Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03254


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Full Text

' x 1
ANNO D 1838. SEXTA FEIRA.
36 DE JANEIRO. N. 21*

nu
PEBN. TYP. o M. F. or PARIA. I89T.
DIA8 DA SEMANA.
22 Seganda s. Vicente e Anastacio. Audicn. do Juis
crime de tarde ses daT. IP.
23 Terca Os Desposorios de N. S. R. de m. e aud. do
J. dos Orf- de tarde.
24 U>iHri> N S. da P*s sessao d Thesourana
P. La nova as 4 h e 64 mi", a t-
25 Quinta Conversa de S. Paulo apostlo. Rea?,
demanh.ete.
26 tata S Policardo B. m. sessao daThesour. P. e
aud. do J. de tard.
27 Sbado s. Joao Chrisotomo u. Re dem. e aud.
do V. G. em (Hinda de tard.
28 Domingo S. Cirillo b.
Mare'cheia para odia 26 de Janeiro
as 6 horas e 54 m- da m 7 h. 18 m. da tard.
Tudo agora depende de nos meemos da nossa
prudencia, moderado, e energa i continuemos
como principiamos, e seremos apontados com admi.
raqao entre as NacSes mais cu.tas.
Proclamacao d'Assemblea Geral do Brasil.
Subsereves<* a 1,000 reis mencaes pagos adiantados
nesta Tipografa, ra das ruses o. 3, e na Praca
da independencia I). 37 e 38, onde se recebern cr.
respondencias legalisadas, e annuncios inserindo-se
estes gratis sendo dos proprios assignantes, e vindo
assijrnados.
CAMBIOS-
Janeiro 25.
-LiOndre 30 D. 8. poi 1,000 cad.
Lisboa65 por o|o premio, por metal, Nora
Franca 315 a 320 Bs. por franco
Bio de Jan. 6 p. c de desc.
Moedas de 6,400 13,800 as velhas, norsi 13,400
4.000 7.400 a 7,600
Peaos Colunares 5.585
ditto Mexicanos 1,573 !,580
Patacoes Brasileiro ,585
Premio das lettras, por mea I 1(1 por 0|0
Cobra a par daa sedulas
PARTIDA DOS CORBBI08.
Olinda Todos os dias ao meio dia.
> ii' ue Moiaiiiuniii, e Nora da rrinee
Ja Fortaleaa, Villas do Aquirs, Monta mor doto
iraeatj Cascavel, Canind, Granja, Imperatria
9 Bernardo, S. Joao do Principe, Sobral, Novada
BlBer, Ico, S. Matbeus, Reacho dosangne, S
intoniu do Jardim, Qaeieramobim. Par nabina
-Segundase Seitas leiras ao meio dia por Ta da
Paraiba. Santo anto-Todas as quintas feirasao
meio dia. Garanhuns, Bonito-nos dias 10 e 24
le cada mea ao meio dia. Floret-nodia 17 d
cada mea ao meio dia- Cabo.Serinhaem, Rio ot-
moao, a Porto Cairo- nos dias 1, 11, e 21 da cada
mes. ______ ,
PARTE OFFIGIAL.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA}
Expediente do dia ai da Janeiro de i838.
OficioAo Exm. Presidente das A-
Isgoas, rogndo-lhe de activar a prom-
pliticago das nicleirst encomendadas em
oficio de a3 de Novem!>ro do aono pas-
tado para a construccio da Eicuna Ga-
rarapa -que ee acha no eataleiro, a fin
de ser concluida a mesma construccio,
partecipmdo oportunamente para ser en
viado o Pataoho Conceicio, para as con-
dasir.
Dito Ao Commtndante das Armas
enviando-lhe copia do Aviso expedid)
pela Secretaria da Guerra em dala de 9 De-
samoro ultimo, pelo qul se deve guiar na
organisagio da proposta dos postos Yagos
deprimeira liona.
Dito Ao mesmo, coramuoicando-
Ihe que se pedio ao Eim. Mini-tro da
Guerra a CollecciO de Leis que 1 eq lisitou
em seo oficio de a3 do crrante.
Dito Ao Inspector da Thesouraria,
para ordenar qaa sajio fot necidas quatro
luces ao Corpu Policial para ser collocada
no Quart I do Hospicio onde se aoha a
segunda Companhia do mesmo Corpo,
couforme nquisila o respectivo Com-
mandante Geral.
D1I0 Ao Prefeito da Com marca da
Nasareth para despender at i2o rei
com o sustento diario dedada preso po-
l)ie de 6taa Comarca, remetiendo men-
talmente a coota para ser paga pela The-
ouraria Provincial.
Dito Ao Commaodinte Superior das
Guardas N. do Recife partecipando-lhe
ter a Presidencia concedido demiisfo ao
Tenente da teganda companhia do ter-
ceiro Batalhfo Antonio Jos Bandeira de
Mello Jnior.
Dito Ao mesmo para mandar dispen-
sar do ser Y ico da Gmrda Nacional 01-
rnanuen-e da Repsrticio da obras Pu-
blicas Antonio Francisco de Moura.
Dito Ao Administrador Fiscal das
obras publicas, communicando-lhe que
se mandn despensar do servieo das G.
N. o Amanaense Antonio Francisco de
Moura conforma requisitou em tea offi-
eio de a3 do correte.
Dito Ao 1 ornee tor da Alfaudega pa-
ra infot mar sobre a pretencfo de Gaspar
Jote dos Re 1 cuja requerimento se lbe
ovia.
Dito Ao Cbefe da Legio da Guarda
Nacional do Cabo commuuicando-lhe ter
ido suprovada a propoita, do Eostos
y.'gii do primeiro Bittlhio da mesma
Lego.
Dito A Cmara Municipal de Cim-
bres respondeodo-lhe que se Iba nio re-
melle o puz vaccinieo que requisitou por
nao hiYer presentemente segundo infor-
ma o re-p-jotivo Cirurgilo e que bre-
vemente llie serio enviuda alguinas la-
minas.
C0MMA.NDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 23 de Janeiro.
Oiricio Ao Exm. Presidente pon-
derando-lbe que a boa organisica e
Diciplina de qualquer Corpo dependa de
methodo e de bons Officiaes mui prin-
palmente em seo comeco, e que por
isso dispensar se na6 podia em vista do
seo oficio datado de hontem de reclamar
a noraeaca do Commandante Ajudante
e Quartel Mestre do Batalha de Guardas
Nacionaes destacado, cuja organisaca S.
Exc. Ihetinha confiado; porissoqueos
diversos Contingentes que se fossam reo-
nindo no Qutrlel devis de estar entre-
gues a pessoa que osdiiigisse e cuidaste
de seos arranjos coutabilidade e Deoi-
plins.
Que nao lembrava a nomeacao de todos
Ot Offic'aes porque em quinto se na5 re-
unissem todos os Continentes podia e-ies
ser actualmente Commandsdos pelos Offi
riaeoqne o* eoudasissam. Que se por
slgum inconveniente S. Exc. nad podeste
nomaar ja o Commtdante, ao menos o
M-jor odeveria ter pelos motivoj cima
expendidos certameute digaos da sua
atlenca.
Dito Ao mesmo Exm. Sor., prosu-
rando sabor st na Proposta que tinba de
organisar em oonformidsde de suas or-
dena devia contir com o* Officiaes da
Proviocia, que no Para',e Rio Grande
do Sal se achava embregados em Cor-
pos P o visorios, oo se da mesma Propos-
la rlevia ser excluidos
Dito Ao mesmo Exm. Snr. disen-
do-lhe que o Batalba6 7. de Cassadores
consideraba destacados no Rio Grande do
Norte i a. Sargento, 2 Cabo, i Cor
nata, o a5 Soldados a que das 3i pracas
que d'ali vieraS, so' duas porteneiaS ds
direito ao Batalha e nolle tinha assen-
tomentos, por serem as de mais recru-
tas. Que para evitar os embtratsos, q'
necestariamentedeviaS resultar dettts tro-
cas passava ordenar ao Tenente Coro-
nel Commandante da Brigada Jote Jo-
qum coelhoa exelasaS das pracas que oa
Provincia contara destacadas menos as
duas que recebetse como praets novas
as 29 que, djaU visri t poderte S Exo,
oeste sentido dirigir-so ao respectivo Pre-
sidente 8gniBcando-lhe i que as referi-
das 2g pracas deixi de pertenesr aos cor*
pos desta Provincia..
