Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03263


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Full Text
ANNO DE 1337. SEXTA FfilRA
6 DEOUTUBRO. N. 2\5.
PEUN. ka TJP. i> M. F. i.rl'AHIA.


DAS DA SlMANA.

ij
1
'
I

I
i
v
2 Segonda 0 Alijos da Guarda. Aud. d<> Juiz do
Cr. de do t. se*, da T1. Publica.
3 I't:rc.i S Candido si. Ilel- le m. e aud. do
' J. dos O. de t.
4 ti (.unta S. Placido. Re <( m.,n etc.
l Sexta nrnno F.indador. fjes. da Thcs. i'ul>.
aud. do J.cl-0 de t.
7 Sbado S. Marco 1'. Ilel. de m. e and. dti V,
(. de '. em Uimda. Quart. cresc as 4 h. e 53 ni.
' da manh.
8 Domingo o ratrrcio de S. Jos.
aiare' qneta para o dia 6 de Ontnliro.
as 10 llorase 6 m. da m 10 h- 30 ni. da tarde.
Te.do agora depende de no iiieamoa da onga pOo-
lencia. mndera^o. e energiaicontinueinoa rom*
>rini:jpiiti)i()Sa e aeremoa aponiadoa rom adama
;'io entre aa N'acea maia.culta.
frJr!;mo^iiiiinilni .ral S'.il
*abnrevt-ea lOOOra. menaea pagoaadiantado.
'""t.a Tporafi, rna da* Cmse I). 3, e na Pra-
ca da Independencia S. 37 frt : omita recebara
C'irreanoiidei.i'ia lecaliaailas. e aiirtiiinina; nterin-
do a a <>i,te* ratia acudo doa prupnna aaiifrhirtea,
rindo iigndoa.
CAMBIOS.
Oatiiliro 5.
AjOndreaSO l|2a SffD. St. poi l.cad.
Lisboa 65 pof o|o premio, por metal. Nota.
Franca :{(i a 320 K. por tranco
Jlio e Jan. li p. e. de prein.
Hoedaa de (1,400 IjOiO as vellias, nova
,, 4.01") 7.000 a 7,*0
Peana Colimare! 100'
ditto Mexicano 1,560 1.590
Pataceea Brasileiroi 1,60a
Premio .u- letira. por >itf i i i| p0r o|o
Culne par das .Medulas
13,000
P' HTIfM DOS COM H ROS.
Olinda__To(ti ni da o meio
Qaiana. Albandra, Paraiba, agriado Conde. M-
luatKuspe, Pilar, l!eii de S. .Jumo, Hrejo d'Arrav
iiaiilia. Pon bal, Nora d#Soui, t idade do Nal
Vii'a de (oaniiin'ia. e novada Prineesa. (idade i;
da Fortaleza. Villa do Aquira, Monte mor n/>o |j
Aracatr Caseaael, Capind, Granj. Imperairia
S- Bernardo, 8. JoSodo Principe, Sobaal, NVada
RlHey, Ico, S. MatUena, Huacho do sangoe, S.
Antonio do Jardiin. oeierainobim. e Pnmalilia
Secunda e Scxtan t o i r> a< meio da pof i '
Paraiba. Santo Anio Todaan quinta fi >'
meio ilia. (iaranlinria, a BonitoBO "** '" '" -*
' de > ada mea aomeio da. Florea-no dia 18 da
cada mes ao meio dia- Cabo.Seriiiliaam, Ki> I
mozo, e Porto Calvo-"os di 1, l, e I d? cada
mea. .
PARTE PFFII AL. *
RIO DE JANEIHO.
AC.\DE\H\ JURDICA.

Rasoluco. *
OB?g< njgfcri Nome do Imperador o Se-
nbor 1 P>edro Segando teru senecio-
nado, e manda qua sa execute a Reo-
Jurjo seguale da A ernblea Geral Le-
Uslaliva,
r
Art. 1. O Estuiante, que dentro, ou
f;ra da qualquer das Academias do Bra-
ail, usnde iujurjas, ameacas, ou violtn-
tias de qualqner oaturesa coutra o Dire-
ctor, ou algum dos Lenta, por comas
do.^eu oflicio, tio poder ser admitido
matricula nem a Actos em nenhuma
dasdita Academias p>c espado de hora
asis annoa, ajuiso da resp.ct va Coo-
gregacii).
Artigo a. O prncesso para a imposicio
das pena#do art go i. ter earrjpto pe-
" ranteo Dire-tor pelo Se. retalio d'Acade-
ma, ou por quemsua* eses fizer, e con-
sistira' em huma indagaco feiiarpe.'o Diaj
rector ex oflicio, oua requerimerto de
alfiurn dos Lentes, ouvid/> o t quatido comparte ao primeiro chamado,
o as pessu>s capates, q^ua i-tt jao scienlua
do i*, tu.
Art. 3. Tudo oqueieiultac da inia-
gfo sera miis ioruulidade sera' re-
ducido termo, e revado aovouhaciiuento
da Oonp,regaio, a quem fica coropetindo
ojulgmento delifitivo, com reeurat) ao
Goterna G-t! sem ampanga^ e parante
ella esc evera' no processo o Sucretario,
ou qutm suas veses fizer.
Ait. 4.a ISoc*8nde ser o Diiector of--
fecidido o Lenta tam anligo fara' as
b.ias vete^ em loio o processo.
Art, 5. Ficio revogadas todas as dpo-
sea em tontrai io.
Man- el A!ve-< lirdn-o, do Concellio de
S. M. o Imperador, VnUtru a Secretario
t'Etado dos Negocios da Fasenda e cnc.ii-
icgado ioterifjamente dos do Irapciii) es-
BHO o tcnlii atendido e faca excutar
rom osD spachos lecessai io". PaU.io do
Rio de Jinoiro i9 e Ago ti de 1857.
Dcimo texto d Independencia e do Im-
perio. DlOjO Aiitonio Feijo'.
Mauoel AlvaaBranco.
Senhor D. Pedro Segundo, tem anecio-
na lo e Manda, que *e tx^cute a reaolu-
<;Soseguinte da Assetnblea Geral Legisla-
tiva.
Art. 1. Oj Esttidantes df> presente
anno lectivo^ que por falta de feotes nao
tiverem a frequencia exigida nos Esttu-
los, serio, nao obstante, admitidos a fa-
ser Acto, se sa mohtrarem habilitados com
os exatnes doi annos anteriores, com o
pagamento d>s matriculas respe tivas, e
com comparteimento nos Curso-, r-u Aca-
demia .
Art. a. Oj Directores doa Corso* Ja-
ridioos admiliiro a Matricula os Ettu-
dtnte^, que por motivos justol nio tive-
rem comparecido em lempo aa quses
se contarlo t,rjta< fallas, ajtaulos os das
d'Aula p'ecedentes e estas se utiirio as
que depois livpreiD.
Art. 3. No correte anno admitti-
rio igualmente a matricula, e aosubse-
quente exame aos Estodantes, que por
motivos justos nio comp^receio em tem-
pt a matricular-se, mostrando estes le eco
frequentado como ouvintes. e ^atijfei
to os'deveres das Aulas respectivas, com
tanto que nio tenliio o'numero de faltas
que segundo os Estatutos. fi.em perder o
anno, cantados dt^sd' a abertura das
mesmas Aulas.
Ait. 4. Fico revogada as Leis e dis-
posices im contrario.,
Manoal Alves Bfanr-o, d-> Con-elho <1.;
S. M. o Imperador, Ministro e Secreta-
rio de Estado dos Negocios da Fse:ida
encarrujado iuturinimente dos do Imue-
que a Presidencia concern em que o !,ib ;-
r.sto nica da Furtalesa d< Buraco presente-
tnenta oceupa (pul devera' mudar se
paraootitio que tem tarimbas e bs-
tanle co'umodidade : q'ie a plvora dos
particulares va pira o Paiol da mesma
F01 talesa depois de fui tos os concertos in-
dicados pelo 1. Teuente Joaquim Josa
de Farias N-ves. -I*
Dito Ao mesmo enriando-lhe os
Gon-eihis de Disciplinas dos sol taina Jo-
aquim de Patias, e Antonio Gome* de
Jraus da Cacnpanhia de Cacadores da
Provincia das Alagoas s quaes deein
respot)tlsff C3::3c!lo de Guerra aesta
Cijade.
Dito Ao Inspector di Thesouraria
remsttetido Ihu o aiseutamuoto da praca
de a Coroelas pra a 3. e 4. Gompanhia
do
a.
