Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03248


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Full Text
ti*,
NNO DE 1838. SEXTA FEIRA
orv*
r^
\
Ig DE JANEIRO. N. l
PERN. W* TYP. de M. F. or FAIIIA. 1837.
11---------------
das da semana-
13 WmH s. Amar0 al"",e Audicn- do Juis
crimc He tarde ses da T. P.
16 Ve.(a S. Marccllo r\ m. Re. de man. c aud. do
17Jd''- *** **> .sess3 d' Thcsouraria
P. Lua nova M l 1 e >4 mi t
18 Quinta a t'adeirade S. Pedro em Roma Rea?.
de roanh.etc. _, n 0
lg vta S. Canuto Rci. sessao da lnesour. P. e
aud do J. de tard.
20 v,>,i.. s. < batiSo < Pabiao m. Re de m. c aud.
do V. G em Oflndade tard
21 Domine *> Jp> v- M, ...
Har'eheia |ra odia lo He 'aneiro
as 1 lloras e 18 in. da m 1 h- 42 m. da tard.
Tildo atrora depende de nos mefmos da nossa
prudencia, moderacio, e enerRia. continuemos
como principiamos, e seremos aponlados tom adn.i-
racSo entre as Nacees maii en tas.
Proclamacaod'.issemblea Geral do Brasil.
nl.srrcve-se a 1.000 reis meneaes payos adiantadoi
nesta TipograA", roa das Croara d. 3, e na Praca
da independencia I). 87 e 38. onde se recebe; o r-
respon lenciaa legallsadna, c annuncioa inaenndo-se
estes trralis setMO dos proprioj assiguantes, e vlndo
asxiarnados.
CAMBIOS.
Janeiro 18.
LiOndrea 30 D. St. poi I.OOOeed.
isboafi5 poroio premio, por metal, Nota.
''ranea315 a 320 l( por 1 raneo
'lio de Jan. fi p. c- de desc.
Vloeilas de 6.4<") 13,800 as velha, noval 13,400
4.000 7.4:>0 a 7.600
Psol Colimare* .585
Hillo Mexicanos 1,575 '..580
Piiaioes Braaileiroi i.585
Premio da* lettra. por mea I l|i por o|o
Cubre a par das medulas
PARTIDA DOS CORRRlOi.
OlindaToiI.ik 01 Hiai an mrio dia.
(i nana, AUiandra, Parailia, Filia do Conde, Mi-
oa(uap, Pilar, Real de S. Joao, Brejo o" A rea
lainha, Pomtial. Nova de Souea.Cidade do Natal,
Vil'aa de Goianninha, e Nova da Prineesa, Cidadi
la Fortaleza. Villas do Aquiri, Monte mor novo
Aracatv Caicavel, Canind, Granja, Imperatrr*
S. Bernardo, S. Joao do Priucipe, Sobral, Novado
Slllev, Ico, S. Matheua, Reacbo doaangue, S
telonio do Jardim, QueieramoMm. Parnahiba
- Secundas e Sextaa (eiras ao meio dia por via da
Paraiha. Santo Antlo-Tndaa ai quintas feiraiaa
meio da, Garanbnnt, e Bonito no dia* 10 e 34
le lada mea ao meio dia. Calin.Serinbaem, Rio For.
mozo, e Porto Calvo-001 diai 1, 11, e SI de cada
mee. ^^______^_^
'
PERNAMBUCO.
OOViJRNO DA PROVINCIA.
Fxpediente do dia i7 de Janeiro de 1837.
OlTi io Aolnspector da Thesoursria
envMtido-lhe uro cBcio do Inspector inte-
rino d- Tb eaouraria da* Alagoasaeorapa-
nhado de duas relacSe do reato las Ola-
deirae incomro ndaJas para < Recice e B a vista a fira de mandar aa-
ti.if sal-as como de di-eito for.
Dito Ao Precito da Co narca do
Fio Forraojo, para p o au-teuto dos pre-os, que reramelte p.i-
ri a F01 tfiles 1 de T-nnaridai, incluindo-
as era sua tonta, conforme requisita o
In-pecUr da Thesourana viito nao con-
vir que liajo cuntas era pai titular Cmu
OSart*tltO da mesraa Foit .esa.
Dito Ao Inspector da Tbesonraria,
int 1 i; -noiand 1 o da ordem expedida pe
lo olcio preca 'ente.
Dito Ao Pref. ito da Comarca d 1 Re-
cite diseu lo-lle (|UL- tJinifsdo-se bem
enaivel cnc,o da circular d a de Setembro do
anno pissado que exilia um raappa do-
jiieii'iios deum, eoitro sxo, que fre-
q..ento as Aulas Pililioan e parlicula
res desua Coroaic ; I lio ordena que d
proi)t .i i or um satisfaseudo 1 go as outr di>posi<,es do Ai ligo 7. do Capitulo 3.
da Le Provincial du 10 de Junho de
i837 ; ito he sobie o estado das lscoilas
compartametito dos Piofe-oies ; como
i. dena (er fcito era deierap devores.
__1,m>(s officioa fn'> diiigi'os aos
de uiais P efeiios das Comai ca-. da P> oin
cia, exceptuando oda Comarca de Santo
An'o.
[lto __ Ao Inspector Geral das Obras
publicas, resp'.ndendo-lbe q' por ota Dio
lera lugar a ampiada agulba de matear,
que lbe fui presentada por parte de TI10
mar U'iislir poii-so q ie s gundo in-
forma nao ba esperauca de adeijuerir
quera traba I be era lentr plantas.
O Ao Administrador Fiscal d*
obra Pub'icf, divolven (o Ihe a relami
dso!>raj publicas Provinciaes qoe cora-
panbou o fi o(B io de la data, a li n de
que faca inscrevi-r na ranina as qutntias
diapendidas comeada orna d>!l>sno se-
me-tie de J.ilho a Deaembio do anno pr-
ximo presado.
Dito Ao Inspector do Arsenal de
Marraba, ordenando-lbe que faca armar
o PaWio Conceic,o com duaa pecas da
Aitilicria cojo Calibre ja acommodado
a c.-picidade do momo P-laxo t fume-
or-lba om*is objactoi de gueira que
se fuerera preci os.
Dito Ao mesmopar tnndar cor-
rer a coberta d* Escuna degu.rra Le-
le e forra ir o paiol da plvora cotti
a presteza que for pottivel, confirme te-
uuesita o respectivo Comarundinte, a
fun de que a misma plvora se conserve
era seguraucj e lique isenta de bumida-
iles.
Dito A Cmara Municipal di Villa da
rUhatldra r-spondendo lhe,qu-- breve.nen
te serio piovidas asC leiivs da piimeiras
Letras da Taquara, a de Gagiru .
i 11 ni. Sin. A^radecendo a V. S. s
atterioaal exprs 5s com queme Ira
ta em sea obVio de 15 do renla, lenbo
a honra de communicr Ihe que po le
comparecer nes'e P-lacio no di. 18 do
corrale a u na hora da tarde, a fi 11 de
ter a conferencia qua prelen le. Entre-
t'nto aproveito a occii.i pira paienter
a V. S. a estima, e consideracio que ti i
bulo .1 su* p soa.
Dos Guarde V. S. Palirio HoGa-
Temo de Pernamburo l7dej neiro de
l838. Francisco do Reg Barios Se.
A. Aub.in, Coosul dj Fianca oeta Ci
dade.
C0MMA.NDO OAS ARMAS.
Expediente do di* 15 da Janeiro.
Ofin'o Ao Etid. Presidente, envi-
ando Ihe o requenmento de Francisco do
Reg Barros FalcaS que a S. M. o Im-
r.>dor pedia a Confimag^ do Po^lo de
Cpila5, a qna tmha silo elevado pi-la
pn.poila dt Campnha da B*hia e dn
qual fora exbulhado em virtode do Avi
20 da R. p-i Injafl da Guerra de 9 de MaiO
d- 1834. R cia. Militares do Supplicanle des^e 18 da
vSelemb o de 1817 era "'$nt u paca ni
Divi.a dos Vulutanos Legara o'EIReT,
t a d'ta do mencinalo Aviso, iiuoi-
nava (jue a pretencaS do Supplicmte era
base'da em juitica ; que seinpre Unria
errido r-m 1. Jinda ; qo oblevera lodol
na P 8ts por proposlas legalmenles
feifis ; que o ter--e iotolvido
nos aronlecimentos polilcot de
1824 nsia Provincia molvaraS a
aaa demic, que pe li a por ter si-
d> focado amncbar pra a Campinha
do Sul em qual dade da soldado. Qu-
relevantes aervito- prestara na Campanha
da Babia a prol da Independencia do Im
peiio e da mesmi soite era Jacuipe,e
Panellas onda fora teiido qoa por Tes.s
baria raquarido a Confirinaa da Pollo
que ora solicitara, e que se Ihe (inhi ne-
gad talrcz a pretexto da demici que
pedir pielexlo que ao seo ver saparcia se se consideras-e que es-i de-
micu era originada do mebndre e lirio
|ue todo o Olliial deve ler na5 se dispin
d > d* suis honras para como sollado ser
i'oniimnil do poraipje'les a quem mui-
las venta diiigira sendo Omcial, tan'o
maisq untos o I. Tente Gra luido Can
diilo Garman Padilba e Alferen F>an-
ci^co Rodriguues Cirdoso, dirai'id.H la
b m por o haverera pedido, e era igu dade de ciicun tracias, iinbi5 sido e nt;-
grad s e ( onfirmad n u-.f* seos Po-t 'S.
