Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03256


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Full Text

ANNO DE 183. SEGUNDA. FEIRA
2g DE JANEIRO. N. 83.
PERN. "A TYr\ M. F. df FAUA. 1837.
DIA8 DA SEMANA
Si) Wanda s. Francisco .le Sales M.A.Hen do Juis
crime de tordo M da T. r.
30 |rca 8, Marlinha V, m. R. " J. .los Orf- de tarde.
SI (.tarta S. P.dro NoUslo sessao de Thcsourana
Pul. ,
1 Quinta primeiro de Fcvereiro, 8. Jnano mspo
m. ItclaC,. de nianti. etc. Q,. cresc. as 2 h e bi mu .
da t-
3 st-xta T I'urificacao de NS.
S Sahado s. nra< oi*po Hela? de manh.eaud.
do V. G. em Olinda de tard
4 Uoinin^o !* Andre Corcino b.
Mare'cliea para odia 29 de 'aneiro
as 9 lloras e 18 m. da m- 9 li- 42 m. da tard.
Todo acora depende de nos memos da DOSta
prudencia, moderaeSo, e energa. oontiaawmoi
como principiamos, e seremos apoutados com auini..
relo entre as Nacocs mais cu ta.
Proclamaqao dUsseuiblea Geral do crasil.
i
Sul)screvc*se a 1,000 reis mencacs pagos adiaiitados
nesta Tipocrafin, na das Cruscs i). 3, e na l'raca
da independencia I). 37 e 38. onde ie receben c t-
rcspon.lencias legalisadas. e annuncios Inaerindo-se
estes gratis sendo dos propriis asignantes, e viudo
assignados.
L
VI:.
CAMBIOS.
Janeiro 27.
JOndre 30 Di- St. p.u 1,000 ced.
(.islioa 05 |ior o|o premio, por metal, Nora-
Franca SIS a 320 1. por franco
Rio de Jan. 6 p. c- de di-sc.
Moeda* de 6.41)0 13,800 a( velhas, nova 13,400
,, 4.0H0 7.1)0 a7.t00
Peaoi Colimaren .585
iliUo Mexicanos 1.575 .580
t'atacoes irasileir. i,5S5
Premio Cobre a par da aedulas

P AltTIfM DOS COIIHKIOS.
Olunla _T.mI.ih o .lia Bfl inei.. da,
U liana, Alhandra, Parailia, Villa do Conde. Va-
iiangnape, Pilar, lin, de S. Jo5o, Hreju d'Ari'a
vainita, Poiiilial, Nora de Soiiia, Cidade do Kat: !
il'a de (ioiaii-inilia, e \ > da Princea, Cidade
a Fortaleza, Villa do Aijuiras. Monte mor noo
iracat Caccl, l.anin.l, (irania, letpratPO
> Bernardo, .8. Jo> do Principe, Soliral, Noveoe
Bllley, Ico, S. Matheut, IteaohO doiangne.
WitMiiin do Jardiin, Queseramouim. ParnaJiiba
- Sogiinriai e Beata leira ao meio dia por via da
Parailia, Sanio antlo-Todas aa quintas f'"*'2
neiodia. Garanhun, Bonito-noe diaa 10
le rada met ao meio di.. Fldree-eio di ?e
a.la mea ... uieio .lia- Calio>n.ol.ae^n. Hio or-
mino, e Porto Calvo-no d.a l, l, e 21* *o
RIO DE JANEIRO.
Minutario do Jusliqa.
SENHOR. O Decreto de 21 de Fe
vereuoda i8j4 | mili aparte senci-
da, era ciuza de presa apies embargos as seulenqas do Couselho Su-
piemo Militar, quando transita pela
Chancellara Mor uo Imperio ; mas a Le
di-4 de DmnrbrO de i8io declara em
geral, que os embargos que at" o preseu-
le e opputit'io na Chancellara Mor se-
rio [i ementados peanle as Autoridades,
cujos actos ttu do ser embargados. A-
|>r da tei minante oispoiicio da Iei de
1830 conliuuaS a aprtsmtar e euibsr-
; n*i Cansas de presas, quando rs Sen-
lenQal Ha-ma pela Cbancelaria Mor do
Lupe io, sem duvida poique nio esta'
presenta a m g is devio ser api-asentados a autoridade
qie pro ferio as Jjentetu.is. O acrelo
tj i- lunnu ahoo'a de apresantar a Vossa
ige-tad i Inijieriul fesoivu uj o.ubara-
vo. que .le o piasente se irm opposto o
pla exe. uci cilada lei.
P4I4C10 do Rio de Jneno em a9 de
Nov rubro d i'8J7. de Vassa M g sta-
de Inpeiial muiio reveieule sublilo
Rei'uurdu Pe. cu a de Vasconcello .
O Regente Interino, em Norna do Im-
perador o St-'Qtior DjOJ Pedro cguuJu,
Daneta.
Artigo 1. A* partes contra q iem ta-
proaiitera Siiteocas de uitiv.s, em
cansas do probas, 110 Coii-ell> Supremo
Militar e Jo Al.iiiiautado, podoio em
b.iig'--oospfuP i31 ftWi praaentaio
os ecnb.irgos dentro do piaso deimpro-
rog vcl de lo dMs.
Artigo 2. A presentados os embargo,
DOC deapacho do Jais Relator, ne dar'
v stas as partes en birgadaS fon o Urmo
datradia; fi id s e=tes, oob-ados os
auioi pelo Eicnvo mpreleiivelm t* ,
cora a impogiiaco uii mu ella e.ftici
ando o Procurador da C'o.oa, S-beraoia e
paseada Nacioaal, proferir' o Couselho
i ipr- ni 1 a santeQQa dtiimtivi.
Aitigo 3. Paia'do em Julgido a seo-
ten<;a por nio lar ado embu'g^da n dez dHS ou por tereoa sido de-p osados os
Embargos o E.envo exirabira', do
proctMo Seritenca que passn la
Ubauctria Mor do Imperio para ser
exrcutada.
Bernardo Peraira de Vasroneellos, Mi-
tiislro a Secretario de Eitado dos Negocios
fia Justict, o teuh* sira eutendido e
fac,a exenutar. Palacio do Rio doJiaei
ro am2g de Novombro de 1837, Ueci
no S.xio da Inlepeocia e do Imperio.
Pedro le Arauj Lima. Batuardo Pe-
ra de Vasconcellos.
PERNAMBUCO.
OOVERNO DA. PaOVINCIA.
Fxpedieute do da 26 de Jaueiro de i838.
Exm. e Rere- eridissitn'J Sur. Em
efli i. de 22 de Agosto do auno p-sdo
iemelt*u o msu antecessor a V. En a re
preaeaiaaio quena da Cunara Muui-
oipal, e P .os da Villa de Cimbras con
tea o seu Vicario Ri-az Manoel Maobado,
aBoa de quo V. Es. a vi,ta de tudo
tnaadaese proceder, como fo^se de di-
reito ; agora porem dita Cmara puteci-
pa-me ser necesario, que a reepeolifa
Freguesa sej 1 prvida de Scerduie, que
possa minitrar os Saocirnotoi visto
ter-se ausentada o mencimado Vig'ri').
Rogo pot tanto a V. Ex., qaa em alten
cia "> expo to o us providencian, que
estiverera de Mro do circulo de-.Ui.at-
tribuiBas, p'i que ou elle v re.idir em
sui Fragoesia, cso j. sd acba d<-st'in|)e-
dido ou -Iguem o v eobstituic drenla
o ^eu 'upe iiMMOto o ti lalta.
Deuaouardea V. E<. Palacio do Go
fernode Pei-nambuco em 28 de J.inuo
de 1838. Exm. e Rtn. Si;. D. Jo-
an d* PorifieaeiO Maques Perdigio, Ris-
po desta Uiocse, Fraucisuo do Reg Bar-
ios.
0,'IHo-~-Ao Commindinte Superior
dis Guardas N. do Recife pera ordenar
que ejo de-p usados do-e vico da mes
.na osGuardis de Lisia do cr'ioo or-
dioario, que se acbio noin-a ios Com ni-
sarios de P. p^ra 01 3 Burros d cidade e
comiso daaraUaaSea que se Ihe eoriio,
pr ajsira c re.|ue-itar o PreeiW da Go-
marca, que represeutou nio ^c poirL-l
i.sar reoair tes noaieoe5ei n'a.ju He
.(ae pe lencera a li>la de reserva, por
ni 1 hver q >em as aooeita por velhjs ees
tnpsados uns.e p.i tio q icrerem outrs
enotrregaff-aa de bora tal sai vico.
Dito Ao Prefeito da Comarca con
OBOuieayido l'ie a ordetn expedida pelo an-
tecedente officio.
U,t0 Ao mesmo, pare miniar re-
caber a b^rdod* Paquete Baila Ama-
neara -- tres piesos aenteociadoa a degre-
do puia a libe de Fernando ,_os q viero remettidos pelo Juii Municipal da
Corta com o officio que se Ihe envi ,
Wiendo-o* reculber e piiso segura aie baja Navio que os couduia aquoRe illia.
Dil Ao P4;eieito da omirca de Goi-
inni c. Miimuui 'fliifij-llie (|Ue evegin-
do o Inspector da Thesoursria que p
ra ser p*g a importancia da despasa feita
com ai 2 'tai imbs do Qnarlel da sei;o dt
Companhia d'aquell Comarca *^|a a
presentada na rnesmo Tbeeouraria a canta
oginal da ^etaiida desposa acimpanluda
ios documendos quo coraprovaieiu as a 1
dices nella laucadas ; cumpre que aali-f
ftca a esta ex gencia.
D.to Ao In-pector Ocal das o'ras
publi ascommunicu lo-lhu em respost
ao seu olli io de a5 do o>rn"ile em (|"'
t acta da obra d* ponte do itocolombp
mi raudo o que pa.-.soti orri O nspecli
vo Ariemtanle ; que deve-cumpnr a.-
uitiui.is ordena que a este re-peito 'he
t 111 silo dirigidos ; a p:tv ninlo u
d.'que norel'eiiJo dia 25 f'-ii indif.iid
pe'a Pre>ideuoU tnn requeriqento do
meacionado arremetante na qual pe-
dia de pema do pigameuto da multa em
iioiucorreu por nio ter cumplido den-
o do prosa n;eido no contracto a
conclusio da obre.
Porta ia Ao Coruraandante -do Pa-
quete -- Billa Americana, pira entregar
41'i'Jein do Pref'eito da Comarca 09 tres
ureso 1 que eonduaio da Corte.
