Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03299


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Full Text
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;aie*tfntente.a*0. ',. adiantaUos. na TiPbmt'
da Matriz i le it. A. tilo sol.rado eorraapond enca anunco* : ......mufem-e
n)prios.4*M,r.ianie^oinentee v,do a ii^adoa.
iiTT-fr-,
u.
1 ido '01 a depende rie no. mesmos
derac; ->. e energv. ontiniiinos como un
aponodoe com admirarn entre as Naco --lina?
I'tocl&*J.o il/i Auemb.-a C
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TflVt.
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P*e*0o em pentaintwro pot a. 31- De Hitan^ falca'?.
AS da SEMANA.
6.* 5. -> !a Ses. da '1? P. di*,^* e A. du .>
de Orfi n t Pr. as 6 !> e 54 ri. da m.
Sabbado- lingos- Re de m aud da VigG. de
t. Pr. is? ti. e42 r da m.
omingo S. Hiorac Preamar as h e 30
m da m.
V
f
GOVERNO Da PROVINCIA.
Continuacao do Expediente do'aui 1. .
FGco .10 Exm. Hispo Diocesano o soguntePre-
t^ndendo o CqiDmandante, eOfciaes do A." Corp'
Artillieria de ptuncir Linha formar novamentt: a 1
mandado do seu enligo ParlroeiroS- J< o Bautista, ni
Igreja di Percha para neila assiltir o dito Crpo aos
Officios Divino^, : srrera S'pullidos os cadveres das
bracas, que fallecerem, fisto rifo lerem outra Igreja
para tal fim; rogo V. Exe. queira expedir as ll
ordens para que semilbantc \ tt'.-nco posta por se ern
e Afeito, attentas as ratet expendidas na represen! i^.>,
que inclusa remello.
Ao lux de Paz de Pd- M de Flores, Fi .-seo
B.irboza No^ueira Paes siguite:Ern respeta ao
officio, que V. S n> 'iri^i > com daot.. uo pric ro
do correte, insistindo un conv v ...ao do Padre .."a-
o Eva. e!i l. f I i i,. nti ?arocho o' i
Fregus*, po; rilo quererem t Pjrocfr anosnenl un
nutro Sicerdc %ra seu Pastor, ror tr o dit a-
dre Periquito oblido o prim-.r- lu i i. pin, Sia do
E.\m. Ordinario, como a maio ia :los -ul. -igios >ase-
leicSes 'o C > ',(>go desse te ir i rvu Deputado Pro
vincial >e dar-ae entre a s recTi i o, o a sr >en-
se do nopaeado Con: liuite das Acnts
Jmento de parida le do i, I conclui v. S.,
I como pira uui I sui attendeoo vio-
pretenlaco la Camar.i M ...i pal vi ,.a Ci-
dade, 9t inillianc nvote devp atteuder pira cor.vir na
remoco da aprc.eninco'do Padre Placida A itonio
da Silva, p,>ra o ; > Sacerdot reclamado de
vo dizer Ibe, qu, sv. V. S. ti '*< lido com aftonco
a Le dt- O de Ou ubro de 1S'{ coi ai altrihukes
me con.[' por i Lc de 3 de Outubro do cor-
renle a^N^lu'ontraria, qu sendo i.'sp'i' veis <,s
Pre/Jil r'e- "as Proviiv ms p j o publ-oso "go dellas,
e de\Tn. Vt,';r n. ma/iulencu la < n, e tran-
quidad1, e '--v lav qTJaesquer iiur' i, era do
meu dever iRit^a ve/, que por veri l v \, s fui sa-
beder daglral sei sacio, q'o m i nomeailo C'imman'anle da*Arni,is dae posse
a re;r"> i ao Gu .-rno Silireino pira ^n.elhanle
n speito deiberarcmo de uslica e em s ,b ,, bsdoria
r
entender. E tod.vi note V S.. qv .>m lo-mf
piocedimentoauthon^a al p K oCodigo en.
