Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03272


This item is only available as the following downloads:


Full Text
1
ANNO DE 1837. TERCA FE1RA
fy
lt E OUTUBRO. N. %2\,
PKHN. raTYP. o M. F. orFAIUA. 1837.
....__i .i i______-.i-juj
'
-J
i

iU
das da srmana-
lg 9ea;nnda S. Martiniano Mi Aud. do juiz to
Cr. dedet.Ms. da 'l'. Publica.
17 teica S Hiidu vigiles DuquSX. Kel-dc m. e and.
do -). dos 0. de i.
18 nana 8- /,uc;s Kv. Sea. dftT. P.
10 Jiinii S.'pedru de Alean, l'adro.iro do Imp.
ttel. d; mm ce.
'JO Sexta >. Jobo Canc. C. Ses. da Tlies. PnJ>.
aUO, do J. d- (Vdi: t.
21 Sbado S. rsula c suas copm. VV. MM' Re. de
ni. auH. dn V. (i. i| i. ein Ulinda. Qiturt ruing.
as 7 h. 35 ni. Ha manh.
2 Domingo 3. Alaria alora.
are' clicia pira o (lia 17 as 7 lloras e 42 ni. da ni 8 li- 6 m. da tarde.
Te do agora dependa de non mumni dencia, moderarlo, r. energiaicoolinuenioii conji-
iTincipiaino. erenio aeontadoi coai adnur
5o enue a( N'a'oen niaia c u itae.
"1
trclamaf0 da JiumUta ral da Mrmti
nbicreve-ie a lOOOre. nennaei pa|*o adiantaito
eta Tffogr\t, ra dhs (,'riies D. 3, e na Pia-
Ca da Indi-prudencia V. 37 e 3S mdete recehMrn'
correapoudenoian le|aliaaita>, e annuncioi; ......rn
do te ete irralia (endo doipruprioi aijg-iianlea,
Tllllo IMieiUlllll,
CAMBIOS.
Outubro 16.
-^Ondre 20 Di. S. poi I.OOOced.
Lisboa (5. pora|o premio, por metal, Nom.
Franca 316 a .'120 Hs. |ior tranco
Kio de Jan. 6 p. C- de preui.
Moea le (1,4(10 13,800 as ve I has, novas 13,000
., 4,000 7.000 a 7.200
Peaoi Colimare* I 58 >
dittO Mexicanos 1,500 1,590
l'alaccs lliasilciros 1.58'
Premio dfti lellrae por mea I l|i por o|0
Cobre apar das titulas
PAKT1DA DOS CORR IfiOS.
ulinda _Td > o diaa ao naaio d.
(ji-.-ia. alhanrira. Parala, I ill-niit Conde. Ma
mapiape. Pilar, taal de S. Joan. Ilrejo d'Area.
ilainli, I'omlial, N.-ra de foaaa, 'iilaiie do Natri.
Vil'a de (oiaoiiinfca, e Novad* Prineeta. Cidnd*
da Fortaleza, Villas do Aqniras, .Monte mor no'"
Aracatv Cascare). Caninde. Granja, luiperalrlj
8-Bernardo, 8. Joo do Principe, Sobral, Novad*
BlKet.Ico, S. Matbeaa. Reacliodoaana;, S
Antonio iio Jaraimi Qaeteamabim, e Parnahlba
Refundas e gctaaiefcM aO nieio dia poi via da
Paraiba. Sanio Aullo- Toda* a quinta* fe i r a ao
meio dia. Garanliui, e Bonito nos diaa 10 a 24
de rada mea aomeio da. Florea-no .lis 13 M
:ada un-/, ao meio dia- Caun.Serinhaem, H o fot*
mozo, e Porto Calvo--aos dia l, il, e'l de cada
mez-
RO DE JANEIRO.
MensagTn do Governo a Cmara dos Se-
nh' res Diputados, na Sesiin de i% de
Satembio pelo Senhor Ministro e
Secretatio da Estado dos Negocios da
Fasenda, Miguel Cdlmou du-Pin e Al-
meida.
Aui;usIo dignissimos tenhoree rupie-
tenanle da naci.
AprasenUda, como objeto da primei-
ra urgencia, a precisio da ham peotnplo,
elc.iz soccorr > aquellea boas Urasilei
ros, bul pugni6 pela legilidade co'fl e-fn-
cos quo, inlelismente tem sido lio bri-
(ioj e louvaveis, qi;cit.: IK-i cates e
malogrados a filt-t de opp>r(una bam
dirigiJa coadjuvHco ; a actual adtninis-
tracau penetrada, romo lhe cumpre, do
maia aucioio ia'\t de occarror a ella,
empregn io todo o tea cuidado emapla-
n pecerio, e acoullerar o rneios d* pre-
cnclier quanto iev:limi>, (y dirtstale n
a esmerar u* seus disTei'os, o b'.'in ^wau-
sa pulilica a dig:iidade a iutep.ri la le do
imperio); delib eia, tem aguardar o
tardie resaludo do decretado raernta-
mento, Lser por em m.ircha desde ja,
desta e das outra* provinoitt, toda qan-
.5 iro ,i\ de primeira linba se julgt- c>n-
veniente para o mais preste' coosegui-
uiento do Qu. E porque da execuv <
i.-idispensavel desta tnei'da nasoe a outra
precisio a dei substituir essa trop.i, a ij'
ba d destino por corpos de guardas n ici-
onaes que se destaquen, e empreguem
noservico das peapas, cortas e fronteiras
to impeiio ; puis-oo Regente ioleriuo,
iru oorna d Imperador, toe encarre^u
la aproenlar a a esta angista camai.i a
uegniuio proposla :
Ait. i. O Governo -fiea autorisado a
desticar !\ <>< homeui das gundaa na-
cionaas de todo o impario portenjp)
de hum anuo, para o saivigo e dffesa
dad pracas, costa e frooteii as das previa*
cas a que p- rtencortm.
A.t. a. O guardas mciouies que no
obedectfierrj ao chamamento do goveroo,
pa o fi.-n decUrado noarligo anteceden-
te, eiao imaaadiatainente reofutados pa-
ra os corpos de primita linhi, arn que
sai virio pelo temoo que o governo jul^ar
convenieBle, nunca pore 118 annoe ; nem aioda aquellos que tive-
reo algum motivo deeMiiza que no ser
ja o de imposslidaile pliysica.
Art. 3. Fica revogadas todas ai leis
e oidens em contrario.
Aagustos e dignsimos stitihorts repte*
estantes da afio : |
Aoeutrdc na direccio dosnegocioj, foi
hura dos priirteiros cuidados da adminis-
trapio o inforiuai-se do astado d.s ''un
provioi-Ms do imperio onio a rebeli
e anarebia levantarlo o eUandatte da de<*
truicio. Pelo ox.i.ne da correspondencia
olliei.ll, cor.vi-iiooii-se ella (pie aiu
  • de graca nos zes que determititro o pider l-gislativo
    a suspender algumas das formalidades que
    garantem a Ubardade individual, e que
    necasiario he a continuado da mesrnas
    me' as.
    Nio tend >, porem, o governo pdr fira
    perseguir, mais tmenla chamar a ordem
    cil.idao* illuiidos e dar lidordade e se-
    guranza a industria pacifica, nio varil-
    la hum momento em f.iser acompaulnr
    est medidas de Irim amitiatia.
    E, po-so/o Regenta interino, era
    nO'ie do Imperador o Senhor D. Pelro
    Segundo mo ordena que appresente a
    esta augusta cmara a aeguinte propos-
    ta: '
    Ar,ig'> F'ca prorogda por mais
    hum-anno, ns provincias do Para' e Rio
    Graode de S. Pedro do Sul, a tatpen*
    iii de garantas decretada pulas leis d9
    a2 de setembro da 1835, e 11 d-_ outubro
    de 1836.
    Art. a. O g->vernr fica autorissdo a
    conceder mnilu geral uu particular, as
    pessoas envolvidas nos Crimea d tediccio
    ou lebellio, commeitidos nas mestius
    provincias, caso humanidade e conve-
    uien ia do estado ai-in aoontelham.
    Pepois desta leitura, o S'iihor minis-
    tro se retir com as fortn lula les dorm-
    ame, e as propo-t-S So remet :d:s a C0-
    misso de conatiiuisio.
    PERNAMBUCO.
    GOVERNO DA PROVINCIA
    Expediento do dia 14 de Outubro.
    OTtcio Ao Exm. Prndente da Pa-
    rahilx, enviando-lite um ollici do Di-
    rector do A seal de GurriM do qual vera'
    que 110 mes.ijo Arstiml nao edujera Ks-
    jj.-das comas quaes possa s,r aalia/aitd
    a requisita i'i- tez.
