Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03319


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Full Text

\NNODE1835. SEGUNDA FEIRA
18DEMA:o. N. 83.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PenNAMBco, na Tvp. DEPinino cFahia. 1835.
DAS DA SEMANA.
18 Segunda S. Venancio aud. do Js. do C. de m. e de t. ses. da
T. P. e f h. de I.
19 Terca S. Pvdro Sclestino Re- de m. e aud. do J. de O. de t.
Quart. minp.-as 8 h. e 1S m. da ni.
20 Quarta S. Bernardino de Sena sesso da Thcz. Pul.
SI Quinta S. Mancos B. Rcl. de m. aud. do J. do C. de m. e
det.
22 Sexta S. Rita de Cassia Ses. da T. P. de m e aud. do J. de,O,,
de t-
23 Sbbado S. Bazilio Are. Re. de m. aud. do V. G. det.
em Oliiida.
?* Domingo. S. Afra .
Tudo agora ape; de de nos mesmos, da nossa prudencia, mode-
racno, c energa: continuemos como {principiamos, e eremos
puntados com admira ci entre as Nacoes niais cultas.
Proclama^ao da JssembUa Qeral do Brazit.
Sulicrevese a 1000 r?. mrnsaes paros adiantados nesta Typopra-
fia, c na l'raca da Independencia N/ 37 e 38 ; onde se ecebem
correspondencias legalisuda*. cannuncios-, necrindo-se estes gra*
tis sendo dos proprios assignantcs, e vindo asignados.
!
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda _Todos os dias ao meio dia.
Goiana, Alhandra, Paraiba, Villa do Conde, Mamanguapc. P*
lar, Real de S. Joao, Brrjo d'Areia, Rainha, Pomlial, Nova de
Fouzn, Cidade do Nata', Viltas de Goianninha, e Novada Princi-
za: Cidade da Fortaleza, Villas do Aquirs, Monte mor novo,
Arar.atv ,- Cacavel, Caniud. Granja. Imperatriz, S. Bernardo,
f. Joao do Principe, Sobrar. Novad F.IRcy, Ico, S. Mathent, Ri-
acho do pangue, Santo Antonio do Jardim, Qncxcramoliim, e Par-
nailia*-Segundas c Sextas feiras ao meio dia.
Santo Anio Todas as quartas feiras ao meio da.
Garanhuns, c Bonito nos dias 9 e 23 do mez ao meio dia.
Flores no dia .13 de cada mez ao meio dia*
Pcrinhaem, HioFormozo, c Limeiras Segundas, Quartas, e.
Sextas feiras ao meio da. '
I

f
INTERIOR.
4
Ministerio do Imperio.
LIm. Exm. Snr.Exigindo o Servido Publico
que V. Exc. parla quanto atites a oceuptr o lugir de
Magistratura, que Ihe fora destinado; A Regencia era
Nomedolmp. o Sr. D. P. 2. Houve por betn des-
honorar V. Exc. da Presidencia dessa Provincia, e
manda louvar-lhe o bom servico, que presin no exer-
cicio desle Cargo. Dos Guarde a V. Exc. Palacio
do Rio de Janeiro em 22 de Qutubro de 1834An-
tonio Pinto Cliirhorro da Gama.Snr. Jote Joaquina
Geminiano de Moraes Navarro.
I11m. eExm. Sur.Inteirado pelo Oficio de
V. Exc. de 7 de Fevereiro prximo findo, e pelos
papis a elle juntos, de tudo o que occorre acerca da
admissSo do Cidados Joze Pacheco dos Reis pata o
Cargo de Venador da Cmara Municipal da Villa da
Laguna: cumpre-me declarar a V. Exc. que a dita
Cmara procedeo a este respeto rom illrgalidade e in-
justica, admitlindo e chamando ao exercicio de Vere-
ador hum Cidadao, que, prcvalecendo-se do indulto
do Art. 18 da Lei do 1. de Outubro de 1828, nao
quie tomar posse daquelle Cargo no tempo competente;
ficando por isso desde logo excluido da Lista dos vo-
tados ; por quanto a renuncia espontanea e legal de
hum direito qualquer, ihdux verdadeira perda d'elle
para o renunciante, e adquisico do mesrao para aquel-
e, ou aquelles, a quem legtimamente compita. Com
tudo, nao sendo a materia sujeila meramente econ-
mica e administrativa, aera levada ao conhecimento
da Assemblea Geral Legislativa, quardo reunida, pa-
ra a decidir como entender em sua sabedoria.
Dos Guarde a V. Exc. Palacio do Rio de Janeiro
em 17 de Marco de 1835Joaquina Viveira da Silva
e SouzaSnr. Feliciano Nones Pires.
Ministerio da Jus'ica.
Em resposta ao Officio que 'Vm. me dirigi a
26 do mez passado, pedindo providencias sobre a fal-
ta qu%tera habido deOfficiaesde Justica para fazerem
irfimaces aos reos e testemunhas, que devera com-
parecer no Conselho dos Jurados: Manda a Regencia,
em Nome do Imperador, declarar-lhe que no Art. 20
do Cdigo do Processo Criminal achara Vm. a provi-
dencia que pede ; e qundo nlo sejo suficientes os
Officses que noraear para o desempenho das suas 0-
brigacSes, poder requisilar os dosoutros Juizos, por
ser obrigaco geral ds Authoridades o auxiliarem-se
mutuamente.
Daos Guarde a Vm. Paco em 5 de Marco de 1835
Manoel Alves BrancoSnr. Juiz de Paz da Cabeca
do Termo.
Illra. e Exm. Snr.A Regencia, em Nome do
Imperador, pelos documentos que acompanharo o
Officio de V. Exc. de20 de Janeiro deste anno, re-
lativos suspenso do Juiz de Direito da Comarca do
Penedo, reconheceo que O Governo dessa Provincia,
na suspenso do mencionado Magistrado, nao se hou com aquella prudencia e cireunspeceo, com que se
deve proceder em dcliberacoes de to grande impor-
tancia que, a bem d administrarlo da justica, da or-
den e datranquillidade publica, s podem ter lugar
em casos notoriamente graves e de reconhecida ur-
gencia ; o que, no caso proposto, se nao verificou :
por quanto, no* procedimentos da prizo do Parocho
Antonio Jo/e da Silva Ca pella, p4a parte ostensiva e
provada, que nelles teve o Juiz de Direito, que s
como tal, e Chefe da Polica, auxiliou a execuco e
cumprimento dos despachos e orden* legaea do Juiz
de Paz, nio houve criminalidarle ; e se algum exces-
so, ou abuso deauthoridadetinhi havido da parle do
mesmo Juiz de Direito em conheeere decidir d^ objee-
tos da attribuirio do Juiz Municipal, na conformidade
do Art. 8." da Disposko Provisoria, nlo era isso mo-
tivo bistanle para ser suspenso, pelo meto extraordi-
nario, anda que se julgasse dever se responsabiiisa-
lo. O que commuiiico a V. Exc. em resposta ao Offi -
ci de 11 de Setembro do anno passado,'no qual o Vi-
ce-Presidente dessa' Provincia deo parte da referida
suspenso. '
Dos Guardes V. Exc. Palacio do Rio de Janeiro
pm 4 de Marco de 1835Manoel Alves Branco.
Snr. Presidente da Provincia das Alagoas.
PERNAM8UCO.
