Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03253


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Full Text
li-
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le

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*
' N /
i
NNO DE 1858. QUINTA FEIRA
25 E JANEIRO. N. 20-
PEBN TYP. M. F. d PARIA. 1837.
DIA8 DA SBMANA.
2T SMCnndaS. Vicente c Anastacio. Aullen do Jui.s
te^^-rSEN.-S.B.dem.e.Bd.o
I dos Or"- de Urde.
21 u'rt. V 8. d Pas salp d Thnsourana
P. L.ia nova as 4 h e >* mi a t
25 Umnta Conver-rio de S. P*lo apostlo. Relac.
er)''-l"t"s'!,olicarclo B.M- 8esft> da Theaour. P. e
and do J. de tard.
97 tahaiin s. Joio Chrisotomo b. Re de ni. caud.
do V. O.ein t'lind.i de tard
28 l)omino S. Cirillo ll.
na re' eheia pora o da 2j de aneiro
as 6 horas c f m. da m 0 >0 m. da tard.
Todo airora depende de nos meamos da oossa
prudencia, .noderacao, e energa \ continenlo
como principiamos, e seremos aponladoi com admi.
racSo cutre al Nacoes ruis cu tas.
Proclamado d'AssemWea Geral do Brasil.
PnbscrewM a l.ooo res mencaea pagos adfontadoa
nesia Tipgrafo, roa das Cfosea i>. 3, e na Praca
da inde|iriuJencia U. 37 e 38, onde se reeebein c-r>
respoii inicias legallsadas, e annnncioa i inserndo-sc
estes gratis sendo dos proprloa Bsalgnantes, e viudo
aasignadoa.
CAMBIOS.
Janeiro 24.
I-iOndrS SOD.St. Poi 1.000 ced.
-islma 65 iioro|o premio, por melal, N'om<
Franca 315 a 3U lis. por tranco
llio de Ja, t p. c- de dse.
Moedas de 6.400 13,8(10 as velliaa, novas 13.400
,, 4.000 7.110 a 7,600
Pego Colimares 1.585
ditto Mexicanos 1,574 ,580
Patecoes Brasileiroi 1,585
Premio Cubre a par das cdulag
PART')A D'>S COUURIOS.
Oim.la rodos o lia* to oalo da.
Ijiii. Alliandra, Parallia, Villa di, Conde, M-
laasgiiai*, pilar, Real de-8. JoSo, Brejo d'Area
.'tauiia, i'.,iLii.ui. Nora te Ppusts. Cldad rfn Nai.-1
n's de Ooiunniiiia. : Nova da Prineesa, t'i.larir
la Porfaleaa, Pillas do Ai luir, Monta mor n rO
iraeatv, Casoavel, Cairinde, raiija, Imperatris
' Bernardo, 8. Jlo do Principe, Sonre, Novado
BlUej.Ico, S. AlallieiiK, Resel do.augur. S
Antonio do Jerdim, QtieveramoMoi. e Parnaliiba
-?.....las a 8etas (airas ao nieio da por viada
i'araiha. Sa*V>. antlo Todas as quintas feiraae
nain dia. iaranlnii. e Bonitono das 10 e 84
le lada mea ao mel dia- Calio.Sertrihoeni. Ro Por-
moa o, e Porto Calvo- no* das 1, II, e I de cada
me. _____________
PERNAMBCO.
GOVRRNO DA PROVINCIA.
Fxpdiente do dia a3 de Jsueiio de i838.
Officio Ao E lagoea, pedalo luja de enviir unu re-
l.ci i econta geral das madeiras v.odas
d'aquella.Proviucia pera s ponte do Re-
cite o Boa-Vsta delta Ci Me afilas de e-
rem transuiettidas ao Inspector da Tue-
Bourara que es i equ'esita
Dito Ao Inspector d Tbesouraria,
pire ordenar que pila Reperlifllo comp-
lante se f .nieca.5 id ais doie loses corres-
pondentes a ciuco lampiSes, e um* e me-
iav>lt liesperinscete pare. luiOiClj)
diaria d..-, Custai e do Etado maior do
Corpa de Polica, conform requisita o
respectivo Comiuaniasite Ga'.l men
no.
p,,titU Ao In pector Geral das
obra* Publicas, para man ar rapa ar a
porta d priso do Q iirtel do Corpa r!e
Polica, e enllocar Ju<"sf ixaduras em
don q uartoe do mesmo Qiaitel, romo
rtquesila o Comiuandantu Gorl titeii
no.
OlTiiio Ao Gimnundante Geral In
terina do Corpo de Polica Comtnaoi
rando-lhe as oidcns exiieiiJas pelo oiBcio
e pottaria procedente.
Dito Ao CoroDfll Chefa da Lego
m Guardas Nacional de Smlo ArUio,
acc'.isando o itcebimento d-s praqas que
remetteo perlencenles ao ContisigenU q je
Ihttcaliedaf para o Corpo de GoarJa Ni
cou 'I distaiado ; e lacommend-in lo-lhe
o recrulamenlo tanto dos(iard^a q ie
recuiatein servir em dito B tslliio coin
do9 roais individuos que pelas leis ciuai-9
te nojchio --enios de assentar pr<;a em
prin.eia linfas.
Dito A<> meimo, p""a ordenar a
Alteres Josa Gregorio de Jesu Insti nctor
do segundo Batilli5 d Gu-rda Nuimal
do seu Comuiro-ndo, que e aprsenlo
quanio antes ao Cornman 'ante da- A' mas,
pai a o faaer entiar no enercicio de Q iar-
l| Mealre do Batalbu destacado, para o
que foi nomeado.
),to Ao Comimndinte Superior dis
Guardas Nacionso de Q.inda e Igua-
ra-u', p. nomeado o Major do pi invito B'talhaS
el' (llinda j o Paulo Ferreira p.ua Major
do Batalbio de-t. cirio de Guarda [Sacio
nal, euftvpre que Ihe "rdene, qu; se a
pio.enle quanto antes ao Cornman -Jante
das Aunas pata entiar ira exriioio.
i?oritU MmdaaJo p.ssr pe Se-
rreteria da Pioio le Ollicwes :
Para Major da Batalhio dexlteado de G.
N. o Major do pnrrviio Bat-.lso de Olio
da Joio Paulo Fertia.
Para Ajudant", o 'Peneaia de primeara
linh Sibastilo L'pes Guimaries.
Para Quaitel Meslre, o AlIeies Josa
Grecorio de Ji sus.
Officio AoC'immndnte das Arma<
rommunicando-lhe as nomencos dos o
liciaes deque trsta a porttil precedente
e ordetunio qua os faca entrar am exer-
OOOa
Ii^ural eommutiicaco to feitt ao I ispe-
ctor da Tnesourarii.
Portara Nuneando o Capillo de
primera Itnlia Manuel Soares de S-uaa
par a Instructor G -ral da Gusrda Nacional
do Municipio d Oiind".
Olli-io^-Ao Commandante d-s Ar-
mas, rotnunicando-lbe a nomca-.-aj de q'
trata a portaa piecedenle.
Igual communicacfo foi derig da ao
Con. mandan te Superior da G. N. de O-
linda e Iguarassu', e ao Inspector da Tbe-
bouraris.
DIVERSAS REPALITICORiSS.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
O Brgae Autiiao Cntaleiro, -n-lo
da Ilha de Cabo Verda entrado em 53
do cnente (]apit- Dio lato Gagiitze ,
consignada a Lutikins ST Camp.
Maniftstou o 9'guitite.
9) Moios e sete bn'chtl de .Sal a5
cai&as com permacete.
A Bar<"a Francesa Alie v5nda do ID
vre de G'ara < ntrado em ao do crran-
te Capitao V R. liSsstne, consignado a
Manoel Alvos Guara.
Manifestou o seguinte.
242 Volumes de rlirorus fasendis 1
barrica com viudo i65 caixss rom dito
8 garrafes com dit-* 4 caixas com rom
meslivcii, ido barrica com naantelga b
p .tes oom dita 16 volumes com drogai,
li-ca'xis com queijos 4 othaaS d
linc, 100 barricas cot farinha 8(?f)
.extos com batis lo3 toros de angt-
co.
Fot a do Manifest.
14 Caixas oom FasendaS 3 ditas COID
bixa's I barril rom dita* 43 ca>x,s
com queijes 1 dita rom drogas, lio
a-extos com ser reja', 2 aaixis t bibu'
ignora se 1 caisa com |>regei de x neo ,
3 g'iolas com pssaros, 3 sexto* Ouui bi-
talas.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS,
A pauta lie a roesma do N. g.