Dita-- Nomoando a Manoel Fe reir
Cnsvej p"< I fpector Paicial da obra di
ponte da Bja-vta.
PREFEITL'RA.
Parte do di) a7 de Jineiro t838.
Rlm.e Grito, 'ir. Fora prosos a mi-
rilla ordeai e liverafi destino ; M*noeI
Joequira seaai bramo Vicente Fer-
rt-ira, brao-o, Frinisco Antonio Cbagas, pret-i a Utsula M". i> e J si
Joqiiiri te Santa Aune, pardos, pelo
Sub-Pr-feilo de Santo Amonio, o i.
e a a. por desurd iios n > lugar da Cspun -
g .,n le resi lera ; o 3.* e a qaeria pelo
mesmomotiro no At no dos Affogados ,
c o ultira pare n crut*; Tiloma, preto,
sera v-t de J*' 5 Lopes pelo OfEcio' da 1.
tonda de Polica por estar embriagado j
e Antonio Vlarqns da Silva, p-do ,
p la patrolba das 5 p > 'tal por ii.su't.> .i
mes me patialba ; Joaft prefo o cava
da ViiiViiMiioiZ, por outra patruiha da
R.bnia, por estar a pitando pira pocas
rondas em de>ordiu j cuno proio do
ui-S'no no.tie ebsmvode John Darnells ,
p- a a. ilia d i C-u ev> por Iho ler sido
appicheuclida urna biiouenj o Luis Fe-
reira tarabem p'eto pelo Sob-Prefeito
da Boa-v-ta por ter pretendido Parir a
urna preta r*< "'' '" fjrma6,~,eJW# ta5 beitl
Ihe l..i app ebeadi 'c.
E'oque concia das partee hoje receb-
das n'e t- Se ;ielai i.
O.u Guaide a V. Exc. Preleildra d\
DIVERSAS REPAUTlCOKiSS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS;
A pauta he a mesma do N. cj,
COR II RIO.
Exijte na A IministraQaS do Co'reio
um Cria segura viuda d<> Rio de Jm.-i
ro para D. Antonia Peixoto Frauda de
S.
ARSENAL DE GUERRA.
Q Arsenil de Gurra compra ierro re-
dondo para cor. ente de calcetas spa-
los des.iil,i decouro do vaqueta meios
desollo, e urasaiiede dual pontas.
Arsenal da Guerra. 24 de Janeiro de
i838.
Jos Carlos Teixeira/
Director.
C
oro.-1 ca %UJ
Recfea? Je Janeiro da
i833. Im.'e Exm. Snr. Francisro ca
Reg Burea Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de S Brrelo, Pi*
tino Ja Comeres.
CMARA MUMf'IPAL DA CIDADE DE
OLLNDA.
t.* Ssjsi ordinario en 10 de Janeiro dt
de i838.
Presidencia do Snr. Gucdss
O Prndenle atiri i 9aaao6 estando
p.esentcs os Smy. Veriadores Ftrreira ,
Pasiva Maciel MooleiA e Lage Jnoi-
or ; faltando com causa os raais Sub-
E Lida a Acta da antecedente foi ap-
provada.
O Secretario dando conia do exped-
cute meucionou os ufficios seguintes :
Huai do Exm. So.. Presidente da Pro-
vincia giadecendo a esta Cmara suas ft-
beitacoeos, a no aeamo respondendo ter
mandado ir.msmittir algumas laminia da
pui vaccinieo que se havia requ'isitado:
intoirada;
utro do mesmo Eatt'5airf'rteBjj
4
Mi
II!




D T B T O B B FSBWAMro:
do urn cxemplar do Pvriocico osensul
)i. bl cedo as Corte du Rio He Janeiro pe-
li Sociedad auxiliadora de I iiu-t, ia Na-
r.ioual para str archivado o facilitado soa
101 sultar : nteirada.
Ou ro di I mandado do SS Sacramen-
to da Matril de S. Peiro .Mailyr desta
Cidc podinio a ConoeasaS da Ig'fja de
S. S b sti4T> paraaer mudado o SS. S*-
< ranit'Hto dotante o concert da Capella
mor di Qicsma IVletrii ; a Cmara leaoU
\co que se Lie resp nd ro anuid a ena requisicafi cuesta ocea-
* ao p-iiticpoH no Administrador para
fe ser atreva da Chave a diti I: man da -
de.
Outro oflicio do Fiscal de S. Pedro
MariTf repiesent. ndo o conctrto quee
fasa necesario n calcad.) do sobrado do
V.iadouro du Patrimonio da Cunara,
e da Ijr-. jade S. Sbaili6 ; rcsolveo a
t'amiii que rillo lavoteado ditos con-
cer'.osem 5i6o que o mesmo Fi.-cal m.-n-
daga* faser e que o Procurador ddie di-
ta qoantia por sai daminula e no5 ae po-
d.*r por em anemetaci.. Na mesma Sei-
S.5 apareceo o Administrador dS balan-
Cas pequrnas de pasar assucar nos Trapi-
xts do Rs' ifs a aprtientou as cotilas
desde o 1. de Janeiro da i836 at o ul-
timo de Setembro do musi aoau ,c i.
giulmenta outres cootas de.de o i.
Je Outtbro de i836 at Satembro de 18.I7
proveniente de quatro quaiteis; o Snr. P.
nuintuo urna Comn.isr.a5, para rever di-
ta rontai, compola dos Snrs. Vetiado-
rts Albuquei que, e Maciel MonUiro ; re-
s.-ivto mais Cmara qne se "fli. is-e *o
procurador para que m S-ssad da i5 do
crranla api tenle mas eosta* do (rimes
tre prximo fiodo em Dee.ubu do auno
pasado, e igualmente apr*seate a rala-
ca5 dos foros cot-foiroeo mappa que Ibe
f 1 i dado a relaga dos f >rcs lueoibliuau-
te, que tem litado da dar.
Houvarafi va. i >s requerio-entos de pr-
les q ;e se d'sptcbfrao e por ser dada a
bota o Pie>idunU- levantou a S.esa. D<
qiia Cu esta ota em que iisignarad. Eu
Jos Joaqairn ds Fi.'U-iiedo Secretario
o escreri. Gueilas, P. et.iJei.te. Passrs.
Ferraira. Lage Jnior. x'Jacjel Mou-
tfio, Elle conforma. /
O Saorawia.
JoM JoaquiuQ da Figueiredo.
OFFICIO.
I lm. e Exru. Senbor Havendo ap-
parecido, uaiagoas da liba de S. Miguel,
uu pirata coiu han-lena Hepaubul o
qu-1 pjrseg'jio o PaUxo lnglez Joba
iin^iou -ebrigaaio-o arribaro p-r-
to de AnRfa ; assim o comiuunico a V.
Ex. paiaoaaer publico eon ben ticio do
no^oCummen io
Deus G^*rd-i a V. Ex. Lisboa 4 de
Do:embr da 1837. lllm. a Es. Snr.
Vio uta Tho.oia Prea de Figneiedo Ca-
in. 1 u. Marianno Carlos de Souzn Coi -
li.
INTERIOB.
A Rdfcluca da D^h;a.
Qii&ndo as psixeens M da senvoUem no
mtiu do Povo por urna ex|due5 (enivul a
iiu sentido iuveria lo coraa<-5 jaito e da
recular organi>c5 do corp bumaiO
aevot. de todo o bomem pensador a sensi-
vel f:ser pjrar a to blicoa. sc.nsfclhand |U9 concidddlob ,
.''r.i.i que se expouha ao furor a s-iih* dos
par idea pollinos; pois, em tal caso, a
recompensa nica dos leus aloraos ter
couscitnci da haver pugnado em aor
d> iramatiidade aatUfaieodo i Icis da
missuS que Ibe incumbir* o Criador,
daudo lho urna alma esdaieciJa para co-
nhacer os trros alheioa sem cabir u'el-
les.
Que qereii tos, Brasileiros illudidoe
da Babia ? Feli. id* U publiea a priva
da ? ... N.6 poderaic uuoc;> cncontral-
seni px r* ... Pat ? ... iNaS podtia
achal-a id aordvi. A uianc.s a a
piinrg-m -enipie um cme, aja tila ci- i
ta contra quero for. V< proclamis In-
depencia ; mas n peisegni^aS tentada
contra os nossos irmSo.s o amigos da Euro-
pa o contraste do vosso pensamento e a
mai palmar conlradiccud poique so'
pode ser independante aquella que viva
fin paz com ns bomeni trabilhando em
sua casa para t-r que romera beber cui-
ta do suoi do scu rosto ; porque uo mo-
mento que se eslabebce a matanga a a pi-
Ibagem para base de Poltica, asvaese a
independencia cun.o o lamo que o vento
leva e como a palavra que um tolo pro-
nuncia sem sabor oque est disendo.
Brasileiros / Adia >s horneas am os
catiingeiros arnai 6cbretuJo nostoi com-
patriotas nascidos era Portugal, poique
s5 elhs que taru toteado nossas iharu
cas, iavradu dorsos campse fundado m
t.'ida-le formosas e 8 b-rb.is onde o galbo
a manifiesta da Braseira Independencia.
E nao vos occonepor ventura que fora
os Poitugueses mismoi que nos proporei-
onii o o sentimentoe a iuspiaca da Li-
berdade e da Independencia ? Puis que 1
pedera boje o Brasil ser urna N ca5 Constitucional se nao lora a indus-
tria a navegac5 a sabedoria a o amor
da Liberdade da gente de Portugal que,
ao nome e aceno de Cabial, levantou o
p nd da independencia e liberdade do E
vangelho do No.-sn Divino Bedemi)tr
Jetus Christo Das plagas incgnitas d-> ar-
t'ente Meio Da ? .. Ser possivel Bra-
sileiros que nos momentos de alluciua-
ea e entbuaiasmo queirais destruir com
a aspada e com o rnacbado a ohra de mais
custo do genio na.s revelc5e.u d 1 Divind.i*
de que inspira ao sabio no silencio do
gabmeta os mais adeqaadus a felicidade do
genero humano que uno pode Bellamen-
te con4ttir m guerra ? 1 ..
Ab .' o hometu de partido p^rcorrem
(o-'pre o estadio da Poiitica buscando
sutfregos a propria perda e a ruina de sua
Patria. O bem da liumanidado na5 en-
tra em seua clculos ; o eu de cada hum
d'ellcs sempre a tangente. E a guerra
earo as armas e a cabila com as tretas das
letras a causa fatal dos males t -dos da
p. tria. Malditas escolas de Literatura !