Dito Ao Doutor Jote Eustaquio Go-
mes Presidente da Junta de Saode con-
vidando-o a comparecer na Secretiria Mi-
litar as 10 horas da mtnhia do dia a8 des-
te mes arn de inspeccionar algumas
pracas que pedia Reforma, e demi-
ca e praviodo-ode que nesta dita se
passava a faser aviso aos ds mais Membros
da Junta.
Dito Ao Doutor Francisco Xavier
Pareira da Brito Mombro da Junta de Sa-
ude convidando-o para o fim exposto no
antecedente oflicio.
Dito AoCapita Commandante inte-
rino do 4. Corpo d'Artilberia respon-
dendoaoseo officio de hontem, e di-
zendo lbe que nao previnindo a Lei de
16 de Marco de 1/57 e posteriores o
caso deque traelava, aerea do Soldado
JoaeThomaz deMoraes, que pretenda
servir como a. Cadete q' promoves-
se a suaJustificaos advertiodo ae Jas-
tiGcante, que se de ora avante nao mn-
dasse o comportamento qoetem tido te
lbe dar* dimica, mencionando-se na
escusa o motivo dalla
1 embrulho com eseova9 5 caixas com
passae 3 embrulhos com linho 4 S311"
50S.
MEZA DAS DIVERSAS RENDASj
A pauta he a mesma do Ni g\
PREFEITURA;
Parte do dia a5 de Jantiro i838J
DIVERSAS REPART1COINS.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
A Barca Inglesa Thomaz Mellors, vin-
da de Liverpool, entrada em a4 do cor-
rete Capita Heory Hatchinson con-
signado a Russell Mellors & Comp.
Manifestouo seguiute."
54i Fardoscem ftsendas 28i ctixas
oom dita 700 ditas com sabio 4o sel-
los oom queijot, i4 caixas com cobre, i7
sacos com dito, 4i barricas com serveja,
avio barricas com farioba, 69o barra com
manteigt 276 ditos com chumbo 18
folhas de dito, 2oo rollos da dito, 5o to-
Melladas de carva de pedia l7 barris
de dito qoeimado ao presuntos 60 cai-
xas oom folhas ds flandes 4 ditss com
meias, 1 barril com carne, 1 embrulho
com butSes ,' 1 caixa 5 ditas eom cha-
peos 1 barril eom sardiahas ao cara-
chos de mo 1 guindaste.
Fora do Manifest.
5 Caixaa ignofa-se 4 fardos dito ; 1
tina dita 9 barrisai dita 1 gigo dito,
Soo ditot com batatas, a6 presuntos,
l csixa cam sapstoi, I bphw com dito,
Illm.e Exm. Sr.~> Fora presos a mi
nha ordem e tivera destino ; Jos Mar-
ques, preto forro, por um Sargento da
Polioia pur estar embriagado, e dirigin-
do insu'to, e pedradas, a visinhanca;
Andr', tambam peto escravo de A.
dos Santos Pinheiro, por um paisauo,
por estar fugiio ; Mino-I Flix do Nas-
cimento, indio pelo Sub Preleito da
Boa-vistt, por furto de um mtqo de me-
ias ; Florencio Josa da Triodade, prdu,
poi-dois Guardas Nucionaes portee da-
do urna bofetada em um sugeito no iu-:
gar da ua da Penbt; e Francisco, preto
escravo da Maooel Jordt pelo Sub-
Prefeitoda Se' de Olinda por estar fu-,
gido.
O Sub-Prefeito do Cbo partocipa tec
apptrecido na manhan do dia 18 do cor-?
rente mez no lugar da porteira do cerca-
do do Eogenho S. Cariano o cadver de
ara crioulo que nao fui conhecido, e
que mostrava ter sido assuado cora
chuco, a faca do ponta a que elleficava
na deligencia de descobrir qaem fora o
author de similhaute crime absira como
odeoutra morta feita no lugar do Eo-j
genho S. Braz.
E' oque consta das partes hoje recebi-
das n'esta Societaria.
Dos Guarde a V. Exc. Preleitura da
Comarca do Recife a5 de Janeiro da
i838. Illm. e Exm. Sor. Francisco do
Reg Burea-, Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de S Brrelo, Prtr
feito da Comarca.
CONSULADO DE PORTUGAL;
Os Credores do fallecido CbristovaS do
Amaral, devem apretentac na Chao,
ohellaria do Consulado as suis eoatsf le-
gslissdas para serem pagas.
Pernambuco 4 de Janeiro de i838.
Joaqaim Baplisla vioreii a :
Consql,


"V
V
1
11MB B S P | K W A M
G O.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
As ultimas noticias chegadas da Babia
deveni ter desalentado os nossos anarquis-
tas, qaeaupo>to nio avaltem, com quan-
to uio sejio >ar.i temer nem por sua con-
siderado moral nem por symp.'thias da
popularlo, com tudo, onde li que nio os
ha ? Nao podendo armar sedicdes a qui,
nim na Paraiba, nem em Ma -ei, filio
soai etfai rapada espe ancas' em huma
Fragata Amei u -n que audtciosameote
fez entrar para a B*hi>> huma embircaco
de sua naci tarregada de farinba de tri-
go, mas alo an es d declar.qio do Blo-
queo B a-ileiro (segundo nos informo) e
coja audacia hi.-lhu cu.tando caro a nao
era prudente determinacio do Presidente
Brtrrelo Pedroso: oese f co ficou d'al-
guma aorta ving.da a honra da uffiialida
de Brasileira teudo regeitado cnvardemen-
te o Comra ndaute Ameticono o desafio
pessoal qaa Ihe propoz o Commandante
da Corveta 7 de Abril. Os amigainhos
da ca' dio a este -ucesso a espaocio que
Ihe faria a bem; pinteo quesio duaa fra-
gatas Ameiicanas que ando condusindo
todas as embarcares de faiinha para
dentro do ancoradoaro a despeito do Blo-
queio e que a Baha t m as claras gran-
das prolecaa da Amrica Pobre gente !
Ignoi ate aquiilo me-rao que se pu-
blica no seu paiz: h- sabido qua a Ame-
rica seacba em huma grande crise com-
mercial que apareceu pala primera vaz
hum craacido dficit em san orcamento,
porsso asta o Estado do edeviJido era opinides ; como pols a
America, to providente a lio egosta sa
arrojara a comprometer-se com e Im-
perio do Bissil, --em o m,i. leve motivo
de jos tica oude ioteresse ; porque, por a-
mor do Sabino a do a Sgsino do Com
mandante das Armas Fisbeito, ese q' la
est nos litados Unidos pobre a deseo-
nheeido ? Gente que discuta da tal mo-
do, de eerto ni-* he para temer.
Pintem, pintem mui'o emboca meus
aonbores, a repblica da Babia com todas
as proteccea da Universo, al de EIRei
do Congo come Vm. nio constitaem
a mxima paite nem d< populacio do
Recife, menos e muito menos da do in-
terior, esam termo decomparaco quan-
toao total da afio Brasileira divir-
tise com o louco praser de se prometa-
rem a ai (sesmos, reprodnzir na bella fi-
lha da VI agesto* O m j, as sceuas do Pa-
ra' do Rio Grande do -ul, e a celebre
Acta da Babia ; gloriem-se imaginara -
mente do desniautelamento do Imperio
e cada hum devoiando o u re.ulbo a -
inda que se ja filosficamente por lempo
limitado, isto he, duiante a raenoiidade
do Imperador: oais Van. de Perman-
buco como mais cuno-es, e que ja che-
gu mais tarde ( e muito coasados.')
deven) espirar os>>u lempo devera que-
rer independencia da Corte al qua S. M.
