Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03247


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Full Text

LnNO DE 1838: QUINTA FEIRA.
\,
<
ST W
18 DE JANEIRO. Ni 14;
PERN. a TYP. di M. F. di- FA11IA. 1837.
D1A8 DA SEMANA-
15 Supnnrla s. Amnro abade. Au.licn. do Juis
criinc de tarde res. da T. P.
l(i Terca S. M^rcello V. m. Rcl. de man. e aud. do
J. dos Orf. de tarde. '
J7 ti.urta S. Mitfio ababo, sessao di Tlicsourana
P. La nova as l h e 64 mn-.1a t-
18 Quinta v C:uleiradc S. Pedro em Roma. Relac.
do m.nih. etc. *
1<) Sexta S. Canuto Re. sessao da Thcsour. P. e
aud. do J. de tard.
20 abado s. SrbatiSo e Panino Rcl. de m. e aud-
" .lo V. G.em Olinda de tard.
21 oniiiiffo S. Jgnes V. AI.
mare'cheia para odia 18 de Janeiro
as 12 horas e 3o O. da m 12 h- 54 ai. da tard.
Tndo agora depende de nos mesmos da nosa
prudencia, moderacuo, e energa: continuemos
como principiamos, e seremos apontadoscom admi-
radlo entre as NaCoes mais cu tas.
Proclamacao d'Assemblea Gcral do Brasil.
rar;
Subserevcse a 1000 rcis mencaes pagos adiantados
nesta Tipografa, ra das Cruses d. 3, c na Praca
da independencia I). 37 c 38. onde se recebem cor-
responileneiaa legaliaadas, e annnncioi inserindo-se
e tes gr.tis sendo dos proprios asignantes, e vindo
as?ignados.
CAMBIOS-
Janeiro 17.
1-iOndrea 30 Di. St. noi 1,000 ced.
Lisboa05 poroio premio, por metal, Nom
Franca 31 j a 320 H*. por Tranco
K io de Jan. 6 p, c- de desc.
Vloedas de 6,400 13,800 as velhai, norai 13,400
\0Ofl 7.400 a 7,600
Pezoi Colimares 1,585
dilto Mexicanos 1,575 1,580
Patacoes Brasileiros ,585
Premio das lttras, por mee 1 1|? por o|0
Cobre a par das Sedulas

PARTIDA DOS CORRRIOS.
Olmda_Todos o dia ao meio dia.
Qoiana, Alliandra, Paraiba, Villa do Conde, Ma-
rnaaguape, Pilar, Real de S. Joao, Brejo d'Area
Itainlia, Pomlial. Nora de Sousa.Cidade do Natal,
Vil'as de (loianninlia, e Nora da Prineesa, Cidada
Ja Fortaleza. Villas do Aquirs, Monte mor nevo
Ararat Cascarel, Caniml, (ranja, Imperatria
S- Bernardo, S. J '5o do Principe, Sobral, Nora da
KlRer, Ico, S. Matheus, Reacho dosangae, S
Antonio do Jardim, Qnexeramobim. e Parnahiba
Srrundas e Sextas (eiras ao meio dia por va da
Paraiba. Santo Antao- Todas as quintas feirasaa
meio dia. Galantinas, e Bonito- nos das 10 f 94
de cada mes ao meio dia. Flores-no dia l
jada mea ao meio dia. Cabo.Seriubaem. Rio fot'
moro, e Porto Caito-nos dias i, 11, e i I :!> .>.*
mea-_______
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBUGO.
GOVERNO DA PROVINCIA}
Cxpediente do dia 16 da Janeiro de 1837.
Offico Ao Inspector da Thesouraria
para remetter com a possivel brevidade
ecom todas as necessarias claresas, urna
conta das despesas extraordinarias que
se fiero nesta provincia para a pronti-
ti.-agib da Forrea expedicionaria ao Rio
Grande do Sol, a fim de qae s possa dar
inmediatamente parte ao Tribunal do
Thesouro Publico Nacional conforme
determina o artigo 48 da le de 4 da Ou-
tubro de 1831.
Dito Ao mesmo comraunicando-Ihe
qua nao ten Jo enviado a Presidencia al
o presente as informacSes qua se Iha pe-
dira em offi o de 4 do mez passado a
cerca do estado em que seacho as The-
Bourarias Geral e Provincial; cumpre que
quanto antes, e dehaixo de sua rospon-
ssbelidade icmetta as exigidas iaforma-
ces.
Dito Ao mesmo remettendo-lbe ti-
ma nota enviad 1 pelo Secretario da Di-
reccio do Monta Pi Geral d' Econo-
ma dos servidores do Estado, pertencen-
te ao contribainte Joio de Carvalho Pa-
es de Andrade, a lim de qae Faca abrir
os competentes assentos, e procedendo as
necesarias dedu.oes remetta com a pos-
sivel brevidade as respectivas quotas pa-
ra o CIL e geril d'aquelle e-t.-beliciman-
to, como exige a referida Dirercio.
Dito Ao Secretario da Diiecco do
Monte Fio Geral d'Ecnnoinia dos Servi-
dores do E-lado communicando Iba a ex
indicio da ordem de que tracta o prece-
dente oflicio.
Dito Ao Inspector Geral das Obras
publicas respondendo-lbe que pode pas-
sr a atlestacio requerida pelo ex encar-
regado da obra da Matriz de S. Lourenco
de Tijucupapo Joo Germano de Paula,
com declarlo das circunstancias men-
cionadas no teu oflicio de 11 de Dusem-
bro, em consequencia das quaes foi elle
demitlido.
Dito A Cmara Municipal de Olinda
communicaudo-lbe que nao tetn sido pos
sivel sal -lser a requisifio que fez de al
guam laminas de puz vaccinieo por no
as haver agora como informa o Cirurgi-
io espectivo, o qual prometa remetel-as
logo que as tenha.
Igual officio fui dirigido a Cmara
Municipal do Bonito.
Officio circular Aos Juises de Direi-
lo do Grima das Comarcas, communi-
cando-lhes que fasendo-se indispensarel
que a Presidencia entre no exacto conhe-
mento do estado da admioistraco dajus-
tica criminal neata Provincia a lim de
que possa propor os remedios que estive-
ero no circulo de suas attribuicSes e
consigo-se assim as vantagens inherentes
a mesma administraco ; cumpre quo re
nelio com a poisivel brevidade urna in-
formacio exacta, e circunstanciada, e
motivada sobre os iucovenieotes e obs-
tculos que larri incontrado no exer'ioio
deseos cargos, querellas provenhaS de
ser a lei otnissa sobre o caso, ou m a sua
disposigo, quer das pessoas que a davam
executar lurabrand igualmente aquelles
remedios e reformas que julga adquadas
para a retn igo dos mesmos obstculos e
incovanientes.
Dito Ao Reverendo Vigario da Fre-
guesia de Santo Antonio do Recife para
ramatter dentro do mais curto espapo de
lempo e sob pena da respons^belidade
os ruappas dos Baptisados, bitos e casi*
mantos havidoi em sua Freguesia e rela-
tivas aos 3. e 4. trimestre de 1835 e
do 1. ao4- de i836, e 1837, a fim de
que possa ser a presentada a statistica des-
tes objeetjs a Assrmblea Provincial ; vnto
nao ler o mesmo Reverendo Vigario
cumprido as ardens da Presidencia a se-
molhante respeito enviando como devia
os referidos mappas
OfTicios semelbmtes foro dirigidos
aos Reverendos Parochos das Freguaiias
de S. Fr. Pedro Gjnsalves do Recifa ,
Saotissimo Sacramento da Boa vista, S.
Pedro Martyr, e S de Olinda, Afoga-
dos, Poco, Lar, S. Lourenco Jaboatio,
Vluribeca, Cabo, Ipojuca, Maranguape,
Iguarass e Itamarac.
COM MANDO DAS ARMAS.
Expediente do dii 10 da Janeiro;
Oflicio Ao Inspector do Arsenal da
Mai inba requisitando-lbe em couformi-
dade das ordens do Extn. Presidente du-
as lanchas que asa horas da tarde de-
via5 de estar promptas para transportar
de bordo da Escuna Lrbre para o Quar-
tel do 4. Corpo d'Artdheria eForta*
lesa doBmra a 81 pracas viadas do Rio
Grande do Norte e previnindo-o de rjue
as referidas horas se Iba apr^senlariao 2
Offiiciaes para recebar e condusir tass
pracas.