55 ^ 3.o qu,ind(, d ,( Q >)n ]0 J, F1C(.,-uco (...lla
do do ie demorara exe?uca> di ord^m, ou reuii
cao part -epresentir acerca delta) se defio prudenle-
mote recear graves md>'s, que Q^uperior, oj re-
quisitaute nao tif^se podido prever nem eu o
tive sem consultar o Coosellio diste Governo, boj
extincto, oqual unnimemente votou pela suspensac
da posse at decisSo da Repencia, nem a Cmara Mu-
nicipal desta Cidade, r '-.dio, e s os VeriadQre,s f%+#
a compe, como Cidac* .os ^rasileiros, reprc-jntaroa
este Governo em termo ^esoerfli ., ecomed;'ps ,
ral descontentamento, /^s seos elTei, '- ir
brando, oue lalvez s< .i tA nao darf^po^c,
atqoe a mesma Regencia a semlliante rept-it Jeli-
b*. JSe, ou conservando o actual Commandai*e da
Armas, ou nomeando outro ; e ja v V. S.; que nem
este Governo, nem osCidados Veriadores.da Cma-
ra Municipal desta Cidade se excedero ceja? > -o li-
vrt norneaco d ) Governo Supremo par-*o -ctual Co-
mandante das Armas. >u outro determir ido Ofhcial,
com excluso de quilqiiec outro. *wm'o.v S. inda no
dito seu nfficio mui po-itivamente o faz syb pretexto
de assim declarar a vontade de seus Districtanos. sem
* e^Hitir rprtamenie, que" nem as regras da bem en-
tendila liberdade Constitucional, nem nos justos li-
mites da garanta do direto de peticao, se d esse cri-
minoso excesso de restringir o direito de iiomeac."
ou cabe o desacord de ame -car a Autboridade.
Estou certo, qu* a (hu > de licao di Carta de Le de
14 deJunliode 183! J8, lie que tem motivado
a insistencia das suas representac5es a este Governo
para retirar a apresen cao. que fez do Padre Placido t
Antonio da SilvrTpar* Parocho desta Freguezia, e dal-
a ao reclamado Padre periquito ; por que se V. S--*
Me refler ti do por o \rtigo 18 d- dita Lei -r *'''
que a referida apres ni cao sendo enlo da '
tencia do Conseibo da V "esiden escodo pv
dada; nao a p vsso u rptirar se no por os meio" ^orqu
a Asscmblea Provincial bruver d" regul-'
Finalmente aitir'a me quer.parece (|ue mesmo a v
Lei de 15 deOutubro de 1827 be esl anb i para V. S.;
como o Cdigo Penal Art. 154, e o Cdigo do Proles-
so Art. 12, que por isso m lugar de azer acalmar,
quaesquor excessos, que ;r respeito do ob>-'.o do seu
oHoio aparecessem, he S. mesmo, que se aprsen-
la a concitar pirtidos, a>exltalos, e a desviar com o
seu exemplros Povos d-sse "x:*lricto do socego, quic
.aco, e ord^nv edtes;u'.os imites da bem entendi-
- iibe*d'lc. p-ra s^(ot tom f.ens a os onsSa,(r otes deste Bispajdo, e *ent
nem hun. bem pa-aa Ciu*: Publica.
Como |K.r S. f.-m I-)- i. t n!e<-.., ..a V' ,'Uidido e .^m cundo
7'dj
que -
uv err\n i pertioa ia excessiva prete
; pero.que melhor trien-U.U uu& seu de
i Mi



j Jhe comf
aupar a'esi
SMild
i rece
(
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. os nrgu-
Jno o f nopre-
tuKt a ordi i
virio, e desde

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.. i C g I '^
DirAior de A<-serwl da Guei m-,.
11, i i ii i
IhoVonii' r o Gonomauda,;ile Geral das ( Mu-
nvpaes )i i m rites.
Ao Cpm .rifante '' '* cardas ^Mfetmi
til
tastillo
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P
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indan i
U) Sllia. uj ali lia J' -
' t sT da irou
11 i"' M \m. Sur. J( ,u |i
de Oliveira'Presidente I. ta IVoviiM
I lo no i:, !,** < i fonal Alci. < na/..i
pan lo | i le tomar p isse na ha de pr
i i aui ni i ha I le i
v ompanham >mi c*i ^ e rrce-
ciilo de pesso up a p ir4a do i mioi Juta do Ii-
1 d f. ( itnatca Aut. i Lub Danta; de Barros
r>. !'. ",,u,i' ;,a ssisthiu > : 'onsta is que perten
n vnro l lMTl a G;i';,''-: de i n nh ,,be-
. tyra 5 i u: os li .rado?, e I
i < wiroi lnrp !Mvv dirtitai
-e 'W?c- '^.<*tos, 1 rd 'ii os
o rn, no II i;< \b que encontrar) no c,
'Etfn.jCamurg. i que por 550 con serv B : \. pi
(lagoarto.)