    Diio Ao Inspector da Thesouraria ,
    pira mandar entregar ao Corumandaute
    Geral do Corpo Poluial 3 meses de si-
    dos adiautados para as praca's soens de Co.mpanhias, de Inlantaria das
    Comarcas m.'ii temlas a lira de sertm
    1 ni- tiiJos por tutermedio do referido
    Commandan'e Geral, e evitar-so o incon-
    veniente q'se encoulra na remesoa rnen-
    tal de tars sidos.
    Dito gAo Co iirnanaDteGcral do Cor^
    px Policial, communicando-lbeocflnleu-
    do no precedente officio.
    Dito Ao Commandanle Superior In-
    terino das (i. Nacionaes do Retire, alivi-
    ando-! he um officio do P afeito do Co-
    marca acompanhado de outro do Sub-
    Prefeto da Freguesia de Santo Am.iro
    de Jrtlioata em qu.- d paite do abuso,
    com que se est procadeudo alia qualifi-
    eaca de G. N. a fim de informar a res-
    peilo.
    Dit^> Ao Director do Aisanal de G.
    resiiondendo Jbe que n^ endo de ma-
    DtrH alguma attendiveis a* rasoeus pon-
    deradas em seo officio de 15 do crrante,
    dnve mandar faser a nova forca palo Ar-
    senal coma Ihefji ordenado.
    D.'to Ao m-srao, re-pondendo lhe
    mis fjilo como informa na5 ejtistiram
    Eipadas no Arsenal p.ra se trocaren) pot-
    as arruinadas quo da Parahiba vieran ,
    fica aem ff-ito qui'quer ordem que te-
    nha para f .ser semalhaita troO*.
    Portara \u In pector do Arsenal de
    Mari nha para foruecer ao Diiectoc do aVr-
    ttnal da Guerra urna fincha para trarn-
    )0' tar arman.ento da Fortalasa do Brum
    pira o ni'mo Arsenal de Guerra.
    Dita Ao Cimmand nte da Fortala-
    > do Bi U'ri para entregar a o/dem do
    Director do Arsenal de Gvrr lodo o
    a-nii-tito eucaxotado que na mtsma -
    xitte.
    CQW.tANDO DAS ARMAS.
    Expeliente io dia i2 de Outubro.
    Offioo Ao Inspector do Tbesouro ,
    devolveudo-lhaa guia do G. Nacional An-
    tonio Fiari'isco, disendo Iha tpie para
    que ella toase cobrada miler be fasiaque
    oengarregado d^ Cintab-didide Militar
    prestase ao Gnartel lyirstre A. H. D. os
    sel u\cim>'(ilcs <|iie pede.
    Dito 11 mem HhvoI vendo o reque-
    rimerito de Victorino Fc-rreira deCarva-
    Iho, e d-B'lo oesclari inenlo pedido acer-
    ca do mesmo pelo o file i a] encarregado da
    contahelidade Militar.
    Poitiria Ao Capitio Antonio Gomes
    Lial, mandando domine o reci uta do De-
    posito Jauaa.'io Fernandj, por ser oar-
    rim > desua in ligente Mai, e ass m o de-
    terminar o Exm. Si. P.e.ideuta em seu
    despula ir- 11 dcste me/.
    Dita AoCipilo Jose.Toaqii n da S.
    Smtago, remol ndo-llie um officio do
    Inspector doTueouro, requerimento ^
    guia de M''tiiitio Jos, Mauoel Antnr.i >
    e Manuel de Castro, para qoe houvesso da
    informar sobra a preteucio dos mes
    Boa.
    Pita Ao Quariel Mcstre AlTougo lio.
    norato Bisto?t mandandoco'rar os ven-
    cimtntos que re^tata a dever a Placido
    Jos da Rocha.
    Expediente do dia 13.
    Officio Ao Kxm. presidente, disen-
    do-llie qu* Bnbie reqoisiaoQ do Mtjor
    Fraaciaoo d'Arruda Cmari tencin va
    armar a Forca Expedicionaria ao Rio
    QranledoSut com as epingardis doad.
    i7 ltimamente comiaus, por eerc-m
    f mais forta* e milhor fibricadas que aa do
    padrad mas em vista io officio do Dire-
    ctor do Arseoal da G jeera que Ifie ie/iet-
    tia,oemo qunl comifonicjr.i haver S.
    Ex. ordenado, que a lae. arnns st* for-
    ne.:es-e ao Coronel Joaquim Biptista A-
    vondauo 5oa ara-lhe a rogar ti vene a
    bandada de revogtr e*ta ordem no casv q'
    tosie posstvei e atlti>risar ao Director a
    dar ao dito Avonlmo igual 11. de arma
    da que anteriormente exi tia.
    Dito Ao Prefeito ta Comarca, re-
    quisitatido-llie a b m do n > ripo <> regros-
    so do Tente SebtatiaS Lopes Gvm cuja presa-nua no seo 13> lU'a noces idada.
    Dito Ao Doutor P.esdenle da Ja ota
    de San la couviilaud-o a compareaer oa
    Secreta lia Militar aj 10 liorna do
    stim de iiispacciuiur o Aliares J. P. de
    Millo.
    Igiul offi. io so derigio ao Dautor F.
    X. Patena de Brito M.iibro da uirsma
    la ola.
    Dito Ao Inspector do'L'f -.souro re-
    mellen do-le oa f'cljreritticrtos que ha-
    via' pod.dodo CapitaO J- J. da Svm San'i-
    ago sbreos requeiimenlos do Wencealio
    Mendes, Jos Luis Corroa, Mmol Go-
    inet} Joaquim lOte de Santa Auna, e Ma-
    nuel Ignacio que davolvia ficiudo aa>
    sim ro-pondido o seo offi io de aS de Se-
    tembro ult.mo.
    Dito Ao Director do Arsenal de Guer-
    ra eommunicrtudo-lie o.-t r pTomplu di
    For do Buraco o q tarjo I destinado para
    o Laboratorio autes removido do Brui-i Onda ta echa.
    Oto A Mijo.1 Co nm ilduhj do
    B>talha5 7. do (J.issaJoie^ oanJo-lha
    i] jaconsi Jera i* a destacado no Rio Graaajks
    d Nirte o-ol lado impedido do Gp:ta5
    M. J. P. Sarra ntoquu vai ali Commau-
    dar o Destacmanto.
    Dito Ao M EipedoaO ,c mniuB'atido lii' que
    Foi'Q* sob seo mando devia lavor -tn c.iixa
    quatro me-ei di sidos adiarUtfoa, o
    (;iatili- bonar pelo Decreto de 10 da Outubro do
    anuo pas-u4o c ai que COOpelia n
    es Alteres pelos seos dilljr ute'-Com-ti. n
    dos, conforma as or Jens qus respeito
    I
    )


    5
    dado o Exm. Si. Pre.idente.
    Dito Ao i. 'Pnente Joaquim Jos
    de Ffria Nevsa mandaodo quo a res-
    pondes^ o motivo porqao ua5 tiuh 6 hi-
    do os carpinas Irabalhar no coacerto do Pa
    iol que s prepara no Forte do Buraco
    iira recebar a plvora do* particulares.
    Dito AoCommindanle intarino do
    Forte do Buraco disendo-lbe que ao
    Dr.-dor do Arsenal de Guerra linha in-
    teirado da promptificacaS do quarto desti-
    nado ao Laboraloiio, a Gin de aercampe-
    teutemente transferido.
    DIVERSAS REPARTlCOBNS.
    ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
    EDITAES.
    Na Porla d'Alfandega parante o Inspe-
    ctor da raesma s hde a n matar em lias.
    ta Publica a qiem mais dar no dia i8fo
    conenle pelas 11 borai da manhi os se-
    guintrs gneros.
    Alfandega i4 da O ilubro de 183;.
    Iuspector interino.
    Jacome Gerardo Alaria Lumaclii de iiallo.
    Armasem numero 6.
    1 Barrica com pi de sapa tos 3 6 libras,
    1 dita com i3 9jo penaas averiadas i
    barril com l4 i dito com 4 dil de chorizos, i dito rom
    75 libras de touciobo arruinado, 3 dosiea
    de choiifos dito, 7 barrisTasioa, aa ba-
    laios ou cestas.
    Armasem n. 4 6caxas com 168 vidros
    grojoa para telhado da 24 polgadasaa, ao
    e i a, 571 vidros grossos de fe 8 polgadas,
    ii ciixas com 5:113 vidros tinos para lam-
    pioens de 7 palgadas 6 e 5, 1 porcab da
    p.'dacos de vis*os groaoa, i:7<*4 padrea
    paraladrilho 3#o remos armiados, 7
    pessas de cabj cm 87 arrobas, 5 ditas de
    dito 6 ios arruinados, i virador arruina-
    do com 41 arroba.
    Armasem avulso A caiioens com 2o
    baocos para maquina de algoda5,i dito
    com a4 latas de tinta braoea de Oleo pe-
    lando 38o libras, 1 caxa6 com ferros re-
    lhos, pesando^ arrobas.
