Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03259


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Full Text
ANNO DI? 1837. 'SEGUNDA FEIRA.
2 DE.OUTUBRO. N. 211.
PERN. baTYP. di M. F. nr PARIA. 1827.
'
DIA8 DA SEMANA-
2 *; :;nnda Os Anjos di Guarda. Aud. d'i juz do
Cr. le de t. ses. da T. Pulilica.
j lerCa S. Cundido m. Re- 4Wm. e and. do
J. dos O. de t.
4 Uuari S- francisco de assss Pat. bc9. da T. P.
5 Uuinia S. Placido, it-1- d- m.n etc.
(j Srxta *. Bruno l'.uulador. Sea. da Thes. Pub.
a.id. do J d- 0 de t.
7 biitiado S. marcos P. Hel. de m. ud. do Y.
(i. ile '. em Olinda. Quart,. creso as 4 li. c 53 01.
da manh.
8 Domingo o patr< Co de S. Josc.
are' c'ieia para o da 3 de Outnbro.
as horas 6 c 54 111. da in 1 18 in. da tarde.
Te do agora depende de noi meimni de nom pro-
fnela, moda'atjao, e energa iContinueinoH unn
r>riiicipisiiioi, e icKiam apernado com admira
;o ntre ai Nnijei inaiiculOl.
frncliiiin(> ilu'iiniMi Caral 4 Mrati
Snliacrere-te a lOOOri.menaae pagotadiantado
nfllta Ti pografia, i na das Cruzea I). 3, e na Pra-
9a da liidepriMteiicia S. 37 JH onde acreceliem
Curieipondenciaii lj^aliaailaa, e anniuicioii; nterin.
do eatea irraiii feudo doi proprini aatignaiitet,
a vuidn >iu;n.il(ii.
I*
1: A MUIOS-
Setembro 30.
-Ondre 30 I|2a 3o D. St. poi f.'cad.
* isboaO.1 |ior ii|o premio, por metal. Nona.
Franca 316 a 30 R. por tranco
Rio de Jan. ti p. c- de preni.
Moeda* de 6,400 15.0)0 as vellias, novas 13,000
. 4.000 7.000 a 7.200
Peaoa Colimares I 60
dilto Mexicanos 1,560 1,590
Ptacoes rasileiro.1 1,60o
Premio ,1h> leura*. |H>r mea I l|i por o|0
Cobre apar das sdalas
PARTIDA DOS COKII ROS.
Olinda _Tuil>>a i da* ao atejo da.
Giiana, alhaiidra. Parail.a, Vil/a do Conde. M* "
maaguape, Pilar, lleai deS.JoSo, Hrejo d'Are*.
llainlia, Poml.al, Nova de Spuae.CIdade n si#l,
Vi|)ade (loiaiiiiiulia, e Nova d_ Prmeeaa, Citada
da Fortaleza. VillaM do Aquira-, Monte moi iii.vo
Aiacatt, Caacavel, Canind. Granja, ImpratHU
S- Bernardo, S. Joan do Principe, Sobral, Novada
Kllte, Ic, S. M atese, Ileacho do tanque. S.
Antonio do Jardim, Qucxeraunlnii. e Parnabba ^m,
Segundea e Sextas leira au meio da por via da ^F
Parailia. Santo *iilioToda as quinta* feiai ao
meio da. Ga/ankuua, e Bonitu uol J'a 10 r
de rada met ao meio da. Plore no dia 13 da
cada me* ao meio dia ( alio.-erinliaeiii. Klo a*ur*
mozo, e Porto Calvo nos dita I. 11 a SI di cda
mez- _^____
PARTE 0FFICTAL.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PIIOVINCIAI
Expedienta do dia 27 de Siembro.
OfficiAo Exm. Presidente das A-
1i.:o respondendo-Ibe ler sido apra-
zentado com o seu oicio do 11 do cor-
rer-' pelo Alferes Felis(James de A'mei-
ila o Tenante Francisco Gonqalves de
Amida, oqoal fer marebar preso pira
asta Provincia e que ne>ta data fica ex-
pedida ordem par se llie fjrmir o'com-
petente Conselbodo- Gaerra.
Uitt Ao itiesino
en
mmunicmdo-
Ihe que em consequ^ncia de requi-wao'lei-
la pelo Com man Jante das Armas foi demo-
rado o vegresso do Alf -res Fel 8 Gomes de
Almei Ja que seguir'o seo destino ape-
nas depO'er no Conseibo de Guerra a que
se vai pioce ler contra o Tenante Frahcis-
co Guncelves da Arruda.
Dito Ao niesmo communicando-
Ibe que Msnoel Virginio de Oliveira,
sMdado desertor da Arlilheria d'.quella
Provinci* 6ca preso nesta Cnpital o se-
ra' enviado para ali m occiai5 oppjitona
in6 poden'o ter lug*r fiser se-lha aqui o
Concibo da Cueria comoaxige em seoot'-
li'io da 12*do cortete pelas rasceos tx-
p8tidiJasf>elo Cmauddute das Armas no
incluso oIIIl'o.
Dito Ao Commt'n'Ianle d^s Arm^s ,
cinmunicando-lheque liavendo de *er
arremata lo m Tiltil Je da Le ProTii-ial
i). 39 oEBcio da Cadein ttesia Ciclada,
t ma Piesidencia resolvido que os pre-
zos da mesttia Cadeia ptssem p^ra as 5
.irisoens da Fo- talesa do B> um t'asendo-se
ilell.8 os*ai -anj.'S e reparos que f .rem ne-
ctNrios, para o que foi eipeci Ja ordem a
o iifctor do Ai seal de Guerra que 0-
DToiV deacrordo com o Con m udinle
Ja dita Foi'laleaa formando ii'iui ilw
nesinas'piisoens um Enferman.! para os
presi.s doient.es s q'iaes smo' asistid s
palo re-pectivo Ceiurgiao', que de vera'
v sital-os ao menos duas veses na semana:
'Iite'os piesos ficarao' sob a ra-ponsabilida
tedo Comrnandanteds Fottalesa naqoal
ira' residir o Carcir nada f,ira* sem ordem do Commandante ,
o" do seuelmmediaio, a quem sa derigi-
i os Juiscs de Dreito, e Prtfditosqaan-
do mandarem rocolber ou soltar algn*:
e aut liorisando o m-smo Coiumatidante
^s Armas para 4rfaniaai' 2 Compendias
de Eni;,.jadS le 9o pracas* ioclusive os
.'Sientes, s quae sere Commindada
kt* paiiicuhr |>or Officiaej Subiilternor,
o em geial ptlo Cvniaiandaiite da Forta-
lrsi fm de se conservar ali urna Guar-
da da DHicial para atrrota manuteo(a(da
Policia edesriphna Militar.
DitoAo Inspector da Thesouraria ,
communica'ido-lhe o conteudo bo prece-
dente oflicio.
Iijual coinraunicacao' foi feita ao
Prel'ailo da Comarca d > Ree.ife.
D'to A I ispector Geral das Obras
PuIiIchs para lser continu ir a obrada a-
berlura do Canal da Birreta para a B >a-
vigam fiittidJai h ir o leito do Rio Jor-
di pr* eucanmnto daa ago.is em i>eo
vni' 11 Tin) cii'-so resta b.-IL-cen Jo talqual
era a serviiao' pubca u arpada pelos
PripuLirios do Paco da mencionadi Bu-
reta.
Tjendo a Assembha Lgt Ntiva Provin-
ciil approvalj o Pit'eovr di Cjmmis-
s*5 daComeici- A -icultura e Artas, que
reconheoeu que M iresliuo Anto-iio Pe-
raira tinba obstruido a direrpio' nlu !
do Rio Jordao' resolveo que m--* losse
l'e remellido para proceder ni dnfor-
midde do att. 56 U L-'i Piovimial de
10 de Jualio de 835. Na^' sendo poi$
precito tratar de iudeonisir previamente
os Pi prietarios d'.uj isl a Papo, iju i tinba
sido reconli9Cdo--pjc um acto Lui lat -
/<> n.u pdjie? de u na servidao' Publica,
dei as n<:e>sari.>s orden pra que (la los
ae re-tabelleciJa, e tamb-m pira que se'
profuudasse <> canal at a B>a-viagem
coufiime a n.Mo'uo.5 da Aisernbei.