PREFEITURA.
Parta do dia a4 de Janeiro t38.
Illm.e Rxm. Sr. Fora presos a mi
nha ordetu e livera destino ; Manoel da
Fonceca Luna braceo o Antonio Jo-
quim a Silfo 1 pardo el :ro, pelo Sub
Prefeilo de Santo Antonio, e4e por tai
comprado urna eacrava que depois se
soube ser furia -i a aquella por insulto
ao inLi.no Sub Profoito e ser iocorregi
vcl, e ebrio de prorLsaS ; Francisco Ben.
to pieto scravo do Padre Beuto d0
tal por um Cabo de Polica por brig(
cem tima prela ter querido dar corp
um 1 pedra no inusma Cab Correa Maciel pardo pelo En-.riva d<
Lotera da Matriz da Boa vista por !h<>
haver appresentado um H 11a le de n 11 rn--
10 tMsiQado para leceher o premio, q'
Ihe toe u por soite ; Jja Jos branco,
pelo Sub Prefeito deSinto Antonio per
(i-tar sentenciado a 5 diaa dtprisid p |r>
Juiso do Crimo d'esta ('Jad'; Ffclix Jo-
se aja Solidaoade, tem branco, pelo S ib
Prefeito dos AUogados portar espartes-
do e qiebrado um braco ao p r io An-
tonio de lalj Isidro, pretp,. eseravo de
L. J. das Nlvci pela Guarda da Rib 1-
ra da Boa viste por estar fgido; e Fe-
lippe de S'ntiago pardo Jo>e Anto-
nio de Lime, ricota pela patrulna de
Polica de Santo Amaro para reerulas.
I'.' n iu" mu ta d.is partes boje racelii-
das n'usla Secie'ari.
Dos Guarde a V. Fio. Prelrituro da
Cornai ca do Rerifea4 de J oaii) rte
i838. Illm.e Exm. Sur. Fiancisro do
Reg BtiToe Preidente da Provincia.
Francisco Antonio de S Barrito Pie-
failo da Comarca.
proceder a BlIfifaSde deus Depoltdoa por
esta Provincia cuo dia a5 do inasmo
miz (. bid p.ocedtr a El ica5 de huro
Senndr |>or lal-seimenlo j Mrquez
de Iubaiuliupe ; 9 pr* cuostar uiaii ioi
alisar o prsenle Eiital e publcalo pl
iuiprenca.
Olinde 29 de Janeiro de i83S. E en
Ai.tooio Nunca de Mallo Esunv*5 o is-
crevi.
EDITA L.
Felippe Mtnoil da Cbristo Lial Joiz !-
P't da Preguesia da Se' da Cidede de
linda em v.rtuJo da Le etc.
i*3o sabor que no di il de F> rcreiro
prximo futuro na Cathtdral de-ti Cldft-
de pelas 9 liors da manbando -.i se Ijidu
Felippe Manoil de Gluiato Lial.
I V T E R I O R ,
Forcas Soetaes.
Tiet cmsa riietnii no Bra forga lio incalrulafel bem i|uo p neo
sentida e pomo aialy a I que nos09
Brasil'.ir< s somos unuiigos das inalyses ,
< oc mediUmos aobra oa helos q-" pc-
seaciaipol, rarament *ts eiuus s pes-
|aissr*lhej s osotas: _, s5 a magistra-
tura caruara l^n^rvoraria e a imprensa
peridica. Rtssd tuiba o sur. deputado
VaCr!:eMo? pees diser rh p.ena cma-
ra: Pilfao 4* imprenta, soda imprensa
aoT* ero ta maquinas a isvortaj do la
oi'._ So, que todos eesjovernosqae'
setea succedido ns* imixJj detem su
ult vscia .1 imprensa todas as r *oluc8ea
que tersos viste foreto mais o.' menos
fomentdas pela impreusa ; arma pode
'O'is.'-ima que fom slluido os eUctrces di?
lantos podeies que wa visto tantos mi-
oistrps conspirercm-oe oootrcella cqua
vai eotoiia.v sm. amis sliin Jo sem-
pre riotoriose. B todava o que he a im-
prenas no Brasil ? Antee de procurar reos
iepnder fs a \>+ nnta cumpre de-
mos s rasa poique conWramoa a iuj-
giitratura com. t> que b de roai ottt.- no
Brasil : qoaoto tmara apiechamos
.ili'-ar sua u'-va tila be conbecida e
por todos stto'tda, e bem qua anda nao
se snirn!K;a laicr uro dos meios vio-
ienti s que '<.rr. s:o aspor bt m qr des-
euofiade dos ministres atnda n. se aur-
reme a nrg.ir Iba 'es annuacs aasen-
ciiespwa o servic publiwo, todava m
paladas de indgnaa5 e censura que
por todas as luaasympatita reha-e ligada
cem ta
ranreentante da inss tenia des ataisi*
,10 .-eos di.eiros. Qisotoanitiiaarahiea,
indirect he sua ii.ilueuris por i^<>
ineno' sentida.
Anligstnenl q' fl'naer oceu.-
renoia no sertic pubsic exig* < rm-
laes de estinos .ra de mu dasartierga-
dor am 'i-Vi' ,rytU Iirn'' \>,~'-iii^1'
r,a de provine*, um nsgeio** row.
Dse5taUiDira a cvn.cru^ 0 ...*



Y-
?*
,,
H1II9 I P B B A M U C O
t

de ama pnite lodo partencia como du
d reito a algum membro do corpo da
magistratura. Tamaito poder excilou
opposia5, as injurias revolucinanos cho-
veraui contra lia : juizos populares f
rern ce dos para cercear Ihe a auc*5 ,
juises depaa junlas de paz jurys,
nada se poupou ao lado da niege ma-
gistratura das relacoeus creou e a ma-
gistratura nova doejuitea de dircito q'
Jilhos de academias dilferenles deveriam
neutralisar Iba a acca5. Eis que passa o
tur.cio revolucionario as magistraturas
autiga a mude, na e colligam sa am-l-
gawam, em vez de bostilisarem-se f.a-
lemisam se oahem em descrdito ( beon
sue; ei ido descrdito,) es juisos paulares
o corpo dos iuagi lilos reas-ume uua
acca e poder, induduzse por toda a
parte ioima os rooselhos exeemivos e
da Ibes agentes toma cunta dasorgoci-
seceos diplomticas, ora as tribunaspar-
lamentaros eccupa um eoutro lamu do
podar legislativo. E todava simplitissi-
unos sao seos meios de acca l eipii-
to de corpo, e lgame geral, indepen-
dencia de carcter e de meios da sub'is-
lencia, resistencia da inercia opposta
as vuatedes dos ootros poderes quando
contraiiaa asuivoutade, o os diclames
da lu e>sa resistencia da c-ilica que por
molle parece despiesivel, que por pun-
ce, despresivel he iotuperavtl unta
essas trez meios da acca a influencia na-
tural de soos estudoa e de sua instiuo-
e-o, ( estudos, instrucca6cou>a ta6 ra-
ra eatrejus) explicar-uos-ha porq' q"
infiae, e como iufue a magistratura na
o dea) social e poique nos amnenos a
encrala como o mais Tlenla elemento
da forca que temos no Brasil. Si entre
nos houvessem -.miras corporacoens scieu-
tieas ai palo menos h.uvesse organisa-
do um corpo de advogados, como o ha
na Franca enta rooditicar.su hia o po-
d.r da magistratura pola coalioua vigilan*
ca desees carpos 1..5 ululados como
elle t instruidos : mas infelizmente os
domea de lusos achaca S3 disseminados ,
espalbadoa pelo Brazil os nicos focos
tm que os encontremos reunidos n os
tiibunees da magistratura, eporissoel-
les tem tamanha influencia, algumas ten-
tativas tena sido fuita para organizar al-
guna outros corpos instruidos, baldadas,
tem ellas sido: a academia i 03 paria I de
Mediana qua si progredisse, daria tal
u qual influencia o clas-e 4o medico te-
vu de ir fenecen Jo p L apathia de seos so-

ciodade de agricultura, e m-
. M w---------
iiualna nao sanemos que destino leva :
neobum outra sociedade de homensius-
ii uidos ae levanta de modo que temera-
rios nao somos quando asseveramoa que
o eerpo da magistratura n5 ja como
exarceudo um dos podaras politices do
estado mas mesmo como corporaeaS
instruid tem de cmservar por muitos
annoa sua firca 9 ipflucnci.
