Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03327


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Full Text
1
ANNO HE 1833. QUARTA FKIRA
w aa^
271)l MAIO. N. di'.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PftRKANBOCo, m Tvi-. DuPiNinno cFaiih. 1835.

DAS DA SF..MAXA.
?3 Segunaa fiiertes 3 diau3t> te com*carne) S. Grpporio 7 .P.
and. do .K do C dem. e d_> I. rati, da T- P. o Ch. do t.
G Terca S- Felipe Xeii. 1UI. da m. e aud. do J. de O. de t.
27 Quarta .j. ?. Joo P M. keatao da Tiea. P. La Nova a 11
h. o 18 <' da m.
23 Qnint.i >j< AtcencSo do Senhor.
29 Fex'a. S. Maximiano B. tcssao da T. P, de m. aud. do J. de
rtet.
r.O Fabbado 8. Fernando R. Hcl. d m. aud. do V. G. do I. em 0-
Imda.
,S1 Dwninajo S. Petrouillu.
Tui.o a;;ora (h-Hvdo !l-no-mrsnios da noa prudencia, made-
ra ,,io.e eneran continuemos como prineiniaims, c areteos a-
pontMiM com admirado entre as Kacuai raau cultas.
Prortamrti/o da .sstmblta Geral da Bratil.
---------S^^GSE----------
Subwreve-v a 1000 r--. mensnes pnjroa atliantadoa necia Tvpogra-
na, c na I rac da Indi pendencia N. S7 ?Jti i nade M recehein
corre-poiidtiio-a- legalistas, eannnncin imerindo-ae aiturra-
tis sendo dos proprioa asaifnaates, e viudo assiguados.
7^::ir.
PAFvTIHg DOS COR REOS.
Olinda Todos os das ao meio dia.
Goian.-, Alliamlra, Caraiba, Villa do Condt\ Manianguapt, Pi-
lar, Rea! de S. Joao, Erejo d'Areia. Bamba, Poml>a. .Nova d
. onza. ( idilt- do Natal. Villa* de Go'anniirla, e Vnva da Princi-
jai Cidadc da Foiiide/a, Vins do Amiir, Monte mor novo.
Aracat.f; Caicavei, Canind, Granja, Iniperatriz, > Bernardo,
H. Joiodo Prncipe, Sol.rar. NovadElRer, Ico, S. Matlieu--. R.
achodOFaBftua, .'amo Antonio do Jardim, Qnexeramobim, Par-
naioa- Segunda e Sexta-, feiraa ao intio dia.
Santo Antao Todas a- queras Pe ras ao meio dia.
Garauhuns, e Bonito-nos da 9 e 23 do mea ao meio dia.
Floresno da 13 de cada aioz ao meio din.
Serinhaeni, io .Foxmoao, o Linieiras- efundas, Quart, e
Sextas fcira-s'ao meio din.
I ^m^^^m^^^n^^^
PERNAMBUCO.
Assemblea Provincial.
Aila da 29/ Scsso ordinaria da Assemb'ea Legisla-
tiva Provincial aos 14 de Maio de 1835.
JUSUndo presentes 29Snrs. Depulados faltando com
causa participada o Snr. Dr. Mandes, o Snr. Presi-
dente al>roa ses-o depoisde approvada ancla antece-
dente. O Snr. 1. Serreltrio leo as sfguintes pecas :
liumoftniodoSerr.tario do Governo inclusa a infor-
mato o Inspector da Thezouraria sobre o estado das
rontas do finado Thezoureiro de A sente*, a qual fui
ao Snr. Deput.do Doutor Brito por ler requerido. Ou-
tro oficio incluso o requei imento do Professor Lacer-
da com a exigida informacio do Inspector da Thesou-
raria sobre a falta de rumptinvnto d* r< sduco do ex-
tincto Conseibo do Governo, que marcou a ojuda de
cttatM para os visitadores, e foi tudo rewllido com-,
missao de nstruco publica. Hum requerimento de
Francisco Xavier Lins, pedindo que a rommi-aSu de
Polica desse lego o seu par.'rer sobre a sua pretencSo
oqualoi a mesma de Politia. Hum reque. imento de
Prancisco M.-.nocl da Silva Tavares, p.-dindo o tapa-
aento de hum b co, o qua! fui a commisso de p. li-
coes. Outro requerimento de D. Miroarida Candi-
da de A buquerque, pedindo que caso seu Irmao, que
serve o luC.. de csmo da Cmara IVunicipal mor-
resse, -oquesuced.-sse.no em prego, fosse obrgado a
sesugertar a rnesma tondico de reverter s< os lucros
paradla rcquerenle, o qu.l fui a comais^., de peli-'
tO-s. Huma represenlaci.) doS proprieta!ios, e nn-
detros dos sinos de Ponle de Uxoa, e Aflilos. p-dindo,
que se posesse abaixo o muro do sitio do Snr. Dcm-
bargadoriyiacwlMoutero para w poder transitar,
qual foi a rommissio de obras pob'icas. A commis<3
qu4| ro a commisso de obras pub'icas. A commisso
denulruvo pubca apprrsenlou o seu parecer sobre
ooff.refimenlodoDr. Aolran, o qual relirou, para
pprfienur hum projerto a .espeito. Rr.tr .u en dis-
cusrfq o parecer da commiso de iude pub'ira .obre
o rrquwieoto de Seb.sliao J.,u Comes, o qual pi-
rW loi, que se devia in.firir, e foi approvauV
biitrou em diacqsslo o parecer da comroissar> de peli-
VOej sobre o requerimento dos empregados dimiltidos
da Allandrg*, P qual parecer foi que se devia indiGrir,'
pr naocompellir a Assemb'ea, e foi apprcvado. A
mesma commisso de petit-s appresentou o seu pare-
cer sobre a pretenco de Jote Faustino Porto: o qual
parecer fo. que nao podia inlerpor parecer sem que
lossem seludos os documento,, e foi approvad... A
mesma commisso appresmlou o seu parecer sobre a
pretenco dos offici.es cncarregados do servico diario
f, V m;'Ure8' 1aa] Parecer fui q "5o com-
petle a Assemblea o conheciment do negocio, e foi ap-
provado. Entro., em di^eus-o o parecer adiado da
cominissao de juslica criminal sobre a queixa do Te-
nente Coronel AlnuWa contra alguns Dezembarga-
dores da Reacio o qual parecer Wque se consultarse
a Assemblea C ral, nao dtven.lo entretanto a Assem-
blea Provincial conbecer das f.ltss dos mesmos De-
sembafgadorea. OS...-. Dep.nado Doutor Pedro Ca-
valcanti offereceo a seguinte emenda ao pa.ccer, que
foiapprovada-depoisdasplavras nao ser applicavel
sed.ganem aOs Juisea de ireito, e nem aos Deiem-
Bargaderes, sendo igualmente approvadas mbas as
parte do parecer. Entrou cm 1 .'.discusso o projerto
sobre o me.io circulante. O Sur. Depilado Dr. Pe-
xoto requereo, queem lugar da palavrj decr.Usein-
seris-e no projectu a palavra delibera; o qtial reque-
riment.) entrando em discus-o foi npprovado. O Sr.
Presidente dando para ordem do dia asdiscuss5-s dos
mesmos projeclos que ha va da lo no dia anlece.lente
para a ordem do dia, e a primeira discusso sobre os
projectos 42, e 19 relativos as estradas, levar.tou a
sesso pelas duas horas da tarde.
Thon.az Antonio Macip.l lonteiro, Pre.
Lawentino Antonio Morda de Carvalho, I. Se-
cretario.
Dr. Francisco de Pau'a Bapltsta, 2 Secretario.
J.LIm. Snr.Tendo de entrar em discusso o incluso
Projeclo sobre divisGes, e crea^-s le Frcgueiias ,
resolreo a Assemb'ea Cegiilaliva Provincial, que an-
tes disso fjsseouvi lo o Exm. Dispo da Diocese, m
de inlirpor o seu pirecer a espeito : o que V. S.
communicaraoExm. Snr. V ice-Presidente, para n'
este sentido ofciar S. Esc. Rev.
IXos Guarde a V. S. Secretaria da Assemblea Leg.
Frov.ncial 13 de Maio de i8M-L*urenlno Antonii
Mol eir de CarvalhoSenhor Manuel Paulo; Quin-
iela.
Illas. S'ir. Qticia V. S. remetter esta Spcre-
tuia, ama copia aotbenliea do Alvar de li6 deA-
bril de I82I, s bre li/.iraos, fin de ser presente
Assemb'ea.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da Acsemblea Le?.
Provincial 13 de Maio de 1835Laureniiuo Antonio
Moreira de CirvalboSenhor Manoel Pau'o Quin-
iela.