Mas os Propt islarios do P090 da Bir-
reta com o ftil pi el#sto do q''e so nao ti-
rihaS prebenehido pira com elle as fr-
maSd.ides aponiadas na Lei de 9 d S '.
del8a6, apresentara gente armada no
lagar da qu"estao' con o A Ivogaro Jacin-
to More.ra Savarianno fronte o qual ameacando o enoarr^RaJ
da obra protest'u*re-iitir te a oasoelle -e
atrevesse a coTk tinual-t. Este proredi-
nieiilu he lao' crimiooso, quemesmo sen-
do,os Proprietaiioi 'lo P.o S-nhores do
terreno em questao' n.so' podiao' n\*'n que
prot da obra pa resistir emo lie expresso no
art. 1a da Li Provincial de lodo Junbo
de i8i5. Remeti pisaVm. as copias
da resolaca da A-semb'-a Provincial, e
da parta do em'arregado d veja a narragao' do aconteciuiento c o*
nomesoas pessoas qu* o presenciaras, e
luja de proceder na forma da Le p^a qna
ru5 ii(|em impunes os autbores de tao'
criminoso attentado.
Dos Guarde a Vm. Palacio do Gover-
no de Pernanibuc) a8 de Setembro de
1837. Vicente Tliomn Pires de Figuere-
do Camargo. *bnr. Promotor Publico des-
ta Comarca.
Portara Ao Director do Arsenal de
Guerra, para de accorJo com o Commin-
danteda Fortaleza do Brum mandar fa-
a *
kier as 5 piisoens ali exii-teitas os iran
jos necess'U'ios, formando em ama dtl
las um. Etiferniaria.
COJ1MANDO DAS ARMAS.
Expodiente lo dia n7 de Setembro.
Ofi;o Ao Exm; Prtsi'dnnte diien-
do ir-- em resposia ao seo officio de a5 do
corrente, que d^s 5 iris >ens que co%jem
a Foitalesa do Brum ama delias se p-
deria o >n verter em Enfermara -Jos presos
d-i Justic* qu-.- biso s;r p ira ali mili los ,
se o n. deatea nao exce iese a iltenlo-.
Di'o Ao metrfti Exn. Sur., r>m-
mouicanlo Ihe Inver nnrnaa lo o Cap'la
de r. iiuha Mtooal Joaq tina Paea Sr-
m--nt p ir 1 Co'nm do Ra Gran le do Noria, em -ub.ii'ii' -i'i
ao Teueate F. V. da M. e Afbu laal'q'
que se acliav responienJoa G>use'hj e
i--- Juid j houveise dx e

pira que ao m -acionadv Opito' e aho-
nasse 2 mes s de soldji a Juntados van-
lagen q le llie perteuaiad e comedorias
de emba que.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., disua-
do Pie, que a pretendo de J0.16 Pinliei-
ro Guedfs Particular e 2. Sirgeato do
4. Corp ti'Arlilheria de Pasiga de i,
noha dirigida ao Governo de 8. M..0I.
era 23 de Julbo do correntia anuo de
querer oncpar na proposta urna das vi-
gis de 2". Tente do me-rao Corpo e inld'iJada e injuslis-iin em prejuiso de
outrein a qum liria de preterir. Iul in-
dicia por que este Sargento Parlirular
q iando obttve- passagem em 8 de Ju'n'io
11 timo ja estiva a proposta feita e oem
pufi'aellt Commanduile das Armas coh-
nr com o que ru sabia e anida eslava
por acontecer e lujustiroma por q' ten-
do elle so'mo-trado pel csrtidao' que a-
compinbou o seo requenroento ler ape-
nas o i.* anno Matbematico na Corte, o
qUo ta bern tinha presentado os pro
poeto! em rousequencia de concurso, e
approvacoens com pelen I es vinhaporis-
so na maior videncia a fioa e>tes de pi-
or condicao' que aquella; tendo iIjs sa-
tisfeito a opposio i que a Le exige e que
aqualle nao He*.
Dito Ao Capitn Commandante in-
terino do 4. Corpo do A' tilliena como
Presidente do Coiiselho de Direcea5 di-
zendo-lbe, que pela ieitura do seo cffi'io
que eobria) a Just Qcicao' pira t.* Cade-
te do Soldado Josa de Birros Pimenttl ,
colii>ia ler havdo engao no modo de en-
leoder o Alvara' de 16 de Marco de ay57
e disptsipoeuj pproT^ilaveis 'a meima
JaslilicaQa quereindo absoluta'prevanca
de 4 Afl Foiadosfom exclusao' 'los No-
bra O que .se nao compsdecia coiri b dia-
posicoens, e sentido do .subredito Alvn ,
q' lao' b-.'in adaiili. a nobres. q' tinha jus-
tificado o pratendeate filtauio-llle so-
meote cortidoena dos Ttulos de ?eos A-
s pra por elles se ver >e formo' couGr-
m los.
Pota'i.i. Ao Maj >r Commandmta
do Bt,illuo' 7. do C:es, rem t-
'erido-IKe o C-xhwIIio dr Investa1 c 1 le la
n*s va^iis .'o'PdUt-ri'-? I* ranoisco G >ric.il-
ves d'.\ m.'l par< que o /i isj en*
trac jia Cjntelb) I Gaerra.
Diia A / LYrieti ( .artel Mestre Al-
fonso Hnorato Bi(os lem^leu io-lhe
a2 guias para aeiem cbralo- e laMf o
pagamento da irapnt q i;m da dtreito c/mp-it ste etn conlotj-
10 i l.idd tas rdeas estab liiici Jan.
DIVERSAS RoPAR IICOKNS.
TRIBUNAL DA RELACAO'.
Sessa de 28 de Setembro de i337:
Na ,'ppellaca Civcl do Juiso doDireito
da Comarca daCidiledo Nital da Pro
vincia do Rio GiauJ* d> Noria Escrivu
FerrePa ppellaole Cosme Fe- oan es da
Fouceca eappelUios Prudente Peitra
de Mello, e sua muliier tota dnuta; re-
corrida couformada.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS. '
EDITA L.
Perante o Inspector d'Alfaoiiega e
lis p uta da mcsin t a manbia S do oorrentu
as 11 h>rasd) itiaobid se b.i de arrema-
tar a quem mus der na sguintes olu-
uib api>lien tidos p-slo Cunda Frau' isoj
Aud Corcmo da H xha vi uaios e u lima
bale pelenceule ao Paquete lug'e P.u-
doia a saber :
I Caixa com a chapeos da seda pira
Senliora e. 2 ditus de palli 1 1 dita rom 1
quadea-nj res ,W curt de visli Jo le l 4 de leudos de cambraia toa Ibas de me<3,
1 lata com 2 Rusias 1 pessa de renda de 6l de seda e Ir-'itt ,
1 dita de 6!o' de linlio 1 dusia da lu vas dd
pelica 1 dita de dita de seda 4 vias de
litado vluo estieita, 1 thesoura de coa- ,
ttita, 2 pentinhos de tartaruga 8 papis
de agulbas lo pessas decidarso br-nco
8 diisi deco'xctcs 8 corle de fit d%
_-i


^
IAIIO IR PIIHAMIC
seda larga > mantilhas de touquim 3
litas de seda, 3 lerdos de dita 1 gola
bordada para Seuhora 36 pessas de ion-
pa do uo de menino i libra de cravo
tiui pV, i dita de Erva doce 2 du-ia*
deformas paia balichos, i espumadei-
ra, i livro i caixau' cora 5 bulhotns e
doce.
Aifandeg. i7 de Setembro da i837.
O Inspector interino.
Jjcome Geraldo Maiia Luraaclii de Mello.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A. pauta lie a mesma do N. lo5.
O Algoda de i.aorta passou a fc$4 jo
e o de a. soile a 5$4'j rc's*
I
ODftAS PUBLICAS.
Hlm. e Exm. Sr. Em o requerimenl
incluso repreient'5 D. Ignaria Maiia Xa-
vier e 1' i s < u ii ti a a pi < j -.-ciada e ja
delineada abertura de um ranal pela sua
Pr'p'ied.de P*co da Barreta que
despoja para a Garohoa do mes.no no ne as
agua do Ri'> Jorda, que est.ign.idas ein
9 o lugar da- Boa Vi'gem o torna iusf'ubie;
e sao us fnnd-mecitcs d,i >m opposiga ;
i. qie o i <_ Jprda nasce d) iJgal da
Cnrruranas, eoru de Leste a Osle e des-
agua no FO Ibura 2. que aquella lio
m.-nca mette aguas na Povoaga diBja-
Vi-gem, aena depois que o habitantes
do lugar ah ira una levada de Sul a or-
te, na distancia de rom hgua, doai'o
rio pa>a a Povoaga ; 3. que ei-a leva-
da he .i caiua da estaguaca das agoas na
dita Pnv.uc.' j 4- = M',e "se rad' c con a p kili'M,o Oe mu (i(ju.' c tu porta ,
que f'ca reto.uec a aguas exlrahi las do
Jo d- o seu antigu e natural cuis.> 5.
ijue a la i.'ira > Usa loo vezes menos que o
piojeciado canalj 6. que este canal teto
Baaia de tneia l>ga d'- x'eusa j y. que
O can.I eru quanto esg sia a eslagriaga
de ve no invern j llamar Povo ca5 o
nii"i pe/o. d'agoaa da J uda e Irazer-
llu o i njuevisto mal dascheias, quede
t(i oaf >t>ueiu e irr niera os seus Traeos e-
deticios, tem lemedio saade do Povo.