Dito Ao Com manda rite da Escuna
Lebre 8cientificando-o de que devia en-
tregar ao Offici'l d'Artilheria qae se Ihe
apresentasse as3i praaas pertencentesao
7. Batalha de Cassadores eaoOffici-
l'do Corpo de Polica as 5o destinadas
para o Deposito mdoem coaformidade
das ordens do Exm. Sor. Presidente.
Dito Ao Comtuandante Geral interi-
no do Corpo de Polica re |u iiarido-
l'ie de acord com as ordens do E&m. Sr.
Ptesidente 1 Offi.-ial, 2 Inferiores, e 20
s >ldados 1 que as duas horas da tarde do
via e apresantar ao Insp>cto, di Arse-
nal de Mariana e recebar deliaasian-
xas precisas pira condusit-em de bordo
da Escuna Libre a sarern eritregues ao
Commaadanle da Fortalesa do Brumas
5o pracas vkiJ.h do Rio Grande do Nor-
te cirn deslino 00 Deposito.
Portara Ao Capita Couiraaadaa-
te interino do 4. Corpj d'Artdheria ,
mandando q ie nmiea.s; 1 O.li; al 2
InterioitH e 16 Soldadas, que davia5
receb-rda boido d* Ri nm Lsbte as 3l
pracas viudas do Rio Grande do Norte
pettencentas ao Batalli. 7. de Cassado-
res, e transporta-las aoQartel do Cor-
po do seo Commaodo oaJe ficarii ad-
didas, tirando-se I lio os vencimeotos de
sold, e Ctapo, e conservando-as na de-
vida segaraoca como a recmtas.
Oia Ao Cipits Commandante da
Fortaleza do 15. un, authqrisando-o a re-
cebar as 5o piacas destinadas ao Deposito
qae Ihe seria entregues por um Ofticial
do Corpo da Polica.
Dita Ao mesmo, chamando o a Se-
creta a a objecto de servido.
Dita Ao Capiad Commandante inte-
rino do 4. Corpo d'Arlilharia oda*
nando-lbe, que pelo respe tivo Qtmlel
Mo-iii' fisesse organisar um Piel dos ven-
cimeutos que se esta5 a dever a*Manoel
Jos da Roxa durante a lempo que co-
mo voluntario >ervio na Guerra de Pa
nellase Jacuipe.
Dita. Ao mesmo, com data de 9,
mandando dimittir ao Cabo da Compa-
nbia d'Artifices Jos Ferreira de Freitas ,
por haver prehenxido o lempo do seo
engajimento e as>im o requerer.
Expediente do dia i3.
O.Ticio Ao F.xm. Presdanla com -
muoicando-lhe ter nomeado ao Major da
Arlilheria Jos Gabriel de Moraes Mayor
para em conformidade da suas ordens co-
nbecer do estado das Fortifica<;p-
ens da Provincia inventariar o seo ar-
mamento e petrexos de Guerra e pro-
ceder o orcamenlo dos reparos de que
necesstassem e padindo houvesse de dar
suas ordens a Thesouraria afina de qae
por sli se Ihe abonassem as vantagens que
por tal commisstS lhecompetiaS*
Dito Ao mesmo Exm. Snr. envian-
do-lhe a conta legalizada das dispesas fei-
tas em o mas p. p. com os presos pobre
da Justifa na Eortalesa de Tamandare' re-
colhidos, c bem asm c Si io q ames*
ni conta aoompaniou a fim do que a
tudo desse conveniente destino e pre-
vinindo o de que a requisica da quantia
de 6$ reis faita para occorrer as mesmas
dispesas no correute mez na5 lia anexa
aconta, por ja a lar rubricado e entre-
gue ao en .. ido deraoebsr a sua im-
portauoia.
Di! i A > m-'3id Ei t. .jar. j mos-
trando -itie a >iece>4i-iade do ser o Major
Mayer aooopauhado do un ordenanca de
Cavalluia auraiita a Com uissa da ouesa
achava encarregad, c pedindo honvesse
de dar suas ordens ao Commanda.ita Ge-
ral do Corpo da Polica para a brnocer.
Dito. Ao misino Exm. Snr. disen-
do-lbe que Iha constava nao ter o Doutor
Juiz de Dreito da 3. Vara da Crime IVIa-
noelMendes da Cunha Asevedc acceitada
a nomeaca de Auditor interuo durante
o empedimentodo Dr. Joaquim Nones
Maxado o que confirmava u5 ..a ter el-
le presentado a tomar asento nos Can-
seibos de Guerra e que devendo estes
terem prompto andamento S. Etc. ou-
vesse de providenciar essa falta que gran-
de prejuiso causara ao servigo e a Deci-;
plina.
Dito Ao mesmo Exm. Sar., disen-
do-lbe que para ter cumpriman'.o a sua
ordem da 9 deste mez e se tornassem
effactvas as disposicoens da Porta, ia da
Conselho Supremo Militar de 27 de No-
vembro ultimo acerca dosTenetites Anto-
nio Coelho da Silva e Joaqun) Rodri-
gues da Silva e OrorgiaS Ajudante
Francisco Jos do Sacramento 'nixter se
fasia que Iha fosse enviado o Conselho de
investigacad que contra taes ciTriaes se
preceder, eque motivou a referida Por-
tara f afim de quesarvnde 00mo era de
Lei de Corpo de delicto ou bise ao
Conselho de Guerra podesse este 3er no-
meado e ter o devido andamento.
Dito Ao Commandante Superior da
Guarda Nacional do Muoicipio commu-
nicaodo-lbe ter sido a guarnica de hon-
tem rendida dopois de 9 hora* da ma-
nha e anda a^aun com as faltas notadas
no mappa que Ihe enviava acomp^nhado
da parta do Oftcial Superior que sabia de
Dia a Praca e pedindo provideouJS para
que estas faltas na5 fossera reprodu;das.
Dito Ao Inspector do Thesouro, re-
quisitando novrmonte asfes dfofficio dos
Captaes, Reg Barros, Paula Ca-
valcante ptirr.airo Teoento Pes-
soadeLacarda, Mffl as quaes nao pow
dio ser finasjdas as iabrma?5sa de
cojdoctasa do quart Corpo de Artilbe-
ria, por falla de assentamentoa destea cf-
ficiaes.
Dito Ao mesmo enviandadne rea
relacSes das pravas da Bfigad Expadici^

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ouaria ao Sul, que delxario parte de
aeus veociroentos a suas familias nesta Ca-
pital, e pieveoindu-o, que estas pi estacos
seriio cobradas pelo quarto Corpo de er-
tilheria u por meio de duas folhas, urna
dos ofli'ues e outra des pocas de pret
que a daquelles princpiana a ser cobra-
da mensa I mente do i. de Maid* em dianta
a deste do 1. de Janeiro, tud > do cr-
rente auno; qua as piacas de artillera
coui excepeaO do ofiiciaes cobraro pe-
los rsped i vo Pre's; que o Quartel
Mestredo raesmo Guipo Affonso Hjnora-
to Bastos era o encarregado de fsser o pa-
gamente de taes prestaces aos respecti-
vos Procuradores, ou a quero de direito
paiteen, e finalmente que o segundo
Sargento Antonio Luiz d'Albuquerqoe
Cavalcante e toldado Joio Goalberto da
Silva segundo o ollicio que Ibe liavia di-
rigido em aii de Desarubro ultimo co-
hraiiio do i, da Maioero diante.
Pui tai ia Ao Cupitao Comro widante
interino doqiaito Corpo de Artilharia,
auth ris s Piafas da Bridada Expedicionaria ao
Sol deixaria as sua-familia* na-ta Capi-
tal, no santido mencionado no antece-
dtii'.e oificio.
Dita Ao Major Jos Gabriel de Mo-
rae9 Mi) r, nomeaodo o para conhecer
do astado das fortificarles da Provincia,
e ordenando-le q' nesta Coinmissio teria
em vista : i. Examinar circunstanciada-
mente o estado das Foiteiesa do Brum,
Itamarac, e Tammdai, e Fortes Bu-
raco, Pao Amare'lo eG'ib, discrever
ossua rumas a a milhor forma deas
reparar ; i. Proctd^r o o c -ment dos
reparos que necessitarem as furlalesas, e
tortea; 3. Faser finalmente de cada u-
ruadas Fortiln-atoes um Inventario do
armameni > op ei'M> de Guerra. Re
comeudando ao mesmo Major (oda a ur-
gencia no desempenho de sua Cummisso,
autborisindo o a pedir aos Commaodan-
tes das borlficaces lodos os esclareciesen-
tos e auxilios.