O I. tenba sucessor nio he ti im ? Lon-
cos Anda vos dirigimos huma ri 11 xa
aem irona. Dizei.. que a IL.Iiia so quar
separecao durante a menoridade e un-
to 0 que he que pode ioteies-ar o Governo
Amencno par* proteger com sua ma-
naba huma levol nao eujo lim seria con-
solidar mais foi teniente a Monarqua se
ella l'osse promovida da boa f, anda que
aempre iucon>titocional, .-ampie crimi-
nosa?.^. Nao gat minos mais tempo
com taes orates.
Se por venluia podemo nos considerar
resguardado dos Sabinos nem por isso
Ostamoa felices : a lome pe segu a nossa
populacao, os pobrea gemem, eseus soffri-
naentos sio extremos, ja muito aturados
edes do Br.sil, e pelo rigor da estacad.
A tarinha o p.d da trra acha-se lodo
m poder de atraveseadoies tad cruais,
qua a deixad a podrecer pelo lempo que
aguardad, e Campad no enanl.de filan-
tiopos D'Sgrasa, maldicad de Pernam-
buco O ve 1 ad, o as afras tem retirado
a c>nduc5 da fu riba do interior, a pou-
ca que chaga he atravesuda, e iccolbida
eraarznaseus pra ser elevada a precoex
orbitante, eoo entanto os pobres, os ci
dadios ooerados de familia, obngados
aoservico activo, preso qoaado filiad,
eaemtar qua comer, ou cora que o ha-
Ter, que he a uiesma couza ; he em ver-
dada huma circunstancia a qaa deve at-
tender o nosso Governo : nos o reconhe-
cemos posauida dos nielbores desajos da
felicitar os seos Gobernados, pois que lha
promova sufficienoia depad; nao ped
mos abundancia porqua nad poda haver,
mais pedimos sallo aintarasse pela aorta
dos pobres, meios (que os pode haver sem
exorbitar a le) para qoa seja vendida di-
rectamente ao povo a firinba qae nos che-
ga. Pois eotad o dn cito do propriedada
a liberdade do commercio deve tornar se
as mads dos ambeciesos huma arma de
tirana contra o povo ? Tal lgica esta'
em nosso entender muito looge dos piin-
cipios humanos que se proclama. As cir-
cunstancias sad ordinariamente a base
das operares administrativas; querer op-
por aampre theorias as necessidades pu
blicas, bo pelo manos desgostar os ni-
mos.
EXTERIOR.
FRANCA.
Pars. A queatio do I mnover est
em fim decidida a violencia e a vontade
soberana triaofam. Por decreto do 1. do
correte o Rei Ernesto aboli a Consum-
ale de 1833 e restabeleceo os estados ge-
raes de i8i9, reunindo-se estes aomente
de tres era tres a a nos porque, dix o de-
creto, as suas langas sessdes annuaes eu-
fraquecem a marcha e secad do governo,
qua deve ser expedita e livra de todas as
pea.
Este golpe d'estado qae acaba de fater o
rei de Hannover destinado a dar grande
brado em toda a Europa. O rei Ernesto
entrn em fim em luta aberta com a opi-
uiio publica : ama le fundamental, que
regiaoestado por commum cousentimen
to do monarcha precedente e da nacad
annullada por um -imples decreto ema-
nado de sua authoridade soberana.
O tempo come cara bem depressa a des-
envolver as consequencias de*la ousada e
arriscada ten'alita. Seiia faser injuria ao
povo hennoveriano e a toda a confedera-
cad germnica, o acreditar que este ne-
gocio putea ultimar-fe do modo que pate-
ca espera-Io o rei Ernesto.
O Henoover linha antigamente urna
Constituigio provincial, que fui modifi-
cada em i83i e mais particularmente em
1819. Acbando-se depois que ella era in-
sufficienta a muitoa reapeitos e para por
fim a dissenedea que se haviad suscitado
entre a coroa a os estados geraes, veio a
Constituido de i833, deliberada de com-
mum accordoentra o prncipe e os repre-
sentantes da naci e solemnemente aceei-
ta jurada e executada depois pelo rei
pela mesma naejo. Cinco anuos tem
decorrido durante otquaea nioguem ja-
mis se lambrou que se podesse un dia ar-
gir de nullidade o qae lora lio livre-
mente concedido e acceito de parte a par-
te. O rei Ernesto deciJo o contraro, e
de sua simples vontade aboli aquella pac-
to fundamental.
Seria difficil entrar na historia dos go-
marnos modernos oaxemplo de uro rasgo
de absolutismo projectado e executado com
mais audacia e defendido por cooside>a*
edes mais futis o ridiculas, que as expen-
didas no decieto do i. do Novombro.
A pesar do odiosa renome que o duque de
CuraberUod havia ji adquirido na sua
patria adoptiva, nioguem acreditaba eom-
tudo que elle ousasse marcar com um
tal arto a sua subiJa ao throoo.
Elle pisa assira aos ps as regras da pru-
dencia e este respailo aos dinitos naci-
naes, que a casa da Hranover tem aem-
pre escrupulosamente observado na Ingla-
terra e que ahi a tem mantidocom hon-
ra. N-5 era cortamente noa Stuarda e
em Garlos 10, que a prudencia aconselha-
va ao rei Ernesto qqe lo.se buscar o mo-
dello da sua condacta.
Edictor J.
Negocios de Constantin.
Carta do Tente General Vale ao Pre-
sidente do Conselho de Ministros em
Pars depois da tomada de Constantios.
Sv. Ministro; tire a honra de aunan*
ciar a V. Exc. por olicio de i3 a tomada
de Conetantina e a raorte do general
Dauremont, que rae obrigou a tomar o
commando do exercito. Mande! formar
uma relatad geral da marcha do xercilo
desdo Mjsx Amar at as muralhas de Cons-
tantina a das operaedes do sitio q.e nos
- propoi cionou a entrada na prega : espera-
va poder eoviar a V. Exc h>je esta re-
lagtd, mas mu pude reunir a ten po os
documentos que sad necepsanos para a sus
redaefad, e me vejo na neeessidade de de-
mora-la aleo correio immediato.
O general P< rregaux chefe do estado
general foi ftido por uma baila na cabe-
9a no dia 12 no mesmo momento em que
o general Dauremont era an -balado por
uma de pega por fortuna a ferida an-
da que de alguui cuidado ru mortal;
e nao deixou o general de desempenbar a -
pesar dalla suaa ft.nc9es de estado mai-
or.
O rei perdeu um servidor hbil e fiel;
O coronel Combes morreii hontem resul-
tado da ferida que re ebeu no assalto ;
e o exercito sentiu vivamente sua parda,
pois todos haviamos admirado seu valor,
e serenidade frente do inimigo no mo-
mento mesmo era qua foi ftido de mor-
te.
Oidenei que rae presentera o estado
da nossa parda e dalle resulta que ti ve-
mos 97 motos, e 49* ftidos, ntreos I
quaes ha i5 officaet morios ,*e 38 com
le i tas mais ou menos graves.
Meo primeiro dsver ao tomar possessio
de Coostantina foi fasaw desarmar os ba
hitantes, a ao mesmo lempo por termo
desordem que in>epravel de urna toma-
da por essalte. Encarregnei o general
Rulhieres do commando superior da pra-
Ca, e a firmeza deste cfficial general con-
seguiu acalmar a effervaaceocia dos molda-
dos : a trauquillidade se restabcleceu na
tidade, e comecou a renasrer a 1 onlianca
entre es habitan les. Prohib u sr rigoro-
samente a todo o mondo o inquieta loa
em suas pessoas, em tua religo ouim
soas pr<>priedades prohibi tambem tes
soldados trancase* q'entrassem as nei-
quitas e se tem tomado (odas as medidas
con venientes para que os Musulmanos pos-
sad entregar se ao exercicio do seu cul-
to.
A arlilheria oceupa se em collocar em
armazeusas armas que os prfugos aban-
donaram por todas as partes e est for-
mando o regislo das pecas que existem na
prac. At agora se contam 59 mi nu
meuos conservadas. Ordenei que ecol-
locassem as muralhas pacas nossas com
manipes para 2o tiro cada uma a fim
de rrpellir um ataque se fosse necessario ,
inda que nada indica que baja a tme-
lo.
