Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03245


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Full Text
ANNO DE 1838. TERA FEIRA

.i >
16 DE JANEIRO. N. 12.
EER>. ia TYP. d> M. F. df FARIA. 1837.
%
D1A8 DA SBMANA-
15 SeRonH s. Amaro abade. Audien. do Juis
crime de tarde scs. da T. P.
16 Ter<;a S. Marcello.P. m, Rcl. de aun. e aud. do
J. dos Orf- de tarde. _
J7 Q.mrta S. Anto abaltc sessao d lhcsouraria
P. La nova as 4 h. e 54 min. ria t-
18 Cintra* a Cadeiradc S. Pedro em Roma. Rea?.
de manh. etc.
Ig Sexta S. Canuto Rei. sessao da Thesour. P. e
aud. do J. de tard.
20 sahatlo s. Si-batiao e Fabiao m. Rcl.(de m- c aud.
do V. G. em Olinda de tard.
21 Domingo S. Jpnes V. M.
are'cbeia para odia|l,6 de Janeiro
as lo boras e 54 m. da m II h. 18 m. da" tard.
Tudo agora depende de nos mesmos da nossa
prudencia, moderagao, eenergia: continuemos
como principiamos^ e seremos apontados com adiiu-
racao entre as Nagoes mais cultas.
Proclamagao d'Assemblea Gcral do Brasil.
SuW,rove*se a 1,000 reismencacs papos adiantados
nesta Tipografa, ra das Cruves d. 3, e na Praga
da independencia I). 37 e 38, onde se recebem cor-
respondencias legalisadas, e annuncios -, inserindo-se
estes gratis sendo dos proprios assignantes, e viido
assiiTiiados.

CAMBIOS.
Janeiro 15.
X-iOndre 30 Di. St. por 1,000 ed.
Lisboa65 poroio premio, por metal, Nom-
Franca 315 a 30 Rs. por franco
Rio de Jan. 6 p. c- de desc.
Moedas de 6,400 13,800 as velhas, noru 13,400
4,000 7.400 7,600
Pezo> Colimares 1.585
ditto Mexicanos 1,575 .580
Patacoes Brasileiroi i,585
Premio da leitras, por mes I l|i por o|0
Cobre apar das Seduiag
PARTIDA DOS COHHR108.
Olmda_Todoa na diaa ao'meio da.
Goiana, Albandra, Paraiba, Villa do Conde, Ma-
mKiipt, Pilar, Real de S. Joao, Rrejo d'Aren
Rainha, Pombal, Nova de Souaa. Cidade do Natal.
Villa da Goianninha, e Nova da Priuecia, Cidado
da Fortaleza, Villas.do Aquirv. Monte mor novo
Aracatr Catcavel, Canind, Granja, Impera tria
S. Bernardo, 8. Joio do Principe, Sobral, Novado
ElRer, Ic, 8. Matheu, Reacho doaangue, S
Antonio do Jardim, Qiiexeramoliim. o Parnahiba
- Segunda e Sextas leiraa ao meio dia por via da
Paraiba. Santo Antao- Todas ai quintas fcirai o
meio dia. Garanliun, e Bonitonos dia 10 e 34
.le cada mei ao meio di. Floreno dia 17 da
cada mei ao meio dia- Cabo.Serinhaein, Rio For-
moxo, e Porto Calvo-no dia I, II, e 21 de cade
mei- __________
PARTE OFFICIL.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia i3 da Janeiro de 1837.
Officio Ao Inspector da Thesooraria,
para mandar entregtr a ordeui do Preai-
to da Comarca deGoiaona a quantia de
iJ7.$)ti jo reis para pagamento das despa-
sas de duas Un cobas que-autorisado pela
Presidencia mandou faser na casa qua
serr de quartel aos soldados da Seeco
de companhia de Policia d'aquella Cu-
marca.
Dito Ao Prefeito da Comarca da Go-
anna entellgeucian.-'o-o da ordem expe-
dida pela antecedente offi io.
Dito Ao Prefeito da Comarca do Re-
cife para ordenar a Sub-Prefeito da Fre-
gueiia dos Alfogados, que tome as caute-
las necesarias para que nao bajo furtadas
as madeiras, que palas obras publicas ae
vao mandar por na ponte do Motocolom-
fa.
Di'o Circular Aoa Prefeitos das Co-
marcas para remeterem com a possivel
brevidade: 1. urna lista alphabetica
dos Jurados de suas Comarcas qu forara
aparados pelos mesmos Prefeitos no au-
no prximo passado declaraodo se a
renda que os habelitou para esse cargo
previuha de agricultura creadlo, beo
de raia Emprego publico (oa qual-
qaer outro titulo; o 2. outra igual lista
das pessoas quaem viilude do Cdigo do
Pror. Crim. e Leu videntes fbra izen-
tas de ser Jurados, declarando qaal o mo-
tivo de izencio ; e ficaudo rf> inteligencia
deque taes leraeasas deverao ser feiuslo
go depoisque tiverem feito aapuragodas
pesaoas aptas a sorcm Jaises de lac-
io.