Illm. Snr.Nao tendo ainda silo romeltidosa
esta SecreUria osobjectos, que o Exm. Presidente da
Provincia mandou apromptr, e comprar pela Repar-
luo das Obras publicas, bem como um armorioen-
vidrscido, qualro rs--rivanhUs de metal, qualro
campoinhss, e outrns coosm : r.ogo a V. S., queira as-
im o laier ver a S. '.x. o Sr. V. Presidenta .fim de
providenciar respeito, p:>r quanto he mister arran-
jar a referida'Secrctai ia.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da Assemb'ea Leg.
Provincial 13 de Maio de 1835Laurmlino Antonio
Moreira de CarvalhoSenhor Manoel Paulo Quin-
iela. x
Illm. Sur-----Tendo a Assemblea Legislativa
Provincial approvado o parecer, por copia incluso,
da Commisso de Justica Criminal ; e nao podendo V.
S vista das laz-s nelle expendidas, continuar no
exercirio dasfum-s de Deputado, pelo fai to de se
adiar pronunciado : manda a mesma Asamblea as-
sim o communicar V. S. para sua intelligencia, de-
vendo reverter respectiva SecreUria os papis, que
existem em seu poder."
Dos Guarde a V. 5. Secretaria da Assemblea Leg.
Provincial 13 de Maio de 1835Laureniino Antonio
Moreira de CarvalhoSnr. .Manoel Z. firino dos San-
tos.
PARECER.
A Commisso de Justica Criminal presin a devida
atlenco ao Requerimento, que esta Assemblea diri-
giro os Snrs. Diputados Anlonio Carneiro Machado
Rios, e Francisco Carneiro Machado Rios contra o
Snr. Drptdo Manoel Ztfirino des Sanios, acompa-
PLAR ENCONTRADO L
panhado de uma^certido, di qual consta ter sido o
mesmoSnr. Deputado pronunciado na qualidade de
Presidente pelo Supremo Tribunal de Juslica em Fe-
vereiro doanno p. p., e ter sidoo Proresio respectivo
rcmcllido Cmara dos Depulados na conformidad:.
doarl. 28 da Conslituicfo do Imperio. Quandooart.
28 da Constituirlo do Imperio manda submclter C-
mara o Processo, su| oe; ser Deputado o individuo
pronunciado, fim de nao suspender-se o exerccio do
suas funcoes pelo mero arbitrio do Poder Judicial,
sempre ciozo, e adverso qualquer oulro Poder;
mas logo que o individuo deixa de ser Deputado, per-
de todos os privilegios inherentes preemintfncia do
suas funecoes, e como um simples Cidado fica su-
geito s formulas do julgamento ordinario. A Com-
misso por conseguinte entende, que o Processo con-
tra o Snr. Zefirino dos Santos deve progredir; e que
tem cessado a suspenso doseBdtosda pronuncia aseo
respeito; alias pelo simples facto de ter sido Deputado,
nunca mais seria julgado, o que altacar de frente
os axiomas mais claros da Jurisprudencia Criminal.
Alera dislo a Commisso pensa que at a elleico do Sr.
Zefirino dos Sanlus foi Ilegitima, porque estando
pronunciado ao lempo das elleices, e nao estando ja
sutpensos os eflVttos donrt. 94 da Constituico, e nao era por conseguinte
eegvfl. Sup'islo ji fosse verificado o Diploma do
Snr. Zfirino dos Santos, enlosen ag >ra uaia occa-
s'o oportuna de verificar a legiiimidade de sua filet-
ea 1 ; todava altendendo que a ignorancia, 'principal-
mente de fado, no pode dar direito, que o erro de-
ve ser corrigido, logo que drlle se tem conbecimento,
e que o lempo por si s nao cspJl de legitimar um
arfo cm sen principio nullo, a Commisso entende,
que nao pode continuar no exenicio de Deputado o Sr.
Zefirino. Este be o parecer da Commisso, a qual
penalizada da p r>!a c"e lo Ilustre, c proveituso Col-
lega, nao pode dtixar de acrescentar que essa pronun-
t ci.i caprixosa muita honra Ihe faz, e muito estimavel
o loma no conceilo de seos Concidados. Paco da
Cantar dos'Deputados da.'Assemblea Provincial de
Pernanibuca 9 de Maio de"1! 835.
Urbano Sabino Pcssoa de Mello.
Joaquim Manoel Vitira de Mello.

?oooos-
GOVERNO da PH0V1NCIA-
. Expediente de'.l't.
JlXm. Rm. S-'. Tendo jido'aprrzentada As-
^einblea Legislativa Provincial a inclusa Reprezcnla-
co dos Jnizes de Paz, e E.'eilores do Buiqne, na qal
pedem a de/in'ssn do sen Parodio o Padre Francisco
Jo/.e Coelho de Goes, por se ler anzcnlado da Frenue-
zia mais de i-i anuos, s'ar intrigado com os setis
Fregueses, e linaiinenlc por ser muito afeigoado ao
sisloiia desptico, e havindo a mesma Assemblea re-
sol ido que foi.se remol ida a V. Ex. a mencionada
leurezcrilac., a fim de dar as providencias neces-
saiias, assimo coiuuiuiiiio a V. Ex. para seu co-
iihecinienlo. DeosGuaide a V. Ex. = Palacio
do Governo de Petnambucoa5 de Maio de 1855.
Exm. eRm. Sr. Bipo dVsla Dioceze D. Joafl da
Pm.ficacaMa.qu.s Peid'gr. Vicente Thomas
I iris de guciedo CsMargo.


r.
nr
MARO DE 9ERNAMBUCO.
Nao adoptando este Gorerno o meio por V. S.
Icmbrado em seu ofUcio de 7 do miz correte, para
levar a effeito a organitafaS do EsquadrafS de caval-
Jaria na segunda Legi>6 de G. N., e de urna Com-
pauhi. da mesma arma n primeira, tem resolvido
li Spcnss S unMca Oo i'aui'iio u>5 CiisrinOs iic
Qualificac actualmente em exerccio, e aejam re-
inal udaa aoa Con)mandante* das Com caninas, ou do
Cornos as listas dos Cidadlos novamente qualficados,
V. S. ordene que haja urna revista geral dos Cor pos
das Legioena de seu comwando, e nesse acto convi-
de e alista os QJ Pf. que voluntariamente quisercm
aervir na rele ida arma de vallara, dividindo-o
lt pois meeion.do pelo Eaqu.di .6, e Comp.' parte-
cipa a este Governo a fim de expedir as necrssarias
ordena aoa respectivos Juires de Ps., para a nomea-
c<6 dos OflBciaes, eOfficiaea Iureriores competentes.
E tendo por esla forma respondido ao mencionado
mu officio reata dixer-lhe que esta Governo appro-
va a numeracao dos Corpo. das Legioe n* conforme
V. S. propoem, istohedesero B.t.lh.5 do Bairro
do Becife o 1. o d'cste Bairro de S. Antonio o
:. o da Boa-vista o3., e o da Varsea 4.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo de Per-
nanjbuco a5 de Maio de 835. Vicente Tilomas
Pires de Figueredo Camargo. IUm. Sr. Coronel
Commaudante Superior das G. N. Francisco Ja-
cinto Pereira.
OfficioAo Coronel Gaspar da Maneaos V.seon-
cellos de Dourmond, ditendo-lke; que achando-se va-
go o lagar de Presidente daCommisso Administrado-
ra dos Hospitaos da caridsde d'rsta Cidsde, e concor-
fendo os pessoa da S. S. aquellas boasqualidedes, que
afirnclo o desempenho das funcoes de tal cargo, o
Governo o tem nomeade Presidente da dita Ccmmis-
sao.
Ao Inspector da Theiouraria para sua atelli-
gencis, e a fim de com brevidsde faser as competentes
compras dizendo-lhe ; que dos 70 cabanos que se a-
chavo as Cadeias d'esta Cidade, e para os quaes o
Governo exigi o competente numero decalsas, carni-
zas, Chapeos, Enchadst, Machados, e Foiccs, 8 nao
preciso de cousa algums, dex s preciso de roupa, e
dispeqso ferramenta, querendo um d'estes, por ser
Alfaiate, urna tliezuura propria deste officio, a o com-
petente ferro.
Ao mesmo, partecipando-lhe para o executar ;
que a Assemblea Legislativa Provincial confimou
nos lugares de Continuos da mesma Assemblea a Jo*
ze Ignacio Ribeiro, e Jote Paulino da Silva com o
ordcinnado annual de 2O0$000 r.. cada um.