F.'t conforme.
LUIZ J ISquui va l*>
r:n, aa un o tenha entnndi(I e fac< exe-
cotar com os de.pic'.os necessaiio-. Pa-
lacio d>> Rio de Janeiro em 19 de AftOsto
de l837, Dcimo sexto da inuvnemifncia
e do Imperio------Diogo Antonio Feij.
Manotl Alves Brtrico.
Est conforme.
Luit Joaquim dos Santos (Vlarrocos.
PErftAMIJCO.
OOVRRNO DA PnOVINCIAt
Expediento do dia 4 de Outubro.
. M________
S.'gan la Qesoluco.
O Pu'gcnte, cm Notre do |mperider o
Offlcin AoCommandante das Armas
enviando-lho uo Hiri do Prefeito da
Ccmmarca dando parta do criminoso pro-
re di.-nenio que teva a Guarda da Rece-
bednria do Scllojdos papis em a noita do
u'ii do corrate, com a i. patraiha qn
rondou o Distrirto da Bibeira a Sm deu'
lasen io conhecer do facto manda castigar
oseus autores na forma da Li.
Dito r-; Ao iqestno responden Jo-llie,
Bitalba da Guara Nacional de
Olind en lugar dcMano'l Vicente da
Trtudade e Jos Jot-iunu Malaquiai q'
por incapase) turad despedidos do seivi-
co.
Dito Ao mesmo autorisan lo-o a
vista dis rell X'.etu que faz etn seu olli-
cio de a do correte, pua despedir o
Trocador das Sedulai e oonhacimentos/j'
se baria emitiidj no troco da maela de
cobro em virtude da Lei de 5 de Outu-
bro de t833 e h-'in assim para incum-
bir ao Tbesooreiro da Fasenda Publica os
ultimes trabalhos. da Direcca da subltitai-
q das N.-las do tN.ivcePadraS a qual
Dcaextiuota.
Dito Ao tnesmo pxticipando-lhe
que fjra nouteidus pravisoriam'nte para
olugir de 1. E>cnpltiraiio da A't^nlega
o a. Esciipturario Miguel Alfonso Fe-'ei-
r ; para o lugar d--lo Amanuense Joa-
quim IMarinio C*valcauled<: Albuqu-r-
que e p*a Amanuense o Guarda Maooel
Silvestre Perreira.
Dito Esigindo o cumplimento das
oc leus qiis Ihe tem si Jo darigida's sobra,
a 1 ames-a do Pjnto do Eopregados das
Repai licoens que Iba sao sagenas.
Dito Ao Inyector Geral das Obras
Publioes C4inmittii'l tandoo CotninaoTante das Armas qoi
vala do Quuel do 7. 3 B^talhao'se aona
eot ilin i. p.,r |)iitioulares,q'pretendem e-
d Bear em sea frente cumpre, que in-
forme com urgencia a semelbante re.spei-
to a fitn de dar-s as ne dencias.
D lo Ao Dezenbirgador Juiz Reltc-
tor da Junta de Just'ot, para dar oseu pa-
recer acerca dos Olli -ios que se Me en vis
do Comandanta das Armase do Lomman-
danle dt B. 7. Prezidente do Cotisellio
de Guerra 11' nt Francisco Goopalvea de An 111.
Dito -- Ao Cfiefo da Legia das G ;ar-
PLAR ENCONTRADO
das Naciouapg de OnJa corpn.ntii-nio-
Ibe que foi expedida ordem ao Inspector
da Tliesouraria sobre o as--ens!ii'jnti> de
Praca das 2 Cotyetas pera o 2. Batalbot)
e bem assim a Director do Arstnal da,
Gu rra para sati-.fa'er aa dviss eoeu-i-
^es do Co nroaudati'e d 1 mesmo Barathao
dos accessoieos para a Beodeira e trica-
das 16 espingardas que seaobflS cm nao
estado.
Dito Ao Di'e tor do Liceo confui-
do em que o P !,- Jo e Francisco da Mou-
ra v reger a Cadeira d-1 Gramtica L-.ti-
na do Bau ro do Recife d irante o impedi-
mento do respaciivo Profess ir com o< ven-
K'iue'dfli que Ihe compeltiiem .Ai Lat
Provincial n. ^i.
Portara Ao Director do Arsenal d*
Guerra para mandar faser os reparos da
que precisar o l'aiol da FoMalrsa di Bu-
raco, para servi. de Deatosito da plvora
existonte na do Brum ; e o quartel ena^q'
presantementeso acba a Guarda da ma-
rida Fo. talas* do Buraco o qual vai lervc
de Laboratorio.
Offi;io Ao Iuspe, tor da T'it'sourar^a,
rommunicando-lhe o coftleudo a prece-
dente Poitana.
Portaiia Ao Orector do Arsenal afa
Guerje para entregar ao Commandanle
*do 2. Bitalba /' da Guardi Nacin! d-
Olmda it "Spingirdas do adarme i7 te-
cebeado m lugar del las outras taas que
se ardi em n) e.tvl .
Dita Ao ni-'-ui > para eotre-
gar ao C- mmandnta leleriio, os ar*s-
sorios oeoeasaros paia a Baoileira ijais l-iu
foi fot nacida.
Dila Nomeando em virtude do art.
7. da Li Provincial de 1 i de Abril de
i836o Bcharcl Jos IW. ira da Svi pu-
ra substituir o Juiz de Diraito do tJi ime da *
Comarca de Garanhuns que se a.-haVnpe-
dido, a o Juiz de Direit do Civel da mea*
raa Comarca que se aclia de lieeaea; en-
cend > o ordenado ejeuiolumetKcs que por
diieito Ihe compettirem.
Ponto dos Empregadn-. da Secretaria da
Provine a no mea oe Se t eco I*/1* prximo
fiado.
Offi-ial, Manuel Iiidro dr- Mirnndi ,
fallou-nos das i5 e Ibe ju-t'Gci.u a fal-
ta.
D.to Francisco X-vicr e Silva, coui-
pareceo.
Dito, Antonio Joaquim Je Melte Pa-
sero, faltn nos di j 1, a, /,, e 5.
Dito Antonio fuae de Oliteira cqm-
pa'eceo.
D.to Jos Xavier Fuit;no Pumos ,
faltn nusdiaj 1, % 4, e 5, per estar de-


DA IIO 18 PUNAMICO
F
licenq-a com vencimento e nos diss i3a-
i 3o por doeHte.
Dito, Antoniuo Josa de Miranda F*!ci5,
eero vencimento,
Escripturario Jos Ignacio Soares de
ISl'ceJo, faitou no dia 15 e juslicou a
falta.
Dito Domingos Jiue Soares, compa-
rece
Porteo, Vilsimo Antonio de Meto,
idem.
Continuo, Jo.-e Fiel de Matos faltou
nosdias i, 2, 4. 5, 6 9, III.
Secreta, ia da Provincia de Pernambu-
to 4 de utubro de 1837.
No impedimento do Secretario da Provin-
cia. ,
Manoel Izidrd*da Miranda.
Ollicial da S cretarin.
DIVERSAS REPARTlCORNS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
Riiod-tnonlos da Adminstr*ca5 de Di-
versas Rendas N acin at-s de Pernambuco
do mez de Setembro de 1837. A Saber.
Dreitosdo 7 por_c. de
ExporU9BO,
Meio por c, dos asi-
gnados
Ancoragem
Impostes ananaes das
Canoas e arc/cas
D psitos que excede-
rao'de anuo I
Sis de 5 par r c. da Em
barcac jeosNacionaes^
dem de 15 pur c. das
Extrangeiras
Multas de urna caixa de
a&sucar Id I-i tic;.I o
Emolumentosdas Ceiti-
doeus
Dis Provincia
Do alpodao.
Do Caf
Do Fumo
Do assucar dPoTncJ
das Alagosas
Daalgadau' da Paraiba
Do Dito do Rio Grande
do Norte
Taxa de 16a re por
cain da asjucar Ius
'peclada
De 4'' rs. por feixo dito
De 4 r8- Por 8aca ^* '*
godao' fie 2" re. por birtica a
saco de a.-iucar
De 5$ rais p r escravo
exportado
Disronto de 16 por C
dos Ordenados
l3:8005*4

3q&966
3:999^815
867#aOO
35J670
5 #650
67#500
51#6oo
8#o8o
i:5<>1$i63
3.75 a56
jo^544
i#858
88^541
43^740
#543
n$64o
4#>32o
124#2oo
5u$38o
8^vJ)(joo
8635398
26 643^498
O Administrador.