    Armarem n. 7 1 caia5jj:om amostra
    delouc-s 3 sacoacom Pimenta arruinada
    pasando alo libra, 1 raixa com vidroi
    vasios, 1 Dita com resto da migante*
    pesando aa libras, 4 MCOt de chumbo,
    pesando lo libras. 1 gamella da sera pe-
    quena pesando a8 libras, 8 dasaa de bo-
    t jase 9 vasiai, 4 birria de Goma copal,
    pesando 56; libras..
    Perante o Iaspactor d'AlfanJfgt, e na
    porta da mesma se hade arrematar no da
    aodo correte pelas 11 horas da manhia,
    5 barria com vinho.eum dito com ago-
    rdenfe apprebenlifioa pelos Guardas Pe-
    dro Balbino Jjseda Motta.e MatbiasMa-
    Doel de Jaros desembarcados de bordo
    doHyate UraaiUiro ConceicaS pelas 10ho-
    ras da raanbia dodia 4 do correle.
    ATiudeft* 1^ de Outubro de 1837.
    O Iospeclor ialeiim.
    Jacome Gerardo Mara Lomachi de Mallo.
    MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
    A pauta he a mesma do N. ati.
    CORREIO.
    Existe na Aministraca5 do Correio
    Geral urna Carla segura para Josa Vel-
    lo So are*.
    A Sumaca Portuguesa S. Jos recebe a
    mala para Angola hvj I7 as 4 horas da
    tarde.
    iaaaa
    ARSENAL DE GUERRA.
    O Arsenal de Guerra compra os ge-
    Bo^fguntei: tjat-d.nho d'-m.reloou
    madeira mai, dora, cu.t.do da ara.nl* da
    3o palmos taboas de lou.o de aaioalho de
    go pateos, taboas di louro de assoalbo de
    a5 palmos, taboas de pinho enxameis
    de 36 p. eoxameia de 18 a 2o travs da
    a5, travs de 3a, ou pedacos de 16 me-
    5a travessas de ao e caibros de 3o : quom
    ditos gneros liver e quiser vender com-
    pireca no Arenal de Guerra a tratar ea
    justar cora o Director do mesmo a fim de
    ae comprar a quem por menos vendar.
    Arsenal de Guerra i3 de Outubro de
    1837-
    Joze Carlos Teixeire.
    Director.
    O Arenal de Guerra precisa serventes
    escravo* a forros.
    Quem quiser contractar-se a dar car-
    va de Serupira ou oulra madeira rija di-
    rija-sa ao Arseual da Guerra para o bjus-
    le.
    Arsenal de Guerra 16 da Outubro de
    l837- m .
    Josa Carlos T.ixeira.
    Director.
    Precisa-se neste Arsenal de um homem
    qne se encarregoa de levaras cardas da
    Guarneoeus aa vellas, e aieite dmi i.'intm
    tes
    Arsenal de Guerra 16 de Outubro da
    i837.
    Jos Carlos Texera.
    Director.
    PREFEITRA.
    Parte do da i5 de Outubro.
    Illm. e Eim. Sn>. Parlecipo a V.
    Ex. que loia presos a minha ordem e
    livei destino, os individosseguin'es: Jo-
    ab Francisco Lima braneo pelo Sub-
    Prtfeito do Recife por ebrio e briga
    com urna roulher ; Joa6 Ferreira da
    Costa pardo pelo of Acial da 1. ronda de
    Polica, por contravengas das Posturas
    da Cmara Municipal ; a Jos Francisco
    da Salles braneo, pelo Sub-Prefeto da
    Boa-vista por ser de conducta deprava-
    da.
    Na5 consta que occorresse mais novi-
    dades.
    Daos Guarde a V. Ex. Prefeitura da
    Comarca do Recife i5 de Ou'ub. de 1837.
    Illm.* e Exm. Senhor Vicaute Tho-
    mai Pires de Figuerado Camargo, Pre-
    sidente da Provincia Francisco Antonio
    de Se' Brrelo, Prefeito da Comarca.
    Parta dodia 16.
    l'.lm. o Exm. Sor. ForaS presos
    miaba ordaiu e tivera destino; Jacnlo
    Lopes, Francisco Gi igorio e Iuaocancio,
    protos, esta escravo de Rita Paes de Men-
    dooca pelo Sub-Prefaito de Sinio An-
    tonio o 1. por espaocar a um rapar o a.
    e 3. por vagabundos} Jos Luiz de Soua
    bianco e Manoel, prito, escravo de An-
    tonio Gonc^lves, pela 1. pati ulha rja Ri-
    beira, tste por briga com oolro e *quel-
    le por estar armado de um Ccete junto a
    urna esquina pelas 9 hos da imite e nao
    querer eutiegar o dito ccele ; Joaquim ,
    et>cravo de Jos Goncalves Ca9ca por
    um soldado de Polica, por estar fgido ;
    Antonio, tambem prelo esciavo de Jsjfib
    Manoel de Sequeira pelo mesmo soldado
    por tel-o insultado estando em desordem
    com uca caixeiro ; Manoel Maria bran
    ro, Andi preto scravo de Joaquim
    Marques, e AlexanHre lambnm preto,
    escravo de Anna Xsviar de Mendonca ,
    peloSob-Prefeiti do Boa vista, o 1. por
    ebrio; e insulto a ouiro; o 2. por estar
    em succiacom outros encommodando o
    p'.blico; eo3. por briga com urna preta;
    e Andr Peraira da Rucha, ludio, e
    Ciprianno Jos de Mello braneo, pelo
    Sob Pi eeito de S. Pedro Mariyr de Oiiu-
    da por senm vagibondos.
    N consta que ccoriasss mais novi-
    dades.
    Dos Guarde a V. Ex. Prefeilura da
    Comaica do Recife 13 de Outubro de 1837.
    - -Illm. e Eam. Senbor Vrenle Tilo-
    mas Pires da Figueredo Camargo Pre-
    sidente da Provincia Fraoei-co Anto-
    nio de S B .1 reto Prefeito da Comar-
    ca.
    ED1TAL.
    Amador Antonio da Cunha, Fiscal da
    Capaila Filial da PovoacaS da Bebiribe
    em vii tude da Lei.
    Faco saber queam cumplimento ao o-
    Uno da Cmara Municipal da Cidade da
    Olinda dactado de 11 do crrante, olfi-
    citi aosSrs. Claodino Jos Braneo e oPd-
    dr* Francisco Jo.-e de Lira para que no
    piefixo praso de 5 dias lisessem recoar a
    cerca que 6sera6 na estrada geral; pondo
    asno anligoalinhamentoque mandou dar
    o ex General Luix do Reg e nomo o Sr.
    Padre Lira nao quistase recebar o ofcio
    por mim darigidopelo presente, e pela
    imprensa faco serto aos m"*Srs para q' as-
    siin cumprab pena de ser multados na
    forma do art. 5.* das novas Posturas rain-
    dadas obseivar por S. Eic. o Sr. Presiden-
    te.
    PovotcaS de Bebiribe 13 de Outubro
    de i837.
    Amador Antonio da Cauha.
    DIARIO DE PERNAMBUCO.
    Nova AdminjstracaS.... Eis aqui o fac-
    i estiondoso occorrido na Capital do Im- ,
    periooqual conforme ao qao aimuncia-
    mos em nsso n.* aii veio confiruiar a
    chada do B. N. Bom Je8U'.
    Nova AHmiiiistraca5 En verdadeella
    na5 era mijito incgnita ao pensadores po
    uticos hum golpe de Estado ou huma
    levologa segn lo a desarmonia am (| se
    chavad os Poderes coustituidos pela des-
    sidencia dos seusmerabros. Ecusamo-no*
    da exporo nosso juiso obre a cipacidade
    da nova Administraras do Imperio, por-
    que 110 aeu pessoal tem ella bastante crdi-
    to e altamente pode afivncar a esperanes
    dos Braeileiros } composta de notabilidades
    de reconhecido saber cumpre fuer an-
    da notar duas circunstancias roui salienla
    para fixar-se hum justo conceito ;. e para
    ijiiee-ta confianca ta6 pre.'isa ns Gover-
    uos Representativo^, seja a base onde os
    nosaus goveroantes frmem suas operac,e-,
    e su marcha;
    O Eam. Snr. Pedro de Araujo Lima,
    segundo Candidato do partido <*o Gover-
    no que aspiOU, o horneen constantemen-
    te digno dos sufragios popularee, deve ,
    elevado primen-a Magistratura do Impe-
    rio, cont noar a ser merecedor e depo-
    sitario da confianca e das giacaa dos seus
    commilentes: o Ministerio que elle esco-
    lheo sendo em sua tolalidade do partido
    da opposigaS atrae paia o governo as aym-
    patbias eactividade deste, vindo' as-im a
    ficarem enlardados os doun pirtidos sendo o
    fio desta preciosa cadeia a jiessoa do Exm.