Assemblea Provincial.
A tiva Provincial aos 5 de Maio da 1835.
-
Presidencia do Snr. Dezembargado Maeiel Mn-
teme.
JL Resents 30 Snrs. Deputados, faltando sem cau-
ta osSnrs. Z firino dos Santos, Doutor Baptista, o
Sor. Presidente abri a Sesso. Nao se leo a Arta da
Sesso antecedente, por nao estar presente. Entrndo-
se no expediente o Snr. 1. Secretario deo contado
seguinle. Um officio do Governo em resposta indi-
cacao do Snr. Barata para se acabar com a Presiganga,
parlecipando ficar inteirado, e nao ter noticia da L>i,
ou ordem, em que se fundou o Exm. Carvalho para
a compra dessa embarcacio. Um Requerimento do
Snr. tirito para se saber do Inspector da Thezouraria
se se tomarlo contas ao ultimo Thezoureiro de au -
zentes, o finado Villaca ; foi approvado. Entrou em
discusso o Parecer adiado da Comisso de negocios
Ecclesiasticos cerca da questo de Pap de Flores : o
Snr. Francisco de Paula mandou Meza um reque-
rimento, pedindo ao Exm. Presidente remetesse por
copia as Actas do Conselho Presidencial respeito da
apresentaco do Parocho de Paja de Floros, e copia
dos officios do Exm. Snr. Bispo, que exigio a urgen-
cia ; posto em discusso foi aprovado : oulrodo mesmo
pedindo oadiamento em quanto nao vinho as Artas,
foi aprovado. Entrou em discusso o Parecer da Com-
misso de Propostas, e negocios das Cmaras, dieen-
do que a Cmara de Cimbres proponha as medidas co-
venientes sua reclamaco de te estabelecerem por Lei
os lugares destinados criaco de gados, foi aprovado.
Entrou tobein em discusso cairo Parecer da mesma
Cnmmisso, remettendo s Commisses de Agricultura
e Fazenda, a Representadlo da Cmara Municipal de
Cimbres, pedindo medidas para animar a Agricultura,
e alivialla de impoitos, aprovado. Leo-se um Officio
da Cmara de Sernhaem, acoonpanhando um Projec-
to sobre a diviso do seu Municipio, remedido Com-
misso das Propostas das Cmaras. Continuou a-2.a
discossfo adiada do art. 1." do Projccto N. 0, foi >
reprovado, e deliberou-se que. estavo prejudicados
todos os outros arigos. Entrou em 1.' discusso o
Prjecto n. 9, e fi ou adiado requerimento do Snr.
Francisco do Paula, ap'iado e a pro vado. Enlrou cm
2/ discusso ol.arl. do Prjecto N. 10; foi tepro-
vado, julgou-se pr>jjudicado o art. 2.: entrn em
discusso o 3., e por propdsta do Snr. Ancora ficoo a-
diado : entrou o art. 4., e ficou adiado pela hora. O
Snr. Presidente mircou para ordem do Dia continu-
adlo da 2." dUcusso adiada do Prjecto N. 10'. 2."
discusso do Prjecto N. 1., e 2.*; 3.* discusso, do
3.*, el.* do Prjecto N.8 12. e pareceres adiados.
Levantou a Sesso s 2 horas e '/; da tarde. En Ur
bao Sabino Pessoa de Mello Secretario Suplente a es-
ere vi.
Thomaz'Antonio Maeiel Monteiro, Prez.
Laure'nlino Antonio Moreira de Carvalhoy 1 .* Se-
cretario.
Dr.Francisco d Paula Baptista, 8. Secretario.
I
Lm. Snr.Tendo a Assemblea Legislativa Provin-
cial approvado o parecer, por copia incluso, daCunf-
misso das Prpostas das Cmaras, sobre o artigo de
urna pro posta da Cmara Municipal da Villa de Cim-
bres, em que pede providencias acerca da diviso dos
Termos, e Gomaras, frita pelo Conseibo Presidenci"-
al; resol veo, qne a mencionada Cmara informe cir-
cunstanciadamente este respeito, fazendo rer expl-
citamente quaestM inconvenientes da diviso, deque
se queixa, e as outras cousas, que a referida Comrnis6-
so exige saber. Oque V. S. coramunicar ao Exm.
Snr. Vice Presidente, para expedir a conveniente or-
dem.
Dos Gurde a V. S. Secretaria da Assemblea Leg.
Provincial 4ie Maio de 1835 Laurentino Antonio
Moreira da CarvalhoSnr. Manoel Paulo Quint-
la.
Aprovado aos 2 de Maio.
PARECER.
A Commissio das Propostas das Cmaras, vio com
attenco o art. de urna propesta da Cmara Municipal
da Villa de Cimbres, em que pede, que esta Assem-
blea tenha a maior circunspecco, e cuidado sobre as
divUoes dos termos, ecommarcas feitas pelo extincto
Conselho do Governo, que sem conhecunento de cau-
sa, persuadido que acertasse fez urna confuzo as di-
vises, tirando nao s daquella Villa, como de outros
lugares, que fazio partes integrantes do lermo, su-
g'itando os povos delles a Villas e Julgidos longicuos,
causando com isto grave detrimento s parles que po-
dendo ontr'ora recorrer a Juizes na distancia de
poucas legoas sao hoje obrigidos a viajar 40, e mais le-
goas para tratarem de seu direito.
A Commisso das Propostas das Cmaras enleiada
nos termos vagos, em que est exarada esta propesta,
nada pode sobre o seu conteudo dizer, e julga que sem
urna informaco explcita e circunstanciada sobre os in-
convenientes, que naquelle Municipio se eneontro s
divisdes mandadas fazer pelo extincto Conselho do Go-
verno, nenhuma deliberacSo pode esta Assemblea to-
mar sobre este importante assumpto ; e be por isso de
-pirecer se recomend Cmara de Cimbres, que ia-
forme circunstanciadamente a este respeito, fazendo
ver explcitamente, quaes sao os inconvenientes da di-





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2
DIARIO DE miMMBUCO.
1
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_ WHL'.W L*
virio de que se queixa : qunos os poros que fk-
rio det rimen!ados na facitiriade de tratarem de seu
direito; e qual he a divieSo que mais oonvem para
facilitar os recursos assim judiciarios como muu-
cipae?. Salla da Assemblea Provincial Legislativa de
vPi rnambnco i de Mnio de i835.
F. 11. de Moraes Ancora
A. T. A. Meara.
Joaquim Francisco de Mello Cavalrante.
Illm. Sr. A AsMnahlea Legislativa Piorin-
cial precisa copia*da Acta du Conselho Presidencial,
que mandou.uoi' concurso-a Cadeira de Francez do
Liceo, e bem aasitn da Acia qu a mandou por se-
gunda vea concurcuiwo. O que V. S. commni-
carS. Ex. o Sr. Vice Presidente da Proviucia
para remeller as mencionadas copias.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da A>scmblea
Legislativa Provincial 4 de Maio de i835. Lau-
i entino Antonio Moreira de Caivalho. Sr. Ma-
noi 1 Paulo Quntela.
-GOVERNO da PROVINCIA.
Continua^So do expediente do da 13.
