto
da veras no primeiro andar do mismo
sobrsdo, ou na alfaudega uode be empre
gado.
flP" AlogS'se no slterro da oa-viita
D.lo, urna loja, que foi venda, a india
existe a ai m.cao, que se vende, os pie-
ledenles dinj,5-se a loja da couroa no
tresino alten o de Joaquim Antonio Car-
neiro.
W Arreada-sea propriedade nica-
mente dositiuda delicias com c cheira ,
e estribara no lugar do Manguind ,
perteoeenteaoseu proprietario o Ds-.em-
bargador Thornai Antonio M*c el Mon-
tviro : quem a pietaoder, entenda-secom
oescrivao Alrneida em sen ca torio na
ra das Trncheras e qnerendo ver a
mesma propriedade di'ja-so oo mesmo
lugar rio Manguind a fallar com Lou-
renco lustiniano para a amostrar.
Atrenda-se annual, oa peloteas
AV1ZOS DI VERSOS.
i
A pastos que qusr lagar urna
canoa berta de carga de mil lijlos, di-
rija se atrs dos Martirios casa de Iroz
rotulas verdes.
W O Sr. qua foi ver a linterna mgi-
ca para comprar queira hir dsr adecisio
pois se Ihe dar mais encoita ; isto com
breviJsde pois ha ouira pesaos que a
pretende.
tJTJJP" Qaem qnizer dar aoo$ooo rs.
premio, por tem po de 6 meses dando-
e i >,ooo rs. de premio dirija se a rus
deHort s sobrado da de i. sn lares D. 16
junto s vends da quina do bseo do Amo-
tim, ou sooocia.
W Alaga-se urna rasa para le passar
a fasta n passagem da Magdalena pega-
da ao p da ponte a qual tem duas gran-
des salas, 5quarto3, e ora pequeo quin-
tal com cacimba ; quima pretender, di-
- lija-se a roa da cadeia loja ao Bairio.
jejr Aluga-se uros essa no poco ds
panela na margem do rio psra pequea
amila: na tas nova loja de eeieiro De-
cims i%.
ty Quem tiver perdido urna sdala,
dirjase a Manoel Peeire Ten ira, Ci-
ra gil o morador junio so Msugainbo,
que dir qaem schou.
W^ Mn ei da Silva Naves, Pratico
da barra des te poitj, faz saber sos Sis.
propietarios e consignatarios de embar-
ca eSea qus de boje em diante offerece as
suas lanzas tanto pira entrada como
para sbila, a mesmo aoiartac&ei, por
mi rn cesada laozsi
|t^" Arrends-M par S aneas au me-
nee ss lejas do bobrado sito na ra irti-
U D. 53 com frente psra a mesma ra
gees verdes, (ando cacimba oom muilo
t
po de festa ama casa para pequea
familia, no lugar do bubalbo em dntco
so casanga banbo perlo ; as>im como
se alaga alguns trastes; na ra do Quei-
mado loja de tazendas D. 8.
WW* Aluga-ae urna ami de cass de
lodo quslqoer servico de ums casa pa-
ra nm homem solt- iro : qusm quiser di-
rijs->ena rus da Florentina casa D 8.
WaT" Anda so conlinaas aforar o res
tanta dos 2 terrenos situados n estrada da
Solidade para o Manginho defronte mes-
rao da punte e da parte da estrada qua
legue do Manguinbo para a Igreja dos Af-
ilelos conservando logo do fim da caa
nova do eu propriitario o Desemba ga-
dorTbomax Antonio Maciel Monteiro,
d ntendu o fundo de cada palmo aforado,
cera palmos ditos e na lasio de 'i o rs.
cada um palmo aforado : advertindo po-
ror que um e ouiro terreno, he todo
nchalo e beneficiado e prompto .para
logo se edifica i era propriedade inde-
pendente de outro qualquer trabalho ,
quaodo pelo cootraiio nao suceda asiira ,
com cutios terrenos por aquellas imidi-
ay5ss que em laraacal sa tem aforado,
e pelo mesmo preco o pret antendio-sa como e-emio Alrneida em
seu cirtorio na ma das Trincheiras cu
na ra de Hnitas D. 7o que ei>i muni-
do de poderes para faser taes aforameulos.
19* Quem precisar de um galego pa-
ra servir uesta Prsps em qualquer casa por
mes, ou auno, dhiia-se a prariaba do
Livramento luja D. 24.
ataja* Precisa se da um pequeo para
caixeiroa ama loja : no atierro da Boa-
vista loja de Maicineiro do Sr. Qaiota :
na mesm^caoa, precisa-sa de slugar ne-
gras para venderem na ra.