    Regente Ioteino. Parece-nos que nun-
    ci no Brasil se deo huma OccasiaS I 5 o-
    porlUDa de se gauhn- inteiramenta a con-
    fianca Nacional de se obrar alguma cou-
    sa, c de se acalmarem paixSes. Lto ser
    estrenuamente gloiioso uova Administra-
    c*-, mas ua6 he todo.
    Salvara integridade do Imperio apa-
    gar o facho da revulucad as duas Provia
    cas extremas melhorar a arrecadC^S
    dos imposto* alivia los se for p s-ivel ,
    occorrer sobra a falsificica da moeda ,
    suppriro desfalque do thesonro, lemover
    funecionarioa pblicos des'credt-dos, sa-
    nar a rotura dos negocios ecclesiasticos,
    dar a m a iudubtiia e revver o pun-
    donor militar eis-aqoi a primera escalla
    dos Irnbalhos da nova Admnistraca5-, eis
    aqu quaes os objeclos que devem a tira fu r
    sua primeira altenc6, objeclos que llie
    n.Ssa desconhecidos nem imrnensuraveis
    sua capacidadt.
    No Rio de Jmeiro ja se arinunciava
    com antecedencia egiandc mudanfa'poli-
    tica : divergiaSasopiniSes, elemoiesha-
    vi5 sobre quem vei ia a succeder ao Erm.
    Sr. Diogo Antonio Ftij, porem o noroe
    do Sr. Araujo Lima veio acalmar todas aa
    aocie iadfs e por em confiarla todo-i os par-
    tidos. Os leilores tero visto em nosso n.
    d'uinem loJas as pecas ora iaes relativas a
    demi.>sa5 do sutigo regente; vira tam-
    bara o pire c6 de novo Recente com o que somos
    concordes, mas nao agora proprio a in-
    dicaca5 d'hum candidato.
    Pelo que lemos dos jornaes do Rio, do
    interior, e de algomas outras Provincias,
    a ordem publica continua subsistir: os
    peridicos da Coi le, excepto o Coneio
    OR. al, eo Pailamentar at odia i9 de
    Seiembro se conservava unanames na
    cppo.icaS : he provavel que depois dease
    da houvessc alguma metaroorphofe. Qoi-
    do deitaremos de ver em campo as vin-
    dicas?
    Anda nao podemos dar aos leitores hu-
    ma noticia bstsfaloriado infeliz Rio Glan-
    de. Todos os peridicos e noticias fallarj'
    com lastima do seu estado. A ioJurreca>
    da tropa de Lima, quehontem Iranscr-
    vemosem pouco utilisando a legalidade he
    mais para deplorar a humaoidade, que"
    para proporcionar Yantagen: ma espe-
    ramos am breve ler mais q' diser, poris-
    soquasediz, que a nova Admioisirac.a5
    se propunhacom afinco a restaurar aquel-
    la Piovinci*.
    Sobren afluencia doi gneros e seu prs-
    go na Praca do R. de J. copiamos do
    Chronista n. 9t o seguinte.
    Caf, Tem chegado ao mercado cerra
    de 15 mil sacras viudas do interior abor-
    tos do Sul; aos precos lettwas ha compra-
    don 8.
    Assocar. Os da safra passada acharase
    nteirameote frouxos esem compradores;
    dos novos ltimamente chegtdos tem se
    vendido pequeas porcft a raZaS do a,6oo
    R. i,5oo a 1600 M. Da safra passada a-
    iuda estisliio a,5oo caixas por vender.
    Agoardente. Conservase fimt no- pre-
    cos actuaes; e n'estes dias tem-se scffrido
    falta de entrada no trapiche respectivo.
    Couros. A existencia no m*rcado dos
    grandes chega a4umil, s dus pequeos
    ha .lti, sendo bastante procurados.
    Faiinha de trigo. Continua sem alte-
    rac<>5 alguma do que ultimameuta annun-
    ciamos a este 1 espeilo.
    Madeira. O j*c sam compradoies ; pequeas vendas se
    lera feiio para os marciueiroa d'esta cida-
    de, que nao merecem ser aqui cons'gna-
    PROVINCIAS DO NORTE.
    Maranba. Rececbemoa de-ta Pro-
    vincia o jornal Temperanca que nao
    sendo poltico, nada adianta a e.-te 1 espei-
    to: recebemos mis o Con eio de annuu-
    cos, que > sa restiinge ao seu cbjeclo ,
    consta porem que a Provincia gosa tran-
    quillidada a Asseuibla coutinna em sus
    trabalhos, e do Pai nada hava da re-
    celos.
    Cear. O Correio da Assembl* che-
    ga a dala de 2a de Seumbro : n<'t>la Pro-
    vincia se figura sernpre ara piogresso a
    IrjaaAoillidade interna, em IT01-0 porem
    (J Wvo os da su oppo *6) de invas5< s
    t'onsttuica. E-te he o quadio enligo do
    Cear. He notavel a rernosla da As.-em-
    blea falla d'Aberlura : pron.ett^-se cura
    as mais olliciosas rxpre-ses estar por lu-
    do faaer ludo, e dar ludo que o Pre-
    sidente Alinear quer, insina, e pede :
    rif esqueceo os peiaues pela raoile d
    grande amigo de S. Exc., o ex-Depulado
    Evaristo e prome.-aa de se decretar hu-
    ma peDca a sua viuva como lemhrou o
    Preiidi-nle ; nova especie de tributo, que
    a cuncluir.se nao obitante saher-ae que a
    viuva dt Evaristo na5 precisa pensoes ,
    se generalitaria pira ludas as viuvas des
    amigos dos Presidentes, e mormente pa-
    ra os do Sr. Alencar. Talvea fique a viu-
    va do Evaristo sem sse beoeli.-io por so
    que con ia no Rio de Janeiro com a mu-
    darla do Ministerio, que o Sr. Alencar
    seria immediatamerite demitiido e queo>
    substituira o Sr. Pdre Pinto (na5 oda-
    moa por certo) Veremos enta ae o Presi-
    dente, for mudado se a philantropia da As-
    semhlea he divida ao reconhecimento do
    mrito do falecdo Depatado.
    PROVINCIAS DO SUL.
    Fallefciu no da 18 de Seterobro, as 3-
    horas da tai de, o Snr. marque de loham-
    bupa, onelheiro de estad., e presiden-
    te da cmara dos Senhores Skiadores.
    Recebamos hnntem gar.etis de Buenos-
    Abes at a data de 7 do correle que nada
    r


    DIARIO D K PEltNAMBUCO.
    WSSEHS

    L
    \
    1


    contem de maior importancia. Continua*
    V"a5 os preparativo-i da guerra contri Santa
    Cruz. Aleoo das sub-cripcS'es promovi-
    das ntreos particulares o govern > ac-
    bava de decretar huid imposto addicional
    de a por cento sobra os genero* de im-
    porttcn que pagava 16 a l7 por ceoto ,
    e de 4 por reato fobre o< que p ai para cima. Promulgon-se tambera
    ouiro decreto, pribibnd<> eo todo o ter-
    ritorio da provincia oVbaixo das panas
    mais severas exportuca de euro e pia-
    la para paites .trangatos.
    Anta ontem e hontem houve ordem
    superior para se nSo deixar sabir da-te
    porto eaibarcacioslgutna.
    (Jornal do Commercio de aa de Setambio)
    O Ca-iitiodo Brigne americano Globe,
    entrado ha alguna das de Cdiz, dizque
    tres diai ante- de s ia saida daquelle por-
    to tinha.se declarado a guerra entre H.-s-
    panha e a Sardenha.
    (dem de ai do dito).
    Foi-nos commuuirad* aseguinte car-
    ta escripia a buen < (H;:il do Rio Gran
    de, que a qui se acha.
    ? Rio Grande 1 de setembru do I837.