<
p
1
5P0 I JA.
' m "< '" s m istrou \i > bou, 'omo
rJ" P ir. Klle i v< ab>ndad o priicynl obj < les
"' C4pue ir ,; /, | e ,,0
toundo inteiroqv.iT, prop i Ass^nb I roviii.
nal huma tal medid >res.
entes em Concelho :,-.,,,,. e Iff,, D<*d
pOuln, Ca ,.,,,,,
' iw#promrttilo .minua T e ;,,
tnrapuceuodeSAMU n 4 correni- !) -mb<
l;v'-"',i- .. severa rrjl
'f U%. i,'
B f^',/. cp/, ^;a;. 01iw|( ,/,M;;/ ,,,,,
b>e, ,rapo fahnro ;i (
0r. Co -i^-^,/,(,.,.:lmi:i,|i;)/,, J
^undaCorreSp,denca:.e ,',
j ,nha/"J^Mdo o cohr,, eu nnHinM
era necean para o irooo miu-
' : ^wher.m ,,n >,p^
fe,nei nu.r,
1 dos t.'rir, (j
''"' '! -i a A s.1,0 ;, l,.
7 I ?. ''I*- -rri^in veraq^ti
;: ''' !,n!,rT,o .i ha
-la 'hr com M;;!f ,
'i de tarn^il
p,J5D qc i i-
i )dus hev :fi.n
nelffia, qu >bri,;avir
lo. A^ii n i exprim
CAnviJha desm
l> '
;< circuauli '
:, '(De "ti afirmo que
cobre. Qoemandaacj
rondo) Per me eiV ?^'-
) rafe i cabca clieia de d mon <
,!i!(; d itra-l.i erfttoda a p rvi
ndencia, L S- oSnr,
elli ir /TormaiiUQP i | i<
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rn"^' las as Pro
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discussu s < y u ras, que J4"e ''
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P.'rm t"s pj Mciirtr a tade Sobei
adidas dor nd. fsi
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''./, : *m f't r r i ,! < pi "( .
le em dier qu a Lei j a
imm i os periiljidres ira a
uta i 8, pisto <
e'fi* filio s m| o risislido' i :ol re :j i o a
l un rifulo multo ica'nln p s que no I' .-
n<, que !u o maior de I o C na hi(|i :
('.iva iiem recebia n lis d 1000r iai-
I'1 i ri,, ^empit- s- i I no no > .'' i, 99
trans. 5es u Jas se fari m n i i- i m nia
> l-ep iM;"). :, .'" ,- >: |, tve; pojs f 'a ini-
iio e'.iind.i de eclire. custandoelte em bruto 60
rein ''la 800, eiilranilu em linlja tli canta cu
da Id \. ir.i, f niu d'ubr,
i ii i
cuiaMo lili';.-.)! or ii ienasa(ji .id ton ] r ia-
('i qii" a impr <-, .~n nr.i. ioi i [ior (a;i(.
miu rednzid la- :.. <> >.\o > *'. cii-
zm ira ja mui>o ; e ( i pf leVivel a qu id.t
qu* Iroux-'v vrnsj.> a ruin ir-
i'ii' r<")'(.. npreheuda o Suri Cnrapucei-
ro i .i mbre-sc qtii < u nun
que i> -i era pei >l i ri.- que se e exe-
cii;! .i, faria n I m. e que i sna en \ uco, e
1. tom i e Mar inli.T. t;-n
in aleul veis. P .i "isi >m di/.r /1: e ft^
rTifl / ta'l /'V/ .