Officio Ao Inspactor do Arsenal de
Mirinha para mardar faser na Escuna
Lebre, o* reparos que o respectivo Com
mandante requisita do aitigo da parte q'
se ibe enra por copia, e nao osquein
foima o Mustia Constructor do inesmo
Ai seal, por serem dispendiosos, e demo-
rados.
Dito Ao Administrador Fiscal da O-
bras publicas para informar com brevida-
de : 1. que quantias tem a lepartigo a
sea cargo recebido da Tbesouraria Pro-
vincial dentro do correte anno finan-
ceiro para as rrustnaa obras, e o lempo
em que taes receb mritos tivero lugar ;
4. qiitt nrestaces e tem pago cada um
dos uiiciuataiitcs dis obras referidas com
declaracio do lempo desse pagamento e
.oquese Ib; cat\' rstanlo, avista dos
contratos que se 6zero.
Dito Ao mesmo, para informar cir-
cunstanciadamente sobre a forma porque
se tem despendido as prestc,5es recebidas
pela Repartigio a seu cargo para as obras
publicas no corrate snno fnanceiro.
Dito Ao Juiz de Direito do Civel da
Comarca de Garaahun, ordenando-lhe
que com a maior brevidade, e dsbaixo de
ua responsabeliiade remetta a informa-
gao que Iba foi exigida em ofcio de i5
de Julhodei856, relativa aos officios da
Esorivies qae servem perante o sau Juiso,
visto o nio lar feito at o presante como
era de ten restricto dever, delarando a lei
que creou lae officio?, a naturesa de seus
Ttulos, e se todos sao necesarios a bos
administrado da justica de sua Comar-
ca.
Officios semelhantes foro expedidos
os Jaises de Direito do Crime de Gara-
nhuns, Nasaretb 8. Anlo, e aos do
Civel, edo Crime de Flores.
Em preseoca do sea officio de 19 de
Desembro do anoo prximo passado em
que tras ao conbecimento desle Governo
a duvida em que esta' de faser convocar os
Eleitores d quarta Legislatura, q' derem
formar o Collsgio dessa Villa, ft ta de
proceder a eleicio de doas Deputados a
Assemblea Geral como foi ordenado a
Cmara des.se Municipio em officio cir-
cular de 7 do referido mez ; cumpre di-
ter-lhe que a proposta devida he in-
fundada, porque devendo em todas as
Villas da Provincia, que sao consideradas
cabecas de Districto formar-se um colle-
gio Eleitoral, hefora de queitio quees-
sa villa deve reunir o seu, independen-
te do da Villa deSeriobaem, do qual ja-
mis devem fa-er parte, sendo a penas
concedido^ qae os eleitores de hum, e
outro votem n'quelle onde mais oommo-
do Ibe for. Em consequencia deve a c-
mara Municipal dessa villa cumprir as
ordena que Ibe foro derigidas a respeito
desemefhante elleifo, convocando ores
poctivo Collegio, que devera' ser presi-
dido na sua formatura pelo Juiz de Paz
do Destricto em que se elle reuair ou
por um dos Vereadoresda menciouada c-
mara comJ he expresso na Lei.
Dos Guarde a V. S. Palacio doGa-
rerno de Pernambuco 13 de Janeiro de
i838. Francisco do Rego.Bjrros Sr.
Presidente da Cmara Mquicipal do Rio
Farmoso Francisco Machado Teixeira Ca-
valcante.
O Presidente da Provincii abaxo
assignado, recebea a nota de 3 do corren-
te raex, que Ihe derigio o Snr. Cnsul do
S.M. Britnica aesta Cidadoaoompanbad*
do depoimento de hum Mariubeiro do
litigue de Guerra Iaglez Wnard le-
to perante o Cora'uarjdan.te do ocini
Brigue e o Vioe-Consul Britnico pe-
lo qual se pretende mostrar, i. do corrente as to boras da manhi, de-
rigindo-xe dito marinheiro di Cidade para
aqu-He Brigue fora chimado para se por
ao lado da Barca da Alfaadega e submet-
ter o seu bote ao registo, e que durante
este fora insultado com acpdes e palavras
palos cuardas respectivos. Com quanto
o Presidente da Provincia abaix assigna-
do esteja certo que nao se podem preve-
nir certos fictos entre pessoai degrossei-
ra educaco, e nem soja provavel que o
facto cima referido deva perturbar, co-
mo recaa o Snr. Cnsul a boa armona
qua existe entre o Imperio do Brasil, e a
Nirao Britnica muito principalmente
no se referindo ella nem de Uve a
mesma Nago, julga todava coovenien- I
te declarar ao Sur. Cnsul, qus man- I
dou proceder as necessarias indagaede-t, e
despedir os guardas da Barca da Alfan-
dega no caso da serem julgadas rsrda-
deirasasassetges contidas no depoimen-
to do marinheiro.
Palacio do Goveruo de Pernambuco i3
de Janeiro de i838. -Francisco do Re-
g Barro. Sor. Edward Watts.