Rl'gael A rea ojo Montairo deAndrade.
A pauta be a mesma do N. SU.
CORREIO.
A Ecuna Mueuripa recebe as malas pa-
ra o Cetra' e Sjbral no da 7 as 9 hora da
mantii.
. ODRAS PUBLIC'.S.
Illm. e Exm. Sor. Tenho a honra ,
em cumpruiento as ordeos da V. Ex. de
Ihe apns'nlr c poulo do nezde .Viera-
bro ltimamente fndo dosDesenhsU do
Gabinete Tipogrfico desta Repaiticad.
Dejs Guarde a V. Ex. In>pecca das
Obra Publicas 4 de Outubra de i8|7.
Illm. e Exm. Sur. Vicente Thomaz- P.res
*e Rieaeredo Camirpo Pr^fUrj -I.
Provincia. I i mino Herculano de Mora-
es Ancora Tenele Coronel o Co'po
<'ogeahero.
Ponto do rnez de Sttetnbro p. p. dos
DesenhistaaerBprrgados no Gab nete To-
pogrfico da RupafticaSdas Obras Publi-
cas.
Manoel Joaquim Sampaio compara-
reo do i. al o ultimo do mas.
Monoel Antonio de Sousa, idem.
Inspace5 das Obras Publicas 4 de Ou-
lubro rte 1837.
Amonio Eduardo di Costa.
Ajudmtedo Inspajctut Geial.
Nos dias g*, il e 13, do prximo*
futuro m oe Oufubiose proceder'a ar-
rematado* da poute do Varadouro en O-
linda nraliada ero i.*0t2$58a re. O.
lechantes >* convidados a comparecer
competentemente habilitados de fiado*e*
idneos em va referidos dias a dsram oa
seus lances na Repa?tica das Obras Pu-
blicas onda esta' patente o respectivo or-
namento para ser examinado peln Pe ten -
denles em qualquer dia til as huras do
expediente.
napeccio das Obras Public a5 de Sa-
tembro de i837.
* MTaes Ancora.
ARSENAL DE MARINHA.
Pret i-a-se para fornecimanto dos arma
zens do Arsenal de Marinha o seguiote :
Oleo de linliaca tinta soitid.i, px
alcatra6, sola, sebj) em p5, pregos pe
qnenos de forro, ditos upares da teira, lo-
na da Ru*sA, dita Ingbsa, biim dito.
Todas as peasoas que tiveri.m oh pre*
dictos gneros e os quiserem vender ,
compareci' nesta Inspeccao* com suas
piopo.stasem caria feixida a tnanhia 7 do
do crrante pelas la horas do dia.
Arcual de Mai'inbii 3 de Outubro de
1837.
Francisco d'Assis Cabral de* Tai ve.
Inspector do Ar.-ennl.
Faz-se sciente aos Operarios do Arse-
nal de Vj'riiiba que hr-ja 5 d crrante
m' pagara'a feria venc Ja 00 ultimo de
Setembro.
Iospecco do Arsenal da Maiinba 5 de
Outubro de 1837.
Francisco d'Ais Cabral de Teiv?.
In pector do Arsenal.
1
PREFEITURA.
Parte do dia 5 de Oalubro.
Plm. e Exm. Sr. ForaS presos mi-
nba mdera a ti verao'destino : Estev/S Ji>se
de S usa bran o, Pedro Alatandre da
Cosa ,e Francisca das Cbaga pardos ,
peloSub-Pieftito de SaatoAntonio 01.
i'or e^tar com a porta da sua taberna a-
berta depois de lo horas da noite e
dentro o'. Ha rom adjuncto ; o 2. p >r
vidio occioso; e a ultima por ter insul-
tado a urna familia; Antonio Fel x da
Croz e ua'mulb/r M ni Juse Pe eir,
pretos, pala 1 patralha da Ribsira ,
por briga.
Na5 consta, que bouvesse maii novida-
de.
Daos Guarde a V. Ex. Prtfeitur da
Comarca do Recia 5 da Outubro de 1837.
IHm. e Eim. Senhor Vicenta Tho-
mas Pires da Figueiedo Otnargo Pre-
sidente da Piovincia --- Franc<>cn Anto-
nio de S B 1 reto Pieltilo da Comar-
ca.
DISCURSO,
Que promfbciou o Dn^Waoocl Mendos da
Cunha e Azerelo Juiz de Direit do
'rime"dei-ta Cooiaica por occau6 da
abariura do T burul dos Jurados n
da 28 de Setambro.
Parcorrendo $ fastos da historia an'i^a
a imtituiea de hum Tribunal de Juslic-i
foisem duvida a prim- iia Tea qu- 111-
ft in-pirou an h roen* par iiv ; 2:s c-
aca puii itiva huma ndole nova bum
vinculo periicluo e hum carcter da sa-
fuianaa piopriedade, e da peifaica
industria : foi por seculos o nico poder
naCidade, e sempre a melhor garantia
da paz; mis infelizmente ebegou a ser o
nico capaz d?%mpenhar os homens na
guerra. A necaMdade, ou o pretexto
de sustentar a Jastica armn obraco fra-
tricida dentro efota dos imperios, di-
vidi, esubJividio os povos a hum ponto
difcil de entendelloa servindo at para
cohonestar os planos artifuiaes da Con-
quista.
Milciades rjuerendo instar a coragem
ao seos soldados contra esAguias Roma-
nas, a queiu declarara guerra, l^mbra*
va-lhes a cada pas-oa rapia dos Prccon
soles, e t*w-Pretores ns Provincias os
paitidos, afraquezat o tuborno a par-
ciahdade na arimioi>traca6 da Justina, co-
mo hum flagello, da que lodos esperava6
libertar-se rtcebendo o Conquistador em
seo bracos. Tantas sao a calamidades,
as*Jesgrac."s que chama sobra as Naces o
de^prezo da Juslica que lisougeira es-
peranca de restaurar o leo imperio, pre-
via o Conquistador o sacrificio da indepen-
dencia Nacional.
Attendei pois, Senhores, que sendo a
Joslica o destino moral do homem robre a
lerrs e o melher testemunbo dos previle-
gios ds nossa rapa tem ti lo o pomo de
tanta discordias oivls, e hum presagio fu-
nesto de mil futuras calamidades. Isto he
bastante pai'a nos advedr, e na6 o deve
srmenos para nos corregir. Na6 he,
Srs. 'jS ha infundada a censura. Qaan-
las vezes ueste Tabernculo da Lais se
tem ellas convertido em ludibrio d>* pai-
xes ; e as deci-es do Juiy em aparatoso
triunfo do ciime com migod e susto de
todos os Cicladlos honestos aviltamento
do Poder, e menoscabo de notsa reputa-
Cao e nome em hum e outro hemisfe-
rio!.. Se a instituirlo do Jui y se essa
preconizada intiluicno he romo te tem
pretendido inculcar, a garanta dos f. ros,
e di re los do Cidado ; m ella foi deseo-
nbecida as Monarqnias pura, como
coi re impresso neases Romances Apolog-
ticos de li'ierdades patrias, por na6 dar-
se a estimativa de ta5 sagrados objectos na
proporcaS de seo valor intrnseco, au
prescindindo dessa questaS rujo exame
tal?z de'sse resultad s bem diferentes, por
huma simple recordc>5 do que se tero
pa-sado entre nos e pelo que Ibn consta
do que se passa entre outres povos da mai-
or ciilisaca^ posso afoitamente dizer :
que aquillo que era hum erro as Monar-
quas puras, he hoje huma contradicaS
reigonhosa no. Goverooa Representativea
Esta vardade confirmada por huma des-
gragada experiencia he ta geral mente, re-
conhecida que eu nafl receio ser desmen-
tido senaS por aquellas, que ru vfm
na gravidade de eos crirnes outro efleito ,
que nao seja a necessidade da fugir s pe-
nas.
