Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03265


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Full Text
V
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ANNO DE im. SEGUNDA FEI#A

9 EOITUBRO. N. 21?. !
BH-IU.. -B- '.
S*i
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I
i
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N. na TYP. d.M. F. urFAUIA. 1837.
DIA8 DA SEMANA.
0 Segunda S. Diouiosio b. Aud. do juiz do
Cr. Be de t..scs. da T. Publica.
II) 'YeiC S. Brauceo de Boija. fiel- de m. e aud. do
J. dos O. de t.
II Quima 8. Firmiiio n- fco. da T. P.
11 Qmnia S. Mpranno B. .vi. Kel. de mu. etc.
13 Sfjcia S. Eduardo R. Se* da The. Kun.
aud. do J. de O- de t. Lita 'elieia as 8 li. e M fla,
la tarde.
1 i saltado S. Calato I', u. fiel, de m. e aud. do V.
i de t. em Olinda.
15 Domingo S. Theresa de Jcus V. C.
atare* choia para o (lia 9 de Ontnbro.
as 0 liora-. e .' 1 1:1. da ni U h< 51 ni. Uatardc.
Tcdo agoradepende de nos memiioi da DOIII pro-
dano>a, ino frmcjpismos, r. nrioiOI apouiailos cum admira-
cu ira aa Nac,oe inai/cu Itai.
Fraclantuf da Jutmbl* ral d
Saliacreve-se a lOOOra.mensaea pagnaailiantadq.
nesia Tydografia, ra das Crimea D. 3, e na P ra-
sa da Independencia N. $1 e :H ; onde reoebein
correspondencia* legalitaiJa, e annuncioa; inser 11.
do.- emea Viudo atai-riiadiia. #
CAMBIOS-
Outuliro 7.
JLdOndre 30 l|2 a 3() Os- Si. p..i I. ced.
Lisboa '>5 por o|o premio, por metal, Nom.
Franca 316 a 320 lia. por tranco
11 io de Jan. (i p. C- di- |U,-iu
Moedas de 6,400 13,800 ai velhas, notas
4.00" 7,000 a7.*0>
Pe api ColunaTei 1.60'
ditto Mexicanos |,'o60 1.590
PataeSn Braaileiroi 1,60o
Premio ta. lettraa. por uiea I I;- por ojo
Cbre apar das sudulas
13,000
PARTIDA DOS COUHRIOV
Olinda _Ti>d-i o ilia. ao 111.-1 o da.
Guana, Alhandra, Paraiba, VJJIa lo Conde. .!a-
iiiauguape, Pilar, lieal de S. Joan. Brejo d'Ar-a.
Il.uiiiii. Pniulial, Nora de Soasa, Cidade dn Nat-1,
Vil'as de (loiamiinlia, e Nova da Prineeia, Cidade
da Fortaleza, Villa do Aijuir'. Monte mor noto
Aracatr, Cascare!, Canind. firanja, Impertira
S- Bernardo, S. Jlo do Principe, Sobral, Novada
llfier, Ico, S. Matlieiia, Iteacho doaaugue. S.
Antonio do Jardim, Quexcrareoliim. a Pamabiba
Segundas e Saatas leiraa ao ineio dia por na da
Parailia. Santo aullo TmUsas tiuiotaa felrasao
meio da. Qaa-aiilrana. a Bonito-nos dian 10 e U
da radames-aomeio !:. Vfegea-no da ISIda
cada nin ao meio dia- Ca'ioJWlnliaeiii. tilo Wat'
mozo, e Porto Calvo-nos dial 1. II, SI de cada
uiez- ____________________,._,._..
PAUTE 0FFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
, CMARA DOS DIPUTADOS.
Sosso dadla 1. de Agosto de 1837.
Presidsncia do Senhor Araujo Lima.
A'i 10 horas feita a chamada echndo-
se numero suSciente de Su re. Diputados,
o Senhor Presidente declara ebeita a Ses-
bia.
Lida a acta da' antecedente foi appro-
vada.
O Senhor primeiro Secretario fez o ex-
pediente.
Ordem do da.
Entra em segunda discuti o Projecto
da com nimo de pii'ei a ordenados ,
!ixando o su'j idio dos dpuia los para a
Miguicte legislatura.
A.' t. O. deputados para a prozima
btjgj}ir>te legislatura veucerin o tubsi*
dio de-.i > ^5 ico rtii pagos pela mesmi
maneira al squi piatft-ada.
O Sauhor (Joruulio peda que se discuta
priituia a preferencia entre os dous \'iO'
je< tos, o da commis io e o de hum mem-
bio della quo ajipreseotou o stti Vto ae-
parado.
Apoiado este requeiimenlo. de ordem,
".da em discu.-sao ; mas nio pasa tpia se
diicuta a preferencia. Continua, pois, a
cJisctis-.it> do primtio ai ligo do projecto
da commaCo,
O Sur. Coi nelio declara votar contra
0 artigo pelo modo quj esta' cancebido ;
obterv.i que 10 lempo das prorogapSes o
Ji put.ido segundo a Jei actualmente ts-
tibelecidl WfcieecoOM alguuia ; e he
(do que aquelle quo lera maistraba*
Jlio venga menos. Pri>p5e como cmasdi
1 .it. o seguiute arl'go primeiro do po.
i-rio aoS.'iibor Paula Alimquerque.
O Subiiilio dosdepot idos para a seguin>
te legishtura he iixad) em 6'joJ oj rs.
inemae, quer n ss piutcigayui quer n. li.-s.
II' appoiada e entra em di>cussa com
o arligo.
O S.nbor Visconde de Golanna acha
exetssiva a quanlia de Govfo is. mensaes.
Se a sts-io durar oio meses, teremos hum
subsidio de mail. A palavra sub idto en-
ten le-ie hum soccorro alem do que ja
>; |jo--sae uum nujutone que se da a
quem lem mail Irabalho. Ucseja que o
lulisi->iose}a*pago pjr c.ida mezem (|ua.se
tiabalha : p^rem nao com Guj^J) res
measaea : m-.r, por exemplo,eoio 4ooj)
rs. iwc inc d; ordiaario a seilo iu
ra tjuitra roi'tas, e nesto aso flp 1 ler
o dfpuladjajo musmo que ai tu lmente tem.
Concluajs|aBMidaudo a mesa a stguiute e-
menda que be apoada
Que sejo 4 >**$) reis meoaes, sem
oi-tinecio de sessao urdiuai ia ou e.Mraoi-
dintiia.
O Senhor Resende qner q:ie o subsidio
seja ptgo ao D-putado mensalmemie e jul-
ga que 2)0^)000 he sufiiciente : elle pon-
dera que a Uenilituicio mauda pagar o
t;bsisdio duiar.to as sesse, cnlo cetia
netessario pagar a aquelles que servem as
proropac's o se-5es extraordinarias:
se pagando-se mcnsaluieule em todo o au-
no se falta ao que dispea coiistituicio,
tambem se falta pagaodo se t uoa qua--
tro muses. &c. 6cc.
Dase*por discutido o artigo que, pos-
to a volos lio approvado. As emeudas
ju!gio-se prtjudicadi3.
I'.ntta em discussio o seguinte arligo
segundo.
No lempo das 9esses legislativas ces-
sario .-rnenla aagencimentos e ordena-
dos dosamprej^, e officios que *e nao
podem enercei* oonjunctamenta durante
as aiesmas s'.-sSes, salvo te o deputado ou
tt-n.'dof nao quiser receber o tub'idio.
O Senhor-Henrique de Resende acha o
art go inconstitucional, porquo a roasti-
tjelo declara incoropvliv. I o exeicicio de
todo e qrjnlquer emprego dnraiitu as ses-
soes ; excepca doemprego de misnislro
e cnnselheiro de estado.
He apniada a seguiule emauda do Sur.
Odorico Msndts.
k Declrese que as pessoas quet^moa-
Iros vem imentos so os perdem ein quinto
ganhaiem o subsidio e nao como au aqu
te (Nacoala,
O Snr. Resenda nota que a emenda he
huuipoucii ob-rura : e que he necesario
Ver o q ie diz lei .que mairou primei-
rootubsidio. Se esta lei di/ oju-.- esto ser
de a.'4oo^i reis por anuo, p-'gisnos qua-
tto meses de seiso est visto qua a e-
menda nao faz couza algonia. .
O bnr. Cornelio oTeroce a seguinte e-
menda que he apoiada :
A di-posico deste arligo segundo lem
comedie lugar un lefafies ordioa>"a, e
nao as extiaordiuarias un pues iece-
bera osoutios seus vencimeniu-.