MLlm. Sr. -- Parasciencia da Assemblea Legislati-
va Provincial manda S. Ex. o Sr. \je Preiidente
cumrounicaia V. S. que n'osta dala lera feilo t rana
Hietfiv ao Inspector da Thzouraria a recluc.> to-
mada pela mesma Assemblea e communicada por
V. S. eiu sen offin io de 11 do correte a cerca do
que rep reren ton o dte Inspector sobre a deficuldade
mieenconli'j os Col lectores do interior a execu-
coda^eide 3 de Oulubro de i853 e Regnlameu-
to respective, na parte que manda anecadar os Di-
retosNaconaesemsedulas. Dos Guarde a V. S.
decretal a do Governo ide Maio i855. Manoel
Paulo Quiniela. Sr. Laurenlino Antonio Moreira
deCarvalbo, Secreiario da Assemblea.
Illms. Sis. Depuiados da As-euablea Provin-
cial. O Governo da Provincia tomando na justa
-e divida coniderac"o que merecer o officio inclu-
so*do actual Juiz de Direito Chefe de Plicia desta
Cidade, que leudo de Tazer executar a Lei a i espeito
dehum consideravel numero de individuos que pre-
zos em diferentes occasiceus pela parte activa que \'t-
?era na desastroza lucia de Jacuipee panellasacha-
-se todava sena proctaso c-ompelenle que Ibes pro-
ve a culpa o quafsem duvida nao foi possivel fa-
er-se no meio das pertu, bacoens que acompanhara
aquellemovimento desordenado, e extraordinario,,
v-se por este lado embaracado ua considefacao1 d
cauar Sociedade, de hura s golpe, o mal de
laucar em seo seio boiuens que forcadi s pela miseria
ua deixai 5 de perpetrar crimes a que ella arrastra;
e o que nao be menos temivfcl, que sua repentina ,
egerel apparieaS. n v destruir pelo exemplo,
da napunidade, e por seu numero mesmo a obra
de lautas traba los, efadigas, a finalizis da guer-
ra que parece ta pioxima ; jlgando alut d'isto
que as medidas que podei.acautel!ar, e preve-
nir estes males, aesim como as qiae indica o mesmo
juiz de Direito em seu officio., eati. aoima das suas
alribuicoens; u'esla circunstancias me pareceo acer-
tado submelIer este negocio diciza da Assemblea
Leeislativa Proviucial; das luzes e ftLriolismo de
cufosMembros empero que, como cumplimento da
Lei se consiliara ta bem csinleresses da Provincia ,
uueseria compromet idos permitindo-se que hura
ta grande numero de malteitores vollauem a sua
antiga profissa e no iheafro de seos crm.es insul-
tan a justiea. Palacio do Goveruo de Pernarabu-
co 12 de Maio de i855.
Vicente Thoros Pires de Figueredo Camargo.
Continuacu do dia do dia 13.
%0 Inspector Interino do Arsenal de Marinha di-
,zndo-lbe; que a vista da necessidade que ha de con-
servar uma guarda em a Galera S. Joao Bapt.sh. ,
q-eaerviudemesiganga, fiea o mesmo inspector
autho. inado para uzer a despeza precia c*m as o
mdiv.duosdue deven, compor a dita guarda, dea-
-pendendo-*; com o Guardin:, sendo de numera,
rnente o empoi te do raca diaria.
AoExn Commandante das Armas, d.zrndo-
Ihe que esta determinado a Official de semana as or-
de JdoGoveri o fazer emba.xar na Sumaca que
*>U o partir par. Fernando o soldado Joaqu.ra Joze
^Xt Nomeando Pramotor Publico do
JKViicipip de S. A.ia a Joze V"**^
BoBim propon em primeiro lugar pela Cenata res-
^Officio A' Cmara Municipal de S, Anao
.com nnuicando-lbe a nomei.c. precedente.
- O Vice Arente 3a irvtinm ttndendo a
capacidadeeniHWhAW%sdoa. Tonenic da Ar-
mada Nacional Mn^tCoeho Cittra o lem no-
meado provisoriaJUenv* para cnntHMindar a Escuna
Angelina que fbi comprada para o rvico dVsla
Provincia em vSrtude de ordene do Governo Supre-
mo a qualseadrneminatfc d*ora em diante ~,P''-
meiro de Abril eir amara d ola da instaaca
da A.-semblea Legislativa Povinchri o que ronirau-
nica ao Sr. Inspector do Arrenal do Marinha para
sua inteligencia e para entregar ao referido 2.
Tenente a mencionada Encuna cuja guarme. de-
V constar do a. c Tenente C immandante, do fi^cn-
va, Pot do Mestrede um despenseiro, de um cu-
zinbeiro, de um creado do Com manda n t<*, d a
rhaineiiosMarinbeiros, de 4 ditos .egundos e de
5 Grumetes. O mesmo Sr. Inspector procurara ob-
ler eslas pracas por engajamento. Palacio do Go-
verno de Pernanibuco i5 de Miio de 835. -- Ca-
margo.
Nosentdcda prccedenle Portara se pafs.m o
Titulo de nomeaco ao Tenente Cintra.
%
Dia 14
, Aprocedem as razeens por e.sa Cmara ale-
gada* em seo ofiicio de 11 do c.Tiente e pelas qua-
es demillirino Vereador Feliciauo pereira de Lira,
Viga rio d'e>sa Freguezia por quanto o art. 19 da
Lei do i. de Oalitbro de i8a8 em que V. 8*. se
fon da rio s pod apprnveilar ao eleilo se delle se
quizer valer para seexcuzar das funcoens de Verea-
dor ufo pertencendo ao Juiao da Cmara dicidir
da encompatibilidade de serein servidos cQnjnncla-
menle o Cargo de Vereador, e as ohrigseoens de Pa-
rocho. To bem nao compele Canisra nlgsr que
os seos MembrosporSUspeilos de rime de fabrica-
rem mo^da faha sejfio lensados fora. as Leis eslo
b<-m clara e dist inda mente marcados meios de se
f*zer efftoliva a responsabelidade dos Empreados
pblicos e de se conhecer, e punir os deljctos.
C'>hseguintft*n!e foi illefl,al ajusta e incompelen-
tea diinisslo que a Cmara deo ao referido Verea-
dor contra a ronladedo mesmo, e cumpre que de-
clarando-a de tienhtim feilo o adinillo a delibet a-
nas suas sessoetis. Dos Guarde a V. Ss. Palacio
do Gcvernode pernambtico r4de Maiode i835. ?-
Vicente Thomas^ Pires de Figueredo Camargp.
Srs. prezidenlee'Vereadores da Cmara Municipal
de Limoeiro.
Officio .-Ao Exn". Rm. Bispo, diiendo-lhe q'
tendo a Assemblea Legislativa de descutir o Projeclo
relativo a divizo, e ereagio de Freguezias, quer
antes de efluctuar essi discuso ouvir o pirecer de
S. Ex. ,eqjie*por tatito queira S. Ex. dignarse-de
o Iransmetlir.
As Commandmtes Superiores ( ora dois offi-
cias)dasG. N. d'esla Cidade, e do de 01 inda, d-
zendo-lhes; que reprev-ealando o Exm. Comman-
danle das Armisao Governo : que havendo os Cor-
netas que serviatn nos Corpos de a. Linha possa-
do na occaziio da sua extncio servir nos Corpos
da G. N. por nao haver enta Corpos regulares, e
qtie existindoagora estes, e sofrendo grande falla
d'aquellas praeas fizesse remover os Cornetas que
iliiuliaoil fin ~f" \ em consequencia do que re-
sol veu o msioo Governo queda Legifio d'esia Cida-
de passein para os Corpos de primeira Liuha 3 Cor-
netas c da d'Olinda um.