O Poder Judi' ario he*a chave da abo-
bed
d p
eon-cieiich dos Jurados a apreciava dos
Lctos', circunstancias, de que sa5 re-
vestidos, nao 61011, e era poda fixar
regras, que modifi -assem ou limitassem
de m. neira alguma as sua d- c-es sobra
o merecimeato da causa ; ludo por tanto
depende deven. Na6 ha na iu-tiuccaS
do Piocesso, nem na materia da aecusa
Cao ou artificio da defe/a ; mas na vosta
con-ciencia qne esta escripias as regias,
o lypo a o valor das provas. Quandn
desembaracado das formulas, a solcmi i
dades, que circunsciavem por assim di
zer o impeiio da iasa5 o espirito de or-
dem e de ju tica presida s nossa deli-
beraces, nada nada dos falla para ga-
laotir a rectidaS e taliedoria do Jura-
mento. Mas que precauces n<6 sao pre-
cisas para conservar irralteiavil o senti-
mvnio de Juslica ? senlimento tanto mais
fcil de agtarse, quanlo he mais ceno
<|ue o e.iiac-a bumar) acolbe com aviiez
ludo que pule excuiar o erro e coho-
n^siar as paix5es anda aos no-sos prop i s
olbns, Oiivi Srs., as obse vaces a rts
pcito de bum Pb'losoph > desta seeulo
" Consoliafi lo o coi-H'a humano diz o
sabia egerando descubre se que liumi
!i !?\:.'i* cn'!,lan|a ao dever daJoalina
exige na realidade alguma cousa de mais
aiada queo sentimeiito deste dever. As
formulas da Juslica S claras, precisas, e
rigorosas; mas he impossivel que os mo-
vis interiores da vontade na sua vaga a-
gitacaS e apliquern 'estas dimensaa geo-
mtricas com huma pai feta < oincidenci.1,
a aquelte,. quo sa limitar a querer stricla-
mente o que esta prescripto nam serop e
o conseguir. He necessario a superabun-
dancia do senlimento par anchor a exacta-
medida do dever.
Respeito a innocencia horror ao cri-
me, e temor da Dos. Eis o que basta
paraylesviar da nes-a fraqueaa ludo, qur
ara div
raw.
ulilisar ou efraquecer catas im-
P
Se a Legislaca5 penal ocupa hum gran-
de eepaco na mente do Legislador para r
conter nos limites de huma rige osa ne-'
cessidade, outro anda maior deve ocupar
00animo do Juiz encarragado da execu-
cao da Lei; pois que o seo momento mais
crit'o he o de sua apliracaS. Enta mil
dificuldades se antolhaS ao Juiz circunspec-
to, que aha respeitar aconsriencia o-
brgado a decidir segundo a prora moral
da Lei; mas o Jurados livres, e vada-
deiramente livres sobra a decisa5 dos'lH-
tos acha5 a norma para os qualificar dentro
dos limites pieseriptos nos Caps. a. a
3. do T. I. do Cod. Pen. e na sua
consoiencia oespaoo, que a raza6 precur-
sora de todas as inslituie,5es civis ocupa
em todos os coracSes bem formados.
Instruidos como realmente voasupo-
nho de t.-da as raz5es," poique ae na6 po.-
deconceber a existencia de oiraitos sem sa
verificar a sancca5 destinada a protegellos,
a anda mais interesados na obseivancia
de hum dever que a Le vos iuipoero a
raz6 persuade, e a rcligiaS sanctilica ,
u continoarei pondo diante dos vossos o-
hos algnJR veidades, que com quanto
vos n6 poss5 ser ocultas, cumpre que
stiaS (requeotemente repelidas uo Tem-
plo da Juslica. Em vossas mios esta de-
positadas a boura a propriedade ,e a vi-
da dos que tem Msponder este Juizo. A
Prudlnch, e a"abedoria devem distin-
guir do resto dos homens os Sacerdotes de
Thamis. Ha crimes, Sis.tJtaB que pa-
rece que o seo Autor he reo \ Mangue de
todo peero humano, e indulgencia
nestes ha de mais perigosa conseqoencias,
que o delto mesmo ; mas na6 seja a^e-
actida no cumplimento da hum afher
hum pretexto, ou motivo para menos-
prezar a innocencia. As cautelas da Le
em seo faver re:omenda5 ao Juiz a mais
escrupulosa alenga na materia da dafe/a.
HmJuizciminal, nos refuieCoofm ius,
citando as palavras de hum Craade Impe-
rador da China (Tching-Vang) conservan-
do hum justo meio na>auas puoices imi-
ta as vittudes do Ceo e ha o caso nico ,
em qoa a crealura se pede figurar a Ima-
gem deseo Creador-
Juze< irresponsa' ante os^P^deres da
trrra: a Lei tudoconfioua vossa Probida-
de, e zelo pelo ni. resse commum e ga-
eda do edificio sonaj; ludo por tanto rantio a eficacia deste nobie aenlimento
pende de v.. A Lei abandonando a cornos lotar temor do Arbitro Supremo
danalureza, testemuoba a vingador m-
tvitavel dos mais ocultos segredo do Co-
raca humano. Faltando Cata baze as
nossas arv-6es o'ealculo do nteres* nao
tardara substituir a virtude que sem
mudar o seo nome perdera toda a gloria ,
e belleza de >os ttulos. A Justiya enm -
nal sera antas hum acto da foica d > que
o exercicio de bum diruto. O povo Ro-
manp querendo expiimir a for^a mortl,
que liga os moi taes seus devores, r reou
a bella pzlavra RrligiaS q-ie significa
lileralmeote t>bngaca5,,afe$S, vinculo.
Advelindo hum pouco ns iell*ves de
santidadee sublimidad desta divina ex-
pressio aplicada aos negocios davitaCi-,
vil permia-sc-medizcr rom alguna Ipttr-
.pretis de Direto.....que aquelle povo e-
ramais inspirado do que sabio. He a
Relik-iaS, sa6 eo Pieceito divinos, sao
stos Ritos sagrados o nico ponto de var-
dadeira felicidad mesmo na ordem dos
tempos, a he sobre estes fundamentos que
a Lei in,pondo mi Juizes a obrigaca
de jurar segundo a formula presa ipla na
SeccaS 4. do Cap. ao T. 4. do Cod. do
Po;, quizcomo advertillos da necessida-
de de observar a Li, ainda quando para
a onir naff rhaisem nos inteiesses ter-
renos hum apoio solido e permanente.
Sa5 poucas todas as investigares para
na arriscar a innocencia Ii de hum de-
I

MELHOR EXEMF


n
DIARIO DE PRUNA M HUCO.
S
*/

I
'
t.i
V.
/
rt
I
Ver absoluto a salo'ar impassibilidade para
punir o delicio. Eis 3 duas condicdel ,
duas, e as nicas, quedad aoJulgadoro
carcter de preheraiuenci*, que lhe fpi as-
signado na Jerarqua Polilica' ** EAn5
vejo na cla-se das penas algama por maior
queeaja (dizia Alejandre Severo) que me
nad pareja pequea para cisug.r o Juiz
prevaricador; mas t6 bem nad vejo no
Thesoure da* grapas alguma, que nad fi-
que muito ab.ijo do que se deve ao Pre-
tor honrado. Eu nao quero destable
estimular o vossabrio. Eta verdade he
de hum conceito universal e tira, a sua
evidencia de huma necessidade comum e
nos temos ras5es especiaos pira a proferir
era enrulo!.. A authoridade do Juiz
nadbemtis, do que huno continuo in-
fatigavel, e Augusto dever. Aquello que
o dispresa he hum pronunciado inimigo
da Repblica : a multiplicidade de crimes,
a gcavidade, e o escndalo, com quesad
peiptrados he o espelho, etn que reflec-
te a luz desta vtrJade.
Era va5 se peVtenderia assignar ao no<-
s-i9 males outra c da de. Saja qual for a sua espacie neos
motivos, easl'ontes, de que derivaS to-
dos ae resseniem dos vicios da administra-
cid, que os deve prevenir, e corregir.
Eu daria esta idea raais extensad a claie-
7.a te para iaso podesse prescindir de cer-
tas rellaaAos alheiaa dos trabrihos que nos
ocupad* Mas bem que tejad ionameros
os mles, que peza sobre a Patria e os
oupaS com huma indiferenca igualmente
criminosa, e obstinada t tesmos ..
K14, ri' direi raais... Embora... Cu
re o Poder Judicial 10 as feridas que
lhe lem aberto com as suas proprias
mos todos descubriremos o fio de
Ariadne para sahirmos do laberinthu em
que a imprudencia nos immoiou fereza
dos Minotauros Polticos. Castigai o cri-
ne. He quanto e-t da nossa parte. Cas-
tigai o crime que j tai piscando o lempo
de recorrer com proveilo as hcde.s da ex-
periencia* Aproveilemolo, antes que a
desgraca nos forc ao arrependimeotn.
C0MV1UNICAD0.