Ao mesmo, participando llie para o executar,
que a Assemblea Legislativa Provincial resolveu que
a Manoel Carneiro de Souza Lacerda, soju paga a
gratificacao marcada pelo exlincto Conselho do Go-
verno qnando nomeou o mesmo Lacerda vizita lor
das Aulas de primeira. Letras, si nao houver Lei que
prohiba a acumulac.5 de gralificacoens a ordenados.
Ao mesmo, diiendo-lhe; que tendo o Coni-
mandanteemChefe das Forcas em operacoens re-
clamado, que se abonem aos officiaes empregados
na guerra as elapes respectivas desde o dia em que
cada um a principiou. e sendo justa esla reclama-'
cao, pois que segundo a Tabella de a8 de Marco de
i8a5, eo Avizo de 10 de Dezcmbro do anno pr-
ximo passado os ditos Oflicaes tem direito a perce-
berem a mencionada Elape, como informa o Procu-
rador Fiscal; por tanto o mvsmo Inspector da The-
xcuraria d as precitas ordens, para que se efleclue
o pagamento, no cazo de que ja se nao esteja fasan-sa
do desde a reraessa do citado Avizo, (.elo qnal dove
ter cessado a desposicao do Antecessor do Exm. Sr.
Vicepresidente, que marida va fazel-o desde o pri-
ineirode Marco do auno p: p:
__ AoExm. Commandanle das Armas, commu-
nirando-lhe o contheudo do precedente officio.
Contirtuar-se-ha.
DIVERJAS UEFARTl^O'ES.
CMARA MMICIPAL.
Sessto do da 16 de Fevcreirode 1835.
c Presidencia do Snr. Oliveirs.
Compabeceraoo. Srs. Dootor Mavi3nier, Ca-
valcai.te, Silva, Souza, e Gusmio, lallando com
cauza osSrs. Costa e Camello. .
Abe.taasessae lida a acta antecedente fo,
ncionada por estar conforme. O Secretario dan-
do coiila do expedente meiuionou os .egu.-nles ofli-
cios: hura do Exm, Prezidenle, dando parte, que
cibera das proponas para Promotor deste Muni-
cipio o CidadaS Felippe Lopes Nelto Jnior actu-
.1 Promotor Inte, no a quem a Cmara psndou pas-
ear Diplomo para strvi. o referido cargo debaixo da
mesma [ osse e Juramento em que se acba.
Oulro de-Manuel Thnwaa de Barre. Texeira di-
xendo que que' antea servir- de Qffioial de Guardas
Nacionaes Hoque de Juia da P*a para que fora
chamado: que ae cewvideaae o inmediato pra vir
tomar pos'e e picalar Juramento do cargo de Juiz
de paz de 5. i)s;*rie 4?> BmlGa em lugar do que
agora se escuga), Outi triclo da BibeiM pr quarleira8 o Cida*i8 4artOMJU Francisco Bizerra :
ao Sr. Sonsa. E por ser dada a hora alevanlou-e
a Sessa5, En JoZeTavares Gomes do Fonceca-, Se
crelario a ascrev. Olivena, P. Dr. Mavigni-
er Cava'caute, Silva Souza, e GusmaS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N. 87.
Correio.
/M Escuna Ninfu recebe a malla para Maranhau,
nodiu 47 do correnleas 11 oras da manhia.
EXTERIOR.
PORTUGAL.
k3ENHORA. -: A Cmara dos Paros do Reino nao
pretende renovar hoie a pungente dr de Vo.'sa M.-
gestsde. Ella recouhece que um lio luctuoso acon-
lecimento, romo aquelle que opprime o bom enra-
co de Vossa Mageslade, deve antes ser memorado
com nm mudo senlimento, do que com enlodada c-
loquencia. Mas, Senhora, a Cmara tendo boje a
honra de se aposentar a Vos>a Mageslade por raeio
esta Deputaco, nao pode deixar de manifestar, que
se ha pouco mss de 'ous mezes veio neste me mo lo-
gar felicitar a Vossa Mageslade por um fausto suoces-
so, que rnrheu os P-rtuguezes d'al.gria, hoje ( lal
a instabilidade das roo-as humanas, ou antes tal
o decreto da Summa Providencia ) vem ,cobeiita de
ludo exprimir a sua dr por oulro sncresso, infi-K-
cissimo e inesparado, que longo lempo magoar a
Naci toda. A Cmara dos Pares espera que Vossa
Mase tade fique assim convencida, de que ella par-
ticipar senpre, sem que a ninguem nislo ceda, ou
da sali>faco, ou da dr que qualquer publico acon-
tecimento poaaa cauzar a Vossa Mageslade, porque
he com posta de Po-tuguezes fiis a Vossa Magesla-
de e que sempre o foram a seus legilirnos Soberanos;
e porque nao pode d ixar de tomar o maior inleresse
pela lelicida-le domestica de Vossa Mageslade, assim
como o toma pela sua gloria, o pela eslabilidade do
seu Throno Conslitucional.
fetposta d Deputac&o da Cmara dos Pares.
j*GR%nEco Cmara dos Dignos Pares do Reino
as expresses que me dir'ge To fue to aconteri-
mento, que cob e de pesado lucio o meu cora-
ci, e que ser sempre d-plovado por lodosos bons
Porlugnexs, nlo poda deixar de ser profundamen-
te sentido pela Cmara dos Dignos Pares, que lanas
e lio decisivas provas me tem dado da sua lealdade.
A*segurai-)he pois com a rninha gratidioo meu vivo
desejo de mostrar-me sempre digna do affeelo naci-
onal.
i^Enhora: A Cmara dos Depulados da NaQio
Portuguesa nos enva presenca Augusta de Vossa
Mageslade, a fim de termos a honra de Lhe offere-
cer a solemne e dolorosa expressio do sen profundo
pesar pelo funesto acontecimento lo inesperadamen-
te \e\o amarguraro Corado de Vossa Mageslade, e
consternara lodosos bons Portugueses, arrebatndo-
nos um Principe, que nos rpidos momentos que
passou entre nos, se fez conhecer quanlo basla pa-
ra sabermos avahar agora toda a exlensio da peda
que nelle soffremos.
Prasa a Deus, Senhora, que a bem desta Patria,
cojos destinos pendem dos de Vossa Magestade, to
iu>ta mgoa encontr no Seu Magnnimo Coracio os
lenitivos que Lhe subministram, como Chnsla, os
conselhos sublimes da R<-'ligio, como car.nbosa Mai,
o amor filial de lodos os Seus fiis Subditos, e como
RainHA, oexemplodoImmortalPEnRO, em Quem
a conviccio de ser necessario Patria, nnpoi sem-
pre silencio a todos os oulroi senlunentos. Barao
de BenduflFe.
A.
^.GnADEco Cmara dos Senhores Depulados da
Naci Portugueza os sentimentos que me exprime
pelo infausto motivo da minha profunda magua.
Communicai Cmara dos Srs. Depulados, que a
tantas pro vas da sua fidilidade espero com o auxilio
movendo pela consolidacio da Carta Constitucional
a prosperidade da Nagio Porlngneza-
Diario do Governo.
COR RESPONDEN Q AS.
Snrs. Redactores.
M.
*ITe seeslomagou oSnr. Deputado, Pad.eMe;-
tre Lopes Gama, com asperguntas que, para mi-
nha Ilustrado, ao Redactor do Vel.o IV^Nf-
cano, em o N. i4, s .hre o projedo, que, como Re-
lator daCommis^io especial, ha va presentado o
sohredloSnr. ai.bra a moeda de cobre; eeu ...lo
sent, que, lomando sobre s a lorefa de responder-
me, em vez de esclarecer as minh-i di*!* eo hu-
ma'afirmatva, ou neg.liva motivada, lansasse mi,
par. combater-me, da su. favorec.du.arma d,x.lj-
L com que procura deprimir o cred.lo a l.e.o, nao
s porque mui.o reselo, co.o Deputado, eex
ReligoioBenedictino, coja oorporado sempre pese
porL entre todas, alvez, a ma.s .Itrala como
por ter com os seusCarapuceiros minias vezcsdeslia-
hido aaminhas melacolias: tanto ma.s que a sua
correspondencia, incer.a no Diario Jl f "-J*"-
gaa declarar publicamente, queja maiaenliaiei em
fice com oS.. Deputado, com asa.mas das xufas
e xalacas, de que uza, e lano sabe *VM""1
uunen aprend; confecar, coom'lJole.
nhofeilo, a minha fraqueaa de esp.nlo, c a falta de
comprehendo necessara para os esludos, razao por-
que meusPais me retirado de Colara, tofto &
esperienciade5annos perdidos em Malura, e so me
ficarlu na canaca os lermos cons.derando, e con,
quan.o das lei.Fr.nce.a-; ea cmoda -o de no-
vo com as segointes perguntas para meu tolal azi la-
mlTk possvef, que o Snr. Deputado lio>*
no Dicionaro de Mora-s, ignoie a &*"?
nalavra pejo -, e que segn.ficando esta o mba-
SSS3 ueficSldade/ estorvo, ou ob-taclo, avanca*e
terhavido indignid.de da minha p.rte, quanAode-
clarei, que o tinha de irahalhar, conjunctameul,
com o ir. Depulado Francisco de Paula ; e que com
esta declarado, alias onesla, e pruden e eu havia
fallado ao decoro devido mesma Asaemblea ? Quem
131 2:.C SeeiTafoguei a Assemblea em hum de.uvio de
projec.os, alguna mons.ruozamenle foncebtdo., a
que em nenhum delles deixei de exo rbda.tos as
atiibuicSe-; porque razio a mesma Assemblea os u -
gouohject; de deliberado, fezadespeza da ,rn es-
do, e nao os de.pre.uii, logo. hmine, n pnrae
discussio, devendo alias bastai-em-lhe para enlre^
esta Sed, os eslrondozos Pecios do Sur DeguU
do, sobre a festvdade do da l. daAbr.l N.<> 5,
sobra o regido dos cavallos N. o 34 i .obre modanc-
da Behlio.eca do Curso Jurdico N. o *8 ; e sobre as
estradas N. 18? Dgio-o os meninos do T.em.