{n*t > in lo '' it por ni o S'.- d
,.'' i, ii ti i i i i lulas ?
l I ; ; b/e ii ;' i ;.; era
jdjis id.i L"i Je 3 d<-
' ilu il que ii; i qii i"M, a >oi>-
' se n '' h v, entrara Amo aux liar, (;
H r a extenso d>s n p neci i : pai
l ti- ei d IS Sedtilas lejti o 'as ; < 0 mui
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,
ni
H i enos
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o ij'l" o r )r. 'i
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dra filosofal na ni i do co-
mercado n > I '' .' Se
luisiem P .,'
las nos irat imo? do Bra
huma Pi jvii i vIq huiQ ie
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(*3&r)
DO.
_ i.; ;is SedcJfts-eti-
rOOo rs pan. baixo o co-
^porque no estad ?actual
^toilo por pv ii .irjfja,
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c f 'ran; que- -e uso
Corpo Poltico asaques ain'-di p$)(
o L"frslaiJor fHieo, e com r.-,zo,
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-mpre :
impossivel ftfc
Jiit extermina
lie to anlPf
nle corar a
que bem qnizer.
I
as /o imam 's/'itivas, >\\i o Snr.
ddcob, -, ja ^ ~ ftidmum ser
mais avuli,. *, ', /,/.. -a t:tipaf.fi
/ < i c/ #..: r/e 1000 l ...i
r/urt/i-
<" i .. // Perdue Sur
' i ri u muito apelo. i
moneti: robre, n f,>- elle f.
I'rescam
as Provin
rio ds Ga
de l\mpi\
nti&r> i A
sinfcvar a
oitat
ei|a alein de. < i i I
i h.'Ips q-anlia.v! F he* o Car
km se o||jrJfFequivoc\ CorvffrflfW,
que .i materia I inhosa. :
il Un', red ifc romo q r bre, se
r;is
'< entras.
Cl po que
torno .i repetir- ,M nmio q
el e entrar cin lgame it i 901 le 0 ( rvis. qu<
rformoeds de prata, ede Sed-utas, o mil
' ;i porque ,e> os iioIiiys oemtntfc
a esl.. r de lona;.-. Alero d^qne nao vale a tana re lu-
Unt qu.i ,-. Gove. ; e i'tv > do l'a-
;1 I 'i i momia tan i ; se eu esMu .fMV. in'or-
''' i*Cii [erno nunca eofoprou o cobre abao
'> re por libra.
C'iiiiiu.i o Ca apuceiro n ci nir, porqus*. <' i
"i prafa OGOque era, 'i 1200 ro-s. i
grimas 1. puoho, porque os Kmpregado
* 1. riuimblieo, e Maranliio BCftfcrfO >."> -) i
para aqu que vem a ?frifosa intr i |< S
U'. Aqu temos pama par* mang**; (! m lit fcin-
W 1 'OiUMllli.i lo: ,fio tt fettM d ll":' a < i
<\* i aimil est maie
(ero CarapueeWA pntra'.o h
V/u |,-o t,h si.bu em que
lev.i ;r' : valor
SO HI'M 'i ,' II; (
[ II ,'
n'i ru'lle
oa ve i il: di
tO valol inti ns i i
.O I il
!(ir i i iiv,
...i
11 .i g i-rroe
mi! inseoo (Jos o ,
Cfil | Il -.i;
m.i^traluvi
P j;i h a't.-
la, ou -ta^ i i-
io qoalq i"t (' >ve--iii o
r > c na\ i eile j fciteri
h| v ;or nirinseeo? 0
|'rat;l. ant ,|,, dcscoberla^'.
Lcmbrl-"
/
V
i li lli i! : u,t '
"f ter lido nao sei i t que a t ta
11 ''s 'lo que .i i >(( metal x\\ na
<'r 'lo r|uo-w|riell(>. vPorejjHteroua i. >lor
ose dos meiaes.'' ffo altlroo, ne.m
/el que j tefi'asf, porque bi je h- pi i o s j. *"- '' y< u
*!** ci prineipalrtiente com oHlro|Povc<,
i.s a tal dpi i So, terafaiil '".ca rTH1'1 relu/jjr';i^ ;.:is a seas; istos termos Olhc
*or' EarapucAforra o estado, do cambio entre as
temos
lo v
1
t
. nRa r,'(,U7jr,J,ri^ !> a seos ; i>tos term
o^Sor, iarapuc(ff.i>'iira o estado cambio en
dirercijjRw Pracftf^o Braiil, i lia rom o. n
mais IrS i,^V>. i ., .i;/. (juaril

o pnta
Iftll
se de(
detinin.ze
O Rio le J
un
o
200 rri>, e
lando por lia
Mas
oove, se
iva d
a Le ero
Uf>
p''o e a Priea de Loo 'r(
raca do, Rio U
rem e>; i rr.i -
Lw;i^5itivas i
6 o
nos coi,,-la, <|oem pi r-
de viht^ois'qftii|esfi i-
r la na r.<
amoio eru,r<
>m o funda-
i todas as ou-
a iiiduzio a
n ur '-mo era
nr. Car'apuc i di mui
f*
maior. '
orte. Pe
i'oo*n ias .'