Dase por discutido, o artigo segundo
que he regailado por /J3 voto* contra 31 ;
sao tambera legaitada* a-, emendas a elle
feitas.
Segue-se o arligo terceiro.
n Aiem uu suusiiu .m nu os depulados huma indeCnnisacCo p ra
as daspesas da viagern de vin Ja e Tolla,
11, piinoipio e fitn dd legislatnra que
I be sur' arbitrada peloi presidentes das
uroriuciaa, Eta diapo-ic|-j cooiprehcudc
01 suplentes quando tiveretn de vir lo-
ma assento e \ullar.
Ileanoiada a seguinte emenda do Se-
nlior ic-nde.
k Asajudas de rusto continuar a ser
as mesmas decretadas paia a presente le-
gislatura em quanto outra cuuza nao lor
determinada por li.
A ducus-io desta materia fica addiada
cora a ch.gida do Snr. oiiniatio da guer-
ra, que heiniroduiido com as fonnahda-
dei do entillo, e e:n sua preseuca ronii-
nna a discuti addiada do orcartiento da
sua reparlicio, com as eiueuuas ap^iadas
as aritecedenles sesses.
O Sor. Souaa e O iveira demonstra a
llega lidadi di pomogao do capitio H0I1-
doto, fundando-sepias lais respectivas:
e pi.-de ioformac m, reroa da divida a-
trozada votando contra a quaulia pedida
a reepato.
Sar. Ministro responde ao nnbre de-
putado, reprlindo os aigiimeuto< prolu-
fcido as auleiiores seso c r.a dapro-
moQaS do capitao Poltdoro. Q lanto ao pa-
gamento da divida militar, moilra a ui-
ces idade de -etlar a qua tilia pedid'.
O Snr. Reaende julj^a m*!li ir que pira
occorrer a n?ressid'ide rie armamento ez-
posta por S. Ei. na ses^lo anttcedenle. e
tonserlern as armas existentes no arstn-1 :
pois que, a ex'-epca5 daquelle eniv>n-
mendado pelo governo a Guiliierme Ya
ung, quasi todo d armam* uto ci'pr.do
porcouta do governo na Fnlatena era
velb. e enlryj logo em oonstrlo Pare
ca-lhe que p-ra couserlo do armameiito
sotiiodeve calcularcoro hum acrescimo
de iuspesa na rsio de6^ooo por rada
arma, mas smente com a qua lem de
ser etupiegada na materia uece siria pa-
ra o ronseito, pois que os wpVarios ,
qusr sejio oceupadadoa tiesto irabalho,
t|utr eui outro ^erv;(;>, receben rs anas
diarias 1 que ja sao contempladas na
somma cemigoada para despeaos do arse-
nal.
Vota p!i emenda de supres'a de i5o
contos ajltra pogamentoda divida atrasid',
c tambem contra a quantia pedida para
de*pesa* ovenluaes.
O Sur. Miniatru mnstra o estado do
armamento existente no arsenal e na C011-
ceicio ; a re pe to da depesa 'lo concer-
t, adverte que nao ha economa em se
tasar huma obra no arsenal pois qua
tanto custa sondo f lecimento, e algunas ves-es mais do que
sendo feita fora doaraonal. Informa que
a quania ie o)">(>o ra. ic uif.'di por
termo medio pul que humas armas lem
mus, e outra menos concert > : eque
sanio pode deixar de confemp'ar ad-s-
pesa com os operarios, a quem ht india-
p.'iisTel p^G"", q( eiti 'jnuio ejr
(io oceupades neste servico, nao podtm
faser outro irabaibo.
JuSgando-se a materia discutida o Se-
nhor Ministro se relira com m formali-
dades do i'uslume.
Postea a votos sao ppruvadas as se-
guinle parctllas :
1. Para a secr taria'de
citado......... a.9o^5300
2. Pan oouuselho su-
pieu.0 mihtai .. .. 147* vi-03
3. Pri o roan anda
Varm.'S....... i8,i59oo
i. Para oe>tado mi
< r do ez-ercil....
5. P.ra os fliii.:us :;a
corpos o avul-os..
6. P.ra os de a. lioba
Oue veinem aid 'o.
7-
8.
Pata os Reforma.
46,88t)jao
,455,00 O:o
100,000-^5100
4 IO,OOC^))00
*6,M9fiftoo
...
dos............
Pra o coi po oe
engeaheiros.....
9. Para 09 eorpos de
prmeira lioba.. .
i". Para os padesti n .
II. Com OS h ipitaes
reuimtn'aoJ ..'...
Com a academia
militar.........
13. Com o ar* tuvo mi-
llar ...........
14. Com o ar.-enal de
guerra.........
15l Com gralihcces
e cs .
16. Com despe-as de
lotej, piesos e es-
oalleie.........
1t. Para coulftiuacau
t'as obras da ac
demia..........
i3. Para 1 paroi das
f>i laleaa-........
i9. Com despesas evtn-
tu^es. ,.........
Appiova ae i^ualmuiie a auppreaeio do
l5o conlos ptdi Ja para pagimento da di-
vida militar ; e por 39 cot emenda lo Snr. VajHJoBeoMofi que decla-
ra qne a lei qu- fixou as forca.s ele trra
para o auno de 87 a l838, nio 8OCIQ-
iHat^g'V' i no pa pioiiiover lias diver-
sas armas do. eieroto.
A emenda do Snr. Veiga Pesco he 1 e-
geitada.
O Snr. Presidente deu para ordem
do dia o oic^meuto lo m tiisieri dos ne-
gocios da ji/8lica e o dos attiaitjcMri
,1 im.,. a > nroieclos ns. 71,99, 153.
53, i38, i5a. 453, 104 de o36 : t U,
41 e 59 de 18J7.
I.avantou se a Sesso as duas hora*
da urJe.
I.ieo.co'^jou
tg.ooi )ooo
26Soa$Ju
22,OCl '2))8
6. >ot^5>oj
i8j,oooJooo
io,oco^Jooo
3 'jOOOcJJjOO
10,000^5100
3o,occ$ 0!
2 >,O'JO^Jj0O


>!
2
DI i 110 BB P K B N A M B U C O
ai
x

PERNAMBUCO.
GOVEHNO DA PROVINCIA!
Expedienta do di 6 de Outubro.
lficio AoConmandante das Armas
fminndo-lhe o parecer do Desembarga-
dor Juiz Retador da Junta da Justica ,
ooiu o qual fiea respondidas as duvidas
suscitadas a respeito do Processo f ito ao
Tenerte Francisco Gonc,alves de Arrufa.
Dito Ao ruesino, r epondendo-lbe
que a Presidencia tpprova noraeaga q'
fez do M.'jor Francsco de Arruda Carai-
ra para Commandante da Por a, qae tcm
do partir pata o Rio Grande do Sul; qua
nesla data vao ser expedidas as conteni-
entes ordena para sa recolheYem queDto
ante* a esta Wicio Capita Jos Jo^quim
da Co.'ta, e Tenerte Jos Antonio Pinta:
qae pode notncar o Cflpitso' Joaquim Jo-
ae da Silva Santiago para preencher a va-
gi que deixa na BatalhaS 7. a Capita
.Antonio Fernandes Padilha, qua volu ti-
j mente se ofiereceo para faser pane da
mencionada Forc. louvando da parta da
P.esidencia ele benemeritj Ofticial pelo
ten patriotismo.
Dito Ao Commandante S peiior das
Guardas N-iciouaes de Pj de Flores,
-ooirnanicaodo-Iliti que pode publicar a
Popoitados Officiaes doBitalhon' de Ta-
rarau menos na paite relativa a Manee!
Xavier de S, o qu-il na5 tem a dada q'a
Lei eiigc; e||or isso deve ser proposto
outro em seu fugar.
Dito Ao Chele da LegiaS das G. N.
do Cabo enviando-Iheuraartlac<5 de pes-
sois empregadas na Felicia a fita de in*n-
d>l-as dispensar do .801 vico daa mesma*
Guardas conforme requisita o Prefeito da
Comarca.
Dito Ao Cbtfa da Lr-ga das G. N.
de Olinda coramunicando-lhe que pode
publicara Proposta dos Offi-'hcs jura a
5. e 6. Companhia do BatalbaS sendo
excluido Juaquim da Silva Lopes por j
* tersido approvado para Alteres da I.*
Companhia do a. BatalbaS.
Dito Ao luspector do Arsenal de Mi*
rinha comruunicando-lhe que fe olli-
eiatteeo Exui. Presidenta da Parabiba, e
Alagoas pra activar a re-iies9a das madu-
ras encomoDendadas para o uiesmo Arse-
nal.
