Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03246


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Full Text
f:
UNNO DE 1838 QUARTA FEIRA

i
. '
17- OE JANEILIO. N. |&
PERN. ka TYP. o M. F. d FARIA. 1837.
mam
0IA8 DA SEMANA.
19 ||l4i |i Amaro abade. Audien. do Juis
crime de tafde ses da T. P.
ll) Tei?a S. Mam-lio r\ m. Re. de man. e and. do
J. dos Otf- de tafite.
J? U.iMria ,. Antiio ababc sessao da Ihesourana
P. _iia0vaas4h e Varriin. nat
Jg Quima A Cadeiradc S. Pedro em Roma. Relac.
ile maith. ete.
Jg fte S. Canuto Re- sessao daThcsour. P.
aud. do J. de tard.
O imhailit s. Si bati3o e Fablao m. Re de m. e and-
do V. Q.cmlindade tard
SI Domingo S. Jpncs V. M.
atare'cliein para odia 17 de Janeiro
as 11 bofas e 42 m. da m 12 6 m. da tard.
Tudo agora depende de nds metmos da nossa
prudencia, moderarlo, e energa i continuemos
como principiamos, e seremos apontados conl admi-
rado entre as Naf oes mais cu tas.
Proclamacao d' Assemblea Geral do Brasil.
Subscrcve>se a 1,000 reis mencaes pagos adiantados
nesta Tipografa, ra das Cruses n. 3, e na Praca
ila independencia I). 37 e 38. onde se recebem e-r
respon.lencias legalisadas, e annuncios inserindo-se
estes gratis sendo dos proprios assignantes, e rindo
assignados.
CAMBIOS-
Janeiro 16.
L-Ondre 30 Ds. St. poi 1,000 ctd.
'islioa 05 |ior o[(i premio, por metal, Vom.
Kranea 315 a 320 II*. por franco
Uio de Jan. 6 p. c- de desc.
Moeda de 6.400 13,800 as relliat, noria 13.100
4.000 7.4'tO a 7.600
Peso Colunares .585
ditto Mexicanos 1,575 i.580
Patacoes Brasileiros i,585
Premio dac lettras. por mea I \\i por o|o
CoUre apar das medulas
PARTIDA 008 COHURIQS.
Olinda_Tod.>i o dias ao meio da.
Ooiana, Albandra, Paraiba, Villa do Conde, Mi-
uaiguape, Pilar, Real de S. Joao, Brcjo d'/ire*
llainha, Pomlial, Nora de Souaa. Cidade do Natal,
Vil'as de Qnianninha, e A'ova da Prineeia, Ciliada
la Fortaleza, Villa do Aquiras, Monte mor noro
\racatv Cascarel, Canind, Granja, Imperairia
> Bernardo, S. Joao do Principe, Sobral, ora de
Rl lie *, Ico, 8. Malhena, Reacbo do aangue, S
Intoniu do Jardim, Quexerainoliim. e Parnaniba
- Segunda e Seitas leiraa ao meio da por ria da
Paraiba. Santo aniio Todas a quintas feiraaao
meio da. Uaraiiluiiu, eouito nos das 10 e 24
le rada mei ao meio lia. Ploresno da 17 da
rada me ao meio da- Calio.Serinbaein, Rio For-
mlo, e Porto Cairo- nos dias U II, 21 de cida
mea- __________________
PERNAMBUCO.
OOVERNO DA PROVINCIA.
Fxpadieute do da 15 da Janeiro de 1837.
OBcio -- Ao Comman Unte das Ar-
rais, commuaicando-llie que leudo a Pre-
fcid.aou designado o qnartel i H j i >
pira otile recolhereraseos Goaidas Ni-
- cismes qie tm virtuJe da Le derem
formar o Uiltlbi) desudo; cunpreq.14
especa as suas ordem para que no s ibre-
dito Quartel sejo resebidos osditfereu-
tai cjut g nas, que para lie for anudan-
do o Go od iridate Si perior diste mu ii
. 4 cipio Francisco Jacinto Pereira enor-
regaio de orgaaisar o nneaciooado D>ta-
I Ibio.
IlliH. Snr. Iljven lo V. S. preilado
impartate servico coaJjuvinlo a este
Goverao pela Repaiticio a seu eirgo, pi-
ra que a expadiqo qua enviou para a
Provincia do Ro Grande do Sul, partiese
quinto autei a soccorrer as torcas da
It-gilidade ; eite Goveruo faltara ao seu
darer be uio loor.isse, corno p >r esta
muito louva a V. S. pelacodjuvayo, e
nergica que Iba prestou na remesa d <
mencionada Expedigio cum o qua deu
maU urna prora do aeu Brasileirismo, e
do ioteresse, que tima etn tudo quinto
respeita ao aervigo de S. Magestade o Im-
perador.
Dos Guardo a V. S. Palicio doG-
?erno de Pernimbuco l5deJaeiro de
838. Francisco do Rag-> Barros Sr.
Major Antonio Pedro de Sa' Barretto,
Com mandante interino das Armas.
Illm. Sr. j Tendo-se consiga ido pelo
Minutario da G .erra dusenios e qu-iren-
ta cont* para as despesas millares des
ti provincia a ciucoenta e dous pelo Mi-
nisterio da M.iriohi, para as que estio a
e ter q-e V. S. iofum ; a esta Presidencia
cum a possivtd brefi Jade qiint o se ha des -
pendidj porconta das con)igaar5es man-
lionadas.
Dos Guarde a V. S. PIacio d Go
temo de Perraaibuco i5 da Janeiro da
i838. Francisco do Reg Barro-.
Sur. Inspector da Timaou a i: Jaso Goa-
laUes da Silva.
Ufficio A o mesmo para mandar a-
bouar ao Major de Aitilheiia Jos tfv
biicl de Sioraes Mayar encarregado de
'.onhec' r do estado uas Fortificic5ss da
H'iovincia, as varit i\ reui por semelbante cominillo.
Dito Ao Commandante das Arma-,
-imanioatirjo Ihe a o: dtio espedida pe-
lo antecadente officio.
Dito Ao In^pctjr Garal das Obras
publicas com nunioan lo-lbe eoj p-esen?.i
d sen ollicio sob a a oxigenui 1 10 ab i-
dor do< pocos arte.iinos da d >oj caixei
tina coudu3;i>de firramania aid a Vil-
la de Vasaretb ero lugir di outros q le
ja nao podem servir ; qua foi expadil.*
iv Ja 11 ao Prefeito da comirc d: Giian-
ta orid-' ollaseac'a pira miniar fWr o
oosertr dos ciixas arrunalos, oa for-
lecer-llie o it os aoroi, se lar pr-'aUo ,
om tanto q 1a se erre acoitinuaco do
le n ira que ali tera liavido.
D to A > G )m 11 ui li.iie S iporior do
Goarda Nacionol do Recife oommiui
o ui lo-lbe, que fji da*inido oQjiitel
lo H ispicio pira nolle re :olli u-em-^eot
coniingent.'s de G. N. qu verem c!io-
gnJo, e qua dorem fjrmir oBitiIIlfO
estoca lo na fortni da Lei 5 e que n-ste
untid foi expeiid* a conv<*uieuta ordem
ao Commmdan'e das Armas.
Nio o uistiti lo at agora qa 1 se t-
nlu5 aprevenalo ao Com-nandanta S>i-
pjrior da Guarda Nacin il do Municipio
Jo Re if_ ai nO pracas qua esta G iv^rno
porollcio de a do paralo e da 9 do
corrate doler.ninou que V. S. fi.esie ti-
rar de toJot o Corpos da Lgo de seu
GommanJo, d'entreas tres prim tiras cla-
se< do artigo i_ t da Lai da 18 le Ago to
da 1831 1 a fim de seorgioisac um cor-
pode G. N. destacado: de novo Ihe rao-
men lo toda a prontido a artividadena
exe.-ucio da mencinala ordem; prr
qu.mti nio convem que os Giacdas Na-
cionae* danta Praca atjfo os aicos qua
.-aria.:u >iu com o poso de sua gu.trnicio,
e da Provincia ; o qual aliis pir tolos
os Cidados dove ser repartido, poJendo
V. S fisar acoinpaib.n os Guardas que
mandar aproseotar por um olli ial de sua
conu'DQa.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Go-
rerm de Pa mmliujo |5 de J.iueiro de
,838. _. Franciico do llego Bai ros Sr-
Bernardo Tolentino Mauoo da Costa Reis
Coronel Cbefe da Legio dajGuadssNi
conae- do Galio.