He lempo agora de voltarmos a impren-
ca. Que a imprensa tem sobre os alicor-
ees do estado uXcrcid a acca do tftali-
cidio sobre a dura podra be verdade in-
coutestavel, que so'podara' negsr quera
nao titee vivido no Brasil, ou qoam naS
quser refleclir um pouco aobie o que
piesenceia. A impiensa desmoronau utn
tbrouo ; fez cahir varios Ministerios, o-
beigou por fin o Eim. Snr. Feijo' a re-
tirar-ae a que uno quera mudar de pa-
lluca a BYaleiua e respailar pelo manos a
indignaos publica.
E tadavia o que be a imprensa do Bra-
sil e especialmente a da corte ?
Sucessora da imi>renaa que com te>s ex-
cessos com auas furibundas declamafo-
eus fe cahir o ir. D. Pedro 1. urea-
sora dessa imprensa tevolucionaiii que
tanta prensa actual liuh*. de accailar osencar-
goa desaa tuceetsad eds luiar contra a
apalhia das iiijjsb papulares, qua ja es-
tavam ftdigadas da tantas c-:mmocs,
coutta o enjo do publico que ja nao
lia artigo* de peridicos, ceir us od os
que reagiemem aompenca de ac anligo
poder, linba arnm da lutar contra lo-
dua os resuUadoj previstos e improvistos
de sevs auligos oxc*,o c a aprensa
acceiloa a lula o por natural consequen-
cia de aao podero vence? os obsHculos
e tiiumpbou de ludo. (
Desuorteado anJava ella como todos
oa e-p'iiti.s sem centro commum, que
regulasse sua acc> que Ihe dtsse si-
multaneidad : no altaque cada escriptor,
cada jornal pregava suas doutrinas tiuba
sua especialiadade, era redigido no espi-
rito de seos redactares : nao bavia entre
alies homogeueidade, mas eocontravam-
se l.) Jos ii'uib ponto o que eslava era
mu era passimo todos eombaliam o
que e lava : recoubeciam todos que a so*
ciedade ia se alluindo que o poder axe-
cutivo longe da empregar a forca social
para salval-a, como Iba cumpria deixa-
va-se ir >em leme uena diracca obede-
cendu a suas irreflectidas vontadiobas,
embora apressasse a ruina da sociedtde ,
epracisjfoi a imprensa ao mssmo passo
que i*gi*redia esse governo apresentar -
teis de ordem de reorganisaeaS ideas
salvadoras e governalivas mas o gover-
no m v^z de tomar os cous'lbos( bem q'
dados com aciimooia e violencia ) da
imprenca qui ho-tilisal-a quii matal-
a ella coitada ta5 misera t5 mas-
qoinha foi qaemo matou. E todava 4
peridicos apenas ex>tiam na opposica,
a desses mesmos estavam entregue a ie-
d-.ca a pes*oa9 sem influencia sem
nome sem prestigio mas uos espirites
dos que os liam calavam as ideas que e-
mitiam eno raeio dessa Ungor de morte
que appaieci na supeificie da sotiadade
el les lomenttvam um espirito activissimo
um espirito do vida. E com que rapidez
a palavra enrgica da tribuna repercuta
n'um peridico, retumbava no entro e
era por todos spproveitada com qua
activi adfl a idade luminosa a censura
bem fundamentada de um peridico,
trasladaba i.iimtdiUrm-ule para outro ia
repercutir na tribuua! Emfim me-mo sem
nexo sem homogeneidad* no pensar ,
sem simultaneidade na altaque reduzi-
da a piucos oigios, a iaprensa peridi-
ca empenbada na lula triumpbou do
gnveinu a elevados sa acbam ao poder os
bomens representantes dasj:las que ella
preconisava os seos orgos poderosos Da
Cmara os bomcos da reorganisafa5 sa-
cia!.
E agora que esse sucedo veio eviden-
ciar a forca deesa potencia que cumpre
que ella faeam os novos Ministros? ser*
Iha-ha adveisos para que a lula conti-
nu? Fersuadimo-oosquenao. A'nossas
ouvidos anda retumba a famosa apostro*
pbe da DepAtadu Vasconcellos ao governo
que acabuu 5 anda ouvimos eloqueKtas
discursos dos Calmos. Maciei Moaiei-
ros e Torres, persuadimos que o novo
governo servir-se-haj das forcaa da im-
prensa para de acord com as nutras
forca sociacs, reorganizar a scciedade
Brasileira. Esta parece nos que deve ser
a sus missa da iinprensa : certo que o
novu gabinete e se. a illuslres merabros
nt.5 repul 11 5 seo pausado de bontem ,
e uaS obrigara a imprensa entrar de
novo e 11 lutla cm otzacutivo. Errar
sem d o vida que o eriu be partha do lio-
rneui ; mas nao hoalilisara' as instituico-
ens do paiz as liba dades publicas, nem
s dirvitos dos cidadas a a imprensa ,
mesmo a da opusiead em suas censu-
ras sabera' cohibir-se a moderar-se.
( Oo Cbrooista. )
EXTERIOR.
PEB'.
Seereearia Geral de 5. Ex.
Andij Sania Cuu, Capillo G*neral,
pre.-iden'e da Bolivia, supremo protector
da coblederacio Peiu'-Boliviaona, etc.
eta. etc.
Considerando ;
1. Quenoaiign 4- da lei orgnica do
Estada dacretada pala a-semblea de Hu-
aura, se estatu que quando me ausentar
do seu territorio e dolegu- o mando em
pessoa de cninha confi mea o nio possa
taaer danJo-lbe a pleuitude do publico
poder, mas sim coofeiindo-lbe ailribui-
c5es detalbadal
x. Qua o iuterasso do servifa exige
rainha au-aucia tempofjil do^Uid.0 Kor*
Peruano ;
3. Qua be de miter deaigoar o chafe
da aelminstracf o do dito estado e asig.
nalar asmas attiibucei duiaute miuba
ausencia:
Decreto :
1. O grao marecbal D. Lua Jos Or-
begoso sera' o presi lente provisorio do
Estado or-Peruano.
a. Despachara' os uegocos administra-
tivos, eegundo ae aitribuicSea dctalbadas,
eomoeaettaes ministros.
3. O presidente do F.tado despachar
de concert com a ministro dos negocios
ordinarios relativos a cada departamento,
rubricando as resoluedas eosoffi js, a
fliub >s auto risa io os decretos que se ex-
.rern.
4. Sendo responda veis o presidente e
es ministros pelos actos da sua adminis-
trafio, eada. ministro assignara' o um o
presidente as ordem relativas ao departa-
mento de seu caigo.
5. O presidente sera* o commandaote
militar de tedas as foicas que dentro do
territorio do Estado se acharem e as
ere-pregara destinara' a sua heguranca
e dtiesa segando as instrucgdes que se
lhe pascar em separado, acorn exigirem
ascircunstancia8, enteadendo-se romos
cheles dasdivs5es, por meio do E. M.
do Ex.'i-cito do M01 te.
6. Poder' prover interinamente todos
osempregos que vagarem, separar dos
seus cargos es empregados que derera pa-
ra isso motivo por aeu na 1 compoita
meato, a promover a malhorea es que a-
creditar bons, e em uliliJade do servlco
publico.
7. Fica autoriaado para levantar os em-
prestimas que necessitar para acudir as
despesas correales.
8. O presidente do Estado despachar
os negocios ordinaiios e urgentes das re
)ac5es exterieres por meio do ministerio
do interior. Quanto ao despacho dos
negocios graves que o. correrem c un o
departamento das ralacSes exteriores ,
devem ell s ser dirigidos a miuba se-
cretaria geral, com as nlbimaques e do-
cumentas nacessarios para seu prompto
expediente.
9. Alem disto pertencem ao governo
asfaeuldades executvas as ramos da ad-
rainistraeo, que por este decreto nao
se reservaren] sugeitando se em tu Jo as
leis, ordena e deoretos vigvntts.
tO. Nio poJera' por tanto dar ordens
ouresoluces coutraiias aos ditos Decre-
tos ', porem fica com a faculdade de ex-
pedir as que nacessarias forera para es-
clarecerem alguma duvida ou diliculdade
em sua execubso, apara reformar a
quelUs que ja tivercm racebido refor-
mas.