Dito Ao Admin'strsdor Fiscal daa
Obras Publicas approvando o jornal de 2$
xeis nos dias utaisqae propoz para o Mas-
tre da fficion de Carpina ;
Portaria Ao Commandsnte da For-
talesa do Brom para entregar a di-raosicaS
da Consol Britnico esta Provincia as
4 caixas de plvora qua na meema Forla-
Jesaforao' deportadas, pertencentes ao
B.igue de Goerra Ingle*, Wezard que se
Tai faser de vela.
D1VEB3AS REPARTigORNS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta be a mesma do N. aii.
CORREIO.
A Sumaba Purtuguesa S. Jo> J a qual
h CopitaS Jos TeXiira da Cunha aai pa-
ra S. Tborr com esralla por AHgole no
di 15 do corrate.
O Briguo Escuna Ancaty recebe ma-
la para o Aracaty boje 9 as nove boraa da
manba.
A Sumaca S. Rita Carlotla da qual he
Capita Jos Rodrigues Faeire bai para o
Aracity uo da ao ao correute.
ARSENAL DE MARINH.A.
Para fornecimenio dos Armssens do
J'.zitt\ *\Iarinha precisa seo seguate:
cjine salgada, bacaihao, e TinQu.
Asp?.-s-j* qua tiverem t^es generse
os quiseredi tender comp.uecao'nesta los-
(faeceS com suas prepo ts em carta feixa-
U 9''* la faoras do dia 11 do corrale.
Inspecfo do Arsenal de Maiinha 7 de
Ou'ubro de 1837.
Fiancisco d'Aais Cabral de Teite.
Inspector do Arsenal.
ARSENAL DE GUERRA.
O Arcsnal de Guerra compra os gneros
seguate-: vergalboens quadrados de Huas
polgadas vergalboens qua Jrados de urna
e meia polgada vergalhoens redondos de
cinco quartus, fer#o Suecia surtido a-
rame de ferro surtido ,- asso em barra de
correia para mollas, asso fino de 1 uU
para varetas ferro em bairaa de duas e
meia pulgadas; as pessoaa que os tive-
rem e quinerem vender, comparecac' no
uismo para tratarem da seos hjustes com
o Qirtlcor do rele i io e se comprar a queu!
por menos vender.
A-senal da Guerra 6 de Outubio de
i837.
Jos Carlos Teixeira.
OBRAS PUBLICAS.
Hoja 9,8 nos dias '11, e 13, do prximo
futuro me de Outubio se proceder' a ar-
ramatac'O* da ponte do V.iradouro emO-
linda nvaiiada em i;01a^58a re*. O.
lechantes fao' convidados a comparecer
cempetentrmente habilitados de fiado ei
idneos em i-a refer los dias a darem os
seu lances na Rep.irtica6 das Obras Pu-
blicas onde esta' plente o respeclvo or-
camento paia ser examinado \>Aj Pe ten-
dentes emqualquerdia til as horas.do
expediente.
Inspecco das Obras Publicas a5 de Se-
tembro de i837.
Moraes Ancora.
O Inspector Geral das Obras Publicas
convida .novarmnte os Snrs. Prop ietarios
dos terrenos em que se acha edificadas as
casas da ra defora de portas a apivsenta-
rera no da 11 do coi-rente rs .'eus til tilos
a fim de verem medir demarcar e avaliar
os referidos terrenos na forma da Lei e
ordens a respeito poii q' adiando se este
trahjlho em ttfeotivo andamento convem
nao* o interromper o que acconlerera'
coma falta da aprtsaotaca de taas ttu-
los.
IaspeccaS das Obras Publicas 7 de Ou-
tubro de 1837.
Moraes Ancora.
Pela Adminstralo Fiscal das Obras
Publicas se convida a todos o* proprieta-
ros de car rocas qua qmserem carregar
material dos'p,rto da Capuoga e Estan-
cia para o lugu da ponte do Maiiguinho ,
e do arm.oun para o lugar da Obra ; sen-
do 01. servico justo por caminhos j e o
2. por aluguel ou j.rnal da rarroca ,
com oseo boi eCaneiio; qua trabalha-
r di biixo das ordins do encarregado da
dita ob<-a prlolemp-^ em qua trabalbao
os je'iiak-iip''; conipareci na Salla da
dita AHmQstraca nos dias 16 e 18 do
crrente Outubro as horas do costume ,
para se ajoslar com queni por menor pre -
50 fiser j na cerleta de que n5 enmprin-
do o arrematante o tracto, se aluga~ Car-
rosas palo preco que seacbar por conta
do arrematante ; para o que prestar fl-
anea doea que asagnara' como ditj
arrematante o termo de contracto.
PREFEITURA?
-
Paite do dia 7 de Outubro.
I!lm. e Exea. Sr.' ForaS presos a
niinlia ordem e tiverao' destino : Jozei
Marques, preto Mara Theresi de Ja-
ius Francisco Pereia dos Santos, par-
dos, pelo S'-ib-Pre-ito de Sanio A ntonio
o I. por set encontrado depo.is da meia
noite em um grande bi:uq e dent'o da
Ribtira ; a a. por v o. J :-; e o hircssrs
por se ter t>pposto a pr'sao' d'aquelli ;
DionM* > Cemente da Gru e Joa da
Costa Palma, pelos e Antonio Ignacio
TorrejBodera, biaoco, pela 1. patrulba
doSS. ol. por pertender tornar hum
preso da dita patrulba o 2. por insul-
to a mesma ,e o ultimo, por sar vndio.
Nao consta, que bouvesse mais no vida-
de.
Dos Guarde \ V. Ex. Prel'eitura da
Cgmaica doRecifa7 de Ou>nl>rodejA37.
lllm. e Exm. Senhor Vicente Tilo-
mas Pins da Figueredo Camargo Pre-
sidente da Pioviuca Francisco Anto-
nio de S Bareto, Prefeito da Comar-
ca.
amparando a Viuve reconheceo nesta^l
os servcos incomparaveis e ralevantiss-
mos de seo Primeiro Chefa do Fundador
deste Tastoe rico Imperio a quera as ;<1-
idss sensiveis tribwlam anda saudosas la-
grimas. Mas esta Resoluc que mere-
ceo a votaga5 unnime da Assembli Ge-
ral^ o aplauso dos Brasileos, e o silen-
cio mesmo dos inimigos da ordem foi so-
mante exlraiibada pelo Novo Diario da
Babia por esa Folha que nos est pie-
gando constantemente o espirito democra-'
TRIBUNAL DOS JURADOS.
Sassa5 da dia a de Outubro.
Jury de aecuaacao.
Sumario de ex offiro procedido noex-
tinto Joiso de^laz de G >>ana contra o Te-
uetUe CorunerVancel cavalcinte de Albu-
querque, e Antonio' de Sa Cavalcante
Lins pelo roubj de fasendis do#Brigue, e
remet ido para c Jury desta Cid de ; este
nao' aciiou mateiia para acousacao'.

Jury de sen tenca.
S imarja de ex ofirio no ex tinelo Juiso
de Par do a. Destric'o do Sacramento
de Santo Antonio cunta Francisco do Am-
paro Silvestro de Carvalbo Ferrara,
Angelo Custodio dos Res Antonio Fran-
cisco Cereira Joao'Jos de Kreitas sol-
dados d'Arlilhetia pjr resistencia fora
absolv Jos.
Surnaiio ex officio dd" Juso de Di-
ito dk^Crirne d i- V.ra desta comarca
pelo
Fer-
nando ; forao condemoados em gales
perpetuas.
irnaii
contra andr Luitde Epiritp^Sanito
assas ino de Mara parda isa 4|rde
tico, a necrs:idade da revolucao ,
o.
e a se-
BAI1IA.
On l# estamos nos ? Onde e^ o Pro-
motor Publico? Onda etad as Authorida-
das da.Provincia que tem por dever va-
lar na guarda da Constiluicad e na Inte-
grida.de do Luperio, segundo o juramen-
to qua lodos pie-tamos, e que devemos
guardar, sequizermos ser considerados
Povolivre? O! miseria das miserias,
ob desgraca e infamia da B. mergi-vos, Patria, se na5 sois susrepli-
vel de entrar na liuha das Nc5s do ,V1u 1-
d<> !. .mas que dizarnos n-P!.' Ser
delirio? Ser sonho ? Sei....; mas
ru : quem falla ha hum Imraem, e um
hornera na5 amedronta a outro, qu.mdo
deffendo a miseranda visMfz, e a inerme,
e a innocente orfandad^
Se o egosmo individual fiz o homem
culpado do le>a humanidade ninguem
duvidar ) imais, face da leitura do pa-
recer das Commisses, que cima trans-
crevemos, e dos inciviz artig >a do Novo
Diario, que recopilamos que lie elle Reo
Seste ciime, revestido de circunstancias
agravantes que o (Tandera o decoro do
Brasil, e ultrapassam os limites da decen-
cia que deva ornar os labios, e acreditar
a |> n.'ia do Esrriptor quando filia um
Publico judicioso e quando pertende q-.e
o acreditem como justo e i'np^rcial.