Ao Exm. Commmdanle das Armas, commu-
nicaudo-lhe oconlheudo do oficio precedente.
Ao mesmo, di/.endo-lhe ; que se expediu or-
dena ao Uspector da Thezonrara para mandar en-
tregar a despoz'cio de S. Ex. o fardamcnlo da Mu-
ziui da extinoto Batalliio i5 de Cacadcres de primei-
ra Linlia.
. Ao Inspector da Thezoui aria para entregar
c fardamento mencionado no officio precedente,
visto que breve ficar ihteiramente intil si conti-
nuar a estar guardado no Arsenal de Guerra po-
deudo peha-contrario ser apraveitado para o Bala-
Iho 7 como requesila o Exm. Coramandante das
Arma.*.
-- Ao mesmo dizendo-Ihe; que ao Governo nao
consta o peao do gado que foi entregue no Acampa-
mento d'Alagca dos gatos por E-tevo Cavalcante de
Albnquerque era consequencia do contracto feito
na niMma Thezouraria.
. Ao Exm. Commandaute das Armas ( em dois
officios ) aprovando a medida por S. E*. propesta
de desarmar a Fortaleza do Mar e authorisando-o
paradeiarmal-aj podiendo eiitender-se com o Ins-
pector du Arsenal de Guerra a quem se expediram as
precieas ordena a respeilu.
Ao Inspector do Trem para de inteligencia
com o Exm. Conwiandante da Armas transferir pa.
ra a Cortahza do Biumos perteucosdi do Mar.
Ao Commandaute Geral do Corpo de Munici-
paes Permanentes para informar circunstanciada-
mente s^bre a seguinle rp.ezeutacao que ao Gover-
no fez o Cmomandanle Superior da G. N. duen-
do : que havendo no dia 3*do niez correarte o Major
Coramandante do BalalhaS do Recife remettido pre-
zo para o Quartel dosPermanenles a ordem do res-
peai.o'CiufcdeL^io o G. N. da piimeira Com-
panhia Ivo Antonio Pedroso fora este sollo ape-
nas cli. gara ac memo Quartel .sem que para esse
firo precedease ceniffluni^*o official do dito Com-
mandante do Batalbio 011 do Chefe da I.egio r-
cluindo-se d'estc facto qe o Official tme enlo es-
lava de E-tadb foi o que crdemnou 011 consenli
orna soltura ; accressenlando que poucos dias dopo-
is fora visto o mesmo G. N. com os uniformes de
G. Municipal Permanente por onde se ronclue
que elle asseiitou piaca n'eta Corpo.
Cntrnuavse-.
DIVERJAS REPARTICO'ES.
Polica.
E
Xcrl. Snr- Passo as mfios de V. Ex. o incluso,
officio para o Juiz de Direito Chefe de Policia da Cid.*-
dede daParahiba, que deve acompanbar ts prezoSde
Jnslica que agora seguem paraali. V. Ex. se ser*
vira dar suas ordena para que os prezos sejao embar-
cado" eoCarceriro est prevenido para os entregar
arnera os for coduttr. Dos Guarde a V. Ex. Re-
cife 14 de Maio de 1835. Mus, e Excel. Sur. \ 1-
centeTliomazPinsdeFigueredo Camargo, Vice Pr*-.
aidonleda Provincia dePePiiambuco. Joaquim a-
ues Machado, Juiz de Direito, e Che fe de Polica.
__ Excel. Sur. Assaltado de um forle ataque de
! minhasantigas molesliw, quese exarcebarlo a pon-
tos de me prosirarem ; vejo-me ol ngado a de.xar por
! aleuns dias o exerclcio das hincos de meo Emprego,
por .sirtl o acon^elbarem os Mdicos ; pelo que te-
ho offlciado ao Juiz Municipal para se substituir nos
lemos da Lei, visto uioaxar-se nesta Capital o Juiz
da cunda Vara ; slo q' comraunico a V.Ex. par*
iriteirgeticia naexpedigio de suas ordeijs, eos
Guarde a V. Ex. Recife i4 de Maiode i835. IHust.
e Excil. Sur. Vicente Thoir.az Pires de Figueredo Ca-
margo Vice Presidente da Provhicii de Peiuambu-
co. Joaquim Nunes Machado, Juiz de Direito, e
Chefe de Policia.
__ Achaudo-tne gravemente assaltado de um forte
ataque de roilihas molestias antiga^ que mepririo
do exercii in dae.lunoSes de meo Emprego, segundo o
iuizo dos Mdicos, assim o comunico a V. S. para
subslituir-me na forma da Le..-Dos Guarde Reci-
fe i2 de Maio de i855. IUnt. Snr. Dr. Custodio
Manoel da Silva Guima.ies, Juiz Municipal.-Joa-
quim Nunes Machado, Juiz de Direito, et herede Po-
lica.

CMARA MUNICIPAL.
ED1T4ES.
A Cmara Municipal da Cidade da Rectfe em vi*-
lude da Lei.
F,
.. Az saber a todos os donos de assougues quer pbli-
cos quer parlicnlai es, que de boje em diaole ca pro-
hibido o mo costume de vende.em caitie at a1 hora
danoule, eque so o podcio fazer alea treshq.a*
da tarde: tendo os assougues ecarnicetros to limpo
e asseiados como se obliga.o na occa-iu em que se
Ihes concedeo alicnca, que os respectivos Fiscaes
dellesdevera exigir ver se esla preenchidas, nao
k estas, como todas as ma condics a quese cc-m-
prumeiera, sob pena de se.em fechados, e mulla-
dos conforme as Podaras e Leis.Pol.caes a respe.lo.
E p na que chegue a noticia a todos se mandn naasar
o msente e publicar por a Imprensa, oqual teraef-
feito oitodias depois da sua publ.cacio. R cite i5 de
Maio de i835. Joze Tavares Gomes da Fonceca he-
crelario o esc revi.
Francisco Antonio de Oliveira, Presidente.
Gaspar de Menezes de Fa^conoeUos de Drumond.
Antonio Luis de Souta.
Joze Joaquim de Oliveira.
Thomaz Jos da Sdva Gusmo.
Antonio Joao da Ressurreico e Silva.
A-Chando-se fundado no canal do rio Capibaribe
confronte ao Escaleno que foi de Joze da Costa, o cas^
co de huma erabarcaco, que erabaraca o tranziloda
alvarcngas que conduzem fazendas para esta A lan-


MARIO DE PERNAMBUC.


Sk
dcga, e raesmo dos Escaleres que rondo de dia, e
poule; pelo presntese aviea ao proprietai'iVdodilo
casco para no praso de dez das contados desta data o
fazer remover, sob pena de ser removido sit, cusa.
E puraque nao possa allegarle ignorancia se faz este
anuncio por.as lollus Publicas.
Aifandiga de Pernambuco 16 de Maio de 1855.
O Inspector In'erino
Jacorn Geraldo Mara Lumchi de Mello.
Correio. *
/^Utos existentes na Adminislracio do Correio as
pe-soas mteressadas venhlo pagar os respectivos por-
U-s para serem enlregu-.