Dito Ao mosrao Exn. Sor. remet
ten io I lie > requer meo lo de Vicente Jos
Ferreia Muu que ao Governo Imperij
aljuppiciVi a l'oufirmag.5 do Poilo de
Captad Graduado a q' linba sido cljval .
pela propoata da Campanha da Baliia, e do
qndl fora excluido pelo Av90 da Seoie-
taiia d'E ta-lo dos Negocio' da Guena de
17 de Novembro do i834 ou huma
Pencan pecuniaria equivdlen'e. Fasendo
a resenta de todas as suas ocorrencias VJili"
lares inf Tmava q'set vicos 1 elevantes *-
nba o Supplicanle feitO na Provincia da
Babia na poca da DOssa Emancipaca Po
liloa ; q le na Guena de Panellas e Ji-
cnipe servir.) com honra, e presumo,-
qije por ve-es s- Ihe tinba negidooCon-
firoaca do Posto de Capila5 Graduado
lalvet por nunca ter pertencido a I. li-
nda e have sido elevado ai.3 Tenante
aCapitiem a Corapantiia de Moolabre
jisciiada pelo Governo Provisorio, e nao
a provada pelo Governo Imperial \ po-
rm (jue se este motivo era considerado
bastante para o excluir do Posto ru o
era rerlaraeole paraber a Pencas qao
em s>gundo lugar requeiia ; pordeveiem
os seoi ei vicos ser garantidos, e remu-
n radoi pelo Governo attendendo que
consumir a ua mocidade 110 servico das
Armai e 1 inopo-sibildade de impreben-
der boje com pruveito outro genero de-
vidi.
Dito -a Ao raetmo Ex-n. Sr., transmit-
lindo lbe o requi rimenio que a S. M. o I.
o Sur. D. Pedio 2. end r*sava o Ta-
ri ule de I. linba Frinciero Antonio de Sa
Banetlo.i pedindoo pagamento dos ven
cimentos que deixnu de perreber dtnao-
le o teropo que e-teve au-ente do Brasil
peloa at onteciraentos polticos de 1817.
Rasumindo as r.^oens qna era seo reque
rimento xp'ndia intrm*va que ten-
Ju sido o Supplicm'e recenhecido pela
Resoluca ti' v-emblea Geral de a3 d'Ou-
lubro de i83 Cid dio, e Offi ial de
Exeicito doBasil, era fora da duvida ,
que diteito tihha.as prerogativas e vinta-
ge9 do seo Posto que so' o podara per-
der por seutenca condeatoaloria o que
se nao dava no p-esente caso ; q'ie por
tal motivo eslava as ciicunslanctis de
ser benignimente difundo, mesmo pelo
exemplo de OUtroi Ollciaes, que emi-
grando em i8i7 e i8a4 e endo desli-
gados de seos Corpus, or5 depois pngoi
de lodos vs veueiinentos que di-ixua de
perceber os de l8i7pla Decieto das
Cortea Geraes e Estraordinariaa da Na-
0< Puiluguesa de 1 de Seterabro da
1821, e os de i8.>4 pela Tlie>ouraria
P.ov n il como moslrava paltoa docu-
mentas 4 t), e 7.
D to ao Coionel Commmdanto da 3.
CUsse com-ntinicando Ihe o nomeaca
lo M*j>r JoseGibiiel de Moraaa Miyer
p na couhecer do estado das Foitilcoena
da Provin i inventariar o armamento,
e potiexos de GQerra e faser o orcamen-
io dos leparos q"e necisiitas^em.
Dito Ao Teoeote Coronel Com-
maudante da Brgida Exped, icnaiia ao
Sul communicaudo Ihe o lalecimento de
duas pracas do B.talba 7. de Cassido-
res, queficim noHispital, addidas ao
4. Coipo d'Aitilheria.
lo Ao Comuiand*nle Geral interi-
no do Corpc Policial, disendo Ihe que
t mo o Quait.-l do Hospx-io de ^c oc-
cup do pelo Catalho de Guardas Nacio-
riHei dei'acada booveaM de ordenar ao
I. Comandante do Coipj da sao interino
Coramando Manuel Bizerta do Valla, 0/
no primen o adro do mesmo Quartel es-
colneaa urna das Companhias pa a nel-
la a qn.111 lar a qua Cjminandava e um
quatl p ra a reserva., e que recebesse ,
e acoraraodasse no <> itml do Quartel aa
pacasque para aJifo*ta envianioo Cora-
mando Superior Francisco Jaciuto Pe-
teira.
Portara Ao Capita Commandanta
interino do 4. Corpo d'Artdhei ia man-
dan >o desligar e passar guia ao Saldado
d>Ro Grande do N01 te Joaquira Doar.
te Pereira q>e se recotna a sua Pro-
vincia abonando-lhe sold ale* odia da
exclusiS, e Eiape le* 24 dcste mez.
Dita _. Ao mesmo mandando demit-
liraol." Sarjient) Joa Patricio Padi-
Iha eso sol lado Jos Antonio Francisco
q' sendo inspeoionados pe'a Junta de S*u-
iie foraS julgados incapases do set vico Mi-
litar, afta por padecer molestias crni-
cas no coragao o aquelle no cerebro.
DIVERSAS RliPARTlCOSNS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS;
A pauta he a estra do N, $
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llilll rM*MDCO
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ARSENAL DEMARINH*.
O Arsen\ de Marrara precisa com-
prar urna canoa usada e que sirva para
oonegar eiiluiho.
Arsenal de Mirinha 18 de Janeiro de
1838.
Francisco d'Assis Cabral e Teive.
Inspector.
CONSULADO DE PORTUGAL.
Hoje Saxta Peira i9 do crrante as
I o horas da machia oo Beco do Cam pel-
lo i. se hade anematar a armacad
da venda e gneros que n'ella existem ,
pertenrentes ao fallecido Cbiistova do
Amiral Si-b dito de S. M. F. ; e t>e aim ara escravoe varias movis do uso
da mesan. O Iuen(i 10 se achara' pa-
tente no neto do Leila polen lo os li-
citantes comparecer a hora indicada.
Cn-ulado de Portugal em Pernambuco
aos 16 de Jaotiiode i838.
Joaquim Baptirata Moreira.
Cnsul.
PASTORAL.
D. Jufo da Purificado Marques Pe di-
fi), Coneg Reliante de Santo Amos-
traba, pela greca de Dos, e da Sraia
S Apostlica Bi-po Pernambueence
do Conselho deS. V1. I. e C. o Seobor
D. Pedro Segundo etc.
Sobie a e-p.ratosa e geral imoralidade
da presente apoca.
Cootiauaco do n. antecedente.
Mas at quando, 6 Dos, pesaiio aobre
nos to g aves off. uuentoi ? Ja que os
permeltis, para nos reiiu-ir ao Ciminho
na verda'te, pela tempestade das mais a-
maras afflices, concedei que Citas sejio
para ni o salutfero antidoto, qua no9
preserve da rei(eriao nos dimes, que
ti'BJ cauado bao consideravel ruina Re-
ligiio, e ao Estado, ao Sacerdocio, e ao
Imperio. Dissipai, Seuhor Dos, os te-
rebrosos raciocios da(|uelles, que apena-
dos om Tabas opini5es, milti las pela ig-
norancia e para tomento das p'ixes, a-
vaoca5 propos!c,oes contrarias aos dogmas
por V> estibeleuidos. Aviva Divino
Espirito, a F promettida que, na pie.
aeule poca, existe como extracta, sendo
seitUsirao ((U- exclusa esta, lieabolu-
tamente impo"-iel a Ooajgecocfo da e-
terna lemuueracio, que aperamos, arfen
te. de que os rneos devem proceder os
fina.