A Nacidpenhorada de gratidao os ser-
vicos magnnimos feitos a independera 1 ,
palo pi imeiro Lnperarlor doBraslj ser-
vicos qua sao de um valor inapreciaval; a
ISa.a tf> "onheendo que o*decro. e d g-
nidade do Brasil exigrra que a Augusta
Espora (boje Viuv) do Sr. D. Pedro Pri-
meiro (tjue nos livrou do captiveiro) goie
da um iraiampnto igual a aquello que lave
quan lo nos*a I'operztriz isenJoo orna-
mento o'o Tin0110 Lnperiitl, e as nossss |
(sperancas ; N cao fin lmente solicita
cm dar ao Mundo urna idea vantajoaa da
magnanimidade e generosidade dos Bra-
sileros, dejretou urna prestaca annual
da 5o:oio^ O .ftaaM. a Seohora D.
Amelia Augusta Eugenia a titulo de api-
nigio.
Nun-a, em npsso fraco entenler, a
N2S10 Br-*i!?'; ;u ">" 'ais bem repre-
sentada ; nunca gozou de urna dita supe-
rior esta ; nunca emfim ella exercitou
um acto mais digno da admiracaS do Mun-
do nem ruis edificante do quedando | as ligrimas da infeliz viuva dvquaiquer
piraaa das Piovincias; e por t.d maneira-
a reprovou que ullrapassando as raias da
decencia, da hone?tidade, e dos princi-
pios moraes da educac5 (ere os nossos
ouvidos com o grosseiro nome de Il9" u~
ma rnulber estrangeira applioado a-
quella que outr'oia fui a Imperad do
Brasil. Seoespiriio democrtico reduz
o hornera ao estado de desconhecer deve-
res, por mais sagrados que sejaui; seo
enea mi riba ferocidade dos brutos ese o
conduz perfeita forma e exercicios do
Moustro, fu ja d'entre nos o ei-p rilo da-
mocratico, e v habitar nos Infernos.
Mas nao: o Novo Diario da B.diia enga-
a-se poqua o verdadeiro Demcrata he
justo, he virtuoso, e quem nad ama a
juslica, e a virtude oa5 po5e ser Repu-
blicano.
Sneca ditia quequsndo .-e chamaese
um homem ingrato nada mais se Ihe
poderia dizer.
A nacad reconbecendo a necessi.lade de
minorar as preciadas do seo Chefe de re-
edificar os seos Papos, ede Ihe propor-
cionar urna mobifia t e tratamenlo corres-
pondente sua Alta I) gradada pelo ver
em estado de j representar na Corte en
tre os Plenipotenciarios d* Emopa como
Imperador do Rico Brasil mas cm mu-
tos pontos inferior ao fausto destes rnes-
mos diplmalas cacujas Nscoes nao ec uo-
rnisa m os meios ofese faserem respeilar ras
pessoas do sees R>-pieseotantes j a apad,
dizetnos convencida da jusica com que
o Tut'.r da S. M. I. Ihe ponderara a pre-
cisad da augmentar a pencan deste Augus-
to O fio, que o Geo nos confiou para lu
licidade do Brasil, econtiisao dos malva-
dos, que raaquinam a d>'-lrui<;a da or-
dem ; e caita de que Este Menino no pio-
gressivo crescimenio que lem e des nvol-
vimento do suas faculdtdes, no pode
deiiar de aser urna despesa equivalente ao
seo estado, consignou-lbe na Lei do Crr-
caraento looroot^ rs.
Feliz do Lira i setodas as despezas que
Ihepesam fossem de tanta juslica, ese
nao avanga-sem ale excessos de cstibelc-
cimenlos, que s servem* de reduzir a
uossa Patiia aoPait das m-diocridadea. e
a tantos cutios vencimentos bem Wtnl
merecidos! ^
Mas nao : o Novo Diario da Baha nao
atlendendo estes, e outros desperdicios
daNac^, talla porelles, e considerando
o Monarcha do Bia-il um menino qual-
quer (ou algum fi ho da M lienta cuja
mobilia deve comidir em te urna esleir ,
um pote, uni coco e urna.garrafa ) cen-
snra e se arripia que sa Ihe dessera os
loo.'ooo$ rs. -r qua melhor asentaran)
em si, e seriam g stos com melhor gos-
to.....
Que vergonho^o, e tristssimo p^pel
n-5 tem a infeliz Babia de representar en-
tre as Naces cultas da Europa, e anda
memo entre as nossas Provincias, quo a-
man lo a juslica sordera, ea paz publi-
ca virera que orna Folha desta oatureza
he escrpta na mais Ilustrada parle de um
Imperio opulento e que tem pirtidb e
collabodores mismo d-quells que imp-
vidos desafiam a s rivaes da sua esbofada
scienciaJfe civilisaca !
Giba Sem 00 riosso proposito repetir a-
qu as palavrasdo Proplieta i( Desgracada
de 1 i trra, cojo Re he menino. ,,
Paes de familia Matronas retpeitavaL!
Na linguagem do Novo Diario da Bthia ,
v de seo coraca e dos sentiraoutos uemo-
craticos qua e'le profesa.
SesViuva do Immoital Fundador do
Imperio Brasileo Ihe nao merece a me-
nor consideraca o menor respeito e a
mais diminuta partcula de gtatidad na
esperis qae elle compassivo atienda
'

4

MELHOR EXEMI




DIARIO D R P E I A M B U C O.
5
V*

*
cutio desgracad o Cidada quando por
sua desventura delle necessite.
Se o Monarcha Brasileiro, em menori-
dade eorfanlade, lie por elle menospre-
ido, e di9altendidu, ancai os ollos de
compaix5 sobre vossos innocente filhoj,
e considerar qu| aeri a serle des infelices
orpbios, quando o Governo democrtico
existir uas tnius dos Canibaes desta esto-
fa.
Inspirai-lhes, Senhore9, o amor d
virlude, e azei-lhes detestar doutrioas b-
uarebicas, porque s no exercicio do
bem he que.o homem pode acbar tita ver-
dadera felicidade, qualquer que seja a
forma do Governo estabelacido. .
(Do Recopilador Analista de 26 d'Agqato.)
CORRESPONDENCIAS.
*
Scs. Redactores. Na5 he de minha n-
tenca atacar a ninguem porem julgando
de meu dever pugnar pela Religad Catho-
lica Romana em cujo gremio nasci vi-
v e pertendo viver, e raorrer, naS
po^so deixar de oppor-rae ao scisma que
meia duziade hypocritas impostores, mais
ignorantes do que en, querem .introduzir
na Igreja fasendo n viver as ideias de fa-
natismo e superstieaS que por pouco nao
abimara5o verdadeiro Cliristianismo no
pelago da incredulidade e libei t nagem ,
como nfalivel resultado da intolerancia ,
perseguicSea, e veximes que em nome
d'elle se liiera. O caso que vamos ex por
mostrar que o no-so Clero pertende alm-
iar dos sentimenlos dereligiosidade que
Ror fot tuna se va i arreigando entre os nos-
sos concidadios. Tundo faleeido o nosso
amigo Jote Antonio d'Oliveira a pessoa
que se encarregou de faser o enterro ves-
ti-o de preto (traje bastante decente, )e
qual havia de ser o resultado disso? opoz-
se o ignorante do Vigario encommeodado
da Freguezia de S. fft. Pedro Goncalves
do Recifeo Padre Joaqum Antonio Mar-
ques dizeudo que o nao encommendava
porque aquelie Corpo nao estava vertido
como a Igreja manda va? Apezar de ha-
ver alli algumas pessoas que fllassera so-
bre semellianfe objecto, cura ludo s pa-
di aria venceo por que os que failaraS ,
Ija5 qui>era6 levar a cousa ao infinito.