Portara Ao Commandaote Gerl in-
terino do Corpo de Policia, para mandar
apresentar urna ordenanea a cavallo ao
Major Jos Gabriel de {Vloraes Mayer,
encarregado de examinar as fortificag5es
da Provincia.
Dita Ao Commandante da Escuna de
Guerra Lebre para remelter, ao Com-
mandante do Brigue de Guerra Inglez,
Wisard, o officio que se Ihe en via.
DIVERSAS REPARTICOENS.
MEZA DAS DIVERSAS BENDASi
A pauta be a mesma de N. g.
CORREIO.
O Pataxo Amore Flix recebe a mala*
para o Assu' nodi 18 aili horas da
maoha.
ARSENAL DE MARINHA.
EDITAL.
Francisco d'As.isCabral e Teive Capita
de Mar e Guerra di Armada Nacional ,
e Imperial a Inspector do Arsenal de
Manba desta Proriucia &c.
Fajo saber iojquesie Edittl yiretp, q |
em consequencia do Aviso da Secretaria
d'Eslado dos Negocios da Marioha datado
em a3 de Novembro p. p., que me fo
commuoicado em oflicio do Exm. Sr. Pre-
xidente da Provincia em data de 10 da
corrente me acho autborisado palo mes-
rao Exm. Sr. para contratar com aquel-
las pessoas que voluntariamente quiserem
servir nos Navios da Armada Imperial .
um engajamento de um a dos annos me-
diante urui gratifoaga5 de 2o a 3o mil
res aos Marinheiros de pralissa, e de 10
a i5 mil res aos que au tundo pratica:
domar, se queira dedicar aesta vida,
com tanto que sua idade seja entre os i
e 2o anuos de vendo drigirem-se todo*
aquelles que se proposarem o referido en-
gnjamento ao Arsenal do Marinha para
tratarem com o respectivo Inspector, q'
lambem Ihei propoaionara7 os conveui-
entes transpones para a Coito do Impe-
rio.
E para que chpgue a not'cia mandei a--
fixar o presente Edital nos lugares do cu-.;
turne e enserie nos Diarios da Cidade.
Arsenal de Marinln n de Janeiro de
1838.
Francisco d'As^is Cabral o Teive.
Inspector;
PREFEITRA.
Parte do dia i4 de Janeiro (838;
lllm.e Exm. Sr. Fora6 presos a mir
minha ordem, e tiveraS destino : Manu-
el Arial, branco pelo Sub-Piefeito do
Recife para umaaveriguaca5 j Joaquim
Dionisio e Jos Raimando ciioulos k
pelo Sub.Prefeito de Santo Antonio, por
occioios; Marcelino Candido da Rocha,
pardo, por ama patrulba de Policia, a
reqaerimento de um sugeito em cuja case
elleie havia introdusido pelas 2 horas da
manhla para fins iliicitos; Joaquina, pre-
ta, forra pelo Sub-Prefeito dos Aboga-
dos, por ser df* pessima conducta : eSi-
lirestre Jos de Santa Anna pardo por
um Alferes de Guarda Nacional da Co-
marca de S. Anta por haver asesina-
do ha dois annosem o lopir da Batera da
mesma Comarca a seo irm5 dando-lbe
11 facadas por motivo de nms libra a
fumo- .
Nada mais consta rs pttle! boje reoe-
bidas n'esta Secretan.
Dos Guarde a V. E.rc. Frefeitnra d*
Comarca do Recita 14 de Janeiro rJc
,838. lllm.e Exm. Sor. Francisco do
Reg Barros, Presidente Ha Provinci-
Francisco Antonio de Sa' iarro, Fie-,
feito da Comarca,
>'


'
T-^1

v 4
/
Blilie BB fllWAM BUCO'
rasa
-:
Parte do Da i5.
Il'm. e Exin. Sor. i Partecipo a V.
Exe. i qu" das Pai tus hj receidas n'e-*-
ta Secretaria --neot consta, quefora
prasos houtem mioiuordcn Beneuic
tO| pulo, escravo do Elus Jo \Unins
Pereira palo Sub P/efeito da BoavUta
requisica de seu senuor ; e Roza Mara
do Lvra ment parda, peto Sub Prefei-
to do Santo Aulooio, por queisa do Ad-
ministrador da cza do- Ex., untos de ser
ella de animo turbulento 0 lar maltrata-
do acutes mulhercs que cora ella ma-
nient 5 as enancas da uiesma casa.
E' o que consta das paites hoje recebi-
das n'e.-fa Secietaria.
Dos Guaidaa V. Exc. Preleitura da
Comaica do Recite 15 de J.aoiro da
l838. Illui. o Exm. Sur. Fiancisro do
Reg Bnrue, Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de Su Brrelo Pie-
eito da Comarca.
Contintudo do numero antecedente.
' A' vis'a deste quadro, Sis., % se qae
o estado da rtpaiticad da fatenda he em-
barazado o ardao ; m-s 1 caioin Gi|U
Certa ue que esta expo>ict>5 un raen con-
ceito, nao desacredita os ministros qae
me piecedera.
