Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03273


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Full Text
Y,
ANNO DE 1837. QUARTA FEIRA
18 DE OUTUBRO. N. 225.
a I
PE UN. na TYP. usM. F. os-FAMA. 1837.
\4


'
>A8 DA 8BMANA-
1q HcjnimU S. Msrtiaiaao M. And. Un mil do
Cr. de de t. sos. da T. ftiUlica.
17 Terca S Huduvignea Dnqaeze. Itel- de m. c and.
do J. dos O. de i.
18 Q'urt. S> Lucas Rv. so. da 'I'. P.
lil Uiunta ?. Pedro de Alean. Padro ro do Imp.
Re. de m n etc.
20 Srxtn !. JoSo Canc. C. Scs. da Thes. Pul).
aud. do J. d O de t.
21 Saliaifii S. L'i'-ula o suascopm. VV. MM' Re. ile
ni. v nud. .i<> V. i. de t. era Ulinda. Quart. min.
as 7 h. 35 m. da nianh.
2J Domingo S. Mari* ralomc.
liare'oheia para o da 18 de Outnbro.
as 8 horas e 30 ni. da m 8 h. 5-1 m. da tarde.
Tldo R.ir depende de no mearnos d no im-
ilenoia, Ulpdaracao, e enertriaic-ontiiiueinoa com
l'r.mcipiamoa. leitnm ipontsdna cimii admira
So i-iuru as Nacoea maia r.ullat.
ProcTaiM'ic do ^ninii Piral i l'oil
m>a irnis
8nhscre-se a lOOOrs.mensaes pagoaarliantailo'
"ruta Tpcif rafia, rna da Cruzcs I). 3, na l'r.-i-
?a da Independencia N. 87 i> 88 : onde te receben)
correipondeiiciaa legalinnrfa, e niiiinetos: inaerin*
do %r. ente1 rali leudo doa proprioi asaignaiiifia.
rindo aaaignadoa.
CAMBIOS.
Outuliro 17.
JLiOndres '29 [).. St. poi 1,000ced.
Lisboa por <>|o premio, por metal, Nom.
Franca .'lo a SO lis. por trauco
Hio de Jan. i> p. c- He prem.
Moedas de 6,400 13,800 as velhas, novas
., 4.000 .000 a 7JJU
Pean Colunares i 99 '
litio .Mexicanos 1,560 1.590
Patacdea Brasileiroi 1,58 i
Premio ,!? leu ras. poi mea l l|S por o|o
Cobre apa? das Medulas
13,000
PARTIDA DOS COR-H ROS.
Oltnda Tod.i* > diaiao malo da.
(liana, Alhandra. Caraiba, Villa do Conde, Ma-
niai Kainlia. Pombal, Nova de Soasa,Cidade da Nati!.
Vil'aa de Goianiiiaha, e Nota da Priaeeia, Cldada
da Fortaleza, Villas do Aqu ras, Monte mor un"
racatv, Cascare I, C'anindT, (raina. I
S- Bernardo, 8. Joiodo Principe, Sobral, Hi
BlRer, ico, S Maihens, Reacl>odoangae. S.
Antonio do Jardiin, QueseraiHOuhn. e Panabiba
Se undas e Sextas feirasao mein da ,.r vm
Parailia. Santo AntSoTodassjnBU titiras a"
me i o dia. (aranlinns. e Bonito-uos das 10 "-'
de rada mes aonieio da. Flores- OO 4a13 a
cada mes an meio dis- Cabo.Serinliaem, Ro rol-
mozo, e Porto Calvo- nos das I, II. *l J* "da
mez.
PAUTE OFPICIAL-
RIO DE JANEIRO.
DECRETOS.
1J37. N. 16.
O Regente, ero nome do Imperador o
Senbor om Pedro Segundo, Tem Sanc-
ciouado, e Manda tue se execute a ss-
j-.iinte reioluco d Assemblea Garal Li-
gialtTn.
Artigo nico. Fie approvada a Mcr
e de cento equarenta reis diarios, conce-
didos por decreto du 14 de Novembro de
186 a Joan na Baptista de Olveira, Mii
de francisco Amonio Maciel segundo
sargento do txtincto Batalhad de segun-
da litib n. 54 da Provincia de Pernam-
biii-o, como equivalente do Sold do di-
to seu fi lio em silencio a ter este mor-
lido em defeal da Oidem na Guerra de
Psiiellas e Jacuipe. ?
Jone Saturnilb da Cesta Perreira, Se-
nador do Imperio, Ministro < Secretario
de Ei4ado dos Negocios da Guerra, o ta-
raba Matoa entendido, e f os despacho* nece-sarios.
Palacio do Ri') de Janeiro eti3i dejulho
137, deciiuo sexto da I idepeudeuoia e
o Imperio. '
Diogo Antonio Feij.
Jos Saturnino da Cobta Pereira.
Francisco G Acsybi de Moutezuma.
Transitou na Cbancellatia do Imperio
.ero a de Agosto da 1837.
Joio Caraeitu de Campos.
i837. N. aO.
O Regente em Nome do Imperador o
Senbor Doro Pedro Segundo, tem San-
cionado, e Manda que se exeruto a se-
guiate lesoluco da Aasemblea Gcrsl Le-
gisUtifCj
Artigo nico. Fica approrad* aren-
to ot iresentos mil reit annuaa.i, cone
rida por decreto do 1. d-'.M.rcode I8J7,
1.0 Capital) de primeira linda avulso ta
Provincia das Alagoas AiTodso de JNoro-
nlu Foiles, em attencio ao seusfcetfi-
r;oj prestados na Gueira de Paneas, e
Jacnipe, onde foi graveinente forido e
iicou alejado.
Jo e Saturnino di Costa Pereira, S>-
naJor do Imperio, Ministro e Secratario
de Estado dos NegoQiosda Cuerva, o te-
iina asiioi entendido o faca execunr
com os despachos necessasio. Palacio do
Rio d,' Janeiro em 5 de AgoaU de 1837.
dcimo sexto da Independencia e do Im- tenbo a seu Favor algum.. das excepces
peio, desiRiiada^ das Inslt'uccoes de 10 de Ju-
Dioc;o Antonio Feij.
Jo-e Saturnino da Costa Pereira
Francisco Go Acayaba de Montasuma
Ttvrvitou ni Chancellat ia do Imperio
em 7 de Aeo to de i837.
Joo Carneiio de Campos.
N. 21.
Oltegenie, em IVome do Imperador o
Senhor D. Pedro Segundo Tem Sanc-
cionado, e Manda qu* se execute a se-
guate Resolucio da Astemblca Geral L-
gislativt.
Artigo nico. Eico approrada9, e a-
levidaa a Hez mil raa mensaes, as rner-
ces pecuniarias do seis mil reis conce-
dida-i por decreto de ao de Desembro de
1836, a Joo Chriso8tomo das Chsgas, Jo-
So tlt Lu dos Smtos, Ignacio Josh de Me-
l, Mnoel Antonio Fe reir, Firmino
Jos Lisboa, Cosme B'>diiguesr Se'iasti-
io Martin?, Fiancisco Xivier, e Antonio
Ferien a da Silva, Pracas de diversos car-
pos da Provincia de Pernambuco, em at-
tencio a se acharein inhabilitados aje* con-
tinuar a servir por cauz de les-oes que
recele o na gueira de Panellas eJacui-
pe-
Jos Saturnino d^ Cosa Perreira, Sena-
dor do Imperio, Ministro e Secretario de
Eitado dos Negocio* da Guerra,o tenha as-
sim entendido, e faca executar com os
despachos necesarios.
Pahcio do Rio Janeiro em 5 de Agos-
to de i857, dcimo sa.xlo da ludependeu^
cia e do Imperio.
Diogo Antonio Feij.
Jos Saturnino da Cosa Partir.
Francisco G Acayaba de Montesuma
Transitou na Cha'-ellaria do Imperio
am 7 de Agesto de 1837.
"Joio Carntiio de Campos.
I .857. N. 45.
O Regante, em Noroe do Imperador o
Senhor Dom Pedro Segundo, l'.z saber
a lodos os Subditos do Imperio, qua a
Asseroblea Geral L"gil*t:v Decretou, e
elle Sancrionon Lei seguinte.