^ Sera p lo seu intrnseco defcilo, ou poi ex-
cederem as atribules da Assemblea, que alguhs nro-
jeclos meusnio em p.ssado, ou por se op.em a os
nteresses parlicula.es de alg-ns Snrs. ^adnt^J
dos seus prenles, e apaniguados, como )*"M
as mnhas primeras perguntas, inseilas m*~_^^
m4.'aSupondo mesmo, que todos os meus projeclos
sejio monslruozos, accazo em algum d eMes se deseo-
bre, alem do meo ir.leresse pela Cauza Publ.ca, e a-
morolrabalho, algumacoisa, que xeire a interesse
particular, ou patronato, que me possa envergonzar,
como eu podena notar em alguem, se esta EiMa
questio, eeu nao me peja sede entrar em personan-
' 5.- Accazo por eu perguntar, se nao sera milhor,
que o Sur. Deputado, que tanto tem br.lhado no lu-
gar de Carapucero, se conservasse mudo na Assem-
blea, para nao ver, em verificado do proverbio ci-
tado, eclepsar.se o seu crdito litterar.o, acazo digo,
que Uve he njuriozo escrever peridicos, qoando peto
contrario confeco, que nelles tem br.lhadof ^ual o
facto, que provarpode o orgulho, que me imputa .
Oual o dado, de que inferi, que eu quena ser o or-
culo de Ddona em a nova Assemblea, e deque, quai
oulro Moyzes, (Praza a Deo que eu pudease lerai-
gum ponto de comparado com este grande hornera .;
quena legislar para todo Pernambuco ? E quando
taesfossem os meos deseos, tendo estes por alvo o
melhoraraento da Adminislracio Publicad esla Pro-
vincia, e ni o emprego. para mira, ou para os meus
1



DIARIO DE PEilNAMBttCO.
fc
v
prenles, dejque rae poderia envergonhar? A que
. flm pois lano pala triado, tanta embrulhada degr-
los, e nabos ?
6/ Acazo ler eu dito na discusso dorequerimen-
to, que fie sobre a moeda de cobre, e quandosusten-
tava a necessidade de eresta remediada, que nio que-
ra ser zurrido a pedrada, a vsia ua efei veceueia pu*
blica, como ja aronteceu no Rio de Janeiro a hum Sr.
Diputado Geral, eobrigou a outro a sair pela porta
Iraressa bem acompanhado, cazo he ameassar a As-
scmhla de ser corrida as pedradas, e arvorar osCi-
dadios das galanas em ba'alhio lgeiro? Pura que
aplica Assembla, cora tio nolavel, e senistra con-
fuzio, hum dito, que me era particularmente rela-
tivo?
y.* Si'r precito acazo para responder as mmhas
insignificantes perguntinha, e mostrar a minha ig-
norancia dos verdadeiros principios da Sciencia eco-
uomico-politica, inventar fados, que minea existi-
i5o, como o de le em os Snrs. Luiz Gavalcaute, e
Martin Francisco, feito j ver essa minha ignorancia,
qnando nunca tive queslio'alguma com o priineiro
sobre esta materias, e a que tive com o segundo,
piando projectou rrssucitar o extinelo Banco do Bra-
sil, acabou logo, que cabio tal projecto, e que o de-
zaliei para explicarle positivamente sobre os fados
calumniosos, que meassa,cava, debaixo do manto dos
dizem, com que seacobertava, ecom que a im-
postura costum combater a razio ?
8.* Se era milhor, que en, como negociante, fal-
lasse to smenle em materias deDevc, e Hade-
iiver, e me deixasse ficar mudo, comoj o tinha
estado, (que engenhoza antitleze ) para que cn-
sul ton, eadpiou as ideas de um negociante como
eu?
9.a Tendo sido a A'sembla indiferente, como o
devia ser, a minha retirada, por ter ma;s de 4oo Su-
plentes, que, milhor do que eu, podiio prehenxtr o
lugar vago, para que esse Sur. D. -pillado quis dar-me
importancia, falando tanto contra ela?
Acazo queriria que eu sofresse algurna pena, ain-
da que preceden temen te nio decretada, p >r ter a te-
mcridadedecscoar-me a deprezenciar a volubilida-
de desuas opiui. s?
to.1 Se o meu projecto, emendado pelo St|i\
Depiitado, em quanlo ao prazo para o recolhimenlo
da moeda de cobre, quanlidade desla a carimbar,
e forma da sua substituidlo, era cxiquivel, porque
razio nio aprezenlou essas emendas em lempo, em
que, spezar do meo orgulho de bom grado
concordara, por nio ofender a sua essencia, e brus-
camente} avancou, (pie era inxequivel ? Para que
diz agora com a sua coslumada faclidade, queme fez
ver serem precizoo muilos annos para se darem, em
cobre carimbado, metadedo que se recoHiesse, quau-
do, lias, nio aprezenlou calculo algum a respeito,
que fcil seria combatc-lo, talvez por ter ficado na
algibeira do seo Assessor? Demais, podendo cariin-
bar-se cerla quanlidadc de moeda de cobre, em um
tempodado, e com certo numero de obreiros, dupli-
cando se, ou qualicndo-se o numero dos brenos,
nao se carimbada no raesmo lempo dado, duplicada,
ou quadru pilcada quantidade de moeda de cobre?
Anda roai, em que artigo do meo projecto marco eu,
lo smenle, dous mezes para a promptilicacao das
adulas, e carimbo do cobre, como invena o Sur.
Deputado, quando tu marco 3o dias, contados, po-
rim, esles do dia (nole-se bem) em que a Thesoura-
i a o anunciasse por Edilaes, o qual pudendo ser de
a, 3, e 4 mezes, nio.precipilava a operacio, fazia-a
mais pralicavel, e eutrelinha a esperanca de algum
remedio sobre este artigo, que r.auimasse oComer-
r V.o, como hia Jacontecendo com aproposla domen
projecto, e o contrario vai agora sucedendo cem a
ptrda desla esperanca? Alem disto seria lmenme
-- afadigar-mc por um remedio prompto, e radical,
o flagelo do meio circulante que lano aflige esta
Provincia, urna virlude ser insensivel o publico
sofrimenlo, e ao clamor geral de seos habitantes?
.!!; Accazo referir-me eu, no meo projecto, a
Lei de 3 de Oulubro t833, em quanto a os termos do
recolhimento da moeda de cobre, isto he, ao prego,
por libra, da quanlia, queseouvesse de reedher, ea
deducn de 5 por cento do seti valor, sem du vida, pa-
ra as despezas da operacio, sem distincd da qoe pt-
ela j tinha passado, por nio se poder distinguir, se-
gue-se, que he justa a deduco de ao por cenlo sobre
a sua tolalidade ? Se foi injusta a deduco de 5 por
cento, como o creio, por ela recabir particularmen-
te sobre os possudores, enlretanlo, que as despezas
da operacio, como despeaas di Provincia, recahem
sobre t( dos os seos habitantes, o argumento do Snr.
Deputado nao pro vara de mais? Produziria igual
sensacio nos povos a deducio de 5 por cento, que a
Lei j os tinha acostumado, queajiova, e exorbitan-
te de ao por cento?