11. Em caso da ausencia eufermida-
de ou morte do presidente os ministros
em coaselho de governo administrar o
o estada sugeitando-se suas ordens e de-
cretos as fdcol lades ja mencionadas.
12. O pre-idetedo Estado or-Peru-
ana lecebora' as honras a na menlo
correspondentes ao obefe do podar exe-
cutivo.
13. Meu secretario de estado fica en-
cauegadt daexecussio do presente de-
creto, o de mandal-o imprimir publicar
e encolar.
Da/lo no Palacio protectoral em Lima
em 21 'de agosto de 1837. Aodii
Snta Cruz. O Secretario geral, Casi-
miro Olanata.
(Jornal do Comnaercio.)
INGLATERRA.
D scurso Real n'oberlura do Parlamealo.
Milorda a Senbores.
Trullo julgdo conveniente reunir-ros
paia a expedicad dos negocios publica
no p **o ni.-'ii prximo dissolucad do an-
ligo Parlamente.
Eo tenho recebido com grande satisfa-
ca de todas as potencies e>trangeiras as
mais fortes segurarais de sua desposica
a miga ve I, e de seu vivo desejo de culti-
var e eulreuT eoinigo reiac5es d'ami/ade.
Eu me regozijo em pensar que poderei
promaver os mais caros interetaes de meus
eubdjioj, issc^ui^ude as yaulegeos do
paiz. Eu deploro a guerra civil que a-
inda aflige o ieino de Hespanba : eu con-
tinuo a preencbtr fielmente as obrigacSes
da nrnlii coroa para com a Rainha da
He-pauha conforme as eslipula^es do
tratado da quadrupla allianga.
Eu tenho ordenado que um tratado de
Commercio concluido por mim com a re-
publica unida do Per e Balivia vos scia
apresenlado eespeiobem do pressa po-
der- vos communicar iguaes resultados das
rninhaa nugoria^5as com nutras poten-
cias.
Eu recommendo ao vosso sori-j eximo
O estado da Provimia do baixo Canad.
Senborea da Cmara dos Communs a
mudanca da reinado torna necessaiia a a-
dopfao n'um novo abjno para a Libia Ci-.
vil. Eu ponbo sem neuhuma reserva
vossa ilip..sic5 os raudimeutos heredita-
rios transferidos ao publico pelo meu 8nc-
cessor imadiato e tendu ordenado que
todos os documentos, que possa5 ser
neuessaiios para ornis profundo exama
desta mataiia vos sejad apreaentados de-
sejuhl. que a de pi-za nesie ou em qunl-
quer nutro ramo 'administraca se cir-
cuuscievaem seus j stos lemiles, eu es-
pero que vi vos apnssaieis em tomar as
convenientes medidas para a manutencad
da boura e da dignidade da Coi oa.
Preparad se os budgeta das demezas do
anuo prximo ; ellas vos terio apresenta-
dos no prazo acostumado. Eu tenho or-
denado que a mais estiieta economa pre-
sid em lodosos ramos das despezas pu-
blicas.
Mdovds e Senhores.
A paz exterior e a tranqoildade n-
taiior que reinad felismente ueste momen-
to sao mu fivoiaveis ao exime das me-
didas da reforma a de melhoramento,
que podem ser oppOi tunos e vossa at-
tenca ser naturaimenio chamada a es-
peite da marcha da Ugislacad, interrom-
pida pela dissolu;a5 inevitavel do ultimo
parlamento.
O resultado dasndagaces sobre a ron-
dicad dos pobres em Irlanda tem j sido
cominupica-ia ao parlamento. A vos ron
pe tenca examinar >e ser rabio* e salutar
estabelecer legalmeute algum meio bem
calculado de s<>c orrer os infelizcs d'aquel-
le paiz. OGaverno municipal da Llanda
precisa melhores regulameutos. V> com-
pre he nde'S tem duvida a importancia dos
assumptos que eu a .abo de sobmetter
vossa sabedoiia e a necessidade de Ireta-
lel com este espirito duju-tic, eimpar-
cialidade quo d sempie a maior e-pe-
ranea d'es onduzir a urna til, e leliz
conctuzo. Em presenta deste parlamen-
to o primee o escolhido no meu leinado,
eu tenho muita satisfacaS em vas exprimir
a minba conliauca na Vossa prudencia o
leal Jade.
Chamado ta cede a soberana deste
reino d para mim do mais impeiio'.o de-
ver por deb.x 1 dos auspicios da Hivma
Piovidencia a minba coofianca, as-im co-
mo a ponhe na vossa cordial cooperaya ,
e no amor t? afeicad de todo o meu povo.
As duas boi as e uieia S. M. deixou a Sa-
la a o Cortejo real foi de novo eaudado
pelas acclamuces do povo.
Sesto de Parlamento de ao de Novembio.
As 5 horas o Lord Chancellar tomou o
seu bsgar sobre O Seo de La ; alguns ins-
tan tas depois S. A. R. 0 Duque de Sussex,
em uniforme de Capito General d' Iharia entrou ua Sala seotou-se ex-
liema direita do banco ministerial. O
Lord Chmcellrr fez ler Cmara o dis-
curso real abertura. E-ta leitura ten-
do se acabado S. A. R. se lavantou e dis-
se : Milords eu experimentan 1 bum sen-
lmenlo profundo de desconfiauca cha-
mundo sobie mim em urna occasiio tan
S'/lemue teuca da Cmara se eu nad
penMaee que os senlimsotos emitidos no
lisiuso do throno sao de natureza a afas-
tar apparencia mesmo d'opposica ea
convicca piofuuda de que vos approva-
reis sem temor de derrogar nossos princi-
pios o p 1 ojelo de esposla que leei a
boma de commuuicir-vos. Seja-me per-
rniltida agir examinar certas passagenfi
do discurso real. Eu serei breve, por-,
que tenho resolvido m6 pronunciar urna-
nica palma que posan perturbar a arr
.


T
'*>**
*
t.\
DIARIO DI PPR&AMBUCO
3


.
inotiia 115 desejada e de tanto ioteiesse
dignidade da coroa : parece-me que ni
devenios provar necio' inteira que uni-
dos pora dar Torca aothrono, nos quere-
mos tambera consolidar oa direitos do po-
ro. S. M. anouacia haver recelado de
todas as potencias estrangeirns segurancias
iitnig-*veis e o desejo de susteot r no mes-
o.o peas sus relacas. Vs, S-. tero ou-
vido com p.aor S. M. ajuntar que tila
e*tata muito satiofeita porque gomando
dos beneficios da paz poda assegurar a
fslecidade da seus subditos.
Ivn nanlo a pi'oloogac,a5 da guerra ci*
til em Hespanha eu deploro amarg uiieu-
te ala calaroiJade e a Cmara, assim
corno eu a v coa dor. N6 ser op-
poiluno querer ueste momento despulir
a causas que podera ter produzido esta
guerra ; purera ea i>uv com prazer que
S. M. d a seguranca de quarcr ezecutar
fielmente o tratad > da quadrupla alianza :
esta~5clarac*5 me tem taoio mais satis-
falto por ver n'ella que o Gove uo he co-
s > de <-e mostrar de boa para rom as ou-
tras naces eniindo se apiado pelo po-
v Eu creio que j5 existe neste recin-
to um n"hre Lord que n >5 ast ja despos-
to 8'Sim como eu a reconh c r que
este paiz deve fielmente exscutar todos os
seus iraiados.
A Caaiai a dos Comamos se reuni as 5
horas da larde. Lord Laves-on piopoz um
discurso d'-gra'lecim.-m i Raiuha em res-
posta su ial;i. Eu e-iou convencido q'
nao existe um membro nesta Cambra, q'
te na5 siuta penalizado pela prolougaca
d^ guerra civil em Hespanha e por con
sequeucia lo los tu i j aeolhidg com alegra
a prome-sa de S. M. de fa-.ec todos os es-
foi eos imagina veis para api essar o termo
du-ta luta deploravel. A ('asi da D. Car-
los deve-se julgar boje ioleiraraonte per-
dida a assim o tem provado os ltimos
aconieciment migos eslraugiiros O.Carlos havia mar-
chado .sob e MaJrid mas elle falbou em
I sua tentativa e agora lenho. toda espe-
ranza de que a trauquillidade ser bem de
pressa restablecida ern Hes| a ,ln pela
me diaca da Gran Brttanha. A miaba
conanca a este respeito tanto maior ,
quanto estau convencido de que a Franca
far todos os seus eatorcos por assegurar o
bom iXit- da poltica por ella recentemen-
te adoptada de concert com a Gran Bre-
tanha relativamente a Hespanha. Eu
considero aliauca da Franca e Inglaterra
da maior importancia, n- s para orei-
tabelcCisent da paz em Hespanha mas
lambem para a raanuieucad da tranquil-
lidade do mundo intairo. H no discur-
so deS. M. urn passagem muito inters-
sent e o que respeita ao Canad....