__I.nuei oSt'ios com paq.isnas altera-
<;es f .1 o dirgidoi aos C airnandantes
Superiores das G tardas Nacioeaes do Ra-
lle, ede Olinda e Iguarass, a ao Cbefo
da Legiio da Santo Aatio.
Dito--Ai Com-run 1me Superior da
Guarda Nacional do Recife para uomear
eis ollisia.s de Capilio para cima pora
formarem o Conselho a que tera de res-
ponder o seguadi Coraraindaute da ter-
ceira Cumpanhia doCorpo de Polica Jo-
ao Pachte Aivas conforme reqaiits
o re D to Ao Commandante Ger^l in-
teriuo do Gorpo do Polici, communicao.
do-Ihaa ordem expedida pelo antecedente
olli. io.
TendoV. S. dado exacto, epom-
|ito cuii|i im-Hito as ordem, q je por es
te Gtverno Hie torio exped i*, relativa
mente a proalticagio dos arranjos que
por eise Arseail se ma lirio fcr para
.lexp'dcii qua parti pira o Rio Grao-
la d S. Pe 1ro do Sil, e liaren lo oooeor-
rido por este rao Jo pira q 1a d la expa-ii-
cio fo-ise quinto antas Cuadjuvar as lar
fas di L?gi lidt cootri os re'ieldes d'a-
j iella Provincia; oite Giverao muito
lou'ia V. S. pola c. ii lj 1 :a'o que Iba
prestou n 1 l ipu ti ; 1 a su cargo, ees-
pera <|u; continuara' a de^aovolvar a
m .'sma en-.*rgia e actvida le no cum-
pri-neato de seu i de/eras como amprega -
do Pjblica.
Deu< G tarde a V. S. Palacio do G>
verin da Painam'iuco 15 ds Jineiro i838. Praaoisoo do Reg 1 Biros -- Sur.
Vlijor Ju- (lirios Paixura Oreo-
do Ai senil de Guerra.
-- [gu 1 of_:io i\ii dirig Jo ao (aspee*
tordo trienal Je Marina*.
Dito A Prefeito da Comarca de Gai-
i'in 1 p .r 1 m m lr coniartar OS dous Cai-
xei, q le se va d^ c 011 lasir a farra
m rita do Abridor dos pocos artesianos,
ou f.*e.'outr-x novos seaqu-lles nio f-
rem su.-eptiveii de conorto ; com taato
q ie o mesmo Abr lar siga quinto antes
0 seu deitin 1.
Dito Ao Prefeito da Comarca do Bre -
o d volvendo-llie os dous olli lioi que en-
viou icomp mh indo as contis dis d-<-
pesasfeitas p >r a rn mu Prefeitur.i afim
da as "ls-ilicir edicumenlir ni forma
dis infoimicei queso Ihe envio do Con-
tador da Tuesourarii e offi :iil da Goo-
tabelidade Militar.
Diio Circu r -- As Cmaras da Pro-
vincia, Com ounieanio-lbes qa pri
que o Governoenlre no cinbeciments das
neces-i lades mas urgentes de todos os
Municipios da Provincia, a tirn de que
possa expollas a Assemblea Legislativa
l'rovincial eteulio ellas o convenante
e pronto remedio ; compre qaoremettio
com a possirel brevidade huma exposi-
cio ci cunitinciad : i sobre os ineios
de ngnentar as rendas desse mnncip >,
e a ne. essidade, ou utilidade de ftser del
l'S alguna extriordinaria applicscio;
1. sobie o estado dos bens do conselho, e
o destino que Ibas ha dado : 3. sobra o
dis prizes Civis, Mili'ares, o F.ccl- siasti -
cas, dosCircer os dos conventos R -gn'.ire,
e de lodosos estabelecimentos de caridaJe,
declarando os melhorameutos que preci-
sio ; 4. sobre a construpio reparoe con-
servicio das estradas, e earoiohos publi<
blcos ; 5. sobre escollas da primeiras le-
tras, educaco e destiao do orfs&s po-
bres ; e 6. em geral sobre os meios de
promover e mnter a tranqailidade se-
guranca s.ude, e commodidade dos ha-
bjtmtes de seus municipios, urna vex
qu uo ealej na aleada de shas allribui-
c-s o providenciar sobreest objerto por
meio de posturas, em rirtnde da Lai v-
geule.
C0_U_NDU DA.S MIMAS.
Expediente do dii a da J .n ir j.
Offioio Ai Major Jo>5 Francisco
Barre!.1 di-eiJo.lli' que n<5 pdenlo
o Com nmd iiila do B.ililli 67. de C.
pisar eionsas ao a. Sirg-nii Froncisco
Antonio Au^e ij 1 e Sida lo Jos Herni-
latio G inga'ves doM-daiio. por falla d*s
com tetantes gu as qu 'elle liouvessa lie
fo iiec.r toes escasos, vi .to e*U assen'os dos d- m litios om seo poder.
[)iti __ A Tenents C no'iel Conmau-
daule Ji 4 e 6. Caites, procuran lo sa-
ber 3- bar i recebi 'o do Commandante
di BHgi la Ex pe i i i niria ao Sul as gui-
as dos OlE ii'Ji qu" do 7 B'lillu da ''.
Destarad pira as C'ass >s do seo C im-
mandi, como se bavia ordentdo.
Dito \ Cap t Commandante in-
terino do i. Corpo ti'A tubera, t> -din lo
esolarecimantos a respeit > de alguain pra-
gas que ten Jo marchado para o Sul,
deixira pro tncoons a Mas familhs.
Dlo Ao Commandanto da Portales*
de lumirac' accuiaiidu ncabido o seo
offi :io do 1. de-te m 1 e o mippa n. 6
dos ariigos Ba'08 que o acomp nhou.
Dito Ao Co.nmnid Tito da Forlales*
da Ta manda re* aoiisiodo rece'ii la o mi-
pi a. 6 <1 w arts. B li> o e o s o ora mu
de 3o da Desembiu ultimo.
Expedienta do dia 4.
fico_ Ao Exm. Presidente, envi-
ando Un o leqaerimento d. Mijor de
Milicias Francisco Josa de Mello que pe-
dia railhoria d i-ldo pela Tabella de 28
de Marco, da l85,ouao minos p^'a
d;7de Marco de 18.t, e infortnmd
que a Provisa de i_ de Feroieuo de
l82i mm lindo pogar sos M.jorcs. a A-
judantes de _. linha promovidos ate' en-
ta o sold de 45^ .es segundo a Ta-
bella de 7 daMucode 1821 e.tabele-
ceo em regra que d'ali om diaute ao* per-
0 beriaS o memo sold os que sahis.
aem deCapitaens de 1. linha vencen-
do os d mais pala nliga Tarifa o sol-
do de aG# res Qu* parte da*
dispo>voeni dita Proviso, que o Sup
pcantecitaiaemseo livor, lheeradis-
fivo.avil, pT quinto fura promovida*

?1
l


"I

IUIII E PIIWAM BUCO'
posterior mente ProvisaS e a 2. parte
negava-lbe o sold de 45 ooo res por nao
tar sibiJo da Ciaste dol Capitaens da i.
linha. Q 19 o Decreto que acompanboii
Tabella de a8 de Maico de i8a5 nao
era ta5 genrico, quanto o Suplicante
piesumia e nam ao seo ver derrogava
as disposicoens da Pi-ovia5 ; porque a
Carta da Leijde a4 da Set. de i8a9auiho-
risava s menle o pagamento dos odos
pela Tabella .e i8a5 aos Mejores, e A-
judantes de Milu i.' lirados de i. linha
promovidos antes do Decreto de 4 de De-
xembro de i822 que reguloo a forra das
promocoens do Ejercito Brasileiro,
ii.i5 ten Jo o Supplicante em lempo el-
gum pertencido a i. tiuha de nenhoma
forma Ihe era6 approveitaves as Provi-
zoens e Decretos que ciiava. Que Ia5
b-ni Ihe oaS podia ser aplicaveis os exem
jilos apontados na pes-oa do Tenente Co-
ronel J. d'A. de S. Varejs5 e outros; por
que estes lora dispachad^s antes da Pro-
visad de i2 de Fevereiro da i8aa e in-
cluidos por isso em sua nrimeira paite.
Que era quauto so Ihe tfferecia infirmar
a S. E\c. a cujo milhor juso suhbmet-
tia oeepedido para o diffi.ir como fosse
de justica.
Dito AoTeaeate Coronal Jo5 Fr-
cisco deChaby, oideoaodo-lhe enviasse
Secretaria todos os papis que serviad
de fundamento ao Gonselho de Guerra
dos desertores das Alagoss, e doqualera
Presidente.