Infelizmente paia os Suplicantes todos
estes fundamentos carecem deexadHa,
porquanlo i. e P>r in-pecca occnlir fe-
ta por duas Te7.es com pralicos daquees
lugaies, sen lo a ultima ein compauhia
de passoas interessadas no boro xito do re-
ijuei imentu vim no conliecimento que
v rio Jorua nascendo na raiz do monte
da eii branca una dos Gararapes a-
tiavesa o v.le, que existe entre estes
montes, recebe era camiuho o riacho da
Pratt ea poura debatira para Os-
te da Povoaga da Boa-Viageru se ra-
mifica diriginlose um brago para a-
qu|la Povoaca e o nutro tomando u-
tna diiecgo qua/.i opposta vein desaguar
lia I ura. A lagoa das Cu. curaras tem 3
leguas de extenio cora direccad mu di
vjisa dado lio J cominunica no invern pouco ao Sul da
dita l-'ov.iaya. a. s Wa esc ipluia da
doaco leita lia i3j anuos dai iou b acas
de tTr na fente p-ira o mar, que f >r-
nii o Pli moiiio da Capella da Boa- Via-
giMii be di que o iundu desta trra be
t urna lag a por onde corre o ri>> Jor-
da a ijini I'goa (diz a escriplur- ) he a
que fa logo paui dentro do combro da
rea do mar f onteiro venda do Piuibo ;
donde ae \ que ba 13o anms ji o rio J d '5 inettia aguas no lugar ora chainado
Boa-Viagem. 5. O le reno da Boa-
Viage ii, he mais b.-ixo du que aquelle
que I lie fca a Oeste he alern disto buida
du a L-st" p-lo conib o d^-i praii comli-
tuirido-o a-sim urna espacia d bacia que
receb-; ag criuv.-s, as quaes ui5 lando a-
bi
au
.la |irorfl|jta para a Lamboa d < Ba.i r> ta
Woi te o i io Jahoat'5 ao Sul doiRir^-
ie irieujedi.'Velmenta ne terr. n ,
iauidandu-o e ne'.le se demorando at
que no ve.io por fufCt da eaporaca5 a
quam em parle. JN be p >i a |iretendi-
d.ilevda, ou ante-, o vei ifi alo biac>de
rio a cauza da tsti^naC- mas 8 ca fa'la
de urna ptompta salud. para a s bit--
ti cauboa. i9 e 5. IS'.o c.n-
rebo como o imaginado dique poss hiser
cessar o mal da estaunac-j da9 aguas ta
Boa Vtgem ; elles p'oderia sercon-trui-
do no lugar em que se Iparla os doij
bracos do rio, masAh mejraosa'as raar-#
gens ts baixas que a agua fcilmente
vencera a sua altura, ou se desviara pe-
la extiema do me9ino dique a vir buscar o
terreno baixo da Boa-Viagem pela natural
dec-lividade do terreno, salvo se essa uique
se extendes.'e t ao combro da p.aia e
riesse caso longe de se fazer com o centesi-
mo do traballio a de^peza do pmjectado
canal, custaiia cera vezes maii dinheiro t;
trabalho d<> queete; eainda assim tnes-
rto ficariiestagnadds as aguas; que aun
dass m o terreno desse imaginado dique
paraLste. sto hu aquelle merno lene-,
no que ni ais immediatamente a perlt-nde
dealagar. 6. O canal project^do vem
a ter 84o bracas na sua ext-nsa total co-
mo me partecipou q, Ollicial por quem
mandei marcar a direccaJge largura que
deve ter, isto he, menos de um terco de
legua. 7. O s-ptimo e ultimo funda-
mento, alem de conhssador da utilidade
do canal he contradictor! c roo, porque se o canal e>g0ta a estagna*
cao i-to he faz sabir ^i aghas, que o Jor-
da trouxe 110 inve n > a> qa.^ei por nao
teiem nihila >-e amontoa emund a vi-
zinhanc* da Povoaca, ese esKgua ; co-
mo be que o me-rno canal pode rio inver-
n Ira/.er be o mal das cheias que afu-
guem e arruiriem os sens edificios ? Pois
elle pode eagottr a totalidade das aguas ,
que durante o invern se reunira, e nao
pode ev t.ir a sin reunido dando-Ibes
pissagern a mpdida que ellas ifljem p a'pielh' lugar? N.5 lie fcil deconcebfir.
O chamado ri > Jord< he un pobrissimo
regt', que no ver'o n^ faz vulto, e
que n tendo suficiente leilo para ieceber
as aguas do invern nems-Indis francas
p 11 a as levar ao mar censen em que el-
lassee-pilliem e inundem toJa a hacia que
uluva ao dito trapiche, e provavelmente
a esse braco iiia ter1 as aguas do Jjrda,
ou pelo menos as oue nelle superabunda-
v.5 no invern. Um facto era mister a-
veiigttir pira levar as conjecturas mais
perto da realidada e he se o trapiche ex
istio sempre no lugar em que agora esta
collocsdo; porque a ser ssun, raxJes ha
p ijii.il era o bra90 da Gambos que Iba le-
vava a mar e que foi interrompido qa^n-
do se a'n o o canal que agora serve au dito
trapiche. O Proprietario do Sili > deno-
minado Alto hornera de 6i a Sban-
nos minador muito aritigo do lugar e
a meu ver a:heio a questa particular que
o negocio do canal iuvolve, informa que
outi 'ora subia canoas at perto do Sitio ,
que pelo sul confina coro o da Barreta in-
formaca que asar exacta comosuppo
nho, destroe toda a duvida sobre a exis-
tencia autigs de urna psssagem s aguas in-
teii'in-s. Estas consideracesque ommix-
ti na miiiha citada i ufo 1111 ac 5 poiaue o
objecto era enta simplesmenle a utilida-
de, e conveniencia do projectado canal ,
para desviar a questa de facto da exis-
tencia, ou nao txistamia de urna antigs
psssagem das aguas inteiiores por aote-
ver as controversias lorigas, e de duvido-
sa dedsa, que essa questa ac.carrelaiia ,
como alguns documento* ja o piova a-
prezento-as agora ao exarae de V. Bxc.
para faser sentir a pouca raza da Pro-
prietaiia na opposic' q#e lera feto a-
Ik-' tura do dito cmal.
In lependente porem do que fica pon Je- j
rado o ai'. i2 da L i Provincial de lo de
Junho de i835 que pjr efl'eito do art'go
56. 9 ( ujo iutelligencia lo i fxada* pe 1
Assemba Legislativa Piovincial appro-
vando aparecer, que a respectiva Cora-
missa den sobre o requerimento dos pro-
p ict -nos e moradores da Boa-Viagem) pa-
rece reger o caso inhabilita a Propieta-
ria 4o Paco de impedir a abertura do pro
elle? 1 01 re. Donde se srgue q o canal : jectado canal d ndo-lhe somente dreito
projectado facultando uma aguas deve evitar em parte o darauo que
ellascauz com a sua estagnaca.
O que fica referido he o que me occorra
informar a cerca do obiedito requeri-
mento, cuio resucito espero as uberio-
res ordens de V. Exc. para era vji lude del-
las proseguir ou nao a abertura do cmal.
Deus tJuaide a V. Exc. Inspecca das
Obras Publicas 7 de Agosto de I837.
Ilion, e Exm. Sr. Vicente Thomaz Pues de
Pigsjeiredo Caroargo Presideote da Pro-
vincia. Firmino Hercalano de Moraes
Ancora, Teaenta Coiooel do Corpu de
Engenheiros.
Hlm. e Exm. Sr. 4 obra do canal ,
que V. Exc. me ord-n'u; de mandar abrir
d< Gamboa da Bnela Povoaca da Boa-
Viagem deve ser feita no vera se por
ventora houverdeter effeito ; he porem
obstada pela Proprietana do Pacv da Bar-
reta cujas tetras tem de str Iravessadas
palo cmal. Levei ao conhecimento de V.
Exc. em officio de 2o, do mz prximo pas
do o procedimentu havido p .r pai te da-
quella Proprittaria contra os tiabalhado-
iM, queeomecava otrabilho deletmi-
nado ; grandes d- fii. uldades talvee tenha
embaracad 1 a decizi deste n-gncio, tuas
crtio (|ue as seguinla r. fl x5es aplanarao ,
sena Udrt parte de.-sas dilliculdade ,
e por asja? levo aoconbeciiiento de V.