Aulos viudos do 11 io de Janeiro entre parles =
Manoel Borges de Mendonc.i, c Joze Gomes Martin*.
Dilosvindos do raesmo entre parles Antonio
DoroinguesFeneira, e a Fasenda Publica.
Ditos vindos do mesmo entre parles Malioel
Francisco A!ves da Silva, e a Just'ca.
Dilosvindos do mismo en Ir partes Antonio
Vieira Teixeira, e Mara Francisca da Conceico.
Ditos vindos do mesmo entre partes Joze da
Costa Rabello Reg Monte ro, e Joaquim Joze Alves
Monleiro.
Ditos vindos do merino entre partesJoio Af-
fonqo de Albuquerque Marauhio, eFianciscb FeHs
d'Oliveira.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N.' 70.
CAMBIOS.
Rio de Janeiro, 16 de Abril de 1835.
LdOnrtt........------ 38 d.
Pariz.................. 48
Ouroem barras------ 82 a 85 p. c. premio.
Dobroes Hespanhes..... 2l$650
Pesos................. 1#>370
Moedas de 6&400....... 12#600 a 11 $700
de 4&000....... 6#40Q
............... 47 f. c.
5 p. c. de descont
Prsts
Cobre moeda de 80 res.
a de 40 res.
A plices de 0 p. c. juro

12 p. c.
71 p. c. vendedores-
O
DIAfHO de PERNAMBUCO.
Projecto n. 56 que sahbado tranacrevemos ,
se nfo deve ser conciderado huma prova desmons-
traliva do quilate mental da noasa Asserablea Provin-
cial por isso que elle rahio inteiro ( nem podia ca-
hir empalies pela sua desligcio da sciuncia Fuian-
ceira ) Esse projecto fez ver ao Publico do como
asvezesse (rallo negocios da maior Iranscedencia
em Assmbleas cujos Membros nlo tem huma dea
fixa de economa poltica, nem huma norma por
onde se guieni em seguimnto de algum pralico : la-
to disemos a respeito da Especial Cramelo que a-
presenlou o projecto sobre qual sem duvida relletio
poco nem tal vez o redigisse .... Como se nio
deve a.-sini julgar vendo nelle assignados rom restr-
coes epara sentidos diversos os dous Membros da
Comnissio d# maior crdito literario e assignado
pldamente o Sr. Selle. Nio queremos deshonrar
este Si1. Depulado supoudo-o aulhor do proyecto,
poisquebem sallemos que veio d'oulra caza e s
que elle foi o que meru s reflelic sobre a sua inte-
gra.
Nio cube agora huma completa analise e r fu-
taco aosartigos da lio suspirada medida legislativa
contra o lerrivel flagello da moeda de cobre desapre-
ciada visto que o memorando projecto foi abaio ,
e o peior foi que na sua queda levou-nos todas as e-
perancas de melhorar anda que provisoriamente o
maior dos no-sos malea Nislo s eleve o desastre.
Nao podemos deixar de dizerdu.is palavras repel-
lo dos art: 5 io e n. Desculpe-nos os Ilustres
Membros da Commisso Especial se formos hum pou-
co severos e deixem que ao menos a indignaclo Pu-
blica se saptisfaca vendo deduzir os erros salientes da
sua pouca medivaefio no negocio em que mais servi-
o a Palria. Bom he que se alcuuhe d'erros o
que tal vez foi manejo para.Iludir.
Prcssindindo dos ao por ioo que a Commisso
dispos exterquir dos possiudocc de cobre isto he
de todo o povo passar em lei o seu projecto ; ao por
ento usurpados do recolhimento d huma moeda que
ja deo prximamente 5 pela mesma opperacfo .co-
mo bem ponderou o Sr. Depntado Pires Ferreira, he
em verdade hurga ex torci quando o mesmo Gover-
uolemimitidkmoa quantrdade da infria recolhida :
quic, sa. nosaronselho a lei>eiro revolliimenlo, po-
demos contar de solrer-se lod o principal as cus-
fas Vamos ao 5.
Os poi i adore-. ( diz elle ) da moeda de cobre, de-
pois de dcduzidos ao por cenlo do valor drlermina-
do no ai t. 3 rec-b.-r6 metade em sedlas, metade
em cobre carimbado. isto he, qutm por en:
recolhar hum cont de res liar qalro cenias em
cobre carimbado; ntese.
Art: io. Todo o mgocio on trnzatelo que
d'ora em (liante se fizer com moeda correte -ob con-
dico de se dar ou receber mais de i$000 em di-
nhero de cobre, nio ter acele em Jujzo.
Logo o que hiria Fazer quera recebe 4oo ou
hum 1000$ de rs. em cobre, da me I a Je do seu lo-
do que recolheo se elle nao poda uzar des e fundo
senioaos deis luslos? Para que servia esta pre-
venci contra a moeda de cobre se ella ikando em
valor pelo disposto i;o art. 7 do leferido proj. co
em reldcio piala vinha a ficar to forle como
piala : por ventura os metaes tem s O valor de
condicio ou da estima? e su e>ta for redusida a
valorts relativo^ (como deve ser ) Para qae he em-
pes-ilhar as tran/.ai s coiumcrciaes com mais este
tratnbo'ho alera dosoutros que Ih'os nlo tirio?
Art. 11. Da promulgarlo de.ita le em (liante,
fica prohibida ptovisoriamenle al medidas d'Assem-
blea Geral tanto a impoi lacio c introducto romo
a expoi tacio ou sabida da moe la de cobre nesta Pro-
vincia sob pena de contrabando 8c. Se.
Depoia de ter redusido o valor da ni eda de cobre
tanto abaixo do valor nominal que ella, actualmente
tem, parece loucura o leuur, e prohibir a Ma impor-
tadlo: seria na verdade a expeculacu5,do^ habitante*
da caza d'horatrs. Ass;m como he .-uuimaineitt al-
tenlatorio do direilo de prop iedade, o prohibir ar-
ndar cada hum o seu fundo do fuuesto efeito
de huma li condicionara e provisoria, que m ex-
pora a peider com ella, e perder com outra que a
viesse derrogar, ou intil lar. O art, 11 d projec-
to de la de Maioera hum punlial posto .garganta dos
sofr. d> res Pernambucauo- que, ou dari5 a bolea, ou
teriad de fazer Ilusoria a le guardando em si o sen
cobre, a espera de medidas geracs que tal vez S'jlo ta
impaifeitas comoonosso projeclo em qnest, como
a lei de 3 de Oalbro. Por que Ieis feitas, e mormen- '
te lea monplar as, p(>r legisladores interejjsados nos
abuso que se. pertende sanar, mu tarde aparecei 5,
esempre dfcfeluo-as. Dissios qo*e osPernambuca- j
dos seriad arrastrados Iludir a lei pel#sua m cors-
trucio qnandoo projecto pissase inteiro: sim, e todo
o projecto ainda quand lei. seria Ilusoria por qve,
nvenla dias depois da pubicaclo para ser ejecutada,
commai6a para reco!ner->e o cobrs .-io 5 mezes em
que precsameule veriio medid, s da Assembba Geral,
e a nio chegarem ellas, quantos reces, e duvidjs
niosurgiria na execucio da lei Provincial! ? A Conl-
mis io. ainda o repelimos reflectio poucolio seu pio-
jecto, levou-o Assemblea lalqual o concebero; es-
ta porem eingeilou o aborto, e.o povo ficou na mes-
ma.