Artigo 1. Para compltar as Forcea
de Terra descr^iaJas pata o annos da
de i837 a 1838 e de i838 a i859, o
Governo lie authorisado a recrulsr d'
entre os Cidados Rrasileiros de 18 a 35
anuos de ida le, os que orem idneos
pata oservico, aioda que sejio qualilics-
dos Gua.rdai Nacioniea, co n tanto q' uo
Iho de 183a.
Art. a. Os recrutados podero dar su-
bstitutos idneos, e quando estes uo se-
jio consiTlerAdos taes pelo Governo, lera
lugar a stibiiituico mediante a quantia
do quatrocentos mil reis, que entrara' ef-
laclivamente ns Cofres Publico?, parase
applicar a^ju-te de voluutirios.
Art. 3. Os sustitutos, queuo forero
s ntos por esta lei accuroulaiio ao tera-
po da substilufcao o de Mrv.co <' Ibe com-
pira prestar ou iuiuj iiuhhi, u .-
roo volnntari"S.
Att. 4. Filio derogadasquaesqr. Leis e.
diposices ero contrario.
Manda por tanto a tcdssaiauctoridades
aquem o couhefiroento e nxecusso da
referida Lei pertencer que a cumprio
e fato cumprir, e guardar lo inteira-
mente, tomo nela se contera. O Secreta-
rio du E-Mdo dos Negocos da Guerra a
fatja imprimir Publicar e correr. D. no Pala< iodo Rio de Janeiro aos a9 do
mes de Agosto de 1837, dcimo sexlo da
Independencia e do Imperio.
Diogo Antonio Fei'.
JoseSaturniuo da Costa Pereira.
Carla de Lei pela qoal o Regente em
' Nom.'do Lup>rador Manda eneeotar o
Obi reto da Asseroblea Geral Legislativa,
que Ilonve por bem Sanccionar, sobre
o modo do Rneiutaroento para completar
as farca' de T rra decretabas pra o- an-
uos de 1807 a t838 e de i'T a i839,
ccmoarsiit-a se declara.
Paiao Regente, ero Noroe do Impera-
dor, ver.
Jos Mara Flory VidJ a fez.
Fr pcco Ge Acdyaba de Montesuma.
Sellada na Chancellara do Imperio em
o 1. de Setembrode i837.
Joo Gameire de Campos.
Foi ptihlicada n prp"nte L ne.^ta S-
cretariade Bulado dos W'ocoa da Guer-
ra a a dv S-tumbro de i837.
Joio Bandeira de Gouvea.
Rfgjftadi na mrsma Secretaria de Es-
tado a fl. 58 do Livro 1. da Leis. Sa-
orataria da Estado em 2 de S-tembro.
je jS57 Lu/. Jos de Brito.
Illm. e Exm. Sor. Communico a V.
Ex. que o illm. e E*tH. Senbor Diogo
Antonio Feij(') >caba fe renunciar esp 'tau. ament e iivreroente o Cargo de Re-
gente do Imperio em Nom* ''-
perador o Sanhor D. L'edro S gon.lo ;
e na foraai do acto tddicional a constimi-
po, 9sumio a Regencia o Illm. e Exro:
Sdnbor Pedro de Araujo Lima, romo Mi-
nistro e Secretario da Estado doa Neg-
cios do Imperio o que V. Ex. vera' das
inclusas copias,
O prim a norueaco de huo novo ministerio, pa -
ra o qu.jl fui chamado, e encarre^do
dos Negocios da Ju^lic-,ie interinamente
dolrapario: e ralevando que fiqueV.Ex.
inte r.ido da marcha jw* pttlvtido so-
guie a nova a Iministif^io apresso me a
commuoical-a erri geral a V. Ex. icser-
..n tro.s aviaos.
Guardar, e faier guardara Constitu-
co, o acto addicional, e as Leis, sendo a
coudicao devida de qualquer AdoiioiV
iraco Brasileii a, ocioso se loma diser q'
ser*' a do actual Governo. Todava paia
que as nossas IiutitnicS.s liberaes produ-
zo os esperados fructos para que da
sua leal e plana exeruco resulte a liberda-
de,ea ordero, hed.- naLter que o Gover-
no tenha neceasaria forca ; poiqua he
aspiro que lie pode faser o bem e pie-
venir o mal e-t forca pencan G.enconlm-
|j na sua propriaorgm'sicio, sugttaodo-
seossus membros a urna reciproca tes-
oonbelidade por actos govern-.tivos. dia-
velando.aajj^em mantee perfeita armona
entre s, de roncha que a expresao da
vontade de hum,sejaa expiessaoda Tonta-
da todos.
M no se a armona que elle pe lenda min-
iar, se no voiilicar igualttente ui
os seus Delegados. Foiea be por Und.
qua o Governo ache uestes a necetsari*
obediencia a mais acliva cooperario, e a
maisleal execussio de seus deveres. Na-
da desautor isa, nada debilita, lauto bum
Govemn como o deparar com obstina-
Qo cootraiiadade, e indilTarenca ruquel-
les a quero den fu confianga e de quero,
devia esperar auxilio, telo, e conforvnid.(-
de. Hom lalprocedimento jamis lera' o
assenso do Goveroo.
Importa <|ue te tranquilisem os empre-
gad >a pob eos : o G qnal foi o partido que aeguio, e quses as
opiniSas q'professavo.Eileacceita as lices
dopassado, m*>regeiiaar. sus sugesl&ea
naadmio, ros pira osqoaes adajPluliara' a apti-
dio, servicos, probiJad; zoilo, activido-
dee energi*.
No intenta n Gorerno dominar as 0-
piai6es; mas uio as ver/.' rom ind ffere.n-
Ca qoando hostia aos prinei)ios vitaes d
Alminisirac ao ae produiirem em f*ctos.
O Gove no sabera' respeitar to.dia as i.ie.^s.
t.doso sentimentos, todol os partidans j
rna< tmbem os ssbaia'ro.nbatar coro e-
cergi, e punir corn toda a jtveridad iba


f
DIARIO D B PRUNA M BUCO
I
Leis, se uiuarera mcuirer a muios lepro-
TadoH.
Na5 ignora V. Ex. qae huma f*cca5
armada na Provincia do Rio Gran-
de do Sal dtrop.-ilau as Leis destruo o
scelo, depois a legitima aothoridade ,
iienojcabou todas as ordens do Governo
Irup., b por fi.n arrojou-se a proclamar
um Gjverno repub cano. A ninguem
be esconde que debellar e es armen tar a
leb llia be bu ni de ver da L dos OS
csBras leiros, be o interese vital da ver-
dadera liberdade, esencialmente ligada a
una, e ntegridade do Brasil. O o >ver-
no na5 perder instantes, aa5 poupares-
forco*paca restaurar alio imperio da L i.
Foss. as calamidades que o crime despe-
jan ri'ijae'li Piovinoa lase, cahir a ven-
da aos fanticos de ideias avesaas ao nosso
legimen.
O Ragenta Interino era Nome do Im-
perador espera que V. Exo. dai a maior
publicidide ao cuateudo ue*te Aviso *s-
fcim como exacto, pon(al ruai-
primento ; communicando quinto ier, com a franquesa prop ia do seu ca-
rcter, na conviega de que o Governo
qner ouvir a vcrade e n.5 expes oms
agradave s.
Dos Guarde a V. Ex. Paloco do Rio
de Janeiro ao da Setembro de 1837. Ber-
nardo Peritf de Vasconcellos. Sr. Pre-
sidente da Piovotii de Peroambuco.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA
Expedienta do dia 16 de Oatubro.
Oflicio Ao Exm. Piesideole da Pro-
vincia de S. Paulo re poodendolhe que
em coosequencia da recommeudac<<5 fei-
ta em seu oflicio de a de Setembro do
correnta anno, mandou a Presidencia dar
toda a publicidaakaao Edii.1l convidando
os Religiosos taiiW Naciooaes como Es-
tran piros para se oppo.em as Cade-iras
M .-"-" i C- i.o i'- '- i*. /I- p.
vincia criadas pela Le Provincial o. 28.
Dito Ao Coramandaate das Aums ,
enviando para sus hilellgenca e a fin
de seren publicados em orden) do Dia f
os Decretos n. 16 e n. ai conredeudo
menos pecuniarias a varios individuos q'
uivir.ina Guerra de P pe ; o bem as im a Lei de a9 da Agosto
r do correte auiusobiao modo do recru*
tjniento.