Agora passo a hum tribalho que ote
cus* arada man que o primeiro : vea a
ser a demonstracad da necesidad* do cr-
dito soppleuieotar oa5 de 2,4 jo eootos
podido palo mea antecessor m-s
de 2,456:000$ s para a repai liea da fa-
cuda; porque j previo a cmara que
bu hum dficit oaa r pirticas da mari-
nha e gueria o que ambas estas repart-
cts atipara tambera Luco crdito supple-
ruentar cujas deraonstraces aqai se a-
cba. Eu logo rao ocuuperei deslas duas
reparlices, coraecatei pila que sa acha
a meu cargo.
O meu oobre antecessor exigi buin
crodito de a,4>o oontos vista da hura
calculo feito na thesouraria. Esta oa leu lo
foi impugnado por raais da hura nobre da
putado niembros da cornmissio que o
axaminaraS. Daclaro cmara que) adop-
to algumas das ubjeci&es dos cobres depu-
rados, a tanto as adopto que, deixaodo
deservir-me dos amigos caloulos dathe-
soiirana, au voa i>(lvrecer ao juico dos
Srs. depotados hum novo calculo mu
simples, e que me paiece evidente. Na5
Rea por tanto, necessario grande estor
mara da nacessid^da que ha do exigido
crdito. Eu pego attencaS, porque a
uiscussio he mu rida; as ideas escapaS
co'ii ficilidada eeu saotirei maito que a
cmara nao faca hum juito segar o da monitra^d que vou submatter a sau ex-
trae.
A lei do orcamanto para o anno da
1837 a 1838 que ha o anno crrante,
oreou a receita publica era i4 mil nontoa ;
os clculos da thesouraria tivaraS em vista
rebaixir e>tj receita ; eu nao quero re-
haixal a ; aceito a tal qual a 01 coa a lei
vigente; mas, tod permittir que se dtraraoa a quantia que
tem dama applicaead especial para o rs-
gate do p-'P'.'l moeda qaautia qua anda
etn 4io coutos : dedozida e,la quantia ri-
ca sendo a receita da 13.590 contos. Ora ,
a mestna le de i837 a i838 qua aqui 1*
nbo, fixa a despeza publica .-m ta.8i4
cont ; eu tumbem aceito etta atacad ,
trias comp e -ddicionarlhe as despeses
qua, toado sido previstas pala lei do or-
vaiut nto e por ouirai ieis em vigor, te-
atavia a asstmbla. geral racocnigriou di-
nhairoalgum para robril-as: tu vou de-
monttral-aa. Primvira desposa qae a lei
previo mas qe ua dea fundos p ra re-
aiisal-a __^diffranci de cambio pata a
deapata diplofiwti'-"- s coosular Ear*-
pa, entre cambio da 43 e i|5 e do 28
quocoira, 160.257$ r. A-*mra me
dispenaa dedemouitiar quanlo seria hoja
illusoi'io conttr j ua uigo oem o cam-
bio de 33 como iVz a thesouraria, mas
ae uto coro o umbio do 31 : cantemos
com o correte. S gun j de-peca uue a
\> i previo e para a (pul tod (ou fundos, a difierancade cambio para
p-garoente da divida esterna entre o de
3 a 115 e o corrate do 18 que monta a
788:388^> rs. 1
Tu vira despata qoe a lai deerefoa ,
masque nao consignoudinheiro para ella,
o juro e amortisaca da divid que se con*
tiabio para realisar o crodito de a,000
contos, lai:45"$. Quarta despeta que
a lei ordeoou no seu paiag. a5 creio eu,
e qae toavis, n-> indioou os fundos
que a divaise cobrir tupprimeatos
pivincias; -a tbasourar>a calcolou em
1,408 costos; mas eu aceilo asobjeccaj
feitasaesta calculo, o admiti o calculo
menor quesefet, e la despeza talvet n-
de poi 680 contos. Quinta despeza que
nao pode pascar para aconta do uovo an-
no mas qua se aeve considerar j aomo
hum atestado qua cumpr pagar, quin-
to autos, por interesar aonoso crdito,
vera a aer o saldo que sefionu de ven do a
Samuel Pbilipt na imp irlaacia da 49 691
libras sterlinas qua ao cambio de 28 ,
orea em 4a5.9a?$. Sexta despeta qua a
Ifi n,i previo mas queso realisua infe-
lumaoie, e que convem designar fondos
para a cobrir he a importancia das letras
que o goveroo rametteo para Londres,
qua l tu sendo aceitas voltara re-
cambiadas, a respeito das qnaes o {desca-
ro tem de soffrer hama perda toado cor-
to que ru teceber integralmente o valor
dellat. E tas letras andad ero i5,5oo li-
bras steilinas, conf esenpturado ; porem a admin>s>raei5 sus-
peita que tenlu sido recambiadas pe to
de 35 mil libras starlinai. Ea ru posto
alarmar qual ser a sorama perdida po-
rem j consta que algumas tu saiio pa-
gas seniS com o rebate de 6 > >u mais po
100. Eata despesa, ao cambio de a8,
anda por 13a 837$, para a qual convem
habilitar o govexno. Devo porem ac
crascentar que a perda que resultan desta
oparaQ. nao devo ser attribuida sena
erise commorcial, que lera feito desmo-
ronar gra,ades fortunas. Ha ainda bama
dspota que a lei nao previo e para a
qoal nao podia consignar fundos, mas
qua be forc-eso a,aa por buin novo crdito
si j 1 soppiida e vem a sor a da impor-
tancia das letras enjillidas, por maio das
quaes foia aoticipadas e consumidas as
reodas destinadas s despicas ordinariss
do a a n be de 92a:5ao$ rs. Snmraadas todas es-
tas quanlias que teoho indicado, vem a ser
o dficit da ieptrti finanecuo que corre de 2,456.060$ n.