*y Troca-ae [e tanibem IS vende) um
sobrado de um andar com iota6 e chrs
proprios, bastante largo, a um grande
quintal, livre a desembaracado f na roa
I) reita defronte da Torre do Terco por
boma ou daas moradas de casas terreas
queaejaS ta5bem livres edesembariadai:
quem este negocio quizar faser, voltando
,-e o que for de rasio, dirija-be ra Di-
reita loja de Ourives D. 54 que so dir
quem fas e-te negocio.
ffjp Qiem tirar ums canoa que rsr-
regus iooo lijlos a a queira alagar anaun-
ci.
jrjm* Precisase allugar dous pretos pa-
ra srvenles de pedreiro : quem os tiver
di>ija se la do Crespo U. 4'ta>odo
sol.
jrje A psstos que senuncou querer
huma preta engomadeira, que.endo hu-
ma que engoma, eosoba, Uva com per-
fricad refina assocar, fas doces, a lodo
o serco ds huma ca>a, dirija-se a ra da
cruz N. 51 2. andar.
O A quem convi-r, e quissr nsgo-
cisr humi Letra de 3.6jo$ rs., pua se
eobrar por jaslica, eporisso, vstase
f ir todo negocia : falle so Sr. Manoel Lo-
pes Machado oa roa do Crespo lado
do Norte D. 3 no primeiro sobrado para
saber do Annunciante.
19* Quam precisar de bum Capelafi
ne ta praca annuncie, oa lale nesta Ty
pogrsfia.
rtP" Precisa-sa d huma casa peque
qua para slugar ou andar d sobrado
eUBupdifj
LEILAO.
Que fe pretende faser segun-ia fe-
ra 4 do correle tu io horas da manha
em tota de portas D.J75 ds ama lanxa
com to Joi os leus pertencei e urna ca-
noa que camga 5oo lijlos.
3*. Que pretende lser Manoel Altes
Gueira no di terca ta-ra 5 do crrente
pelas io horas da manhai de diversas fa-
zendas da bom goto tanto Ioglezas como
Francesas noesi>do em que aeacho, por
eont i de quem preteneer : na casa d^ ua
residencia ra da Alfandega velha n. 5.
NAVIOS A CARGA.
Pan Loa oda
iqe Segu visgem com a maor hre-
vidade po.siivelo Brigue Poitagoes Alci-
des, que no mesmo quiser rarrrgir falle
a LNoberto Joaquim Joi Guedas.
Para I b a.
19 Segu viagem o Brigue Portu-
gus Dalfim quem n'elle quiser car-
legar, ou bir d passagem, para o que
tem boas commodos falle com o Capita5
na Pi ac ou com o Couaignatario.
COMPRAS.
fcy Urna n gommadaira : na ra da cidtia do fieci-
la n. 4o.
VENDAS.
O Numero 66 do CiiMFaCEao : n*
pracs da Independencia loja de linos nu-
mero* 37 a 38.
tqp* Ou troca-ae por gneros de mo-
Ihados u fazeodas oa ouira qualquer
cousa una canoa de amarello com 60
palmos de compridoe 4 a meia de boca
propria para barcaea : na ra larga do Ro-
aaiio venda He Manoel Mor. ira Costa.
VW Soparior farinha de mandioca a
bordo da Sumaca Aurora ; emporcio se
dar por commodo preco assim como
excedente feriaba da Sorui soparior da
Muribeca : no armazem de Santos Braga ,
na roa da Moada.
*rjs- Saccascom bom ftjo mulatinho
a 4:ooo rs. no armazem da Antonio Joa-
quim Pceira de fronte da escidinha.
i> Uma crioula com cria ou sem
ella a escrava cose ongomma eozi-
nha faz renda e de muilo b mita figu-
ra, a cria temaonoe meio ja est des-
manraadt, e be mui linda ejapiincipia
a andar, adverte-se ao comprador, que
a oscrava est alguma cousa adoentada ;
porem nao sa duvida a se.dar a escrava pa-
ra os Professores ajulg^r que a vi-ta d
que elleg disserem se fai o f justa : na
roa Direita lado do nascente D. 2o, no
sobrado que tem buhar, no segundo
andar.
CaT* Uma mola! 1 bem alva e bom ca-
ballo, cose, a f'i bem renda ; de bjns
co-iumes, romidadede i7a 18 anuos:
n la largado Rosario, venda de Manoel
Moreira da Cola,
jr^ ptimos licores de diversas qoaI-
lades, piompto para se (mbarricar para
fora da provincia pelo mdico preco de
180 rs. agarrafa, em porcia grande, e
pejueoa: nx ra ds roda lado do sul D-
cima i5.
9 Um Atlas moderno, e um Dicoo-
nnio logias: nestii Typografia.