PukltajLi Je '
vez dese^n/r <
a M ouro ro
enj 1200* poda iim bem duer (e ;
vorerto es'a dea, a if)m ir o objei t1
our.v f a 'Ua. seria^' pedos, e ree.
Pi'l' | le valor v.ov*. >;.,' no m,->i
>ed .sy jiezo uru Knte e r> qi
1 j '.i* a'i.o ir as i'lcsb eeebid em
deeonfdlii i I.,'-,, romo j eu di \?
.ra eoTespotidet*?.4, e to^uido I.
escolhpatiqBf jilgou mai ivel n
Al ptti a Ndio, emhora'as Repirti liu-n npooo uaapare.ira. Porem os Fnpre{v..,o
n li-ico e\irinh-i .' Ja la vi o temp9, Si.
wo,' < rnqu c ,.i jjvnte valia pr todo no Bra-
sil, ti)] he preciso que sigao a surte da l\aeo, pin
ms^oxist* hujp.t Asamblea fieral, e t-i.n elle*,
.-ido osmais beni aooiinhoad is : os ordenados-tero
sillo aumentados era razo do depreeiamento .la naced?
' e eohre, emlque eio pa^ot a mor parte dos Ern-
pregid-os do Brasil,- e *> losUis duaa Provincias eotr-
i lobeni n ^p^-sar ie receberem
.lentos emboa pra k.ne 1600 r
ri., fc anda assim se qi oC rapueeiro \< ,. i
roobvlo li: por vt' .. (j qoe nao ria oi ahi de
choia -ii i;, se o Legislador lvesse lit> q> o i"'aco
', e re'ehido, pelo preco do mercado } "" to
i oa Embregados do Imperio fu-a vio te igual
m n-cf*, c os cotitriboinifs nio sofreriio nenhuma
m t.ivel pira queosde Pernumluieo i 'n .nao
ee rozas, e os oulios sAhre e pinhos.
r pagos em .Sedlas eorif(? em :
k*t>raitprfS^ porqi.e assnn ./, os''ireitos"?
Soi.'C;ie poe :i o, ea la l.um de mis dea ra fregar
com-siw q ii,ta d. e males pblicos, e nao ch >
\Jjtesn oiios para poneos podere n cantar. Para se
'Oth' ve rpoura I;'-, eom i]'ie le ir noy ih> dos Provinca o Norte no tpico em
o to Me he o ordenado dos servidores do Estado j
ve; i fe O Seoninte f,,cto
As fcvrs Fcaes Porto uezan, e as do Brnzil rola\ao
sobre mo.da f^rte, p r esta razao em tal moeda e-
'i;'os os e... arg'js pblicos : quando as Notas do
liiie o estavo ao par <'o ou. v, e da prata, era indife-
i.n' recetar tfiotai U meta!, e por tanto o piga-
ni o .o Votas .f'.'ii {eral, e tiinfjueio reclamiva, e-
tilve/ mesrno se prefai. a essa especie romo mais "?*
moda Porcino 13 ic essou seos pagamentos .. ^j
la, i ijfot as perderao 0, 00, 80. 90, e m-
cen'o em troco da prata. e uestes termos os K .)it%
ilos do Sul entriro a rece'-.-r 600 mil reis. por exem-
co vaho o iininal, |).jrem na -dade somente
> ni pone ais^. us os dnque as Provincias em
-|iie se p ;iva em prata sos ordenados, nenhumpre-
''i' -i. Na Awe--blea Ger4 hum Deputado
Perijambiico que cnl.'ava p>r a'qui, reo*-Kia seis*
mil cruz .dos em prata. je trocados por papel no Rio
'' '"" i ren lian dej. em algum tempo doze mil
cruzad,> loni l>pu i0 Sul, que rcebia epv
uaydseo -. j o, na < da remenle se n ao trez,
'itr-j n1 r j, i los i/0m0eira que aindamesmo
J''! r os Empreados de Per-
nambm: e Mriho le
bre os ntjfeas; m s ;
p% s nv cedrias. Lo ,ou (l
e; erta? re daa
P
I
. v
va graodissima \ ant ig^ra so
una iftualy se1 todos losse
piniao, qme ras Pf
.necadadasjecB p
7
/
*i


2J56)
am

retfM
como per-
"'*. p,< .. nevem teo o
r.ii iexpenUidVpergunto ao
.....