    Amigo, muito deapjo saber da toa lau-
    de, e que venhas coa hrevidade abra-
    car os teua ami^cs; mas bem acompa-
    nliado, porque nao sendo assim, nao tea-
    enns llio que voltts. Os uosnos negocios
    vio de cada vez a peior, e depois da mal-
    ida ia derrota do coronel Cabiiel Gomes
    tudo lic'.u com ll desalent, que nao e
    o que indica. Nada se sabe com rertesa
    de Brrelo, nem que tenb'mos Torcas ni
    campwiha, e as dos rebeldes todos afir mo
    que vio crescendo todos os da. Agora
    corre mais a noticia que Jos Neto, vern
    a entrar pelo lado da Santa Theresa, e
    que tras rliihaiia grossa, fornerfda p8
    losO'ntaes, para col locar na barra.de-
    pois de ter protegido a pasta ge m ns Tor-
    cas que esto aleta de S. Gorj-allo, a
    quem o Coi te Real tem entbuiiasmado
    muito rom a promessa do saque do-la c-
    dade, que corita tomar a viva forca. Do
    lado do Norte ja pare, etn alguna far-
    ra pos, quese intilulio avanguarda dos le-
    gaiiitas, ediz sequeoOnofie vai sitiar;
    finalmente hepu-ci-o queogoverno to-
    me energa, e tu, que Unto le tens inta-
    ressado pelo lepouzo de tua patria, e
    bem estar de leus compatriotas, fa^e quan-
    to esleja ao teu alcance para que venbaS
    forcaa: mostia aos ttlaj gratuitos im'rai
    gos, que tanto se empenharSo para o teu
    ' ottrocismo, que anda Ibe he supeiioram
    generoside e virtude, viudo em ter. soe-
    cono. Finalmente legalista puro,
    ronfamo nos muito em ti, eos mesmos
    de Porto Alegre, que cooeorrero paraos
    teus disgos.es hoja reanimo os pnsilani
    mes com a esperance de roa volla com
    tropa : oxal que -s6i,D sejaamigo para
    verkefiulisio nossos malle*! Homens.e ar-
    mas, que aiada que nao sejo desciplina*
    dos c ae faro acidados como O oalros.
    O meu b.Ulbao, que cm jolho contava
    com 5a8 praaas, tem h ja 45o, e dests a
    11nt.de em descont: Face por et,ta com-
    parado a d*ia de toda a nossa forca, que
    ae ao trenos tivrsie a disciplina do pri-
    meiio lialalliao provisorio muito poda-
    mos anda esperar.
    (demde i9 do mesmo).-
    DISGURSO,
    que na discussa sobre o Meio Circulante
    reciloa 6 Sr. Hollanda Cavalcanti na
    Stisna de 4 de Setembro.
    Enla o que maia sequer? Tem-se ap-
    plicado imposto* para o rescate do papel;
    e tem >e feito alo? Nao; e poique?
    Ntturalmenle porque aa rends ti u> che-
    ga5 : e en creio que toda a renda que for
    applicada nao ebegara.
    O orador declara que na5 se oppor a
    qun he augmente a renda ; lalvez que nos-
    aas rendas na5 possaS faser face s despe-
    ras Ordinarias todos os das se cpnlrahem
    novos eroprestiinos, e posto que a admi-
    oistraciS diga nos rea torio a que ha saldos
    todava na cmara Hz que ha dficit, e
    pede crditos supplementares. V que to-
    dos os das va-se augmentando novos
    empreatiinos, e assim augmentando se es.
    de-pozas, i-ntretanto que a receita he a
    mesm, qaando n5 seja menor pelos des-
    leaos e desordcni da administ>aca5 e a-
    lim be natural que haja dficit eque as
    rendas nao cheguem para a despera. Se
    . porem as leudas nao chegartm para as
    despezas, a cmara deve procurar hnm
    perfeito bataneo entre a lee- ila e detpeza ,
    procurar rendas que posa; faser face as
    despera que julgar mais necrssaiias, e
    nao procurar, a titulo de esgalar o pa-
    pel com o pretexto d'hurna operaci5 pa-
    ra hum lirn impoi tanlis.-i.no augmentar
    as 'fl'idis publicas, enerando a popul^p.
    Respeitando muito conhecimentos da
    illudre commissa respeitando muito as
    pes>oi8 que ella cousultou, e eus parece-
    res comtudo o orador declara que, a-
    Dda quo laes meios lerobrados fosiem ap-
    plicados para o lirn a que a comroissa5 e
    prpe, alies seria inteiramente prejudi-
    cia-s;
    Ivl convencido d.> que em quanto a
    moeda papel que he hoje o meio circulante
    do Braiil estivor baseada nos principios
    que a dalerminario o meio prop' la commiasio oo podei tirar da circula-
    ?io este papel.
    Nao acredita em honra de pessoa algu-
    m'a n*ste negocio ; a subslituicio do pa-
    pel moeda deve estar montada de maneira
    tal, que seus agentes aprezentem urna hy-
    potbeca real urna fiauca deseucompor
    tamento.
    A b que rle'gracadamente paisou na
    l'gatura de i835 be urna das leis mais
    anarchicas que tem passado, e o resultado
    mais feliz que tila pode ter, he o de one-
    rar a nacaS ao menos, com huma divida
    de 2o,J}} contos; e muito mU ser n'hura
    caso de-gracado. Todos eises agentes,
    todas essascomrcisses, ru sendo respou-
    saveis, ru dando boma fnne dos d-
    nbeiros que Ihe forem commellidoj had
    Heabusir; nem h preciso que se v a
    Inglaterra mandar faser notas f Jsas; as
    mesmas agencias, os meamos empregados
    as eroittiraS. Exprimindo-se as-im 00-
    rador declara que nao falla em hypothsa
    do que j tem acotiticido. J na capital
    do Imperio foi o thescuro roubado ;obser-
    ve-KO que as provincias ha muito mais
    facilidade. dse abusar nesla paite; rada
    agencia cada rom mi-sao de troco est na
    contingencia de faser o que qoiser. Eirj'
    bora cbamam-se os bomena mais honra-
    dos, que maiores proras tenba5 dado de
    si, m se deve confiar nelles, excepto
    finan lo darern banca do diobeiro da ope-
    rac>5 qoe est a seo cargo.
    No e>tado ero que ludo est naS be
    possivel ao orador onerar o povo votando
    por impostos para o resgate po ppel. Est
    persuadido que o resgate nao ser senau
    hum vasio mais para os fal-ificadores, n.
    vai sena proteger mais a industria desses
    homens.
    Declara ter votado contra a le em pri-
    meira disc.ossa, no em tanto recnbece
    que nall.i ha disposig5es que se podein a-
    doptar. Todava nao quisera que a cama
    ra tomassa a iniciativa deste negocio que
    ha mais privativo ao poder excntivo. O
    p 'der executivo he que devia encaaiinhar,
    dirigir, propor oque julgasse mais con-
    veniente a este respailo, e nao huma com-
    missa alias composta de homens mu res-
    peilveis ; mas ao Sr. mini-tro compete
    com preferencia apresentar algum traba-
    lliu a tespeito deste objecto ; sobre e lo bu
    que recabe toda a responsabilidade da le,
    assim como elle, orador, altribue. lodo
    os males dessa le execranda que nos raga,
    ao minutada fazenda de ent.. Os Sis.
    miustros V5 re-ponsaveis pelo corrmorla
    ment da maioria da cmara ; se elles na5
    se identifica com a maioria nao sta5
    competentemenle em seu lugar; sa elles se
    couerva5 sam maioria os males prove-
    nientes das leis sao exclusivamente dos pro-
    prios ro'uiatrng.
    O que se observa nasta cmara he hum
    phenoraeno em corpos representativos.
    Aqueles membros que se aclia na oppo-i-
    cid st5 os que tomaS a defesa d cmara ,
    Sao os homens cujas opinid-:S n5 prevale-
    ceui aa cmara que 'a defendem ; quau-
    do ellas, sempra despresados, sempre n
    minora nao podem ser responsaVis pe-
    'osados praticados por seas antagoni-tas.
    Do dascredito da legiMatura nao he a mi
    noria culpada ella rif gova na be ven-
    cida o vencedor h o culpado. Ha de
    certo mua bonhomia muiti houdade
    nos Srs. que tomaG a dele-a da cmara : a
    os Sr. da maioria que goverrid, quefa-
    zem tudo quanto Ibes apraz 8>5ospri-
    merosa desacreditar a cam*ra. Ede pbe-
    nomeno n6 seencontra ern govemonem
    hum representativo. At" na popultqa
    se insina que a culpa toda he da oppos-
    q5 que na5 governa, que nao decide dos
    negocios. Dos males que tem havido a
    maioria he cumplce e o ministro o pri-
    naeiro reo. O chefe do poder executivo ,
    Imperador ou Regente, he homem : to-
    dos os bomens gosta de certas cousas,
    verbi gratia ter amig
    gear amigos,- de adquirir gloria de ser
    bem reputado etc. etc. C'.am -5 para mi-.
    nist- os de estado re tos hornens certos a-
    migos; ve os mioisdos *a5 chama ios em
    virtude de contracto, rara condescende-
    rem s vontades da quem os riega, para
    condescenderrm rom certas arbitrios,
    quem he o culpado? A tendencia para o
    mando, para.0 ai bit 1 o he natural ao ho-
    mem ;.ms o chefe do poder executivo
    nao he qu m governa, sem a vontade, dos
    ministros na la se pratica ; nao p le pois,
    recahir a culpa dos actos da admiuslrac5
    sobre o eleitor do* ministros.
    O orador diz que foi ministro de estado
    em lempo do Sr. D. Pedro I., e no tempo
    da regencia trina. Foi chamado palo p-i-
    meiro a quem tributa a maior gratidaS,
    quer como brasileiro, quer como indivi-
    duo sem que tivesse intelligencias particu
    lare* com esse monarcha que Ibe dis--e q'
    o quera encarregar da pada da fasenda.