MM
consequente? Por ventura deliberar nio significa
rezolver, e determinar com deberacio, efsobrepen-
sado-- como o diz o uosso Moraes ? E a nossa As-
semble'a pode, em theae, deliberar, ou rezolver cou-
za algunia sobre moeda? Nio aera contradictorio,
dizer, que nao pode decretar, um efleito, abas, da de-
iibereclo, e dizer ao memo lempo, que delibera, a
prezeniando, desde lugo, um projecto de Lei, rezul-
tado dessa deliberacio? Em que arl. da Lei de la
de Agosto leo o Snr. Depnlado, alem da atribuirlo
concedida n nossa Assemhlea de legislar sobre alguns
negocios Provinciaes, e de reprezentar a Assembla
Geral sobre os ontros, que aquella tinha aatribuico
de deliberar sobre a moeda de cobre?
Muilas mais pergnntas (befara, Snrs. Redado-
res, avista do Cnmmunicado''o Sur. Deputado Padre
Mestre Lopes Gama, ecom a sua resposla o Publico
fcilmente se convencera das ninharias, futilidades,
aleives, econtradicoes, de que elle est lecheado, nio
menos que da incei teza das opnioes do sobredito Sr.:
recizo, porem, deenfada-lo, de nio poder continu-
ar urna polmica sobre esta materia com o mesmo
Snr., como dezejava, para minha inslrucio, pelo
estado convulsivo do meo braco, que mal me permite
assignar o meu nome. e de ficar n> mesmo estado de
ignorancia, edeenjou, em qumedeixou (anta cha-
la^saria, e lio pouca lgica, res'rno-me|ein levar,
porjeste seo Diario, a consideraco dessefSnr. Depu-
tada, que, me parece, seria muilo milhor, que con-
tinuasse com o seo Carapuceiro, em que tanto tem
brilhado.
Sou Snrs. Redactores
De Vms. Muilo Venerador o Griado
Gervazio Pires Ferteira.
te do Banco de Lisboa, saque de M.e C
Comp: desla Cidade sobre William Inglis
Snrs. Redaclres.
JL Alv?z qne nio seja muilo acertado o responder
aoanonym que no Diario n. s 8a debaixo da ridi-
cula assignalura de D. Macarroneta Rabiollos Cal-
xxa pergunte mordazmente pelo resultado ou cir-
eimslancias da Subscripcio a beneficio das familias
Portuguesas que a guerra civil de Portugal redusu
tndegeiicia; e supposlo que o tal indagador seja a
m-u ver um cerlo bilhoslre muito despreeivel; pela
gravidade do assuropto, como Agente d'essa Subscri-
pcio, darei sempre um cavaco por salisfacio ao
publico.
Adiante ter oSr. Macarroneta o gosto de ver a
copia do officio que ao Exm. Ministro da Fasenda
d- Portugal derigiu em 7 do correnle o meu Cnsul
o Sr. Joaquim Baptista Moreira que incluia a pri-
meira va da Letra que se comprou com o dinheiro
da Subscripcio ategora recebido, e ahi peder ins-
truir-sede mais algunas circunstancias que queira
investigar; e j agora saiba mais que a Letra foi
comprada a Cdulas e quasi todo o dinheiro recebi-
do foi em cobre e at algum em chanchan e os A-
gentes Aserio boas as quantias recebidas em papel:
qnem nisto pois ficara prejudicado ? Este vo^n-
tario prejuizo ser um pequeo auxilio para a Subs-
cripcio ? Faria o Snr. M. outro tanto ? Nio por cer-
to.
O Snr. indagador deve saber mais qne muilos dos
Snrs. q*ue astignario para a Subscripcio anda nao
pagarn, e ja um morreu sem poder pagar os tristes
5$ r*. que ha va assgnado !
Queret o Snr. M. que lio zeloso fe mostra pela
Subscripcio, para que nio concorreu, adiantaraim-
portancia das quanlas nio recebidas, para em conti-
nente ler o gosto de ver feita. a segunda rem'esa ? Se
sm bom ser e apparec, e se nio cuide na sua vida.
Nio d cuidado aoSnr. M. a publicacio da Lista
dos Subscriptores: para meu abono e mais Agentes
ha de publicar-se a seu tempo: no entanto deixe de
ser to desvelado pela honra e crdito alheio.
Creo que para salisfacio do publico tenho respon-
dido s zumbaras do Snr. perguntador.
Dos Snrs. Redactores
Aliento criado
Joze Iaquim dos Reis.
Recife 18 de Maio i833.
MLlm: e Exm: Snr: Tendo o Consol Geral de
S: M: Fidelissima na Corte do Rio de Janeiro, por
officio Circular com data de 10 de Ouiubro do anno
prximo passado, dirigido a todos os Vice-Consules
seus subordinados n'esle Imperio, recommeijdado
houvessem de promover nos seas Districtos urna
Subscripcao a favor das Viuvas e Orphos, que a
guerra civil de Portugal redusia indigencia como
se havia praticado u'aquella Corle, achou esta phi-
lantropica idea n'esla Cidade toda a sympathia que
1 a." Acazo ler o Sur. Deputado assignado o seu I era de esperar, e por efFeito d'ella remello h'esta oc-
1 rojecto, como delibeiagio, o livra da pecha d in- I canao urna Letra f 3o4, 3, 4, Ordein do Presiden-

}

Cahflont Se
& Ccmp:
de Londres, que ao Cambio de 36 '/ punces por mil
reis por que fot comprada igual quanlia de
R8: a:000$, cujaLelra me foi entregue por Cae-
tano Pereii-a Goncalves da Cunha, Thesoureiro da
Subscripc5]aqiii aberla.
Como V. Ex. a bem da humauidade, e do S:-r-
vico Publico se ha enca regado desla meritoria tare-
fr, eu ten lio a honra de remetler a sello volanleO
officio que dirijo ao Prezidenle do Banco n'essa Ca-
pital, e que serve de guia Letra que Ihe remelle, e
queV. Ex, se servir enviar-lhe para depois seguir
sobren disposica desta, e de ouiras quantias as Or-
dens, que o Governo de S: M: Fidelissima houver
de determinar, a fira de sereduziiem na pas inter.-
Qoens dos Subscriptores ao seu justo e louvavel eieilo.
Devo assegurar a V. Ex., que a SubscripcaS
aqu promovida j monta a pouca mais de 3:000^ ,
e que se einpreg.o ainda eflicazes degencias p.ira
melhor resultado.
Os Pjilugiiezesresidentes em Pernarabuco, tao
bem prrlencem Heroica Familia Porlugueza, e se
a Sul)sciipca6aquiagenciada apresentar .menor xi-
to do que o de alguma das 011 tras Provincias do Bra-
sil, por que as circunstancias comparativas de seu
Commereio em relacaS com ellas, e as vicisitudes
queteem expiimenlado n*e>les ltimos lempos nao
Ibes pennitte que possao corresponder certamenie
segundos bonsdeseos que o anmao: no enlanlo
o amor da Patria nao esfriwi em seus peilo, e esta
idea generosa, e phlanlropica, na5 s foi acolhida,
e abracada por elles, mas ate1 por alguns Brasileros,
e maisEslrangehos com a maia completa satsfacaS.
Aproveito esta opporlunidade com o maior pra-
zerpara asegurara V. Ex. os sinceros sentimentos,
de estmacao e respeito em que tenho a pessoa de
V. Ex. Dos Guarde a V. Ex. Vicc-Consu-
lado de Portugal em Pernambuco, aos 7 de Maio de
i335. lllm. eExm: Sur: Jos da Silva Carv-
l/io, Ministro e Secretario d'Estado dos Negocios da
Fazenda, e Presidente do Tribunal do Thtsouro Pu-
blico Nacional Joaquim Baptista Moreira, Vi^-
Cousul. .
J_iM conseqtiencia da estencao deste documento
correspondencia, nao pode ontem sabir para desen-
gao dos amigos de D. Macarroneta.
Os R. R.
Lista dos Senhores que se matricularao na Aula de
Botnica, e Agricultura, do Jardim de plantas
exticas da Cidade de Oliinda, no anno
. de 1835.
1 Enando de Mello Coutinho de Vilena, natural do
Rio de Janeiro. Francisco Jote da Foneeca Less,
natural dt Baha. Jernimo Villela de Castro Tava-
res, natural do Recife. Antonio Francisco de Salles,
natural do Piauby. Francisco Carlos Brandio, natu-
ral deGoianna. Antonio Borges Lial Castello Brin-
co, natural de Piauhy, Joze Pinto da Silveira, natu-
ral da Babia. Tobas Barboza Ferreira da Silva, na-
tural de Serg pe. Joze Pacheco Pereira, natural da
Baha. Joaquim Joze Ribeiro, natural do Maranhio.