M'Mitos livros de L)V iio que, cri-
minando o furto como tirada da c> isa a
lht-J contra a vootade da at-u dono con-
eagr5 ao mesmo ten:po em suag paginas
o sentimento legal da malenca e pilha
gem n'aquelle furor com que una b-gis
laei anuuu.l 1 e barbara tira a forca de es-
pada 00 pagamento d'S tributos o alb-
or do rosto do domado lavrador, d>< Ubu
lioso negociante e artista til.
O goveruo do ex-Begeote Feja' elle
por ventura a causa da revoluca da Ba-
ha ? ... Pois bem a cabala paia a *-
Uica do Padre Feijo' a causa prima ,
verda leir e nica das inspiraeoens hha-
raes que fiaia abortar a maior d. ,lidias na perseguica dos luimena na
deatiu>0a5 da paz, na dco.lraca da guer*
ra civil por ambos os lados por ambos
os pai tidos. Que mais querem de prov* ?
A revoluca ce 7 de Abril trouxe a ma
tanca do Theatro ; esta as de 3 e 17 de
abril de i83a ; retas a 1 usga de 3<> de
Julho ; o 3o de Jlho produsio a Rt forma;
a Reforma eren a nbolicao da Regencia
tiiqa; d'aqui nasceo a ekica do Paire
Feij^i, e d'esta a persepuieod dos :.omem
lab iosos e uteis na Baha. Depon vi
nova 1 )ica e nova cabala ; da uova raba
la uova levoivQ. 5 e o Biasil ii sempre
nadando em sangue rom- bem d Ecbo da Religiid e do Imperio a que
a Providencia I) vina abra os olhos a todos
os -guistas e Ibes in-pire a unidide de sn-
iim-jiii-r. u rcl .s.ic 6 da IM-jnarijui do
Senhor D. Pvdro II., paia propiia tal.
vacad de todos os pai t dos ; porque im-
p^ssivel absolutamente i var Iranquilio e felii sobre o volca das
i:abalas e revolaces como se n5 fj.-e
pon re ser coutituicioaal sem ser ve-
Ibaco *; intrigante, alim de abiurrer as
Rendas do E*ta-lo no ocio e intit'liiadc
dos tais pad iotas do Sur. Rafael de Car-
vali-.-) quetudo qaerem sorver revolu-
cionariamente.
Biasileiros caros Compatriotas A-
mai a pase o trabalbo queris ser
iihf s. Amai os bomeos em t;< r-l ,
arnai os eslrangeiros e sobretodo os nos-
soi inuoi da Portugal que uoi do o ser
e a Independencia.
Patrn i,
( Do Crralo do Imperador de 8 de
Dcstsubro. )
Noticias do R;o Grande do Sul.
O Marechal Berreto chegou a Porto
Alegro no dia il do mez p. p. com4oo
bomi-iis a 1.5 >o cavallos gordos, a om-
panhado do Brigadeiro Caldern bene-
mrito Vidal e nutro-; bravo* defensores
di Legilidade, verdaderamente patriotas.
O l'.xm. Piesideate Elisiario loi buscal-o
do outro lado, e nome>o de um povo es-
tasiado de praser, deiembarcou em Por-
to-Alegre o benemrito goerreiro que ha
dous unnos fui expulso da Provincia pelo
sen de- i di lo aferr ao Tbrono Cotistitui-
nal do S-.'iili -i- O. Pedro Segundo, que os
B*nto Consalves a Bento Manoeis deaeja-
vfo ver p->r Ierra elle fi condusido em
bracos pelos Legalistas, tanto oi oeutbu-
siasmo que excitou sua ebegada.
O digno Presidente o nomeiou imme-
diatamente Commandaota da primeira
D.vi-io do Exercito Legal, deveado-se el-
la compor de tres BatalbSes de cas6ado-
res, dois regimentoa de Cavallaria e de
um Carpo de Ai tubera ao todo 2,oo
homens pelo menos : iambem lorio no-
meados para commandar a Brigada de
Infanteiia o Brigadeiro Cunha para a
de Cavalleria o Bn'gadeiro Caldeiron e
para a de Artilheria o bravo Lopo.
No dia 27, aqu ebegou o Piesidente
para orgenier a segurda Diviso que ae
guodo consta, sea de compor das Forcas
de Cavalleiia de Medejios, Jos Rodri-
gues Barbosa e Silva 'Lavares de um ou
doii B.'t ilhSes de Caladores e de um Cor-
po de Artilheria.
Pelo que levo dito, v Vm. queoFi-
ercito Legal vai tomar agora urna fr-
1111 regalar eo que pot>so allirmar lke
<|ue des que o Clisarlo tomn coota da
Preiidencia a LegaliJade cobrou animo
e a tropa nao ctsia de exercilar-se e rece-
ber a conveniente tlicipina.
O corcnel Jos Rodigu-s Baibos* e
tenoote coronel Medeiros conseguiio re-
unir, rio Iv-ti-io Oricnt 1, perto de 7uo
Biasileiros, e cora esta gente (de ravalla-
lia toda ella) deveifo f>er juiicqo com
afo-pa completa de 64> b avos que, sob
o Comn,amlo do sempre leal Silva Ta va-
ri-i, se acha acampada d'e te lado do S.
Gonsalo 5 mas oque anda nio sabemos
com c-rtesa hese elles virio por Santa
Tberesa 011 se por J. ao Sangradou>o.
Corre por certo que o O; iba mandara
intimar ao Medeiros a ord*m de ovacu-r
immediatamente o lerritoiio do Etado O
lienlal ; e que Fructo, sendo d'isto sa-
bedor escievera ao mesmo Medeiros ,
dueiido-ihe que continua-se na nuniede
gente que se deixasse iicar no dit lor-
ritorio como quisesbe, cout com a sua proteepa5 ; eem pi evenga d'es-
le e outios fados, niri-'a continuar o
noiio Governo a confiar do tal O ibe que
eutrou 110 plano de Beato Gonsalv.s e
que, sempre que ple prot ge os farra-
pos ? .. Cei to que nao poi que fe-
lumente j* nao temos a Cxrua. Batina a
governar-nns.
Das rapiuax e maldades de Joa5 Mano-
el de L'ma Juca Nelto e Menino Di. ja estamos livres: o primeiro por Iadn5
f i mo> to pela g>nte do Lomeiro ; ose-
guu-lo morreo de urna enfermidade em
Piralimim ; e o lereairo acabou em um
ataque as ni.-i ooi Alemaei nao ten to
tilo aicebusado por Nelto, < orno di-ia.
malvado Bento Mino-1 einda est vi-
vo, porque va o ruim na5quebra: eutre
tanto licou aleijedo de um braco e com
ouze fe 1 idas que e-ta c.ooliuuaitiente a
purg-r; mas, nao obstante tudo isto,
inda fea o p-rverso todos 01 aatarfos por
sustentar a anarqua: o sen li'.bo Sebasti-
a em una esrarainuca que leve o Lou-
reiro com J tdKo um tremendo golpe sobre a testa ,
O i|U'l por pouco o nao matou.
Das expadicoeos mandadas pelo Gover-
no ja eqoi se eeh 'e*i Corte 8!o
pregas de Babia iioegti de S. Paulo ,
e contamos que o Goveruo continuara' a
envine outrai, fisto qua bl toda a preci-
sas dr bastantes, porque ltimamente os
anarquista* tem laucado ma do icsto ad
escravatura nao dei&ando ao- prrjpr ieta.
riosnem um escravo; e B uto Gons-Les
os tem animado muito com dUtribuicd-
as de postos e com as noticias exageiadig
da B'hia em cuja revolucaS ja elle
?eio iniciado. Esta sujeilinho apresentou-
se uo sitio de Porto-legre no dia q do
pas-ado leudo de-emhar-'ado em S. Ca.
tbarina onde. I'.i acolbido, ob>equiado
e protegido pelo Boticario Manante que
Vmc. bem conbeca.
Emfim, m-u amigo, dentro de poneos
meses a Lfgalidade estar triunfante
pois que ja ninguem ha inda dos 0/ nao
aceditav.- na pe ver idade do Padre l-'ei-
jo' que n6 ealeja inteiramentedesenga-
nado de que ate' aqu o Governo Demonio)
protega a causa da 1 ebellia que a aciu.
al Administraga trabalba com alliuco
por faser suecumbir. Aindaassm, ua5
hast.' tao fe I i.-es presagios para ce sil
remssa de f reas ; kmbre-se tambiin o
Gov. de q* precisiinos infundir regpeito
aos nosso inquietos tismhos e ixtmgmr
ate o ultimo n a raiz da anarqua pare
que esta jamis nunca appareca de novo
em nosso tolo.
P. S. Fui agora sabedor da qie o
inc.ancavel e vlente Juca urives sihira
de Poito Algre com cincoanra homens a
com armamento d brado pare ir pela
ierra reunir le ao Candido Albario, qua
em Lags dco cab > de urna partida antena
de auarquistas; e que depoii de feita a
junrca com o mesmo Albmo e de leiem
ambos reunido o maior numero de gente
que for possivel, partu-5 a proteger
entrada da Cavalleria da S. Paulo com a
qual devein u.ar. liar para estas banda-.
(Carla particular do Ro Grande de 3 de
De.-eoibro. )
PARA'.
II in. e Exm. Sr. Em dala de i3 do
corivnle lve a honra de levar ao conbe-
< imenlo do V. Eac. o felix resultado do a-
Isque do Ecuifiranga 5 mas como o nao
1 el,-1- com todas as cii cunitamias por nao
ter anda recebido pal ticipaces officiaaa ,
.-guia o fago com todas as paiticulai ida-
des.