    O orador acbou no embarazado; mas ten-
    do na cmara feito opposicaS aos aclos dos
    mini-tros, tendo sustentado cei los prin-
    cipios jalgou dever acceitar o min'sle-
    rio: e, quando nao osse capaz quando
    seus actos como ministro n.-5 coi re-p n-
    d-sem aos seus principios como depu'a-
    do, justo era que merecerse a execraca
    deseos constituinles. O imperador per-
    guntot (be rom que condues ^aceitava o
    ministerio (e o me-mo aconteceu com a re-
    gencia) ; ao que elle orador responden que
    com neiihimiris porque. acondc<5 que
    julga annexa e inheieule ao ministario he
    -er demiitido, quando servir mal. Ser-
    vio ao Sr. D. Podro I cora milita sal-fa
    cao, esealguem atdibair ao espirita de
    cavalbeiro o dizer que de todos os actos ,
    por elle orador praticados, era exclusiva'
    menta responsavel, declara que he enga-
    o ; naS o diz por espirito de cavalbeiro,
    rn.'S porespi lo de verdade ; por quanto
    uad houve acto algum de sua reparlica q'
    ru fosse GI lio de sua vonlade. O Sr. D.
    Pedro I nunca o forcou mismo em des-
    pachos mais Iriviaas ; veidade ha que a al-
    gumas de suas proposicSes o Imperador
    duvidava annuir, mas por fim sempre
    auouio a tudas. A huma dessas proposi-
    c5ts resisti bastante : o orador moslrou-
    Ihe com todo o re-peito, que linlia sua
    disposi^a faser o que quera sem compro-
    metter a dignidad* do monareba sem
    mesmo precisar da concurrencia de sua
    asignatura : entaS S. M. disse peante to-
    do o ministerio : Sr. Cavalcanti, pode
    traseros decretos amanb, que eu os bei
    de assignar; mas saiba que anda nenhum
    ministro fez a miaba vontade sem ser em
    troco de alguma cousa pira si. No dia
    seguinle assiguou os despaches. O orador
    pois declara que sempre foi o arbitro de
    sua reparlica. E se isto aconteceu com
    elle, que se n tem por snico que lam-
    bem lera aflrViea a seus amigos, que tam-
    il- ni gosta de os attender, re isso era pra
    tirado, como se p le criminar o monar-
    eba? Como ministros pievaricadores,
    ministros vis e indignos se disculpad com o
    mniarcba? ForcavdBcs elle por ventura
    a aceitar a administrae>5 ?.. O orador
    nao pode pois aitr-bui. o- rol s do p 1
    ssnao acs ministros. O Sr. D. Pedro fji
    enxovalliado e alas-albado ; a irrprensa al-
    tribuia-lbe quaotos ci in.es' bouvei-om ,
    nao julgava os ministros culpados ; mas el-
    la oivdor fii conbecer lealrceaie que oSr.
    D. Pedro era o bemom de que o Brasil pre
    cisava, foi prlicamente conbecer que da
    a| ncapacidada dos minbtros ara que provi-
    nb5 os males do Brasil ; foi pralicam* rite
    conbecer que hum monareba, que hum
    regente, hum eleitor em geral do poder
    executivo nao pode resistir as virtudes de
    hum ministro derstado.
    O oraderr julga que o que acaba de dizee
    nao he fra da ordem. Ido pro va a atlea-
    ca que acamara deve ter sobieocom-
    por lamento dos ministros de e-t .do ; pro-
    va a responsahilidade que pe/a sobre o Sr.
    ministro da fazeuda, sob'e quatqaer deli-
    heraca tomada acerca de hum ohjectfl ta5
    importante, de hum objecto que pude de-
    cidir d > vida e moi te do paz.
    Conclue volando- contra o artigo pri-
    me* o.
    . (Jornal do Commercio.)
    Pede se-nosa publicpa5 dos seguintes at-
    testados, aosquaes precedern r*que-
    limentos e despachos do Exm. Com-
    iiiindante das Armas.
    Cumprindo o despicho supra do Exm.
    Sr. Commandanfe das A'mas o T-nenie
    Coronel Ignacio Concia de Jhsronceho*,
    atiesto, que be virade ler o Tenante
    Snpplicante se offererido pra marchar
    voluntario na rxpedica Piotincia Rio Grande do Sol. E p*ra constar man-
    dei pa-sara pre-enteque iOi mo com pala-
    vra do honra Militar; e vai por snim us-
    sigoada. Qoaital do Com mando d y.
    B.
    pi-iell deOutobro e 1 8 $;. l-Mippa
    Duaite Pe reir Major Commaudonie.
    Francisco d'Arruda Camera Condeco-
    rado com a Medalla de Destinccao da
    Campanhada Babia Maj r Graduado do
    Ba(alba5 7. de CiQaderes de 1. Linda por
    S. M. I. a quem DeosCuarde el, etc. Em
    virtude do despacho 1 e'xp Aite-'o uue o
    Supplicante o Teen AR^an lido Eufe-nio
    Los e Mello ff.ieceo-se vnluntai amen-
    te para marchar na Forca Expedicionaria
    a Provincia do Rio Grande do Sul. Qu.a-
    ifpdo Coromiudo da referida For ya no
    Recifo de Pein.-mliuco 10 de Oulufirq.de
    1837. Francia-o d'Arruda Camera ,
    Commandant da m-sma.
    * CAMBIOS.
    Ato de Janeiro a3 de 7br. de S'iji
    Londres............28 i/2 9 9od|v
    Pariz............. 3a8 a 350 uom.
    Apolicesde6 pe, juro 88
    Ouro em barras..... 1.{> a 145 p. r-
    Dobr5esHespanbes. 2(i^4.-o a a6v)500
    ,, da P.iti 1 ...... aG-E)o-.o
    Pesos llespanhoes... l^Gc'O
    ,, da Patria...... 1^660
    Moedas de 6400 vtilias 14&600 a 14&700
    ,, ,, nov.s 14^500
    de 4^)000 8^)iOOa8vJ5i50
    Prata.............. -ji a474 p. o.
    (Co Jornal do Commsrco.
    MaranhaS i2 de7br.' de t837.
    f
    Londres............ ao Nominal.
    P01 tugal........... 9 >
    Pars.............. 54o por franco
    RiodeJ.neiio....... a p. c.
    Med* de 6,400...... 1 4,4'_o 1 4 ?ou
    Dita ds 4,ooo........ 78110 a 8,000
    Oocas Hespanhoias. a6,ooo a 27,000
    Prata.............. 68 a 70
    Pesos Columnariis. 70 a 73
    ( DoCorieio d'Annuncioa. )
    LOTERA DA M. DA BOA-VISTA.
    A Meza actual que rege a liman-
    dado do S*. Saciauenloda B-a-vitta <, fas
    s.ciente ao espeitavel Publico, que no
    dia 6 de Novernb o audo laipreterivtl-
    mente as rodas da Loteiia lo Con-i lorio
    da mesma Igreja ; ou antes do da marca-
    do Se concluir o resto de bilhetes; os
    quaea se acbio a vmder nos lugares, ja
    par V(a aoounciado*


    I k R I O D 15
    PE&NA M RUCO
    i
    ,-
    THLATRO.
    Hoja 17 do correte, a Beneficio de
    Malalo Francisco das Chagas Ai tur do
    nib'inu Tti.v-tiu suba 10 scciu o te-
    guita espectculo: Peca Amor Viugan-
    CtePudtr, aquiUa faz digna da seria
    alienciu do exejncia iu (auto pela sub-
    anidada do seu bata tragado, e niedo como polo briihantismo e de-
    coraco da be.na cora que beu auctor a
    enriquecen.
    Nu Q xi do primeiro acto se c ntar a
    Ana D-ce E peiducj no fioa do segull-
    ada a cavatina Sou de Amor a Mensa^ei-
    ra e 00 fin da peca =e exei ntat o J:*-
    cioso intrevallo Pq Buceo e Vulcano,
    rematando o exptctaculo coui a jocosa
    larca O Eaiedador.
    He egieo espectculo que o Beneficiario
    laoeoii uiao.peU priuieira vez que fu
    beneficio > vaieu dssia Peca ouio lot tu
    o gfaciuaidade entibate na ^itude parte d .
    Lacaio U. Formado a qual piomeltn fa-
    zer ti dos os exlorcos pc.-sivais para bem
    decmpeulia-la como laubem nio se
    pjopar a despega e fadigts para melhor
    gradar I e jjaplifazer aos aeus benigno*
    voropalriotJP, de quein espera protecio
    e .1 quera protesta un clamo reeoueci-
    meato.
    AVIZOS DIVERSOS.