Negocios de Hespanha.
N- tu-ias telegrficas. Bayona ai de No-
vembro.
E-partero escreve em data de 18 e en-
ta as pecas officiaes do Consalho de Guer-
ra oiUlad< em Pamplona na qual l'oi
(ondemnado moi 'e L > Iriarte o co-
ronel Siradous, o Commandante e sete
Sargentos, os quaes fora executados. Os
ollii iaea loia con-iemnados a dois mezo*
do priifo e enviados a Cauta as im co-
mo toda a tropa. Tudo se passou na maior
ordem. As tropas comecara o suu mo-
vimento ootem til >s se esperad buje em
S. Carlos.
AnuuncaScom enfaze os partidistas de
D. Cario que elle dcixou na sua reta-
guarda oCura Merino i para Commandar
as tropas que ficra oas Sanas de Hurgos.
O nomee leste obele que uuuca foi mais
qu i um Garrilheiro u i um G juera I ,
mosto mili.-.ientemento que seos Carlis-
tas tem ainda forcas sobre este pouto mu
um xii cito a-smiuin.i o ijciero n (i
zer acreditar, llavera haud^s na Velha
Ciatella a-sim como o ha muito lem-
po em Arabio, na Cataluoha no reino
'le V.llene* e em oulras Provincias Eis-
aqu realmenie o que se duJuz da impor-
tancia do ficto t.i pomposamente a-s'g-
iidado ; Merino far uas visiobaiifas das
berras de Bugosesta gueira de partidle-
tai, de assjssin-s e do piihagens q ie
lido; porom elle ua ser aertamente ca-
p-'z de nada impreen Jar de decisivo con-
tra nauhuma das Cidaaies daquellas Pro
vincias.
1). Cailos, que os seus partidistas se
obstina a representar, como satisfeitiisimo
do esultado da sua expedica a Madrid ,
coutiuua no seu retiro de Bis aya a dar
curso ao seu m > humor. Os seus Gene-
raes es mais liis, eos mais habis, oa
seus mais antigos e mais devotos oteados,
(aliii a quasi todos em desgraca ; e rece-
b rao em consequencia eu a sua defin-
tivadestituicaS, ou a ordem d'alastar-se
da residencia do principe.
O mesmo infante D. Sebastiio, nao foi
excluido desta proscripQa6 em maisa da
Corte e do estado maior Carlibta.
Em virtude de urr. Decreto de 10 de
Novembro devem ser escriptos em letras
de ouro na Salla daa delibera^es do Con-
gresso : Riego, Empacinado, Manzana-
res, Miyar, Maiiona, Pineda Toni-
jf.
Por Decreto da nie-raa data a Patria
adopta as famibas dos bravos que depuis
de i8a3, fora6 sacrificadas por cauxa do
seu amor pela liberdade. OGoTernoern-
gregai aquelles, que por seus talmtos
po'ierem ser uteis ao estado. As cartas fi-
xai5 as pens5-s a que os ootros tiverem
direito. Na anlig I^reja deS. Francisco,
se estabele era um Pantbeou nacional ao
qual serio transferidos com a maior pom-
pa possivel os restos dos Hespanhoes il-
lustres que cincosnta anuos ao menos
depols dasuamorte, as Cortes julgaram
dignos desta bonra.
De pacho Telegrfico.
Bayona i3 de NovembroEspartero
ebegou a Haraplona a lo, com 23 bata-
Ihes de infautaria, e n esquadr5es de
Cavallari-. A-segara-seque a sua iuten-
ca6 be de fa-er ali mesmo txemp'o nos
autores d in-uirt ic>5 daquella Cidade ,
assim como o fez em Mirauda.
(Le Temps)
VARIEDADES.
Pedro i.* de Portugal.
Pedro prrneiro otavo rei de Portu-
gal distingui seo teinado por urna ad-
miuidtieca de ju-tica firme e iruparcial,
que fez a felicidade do seo povo.
Um padre, de genio mili violento,
raatou um pedreiro que trabalhava em o-
bra sua por nao tev concluido paite del-
la segando as instancias que lbe dera. O
rei prudante que conbecia a influencia
do clero naquelle lempo, dissimulou oseo
enfado e deixou ao juiz< eclesistico,
segundo estatua o foro eanonico, o tomar
couh: cimento daquelle fado e sentenciar o
culpsdo. A sentenea daquella sagrado tri-
bunal foi que o assassioo ficasse privado
de dizer mssa por espago de um anuo.
Grande foi o resentimento de D. Pedro ;
chocar-se com a tribal sacerdotal era pa-
rigosoe punba -m risco a tranqaillidade
publica; deixar pune um tal homici-
dio nao ara j>-sto ; lO restava pois um
meio indirecto de satisfazer juftioaj O
defuncto havia deixado um ilho do seo
mesmo cilicio eo rei, por intermedio
de um de beoscenezes o fez persuadir a
que inatasse eom assuas proprias mos o
homicida de seo pai. Assim o fez o of-
feodiJo m"Co cabio Jo uas mo* da
iustiea, foi processado e condemnado
morto. Quando o juiz se dirigi a El ll^i
para obter a saneco da sentenea per-
guut ju-lhe o mnrcha que officio tmlii
o assassino. Senhor, respoudeo o juiz,
he pedrei.o. Pegoo. o rei na peina e
screveo : Eu El Re, commuto esla
seutenca mandando que o reo na5 pe-
gue em ten ementa do teo cilicio, por es-
paco ds dote utezes, centados desta da-
(Do Diario da Baha.)
A VIZ OS DIVERSOS
Naiui piteitacjsa terrea D, 2J
lado Direito quem vui pelo Liviamento ,
a terceira casa antes de ebegar au beco
dos pecoados mortaes se eogomma rou-
pa d". toda qualidaale com muito asseio
o premptidio e preco qoeuio desgosta-
r aos freguezes.
fqp O Padre Francisco Coelbu de Le-
ntos e Silva, nao podando imis continu-
ar n'adimni.sti'acio dos Sacramentos) por
te achar absolutamente ioibido da sol e
chuva tem determinado ah ir a sua au-
la de piimeirat letrae Giammatica latina,
no da primeiio de Fevereno: as pessoas
que do seo prestimo se (juiserem otilisar ,
dirijio seacasa de 6Ua residencia na ra
das Fiares casa ultima junto uma que
aaacha principiada.
/JP Perciea-se de alugar um andar de
um sobrado no bairrn da Boa-vista bas-
ta que as cbavt s seja5 enti tgues no mes de
Abiil do coi rente anuos, e no caso de neo
querer alugar por este lempo assim co-
mo ja, l.Mnbem se aluga; quem tiver anun-
cie a sua morada.
KE9* Aluga-se deis pretos robustos pa-
ra padaria serrara ou aimasem de as-
sucar ; que:n os pretender annuncie.
WW Troca-se urna uegriuha da io an-
nos com principio de costura por um
muleqoe da me-ma iiade ; qaem e.te ne-
gocio qui/.er faier acriuu. ie.
ajtjh Q tem precisar de um criado pa-
ra bu sei vindo a alguma pessoa (me for pa
ra a franca dirija se a ra do Q leimado
na Typografia Fidedigna que Oir quem
he.
mp> O Profesior de Geometi ia do Col-
legioda8arlesavisaaqne.il cunvier que
do dii 3o do corrente mez at o ultimo de
Mer^o matriclala paia a tua .-nia, ua
casa de sua residencia def. onte do Jardim
Botnico das 8 as 12 horas da manhai.
fjt* Um homem cisado com muito
pouco famiha se prope a tnsinar tora
desta praca as primeira.s letras gramma-
tica portugueza e latina ; assim como
a sua builrra se prop&e assignar o mes-
rao ao sexo im.uino ; qualquer pai de
familia que se quizer utihsar de acu pres-
timo annuncie.
^ Quem aununciot ao e tantas o-
tavas de ouro para vender ou empenbar ,
dirija-se a ra dos Quarteis D. il no
pnmeiio andar.
f^0 Si. Malbias Gomes Moreira,qae
ra procurar na rna Direita D. 13 no pri-
mtiro andar, um carta vinJa da liba de
Femando.