Dito Ao rnesmo respondendo-lhe ,
(|ue o Aviso d.i Secretaria d'Estado dos
Negocios da Justicade 24 de Abril de i834
fui por copia ramtttido a todo* < a Jabea
do Crime das Comarcas da I'ioviuci,
im de t r a de vida execuca, a entre-
tanto se Ihes vai rcommetn^r q' cum-
pra extan>ente o disposto no referido
A vi. o im de que desaparejad os incon-
venientes de que tce.la em seu eifi o de
j t do corrente.
DitoAo Inspector do Thesouraria ,
communicaudo-lbe qoeo Tenente Coro-
nel Reformado Antonio Go'ies Ftrreira
de Abren fci proposto pe/a C>mna Mu-
nicipal respectiva approvado pela Pre-
sidencia para regec a Cadeira de Primei-
ras Ledas de liamarac durante o impedi-
mento do Professor Alaxaudrc Primo Ca-
mello Pes3oa.
DitoA Cmara Municipal de llama-
rac* communicando-lhe o conteudo no
precedente oflicio.
Dito Ao Inspector da Thesouraria ,
ordenando que entendendo se com o Ins-
pector/ da Alfandega nomeie os Metnbi os
que devem campar aa Commiisoens da
resma Alfandega de qae trata o artigo
168 do RcguUmeolo.
Dito Aotflkaiiio, enviando copia do
Decreto de ifl pAgisto do crreme an-
no, palo quafrot jubilado com o ordena-
do pot inteiro o Padre Luix FLrentino
d'Almeida Catanho Profesor de Gramti-
ca Latina do Collegio das Artes.
Igual remessa foi feita ao Director
Interino do Cui so Jurdico'de Olinda.
Dito-Ao mesmo D rector commu-
ilicando-llie que o oflicio quehavia der-
eido ao Gove uo sobra as difficul Jades que
occcrrcm a rt ipito do Doiitoiamtnto e
do provimento das Cadeicas que sa acba
vagas no mesmo Curso foi remanido a
As.-coib'ea Geral Legislativa a fitn da pro-
videnciar como inteoder conveniente.
Dito Ao Piefeitu da Gomare* do
Reeife, para remetter ao Comraandante
Geral do Corpo Policial o preso Anto-
nio do Ro-ario depois de o faser ferro-
l>e z da Cozia.
Dito Ao mesmo, para mandar ferro-
pear no Arsenal de Guenaos Sentencia-
dos Antonio Joaquim a Sabastibd Jos de
Carvallio, qua voluntariamente se oFeie-
ct-m para ser empregadrs nos tiabalhos
das br^s P iblicas a cujo Administrador
Fisca! os dev* remetter.
Dito Ao Tenenle Corontl Com man-
dante do BatalbaS das Guardas Naciooae*
do Bju'o, respoodendo-lbe que os of-
ficiaesde quat/ati em seu oflicio de 25 de
Setembro ultimo, coiio nao quUerS pres-
tar o juramento ,e tomar posse e negaS-
se ao servico segundo parteripa ; de ve se
cr< r que tiles rennncia os Postos para q'
f 1 r 5 propostos; e por ?oneguirile con-
vem f.iser nova proposta para serem subi-
tiluidos.
Dito Ao Inspector do Arsenal de mi-
?ha enviando p.ra seu conherimento e
governo un ofi. io do Intendente da na
tinha da Corte acompauhado de outiodi
Contador e conta corrente a que so refeie
acercada receita e despesa do mesmo Ar-
senal no atino tinmeeiro preximo prtteri-
to.
Portara Ao Director do Arsenal' de
Goeira para fa-r fijrropear todus <>< pre-
sos que Iheforem lemattdos pelo Prefe-'
to da Comarca.
D'ta Ao mesmo, pira entregar ao Ma-
jor do Btalhad de Guarda Nacional do
Bonito urna Bandeira e 5o Granadei-
ras-.
Dita Ao Inspector do Arsenal de na-
rinba pra mandar examinar o estado
do Paquete Brasilia efaser-lheos repa-
ros de qua precisar a im desiguir para
a Coi te.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 14 de Outabro.
Officio Ao Presidente, disendo-lhe ,
qa nao estando nesta Provincia .inda e-
xecutado quauto drterruin.iva 1 Aso da
Repartifa5 da Justca de 24 d'Abril de
1854 9ue milito trastorno tinha oau-
sado a marcha regul.r e precisa da es-
criptura9 a do mappa stalistico dos criminoso*, que
se tinha animalmente de dar o Regente
em Nome do Imperador, com nao menu
prejuiso dos soldados que teni respondido
00 Foro civil, como bem se colligia das a
representaeoens do Comman'dante do B.
7. de Cissadores, quelln enviara em o-
riginal, pedia Iba a bem do se. viao bou-
ves^e da xpadr suas ordens a todas as
Authoridades Judciarias, para que refe-
rido Aviso tivesieeffeciiva execoeaO.
Dito Ao ^refrito da c .marca aecu-
sando renebido o seo officio de boje e o
desertor Jase civalcanle que o acumpi-
nhou."
Dito Ao Major Commaridante Bal^lha 7.'0 dec*sadores, remetleriten-
dolbeuui officio do Major t'om>pandan-
(e da E acoidocom elle promove-ae a iootrucfaS
da mesma, ma vez que nao fosse rioom*-
pativel com o e>tado actual do servico.
Dito Ao mesmo, mandando por em
liberdade o soldado Antonio Pedro ,'e em
seo* assentos f ta do mandado que tinbaacompanbado o
seo offi io da hoja ;o qua devolva.
O lo Ao mesmo, disendo-lhe em
fala do ooVo q'lhe d^rijioern t]uali la-
da Presidente do Coosdbe d'Ad.ninistia-
ca5 da obra do H spilal, das reflexoens e
ajustas no mesmo apuntados que auth..-
risava o mesmo Conselho para .-ontraettr
com Joa5 Francisco dos Santos Siqaeira a
dar a tefha e lijlos precisos medanle
todas as cautell. cio d'Adininibtraca marcando 1,0 no ter-
mo de obrigac<5 que se devana ferrar
todas as dimengoerisdos fijo/os e te/has ,
sua consistencia, bondade, eqtiaulidfie.
q' deveria mensalmente ibrnccer com urna
M'.lu rasoavel em caso de falta, ouom-
ini-sa, para bem salvar todo, e qualquer
prejuiso, que podesse lera obra com com-
pras precipitadas que se houvesse de fases?
por tal motivo. Que ai ten leudo ao ces.
odo preco das madeiras ea ru haver ja
dellasmuita piecisa5, nao approva por ora
a crispa de todas ver se isto seconsi-
guia com mais vantagem, autbor isade to-
dava o conseibo a comprar aquellas, que
fossem indispensaveis.
Expediente do dia (6.
Oflicio Ao Exm. Presidente envian-
do o Procedo ftit'i ao soldado deserter
do Bitalliao' 7. de Carsadores Josa Mau-
ricio de Moura, para ser julgado pela Jun-
ta de Justica.
Dito Ao mesmo Ex. S ir., mostran-
do qua a Forca de 1. linba existente s
poda dar um quarto de guarda e q' nao
podendo so' por si faser a di ai ia guarni-
ca da Praca, pedia em quanto ve nao
tomava novas medidas qae a Guarda
Nacional desse o outro quarto isto he q'
fisesse a Guarnigad um dia sim e outro
ru, lando principio no dia 18 deste
mez.
Dito Ao Commandante do 4- cor-
po d'Artilbsria dlsendo-lhe que como
em seo ollicio as'everava que a mais de
trez .unios por falta de Individuos capa-
tea ru hara p dido preencher as vagas
de Inferiores do Corpo do seo Comni.n-
do tinha p .resta afimdiva autborisado
o proced.nenio do Commando das Armas
a respi todos Inferiores que destacarlo pa-
ra a Provincia do Rio Grande do Snl
poique a desligacaS destes luferiores como
qaei ia longe de deminuir as vagas con-
coma necesariamente a augmental-as.