Os engenheiros eslo j fechando a bre-
cha e todas as aberturas que nad sajara
as portas de entrada da praca.
O intendente geral do exercito auxi-
liado pelas autboridades locaes a quem
inantive seus postos est tomando conta
de lodosos armazens que aqu existem ,
e tem j em seu poder uma grande quan-
tidade de trigo e a cavada necesaria para
altender s primeiras necesssidades do ex-
ercito. Eite trabalho nad podo executar-
sn sead mu pouco a pouco pois a cida-
de completamente drsconbecida ; porem
tudo ariDUocia que encontraremos grios
em ahundtncia. A admnistracad militar
mandou fase-r pi > e de-da a mauhau em
diante sefaiio as distribuifdes regulaias
ao exercito.
Nad locara tad f-li/es nossas pesqu'sas
respeito a gados, e o exercito se aiontem
todevie eom a carne que veio de Mejez-
Amar mas eper<> que os rabes nos pro-
porcionarlo teses rnui prompto. Vou
mandar abrir um me culo no Bab-el-
Oued eas dispos95as qae manif'cstam as
tribus immediitas me dio motivo a acre-
ditar que nad tardaro em trazar-nos
prov*d*s.
Ohey Ahebet, qae em qusnto eu esla-
va abriodo a brecha tractou de demorar a
marcha do nosso ataque por meio de ne-
gociaedas nad tractou de renovar estas
desde que occapamos Coostantina.
As relaedes dos rabes sobre a posiqa
qae aotualmeate oceupa variara muito j
sem embargo, attendendo as que pare-
cen mais exacta*, creio que abandonado
pala msior parte doa seas e anda se-
gundo dizem, privado deseusthesouros,
se retirara alguos das de diaaocia de Con-
stantioa para esperar os acontecimeu-
tos.
J raandeiemissarios para conhecerem
exactamente a posi^a que. eccupa.
Ao sanbor conde Mole dirijo copia da
carta que me escreveu Achonet na vspe-
ro do dia em que se deu o assalto, e da
r.-spost 1 que julguei devia dar-Ihe. O Sr.
Presi lente do Conselho coramunica a V.
Exc. sem duvida e>tas cartas, assim como
tambem a procltmac,ad do geneial Oamre-
raont aos b.hitantes de Con-tantina. f.
gu.dmeute unir copias desle dreom- ri-
tos relaca, que lemette.ei a V. Exc. no
correio prximo.
Empero levar oonsiderapad de S. M. es
nomes dos militares que mais Be tem dis-
tinguido durante o sitio e me atrevo a es-
perar que V. Exc. lera a bem apoiar as
petiedes das lecompensaa em favor seu
que Ihe dii ijo.
O exercito se distingua por seu valor,
e re-ignaca ; mereceu bem da patria e
cunto que a justi raanifestai soa satisfafad.
S0-.1 com a maior cor.sidei aqad etc. O
conde Valc. Constantina 16 de Outu-
bro.
(Do Nacional de Li-boa.)
INGLATERRA.
IokuUo Pessoa de S. M. aRainbada
Inglaterra. Quabdo S. M. a Raiuha,
sh nio de Brigthon se derigia em car-
rinho descobeilo ao palacio de Birmig-
bfii um sugeito decentemente vestido se
apreseutou de repente ao estribo do car-
rinho, e alevantand > o punho de urna
maneia ameagadora profero palavras
as mais obrenas e grosseiras, serviudo-se
4 reipeitodeS. M. da expresso mais in-
decente ; e depois acrescentoii : "mis
deixa estar que eu saberei fazer-te sal-
tar dothronocom tua m i, Dito istoo
sugeito deitou logo a correr desap*
parecen*
A R.inha nad mostron sentir alguma
rommocad e a cairuagem contiuuou r-
pidamente seu caminho para Birmightm.
Dii ig rani-ho logo avisos aos commissarios
de polica os quaes encarregaram os seus
agentes de descobrir aquelle miseravel ; el-
le foi com til ito preso na manbi seguinle
em sua'casa em Oxford S' reet. Chama-sa
John Goo'i, antigo capito do 10. le-
gimonto de hussares ; de uro exteiioc
distinelo e ter 4o noo9 de idade. Tr-
zia no pei o um erteb. No caminho de
sua casa para a secretaria d'estado qoebrou
osv^ros da sege em que eia conduzido, e
ae poitoo com a mais brutal violencia pa-
ra coro os seus guardas, Foi remettido pi-
ra api iso de Westinioster onde se II
fizeram interrogatorios, e nenhuma du-
vida reslou de que este horaem est com-
pletamente doido.
Londres.A Gazeh de Zurch nos diz,
que a Dieta Sui-sa cocluu as suas sesses
a a9 de belenibro. As representares do
governo de H.nover cerca de algumas
proclamaces que dizem terem saido da
Susjb haviam cbtgado a tempo para que
o canto do Basle pedis-e a piolooga^o
do decreto contra os tefugiados polticos,
poim foi regeitada esta proposla por gran-
de maioiia. Todos olbacam para o negocio
como destituido de verdadeiro fundamen-
to e como manejo da polica de Alloma-
nha.
PRUSSIA.
Beilim. O marques de Monastero j
qu" i hegou aq;ii em direitura do quartel
de D. Cailos, esperava de receber a no-
ticia da entra-la deste em Madrid para o
poder paiticipar ao governo prussiano,
pedindo ao mesmo tempo o irnmediato
reconhecimento do (prelendente. Grande
foi o desgosto dos nossos ultras ao saherem
a ultima noticia favoravel a cauza da rai-
nha : foi dinheiro perdido reconheei-
uentoaddiado Comludo M. de Monas-
teio leve a honra como cavalheiro pirti
cularde ter uma audiencia do pruuipe
real e foi recebido com muita afifabilida-
de; triste consolaco pela derrota de sea
amo.
ie


a*
/'
BIARIO 0 R PK1NA M HOCO
O Imperador da Rusta vai a Circassia
ivisitaf 98 81149 pi>s-ess5es asiasticas. S. \1.
deu ordena ao priocipa Paskvntsch pira
L'-uir prompto para o acompuiii.tr a Cu -
ciaaia a iim de tomar o commaado dos
cxercitoi da Kussia. O acampamento aus-
traco em Verona desmauchou-se de re-
pente. Os fszendeiros da visnbancas se
qtisix-iram em termos tortas ao imperador
to terrivel piejuizo feito ras suas colhei-
las pelas manobras da sodadeica.
Berlim. Espera-re com impaciencia o
resultado das deliberaba* da Dieta Ger-
mnica a-*.er
lativo a Imprenga que o GoVffl no l'rns-
iinoapreseiitoa a fssemblj. Diz-seque
varias disposicdes deste projacto tem en-
congado no seio de Dieta uida opponicio
Imaior do que a que se a guaidava e be
7 quasi certo que be nao h,i rcjeitado o pro-
' iecto a Dieta nao o adoptar sean depois
de havar nelle introducido 'ujodificaces
importantes. Frovavelmeute a Prossia
Dio acceita> estas modificacSes : bem
Apelo coutrario parece intubilavel que
* retira i o projecto ,, e o introrluzir em
seus estados debixo de sin forma piimi-
'tiva. A apiesentaco do projacto da (Die-
ta G umeiiica deve pois coniiderar-se
o ni o um ensaio que por ni o se admitir
ni podei exercer alguma influencia so-
bre a re ulterior que Ihe esta reservada.
Siria da de-ejar q' esta quento da libxrdade
de inipiune se regulasse difinitivamente ;
mas acredlamos que a umforuiidade da
legislarlo ne->ta materia a leapei'o da Con-
federacio Germnica encontrar obstcu-
los tio grandes como o regularneuto dtfi-
miivo das moedas.
( Gazetia de [Janovre. )
( Do Nacional. )
PORTUGAL.
Liberdade da Imprensa.
Ou as too letras.
Eite objeoto tem sido entre nos um ver-
dadeiro escolho da Legislaco ; um poni
em que sempre tem falhario o proverbo,
"medio tutes-irnos ibi. '' Nunca tem ha-
vido meio termo ou lude ou na da.