Dita Aos Comm*ndantis das Forta-
lesas e Foi te-, s lenulic rHo-os da C ni-
rai-sio de que eslava encarregado o Ma-
jor Mayer, e ordenando-Ibes ao mesmo
IVlsjor preatasse os eaclareciraeotos, e au-
xilios de que nace-sitasse.
Dita AoQ.arlel mestre do quarto
Corpo de Ait leria mandando cobraros
venrimeatos, quesetstavio a dever aos
toldados Mu tros Jo-e, M rooel Antonio,
e Minoel de Catlio, em vista das gui,.s que
llie remettia autorizando o a Tasar o
pagamento na forma das oideos estebele-
tidal.
DitaAo Capitad Commandanle in-
terino do quarto Corpo de Artilheria ,
mandando considerar addido o soldado
do HiUlhao stimo de Cassador< s Fran-
cico da Silva que por iufeimo deixou
de acompanhar o b^talhaS, ficando des-
ta sorte la-pondido o seu gllicio de 9 des-
te niel.
Dita Ao me-mo, mandando conside-
rar tffectivas no san coi po as io pracaAko^
Bitaltiad t>elimo de Cassadoes que. uo
mesmo se achavo addidas e cu)os no-
mos bio disenptos na relacio que se
Ibe enviara assiguada palo Secretario Mi-
litar.
Sessa do da 16.
DIVKRSAS RtiPARTICOKNS.
TRIBUNAL DA RGLLQAO'.
Seasa da i3 de Janeiro de i838.
Na eppeacaS Civel do Juiso do Civel
da Villa da Sobral, appallanle Diogo Lo-
pes de Areujo e appellado Maooel Pin-
to Brandad Escriva, Bandeira ; se jul-
g u pela confirmaban da senteuca re-
corrida.
Na appeiiaca Civel do Juiso da Prove-
doria desta Cidade appeliante D. Anoa
Mari Josa de Mello, eappelladoo Juiso
foi julgada pela reforma da enteocaappel-
Jada ; scriva5 Chaves.
Na appelUt5 Cival do Juiso do Civel
da Villa da Goiaooa appeliante Joa5 Mu-
nii da Silva ,e sua mulber, e appellado
Antonio Jos de Freitas a sna mulber lo-
ja os artigos d>babalita5 julgadwJ prova-
w, Escrira Rcbello.
Na appellaca Civel do Juiso dos orfios
da Cidade da Fortaleaa da Provincia do
Seaia* appeliante Joaqun Jos dos Santos
e appellado Jos Nicolao da Cosli seo Tu-
tor e Curador Escriva Ferreira ; se
mandou vista ao Curador Geral.
Na sppe'la c>5 Civel do Juiso da Direi-
to do Civel desta Cidade appeliante Jo-
aqnim Antonio Pena e ppelladj Jos
Luii Goncalves E-cri?a6 Chaves; se
maudou ouvir o Curador Geral.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS;
A pauta he a mes ni a de N. 9.
CORREIO.
O Brigue Lea6 do qual he Capila Ri-
cardo Xavier da Cunha sai para o Por-
to no dia a4 do corrente.
A Sumara Espadarte da qual be Capi
tnSJose Hanriques da Silva sai pura o
Rio de Janeiro no dia 21 do crtente.
PREFE1TRA.
Parte do dia i7 de Janeiro (838.
Illm.e Exm. Sr.- Das partes hoje re-
cebidas somente consta que foraS pro-
cos a minha ordem para terem o com-
petente destino: ManoelFrancisco de S
rJoaS Francisco da Cunha pardos, pe-
lo Sub-Prefeito dos Aflbgados por furto
de boes mancos a Manoel Cavalcante de
Albaquerque.
Nada maiti consta das pirtei hoje rece-
bidas n'esta Secretaria.
Dos Guarde a V. Exe. Prefeitura da
Comarca do Recife 17 de Janeiro de
i838. Illm.e Exm. Sor. Francisco do
Reg Barros, Presidente da Provincia
Francisco Antonio de Sa' Brrelo Pie-
feito da Comarca.
CONSULADO DE PORTUGAL.
No dia sexta feira i9 do crrante, as
30 horas da manhia no Baco do Campel-
lo D- 1., sellada anematara arroacaS
da venda e gneros que n'ella existem ,
pertencentes ao fallecido CbristovaS do
Amarai Si.bino de S. M. F. ; e bem as-
sim ura eocravd e varios movis do uso
da mesraa. O Inventario se achara* pa-
tente no acto do Lailn podando os li-
citantes coroparecrr a hora indicada.
Consulado dePortueelem Pernambuco
aos 16 de Jn- o da i838.
Joaquim Baptispta Moreira.
Cnsul.
PASTORAL.
D. Joa da Purificc5 Marques Perdi-
ca Cooego Regrante de Santo Agos-
tinlio, pela grasa de Dos e da San-
ta Se' Apostlica Bispo PerDambu-
cense do Conseibo de S. M. I. E C. o
Sanhor D. Pedro II. et .
Sobre a espantosa, e geral immoralidade
da presente poca.
Continuado do N." antecedente.
Foi por esta occasia que anhelando
Nos prestar reconhecimento aos dmii re*
cbidos, pa-sanios a feser Ter com tod'a
forc do Noso espirito 5 e com a maior
snavidade ( durante o perodo j mencio-
nado ) os deveres da creatura para com
o Creador; os des Pais para com os
filhos : os l'e-tes ,. para com aquelles ; os
dos esposos para cora as espo-as; os d'
estes, para com aquelles; os cidadios, p'
coma Patria ; os dos subditos legaai, pi-
ra' com as Authoridadei constituidas por
Le; os dos cobicosos e appeti toaos dos
bens albeios. para com seas legtimos f
possnidores; os de huns para cora ou-
troi Cidadios, arctados pelo Manda men-
t da mutua caridade, expre-smniie
decretada na Lei da (iraca para unir os
filhos pelas prisoens do amor leciproco ,
determinanao-se estesa preencher ta5 no-
bre designio pela reprassaS dss piixSes
que bulFuca os apreciaveis fruclos pro-
venientes da pratica das virtudes, pelas
quaes muito nos convero lestemunbar a
hunra e temor que devenios a Dos,
como nosso Pi e Senhor era cujas
mios tsta depositados os humanos des-
tiuos.
Onde existe porem esta honra e te-
mor que nos devern caracleiisir por
lilhos eservos obedientes d'aquelle que
se constituio servo obodientc ate a raone
por amor do seu Povo e para o ejem-
plificar ? Ja 00 lempo da Lei antig o
Daoa de verdade que adoramos diri-
gi amorosas iucrepacoens ao seu povo
iso'hilo, poto que ingrato, quaudo ,
por Malaquias, t>eu P(oleta, Ine per-
guntou : Se eu sou rosno pai onde esta'
a minha honra ? E se eu -ou vosso Sa-
nhor, onde o meu temor? Si Paterego
bu 111 ubi cal honor meos ? El si ; >
Dominus sum ubi fst timor meus?
Malaq. cap. i. v. 6."
E quem pode duvidar que a immorali-
dade objecto em questa5, provem da
falta d'aquella honra temor, que ja mais '
devenios pe dar de vista ? Podaremos per-
tender viver sem L i ? Ah, no mesmo
momento, que aste monstruosa arliiti i,<
fatalmente se realise a Socie (ad.> que
somente pode ser instituida e manlida
pelas Leis sera' iuteiramente aniquilada
e, como o fumo desapparecera' da su-
perficie da trra.
lie nece-sai io pois acreditar sem a me-
nor hesitaced que a immoralidade gerl
he a causa primaria d'aluvia5 de males,
que por tao longo lempo nos cercan e
opprimem. Se ui attentamente rtflcxi-
ouassemos acere da la5 importante ver-'
dada, teiiamos suspendido o maittllo das
tribulacoeus envalas para nossa cone-
ct posto que infi uc tiferamtnte, quando
attribuidas ao acaso. Este o germen de
nossa total ruina 1 Sinta e diga cada um
oque quiser : Nos porem como Ministros
da Verdade, asseveamos que e#(a altri-
buicad, he um segundo erro peor que o
primeiro. Por isso Dirimo que pela pe-
nitencia nao entendemos sustar a ira,
bobie nos justamente derramada mas
antas acumulamos novos aos veihos deu-
dos segu se que a continoaesd da mais
tremenda opprassa ja mais cessara' de
nos esmig-ir.