Em quaoto porMI, dil!e*tissimos S-
Ib os, pi esencial tns o p> oce di melo con-
tiario aos seutimeotos deque devemos
estar animados, e que mutos cora o es-
p-M-ii.so titulo de libsrdade dihgenceio
atirwr aos -eus os s< nt atentos, que Ibes
fro oppostos e por meio de invectivas,
e falsas persa demos conceber do nosso melboramao-
to.
E que diiemos a cerra da falta de se-
gmauca indivilual entre Cidadaos que
ae jul^aiio i 11 sos no direito inaufrivel
de siiii con>ervdCa6, pa rnhanca o* pro-
t-ccio das Leis : dos enredos, e intrigas,
que vexao as familias que anhela des-
ranca noseioda pa : das diss-n-Ses en
ti e Pas, e tilbos, prente-* e amigos, que
se davem amar, e ie-p tai ; das ommis
s5> i ton mei i i. las pelos chelas defunl na educac.au Religiosa, e civil, de -eu:
fi!b<>s, i-mul.s: dos frequ-rates essas-
tinios, algUDS dosquae- peip mas publicas em alio dia ? Ba-ta. Nio
rrcordemos por mais tempo a origem de
tantas desgracas loores, e mais utei,
de vero ser as nfleies, pelas quaes pro-
rur abysmo cmplices de trata ouzadia mip-
plicu lo a I) os a medicina propria aos ex-
Crssos platicado.
OndeexixtitV por un esta saudavel rae
di das mos, on dos pi, parase procurar?
Sera' inexcusav I ,-l;; mu longa digrea-
to ? Sera' iadispeiieavel alguma qaaatia
para se conseguir como acontece a res-
peito dos medicamento que se aplico
as informidades corporaes? Existir' ella
nrrulta sob Irondosos e fameoos arbus-
tos do camp, on de'conbe. idas entra
plantas, as oais deleitaveis dos jardn,
qua adornao, e eofeito o Universo ? Nao
certamenta. Jess C, como Medico So-
berano das nos-as almas, rasgando o veo
que a escondia, loi nicamente qoem a
descobrio, q iandi>, palo Evangalho de S.
Luc. cap. 17. f.tl. nos manilestou, que
ella existe dentio de r><, isto, em nossos
coiaces. Regnam Dei intra vos et.
Dii alguem : Como pode ser que o so-
lacio h imano romprehenda de dentro
de si o Remo de Dos, a ramensidade dos
Ceos, que Dos fez dilatar como a pelle?
Extendeos v. 3. A resposta he fcil e jocunda,
quando no g'orioso nome d'qu-lle, que
proferio palavras de vida eterna, pode-
mos aflirmir que o gozo da interroina-
Tel Bemaventuranca consi'te na pure-
a do eoracio, (Beati mondo coi de. Mat.
Cap. 5. ?. 8. ) qne se obtem pela inno-
ksencia dos costames, qual intervindo a
Or'ga auxiliadora pode effectuar-e por
huma nio dissimulada, poram sincera de-
liberaco. Quae impo--ib lia sunt apod
homines, possibilia sunt apudDeum. Ev.
Loe. Cap. 18. v.a7.
Temes demonstrado como no9 he pos-
-ivel melhoiar a nossa son, eqiejams-
s podemos espeiar a propiciacaS Divina
se em nossa esipi-cencia formos tardas,
abusando da hemfirenri'a a tori'o mo-
mento de nossa existencia predigalisada
por ura Dos, qua se compre na-lag i-
CD's do Veidadeiro arrependimento.
Senos noasos tempos nao expeiimen'-
tamos aquella rigor justiceiio, cora o
qual Dos puni osno-sos ant- passados,
affogand' a corrupc-6 geral as agoas do
diluTio Universal Gen. cap. 7. v. i7e
segundo (pelo qu-l. d'am golpe, f-*z
naulragar a especie humana pra crear
huma nova gera;a5 que, teiido presen
te o roais devstrso acontecimiento nao
perp*-tra-se taes abominac >ens ', attiabm-
Ho obie si mesma o fuior d'uma irresis-
tivel viogsca ) temamos, que a immo-
tahilidade da Dos Omnipatente na6
derrame sobre tanta incredulidade o ca-
lis de su* ira cojas t-se-., devem be-
ber todos os que praticaS a iniquidade ,
quando comparectrem no usto juitoque
nos e-pera. Qiia cabx in mana Di .
verumtamen aet ejos non est exinanita :
Bibent oranas pecc-tores tensa. Ps. 74
E se coo eff. lo podemos considerar-
nos izentos do inutitado e inslito fla-
gello d'uma geral inund -c^5 sobre o glo-
bo terrestie segundo a promessa que
a mseraca5 Divina dirigi ao genero hu-
mano c mi tudo he mister notar q
esta promea, n6 compiehendeo a uen-
ca5 l'outros Rogelios, pela falta de coope-
rac<6 aos designios d'um Dos immuta-
vel.
Consultemos a recta isa5, com que o
Creador enoobreceo e illustioa a creatu-
ra; e ell n s indosir a cr-r que huma
Naca5 n>5 pode gosr tranquilidade, per-
cuis'.ra de -ua prosperidad^, aem que ob-
serve os pieceit is imposto* por buma Re
ligia amavel pr aM naluiesa. M>s
poique o mais repiehenaivel abmdono o
esta, nos constiiue marecedoies da mais
ju-ta "severidade eis o motivo de ta6 di-
latada oppiessaS, sem que ja mais nos
ea possivel sacudir o eu juco em
jralo ua5 annuimos aos votos d'aqoella
Providen< ia pala qual existimos e vive-
mos da qual depandenrii'is, e segundo a
qual he necessano recular as no-sas ac-
.oens e teger os nossos passos.
Nos commetteiemos o inaior att^nt-do
se peitendermos que Dos di-simule tan-
ta impiedada tanta iniquidade e U
univer.al rorrupcaS nos costames. Ss
as caridosas reprehensoens qua Dos nos
enva para reprimir aohstinacaS na cul-
pa nos na5 eompungera e obr a5 a
sabir do barathro de nossa ins n-ibilnla-
de nada mais temos a esperar. Os ais ,
e os gemidos sera5 a 11 ** partilha
aomente, segundo a caridad" Cbriati,
nos restara' chorar intilmente tanta ca-
lamida em que aos possaoos queixar ,
a oad da qj mesmos j e permita Daos,
q' oa transgressorea de sua Le, na5 expi-
iem noa bracos da- culpa a na5 sejaS
sepultados nos proprios pencados Si
peemtiiliam non eg-nlis, omnes si militar
pecibiiis Ev. Luc* cap. i3. v. 5. Eis o
mximo e mais temivel castigo !
Todos luamos iiacai-r do porem poneos si5 os que tem em
vista a victoria. Removamoa por tanto
lodos os obstculos, e difculdades a
vencer, para a-seguraemos o premio da
luta, promeitido por JesusChiisto aquel-
ls que constituidos na liberdade da
iscolherem lium dos dois ram'nhos. ele-
gem aquelle que convem trilhar para o
Consiguirem.
Naquella senteneja do Salvador mais
se compr* hen'lem 1 excess<>s causativos
da mais pong-nta mgoa perpetrados pe-
la comp i-ic5, ou impre-sa venda ou
leitara de livros, ou lolheto libidinozos ,
e lecheados de pro posicoens en ornas, e
cujo uso ru tem outro fim que o da
coriuuc5 da mocidade. Quantos cii-
mes em b un so .
Ni ja consideramos sngeitos ao domi-
nio de Satans, os Corifeos e fautores de
taes (loutriii s como sub oergidos no m <-
is p impiedade, e totalmente olvidados da
regpousabilidade de todas as consequanci-
as provenientes da m^is relaxada moral.
Nos deploramos, como Nos curn-
pre a impunidade de t6 refina-
da malicia que em tod'o Mundo toc<.u o
enruede seu maior auge e ja que ru
podemos cohibir a impetuosa torrente,
pela qu-l nos vamos despendido recom-
mendamos e sapplicamos em nome de
J -os Christo as respectivas Autboridades ,
queem Nossa Diocese exercem jurisdic-
ca temporal, o refieamenlo, a repras-
h.o duuroa tal lemeridade lendo em
vita o ai I, a79 do Cdigo Penal, fun-
damentado na Jonsiituic-5 d'er.t- Impe-
rio e que impoem pena aos que offeodem
a moral publica ni inteligencia de que
se este abu- 0.0 mais borioso na5 for pe-
la rail co'lado, em pouoos anuos na6
i nos entendeiemos iras aos outros tanto a
: respeito de Relig como la consarvaca
1 e ti at> social ; o bello e floretente P t
' narn'iuco perdea' a conider.-ra e
preeminencia de que he ciedor.