Exc
Resulta da minha informaca de 7 de
Agosto, que um d>s bracos doiioJoida
vein sempre, ou ao menos ha i3o anti-s
povoauaS da Boa-Viajero eainda agOia
se v cntiiiar m< para o noi-te exira-
ma -ol do S to doP-50; n he natural
que ant-sdese resolver o lerieno des-e hi
't'O, e da existencia do valado que o de-
vide'lo s u visinho do sul as agu.s do
J r la deixa.s.,,i ,lo procurar uuj cami-
uho, que as levasse a Gamboa ao menos
qiunlo augmentadas com as.d s chuvas
as eitaces invernosas, eenia pass.gem
i na vcx alirrta d-via ser frequentad 1 pelo
no, ao meu.,s qmn lo roai, tarto d'agua,
e pelas roa ai ce.i, diataarn d; !
b a. A existmil muito anliga da um
t.apich d'eni'Mique de caix. coi bin-da
com a falta de vestgios, que o in jiquera ,
outi'ora, borda da Cmboa, iuduz a
ciar, quaalgura braco desta se encami-
de ex'gr*a iudemuisaca do terreno qua
para o mesmo canal be for tomado se em
seus 1 iiulo se nao coutiver aabiiga9a de
dar canal.
Firmado pois nos citados arligos da Lei,
e para que V. Exr. possa faser proseguir
Das deligeueiss determinadas no artigo
13. se em sua sabedoria entender, que
o canal deve teraherlo, e be devida a
Pioprietaria a iudemnisaga do terreno,
que elle tem de orcupar mandei medir
extensa, que no Sil o do Paco deve lioar
comprehendida a-sin> como aquella que
na |> eia-mar media he oceupada pela a-
gua da man-, para dessa extenuad dutir, e mais i5 bracas, por ser Proprio
Nacional, como terreno de marinba em
virtude da re-pecliva Legislaca ; e na
paite por copia imluza do Ollicial qVssa
deligencia encarregsdo ver V. Exc. que
o icrerio da referida propriedade deque
podar ser exigida iudemuisaca he urna
f.ixa de a62 bracas e 2 i|a palmos de bae
c>m 25 pal'mos d'.-liura p r ler mandado
marcar so canal a5 palmos de larguia.
N^ta occazia cumpre me faser ver a
V. Exc., que ten lo se comecado a abi ir
o canal na margem da Cambia, te reno
invad o pela encheute da mar fui a a^-
posic'5 parparte d. Propiietaria do Pago
feit a urna obra Publica que se ia es'a-
beheer em terreno Nacional, se a dita
Propiiataiia nao paga foro dalla, oque
ij n 10. *
Sibmettendo est'S reflexHes contide-
raca de V. Etc. julgo ler desempgnhado
uradever; V. Ese. porem se digna, dar-
llies o Valor que merece, em. D^us Cuar-
de-a V. Exc. In pecga ds Obras Publi-
cas 11 de Seteu,bu) de i83t. Illro. e
\- Exm. Sr. Vicente Thomax Pires de Fi-
goeiredo C*margo, Presidente da P10-
vinci*. Firmino H rcu'ano de Moiaes
Ancora, Tcnetiia Gorcnel do Coipo de
Eogeoheiros.
Illm. e Exm. Sr. Huma vez que a
Assembla Legislativa Provincial apro-
voo o parecer da Comm ssade Commer-
:-io A,;r:;::!!v:=, csv.'cs, aqual neile
reconheceo que tmba Marce'ino Antonio'
Peieira prop ietario rio sitio denominado
Pago da B tural do rio JorJa para conservaca de
alguna vivetrotua embocadura deae, com
grave prejuizo do publico e de accordo
com a referida- coramissz resolveo que
6S encaminhassa a represeutaga dos habi-
t mtes da Boa-Viagem, que motvou o pa-
recer acuna ao Presidente da Provincia
a quem cumpria providencisV tal ie p. i-
to, na conform.dade do ait. 56 da Lei
Provincial.de 10 de Junho de i835; nao'
resta a menor duvida que V. Exc. devia
. inmediatamente mandar proceder ao en-
cinatnento das agoas rio rio em seo.verda-'
deiro curso, restabelecendo d.ste modo
huma sen i la publica usurpada. Nem
outra podia ser a execuga da resoluga'
da As-embl Legislativa Provincial, mui-
to mais em face da lei citada de 10 de Jj.
nho, q'teveem viat.s proscreve to la de-
lung, sempre q' urgiste a necetsi'Jade de'
cou.-ertos em amigas estradas, eabeitura
de novas e 6 iuciivel que seja em virtu-
de destt luesma lei, que os possuidoi.es do
Pago da Barreta queia impugnar o pro.
cedimento tad legal, que se leve na pre-
sente questi allirrnaudo que a lei de lo
de Junho tendo dado a forma da abrrtn.
ra das estradas e outras muitas dispo-j.
ge, ommilo a verilicac^ da oeoeasida-
de publiea, a qual, por conseguinte, de-
ve ser regulada pela lei de 9 de Setembio
de 1826 como se nao fose absurdo asse-
verar-se, que a lei qua tonmu o Piesidem
te autboiidada 1 omp. tente para promo-
ver a con trucca de estradas e em par-
ticular para abrir o canal p ojectado, llie
prohibi avahar a necessidade dos terrenos
indispensaveis para tal i.q, sem o que a
faculdade, que be ella concede se torna-
ra quai illusuiia.
Seo* praipiietarios dos referidos sitios ,
livessera examinado com atteuca esem-
pulosa as duas leis por elles citadas te>
ria vi-to que a rie 1826, seacna hojein-
ti-ii ament modificada pela de iS35 qui-
to ao em prego da prupiiedide do cida-
da, para abertura de cana es a estra-
das.
E' bum facto incontestaval queaki
Provincial, qjz sobietudo acautelaros
meios morosos da vei ilicaga da necessida-
de publica estahelecidos na de 9 de Se-
tembro de 1826 : meios por si sos sufici-
entes para atar as maos authoi idade pu-
blica j e impedir os m.elhoramcntt s ou
construcca de cauaes, ou estradas que
el 1 pnjertasse j e de mais, q unido no
art. 36, incumbe ao P1 esideutes cumu-
lalivnnente com as Cmaras Municipa-s,
o providenciar acerca de taes ohjeetos in-
vi'biio-o necessariarnerita da f.culdade de
conhecer daqu>-lla necessidade o que he
tanto mais notorio quanto o Prsi lente
da Provincia, pelo ait. 5 da j-ieferida
lei Piovincial, fica autlioris-rio para
mandar faser os exames precizos e o-, re-
conhecimenlos para se fom ar. 111 Os pla-
nos e pe fiz de semelhanles obras: se
pois ille tem a faculdade demandar pro-
ceder h>r maga dos planos mtnci 11 idos,,
como se lhe podei negar a de reconhecer,
o que importa o meimo pelos feos agen-
tes a necessidade dos terrenos indi-pen-
siveis para extcucados me->niua? E lau-
to verdade que a lei de Siembro de
1826 se acha revogada nests parle quea
lei Provincial de i83, declaia mui posi-
tivamente noart. 12, que neiibum po-
prietario tem o direilo de impedir a aln-r-
tura de e tradas que for preciso faser-se
era suas larras, e certa mente nao f-ria es-
ta dfdaraca, se qu'Zts-.e que a talla de
vei ificav-a5 da necessidade publica discuti-
da no foro coutencioiO, loase motivo suf-
ficiete, para obsiar-se a semelhautes em-
pieza?.
Mas Kgora aalmiltiodo-se que a hi de9
do Setembro estivesse em stu inteiro, e
pleno vigor, caso negado, nunca servara
para a presente que la, poique trota-se
aqu ile cumplir huma resoluga da As-
semble'a Provincial, na qual j estveiifi-
cada a necessidade da obra : recorrer-se a
formalidades, declinar-sesemelliaute ob-
jecto para o foro c -nlencioio irnp<>rtaiia
o me-rno que toi n.n hum aclo legislativo,
dependente de huma sentenga judicial,
.--uppor ne-ta forga de lei para dciog'i'
aquello, qiadu por 3-?;q !hc fes;- coo-
tiaria oque seria se bn modo absui do.
Direi finalmente que os prop ietai ios do
Pago da Barreta labora ero erro quando
querem que se verifique a necessidade que
lifem se Ibes tirar huma poroto de terre-


DIA1IO DE PERNAMBUCO.
<
0 na5 s pelas raz5es expendidas ,
n 10 e raui principalmente porque a re-
|uca5 d Asserob'a os reconhece, na5
* notaes, bmc'udo usurpadores do hu-
m proprielade publica, queconvem re-
PiiJicar. Recorrer a formalidades neste
.(10i c lmiar previamente de ndemni-
h-Ijs, seria ir de encontr to acto legis-
i livo p"T kso <\'ie se reconheceria nclles
d, eito de prop iarfade. Se alguem deve
,ei-jnderanisado sem duvida o publico,
el0j da runos que tem sofiFrido com a ob-
?irurc6 do leito do lio" Jord., o a Fa-
,-D'ia Poblu-a, que tem de lser despeas
cotn o reslnbelecimento da Serventa usur-
ada pelos proirietarios do Sitio do Pafo
da|(arr.ta.