Fiquei confuso seui saber qual o vestuario
rom que se dsvia sepultar algum cadver:
volv, e levolvi jjiuantos papis tinha so-
bre Igrejas, nad^ucontrei (ja na rnesma
Igreja se tem enterrado pessoas vestidas de
casaca romo o fdescido Luis Pacheco de
Queiroga hum eatudaote do Curso etc.)
at que depois de muito pensar lembrei me
que no tempo da inqui.iicad de saudosa
feemoria era-se obrigado a enterrarse
palquer Cadver fosse de que sexofjs-
e, com hbitos velhos de i',-a des, pois
nao obstante estarem j pobiesse vendiad
por bom dinheiio, porque tinhaS indul-
gencias, do contrario quem isto nao II-
zesse, passava por heieje seus bens con-
fiscados, seus prenles com ignominia, e
se tinha dinlieiroo Saulo Officio (ou San-
to iabo) tinha logo hum acto de F, bo-
je gracasa D.-os, que nao estamos nes-e
lempo ainda apparece o que se v. Cons-
tandonos pela vi publica, que se preten-
de introduzir o uso d'enlerrar. os corpos
vestidos de cazaca oujaqueta, calcas,
seroulas, ecamisas, contra hum dos an-
tiquissimos oostumes (i) at agora nao in -
tei rompido; e devendo nos como nos
cumpre ocorrer as novaces ocasionadas
pela lelaxacaci da presente epoed, em que
u espii ito de novidade muito apraz ; deter-
Qiiuamos que os Reverendos Parochos j
t mais consinta encommendaca, ou enter-
ro (2) algum no qual os corpos na5 esto-
(\) Costumes nao s-<5 Leis.
(2) Em puaalo a encommendagiS S.
Ex. Rm. pode prohibir, poitm a enterro
na,5 pois nem S. Ex. e uem/ad pouco *
Parocho algum tem direilo a que se nao
-enterrem os cadveres, so' seos quiserem
jevar para suas casas : as Matnses ka5
fritas com os dioheiros de particulares, e
i.-iui tuS S d?p?**! -, 5" ?o do
grande opposica dos Padres temos Po-
lica que os obligue acamprirem com vi
seus edevres.
ja5 vestidos, segundea praxe (3) geralm.r
seguida, na intelligencia de q', tooS uso e
costumes (4) legtimamente introduzilo,
epraticado pela maioria (J que o Dreilo
exige para constituir Ley nao pode ser
relaxada p"la menora () da Universali-
dade que livrementeo adoptou (7) e qn9
nao existiodo Ley que derrogue (8) a que
est sancionada pela seria dos lempos (9)
deve e9lar en vigor, a dihcipna recebi-
d^, como nos recommenda o S*d- Conc.
Trid. Antiqui serventur mores, (lo) Dos
Guarde a Vais, moitos aunos. Palacio da
Solidado 16 deSetempbro de 1837. Jja
Bispo Diocesano Sr*. Redactores taita-
nos hum Mrquez de Pombal, pois foi o
nico que soube no seu t^mpo acabar com
o or^gulho do Clero Porluguei', e para
prova citarei, huma Carta que achei as
Obras d'esse Hroe, e he a seguinte O
Poder, e influenciado Clero em Portugil
he mais ampio do que se pode imagiiur
lar i luiente pelo grande bigotismo e su-
perslicaS *do Povo. O Eoclesiasticos sa-
bem que a sua verdadeira existencia de-
pende desta swper.stcaS e que a grosseira
ignorancia he o seu mtior apoio. Os pou-
cos livros que se impiimia em Po> tugal,
antes que o Mrquez regulasse as estac s
de dar as Licencas para a inpien-a on-
tislia principalmente em fabulosas vidas
de Santos, livros de Miliares feitos que
se vendiaS por roeio de reliquias e ou
tros, quelaes. que servem de mantara
suprrstica do Pjvo e a sua snbri.issa5
aos Padres, como ministrosesrolbidos de
Daos. Sc pois fcil de conceber que
| sua total influencia se poria em acca ,
contra qualquer espirito de melhoraraen-
to como capas de abrir, e ampliar o es-
pirito do Povo e deminuir a sua depen-
dencia do Clero. Mas como elles acharad
que os seus interesses era contaminados
pelas regulaces do Marque,! e as suas ad -
quisices coarctadss pela sua reform* nao
i-e poupara a trabalho algum que podes-
.se servir de l'ser a ua Administrac5 odi-
osa e d'excilar o Povo contra elle por to-
dos os meios injustos, que estavaS em seo
puder. Elle foi publicam-rite acornado
tomo Ingles tanto em Religia., romo em
P'litica por cuja acouzapa6 se propoze-
ra5 a difiamalo como hum Athei*ta, e
Hereje, ecomo hum homem rujo de-
signio era e-tabelecur a heiisia so'xe as
ruinas da Santa Religiad. Ainda que
qualquer homem de senso condec hew
que independentemerite dos p'iejfipios
Religiosos o Marques de Pombal ,
era mui babil Poltico, para de ejar a
introdceos da Religia5 reformada em
hum Governo qu he ta absolutamente
Monai chico e que hum Ministro, que
gosa nellede um plene poder pode ape*
as desejar, alterar} be com tudo certo
que estas ideias lora o' inculcadas pelo
Clero.
O Bispo de Coimbra hornera que ti-
nha piecisamente os sentmentos, q' has
t.io'para ser hum eolhusiasta publicou
(3) Nao bt} qual seja a praxe rf atUie
a que a pouco fllei ( do Santo Olficio ) q'
ludo depois de mor lo se tornara em Ira-
de ; fosne de que sexo foise !!!!!!
(4) Costumes ja diise que nao sao Le-
(5) A maioria em materia de Re'ligia ,
sempre foi de ignorantes, por essa rasase
sugeitavaS a qnantos baldoeus Ibes quise-
rem impor.
(6) A menora semprafo de bomans
mais capases, por consegu ule honrados,
e livres de fanatismo.
(7) Adoptou por oulro remedio nao
ler porem boje que livremente ja a Re-
ligia prospera como Jasus Chiislo quer
ce.isou ete motivo que allegao'.
(8) Nem ta. pouco nenhnma que ao-
clorise por tanto cumplir ou deixar
de cumprir nao ha crinie ep-lo rigor
direi que ninguem he obrigado a faser ou
cumprir se nao em vn lude de Ley :
Con^tituicao' do Imperio arl. I7g i.
(9) Serie dos tenjpos nao* Ue ucuhum
soberano, e nem taje/ pouco auctoridade
que se cite.
(10) Desejo que S. Ex. cile em q' par-
U do Con": a (lia-se e>criplo Aotiqui ser-
ventur mores, poisnuuca vi citar de se-
meljlfnte maneira, nao'dis pagina cap.
li^Hpcolima pjregralj ou Sessao',
alguns e.icriptos, em que nao' fes escru
pulo d'amrmar, que a heresia se tinha a-
possado do Mini-tro, e se hia a largos p*a-
sosadiantando para o Tfirono, e que lodo
o Reino estiva em perigo de ser della
contaminado. A loucura deste Padre o
levon ae-perar que elle devia ser consi-
derado como um Martyr da Religiao' con-
tra toda a sua expectacao'elle foi nica-
mente removido no on Bispado para urna
prisco', pra que nao' estives-e em situa-
cao' d'excilar perlurbacoens no E lado :
varios oulros Cleros, que seguira5 o seu
exemplo foraS trct*do9 do mesmo mo-
do e por este meio, se manteve a pu-
blica tianquilidade do Estado ,e as vistas
do c'ero se frustara5. O gran le n. de
Das Smtos, e procissoens em Portugal,
era urna msDfesta tachasobiea industrii
rio Povo, e tende mais de pressa a depra
var do que a conigir a sua Mural. Os Pa-
dres nada se embaracavaS no que toca a
Moral do Povo, com tanto que elle
ru mostr despiezadas as devidas obser-
vancias da Igreja ; de sorte que estas Sn -
tas (oigas, sao' apeste do Estado, na5
servindo para algum bom proposito; mas
antes pelo contrario tendema fassr o Povo
occiosu e introdusir todas as sortes da,
vicios, edesordens. Este ba> o hornera q'
hoje nos faz falta. Srs. Redactores por ora
l>a-ta, vereraes que trovoada vira sobie
nf, entao' tera5 pasciencia que tornar
a apparecer.
O Inimigo dos Hypocritas.