Expediente do dia 8.
Officio Ao Inspector da Tliesouraria
rrquistando ss fes d'OffiJio do Major
Fernando da Costa e Teoentes Antomo
Francisco de Soma Magilh?en e Joa5
Pereira d'Aodrade q ie aeahum asien-
to tinbaS DtsClis&es.
Dito Ao Cominandaste Geral inte-
rio do Corp de P 1 ca acensando rece-
bido o seo officio de 7 do corrt-nle eos
4 individuos que remettej para absentar
praea.
Dito Ao Commandante da Fortahss
de Itamarara', di-eodo Ihe que tinha ie-
cebido os seos ofluios de 6, e 7 deste mez;
que ao Commandante do Forte do Gai-
bu' passava a oidenar a prisa do deser-
tor 13. deS. queali seschava engajado,
afim de ser punido que contiunasse a
faser tffectiva a eulhorisaoaS que teve lo
seo antecessor para ditnittir os Eogajados
que tivessem acabado o sao lempo, e ad-
mittjr outros que os substituyera dan*
do-lhe de qa lqner altereca parte.
Dito Ao Com man (ante do I'o'te de
Guibu|, ordenando-Ibe a prisa do de-
sertor meocionado no antecedente offi-
cio.
DIVERSAS REPARTICOINS.
BISPADO DE PERNAMBUBO.
Res 9:34^^600. Qriantia distribui-
da pelos pobres das Freguesiss da S S.
Pairo Maitir, Recolhimeutos de Nossa
Sen hora da Cooceice e de Igoarassu',
Recite S. Antonio Boa vi.ta com
varios Seminaristas Recoibimento de N.
S. da Gloria, com o Hospital da Villa do
Penado e cooperaca pta a obra da
Matriz de S. Antonio Meirim ; como
consta dos recibos pausados pelos respe
divos Reverendos Peruchos e Reveren-
dos Conego Reitor de S minario e Es i i -
Vi>5 da Cama'i, em todo ao.no de i837.
604 Di-pensas Corad concedidas gra-
tuitamente arn h"ii.-fi 10 dos pobres, m-
ja importancia monta naquantiade reis
4:276v03'2O, noanno cima referido.
i805 Dispenses fora6 concedidas, na
forma cima refeiida desde O tuliro de
i833 at o ultimo de Desamoro de 1836 ,
cujo emporte monta na quantia de res
la.770.4 'O. Ella derrioDgtr.ic-ad somante
l'.eter !grns presentn Reis 3:373,659. Quanta q eS. Exc.
Re, de-pendeo concorren Jo paia a pro <
pagaca, e conservaca d<> Culto Reli-
gioso 1 em varias Igrejaj d'esta Capital ,
e fora d'clla.
Palacio da Solidada 11 de Janeiro de
1838.
* Antonio Teixeiri:
MorUouio de S. Ex.-.irn*.
THEZORARIA DA PROVINCIA.
O Tliesoureiro da Fasenda Pabura das-
ta Provincia avisa aog Snrs. Pedro Pinto
de Miranda Manoel JoaS le Miran la ,
Manoel Barbosa de Barios, e Jos
Francisco de Faria* Salles, par virera
a Tnesiiuraria gapiisfaserem as importan
cias das letras rcceit'S pelos ditos Sis. e
na5 o fasendo se procedea executivaraen-
te.
Tbesoareria da Fasenda de Pernambaco
16 de Janeiro de i838.
Domingos Affonco Neri Ferreira.-
Thesoureiro da Fasenda Publica.

ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
ArrematacaS annonciada pira odia i5
tora' lugar hoje i7 do crranle.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS;
A aula he a mesma de N. 9.
ARSENAL DE MARMH.
EDITAL.
Frsnnisoo d'As is C'brel e T.ive Capitn
de Mar e Guerra d< Arm d 1 N e Imperial, e Inspector do Arsenal de
Marioha desta Provincia &c.
I'aCo saber aos que este Edital viraos, q'
em consequencia do Aviso da Secretaria
d'Es'ado dos Negocios da Mirinha datado
era ai de Novembro p. n., que me foi
communicado em olllcio do F,xm. Sr. Pre-
sidente da Provincia em data de 10 do
crrante rae acbo authorissdo pelo mes-
rao Exm. Sr. para contratar com aquel-
las pessoasque voluntariamente quissrem
servir nos Navios d Armada Imperial,
un erigijirnento de u-n a dois aii'ms me-
diante un gratifi<:aca6 de 2> a 3o mil
reis aos Mariohairos de prefiss'5, e de 10
a i5 mil reis aos que nao tendo pratica
dom.tr, so queira dedicar a esta vida ,
com tsnto que mu i-lsde seja entre os i4
r2") anuos, de vendo dirigirem-se todos
aquelles que se pr< poserem ao referido en-
gjamento ao Arsenal de Marinha para
tretarem eom o respectivo Inspector, q'
tambem Ibes prop isionara' os conveni-
entes transportes para a Corte do Impe-
rio.
E para que chpgue a noticia mandei a-
fisar o presente Edital nos lugares do cu:
turne e enserie nos Diarios da Cidade.
Artensi de Marinha n de Janeiro de
1838.
Francisco d'As Cabrsl e Teive.
Inspector.
PREFEITRA.
Parte do dia 16 de Janeiro i838.
lllm. e Exm. Sr. Fora6 pre-os a mi-
nha oi-dt-m <- tivenS deslino : Amonio
Jos Jorge Paulino Coelho e Vali-
tim d'Almeida pidos p^lo Oli. ial da
9. ronda de Pohcia por seiem encen-
tradla dep is de meia note, e te torna-
lem suspeitos ; Izbel pr>ta, e ciava de
Francisco Ribeii o de Brilo p- la 1. p>-
Irulha da Boa-vista, por atar fngids ; e
Joaquim Jos de Santa Aona, pardo pe-
lo Sob-Pitfeilo de Jaboata para recru-
ta.
Nada mais consta das partes boje rece-
bidas i/esta Secretaria.
De Comarca do Recite 16 de Janeiro de
i838. Mu. e Exm. Sor. Franciscodo
RegoBarroa, Presidente da Provincia
Franciaco Antonio de Sa' Brrelo Pre-
feilo da Comarca.
CONSULADO DE PORTUGAL.
No dia sexta feira i9 do crrante as
10 horas da maahia no Baeo do Campe!-
lo D- 1.1 se hade inematara arroacaS
da venda ,' e gneros que n'ella existem ,
pertenrentes ao fallecido Christovad do
Amarsl Si-biito de S. M. F. ; e bem ss-
si'ii um escravoe varioa movis do uso
da mearas. O Inventario sa achara' pa-
tente no acto do Lailn podendo os li-
citantes comparecer a hora indicada.
Consulado de Portugal em Pernambuoo
aos 16 de Jan Joaqun) Baptiapla Moreira.
Cnsul.
PASTORAL.
D. JoaS da PurficaeaS Marques Perd-
ga6 Coocgo Regrante de Santo Agos-
tinbo, pela graea de Daos e da San-
ta Se' Apstolica, Bispo Pernambu-
cense do Couselho de S. M. I. E C. o
Snhor D. Pedro II. etc.
Sobre a espantosa, e geral mmora'idade
da presente poca.
Convem dileclissimos filhos intr-
romper o silencio qaando a vigilancia
pastoral Nos ohriga a prevenir pelo
Ministerio ds palavra as ardilosas tttu*
cias do co'iimum inimigo sagazmente
ltenlo a enlacar aquellos que de bom
grado sosuhmettem a seos eneanos.
Nos posiuirios pl. n > regosijo todas
aa veses que pelo si>m de huma voz cla-
mante, Non dirijirnos as Ovelhas do spiis-
co, cuja misteriosa chave foi depositada
as mos do Nogso demerito, quando, no
Consistorio Pontificio se ass'gnaiaS a
letras de Nossa Confirmaca sem que a1
Ncssa mente occorresse a preeminencia ,
que gozamos entre os Prelados ds Igre-
ja: por cuja rasa verdicamente po-
1 demos asseverar que no ingreso d'sta
Nossa D'ocese, outra porta, alem da piio-
1 cipal, nao cenbecerro*. Em atlenoa a
o que o Nosso espirito procede em toda
a extencaS da liberdade que convem a
hura Ministerio Divinamente instituido,
e corroborsdo de tal maneira que too'o
poder tai tai eo Ihe he mui inferior tod'o
i podnr temporal na5 pode aniquilar.