Q' tnlia anda em vista n* queier privar
a estes indeviduos do diraito d'acce.-so q'
nm dia por anlgodade Ibes viesso a to-
car e por i '-o 1 urnp. i.< que a Portara de
il deste msz fosse execut.da at que no-
vas occorrencias mobtrassem a uigeutia de
sua revogaca.
Dio Ao Inspector do TKesouro,'ra-
meiiendo-lbo as ralagoeos das pracas do
1. Baalhno' Expedicionario a Provincia
do Pai que deixarad preslacoens a suas
familias ne=ta de Pernaiubuco, a que e
xisli.. ali em servico nos mises de Vlao
JunboeJulbo, para que a todas desse
couvenieule destino.
DIVERSAS REpARTigORNS.
TRIBUNAL DA RELAQAO'.
Sessa5 de i7 de Outubro da i837.
Najpptl|aca5 Civeldo Juis> do Civel
d-ata cidade appellante Franc seo Jos' de
Mello e appellado Jos faodoro da Silva ,
esenvS Rebello ; foi julgado uullo o Pro-
cesjo def. ^0 emdiaiita por ser proets^a-
do por Juses incompetenlas.
Os Emb.ug, s opposlos por Manoel Bor-
gas de Meodonca ao aio.rda proferido
contra elle nos autos de appellagaO Civel
do Jujsede Direito do Cvel de ta Cidade
e ccivaS Pslbumo emque he parte Qui
lena Mana da Concecm; fora dispre-
za los mandando se comprjr o accordaS
emba gado.
1 dita de mogno com vidr o 1 dita com
lvros improssos 5 ditas ce ni chapeos 1
dita com doce, 80 presu utos, ia caixas
com chapeos da sol*
Fora do Manifest.

1 Caixa ignore-seoc onteudo,49 vo '
Iumc.s com falo de passagenos, variosem-
brulhos com amostias.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS;
A pauta he a mesma do N. an.
CORREIO.
A Suraaca'Ave Mara da qual he Ca-
pt. Francisio Xavier sai para a Babia uo
da a6 do crrante.
O Brigue Escuna Flor de Lisboa reca-
be a mala para Lisboa no dia al do cr-
ranle.
O Brigoe Bom Jess sai para o Rio de
Janeiro no dia 28 do corrente.
ARSENAL DE GUERRA.
O Arsenal de Guerra precisa serventes
eicruvos e forros.
Quem quiser conlractar-se a dar car-
va de Secupira ou uulra madeira rija d-
rija-seao Arseual da Guerra para o ajus-
te.
Arsenal de Guerra io* da Outubro de
1837.
Josa Carlos Texeira.
Director.
Prenisa-seneste Arsenal deum homem
qne se emlrregua de levar as Guardas daa
Guarnicoens as vellas e azeite diariamen-
te
Arsenal de Guerra 16 de Outubro de
i8d7.
Jos Carlas Teixeira.
Director.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
O Brigue Ioglez Campbell, vindo de
Liverpool, entrado em 16 do correte
Capita James Mcmim consignado a Jo-
honston Pater e Comp.
Manfestou o segunte.
a58Baxascom fasendas, *3 fardos
con, d ta, 8 barricas com ivrragem, 1 6a.
Meona d ta, 700 ditas com saba, 60
ditas com quijos, 4 barricas oom diua di-
t-s, 146 d,ras co,n sarveja a8o barricas
com uunteiga 80 gigos com iouca 1
tanto com cabos, a? e meia lonelladas de
le.ro em barra, 3 caixas co.n selins, 1
embrulbo comcomoj, 1 cardeira era 3
partea, 1 caixa de parnfusos da perteme,
ARSENAL DE MARINHA.
O Arsenal de Marnha precisa com-
prar p.ra fornecimtnto de seos Arma*
zens o segunte :
Btcalha5 ttucnho farinha farro
Sueca embsrra,dito Ioglez redonda de
polgada, diio dito de cinco qmrtas dito
dito de trez quarlas, dito dito de mea
pal lega da, dito dito quadrado de po'gi-
da dito dito de cinco quartas, polyora
fina carne seca, calca, e camisas de
brim.
As pessoas que tiverem taes ganeros e
os qui-erem vender compaiecaS nesta
Repai tigao com suas propostis em carta
feixa las pelas li horas do da ao do cor-
rete mez.
Arenal de Marinba i7 de Outubro de
1837.'
Francisco d'Assis Cabial de Teive.
Inspector.
PREFEITRA.
Parte do da 17 de Outubro;
a
I!lm. o Exm. Snr. Fora5 presos
minhi orderu e tivera destino; Fran-
cisco Das Fragoso, pardo e Flix Fer-
reira deLemos, branco pela patrulha
do Carmo, por bi ga ; Refino Torres,
pardo, pala a. patrtilha da Ribaira por
ser encontrado com um clavinote.; Agos-
linho dos Santos preto, canoeiro peo
Sub Prefeitodo Rucife, por desobediencia
ao Capataz ; Joa5 Vieira dos Sinto-, par-
do, pelo Commissario de Polica do 3.
disiricto d Boa vista por tel-o querido
assassinarfiom um estoque ; e Jos preto
escravo da Joao' Pinto por a patrulba
do mesmo Bairro por estar ebrio.
Na5 consta que occorra.se mais uovi-
dadts. *
MELHOR EXEMF


DIARIO DE PERNAlVfBUCO.
5
V
****
.
.'-
Daos Guarde a V. Ex. Prefeitura da
Comarca do Recife 17 de Outub. de I837.
Illra; e Exm. Senhor Vicante Tho-
mai Pires de Figueredo Camargo,,Pre-
siderita da Provincia Francisco Antonio
de Sa' Brrelo, Prefeito da Comarca.
Pelo cilicio e manifest que cima dei-
x*us transcriptos v-se que o Exm. Sr.
DSgo Antonio Feij re.-ignou no di 1 i9
do corrente mez o cargo de regente do
impario a qua Tora elevado pelo voto livre
ee-pootaneo dos elaitores, tarido antas
disto, nomeado para -ubstitui-lo na qua-
liiode He ministro do imperio ao Sr. se-
nador Podro de Araujo Lima. Quando
hura facto desta natu>eza acontace ua vida
poltica das naces convem muito exa-
minar e estabalecer as suas causas, tanto
prximas como remotas pois que ellas
tem sempre lelaca maiaou meaos estrei-
ta com os inleresses 'pblicos, e influem
directamente no jiizo que deve formarse
acerca da pessoa que o pratica. Todos a-
quelles qua nao tem estado completamente
isolados.naicena do Brasil sabem muito
bem qu.iea fora os partidos q.ie se dimu- padecendo-se 4
tarad a victoria, da urna eleitoral, logo "dar'o contrario,
que, em vii lude do acto addiciooal, te-
ve de procedar-se nomeacaS de bum re-
gente. A pposica aprsente u, entre ou.
tros candidatos menos notaveis, os Srs.