%3&* BeruardoFeinandes Gjma avisa
seus ilevo loras que tendo-se passado o
piaso por elle maiiad pira hiiem re-
mir seus pmbores e como o nao tuerio ,
paafa a Vende los por rucio de Ui.io em
praca publica o que far na sexta feira
a7 do conenie.
(gjy* Man jiI Francisco Coolho pr >-
fessor api ovado, e prot isiouado de Gram-
m.ii latina faz ociante ao re.moituvel
publico, e pai ti, ularmeute ao.s seus alu-
mnos, que se vena com aula aberia da
(sesma lingos e que tambero se piopj
a dar icesem casas particulares; tuil.s
as pesso <-s que se quserem otilsu' do
seu pre timo dirija-se a ca*a de sua re-
sidencia no beco do Rozario D. i5.
XJT C-irlos Van-Ne, professor da
lingoa nlz n'esta Cidada, tem a boma
de noticiar ao raspeitavel publioe qua
pode receber no seu estudo particular [\
ou 5 discpulos, q ie se queiia5 appliear
ao estado Jas lingoas Iugleza e Fianreza
oa ll.i-n mhola das 3 horas da tarde atej as
7 da noite ; osSs. que se qui.erem d;-
dicar ao referido estud', sirvi se de di-
rigir se a cana do a cuua mencionado, ra
de S. Francisco dolime do beco das t-n-
ques d'agua. Como igualmeute os Sis.
Estrangeiios queicnda a prender a liugoa
nacin il do paiz.
9JT Precia-se de urna ama preta ou
parda para evs.de h mum solteiro, com
a coridica de comprar na ra, e cos-
nhar: quem estiver nestas circunstancias
annuncie para se procurar.
*3P^ Precisa se de alugar um anda de
um obrado no bairro da Bja-visle ; a
pessoa que o liierannuncie.
KtT Aluga-se urna casa no lugar da ca-
za forte, sendo a dita abolir Jada dolron-
tedalg'-eja do Bmn-fim : quem a per-
tender durja-se a ra velha sobrado da
2 tugares ou no Qauldds, Felicia em
S. Francisco a fallar co u Vlauoel Anlo-
uii Texcira.
S3T" A pessoa que entender de buhar;
e quiaer tomar touU do um de sociedade,
atando coubeimeuto 'le si, anuuuid por*
ehta Tulla, para Si effectuar o juste, e
dverle-se que o socio, que 90 pieteude
uao tem de fazer despea algami, pois
sta lica da ni: le do aununc mte.
^dtt" Una pai da forra, ja de idada e
acostumada a servir d ama ca casas de
familias, se offerecH para ama di cao da
t o 1 m solteiro, >bi igaudo-se a todo o
seivico de pcitas dentro; n'etta Typ. se
dia*.
- Piecisa-s alugar um sitio ea S.
Amaro, the a Cidsde de On la que tc-
ulu casa e arvoiodes de (rulos; queui o
tiver anuncie.
fryQuetn quiser mandar Tn;r consi-
liices para tora da pr*c procu Forte do Matto no annasun do Viauua
que achara' com quem tr.tar.
ajqaa> Qii-un quiser comprar huma es*
crava de Naci congo, a qual sale engo-
mar, comiuhar, e lavar e todo o eac-
vico ilou.'iu imj di 1 i j a-e ao ao segun-
do andar da casa D. 13 no pateo do Li-
rrtmanto.
*W Da sea juros 300#000 rea coi
moeda da ouro com pmhoies uu hipoteca :
no ser undo andar do sourado n/ ''aleo do
Calino D. 4-
-^ Precisa se alugar hum armasem
ou casa t' 1 rea na pr&c 1 da Boa vista, seu-
do do lado do poente, dando se bouj a-
lugoel ; quem a tiver annuocie para se
traiar do ajuste, ou dirija se a ra da
Cruz na botica de i/Pedio da Neves,
quadi' quema perteude.
do e qualquer iccibo que for pissado
com aliima d seo fi 1 bu Antonio das
Chagas Pemil a de Burgos Ponce de Le-
n I-Vara' em couta.
Joa Carlos Pereiiu Burgos Ponce de
Len.
-----O Snr, Manocl Antonio Gomes
qoeira aunuu.i procurada.
11 Quera quiser utilisr-se do pres-
timo de um Poituguez de meia idada p.*.
ensinar Primeiras Letras, Gramtica Ma-
terna, Latina, e Aiithmetica aiuda
que s- ja fora u'esta pra^a ; annuucia para
ser picurado.
V3jr" Precisa se de bum Sacerdote de
idade ede bous costumes para Capelio
dchumengeuho distante desta praca oito
l.-gnas a iiuhiii se dar mesa e bom orde-
nido, com tanto que so se queira erapre-
gar com fiiio em cousas do seu magiste-
rio, o se quiser tamboflQ cumiara' alguns
meninos: aqiem convier pracuia a ca-
sa da tua dn praia, qu faz o l\]arrcquim
no piimcroque achara1 cora quem tra-
tar, ou annnncio por e.ste Diario.
%1&r Precist-se alugar urna casi de um
andar uo Btirro do Recife ou na Bo.i-
vi,'a seuioatraz da Matriz ou na ma ve-
lha o no B.rio da Boa-vista sendo as
prncipaes mas que nao exceda d 7 a 8$
res ; annuncie.
8^5 Qaem pnci.sar d>' bum creado pa-
ra c\a ou pira Fetor de algum sitio ,
ou Eugenho ou outra qualquer oceupa-
cad d'ata naturesa o qual he Heapauhol
e da' fiador a aua conducta, deiija se a
roe da Cadeia do Reci/e na loja numero
19.
t&* O Socio Caixa dos eia meios
Billietes <4a segunda parte da p'imeia Lo-
leiia do Sacramento daBuavista, alijos
nmeros tore pub icados por esie D ario;
faz scitmteaos S>cios que nos referidos seis
meios Bilhetessabiu 8,000 reis com oque
comprou tres mei-.s Bilhetes da segunda
paite da segunda Loleia do Livraiuenlo
nmeros 4'7, i2o3 l4n que aoipor-
taraS na r 7,7^0.
? Q tem precisar de hum Espanhol
par cria >u annuncie.
TS* N ra do Qieimado loja do Ca-
rioca D. 3 ha para venJer o seguinte :
botina de Lisboa ebegados agora, de
muito boa qua!idade capaos para Se-
nnoras meninas, "<* duraque, a mar-
i-oquim, e bem a^im bum completo ioc-
timento de bicos de liuho de todas as lar-j
guras.
e/y Praca-se llugar um eobnfti
auiiucie.
4

^


i
<^


4
D A fi I O I)! PEIM .nuc.
.i:TT*-?C*aT,T RJ_r' ?.:-T.r-,i

1
No poilo d.<9 c.Mioas, rua de A p>-
lo D. 8 priawiro andar onde tem aul de
priineira I t s taab.ro ss emina a ar-
la d n-v^gar pratica e theoncame-nte ,
u e l ces ou roaiili .i das io at ao
meo dia pulo preso de 8$ o re. roen
aes.
$.*$* Q lera percisar de urna aura pira
todo o sci vico de un\B cas : dirija -e a
Boa-vista b;co de Joo Fian isco tasa De
cima io.
t>30* Di-se aoo$noo a premio de dois
por rento ao me/., quera os precisar di-
l'ija-ae ao principia do atierro dos afiog-
dos, sobra Jo do I.im, que se dir que n
d.
LEILAO.
^> H>je2> deJire'ri pela; dex horas
do di* so ultimaia mfaMirelmecte aire-
BietactS d r ndd por nove annod di p*o-
priedade sita uo Kort* do Millos em que
tem prensa de ligedlo o Sr. Meaduitja.
O luio comees iufallirelmente as io ho-
ras o entera n.i5 cemecou as luasan-
nooriadas per um iuconvuuieule impre-
visto.
Tabem se poem tro Uilio um negro
rreoujo de vimsed'Us anuos de idade ,
rouito honit iigura ag!, lobosto, de
gr*nd.s forgas, e propno |>ara todo o ser-
vido brag.il e paia pag m : lulo iu
Feriado Matas piensa ubre litt.
i^g* Que fia Manee! Fianci co Pontos,
de lo caixis i'om mas i sorlidtf do porto
e barricas rom castanlns, heje Quinta
reir 25 do oorrente, no a m r.-n, de
Femando JoBiague/, as io lioias da
ntsnbif,
NAVIOS A CARGA.