Estamos convencidos, que entre OS
individuos probos da Sociedade be mis-
ter exixl<6 algn* imbrobos permitidos
e tea para se oonigirem ou pira exer-
-it-caS d'aquellea, segundo o parecer de
S.nto Agostinho p>ram ha urgente que
es'es, seja5con-tiangidos a trilhar o -a-
mrabo da leg.lidade quaod > deste per-
tendaS aberrar, antes que a mesma 8>c
edade pi ojete e elcetuc a d...-:, e. i ;;- s -
C6 dos que reputa intoleraveis e di-
gnos da mais acre censura.
Fmalisamos esta nossa carta pistoral
ex pondo os doloi osos sentimentos de Nos-
so eoracio are c< da increduli lade da
vida futura, rujo dogma nos he insinua-
do por Je/.us C. p*t noss emlicio, e
paia conlusio dos desvarios d'aqinl:eo q'
icgio insoleotemeute a solidez dosfon-
d monstrada na maior evidencia apeaar
das c iDtfadi'.e- com qac mnios a tem
querido esurecer quando a nao po-iem
de'stiuir. Que hoiroros bhsfemia!
Jess C. lelutando orno dos Ssduceos
que negsva a resurreica (papj na ax-
clasa6 do temor do eterno kuUco vive-
re n tranquillos 00 exercicio d- suas pai
x5es ) confirma a sua doutiina sobre i.i
importante objedo referindo o que a
Muys s fi dito por Dos no Monte Sinai.
Ego som Deus Abraham et D us Isaac ,
el Deus J.col). Eu su o Dos de Aba
bam o d Isaac e o D>os dejraob. E
xo-1. cap. 3. v. 6. Ora veriGcando-se
e-ta alocua de pois que e-tes Sanios Pa-
triarch-K p genero humano e disen lo o mesmo Je-
rus C. qua Pai nao be Dos dos m >rtos,
porem dos vivos, ( S. Marc. cap. i2 v.
Sy ) claro esta' qneaquelles Santos Pa-
triaicbas, vivem para seos corpos resasci-
t rrn 00 da novsimo; e que quando
o P'incipe dos Apostlos, ( a cuja som-
bra muitos alcancara a cura de suas en-
ferrnidaJes, ) declaiou qae Jezus Chris*
to fui constituido por seo pai, Juiz dos
vivos, e dos morios, (Act. Ap. lo v. 42.)
'
n.6 leve nutras vistas, que as de dos sig-
gniticar os morios pela culpa e os vi-
vos pala viroca.
Se na5 ha esurreica tambera na5
ha juiso Universal, ao qual Jess Chris-
to deve presidir presente a sua Crus ,
pelo qual adquiri o dneito de Supremo
Juiso do Umviso para tetribuir a ctda
hura segundo o proprio manto ou de-
ment a cujo rtspeito somos instruidos
peh Ev. deS. Malb. cap. 25. w. 3l. ,
32. a 46
IVIas ur fatlilada dos lempos, qua nos
tem quei ro iutmdusir a iocradu'id mais mefiveis Misterios de uosa Redem-
pca e feli< idade eterna aiioouciados
palo Orculo d Horaem Dos qne no
pode engaar nam ser engaado dise-
nos se he possivel e, depois quj em
Nome de J- sus C. te asseguramos que a
d.negaca d'buns inclue a total de nega-
ca dos dogmas Evanglicos ncS declara,
quaes sao aquelles que devenios 00
nao acieditar, e se igualmente devenios
lira i- envolvidos no pestfero lodo da cor-
lupca de la doutiina, ou jucun lar-
mo nos, (i cornprter inc-OOJ di puiesa
e salubridade o'aquella que non con lux
ao g ojo de hum perpetuo praser 1 S len-
te qua as lag- ima. regra5 as fu-es dos ver-
daderos Christas ea penna dos pos, e
edificantes tsciptoies cabe de suas mos,
cala-te euimudare.
(Continuar-se-ha.)
CORRESPONDENCIA.
Srs. Redartoies Como Paiahibano
na5 posso coiiientir que sem conlradic-
Qa5 -e attaque a dignidad* de mioha Po-
vincia : mxime quando essa detaccao
ve id de pessO'S, que ao contrario a deva-
nad sustentar, e n.6 detrabir.
No Diario de 3 do presen'e Janeiro ap-
part-ceu a cel> bu 1 ima Jei < mi ula o uiu
Sr. Matulo da Parahiba : piincipio en-
tend devel a en'r> garao de>preso porem
rtflectiodo depois, q ie eaaa bellissima
proilucc d' m t .6 vaso Eugenbo nao se-
ria lida -o na P < iliiba, onde tul s saberia
dar o devido peso urna tal lamenta-
cao ; por-m sim em quasi lodo o Bra-
sil j esolv fiu.ilmenta dar a segrate t >s-
ca res posta para que, quando se lesse
urna tal pessa soubes-e-se d- pois quees-
eSr. deixou se levar demasiado da pai-
Xad de ver f.ustiados os seus e>forc,os ja
cm duas eeices consecutivas.
Eu n 6 pretendo justiOcar o proced*
ment d'csses Colleg os, que tanto exor-
bitar-5 no numero de Eleitor> s que jus-
UmODte deveii<5 apie eular ; poie>n uni-
camanie mostrar, que, se illegalmente
obrara esses Collegios, (alvo de todas as
Injurias) llcgalissiuiamente obrara Col-
legios em que ero de lee toca es-e Sor.
Correp >ndeuta ; s por que esses sao da
rommonhao, que perttnce ts-e bnr.
(pois o n.<5 de-conhecemos). Compaiemos
lio 'I nenie o procedimtiiio d'e ses Colle-
gios i la 'idos por Aventrenos, cm
o d'esses outros, que tanto beatifica o Sr.
Matuto. Principiemos por a piimeira el
Iec5.
Hu Fiegue?ia de Pianc 252 sllei-
tore.s 1 eSouxa loo; ou poroulia: os
Parochos d'estas duas Fiegue/ias, d'acor*
do com os Junes daP'Z, usando d'at'i*
buica6 que a Lei Ibes incumbe, (e a files
,b-) entenders qua os territorio* de suas
Parochias coniinhaS, a de Pirar a5aoo
fogus a a de S mzi 10,000 : ora o liom.rn
particular conb'Ce, que esse computo
exorbitante, que falso finalmente. Pa
der se ha porem negar que esse abuso loi
acubertad > com a Lei ? Digamos antes,
que infelizmente a nossa le^idCd5 tal,
qne sem transcender -uas raas, d'ella se
p .de abusar. Temos valo qual a illega-
dade d'.sses 2 Cobegios: analicemos ago-
ra o po. edimento da Fregu lia de Cam-
pia Giande; Colbgio e--e qua todo
per teo gente da legalidade, a gente
grada da Piovn< ia ao pailido do Si M*~
tuto, fii'lmeule ao partido chunango.
Na5 queieudo o Parocbo u'cssa Fregue-
zia coropln ar-se co'a gente predomiriaulo
d'essa Villa demorn- e em a publica-
cio do censo da Paiocbia por isso que
cases. Sis. queria *iu ello oapiesentasf


*
DIARIO DK PRIMA M RUCO

*
lee avallados era 8,000 fogos ; como es-
ahornado P nioi bem o'elle til nao con -eguiaS ;
psenla o P> tu Irnie da Camaia Muni-
cipal O censo da P.rochia correspondente
80 Elleitores Dir anda o Si. Ma-
tulo que t esses Aventmeiros > s,>6 a
caos* dos males da Provincia, e da aua lal-
ta de repteseolaceS? Mas ru o Snr.
Presidente da Cunara obrou de ba f ,
qus remediar o mal, que t-ria de por
ventura -ppai ecer se mais se demoraste o
Piocho: poda talv.r nao fazer-se a el
leiei no dn marrado, w Eis o que le-
gal dade cliimanga !