Srs. Redactces.-----Vou por meio da
sua estimavel lo ha anunciar ura peta-
culo mais divertido e barato do que o de
Mr. Valli, porque este s fas admirar cus
tan do dinheiio e aquelle faz rir de mos
ras ilhargas e he gratuito ; e vem a ser o
coloquio de dous Meninos de sessenta an-
nos; sou eu e o Sr. Inspector d'Alfandega ,
qaem nos quizer ver comprela alli as
io horas pouco miis, ou menos. Chego,
exponho-lbc a necessidade que teobo de
mandar-me abrir as escolilbas tanto para
mostrar, e vender carne, como para os
carpnteiros poderem trahalhar.* fas hum
rpido movimeuto de mos ecabeca di-
zeudo-me, que somente para desembar-
car que me d iicenca para tirar amos-
tras e efectuar a senda por ellas ("carne
seca por amostras !! estai isto em seus li-
vros Sis. Redactorer), que nao me d
Guarda, que requiz>a diz anda lhos
nao liera e outras borundangas : fago-
Ihe ver o piejuizo que me rauza estarem
as escolilhas Iteradas com bum genero de
que josdiieitos esta5 pagos, que pao
be S'-ceplivel de extravies e quando o
fosee, em hum meo que estivera abertal
o teria desembarcado : indifere-me com
palavras por entre denles: torno a supli-
car-Ihe, que na5 me vexe que nao me"
opprima que mande abrir a minha ca-
za at as cinco horas, ecostodiala por ol.
ticia! de sua confianga que pos-a logo dar
sabida ao genero: nada., nao tunho Guar-
das A miaba desesperacad, fas que le-
vare a vos,wme sugg ;re dzer-Ihe que
na5 faz bohi usojale suas atribuiges pois
que <> Regulamfato deixa a seo arbitrio ,
modificar e ampliar ao com:nercio aieios
para melhor promover os desembarques,
segundo a urgencia do caso, e eua o qual
me acho ; porem Srs. RR., a uadaoBruto
se move e segundo o quo me tem acon-
tecido, primeira ves que vi?, to este por-
to vejaS como irei contente para voltar
oom hum genero de primeira necessidade.
Alem de tudo isto tenho de estar rioute
e da f ito pastor de porcos porque lenho
a bordo hum, que parece estar de ma5s
dadas para rae arrancarem qunheutos mil
rs. de multa pois o maldito na5 fas se-
ua focar edar trorabadas nos lacres sem
receio algum doaoathema da inquizcaO ,
e por isso en na restricta obrigaga. Se
e.-tar alerta e de quando em quando. ..
Olha o porco... Enxota o poico. Sis.
Redactores lenhad a houdade da dizer-me
se S. S. estar incurso em oAit. i5qdo
CoJ. Crim. no caso de quo o Sr. Pro-
motor exarca com elle seu nobre oflicio;
e dando logar a estas minhas asueira., pe-
lo amor de Dos acompanhalas com suas
muito acertada rtflf xes, a ver e podem
tirar dis Cilliraifdo Egipto ao
Seu As-ignanle
O Mariuheiro. 1
Sr?. Redactores. He justo senfo doixe
ptssar em silencio as virtudes, e hots qua-
lidades, que ornio qualquer Cidada, o
principalmente quando elle repieserita na
Sociedade, e he isto o que me induz ao
vir impurtunar com estas p Sira o Sr. Francisco de Brilo Guena .
luje S-nador pela Provincia do Peo Gran-
dedo Norte, faz o meu assurupto he
desle digno Gibo de minha pequea j cia
beioica Provincia que tenho de fallar. Nas-
cido de Pais ainda que honrados pro) os;
mas pouros favoricidos da foiluua, que
hequem quusi sempre d celehridade ao
hommem ; elle por sua virtude a tem sfc-
bi Jo merecer de seus Concidadios, taolo
em sua vida jj ubi ico como paitiuolarr
porque apphcaudo se ao Sacerdocio des de
eua mocidade soube no e-paco de vinte-
e tantos |rinta anno desempeohar digna-
mente suisohrigagesde Vigario d Villa
do Principe, tanto no que diz respeilo
curas das Almis como a Instruccio da
Mocidade de maneira que sua c a-a ein-
pre eslava elisia de pareotes e eslivoho
pobres, i)' educara, sem por isso Uvjr na-
da de e-tipendio dando muilos promptos
para o Sacerdocio, eCtusu Jori'iiro, com
gloiiade sua Provincia e admiivgo das
viainhas que lo bem participaran de seus
desvelos ; porque de varias partes Ihe a-
viavio seus filhos para serem ali instrui-
dos nos bons cstum's e lingua Latina^
o que sampie desemponheu brilhanlemen-
te. Pouco conhecido ainda na siena po-
lita at a Legislatura da i83o por ser
amante do seu retiro elle foi o Suplente
do Deputado em to por sua Provincia ,
quem depois de sos infels raorle suc-
cedeu dignamente na Cmara os trez ulii-
t irnos a ii nos da Legisla lu a e sendo recl-
leilonade i834 tem sd.ido desempeohar
a missio de seu- constituales, pugnando
por sua Provincia todas as vezes que a am-
bicio ou prepotencia de alguoia das ou-
lias a tem queridodesdenhar e nio ob-
stante sers, tem'podido conseguir da
sabedoria da Cmara alguos I en1- lie oj pi-
ra ella. as prximas passadas ellerea
para Senador por aquella Provjncia sen-
'io um doi apresi-ntadus na lista tyjaUici
(ornis volado), foi litado pelo Ox.
Regente, e tomouaisento no Senado para
esper?nca e arrimo de sua Provincia.
Lou es sejo dados aos Elhlores Rio
GranJenses do Norte. que anda q ,az
livresdaquelle espirito da cabala que in-
ficiona as outras Provincias soubeiio es-'
lolher com acert seu digno Rep-eseutan-
te Louiiesao Exm. Regente que lo
aceitada esculla fez. Nao se peino, Srs.
Redactles que eu sou to ceg ou
apaixooado pelo Sr. Guerra que louvan-
do suas boas qaahdadesqueira escurecer *s
dos outros meus P.lrii ios nao, eu nio
de-e-onheco a honra inslroccio e pa-
triotismo de alguos ; mas pela maior par-
le teo desamparado a Provincia por se-
us interesses em ouiras, vindoas-im a ta
iem pouco ou nenbum couhecimento de
kO5 necessidades internas, o que influe
muito; eo Sr. Guena rene a'm da
m>is esta quadade e leo ja dado pro'-as-
do interesse que tem na pro-peri lade de
sua Provincia. Km 6m quem.assim falla
nenhuma rdagio de amisade (em com o Sr
Guerra he um simples admirador de
su*s virtudes que se apraz de as ver re-
compensadas e falla em um pais oade
nio teme que se duvide do que tem dito ,
por ser o mesmo Sr. conhecido nel'e, e
por isso nio sao occullos mullas pessoas
eus feitO'"
Queirio Srs. Redactores d/r pobl-cidae
de a estas poucas liabas de seu conatuat-
L itor e Assigoante.
O Rio Grandense do Norte.
AVIZOS DIVERSOS.
Alaga-sa um andar de o Sbralo
em qualquer ra no Baiiro de Santo An-
tonio ou do Recife, quem a tiver su-
nuncio ou dirija se ao Paleo do Cerni
segundo andar do Sobrado D. 4- pera o
ajuste,
*#JT A Seohora D. Anua Joaquina da
Louciicao, irma do Sur. Joaquina Das
de Catiro qutii a anounciar o locar de
sua morada para objeeto de seu iutetetM
1PLAR ENCONTRADO


4
BURIO DE ? S & M A M R O


O Secretario da Sociedada Apoli-
riia couvida os Sjcos da mt-sm para se-
icutiiiVti no dia to da crrente pe a 6
horas da tardu.
cJP* Na ra Dora arreazem de l)U9i
fina D. i'i tem jura al' ..g eaaa Ierren com ^c.ra ie solio des-cada,
t bous comuiodus ; sita ni rua do Jaid m.
O* A'u.{*-se par um auno, uraitio
na ponte 'Ucho* com boa ea de vi-
weada estribara, cocbeira e he tom
nmrado; quemo pretender dirija sea rua
nova 1). 22.
iy Q'em quitar dar a premio 2 >o$
r.--. sobre urea sobre uma firma muito a
credilada nesta praca aonuocie para tac
procurado.
tfcST Quetn precisar da um caixeiro
brtaileire para veuda ou btitro qualquer
estabelflcimento o qual d fiador a sna
conJucta diiija-sea roa dos afcogtnnhos
cflsa que nao tara Dcima.
VCSF Perdeo se urna ordem de 200$
n. passadapdo Sr. Coramaiidaute Superior
Ja Villa de Goianna Francisco de. Paula
Cav.dcanie de A buquerque a fivor de Jo-
ce Ca raleante de Audrade, cuja ordem
viulia se recebar do Sr. J a Aol. Ajvesda
Silva, e ooioesti orJem 1' sse perdida
nu vinte e lanos do meses de S tembro, e
porissose atusa qualquer peasoa que a
uver adiado, faca entregar aoseu dono
yuto nao ler vigor os-u lecebimenio por
ja estar setenta o meeni Senlior Jos
AotouioAlves da Silva, deaui,. pagar.