A forga de Obidos reunida no Lago
grande dispo^a convenientamtnte ata-
ci-u aij'.elle ponto, tanto pela paite -io
Lego do Vea do como pelo lado Uo R- gis
Baplista : u'tste logar a nossa torra des-
eiiib.ici.n sem ter recebido um t Uro ;
mas, leudo esta de a vencer logo que rec-
ohecesse que a foiga do Lago do Vendo
se acha ve prxima, isto venliado cora-
josamente nv-e-tir.fj a em neote subida a-
oode os rab kk s tiuhaS a primeira tiiu-
cheira : antes de (llegar a ea os malva-
dos emboscados pela estrada empie;,i-
lassui tiios c>m segmanva. O Captio
Ambrosio Pedro Ayiea, que bavia che-
gado na vespera 9 do corrente com o c<-ra-
boy do Rio Negro teodo desembarcado
com a gente do seu Ivte'o edascenoas,
com intrepidez a valor irntentou o logo a
pt ilo descobei to eioneguira cavalgar
a primeira Iriucbeira : it ata occasiio hou-
Vera5 bastantes fundos. Honorio Com-
mandante de Foica que ra.r> bou felo La-
go d Veado fui leudo mortalmente;
nada d'isto oh-tou a que rom o mesmo va-
lor fo)em s- goindo o eminho ao Eeuipi-
ranga, aoff endo sempie tires ceitosdae
emboscadas : fui pie trinebeira para enla cb-gar a do Kcu -
pianga. N'e-te inteimedio o B igi.a
Braseiro, em frente do ponto me si -
stentou om vivo f.-go ; e sendo p rtcipi*
do aoseu Comman-iante que agente j..se
acbava caneada e hita de munico i j lo-
go desembarcar mil carinos e ule pra -
gas, comimiid.d.s pelo 2. c Ti nenie Ge-
raldo Joo Dimozii de Souxa Freir, as
qaaes, apenas chegra aterra, o FogO
renovou com a (riucheia do ponto : po-
rera a proximi iade d noite veio por ter-
mo a que se po teste continuar a a forca
de bordo retnou-se.
Pelo lado de Cariac a forca que d'a-
quella parte liuha desembucado a reunir-
a com a gente vinda do rio Tapaji. a-
onda ta icban a ecuni Deuo ve da Ou?
f


^*
m n u c o
tubro vieno Intendo por aquella Iido os
tebeliesque em paqueaos pontos se acba-
v i porem eles sempre i5 em retirada
a reunir-se ao Ecuipiranga. Com a noite
os rebeldes quizerad evadir-se por mar ;
nas o f g 'iue soflien dos pontos tunde
teutara mbai car-se fez com que lies a-
bandonaissiii este projerto: coraludo ,
cjna-i de madrugada effectuara a fuga
pelo interior do mallo abandonando
completamente o ponto forte do Ecuipi-
rauga que toi logo occuptdo pela uossa
gente. Verificou se o que constara de el-
le terem pouca municio p i-* gmenle
stava5 municados a dois e tres cartuxos :
lies ei'od em grande quanli-la ie eseus
tiros de emboscada erackfeitos com toda a
certeza que bastante estrago fserad na
oos^a gente, leudo luvido oilo morios ,
inclusive ura soldado do 2- Bttalhiode
Creadores dos que foia a bordo da escu-
na Desanove de Outabro e oitenla e oito
1. ri'lus elguos ddsqmes j tem fallecido,
nao conando outros com hagos de ehum-
bo que continuad no servico.
A escuna Deseuove a* Oulabro colla-
cada em fente Capella do Ecuipiranga ,
uo rio Tapajt, com o vivo fago de t>ua
firthei i* com a gente que desembarcoo,
muito contribua para a destruicad d
Ecuipiranga. Eite ponto, pelo sau local
v lo iliaca Jo corno eslava parec* iucon-
quistavel. Na parte raiis elevada da moa-
lauha de Ecuipiranga em urna giaode e
quadrada planicie entriuchairada de todos
os lados muitas oasas dispostas com l-
guma -ymetria formando diversas e b -m
plinhad i.s ruis faziad Urna grande Villa ,
a que os rebeldes chamava o seu invi-
sivel B idejs. Da-de e-i te logar at a praia,
3 fortes e bera dispostas trincheiras d> fiu-
dia5 o grande ponto; um pequeo trilho
por onde ^ a um de fundo se podia an-
dar ecom os lados clieios de e,trepen at
beiramar era o nico caminbo que htvia,
e lem d'isio tad eminente, que com difhv
cul iade se podia trjlhar : no emtanto que
os rebeldes, cobertoscom as trincheiras,
bastante maltrata rao a notsa gente; mas
auezar de .-e aebnrem to b 'rn defendidos e
da f der*5 resistir torga legal. O grande E-
cuipiranga esl reduzido a cinzas e po-
de se dizerque todo o Amazonas est res-
tabeleciJo, pelo muito quo ufl lia este
ponto.
Resta-me agora f.ser sciente a V. Exc.
dos bons servicos prestados pelas guarn-
ces dos navios de Cuer ra e tropa <|ue coo-
peraia para o re.t.belecrnenio de Ecui-
ptranga e com particularidad*) dos Com-
mandan lentes do brigue Brasileiro e escu-
na Desenove de Outabro. O Capiud Te-
nante Fraucisco Manual Barroso, Com-
maniiante do brigue Brasileo, presfou
te com coragem que Ihe ua estranha :
o biigue do seu Commando sempre sea-
< Ir -n nos pontos raais arriscados e aonda
inaior ilamno podia fser ao inimgo j seus
tiros bem filmados levavs Minore o es-
trago aos rebaldes',' e toda a sua tripula-
cao, vi,ta de um ta digno Che fe dis-
pula va a soita de seiem mandados para
Ierra.
O a* Tenante Fernando Lauro de Li-
ma Coramandanle da encuna Oesenove
daOutubro, que, pelo seu valor e activi-
dade bem condecido no Amazonas,
ua5 cetsaudo de perseguir os rebeldes a ni
qualquer ponto aonde elle se achavso e
que bastante piejuizo Ibes fez na6 s na
gente como uo .-eu entrincheiramento e
casas; ultiman ente sallando em tena,
testa da aiaiiiihagem e ti opa, e accormt-
leudo os com urna coragem decisiva mui-
to conooireo para os febzes sucerssos d'este
da. Os-ervico-. nu.-i'-tfi ollicial lem feto
(Jurante a lula do Seriad nao devem ficar
no silencio : ella lem sido sempre o ter-
ror dos r< bel ies, e em todo aprteos
t*m derrotado ; suas Comini-ses succes-
sivas lem sempre sido bam desempedra-
das, e, bm longo de se escusar a servico
algum op imeiro a offerecer-se para as
empresas raais ai ciscadas ; occorre miis o
ter adquirido perfeito conbecimanto de
todos os i ios e portos, e que por isso pou-
p a difliculdade que s veres seenoontra
ijando ae procurad praiicos ; a ltima-
mente acaba de fasar um grande sejvico
Naea trasendu do Ecuipiranga quauti-
aJa di mandioca apachad* toi tebaidas
pela guarnioad da suaascuaa, d qual
vou mindrr faser faiinha para fernecer
Forca de mar e trra. E-te dois OQici-
aes tornad se dignos da attencad de teas
Superiores, e por isso do met Se ver re-
commeoddl-os a V. Exc.
Dos Guarde a V. Exc. Bordo do Pa-
taoho Januaria surto era Sanlaram l9
de Julho de 183^. Illm. e Exm. Si'.
Francisco Jos ie Souza Soares de Andrea,
Pre>iden(e e Governador das Armas da
Provincia. Antonio Firmo Cotillo, Ca-
pit'5 Teueuta e Commeudaute. Esta
confu me. Bernardo Jo.-quin de Mallos,
Secratario do Governo.
(Do Sete de Abril.)
ARTIGO COMMUNICADO.
*K> Ao Ilypociita por anlonomizia ami-
go dos bons costumes.
A contumacia do Sr. hypocrta amigo
dos boDI costumes um d'aqulles tac-
tos pelos quaes ta demonstra que nem
todos os humen? sa5 dotados de bona ten-
se. Mais lacnica que o rneu Reverendo
antagonista tenho faito o meu exordio, e
vou entrar na refutacafi do seu commoni-
cado inseito no Diario n. 335.
Dis S. S. que eu priacipiei a miaba
segunda correspondencia por urna g'os-
seira ironia contra o Exm. Prelado Dio-
cesano. Eu diste, que S. S. fui* a de-
fesa da Cii cular do seu Santo Bispo, e
bem longe eslava de pensar que o adjec-
tivo Santo osn grotseiro e irnico aos ou-
vidos da S. S., e quando mesmo por iro-
na eu o dicesse nada lem de grosseira esta
expisitio nem o sentido, que sa lhe
deve dar : vejamos a delicadeza da respos-
(C, Assegura S. S. que usd pode avaliar
se o Exm. Pialado Sanio porque nao
turo prenles nem pai, que vio lam-
h v Iho os pratos eto. etc. Qne bonita
resposta .' Ei a relorejuirei com o mes-
mo ou maior de-embae ac ; e Como com
a lgica de S. S. se p ie dizer tu lo com
tanto que se nao teoha promettido guardar
respeito, declaro que nao s nem fago
esta promessa ao meu Reverendo antagoni-
Sta. Nt5 sahi i eu que S. S. era filbo
sem pai, nem parantes: eu o acredito e
me regosijo de que elle presumase, que
eu tenbo prenles, e pai com valimeuto
para communicarem com o Exm. Prela-
do sentaiem.se e ua Mesa e pedir-lha
favoret; da mesma forma que elle lem
obsequiado e servido a pesios da mes-
ma dislincoad, e carcter de S. Exc.
Rma. zissim como a muila genle stm
carcter uem distineca como S. S.
deve saber, urna ves, que conhcee o Ini-
migo dos hypocrilas. lie pena que S. S.
umbt-m nad potsa lamber os pratos ao
Exm. Prelado mas bem pede....( Hys-
sope Cap. i. V. 16o e 161)
O meu Reverendo antagonista u*6 def-
fenleo o Exm. Prelado; aendad no
bem : elle apenas o aduluu expressando
simplesmenie a tua opiniio sobre a mate-
ria. Agora sim vai elle contrariar de di-
reito os dous pontos cardiaes da minha r-
futnca porem antes lhe fui preciso res-
ponder a varios tpicos da minha corres-
pondencia alusivos a objectos paitiuula-
res. Eu vou seguindo a pista.
O pi uneiro tpico sohe a Sanlidade do
seu Prelado l'oi ptimamente satisfei-
to. ,, S umCharlato, ou capadocio
podia diser isto d sua me-ri-n obra ; mas
S. S. nada diato: re-puudeu ptima-
mente e levou o troco menos mo.
Devo entender que o a. tapico ver-
sa iobre o gradat imenio que dei a S. S.
pelos apodos, com que meuieseou. 1N"
rae agesto e ver que nad continuo a
gastar cera com ruim difunto, pelo que
deixei tiesta da mo a cortesa com que
ni minha segunda correspondencia tratei
o Reverendo Alhleta das murta I lias; pcie
que com novus chascos, insultos e epo-
dos julgou elle dever humilhar-me pr
ter eu ousado redicularitar um dos mais
bem fundados, e louvaveis costumes do
Catholecisma !,, Se e>ta a mineira
de liumiiiiar nao a de convencer ni-
co fino a que devia atingir o meu Reveien-
do autagooista ae e:tivosse no raso de
podar humiluar-me, a reprovac os lee?
mos da queuzei ; p*rem alia erroo o seu
alvo, e em vez de humilb*r-me nad fas
nuu que darme axaa para jogar-lbe a
mesma ractralha.