Permitiese Dos que todos os que infe-
lizmente raciocinad de diverso modo, se
recordassem do elcazexemplodos Nini-
vitas, a quem por Dos foi enviado o Pro-
feta Joas, para os scieutificar que depo-
is de quarenta das seria submergida a
sua Grande cidade. A enormidide oVs
ta pena sup5e gravissimos cuines pu-
blicamente perpetrados. Vejamos porem
como elles escaparlo a fuluiinacao d'u-
nn tal sentenga.
Logo que acreditara eminente a su!>-
raerifo tem que ja mais attriboissem a
urna fatilidade veslira se de -eco se
assentaraS sobre a cinza privados de toda
e (Halquer iguaria alimenlal ; e fasendo
jejuar as mesmis alimarias por Ordem
do Rei (que, descendo de seu Thro-
110 os ammou com seu exemplo, ) an-
viara5 ao Ceo publicas preces ahtn de
imploraiem a misericordia de Dos indul-
gente pelos fruclos dignos de penitencia
esperando a revogaca5 minada ,'quando scientes que Dos n.>5
quer amoite do peocador poiem queelle
se conveita e viva. Jon. cap. 3- W. 4
ale aofim-
E nao foi hem recompensada aquella
penitencia ? Na6 produsio ella raa/avi-
ihosos efltitos qoando agradsvel a Da-
os ? Q' mais podernos desejar para nos-a
don ti ma e regulamento da no-sa condu-
ta Aiuda na5 he lempo de lamentr-
teos a impiedade universal, que provo>
ca a mais justa indignado' de Dos orlen
dido, e somente placa ve! pela retracta-
cao de tantos escndalos ? He verdade que
o Evangeiho nos aflirma a necessidade d'
estes, porem tambero deplora a sorte da
quellei, que os occasiooa ; Neeessa cst
W
enim ut veniant scand la : verumtamen
vse bomini illi, perquem scandalum ve-
nit. Math. cap. 18. 7. pois que o
Dos Sabbaoth em sua infinita Sabsdoria
os julgou indispeusaveis.
(Continusi-se-ha.)
InstrucftS Publioa.
Todos osGovernos cojas vi9ts slcanpa
o futuro, que ua5 se ocenpa m ionio
bem estar actual da Sociedade masque
desejaS abrir lbe caminho de raaiores ven-
turas, efazel-a progiedir na carreira da
civisaca, ampenhad-se na irx-truccaij
publica, em se 1 progresso, e melhora
ment. Esas hornera que se nao poda
deixar de citer, toda a vea que se trata da
qoaoto ha ahi de grande e generoso ni
arte de govoinar e afortunar os hornera,
Nepoleo, no meio de suas lidas detuas
guerras com a Europa de suas vastas con-
cepces, nad se descuidou deasmmpto,
que, primeira vista pouco importante ,
he aos olhos do pensador de tanta magni
tude. Elle achava dias para subtrahir-ss
suas immensas occupar;5es e ir exami-
nar o famoso estabelecimento de San Cy<-j
para ir visitar os Lyceos de Psiis. Aln o
Imperador asqueen a etiqueta da Cuita,
aff.vel interrogaba 09 alumnos sobie as
materKS deseus estudos provava st-ui a-
limentos, hebia em Stus cupos. Sim que
todas aquellas ciiancinhis era, como
elle o dizia ptima sement de Generis,
e quem quer ter boa colbeita irata bm de
suas sement?.
He lugar commum militas vezas j re-
producido a impoitancia e utilidade da
in-tiurca5, j della todos estaS convenci-
dos, e paradoxo insustentavel seria a o-
piniaS contraria. Infelizmenta par a
maior paitados horaens essa importan-
cia essa utilidade apenas se releie im-
trucca primaria ao estudo das priinui-
ras letras. Ideia t6 mesquinha n- me-
rece :ria refutacaS. Separa o-raelhora-
menlo pro^ressivo da especie human se
para a civil.-aca6 e felicidade das Naces,
convem e mesmo he preciso que gran-
de parle de seus membros sa;bao pelo me-
nos ler, e escrever til he que o nume-
ro coosideravel dessss que se ua6 desti-
ni5 s artes meoaDicas desses qua tem de
occupir mpregos pblicos, e oeentiar
as aulas superiores receba urna euura-
ca liberal, lenhaO noeSes variadas das
8ciencis, e das bellas letras, quesuavi-
b.- os coatumes e da5 nolne- i mirac5os.
Esse principios na5 descoahecia oG;
nio que poa fim revoluca Francaza, e
reorganisou aquella potencia: foi de con-
lormidide com clle< que no reiatorio souru
a situsc"5 interna da Fraila presentado
ao Corpo Legislativo no anuo dcimo da
Repblica o Conselheiro de Estado Thi-
han leau depois da ter dado conta do atra-
so da iustruccad publica fas a seguiute
promessa.
Trinta escolas, sob o rumie do Ly-
ceos serio organisadas, e su tenld.<-
expendas da NaQa, as pnn des que por sua siluaca pelos costumts
de seus habitantes forero mais favoraveis
ao estudo das bellas letras e das cien-
cias.
Nelles ensinar-se-bio as linguas sabias ,
a Geografia e a Historia a Lgica a
Physica e as ciencias Mathematicas, e
Cornelias as linguas modernas de maior u-
tilrdade.
Por esses estabelecimentos serio de-tri-
bui los seis mil alumnos da patrie que
serio educados gratuitamente, e cu-ta
doEitado; outros alumnos podero ser
admiltidos custa de seos pais.
Para a organisa?5, e otrervaci des-
ses Lyceos, para 01 donados dos Prolesso-
res, honorarios dos Directores e Adminis-
tradores, applicar-se bao anuualmente 6
ujilhes de francos.
Tal he era resumo o -ytenla que pare-
niaior fossesau numero escaparlo a wua
desvellos e sua attenca, alam de que
nao sei a fcil echarom-se os necessanos-
Professores, Profeisores dessts que do
A _
" /


DIARIO DI PKmBAMBDCO
^
K W
i
fama huma escolll netn Directores ca-
pares da raanter a severa disciplina qoe
da indispensarel.
Trinta Lyceos prudentemente distri-
buidos uo territorio da Franca servir da
focos que por toda a parta espallun o
brlbo de suas luzes; os estraogeiroscon-
templar-nos-hi coma dantes n contem-
plramos essas famosas escolas da Alterna-
iiha e di Inglaterra : alies igualarlo es-
sas celebres Universidades qua vistas de
longe impunha Europa admiraea, e
re-peito.
Infelizmente para nos desses eslabeleci-
niant'S de que Napolea no maio de suas
(ruanas interminareis quaiia 3o para a
Franca o Brasil na5 tem netn b Corta mesmo delles carece! Liberte-,
q unto podia ser com a instrucea pri-
maria nossos Legisladoies occupados com
outros assumptos nunca podera volver os
olbos para a educaca secundaria da moci-
dade Brasileira e os oossos Governos em-
pautados quasi continuamente ne-sis la-
tas intestinas que tem marcado nossa exis-
teoca poltica nao tem poJido chamar
a attenca dos Legisladores para essa ne-
essidade do servico publico nem colher
documentos que sirv5 de base a seus tra-
|n I bus, nam offerecer planos de organisa-
cao suas raeditac5ts.
O coucuiso dessas circunstancias, e da
o u tras umitas, qua por longo, fastidio*
so n.i enumeramos fez qua at agora
taflQ jazido en esquecimeuto nossa instruc-
ea secoadaria ; sau nomo mesmo he tal
'vez desconhecido de nossa populaca e a
poin-a que tumos est entregue especula-
tss particulares. Apenas de vez ein
quirnJPa creaci de alguina Cadeira pu-
blica de L.iiuu da Rhelorica, ou da Phi-
lo-oplua he laucada cotuoesmo avidez
de iristi ucca de nossa mocidade: mas
neuhuin nexo cominum liga huma as un-
tras essascadeirai, nenbumi Autoridad
as viga ninguem se occupa com o mo-
do pelo qual os Piofe-s nes, huma vez
prvidos, desempenha saus deveres,
com o bystema de ausiuo qua adcpd,
com o piogre*so que fazem si-uj alumnos;
falta Ihes'a eitieaz iuspeccio Superior.