Por tanto a vista no expendido quer-
ase ()recer que V. Etc. ebrou do modo
riis leg*t mandando proceder aos ta-
f,a'nos precisos para abrigo canal pro-
je. lado, e que os proprietirios n6 po-
ui nein podem sera se tornaren) cri-
mino-os obstar ao* mearnos.
Deo Guarde a V. Exc. por muilos an-
nos. I lm. e Eira. *Sr. Viceute Thomaz
p res He Figueirodo Camargo Presidente
jesta Provincia. Agostinho da Silva Na-
ves Procurador Fiscal.
Nos dias 9, il, el3, do prximo
futuro nrt* ae Outubro se proceder' a ar-
remato"** da ponte do VaradoUro em O-
Imda valada era i:Ola$53a rei.. O*
iecitatitea sao* convidados a comparecer
competentemente habilitados de fiadoie*
idneos em oa referidos das a darem os
seus lances na Repartica dis Obras Pu-
blicas, onde esta' pitete o respectivo or-
camenia para ser examinado pclosTei ten-
dentes em qualquer dia til as horas do
expediente.
Inspecco das Obras Publicas a5 de Se-
tembro de* i837. ..*
Moraes Ancora.
Pela Repafllicio das Obras Publicas se
hade comprar em hasta Publica 692
tab.taa de tostado dar loiro a quem por
menor preco o vender: as pessoas que per-
terutereen lansir podem oompire.er na
Silla d'AdiiiiniMpoio Fiscal, era dita Re-
parliefo no di 5ao p. f. mez de Outu-
bro ; das 9 horas da raanbti athe as rtu
in tarde; na certeaa de que nlo tar lu-
cir dita arremaiacio no cazo de s apa-
peer huno licitante j por nao ha ver quem
fronte ; no caso de que se realize o ar-
raoiaiante haderse sojeitar a dar Udo o
tiboado no tempo que se tratar e com as
quedadas que ae declararem ; e no cazo
de falta aei comprado onde o houver e
pelo preco que se achar por conla do arre-
matarte e par garantir este negocio ,
prestar o arremanlante fiador idneo com
as formalidades da Lei ; que assignai ,
com o^esmo arrematante, o termo do
contracto.
Comarca do Recite a8JdeSetembrode 1837.
--- Illm. e Eim. Senhor Vicente Th<>-
roas Pires de Figueiedo Gamargo Pre-
sidente da Provincia Francisco Anto-
nio de S B 1 reto Preieito da Comar-
ca.
Paite do dia 2q.
Illm. e Exm. Snr. -^r ForaS presos
minha 01 dem e tiverao' destino: Joa-
Francisco rrioulo pela 2- patrulha da
Ribeira deSmto Antonio por ser encon-
trado as 4boi as da manba com urna tu a
velha flimenga ; Pedro preto, escravo
do Reverendo Joa Baibota pela 1. pa-
trulha do Deshielo do Ctrmo porfuito
de ornas roup-s era urna loja de lasend* ;
Lourenco tambem prelo escrivo de Jo-
te Appulinnio por um soldado de Poli-
ca, por briga com oulrr ; Ignacio Jos,
nioulo pelo Commandinlf da Guarda da
Ribeira da Boa-vista por igual motivo
com uroamu'her; e Dimiana Antonia ,
tambem rrioola pela 1. patrulha da Sau-
la Cruz por insulto a mesma.
Na5 dbnsta que occoi resse mais novi -
dadas.
Dos Guarde a V. Ex. Prefeitura da
Comarca do Recife 39 de Seternb. de 1837-
Illm. e Exm. Senhor Viceute Tilo-
ma 1 Pires de Figueredo Camargo, Pre
sidente da Provincia Francisco Anlouio
de Sa' Brrelo, Prefeito da Comarca.
EPITAL.

Perante a Commissa5 Administradora
dos Estibclecimentos de Caridade sa hade
arrematar por arreadamente trienal em o
dia4 do corren te pelas 10 horas da ma-
nila as casis seguintes : ra das 5 Pon-
tas casa n. 49, S. Joe n. 3, por detrs
de S. Jos n. 17, atraz do calrfabouco n.
1, beco de Su Pedro n. 34a ra do A-
moiirn, n; lia, Fora de Portas n. j8o,
ssim como continua a arremalacao' das
que ja for6 aonunr-iadas.
Francisco Xavier de Miranda.
EscrivaS.
PREFEITURA.
Parte do dia 28 de Sstembro.

Illm. e Exm. Snr. tj^aspa-tes boje
recebidas cons'a que fora5 presos a minha
oidetii os individuos seguintej os quaes
tiverao' diQeintes d alios : Francisco
Maooel daSlva, pardo, pelo Sub-Pre-
feitorio Recife poi t}r ooc.ulta em urna
casinha desua r-s:denfcia a preta Felicida-
de escrava de Franci-ca Genoveva ; Ma-
ticel preto escravo de Maria Antonia ,
pela 1 patrulha de Fora de Portas por e-
l),io, e q eier carregar urna das taboas ,
que existem no Arsenal ; Procopio par-
do escravo de loaquim Jos de Miranda
e Bernardino de Senna crioulo pela
i. patrulha do Corpo Santo por ebrios ,
hidoro Antonio Peieira, pardo p-lo Sub
Piefeito de Santo Antonio por ser oci>so
e 1116 ter odicio do que subsista ; Ma-
noel Gomes Ferrara Sirg-nto d'Arti-
Iberia por um Soldado de Polica por
Me ser apprthendida urna bengila de es.
oque, e Filippa Mara parda, pelo
<^ommandanle da Guarda di Ribeira da
Boa-vuta por bng* cora ouira.
Nao consta: que houvesse ma or da-
do, c
Dos Guarde a V. E*. Prefeitura da
Discurso pronunciado na Sesfo de aa do
crreme, pelo Exm. Senhor Viscon-
a de de Goianoa, Diputado pela Provin-
cia do Para, sobre oO.camenlo do
Imperio.
Senhores, he a primeira vez que tomo
a palavra sobre o orcameuto do Imp-iio.
Eu deaejaria estaodtr me sobre a materia,
mas nao me animo poique a dhcu'-sio
vai se tornando longa Doe.se bstanla
deixar de notar certas conlradicSes, que
qui apaiecero erora as quaes nunca
poJeiei accommodar me. Por exemplo :
tendo-se fallado muito contra o Presiden-
te doCeara', aparecer quem o defenda e
estranhe as lensuras feitat a este presiden-
te detestado em quise todos oa peridi-
cos do Brasil Mas ao nnsrao passo te-
nho hervido a friesa de hum e outro la-
do da Cmara a respeilo de outros Prasi-
dentes, que e-tavio em melhores circuns-
tancias .' Quero leoibrar o actual Presi-
dente do Matto Grosso e outro do Para'
de l83r, contra osi
via queixa a todava forio aqu abando-
nados cemp etameHta. Advoga-se a causa
do Regulo do Ceara', por ter em seu
favor varas represtntacpes de algn-
mas Cmaras Municipaes; lias a espeito
do ultimo, a qem me refiro, riio vale-
rio as militas representares favoraveis,
quese leionesta Casa Sao contradi-
eves palpaveis, muito teria -goi"
eudevia preftotar, para mo-traratc que
ponte tem hegado a nossa indifferenpa ,
e Inmutar a.m sorte dos que sao abando-
nados segundo a ncomprehen-ivel casu-
alizada dos dias! .'
Eitrelanto* na materia coofesso que
arao a minha emenda era que lembra-
va dar ao Imperador, ouaoseu Vlordomo
a quantia da cera cantos d res por huma
vez sosente nara as despeza* extraordina-
rias que se fazem nece^iaiias pira O seu
tratmicnto, e recreios na forma recom-
mendada por nosjia Gonslituicjo. He
verdade que nao aou Mordomo deS. M.
I. para couhecer de perto a necesidade
desta emenda mas a nrguem cedo em
mor, e respeito a Augusta, pessoa deate
Monarcha.
Nao me opponho a nutra emenda do
Senhor Deputado por Minas, que deu 5 >
cmtos de reis animaos. Ai-lio til essa
quantia para su conlinuaiciu as obrasne-
ce.sstrias nos Palacios,' mas duvidei, que
e-sa so.-nrr.a fosse aqu approvada ; pare-
cia-rne quea Cmara no e-tava inclinada
a dar tanto dioheiro animalmente; e pa-
leceu-me que huma emenda de c m con-
tos de reis .por huma so vez era mais
prop a para esta oceurremia extraorna-
iii, e supria melhor a necessidade pedida.
Note-se que limitei me a ella, porque
se proposesse quinto se dezejava a C-
mara nlo animina fcilmente. He tal o
tenor, que tr-nho da fiscalisacio desta C-
mara, queso me animei a oT'reeir tal
emenda depois que vi apresentada a de
5> coritos annuaes porque a vista della
firana a minha mais fcil de ser adoptada.