Frederico Augusto Sjqueira Almeida Loureiro, natu-
ral do Maranhio. Francisco de Mello Coutinho de
Vilena, natural da Babia. Joce Candido Gomes da
Silva Belfort, natural do Rio de Janeiro. Manoel
Gansn Pereira, natural do Maranhio. Antonio Joze
de Souza Gomes, natural de Lisboa. Fabio Alejan-
drino dos Reis, natural do Maranhio. Francisco Ig-
nacio de Carvalho Moreira, natural de Allagoas. Joa-
quim Monteiro de Azevedo, natural da Babia. Caeta-
no Alberto do Valle Porto, natural do Maranhio;
Benigno Tavares de Olveira, natural da Baha, Ma-
noel Pedro de Vascoocellos, natural da Bahia, Joze
Joaquim Sitnoens, natural da Bahia. Antonio Joa-
quim Moreira de Pinho, natural da Villa de S. Ama-
ro, ProvtBcia da Bahia. Antonio Simoens da Silva,
natural da Bahia- Joio Francisco Cavalcante deAl-
buquerque, natural de Pernambuco. Evaristo dos
Santo* Silva, natural da Bahia. Francisco Mendes
da Cotta Correia, natural de Vianna Provincia ao
Minho Reino de Portugal. Manoel Antonio Fernan-
dos, natural do Rio de Janeiro. Emilio Tavares d'O-
!;eira, natural da Bahia. Francisco de Paula Vellez
de Guivar, natural de Pernambuco. Joze Augusto
Chaves, natural da Bahia. Alexandre Pinto Lobio,
natural de Serpipe. Martinho de Frenas Grasces,
natural de Sergipe. Joio Valentino Dantas Pinaj,
natural do Rio Grande do Norte. Joze Jansen de
Paco, natural do Maranhio.
j MUTILADO



uiakiu uff'rcnuvjfMiiiJUB'
,
o
AVIZOS PARTICULARES.
r
Snr. quetrm cartas vindas de Paria para Sote de
Barros Pimentel Passos, na Colingo iba, a nao a* leudo
anda enviado para l- pade" entrega-fes cm Olinda,
sobrado sobre a Botica do Snr. Conzaga, bois o nnun-
cmimcwm vi.firegado de as remeuer 10 dho Bar-
ros.
ti3T Qncm precis.r de uro cix- ro Rrazileiro pi-
ra loja de f, tendal dando fiador a >ua conducta : an-
nuncie p\>r e?te Diario.
^^ Troco-se pilai Oes por cobre n.arcado por ein
ro paladas e qua'.ro vinlens, e tambem se troca sedu-
las pelo mesmo cobre : na ra do Amparo sobrado n.
41, o qual tem padaria por bnixo.
&& Pergunta-se ao Sur Colector da Ciib.de de
O.'a, se-o I.nvo Pran.is.n Bringuel de Alnu-ida.
Guedes, fiel da caa da {.nabar o da mesma Cidade
ou seoPoi o 'Pnenle Coronel Antonio Joaqun) Que-
de?, tero pago o subsidio des bois que diariamente
mata ; coro esta sua respo;ta rauito ebrigar a este
teo cri do.
O Perguntador.
fc^- Dez.ja-se f,.llar r.o senhor ]ll,.rio da Silva Ga-
na para nego< io de seu inteirsse, e entregar-re-'be it-
ma carta viuda d'Angola, para qmrl fim annuticie sua
morada.
tR^ Quem anr.unciou Irr para vender urna esera-
vi crila sem vi-, io nem deleito, e com a cndico de
nao ser para bra da Provincia n(m servico de ra : n-
i,u .ce sua murada para procurar-se e tratar do Sitlste.
^5- O herdeii os do cs*l de Francisco Bramo, e
suajnu'hcr D. M.ria \ i :totsia de Jczus, entre osqoaes
tobem ha Orlaos : av7.3o a todas as pessoas, que i.in-
gut-m compre ao Inventaiiantc Joo Bapltati Brinco
bous alguna, que por qualqucr titu'o pertei.co r.o
dito caml. O piezente annuncio se faz em virlude
do dito Joo Baptista Brsnco ter annunciado no Pierio
n.90, a venda de um mulato de pouca id;ide, e um
negro meco do servico de enxada.
^y Quero percizar de um r#paz Brazileiro para
-caixeirode qualqu rcasa de negocio, ou anda mesmo
venda, o qual sabe bem escrevr e contar; dirija-so
o ra do Arago D. 18.
y Precisa-se de um homem que entenda bem de
mcejn, e trubalhando desembarazado, nao se repara
0 preyo, e tambero se precisa de uro preto para o ser-
vico de urna tasa : na padaria da ra do Perxota das 5
Pon tas.
*& A pessoa que percisar de um csixeiro para
yenda ou padana de muito boa conducta; dirija se
venda da ra Nova ao p da ponte D. 36, que se
1 lie dir quem se oflerece.
*y Quem annunciou querer vender urna crila
de 15annos, sem vicio, a qual engoma bem, cosinha,
e cose, com a condico de nao ser para fora da Pro
vincia, e servico de ra ; dirija se n ra das Trin-
cheirae em casa* do Dezembargador Tiburcio, que a
quer comprar.
*^ Qaalquer pessoa forra, ou cativa que tiver
bom leite, e quizer criar urna menina dirija-se a ra
de Orlas D. 38 a fallar com Joaquim Bibiano Loubo,
que elle diraquema quer, advertindo porem que nao
se reparo no preco, assim como tobem qualqoer se-
nhora forra que queira servir de ama de urna casa di-
nja-seao mesmo Bibiano Loubo que elle dir quem
quer. ^
WT Dezeja-se fallar com os senhores Josquiro Joze
dos Santos, Joze Thomaz de Lima, Agostinho Ferrei-
ra, e Joaquim Antonio Pinto, para negocio que Ibe
dizera respeito, e como se ignora as suas morad* quei-
rao declarar por esta foiha para serem procurados.
y Quem percizar de um rapaz Brazileiro para
leja de blendas, ou de ra, dirija-se a rna de Palacio
vetnocaza de jauella de vidraca que dar fiadores a
sua conducta.
tjT A pessoa que tirou de sima de urna cmoda
um botao de ouro com a firma de quem o mesmo per-
tence, queira nunda-lo entregar, quando nao se de-
clara o seu nome, pois houve quem o visse fazer a tal
graciha.
**" Maaoel dos Santos Lins Bandeira previne a
quem quer que queira comprar a posse do terreno an-
nunciado por D. Antonia Joaquina Borges Franca, que
elle tem titulo legal da posse do mesmo terreno, o qual
titulo j foiappresentadoa mesma D. Antonia, quando
pela segunda vez annuncio, e at se Ibe roostrou, que
cCeu fallescido marido eslava assignado no referido ti-
tulo como iesiemuiina.
ypf O abaizo assignado faz sciente ao respeitavel
publico que em virtqde do annuncio que viu na Quo-
tidiana de Quinta feira 21 do corrente Muo mandou
noiincar ao annumiante tiapito Manoel d'Oiiveira
Paz no dia 23 do corrente pira ir a conciliaco para
ab dar o abaiao assignado as proras de como dito Ca-
pito Ifae tinba vendido o sold do mez de Maio em di-
as do mez de ABril como prova com as pessoas que vi-
rio o dois recibo! na Thezouraria na occazio do re
ccbimeulo do mez de Abril, acn^e .w rxiro pre-en-
t.so spilio' Ter.ente d'Artilhatia n/ormado Canuto
Joze Vellozo daSveim, hojeJoiz de Paz dos Afoga-
do*, e o senhor Ten en lo Quartel Mestre de Artilharia
Jjae Francisco. O Snr. Cnpitao quando soube que
hia ser notificado pz-seem luga varn esta Praca e so
foi a sua casa na noitc do dia Domingo 24 as 10 horas
da noite, e vollou coro toda xuva as 4 botas da imnb
para casa do seu procurador onde se acha sti? boje.
Eis as principaes provas que d o senhor Capito Paz
do seo vergonhozo annuncio em que diz perdeu o re-
cibo do mez de itiaio e s leve a foituna de o axar
quem Ibe compron o mez de Abril, e para que no dia
da nolifiVacao se relirou as duas horas da tarde quando
o seu costu me candar rom' a noite. Dizem o* meni-
nos da ra que foi por nao perder o recibo do mci de
Junboqueio teria vendido a outro. Digo que o
iria levar ao seu Procurador.
Lourenco Alvis Cava'cante.
p~ Prei/.i-se fallar <-om o senhor Francisco de
Medeiros Cabrnl, Proprietirio da Fatenda Caracol :
t'iiha a bondade de annonciar a sua morada para ser
procurada.
V?" Quem tiver para p'jigar um preto fiel, que
prienda de cosinlia, e proprio paca o servico de um
homem so'le'no. procure o Consulado de Franca para
tratar do ajuste.