N-5 he por-m d'iiima porta artifici
al, que ora Nos orcupamos. Nos flxa-
mos a Nossa attenca n< estamos batendo a dos coracoans do os-
so1 Diocesanos, confiando que estes No-la
patenteara5 para naquelles mp 1 iu>i' em
as verdades, que nos raes mos he misler
arraigar, p-la audacia da voz evangeli-
ra que nos caracteri'a filhos de Daos.
' Q-ii ex D'o est 1 vaibs Dti audit. F.v.
Joan- Cap. 8. v. 47.
Crcunspectamente alientos a dirercaS,
e regencia de todas as Igrejas de Noa^a
competencia a cuja sollicitode be for-
qoso consagrar tod'o lempo de Nossa e-
xistencia ja mais devemos omiltir dis*
tribuicado po da Don trina Evanglica,
por meio das exhoitacdes, com que i.
gu dmente somos exhortados pelo Eterno
Pastor, por cuja virlude suportamos de
b ns animo os omnmodos sacrificios q '
o No-so Ministerio exige, comprovada
por factos pblicos a dispo-ic<<5 em que
extamos de aer uteis ao Rebauho que
Nos fv de2i mes-'S interrumpidos', discorrendo
pelas Cidade?, Villas e PovoaQrs, noes-
paco de 6 o legeos annunciamns de vi-
va voz o Reino de Dos, ex< rcidaa as
fiinceSes de Nossa ms a5. quotidi natn n
ta, demuihaa], de tai de e pela alta noi-
te na presenga de ioou, i5oo, e 2ooo
pessoss d'hum e outio sexo, que coucor-
iera5 para recebeiem o Sacramento da
Conlirmaca e e caUrem as Pticas,
que llies dirigimos rnr.fii-mada< com a
Doctrina da Jess Chri-to des Apostlos
e Santos P.-dres, observada a molbor 01-
dem e decencia, propiia d'aquflles ac-
tos, testemunha'la pe 1 silencio deque
be nedora a Predica Evanglica, cojo
etteito se manie-tou na desobi iga do pre-
ceito quaresmal em 1586 almas alem de
aoo cazamentos, e i5o baptismos de pr-
vulos cnit luidos n> idaie de 4a 6 an-
uos.
I
Foi nestas sempre felices, e ditosas di.
gressoeus a KeligiaS proles-a da no nclito
Paiz da Santa Croz piteuteou bum ad-
mira vel progres-o, fasendo nos ver o seo
Autor, como ella he o nico Paladin,
em que rnenle podemos firmar a fruic-
gao de nossa prosperidade na presente vi.
da, ea feli.idade eterna ta futura pelos
merecimientos de Jess Christo emeifica
do que, desdes origem do Mundo n>i
designou seos coherdeuos, se com efleito
tribatarmos exacta obeuiencia aui mu pre-
ceilos segundo nos instiue o mismo Je-
ss Christo pele Evangelho deS. Joa6
cap. i5 v. lo. Si prseoepta mea serva-
veritis, man bilis io oilectione mea.
ReligiaS adoiavel cuja gloria tanto
mais bn'lba, quando mais dbil he o ins-
trumento de tuas victorias Ati deve l'er-
nambucoa tranquilidade, q'ojegosa! F-s-
te tu o' Providencia Omnipoleote qua
condusiste como pal mi o Pastor das 5
Provincial, sob a fiel direccaS d'lmon a-
bil e probo General para a peifeicuares
teos m-'ii benignos designios em favor
de lautos infelices q ie vidamente sol-
licitos na expectaiji de que bum acciden-
te Ihes deparasse a medicina congruente
as proprias enfermidados jasiad na pi.
v*ca d'aquella Luz, que Ilumina a to-
d'o horaem que vera a este Mundo. Fo-
rao manifest* os leus prodigios, quando
com a maior publicidade consolidaste
huma obra toda toa sem temor de re-
trogradarlo.
(Contiouar-se-bi.)
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores. A maneira por-
que fui contelado pelo Sr. E Natareth Antonio Pereira Barroso de Mo
raes me concita aiuda por terceira vez,
a oceupar me d'elle. Em verdaie quan-
do o dep jo e a irreveren na s Leis se a-
podera5 do homem elle eut.<6 se torna
apto para ludo : qoem di Piefeito ousas-e app- esentar em seo ab^no
piovas que aUuide especiosas e O capa-
zesdeilludir ciiangas, se achaS p r si
me-mas pulverizadas, e por cumulo de
&u corsgem me taxaaso de impb'i'io ou
de velh.no epilbelos que en iu ousa.
rei aprop iar-lhe.' Dsseoroscou o Sr,
ExPrefeiloom palavrorio, que nao dei-
Xo de o entender, se b m que eu saja
mtalo, pelo que Ihe ailirra > que nao
sao sucasmos vii ulenlos part salpicar ua
conducta, que talvez elle julgue illib^da
mais tardadas a toda prova iocoiitestveia
as que apre-eoiei nos Diarios N*. 181, e
aa5 nao 5 com fuilidades e escupaloiios
que se de-t que o Sr. Ex Prefeito destrud-as, puifi-
que sua couducU e ent*5 eiit miiii
magnos Apollo.
Conliec -ndo o Sr. Ex Prefeto quanto
eca condemnavel o proceder des. u Sub-
Prefeilo, e que nenbum protexto por mais
cogitado que fosse poderia collorir os
acto por elle platicados de x.i o iudele-
so a pretexto de us5 ser p contentndose someute de ofierecer em
ou favor provas que bem longe de o
delenderem antes cUi emente not ter
ultrajado as Leis. Pi incipia o Sr. Ex Pre-
feilo diaendo que dos ofiuioi xpedido 80
Pietidente o ao Commandanle do Bata-
lin da Villa do Pao do Albo consta que
se pedir despensa dos G. N. nomeados
CommissM ios de Polica. Cora edito,
nad 1 mais inconsecuente do que conclu-
ir se que iior se ter pedido de-p. nsa ,
esta aeja concedida : .-em> Ibanle resultado
p ie entrar na c- l>ec de um simplorio;
he uto un farto tummamenie mis oflen-
sivo do que appatecerem Officiaes da G.
N. com gente armada a p viduos remisos do i 11 Corpo, o que as-
m mesmocaiece de prova em quanto
s huas em que es-a-, jui-es se tffe tua-
ra pirecendo antes pioducto da fecun-
da fantasa de S. S-
C'n'inua o ne rao Sr. dinndo, quaf
tive o de-carameoto de invectiiar a exi-
geucia (ie'.ica del.* Liaba e Polica)
contra um Cidadio inculpado. Que pes-/
so.1 Sis. Redactores anda a raaia fleug-
matica sofrea que se imponha 110 Ci-i
dadlo criminalidades, qae nem mental*
r


k 1
BUHO DI M1AMBDCO
9
flveute commeltro ? Qaem conseot>,
: que um homem laborioso e conhecida-
/liante probo veja manchado de oodoas
yil|j43 da inimisade e espalbadas pala male-
dicencia ? O Sr. Ex Prefeito amigo da
conssquencias Decadarias, tntond.o que
era mister ta Bornate por esse rumor
vago, faer exigencias bera digaas de >l es-
palo. Anda um'outra consequeucia ello
ppreseata para salpicar a conduca illiba-
4 do Sr. do Cogeobo Cursahi de ter um
i va :!ao epinnadi na Villa do Pao do
Albo urna mu lu- palas oito horas da noi-
I te .* a seria asse borneas escravo ou lor-
io? Diga o Sr. Ex; a lambem como
poderia o Sr. do Engenho prevaair que
um seu mortdur bomem liberto a nao
escravo de xa-ae da ir a Villa a l es-
bordoar alguena ? Tal he a lgica do Sr.
Creado das consequeucias. Tambero am
sua daliiauta imaginaca e por co.ise-
qaeucia neceasen* irroga ouiro crimeao
tnesmo Sr. disando (erem ido alguna mo-
radores do seu Eagenho soltar violenta-
mente um preso, que so chava na rasa
doExJuizde PzoS:. Heurique Luiz
Peteira cercando-lhe a cata atacaodo-
o, e matando urna sentiuella. Para qta
desfigura o Sr. Ex Piafeito a verdade ; pa-
ra que ? Foi, ba Terdade preso um
roorador d'aqualle Eagenho pelo reftrido
Sr. Heurique erecolhido a Cadeia cuas
deila a uaS de sua caza foi elle arran-
cado pelos Parentes e amigos do preso,
a isto foi ta patenta que quarando o re-
ferido Juiz envolver do Processo algn*
Dioradores do Eagenho fora todos absol-
* idus pulo Jury, e um dalles oemu
despeito de proraessas e araeacas do Snr.