Ni- fomosos primeiros a clamar contri
os abu/.ot o deseaifieamento o a iriso-
lenci.i da impioosa devorista. O o ni-ieiio
publico lecha va os olho-i, o Governo fazia-
se daaenleodido e as Cortes quando de-
pois de muilas delongis < discussdes tra-
claro de lemidiar o- defeitos da Lei da
Liboidade da imprensa cuidararn meter
um langa em Afiiea approvando o seguinte
artigo.
" Toda a pessoa que directa ou indi
rectamente se julgar nfFeridido em um pe-
ridico tem direito de exigir do Editor
a inserco de urna respo-ta com tanto que
nao exceda da mil latas ouo dohro de
todo o artigo que contiver a offensa ''
Ora eis squi o artigo 9 da nova lei da
Liberdade da Imprensa que a Cmara
( que qutsi podemos cbamir das inconse-
cuencias ) acaba de volar !
Ate' agora clamava-se ,, liberdade mu-
plissima de imprensa l Nada de fr>io ,
nada de re.-ti iccoens Tudo eam rece-
ios de cohibir osabu-os, e as demasas dos
peridicos; e por Iim v.-m tudo isto a des
(echar com este cuiioso artigo, que fui
anda augmentado na Commi-sa de Re-
da cea 5 com o dohro Jo tamanho q' ha-
de ter o artigo apulogitiro com que per-
tenda defeuder-se qualquer Joa5 Fernau-
des que com causa ousemella se julgar
oftendido ou beli-cado o sau maliodie!
Ora examinemos com paciencia que re-
sultados provaveis pode ter esta bella Le-
gislabas ? Oa hade lser o Redactor de
qualquer jornal quando qualquer ligu-
ra5 bh Ihe tor queiiiir de um Juiz venal,
de um Administrador iniquo de um Es-
crivad harpa, ou de qualquer outro m-
pregado Uchio ou des'uoralisado ? a*
bamos qie es-e hornero andar Comgo,
se dis.-tr ao q leixoso MeuSenhor, nos
nao podemos com grande pesar uosso ,
publicar a sua queixa porque dar sem
u ivida logar a i use rea 5 do dohro do seu
artigo t querella tiver a pbanlasia de delender-se
e como elle contem quatro columnas afo-
ra os documentos, leteinoa obrigados a
publicar de g' ac 8 columnas da pessoa
de quem Vmc. se queixa.
,, Mas ( diz o qneixoso ) eu pigo a mi-
nha correspendencia Pois, bem (re-
plicara' o Redactor ) isso custa-lhe 4^ :
m he a despesa que deve faser o sau adver-
sario na resposta que der.
Outra hypotheso : quer um Redactor
fallar de um estahelecimenlo publico por
informacoens daqu> ll.rs que muitoa Srs.
Depotados coslumam man-iaraoa J ,rnaes
e porque disem que se resposs.bi^isam ,
como hade o pobre Jornilista atreverse
a diser urna > palavra a similbante res-
peito ?
Quer fallar de Secretarias, de Alfan-
d gas do Vero Peso de nutras estaces
publicas.' prole Jpiter! a hi Ihe chove so-
bre o escriptorio um diluvio de reslama-
qoens, do suspeitas, de jnstificacoeni, de
documentos, porque o artigo diz directa
ou indirectamente e as taea papeletas
justificativas devem por forca ser publi-
cadas em praso carto depois da recepcaS,
ain ia que baja o Jornal de ser de cinco
folb.s de Improssi em logar de urna.
NJ pela noss.i parte ja daqui previni-
mos os nosset correspondentes que da data
de boje em diante >u devem deixarpe-
obor em nosso poder, nao so' para a des-
pesa que fisor a sua correspondencia rms
para a que houverem de responder, ou
redargir as suas inculpacoens.
Eis-aquf como o Congresso com hum
Mmple^ ra*go de pena deu cabo da Liber-
dade d'Inprensa e tapn a bocea a to<
das q'ieixume- obra heroica foi esta da
oerto e quinta essencia da superfina po-
ltica doutrinaiia na5 temos duvida em
a-sirao declarar, sem receio de sermos
de^meatidoa !
Anda faremos mais ; ch'mamosa po-
lmica ao9 Deputados para termos o gosto
de ver com que solidos argumentos de-
fenders urna Lei ta5 absurda ? Duas
Cmaras populares -reto absoluto di-
reito de di -a dijcaS e adiamento sobe-
rana naciona! e nada de Litierdade de
Impensa Ora antendam se la' com
taes debbaracoens com taos prui-ipi-s ,
nao i'illau'osem Logice porqoa ja hou-
ve quem dissesse que n ara precisa pa-
ra l.-gitilar queira Deas que naSchegua
o ternpo desses So^s. se arrependeram de
tantas inconsequencias nos estamos
cerlos de que a-.sim hade accontecer !
(dem.)
PER'.
O Projfc'o Supremo da ConfederafaS
lVm'-Roliviana aos or-Peruanos-
A agitagaS e es partidos que raosara5
o cruel comportamento do governo do
Cbile dentro1 do sen proprio territorio,
tornaS boje inverosmil a invasa que a-
meacnvi. Devo pois accodir a outros
pontos da coofederacad, e he este hum
dos meus sagrados rleveres e revistar os
outros exenitos a quem ost' confiada a
seguranca do territorio do Sul. Huma
continua vigilancia deve por mino ser
i xeii i ia em tod rarja ate que a perfaica do p'Clo fede-
ral assegure u ordem permanente e sua
completa organisacad.
Se durante minba anterior ausencia
vos mantivesteis submissos as Lis amigos
da oidem e doceic a voz dos rnagistranos
espero que d'ora vante com mais conli
anca no legimen por v> adoptada e que
ja conheceis, mostrareis essaa roesmas vir-
tudes e conculcareis romo ate' agora os
manejos de vosms iuiuigos, que su tem
a e-peranca de iotroduzir de nova a dis-
cordia para converter mos em presa de
sua rapacidade ; esparo emfim q'tsereiso
mais ful apoio do governo que vosdei-
Xo e que fica sufllcieatenierite autoi isa-
do para faser-vos todos os beas de que sois
dignos, e preservar-vos de todo o mal.
Conheceis o gram-marechal Orbegoso \
notorios sa5 seu patriotismo e lealdade ;
e podis contar com todo o seo desvelo
em vo-so servico e a prel da cama ,
que ta5 utilmente serv*>,
Nor-PeruauO Se contra todas as
probabilidades que offerecem os aoonte-
cimeutoa e] cuutrn a loriante da opiaiio
universal, o governo iriimigo ou -r al-
goma hostilidade conai no inoouteta-
vel valor doexercito unido < no rdan-
te enthuiiasmo de no-sa joven nianuba ,
que choia de esperanzas reoatoe capaz de
vingar as injaiiaa, qua se Ihe qui-er fi-
zar. Ne-se caso cont com a vossa coo-
peraca em defesa de vos os iolensses e
familias eujoi despojos sn o psnhor pe-
la traica otferecido aos invasores.
Povi-s do Norte Palo rspaoo do hum
aono testemunhaa de voxsos sentimenios,
hei semnre encontrado nrovas certas de
aV *
vosso amor a ordem e muitos motivos
decontianca no feliz porvir que nos aguar*
da a providencia. A prosperidade que
comeas a lauascer sub syuema da confe-
deraca sera' em beve a recompensa de
vosso patriotismo e da confianza que em
mi'ii depO'ilastes. Prestes voltarei a vi.
Andri Santa Cruz.
Palacio protectoral em Lima em ft de
agosto de 1837.
O Capitn General Presidente de B 'liria
Protector da Confederacad, ao Exer-
cito*
Soldados.. Cada dia m^is nullsse tor-
nan ^s impotentes esforeos do govert-.o do
Chile e de alguna traidores que Ihe for-
mad aortejo. A OpiniaS nacional e os
interessas de bum povo amigo, que re pre-
tende mo grado seu condusir a guerra ,
se pronuncias pela piz da maneira a m da
decidida. Posso aununciar-vos que ven-
resteis manlendo-vos somenle nos vos.sos
postos sem faltar a circunspecta mode-
rtc*5 q >e caractarisa os bravos.