Padro de Araujo Lima e Hollanda Caval-
caali, teudo acordado ltimamente eua
preterir o segn lo ao primeiru. O parti-
do que nessa poca se intitulava modera-
do, ou fosse porque estivesse erila muito
fraccionado, ou fosse pvr qualquer outrp
motivo que nao investigaremos agora,
conservou-se indifWenta no meio da luta
e deixou, pela sua parte, correr a causa
revelia. Hivia bum eidada no Brasil ,
que pelas suas virtudes domesticas, pela
fortaleza e inflexibidado dostu carcter,
pela sua extrema honradez, e pela ener-
gi* dos seus actos quando for| ministrla
juslica, se bavia adquirido e formado
bum grande nome. Neste cidada fixara
as vistas todos os elaitores puramente cons-
rienciosos, e o Sr. Diogo Antonio Faij
foieleito regente por huma consideravel
maioria de votos, Subido so poder, o
novo regente vio desenvolver-se contra a
sua admiuistraca como eca natural, o
paitido daoppesic que na eleica fir-
ra bupplantado. A este partido porera
associou seoutro, composto de mediocri-
dades descontantes e invejosss, que at
cerlo tempo linha com o novo regente,
sustentado os mesmos principios, masque,
apenas elle fui elevado ao poder, comey--
1*5 a fazer-lb^huma guerra suida, pr-
fida, eatraicoada, tendo ambos estes par-
tidos chamado para dirigi-los, 'dentro e
fora das cambras, bum dos bomens mais
perversos e corrompidos que se conbacem
entre nos, e que, por de*graca do Bra-
sil oceupa boje bum lugar dos mais im-
portantes em que he provavel que apas-
cente o seu geoio por meio de todo o gene-
ro de maleficios, e de vilezas, de que o
julgamos > apu^Inda deven estar pre-
sentes nosslH poiii as tentativas que se
fisera para lefl a effeito, ou fosse a re-
gencia da Serenissima Piinceza a Sanbora
D. Januarit, ou fosse a maioridade do
Imperador. Estes projectes naufragra
contra a firmesa do regente, e os partidos,
ou antes asfaecas, reconhecera clara-
mente que elle era anda o mesrao homem
que havia, em i85i e em 183a salvado
o Brasil da aoarchia e da dissoiuga social,
e que seria impossivel chegarem por este
caminho u ti ni qne se propuuha de con-
strang lo a demittir se. He huma triste
verdade que nao basta yo homem que
governa as qualidades que rene em gr
eminente o Sr. Diogo Antonio Feij isto
be a intelligencia e o saber, o amor
da patria, a honradez, o desinteresse ea
firmeza de carcter ; be necessario, aleta
disto, que elle tenha amor ao mando e
que n.< des prese iuteiramenta interesses
lcitos e honestos. O amor da patria ,
quando he desacompaohtdo do amor do
atando, far sempre que o homem que
governa renuncie so exercicio do seu em-
piego todas as vezes que se convencer de
que nao pode faser felicitada do paiz.
Puderiamos coofirmar esta isterca com
m uitos exemptos, mas para que? 0,Sr.
Diego Antonio Feij acaba de dar-nos hu-
ma prora desta verdade, demitliudo se
do cargo da regente ambicionado por tan-
tos. Sendo certo que as medidas e provi-
dencias que poderia anda evitar a pr-
jima ruina do Brasil, na5 dependan da
sua voniade e da sua acg5, e sendo mes-
roo provavel a ineficacia de qualquer re-
medio, entre os que sao conhecidos e a-
pontados, para faser parar o rnovimento
do espirito humano, o Sr. Feij nao qaiz
conservar o Brasil na illusa ; depjsitou o
poder as mos da quem lh'o havia confe-
rido e confiado. Este arbitrio he mais
bum testemunho publico e solemne que
deu o Sr. Feij do seu desinterese e d
seu amor ao paiz que o vio nasccr.
MINISTERIO PARLAMENTAR.
O Sr. senador Pedro de Araujo Lima.a'
caba, por decreto de 19 do corrente me/.,
de orgaoisar o novo ministerio que tem de
servir com elle durante a sua regencia in-
terina ou em quanto a Providencia corn-
os Brasileros nd man-
Este ministerio he com-
110-to pela maneira seguinte : ministro da
justica e interinamente do imperio o
Sr. Bernardo Pereira de Vasconrellos ;
ministro da fasenda o Sr. Miguel Calmo
Oupin e Almeida ; ministro da riiarinha ,
o Sr. Joaquim Jos Rodrigues Torres;
ministro da guerra, o Sr. Sebastia do
Bego Barres; ministro dos negocios eslan-
geiros, o Sr, Antonio Peregrino Macal
Monteiro.
Tamos por tanto a na5 pequea ventu-
ra de possuirmos j hum ministerio parla-
mentar ; fellece-nos porem ainda a reali-
dade dos beneficios que elle deve produ-
zir, e (ue nao pjucas vezes promeltrs
na cmara temporaria os membros que
o compoem antes de eram chamados ao
podec Na5 queremos tomar as pala vas
taao^ daUtra, estamos muito dis-
postos a esperar todo o tempo que raso-
avelmente for necessaiio parase concerta-
ren e.-ses grande e sublimes planos, que
devam salvar o Brasil. Todava, se be
licito aventurar desde ja algumas conje-
turas, nos pederamos, sem muito re-
ceio deeirar, predizer com antecipaca a
marcha do aovo mioisterio. Os tres pri-
meiros que delle fazera parte, j mos-
traras o que valcm em administracaS. Os
Sis. Calmen e Vaseoncellos inundra a
naca de dividas e de cobre, quando car-
regara- em outras pocas a pasta da fa-en-
da, aquelle, no tempa do ex-Imperador,
e este no da regencia trina: he prova-
vel que nesta mesma sessa, eu na outra
ao mais tardar, venha5 muito lampinos
pedir dmbeiro cmara ou que o prepa-
ren e arraniem (em todo o caso uusta da
naca) conforme a sagacidade financeira
que os distingue, e que ninguem ousa
disputar iiemh hnm nem a outro. O Sr.
Rodi igues Torres ; quando ministro da
marinba poz tudo fresco na sua repu ti-
c.m; mandn plantar algumas arvores no
arsenal para preservar dos ardores do sol a
quam quizesse ali passear e divertir-se; he
de crer que proseguir no me>mo systema,
grangeando por e>te modo para si, senaS
para a nossa marinha de guerra, huma
gloria immortal. Pelo que respeita apo-
ltica estas tres espaoidades pertencem
seita do regresso e da nobreza Iransmissi-
vel; e se o espirito publico os deixar an-
dar para traz bem a seu gosto, nao admi-
rar que voltemos em breve aos felizes
lempos de El-Rei D. Joa5 VI. Os Srs. Se-
bastia do Reg Barros e Maciel Monteiro
ainda nao fora experimentados em admi-
nistraca. Sympathisamos em geral i-obi
os stus principios polticos, que, quant*
pode calcular-se polas discusses da cma-
ra sao favoraveis ao progresso da ordem
e da hberdade. Acreditamos qua ambos
serio liis a estes principios, aos quaes o
primeiro ainda ollerece maior garanta, na
sua firmeza de carcter, e na perseveran-
ca em suas opnies, sendo para desejar
que se previna muito contra as astucias ,
e mesmo peifidias que ha de provavel-
mente empregar-sa para surprehender a
sua boa f, e para illodi-los e compro-
mctlc los. Estamos todava, certos de que
a liberdade ha de a despeito de todas as
tramase urdiduras caminhar magestosa
e sobranceira por cima de todos os estor-
vos que Ihe opposerem os apostlos do re-
gresso e da tyrannia tendo, como tem,
buui auxiliar poderoso 'e invencivel no
progresso do espirito humano e na forca
da rasa publica. Nao deixaiemos [sem
embargo di;to de acon-elbar s provin-
cias que se reuna fortes e vigilantes em
torno da cottslituica e do arto addicio-
nal; porque aquelle de*e servir de ancora
de salv4c na tormenta que nos ameaca ,
c e-te lie sem duvida alen disto, o depo-
sito dos direitos sagrados, e dos interesses
mais preciosos das provincias, a'aproxi-
mado do menorperigoo Parlamentar oc
cupra o posto que Ihe compete, e desde
j comecai elle de bradar Oh das pro-
vincias l aleita !
MEDIDA. DE ALTA POLTICA J
Por ordem do novo ministerio parla-
mentar, acaba de ser embargada a sahida
de todas as embarcaces, que estava a
seguir viagem deste para diversos poitos da
Europa, edaAmeiica. Qusl podesse ser
o motivo jo-toe legal, para huma medi-
da la oppressiva e vexatori ao coromer-
ignoramos o que possa evitar-fe ou conse-
guir se, com huma tal providencia. Pri-
meiramente, o facto da demisiado l'xa,.
Regente, o Sr. Diogo Aniooio Feij na-
da Uve de imprevisto, nem de txtraor-
dinario. Querer o novo ministerio dar-
Ihe o carcter de hum acontecimeuto, que
est fra ducon-tituica para em viitu
dedi-to, considerar-se aflUrisado a tomar
medidas que nao tenba o conho da lega-
lidade ? Nao acreditamos nem ta pou-
co tememos a raalidade desta conjtctura.
Oepois disto se por ventura o novo mi-
nisterio teve em vista que a noticia da
demissa nao precadesse as communica-
ces tifii iai s, que convem faser-se igno-
ra elle qne (nos das 18 e 10 do corrente
mez, antes de determinfr-se o cebbr*
embargo, nlgumts emha(C*ces sahira
desta porto P O certo he, que huma das
primeiras providencias do ministerio par-
lamentar tem j o sello da iuutiliJade, c
ao mesmo tempo da oppressa, e Dos
queira que nos nao d alia na cabeca sus-
citando a lembraoca de alguma raclama-
ca !