Confsie que algumaa expracsSes manos
pantadas esoaparad na minha pi imeira cor-
retpandencia ; mas nao tenha o meu Re-
verenda a malicia de as envenenar, di-
zeuo que eu prodigalizei iota'tes, dicte-
rio*, e ameacas de Polica contra funces
Religioias. Eu tratei dos padres ignoran-
tes, fanatice, ou hyp., e nad da Reli-
gifo que muito aprecio, apessr de bao
andar cem os olbos pregados na trra co-
mo fitam cei toa byp. { e se S. S. confun-
de a Rehgilo com os Ministros d'ella eu
a destingo oenteudo, que nad o mes-
mo fallar da um padre, ou da Relig lo :
etses tempos ja ptisarad em que se bija-
va a manga dos Frades a a mi o do Cu-
ra : boje ratpeitad-se os Sacerdotes hon-
rados a virtuos.js, dttasia5-se os que
std perversos e felhicos, sem que a cap
o encape.
0 3.a lopico, a que respondeu o meu
Reverendo creio q e sobre a carta ex-
tiabda d*i Obras do Mrquez do Pena-
ba! para o que deparou S. S. com a en-
gracada ancdota do cabooulo com a qui-
manga, ovos, eadvinhador. Na veida-
de foi bem acbado o simile; tratou-se de
um laxta sitado de falso, exigise, que
S. S. dicesta em que p-giua docoucilio
se atibara elle ; e para se evadir a coufes-
sar a falsidatle, como agora fes S S. du-
vdou, que a carta se adiaste as Obig
do Mrquez, entad dice-lhe que tive^se
o Irabalho de foliar a oolleccad destas car-
tas, assim como nos tivemos, o de foliar
inulilmente o concilio : a dutida varstva
sobre as paginas, e nad sobre a Obra,
em q oo ae devia achar o texto e a car-
ta; e era bem natural, que occorres9e
a qoalquer pessoa procurar esta entre a
colleccad d'ellas, o que aeria ditferente ie
su o remettesse ao Tomo a. pag. 218 da
mesma Obra como quera, que S. S. fi-
zesse a raspeito do texto.
Fiqua-sa o Rm. adevinhfo cora a glo-
ria dapaiidade da ancdota, e viraos a
sua resposta ao f\. tpico. Deu lhe no
goto o Art. 179 I. da Conttituigad. Na
verdade lastima que os povoanad eate-
ja sug'itos a faserem hoja o que quise-
res os Padres, cerno nos lampos da igno-
rancia e fanatismo! ? Oucad o pregio
do Rsvereudo e saiba-te as quatro p*r-
tes do mundo que eu n-5 su liberalfo
de faca e clavinote ; assim corno alera
das quatro chagua a quinta paite nova
que o Reverendo amortalhade ntd cor-
cunda de chin e rabo porque do
Art. 5. Til. 1. da Consiituifad. E qua-
eeo-lho dizer, que era da pi imeira parte
deste artigo e nao da segunda porque
preciso ser liberal para ser &* Tole-
rante -ata e S. S. nem liberal, no que
lem rnuita ufana nem pode ser tolerante.
Sa me tolera a mim ea outros, que re-
prova a supereticad porque manad
poda hsar uas logueiraa do Santo Ofli-
cio.
utro tpico o 5. Se a declsrs-
ca de que detesto os Res despotas e a
iia.ii aria ignorante e culumuatica nad
caula peso nos gabinetes da Santa Allitn-
ca (como lem o meu Reverendo o seuti o
na Santa Allianca .' .') deve causar raire
no eontislorio do Corpo Santo, e quin-
to ma basta. J por duas vetes S. S. tem
tido <> galanteio de comparar-'me a Henri-
que 8" porque leudo eu dito no exordio
da minha primeira correspondencia que
deOeuderia a Religlio Calholica Apostli-
ca Romana prosegu extigmatisando a
hypocr'sia de Rev. EncvramenJado da
Freguezia do Santissimo Sacramento do
Recite. Vou por tanto responder a S. S.
Bgradecendo-Ibe o favor de comparar-me
com urna persoasgem li distincla qui-
do eu i o posso comparar com o Padre
Cartuxo D. Rafael, cempanheiro do
Lamella. Nao admira que S. S. encontr
na transforraacad du Daffensor da F
Prolector ecabaga da Igreja Anglicsna a
mesma cootradisad que o fantico jeaui-
litmo eucontrS em deifrnder a Religiio ,
repiovando ao mesrao lempo a supersli-
ci, e buzos autrcduzido na Ig'ej ,
em proveito u'aqueiles que os coosagrad
como bons costumes, quando os nao po-
deiu iucialgsr cgme poutoa de f. NaO <;
t com a espada na luao e um gr- ude
exercto uem lufutaudo as aioutrinas de
Luthero como fes lieonque 8 que se
iefende e no.-.-a Rtligia poi- qie a fes. t' bem comiste em reprioiir a ira*
postura dos hypocrilas, os p>ejus,es, a
trioleiras, coro que a aieirui Rjligio se
echa confundida e exporta aos ataques ,
e despreso de eos inimigos. Da supeiSti-
c*6 dis um Etcriplor moderno, uaa^
cera as seitas do aeuUeO l5, 6 ib, qua
tanto afl'girs o mundo Cnslio ; os l a-
dres, deiputando entre si o COmmercto
das almas, a a supremaca do mando n-
trudu'/.irati os Scismas, e iizera raaiur
mal ao l'iirisliatiisni > pela ambica, c
discordias, da que atentio le liuba fe-
to a heres a. Da mesma forma a-
crescentoeu, a luquisica, e todos os
aeus horrores deu origen) a libertiuagem,
e a ncreJul. :*de quv secigueu das sua*
crazas. FaliimeulH vai lenssceudo o es-
pirito religioso, e amor docullo Diviuo ;
e o numero de devoto* se ir augmentan-
do de da era da, te Ministros igaoisntea
n*d pretenderen! embotar-lhen a raso
com milagros inventados, visageus de ai-
m&sdisoutio mundo, lomaras dispen-
diosas, enterios de hbitos ou&lvas, a
outras praticas semeltiautes cm que fs-
tem consistir a Religiio. Eu voiio ao
ponto. Se pelo Uno de dallen Juc a Reli-
giad por esta forma tenho vitos <;e Heu-*
rique 8. nad potso ser a elle compila-
do pelo lado da posta.ia ; se o raen Re-
verendo que taos visos em niic dison-
hriu aspira a fama d*> Poligoao ou al-
gum Jesuta celobre, nao me julgue por
si, pois reconheco a grande distaucis. que
vai da mim ao sabio lriaudez Mr. O' Co-
nell.
Sampre allues. Nad o triten lo o
ignoro qutl seja este papel de 2oo erro" ,
uem aei, da que Paare Columuatico n
falla: apontu o diga cura fanquesa, n
entretauto dicere el nou probate esi non
con lu ltre. Muito se doeu o mau Reve-
rendo com a palavra columnatico Sei
elle column tico? Par quelque eodroit
fourhas se laisseut prenda. Deitou ns 0-
relhas de fora e caue-me a vez -le dizer-
Ihe: nad se ageste. Eu nao tinfia a
honra de o coobecor e s sabie que os
byp. erad absolutistas e ja'guri ti-
iud* perm o mesmo que devia trala-Ios
como merecad. Teoha paciencia meu
Rsvereudo : s&bi tosquiado, mas dei\o-o
(sfollade.
(Coutinuar-se-ha.)
DIARIO DE PERNAMBUCO.
O Aspecto poltico da Prcvinci.a conti-
nua a ser pacico v legal : o Guveroo <"'
va o ecrutarEento seui oLstaculoi e Ludas
as Repartcss marchad i'egoUruicnte. A
caiestia da Lriu-ia da torra lem ku^tserui-
do; suas csusa? estad aponlada.
Na parte Iuterior Veilo a Leitores
algumas iuteie.sanies notiiias d... Pit.vm-
ciat theatros da guerra civil ; uos segua*
tes N>. daremos algumas pes*s oliciaes r -
l.tivas. Nossa correspondencia da Corle
chega a data de 3o de Dezemoro : todas as
esperanzas ta lisonge.ras Legtlidade, S.
1M. I. todos os das adquira nov'6aileii;des
e hoioenagetu dos seus subditos, o Ella
Ibes dav* piovas de suaj be-.i de-envolvi-
da iutelligencia : em fina o I operador co-
meoou o seu contacto poltico com -> N 1-
(fab porque j expiraran as influencias ;ua
odesejavad sepaiar d'misane e concillo
d'ella Toda a Familia Imperial gosnva
de saude.
Nova expedicio senprootava para acu-
dir a qoalquer das parles rebelladas que a
houveate misler.
AVIZ08 IVBBSOS.
Quem annunciou no Diaiio da sabbado
que.er venaer urna eicrava, lamosa para
arranjo de caza : dirija-te ao aobiadu jun-
to a eslaTyp. D. 4 i.odar.
a/aja O Sor. que auuunoiou ter urna
excellente e.ciava pata vender dealaia
aua moradia para aer procurado ou po-
da-se dirigir ra da Cadeia veiia al
Recite luja da laseoda u, .j5 que acLirn,
com quem tisctarj
]


v

D A I I O
ftP-BRNAMBUer.
4
n
4^5 O Profesor da Fran.ezdo Collo-
gio das Art.s prejiara tosas do Curco Ju-
t id ico do Otilada avisa a tjmm couvier ,
que no dia 3o da co.rente miz pi inopia
Liicitir a rtietiicul-i na caa do -.na residen
ca bi rua de Ktathias Feneira di fron-
te da Igreja ce S. Pedro apostlo dtpoia
ca- rea hora da larde.