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores.
]^y O Diario N. 79 dsi3 de Malo corren le, nades-
cr|9 5 dos trabamos da Assemblea Provincial, I -
huma quexa dos Emp>egadosda Alfandega, contra o
Inspector Zeferino dos Sanios &c. por tanto rogo
ao Similor Redactor queira declarar, sesaS dosaCtua-
es, ou se do* que pela reforma da mesina Alfandega
foraS despedidos porque, sendo os Guardas Avulcos
tambem Empregados della, e operguntanle hum del*
lea; e se persuade que nenhum de seos companheros
produsa queixas coutra o Sur. Inspector Zeferino, e
pelo contrario.....como operguntante est conven-
cido por divergas conveicacoens que com a maior par-
le deles tem tdo a respeito. He por sso oue roga ao
Sur. Redactor esta decaraca com a qual muito obn-
gar a hum seo assignante
/. J. dos Santos.
-- Com quanto a declaracao que nos exige o S ir.
Santos propriamente pertence a algum dos Snrs. Se-
cretarios ou Deputadoa, e mesmo a algum Especta-
dor das gallera?, queremos por esla vez saplisfazer p
nosso Correspondente, e nao faltar a verdadedisendo
que nao sabia-mos. A queixa de que se tracta na Ac-
ta transcripta no Diario N. 79, he dos antigos Em-
pregados Guardas da Alfand ga despedidos por occa-
sio da reforma. Oa como o Sur.Santos inculca ig-
norar de quem fosse a queixa, he prova vel que ta6-
bem ignore a sua causa: pois hejusto que lhe digamos.
Omotivo na5 incgnito da queixa he porque fora
uYsai raujados: e a causa rfu tanto melindre do
Sai t>sa respeito do Snr. Inspector Zitriiio, hequ,
rer prestar oflicios para hir vivernlo. Nao se infade ;
na nos_a trra tudo vai assim.
NOTICIAS KSTRANGEflWS.
Berln, Jan. a4-
(De ma caita extrada do Times.)
U.\Ia caria muito irileressanle deCanslaulnopla,
datada do d a deNalal, foi iveebida aqui hontem por
va de Jassy. Ella contera a seguinle passagem sobre
o presente estado da Swblime Poila, eas relages do
O ente em geral: Ha muilo lempo que a situaco
da Porta nlo tem apprescnlado um aspecto lio satisla-
lorio como nofm do anuo de iB34. A ordera, ea
IranquCdade preva'e.e em um grao exiraordmario,
e os -slrangeiros sao tratados com alinelo inaudita.
Tudo ato effeto de urna benfica influencia estran- *
geira. A authoridade ltimamente ad Sultl, e o Divn no dominio lora da Europa, tem
tido um manifest efleito sobie a Iranquilidade das
Provincias Europeas, c quando um revoltozo Pacha
levanlou a cabeca, foi loo abatido. AquelJes que
liiihio s cle.viado, voltario sua obediencia cim ; p-
paienciasdearrepeudimenlo. Entretanto que este
poder e" fundado as protectoras cOmences com a
Corle de S. Petresbur^o, a exteislo do negocio, e
Commercio, especialmente no Levante, mustia que a
boa inteligencia com a Inglaterra, est completa. O
Sulio t m expressado 110 seu modo particular .a sua
satUfucio pela mudanga do Ministerio em Londres:
elle chama ao Duque de Welliuglon sen iiatMra| alij-
ado, e confiando nos senlmentos do actual Minislc-
ro, nlo espira obstculo algum da parle da logia ter*
ra, no caso que fosse aiuda necessario dar umexemplv
na Af. ica. OSdlio accrescentou ao mesmo lempo,
com um surriso, que elle podia mostrar em outra par-
te a sua gratdio qor sto. Cr-se que elle alinde aos
negocios da P.rsia, que esli em tal estado, que poa
deriao tentar um visnhb menos honrado a tirar van-
lagem d'elles. Um raaioruumero de Trtaros do que
de costme chegara aqui ltimamente do Pachalico
qua confina com a Peraia. 1
Fice Consulado de Portugal.
JaV Elo Vice-Consulado de Portugal nesta Cidade e
Prowincja de Pernanabuco se transcreveo seguate Re-
latorio dirigido pelo Capillo Jacinto Alves de Almei-
da sobre a perda da Barca Portugueza Ligeira na sua
viagm de Benguela para Lisboa, a qual fui a pique
na Latilude sul oito Graus, dezoito minutos, e Loo-
gilude ao Oeste de Grenwich trinta e trex Gnius a
quatro minutos, e salva sua tripulaclo e passageiros
Kele generoso soecorro, e cuidados do Cspilaoda Ga-
r'a Toscana Resoluta Capillo Salvador EstreladoCo-
piaIra. Snr.Teoho a participar a V. S-, que
leudo sabido de Benguela no dia 17 de Margo de via-
gem para Lisboa, fazendo escala por Angola para re-
ceber as Mallas do Governo de S. Magestade Fidelis-
sima, nos demoramos ueste porto trez dias, depois do
que proseguimos o nosso destino, e aos seis dias de
viageai, e no dia 30 de Marco na Latilude sul seis
Graus e cinco minutos e Longtude a Leste do Meri-
dianno de Grenwich cinco graos e vinte e dou mi-
nutos mandando ao meio dia segundo o costuaoe tocar
as bombas se observou sabir bstanle agua, pelo que
mandando botar o pruroo achei vinte e quatro pole-
gadas, o que bastante admiracio me causou, e tanto
mais por me nio ser desde logo possivel esgota-la com
huma t bomba, sendo ob.igado por conseguinte a
fior em movimeutoas duas que continuarlo a traba-
bar sem interrupeo conseguindo por este modo ter a
Eabarcacio esgotada, e passando desde logo a exami-
nar com todo o cuidado por onde seria a agua, e ten-
do julgado eo principio que fosse pela roda de proa
pelo lado de estibordo, empreguei para isso todas as
di ligeras, arrombando at hu na parte do forro, mas
sendo tudo intil, se asseotou que seria talvez pelas
curvas do beque, mas nio coovindo cortar nem arrom-
bar nenhuma destas pecas; porque neste caso toda a
mastreacio (icaria desacompanhada e poderia aconte-
cer um maior desastre que cumpria a cautelar, sa re-
solveu aliviar a Embircaeio da pida, o queeflertiva-
mentese fez trabalhando toda a noite do referido dia
30, at 31 de Marco em remover todo o que era de
peso da proa parajr, como amarras de /erro, cabos,
poliame, ferrage'm velha, lenha ice., traballio este
que depois de concluido noviBnte examiie ees io-
do o cuidado se agua teria diminuido, persuacio em
que estava pelas diligencias que havia empregado em
aliviara Embarcaco da proa, por onde jalga* ser a


""*
DIARIO DEPKllNA.V.^wo
^
{{08, e enlo achei que com efb ilo corria rom monos
bolencia, havendo diminuido de 24 polegidas a l6e
17 de meia em mcia hora. ]S estas circunstaii' ias *in-.