Persuadido de que se ni5 possa realisar
a expedica com que se alardeaS un v5
os nosNos inimig -s vou partir para o Sul
a eumprir com os cutios deveres a a vi
sitar vossos carneradas que ta5 dignamente
se comportarlo como vos. Huma massa
com ellos formti, liga-vos ao rtesmo
obiacto e uni-voi ci-m os itip-m s vn-
culos: rojnha *ltcuco5 lie aludos igu-l-
mente de vida.
Sollados Se contra toda a prohib-
lidade e em alg'.im puntudo c averitmeiro.s estai
oertos de qoe somonte vosa boa ordem e
firme-a basti para medron-T los. Si i^
valerosos defendis a justa cauSJ dos po-
vos contra huma brutal pirnleria e !cn
des e vos8a frente cheles adestrados, qu
sabem conduzir-vos sempre a victoria.
Alern disto nossa marnba que renasceu
sol) oe au-picios da gloria e da honra ,
guarda as noss.'S costas, de tal maneira
que impunimente se nao'pos-a desembar-
car : caro psgaria os tos iniraigos sua
imprudencia se com olla ousassem rae
dir-se /
Hum pouro mais le constancia as ar-
mas basta para desengaar os promotores
da discordia e restabelecer a paz qo-1
be a priuiesra necessidade das aac.5e ame-
ricanas : vosso melhor tropheo ser oda
have la procurado constantemente, e por
isso aois dignos da victoria. Eu "o-la an-
nuncio, como o termo de ossaa fadigas e
a poca de rossas recompensas. Piestes
ab'acareis vossas familiaf.
Eotietanto nada vos faltar! e moito
breve a vossos bracos voltar o vo*so ge
peral.
Andrs Santa Cruz.
Palacio Protectoral em Lima em ai
de agosto de 1837.
(Jornal do Commercio.)
VARIEDLES.
Dever de um Soberano.
O orgulhoao Soliraic, imperador dos
Tarcos durante a guerra que fea
Hungra tomou a Cidade d^ Belgrado ,
considerada eolio como o baluarte d*
Christandade, Alguna dia depois de apo-
derar.se daqnella praca aproxim-iu sa-
ine urna mulber, e, banhada era lagri-
mas, se lbequaixou deque siguen solda-
dos Turcos Ibe haviaS roobado a sua
vacca que na noile antecedente tinba no
curral e qujelasia toda a aua forluu*
Sem duvida responden-ihe o Impera-
dor sotiiudo se egiavs pro f oda me uta
dormindo, pois que nao sentiste os la-
dres. Seubor Ihe tomou logo a
queixosa se dorma pir.lund mentu, e-i
ia por toe persuadir qu Vossa A.lt*za le-
lava 11* seguranza re "eos snbJitos e fA
dos sei-s hens. Solimo que tiuba a
almsbeoca, looge de offenuer-se com
a Iraoquez deata mulher rtcoroptoscu a
.1 ir.-rj-j Ibe diz vaus mais do que tm.ia
pe didi>
(Do Musco Uaiversal.)
LOTERA DO LIVRAMENTO.
Degiendeudo o breve iuidaracato das
rodeada Lotera, di pcompta vendados
respectivos Bdhetei, convida as aoaama*
diirM U' su- Jog-i pasa que concno a
compr.T i que riai^; fc- por vender, a
fim de que se possa quanto antas marcar o
o d.i !tprt'..:i v-j em qne devem ai ro-
dasandar ; o que c i' ijiu prximo.
A VIZOS aiV'EBSOS.
flP* Na Padaria da 1 ua Di-eita D.
34 procisa-se bum protij p>ra mas&tiri;
. y i o qua fi^a Iodo o servido.
L^ Huma pess a qoe tem pretica da
escript-j\')fij, e mesmo riscar mappas, ou-
tras quaesquer cotias rltivs, offuece,
sea piestiroo as cardes pora executir es-
te trabalho, ou *) em cas do inierecstn-
te, oo fora d<-Ila ; prometiendo faser tu-
do pelo menor preco possival : no segun-
do andar no Paleo do Carreo D, .\.aa-
nuucie.
J3P A pessoa qoa tnnnncioii querec
hum lionim para tomar coala de inte-
rtsse em hum bilhar, pode dirigirse a
ra das Cruzas D. iqV veada da ds dea horas as duas da tilde, paca ao
convencionarem na ajuste.
*4P' Quem quiaer comprar hnma es-
crava de Naci cougo, a qual sabe eugo-
mar, comiuriar, e lavar a todo o ser-
vico de urna casa, djnja-se aoao segun-
da andar da casa D. 13 no patao do Lt-
vi amento.
_ Quem quiser utisar-se do pre3-
timo de um Por.'.uguez de meia dada p.*
ensi ai Primeiras Ledas, Gramtica lia-
lema, Latina e riihruelica ainia
q-.'.ie seja fora d'wta prarja j aunuacia para
ser bfocurado.
----- O 5nr Manoel An!onio Gpmss
quera aouac^r sus cssradd j?">r* nar
procurada.
ZZP O abaixo asignado avisa que to-
do e qualquer ceibo i^ae fot pa<.sado
com a fuma d seo filho Antcuio das
Chagas Perefl Uva
\
011 levara' em couta,
JoaS Cirios. Ptraira Ba'g-is Pones'' 9
Leen. N.
aa U'-na parda forra, ja de idada(
acostumada n servir de ama em casos do^
f imilias, se o (farsee para ama de casa da
bormiB solteiro, nbrigando-sa a todo o
mu vi^o de portas dentro u'tM Typ so
dir'.
xy* A pes.joa que entender do hiibir,'
e qruzei' tor r coca ciedadet
dando conbecimento da ai, tncuncit pck*
efta olbe, para setTuotuar o;ju.sie, e
adverte.se que o socio, que sa pretenda
nao lem de t'azer despea lgiimn j-ois
estH Boa da paria do aooaaiante.
\t^> Qaem preeisar de hum creado pa-
ra ea i, .. 1 p 'eitor d alguru sitio ,
ou Ensenho oa oiura qaalquer oceupa-
ca delta natarcia, o qual be Hdspaubol
e daJ fiador u sua conducta doiija ae a
roe da Cadeia do Recif na loja numero
19.
JT!*" Pritiaa-ae allugar am sobrada:
annuei-.'.
a/y Precisa se de bum Sacerdote de
i da do ede bons roslumes para Capelo
riejiunj angcnbO distanle delta prapa oit
Ugoaa a qaem .i.oi e bom orJir
nado, oon tanto qoasse queira empre-
g^r com atoco em cousas do seu magiste-
rio, e sl- qoiser lan.beiu eoainara' alguna
meninos: squem convier pracure aca-
st .,ie roa d* uraia, que fez o lYlarroqnira
do primeiro qdc achare1 erra qaanf ftaj
tar, u acnuucii pot esta Diaria,
\
MUTILADO


* .

'
OlillO BIPFIMAMICO;

*
v"
fi
Um horneo otsado com amito
pouco familia se propde a ensmar ion
desta |i(ac as primeiras letras gt-amma-
tica portugueza e latina ; assim como
a su* Seuhora su prope assignar o mes-
rao ao sexo fimiuino ; qualquer pai de
familia que se quizer utilisar de tea pres-
talo anuunce.
tjjr* Manat Francisco Coelbo pro-
fesor api ovado, e pro isionado de Gram-
matice latina faz silente ao respeitavel
publico e pattrularmente aos seos alum-
nos que se relia com aula aborta da
xnesma iiogoa, e que t. adir Iic5esem ca>as particulares; todts
as pessoas que se quiserem utilisar do
sea pre-tuuo dirja-se a casa de sua re-
sidencia no beco do Rozario O. i5.
W9* Quem precbarde um bomem pa-
ra eniiuar a 1er esetevej, e contar as
tninos em qaalquer parte que for dui-
jo-se a ra Uireita 1 ja defi onte do beco do
fallecido Jos Louienco, a fallar com
Bernardo Gomes de Souza.
lOP" Precisa-sede alug TOS OQ captivos para conduzir lijlos ,
doApipucos paia o Recite, pagndose
por dia ou por viagem : a fallar em Api-
pucos com Joaquim do Reg Barros ou
ao porto das canoas da ruano* casa de
maduras, com Joio Paulo de Andrade.