*y Mauwul Francisco Coelhe, po-
fessor approvado e provisioradv de Gram
watics latina faz t>ciente = o nspeituvel
publico, e pai ii.: .I., rr.sute a hu alumnos
que sa iiba com aula abeita da mesa.a
lingoa e qua tembuiise propSe dar li-
nes eui casas pailic uluies ; as pessoas
q je ce quizo, tiu uu zar de i-eu pr estimo ,
diriju se a ca>a ile tua rsaideacta, no
becodo Rasatio D. 25.
v35* Piard uurciuoiro na rua bota
I). 35, como teui do se ret'rar pira a Eu-
ropa, avisa as peseoaa que lera pinboiai
B0 seu po-fer h.'j.o de o hir tirar no
preso da uiu mez do cutiano ser <3
vendidos.
VZyF O Sr. que procurou a Francisco
de Carva'ho '.a- de .\udtvde no engenho
o tac i o da Vanea sobie un e-xtr vo per-
Une ute a urna Senbora viuva queia
tomar ao uiexuo mgcbho, quo ae Iba
dai oolioia do menino.
/?- Pibo'sa-.o do alugar tima ama ,
qua tenbj bom leite dando-se prefer n-
va a que for captiva na rua d* p ../. Li-
do pela poeta da Boa vula na quai ta Cata.
J* Acha-se um nero afrie.no qua
fci p eso as Tcbatig>s era Iguarets, del
de o di* 2 t de Dcjeuibro p. p. pelo Ca-
pillo uioi da campo da mesoia Villa o
que! diz qua sa chame Domingos i b< m
barbado, repiescnU ter e idade 3 > i-u-
n s, a oreiha di.eita turad*, um la.no
.ni c evb : o pti'.o oMjUtrdo Irazeudo
vestido camisa e calsa da b im littrado,
y o,i! io da colsii j quera for seu duuo
o podar procurar.
J.-J** Quem precisar de um caixeiro
ro .ligue para vauda, do q' teni bastante
ptaUca diiija-ae a iua. da Csuceiyio da
soa-viata casa U. 5.
'j3^* A p.ssoa que quer fular a Anto-
nio Jos 'Vlacjado, dilija se a rua do Cres-
po D. 7.
*J>* A peaios que precisa de 35' $auo
T. a premio dilija ^a a rua do Padre
JFloriano uo 'sobrado da dois sudares e ir-
paira*
C$ Manoel Alejandrino de Mello e
Aiouquerque( caixerrb dosSrs. J. Barau-
ger & Cou.paobia) p.,r liaver outio da
igual liouie fita ue hoja em dian'a .s i-
uaudo-se por I\lauoal Alexaodriuo de
.i.iu'j 'y.quj Pita.
"&* J^ Valeutiiu da Silva p.iucipii
c .;r aula d* tarde de Gramcuatioa .a
li. goi lugieza no Convento do Gauuo do
il-cife ( na salla au.a Coro ) uj dia 5 de
Favereuo p. f. ; es ptssoas que se quite-
taui uuiiaar da 6tu p.tsiiiuu o podeiu
picourar d*a 4 as 6 da tnrde rio atierro da
f)oa-vista j .utu a toja de sera.
SS^y Aiu*-se lima prcta cpz para o
secvico de urna casa de ueuhuuja faruili* ;
q^eui o tiver auuuucie.
% cera boy para boL lho tur uro terreno : na rua Direita lia-
ciu;a 3 {, ou aouunoia.
:.2r Tiburliuo P.nto de A!raeida avis.i
ao Se. Tueaoreiro da Le Una a i. v. r do Se-
uuario de Oliuda que anudo saia pre-
iiadu o buhte nitrito da prsenlo Lote.
ra QUiUaro lo35 nao o p.^u? a posaca
algUUia | tent ao anuuuciante u qaai
bilhala paidcu se oru urna caita no corrcio
pub.iv deta Cid.lie.
ftg" A possoa qua quer n.inar fora
da prarja primeiras leiraa, Graoimatica,
dirija-ss ao pateo de ti. Pedro veuda eci-
tnji 2.
y*Jf* Arreada-ie aonualuieuteama boa
CJ.rad- de casa terrea sita coi o principio
da estrada do* Aff i-tos, a quai t-.-m 4
qu-jitas, buaa salas, estribara, cozioba
lora, a quiutal murado, e palo preco
auuuai de ^.ou : os pretndanles, en-
teudo-be ou o Cicrivto AlnuiJi, qua
est ouuidouo poderes para, fazee Mal ur-
euaaaieuiu'.
LEILAO.
Ouc ac a uo da, 3q o correte
as io lleras da manbai da urna porco da
uuoveia na rua uovaDtciuja 35.
NAVIOS A CARGA.
Para o Havre
MW A Barca Alie que sabir em pre-
terivelrnente at fin de'*Feverero por ter
a m ii- pai te do seu carragocuento p< orilo,
tecu eseellent'.s commodos pira paas.'gei-
ros ; quera quiser carrrgsr ou transpor-
tar sa, i i jija searua da Alfandega vclba
uumero 5.
Para o Asju'.
JJP* Pelos touros, segu viagem o Pa-
tacho Carioca Mestie Mdo-)I Jo.- d*
Suva Ratea; queiu no metmo quiser car-
regar ou hir de p.iss.-geui Ui ij.i-r.e ao
seu Consignatario Al. J, H. u Silva ou ao
u.ssmo Mo-sre a bordo.
COMPRAS.
tW Aritlimetica Alrjsbra Geome-
tra e.Tregnouittria por Lar.ioix novos
ou uzadoi uo pateo da S. Cruz L). 6.
|Tjr A Obia completa de Geoimtiia
p>rLacioix: na rua Direita botica de
Ignacio Nery da FouOcCii.
VENDAS.
^ Folhinlias de poita diths de algi-
beia, e dita sda Padre: na praoa da Inde-
pendencia loja de livros u. 37 a 58-, na ru
duCabjjg oja do Senbor BanJcira e
dentro do Kecifa de fronte da Igreja da Me-
die de Deas venda da quiua do beso do
?zeite de Peixe.
99 B.iueosde tinagiesmaltado com
brilnaatej e diamante rosetas de brilbao*
te e diamante esuwlttdo bolSo de bar-
tura de brillante e diamante isqueirode
prata ua i rico ludo viudo do r'orto por
prego commodo : no atierre da Boa-vista
luja de Ignacio do Monte.
#f O sitio peitencenteaTbomSte-
w rl 110 Poco da panda, cercado de
,1 :.i cum boa cea estribara para 6
cavollo8, cocheira, cuiral murado, gran-
de baixa de capim rauitas larang outraj fruteiraa, parreiras d^s melheres
quolidade* um po$o de eici.ll .-ule agua
utna vacca um cavallo urna carioca,
d ii ca riulius de rnao dui4 hebsdouras
i'e pedra varias uUnsis de Jardim. e com
toda ou parte da mBbia da eraa : na
rua d Cruz casa n. 55. Nio se veudeo-
do por contr.cto particular alhs i5 aeFe
veieiiO) Vt-oder-Sc-ba neaae da em uaati
pul'lioa.
i^ Urna xcellente flauta da bano: na
rua larga do Bozario luja da miudez >s De-
rinoa 7.
iLfT da preto de angola hbil para
todo oservice : na rua (la Sauzalla ve ha
na padai'ia americana.
----- U.na tx elleute eicrava moca mui
bam lena paia u airanjo interno da urna
casa he lamosa quem a van.te iespon*a-
baiisa-'.e por qu.dquer molestia ou vicio '
ella l-'ve : vaude-se por circun.tancias:
neitu TypograGa.
> l'eboas de pinbo de diiV-jrentes
comprimentos larguras e groesnras, che-
gaas u ti nnm ne da America em casa
004 Scnhbies Joio Malheus Se Companbia
Da ma da Cruz u. 56.
-r-r- Um cavallo caslanbo novo car
rega baixo e em boas carnes : na prava
da Boa vi la em urna casa tenca detionte
da praee.
99a Urna arnuco francesa muio
liem co stiuida e tola de amare! O : no
largo do Livramento D.i3.
f^> bete grandes canoas da arnaico
com 60 a 75 palmos do coiupr imento ,
bastante grossas e pioprias paia barcacat
ou canoas d'agoa asquaae* aolio ex
postas na praia do Collegio : a fallar com
Vlenoel Francisco da Silva em sua h.ja ,
na Praciohe do Livramento, sobrados ho-
tos de 5 andaros, lado da oso ida.
*4jr Charutos de Caxoeira e outros
lugares da Babia faZenda superior, e por
preeo eommado : lapes fiaos em porces
maior, ou menor por preeo commodo;
em Fora de norias tenga o. ai4)
Uma preta de i5 anno9 crioula ,
engofflrua lava toupa de sabio e kanei,
l>aa quintaudeira : uo rua do Fogo Dci-
ma II*
*U" Um iio faquiro de praia do
brado, ebegado ultimaraarile do Poito;
assim como chapeos de castor braueo, a
pretos da ultima moda, pmnos finos de
todas as qualidades e oulras diversas
f. zondas finas, na luja do aahir do arco
de S. Antonio que vira para a Cadeia.
V2F* Duna casas larreas na rua da
cinco Ponas D. 31.
*3T" P*r.< fura da trra um muleque ,
com principio de officio de marcmeiro,
idade p.m o maisou metaos 1 >. annus na
pitea da Bo.-vista veuda de Jos Alves
Lima q ie achai com qut-m tratar.
IflF Bixas do muil boa ^ualid gadrts de piOKimo da Lisboa por preto c-
modo em porfi e n retalho e troca sa as
que nao pegar : no atierro da Boa vista
na venda I) 7.
WW Taboado de pinho superior e por
preeo commodo ai ras da caaa da Opera em
casa do Seuhor Manoel Antonio de Jrtus
e no Recita na Sauzalla veih.i arm<*sem
n. >9.
Urna Cadeirinha de sabir a rua em bom
esta o um bau/.inlio de tartaruga encas-
tuado de prata ; ua rua do Rosario es-
trena D. 16.
L'i okd.i ja usado, ruis bastante
forte e bem (cito ; annuncie.
Xaf* Hum puto de naca olTicial de
Corrieiro e B beiro idade de 39 a 4 '
anuos e urna ciioulinhi) de 10 para 11
anuos com principios de costura e raudo
prspiia para mocamba : na 111a da
Gloria leja do sobrado do Sor. Adriano
J j.o dos S.ritos ao p da Fobiica do fle-
oido Gervotit,
t^> O ua escrava de navio ango'la de
19 a 20 nnnos, roslureira, la/, bordado de
susto engoma liso cosiuba o diario de
huma cav, lava de sabio e be limito
caobesa para rneuiuus : na roa do Li-
viarneuto sobrado de hum andar D lo.
ESCRAVOS FGIDOS.