Paira Arara'y
*W^ Sers piimei'O que sah'r e
cen Luda bnvidade a Sumara S. Jo Pa-
Lfoi forrad de robre e de piimeia
marcha a qai! leui maior p^rie de ana
carga o bordo ; qa m na masrna qolr.-r
rat'.'gir dirija-s* a ra Ha C'Ui'.n. i7
a tratar coin o dono Lu; Eloy Dmio.
Para Saulos
sj'JJ Segu Yagaio alba 5 da Feverei-
ro p. futuro o Pataxo Brazile'ro valeoto
cj jem no iufs no q ns"i* carregtr ou bir
ce pasiije uirij tea Bordo a I llar cun
o Capillo ou en Ierra na roa d > Cadeia
vejJi de Ju Gonsalves d* Fonto.
COMPRAS.
trj^ Um par da estriba de prata e
tarobsim uus airei'ia de prata jumo.* ou
nio ora estiibas, e sondo sru falli }
ju-.m os livur annunce.
VENDAS.
&&> Folhinhas de potta dilUs de algi-
beira, editas-i Padre: na praca da Iade-
poadencia loja de livros u. 3^ e 38) ua ra
do Cab'ig loja do Senbor Ban^cira e
Jentro do Recite de fronte da Igreja da Ma-
ri e t'e Daos venda da quina do besa do
AZfire de Peixe.
90. Uro traailim do curo do Porto o-
bra modarna de bom gosto un ralogio de
prata ncj com crreute deouro da ujen*
ma qualidade por prego cotumodu : na
ra do Aragio venda D. i2.
(t^> U.ca arana',o de loja de rnlu es s
confOiile a I^reja d* Conceiefo da Boa-
vi.ta : no alieno da Boa-fivM ,lwja de fa-
zenda.
jOf* Urna porfo de g^rr.ifi9 valias
sendo todis, a 55 rs. na ra do Goluvello
D. a.
jrV Utnaescrava, cozinlieira lav.dei-
ra abil p-ra todo sarvigo da um.i ca : O
Boa-vista pnteoda S. Cruz botica de Jus
Alaria Perreira Gameiro.
y Chapeos castores preto e bran-
es .i i.buu.i moda no K ja da quija ao
04 bir Jo arco da S. Amonio que vira pa
a Cadeii.
WiT L/m eavail'> \s < bistsr.le e..r.
pudo, com anJares por baixo e bern es
yuijoador : no atierro da bua-visU ce-
gunia caa do lado ditite indo do pinte.
vT3P" U oa cadeirifibi de sabir a rua ,
em DOTJ estado : na rua estieil* do Boza-
rio loj I). 16.
\L&' Uji Diccionario Mignum Lexi-
cn : neta 'lyiog-afia.
*-3^" Urna junta de bois de carroga a
qual 3' rve para etngaiba orna carroga ,
um jo,; > lo cag.a;b.s un boro i avallo
da eati ibaiia ; tudo junto, u cada cou-
ea v per si, a prnso de i auno a satisfaco
do vendedor biiso asignado. Jlo
Carlos Pereira da Burdos Ponca da Lefio.
- U.iMscravo da meo tnuaambi-
que id.'de 3 > anuos p >uco ui >is ou me-
nos bom serrador e c^nutiro n loja
de ft-rragem de Jote \. M. Bisioa&Com-
paulii-i na ru do QHerniado D. i4.
- Caixas vazis para asquear em
ca'a He Joao B. Fax por pietjo com
nado,
J3p" U.na loja d-icoiro's da rua Direiti
D. 5atrarar na iiibjib' Uji.
%4F" Sacas com rnilho a 3,5ao rs. na
rua nova venda I). 33 ditas com ario? bra-
co por prego cornoiodo ua me sin a um
porgo d grraas vacias e Irascos d boca
itreita pretos.
Sry i a xas de tai tsrng cora retratos
finos, ditas matizadas deouro, ditas Jli-
xa", ca tas para ligar, fiaticizas douradas,
dados Baaua de nidi'uVm livella* de molla
douradis pr. tiad.'s rebiqut pira flores
I, fuite, cha I.pperial em ciixinbas ,
rom maifl do dua* lib as rp priuecza
da Babia muito fic-co, Hito de Jersry
na loja do Bn.dtira rua do Cabuga.
jrea Mil coi lima !> ''> de (i." : na rua da Madre de
Dect n. 197.
WF naa es.rava de rucio aogcllade
lga ao anuos boa co-tmeira, b rJa
de suj eng nima lav.i bem de sabio ,
enzinna o diario de urna casa e he mui
lo sr n'.'oz* pnra meninos : na rua do Li-
vTainento sobrado de iun andar D. 10-
T'f 7 ta'iuas i'e roitadinHo de amare-
I > de 2 palmos e meio de largura e 3 > de
comprimento urnas poucis de cavernas
para llrisa ou bolle em forra de pe tas c^-
si terra de fronte do beco do ValaJares.
">"J^ Ou troia se urna asesa va de boni
ta ligan : na Cid-idede O'inia as caas
de Joaqum Muques Su>iugo.
V^1" Carnes de vento mui beca feilas ,
seguas, cadeiras, bola, armarios, e va-
rios oulros Iraslei obras bem cjndicio-
rifl bu e por prego c mnid > porque o
dono riiira-se para (< rua n':va loja di mari aeiro D. 35.
%^y Caxinhas ion as a d'iiira veis veli-
nbas de fosfores che^adis iik x'- namenla
do Rio a? quaos tara smenle b*sta tor
rcr-se o p ivio pira fater aparecar una
la mu regulir q e a tura p.r e-pago de
oin so njiinio-: lia pracinl do Livramen-
to Iota de f z^nd 11 11. ?.5.
G^ Sete grandescinoas de amarello,
cotn6ja 75 palmos d> co iiprimento ,
bastante grosias e p'opria-i p(,a barcagas
ou canoas o'agoa as qn po 1 s os praia Jo Collegio : a filiar com
vfanoel Francisca da Silva ero sus loja ,
i.a Pracinha do Livrimenio, sobrados no-
ves de 3 andares, lado da escoda.
CT^P Cba> utos de Caxoeira e oulros
lugares da Bba fazsadd superior, e por
p: 0.0 co imii ido : lap finos em porgdes
roaior, ou menor, por prego C'>tmuodo:
em Fon de portas ven ia n. 214.
VW Urna preta de a5 anuos rrioula ,
engom-ua lava roupa de stbioe brrela,
boa quintandeia : no la do Fogo Daci-
ra-i 11.
jCaV* Urna arm c > francesa muito
bem consti uida e toda u-' amarallo : no
largo do Liviamenlo D.i3.
3?" Por 5 .^-oo un carallo alacio, J
com bons andar* : na rua da Guia m es
t iba ia da Ant mi Siner.
%P Um pr. lo de 26nn>s de dado \
queaabe tr.bliai em masseira de padaria,
ou p^ra algam sitio : namarelba casa de
vid rasas confronto ao -obrado de do.s
Hadares.
Y3** P'ra fots da provinia no ion.
to cneulo de 2a annos de i lde d.a mui
to bonila figura sadio e de mmta ha-
bihdiie, COiQ oiEcio do f.zac peutes di
ebifres, o comprador se da venda : na rua dos Qunteis renda D,
a juntos bjlica Fiuce*a
6 >o garrafas vaeiis que for.6 de
serveja : na quina da rua da cacimba na
venda de Joaqum Jom1 Gom s.
|ty ao naeQs desoa a l,n: na loja
di rua do Graspo D. 5 lad > do sul.
W** Uiii moleque crioulo de idade de
lannos: na iua do Livrainento loja de
couros D. 10.
WJP" Uma morada de casa na rua de
II-irlas l). 21 do lado e qienlo quom vai
pelo pateo do raimo; umi escrava, que
taz todo osarvigo de uma casa ; nutra que
cozinba o diario de uma casa j uiu ngo
bom canoeiro e capinheiro ; meia duzia
de t-adairas Com assento de palinha dois
relo^ios, um trmselim grosso, e varias
obras de omo e prnla ; uu< molala moga
e bm alva,, eoutra ruis idosa, um bar.
codecondut, e po.rcio de poles degrai-
x : .11.1 rua 00 U.'ij;; n > primeiio aud-r
do sobrade D. 1, qoe volta para o treta.