la bero criliras, e api riadas,'c-onlinuamos a -erguir a
nossa derrota atao dia 12 de Abril ao meo dia, rrn
qucaihmdo roe na Lalitudesul de oito graus e Tinte
e cinco minutos, e visite.graus e 47 minuto* a0 Oe>te
de Grnwieh, e reronbecendo que a agua nada dimi
nuia, e que mecumpria tomar huma resoluco, con-
voquei a tripulaeSo qual expuz as nossas desgranadas
circunstancias, e unnimemente sedecedio- que estando
to longe a Embarcacao de porto sonde se podesse. re-_
colher para salvacodeila, da carga, e vidas se devia
imraediatamente seguir derrota a Pernambuco, por ser
o porto que mais prximo podamos demandar, favo-
receudo-nos os ventos que sao sempre constantes no
quadrante de sueste. Dest.i forma assim acordado
continuamos a nossa navegaro pmpre coro grande vi
gancia as bomba', que constantemente Ir bdhavS,
e para anis comodidide mandei at tirar da eseolilha
der para o coimza'guma Cera, que fazia parte do
, carregamento Brando assim mais deseikbaracada a ar-
cada, da qual mandei despregar quatro taboos pira
mais fa '.mente se ob ervar a altura d'gua no puro,
e assim proseguimos sempre a nossa derrota at ao dia
18 de maoh, em que se nvi-tou huma Galera por
Estibordo, momento em que immediatameiite m-ndei
marcar para ella, e aproximando-nos c fallando-lhe re-
eonhtci ser a Galera Vscana ReseluU Cpito Salva-
dor Eartlado, que viuha do Rio de Janeiro, com 43
dias de viagem com deslino para Marselha. seguindo o
Tnesmo rumo de Pernambuco, porto que perlendia de-
mandar em consequencia de estar-tobem com urna
grande via de agua, e quazi que as mesmas desgr&ca-
das circunstancias em que nos achavamos. Depois de
hivermos brevemente dado conta da nossa triste situa-
co resolvemos conservar-nos sempre em poura distan-
cia e seguirmos a demandar o porto que ambos havia-
mos destinado como refugio a noss-i inseparavel des-
gracia. Assim navegamos pois al o.dia seguinle e not-
te, qne o vento soprou com maior Violencia, e mar
com grande vaga, m razo do que se observou, que
a agua que a Embarcacao fazia, continuava em aug-
* ment ; tratpi poij de aproximar-me a outra Embir-
cacfo, e pedir Ihesoccirro dassuas Embarcaces pe-
quenas; porem tendo-se-nosfeito saber que ellas esta-
vo inteiramente arruinadas, e que por issono poderi-
ao servir, laucamos como nos foi possivcl a nossa Lan-
cha ao mar por precjuifio, reconhecendo todos que
cada vez mais crescia a agua a ponto* de. chegir j a
oito pez cima da sobre quilha, e estando j a tripula-
cao desanimada e desfalecida cora o grande tr*balhot e
nao haver mais algum recurso foi necessaria nesla ter-
rivelconjunctura afim de se poderem salvar as vidas
da mesma tripulaco e pissageirps, fazer signal a Em-
barcacao em conservar que prompt'mente se aproxi-
mou, e ae trQiou logo de salvar na Lincha primera-
mente os passageiros, e depois para da guarnirlo, fi-
cando sempre a'guma gente no trabalho das bombas
at que os Offieiaes e eu qu fomos os ltimos, aban-
donamos a Embarcacao. Devo aqui declarar a V. S.
fjue nio podemos estar maisU-mpo. a bordo nem acau-
telarserio huma pequea parte'da bagigem dos pas-
sageirese tripulaco do que se schou mais mo em
razo do Capital) da Galera Tosca na que nos socorra
declarar q' nao poda demorarse hum s momento pe-
lo nuu estado em que se arhava, e qnazi que as mes-
mas tristes e apuradas circunstancias, oque verdadei-
ramentc reconheci logo que chegue a seu bordo. De-
vo tambera declarar, que ao generoso'soceorro do Ca-
pito da Galera Tosca na Resoluta, seus Officars, e
Tripulaco devemos completamente a salvaco das nos-
sas vidas, e que nos prestaro a maior hospitalidade,
procurando por todos os meos minorar a nossa acerba
desventura. O incidente desgracado pelo qual nos vi-
mos forcados para salvar as vides, a abandonar a Em-
barcacao leve lugar no dia 21 de Abril, meia hora
depois do meio dia, quando ella exista j toda adorna-
da a un lado e sem governo algum na Latitude sul oi-
to grau.se dezoto minutos, e Longitude a Oeste de
Greoyrich trinla e trez graus* quatro minutos.
Pelos documentos juntos, que lenho a honra de a-
presentar, ver V. S. que o Propietario da naufraga-
da Barca Ligeira he Justiniano Joze dos Rfis rezi-
dente em Benguela, a qual conduzia paraXisboa urna
importantissima carga de Cera, Marfim, nela, Go-
ma Copal, e diversosoutros genero, cujocarregamen
to todo se perdeo excepcio de hura canto >**
de pratacoma marca triangolo numero 34 carregado
pelo Proprietario da mesma Barca a entregar na mes-
WCidade de Lisboa a Francisco Rodrigues Jatalha,
o mi'* acha a bordo da referida Galera Toscana.
A .rinnUco da Barca era constante de 26 pessoas co-
m*V. S. conhecer melhor pela Matricula, e 14 Pas-
sageiro. constantes igualmente de **n*<**-*-
gualmente com este aprsenlo Lobera a V. S as Ma -
F.squecooduzia para o Governo de S Magestade Fi-
delistims, o meu Diario de Navegacao paraV. S. ru,
briear, e o meu protesto de Mar para ser poetado e
ratificado fmfcropo para se proseguidnos mais termos'
legaes. Pelo que p.itenre goarnicao e passageiros
saos tomo a liberdaxle de os recomendar proleccio
de V. S. para que baja de Ibes .prestar aquelle aocror-
ros que as circunstancias da sua sita:o txigem. D-
os Guarde a pessoa de V. S. muitos annos. Bordo da
Galera Toscana Resoluta surta no Porto de Pernambu-
co aos 24 de Ab'il del835.-Hlm. Snr. Joaquim Bap
lista Moreira, Vice-Coiisul da Naco Portugueza. -
Joaqura Al ves de Almeida, Capilo.--Hennque Joze
Pestaa, 1 Piloto.
E para que chegue a notieia de todos a quera possa
interessar o conherimento dVsta perda, mandei pu-
blicar o mencionado Relatorio.-Vire Consulado de
Portugal em Pernambuco aos 25 de Abril de 183j.-
Joffjuim Baptista Moreira, Vice Cnsul.
P
AVIZOS PARTICULARES.
L Ergitstase Senhor.i D. Mararronela Ra "ol-
ios (ou antes Seiihora D. Abelhada) Senhora de gran- .
dereputoc nesta Praca, segundo quer inculcar, c
^eguuite:
...
i. Qiianlo snbscreveu a favor das Orlase Viu-
vas Poilugnezas, de que trata nos seus quesitos f
2. 3 Se nula den para t justo fim, como supo-
nlio, com qiiedireito exige dos encarregados dasnbs-
ci ipca hum 11-5 miuda conta d.> que a tal resuelto se
lem passado? .