Ex | a dos talentos a facundia do seu ami
go o S.. Proinotur : tanta era a i ijustica ,
com que fora adrada pronunciad.> !
Anda aprsenla outias arguices do
inesmo jaez que poraerera suminamen-
ta miuucioias ou destituidas de funda-
mento f na5 me dou a pena da as iduiar,
a al para nao ser ta difuto.
Admira o Sr. Ex que au teoba a vista
ta perspicaz j qua veja o que sepassa no
Engenho do Ramos a terca do mo tracto
dado individuos G. V Acaso ignora o
Si- Ex qua os gritos da humanidade op-
piimida fi-em rt-tumoar seus eehos por
luda parte? Nao sabe qua d*6 est au-
tunsado a dar atoutes am pessoa alguma ,
a uiormenta em G. N. que s os esteios
da Patria ? Nao abe, que ainda qtsando
fossem Bisde Polica, ua5 e.tava na r-
bita de suas ettiibuices dar sures, po-
rem faser leves pri-5es, qUe Sa5 os meioi
oorreccionaes outorgados pela Lei ou no-
tragl-oso Poder Jodiciario? Ah .' S.s.
Redactores, permilta me exclamar co
n frz o Sr. Ex Preeito At quendo
deixar de ser letra morta a lesponsabi
dada eslabelecd* nonosso C.Pen.? Ql.
os fados que hei mencionado trarao n*m
merecidas peoas pessoa do Sr. El Pre-
feito ? Quando ser ella julgadu ,- nad
como corteo, mis como agente princi-
pal? Quando um calumniador sei pu-
nido ?
Eutornarei, Srs. Redactores, e por
isso s occopei me com defensiva : do
entretanto dou lempo a que o Sr. Ex cui-
de em justiGcar-se be possivel dos ac-
tos que commetten no Empiego, que
parafl Nazarelb exerce >.
Dgnem se, S ver as presantes linhas do
Matulo.
Srs. Redactores. Furcado pelo Snr.
Capita Ignacio Lios Barradas a iiaaa pe-
dir urna satisfagio dos insultos que me ba
feito u'.ilisauJo se do accidente que I he
d o ser mais anligo do qua au a que o
cillocou uo commaodo ioteiino do Bata-
lin em que sirvo; eu sou obi gado ,
b-ma meu pazar a dar urna raza pu-
blica de meu pioceduneuto e apreseutar
em esqueleto (a) os actos de vi la Publica
d'esse Ollicial, bem vergoohosos, e sabi-
dos por todo o Batalha de seu ioteiino
Cun ruando (o) visto que nao se poupan-
do elle em eslumuiar-me eu nao devo
com prejuizo de meu erudito conservar-
me am siieocio ; todavia em quanto oa5
dou ao prelo em sapplemeoto ao seu esti-
ra val Diario historia completa de nossas
conleslafSea nS poiso deixar. de apies-
sar-me em publicar urna grande caravana
do Sr. Capitad Barradas.
Por urna contestasa que livemos na
frente do Batalha em que eu lbe dice)
(depois de mui povotado) verdades amar-
gas, que deveua a-er as faces varmellias
a quem naS tivesse a cara estanhada pren-
deu-rae o Sr. Capita Barradas, a depoia
de me faser soder trez das de prizio, a-
inda espacou-a por mais trea dias, pas-
sando-ma a ordem do Sr. Ten. C. Chele in-
terino da Legiao, (c) sem que lei alguma
para isto e aotoriusse mas por ser ( orno
elle diz) esta a praxe, como se um abuso
desse direito ou desculpasse urna con-
duela ci iminosa a vista de Leis positivas ,
e depois de ludo isto remeiteo-me pare
Conceiho da Disciplina metiendo n'ura
cbixello toda a Legislaca criminal de
mana ira que depois de eu ter sofrido e
mximo da pena que poderia sofre', si o
meu procedimeoto nao fossa justificavel
pela provocaca metteu-me era novo
julgemeoto > fazendo desliarte eom que eu
pelo mesmo crima sofresse duas penas;
mas deitemns isto e vamos eo mais bo-
nito. Tirando-se de seus cvidadOi o nos-
so Chtfe interino lavrou urna ordem do
Dia j assim com laivos, de ordem do Di <
da Gbanos, esuspendeu-me do exercicio
de meu Posto. E que tal ? Hum Chefa
de Batalha (a que Chefe !) suspendendo
Olliciaes Seria este o regulamento do
General dos Cabanos Vicente Ferreira de
Paula ? Mas inda atsim o Sr. Oapit 5 Bar-
radas deve lembrar-se que nunca l me
vio, e qua teuho a honra de pertencer a
briosa Guarda Nacional do Imperio do
Brtil, e cuja corpuraca boje parten
ce.... o Sr. Capitn Barradaa.
O Art. 6o da Lei de 18 de Ag sto de
1831 despoem que s o Govcrno possa
suspeader, e sempre preredeodo audien-
cia do suspendido ; porem o Sr. Capita
Barradas, nao ae emportou cum essas
cousas, e com duas letras poz-inefra do
commando da Cump-nliia.
Rogo-Ih*s pois S>s. Redactores o fa-
vor de puhlicarem a presente correspon-
dencia e oom ella as respostas das peaso-
as e quem coosu'tei aobre o procedimen'o
do Sr. Capita Barradas relativamente
minha up-nsa do commando da Cora-
paohia certos de que lh.ee ficar por isto
obrigado o
Do Vv. Ms.
Mu'to certo Venerador e C.
Franrisco Duaite Coelbo.
Pargunta se si tendo de responder a
Cooselbo de Disciplina um Cepita da
Guarda Nacioual, poique o chafe do Ba-
talha o aecusa de falta de sobordinico,
pode esse mesmo chafe do Batalbio suspen-
der o Capillo, que est solt, do Com-
mando da Compaobia, por ir responder
a esse conseibo, coma se expressa o refe-
rido ebefe na ordem do dia, que decretou
a suspensfo.
Pe guilla -se mais, si o artigo 88 da lei
de 18 de Agosto de 1851, pode ser a-
piravel ao caso.
No artigo i9 do decreto de 25 de ou-
tubro de i83a, encontramos rases para
seguir a n*g tnbuices psnaes, q' exercem os cheles dos
corpos sobi a seus subordinados ; e estaado
especificadas as penas de reprehenco, e
at de prisio, tinha todo o lugar o deca-
rar-se a suspensa ; mas atsim nao acon-
tece ; logo tal attribuica na temo
Chele do Batalha. Percorremos todos os
artigos das Leis a respeito apenas vimos
conleiida a faculJade de suspender aos G.
Naciouaesoa cooformidade dosarts. 5, e
6) da Lei de 18 de Agosto Governo na Coi te, e aos Presidentes as
Provincias ; logo o exerriro dest* atri-
buica palo Chafe do Batalha, he man-
fe.ta violceo da Lei.
A simples leitura do art. 88 da mesma
Lsi de ib* de Agosto nos deaiia de
aciocinar para o caso sugeito se sobre
elle nao bouvessa quem acbas-e lelaoo
entre a ultima paite do citad art. 88 ,
da leferida Lei, e o art. 2a do Decieto de
25 de Outubro de 183a. Naquelle art.
se tnaica a pana da peraa do Posto, ede
priza de hum a tres inezes e as especifi-
cadas no art. i37do Cdigo Peoal, para
todo o Commandanle de Corpo, Posto,
oU Destacamento que daixar de prest r-
sa isrequisiaei fritan psloa Magistrados,
e qnera quar que tiver direito de requisi-
lar a Forc Publica ou que liver obrado
sem requisica foi a dos casos marcados na
Lei. Nesta bypothese diz este art. a
aecusaca be motivo de suipenca cm
toda a ra^a -*qui tena lugar a su-penca ;
porque ou o Commandanle do Corpo etc.
oegue-se es requisices f itas pcl. ridades competentes, ou se apie.em cora
a forca armada contra a Lei; he certo que
em huma e outra bypothese a eontinua-
ca do Commando he pe igosa quer des-
obedecendoas auiuoiidade, quer le
ando a seguranca Publica. M.s tratamos
por ventura da quem negas-e a foi ca a* m
thoridades Civiz que justamente a re-
clama se ou de quem se apresentasse
com a forca das Guardas N. sem requisi
cao ? Ora iiso nao tem pandado. Quan*
do sequizesse entender, que a ultima
paite do ait. despuoha em geral, dizemos,
qua tal intelligancia he absurda ; porque
todos sabem que urna dtsposica genrica
se ostabelaceem art. proprio e sepaia-
do. A vista do que temos expendido, so-
mos de parecer que o Chele do Batalha
nao pode suspender qualquer Ollicial do
commando deCompanhia, eque o ert.