VV Ou iroca-se por um negro, ou
negra de meia idade urna c^sa terrea de
podra e cal com poco de ag >a doce na rua
de S. Miguel daa Alf igaios : os pietenden-
tes annuiici rn as suas moradas ou de. i -
j i5 ;n a rua do ]ardim D. 17.
VW Superiar Sal deSetibil porpre-
o c nj-uo-lo : no Bccil 1 ua da Grus n.
la.
^P Sal de Cabo verde por prego com-
modo a fallar' com Joaquim de Sousa
rio't' na rua da Suizalla Vellia N. a6.
tjrjsT* Huma pets' a que tem pratica de
esciipturago, e mesmo rscar mappas, ou-
tias quaesquer cousas-relativas, offereie
sea pestimo as taides paia executar es-
te Ir. I) lo, ou S'ja em casa do inteieksao-
!., 1 o I na d> lia ; p'ormtlen lo lser lu-
do pelo mimir piego p is.sivcl : no srgua-
do andar no Palco do Ca rao D, ^.u-
nuncie.
t^> Urna nidia!.* cora muito boas qtia*
lidades para ama de um > c>6a de familia ,
011 outra qualquer (tobe bem -lav,-r en-
gomar, coser xa eentendede COtinha .
cose ne A:l >i.ile, muito lial, e capis pa-
ra todo o arranjo de huma casa rom
idada de 3 e lautos annos ; quem a Hr<
tender dirija.a a un de S.'iila Bita nova
casa que f i do Padre Lessa D. 1.
tTJB" Umi canoa fbeita, noy ; a fa-
lar com Jo-quim de Souza e Oiivcira no
alterro da B a-visla.
HpV* Ou tioca-sa por huma rscrava
moga de n-gao Af,icru inda ua5 lu lo
abelidade alguma buma ciiola de idadf
de ao annos sera achaques alguns entu-
ma Uva de saba e coziuha aufrivelmen
e o diario da huma caza quem a perteu-.
dar drija-ee a rua da roda D. 9.
-. Excelleute Serveja de Lond-osem
barricas; na rua da Gaeia uo Becifu ar-
masem n. 59.
*y ViiiIb e qualro estampas de mu to
bom gojto que serve para mninmla por
preco muito cmodo : na rua nova L ja
de traste D. 26.
ESCUAVOS FGIDOS.
ry- No din 15 do crrante fugio do
siiio Lameirio coulronte o Poeo d- panel
la um escravo pardo d nume M m el ,
Utu tanto elaio calvo, faiaSna, rtpie-
senta znais de 4 unos, he cazado com
uma parda furra de nomo T'lieod.-ra qni
se acba morando em Tijucupapo : quem
o appieh nJer leveni o na rua 00 Queima-
do D. 8 que reerber de recompensa a5$
W-aT" Antonio de nagfio mugambique ,
mukque que ter de 18 a 30 annos bai-
la oor fula t fogio emai do corrent-,
levando caiga e camisa debim, e sus-
peosoiios du coiro este muleque a lem-
pos lamben lugira e nienlitulira forro o
que e faz sei to a quem o apprchendtfi- le-
vado na 1 ua da Moed* casa de S mos Bra-
ga n. 14a (lue se & gratificado.
^ No da zo do crtente pela uma
hora da tarde be d'-zeinc. mulit libo docasa di seu Senhor de nome
Severo, idade de 7 annos pouco uiaii o
menos, lemas peinas mu lo tortas prin-
cipalmente a diieita de inuilo bix > que le-
va em niais pqoeno olhos gande-., os
deules largos e separados um dos oulros
e sem chapeo, quem o vir ou souber
delie lee-o a casa de sui Senhor de baifto
doHofpial da Ordem teiceira de S. Fran-
ea*'o qiw moilo bem iecompensado e .
f^ -f uu ^'u ^ <^' Dezcaibio p. p,
um muUtinbo por nome Aniosto, com 01
biguaes s-g'iiutes : idade ia anuos pouca
I mai* ou menos j um pouc corcovado -
rauita pillador: qu^m o app'ehender po.
dHi eutrega-lo em O inda rua nova D,
i5 que ser r>compensado.
V^ No dia a4 de Dezembro de 1837,
fugio uma preta dame Maria do gata-
lio iub .I-i um si.'ual na testa bem azul f
bem parecida e moga cor bem inda bec-
ca do corpo alluva i'egulir levou ves.
li lo de chita cor da roza nove e sem liaba.
do, panno da costa novo, tem os den-
les da fente bem abertos ; roga-se as pea.
soas eurarreada da polica ou qual ju.-r
capitn da campo de a pegar e leva-1,
a rua do palaceito, em casa de tiano'aco
Nicolao de Ponas, que recompnsala.
JCJ^ Deziparei'eu no dia Daming at
do crreme da Gda Je de,Oliuda, a Ma-
ra Theodora de J. Ca dozo uma ei-
ciava cm os n'guaes segaiates ; natural
de anguila estatura legular, gorda mis
muibimfuits, idade 2o a 3o tenos, ro-
to redondo cor e olhos ,negro sobiaa-
sellms groes, naris cliato b >ca reg, lar,
todos os denles orclhas pequeas ca-
bellos trridos, melbodode i sssas dcil
fo oonTprada no Iviaranhio scba*se a
qui desde Junlio d> auno passado e ero
Onda desde Ontulv o falla que e euten-
de de mais parece ser um tanto loula! q :
a pegar pode entregar ern Olirida ao Doi-
tr Fran. isco de Borgea Buarque 110 He-
rife a Pedro Jos Caldoso que mora na
Prtcinha do Livramente junto a 1 ja de Jo-
fio Crlos de Uurgos, sobrado do um au-
d r com solio.
f5 No dia 18 do correte fugio de
casa de Jo Antonio Gomes Jnior, um
Negro de nac*5 Gongo de no roe joaquira
[Novo representa ler 18 a 20 annos cor-
po regular, f.lta-lhe um dente na tiente,
hec zuiIihio trabalha deTauotiro eui
levantar banicas ; bem ladino que parece
crioulo por ter vindo pequeo, levou
caiga azul jaqueti branca chapeo de
p pela o loriado de papel, e com lita pre-
ta : un Domingos e das Santos cosluma
andar moilo asteado j foi snooiitiado na
rua do Viuario e n5 loi seguro por di
Ber que j tinha vindo para casa julgi-
38 que anda pelos mocambns na Capuoga:
qualquer pe-soa que o pegar o levai a 8SU
uenhor na rua da CrUS 11. i2 que era le-
r bem recompensado.
flB" No di 22 do correnle Janeiro fu-
gio um pardo de nome Miguel natural
do Enguibo Taboqu ribas dest> Provincia,
representa ter 28 annos de idade, estatu-
ra btixa corpo seico, cara compridae
seca com bupo de barba cabellos ai-
nellados, romo cabra cor regular p z
pal beta dos abun.a se ora o nome da
Miguel Joo por j ter esta lo fgido c pre-
zo como foi 10, e desde enUt que andava
com um farro v coi rente 110 p esquen
do com o qual fugio oom til* be da
sopor a luriba lirado j kvou camisa de al-
godfiosinbo. calcas de pino siul e cha-
peo pietoj veiho : qualqu Campauha o podei pegar, que seige-
n rosamenlo lecomtien.ado levando < a
seo senhor na rua dasCiur.es caaa D 9.
MOVDIENTO DO PORTO.
ftuvio Salud) no dia a3.
BIODE JANEIBO; Sumaca Btpa4srte,
Gapio Jub Umi ique da Si.a carg<
? arios jjenei Os.
LISBOA ; Biigue Portugus Activo, Cap.
S b no Ant 1110 do Cabo e Almud* ,
carga vanos gneros.
AVlliKICA ; B igue Am-rricano Nasare ,
Cip. Audre Ev..n?, carga ni iws gneros.
Futrado uo da a4.
BIO DE S. FRANCISCO ; i5 das, Su
maca B, Nova Au loruta, M. Joo F.
de Souza cirg> asqueare pedias; ao
mire passtgciroj Tertuliano Sergio ,
Antonio de .Sou/a Seveio d* Bocha ,
\it ni 1 do Bom lira.
LISBOA ; 3a dias Bri^ue P. E^perto ,
Gapitojos Antonio Vieira carga va-
rios gneros: a b'ranrisco Severiano Ro-
bello, passageiro o ponu^uez Maneel
Antonio de Barros.
Pfc.. HA Ti*, OB Slf F. D< F. KJA,r-lB5!
* .--


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