A incuria e falta desenso administrati-
vo que tem presidido ao indaraeoto doi
nossos negocios pblicos em todo o cu< so
do Iaterregno lio grande, que notlo
podemos furlar ao pejo que isso nos cau-
sa como que obriga a todo o Brasil i-
1 o amante do s< u Paiz a andar em procu-
ra de meios de nos sairmos de um estado
to violento e alliclivo em que a papi-
enca publica de caneada nos fallece.
Por toda a parte a q' levamos a atten-
co obvervarnos o mesmo desmtelo e fal-
ta de senso goveroalivo Um dos gran-
des erros da nosa gente do mando a
nmeravel persuas.-io em que elle tem es-
tado de que ludas aa Leu por si roesmo se
executio, tem que o Governo Ibes d o
andamento que a naturesa- de umitas de
suas i dupositt's pi ticas exigem, e que
depended! de preliminar Decreto e'los-
trucedea cystemeticas e mnito circunstan-
ciadas, para as mesmas leis le'rem o seo
devido cumprimentoem todo o Imperio ;
v que alguma* vesea temos visto providen-
ciar com tardas resoluedes. Faremos
mais S9nsivel a nossa obser vacio com ex-
* tupios., i
Exiinguiro-se, como se sabe, as anti-
gs nosses Milicias, e fjiio criadas, .por
unid lei, sobre suas ruinas as Guardas Na*
cioiues ; ((iracas ao Poder da uniUcio to j
mal sucedida !) nio houve nem Decrato
riera Iotrucc5es do Governo, que nos vis-
tamos pelas quaes se desse ordem sys-
tma ou maneira pratica po-que se hou-
veise de realisar convenientemente a ex*
tiuccio desees Corpos arrgimentadosem
todo o Imperio ese alguma cosj houve,
'ji aqui'lo que empre temos visto a todos
os outros espeitos do Servico Publico, ti-
to ordens ocea.ionaes Svulsis le-pi's-
tas resolutivas das rnnitas Juvidas que
necessai menle deven; occorrer, na ex-
ornrin. aoi apeles Btlhulroirw>c A~ P..I,.,-
", \l ~
as quaesordens destacadas, nio pdenlo
lico, constituem nm todo de regiment
ineonnexo, um labyriutbo de papeladas,
ont^e por ventura'se deseo brem ordem.op-
postas urna as outras, e em que o essenc-
al e aq millo tal vez de que menos se cui-
doo.
Todos sebera que esses" relmenlos de
Milicias tindo armamento de mosquete,
pe lncenles a I'Venda Publica, o qual
se achara distribuido pelos soldados desse
forca, assim como tiohofbandeiras, tam-
bores, instrumentos da msica, li vi os
mtatres, pistolas espadas e talvex car-
toxame embalado, que, distribuido oc-
casionalmente qaando se fasia mistar por
em Afectivo armamento estes Corpoa, se
nio recolbeu depois aos rmaseos de an-
ua depsitos, segundo o desleixo habitual
que tem tempra imperado em tudo o que
nos diz respeito a Fiscalsaco da malfadada
Fasanda Publica Nacional.
Nao era possivel pois exeettr, "como
cumpra, da e\iinccie rle.-sas milicias,
s m que precedes-e a sua execucio nm
Decreto e In-irucces do Governo pelo
Ministerio da Guerra de rommnm accor-
do com o da Fasenda afiro de que em
todas as n oviucias do Imperio se posa-
se em idntica arrecadacao todos esses ar*
tigos de servico publico, a medida que
fo-sem disolvendo esses Corpos. Nada
disso se fez ; e a consequencia foi qn na-
da arrecadoa se nio algumas poqcis armas,
fiesndo tudo o mas ainda por mo dos
Coro man da rites desses exmelos Corpos,
de Milicias, onde outros individuos a
quem se fizera entregas sem licalizacio
mismo de particulares de quem se nio
Bzero as exigeucias que cumpria. Outro
exemplo.
Extinguirio se as-IostiluicSes dosVin-
cu'os de Bans e devolvi se o direito de
propriedade dos mesmos B ns aos raspee*
tivos Administradores q' fosstm dcederites
dos Instituidores respectivos. A le q' tal
ordeaou nio devia merecer asinea de uro
Goveroo Ilustrado, pulitico e patritico,
ptjBpn ordenando a Constituicio, no ar-
tigo 179 a, que se ufo fa-sio leis que
nio tenhad por fim a utilidad* publica ,
'nenhuroa utilidade publica sanio
granae prejuiso publico se seguio^e
uma lei que a mos lavadas f doaeio a particulares de hens e* que
devia succeder a Faseoda Publicas, na
falla dos legistimos Administradores de Fa-
milia, atgundo a naturesa d'aquellas Ins-
tituedes chgando o desperdieio, n'este
raso, ao ponto de a< implicitamenta'se
dispensaremos successores eveotua-esd'es-
ses bens do encargo legal da decima.ou
do quinto do sen valor, com que esto
tributadas todas as suctct.s evenoluaes ;
de maneira que a dita lt i abolicionaria,
parece nio Ir outro fin se nio privar a
Farnen"la Publica d'aquillo kque de fu-
turo haviade pertencer-lhe.
O Coverno do Interregno porm: nio
so sanecionou miai ligeiramente essa lei,
mal abandonou a sua execucio com mais
indiferenca do que praticara cora a eitin-
cco dasittelicias: isto he aggrava^or ex-
tremo os damnos da Fasenda Publica que
ella nos havia canzado como podemos
mostrar.
. a
(Irnpircial)
.
medidas e finalmente xoogafoens de ser-
veja a 173 medidas.
Sei que esta'mipha exposicaS nao
gradara de certo o inleresse privado de*
alguusSrs. mormente d quedes que fin*
gem acredita n m ico galao das 5 garra-
fas em producto Aparees quem refute
esta minba ajserca, entao' voltarei outra
vez a materia, obrgando me a mostrar
com toda claro* e evidencia mathematica
a exapa do que a firmo. Julgo que
o Sor. R. publicando esta carta faia' (em
quanto a mim) alguno servico ao commer-
cio desta praca.
Manoil C. Cintra.
VARIEDADE.
rfo Ir
CORRESPONDENCIA.
Snr. Redator. Lendo o nuuncio do
seu Diario n. aog, firmado pelo Sr. dese-
joso do bem Publico, que deseja saber a
relaca existente entra a medida Brasi-
I- ira e o galad de vinho julgo ser de meu
dever na qujli Jadeda Stereometra da-,ta
Alf. s*tifaaWa curio-idada dossn corresp.
e sera a menor repugnanuciao farei, em-
bora nad desoonheca qual o fim a que se
derige somelbnnte pergunta.
Nos differenies systemas Metrologiaos
doptidos palasNa^oenscommerciae da eu-
ro (ja distidguem se tres especies de g-
loeus, a saber o de vinho ou usual, o im-
perial eo de ser veja.
Hum galad usaal corresponda exacta-
mente a i.$'23 res da mecida Braaileira \
nm dito imperial a i.^-O- e um Hit. d
sarvaja a i^J73G ; donde se collige qae lo
galoans de vinho equivalen] prximamen-
te a i4 medidas b^sileiras (dispreso em
centesimos) loo galoeni mperiaes a l~j
HurnaSessa do Parlament Ingle/.
Tinha au grandes desejos de assistir a
huma sessad do Parlamento: e cuitava-me
ir dcixando correr o tempo sem por em
contrastes o modo porque os nossos visi-
nhos, que nos represeaj^ad como mesties
em materias de governo representativo 1
tratad os seus negocios e a forma que os
oulros damos aos nossos debates parlamen-
tares. Um bilhete sem esignitura po-
ram onde um raembro da Cmara dos De-
putadps declarava achir-se autorisado pa
lo Presidente para deixar-me entrar bas
tou para quefosieeu adrnittido aos bancos
arranjados em amphitheatro direitaea
esquerda da entrWa.
A sala da f.irma da um qoadrado ab-
longo ; em frente porta priocip.I asta
.collorada a ca4eira do Presidente : esta
cadeira uad encastando parede deixa
iraz omecpico suficiente para algumas
tilas de cadeiras. Diente do Presidente i
uma mesa quadrada coberta da livros ,
pastis a regi .tos bam como uma enorme
massa diuiad. Tres Secretarios de to-
gas pretas, e eabelleira empolvilbades,
estad sentadoi de costas para o Presidenta.