?jqa^ Felippe Neri Calic approva-
do plenamente ao piimeiro srgundo e ter-
cairo anno da matheoiatica prop5e-se a
dar lines de Geometra pelo mdico pre-
o de 4$ooo monsacs ; os Srs. que se qui-
serem utilisar de seu lemitado prestio ,
comparessa a dar seus oomes na praca da
Independencia o. 33 marcando seo dia
e a hora em que devem principiar as li-
f6es logo que apparecio prelendentea em
Humero suficiente.
|0T* O Bacbarel formado Joaquim V-
lella deCastioTavares a vi,a as pessoas,
que se quiserem utilisar de seu presumo ,
que mu Jou o seu escriplorio para a ra
larga do Rozario D. 7 primeiro andar ,
lado do nascente.
jr Precisa-sede alugir um preto ou
preta para andar com um laboleiro de
fazendas e da-se o sustento: em Olinda
na ra do Amparo a. a.
t=> O Substituto de Ingles e Francs
do Gollegio das artes da Cidade de Olinda
fas publico qua 00meca a matricular no
dia 3o do crrante em todos os das atis
na casa de sua residencia ampliada ladeira
da ribeira.
Um estrangeii'o queseacha r]e*ar-
ranjado dse ja ser criado de alj'ma casa
ou me&mn de feitor de e!gu.r* sitio j quem
o precisar dirija-sea na* do Crespo Dci-
ma 10.
Qr Precisa-s* da um Caixeiro Portu-
gus que entada e teoba practica de
weoda oari jt estrecsr urna por bs=
anco izando couhecimeuto de si: n'esta
Typ*/'se di; onde he.
.%& Qualquer Sur. Solteiro que pre-
^sar de, huma ama de caza que s.'be co-
xinhar, e engomar dirija-se a ra de
Hortas D. 25 lado direito ou entaS an-
nuncie.
%W* A viura Costa Filhos fazem pulili-
0 que a fazeuda de gades de nominada
Jacurulno Rio das Parinhas do destiilo
da Paraiba se-lbesacha liipolberad< pe-
lo finado Coronal Luis Carlos Pereira de
Abrau Bacellar marido de D. Luiza Per-
petua CarooiroSouto Ma.ur e como asta
Senhora se dispe a vender a dita fizenda
a|divida e Hyaotheca subsisten! por is-
so se fas o presente aununcio.
rm Precisa-se elugsr um sitio em S.
Amaro the a Cidade de Olinda qua te-
nha cssa e arvoredes de frucios: quem o
tivar auuncie.
fjq^Quem quiser mandar faserconsi-
liac5es para fora da precia procure no
Forte do Matto 00 armasem do Viauna
qua achara' com quem tratar.
COMPRAS.
Duhairo valho mareado
do Queimado D. 1.
YENDAS.
na ra
On. 35 do ECHO dt Rego
do Imperio : na 'grasa da luafpeueu;
ca n, \ a 38
ajqpj Um Molecf o oarreiro de engenho:
na ra da Alfandega vellia n. 5.
y/W Urna escrava de naoio com ida-
da de 2o annoj, cosinba engomma ,
a lava roupa : na ra Direila do lado as
querdo bindo pelo Livramento D. ao.
: Urna escrava de a5 a a8 annos da
idade cosinha engomma, e lava rou-
pa : no pateo do Terco D. 2, no primeiro
andar.
WW Por !jo$>oo um ca vallo alasfo,
com bons andar*: na ra da Guia na es
ti ibaria de Antonio Sauar.
fjraja- Doas ovelhas o arabas prenhas,
e preles aparir : no principio da ra do
Kaogel primeira cssa do lado direito.
XJT Um Diccionario Maguum Le&i-
con : neta TypogrsBa.
jrj- Para lora da provincia um escra-
ro ci ionio de 2a anuos da idade de raui-
to bonita figura sadio e de muita ha-
bilidada, com cilicio de fasar peotes de
cintres, ao comprador se dir o motivo
da venda : na ra dos Quarteis venda D.
a junio a botica Francesa.
a Urna excellente escrava : quem
a pretender annuncie.
urja \,\ quadros ordinarios: atrs da
dgraj dos -Martirios, casa de 5 rotulas
verde.
jfljr Os seguinU8 livros : Luiza ou a
oabana tilesola por amor noile do cas-
telo dibo amoroso, novellas de Mr. da
Voitair : na pracada Independencia loja
de encuadernador D. 26.
Dois garrotes t na estrada do Ro-
d ao annos sem achaques alguna, engo-
ma lava de saba5 e cozinba sufrivelmen-
te o diario de huma caza quem a pe lau-
dar dirija-se a ra da roda D- 9.
r Excellente Ser veja de Londres em
barricas: na ra da Cadeia no Racifa ar-
masem i. 59.
WW Charutos de Caxoeira e outros
lugares da Babia fagonia superior, e por
preao commudo : lapes finos em porches
maor, ou menor por preso commodo:
em Fora de portas venda n. ai4*
IfW Urna preta de a5 annos crioula ,
engomma lava roupa de sabioe karrela,
boa quintandeira : no ra do Fogo Deci-
ma 11.
jCeT1 Urna armtcio francesa, muito
bem construida e toda de amarado : no
largo do Livramento D.i3.
9P9 Sete grandes canoas de amarello
com 60 a 75 palmos do comprimento ,
bastante grossas e proprias pata barcacas
ou canoas d'agoa as quaes se aoliio ex
poetas na praia do Collegio : a fallar com
Ylanoel Francisco da Silva em sua luja ,
na Pracinha do Livramento, sobrados no-
vos de 3 andares, lado da esoada.
jrfjr Vinteeqoatro estampas de mu'to
bom gOilo que serve para marmota por
preso muito cmodo : na rua nova L ja
da traste D. 26.
1
ESCRAVOS FGIDOS.
larinbo, sitio do porlio encarnado ,' daJ
viuva do fallecido Manoel Jos de Almei-v
da.
ajflp- Um escravo pedreiro e outro
sapateiro e cosinheiro : na rua das Tiin*
eheiras no cartorio do Almeida.
jo~e Urna morada de casa terrea sita na
Cidade de Olinda em a rua do Amparo,
ou troca-se por outra mais pequea no
mismo lugar : a fallar na mesma rua nu-
mero a.
Jija As seguintes obras ja usadas : as
Luisiadas de Cam5es, Montpellier, Cons-
tancia 1 ougrammatioa analiiica secreta-
rio portugus eosaio de RbetSrica ar-
tinha novo mathodo -, eutropio], selecta,
phedri, fbula, aaliuUius, virgilua quin-
tlianu, cicertmisoracionis diccionario
de Fonceca ou de portugus para latim
em fraaces, Talemico e voltaire ; em
rjglez, Talemaco ehistoiia da Grecia;
na rua Direita D. 53.
jt^ Superiar Sal de Setub.il por pre-
00 cuamodo: no Recil rua da Cruz n.
la.
sK> Sal de Cabo verde por preco com-
modo a fallar com Joaquim de Sousa
Pinto na rua da Sanzslla Vellia N. a6.
Wk^ Na rua do Queimado loja do Ca-
rioca D. i3 ha para vender o seguDie :
botios de Lisboa chegados agora e de
muito boa qualidade, espatos para Se-
nhoras e meninas t de duraque, e mar-
roquim, e bem assim hum completo'sor-
timento de bicos de linho de todas as lar-
guras.
3^* Urna venda com poneos fondos;
a dinbeiro, oua praso com boas firmas:
na rua da Alegria casa defroule ao beco do
MMoajsje.
WaT* Urna Canoa nova aberta ; ta-
lar com Joaquim de Oliveira e Sousa no
atierro da Boa-vista.