Repilo ea aceito o calculo da receita qua
se acha na Isi, ea d da mais exijo sena
que o goveroo teuha o nacosaaiio crdito
para fazer as desprzas qoe lora previstas
e decretadas mas que iu sa applicoo di-
nhoiro algum para o pagamento deilss.
Creio que dei buraa demonitraca abre-
viada e clara da ixisteocia do dficit je,
por cousequeacia da nacessidade do ere-
dito.
Permita agua a cmara que, em no-
mo do meu< collegas as S s. ministros da
guerra amarraba ea aprsente o estado
de ata reparticSes e submetta coosido-
rac.i da cmara a nacessidade em qae ca-
da hum deiles sa acha da hum ciedito a plsmentar. *
Fallo ara norae de maus collegas por-
que aadminiatraea actual, que aceita ,
come j ui>se, as coadigts do governo
representativo, ha solidaria; e em todos
os actos governativoa, a espooaabilidade
do hora traca a responsabtlidade de todos
osmioistios, a o vol de hura seio vo-
to da todas.
DemoDetraca da marinha. Permita
a cara* ra que eu leia o officio qua me di-
rigi o Sr. ministro da marinha maseu
ciio que soiia mais conveniente que o
Sr. secretario lessa e ta oficio entretanto
qus ea descanto.
O Sr. segundo Secretario o officio so*
cumie:
Iilra. o Etm. Sr. Como oa demons-
tracad dan dospe/.as d) actual anno unan-
cairo, feita paloaotecesor de V. Exc.,
para juitilicu o crdito por elle podido ao
corpo legislativo aprus se rst calculo as daspetas votadas na lai do or-
famanto ra era vigor para a repaitica
ds manaba, despetas que prssuppoem 4 i
I,361:a80#000
60:000$000
1,335.512&000
existencia de Torcas navaes para eircuns-
tanciss ordinarias; entendo de absoluta
neoessidade expr a V. Exc. as segua tes
considsraQes, a fim do que subraetteii
do-as sabadoiia descamaras Itgislativas,
na di-cassa de referido crdito, posta
V. Exc. obter os fundos inditpensaveis
p.ui o ervico da armada. Com quaoto
o decreto de i5 de oulubro de 1836 fi-
xasse am 1,800 o numero das praaas de
tedas aaclasses que deven guarnecer as
no.v-as embarcacbes armadas loi por e se
mesmo dacieto autonaado ugoveinoa
ele val-as ao de 3,000 em circunstancias
extraordinaiias, lando ainda este ultimo
iiomoro sido alterado para o de 4,000 por
huma emenda ao piojocto de le da fixa-
cao de Torca do anno financairo prximo
futuro, approvada am huma das ultimas
sesees dassseaiba geral lagislaiiva e
de mais autorisado o mesmo geverno a
servir-se, desde j, detta facuidado. As-
sim o p Jiqua ninguem desconbeee a ur-
gente nacessidada daempregar enrgicas
e rlficazes medidas para pacilicaca da
pi ovincia do Rio Grande do Sul, carap e
que a repartipa a meu cargo lanba os
fundos pieci>-os para fazer faca s despe-
tas resultantes do acorescirao de forcas ,
com queso nao conloa na lei do oraamea-
to em vigor. Ora admitlida como
tem sido at aqui pelo eorpo legislativo ,
que a despeza raonsal correspondente a ca-
da praca he de a8>))360 rs. vem a mon-
tar a despeca animal das 4 000 pracas vo-
tadas pela assomblda ge-
m em......... ..
Abafendo-ae o qoe cor-
responde a aoo praaas,
isto he, aos offi aimada e pracas do
corpo de ai tubera da
marinha, qae foraS
contempladas no orea-
monto com o respecti-
vo sold...........
Fica radutida a quantia
necojsana para os 4 mil
praoas a...........
E abatando-se anda des-
ta s mica a qae Da re-
ferida lei do orcaraea-
to foi destinada para o
fceivQO dos navios ar-
mados, ao anno finan-
cairo coi renta......
Pica obvio que > para
eite ramo do aervico
publico, be indispen-
savei, alem da j decre-
tada, a quantia de ... ?93 556^)000
A coi asee qae, como V.