Este envoltoera urna especie de "'mar-
ra e cobeito com urna enorme eabellei-
ra, cujas extremidades, crozande-se por
baix do queixo, daseein al meio peito,
conversa quasi sem interropcad coro os
Deputa dos que se assentad parto delle, e
que lhe fallad com toda a deferencia. De
lempos em lempos, quando o susurro
das ronversaedes se torna consideravel ,
grita elle em voz forte order order e
logo continua na sua habitual inttencad.
Os Depu'adosesttd sentados em bancos
cobertos de alraofadas decouro preto que
guarnecem os lados de ama sala mal allu
miada por alguns lustres, e cujas p.-redr
enfumacadas crAitribuem ainda para trna-
la mais sombra. Os bancos que fcad va-
sos, servem de cama aos Reputados, que
nelUs se estirad e ferrad no somno. U-
raa tribuna saliente em cornija e susten-
tada por pilares de ferro, corre toda a
parle superior e, noadias de grande af*
flueneia sui pre e insofficiencia da pirle
inferior da sala. Ha ahi que o publico,
nad recomraendado e os redactores de
jornaes, as admittidos, pigando meis
co'i por cabega.
Comparando a capaeidade desala com o
numero deMemhros do Parlamento, nad
se abe, como soiscentoa eqoarenta e seis
membros se possad ahi accomodar.
Os Deputados se apresentad muito a ne-
glig, de sobrecisaca da botas, eom o
chapeo ns cabeca, e teodo dehaixo do bra-
co uma bengala ou um chapeo do chuva.
Dad nuiTo pouc%, ou nenhuma altencad
maior parte dos discursos, e sotnente re-
pe'.em o grito de bear heer (oucad !
oucao !) era ana! de approvaead ou desap-
provacad que derad aquellas dos seos ami-
gos que ouvira o orador. Conversad ,
agilad-se, atravessa sala em todos os
seolidos, sem se em portaren, cero quem
falla nem com os que seguem o lio da
discussad : porem nao se ausentad da sU
sem vuliar par/i o Pre.-idente e fzam*lhe
profunda reverencia.
Os eslrangeiros nao deixa de indagar se
dos memhros mais uotaveis. Em conse-
quencia da nrcpenss "ie snd'ia a impor-
tar-nos com a resistencia ao podar como
se ella tivesse sernprc sua origern em sen*
1 i-lientos oni'osos, pelos membros da op-
posji que comeca sua revisti. Mos*
a
irad Ibes o Sf. O* C.....que ninguem,
seria capr.z de ideviohar drbaixo da sua
eabelleira parda, e seu ar tranquillo; o
Sr. H... qoe se assenta a seo lado com
decente porte, ehuma physionomia gra-
ve 'que dira bem em um ornan* de boa
compaobia.
Depois de conherer es figuras das per-
sonagens de maior nomeada em cada uma
o pin ido dirigimos a cuiiosidarfe para oa
Ministros que se nad distioguem nem pe-
lo seu irajo, nsm por outro lugar alem
de um b neo designado pelo estillo di-
reita do Presidente e junto meza : por
detraz delles so aggtororaS os seus defen-
sores.
Vendo-seaumt Assembla Inglesa f-
cilmente se acba a cansa porque se ah vrn
a par de oradores di tinelos, tantos falla-
dores que bem ou mal expiimem suas i-
d>s. Esta causa se acba no habito de in-
dulgencia, e tal vez roesmo na ioatlenci
da Assemb'a. Esta dupla disposicad torna
os oradores menos inquietos s< bre a esco*
Iha das suas expresad-s esobre o efieito
que ellas pro'-'uzird. O que de mais
mortifica na poajer-lhes-ia aconttctr seu'a
o nadserem ouvidos, Dahi o que reeulta
que elles, sobie ludo no con,eco de sua
carreira parlamentar fallad coro a maior
impeiturbabilidade. Insensvelmente, com
o uso das fot muas 01 a lorias vad ganhaD-
do confianca em si mesmo adquirtm ta-
lento e reputacad. No caao contra 10 fi-
cad n mediocridada mas ellas ao menos
ficad em estado de poder sustentar uma
discussed. e nad tem mais a combater ,
alem dos seos adversarios uma timidez
que paralysarialoda a sua hbil de de.
(Cootnuar-se-lia.)
A VIZOS DI VERSOS.
PLAR ENCONTRADO
Quem precisar de uma mulber
parda de idade mediana para ama de casa
de pequea familia ou humetn solleiro :
annuncie.
fjra^ Qaem precisar de roupa engoma-
rla com perfeicad ; dirija-sea ra de S.#
Bom Jezus das Gioulas de fronte do so-
bradinho encarnado.
-----Quem precisar de nm Portugus
paracaxeiio de venda ou loja ; aunuu-
ci.
at-> Precisa-sede 300^5 res a juros,
drado-se 2 por rento ao mes com bypo*
teca em a ecravas : annuncie.
*& Quem tiver uma casa ne Cidade
de O,inda que tenha banbo por detrs
propria para se passar a festn nao' senda
muito p>quena, e sendo do Varadoro al
os Arrombados : dii ija-se a ra Dereita so-
b'ado de 3 andares D. n 1. andar ou
annuncie para ser procurado.
V9t Dase 6oo5 res a juros enm fir-
mas a contento : ra de Sao' Gouca-
lo D. 5.
WP* Precisa-so allugar hum sobrado
de hum andar com as lojaa ero huma ru
das mais publicas do bairro da Santo An-
tonio cujo sobrado tenha os commodoe
precisos para hume grande*familia .* quem
o tiver, e quizer allugar annuncie para
se procurar.
e3* Huma mulher da idade da bons
costumes se offrece pera ama de uma
caza de pequea familia, obrigando-se a
todo o tervico de portas a dentro : na rna
do Rosario estieita N. a3 D. 2".
trjp* Aloga-se um andar de Sobrado
em quslquer ra no Bairro de Santo An-
tonio ou do Recife, quem a tiver an-
ouncie ou dirija se ao Pateo de Corroo
segundo andar do Sobrado D. 4- V* o
ajuste,
a/je Qualquer Senhor Portugus que
estaja as circunstancias de ser l'eitor de
hum Cilio no lugar de Bibenbe, que-
rendo dirija-se ao mesmo lugar, no $ito
que fui do Commandaole Dinella a fal-
ar com Antonio folicarpo da Silva.
irjr* No da 4 do crrenle mes de Qu-
tubro temou-se do poder de nm >>raiA
uma barrica pequea de fariaha de tiigo ,
e como nad be podsse pegar dito preto
por de lar-se afueir : uuam for seu dono
dirija-se as 5 pentas venda D. i7 na qui-
na do beco do Marisco que ahi achara'
dando os signaes da dita bairica lhe seca'
entregue.


-


X
i
. VJF* J >-c Francisco liellem sendo
credor .ai vida desla deman Jou-o e pos-lhe em
praca por exev-uio de Senleni;: nina
morada de casa do nai aud.r na tiente com
seu si:i% com Bfvore de fruto sua ca-
cirxbi e murado na !" ntt- por faleciintli-
to d.'sle just fi oh a divida pelo Suizo de
Oifas ['.scrivatu Perria, ajamando a
*ua exei ucio e por qin> fui dado ao Iri-
ventariaute e tutor dos Orfios Joao Pimo
dos Santos entro os mais betis que se Iha
derio para pagamento das di vidas foi'o re-
ien (o sitio o qual seaclia trattdo a vt-nder
el!- Ballena Jcuja proprieda Je ja' foi an-
jiancidi pira vender, e nao aehou cono-
pr*dor e he na Cidade de Olinda m
rita do Boui sucedo, quem tiver algum
-iiImi neo a mesaia piopriedade queira-se
entender cum o misino l>llem.
1*.'eT* Js Lino de ('astro, que leudo
tallecida n Cidade do Porto o seu Pa o
Sr. Costo.lio dos Sant.>s Castro ,, e deixm-
oo oeste Gdaile do R.cifa por a<>u bastan-
te procurador Joaqitim Alves do Beis avisa
ao respeitavcl publico na qualidade de liar-
oeiro para que pesaos alguna contrato ne-
gorio a gura com o* bens do seu fallecido
Pae-quesio 7 morada* de casas nasta Ci-
dade e ni ais hein que existe cm po ier do
dito S ; assim como avia a todos oh in-
quelinos, que nio p'guem os alugu is d as
uitas casas ao dito II is do coutr.-ru pa-
garla segunda vci e pira ulo baer duvi-
dis fz o presenta aonuncio.,
V~9r* Q'-iem pretas r do mandar entorn-
illar e ensaboar roupa de toda qualidade ;
assim como coser toda quol^lade de roupa
Ic marcar, dirij*-se a ra de Hurlas Dci-
ma 47.
fty O Secretniio da Sociedade Euter-
pin envida os bocios da mesma p comparecerem hojena casa da suas Sesses
as 7 timas da noile.
ebeg^do prximamente, para andar rom
timas vaccas : no atle.ro d* Boa -vista De-
capa 16.