ito publico, Jpabfendo-iifc"?J>^s a-"*
.os bracos at coloveloS er mune\ e coi ompida. d.essa fmoe*
.-adoNort Pro di Sol?
,r arliRos^clert fW ..'esta
perUice a a





II
l outro nauVpiM .Leudes,
,1,5o 4i\ meter ^Jtedo: .-.u faco
, .a de. ... ;
. prn. s aqui avancadapor^i-
t.beputad Sr. Carapuceird Mr ft*
faxer honra aesse ilustre Depulado. ..
Para que* Snr. Carap.tiro nao pa.se por. )roem
fcilmente aiiseeptivel, e de f.ouea e, he 'H"6
.ponteoulfosfactos, que demonstren, o ': J- <*
em qno a raaioria Has Cabras Legislabas lenhao
ni isfo he lento totia impon -.n-
te porque o Carapui irece dar corpa a hura ro0
ruge qu-porahi ten andado de separacao dolarle .
,niP avanradas p' 10 (.ara-
uoposnoesasaim graMnlanV'P'e avant < i
Wsrfo o espido pufrio. O-C "*-
natural, *mor>t do Norte, e nao cedo
m,.. ..umemamor i .naneira, que elle lem a-
rna da.sut. casa, eseo-M' .?>epuc< t"(:;r
>dB I viucias d> e, elto
. n>>':..-. remissoem unir-se aos defensoi-s
reas Norte; mes minea WlVandoa com lacio
desorganizadoras, resatir-lhea-h peto contraato. Hm
pV i Snr. Carapuceiro para qup prod.ua as
pro-. : nao basta dixergenerieamen-
. te recibo ser miope para nao ver o menos pre-
co: ess'asy.'daa oratorias nio pdurem a homens, que
nparciawDservSo a marcl* dos parados; ponera
porem extraviar no vasto Brasil homens, cuja situacao
os porm pfeuco ao alcance de corsas coila, rju pe e
ria diier muito, sobreoca?o, porefn inda nao ha lem-
po : MJ afirmo, que as Cl Taras Legislativas fluapre*
iando perfeitamente Parti lo Ministerial, e de oposi-
10, ambos uteis, e necesarios, posto que o ultimo
seia mais brithante Porer> partido ,do Norfe, ou
partido doSul sao para min -rcladeiras faecoes e
faeces funestas, e desastrosas
Duas palavras sobre a i<' >a enilida nelo Snr. Cara-
palwirn, que pnneo importariM e ostrangewp fos-
se le;ido no pagamento de seos incenla milhQea de
Afeida, por que ejle saber indi mnisar-sede qo Iquer
Hfrn'i O qup menos importa aq i he a poued inle-
quemostra oCirapu^iro da naturez* pastas
isa 01 s; porem o desf.-islip de lesar o Estrangpiro,
de que>u>seii l( i mise no souber, excita em mee
espirito present aenlos bem i'u jestos. A honra IVaci-
ona! exigiri,; ai.e que nos vendessemos nossoa caatl-
paea, huma, ou-Jrob.is aa oaaaeaa, que diminnissem
badouroais prifos de nosn mpia para papar aos
iVta, porquH ernTim c deni o nos nos arranjiriaai .