Exc. conbecer pelo
documento n. a am
virtude das p< omocSea
ulliraameate fatas no
corpo da aimada a
atespeza para pagamen-
to dos respectivo* sol-
dos teve hum tugmao-
toanoual de2:850^
seis,.que corresponde,
em dez metes, a.....
Asa ira be neoesiaria, pa-
ra completar as forcas
de mar decretadas pa-
ra o anno financairo
que corre, a quantia
de................ 814:244^000
Alem da que foi vo'ada pelo corpo le-
gislativo nos competentes ululas do orea-
ment; quantia que, como V. Exr. ,
he conbequeacis nees-aria da lei.da fixa-
q das forcas navaes. Note V. Exc,
qae parti da basa que a Jespeta de cada
praca he mensaimeote de ao^36o ris ;
mas do officio do presidente da provincia
de S. Pedro do Sul junto por copia ve-
l V. Exc. que tem ella axcediuo ali ao
duplo desta qaaolia ; o que atlendeodo ao
numero de quasi 600 pracas qua naquella
proviocia exigiera produa hum conside-
ra val augmento da despeta com que a
lias nao contei no calculo qua fit. Do-
mis outras dspotas ha taes como a do
Irttes da embarcares para oondutir mu-
incee. navaes deboca, ou mesmo tropa
para o Rio Grfriide a Pai que na6 posto
desde j orfar, mas qae sem du vida aeiio
reclamadas palas circunstancias graves em
que nos acharaos. Tudavia como lalvtz
54i:0005000
a0.7O8JJO00
v
Baaiaswa>saaaaaBaiaaaBaBBaaaaBBBBaaaBBaBa^^
na5 seja necessaiio completar o numero
das 4,'oo praoas para guarnecer as nos-
cas embarcacOes armadas (eate numero he
boje de pouco mais de 3,000), entendo
quo as ominas cima mencionadas serio
sufficientes bem que iadispensaveis, pa-
ra acudir s despenas extraordinarias da
rapar tica da marinha no anno financai-
ro correte.
Deo< guarde a V. Ex-. Pago aa da
setembro de 1837. Joaquim Jo' Ro-
drigues Torres. Sr. Milgael CalmOa da
Fiu e Aljcidi.
O Sr. Ministre contiouaado : A ra-
mera tem ouvido a leituia do crBcio que
me dirigi o meu eollega ; elle demoos-
tiou o drficit de bum modo ta claro que
nao rae ha licita aerresuenoar razio algu-
mi para demonstral-e. A cmara obser-
vi u que por basa de satis calclos elle to-
mara a somma decretada pala lai em vigor
para a marinha ; isto he a somma cor-
respondente na a 1800 pracas que
a lei 6xou mas a i5oo, segundo a e-
menda feita pelo nobre senador o Sr.
Paula e Sauta. E-ta ctenlo he mui fcil,
visto que a asserabla geral tem admittido
em todos osorceraenlos que cada praca
aa marinha de/e fater a despeza de a8U
56o. Ora, multiplicndose (como feto
meu nobre eollega) o numero de pracas
por aquella cifra acbar se-ha que a om-
ine exigida no sau oradito corresponda
exactamente ao numero de 4,000 pracas
que a lei manda emprogar na marinha. A
quantia votada na lai romo di-se cor-
respondente a 1 5oo pracas. Ni temos
actualmente 3,000 empregadas no Rio
Grande e Para ; podeodo er este nume-
ro elevado ao de 4,000 est claro que o
ministerio carece de fundos para ate aug-
mento no pessoal da armada.
A prove tu esta occasia p* dizer a cma-
ra, em noma de meu eollega o S>. ministro
da marinha q' o material d. armada adia-
se, em mo estado. Hum grande numero
da nossos navios esta arruinados cafe-
eem do grandes reparos de recoottrac-
coens dispendiosas. Neste ramo de aervi-
co se me futa licito queixar-me bum pou-
co da pastada admin straca eu lhe leva-
ra a mal o ter ella preferido nao epre-
tentar ao cerpo legislativo bum grande nr
cemento antes do qua eligir ommas pa-
ra a repartica da raai iuha deixando
assim arrainar-se o material da arma-
da.
De qae nos .serve decretar 4>00 Pra*
fas. te talvez b*5 lenhamos navios para
empiega-laa? Meu nobre ooilega nao pu-
de ainda fiser huma inmeceaS nem en-
trar no axame miudo que o assumpio e-
xige ; mas pelas conferencias ja tidas ( aa
temas todos os das) e pelas nformacoens
qae elle tem colhido posto asssvarar o
qua fie.a dito. Creio por tanto qoe o
(i edito da marinha nao admilte objecca5
alguma ; he de evidencia mathamatioa.
Agora patsarei ao crdito da guerra :
tambera logo ao Snr. Secretario que lea
o effi-'ioque sobre isto me dirigi o meu
UStie Colleg.