88 daieferiia Lei de 18 de Agosto de
1831 nao pode ser applicavel aooaso.
Monteiro 20 de Dezemhro de 1837.
Ibiapina.
( No mesmo sentido respondern os Srs.
Dootores Nabuco de Araujo Mendes,
Alcanforado eCarneiio.)
Notas.
' (*J Note o Sr. Bairads, que nao he a
figura da morte que pretendo apresentar.
Va de historia. Emumdialemb ei ao Sr.
Capita Barradas em cava do Sr. Tenan-
te Coronel Francisco da Roxa P es Brre-
lo que era preciso que os Olli iaes li-
zessem exercicio de esqueleto. Sim res-
pondeu me o Sr. Capita Barradas -, mas
eu nao me lumbro em que Igrej 1 vi um :
ao ouvir esta indiciosa ob e. vaca di-se o
Sr. Teoente Coronel Barreto no coo-
vento do Carmo. Enta tornou o Snr.
Capita Barradas he verdade ; eu vou
procurar quem me empreste um esquele-
to. He natural queoSr. Capita Bar-
radas fosse pelas Igrejas denla Cidade pro-
curar quem Ihe emprestasse um defuncto
secco se a rizla geral dos circunstantes,
nao o a dvertisse que bavia lancado k rosis
pela boca, a
() Especialmente pelos pobres Guar-
da* que estivera destacados noCatuc,
porque eites fora os que mais gemera
por sentires: s d r de ficaiem al-
guna sem os seus vencimentos de farda-
manto pagos pela Thesiuraria no dia 4
de Setemhro p.p., ootros sem paite
desse's vencimentos.
(c) Admira que o Sr. Capita Barradas
nao fosee esleudendo a priza por tantos 3
das, quaotas sao as Authoridades a quera
a Guarda N. esta subordinada pois as-itu
como abusando de sua authoridade pode
ter-me prezo por mais 3 dias a ordem do
Sr. Tentte Coronel Chele interino da
Legia. tambera poderia estender amis
sua aibitrariedade passando-me a or-
dem dos Srs. Prefeito da Cemarca, Com-
mandante Superior Exrn. Presidente da
Provincia a finalmente -Eira. Ministro
da Justica prque a todas estas Authori-
dades est subordiuada a G. N.
EXTERIOR.
Commuoicaca da Junta Legitimista de
Londres.
Apresentamos o extracto do huma cor-
re-p .ndtncia da junta legitimista de Lon-
dres, e por ella vemos a dimouldade de
penetrar no lahyrinto da diplomacia eu-
ropea ora complicadsima. |Sabemos
tambem que o mentido da correspondencia
podei ser hum tecidode lieces de que
lenca ma o grande partido da legitimida-
de, para fazer guerra aos liberae*: po-
rem isto monos faz esqoecer que este
mesmo partido lie o autor da lula que no
mundo iuteiro movetu os principios e
que nos^a gnerra quem sos Pyrenos ,
representada pelo Pieleadeute, he o n-
cleo do choque univcital. Alem disto,
ajada m accrejee quj e-ta mesma lula
raveste os gabinetes de huma ta estreita
reaei va e circunspeict que a mais sagaz
poltica poderia jamis penetrar os inte-
resas que se ctuta eutre o monareba
francez e os sob -ranos do norte. E este
motivo, ainda que ccculto, equa Unto
facilita a r< fl xa faz-nos desconfiar de
huma intervengo, que ceits publicistas
olba l como certa : observamos na mar-
cha do> gabinetes estraugeiros hum syste-
ma de neutralidade apparente que, se-
gundo o nosso juizo, parece hum ganha-
tempo para observar o reaultedo ue nossas
proprias forcas. Nada inferiremos do ex-
tracto, qua trasladamos; de nenbum
commentario ou obsevaca o acompa-
nbaiemos, pois que se sobre alie inedi-
tassemos plegaramos a unia para cora
ella vencerraos os nossos inim gos e dar-
raos huma grande lica aos nwssos amigos
e adversarios de que u>. : bastamos; e
que podemos ser livres efalizes, a des-
peito das iotiigis collisei do uoite da
furopa. Teuhamos juiao e uuiio : es-
foicerno-nos em ser justos que tetemos
livres-) e todas as juutas iegilimistas do
mundo nao poderlo com suas iutiigm for
car-nos a curvara hora vergouhoso jngo.
El Raido* Fiancezes apesardoque
se diz, nao se decidi cxpressamvnte por
essa cauza (a de D. Carlos) porque o
nao pode fazer ; porom su deeisio ne ta-
cita j que foio Altissirao servido de tal
raocio dispol-o, que vio de buraa uuuuiu
terminante o melhor partido que poda-
ra tirar de us flegitimistas). Se ainda
nao faz huma expresa* declaraca foi
porque he hum tei nascido de huma re-
voluca, e ainda nao legitimidado pela
impossibilidade de que se poderse autoi 1-
U a destronisaca de hura ungid do se-
nhor. Luiz Felippe o nao ign -ra assim
como tambem sabe que no dia em que
passe alm decedos luuilt-s mareados,
Lieniiqua V com poderos is soccorros con-
vei ter os ai redores do throno de S. Luix
em hum acampamento militar. Porem
decidi se tcitamente paique com seua
proniios olhos vio que o tu. billia revolu-
cionario da Europa est apoiado na loica
secreta, qua Ihe da as sociedades que
ae commuoica com as da Fiaaga de cu-
jo seto sabira j es ciuco punhus que
conlia seus das se alvorara. Os docu-
mentos origiaaas desla verdade fizera
ebegar tal noticia a tuas maos c- eul -6
confessou elle varillar que he mil vezes
pr.iiivcl ogoverno, que medila S. M.
ao actual d* Haspanba. Oulras tiicuns-
tancias tambera do paiticulac iuleresse
reunira-se, taes caoo a emulagau au
respeito que tributa Madrid aos Iiglezes ,
e tudo sio cootribuio a collocar Luiz Fc-
lippeem hum estado de indecisio, queo
publico classificou prudencia e que para
a diplomacia aecieta us be uia>s do que
neces-idade.
No caso presente s dua9 allemali-
vae se offeiecaun a Luiz L'elippe ; goveruo
de Label a apio esuas coustiluices, O
que equivale ao syslema dos puntiaas e
dominaga da lio 11 legitima de Frauda ,
o priraeito pela Ho-p ulia fomeut segunda pela liga do Njrle, ou Carlos
V. com huma liausacca e hum secreto
tratado para perseguir o systema dos pu-i
libaos e aquelles que em seus dominios,
intentem huma reacio conlia Fclippe.
Ogoverno deS. James sabe que ae colio-
cou em huma mais que falsa posica que
protege bum governo que 11a sua essencia
nao he governo, pois que lodos os das
eslmer> dos perturbadores das pro-
vincias que podeiio mudar quando quize-
rem e quauJo Ibes parecer til redil u
larisal-o pela impieiiS' peridica, utacau-
do a oova tonslituiea a repiodu,iodo
as terriveis sceoas dos annus auteiiores.
Podis contar que esta ultima circunstan-
cia equivaleiia a nosio ecisivo trium-,
pbo
Na correspondencia surprehendida pe-
lo vlente Zuibano, rouiue out.as cousas
curiosas fora apanhadas, e quo sao ie-
lativas ao auiecedeuie exiracto.
(Joiual do Coinmercio.)
ti
i
AVIZOS DIVERSOS.
Precisa se de urna ietadeira J
han ella : na ra do Collegio'bedfea d
CypfiouoLuiz da Paz,


4
7
i
..

i'.