(Do Parlamentar de a3 de Setembro )
N acabamos em fim de assistir ao des-
fecho de um triste drama. O Sr. Diogo
Antonio Feij abandonou o seu Posto, e,
como era de prever procurou tornar es-
trendosa a sua partida com um Manifest
onde lanca sobre 03 outros Poderes Polti-
cos a esponsabilidade dos males do Bias*il.
Esta ultima circunstancia j calculada ,
foi acolhida samsurpreza e o Brasil sa-
be o que deve pensar a este respeito. Em
tro."o da confianga que n'elle depositamos,
o Sr. Diogo Antonio Feij deixa-uos a des-
ordem, a desconfianca em todoa os cora-
rles, a immoralidade no Paiz a Admi-
nistraca desconjuntada e' sem recursos.
Sem duvida a falta incompleta da medidas
entra por alguma coisa na cri-e dolorosa
que trabalha a nosea Sociedade; mas a sua
verdadeira causa, a causa primordial o
ter o Sr. Feij dcsconhecido constante-
mente que era Regente em um Paiz livre
e constitucional. A harmonia.dos Poderes,
ta indispensavel para o andamento da
maquina poltica, era incompativel com
o seu capricho contumaz com as suss vis-
t is erradas e at oppostas ao espirito da
Monarchia Representativa.
Hoje, como em Outubro de i83a, o
Sr. Feijp gfitava ao Corpo Legislativo:
urna revoluca bate porta ; o Brasil ser
perdido ; eu abandono o Posto se me
ua dais medidas extraordinarias. O
Corpo Legislativo e o Paiz olbara em tor-
no de si, nao vira a revoluqa e descon-
fiaran de tantos alarmas. Km 185-2, o Sr.
Feij deixou o Posto e o Brasil nao se pe%
deo 5 boje, se alguma coisa pode sal val -o ,
c precisamente a sua partida. Como pode-
ra a Cmara depositar francamente os re-
cursos naciouaes as mos dos Ministres
do Regente que os empiegiva em peda
propria e antes aggravava do que me-
Ihorava os males pblicos/'! Como po-
deria enteuder-sa a marchar de acord
com Ministros escolhdu8 aciutemeote pa-,
ra feir a sua dignitade ?! Como conce-
der medidas hgislativas de repressa qu-
do o Governo se assignalav. pjr suas ten-,
delicias arbitrarias, atacando um por um
os direitos que a Gonsttuica gartnte? !..,
Em vez da trausgir com a opiuia dos h-
meos moderados e mudar a ui poltica,
para conciliar seoapoio das Camai. s e do
Paiz, oSr, Feij prelVrj antes lancar-se
nos bracos de uu.a Admiuistraca que de-
va dar o derradeiro golpe ao san crdito e
levar ao cumulo o descontentataento pu-
blico.
Ao escndalo do patronato succedeo nu-
tro escndalo mais grave : alguns dos Mi-
nistros, e principalmente o da Guerra,
fora aecusados pilos cidudos m*is cir-
cunspectos em suas imputaces da lser da .
distnbuica dos empregos um ramo do
vergoubosocommeicio. O Regente linha
perlito conhecimento da degiadaga que,
havia descido o seu governo ; mas o seu e-
goismo caprichoso um t expediente lbe
segerio, o de dernittir-se do Posto aban
donando sem lealdade os amigas que por
elle se compromettera, generosidade
co, nao podemos ssbe-Io, assim como 'de seus adversarios, deixando o paiz no
meio dos diffireis embaracos que elle mes-
mo suscitara e justificando tu o com a fal-
ta da medidas. Kmfim, o.Coveiuo do
Sr. Feij j nao existe ; um momento
de volta para as rsperancas constitucin s
do Brasil ; pesa os bomens de boa f 1 e-
nnir-se para superar as delficuldaden qua
elle nos deixou.
- As promoces no exercito tem sido
numerosas u'estes ltimos das: os Omci-
aesda Marinha fora igualmente promovi-
dos quasi em masa. Ao ver ta espauto-
so numero de promoces, dir ss-hia qua
toda a nossa Armada acabava de' entiar
triunfante de urna grande batalha.
Mas tantas promoces em plena paz e
no momento mesmo em que um dficit
oonsderavel p.sa sobro as Fin a rica* do Es-
tado deceitu homa pouco o Governo
que as fe. Antes de abandonar o Posto ,
parece que o Ministerio se desvalou em
tornal o embaracoso e diflicil para o seu
successor exhaurindo-lhe os recursos
com urna prodigalidad* nunca vista. 'A
Opposica Parlamentar desconfiava com
juslica de urna tal Administrado quando
media Ihe com parcimonia os dinheiios
publiccs.
(Jornal dos Dbates N. 3l de 2o de Se-
tembro de i83j.)
(Do Sete de Abril.)
THFATRO.
A grande aceilaco que recebeu Mr..Val
lafdo respeitavel publico desta Culada,
com a sua peca o Macaco faz com que a
represente Domingo 2 2 do corrente, em
que Mr. Valli alem dos jogosqueaxe-
cutou de Macaco fai outros muitos,
quo deixaro saptisfaitos os seus protecto-
res. ^^^ _______
AVIZOS DIVERSOS.
Perdeo-se 00 dia 14 do correle
urna espora de prata com ciucoenta oita-
vas, pouco mais ou menos, da estrada do
S- J.os at o.sitio do Cirurgia Teixeira :
a pessoa que a tiver achado e queira res-
tituir dirija-sa a roa do Queimado loja da
Fasendas D. 9 que sei generosamente
recompensado.
^ Partecipa-se aos ti m barrad icos, e
pessoas dirigindo se Baha, que oaquella
Cidade se acha estabelecida huma expel-
iente caza de.aude ou Hospital Pcrticular,
onde doentes sao admitlidos e tratados
com toda a arlenca. A casa ebt estabe-
lecida no antigo Convento dos Esmoleree
deJarusalem, chamado Hospicio de Je-
rus Km culturado no sino do Cabeca ,
bem ai ejido, rodeado de agradaveis Jar-
dins para o recreio dos conraleoentes e
prvido com todos os cmodos que germ-
inante se acha em topos os Vsiabeiea-
meatos,
PLAR ENCONTRADO


4
DIARIO DE PERMAMBCO
K.'.UTHt.-iarBi-rtvigTira^.uifn-fiiMr-CTP
Na noiie do da i3 par* a manbc-
ci- no da i4 de-te crranle tre fmtaio
iljutii.sii.o iius Affogados na estrada do
Jiqui nina besta ruca cardara nova a
qual lem na perria Diteia fono : quem
i Rosario D. 15 primci>o andar que sera ge-
mrizainciite reccnipetiiado.
f^ le>tameuteiio do Reveieodo
JoaUtas Maitius tem do f..zer tima res-
tituicio aos herdeiu.sdc Jos Coelho Bas-
os, e como seja indspensavel para sa-
tufazer esta dtspoMcio que os Oaimos
herd iros su hebehlem e se entendi cara
otnnuiiciaale{ pori&eo icg.ese aos urs-
inos, bajo de comparecer quanto antea
em a leja n. ig oa riM da Cadaia do Ru-
cifv. Jos Guies Lia'.
IflP" O ex-Uiieilor do Tbeatro rng
pela ultima vez ao Sr. ... que lecebeo
para copiar em Janeiro a peca O f- da
Bruxellas llie maride entregar a!i. z. -nao
so se lia de dtc'sr o sau uome j mas pro-
ceder ua ibrrxa da |f,
ft"^ Precisa se iallar ao Si. Germano
de Pu!o viudo o Para queira anonn
ciar a sui morada pira se tratar nego-
cio .le 6eu otaxaate.