W" Lava-.se e engomma se com mul-
to assrio e presteza p;a,iwel : na Boa-vis-
ta rua do cutuvelb la Jo dimito que. vai
para o Mor.tcgo primeira cas. D. 1.
19^ Um Brasileo da muito boa con*
duela edeidade da 26 anuos se offerece
para algum escritorio, ira cartorio, e
uesme pata qualquer outra oceupaco ,
quem d'elle precisar annunde.
8^ Um bras.ldro de i6aonoade ida-
de te earece para caixeir de ,qualquy
negocio } quem o precisar onnuncie.
tV* A esseucia da salsa-parrilha ha
rauilolempo pissue uma grande edebri-
dade na America eem toJa a Inglaterra.
Os seui prodigiosos effrilo s'iiisJajfci qu.Ilebles de ijoj modo inrou-
UAtm+F Os reara vilhosos bons t-uccessos ,
que ella oblein todos os das, ra Frutea,
nao daixo jamis duriJa nenhuma na sita
eficacia, e elles prono da uma ma-
Beira irrevogavel que nio existe piepa-
racio alguiua que p( sua quaJidarius lio
erninentemeulo depurativas cauto eitn s-
aencia.
Oua!J?des daEssencis." A JEssencia
de balsa-Pan ilha lie o depurativo de s-in-
jue par rxcellencia veid.driro e > es-
pecifico para as coenfas ecielts, ou in-
veteradas, sobre todo ptra as pessoas .que
temein o rjiercorio ou as qmes ae ttin
mal uiioialrado ou dado e> quaot d-<-
res de Cfbcca iinoffiiveis, com qu* e
enoaneoimeoto dos cabellos d-ts no-
elurnas nos membroaj que tem ulcii-acea
na jj^lic tu as merabr-uag mucosas x-
c.escen-iis, corrtmeBtot', glaodulas oi>-
btuiJcii, tumortsduros nos ossos india-
o ou rijeia n sarticul.ce.
E&Ui Essenc boje gvralmeute preferi-
da aos hinhos de vjpjr os sucos d<-s
berv '8 s preparadles aulfureaa a toda
q laliaada defomentacas e f.icces, e de
urea tfli.-acia m^ravilboja eco todaa as do-
eneas mantidas por um virus qualquar; !
rem era militas a!tic5es acrimoniosas ,
(p.t nao sio das que tem um carcter sus-
peiteso. A Medeciua ptMue poucos re-
mediis que icnhio tanta virtode e que
estere na possudeum to grande e to jus-
ta cel'ebndade: vende-sena tuida Cruz
botica Fianctxa n. 54.
1}^ Utseja-s Baibosa : rindo a pouco das partos do
Sul, curar-se aosta Praaa t oeala Tj'po-
giafa,ou aiiimncie a tua residencia para
str procurado.
*TJf Qii' m acqar m relog:o de ouro
rom enmalle ecirculado da mor de perola
pode Itval-oao Vieis que llie-dara'o a-
diado ,,o qual loi perdido lio-: da ponte
do .Vlangui:itio .-te o lina da iuadoArag5
atdlando para a direit* ata a csa de II uto
Limios sapateiro o qul ptrtence ao Cap;
l'ipittc.
LEILAO.
t|QP" Que seba de fa/.er no dia 12 do
correute peUs 1 1 bocas da ma tibia na pa-
ca do Commercio do litigue Portuguex
Alndes. lorrado decolre cma os uteticilioi
. -.&,'waagaracaiagaBgggtB^v.,;r.yi::^jj>^.cg.
W Um faldamento de Guarda Naci- bem fallante e barbado, levou etdo
oosl deCaValaii, pro^.|)l() de tu:)o e bom ettado e por preveo nlmodo : na roa "s apprcbendedores que o pegar qoc a
la Madre Costa Letf. I Jueiptim deOJiveia e Souza q e gran*
t^ Um escravo crioulo, idada pouco i ficara'com 4'' V
que cmsiao
presente.
do inventa:j ,' o quai ser
NAVIOS A CARGA.
Para a Babia,
Spgue v;ag8rn a Barca Uimbnrgoeza Ca-
th.nn orotliei i:n dia li da crtente
sem falta e .ff-rec exctlleotcs cmodos
para p>ssg*irtt, : os que <|iuzerem ir de
pi-s'^em ittijase aos seus consignatarios
N. O. Bieber etc. C. rua da Ct ui N. 63.
VENDAS. .
ICJP" Duatnjorads de casas lerrisa ci-
ta na rua de detnz de S. Jas, n. 20 com
mcias a^uas ir. fundo outra na 5 Ponas
n. 23 na pracinha do Livramento no prin-
cipio da roa d > Rangel sobradinbu de 2
andares n. ?<- ou na rua da Carimb* dea-
tro da Be fe .'rm >/c:ti da casa ti. 5.
ItJpT U ra negra de nago com 18
anuos de idade engomma e coziulia :
na rua do S. Tlitre.-a 1). 27.
iy Potassa Americana ebe^ada ulti-
mimento em casa de Henriq ie Fotater
e Companbia ua ua dasamaila velba D-
cima 1.
VJP Un negro ptimo serrador e
trabaliiaoor de eocbada, um mukqua
bonito, tnuitoivo, em estado deaur
der (ittatqmr olli io: urna mjbilha de a;'gi
ro core posta de la cadeira-, d oas banqui-
nlns, e ucosla, o urna cama da me.ma
madeira com i'.olxio encbeigoem e
travijs-iro : no 3."andar das casas juntas
aoSenbor Jno Piulo de Lentos no tieci
fe roa d" Baibeiros.
fr4t>v* Uma e*;.jng :i da de dois canos, de
mmto bi'H goslo um .'dim.I"glez com
pJUCO uzo, euia'"isi nova n.ojbairro^". t
!i ia- viM : na rua estteila do a^aaio veo^|
da I). 18/
ff^ Kipti princeza de fj*9> a em libras
WOitaVas, di.oda Bliia ih superior qualidsde a libra a i6jo dito
imperial a J^O'..> ti o em cairiuba de 2
libtaemeia tinta (i-e-crever a garrafi-
nina 160 ricos estojos de duas uav..litas
Baaaiuglezai, lisouraaftnaspira imitas,
caivetes para aparar petinas ,-pirlas da
as docncas da pdle naa impi^vns ou familia em frascos de loo e de 5o com o
herpes, as sarna velbas ou repercutidas,
nai u'r.s de gota rehutiaticas ; naa ra-
cbitis, nos escui lautos, as escrolulas ( bu-
mores-frios), Guaimc-nte em Iota acmuo-
nia do singue ijueest annuuiitda por
coiiiicboes ardotea des pugeutea ,
picadas manchas amarellas piulas ver-
mei^, mipees no corpo hemorrboi-
daj, fru&cliM, pstulas uo rosto apblat,
bi.t5e. na bngoa enfermidades p* b ca
ou na gargancj n cor do rosto lvida,
bumb. (a 00 ebria de b'sle!|a os ollios
vennetbos: fluxobran ., leite e-pallado
ji > < orpo, ct loiosis, i jadecrilica dus mu-
leies males rjjs uervos, iiritabidaetet,
|t| humor tiiet.ee melanclico &<. O n/.n
t|'habitual desta Esseocia mat.tem f.esca a
dor o rosto *e escusa dos ve icatorios ,
cs seJenltose dos ranlarate. I^ vilo
que nU lsaencia de Sdsa-P^riiLw toq
sen competente fdbeto bidiia ebegadas
ulti'tiameute i n em .oeiitos, com a
relallto e oulraa muas miulesas, lulo
por diubeiro d cobre sem cscolba : na
praca da ludependeucia n. 20.
|9" Uln riti na estrada do Monteiro,
com uma grand-etsa qu^ tem tres salas,
e 8 quarlos, coztnba fora roebeira, es-
tribara ludo de pedra e cal e uma
grande cacimb d'a^oa de beber, e tanque
bastantes arores de frucia : na rua nova
D. 26, do tercero andar.
tf" Um rico taqueito de prata do 2
dunas, (juatio casticaes dua-t duzias de
coi he res um pratinho com tbi/ a ludo
ti. roslo mot*'"o 3*? c'dv!:'f! sb^;-
quiulias, a ct/iapcs ludy de mogno e
110*0, e 1 excelente pratone bonita figu-
ra : ua ua ila Alfjide^a v.lbi u. 1 ro 2.*
aii-Ja.
ni.iisou menos, i9 anuos: rua do Hos-
picio sumida casa depois da do Berilo
Jo- da Costa.