DIIO DI NIUMIOCO,

II
li

""-
OfTeiece le 2oc$ooo rs., e guar-
dase legrado a quem descobiir o roubo
feito as seguintes pegas Das cuas do
ttarro da Boa-vista ouiie morad o Co-
ronel Meoe7.es, e Jo.'quira francisco Du-
arte. No segundo andat: i vistido de seda
novo e azul escuro, i dito dito cor de pa-
llia i capa de seda verde lavrada cora
golla de viludo preto e forrado da tafe-
t da mes-na cor i rumeiro de fil de li-
nho todo bordado, a chapeos de seda[bran-
co novo para Senhora i dito dito cor de
flor de alee rita i casaca preta nova de
panno fino i calsa dhadita; 1 colato
de seda preta francesa e lavrada i d ta
de dita lavrada cor de cinta 1 sobieca-
zaca de panno lino cor de ezeitona escura
forrada de soda preta i dita de meni-
no de panoror de viudo e calsa de
lai cor do faroa de pars, para menino,
urna dita da mesra.i .qualidade p ii-ta urna dita para hoiwm de gaze-
mira alvadia urna terrina de casca d'vo
circulada de vivos de papel domad e aa
mestna tera urna colher iguala terrina
com a firma R ludo dentro de urna caixi-
nha de vid, o, alem de outros mu i tos ob<
jectos, que -en i o recordio. No terreiro
andar: hbitos, a ter o'Avia Cruzei-
ro, e Campanba da Babia i pardead a-
gonas de Coronel de segunda liaba, duas
b uJ.-s de retroz novas um talim de cou-
rod lu>t o com oaparelbo de prata du-
as pastas 2 canudos cora plumas pretas ,
a saoras grandes de prata i calis de pra-
ta rom todos osseua p rmeos, deis res-
plandores grandes de piala 3 ditos de
oaro pequen s orna coroa pequea de
euro, uma leitera de pata, i cora co
' com vara e meia de cordio do ouro uma
botuadura do bullanle*, i coleta de pao-
no fino preto, duas A Iva aovas, sendo
uma decarobrata e oulra de bretanha
fina ambas cora bico duas toalhas no
vas da tnesnu fazenda, com bico, 34
pannos de cambrata e b et.inha fina,
todos no vos e cora bico, para oratorio,
3 co'tes de vestidos de seda dovos e le -
tos guarnecidos com fitas e bio sendo
um cor de palh-i o d is cor de flor de
lecrira i dito em corte, de seda parda ,
4<> covodos de sarja preti, larga, a veo*
pretos novus sealo um grandf e o outro
pequeo a pares de meias de seda preta
para Senhora 4 pares de meias de seda
branca para Senh< sguifo pira hornero 8 caltas novas de
b.ira t ancedo pia h nnm 6 peitos da
camb,-ai i cora pregas 8 colarinhos de
esgninhad fioo i > lencos de cassa de cor-
dio rasados e novos 9 masuosda meia<
d'algodio para Senhora senHo 6 de pa-
tente, isto be mui fiaas ; e3 mais ordi-
narias, 2 ditos ditos para menino, 6
camisas de cambrata pera Senhora gu
aroecidas com folhos e bicos nos punhos ,
uma dita de catnbraia guarnecida com
renda e bico j duas ditas ditas p>ra ho-
roem.com birdado, sendo um< felhs,
8 lentjSes de pannods l'nbo novse de
1 varan cada um e com 4 pannos i di-
to de lioh) fijo do tres ramos 3 rodap
de cass< para cama de cazado a pares de
cortinas de cas'a para alcova duas fo
libas grandes de bretanba urna pssa de
paono de linhomui fino com 39 varas e
meia uma dita de chita de coberta meia
dita de ri->c*de de liubo para co'x<5 a
cortes de calsas de gasomira sendo um
para meniuo uma coberla de seda da
ladia bordada de ra -tiz sendo a seda cor
de fogo ata pente de ta taruga aberto e
bordado para Senhora aa prosilha e uma
borla de chapea aunado, alem de outros
rouitos objectos.
ajjjr Jo*6 Hilario de Barros atual ab-
ridor do Municipio da Olioda participa
ao respaitaval pabli o qae dar princi-
pio atiricio dos pesos e medidas no dia 18
do correte era diante ; fatendo certo aos
que morio- do lado do norte do rio doce
Mai i.i farinba Parat be se qaeitio dl-
tigir as casinbasda ribeira de linda e
os que luiio uo lado do sol Apipuoos,
Bebiribe O,si forte, Salioas, dirijio-sa
ao atierro da Boa-vista casa n. 33.
eflp Francisco Jo AI vas avisa ao
rrspeitavel publico, que por haver apa-
recido p*980 de igual oome da hojo em
diante sa assignai por Franciieo Aires
Pitomba.
A pessoa que parou uma sedu-
las na ruada cadaia do Recife, dirija-se
a mestoa ra a fallar com Franciieo Jos
Alvos Pitomba, quo dando os sigoaes cer-
tos I ha serio entregues,
af^ Qoem precisar de uma ama da
leite, que se sujeita a lavar e engommar ,
para a crianca dirija se a ra da Aurora
no primeiro andar do tarceiro sobrado ,
WW O Bacharel formado Juaquim Vi-
lella de Castro Tavares avisa as pesso>s ;
que so quizerem uiilisar da seu pi estimo ,
que mudou o seo escriptorio para a ra
larga do Bozario D 7 priciro andar la-
do do nascente.
IV Quem precisar de urna ama par-
da para cotar e engommar, cirija-se a ra
Direita [). 18.
W-^ A pessoa que anounciou ter um
preto e om molequepsra alugar que-
rendo para o servico de ollaria dirjase
a roa do Vigario armasem de Francisco
Jo Silveira.
ftW" Precisa-sede servantes para tra-
balhar em um edificio e pagase bora
jornal : oa ruada cadeia do Recife n. 18.
V Prop6e-se para os portos do Aca-
rar Cear e Ai-ii 00 outro poalquer
porto do sei to para onde haja carga a
Sumaca S. Rita Carlota foiraJa de co-
bre e velleira Mestree pratioo Jos Ro-
drigues Freir ; quem nella quiser carre-
gar para os referidos portos poder enten-
der-so cora dito Mestre a bordo ou na ra
do Vigario escriptorio do Coronel Mene-
zrsn. 15.
jtaT" Precisa-sede ama ama da leite,
forra ou captiva : na ra estreita do Ro-
zario sobrado da dois andares que tem
mi loja de barbeiro em baixo.
W Precisa se da urm ama para ser-
vir a urna casa de um homem solteiro: no
atierro dos alfogados, junto a venda que
foi de Antonio Luis de Freitas.
Qav* Alaga-se mensilmente uma casa
ao p da ponte do manguiobo de pro-
priedade do Cirurgiio Teixeira ; quem
a pretender, dirija se a rus do Livramen-
to O. za.
t^> A Senhora D. Genoveva Perpetna
de Jezus Caldas, haja de declarar a sua
morada para se tratar negocio de seu in-
ters?.
WW Quera perdeu uma sedula diri-
ji-se a M noel Pereira Te queeste dii quem acbou.
jrfa Prtcisa-se de um bom padeiro ,
e um negro que entenda do mesmo : na
padatia por detrs da roa nova no heco
quefires dtfioute da Conceicio dos Mili
tares.
jteT* Francisco Nieolau de Pontes, faz
scianle aspessoas que tem obras de ouro
ampenhadas em seu poder e que excede
o praso por que forio erapeubadas, h ja5
no praso de 3s dial tirar as ditas obra ;
pois nfo o friendo no referido praso,
passa as vender a fim de ser enJenissdo
do principal, e juros.
CSv Piecisa sedo alujar utnpnti ca-
tivo fial ede bons cnstumes, equesaiba
cetinbar : na ra da Apollo no segundo
andar do sobrado D. 5.
t=> O Sr. quo por graca tirou ora
raeio bilbete da tegunda parte da primen a
lotera da Matriz da Boa vista n. 964 ,
cu jo eslava dentro de urna carleira quei-
1 a restituir do conlrairose publicai o
san neme.
aflpai Precisa-so de alugar uma casa
terrea em qualquer ra do Burro de S.
Antonio da-se3ou 4 metas adiantados-,
qaem a tiver dinja-se atraz da ra do sol
Gasa primeii a que fica ao fundo da de Fran*
cisco Antonio de Olivaira cora fiante
para a travessa^ ou annuncie.
LEILAO,
jrV De birria da vinbo tinto em o dia
quarta letra i7 do crrante no armazem
do-Brafaez ao p do arco da Coocetfio
NAVOS A CARGA,.
Para Loando
9 Segas com a rnaior brevidadepa-
siveloBiigue Portugus Alcid-.s quera
nelle qoizer uarregar ou ir de pissagem
dirija te a INobarto Joaojoim Jote Guadas.
Para o Rio de Janeiro
O milito veHeiro Rf rgantim deno-
minado Veloz ja annunciado segu via-
gerr. irapreterivelfflente em 25 do crrante
me/., tem a maior parte da carga prompto
quera ndle quiser carregar cu hir do
passagom para o que tem tx olientes
commodos, dirija-se aos Ccniignataiios
Rosa, I emo e Rocha na ra da Cruz ca-
mero 28, ou ao Capillo a bordo.