    Os administra dore do c*sl do
    falLcido Francisco Jos di Coata Gutma-
    r*-s, nao podendo tur dado c.milco a
    amiuistraco do que foiio ucumbidos
    peLs SeuliOies 'Judotes, que assiguaiao
    amoratara ltimamente Concedida -3
    herdeiroa 1 eui coii>equencia dos estor-
    bos que tf iu encontrado ; por iso con-
    ?idioa tunosos ditos Senltoies a reuui-
    rem-aeem casa tjaMJubo Mara da (-'a'va-
    luo e Vv-sconcellW, uuut da Madie de
    Dees no da 20 do trrente as 10 horas oa
    nui.liai ptra Ibes aerara patentes equ-Hej
    embaraeoe, e delibciaiatn oque uialhor
    Ibesiouviar.
    fr^ Inga ee um nioleque um pre-
    to b un.a pi-ft.i paia lodo o serv co de
    una casa ; qu-.n os pietenJer euocie.
    ** Anlou.oPiuto, vendo o8n nun-
    cios feitos por Auloaio Jas iWteiros ms Dianosde lo a 14 de oulu-
    bro do co.ueuie anuo reUtivauente a
    uui esciavo de no me Antonio e de naci
    ttfucambique declara para coubecimeu-
    to Jo Pob ico que o dito escravo he do
    tnesuioB.neiros, do poder doqual Ib i que
    fgio dtrpoii da ter turnado cunta dalle,
    e lectbuo em p0gaaienio, a nio empi-
    nhor e que o uiiuociaote nio se ies-
    ponsabdisvu nt-m so espoovbelisa por
    lie, e neiu deu rn. liv0 algurn para que
    tle saausmta-ee, devendo o du Bar
    reros procura lo a faxar as deliernii
    por tile por 5S0 que be seu, e nio do
    AuOUUiiautt.
    Stjr MauoelFarrera Patriota mota-
    dor uu sitio da Primaveira, termo da
    Villa e Comarca du Biejo casa'io eom
    'i'hetesa de Jacuj Cordebo, filba Ugititna
    do 14.1 lucido O pul. laidorn Jos Lijas dos
    Santos, fazachaicao pob>ico que por
    bvei outra Senlura do mejpio iioaie IH
    iiiesina Villa, c sidacom Maooel Ferreira
    Xavier E c vo da Pae, para entar eu-
    yauoa eui subscriptas de carlaa avisa a
    lodaa as ptsstua que houverem de eacre-
    >cr a mtiiher do annuuci.tnte que ella
    de hqeeiu diaute tui lugar de signar-se
    'i'neres* de J-n.s Cordeiro, se assigua
    Tu.1 e-a de JezusOfelba.
    W Tr/ca-e una pelo canoeiro, por
    ouiro que .-t j.* oliicial de caiajaia 011 ca-
    lafate vollandb se o que se ajutar ou
    ui -nio Cacpinleiio : au lado du (Wpo
    SjuIu ii- (39 ou najua da Cadeia do Reci-
    te n. 64.
    a/9" Aluga-te um cata no P-co da pa-
    neiia oa ro-ngem dorio rom \>ia quar-
    to* j quem a pi*tt-a nova l^ja deseleToa. a2.
    |ty Quam quiser dar 45o por leu.po d^ BtM ou um auno ,
    dando-sepor hypolheca urna tarca paite
    de um obrado nun.ie pira ter pro-
    curado.
    6^> A Senhora D. Xberexa Maii* de
    Jazus que tem um Genro tro Itio Negio ,
    pode dirigirla a negocio de seu inttr<-bse
    a ru.i daCiut N. 22 en caza do Padre
    Antonio Josti de Amoi ico.
    *JP* Quem tiver alguna prets que en-
    tciida de tiabalhosde eucliadn e os quei-
    ra alogar ; dilija s a ra da Cruz N. 4-
    iNa mesma casa acuna se aluga um feitor,
    (jUa enleuda de piautaces.
    5t*f A pes-oa que annunciou querer a
    juros a quaulia da ioo^J> ra. com penlio-
    res, de doit por ceDto, dirija-ac a ra da
    Sao/.alia Villia D. 4-, que acbar com
    quem tratar.
    . WP* Jos Lopes da Albuquerque fai
    scieute tafcto ajeos acredorea como aos
    seos (levadores que t( m mudado a sua- re-
    ideucia da roa do Ce po para tras da ca-
    r.a da Opera no 2. andar das casis aonde
    mora o Sr. |)r. i;repo, aonde podem a-
    parecer tanto oris como os ontros Sis.
    para tivlnem da qualquer negocio.
    WP^ Qutm precisar de um hornera
    Po'tu^us/. apto para Caixeuo de arma-
    em O'assucar 011 arrecadaQa ; Trapi-
    che, Eugtulio, nu Administrador d'Ola-
    ra ou qualquer outra O ira aununcia ,
    011 falle ru 1 u do Fo: te do MatlM na qui- '
    na do beco da Piadadc N. 4,
    afr* Precisa-*; de um Caixeirn peque-
    o da 14 a i6.anuos, que saib* ler para
    Cdixeiio de tuna venda fora d>st P'aca :
    larga na quina a. w an-
    ua ra o Boiario
    dar D. 5.
    'fW Precisi-se de dois cotilos de res
    em moeda correnle com o praso de stis
    raezes a premio de bum e rneio pcenlo
    ao mez dando-te por iiypolhera un pre-
    dio Ijvre e desembtracado com dobrado
    valor da menciontda quanlia : a quem
    convier asta transacci annuncie para ts-er
    procurad.
    KfT Quem quizer loo^JJ rs. a juros so-
    bre pilio *n de i)i*t- ou ouro .dirija se a
    Fora da Portas venda de!' otile, do baro
    argo. N. a2 quo l se Ihe dir quem os
    d.
    ty* Achou-^e um macaco; quem fr
    seu dono pode pror al o na ra do Quei-
    inado loj de ei ra^em N 3o, que dando
    QtBJgnrea certos Ibesei enirinue.
    #K*> O Sr. que um.....ion querer allu-
    gar um olirado de hura andar com lujas
    em urna das pincipaes ras, sendo que
    ainda qu-ira dirija se rus nova Veuda
    de Manoel F. Lima.
    #^ Precisa-se da hom bomara cira
    prin.ipio de oosinha para ajudme del-
    ta: na llospedarii da ra do Quartal da
    Polica 8. A mesma casa precis de
    um Padeiro que seja bom demasseira^ e
    fornaador.
    %&" Ho'je ly do correnle met pirante
    u Sr. Cr. Joiz do Civel Mariiuiaoo da lio-
    cha Bisios, se ha da ai rematar orna casa
    nova na traves'-a de Jos Francisco D. j ,
    com os cmodos atilintes 2 quirtos ,
    a sallas C'iiinh.i lo l>do carimba pro-
    i>ria e quintal murado; ha a ultima
    P ac : o (intendentes complelo as
    lioias do costuran.
    8:ooi)$ rs. sobre Gruas contento OU hy-
    >.) tiiecis seguras: annuncit para ser pro-
    curado.
    A pesoi que precisar da umaa-
    COZIII
    liar
    tn-
    ma para ca-a, a qual .'a^e
    gomar, lavar, c ti ataj de rrienim-;-dri-
    ja-aea ra d Collegio sobrado D. 6 no
    primeiro andar.
    IjrjT Na noitedo primeiro do con ente
    desaparecen urna canoa de carrair/ a-
    berta da e tcala de palacio vellio ; quem
    da masnia souber dirija-sa aas 4canto<
    da ra do Queiuiado Li. 10, que seta re-
    compensado.
    ?3J Parteclpa-se aos F.aibarcadicoi, e
    pesoas diiituido se Babia que naquelia
    l'id-de ss echa aatabelecida huma excel-
    lenle caza dp^audeoo Ilojiilal Perlicular,
    onde docutes m aduiiltilus e tratados
    com tuda a arleoctflU A cusa et estabe-
    lecida noantigo Convento dos E^molere
    (ie Jeiusalem chamauo Hospicio deJe-
    rusalem collocado no sitio do Cibeca ,
    bem arej ido rodeado de agradaveis Jar-
    dins para o rea i io dos convalec rites e
    prvido com lodosos cmodos que grral-
    meiite se acha em topos os esabcleci-
    mentos.
    A despeta de cada doente he a^ooo rs.
    iliari'.s. j itus directores sao o De. Os-
    aMaoaiafcauaasiaBBBSBaBsaaaB
    orge E Fairbauks. Medico formado pela
    Univar-ida le de Edimburgo o Dr. Joa-
    quim de Si-.'/a Velho Lente da E-cola
    de Medicina* e Heunque Biikatt, Mem-
    bro do l.al Collegio de Cirurgidsa de
    Londres.
    J^ Alugt-se urna ca.*a terrea na ra
    Direita ; a qual serve para qualquer ne-
    gocio que se qui'ira por ou memo mo-
    rar : nesta Typograqa a fallar com o
    Compositor Amonio Manuel dos Santos.