O Sr. a. Secretario t o seguiote:
Illm. a Exm. Snr. Escolhido pela
coafiaofa do Regente interino am nomo
do Imperador para dirigir os negocos
da guerra ea julgo do meu rigoroso de-
ver trsnsmittir a V. Exc. a demonstracad
junta dodeteit, qae tem de realisar-se
mis desposas da reparticaS a meu cargo
acompanbada dos documentos que entend
a pioposito oulligir 1 lira deque V. Etc.
possa levar aoconhecimento da as-.eu.bloa
geral ta assim o julgar conveniente, o
estado verdaderamente embaracoso era
que acheios negocias da lepartica qae
dinjo.
E tupposto a estreitesa do tempo me
ua permita eonhti er miudamaote o me-
tilo 10 erapregado pelo meu antecessor no
ramo das despezas publicas e era ta
pouco me saja postivel expor em huma
ordem clara o precisa lodss qoantaa me-
didas sao necessarits para melhor distri-
buir ta os dinhairos pblicos cesta parte
da publica adraioi.traeaO; todava nao
posso d-pennai -na de communicar a V.
Ex>-. que 1 haveudo a le do eifamauto
actual 110 vigor considerado as despesas
a cargo do ministerio da guerra debuto
el bum ponte de vista aaaaz iit>t|icto, ma
4 _
_ i -


J& ':
I A R 10 DB PI1NAMBDCO
V
5

j
PlgJB^t""1*
a podia autorisar qinlquer desp-si que
neo tosse determinada na precitada le e
que se nad achasie revistida do carcter
de abiolutamente indispenjavel ; per isso
que echando no empenhadoa me pro-
vincia de S. Pedro em huma luta, que so'
por eta reprtioa5 absorve a eoorme oom-
ma de i5o:ooo,oeo de res measaes co-
me convencem o ollicio da respectivo pre-
sidate de 8 de agu-,tu do corrt-ott auno ,
a os mappas que uesta occasiaa V. Ex.
rtinetto torga aeria aguardar buena to-
ul deficiencia de meios huma vez que
se na6 observagse o sy^tema da mais rigo-
sa economa em ai outras despesas decie-
tadas.
Da diitrihuica feita pela trnsala ad-
miuiatraccaS do crdito votado para o
misterio da guerra durante o correte
iodo finaoceiro ,* tera' V. Ex. a diffe-
reuga ex.siente entre a consigaifiS mar-
cada para o arsenal deguerra e aua dea-
peta efectiva constante das informaco-
es apreoeotadaa pelo aeu respectiva dire-
ctor donde resalta nastes ltimos dez
meses doanno fioauceiie hum dficit de
9 ,:oou,oon de res ; e b ra aesim compa-
rando V. Exc. as despea da guerra na
provincia de S. Pedro do Sol durante
os meses de abril, nio ejunho, segun-
do os ja mencionados balances com
quota applicada para taes despesas e li-
mitarla a 60:000,000 de res, fcilmente
alca reara' a differenca ou Lita que ee
manifesta nos des meses do anuo a quat
be de 87o:ooo,ooo de res como se v da
etemoaetiaced junta.
Q lano ao accrescm-> proveniente da
elevacaS da torca ao sen mximo limite ;
deio notar a V. Exc. que e echando com*
templados os sidos e mais vencimentos da
forc* estacionada uta o Rio Grande na im-
portancia designada para as despeaas da
r deducida da totalidade daquella lomos ,
viudo assim a calcular se o mencionado
augmento na importancia de 3l4:81c$ de
res ; devsndo anda acerescentar para
completa eluoidaaad deste objecto, que na
demoastraeaS a qae me retir tambera
se aoha mencieuada a necessaria qnantia
de i3:7oo,ooo res para o pagamente
das gratificaeoeos concedidas sos membros
do supremo conselho militar segundo
a lei decretada pela asaemblea geral
igualmente para os fficiiea novamente
promovidos.
A' vista do que acabo de expor, edo
mais que a eicasseg do lempo me na5 per-
milte lefenr irva-se V. Exc. dar as ne-
ceasariaa providencias para que sa remo-
va6 oa mbaraeos em que ue acbo col-
lecado iudicando-me os meioa propiioa
para satisfsser as imperiosas necesidades
da repaitifi a meu cargo; consideran-
do quanto importa ao t>em do estado,
que os negocios da guerra tenhaS n
andamento regular e prumpto queexi-
gim o poblico sai vico o estebelecimen-
to da ordem ,eo completo triumpho da le-
galidede ecu a provincia deS. Pedro do
atol.
Daos guarde a V. Exc. em 2 2 de se-
tembio de 1837. SebastiaS do Kego Bar
ros. Sor. Calrnon du Pin e Almeida.
O Sur. Ministro continan do : A c-
mara tem ouvido igualmente o que exi-
ge o Sor. ministro da guerra. Agora
eumprequeeu e desenvolv segundo os
selarecirnentos e mappas officiaea q' ins-
truirs o meirao ollicio, e que se achad
sobre a mesa. Primeiramete eumpre q'
a eamara saiba qual o estado do crdito
da guerra ne-te momento. He trabalho
eito ne thesouro pelo meu illustre ante-
cet-or, oS ir. Alvea Bianco. E be ne.
cessario qae nesti occisieS eu lbe faca jus-
ticrf disendo a eamara qae elle esmeroa-
se em por cobro eos desvios do* diobei-
ios pblicos, ou palomeaos desejou que
se elles na5 gestassem tem conta peso e
medida : elle procurou informarse do es-
tado do crdito de ministerio da guerra ;
iltiOiUU ao neu uuilega (jai im anuo lii t'jUS!
a soturna qu existia ne thesouro, por
conta de aeu crdito ea retoluead em q'
tva de na6 consentir que fosse excedi-
do.