DisseraS me, quena Capital accede-
r urna tad'iem a i>ptim-t himanga
(refro-me ao testemunho de peasoas de
criterio)
A meca Parocliial, ou o Juiz de Par ,
(oa estou bem caito) como cootasse c-ra
os v ti'S de erlos Oe ditos de f-ra ,
pi inc pira a chimada por rsses : ora a re-
eepc>5 ts li>tin para Juizea de P 1 de a
Destlelos durou 4 ou 5 das presu-
mivel que a d abrange 6 Oestrotue cotisumisse qusn-
d > na5 mais ao menos o inasmo lempo ;
pr e-sa ra-a >>s v -itant-n do De trido da
Ci lado sobre quem recahsS os teceios da
meza, ou d Juiz de Pz, eque f.iraS
mancados para ultimo lugar retircraS se
suas casa pira jantar fira de vo|t tarde. Entretanto a mesa leoeb u as
list procrdeu a chamada dos volantes do ulti
ato U striclo (o maior) teda a preca em
quaata o Coll<-gio se acliava va-t<. : acaba-
do oque, passou ramediatamente la-
vrar a Acta. AppaieceraS pelas 3 ou 4
horas da tarde os v.ttaute* do De-trido
da Cidade reclamando a preteriros de
leus vultos ; roi'em a mesa foi mexoi -
vel : aparecera requeienlos asigna
dos, etc. etc. ; todo porem fui infru.illu-
ro. A meza teunu incoirer na mule-
ta que Ibe seria imposta, *e u.- desse
lempo os De plomas dos Elleitores : essa
foi a ra-io de tanta precipiuca : foi pre-
cpitacaS, verdede; mas a Mesa naS o-
br.ra de mi f.
Es, fcrs. Redactores o que por ego-
ra me leml>ro di-er respeito -i illegalida-
des d'essa pi iraeira milla elleicaS da P.ira-
hiba : eu mullo mais m'extenderia se
me nao f.lta-se. a lembranca d'immens ouiias C'-u-as que ob ou o partido chi-
mango nos Collegios era que dominou :
ou-as e-s.-s quena veid.de nao faiia5
honra quem I uto censura uin outio par-
tido por ler obrado ta illegalmeiite; por
ter feito iiualmenie, que w o mais seje
menor.
Paseemos essa elleicaS que ultima-
maule se proeedeu por ordem do Gover-
uo por haver sido ju';ad> nulU a pri-
miira. Principemos por essas duas Pa
rorhias Ia6 a lassa II,.. da. Deu Pian, 101
ElUtoies, eSouza 4'= (numero e -te q'
P'ov.velmenie p..de< dar esta ultima,
segundo aiirraaS algumas pessoas eom c-
nnecimenlo de ituia) Concedamos, que
essas duas Parodnas exoi bilarad no nume-
ro que deveu'aS a presentar : vej.m 1
porem se os Sis. Quillangos obrar de
boa l, su em fimobraraS legaltnente.
A Freguezia do Brejo d'Aia que na
passada legislatura abiangia maior terri-
torio deu agora o oiesrao numero d'EI-
Iriioies, q e'.t.- haveado se Ihe de-
minuidoaekte lio, para tur mi -se mais,
orna -ou duas Prtgaetias), A mesa Paio
cbial d'essa Fieguezia que se compunba
na maioria de gente u'.sie partido, ha-
vendo j felo a apuracaS da metade, < u
mais das listas paia Eli- itoies, e vendo ,
que sen partido seria vencido dehberou,
que d'.ilu em diaute a sa apuraiiem as
redlas dos, que son be-seru ler ; por qua
enta teria certa avictoiia: h >ue iju m
re. Ixmasse que o'ea^e caso se prinopias-
.o de uovo aopuraca para se poder lser
aell.ic' do todo; porara a meza despie-
sou ui Inri i ne tal lepreseulacad.
Tiatem'ii agora do procedimento da
Cmara Mimi ip| da C puiacao. Representart5-lhe duas outraa
Cmaras li 111 di 1 eme Jar d'algum mo-
do o mal causado por a Fregaesia de ii
ane: bouvera Vareadores, que opina-
Ta5, de ver-se fazer a apuraca5 cora ex-
cluia d'eise Cullsgio ; oatioj propone-
5
rao que se ni 6zeste a apuracaS e as-
simseveoceu; co-nosea Camaia Muni-
cipal fos* competente para oonhecer d'es-
sa motivo, que assim a indusiu obrar.
Tan bam cliimanga s maioria da Cma-
ra.
Eis, Sr. Matulo! NaSV.raS tos os
Collagio* de Pianr, eSmzaJque obra-
r6 exlralegalmente : tabam obraraS se-
melliautemenle Collegios, onde domina va
a jusliqa impar, alidada probidade ,
espeito s Lis.
Convenea-se Gnalmenie o Si. Matato ,
que esses Srs., q se emi.ua Correspon-
dencia nom<, e que obtiveraS maioria
n'esses 8 ou 9 Gollegio* em ambas as El-
leicSt-s era nada sa5 preferiveis e-ses
outrosSrs. que oria no todo ds Provincia ; eil-os trans-
criptos :
a piimeira 09 Srs Dr. Nicolau Ro-
diiues dos Santos Franc e Laite Fre-
Heiieo d'Almeida e Albu rque, Padre
Jo- A ni mi Marques da Silva (nim -res,
Anionio Borges da Fonceca e Francisco
Tavares B -navides.
Na segunda Dr. Nicolau R. dos San-
Ios F. eLelte, Manoel Lobo de Miranda
Manriques, Fredei ico d'Almeida e Albu-
querque Antonio Borg a da Fonceca ,
e Francisco Tavares Benavides. si Todos
Cu pitaes mira-, Barbareis, Vires Presi-
dentes, D-putad'.s Pruyujci.es, Piefsi-
los etc. etc. tto.s
QueiraS, Srs. Redactores, in-erir em
sua mu digna folha estas mal tincadas l-
rih is por om seu assit^nante
S--i tant-jo da Para hiba.
COMMERCIO.
Suppressfo do Piivilegio do Banco Nacio-
nal dos Estados* Unidos.
Crise Commercial.
!. Aftigo.
A en-'rra que ao banco nacional dos Es-
tados U'i'dos e por ella a todos os ban-
cos d'este pii/., dedaiou o presidente Jac-
k. 011 raus >u urna crise financeira de que
se re-senliu toda a Europa.
Sofire.am prejuiso pela interrupcaS de
seu comrner' io com os Estados Unidos
p im ipil nenie os pases inanufacloreiros,
que esli habituados a ar-hac no continen-
te Mili! ioano ahida constante a seus pro-
duelos.
O crdito amerir-ano bavia oblilo pro-
digioso desemolviniento rom a creacaS
multiplicada dos bancos, cojo papel for-
11 ..va urna conaideravrl massa de valores
representativos. O commercio havia se-
guido odesenvolvimenlo do crdito eo
valor desterras oresreu na mesilla propor-
caS.
Foram taS exageradas as especolacSes
len iloriaes que se naS poda comparar a
rapidez Cas fortunas que oecasionaram si-
naS com as prudusidas em Franca pelo
systema de L-w.
Para fazer ideia d'este arrescimo de pros
peridade commeicial, tmbejai lancar os
olhos para os resultados da importacaS e
ex portaraS.
Em i8a6 foram avsladas as exporta-
9&esem 5 milhSesde ci 11 a .
Em i835 em 101 miihSes.
Era i836 asseguram que excedem a no
milhSes.
En 1829 as importacSes subiram a ffi
milhe- e meio.
Em 1835 a i8 ra IhSss.
Em 18 56 sao eslimadas em 15 > milhSes,
apeser da e^tignaca de trau aeces nos
ulim<>s seis iiieie--.
Em 183 > as vendas de trras publicas
naS passou de a milhoes e meio de dnllar.-;
em 1836 subiram a a4 milhSes e meio.
F"i em preaenC' d'-->|e resultado que 0
presdante Jaiktoa, afiu'ilatido o descon-
teiitaraento da aristocracia Onanceira
commen ial de sen paz ru lemeu ai ta-
car o sysiem-i inleiro do crdito negan-
do ao banco nacional renovar Ihe a caita
que o authorisava, qual davera expirar
em 5 de marco de i836.
E-ta medida arriscada talvez violenta,
mis taires tambeui neceisaria oouaolidi-
ca da prospsridade da naoaS importou
urna geral liqudacaS : os valorea metlicos
baviamdesapparecido pala muliipln-acaS
de valores representativos e a inopinada
suppressfo d'estes fes subir o premio dos
descorites a 2 e 3 por canto ao m z.
(Vasta po'isa o comraercio amenraDo
naS poda m radar valores para os paizes
manufacturemos lim de pagar suas
compras ; o'abi, cess'ca foicsda em suas
eucommenda; d'ab, interrupcaS de Ira-
balho as fabricas eamnntoameolo de pro.
ductos Ill5l''lni ados.
A Frenes, laS unida par synpaihia k
America e rujoa productos s8 taS pro-
curados nos Estados-Unidos, soffreu mais
que qualquer outra naeaS em coasaquen-
cia da cessacaS d'estas relaces mutua-
mente ventajosas.