Prova vidente de que semtlbante me-
thudo na5 satisfaz a exigencia publica, da'-
nos o pequeo coucuiso de alumnos que
trequeiita essas aulas apezar de riel la- ser
gratuito o ensiuo, em quinto queacon-
fiatic t dos pis usurpada ou huno me-
recida pelos Collegios particulares, multi-
plica o numero desses estabelecimentos e
da'-lhes incremeuto e prosperidad?.
Tal he nosso atrazo a respeito dos di-
versos ramos da instrucco secundaria,
que ainda este anno em uossas Cantaras
Legislativas discutio sa a necessidade de
dispensar osjoteus, que pretender mat-i-
cular se em oossos Cursos Jurdico*, do
exarne da Geogiaphia, dessa Scieucia ta6
indispeusavel o hornera que se applica s
profisses liberaes, que deveriamos lepu-
tar como vergooha nao ter pelo menos ,
algumas noches geraes della.
Entra es inconvenientes dess ordem
de coasas, cuja enumeraran desojamos
preterir nao podemos todava passar em
silencio bum dos mais graves ; he o des-
amor que entre nos se cottuma ter lei-
tura e ao e>tado.
A ieituraque be na realidade bum di-
vartimento, huma distracca he geral-
inunte entre nos reputada grave afanosa
occupaya. Acoquinados na mocidade
ssa vida irregular, esse* multiplicados
passeios aos ruidosos divertimantos de
lesta-, detbeatros, tomamos por habito
isso quo fazemos m ssa idade e como b
pegamos nos livros para bir para as aulis ,
como os largamos apenas voltamoa para
casa tomamos-Ibes averso e quindo
homens habituados a esse ir. ni da vida ,
julgarnos qua sabemos baslaute com isso
que mal aprendemos na mucidade e que
de dia em dia vamo esqnecendo.
Edesl'arte, exceptuando alguna prin-
cipios de poltica, errneos ou verdadei-
roa bebid"9 na licao dos peridicos,
exceptuando taires essa superficie de botn
t'in, esse verniz de eduoaca polida que
recebara no ti aquejo da vida social, o que
he que poda saber grande numero de nos-
sos jovens, em que he qoe se cira suas
conrersafoens ?
Para n mediarem essas inconvenientes,
que esforcos rio tem de fazer aquelles de
Qissos patricios, que querem aihir dessa
o.bita coromum de estudos, em que 08
outros girad? Que trabalho que tempo
nao gista para aprenderem por si, e
com o soccorro nico dos livros o que te
fcilmente aprenderas na idade propria ,
a debaixo da direcad de hbil Professor ?
A triste influencia des-e pessimo sy-te-
ma dizemos mil, dessa falta da todo o
systema fcilmente se eridancia a quem
obierra a extraordinaria comprehensio
de nossos patricios o talento que deseu-
rolvam as aulas, o espirito atilado ein-
telligente que Ibesaplaina esdifliculdades ,
e depois os v chegaiem quasi todos mes-
qoinha medianil.
Ou trota uto nos oio aconte aria se ti-
vessamosbem legrados Collegios, de onda
fosse licito ao alumno sabir apenas hum
ou dous das no mez para irem passar em
companhias de seus pas. To raras vi-
zitas nio Ibe fasem perder os hbitos a
que se vio amoldando: ah lies acostu
mose a emprogar utilmente as horas de
seusdias, a nio perderem o tempo esia
nioeJa da existeotia a lidando todo o
dia Gom diminutissimas iuterrnpces
necessarias para desnaucar o espirito,
i om seus linos, e seus estudos, habitu
o-se a essa geoero de vida, a quando
homens, sabem achar horas, que apl
quem a leitura e as quaes estudem.
Esse sy-tema de Lyceos, e Collegios, es-
se methodo de educaco segundarias de
ha muito que esta' adoptado em toda a
Europa, eespecialmente na Fraoca, on-
de lollga duraco o tem sanecionado.
Dahi provem qoe raro be encontrar n
Sociedade hum mancebo que nio tenhs
fiequeutado aulas superiores, especial-
mente as de Jurisprudencia : be por isso
que b acba se para todos os E nao pequeo numero do pessoas instrui-
das : he porisso que ah se poda exigir,
mesmo pira obter um officio de tabelio ,
a fiequencia da dous aunos de escola da
Dreito que presuppoem o titulo de Ba-
iecha! era letras : ahi mesmo para poder-
se ser solicitador de raneas (a vom;)j x ga-e
os exames previos de Barbarel em Letras,
e os de hum anno da aula do Oireito ; em
quinto qu" rntre n*. .
Dessas r< II xes que levamos feitas, f-
cil be comprehender-se a nececsidade, a
urgencia di craacio de bum Coilagio ou
Lyceo Nacional, onde nossa mocidade
ac'ie reunidas todas as doctrinas qua vai
beber incompletas nos Collegios particu-
lares e que a levem por degraos indis-
peusaveis at as aulas superiores de nos
.-a Academia, formando sssim hum vasto
complexo dos estudo.
Tantos sao toda via os obstculos com
que lera' de lutar aquella que quiser dar
ealufaaCo a essa necessidade, e que tentir,
se nos he licita a ezpressio, aclimar em
nossa patria semelhante iostituico ,
que nio pequeua sera' a gloria da tenta-
tiva immensa a do bom xito. Ab !
Po-samosom breve ver dotada a Coi te,
e com ella o Brasil inteiro de hum Lyceo
em qne saja educica a sua mocidade.
Do Correio Official.
EXTERIOR.
HESPAMU.
O nosso prospecto d questio Hespa-
nhola fez algum detenvolvimento no cur-
sa di sr-man.i passadi. D. S bistiio que
tendo batido I'icam em Hernani, nao qu'Z
esperar peloattaque de Eipartero n'aqoel-
la pi ac mis prevaaecendo-so da occasiio
de reunir urna ta5 grande forca em S. Se-
bastiio marebou com.a expedii5 que
depois produzio ti terriveis effeitos, tem-
e mostrado General.
Tendo aviucado al Huesca foi atu-
rado por Lribarren, e um poderoso ex-
eroitoj o Geuara! foi morto e suas Iropai
deslrogadas e a expedica avanpou pira
BirbsstiO ; aqu fizera as Coris Chrisli-
iias oulra desesperada tentativa para re-
primir a mircba progressiva dos Carlis-
tas, mas t. Sftbasiio foi bem succedido ;
o volante Courad foi morto a os auxilia-
res Francezes, qua era as melhores tro-
pas da Raiuh.i em campo fara feitas em
postas. A expedica atravessou o Cines,
a foi attacada em Guisona na Catilunba
pelo CepitaS General da Provincia o Bi-
rlo de Mear, com todo o sea poder: que
o Bario foi derrotado muito claro ,
porque pouco depois d'este encontr D.