"*ty Hoje G do coi rente, peranle or.
Doutor Juiz do Civel Martraianti da Rorhs
asi > se lia de arrematar uimcua nova
no Bairro da Boa-uta na travessa de Joa
Francisco D. 7 era. o com modos s^gniu
tcl* 1 q-iarto-*, du cacimba propna, quntala murado.
ajear* Quera precisar de uai ci$eir
por tugue/ pira cohraucas ou outta
qaalquer occop -rio Uiuja-se a ra da
Cruz n. 24.
8^ O Sr. Francisco B. nielo Stiro ,
procure tm ra Oireila D. i5, no primei-
10 audar urna caita viada do Rio de
Janeiro.
ifJT Thereza de Jexus previne o
lespujavel publico ,'que nu g ieui contra-
te negocio de qulidaie algum cm leu
, xuart'o Domingo Cardoso Uias S->|Rtei-
ro por se .iclnr dmo Como f.n ver
pelos alestados ucIjsos, por i^so prefine
ao respeitvrl p.,q lado o negocio que el
Je nzer he nuTlo, Attettados, O ibai-
%a a'ssign:4o Medico do Hospitil da (!.- dde do Canooayesto que to ditolli-
[.ital esteve recolliido cortm dou lo e pie
xo Poruingos Caldoso Diai Vlejtre sapa-
leiro c morador' na Boa-rita, pouoo-
Jj*9estevej por q^janlo ni< qut ria toin.r
remedios. Mal convalecido e por uafar
que queriajibir, s/bio e con-ta me que
continua nos m-smos desairanjos do ce-
rebio. Por ser verdade pa-.-'i o,pre>enle.
Recite i5 de S;tembio de 1837. Fdipe
Neri Rodrigues de Caivallio. Domin-
gos Gardoso Dias, sapatiiio-, foi recolhi-
do neste H y.l I como doudo ruanoa-
do pelo Pref.-iioda Comarca. Recite 15
de Seleinbro de i8i7. Padre {Manoel
da Fobsca e Silia Regente d > Hospital?
jr^* Peraote o Senhor D.. Juiz do Ci-
vel Jos Joaqmm Getnemano de IVlorats
Jiava^ja, vi prtfa legunda fi confute a quai'ta pane da ra-a de a anda -
res e sototu p.tio de S. Pedro que fiz
quina com o beco da ra k II jrtds.
S^?5 Pscciza-c e 2o> Jj 00 ra. a pre-
mio por lempo de 11 auuoaqiiHin osuujer
dar aonon ie qua dasse boas firmn,
rja Ptc::?-C de mi luuiiier que
eaiba* engonimar e cozer buin e que f#-
a o si vico de umi Pmn : ha ra do l..go
tobmdo D. 9.
(ry Precita se de utn criado que
tjueira emliarcir para a Villa da Santos ,
(jueoj etiver as oircumstancia de querer,
orij-se a c sa de Jom; Bernardo de Souza
no i- 1 godo Pillar qua achara rom quem
tratar, e quanto antes, da-so a preferen-
cia a Portuguez.
i^^ Troca se a4o pttaces Columna-
'ros iboo por sedula,.a quem convier esto
negocio dec'aie a ra e morada para ser
piocurado.
frJJ* Parciza-sede Soo^joo^a ^wfyooo
rs. a premio per 6 mezes dando-se boas
firm s : quem este negocio quiser fazer
auu incie.
ffJaV" Apparaceo no piimeiro de Outn-
bro 00 Engeubo Iaham, uni inuUque n
notne Angdo de id^de de i4 a i5 antioa q'
dizsar aapaleiro, e que seu Senior he'Mi-
gimlFerreiaA Brazdeiromorador ein Be-
leio, s^ndoavlim o mesmo dirija-^ no refe-
rido enjienho ou na Boa-vijta a fallar com
o Padre B.icalho iicando certo de q' o an-
nuooiante .e nio leapoosabdiu por fa-
ga que o dito miilalinlu poaaa faier.
*# Quilquar pe-.oa que se quizer
ulili^ar e uin annimo, que se prop.'
a trasladar pap?iT, tjjj qual for a sua
uatui'oa'de eacripturacio, a taber : tirar
coulas coirente, dar b.leos, passar em
lu,po borradores, tutto com routoaiscio
a preco cotimodo; a pes oa qua delle pre-
ci ar d'iiji-se a rm (teHurtas D. 16.
P P.erisa-se d<- 3a 5 coritos de reis
a piemio por lempo de um a dois annos
e sohre bens desembaracados; quem os
quiser dar inrmucie.
ttt" Quem precisar de um pequeo
natural do Rio Graude do Sul de i lade
de 14 afim-s para caixeiro e da fiador
a sua conducta aunuricie. .
TaT* Um'a pessoa da mais inteira pro-
li-di-i!, uililligpucia e principios, se
propem dar I-ces da primeiras letras,
esciipta a eaiithmetica a um pequeo nu-
mero de meniuas ou meninos por casas
|j> irijful res cootrtct ndo o m^is com-
modo pKsivel e p'omitiendo a mais ts-
(1 u.iulosa delicadeza e deavello : quem se-
qiizcr servir do prestimo off-iaeiio n-
nuM.-ie por este Diario ou dirjale a loj*
n. 34 da pafd da Independencia que ser
i u 1.1 m. li o.
LEILAO.
'i^T Q.ieseha de fazer no dia ia do
currante pelai 11 horas da mauliia na p c* d j Commeirio do Bigu Portuguez
Aicidej, torrado decohru com os uteucilio<
que consio do iiiveuiaiio o qual ser
presente.
VENDAS. 1
*1|a O n. do 20 ECHO da Religia e
do Lnpari; lia pr*ca o4a In I pendencia
n. 37 e 3o, e Qoiltccihty iuteiraa de lodos os
numero publi>'*dor.
y* Lmacaixa de lavar com todo o
seu aparelbo, caleuJo urna caiviulia com
naval as mui finas ludo de bom gusto ,
eapaielhada de prata: no armasem de
traste do Sr. Vi Haca, na ra nova.
wJ9~ Um porcao de lampied grandes
epequeuoj, um b. 11:1- no de cobre, m
doii teiiiO)defindea de veouec aze;te do
ca rapto umnovo, eoutoiludo.com
medidas, lurnl diiascundas umade {<>
loa, e outra depau e4bnijde botar
exalte; na ruados Maitirioa U. 8, no la-
do da g eji.
iry (Jiui iniilsqiu ciioiiTo, de i5 a
16 anuos de ida de proprm pia o 'ei vico
decampo' as 5 punta) venda D. l9.
-*y lima m-gi a com uina cria de um
aano piopiia para criar por Inr bom le-
te: no I jt te do mato prensa da algodio
u. 55.
*#" U na carrosa uzida iruilo forte ,
um b /i muito manso e gordo a co-tu-
ma Jo a mjsma : u >.u DtfrtUa D. 34.
JCJJP* Metialha pai'a a Inierse, ou para
eniilho em qul.|oer pureij: fente de
S. Pedro pi imeiro andar do ub' aiu afee
volta para ti Ca mo, fz ae todo e quaiquer
>}iyt.
8^5 B itins de Li-boa, sanatoa abol,
na o, oitus de nuraque paia Senlio-
lat, detod'S aacoies di 1 los de cordtvo de
Lisboa ditos Fraricezes e cbiquetoi para
ne -uni, bolinziuho pa
de nino'juiro par.ithouiem esapalos de b.
cerro francotes de duas sullas, msno-
quius em doiias e bstanla s irtiqei.t ; de
ini'idezts de tedas as qualidadcs tu 10
chegado uItiro-mentee por rirnoa preco
que em outra qual quer parte na ptaca ladeperrdcucia foja de Jos Antonio da Sil-
*an.7e8.
tjCBr U n VDW <11,e de naio de i5 an-
fosdeidade, com ollicio de sapateiro :
na ra ettieita do Rosario D. aO, lerceiio
andar.
Jpr Una negra de naci com 18
anuos de idde engomma e cotinha :
uarti df-S. Tli re a l). 27
ICjr Um cadillo atreve asdo muitO
novo, e de boa rassa : c-m O.inda atraz
da Igseja do lmparo n. lo.