Pe|;rofai isa nloeni :o entendimento^ a con-
templar essa q-iaitada doCrapceiro, esin'o impal-
,0 dednur a p i iiea aqai porqu tu votarei
mil vees roiitra i '-. h > nipre '-n., tosse nro-
posto por hura '' i i Su a do .Ni ft( >pp -
de termos cousryuMo do F [rt.)?,- irn seos ill<3e. a
troco de baaa ^a.lavras par* c.'nir njsaos apuros, e
apar nos4A l^i ." R'di/s, r." "bu n Enra^adode
?.mambaro ou uliu i,'t-diria/^t be-
nftaoozeu^"- dt'i' d, U o pague: ,os a que Al-
tos ..
i por qu
ue as des
ias do que as
arapueeiro on-
>o. A di-
?ntc ssse itjs.
'I,i los, que
, pV ^a-
ri Nac-'
kena de le-
da a m-
iees 1200
?araos;
quefoove Dep
quohs Proviuciaes! bnuwpntadoco
ccirt^rafcuroa Asserab^i aj.. ser
., ,( |:,, [,- !,,>.: taesquot
MamcJi/primeiio a
b iudemni/^i como souliert-
r- i do-Coinr^P'-io, ea Iln? _,
na, | l do Sul, f viva a \' i
JobPiiI'U' ia I lo taati mais ale
pulado A^mble: G r-.i
muilo nj^s pefpmp
.o-MMrnoOeral. Veja
i > st" prii o
vida iiidfqRm por 'f'pron
l)epu u! 9^0 sao lirad'.)i d
sao os Jt< dures,pajera a diviua*iMU'*
wip''*^jfljslto Publi'o,|
i
v. neites Sis estftp/t, snb.e que ap< c
I. Cji.1 aconche.- >m<) .
res < i'^ ca%_paio levou oCrapu ."<
raduxos? rfl|J7'qiH> a m Marwbo n i k non**erse para o crdito do-Cara'-
r i luveire !! Os credatea do Estado dero p^tares ea-
) 960. agora ]uerei^ r os meamos patacn
Vl. I60< : .is,im inv, ti(os os'.mojo, da questu
ach '" i o jtiiiii-.. .elles? Pois tal be o verda-
d,i. .-lb. Aind: -e o contracto fosse expl-
cito de devolver-ae ao credor o mesmo numero, e e$-
necii d i loada, tinha lu^r,r a pertencao ; mas to bpn
r. que perdeaae o credor . ii, ip -.- | it:i ,tivesaeoi noinereado desculo a
nao sendo o contracto assim tudo fica gui,
com i que iuWaaja rpida a alta ou baixa dos pe-
ni, ks no mercado. lie por islo que quando Lord
Stanbope propoa o Bill pira que o ouro nunca subissn
de hl valor, nem as i>otis def Banco decesse de hura
iil. i.->rdKing se opoi cujhi razi, e declarou, que
ri;_- i ;i;pr de si >s rendairi a o pagamento 00 era ou-
ro,' i JN'otas nao | "do valor nomina!, mas pelo
corr dice que ni:i iiiic' ;lles tezados, por-
que. v'.-ndii os ^eneros u"->a n .ma raso. Note o
( i. t.io p (m rigoj* o pjtaco eat em irtt ]ui-
tu vajAr ; foi o CIj c : ( pa- I i < rao,
eesiliea r.iz,;o porq^ip-sa que Jst o pal,ci, su i'oipoi u a<> nao y tal la como
era'Jsupor $$' ao menos a opinia>> do
utio Caiapuair.
t-
riARITIAIAl
:s no dia 18.
Sa l .S V' '''* n o dia 18.
ilA^ATY, pelo- l sil 17 das S. Lal renti:)
as"Bi*a, M. Ailonio < Silva Oillo : sal a!;ol-
i
13 i Jli -Ti ti j
e mai^~aeros. Pa;;ij,-iro Jernimo Vicir; Nevaa.
PAl na, \J. Prancisc< lote Cezar : algodo e ma gene-
roa. *\
Saludos no mesnfa dM.
lOGrUN. o i B. Maicp
zc Xavier Vur.na : sal e Asu ur. )a>-'.
el Pinhrirtfc Jl .
ILH^Dr ,v vMsRACA
Mi Este los Santos :
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mo db MiratV lt.riqut..
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