1 Stti^a'* Francico de Fititas Gamboa,
ai sciente aosS s. lurdeirot, uu po suido
es do T.heau-o d^-ta Cidade que ella lem
pago a i i U do Tbeatro ao Sr. Joio de
Aiamio Sisntiio ( como COQsia do recibo)
t O dia i2 de OiKubro d>cOi rente anuo,
cu pagamento-de 6 mezas, confirme o
Contrato (La escrtptuia celebrad i c^m o
oilo Sr. Joao de Aiamio, corro puiui a-
dor bistante, e pinr pal p viJa d Compatible ; ni Com fasse iwli-
milo em o me do prximo p tiento J i-
uho pra melero dinhodi reud.i em de-
p.sito, eesta inlimavio foi dois raezea
posteiior ao seu ultimo p.ig.imerito ao Sr.
Jo de Alamo por isao nao pode dar
nii.pl i ni c- ritn D dita eitaca ; o que I. >a
da lu Je ulubio em di.uile era uue re-
coliur ao deposito geral, as quantus que
se lo.em vencen io: o para o esclarecuneu-
to oos ditos Sr. brdanos ou s.us procu-
Tddoret taz este aunaucio.
1fc#" A pessoa que a anuncian querer
comprar um eicravo > rija-e a mi do Crespo 12.
XJF Quera pnciur de urna ama criou-
]a p.ra o seoviqo de urna casa dii ija-se m
5 puntai D. 13.
W* Ai ieuda-se um grande sitio, c >m
boa casa de Tivenda ptimo poemr ,
iiorta um partido de capim novo ce-
tribaria paia G v a-.iill .s ctxeira e ruis
arranjos um carro de 4 loas coin p>-
lelha e duas vacos de kit ; na Ouz
de almas, com p.intiairo e uor : os pra-
lendentee, dinja-se ra dos Quarteu
<>. a.
C^P Prerisa-se de alujar um- casa em
qualqoer das mas do Burro da d. Anto
hj quem a liver a inoucie.
%*- Para fura da Provincia ou iui--j
iiio para dt ntru delK>, um moieque con
idade de 18 a 90 aonos coiu olicio e
tan bem ItOca-ee poi u s.ifia ti atar do interior ue ueua caza : na
roa Umita s- Lia ;<> de dois andai>.s por
cima da p jp^ ASanliora l). M.ria Tncreta de
Ja*u- que tea um Genro em Km rsegro ,
pode dingif.ee a negocio deaeu intoraaau ,
u ra OaCiuz \'. 22 em caza da Auto-
no Jos Je Amoi im.
LEILAO.
k^ja- Que pretenda a/er .Vialiis &
Hjsci no oia 24 do coneuto, pas n
notas da itiauhaa de caa porcio de mo-
fis que coosis'e em cooim .uas ca iti
ras, aapelno, metaa paiajo^ar e car-
leiras tudo ovo em casa de sua i e-i-
enen, forte do mallo, ra de Jos da
Lota. 37.
l/y Al..'ioel Joaqiiim Ramos e Silva ,
faz le lio de iao (ra ricas b.ti''as por
contada quem pie cocer, aexta lana 2^
do corrent as lo d' maogaf, no arnia-
:u d- V icejte Teixeiit Coimbia.
KAYIOS A CARGA.
Para a Cahia
A Surnict Are Mari* idhf *l
o dia 26 do correnta por se ac'bar com
a maior parte do seu carru^smento a bor-
do ; (juem qoiier rarregar ou liir d p.ts-
iagettt, <*ir 1 j-* bu 10 .*eu proprietario Ma-
ootl Jo^ Xala>,-a t> morador n ra d A-
polloou ao Mostr a tordo.
COMPRAS.
IrJJbv" Um rp'mco novo ou com pouco
uzo : na ra da Crt-p.> D. 3.
8^S Uina est.nte e urna masa, anda
qusejrt otada ; quema tiver annuncie.
V-IP" U na prea de bous coslumes e
moca, e que tenba principios da lavar, e
eugoinm JUP Urna venda a dmheiro a vista, e
sendo em botn lugar e tenha Commodo
pqia f *ciuia 4-
VENDAS.
O Numero 65 do CJUPUCEIftO \ na
,-r. ca di ludepeudencia loja de livios nu-
mero* 57 e 38.
&& Roquetes de fill bordados em
Franca obra a roais rica que s>' pode
imginir, para qualquer S'. Ecilusias-
t co : na ra do Crespo loja D. 11.
tty- Um moleqUQ crioulode i2 annos
'le idade : na ra Diieita lado do poeute
D. 54.
8^ Urna negra do gentio de angola ,
com < anocs de idade cora una cria
de 3 anr-04, a escrava, cozinba cose,
(> l.vii mto e engoTurna : na praca do
CorpoSinto, nosrundo andar do sabr
do por cima do botcquirn de Autuiiio Lo-
P- a, .
jry tima nrgra da costa, cozinba o
diario de urna casa, l.va de harrella e
f.z alguns doces : ni ma ds Crnze-, as
iojas do sobrado nnvo do Sur. Francisco
Goosalves da Rocba.
ajqjpp Um c.ivallo lizio ramio novo e
Jone : atrai da Igraja dos Maitirios, casa
de trai rotula* vei d-s.
?^. P.spie|idor do mundo novo,
o bino de miqa inulh'.r e o novo Gu-
iar : Da pncaiia lud-pundeocia loja de
encidtruaHor D. 26.
H^a- Una volla de cordo grosso de
ouio, pira pescoco da hornero ou Se-
uhori, com 88 oitavasdd peso, um par
ieest: ibos, urna bride, e um par de es-
poras tudo de prat omai poucas de
oitavas de ouro vlho em obras, que poden
*evir, 100 palmos ds tena eutiearua
da Gloria, endireco a ra da Afgiia,
urna ferr^roeuta de urna tenda de otnives
com tudus os seus perlences : na tua no-
va D. 32
tjT^?" Urna negra moca (ata engo-
ma cozinba bem e las doce: na la
nova D. l3.
ICja Quartolas de vinho do porto, vi-
nlio%m garra fado de to las as qualidades,
rhADnr/ane licores, chivas de ginebra de
olanda, agoaardenl^rfe Fianca, strveja
brinca .e prtla caiirj'i de spai mneete',
sibio sip-itos inglesas e americ-m s ,
charutos de avam, e aruericano'em barra e ca xio lona io
Kleial, cb.s da r.^ssia tinta branca, pre-
ti e verde oleo He liubaca vei 11 z blan-
co presuntos salmo canservis mo-
liio para peixe : u>* ra da Ait.mdtga ve-
h.t n. 3.
f^" Umaacravade 2o annos de ida-
de, cozinba. eogomma lava roapa de
sabio a farrelV, e um uyleque de l/j an-
uos de ida Ja: ij roa, dp Vogo D. li.
/jp" Urna venda nasa ponas, na qui-
na do beco do malino D. 17, qua ter de
loO'io pouco mais ou meuos i:5jo^joo:
na rap.-raa.
/y Uoa carne scrca, e por pra^o com-
modo era porcao : a bordo do Lirigne Oli-
veira def.onte da gualda do Cl'ejo.
jtjp Uirifl venda com poneos fundoi,
e paga de aluguel 5&>oo : na ra do Ara-
gao L). 6.
ajty Um cabrinba de dide de i2 a
i4 aiioOl m -ito bom para pagera e um
uegro de n moco e muito 10-
L^to muito ni.m tr.balliador de enxada ,
^amb-mganh-'dorderua: um c.ldeiro
grandede cobre propio para coxinbar paia
eHcravoiimalguma Frbiica : um rala-
ro giaride de madeira donrado com
diwigtw io >beui, da tullo maior e me-
m>i : utis radei naca grandes paro Embar-
c.cf8 Ferrige viuda d" Porto sendo
eux.idas foices machados meiis foices,
e machados focioHns e macbodinho es-
tribos de ferro aimilacao dos decasquinho,
obra hi m ftita de en'couienda do gosto mo-
derno brides di misma qualidade e isla-
nhadas, presos, ripaes, caixes e fiTc.
tudo junto ou em porcas, e preces cotn-
modos: na ra do Vigrion. ai primeiro
ondir, disghoui da manhaa tmeio dia.
3P* 5 dvallos da sala de diferente; co-*
res, comrnodos em andaie, proprios paia
o pateta da fasta : asa terrea puede meia
do fogueleiro da ra do Rozaiio da Boa-
vista.