Sebistia atraressou o Ebro. Tocava en-
ta5a rez deOraa de dirig tante e D. Sebastiio foi furiosimente at-
tacado em Chiras ptlos Christinos sobo
commindo de Oraa. Os Ca listas tinbaB
lerado am recouhecimenlo a Valenc a : a
avangada pareceu prematura o tiles re-
cuira para Cantarieja seu g-ande arma-
zem d'arroas ; mis Oraa foi i ecbagado ,
porque em vez de seguir os Carlistas q' se
retiraran elle deixou-os cubrir a avanca-
da 'uma nova expedica sob o comman-
de da Zariategui. Elleatrivessou o Ebro
sera opposica; e depois de desbaratar o
Bira das Antas e seus auxiliare* Po tu -
guezes, atravessoao Douro no i. do cor-
rete e avancou sobreSegovia. E-la for-
te Cidade foi tomada nelos Callistas; ei
sua bella, a antiga Torre Mourieca (al-
cacar ou cidadella) leudo ltimamente
sido convertida em arsenal, .-upprio-os de
armas a muuipes, e os seas ricos Ci-
didlos Ibes dera um bom forneciment
para a caixa de guerra. Dahi avaacou o
Chefe- Carlista a 4 do corrente pira o Pa-
lacio de Santo Ildefonso (agora La Gran-
ja ). Crar-se ha que a forca Carlista ,
qne mirchou do Ebro para o E-curial sem
opposiead, eque agora ameica Madiid
era distancia de cerca de quarenta e oito
horas de marcha eonsta someole de 5
mil homens d'infantaria e 220 de ca val-
lara ? O dever da reprimir a avanga Ja
de Ziriategui devolva sobre Mndez Vi-
go mas aquelle General estva a 5 era
Santa Maria de Vieva algumas legoa-* dis-
tante de Segoria. No entretanto Lan-
gostera o ilguns outros ebefes Oarli-tas ,
oceupa a attenca do Baiode Meer, a o
con-erva entretido na Catalunha, am
quinto Oraa e Espartero (este no dupli-
cado emprego de Searetao da Guerra e
de General em GhefeJ estaS sullicieote-
ineata occupados am observar oa mori*
mentos de D. Sebastian qoe se diz ter
sabido de Cantarieja paraVilla Franca. O
principal objactodo movim* de Zariategai
miis p ro va ve! mente attrahir a attenca de
Espartero e Oraa ou cauzar a revoca-
ci d'um ou d-outro para Midrid por
cujo meio D. Sebislia tirar em liberda-
de pira proseguiros seas planos ou contra
Valencia 00 contra algum outro ponto.
Os 5,ooo Carlistas tomara enta urna po-
sic- o!cv?di sobre o Guadamarra so
branceira capital, d'onde m serio f-
cilmente desalojados. Oj alliados Ingle-
zes Francezes e Portuguezes e-ti ago-
ra retirados, 00 fora da combate, ea
contenda verdaderamente Hespauboli.
Contine ella a ser puramente nacional.
No i." d'Agosto Espartero esereveo d .
Fortanete partacipaodo Secretaria da
Guerra queem quanto avaneava sobre Vil-
la Fraucaa fira de anniquillar ahi os re-
beldes souhe qua elles se haviid salvado
por nma retirada (ou avancada, como
(uizerem) com o intento da passarem ao
I-ixo AragaS echegando Calitayod ,
tffectuar urna juneca com a expadicad de
Castella; mas Oraa pedio liceoaa para dis-
cordar do Geueral em Chefe e af&rmou
que Carlos se mova sobre Mirarobel, pa-
ra 1M01 ella. Espartero ainda estara con-
vencido que uma retirada para Navarra ,
ou uma juneca em Castella era o objecio
dos Cbefes Carlistas e foi determinado ,
Taimahle, que Oraa perseguira o ini-
migo segundo o sea credo do seu lugar e
que Espartero assim manobrara como
humpre para conservar diaotaira do ini-
uiigo.
Estes pontos com a opinio d'arobos os
Geoeraes em qiiauto posica a otenca
dos Carlistas fora repetidos nos despa-
chos de 3, e a 5 o Cipita-Geoeral da
Velha Castella (Vigo) descrece se como
avancando em soccorro de Segovia cuj
fortaleza reil com 600 homens foi lomada
por escalada por 25o dos rebeldes na no-
te antecedente. Todos os thesouros dos
conventos, e cidades fora tomados no
alcacar pelos Carlistas ecarregadog an-
tea da chegada de Mndez Vigo juntamen-
te com os Pupilos da Escola da Artilheria,
te. A guarnica rendeo se sob a condi-
ftd de serena as suas vidas poupadifl. Os
Ciclistas euta occupira La Granja no
anniversario' da constituici do Sargento
Garca.
Deramos dar a filia do Capita General
de Nova Castalia (Alraraz) a Guarda Na-
cional de Madrid. E' un prora deleita-
re! da jactancia Hespanhola : Um
coi po composta apenas de 5,ooo homens
acaba de oceupar Segovia e o seo alca
cr (fortaleza) contra toda a probabilidad
de. Porem esie accontecimento nao ter
influencia alguraa sobre a sorte d'esta Ca-
pital guarnecida por soldados do exerci-
to e uma numerosa, resoluta Guarda
Nacional. Posso assegurar-vos que o Go-
veruo lera tomado todas as medidas que
julgnu necessarias para aniquilar os re-
heldesquo intentan pizar o territorio da
Nova Castella ; a nada omittii para cas-
tigar os iniraigos do Throno c da Pa-
tria.
Soldados do excrcito a Gardas Nici j
naes! Tratando-se dos rebeldes, nada
raais tenho a dizer-vos nem admoesta-
gao nlgurna a fazer-voa. Vos, defensores
di C0.1 ,titi:icio i e da Illustra Isabel 2.',
sibeis fazer o vosso dever. A ni.* fortaleza
ser igual rainha Ilimitada resoluca. O-
bediencia e umio o o nosso triunfo se-
ta la certo qnanto a cauza que defen-
demos e defenderemos at exteiminai-
mos as hordas Carlistas justa, a san-
ta, u
Antonio M. Alvarez.
(The Atlas. Traduzido.)
LOTERA do livramento.
Tendo se ja vendido huma grande por-
fo de bhetes ; ha toda a esperanoa do
qne as ro las andario mu brerementa j e
logo que Andar o andamento das rodas da
Lotera da B>a vi-ta sera' marcado o dia
impretervel da do Lirramenlo o qual de-
pende da pronta ven Ja dos hilbeteaque
exist m, e que se acha nos lugares ja an-
nunciados.
AVIZOS DIVERSOS.
Aluga-sedois negros rebustos pa-
ra palafia, ou serrara; quera os preten-
der annuncie.
*P" Huma pe-s'ia que tem pratica da
e-ciipt.iiatio, e mesmo riscar mappis, ou-
tias quaeisquer cousas relativas, olerecu
seu pi estimo as tai des para executar es-
ta trabalho. 011 s ja em casa du nteiessin-
te, ou (ora della ; prometiendo faser til-
do pelo menor preco possivel : no segun-
do andar no Pateo do CartsoD, 4,an~
nuncie.
jry* Joio Leite Rapozo morador na
Venda Grande, rendo no Di ni, n. 9 do
12 do corrente um aonunciu leito por An-
tonio Jos Pinto sobre hum escravo fgi-
do, no qual diz que Joio Felis e Fran-
cisco Aotonio, oliaba aprehendido, e
depositado era caza de Juo Leite, e romo
o annunriante nao conhece naquelle lugar
outro de seu no me por isso l.iz o presen-
te annuucio para inteiligencia do dito Pin-
to que Ibe nio entregarlo escravo algum ,
e nem conbeceosque se disserio apreben-
dedore o por estes motivos julga ter sido
engao de norae nos declarantes.
tatji* Manoel Antonio de Souza, fizsci-
enta a quem convier, que se acha fasendo
Inventario pira partilhas pelo C' n tono do
Juiz dos orlaos desta Cidade, por I le-ci-
inanto de soa mulher Francisca Romana
daCouceicio e por isso avisa aquellas pes-
soas a quem o mesmo casal pus-a dever
hajaonoprazo de quinze das contados
dadatadeste de apresentar as cuas contas
legalizadas, depois do qual nenhum rigor
lera' qualquer conta que apresentem ao
annunciante.
yy Nos diss da Fasta furtara do si-
tio da Belchior J >se dos Res um caval-
lofoveiio, frente abara os 4 pes arre-
acados, meio carregador bsixo : quera
aprehender dito cavallo dirija-se ao 1.
andar do Sobrado da ra do Rangal qua
volta para o Trem quasai rri-umpen-
sado.
'
I
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'
*
^


DIA1I0 BIPRINAMIDCO]
mi


L

Um portuguez idoeosemfamilia,
e quB tem pi tica de plantaces, se oftere-
ce para trabalhar; quem dalla precisar
annuncie.
TW A pessoa que precisar de urna
ama de casa pua cozinhar e engornmar,
diija-sa a ra est quina da roa da Isranjeira.
JQ^ Precisa-se de alugar um preto pa-
ra andar cora urna carroca Tandeado agoa,
pags-se 0 \> rs. por dia e sustento; quem
o tiver di-iia-sea traropeno sitio peque-
no do Sr. Hercul mo.