Sl3d> Pergunta-se a quem queira responder, se len-
do sido ju'gado eriminuzo pela nossa Asspmblea Pro-
vincial o Depulado Manoel Zefeiino dos Santos, e
como tal impossibilado de continuar a exercer o seu
lugar na Aa&en.b'ea, se pode continuar (ciando crimi
noto) no rxerricirio de Inspector d'Aandrga, on-
de tem sido al agora contempladdn como em snrvi-
90 fira da'.reparticau, como consta do Livro r.o correle mez, e se deve-se ainda uzar do seu nome,
em lodos os actos da mesma reparlic, como cartas de-
Guias &c. &c. is:o dezeja saber
O Vinagre
c
NAVIOS A CARGA.
Para, o Rio de Janeiro.
Om toda a brevidade, o Patax? Florencia, Capito
Antonio dos Sinlos Amaral : quem no mesmo quizer
carrejar, ou ir de passagem, dirija-se ao dito Capito
a bordo, ou a Gaudino Agoslinbo de Barros n* Praci-
nha do Corpo Santo D. 67.
LE LA O.
/faF.nrgo Brocklehurst & Comp. f^zem leilo boje 27
do corrente fle. fazendas limpase avariadas pelas 10 ho-
ras do dia na casa de sua residencia, ra da Cruz n. 7.
SCy Jones & Wynne fazcm lt !o boje 27 do cor-
rente, de fazendas llropas e avariadas, em a casa de
Sua residencia, roa da Cruz n. 43 : principiar os 10
horas da man ha.
U:
COMPRAS.
Ma Casa em Onda cm qualquer ra : no pateo
de S-^Pedro Novo da mesma Cidade eaui n. 2.
C5* Urna escrava prcta meca, de boa figura, sera
vicios nem achaques, gil para o servico, e arranjo in-
terno de urna rasa de pequea familia, que saibi coser,
e engomar, e que noseja costumada ao trifico de ra:
nao se duvida pagar por majs alguma couza alem do
seu valor, urna vez quesniisfaca, e tenia as condices
apotnadas : na Tipografa desie Diario se dir quem
pretende.
^*" Urna mobilia inteira para urna salla sendo mo-
derna e em bom uzo : aununcie.
WP* Urna casa de sobrado de um andar em ras
principaes do Bairro de Santo Antonio, ou Boa-vista,
ou mesmo casa terrea tendo bons commodos : annun-
cie.
u.
VENDAS.
_ Ma canoa de carreira que leva seis pessoas : nos 4
cantos de (J'mda venda n. 8.
T Uma Porco da Ponla de boi do Rio Grande
do bul : no armazem de Antonio rereira Masado, a tra-
tar do ajuste na Pracinha do Corpo Santo. D. 67.
/ *y Urna batina, e capa nova de lila excellente, que
serve para Clrigo delgido de mediana estatura, e u
mis fivellas douradas de sapatos : na loja do sobrado
junto aos Martirios do lado da ra d'Hortas, ahi se
dir o dono cuja mudanca d'estado o obrig* a dispor
taescouzas por pre?o commodou
^-y Um terreno por'detrs da Igreja dos Marti-
1 ios a dinheiro ou a prazo passando o comprador le-
fias i.l>! o prazo de seis meses : as 5 ponas sobrado D
80.
fcjy Uma negra mor;a e spm a chaqus por toda a
qualidade de moeda, a ixcepco da de cobre na ra
da Cadcia em S. Antonio ). 9, de itanb al us 9 hor-
as, e de tarde de 1 al as 3.
$3* 1 bon de courn de lustro de m ia Ina, e urna
grvala, proprio para G. M., ludo novo e por preco
commodo : na ra d*s Cruzes loja de alfaiale n. 8.
tr^ Um muleqoe de 7annos, por preco comrao-
do : na ra da Cndt i.s do Recife n. 56.
$3?* Fxcellehte fecu'a de batatas, porfprecocommo-
do : na ra Nova casa de Ponchet Freres.
t3^- Urna amarra de 9 V4 polegadas de grossnra
e do mesmo comprim o, deis p;dacos de 0 paireadas
tendo ambos 22 bracas, lodos de linho da Rossia
(begadosollimamente: na ra da senz-ila veiha n. A
casa de B. La.sserre & Comp.
r^ Uma eserava c.ibra de 20 annos : na ra do
Qupimado n. 18, loja d ferragrm.
$T^- Muito bons cazis de p.imbis : quem os per-
tender dirija-se a Tipogi-dfii desle Diario.
tjT** Uma escraVa crila de 25 anuos de idadp, boa
costureira de toda a qualidade de cotura, um escra-
vo padeiro crilo com 20 anuos, urna escravs boa la-
vadeira de bal relia de 25 anuos, de naco mocambi-
que, e um moleque de ua^o cobinda com 10 annos:
na ra da L^rangeira D. 6.
*?& Uma eserava cri'a, de 20 annos, com as ha-
bilidades precizis: na ra Direila sobrado do beco do
serigado pn'meiro and.r.
tC^" Uma pifia, cesinha o diario de uma casa e"
pntende de fazer massas : na ra larg.* do Rosario D.
11,2 .indar, de manh at as 8 horas, e de tarde al
a'3 horas.
ry Uma preta de 26 annos, bonita figura, cosinha
o diario, sabe lavar, e boa quintandeira, para fura da
Provincia: na ra dos Martirios D. 10.
fc-^ Uma negra de 11 para 12 annos, cri'a, mui-
to sadi.t, pronr para ludo quanlo se Ihe quizer ensip-
nar : no principio da ra do Arago D. 44.
vj^- Uma eserava cri'a para fura da Provincia,
sabe comprar, ens.boar, e cosinha o diario de uma
c>sa : no foi te do Mattos prenca de Joaquim Francis-
co de Mello Civalcante.
ALUGUEIS.
rxL'uga-seosiMo de Joaquim Avelino Tavares na
fassagem da Magdalena, com boa casa de vivenda, gra-
de pUntaco de capim, e viveiro : quem o perlender
dirija- e a pracinha do Corpo Santo D. 67.
PERDAS.
OdiaaS do corrente prdero 2 lencos de seda
nuvos, pordmjcmbain'rado, um amarlo, eoutro
de divercos obra, o qual lem lie/- letras iuiriac en
Untadas pimas*; quem os livor adiado, eqaiser res-
litiiir lioga-os aes'a Tipogrfi', q:tc s,r vcoinpen.
sado com geuei uidad--.
s
FURTO.
'Abbado 23 de Maio, furtou se um cavallo russo,
piqueno rabio, com uma marca de ferida cm uma
roo, sellado, e enfreudo, de urna loja de escada na
roa do Rosario estreila : quem delle souber, ou;o apa-
nhrssenarua, dirija-se a_rua das Aguas vea dos m ca-
za do Escrivo Poslhumo, que ahi ser gratificado.
NOTICIAS MARTIMAS.
Taboas das mares chnias no Porto de Perncmbuco.
4>
29Segunda j
S 30-T:-----g
2-Q:_ -
3_S:----- I
Q 4S:-----
5-D: I
Manh
Tarde.
Pern. na Typ. de Diario 1835.
I


TT
Srs. Seductores.
\_ \\ivado desde Jurrhodo afino passado
da a metadoidemcn sold e acusado de
chines cometidos pelo Sargento Joze Tlio-
mazque scrviu debaixode meu Comando
no Ponto do Verde quando estava no A-
campamento ; illudido em im pelo men-
ino Sargento eq son forrado a recorrer
a sua falla para por ella patentear a con-
ducta de tal Sargento, assim como liviar-
me de algua acusaco menos justa, que
os meus ininiigos com o im de macula-
rem miiihu conduela me tenhao prepara-
do. No Conselho de (inena a rpie res-
pond demonstre! com induhitaveis pro-
vas que houve intenesse do parle de !-
guem em acomular-me "crmes gratuitos ,
provei mais, que ignorando inteira-
mente quem era esse Sargento e deven-
do consideral-o capaz de qualquer servictt1
acomodado ao seu Posto, nenhfia culpa
t ve nos extravos que lisera o mesmo
nos vveres do Estado porque ning-uem
collocado no meu lugar pensara que se
conservasse no Posto re Sargento
liuoi individuo sobre quem com toda a
justica deveria ter cahido a mais severa
punicao pelos seos continuados crimes.
evcndo o mesmo Sargento ser aecu-
sado peraute o Respeavel Tribunal dos
Jurados desta Capital do crime de extra-
vos eu oflereco a considerando dos 11-
luslres Juizes de Facto que forem sor-
teados os seguintes documentos que
serviro de oriental-os em semilhante
causa assim como de convencer ao Pu-
blico que fui inocentemente acusado de
hum crime em que soparte teve o Sar-
gPte '.c to irreprenhensivel conducta.