Na noitado d:a a5 do corrente Ja-
noiro dezapaieceu urna pnta escrava com
os sguaes segunites estatua regular,
10 to comprido alguma couza, as mn-io.
Ho mesmo rosto um tanto sobnjahidas ,
cli io do corpo, ps procos e ge.nidos, com
da..3 marcas em um luaco e una emou-
Iro j e tolas parecen ser de logo levou
vestido do casa desbotada que pan c 1 bran-
co panno da en-la ja uzado roga seas
authoiidades Pul cues qutira appiebende-
laa.iiii cii.uo aoe Cipiiies de ctmpu s
quaes podei leva-la n rua das Tiliaxeirs
D. 16 que se gratificar gerierozamenle.
\J3T> No dia 2i do con ente d ceu urna nag-a ci ioula por nome 'inn-
cisca altura regular rosto oomprid > ,
com signse* pr^tos as mnsaiis do rost >
bastantes lias Itmou vestido de chita
luxo. e panno da co.ta (juem appre
hender leve a era S Am?ro na.e-trala do
I. ii/. (I 1 II {" casa ultima antes de
ch*gr o Suiiteiio dos logl-zes que ser
recompensado.
,*FW Na imite do dia 23 para a.{ d>
corr> rile tuno urna prela com os sign.ies
seguint s baixa elisia do ci.rpo, fula ps
ap.dhetadns com un a granda si'.:at 1 1 na
iiint 1 (tn ura dos bracos, bam falantu, i-i-
da nmea e iiiomal parociHa Iovju ves-
tida do bita e pao da costa e junta-
mente U1113 troSi com toda sua roup : os
apprehendedores levem-a no p teo o Car-
ino sobrado D. 10 primeiio andar oud-*
te ti escola de n.euiuos qua serio bera
recompenssdo de seti trabalbo.
e/3^ No dia 28 de Setemnio p. p. fa-
gioum negro de nome Joio de naci ca-
mundongo coro os signaes sei>uiutes lioa
estatura um tanto cnrpolento mniu
pietJ bem parecido postoque cairao-
cudo beicos e solirencdhas grojas ore-
Ihas e cabeca pequea tem urna eieatril no
ro-to da parle di.eita proveniente de um
talhe ; tem um pequeo inda nio bem t-
catr 1 a lo s brr o na. is entre oscilios : este
negro lo i comprado em Macei a Joaquiu
Jos d'Araujo por Joaquim Jos* de Azede
que o veudeu n'esta praqa de Pernambu-
co ae Aiudaue Francco Joaquiau Ptrci-
ra Lobo, o qu.W ofarece loo$50o rs.
gratifioacio a quem o tffocer a casa da >ua'
rciidenia de fronte da INl.jri/. doS-oi,,.
ment do bairro da S. Antonio na csjuim
da ua das 'Piixcias primeiio and*r.
%ry Da se de gratiticacio 2 .. ^ ion 13
quem p.gn' dois pelos, um d< nom
Jo do gemio de angola ebeio do corpa
p.eruas glosaos de idade de 4j e taotoa
anuos, ha noticia que ando parea par.
tedosul, he bstanla ladino ; o outio.k;
nome Miguel crioulo, secco do corpo
peinas iiriAS de idade de i5 ait, cuja
esciaVO julgi-se ser fmtada, em razio do
sabir no mino de a83o, a veud r rnel :
queraos pegarlevem-osa rua do palacete
um casa de Francisco Nicolu de Pontea,
que reccbei a dita (juanlia.
WW* Hoga-se enea eciitamento as pos.
sois a cujo e*i go ae aclia a p >li a e mes*
moa pailiculaies o obzequio de eppre-
henderem um escravo puto crioulo du
nome CusloJio fgido desde 27 de No-
vi 11 bi o do anuo p. p. cajos signis su
os biguiules, altura regular, cb. io do cor-
po hnu fallante, m-l feita da ps, e
peruas aquella um pouco incln -do* para
fora naife chata .-b.nxo do quai te .1
urna Itoatri piocedila oe urna queda eui
pequeo, as costas tambem eom sicatri-
sos de assoites iiim pequea marca no
oangote : ha toda a prob.belidaJe de qua
o inesmo escravo trxiizita com picapor-
te falso as pesseas que o apprebenileurn
levem-o ao tngeulio Pxx: provincia de
Alagoas e Sebastiio Feneirade Ar.uj ,
do quem o m.-roo be escravo ou nesta pr.i-
ca a Alex.indre'i'a vares de Mel na 1 u*
de Cruz 11. i7 rfo quem recebxrao urua ie-
cumpeusa geneosa.
taa No dia s4 *ie Dezembro de 1837,
fugio uma pela Oano 1.0 M.na do gen-
to rebolo, um signal na testa bem azul ,
bem parecida e moca cor bem tulla seo*
ca do corpo altura regular levou ves-
tido de (bita cor da roza novo e sem bada-
do panno da costa novo tem os den-
tea da fente bem aberlos ; roga-se as pea-
soas eticanegada da polica ou qualqucr
capitn da campo de a pegar e luva-la
n rua do palaceita em casa de b'ianc seo
Nicolu de Pontea, que recompnsala.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio entrad* no dia 26.
RIO DE JANEIRO; 2a dias, Paquete
Bella Am .licana Cora, o 1. Teii-.ulo
Antonio Xavier de Noronha T01 re/ao ,
pissageiio Francisco D. de S ua u O
presos.
Saludo no dia a 6
LIVERPOOL; Bngue IngleGaxela, Cap*
Joi'lic-ne C veris, cgi areucar.
PIHLADELPIIIA ; B.igua Amricana
Lexen/.tom Cap, Wilii.m Bill ci-
ta assucar.
STAKLON j Brigue Sueco Panelope,
Cap. C. G. L couros.
ERRATAS.
Na Pastoral de S. tSx.Rvm.BoD. n. 1?
esoapaioos erguiites erios 1 pagina a.
Culumna 5 audacia lera se auna 1 :
col. 4, a Keligiio leia seque a K.li-
giio ', dita madibitis, leia .sa mauebis*
lis. No Direo n. i5 pag. 2 laciocius,
lea-sa raciocinios; dita, po elor, laia-
se preceder ; col. 2, descouhec:dos leia-
fl desconbecii; dita, de d utro luia-se
dentro ; dita Cap. 7. v. i7. e s^gunlo,
leia-se Cap. 7. V. i7 e suguinlt^; dita ,
calmuda K u-so c.-Uniid 1 jo ; 3 tul. U-
licio, leia se suplicio, dita, que Pail, lai-
se que seu Pai ; 4 co'' pelo qoal leia so
pela quai ; dita Juiso, leia-se Juiz ; dr-
a regiao, ltia-se 1 gio. Diario n. 16,
pag. a. col. a raccrcinioe, lei.-se ia-
ciooimo>; dita, a (ju.l ja mai> n'i leia-se
qul ja mais nos; dita, pecetosum,
lein-sa paiCaloi ura ; dita, pmtoa laia-
se a pratic*. Diano n. i7 pag. a col.
3 Kesoluyo, leia so Reclusio.
pEH, ha lir, ie mt ?>_ D rjraA,si.85tf


)CORRESPONDENCIA
Snrs, Redactores, de pertencer a todos em geral, e a cada uro em par-
, licular Saudo, &c. Joio de Paiva Rodrigues, Cida,-
Como n esta Cidade se ignore quaes os crimen dio Brazileiro Nato, e Jtiie de Paz com Alendan
or que foram capturados, de Ordem do Illm. Sr. Crirae e Civel neste primevo Circulo de Villa Nova
relT-iio d'esU Comarca, os Snrs. Antonio da Silva da Comarca de Sobral e Provincia do Cear* grande
luito Alexandre da Sdra Moiiio Joaquira da em virtude da Lei e &c. Fa$o saber a lodos em geral,
valva Muirlo, e Joz de Barros Moirio, e digo al- e a cada ura em particular, em seos Di
Jumas pessoas (que a patiociuao aos ditos Snrs. )
9 le casas prizoens 1 um originadas por motivos po-
Hicos a tribuindo-se ao niesmo lempo que h per-
V guelo feta pelo Exm. Presidente do Cear, o
ie todo h fclso como se passa a mostrar com as
j.-reealorias viudasd'aquelb Provincia para esta, uas
,uaes precatovias se iazem ver os horrorozos t mes
(rictus, e Ju-
mdiedens, em como ueste raen Juizo de de Paz se
procedeo a Sumario de testemunha pelas morte feita
a Joze Carneiro, ao pe desta Villa no da ti inta do
Dezemhrn de mil oilo ceios e ti inta equatroem
cujo Sumario sahirlo Obrigados a prizio e livra-
ment Antonio da Silva Moirio, branco Solteiro
morador na fazenda Caboculos deste Municipio eseo
rpe
d Vil do Sobral, por isso, e para pleno co- quiridaa, e'perguntadas neste Processo'pronuncio a
L'iecunenlo dd Publico he roga a insercio d'estas prizo e livramento Antonio da Sdva Muuiio, e A-
bscas, e mal triadas linhas, e das ditas precatori- naslaciode tal, O Escrivio lance soos nonies no rol
k. J Sea bailo dos Culpados e passe as Ordem necesarias para se-
ren preio* \ illa Nova a8 de Juuho d<- i836. An-
tonio do Valle Rodrigues -- E por mai* deligcn.ias
que se tenlia feito paid Cap ura dos ditos Crimin-
los nio se tem podido effecluar por se terem posl'>
em fuga e sanio saber verdaderamente o lugar de
suas residencias, mas agora me cunsh que o Ci im
Venerador e Constante leitor.
Illm, Sr. Prefeito.
Diz Jow: Venancio da Costa Alecrim, que perci-
, que V. S. 1 lie mande pascar por certido, qua- nozo Antonio da Silva Moirio, se acha rezidid*
os Crimea constantes da* Precatorias viudas da Vil- na Comarca de V. S. S.nlior Prefeito da Comarca
Nova Cora marca do Sobral em virtude das qua- de Mazarelh por tanto re^ueiroa V. S., e mais Jus-
e pelos crimea constantes das niesmas forio pre* ticas assima declaradas da Parte de Sua M. I. eC.