1"Jt" LLm neg o canoi-iro: no porto das
caneas ntrianqued'agua de Profio Anto-
nio Esteves da Silva.
%'-&" Um ca ruada Hoilas D. 33.
*$&* Pessas de chitas limpas a 5ooo e
a retallto aj8e9 vintera cada um covo-
do pl.tilb.s lins de Imito pegas de bre-
tauha de bamburgo com lavaras, e*ou-
tras fazen las ludo diubeiro a vista, pelo
m-tis preeo possivel : urea porfo de ce
ta de carnauba e 7 grandes canoas de
manilo, proprias para bareacia, p r
aeiem bastante grossas : na loja de Manoel
Franrisro da Silva na pracinha do Livra-
mento sobrado novoj de 3 audares*
fcV Ure cavalla muito novo, b?m
carregdor, e muito gordo, 110 Mangui*
nbo sitio de Marianua Tltereza de J.tu*
Scqueira. .
%~$P Ou trocs-se tira e?cravo crioulo,
por uraa sera va sendo moca: qm se ptopo-
zer la?cr dgum dos negocios propostos
procutea Tnoms de Aquino Pinto Bao-
deira na 1 ua do Crespo D. 5.
V7* Uma porfo de graixia viuda de
Inglaterra, de b a qualidade e pelo preco
de 96o a duza de botijas glandes e pa-
quetes: na 1 na do Vigario n. 16.
*(C?" Uma prelade naci beuguella, i-
da'de de ao anuos, boa ruzinbeira e engo-
madeira ; na rua do Vigario n, a3.
----- Duas eacravas boas, mocas, cora
habilidades, e tem vicio, como te cort,fi-
cara ao comprador; rua Nova venda L).
33. ,
S^ Ure sitio na estradt do Arraial ,
de fronte de Joa Carlos Pereira de Bur- '
gos Pouce de Le.s com boa casa de pe-
d a ecal, com 4 <| 11-.ros, duas sallas,
coainha e estribara ; com bastantes ar-
Vores f tarraa pata'plantar diriju-se
esta Typografia que se dir quem-o ven-
de.
fty Uma lanxa e uma canoa por pre-
go con mido : em Fora de Portas rua di*
reita casa n. 75.
IJtJB* Romances de Voltaire ti adundes
e anotllos pelo Dr. An'ooio da Costa Pai-
va em partida ; En-iaio s tbre a Colonisa-
de urna aicinco pollegadas; tudo mui'o
em couta que be para liquidar : na rua
do Vigario D. 12.
ESCRAVOS ](JO!1)OS.
^y Fugio da praia do collegio um
n<'gru fula de nome Antonio na^f
mocambique magto, os dedos de un
pe Mjcio oh cS'. 1 ow.iiis, iu liados ; (|iiem
o p(tP>c e o entugar uoaruiasem de cat-
rn ei ca de Antonio* Pinto defroute do
Collegio seibera teiompiusado.
\*lJbV- No dia a do coi rente'ugio do lu-
gar 1J0 Monleiru'um pelo por nome An-
tonio de naci mtaambique de idade a5
nnnos, estatura alia banita figura, mu.
to alegre que qua/.i seropte est rindo-se
o seu cilicio f)i a muito nao uza dea constava uue un-
dava nesU praca ||eni vestido e calsado
intitulndose "tafves por forro, pelas
gran .tes astucias, e aabedoria que lera
e raoclra sr crioulo tem uraa ourelba
turada, tii ultirearaeole captivo do Sur.
(''(litio Porto Can eto u como ji le n
andado pelos maltes souhe-se mais por
descoufiaoea que lie foi fuKar dois ca-
valU de o ti ibaria ao seu Sr. e com elles
se evadso p.ra o matlo c tal vez rom aju-'
das duoulros que o acompanhou ; por
ato roga-se a todas as Autboridades Poli-
ciaes titilo do mallo comu da praca, qua
o faca piender e a pessaas particulares,
de o trazar seu dono 4P Mootairo ou
na rua do Qirimado D. .1 que s'i ge-
r;?'-* s:nc:;tc rrCvSBSOtfa
ajEQT' No dia 4 deSetembro, fugio um
ept'ilo por nome Matheos naci loa;
c yin os sigues atarais tes : alluri
pu..cotid g'CBOio cuj-p;', rigraol
I UIU
i
8^> Uoabaixi aHsignado fugio drjta
Cid> de no da 4 de Junho des te auno mu
e.srr.iVM mulato tiigueiip de nome Jos
de idade de 20 anuos, estatura mais alia
que brixa cboio do corpo poiemdia-
barrigado cara algum lanto g-ande e
cheia de saldas, queixadas larga, cabellos
a garrados no casco cilios a vermelhados
naris gro-so boca rasgada, e denles a
herios e bem agudo* : qiiera o pteder,
sunio nesla pfaca .0 pod. r eatiegar ao
SenhorJot Bernardo de Souza si lor no
malOaoSenhor Dr. Jos Felis de M.raezea
Juk de Direito ti* Comarca de S. Anlio '
e no Certo ao Senlior Domingos Yg-
ibo Belo noappu ti fazenda dwbo
d agua graude, que por qualquer deste
Senbores sei bem recompensado.
Jos Bezerra de Albuqueique Mor ti negro
63" No dia 3 do curente fugo uma
escrava denomeLuiza crionla reprezen-
ta ter a6anriot de idade estatura mediana,
vega dos olhos : quem a aprehender le-
vecu-a a rua do Livramento D. poeule quesyjaguaerozatn^nte recompen-
sado.
jrjr Fugio uma preta de nome Bena-
ditaesCraV4da Snr.'de Engenho Varad
Giande, consta vender canas no barro da
Boa-vista: os apptebendedoces leveui ao
Forte do Mallos prenca do Cameito Mon-
triro a fallar com o gtnro da mesma Se-
nbora de Engenho.
t3T Huma Escrava de nBra, de id-
de, porum de boa figura, e.robusta, hu-
ma dasmeihores lavadeiras, bem conhe-
cida que niuilos annos lava oupa no
lugar do iMonlriro, e humas vinte cabe-
cas de Gado Vacutn muito gordas, to-
das (Ibas do; pasto entro ellas humas oi-
to vacas allomas mojadas, nutras are-
libas, afora Novilhas sientes no c'et ca-
de do Eugenbo Fragozo : tabem nao ha-
vet duvua fazer-se algnma ti oca ; a fal-
larnoaiterro dos Afogados caza terrea en-
costada ao Armazem do Sal de Joauiulia t
bem defronte do sobrado do viveiro.
>iP" No dia7 do cnente fugio huma
negra crioula por nome Boza coin os sig -
naes seguitiis : ve-tido de chamelote cor
de caf j desbotado, pao da costa ji
velho, eabeca da alaojisintio, olhos
p.quejaos, e redondosHlseea do corpo ,
I etnas linas, ps secos com o dedo grande
aberlu : os aprehendedores levem-a a rua
Vdhada Boavisla D. 4, que tero boa re-
compensa.
fcfr No dia i.'docorrente raez de Ou-
lubro fugjo um escravo de nomo Amofl
nio, mgio angola, de idade que repro^
unta ter 18 para 19 anuos estatura baixa
cor pela pouCa ou n'uma barba rota
cotnprido, edizemque aigura tanto en-
cbido procedido de pancadas que levou
depois que sabio do poder do seo Senlior,
tem tin uma das oielhas uma argoiinh 1 d_*
ourolizo, levou vestido calsa de eslo/>a ,
e carniza, de algudaozinbo, tudo novo,
quemo prender levam o alraz da Ma-
triz da Boa vi,la de lado direito D. 10 o
mencionado escravo tem sido visto e en-
contrado nesta Cidade pelo qua ruga o
seu S.juhor a lodas as Autoridate Po'iria-*
e niai, pe-S'jas que o aprehendi e levem
a dita ceba a ci.ua e promete sea Seriiior
uzai dos m.o.que a lei ibe concede cn-
tra tod.-sa quellas pessoas que o leubio a
coitado ou illudido.
I
MOVDIENTO DO PORTO,
Navio Sahido no dia 7.
RIO DEJANDO; Calera Dmamirque-
'za Maria, M. Hons. Brubn carga pai-
te do carrVgamento que irouxe, passa-
grirts i3.
MAR^NHAOVEaenaa Nac. Mucurtpe, M.
uJ.moei Coiuaves ua Costa, carga a-
ripa gtneo.-.
Peen, na Tjr, db m. f. fauia. j83;

MELHOR EXEM


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