COMPRAS.
f/S^ Orar, s de Cicero em Por tugues :
nula Typogratia.
VENDAS.
fc9* O Patacho Americano Neptuno
forrado de cobre pronto para seguir qtul-
qtier viagem constmido em i835 a fallar
OonstVI Consiguioatario Heniy Forster
& Corapauliia : na ruada Sanzalla volha
n. 1.
tW Uma junta do bois mancos gran-
des e gordos, um quartau capado ca nu-
do e um silim com muito pouco uzo
com todos seus pertenoes : no pateo de S.
Pedro ledo esquerdo O. 6.
Ms1* Uma escrava moga cozinha, en-
goraran lava roupa de sabio, e vrela ,
e boa quitandeira : na ra do Fogo U.
11.
rea Duas pretas 'coa abelHades se-
gointos uma ptima cosinbeira lava ,
eugooima lizo e faz todo sai vico de uma
casa oulra bocoiteira lavadeii a ooti-
nheira e ptima para todo o sai vico : oa
ra Augusta, lado do nascente casa a
pouco a cabada.
orajp Ura quartau com muito bons an-
dares, a bridas, a patativas 3ori-,
a sabiaes da mata i pintasilgo i hien-
do ( e 2 cabuculiuhos t e 1 coaclis todos
passaroa antig->s em gaiolas, o muito can-
tadores : na ra da Gloria casa D. 53 na
oosme caso acims um muloqoe crioulo ,
de idade de il para 12 anuos.
W Um venda com poucos fundos ,
a dinheiro ou a praso com boas firmas :
na ra da Alegria casa confronte ao beco
do assougue das 8 as 9 da rasDha, ou
das 5 as 7 da tarde.
irjr Lira escravo crioulo de idada aa
anuos trabalhador de anchada e macha-
do, entende de desleitar, e proprio para
qualquer outro servico : na ra d< Quei-
nudo O. 8 que se dir quem vende.
jrejr Uuiaescrava ciioula, boa cos-
nheira a lavadura : na ra da Gloria
D. 52 e na meima casa a cima ta.nbem se
veude um 1 elogio de cima de meza.
ojQoaa Globos com paii.es de divsross
cores : na ra da Crus n. 4o*
ajepr Sal do Ass a bordo da Sumaca S.
Rita Carlota fundiada ao p do trapixe no-
vo : atractar com o mestre, ou na roa
de Vigario li-cutoi io do Coronel Menazes
n. i5.
BBjaja Potassa da primeira qualidade
Americana chegada prximamente dos es-
tados unidos em casa dos Sanhoraa J.>o
Mathoos et Companhia y na ra das Cruz
D. 56.
orejo- Uma escrava de naci robollo com
idada de 18 a ao aonos boa eogomma-
deira comuna cose lava do sabio: na
ra Direita D. 2o quem vam do Livrameu
to lado e querdo.
ojuP1 Kap princoza de Lisboa de boa
qualidade, dando-so amostra ao compra*
dor e por preco muito coormodo: na roa
do Queiuiado loja de fazenda* antes do
boco da Congreacio ao p da do Seahor
Gusmfo.
ajqpr Dois c.valloi de estribiri man-
gos ando apisso e ca regio, um preto ,
e outro 1 ufo sujo asiim como um silim
loglrrara bora uzo, e uraa brida com ca-
bezadas : na ra do Rraugel aubrado |D.
5i.
ESCRA.VOS FGIDOS.
|j*p* No dia ai de Dezembro da 1837,
fogio uma prata do oome Mara do gen-
to rebulo um signal na testa bera azul ,
bom parecida e moca cor bam tulla', sec-
ca do corpo altura regular levou ves-
tido de chita cor di iota uovo a itm baba
do panno da coila novo, tem os den-
tes da f>eute bera abertos ; roga-sa as pes.
t>oas encanegada da polica ou qualquer
captio de campo, de a pegar e leva-la ''
a ra do palaceito, era casa de Fiancisco*
[Nicolao de Pontos, que raconlpansu.
orjp Da se da gratiheacio a <((25ooo rs
a quem pgu- dois pretos, um do noffle
Jo do geniio de angola fMeio do Corpa
pomas grossas de idade de 4J e Iloa
aonos, ha noticia que andio para a par-
te do bul, he bastante ladino } o outro de
norae Miguel crioulo, aeeco do corpo ,
pernas finas da idade de i5 a 16. cuje
eseraVo julga-seser fui lado em rasio do
S'lnr no anno de i83of a vender me I j
quem os pegar levem-e a ra do palacete
em casa de Francisco Nicolao do P^nle-,
que iecebei a ditaqoanlia.
a/y No dia 5i de Desembro do anno
p.p., fogio um maleqoe de uoune Anlooie
de afio casao>ef de idade 10 a 11 nos ,
baixo bastante yrtlo rosto redondo ,
tem om ambas as orelllao um buraco,
BMDS e ps pequeo, dedo cui-tes ca-
nueiro, oqualfo ociavo de Joo da Vial-
ta 1 ero Nazareth io Cabo consta fer si-
do apprahendido no dia 3 do crtenle inez
no lugar das Curcuraita por Joo Fe I i 9
Francisco Antonio, e 0 deposita rio em
oasa de Joio Leite no lagar da venda
Grande: por confiarlo do dilo aprehen-
dido vierio os meusionados apprebeode-
dores a esta praca no dia 4 e enlenderio-
se com o Sennor do lefeiido escravo, fi.
cando ceilos de o liazeiem no dia seguin-
to e como albe o presente nio tanbfo
apparecido e era nada mais cont a roa-
feito : roga-se as Aulboridade Policiaea
e a mus petsoas que do sobre dito escravo
soubt-rem que o apprehandioe o fifo
conduzirao pateo do CoUgio, loja de li-
vros de Antonio Jos Pinto qae genero-
samente recompnsate.
rojr Fugio na noite do dia 24 Tho-
ma ciioulo oflicial de sapaleiro, iJeyle 18
annoi tem os sigaaes beguiutes olhos pe-
queos naris greco e beiaos grocos ,
buaita figura na garganta da parte es-
querda um sigrial preto levou vestido,
calsa e jaqueta branca costumaa trabalhar
em alguma leuda de sapileiio diteodo o*
paga semana a sua Senhora, rogase aa
aothuridadas policiaea e as mais pesabas, q'
do dito escravo souboiara que o appre-
bendioeo ffio conJuzir a ruada MaJre
de Daos a casa de Ignacio Jo da Costa e
S, que geneozamanta lecompemaia.
ajrjr 5o^ooo rs. de gratificafo d Mi-
guel Correira de Miranda, a quem Iba
apprahendor ou d-.r noli, a certa, da
ura son escravo por nomo Jo: Cordeiro ,
cora praca de canoeiro no porto das ca-
noas, aonde tara o posto de Major re-
presenta ter 4d *'' n"iiU3 de idade com
alguna cabellos brancos noqueixi, baixo ,
seco do corpo e ba desconfianza que an-
da para as paites da Cidade no lugar da
Sania, os appiehendedoies dinjio-ae ao
sitio do mesmo na Madalena.
VJP No dia a5 de Dezembro fugio om
ascravo do nome Bonifacio idade a5 aa-
noa t cor preta denles abertos um pe-
queo ligara! de carne no naris, om mar-
cu da firida bam funda junto ao toraosel*
lo, elle metido I reg isla oflicial da sa-
paleiro, e canueiro roga-se as pessoaa-
encan egidas da polica 00 qualquer Ce-
pillo de campo de o pegar e leva lo a
tuaDiioits, sobrado da quina do beco
do> Criigado aeguudo andar, que ei>
resompen-ado.
arajr No dia 15 do crrante fugio do'
sitio Luueia confronte o P090 da Pa-
nilla hum escravo pardo de nome Me
noel um tanto claro calvo, faila fino'
lepreienla mais de 4o anuos, he casa do-
com uma parda forra de nome Tbeodora
que seacha morando em Tejucupado '.
quem o apreeuder levem-o a loja na ra
da Quima-do D. 8 que recebera' de recom-
pensa quantia da a5,ooo reis.
MOVIMIENTO DO PORTO*
Navio entrado no dia 16.
ASSU' 17 das, Sumaca Nac. Conceicio ,
M. Manoel Joaquina Juc do Oliviira r
carga sal, e paihas : a Antonio Rodri-
gues Lima passageiros 4*
J mil'
Per. ha Xip, b a, f. ds rritiAi:ri&j^
'
1
r


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