>s e recolhidos a C va l\I->iio, A le xa uu re da Silva Moirio, Joaquim e amim merce q' lhes com-tand ou saliendo de ser-
Silva Moiiio, e Joze de Barros Moirio. P. a teza que ditos Ciiminozosse achfo refugiados, ou
i S. se digne mandar passar a ceriidio requerida que tranzilio nos Jugaras ou districtos e Comarcas
' S. R. M. '' Passe Prefeilura da Commarca do de suas Jurisdicoens os fcci prender pelos os O-
cife, Janeiro aa de i838. S Barreto. Franco ciaes de Justica dante si e que para o fazer puder te-
Barros Falcfo Cav" de Albuquerque, Secretario nhio e logo que capturados forem V. S. mos remel-
Prefeitura du Comarca desta Cidade do RecifTe. tero com toda segurauca e caulella a fim de se nio
. Em vii tude do despacho Supra, Certifico que porera em fuga para eu como Juiz competente deli-
Preca lorias, de quo faz menea > u Suppieantc, berar como for de JiMica, ou conduzidos com a
-a a prizio dos reos, constantes do requerimento mesma seguranas as Cadeias da Cabeca dYsta Co.
ro he do theor seguinte. Carta Preceloria re- marca na Villa de Sobral, onde serlo guardado.-, c
citoria de deligencia Crime qun vai expedida do seguros para ali seren julgados e sentenciados pelo
'.o de Paz desta Villa Nova da Comarca de Sobral Tribunal do Jury conforme a gravidade de seos deli-
rovincia do Ciar grande passada ex Olicio para ctos por estes e outros mutos Crimea por el les. per-
i e qualquer Justica deste Imperio do Brazil ou- petrados neste Municipio e Comarca, e sendo neces-
for apprezentada especialmente para O Senhor sario forca suficiente para coadjuvar a captura,
feito da Villa e Comarca de Nazarelh e mais Jus- Conduelo eguardas dos Crimino.** V. S. as requi-
* da dita Comarca, para em seo Comprimento zitario da minha parte a qualquer Aulhoridade Mi-
litar. E de Vossas Senhorias ;i-sim cumprirera man-
dar cumplir e guardar farfo nisso o seu dever e a
Justica que custumo e s o obrigados por bem de
seos muito nobres e autlioi izados cargos servico a
sua M. 1. eC., beneficio a Humanidade c amitn
merce, ao que eu tiobem me offereco a cun pin- e
a fazer cumprir outras Similhantes, quando da par-
te de Vossas Senliorias e de outros quaes quer Ju?
un Capturados os Criminosos nella abaixo deca-
os. A todos os Senhores Doutores Juizes de Di-
to, Prefeitos, sob Prefeitos, Juizes Municipaes, de
, Inspectores de Quarteirens, e mais Justica.-, de
a este Imperio do Brasil, expecialmente aoSe-
>r Prefeito da Villa e Comarca de Nazareth da
ivincia de Pernambucoonde esta for apprezenta-
e o rerdadeiro Conhecimento della deva e baja
MUTILADO


ticas me forem requeridas e deprecadas-- Villa No. Joaqnim da Silva Moira5 branco solteiro Jos
^ \.\ de 187 Simio Joze de Barros, Escrivo de de Barros Moirao branco solteiros; lod-s filhor
Paz O ECrevi. Jo> de Paiva Rodrigues digo Ro- de Alexandre da Silva Moirao, moradore 110 siti
ris,- Cumpra-se, e passvm-se mandado de pri- Boa E^perauca ; e Cal>oculos do Districto d&T.-A
zo. Profilura da Comarca do Reciffe Janeiro doze da Matriz de S. Goncalo da Sei ra dos Cocol? de#
de mil e oilo reios e trint* e oito. S Btrreto.
Carta P.e-aioria requisitoria da diligencia Crime
<]' vai expedida d. J.i'zodc Paz, desteQ tartoCirculo
da l1 v<>c<6 de S. Sebasli do I- grande, do ter-
mo da Villa Nova da C-marra de Sobral da Pro-
te mewio termo de Villa Nova. EufroaittO Vieir
Moiio Prim > e Condado d'aquelles branco ca-
zado morador na fazenda Curturae deste meo
Districto Leornado da Silva Moirao Primo d'a-
quelles branco com casta da trra cazado mor-
1
vlncia do Cear gratule : p issida ex officio para as dor neste mesnio Districto. Estevo Lopes Comino,
Justicas da Villa c Comarca de Nazaretd da Pro- branco solteiro e tu trosintuitos seos sequazes rujo
vin i de Pernambuco e bem ass-im piralodase nomes se ignoiao e por ma:s debgenci.is que se te-
quaesquer Ji,s da tolo este Imperio do Brasil, nha feito para captura dos ditos criminozos ) ja rnais
otlle fot" aprezentada; para em seo cumprimcnlo tem sido possivel effectuar-se por se lerem posto eni
seren rapturadoa o Criminlos, nelld abaixo de-
claradtia. A t los o-i Sus. Doulore* Joizus de Di-
f'-ilo, Prel 1 los t S ih-Preeilos, Juisea Munici-
paes, do Paz, Inspectores de Quarlei-Ses, expe-
t talmente a.i Sur. Pitfeito da Villa r Comarca de
*
por
luga, e agora de prezentc me consta que o Crimi-
nlo Antonio da Silva Muirlo se aeda de assstei
cia dentro da Comarca de V. S. Snr. Prefein

Villa e Comarca de Nazaretd da Provincia de Pe
bambuco, por tanto, reqoeiro a V. S., e na.
I
Nazantb da Provincia de Pernambuco e mais Juslioas da dita Comarca da parte de Sua VI. I., e C.
Ja 11*,'*' da dita f e j>ei alente, a todaae qnaesquer
Je ticas deste Iinnei > do ilrazil, onde sta lu* apre-
z utada, e vrdsdriru conberimento delladeva, e
liajade pt ri" 11. er a iodo-* em g ral cacarlahuin
iu p-i lenla.' saudo &- Joaqiin Goncalves Li-
ma CidadaS Brazileiro mito e Juiz de V*t com
o Sr. D. Pidro II e a bem do si vico publico, be-
neficios humanidade, e nmim tuerce, <|' Ibes cons-
tand > 0U tendo cerUza que os ditos criminlos <
arb- refugiados, ou que tranzito nos luga es
termos, e Districtos de suas. Jurisdicoes os facf
prender pelos Oiciaes de Justica danti si que \u\
aleada no Crnte e Civel ueste qnarto Circulo de o lser piider leuhaG e logo que capturados lora
----- 1
Paz da Povoai;a5 de S. Svbasliao do Ip grande, le
mu 'la Vi'la 2S.-V3 Comarca de Sobral da Piovin-
ciadoCeara grande em virtodeda Lei Sic. rasso
sb em ^eos Dislrrtos, e Jorisdices expecialmente
a V. fs Sor P l'-iloda Villa e Comarca de Na-
zaretd ; e maia JustiQaada dita Comarca da Provin-
Vossas Senhprais mos remelleio rom toda s
gnranca, e cautella a fim de sena a porerp em l'uy
ga para eu como Juiz competente deliberar
que for de Juslica ou em tal cazo roirluzidoaco
"a mesma seguranca as Cadeias da'C-b ca dtsta C
marca e ainda a da Capital drsta Provincia c
serio guardados, e seguros para abi serem julg
cia de Pernaubt-co, v ge. al nenie a todas as mais dos e sentenciados pelo Tribuna do Jury conjoi me
Juslioas deste Imperio do Brasil onde for aprsenla- a gravidadede seos horrorosos dilitos, e sendo ne-
da, em como nese meo Jui/o de Paz se procedeo a cessario forca suficieule, para coadjuvar a cap-
tura condin;a5 e guarda dos Uilos criromozo,-
sumario de leste mu uhav
soa de Joa >!e f'reita
, pela morte feila na pes-
, na tazendado G>'is Rou-
bos, asu'ada dearma, sorras dadas em homens,
e mullieres e te-1va de morle ludo platicado
cunlra Comantlo de Freitas e sua familia na dita
fatenda do G is, Pela morte feila em Vlanoel Bor-
gfcs Uchoa na faxenda Curime. Pelas sorras dadas
em Rumana Mia Mcndes, eemsua Irnil Goncala
Msria Mendes. I'< la surra dada em Rila Maria Viei-
ra casada com Jo/.e dos Santos, no fazenda Via- similhantes, quandoda parle de Vossas Smhonas, e
cao. Pela tentativa de morte, seico de caza e de oulras quaesquer Jostras me loreni deprecados,
nada de aruia> de mais de oilenta hornens na laten- requiridos e apreznlados. Povoacio de |pU gran-
dadaB>a vala, contra a pe.soa de Francisco Ro- de, 16 de Agosto de |83> Mauoel Bruno Plu.
drigoes da Conb.. Pelo sarco de caza, e suada tbareo de Alb^uerqne Bocha Escrivso de Pazo
de armas roubos e tentaliva de morle contra a escrevi. Joaquina Goncalvts Lima. --Cumpra se ,
pessoade Francis. o Rodrigues da Cunda, nafren- e passem-se mandados de pr.zo. Preieitura da
da V-rse Redonda. Pdoserco, e tentativa de mor- Comarca do llec.le la de Janeiro de 18H8. -- 5
Vossas Senborias a requizitarSo da niind parte a
qualquer Auctoridade Militar, e de Vossas Sendorias
assslm o cumprirem mandar cumprir e guardar
fara ni-so o seo de ver e a Jjstica (|ue custun.Io,
e sa5 odrigados por bem de seos muito uohres, e
auctorizados cargos, e servic-a a S ia M. I., eC. ,
beneficio a hmnanid-de e amini tuerce ao que
en me oereco a cumprir e a fazer cumprir outros
w
\
te no sitio ALgoa contra a pessoa dosubredito
Francisco Roda igues da Cunda. Pela morte feila a
Maria de tal mullier cazada na faz nda Cachorro ,
1 .,(!u d ste meo Districto em cojos Sumarios sahi-
an PionunciadtB, e obligados a pnzio e livra-
mento hun* m huns S imarios e outros. em
outros Antonio da Silva Moirao Imaiico wltei- cao CavalcanU de Albuquerque.
ro, AleAaiidre da Silva Moiio branco solteiro ,
Barrete. F. mais se nao continha eul (lilas Preca-
Icrias que me reporto e das quaes tiz extrahic
beme Belmente a preztnte Certidao a qual vai por
miin subscrita, t ass^gnada. Secretaria da Pr< -tri-
tura da Comarca do Recifc 24 de J neiro de 1838.
SubfCievi, e ssignii. Frauuisco de Barros Ful-
-_JJ5J*3g!X Pemambuco ua Typ. de M. F. t Faria. 27 Janeiro dti 1808.

MUTILADO
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