Son dos Srs. Redactores
Venerador e Creado.
Vicente de Moraes e Mello.
(Estava reconhecida.)
lllm. e Ex na. Sr. Dtiz o Ca-
pitao Vicente de Moris e Mello que a
Leiq de seo direito se Ihe faz precizo que
V. Ex. mande por seo respeitve! dispa-
xo que o Coronel Aleixo Joze de Oli-
veira quando Commandante da Forca da
idi*cita em Alagoa dos Gatos lhe ateste
ao p dese o que soube a respeito da con-
duta Civil e Militar do Sargento Joze Tilo-
mas dos Santos que naquelle tempo se
a xa va servindo no ponto do Serrote tizo,
assim como o motivo que teve para o
maridar retirar daquella forca para o A-
campamenfo de Agoa Preta, por tanto.,
--P. a'V. Ex. asim o mandar de cuja
gra E. R. M. Recit 29 de De-
zembro 1834. Vicente de Moris e
Mello. Despacho. Como pede.
(Juartel do Commandq das Armas de
J ernambuco 3o de Dezemhro de i834%
Coellio.
Em vertude da despacho recto do
Exm. Commandante das Armas desta
Provincia dactado de 3o do passado A-
testo queem i\ de-Abril dei83, di,
em que tomei o Commando Cera I di For-
ca da Direita na Vovo^cao do Altinho ,
tive varias queixas dos abitantes da mes-
ma e da outres lugares, contra o.Sar-
gentdJo/. Thoioaz, quese achava desta-
cado no ponto do Serrote lizo ; fundan-
do-se as mensionadas queixas em roubes ; .
de gados, vacum ,' e cavalaes e tu do o
mais que elle f>odia rapiar ; e querendo
eu evitar este lao grande daino feito aos
paVrficos abitantes passei a officar f o
Commandante do Ponto do Serrote lizo ,
que me remetesse o dito Sargento ao mea
Quattel o q\ie teve lugar nos das que
de correrao desde i> do dito Abril athe 20
do mesmo em que di parte ao Coman-
dante das Armas das queixas que haviSo
do dito Sargento fazendo-lhe remessa del-
le que ouvesse de o empregar no ponto
de Agoa Preta ou em outro qualquer
ponto que nao fosse do meu Commando j
o que nao aconteceo assim; pois logo que
se aprezentou em Agoa Preta o >teve
oito das de licenca do Commandante das
Armas para hir ao Serrote lizo o que
deo lugar a elle fazer outras tranquilinas
alern das queja avia feito por ter delle
novas queixas : Oque tudo afirmo por ser
verdade e manfei passar o prezente que
val somenie por mim assignad > Boa-vis-
ta 3 de Janeiro de i835. Al ixo Joze
de Oliveira Coronel de 1.a Lii.ha.
(Eslava reconliecid)

1
MUTILADO


co
___Diz yknte de Moris e Mello q*
se Ib* faz a bem de seo direito que o
Carsereiro da Cadeia desta Cidade do
Reeife llic b por Certido se Joze
Thomaz dos Santos ou da Cruz bran-
co cazado se he ou nao fugitivo desU
mesnia Cadeia quando nella se achava
pi ezo: para o que liga o dia, mez, e an-
uo eni que se evadi por tanto. R.
aV. S. Hlm. Sr. Dr. Juiz de Direito
e Chcfe da Polica se digne mandar pas-
sar a dita Certido. ~ k. Al.
Despacho, P. Boa-vista 3o de Agos-
to i834 Miranda.
J anuario Joze Nunes actual Carcc-
reiro das Cadcias da Rellai.ao desta^ Pro-
vincia por A Regencia em Noiue deS.
M. 1. e C. Que Dees Guarde &. -
^Certifico que revendo hum Quaderno em
que se achao os nomes dos prezos da Ex-
tinta Ouvidoria Geral do Ctime nele ie
aclia o assenlo do theor seguintc. -- Tre-
ke de Fevereiro de mil oito cestos e trihta
Joze Thomaz, soltciro, pardo, na-
tural de S. Antonio iho de Paes inc-
gnitos segundo diz idade dezanove an-
jios morador na Boa-vista pelo cr-itne
de moeda falca recomido a orden! do u.-
vidor Geral do Crime ecommenddo.
pelo Escrivao PoSlhomo. Fugio da Ca-
deia no dia vinte de Junho de mil oitocen-
tos e triuta. E nada niais secontinha
m dito assento que se achava exarado no
dito Quaderno, 00 qaal me reporto, e
eu Carcereiro no principio desta declara-
do e no fim assignado iz passar a pre-
z'ente ao primeiro dia do mez de Setembro
do anno do Nascimento de Nosso Senhor
Je*us Christo de mil oitocentos e trinta e
quatro Dcimo segando da Indepen-
dencia e do Imperio do Brazil. Janu-
ario Joze Nunes.
(Estava reconhecida e pagou 80 rs. do^.
Sello.)
Diz Joze Thomaz dos Santos Branco
solteiro Sargento que foi do Batalhao 54
e agora Furriel dos Voluntarios organiza-
do em agoa Preta hora prezo na Forta-
leza das cinco Pontas que para bem de
seu direito lhe he precizo que os Escri-
vaes lhe fllem a folha do Supplicante
com culpa, ou sem ella por tanto.
P. a V. S. Sr. Dr. Juiz de Direito se-
ja servido assim o mandar. E. R.
M. -- Despacho P- Alv. Boa-vista
22d'Abril i834. Miranda.
___ r. Bento Joaquim de Miranda
Henriques Juiz de Direito e intiiinamen-
te Chefe de Polit ia nesta Cidade da Re-
cife e seo termo por A Regencia em Ne-
me do Imperador o Sr. 1). Pedro Se-
gundo &. Alando aos respectivos Escri-
vaes fallema folha requerida asimocum-
piao. Recite 22 de Agoslo i834- Joze
Affonco Gucdes Alcanforado tscrivao
escrevi. Aliranda.
,___INada. i, Districto do Pillar 22
de Agosto i834. Pegado. Nada por
esteJuizo de Paz do 2. Destricto do
Corpo Santo. Bairro do Uecife 99 de
Agosto *de 1*834. Magalliaes. Nada.
2.0 Districto de S. Antonio 23 de A-
gosto de i834. Aliranda. Nada do
Supplicanw'Joze Thomaz dos Saulos. Terceiro Dis-
tricto da Estancia iZ de Agosto de |834- Gama.
Nada. 3- Districto do Carmo em r>3 de Agost da
l834. Soma. INada do Sopplieaot Joze Tho-
maz dos Saotos. 2. c Districto da Santa Ciui a3 da
Agosto de i834. Ataujo Lima. Nada do Sup-
plicante Joze Thomaz dos Santos, i. Districto de
Paeda Boa vista 23 de Agesto i834- Pereira Gui-
mares. Nada por o 3. DistiicL) do Juuo de Paz
da Madre de Dos em ?3 de A,; -lo l$S3i Ma-ha-
do. -- Nada do Supplirante Joze Thomaz dos Sanios.
Primeiro Districto do Colegio & de AgoMa i834
Fonceca. -- Nada pelo Juizo de Paz do 4. Districto
da Ribeira do B. de S. An ouio. Reeife >.5 de A-
gostodei8J4. Guimares. Vwda. Quinto Dis-
tricto das Cinco Pontas at de \;osto 183/j. Olivei-
ra. Tenho coleas de Joze Thomaz Soldado do 15a-
talhaoN.l7 pronunciado na Devassa de morte fei-
ta-a Caelano Pestaa da Costa no logar do Eapiuhei-
ro no" mez de Marco i8'.7 pela Ouvedoria geral da
Relacao, pela i^sma Ouvedoria lenho mas Joze
Thomaz da Cruz Soldado pronunciado na Devassa
dos roubos de i83i em 3 de Oulubro mais pela
Correicao da Commarca Jos Thoraaz^jnoiador no
Termo de Santo Aulo pronunciado na
morte de Joo Rodrigues pelo Ouvidor Alroeida
i8m e no mesmo Juizo em i8a3 Joze Thomaz mo-
rador no T> rmo de Serinbaem culpado na Devassa
de morte de Antonio de Carvaloo Leal e nada pelo
de mais Juizes extintos. Reeife 29 de Agosto do
l834. Alcanforado. Certifico nao haver mais
Escrives que falem a prezente folha. Reeife 2908
Agosto de i834. O Continuo Escrivo da Revista
da Relaco Lu o Candido Pereit de Carvalho,
(Eslava reconhecida ,' e pagou 80 rs. de Sello.)
oagi
MeutomWo %)La Oi/p, de moewia o ciatu looo.
-
^X
* J
MUTILADO l


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