Senhtires, en entendo que devera conti-
nuar as obras do Paco com o Tracto das'
economas bera lerhbradas pela activida-
de do Tutor e nao devera parar a pre- >
texto de compra* da baixellas, de co-
ches, e tudo quinto st faz de misler pa-
ra a decencia e raesmo para magnifi-
cencia do Augusto Populo, que foi con-
fiada pjr seu Pai a gsnerosidada brasi-
leira.
Mas.... parore-me, que ja ouco hu-
ma vnz suida a dar-me o nome de en-
thu-iasta Sim sou enthnsia-ta da Mo-
narchia jurada.- Nfio o sou de hoje, mas
sim por jQajnvicco de tantos anuos, que
a D. Pedro 1. t- nho sempre defendido es-
t principio constitucional, que rae .tem
costado, grandes e repetid 'S sacrificios.
A necessidade do Throno I nperial a he
tio reconhvcida que ate ornea enlhu-
zdsmo me leva a cr< r que no tardara'
dous anuos em apparecer esse enibo-ias-
mo geral Outro Regente nio govemaia'
o l'nsil : segundo eu creio. E mesmo
feila a nova ell.ica'o, re l cbegaimos, a-
indaassim torno a disel-o ; poique desen-
g-indos os pretenden. ...( isada-). Nao
digo o resto, que bem o poderia diser).
No entanto estou convencido, de que a
son rodciado de muilos votos em meu
apoio.
Longo de ser iniurioso o enthuziasmo
pela Monarqua, al prece-me, quo s
nobres Debutados, que comigo escolhe-
rio este ponto central, era que estamos,
s tivemos em vi*la huma posicio fron-
I" te ira aquella Coii que vemos e trel-
l.d 4 soore o Ducal, para que o seu esplen-
dor nos faga despertara cada hora aquel-
quaes anda nao ha-1 le Respeitavel Objecto de todos os nos-
toe nio pedu essas despesis. Enganou-
se^ste Ssnlioi* Deputado : o Tutor as pe-
diu muito expiesrameuto. Lea o eu
Relatorio ; e ver, que por essa sqposta
falta de paticio nio devera' negaroseu
voto.
Outro Senhor Depntado por S. Paulo
tambem oppoem por motivos de falta de
conliarice 011 nis pesso^, que hlo de
ga>tir e-i-e dinlitiio, masque seilieto.
se -pie-entado o rol do cu to dos objoc-
t Sjfomprados, eolio conconeria com seu
voto pai a mandar pigar j mas Senhoie,
Lde ambos es modos se emprega alguraa
confunca. O rol ja esta no relatorio ao
Tutor de S. M. onde se mostea a neces-
sidade destas despesas : tanta frauJe-pode
a di
mas contenio-ire em observar, que *
zer ;
o do Ceara' tena contra si f^odos os lacios
ja notorios com bastante cndalo do
Brasil iuteiro mas o outro ja refei ido an-
da no linha frito acto algum, porque a-
penas principuva a servir em seas pri-
m ai ros dias e todava n nguem toraou
a sna defes Elle foi cruelmente perse
guido e o qne he peior, raandando-se
uaqui faser huro*rv'y>6{i*a elle por
insiouaces irapcessas e al mesmo por
ca tioha particulares ; na? uu vi que
pessoa alguuia se horrorisasse, como era
de esperar l Todo so contradice*;, q'
sos votos .'! I He verdade, que sendo vis-
ta ds dous lados da Salla, parece titar
pendente a precipitar se uo oda : mas,
Senlioies eu creio, que boma tal vislo
nio sera' hostil : se alguma queda ame-
asa, esta queda aera' so Vis ooaria por-
que d'aqui observada em freute, parece, q'
a Coroa so se inclina para apoiar eitas
minhas conjecturaja QuereraS enlliu-
baver uol relatorio apie-enladj como
nesss rol4specal, em queviesse particu-
larmente especificado cada hum artigo
de despesa. E-se exigido rol uao eia pro-
va inconteslavelde que nao houvesse es-
se djllo^-quese recea. A questio a de-
cidir he : se be necessaria, ou nao esta
somma pedida para as de-pesas extraor-
dinarias, que se devera faser. N< sa-
bemos que se tem leito as obras do Pa-
go a custa das economas feitas oa dotacao
de S. M. I. e diseodo agora o Tjtor ,
que para acudir a essas despesa extraor-
dinarias de baixellas, choches, e mobiliaa
sera' forcado a lancar mi daqoall >s quaa-
"ca
ln blasmo anda mais franco ?
Seu embargo de ludo islo todava
nio propuz tanto quinto aqu se tem
a diio a favor da raa Imperial. Que-
ro 5 o que me parece corapaiivel com o
dispendio dasoulras necessidades Publi-
cas, e das circunstancias, em que aciual-
meuie nos achanoos. A minba emeoda,
por isso que he a mas diminuta de todas,
parece que_ deve ser r. J;>^;ua visia a^
urgencia das despezss, a que deve ser des-
tinadas.
Hum Senhor Deputado pelo Piauhy
disse, que rolava contra, porque o fu-
tas, que
evidente,! Ideix-ndo nos veuucar-se
esta hypoB i do Tutor viremos a con-
sentir qoeTfs ditas ob.as parem de todoj
por deixarmos distrabr pra outras des-
pezss os dmhelros, que al aqu e>lavio
de^ti^fos para as refeiidas obras. Pa-
lecea^T" a minha emnda remedea tudo:
contiuuaS as obras como at agora a custa
das possiveis. economas da'dotacio.e
ao rne8oao lempo occorre se a despesa ex-
traordinaria, que hoje se fax nects.aria
por huma sa vet. ^>
No repito jnnis fundamentos 0rqua
estes ja forio prevenidos pelo nobre De-
putado que serve de Mordomo da Casa
Imperial que pelo xello mui louvavel
acaba de os expender interpelindo-me
como testemunba de coohtcimento de
cauza. Em verdade poso ceitificar a
Cmara, de que na segunda vez que oceu-
pi a pasta do Imperio, que foi depois de
7 de Abril/tivea honra de f.aeros primei*
ros servicos de Tutor a S. M.I., e fui
testemunba oceular do deploravel e.-tado,
emqueficou o Palacio, piecisado de to-
das as providencia necessarias ao trtala
manto do Senhor D. Pedro Segundo. Fui
eu mesmo que remetti para bordo da
Fragata, em que se achiva seu Augusto
Pai toda a piala por elle exigida, por
oioserda Naro, mas simdeseu patrimo-
oio privado. He igualmeote verdade, q'
o Senhor P. Pedro 1. cootva, que a
Nicao B.asiliira nunca negaria oque los-
se necessario para o decoro e mesmo re-
creio de seu Augusto Fdho. Son por tin-
to huma teslemunhi d8mserii (assira
pode se diser em lellacio a Pessoa) e da
total falta de mobilia, e tudo oque era
preciso para a maginficeacia da hum Im-
perador, a quem todo o Brasil passavaa
respailar de novo.
Senhores, he preciso que oio deixe-
mos rourchar a gloria do Monarcha. Lu
serei enlhu-iasta (ainda mo doe, que esse
epitheto me fosse dido como injurioso)
e sempre lerei* ni-torauita vaidade. Mae
nao como aquelle eg )ista, que em quanto
fez foitona palas Greca de Sr. D. redro
i. sugeilavate as mais ebjectas indig-
dades, ebaixezas para gaohar Iheocoia-
io 1 e depois de sua morte, passou a des-
presar o Filho (porque aiada nao be otd
a hoatelizal O com tanlo escndalo, que
ate nio duvidou largar o seu posto pai a
bater-se oa arena contrajo mesmo Augmto
Filho! I ... Feliimente |to bem
niot sou dos devotos da liberdade exce>s-
va dos que ao principio se entregirio as
vastas theorias da maravilhesos governos,
e que depois de aprenderem a sua custa,
em ultimo recurso de soaa derrotas pare-
ce, que ja sao Monarchistas, e que ja
coocordio com a necessidade de hum mo-
uaiiaav uimuu P"r>h.imoa ilprs-
milhantesenihuxiasmo do momento, ou
d% toada maquinal que as veses vejo S-.
palhados por conveniencias de certas tbe-
orias. BjiU-um olbar para a singaa
MUTILADO
A


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DI 4 fe I D E'PERllA MflUCO

eoovioccio, de que o Governo Monarcbi
co he o que tuais concern "uo astado jlo
Brasil,
II u p lis necessaria a roinha emenda ,
para na'u priva rmos o Thtono do que fur
preriza em seu esplendor. He wcto o
mais, que diz o Tutor em o seu lelatorio ;
mas estando S. M. I. bem accompanhado
to l'a ir Meslre Fre Pedro de Santa M.<-
rlanua,-horaem de consumada prudencia
e p;obi lade, he poris o ukoibo qua a pro-
videncia, que pr^pus, he por oa a mais *
urgenie entie tolas inlicad-a uo mesmo
rdatorio. Aleen disto ella he a mais mode
rada de tdoas; porque faseudo-so o calcu-
lo do-. 5.1 coritos L-quiv.il Mites a sommi leu
annea -Ja minoridad*, Picara ma eompa-
j(ivi, s.' fj-sf der 8o > cuinos por huma
vez. Tanto o5 propuz eu. Cilio, que
i Cmara na5 achara onerosa a miaba di-
minuta proposta
(Do Pharol do imperio.)