^Ua>a molata com muito boas qua-
lidades para ama de urna casa de familia ,
on outra qualquer sabe bem lavar, en-
gomar, coser \o, oenlendede cozinba,
cose de Alfaiate, muito fiel, e capas pa-
ra todo o arranjo da huma casa com
idada de 3o e tantos annos ; quem a per-
tender dirija-se a rua de Santa Rita nova
casa que foi do Padre Lessa D. 1.
sjObT" Hum preto de naoaS official de
Corrieiro e Bolieiro idade de 39 a 4 >
annos, e urna crioulinho da 10 para 11
annos com principios de coatura a muito
propria para mocamba deltas : na rua da
Gloria loja do sobrado do Sor. Adriano
Jos dos Santos ao p da Fabrica do fale-
oio Gervasio.
j^ Urna escrava de nagaS, boa lava-
deira e muita fiel: nesta Typ. se dir
quem vende.
US Oa trocarse por huma escrava
moga de uaea5 Africana, inda na6 tendo
abeliade algqna bumi rila da idade
IJEfJJP Na noitedo dia a3 para i\ do
correle fugio urna preta com os signaes
seguintes baixa cheia do corpo, fula ps
spalbetados, com urna grande sioatris na
junta de um dos bracos, bem filante, an-
da moca e nao mal parecida leveu ves-
tido de rbita e pao da costa e junta-
mente urna tren com toda sua roupa : os
a pprehendedores levem-a .no p te o do Car-
ino sobrado D. 10 primeiio andar oude
tara escola de meninos, que serio bem
recoiipensado de seu trabalho.
W Roga se com generozidado aquem
pegar um negro de nome Jos naci an -
golla com os signaes seguintes: estatura
ordinaria corpulento alguma 'cousa pre-
to bem parecido bastante ladino os
labios algoma couca beicudo sem signil
algum de baibi, com urna marca de fer-
ro em um paito, cabellos alguma couza
grandes acba-se fugio a 8 dias pouco ma-
is ou menos ejulga se andar pelos Affo-
gidos, qualquer que oapprehrnder leve-
o a seu Seohor Pedro Ignacio de Miranda
rua do Livramento D. 1.
*jy Fogio um escravo no dia 2a do
correte um escravo de gento de anguila
alto seco por nome Francisco intitulado
curador de feiliao que delle souber oa ti-
ver noticis delle poder pvgallo ou hir dar
parte a seu Senhor que sera generosamen-
te recompensado, cujo escravo be do obai-
xo as.-ignado.
Hercolano Jos de Freitas.
Toda qualquer pessoa que encon-
trar um preto p n nome Damio, baxo ,
fullo com as duas orelhas furadaa, urna
com solitario, e outra com urna argonha
de rame, serola e camisa de algodo, ja
usada pode entregar na rua Direita em
casa de Nicolu Fereir que recompn-
sala o trabalho.
9W No dia 20 de Dezembro ds anno
p. lindo fagiodo lugar do Caxang um
preto ciioulo de nome Joio, de idade
pouco mais ou menos 3o annoa natural
da L' 1 oviucia do Ceara o qual tem os sig-
naes seguintes : estatura regular magro,
cor bastante preta maees do rosto agu-
gadas, testa larga e escanteada olbos pe-
queuos e alomacados t naris um tanto a
filado falta de denles na frente pee ^90
tirado e grofo j levou calsa de brim b.an-
ca jaquetade ciscado azal e chapen de
aada preta ja uzado, cajo escravo havia a
pouco sido comprado ao Senhor Thoms
d'Aqnino Pinto Baodeira : qualquer Ca-
pillo de Campo ou outra alguma [pessoa
que o apprehender o podero levar a roa
da Madre de Dos loja d'Alfayte de Joa-
quim dos Santos, onde serio generosa-
mente recompensados.
jDF" No dia a3 do crrante fngio do
posso da panella urna negra erioulla de
Nomo Mara, dos signaes segaintes: c-
belos ralos, estatura baixa grossa, bem
preta, boma umca nos dooa brasas; le*
vou vestido de chita do assento bradeo-
com flores roxa, pao da costa novo com
mat 1 mes as poetas, argolas de oure cor-
tadas as orelhas, consta andar procuran.
do Senhor: a pessoa que aprehende!!
traga na ciuco puntas casa defronte da
forca que sera' generosamente iecom*
pensado.
jrje No dia a8 de Setembro p. p. fu-
gio um negro de nome Joio do afio ca-
mundongo com os signaes seguintes, boa
estatura, um tanto corpolento mnite
meto bem parecido posto0.119 carran-
cudo beic-os e sobran(elbas grucas ore-
Ibas e cabeca pequea tem urna sicatrjs no'
ro.-to da parte direita proveniente de um'
talho j tem um pequen inda no bem se-
catrisado sobre o nai is entre os olhos; este"
negro foi comprado em Macei a Joaquim
Jos d'Araojo por Joaquim Jo>e de Azed
que o vendeu n'esta piaca de Pernambu-
co ao Ajudarrte Francisco Joaquim Perei-
ra Lobo o qual oferece iooj3oo rs. de
graiilicacio a quem o trocer a casa de sua
reiidencia de fronte da Matriz do Sacra-
ment do biirro de S. Antonio na esquina
da 1 ua das Tuveias primeiro andar,
JQ^ Da se de gratinea^io auo$ooo rs.
a quem p-gar doispretos, um de nome
Jo do gento de angola cheio do corpo
peinas grossas de idade de 4o e taotos
annos ha noticia que andio parta par-
te do sul, he bastante ladino ; o outro de
nome Miguel crioulo, secco do corpo,
pernas finas, de idade de i5 a 16, cuja
escraVo julga-seser fuitado em razio do
sabir no anno de i83o, a vender mal;
quem os pegar levem-osa rua do palacete
em casa de Francisco Nicolao de Poj.,
que recebis a dttaquanlia.
jr^T fiog-se encarecidamente as pes-
soas a cujo cargo ae aoha a polica e mes-
moa particulaies o obzequio de appre-
benderem um escravo puto crioulo de
nome Custodio fgido desde 27 de No-
vembro do anno p. p. cajos (signaes sao
os siguiles, altura regular, cheio do cor-
po bem fallante, mal feito de pi, e
pernas aquella um pouco inclinados para
fora naris chato abaixo do qual tem
urna sicatris procedida de urna queda em
pequeo as costas tambem com sicatri-
ses de asoites umi pequea marca no
cangote : batuda a probibelidade de que
so mesmo escravo tr -nzita com pasapor-
te falso as pessoas que o apprehenderem
le vem-o ao engenho Pxixe provincia de
Alagoas e Sebasliio Ferreira de Araujo
de quem o mesmo he e-era va ou nesta pra-
ca a AlexandraFreitas de Mello, na rua
da Crus n. i7 de quem recebero urna re-
compensa genero.
tjrjp" No dia a2 do oorrente Janeiro fu-
gio um pardo de nome Miguel natural
do Eogenho Taboquinhasdestl Provincia,
representa lar 28 annos de idade estatu-
ra baixa corpo secco, cara comprida e
seca, com buco de barba cabellos an-
nellados, como cabra cor regular p z
apalhatados, alcuoha-Se com o nome de
Miguel Joio por j ter estado fgido c pre-
zo como forro, e desde entaS que andava
com um forro e crrante 00 p esquen
do, com a qual fugio com elle, e he de
supor a tenha tirado; levou camisa da al-
godiosinho calcas de pao azul a cha-
peo preto j velho : qualqoer pessoa ou
Campanbao poder pegar, qua sei ge-
nerosamente recompensado, levando o a
seo senhor na rua Ldas Ciuzes csaa D-
cima 9.
ara No dia 18 do corrente mez, fu-
gio huma escrava crioula donme Feli-
cia natural de Macei estatura ordi-
naria rosto redondo, olhos amortecidos
o pequeos, naris achatado, beigoa arre-
hitados xeio do corpo, e peis apalhetado,
levou vestido hum vestido de chita miuda
e um panno da coala ja nsado ; quema
aprehender levem-na a rua da Roda de-
fronte da beco da dita roda a caaa junto
a venda que aera'gratificado.
MOVIMNTO DO PORTO,
Ne dia a5 na5 entrou oem sahio smbar-
oaya alguma.
[ {U, aA 11?, BB m, F. DB FVRU.QoS
MUTILA


Full Text
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