XaV" Urna neg-a de naci 8*be bam
fizar o set vico de urna casa engommi mui-
to |bem%ose e cozinha "ulrivel : outra
lamb.'ffl de naci sabe cozinhar engornma
e f va Independencia loja n. ao.
|ty Una negra de naci, propiia
para tedo o servico tanto de casa como de
ra por ser rauilo agel ; e um muleque
crioiilo idade 10 aonoa e propiio para
ijua'quer olcio: ru- de S. Thereza D. 9.7
W^f Um ptimo es. ravo paia todo e
qualquer servico :.na vua dos Quutois
^Cy* Cha i'isn, dito imperial, dito ?1-
jovar, dito i^on tikin agoa-ardente de
l vinbo de imoana eecca em harris dito
era garrofddu da ditTeiente qualidades ,
ca deiras americanas terveija bianca e
preta, irasquaias com gembra de ol.mda,
presuutos aighzes vassouras de cabello,
e de p.ilba selius ingleses para ho.nem ,
ditos para Sauhoras salacus, s-lm> em
latas couse vas de differentes qualidades,
bolaixa ameriaua era batir as e.ariobas ,
chepeosde palha fina e ordiimia, tinta
vate, e br.me.i sapatos inglezes, tin-
ta paia marcar roupa dita de escrever ,
graixa lijlos para ariar facas torneirai
de metal brauco estovas para ravallos ,
pentes de ferro e de chifiA para ditoi,
peesas de cabos camisas de madapolaoe
delncalo, calses de brim, bons paia
uu ujo ,-conserva de aop de It-bre iade-
nt/. charutos, caxirabos s toaforos, c'arteiras com caivetes giam-
maiica ingleza e portugueza oculos do
ver ao longa mo-tii da, hatijas com oleo
da bnbaca aseite doce era garrafaJo,
uiolbo para peise penicea de Saaim ,
chpeos do cbili : na ua da Ciuz nu-
n.eo.'ii.
HP" Um muleque de ao annos, com
piel 1 enca pra fura da Pio'incia: no At-
l- i'o da Boa-vi-ta ua piimeira casa nova
no lado direito vindo de S. Antonio.
*5p- Un.a pela de n ra ; e engjinmadeira de idade de a5 an-
uos com orna cria de 2 annos, na roa do
Reugel casa de a andares i3 das 3 ho-
ras as 6 a 111 de e das 7 as 9 d < manhia.
yy Urna cabial b'io parida a pouco'p/
tem Iioid hite: na iuado Arajgo voltau-
do para a Santa Ci iu h. 2a.
%rjp ?2 hhrs de petiua esrclbidas na
ra de San'a Thereza venda quofaz qui-
ta para o Pociubo l). 3o.
jeja Moiobo de moer milfio: na ra
larga doRozano venda D. 4.
*jf" Um konito escravo de idado 18
anuo* oflicial de sapiteiro na ruado Ai-
ragio l). 2i.
VjjT Urna e9crava de naci mina, de
22 anuos de idade coz'iliM e ensab >a :
Ua praca da Independencia loja da seriguei
10 40 da d. Sr. Jal oy.
^Ci^* Umjogodo Uiccionaiios inglezcs
pequeos por Vieira a sabr do Ing'ea
pjia P.niu^uez e de portugiifz para In
glez ; ero boro e>t ido e pnco coramodo 5
UArua Augusta l). 27.
- Qieoiqui-er comprar um npgro
canueii o moyo com boa d tu, na ra Ui-
retta D. 11 tarcairo andai.
tt^?> Caizas de tartaruga cora retrato
fino ditas ra.tizai,is ditas is, frvel-
la para l'adia cartas douia l^s e finas ,
dados lino* de mar lira ; ua leja do Bau-
deira ruado Cabug.
8pT> Putassa Kujsiana, nova de supe-
rior qualidad por preco commodo: na
1 ua do Vigirio cisa 11. 15 no Escritorio do
Lo'dnrl Meoeses,
9Lg>* Pesias de chitas :impas a 5^)oo,
5#5/o ^ 6^00 a rctiliio a 7 8 e 9 ,
vintens cada umcovodo, platilh&s ii.'ia
de bullo, pecas de bretanha de hambur-
go com lavares, e outras fazendas tud<
dinheiro a vista pelo menos preco poa-
sivel : urna poicio de cera de carnauba ,
o eto grandes canoas da amarello pro-
prias para barcacas, par aetetn liastante
grosaaa: na loja de Manoel Francisco d
SMva na praeinha do Livrauauo sobra
do novos de 3 andares* 0
ESCRAVOS FGIDOS.
i/Op* No dia 4 deSetcmbro fugio um
eprtto por nome Matbeus n./;i'j toando,
tora os siguaes seguintes : aitara .pro-
porcin;! grosso do corp 1, apgrandes ,
bem fllame e baihad'i, levou vestido.
camisa de brim e calsa de ganga azul
os appreheodedores que o pegar, quena
levar no atierro da Boa-vista loj 1 d:
Joaijuim de Uliveua e*Souza que grati-
ficara' com 5j)')oo
fCTPr Na noite 14 docorrenle auzentou-
se um negro de nome Andre, canueiro,
e couhuco nos portos de canoas povj Pe-
dro ainda mais pelo estrela de naci
musambique cor fula c.>m divercos
sigues pelo rosto de sua larra, de onde
I lie ve ii a anto'aom da cabeca pela parte detia/.um lugu' qae
reprezenta o eso mais alto e riesie lu-
gar menos cabillo que bem descobie o cas-
co ; reprezenta 3o e tantos annos nao
resta na ni urna ihivi Ja eatar no Vlangni-
nho Pas>agem e o ruis certo no no Po^o
da panella : ssr bem lecompensado quem
o lev.ir a seu pi oprietai io Simad Concia
B.. valear.te Macanibira.
t^^ Joio caba da boa altura e nao
muito stci o da idade de ai a 22 anuos ,
cabello p xahitn olhos tiigtieiros, prin-
cipiando bem a birbar tem ajunta da utu
peom poco ensillo e urna sicattiz infor-
ma de meia la natesta junto ao cabello
proveniente de um cce de cavallo que
bem dernosira o iustrumento que a pro-
duzioet;m mais f.esca sicatritez ikis
nadigis: qnern o peg ca J-i loja da Joa5 M pnsai com geneiOiidade.
/y IJni o dia -i iio coi rente fugio da
praia do Colegio um negro mucambique
cbamado Antonio, lulo, alto, e magio
com pequeos bolbes de frro da pon-
ta do naris t a testa um escroto muito
ochado e os dedos de um t fe-r ido o
amarrados com utn panno consta an-
dar pela casa irte, e emeliaaScs do Mo 1-
teiro ; e quem o pr< tender levando o ao
arm-i/.om de Antonio Pinto, difionteda
Palacio ou ao Bng'ie Oiiveka ser bem
recompensado.
|rjr Fugio no da 6 do corrente rnez
urna pela ue nome Joanna e-crava de JoSc
da Silva lla-lo morador na ra- da Gloria
casa 2t com os signae* siguintes p*i-
xa gorda com um talbo no rosto pioreguii
du da auli riti'-elba por cima do oltto direito
ou t-i-queido thc a ponta'da Ixiba toda
a pessoa que a prender cooduza a dita
pata que eer recompens.
aj
MOVIMEATO DOPORTOi
tSavio entrado no dia i5.

P0RT0SD01N0RTE; 7o dias, Paque-
te N. Bratilia, Commandantao a. Te-
nenie Angelo Costodto Ramos de- Olivei-
ra pis>agei^os: o Cap. de Fragata/,
Angelo Petra de Bitaucmt o 2." Te-
nente da armada Hormemrgido Anto-
nio Barbosa um cabo, dota soldados ,
dois invlidos pata a Babia e um sol-
dado para essa proviocia, 6 2 pata Fer-
nando, 4 sentenciado-i, e um preso para
ser entregue ao Exm. Sr. Fradenle
desta Provincia.
R. J. 19 cias, Sumara N. Espardaie, com
125 '1. M. Jos do Silva Santas car-
ga vario.i gneros : a Manoel Ignacio de
Oliveira, pasiageio 1.
D.* 9dias, BcigueHespanhalS. JM. com
217 T., Cap. Jos Conill: a M. J, K.
e Silva, paaaageiro 1.
Tli. V. Tip.9Bi f. ue r.:ni.\.-r857


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