^y Pretende se alu^a* um sitio ero
S. Amaro ou no beco do me-uno que vira
para Balem que t?nba casa de vi venda ,
arvor'dos de fiucios, a commodos para
daas ou 3 vaccasde leite ; quem o tiver,
dirija-?e a ra nova L). 26.
rt^Aluga-teo 3. andar do sobrado da
Tua do Quemado D. 5 ; a tratar a luja
do dito.
iny* Fartario da casa da ra do Li-
vramento D. lo uro relosjio patente de
u. 2o64 autor Daniel-Slow Fast, caixa
do ouro e coro cadeias, e chaves e ou
tro de sabooete de prata e do fabrica In-
gleza coro a corda quebrada ; a quem
ior offerecido podaos tomar e levar a dita
cesa que se data outros signaes e se re-
compensar o tiabalho.
WT Achou-se nodio i5 a larde, na
encruxiada do chora meninas um par de
esporas d- prat o dono dirija-se a ra do
Raogel ultimo sobrado ( defroute da re-
particio do sello) que dando os sigoaes
lbe .ser promptamtnte entregue.
tS3>* O Bacbarel Antonio di Araujo
Ferreirae Jacobina mudou a sua resi-
dencia da casa em que morava para a im-
mediata da ra larga do Rosario ; as
pessoas que pieci-arem da tea presumo
como advogado, poderu-o procurar na
mencionada casa,
(c> Precisa-se de um portugnez che-
gado a pouco para servir de administra-
dor de um engeuho ; quem DC tts circuns-
tancias astiver duija-&e ao eito do Cal-
derero a Joaqu ni Coellio Cintra ou a
sua Senbora que dir quem precisa.
WJF Piecisa-sc de um Sacerdote para
Coadjolor de urna Freguc/ia no Seitio do
Sirid centro da Provincia do Rio G.
do Norte distante desla pura 9o legoas:
o Sr. Sacerdote que quiser dita Coadju-
tora dirija-se ao Seminario a fallar com
Francisco Jos do Souza.
{C9* Precisa-se de i 40Cv55000 a Pe-
rnio, pelo pra^o de um armo, bvpoihe-
caodo-se duas moradas de casas terreas; a
pessoa a quem convier esie negocio an-
uencia sua ramada.
f/&* Ua> portuguez, que Bebe ler, es-
crever e contar, se olerece para cai-
xeiro de qualquer casa de negocio, anda
mesmo para fora da prara ; quem d'clle j
precisar, diiija-se a ra neita D. 53. !
i^> No sitio denominado cacimba do '
Monte em linda aparecen um pieto
velho obstruido bastantemente doente ,
disendo ser liberto, e qoe .'servira do
graca por tempo de um inno a quem o
curasbo o que la : pub'ico o piopiieta-
rio do dito sitio para eviiar duvidas.
W Offeieca se p ra caixiro da es-
cripturacio ou loj i de fazendas, um ra-
pas portugus de 16 annos de darle o
qual nao s -.alio ler e eacrever com 'oda
a orlhografia, como tambem perfeitamen-
te arilhemetca Gramroatica e Iiogoa
Franceza : a pessoa que de sau prest-.mo
ao quis r utilizar aununcis a sua mora-
da.
^ Luiz Antonio Sequeira Jnior
testamenten o do seu fallecido tio o Sr.
Caetaoo Jos de Siqueira convida a todos
os Srs. credores deste, acomparecereui
no dia i9 do corrente as n horas da mi-
nliai em sua casa na i u,< da cadeia velha
do Recite n. io nao ; para a-sislirem a
ebrirem-se as portas da luja, e rasgarem-
se os sellos com que ellas esto desdo o dis
do i.iiicf.iiiio do mesujo para veiem o
estado da casa tautu no seu activo como
iio seu passvo.
*W Perdeu-se em o dis 16 do crran-
te as duas horas da tarde urna carteira com
8ifflooo rs. em ed"l"S. sendo urna de
5o$ooo duas de lo^ooo urna de 5$ooo
ama de a$ooo a Uez de 1$joo desda
O Convento de S. Francisco ra do Cres*
C81 *u!8 Pateo do Hospital, at a
ra do JooZurrich quem aachouque-
rendo restituir poda dirigir-se ao Conven
to de S. Francisco a fallar com Fr. Jos de
Capistrano Mendonca que recompensa-
r generosamente.
fdP* No dia 23 horas do dia na ra do Cabug em casa da
residencia do primeiro abaixo assigoado
se ha de por em leilio, o arrendamt-nto
por 9 annos infaliveis (obrigsm se a nio
vender a proprieda Je dentro dos 9 annos,
com todas as segurarlas ) de urna propri-
edade com sobrado construida a tres annos
pelo fallecido Jos Fernandes Gama e si-
ta no forte do mallos em que tem agora
prerua de algodo o Sr. Aatouio los Pe-
i tira da Mendonca cojo tempo de ar-
rendamento findou-se no dia do falleci-
mento do primeiro proprietario. O li-
citantes queirio comparecer na hora, e lu-
gar indicada e no acto do leilio se dirao
ascondices, e o negocio que prope os
donos da propriedade que .o os abaixo
a-signados = Jo Bernardo Fernandes
Gama Bernardo FernandasCama.
'ff^ Precisa-se de alugar urna mulher
forra ou captiva fiel ede bonscostumes,
e que suba cozinhar bem : no atierro da
Boa vista sobrado D. 16.
IQp* Um rapaz brasileiro chegado a
pouco do matto que sabe ler escrever,
e contar e d Gador a sua conducta se
cfleiece para caizeire de qualquer casa de
negocio ; qnem d'elle precisar annuncie.
ifW Na larde do dia i7 do crrante fu-
gio um papsgaioda casa D. 6 na ra de
S. Rita nova na mesmase gratificar a
quem o acbou.
|f Manoel de S e Souza ; faz pu-
blico, que tendo apartado em 2 do cor-
renta a sociedade que tinha com Lean-
dro Jos Silveira a ficando por este mo-
tivo rsponsavel as anteriores tranzaces
da mesma sociedade e andamento o seu
negocio se firmar em lugar de Manoel de
S e Soaza e Companbia, Manoel de S e
Souza.
tflP* Alega se para casa de um hornera
solleiro urna escrava muito boa engom-
madeira e cozinbeira : na ra velhacasa
D. 14.
fjQ^ O Prefeito da Comarca rnodou
a sua residencia para a ra do Rangel so
bradon. 5i.
19a A pessoa que quer fallara D. Ge-
noveva Perpetua de Jezus Caldas, dirja-
se atraz da Mal iz da Boa vista em um so
hrado de dois andares dtfi ODtc da casa do
Sr. Patricio Jos Borges de Freitas.
NAVIOS A CARGA.
Para Loanda
eK> Segu com a maior bretidade po-
siveloBiigue Portuguez Alcides quem
nelle quizer carregar ou ir de pissagero
dirija-se a Noberto Joaquim Jos Guodes.
Para o Rio de Janeiro
yfW O muito velleiro Bergaotim deno-
minado Veloz a annunciado segae via-
gerr. impreterivelmenta em 25 do correte
me/, tem a maior parte da carga promnto
quem nelle quiser carregar ou hir de
passagem para o que tem excelentes
commodos, dirija-se aos Consignatarios
Rosa, Irmo e Rocha na ra da Cruz nu-
mero 28, ouaoCapitioa bordo.
COMPRAS.
W Urna morada de casa terrea; quem
a tiver annuncie.
8^> Um papagaio que seja bastante hi-
lador : na ruada All-mdega vellia n. 3.
jry 2oo garrafas vanas : na venda
da quina do beco do peixe frito.
VENDAS.
^ O Numero 1 do Carapaceiro do
presente aono : na praca da Iodependeo.
cia loja de livros n. 37 e 38, e adverle-
se aos Sr. asignantes que nao ie poden.
do inda liquidar a eonta do anuo findo,
por ora nio se dastribuir pare nSo dis-
pender-se com deitribui^o sem se poder
realisar a nceita.
Sal de Cabo verde por preco cora-
modo a fallar com Joaquim de Sonsa
Pinto na ra da Sanzalla Velha N. 26.
eK^" Por 5oo,ooo a quarta psrte da casa
sita na ra das 5 ponas D. 35 sonde (em
venda Antonio da Araujo Rial: na ra do
Livramento armasem de louca D. \.
W Urna mulata que sabe bem servir
a qualquer Seohora pentiala prgala e
tudo mais de urna casa, procure na roa
lar ga do Rozaiio casa n. 2 segundo o ler-
ceiio andT.
ft^ m moialinho de 12 annos de
idade, babel para a prender qualquer efii-
ci: na ra do Collegio no deposito de
chapeos D. \.