Esta interrupcaS de sahidas necesarias
prosperidade de nessas manufacturas ,
unida aos inconvenientes d'ora invern
bastante brando em -eu principio e d'u-
ma primavera muito tarda junta s ca-
lamidades ds urna epidemia que se mini-
fe-ton era um momento em que oeom-
murcio loma ordinariamente algura v >,
cauaaram aperto real e mesmo grava a
muitos ramos da nossa industria.
NaS foi geral este aperto, verdade,
e oosso comraercio, mais prudente que
em outro lempo, supporta sera catastio-
phe inminente lime das mais longs estag
napSes de IransaccSes que houve logar
ha muito lempo ; anda nao result u o q'
te pode chamar urna crise commercial; to-
dava, p >sto que possamos estar seguros
sobre o futaro do oosso commercio rio
cessario examinar a cri>e americana que
foi a primeira causa d'esta mispensio de
trinsaccSes commerciaes. E'de no-so de-
ver indagarmos os motivos que deter-
iniiiram esta luta do poder contra o cr-
dito e calcular qual ser a duracS da
interrupcaS de nossas lelaqSes com a Ame-
rica.
Acharemos necesariamente um ensino
utl no exime da medida tomada pelo Go-
verno dos Estados Uunidoa ou conside-
rando a prrmeiramenta sob a relapso dos
nteresses do pajx que a soll're ou exami-
nando a em segundo logar soh a rela-
c de suas consequencias para com a Eu-
ropa principalmeule para com a Franca.
Ser esta medida efteilo da ambicio do
general Ja kson querendo destruir a a-
1 i-t Mcracia 611 nreira de s**u pax parase
ap< de> armis fcilmente do poder ap-
poiando-se sobre as classes inferiores?
Sei o resultado da alta poltica d'um
homem que nao leve em vista linio s futu
ra prosperidade de seu paiz e que nao te-
meuexpor-se momentneamente sni-
madversio desclaves elevadas, para ani-
quilar um systema de crdito e tpo jui
so, perigoso para os Estados Unidos?
Nao aera ella mais que a txeruco das
vistas sabias e prudentes daquelles que con-
correrim para a consltnicio da federa-
cao, equs desde o principio considera
raro como til lepelbr de s ia Ierra de li-
berdadeede Irabalho todos os systemas
de p'Oiperidade facticia filha do crdito?
Dever esta medida trazer em resultado
fazer a Europa tributaria da Araeri a ,
foi cando a a p'gar a pieco d'oiro suas
compias em quanto que o aniqulame oto
dos valores representativos, importando a
baixa na mi d'obra a poris ao alcance de
elevar n'es e paia manufacturas rivaes das
nossas ?
Querara' a democracia americana dar ti-
ma in cao aristocracia que governa a Eu-
ropa inostrando-lhe oe recursos d'um
povo econmico, laborioso a sabio, em
opposiciocom as'dilipidecoens as prodi-
galidades, os continuados emprestimos ,
e a cieaco succe^siva de valores represen-
tativos de todos os estados europeos ?
Que! em quanto nos prega m domos e-
conomittas a instituicio dos bancos como
o m io mais seguro dereraimar o com-
mercio, de dar-lhe actividade, desen-
volvimento um povo eminentemente
comraf reante quebra os bancos decircu-
lacio, e nega seuasseoso < reacio de va-
loies imaginarios chamados representa-
tivos como perniciosos a tua futura pros-
peridade !
Nao possivei enumerar todas es que*-
toeiu que offerece ests medida financeira
da America aem coutradicaia o mais
importante acoiitecmanto que houve lo-
gar no mundo cummerciol ha meioseculo.
I',' urna f nte de ensino da nms alta con-
aidei ,.o ; man igualmente urna mate-
ria dtrficil de ser tratada e sobie a qual nao
se pode aventurar umaopiniio, -inao de-
pois de a baver gravemente meditado.
Nao com ideas francezas 00 inglezas
que devemos entrar n'este vasto campo de
controversia e economa commeiciaes* q
antes de examinar a questio de eab< r si es-
te systema pode ser nocivo aos iuteresses
da Peanaa ou dalng aterra cumpre con-
siderare pelo lado do inteiesse do povo
pelo qual foi adoptada ; cump e exaniinar
si ella deve importar a ruina do commer-
cio americano ou consolidar sua prosperi-
dade.
Odesejoque temos de apresen lar sobre
esta grave materia urna opioiio madura-
mente reflectida e esclarecida nos obri*
goo a prdirmos para aquella paiz esclare-
cimentos que nos parecen) necessaros;
espeamos recebel-us para entrar as ci ti i -
ciudades da natei ia jue apenas indicamos
n'este primairo ai tig >.
(Memoiisl do Commercs.)
(Do Chronista.)
AVIZOS DIVERSOS.
Offerece se p?ra caistit de es-
cripturacao ou loja de fazendas um ra-
paz ponuguet de 16 annos de dado o
qnal nao t sabe lar e e crevttr com toda
a oitbograa, como tamtiem perleramen-
te ariibeaietica Gramntica e lingos
Franceza : a pessoa que de sau prestimo
se quisr utilizar auuuncie a sua mora-
da.
> Luiz Antonio S.'queiis Jnior
testamenten o do seu fallecido tio o Sr.
Caetano Jos d Siqoeira convida a todos
os Srs. credores daste, acomparecerem
no oa 1U d<. correle as 11 horas da mi-
uhai em sua casa na im dacadeia velha
do Recife n. 10 lo ^ p.ra Salstii.: 1 a
sbrrem-se as portas da loj, e ravcsreiu*
se os sellos cora que ellas esli desdo o na
do lallecimenlo do mesmo para veiem u
estado da i sa tanto 00 seu activo como
no seu pasivo.
VP* Um rspag brasileiro c!. gado a
pouco do matto que sabe ler escrever,
e contar e da fiador a sua conducta se
offei ece para caiseire de qualquer casa de
negocio ; quera d'elle pr.cisar annuncie.
VXa~ Q ial ju- r pesoa que precisar de
um priado Hcapaub.il o qual be solteiro
e ileseja servir era ca-a de algura Sur.
Nagt cunte ou mesmo em casa da alg.rai
Snr. que t 11 a familia pois dar' in-
formacaS da saa conduca quem o per-
tender procure na tua da Cadsta loja o.*
4 B.
ajqp" Precisa-se alugar urna casi de um
andar no Bairro do Recife ou na Boa-
vista sendoalraz da nutriz ou na tua ve-
lha e no Biirro da Boa vista sendo naa
principies ras que nao exceda de 7 a 8$
ruis ; annuncie.
ajCpa Das 2 para as 3 horas da tarde do
dia i5 furtaraS da ca na ra do Livra-
mento D. 16 segundo andar sala de dien-
te hura relogto patente N. 3064 autor
Daniel Slow Tast caixa de ouro ,"
e 1 aleves, com cadeja do mesmo metal
em duas oirlens o chive com ameista ji
sonada e outia pequea para dar cor-
d< ; e outro relogio de sabonele de prata
lagles, com a roda quehiada. Quem
os vir aprehsnda-os, ou ii{ noticia nadita
casa qoo ser recompensado.
ytjB Aloga se por preco commodo a
loja do sobrado de doi- andares eita no
pateo de S. Pedro que faz quina para a
ruado Fogo com non- commodos para
venda : quem s pretender derija-se so
primeiro andar a tratar do sau ajuste.
tjrjja Quem precisar de urna rnu'her
da iiiii uade paia ama de esa de homem
solteiro ou pequea famti: annuncie
sua rinn a ia,
s/ey Quem precisar de hnm rapaz
Brasileiro para caizeiio de venda, pada-
ria ou aunasen: ao beco da viacio D. i9.
g^p> Alluga-se urna esersva que siiba
levar, engomar, ecosinbar, para huma
de pequea familia ; quem a tiver e quiter
allugar auuuune.

i


^ -
'
DI1IIO DI P8IN4NBDC0;
\ '
: w

Precisa-sede alagaram preto pi-
xa servir em um sitio : no Hospicio pas-
saudo a casado Sr. Jos de Piobo no l.
fiorlo.
%W Qaem precita dt a:4<>o$ooo, sen-
do queira l:4oo^55ooo ero prata dirija-so
a ra do Cabug loja de raiudezas n. 5.
*J9* Quero jver um preto ou prata ,
quesaibi cozinhw qie queira alagar a
um estrangeiro, diriji-te ao atierro da
Boa-v s;a 16.