THEATBO.
TJr* Mr. Valli raconhecido. ao hom
acoiliimcuto que tam leceluJo do iespei-
tnel publico desta Capital Tai lazer o
nu beneficio Domingo 8 do coi i ente5 im
que i'ara o possivel por deixar saptideilo
.a .seui i e ligos protectores oui uin
grande exper. tu ulo de Gimaja^ica no
tun fio piimeiro acto da iJomJ m, em q'
para se destingnir e morral Bu amor
aos Iliusties tVemambucanos, rcvaut.i o
txtraordinaiio pezo da ao quintae pt-s.
uo paz ; ecorao ruuitoa C.vMlieiioslm
ilmii rogado a repiticio de suas e'tfl^M ,
asexacutai no fiu da peca, Outrowni
que cumu o Ca valhciro que llie crispi un
lo Ibe a firmn da luja do Sr. dantos
JNayes, parante rauitas pessoas que o nio
fiii'raiKTra I ; mas im por equivoco da
palaviacop ( em fi anees romper ou cor
tar ) ij^hiitendeu cuspir por issu Mr.
Valu as>iui como Ib i seuciral ao suposto
insulto, agora o ha sobre maueiraao d gojto que < anin o dito Sr, Iba sseve-
a o eii ariepi-udimento pois que uioqui-
zera pe'o ouro do mundo comprar o me-
nor uii.-.'h jr para o que tem lido a b mda-
de de o honVa e aplaudir em seus ex-
pectaculus. Apro/eila estaoccazjao p.-ra
certificar todos os teus amadores, do
etu eiiru leconhcaimento.
AVIZOS O V ERNOS. i
Aluga-seom avallo capaz de fa-
zer Tiagam : na veo Ja di -juina do beco
do peixe frito.
SW Qualquer pessoa que quizar se
utilisar de um aoouirno que Mi.prope
a trasladar recursos, ou oulra qnahjuer
escripia-de livroa seuteocas esciiptu-
ia<,u de quilquer uatur-ia ; '|"^P oint-
lisar dirija sea rs de Hurtas I). 16.
flp Na loja de ferragam no patio da
Igreja de N. S. do Terco na quina que vol-
ta pata o buco d> quiaoo vende-ae um si-
Jimcooi pouco uzo, uraacorxade damas-
co eocarmda nova, o urna cusa nova e
bem construida no Boa-vista tudoporpre-
cu comuuido.
^r Rc-ga-se aos Srs. Prefcitoxe Snb-
PrticitO) C miissaiioa e imins Autio-
ridad s Policiaei e pessois pai ticol.m.3
<*bezequio denpreeuderam a pretor i."
denome Luiz cnoulo, estatura meiitua
cor ittmta anda aenvpre com a cabeca biiva
epor ohsa raza OQeio carcundo, lesa gran-
de de cantos curo um dedo da tofo direi
la coitado, eosps tomado de clor de
gudoquo parece lormigueiro he bao co-
nuendo nasViiUs de Sr. Antonio Muie-
beca e cabo por Luiz Antonio Vangoirda
f. ootn Ululo de torro, a. VWibo criou-
lo de me i.doa estatura iota nana chatw
arreg*?ado com muita hltas-de dentes prm
cipalmente na ir..te no ombro dirrito
um lumbinJiopendurJo, os p*. a pelhe.
taJoa ambos de 40 a 5o annoa fugiTiu jun-
tos no dia 17 de Siembro do sitio do Ar-
jaial do ab.nxj assiguado gratifica.se a
quem der verdadeiras noticias de elles na
e-hquio da Praciuha do Livrarnento ua
loja de Joao Caos Pcreira de Hurno.
53T" iWua-te dt um hornam para
4r*b*iliar eu> j)aJ,ziia. com prtleret>ei por-
toguez o pouco xegado ua ra ireita ..
34.
WP Josquim Francisco dp Alam faz
publico que com'proa ao Reverendo Padre
Francisco Rodiiguts Machado, urna mo-
rada de casa de um sobrado no forte do
mato beco de Joio da Costa fie? 11 Jo na
mesmn incluid.-i o 'Patrimonio ; a fora es-
tCf pesso* q'ie se julgar prejudicada, ou
Igum'impedimento qua poss ter li.i-
')* deo f.zeV publico ou diiigir-se a casa
do aupunri ule.
VW* Piecisa-Mi de aiui/ar um preto'pa-
Jsjdciro ; qa#in o livtr anuuncie.
IfW A pa^soa que <|uerdar nm cont
e 5oo^ooo rs. a premio de dois por can-
to ao md poajjtt mpo de 8 a lo rtie*es,
e com hypoiiicca qoeieado com dit em
i ou 4 aortMlas de casas sitas ooj affjpa-
dos na ra de 6. Miguel, dilija-sea ra
Uiieila D. 55.
tfisp precisa sede um cozioheiro, que
ja estrangiro : o ra do Rangel quina
do beco do carsereiro 26.
|tU^ Una pessoa particular e de bons
costones fertce-ae pra entinar primei-
rs L. varias especies de contas, giamma-
tica portugueza cora muilo zfflo e per-
f-io e pelo mdico preco de l,oo r.
mentalmente dando pilncipio rio dia 16
docononta : todos aqu>lies S familia que se qniaerem utilisar de sen
prestidle, diiijio-sa ra da Conceico
da Boa-visia D. i5.
JTJJP* Urna parda solteira de boa condu
Ct> propoem-sea ser ama de casa de qiul-
quer pesoa ; quetn a quizer prcenre no
premeiro andar do sobrado D. u4 111 xua
do Hoyar io estrela.
arp Exi-te duas cartas para Bernaidi
aiojosde Sou/.a Montciro e Francisco
Martios Lelo vindas de Portugal no ar-
u;.i'i' o da praia do Collegjo D. 5.
1^ Alugt-se dois pietos para serven-
tes.da'pedreiro psgaiido-sj 48o rs. por
dia : na ra docollegioD. 3.
JCJ" Quem p'wcisar de urna ama para
urna c?sa de pouca familia ou de um
homeui so'tairo drija-te a ra do Li-
vi amento 1). 11.
9^ A'lugs-se urna canoa aherta que
pegue em 0 o tij doi de alvenaria gr o.-sa ,
na praca da Independencia loja D. 2.
C^ Roga-se as Authoridades Policas,
e capitaen* de campo ,.quo a prchendio
um cabra esrravo da nome Joio oqual
dezitpaieceu em Janeiro de 18'36 e jdlgi-
se ter mudado o nome Uri i\ annos de
idadea estatura ordinaria corpo propoci-
onado g tostocheio de espinlia.i' ath pelo pescoco, cibeca comprida, den-
e Sub Preffito Commis^ario mais
Autliofid;ide> Poliiiaei, e passoas parti-
colareso obezequio de appre'ieuderem um
mulato ear r.rvo d abiixu asignado de
noma Jacinto alf-yate sl-co com bas-
tantes manxas de puunos pelo pescoco o
que fugio na neite.du dia a5 do rente
mez", tmdo roubado ao mesmoaba'xi as-
ignado 53 patactos velbos 7 collieies de
soupa 2 vohas de Lordao de ouro e um
par de rozetas de puro: quem do mesruo
der noticia 011 aprehender levem a ra
de S. Concillo na Boa viMa c.a n. 10 que
g ueiOiiJUKiiie.-ei recompensado.
Marcalioo jote Lpez.
LEILA.
rtp Que p-eieude fazer Jos Goncal-
vts Feneira Cdtta de 100 rollps de fu-
mo por cunta dequein peitencer segunda
Icira a de Outubiu ite caes d Alfaudega.
MAVOS A CAKGA,
Para Lisboa
?X3P" O Patacbu Portuguez Flor de Lis-
boa novo eda puimerra viaguem a hieve pitra o seu destino, ainda recebe
um 1 oslo de carg% que Jhe falta ," como
tambemalgum pas--ageiro que seofferefa ,
para o que tem bous cummod< s na rer
tez, de qn>-ser.a5 bem listados pelo btu
Capilao Vicente Auaslacio Rodrigues.
COMPRAS.