!j^C Ou tioca-se um preta crioula do
2a anuos de i lade cum ieite pra criar,
abe fazer renda, rose, e engomma pw
oiitr.1-jue ,-.liba vender : na iu da Gloria
na fabric* da diatilaefo D. g.
qcjT* Xaropes refrescantes de qualida-
de superior: naruanvaD. 7 e u8.
%3T Sementes de orlalice mu boas e
pi'OKimameuie chegadas da trauQa : na
Solidude n. 45o.
vy^f* Genm e dez toros de angico : ua
ra .lo Csbug D. ,\.
VtT Tras quartaus mui'o novos, e por
pre;o commo maz'rn << Jeiu Lop s de Lima.
ICjgF* Urna moiada de rasa s ta na ca-a
forte : ru roa do Livramento loja de co 1-
ros J.2i a fallar om Pedro de Alean*
lar.
gLjr*. Bixaa de muito boa quatidade vjn-
das do Poito no Importador trocndo-
se as (ne nao pegarem : na ra da Cadeia
do lieeile Botica do Brandio.
JW*" Coutos com Champagne de boa
qoalida Je e la Un com oxcellentes biscoi-
lospuaclia: no Recita beco do capira
armasem n. 34> _
mamento em casa- (Je Henrique Forster
e Coinpaubia ua iu;i dasauzalla velba De-,
i-iojai. O
p^" U na porgao de gado da crisr, vac-
cum ecavaliar tJe toda natureta cu jo
gado a>id,i no care i de f >ra quem o per-
tender comprar ainda mesmo emparedas
pequeas dirija-s a rui da Gadeia velha
casa D. e M. 60 que a vista di compilador
je (catatados precos e qualidades.
KS Um*sitio prjimo a esta Cidade
cuja oi.t'ancia nao exea 'e a um quarto de
legua i'eixado todo com cercas de II-
mao com muito boa casa de vivencia com
commodos para grande familia, corheira
estribara e com um grande pomar de
espinho; 110 aturro da Boa-vista sobrado
D. 16, aitvcrie se que o douo nao s o veq-
de a dioheiro a vista Como a prazos com
boai firmas a contento ou por troca em
casas nesle Recife.
qey Um sobrado de um o andar,
rom dm loj*s grande quintal bom
h-iiheirae pedra e e-I sito no lugar do
v.ii a luuio junto ao baldo ; assim como
um ptimo vicravo para todo o sen ico
tanto pata irruismn de assucar como pa-
ra campo: natua'dos Q.inteis D. 4.
KgT Duispretas, urna de 18 annnos
de idade a#e ccziiina e engomma ,
ea outra da 3o annos, com as mesmas
habilidades; e um nuile.|U9 enm 14 an-
. nos de i a le : n< ru do f.go D. 11.
ejrjr" Un negro ptimo serrador e
trab.dhador de cucha Ja um mu'equo,
bonito, muito vivo, em estado deapie-
der quaiquer offi io: una mobha de angi
ro composta de I2 cadena-, das banqui-
nlias e um's.a eumacaroada mesma
madtira com colio eneba|oe(is, e
tiavisseiro : no 3.* andar das cana juntas
ao Senhor Joao Pinto de Lemos no Reci-
fe roa d"S Bu br.ros.
(p^. Rap princesa de Lisboa am libras
dito da B.lna ih.isson de
1SCRAV0S FGIDOS.
* No dia priroeiro do correnle, fu-
gio um nigro do gen lio de angola por
nome Antonio que representa ler 18 pa-
ra 19 auaos, boa estatura, cor preta ,
rosto compudo levando vsslido calsa
do estoupa e camisa de agoJazinbo,
tudo novo; e tt-m em urna das dnrclhaa
unJjB aigolinha decuiolisa: os appretitn-
dedores levem a casa D. 10 dttiaz da Ma-
tfiz d Boa-vista lado diieito.
6^ No dia 27 de Setembro fugio'um
negro de nome Luiz de rucio congj com
um calombo uu mo esquerda alio, com
pouca barba, os apprehendedores ontre-
t;ario no Recife na ra da alfandega Vilha
11. i si-gundo andar.
^ Fugio na imite do dia ai deSetem*
bro um pielojde naci canibiRda do
36a38an:ios, cabello cortado de novo ,
e muito reate tem em urna das ni/, 2
oa royos,, estatura ordinaria: os appre-
beiidclorea.levem-o a ru. do Livramento
D. 18 i|ue ser bam recompensado.
ry No da 4 de Setembro, lugio um
prttopor nome Matheus naci lanna ,
ecora ua sigqaes seguintes : tllura po-
poicio,ual, gros-o do corp j, ps grandes ,
tierndallante e baibado, levou vestido
camisi de brim-, e cal-a de gaka azul,
os appreiien'dedorea que o pegar quena
levar 110 atierro da Boa-vista I0J.1 di
Joaquim deOlireia e Souza que eraii-
.Jicara com 4 /5ooo
tS^>Doabaix> assigoado fugio dfsti
Cidadfl no da 4 de Jonho dfe auno 'i
esclavo mulato tiigueiio de nome Jo-
de idade da io anuos estatura mais alta
queb.'ixa, ebeio do corpo poiem dis;
bairigado, cara algum tanto g ande u
cheio de saldas, queixadas larga, cabellos
a gairados 00 casco olhos a vermelbados
oaiisgrosso, boca rasgada, e dentes a
bertos e bam agudos: quem o preder ,
sondo nesta praca o pod r entregar ao
Senkor Jos Bernardo de S,uza $ 9 for n0
mato ao Senhor Or. Js' elis de M. nezes
Jais de Direiio da Comarca de S. Antio ,
e no Ceito, ao Senhor Domingos Ve-
Ibo Brrelo noappudi, fazenda do olbo
de agua grande, que por quaiquer desle
Senhores sei bem recompensado.
Jos Beserra de Albu^ueique ftonl-negro
^dr" No dia a do correnle rugio do lu-
gar 00 Monteiro uai pelo por nome An-
tonio de naci roucambique de idade a5
nnnos, eslaturaalta bonita figura, mui-
to alegre que quazi sempre e*t riado-se
o sea ollicio foi carnictiro; porecn
a muito nio uza dalle constava que an-
da va nesta pra?a bem vestido, e calsado
iutitulaudo so talves por farro, pelas
grandes {astucias, e abedoria que le. 11
e mosira tar crioulo tem urna our^lha
furada, ioi ltimamente captivo do Snr.
Capitio Porto Caneiro e como ji tem
andado pelos mallos soube-se mais por
dciconlianca que elle foi fuitar dois ca-
vallos de estbria ao seu Si. e com elle*
se.evadio para o matto elalvez rom tju-
das deoulros que o ncjiipanhou j p,c
isio rof',a-se a todas as Authoridades Poli-
ciaes tinto do matto, como da praca, que
o fapa piender, ea pessaas particulares,
de o tra/.er seu dono no Vloniiro ou
na ruad) Qjti nado D. 5 qudsn ge-
nerosameate recompensados.
16J) dito
e as o-1 iv.is ,
suparior qualidade. a libra
imperial al9o dtVem oaixioba de 2
libra entttia Unta dee-crever garrafi-
nbfta 160, ricos e!ojos de duas uaMuii
Saaainglssai, Iwuuras fiaaa pera uais ,
coiveles pala aparar pennss pirlas da
i.n.ili.s pp fr'^cos '-- I-S 5 de v com v
sen competente folheto bichas chegadas
ltimamente tanto em (centus, com a
retallio e mitras muilas miuiess, ludo
por tfioliaro d cobre sem e-colba : ni
praca da Itid> peudsucia o. ao.
MOVUIENTO DO PORTO-
Navio entrado no dia 5.
ASSU'; lidias, Brigue Nac. Peroam-
bucano, M. J. s Ignacio Pimenle,
cargase!; a Manosl Gonsalves Peieii
Lfma.
BAHA; 10 dilis Biigue Efac. Isabel,
M. Autonio de Siquara, carga* crne
sueca : ao Alestie.
Sahido no dia 5.
RIODEJANiIRO; Patacho Ameiicno
Geiem M. W.Steute carga BtYte )<
canegamento o,ua tioux-) dos'Estados
Unid-s.
LIVIRPOOL} Brigue Ingles B.l.by, M.
James Gutherii j.
l'BHN^ Na lie UU U, F. PARIA *3J
I
I t
1
I
MELHOR EX


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