Hr" Quero, precisar mandar engom-
n>r, lavar, e roser toda qualiJade de
roupa tinto de i >tncm como de Senho-
ra cora asseio e p ompidio, dirij -se a
ra da sandalia velha o. 5o no segoudo
andar.
i^^ Qiem precisar de um criado, que
sibacu/.uhar dirija sea ra nova D-
cima 5.
%3F O uro quizar I ypolherar ou
comprar um pardo oie^lre s rija-se a ra de Hortas D. 4y.
IQP1 Aluga-se um obrado de um an-
dar coro as lujas, ou urna cava terrea con
quintal a cacimba em urnas das piinci-
paesruasdo Baiiro de S. Antonio, ou
Boa-vista) e da-se fiador a comento; quero
B^tiver anuunrie.
^ry Quero annunciou querer comprar
urna morada de casa terrea sendo que
queira urna na ra de Hortas D. i\ da par-
te esqu?rdi himio pe'o paleo do Carino,
dirija sea ra do Rang'l no i.* andar do
sobrado D. I, que volca pita o tren.
t/y O Sr. Joaquim Cotli'O Cintra,
que tero sitio no ceidereiro, que no Ui
ario de hontem diz precisar de un por-
fuguez para administrador de envendo,
dirija-se a casa de madeiras no porto das
canoas da ra non na quina que volla
para a ru > das flores.
ff^S Quam piccisar de nm criado ou
fcitor dirija -sa a toa larga do Llozario
D. i2.
Jty Alui'.a-re urna ca-s terrea ou so-
brado, que t"nba commodos btanle
para um familia e da-se i2 a iioo,
e nao se eseolbe, a ra ; q a livcr au-
hudcc.
tjy Precisa-o de urna pe?soa que
saiba demarcar terrea, qu*' be para de-
marcar um sitio di-taute tiesta piaca duas
irgoas ; quero oe-tas rtrcuosUnciaa eali-
Ver aonuncic.
yy Alaga-se urnas loj.'s pequeas no i
principio da i o; do Raogel junto a p'a-
ciuba do Livramcuio : na tua do Livra- ,
ment venda i), i. I
99* Qir.m precisa de um Capelo pa- I
Ta Garanhuns ou para, ensioai ratninos j
daqui a 2o I st,-os dirija-sc a praca da
Independencia n. 37 e 33, q'.emdir coro
Qaem hade contratar.
3T" OPreteitoda Comarca, mudou '
ra residencia para a ra da Piangel so- j
bradoD. 31.
t^> Oflerece-se pira ser aun de um
hornero sem familia u'i Igreja de S. Ri.i a trillar, coui o sacristio '
que di. a qoem he.
t$ZF Oo-SiS. An'rmio Ferreira da Silva, !
Antonio Concira Villa Veide Antonio
Duaite da Mocha, c Antonio Magaihaes da
Silva Leilo queirio dirigir*ie o Her-
r da Boa-vistan, i para recth.tr urnas
cartas vindas do porlo na Galera Bella
Pernambucna.
fjry Precisa-Fe de urna ama para criar,
qneseja livra e desembarassada coro a
condico de lavar e tiigoiutuar : na rna
da cadeia do Rtcife casa o. 8 no segando
andar.
ty Precisase de urra pes'oa, que
queira vender pi de manlia couduzi-
do p orum preto : no deposito d'agoa e
padaria junto a casa da opera.
WT Urna mulher que lena bastante
pratica de ergoromado, se Aerare para
engommar por prego commodo ; as pes-
so.is que se quiaeiera ulisar do seu pies-
limo, dilija sea i ua de Domiogos Pires
casa do lado direito D. 7.
COMPRAS.
t9 A arte francesa por Hamonier,
um Diccionario Vlagnum Lexicn a o
codio civil por Vicente Ferien a Cerdoso,
a obra de Filangieri tudo em bom uzo;
quem as tiver annoncia a tui morada.
4 escravos que ro tenho vi-
cios i:em a xaques d'oili- ios seguirites ;
um pedrairo ontro ca pina ooiro ca -
pioteiro e o outro ferreiro : no arma-
sen] de carne seca que confronta com o ar-
co de S. Antonio ; no raesmo om feitor
que emenda de servico de campo.
VENDAS.
f> Folhinbasde poita ditUsdealgi-
beira, editaeda Padre: ua praca da Inde-
pendencia loja de livros n. Z? a 38; na ra
doCabog* loja do Senhor Ban-ieina, e
dentro do Recife de fronte da Ig}a da Ma-
d>e de Dos venda da quina do beeo do
Azeiie de Pexe.
O On.# 34 do ECHO da Religiio
edolmoerio: na praca da Independen-
cia n. 37 e 38
f> Uro cavallo melado e de bonita
figura : na ra nova venda o p da ponie
D. 33.
Mpa Charutos da Caxueira da Baha ,
e de outros lugares; por preco commodo :
e rouito sup-rioies, em Fora de portas
yenda u. ai4-
tW Lapes em porci" maior e menor ,
por prero muito commodo e fateodl supe-
rior na mesma venda cima.
r Um silim Ingle* em bom uzo ,
por preco commodo: na ra velha D. 43.
#K> Urna morada de casa Ur.ea n.
25 no Bairra da Bovi ta ra que vai pa-
ra aS. Cruz com quintal murado e ca-
cimba : a tratar na ro m-va em casa do
Advogsdo Francisco de Paula Gomes dos
Santoi das o horas ao meio da.
yy Urna carioca coro poueo uzo : na
ra do Liviamento botica D. n.
9J> Um elim Inglez com todos os seus
perlences: na ra de Ago*s verdes casa
D. 33.
%y Um escravo crioulo deidade ao
annos trabalhador de aox-'da a maxado ,
e enteoda de disleitar ", bil para qUal-
qur servico : na rna do Q taimado loja D.
8 que sa dir quero vende e na m'smi loja
se vendo um banheiro de amaiello com ai -
eos de ferro.
jry Urna mulata que lava de birrella
mui bem e cozioba sofivelrrenle : na
ra do Colegio D. 5 segundo andar, e
avista do corop'ador se dir o motivo poi-
que se vende.
joy Urna escrava de naci robollo cora
idadedeiBa ao annos, boa engomroa-
ritira r.nzjnbe cose lava de sabio: na
ra Direita D. 2o quem vem doLivramen
to lado e-qnerdo.
a/y Urna junta de hois mancos gran-
des e gordos um quartau capado ca nu-
do e om silim com rouilo pouco uio
com todos feus perlences : no paleo de S.
Pedro ledo esquerdo D. 6.
yy Urna escrava mec.a cozinba, en-
poro m a lava roupa de sabio, e vrela,
e boa quitaudeira : na ra do Fogo D.
11.
ajry O Patacho Americano Neptuno
forrado de cobre pronio para suquir qnjI -
quer viagem consttuido cm i8i a I.llar
coro seus Consiguinatario Hemy Forster
& Compauliia : amada Sii/alla velha
n. 1.
a/y Dois cavallos, um ruco sujo e
oulro preto todos hons passeii os e car-
regadores eumselira logle comphto:
na ma rl Rangcl O. 3l.
sjry Polceiras de brilbantes e diaman-
tes brincse rselas de diamantes al-
fineles de diamantes com cordao e sem elle,
anelSes de diamantes, e sem elles sal-
vas de prata de todos os tamanhos e do
melhor gosto possivel, castic-aes de prata ,
lizoa a lavrados pratos e thezouraa de es-
pevitar vallas, palteiros de diferentec fin
(ios, e de gosio muito moderno eoutrtH
muitos mii objelos que a vista do com
piador se fario patentas: na ra do Cres-
po luja 1) 9 lado do norte.
ejrjs Urna escrava crioula recolhida de
dentro de casa muito sadia e sem vicio
algum e da muito bom genio a muito di-
ligente para o faficode urna casa de fami-
lia por saber bem engomroar cozinhar e
rosar e fater doces : na ra novt D. 2f
loja de trates ao peda ponte da Boa-vista.
jry Uro berco de condur um pir
de esporas de prata um relogio de caixa
de ouro coa trancalim e passador, dois
alfinetes de diamantes, um anelo lavrado
um dito torniado om sinele de ouro la
vrado uan cheve de ouro p. dois jarros de ouro obra de bom goslo pa-
ra meninas c oulras muitas obr.-s da
Ouro sem filio : na ra do Kangel no
primeiao andar do sobrado D. 1, que volla
para o Irem.