Iry Urna morada de casis terreas eom
meias aguas no fondo na ra atrs de S.
Josa n. 20, atiatar com sua prop ietaiia
na asa de 2 andares, no principio da ra
do Riangel.
Botijas de ginebra a a8ors. cada
urna na venda de ra do Colegio D. 8 por
baixo da casa da Cmara.
IJLeP Caxinbas com as admirareis veli-
nhas de fsforos que basta tio somecle
lorcer-seo pavio para *aparecer urna Inz
rriui legular que atura por espaco de 5
minutos : na pracinha do Livramento lo-
ja de I a?en das D. a5.
%y Um armasem de sal com arranjo
para familia: as cinco Pontis casa Daci-
ma /\j.
99" Urna negra d" idade i\ a 26 an-
nos lava de sabio de barreda engm-
ala f.-z doce, ecozinha muilo bem a vis-
ta do comprador se dir por que se vende
as cinc Ponas venda D. 10.
WC* Urna tscrava de idade 22 annos ,
de naci < ose, boa engommadeira co-
zinha bem.o diario de urna casa lava de
sabio e barrella com tanto que hade ser
p.n a lora da Provincia ou para CtrtSfS
longos : na ra Direita vndaD. 9.
yf& Um negro coro cilicio de serra-
dor e carreiro, e urna negra do gento de
aogoila cozinha odiarlo de urna Msa,,
engoroma a lava de barrella ambos de
boa figura para lora da trra ou para
o matto, por preco commodo : na rus de
Horlas sobrado D. 33,
*J9" Urna escrava de naci robollo com
idade de 18 a 20 aooos boa engomma-
deira, co/inba cose lava de sabio: na
ra Direita D. 2o quem vem do Livramen-
to lado e-querdo.
VW* Rap princeza de Lisboa de boa
qualidade, dando-se amostra ao compra-
dor e por preco muito commodo: na ra
do Queiraado loja de fazendas antes do
heco da Congregado ao peda do Senhor
Gusmao.
tW Urna junta de bois mancos gran-
des e gordos um quartau capado carnu-
do c um silim coro muilo pouco uzo
com todos eus pertences : ne pateo de S.
Pedio ledo esquerdo D. 6.
V4P1 Urna escrava meca cozinha, en-
gomma lava roupa de sabio, c vrela,
c boa quitandeira : na ra do Fogo L).
11.
99* O Patacho Americano Neptuno
forrado de cobre pronto para seguir qual-
quer viagem construido em i833 a fallar
com seus Consiguinalario Heniy Forster
& Conjpanhia : 11a ruada Sanzalla velha
n. 1.
%-W" Siccas com bom feijo mulatinho
! a 4^300 ls- no armasem de Antonio Joa-
quim Pereira de fronte da Escndinba;
W1 Siccas com Cariaba do Rio de Ja-
neiro, a de Suii superior a da Moribe-
ca : 00 armasem de Santos Braga, ra
da Moeda.
t& Rsp princeza de Lisboa a libra ,
as oitavas dito princeza e ara preta
da Babia, cha isson d^ prime-ira sorte ,
dito pcrola dito aljfar dito Imperial
em caixinha deduas libras, tinta de es-
crever em garraiuhas o em potes dita
encamada, ricos estojos de duas navalhas
finas e inglezas lezourinhas para corlar
uuhas Usutas de relroz para fardas e
botSes para ditas dito de metal amre-
lo superior calsado de Lisboa para Se-
nbora pirlas de familia em frascos de
100 e de 5o com o sen competente folbe-
tj. o mitras mullas miudezas de todas as
qualidades; assim como superior bizas,
todo por preco commodo : na praca da
Independencia loja n. 2o.
ypp Huoi bom cavallo com todos os
andares, bastante carnudo, por preco re ni -
to commodo : na armasem da roa Nova
D.34.
jDJT Huma porca5 de penas de Erna :
na ra da Cadeia do Recife armasem nu-
mero f).
ESCRAVOS FGIDOS.
Y9" No da ]2 uo correte a tarde fu-
gio urna negra de afio ja idosa de jnome
Anua ella he baixa de estatura o tem
um andar compassado antigameute ella
costumava a hir 00 mallo buscar hervas
medicinaos, evende-las naribeiraj cons-
ta que ella te acba acoitada n'esta Cidade:
os apprehendedores podero a levar na ra
dos Quaileis O. 3.
fcjr No da i4 do corrente fugio urna
negra crioula haiza e grossa ps gran-
des e um lauto redondos nar z gnnde,
e levou vestido de xila azul e baeta ver-
de conduzindo um balaio com mais
roupa entre a dita urna cami-a nova que
ella eslava cosendo : os apprehendedores
a h-vem a ra da Florentina D. 9, que ae-
rad recompensados.
JCP No dia 25 de Novembro p. p. fu-
gio um muleque por nouie Joio de idade
16 para i7 annos com os signaes seguirles
bastante seco do corpo quando se esper-
ta com tile gagueja, cabellos grandes olhos
b'ancos e avidragados sabio as 4 horas
da madrugada com urna baeta encarnada
velha com um ferro e urna corrento fina
em um p quem o pegar leve a seu Se-
nhor Antonio Maia Coi (es: na ra da La-
rangeira que sera pago do seo trahallio;
fleT No dia 28 de Setembro p. p. fu-
gio um negro de uome Joio de naci ca-
mundongo com os signaes segralos boa
estatura um tanto corpulento ronilo
pelo bem parecido posto que carran-
cudo beicos e sobrancelhas grucas ; ore-
Ibas e cabeca pequea tem urna sicatriz uo
rosto da parle direita proveniente de bm
talho ; tem um pequeo inda nio bem se-
catrisadosobre o nacis entre osolhos ; esta
neg o foi comprado em Macei a Joaquim
Jos d'Araujo por Joaquim Josa [de Azede
que o vendeu n'esta prega de Pernambu-
co ao Ajudante Francisco Joaquim Perei-
ra Lobo, o qual olorose ioo5ooo rs. de
gralificago a quem o trocer a casa de sua
rezidencia de fronte da Matriz do Sacra-
mento do bairro de S. Antonio na esquina
da ra das Trileiras primeiro andar.
ajqaa Jos mulato estatura regular ,
pouca barba desdentado e com nicatris
de um talho de mixado em um dos dedos
do p repiesenta ter 35 annos de idade,
fugio do Engenho Qu'linduba no dia a7
deDezembro p. p. e j foi encontrado no
caminho dos tocos diiigiudo-se para o Re-
cife n ultimo do mesrno mez e como de
outra ves que fugio estivesje servindo de
marinheiro em urna embarcaeio'de guerra
ero que andou pelos portos do Sul, talvez
queira a gora lazar o memio e por i-so
previne-se aos Senhores Capites de navi-
os hajio de ter todaa vigilancia possivel pa
ra que entra a >>ua tribnlacio se nio en-
volv.i o r I rido mulato, di mesma roa-
neira previne-se as pessoas que conduzem
com boios para o Certio de nao concent-
re m que a ellos se agregue o dito fugitivo:
os apprehendedores dirijo-seao referido
engenho a cima que serio generozamen-
te recompensados.
|Bp bezaparecen urna preta do genlio
de angola bnguela por norae Maris al-
ta seca tem urna marca preta junto ao
oluodireito, cahecio e vislido azul com
babado branco no (albo : quem a topar
dirija-sua rt' de S. Rita nova casa do
canto do lampiio D. 21.
V9" No da 15 co corrente dezapare-
ceu do Reala um muleque por noroe Za-
caras de naci congo levou vestido com
camisa e calsa dealgudio da trra deal-
tui a regular rosto comprido e ps gian-
des e magro quem o raeimo appre-
hender pode levallo a ra da Cadeia casa
n. i9 que ser bem recompensado.
gry No dia 31 do p. p. Dezembro, fu-
gio da Comarca do Rio Formoso, urna
eserrva da costa estatura alta cor fula ,
corpo regular, falla alguma cousa emba-
rassada a qual consta andar nesta parca;
puem deila souber ou pegar, a leve no d
po ito da chapeos da ra do Collegio D. 4*
Per, ka Tip, pb tu, f. db fria,i858,


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