3. Se (ssa Senhora, de nome estramblico (ou
anlesesseS-ir. Porlusuczem Irage de mulher) goza
da repua<;..5, cine di>, porque se na5 appreaenlou
em caza do Cnsul no da da remii.6, que na mesma
caza bou ve, e n 5 offereceu ali os seus sei vicos, e "S
seusgraiidcsrre.i|tos emf.voi fhquelles infelizes, su-
bscievendoao menos para bjim bom prat< de rabiol-
los, qna u!go ser faz nda dsua loje?
ASeiihurj D. Rahiollo', ou aMbiid-i, fgi'ande |
zilomotra esla Senhora pel-s heut alh>i"S ) para
que poem na b-ca do publico o que he s flho da sua
malicia e da sua maldad.-? Ella d bem a entender
que fim levarn a tal subscripto, e lhe cahisse as
uii'ia, (-h que p'xinxa ) naoliavoriaprente pobre,
e nao faltai j os Rabiollo, quehe petisco deque mui-
tag-'te gusta p>r serla da Es'ranj.i. Quando finali-
zar a Cwb ant;a da SubsrHpcao de que trata a tal Sr-
nlioia, oRespeilavel publico (a quem agora me di ij'>,
e i.o a dos Rahioll-s. que na minlia opioio he zero
em pioza, t^pifra em vei-ho) ser devtdamenfe infor-
mado pela iroprensa da sua importancia, eapplicac",
pudeplo afirmar ao m-siu.) r.-speitavel publico,
qinj lumia letra deRs. a'ooo^ too sacada por huma
da-i mais rtspeitaveis cazas Inglezas desta Praca em 7
do c Trenle M iio fui a pouco ini'ada ao Ministro da
Fazen !a de Portugal, por conta da mencionada subs-
ci pe o.
Pelo que respeila a Senhora D. Rabiollos 011 D.
Ahelhuda, son de parecer que cuide na sua vida, e
ii.5 lhe d cuida lo a allua, que nao se consuma, nem
lhe. importe o q i fao os meninos do trem, porque
de laes fallas nao pode resultar descredil o a ningnem
a respeitoda tal .suSscripcao.'e pode a (al Senhora fi-
car na certeza de que. o* encarregados d'olla nao tem
as suas manilas; isto lhe afirma
(Hum dos Subsciiptores.)
^3 Oaitual J.iiz de 0'ne't.o Interino Chefe de
Polieia anuncia aos Surs. Jui/.es de Faci que lem de
compaiecer na prxima reunio do Jury de Sentenc
convocado para o dia 4 docorrente, que fica trans-
ferido para odia 9.5 por .ver odia i\ Domingo em que
n tem lugar o trabalho.
^y O Sin-, que se dirigi a roa doRangel, so-
brado D. 3a, para tiactar da venda de huma vaca;
dirila-se a mesma no dia Quinta fcira 21 do cojrcnle,
que achara quem pertende.
^3P Quem tiver alguma letra sacada, por Jor-
quira Pedro Barrello do Reg, e aceita por Domin-
gos da Cosa e Albuquerque, senhor doEngenho Boas-
tice: pode, no dia do sen veucimenlo, aprsenla la
en caza da Viuva Costa Fimos, que ser legalmente
paga. ,
t3T" O abaixo assignado, vendo na parte Geral do
Chefe de Polcia, inserta na Quotidiana, de n. 105,
um individuo do mesmo nome, prezo por radio, e jo-
gador, e querendo por um simelbante engao, evitar
alguma impresso desfavoravel, que se possa suscitar
a respeito do crdito do mesmo" abaixo assignado : de-
clara, que d'agora em diante passar a assignar-
Patricio Joze Borges de Freitas.
COMPRAS.
UM oratorio do Porto, novo ou em bom u*b, com

imagen: nesta Ti pografia se dir quem compra.
$y Umo rebeca Gna em bom uzo, coro a sua com-
petente caixa, e urna orlhografia, que n5o seja a de
Madureira: nacaroboa do Carmo D. 13, ou annun-
WJT Um relogio de sima de meta, lngiez que
me bem : ua ra Direila D. 34, ou annuncie.
t?- Um peto que tenha 50 annos para sima, e
que sirva para pastorar urnas vacas: na ra Direila
D. 24, ou annuncie.
^^ Um bicudo bom cantador : annnncie.
reg
ARRKMATA9AO.
L Erante o Inspector interino da Alfandega se hio d
arrematar na porta da mesma, na nwnhi de 20 do
rorrente dez aparemos de porceiam douraua, cor.ten-
do34 pessascada um, no valor de 85$150 reis, su-
peto Direitos- e expediente, impugnaco do 2. Es-
c'rptnrio Gustavo Joze do Reg, no despacho de La-
noir Bessuchel & Puget.
LEILAO.
CjRabttree Heyworth & Comp. fazemleilao em sua
casa ra do morim no Forte do Mallos ler-
caleira 19 do crrente pelas 10 horas da maohi d
fazendas avariadas por conta de quem perlencer.
VENDAS.
E
Xcellente goma para engomados, rouito alva, e
sera mistura, por pre?o commodo : quem a pertender
annuncie. .-
T Urna canoa aberla que carrega de V'2.0?"*
-1:300 lijlos de alrenaria bam construida ; a fallar
com Joze Higino de Miranda.-'
NOTICIAS MARTIMAS.
-o
Taboas das mares chaias nP Porto de Pernambuco.
10 h. 6 m.
-10-54 ManhS
-T-ll 42
-1 30
1- 18
__ 2 6
_ 254
22Segunda
3 T:
24~Q:-----
25-Q:-----
26S:-----
27S:-----
28D:-----
I
o
Tard

O
Navios entrados no dia 16.
RlOFORMOZO 5 1 dia ; S. Santo Antonio Lige-
ro, M. Antonio Joze Ferreir : assucar : a L. J. da
Nev*. Passgeirol. ...,. n t
RIO G. DO SUL 25 das; B. Matildes, Cap. Jo-
ze Xavier Vianna: carne: Maooel Alves Guerrs.
Ton. 229. .. .0
PORTOS DO SUL; 4 das do ultimo porto ; Paq.
Pataponia, Cora, o 2* Tenente Bejaraim Carneiro de
Campos. Passagejrps 9, 4 soldados com baixa, e o
Csrpinteiro do Brigue Barca Piraja.
BAHA 5 5 dias ; Pal. Atar, Cap. P. R. Sunbop.:
sem carga. Ton. 140.
Navios sabidos no dia 15.
1
_ ORTO DO SUL ; Paq. Leopoldina, Com. o %.*
Tenente Candido Ferrara. Passageiros 7, e 4 sol-
dados presos do Cear. ^
PORTOS DO NORTE ; Paq. Feliz, Com- o 2.'
Tenente Manoel Lopes Penha. Passageiros o Bacha-
relJoo Fernandes de Birros, para o Rio Grande do
Norte, e 6 prezo para o Cear.
FALMOT; B. Ing. Delta, Cap. Mdchel: assu- ..
c 1 r
BAHA; S. Esperanca, M. Thomaz Jote da Sil-
va : varios gneros, e 13 conlos de reisem cobre. Pas-
sageiros 3. ./-._.
COWES B. Sueco Harmonis, Cap. P. Grun : ra-
rios gneros.
Dia 17.
ASSU'; Hiale Fortuna, M. Luiz de Azereoo dos
Santos: differenles gneros. Passageiros 4, e um
criado.
Observares.
Fundiou no Lameirio usa Brigue Inglez.
Pern. na Typ. do Diario 1835.
ILEGvfl-!


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