WW Uma porcio de garrafas razias :
no sioulego venda de garepa.
O Por prco commodo um caixote
com xoo frasquiohoi d'agoa das caldas ,
rhegadosem Novamhrono Brigue S. Jos
Triunfante : na pracinha do Coi po Siu-
lo 67.
(ty* Um cavallo lisio com lodos os
andares: na casa do Coronel Bradarodes.
a/JP* Excelentes bscoitos para cha ,
ch gados p\0X'msmanle de Londres : o
Recife junto ao arco da Conceicio arma-
sera n. 34-
ptimas barricas para aiiacir,
sj^> Uma grande caixi de msica ,
um reileijo do cordaa qua toes como pi-
anno 5 pipas que forio de agua-ardenta
branca eum bom cavallo lacio muito
novo, eardigo: alias dos Martirios casa
de 3 rotulas verdea.
*JT^ O verdadeiro as-ucar refinado ,
por ser preparado por uma segunda ope-
rsciocom o maiorasseio e limpess, qao
se pode imaginar ; as 5 ponas em uma
das oas alm da cri-talino he tio forte que se po-
de conservar um annosem nunca degene-
rar p ir ser exteutado a risca a leceita1 do
Mr. Ramoar ; as amostras exista ne^u
Typografia, na rus do fiabag na loja de
ceta.
WT Chapeos do Chile de ropa mu-
deina ; botins de be/.e ro, ebegadoa pro-
ximamente, espatos abotinados a i44-> di-
tos entrada baix 1:28o, ditos da duraqua
para Sra. a 960, ditos de corda vio 800, dito
de duraque brinco a i,lao ditos da setini
a nao, ditos Francs de marroquim a
1000, a de duraque o de setira tambera
Francezes a'1 a8o, chiquitos a 48o ditoj
botinsinhos de marroquim a 800, tpa-
los de hatero Prsncez a 2 24' P*ra ho-
mem, chinoll is da marroquim a 800, mar-1
roquns em duziase miodesas d todas as
qualidades rap aris prela e P. da Babia
peonas de escrever era porces a retilho,
ludo por procos muito commodos para os
compradores na piscada Independencia
loja de Jote Antonio da Silva o. 7 e 8.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio um crioolo pequeo de
dada de 8 anuos, por nome Jernimo
Palronillo, levou camisa do Igoda5si-
nho, descalco, levou um prato tino azul
por dentro : quem o aprehender leve o a
ra detraz da Florentina O. 3o a entregar
a Epifanio Pereira da Gia^a queaei
recompensado.
UT* No da 18 de Novembro fugio 1
prato de oome Jo nagao cassaoge alto ,
um pouco barbado ebeio do corpo ro-
busta, um tanto fulla, representa tei*
3o a 35 aooos de ida le a tem os torno-
zeilos dos ps um tanto gro sos levou
camisa e calsa de bum cujo prtto foi
comprado a viuva do Virios; oa pessoes
que o encontrar poder pega lo a levar a
roa das Ci uses em o sobrado de seu Sr.
Manoel Castao da Silva.
V4P A vinte e cinco de Novembro p.
p. fugio um negro de dado de dezoito
rnnos dn nacad Loauda de nome Fi an-
cisco 1 ollicial da capa-eiro com caica a
jaquelado casimira pieta, chapeo prelo ,
I odo os ps apapagaiados e boa altura ;
foi escravo do ir. Autonio Ribriro do Cou-
to, que mora no atierro dos Afogados:
, quem o pegar lave o a rus da lloi ts obra-
do D. 33 que lei deZ mil rs. de gratitica-
9a 5.
e. ajcy> (Jotimas narncas para asquear,
o que forio de fariuba de trigo : na Cidade
deO|in4a f p'^aa^ d^^sKAm^ru.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio Salud j no da 1.
LIVERPOOL ; Brigue Inglez Muy, cari
ga varios gneros.
Entrado no da s.t
PORTO ; a4 dias Patacho Poriuguet
Primavera, t'apitio Jos Carlos Ferei-
ta, carga varios genero*: a M. JoaquiuS
R. a Silva passageiros 8.
RIO DE JANEIRO; ao dias, Brigue V.
Commandante n 2." Tenante Carica
Evaristo, carga carne : a R.-z o Irmio.
LISBOA j 28 dias, Batea .Pi>iloguera
Activa, Cap. Sabino A. do Cabo e Al-
rneida, carga varios gneros : a Antonio
Josdo Amoiim passageiro 1.
Dia 2.
S. CATHiRlNA; a8 dias Brigue Bra-
sileiro J vni Flumioence M. Joio da
Sousa R beiio, carga farinha: ao Mes*
tre.
r isf
ft
^_
\


Full Text
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