    ----- O abaixo as nado avisa aos Snrs.
    Russell Mellas etc. C. que (en Jo-1 he si-
    do remttlida da Parahiba huma Letra N.
    56 da quantia de Bs. 640$ que sobre os
    raesmos Srs. sacou o Sr. Ju dal a favor do Sr. Jj- Antonio Lopes da
    Silveira e por este endonada aoaliaixo
    asignada; eisto peloCorreio part>cul*i-
    de g do presente lora a carta que Ihe ser-
    via de capa extraviada, ou roubvla : e
    [i;ra evitar a fraude que o interceptor ten
    cioua talvez por em ortica 4 indo apre-
    seoLi-I (o que ainda nao fez) Ggurando-
    ee o proprio portador, previne quelles
    Srs. d'a 11. aceitartin ficaudo cssa Letra
    sem ell'.'ito altMnij.
    Francisco Joaqoiin Pedro da Costa.
    f^ Quem quiser dar aoo,ooo rs.
    premios .bie urna tirina muilo acreditada
    nesta Piaca, iDiiuncic
    LEILAO.
    atj^ Que sa ade faser boje 17 do cor.
    rentn pel do Commorcio do Brigue PorlugU"Z Al-
    cides forrado de cobre e com utaocilios
    que consta do inventario o qual ser
    presente.
    yffF Que faz Jozeph Jales, por conta
    de quem pe las 10 horas dodia rio. Forte mato na
    Premja de L. A. Dobourcq de 49 saccas
    com algidio avariadas na alvaieng* qUe
    condu/.ira para a bordo do Brigue loglez
    Aiuelia.
    NAVIOS A CARGA.
    Para o As*
    Uflp Segu viagam no di a5 do cor-
    rente a Sumaca Boa F ; qi.em quiser
    carregir, dirij sea ra da moeda a tra-
    tar com Santos Braga.
    Para Santo.
    fe** O Patacho Bom Fm de priraei-
    ra rauca, forr-do de cobre; quem no
    mesmo quizer ca regaron hir da passagem
    para o qua tem excalUntes oommodoi ,
    dii ija.ae a Machado a Saqtos, no Forta do
    Malto ,ouao Capitioa bo.do do mn.mo.
    COMPRAS.
    tir* Urna espada de roca ; quema ti-
    var autiuiicie,
    W Um preto sem babelidada9, que
    seja robusto ; quem o tiver annuncie.
    9Wm Potes vasiosde graixa e troca-
    se por cheios : na lubrica krasileira atrae
    da Matriz de S. Antonio n. 97.
    VENDAS.
    saaaw -tfa>.> aa "j^^>i
    yy Caixas de tartaruga com retrato,,
    d.'taa matizadas ditas lizas Gvellns de
    Um carrinbo de 4 rodas, pira a
    cavallos, viudo poximameute d'Am'-ri-
    ca com ascento. para 3 pesoas e bem
    a sm urna boa pareiha de cavallus ji
    entinados : a atierro da Boa-vista no
    segando andar da rasa nova de fronte do
    beco dos -n citos.
    irjr* Urna escrava muito moca de bo-
    nita figura que sebe coser engommar
    fazer lavarinlo a Co'.inbar ludo perfeits-
    riii-me e mn mulatinbo de 10 pata rj
    annos bstanlo ciato proprio para pagem
    ou pata olcio : na rita ilaCaieia do Be
    tile casa U. 69 segundo andar.
    ajrj> Para 1'roviucia ou fora della um
    rnuleque com 18 a 20 anuos de idade cera
    olioio OU troca-se por urna escrava que
    saibi trat'i- do iolanur de uma^asa : na
    ra Uireiu loja de otnive D. 5W
    fjf* Um< pieta de u. ra e eugomrnadeira con urna cria de 6
    asnos na la do fiangel O. \.
    jKg Un bom taboada de puibo de to-
    lla a laigura e comprimento e tambem
    prauxes do mesmo por pre^o cmodo :
    na ra da Cruz N. 56 f fallar cora o Cai-
    xeiro do Sr. J<>a5 Malbeusele. <-'.
    XF" Queijoa doSeilio, bixas do Porto
    eacas de faiinlia do Po dejauetio muito
    giaudes as sacas ua praca da Uoavisti D. 9.
    jCp/- jaropes iolie.-cantes de superi-
    or quilUad* : ua tua_nora U. 7 e2i,
    molla para Padre, cartas franuana douia-
    ias: na loja do Bandtita ua ra do Ca-
    bug.
    jqa Umescravo, moco |da bonita fi-
    gura n* casa da Antonio daSdva Gusmio
    la do Queimado.
    J Urna vacca com seu been o : na
    Solidada sitio da Primavera do Padre
    Matioel Joo R idrigua de A MOJO.
    jty1 Um bom escravo de idade i8 a
    ao annos bonite figuia bom ollcial de
    riiarcim iro : na ma nova loja de marci-
    neiro D. 35.
    aXaT" Urna escrava de naci de 18 annos
    de idade lava engoma e coziaba o
    diaiio de urna casa na ra da Sanzlla
    nova no a." andar do sobrado jun o no P.
    Lopes, ou no bacolargo l'j* de A f-y.le.
    ESCRAVOS FGIDOS.
    Fogio no dia 13 de Oulubro um
    mulatinbo por uoine E-teva Filb do
    Scrtio do As couiprado na mesma
    Villa ao Sr. Bemardirio Barroso de Ca va-
    Iho em I9 de Agosto ultimo com os si-
    gnaes seguintos : cabello* casUnho claro,
    estatura regular pela stia idade, meio*
    olieio do copo cor clara, levou camisa
    decbilaazul, calsa branca de hrim c utais
    alguma topa usual dentro de um saco; jul-
    g i-se ter ido para o mato, poii elle nio tem
    conhecimenlos Reata praca por tanto te.
    ctiuiiMida ;e as Autboi i a les policiaes,
    e pat liniiarmente as do malo o prendi o
    remeltao em casa de Joio M. Pouchet,
    no pateo da Matriz de S. Antonio arma-
    zetn de porta larga quegratiGcar o sen
    tiabalbo.
    itja- No dia 5 de Setemb- o do crrante
    auno fugio ama negra de nome Ruma-
    na naci calaba^ levou ve-tido de ris-
    cado nixo camisa de algudio/.inbo u
    piurifj da costa de altura tegular tem
    ua testa marcas de feridas ja antigs e>
    tem tai am. olho um s gnal que paitase er
    trot', as pernas uai tanto arquiadvs f*ra
    lora, naris gro-ao as po garcm a Uvero na pracinha do Livtamento
    por cimada loja de Her -ulano que serio
    bem recompensados por seu Senhur An-
    tonio Francisco da Costa.
    tJTjy* No dia lo de Setemhro ftigirioda
    Povoar > de Gravtta a esrravosdo Alfetaa
    Jaqjum l'into de Mello com os signaes
    8tguales um mulato de nome Seveiino
    idade a5 a a6 anuo1 de boa altura f ji ca-
    llo do corpo cab-Hos alguma couza cresp
    muito pouca batba tem os dedos dos p
    bstanle a berto dedos da ma5s curtos ,
    e grocos fu^io com roupa e levando um*
    jaqueta de riscadinbo encarnada : e o ou-
    tio Joto naci de angola idade 3o a 32 an-
    uos bastante lio bern bat hado bonito de
    rostu a de corpo tero um dente tirado a
    (liante, nariz a filado tem os ps bstanle-
    grande e lalgos e a juntas dos dedos gran-
    de bstanle crescidas para lora j* forio
    vistos naata praoa quem o p-gar rija-se
    ein casa do Sr. J ao Manoel de Oliveira
    .Muvndana ra nova jumo a Ig'eja da
    Coticiicio queahi serio bem recompensa-
    do ou em Gravatt ao Altares Joaquicr
    Pinto oe Mello.
    MOVDIENTO DO PORTO
    Navio Saludo no dia i'\.
    LISBOA; Brigue Portuguez Feliz Desti-
    no Cap. Caudido Antonio Rodrigues y
    carga varios garleros passigeiros a.
    Entrado no dia 14.
    LIVERPOOL;. 48 dias Biigue Inglet
    Corapbell, C-p. James M. _Alim, car-
    ga varios gneros : a Patler passaget-
    1 os 4.
    RIO DE JANEIRO; 18 das Brigue IV.
    BomJ.zus, Cap. Joa Rodtigues A-
    rnaro carga vanos gneros: ao Capi-
    tio paisageiio 1.
    I
    PEft, N T|P, OB M. P, FARIA. l83<
    I


  • Full Text
    xml version 1.0 encoding UTF-8
    REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
    INGEST IEID EYT07RKOB_OUN8P9 INGEST_TIME 2013-03-29T17:31:59Z PACKAGE AA00011611_03272
    AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
    FILES