IEJT A obra de Rondclet em 4 volumes,
e o primriro lomo do Peiit Maucger : na
iui da Aurora noteiceiro anJar d-> pri-
meiro sobrado.
VENDAS.
lea abeitos oto tem buba falla bem
olfi. ial de baibeiro I-orn tiabalhid.T de
emhada e fouce e ltimamente traba*
Ihava de cairero,e ciiuita ter andado
pelo sol com o titulo de liberto, gralificar-
s'.-b com g'-'m rozidade a pesoa que o
conduzir a este Recife casa da ra da Ma-
dre de Di os n. i"95.
*^. Precisase de um catxiro para lo-
mar runta da urna venda por balaopo o
*i fiador a sua con lucia : na ra do Li-
vramento D ao junto a botija do Bran-
dio. t
sjqp* Preria-sede urna ama de leite ,
na ra do Colegio sobrad de ura andar
D. 2.
%9* Aloga-seum negro psra estar tro
uw eitio occupado em conduzir leite tiara
o Recife, imbua se; r!e maior idade,
pelo que se convent-ionar em a run da
l'rai Serrara jauto o tanque de agua.
jqp- Quera quizer fn taruma embar-
tacSo para teceb.'r um completo carrga-
nrfiito de cal a garu! para o Ceara
diiija-se a roa da Cruz n. 22.
*W Alugtse e primriro andar do so-
brado y. 7 atrada MaWiz de h. Antonio
sem ajalla da fiante mas suficiencia p,,-,,
familia, par preco commodo: a titilar no
mesmo.
fJC^" Aloga-se a casade tres andaras do
falecido Saohor Gervazio Pires Ferreira
no atierro da Boa-vista em caca de Joio Pi'
ris Faireiraajk;
*rt^" Cma mulher de b'ins costuran
pr-'paan.sa a encinar neninas o lereescro-
.ver contar gramtica portu^uea, e to
ta quaiidade da costura a6f> por mei
rju=:s qu-., uiriizar de seu pretimo diri-
la-e a ra dos QasrleisO. 12.
Roga os Sflnhorej Perftn'tos,
L'stas Gtiaos da Lotera do Seminario ,
a 160 cada urna : na piac'a da Indepen-
dencia loja de livroj n. ^7 e 38.
*W Urna ca-a terrea sita na ra do
fogo ao pe do sobrado do Snr. Pires: na
ra do Rosario que volta pdra a do Colle-
gio D. 11.
*3P" Um cavado por 3o,ooo milito bom
csrregador ; e muito novo : oa ma da
Cruz n. 4a.
IT Umquartau de ambas as sellas,
com andaies e prepriopaia vigens : na
rus de aguas verde D. 1.
*ry Urna escrava ciionta de25 annos
de idadtj com bias liabedadcs : na 1 u
Uireita sobrado da quina do beco do seri
gado, n> segundo andar.
JT Urna negra nuca dispnsta para
todo o servioo d- nma *ca>a : na ma do
Rangel obrado D. 2.
=<> Rap princesa de Lisboa em libras
easoitavfls, ditodaB.bia, cha isson de
superior quaiidade a libra a 1600 dito
imperial a 19ao d ta ora caii'ioha de 2
libra emeia tinta dee^crever a garrafi
nhaa 160 ricos estojos de duas nav.llias
linas inglesas tisouras finas pira unlias
caivetes para aparar pennaa pirlas da
familia em frascos -Je loo e de 5o cora o
seu competente foflieto, bichas rhegadas
ltimamente l. cela Ibo e ontras muitas miulesas, tuJo
por dinhero de cobre s.ern ccolba : na
prapa da Ind-.'deo.le.icia n. 20.
WT Duaspretas urna de 18 annos *e
idade, roziobM, eng intn.i e ,-,se e
outr de > ..11 n s cun aAtiestaJ habe-
lihde-i : na 1 ui do f >U0 D. II.
*3P" Um mulatinh'.dd idade i4 annos,
prrpno para aprender cffic o ou p. r
uag'ni, no pateo do Saciamento de S.
Witoni'j Hrawon, da porta larga.
^K> Oro siti*o prximo a esta Cidade
cuja oijliicia nio excade a um quarto.de
legua leixado todo com cercas d li-
inao com muito boa casa de vivenda c6ra
commodos paro grande familia, csjrluia
estribara e com um grande pomar de
eftptnho; no attsrro da Boa-vista sobrado
D. I ti, aivertise que o'dono nio s o van-
de a dinbeiro a vista Como a prazos com
de asucar ou outto qualquer armazem ,,,
rtia doF.ncari'amento armazem de <&su
n. 99 ao p do .Villas boas que achara com
quem tratar.
*F Bichas cliegadas oltiroamente a.
portugal, ancoras d.-ao caadas, massa*
de meias curtas de liobo peneiis de ar
me pioprias para pad-ri : na ra do iC
xarin padaria D. 17.
XW Um sitio na estrada do irraial
defronte de Joio Cario Pereira de Burgos
Poncp de Leao com boa casa de ped-, ^
el com 4 qnartos, duas sal|s ? coz.
nha e estribara ; com bastante* arvorts
eieirasparaplantir: dirrjao a esta Tvp
que se dir queo venrfe.
fgp O Bngue Sardo denominado rj0r.
rqio A. de lote de 2oo tonela Jas q' e aci,
lun liado de fronte do Ti apixe novo, trate.
se com o .Cou-igriati.io A. Scbratnui.
^ Botina de Li^boa, sapatos anoti-
naao* ditos de daraque para Senh.
ras, detodis escores di l tos de corda vio de
Lisboa ditos Francazes e cbiqutos para
meninos botiozinho para ditos chemllig
de manoquim para homem esapito de bi^.
zerro f.ancezes de duas swllis mr.c-
quius emduzias e bastante s.irtimentos de
miiidezas de todas as quaiidades tildo
chegado ultimmente e por men.-s preco
queem outra qual quer pjrte na praca da
Independencia loja de JuM Antonio da Sil-
va n. 7 e 8.
^ Urna purco de cera de'camauba
6 svte canoas de^imarelo bastmle g.ocas
com 6j a 75 palmos de com pi ment '
propiiaa pra harcacas, ou canoas de .gua
a foliar cora Manuel Francisco da Silva,
em sua4nja. #
W Urna carropa uxada mas muitj
forte ; um bai muito manco gordo e mui-
to Tlente na ra Dfreita 1). 54.
ICP" Por percibo urna escrv moga,
bonita figura de todo o servipo de casa
e ra ao entrar para a ra da Alegra pe-
lomudo da Igrja de S. Crafe pviuui.a
cosacom s.to, lado esqaerdo.
W^" Urna mulata d 5o a4*annos rie
idade co=e e faz todo o mais ervi5o de
urna casa pe., prego de 3o$)0o rs. : na
ra do Queimado 7 naaterceiro andar.
* Urna negra crioula de a5 aunnoi
de idade cozinha o diario de urna casa,
cose e trabalba de enchada no arma'
zt-mde madiras 110 p .rto das canoas da
ma novd, quina que vira para a ru das
flores.
ESCItAVOS I-UGIDOS.
Dezapareceo no dia 26 docorrente
d^ ponte de Vlotcculoinb um muleqae do
naci carauguigene de idade 14 an-
uos pouco mS s ou menos, bem parecido
cara redonda olhos vivos, levou vestido
calc*as e camisas de ripeado auzl g|Urn>
orios blancos,* chi-peu de pal ha; quem
o apprehender dirija -te a casa do seu Se-
nhoa- Jo tVlachado Pimeriiel ; oa ra Ui-
reita o. 38 de rroiile de beco "to Singado ,
que se a g atificado.
"UlP* iNo dia 22 do enrente fugio um
escravo de nome Bernardo, com o ded
grande do pesuuerdo ou dereito, corla-
do, os i-ppieheMeaores letem a ra da
Ceoeia Telha n. >8 quesera recompensado.
I"^ Urna negra por nome Maiia, ja
valba, e pucha por uraaperna', e he la-
vadeira os apprPliendt;doies em a pegan-
do Uvem-aao atterro^da Boa-vista lojl c
J -aquim deQhveira e Souza que grati-
ficaia' generosamente 5 assnn como a ou-
tro preto por nome Felipe ja veiho e
coua os esctalos creccido.
- -irt cvitence ou por troca em
vvu' li 11.f
caas nesle Recife.
frjt- Urna halanca com ronxas e um
temo de pezos cmplelos para armazetn
MOVUUENTO DO PORTO.
Navioenlrado.no dia 29.
NEUBEDFORD; 55das, Palarho A-
meiicaoo Calen com i3o T. M.S o -
deven, carga varios gneros : a H.
Jaiater Companlna.
Sahido no dia 29
LISBOA; Brigoe Portugus Hercules,"
M. Paulino AUnaW carga asnear.
PBaN, KA 1|P Ph M, F, FAHIA 183;
MUTILAI


Full Text
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