KV Um jogo de Diccionet io inglez por
V.eira um joro de damas a gamio : na
ra Angusta I). 37.
jry O livros segnintes: a note do
caslello LuZa ou a cabana, no diserlo ,
diabo amoroso filozopha por amor : na
praca da Independencia loja de encader-
ll,i(j' 1 D. 2().
\prjv* Urna caixa grande de msica e
um.i leriteina mgica contendo 3-7 vidros
de difeienlis islas: aira/, dos Martirios
casa de 3 rotulas veide.
S^> Mrmelada, e doces de diferen-
tes qualidades a 26 a libra, sera lavra-
da e empio vidros de glob" para can-
dieiio : na ra da Cadeia n. !\1.
Xflf Um cavallo alasio rom bons an-
dares : na rna da Guia csir.baria de Anlo-
no Laner.
ty rjma canoa com 66 palmos de
romprido e 4 e mtio de boca mtiitu boa
parakabrir; tintada esciever bulhes,
de s loo, rs. meis a 2 o, e
grandes a 32o e outras muitas mudacafl
por pirco commod : na ma do Cabuga
leja de miudezas D. 3.
a/y Hutn lerreoo com alicerces bem
fundados na frente, e lem secuta e
qualro palms atleirado, com s-ssenta
pilmoS de fundo ate o Rio leudo anda
muito mais de cem para se alten ar Cujo
terreno ja se acba nelle huma casa de tu-
pa principiada a fallar com Manoel Igna
rio Biserra Cavalcante noatteiro dos Af-
I gados.
sjy Um cavallo castmho com todos
os andares, e muito manco, proprio para
huma 'enhora montar : na rna direita lo-
ja de ourives D. 54-
%cy Cinco vaos paridas do me/, de
De-mhro domino passado e tus ditas
sem e-tarem paridas lorias feita ao pasto
e cordoeiras ; no lugar B^ngi Fiegutaia
da Vaisea no Cilio anexo a Joae Joaquim
L bo.
jy Urna ranos de carga de 1000 lij-
los : na ra do Litramentn D. 1.
fjry Urna moler de 7 a 8 anno de
idade: na ra Dueita D. 26, lado opo-lo
da 1,T" ja de N. S. do Terco.
f> Huro rico Faqueiro de prata do-
blado, por preco commodo; na loja da
i\ ana ao sa'iir do arco de Santo Aulonio
que vira para a Cadeia.
jry Charutos da Havana : na ra do
Vigario D. 29.
9> Sal de Cabo verde por preco com-
modo a fallar com Joaquim He Sousa
l'n.t 1 na ra da Sanzalla Velha N. 26.
ESCRAVOS FGIDOS.
No dia 15 do crranle fugio do
silo Laroeirio conlronte o Poco da panel
la oro esciavo pardo d nume Manoel,
um lauto claro calvo fila fina repr-
senla mais de \o auoos be cazado com
urna parda lona de uome Theodora que
se ai ha morando em Tijticupapo: quem
o appreh> n ler levem o na ra do Queiroa
do 8 que rectbei de recompensa 25^
wy JNo dia 1 5 do corrente fugio um
negro por oome R que de naci benguel <
idade 26 aunos pouco mais ou menoa al -
t) in ag o peinas coropridas, levou cala a
de meado, ou brancas sem jaqueta e sem
chapeu disem que fora encontrado no
Rozaiinho no mesmo dia que fugio, lem
olli i > de aeleiro e colxoeiro roga se as
aulboridadcs Holiciaes ou man petsoas ,
que do sobredilo e-cravo Suulierem que o
ppitbeudio o lacio conriu'ir na ra nova
em casa de Antonio Ferr i a Cortea Braga
que generozamente reeomp-nstr.
W" 5o^ooo rs. de jclilieacao d M-
g tel Correira de Miranda, a quem Ihe
apprabender ou d.r noliiii certa, da
um sen escravo por nome Jo Cordeiro ,
com praca de onoeiro, bo porto das a-
uoas, anude lem o posto de Major re-
presenta ter 4o a 5o annos de idade cotn
dlguus cabellas braocos no queixo, baixo ,
aeoo do corpo, e ha dtsconiiiuja que an^
da para as partes da Cidade no logar da
Santa, os appiehendedores dinjio-se ao
sitio do momio na Madalena.
jy Da se de gratilcacio aoo^ooo rs.
a quem p gar doispietos, um d
Jo do gemio de angola ebeio do corpo
pe as giossas de idade de 4-> e tauto
annos, ha noticia que ando para.i par-
te dostil, he bastante ladino ; o outio d<
nome Miguel crioulo, secco- do corpo,
peinas finas, de idade de i5> a n3-,. nujo
escraVO julga-seser fmtado em raio do
sabir no anno de iS3o, a vender ml ?
quem os pegar levem -o- a riw do- pnlaceta
em casa de Francisco Niculu de Punles,
que iccebei a ditaquantia,
T^ INo dia 2 de DezemBro de vS3j9
fugio urna pela dame R/I lio leb. lo, um signal na leM bem. asrui ,
bem parecida e mo9* cor bm filia r nec-
ea do corpa, hua regulr r levou- vea*
lido de 1 hila co< da ioa novo e sem beba
do panno da cola novo, tero oe dtro-
tes da fente bem abeitos ; loga-sa-as-pes>
soas encanegada da pone a uu qnalimer
capilio de campo de a pegar e Uva-U
a ra do palai eite, em casa de Fiauc seo
Nicolu de Ponte-, que recompnsala.
KP No da 28 de JJeUnihio p. p. fu-
gio um negro de nome Joo de navio ca-
in un don (} o com < s sgoaeS segOiUtaa lioa
estatura, um lano coi polenco mnito
pieto bem paieiido po-loque cairau-
cudo lieQos e sol rancilhas ^i oc.as oie-
Ihas e rabera peijuexa ti m urna sica Iris no
lO'to da paite diieila provenie. te de um
(albo; tem um pequenu inda nao bem se-
cali isado s<>b> e o na. is entre os olhos ; este
negio foi comprado em M^cet a Jo.quim
Jos o'Arnujo p< 1 Joaquim Jo-e de Azede
que o vnideu n'esta piaga de Ptrnambu-
co ao Ajudanle Francisco Jvq^ru ftrei-
r Lodo o qti'l ofaiece iotJ))oo r. de
gralifcacio a quem o trocar a casa de -ua
rezidencia de fionie da Mttriz do Sacra-
mento do bairro de >. Anloiio naesijuiaa
daiuadas Tiiieias primefo andar.
jry Do logar do Brejoda Aieia fu-
gio urna e-ciava do gemio de .-ngolla de
nome Leonor no dia 5 do con ente nm
c 11 j 6 segnaes sao os seguales, alia, lem
os m''- grandes ro-lo tompriJo ladina
e b> m Minie moca e lem de idade pou-
co nidia ou menos 3o annos e-la escrava
pe'terice a Joo Coelbo da Silva do di'o
lugaroqual supoem el'a ter fgido paia
esta pava por isso qualquer pe-.-oa que
duli* tenha noticias o podra pnlecip na 1 u < do 're-po lja U. 10 de Joaquim
Maia da Silva onda sei joneiozaiiieiiie
recompensado*
*^ Wodia i7 do'corrente pela ma-
nh a fugio da ra das agoa-ve des da
casa i). s5 urna eairava de nome Jo.quiiie
e de liarao angica, Cffi os .:,;::.e BfgOIU
t> s : id., i!- de 2:1 a 26 annos, g bem retinta os olhos pequeos desden-
Cada na lenle do lado de cima retalbada
pe. s lados do rosto, e Ion vestido decbi
ta branca ec e panno da costa azul; quem a pegar a le-
ve a mencionada casa, que lecebei boa
giatitfacio.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio entrado no dia i7.
IL11A DEFF.RNANDO; 2 dias, Brgue
N'cion.il Fefz Desuno, Capiii> Juio
Tino loro da Croa carga p. dr..3 e ar-
mameolo do Gov rno passageiros
J,s Joaquim Cavalcanti Auecleto
Lopes de Santa Auna e sua fnnilia '
Joo da Costa Reg Mouteiro e doi.
pr sos.
BARBA G. ; 1 dia, Hiata Bom Jezusdos
JNaveganses M. J sa Francisco das
Doi es Carga varios genero pa y.g i-
rosFiamisco J.o T ..genio Bapiula,
Joaquim Augusto Ferreira) e Manuel
Francisco.
Dia 18.
HAMBURGO ; 43 dia., Brigue H.mbur-
u.z Juanes, GapitoJ. P. Gagio, car-
ga vanos geueros .* a JN. O. Biabar.
i. 1
SER. HA Iip, B M| F. D FfRIAl=;lS5{]l


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