Elle tmbeos tentn estabelecer alguma
ordem e fisceiisicad nos saques sobre o tbe-
souro leitoi da provincia do Rio Gran-
de de Sul.
O trabalho que por aua ordem se fe
palo que pertence ao ministerio da guer-
ra aqui se ach e ha huma prova da
ex.ictidad com que o meu nobre coilega e-
xiga hum crdito snpplemeotar.
Vou ofFerece lo a cousideaca da cma-
ra.
O crdito concedido ao ministerio da
guerra pela lei de ai deoutubro de 1836
foi da 2,998 cootos ( eu de-preso as frac-
ceens. ) O Sor. ministro da guer ra no
priocipio doanno, como he costume,
fes a distribuifaddo leu crdito: applioou
para a secretaria deeatado 24 tontos; pa-
ra os telegraphos ( que passera para ou-
tra admini9traca5 ) 3j coritos ; para des-
pesas militares aaa provincias, 1,489 o.
fixou para despesas militares no Rio G.
60 contea por mez e deixou toda a ou-
tra massa restante do crdito a sua dispo-
sicaS no thesouro publico. D pois disto
comocoo o ministerio faser despesas : ea >
tre ellas coovem rememorar o crdito
dado para comraissa do major Bloem 8$
libras aterlinas que ao cambio de 28 3|4
ustaraS 66:78a,000 res ; huma com-
pra de salitre que importou em grossa
somma ; huma compra de baeta e panos
para o arsenal da guerra quelambam im-
portou em avultada somma. O minis-
tro da fssenda ven lo que o crdito da
guerra se malbarata va (he expressaopro-
pria) escreveu ao ministro duendo-loe q'
o sea crdito para os ltimos dei meses
do anno financeiro que corre estiva li-
mitada a 5lt contos. Ora a arsenal de
guerra de Rio de Janeiro onde, cornos
cmara sabe, sa faz a mor parte da despa-
sa do material do exercito e onde se fa-
xem grande parte das despease para mo-
bilisar as forcea da primeira liaba care-
ce de huma consigaacaS mensal, termo
medio ( aqu esta os clculos ) de
69:33o,000 reis ; o erad i te qua teitaao
ministro da guerra, deaois da distribui-
fad sendo somanta de 511 contos, ja
nao chega para eaaa deipeaa nos ltimos
dex meses., Em caosequencia verifica -
se hum dficit qua nao poda ser preenchi-
do pelas readas ordinarias e he nece-ss-
rio acreditar o ministro para que o sup-
pra
Pelo que respeita ao Rio Grande do Sul
o ministro fixou a somma de 60 contos
p ir mes ; mas pelas coalas das despesas
verificadas no Rio Grande do Sul, ea-
tbenticadas por hum longo offi i< do ac-
toal Presidente daquella provincia ve-
se que a despesa mensal ali naS pode dei-
xar de ser hum mes por outio menos de
147 coatos.
Seeu na6 reoessse fatigar a camaia, e
ie naS estivesse mesmo fatigado eu le ia
esse officio do presidente da provincia do
Rio Grande de Sal, que contera artigos,
que fornaceria bons eBciarecimealO'<, ao-
bra aa despesas que ali'se fasem. Deste
oficio feria a cmara quanto costa o ao-
bilisar a tropa ; os frates de qualquer pe-
queo barco sao axorbitiotissimos ; os as-
pioens 1 que se mandaS a Compaobie ,
para saber a posicio do inimigo parase
por em contacto oom ella a fsser tb re-
valacoens convenientes custao por cada
jornada 100 patacoens em prata ; o sold
da tropa paisana que ae aoha tas trin-
eheirae ai regimentada excede a toda a
comprehensa6 : o artigo forrsgens ,
e o artigo remota do exercito a5
eioi bitantisiimos. Declaro a ramera que
naS fasia idea de que matada desaas despe
sae sa vei ificasse anda admittindo a ma-
ior exageraoaS.
Alem da neceasidada do crdito snp pa -
mentar para occorrer a dispesa militar
aa provincia do Rio Grande do Sul, ha
outra aecessidade fundada oa lei em vigor.
A lei em vigor deu crdito para a te-
monla forragana e ferragem de eavalla-
ria contando so' com o regiment de.-s
arma aqui aa corte: o seu crdito foi, por
tanto muito limitado. O servico po-
rem deasa arma esta' aeodo fuilo no Re
Grande do Sul onde ba hom oorpo nu-
meroso de ea vallara. Os artigos forra-
i 3i3 cootos, segundo o mppa ge.al orga-
nisado sohre ai pirciaei viudos dsqaelle
provincia.
Sehores, quiodo eu offereco estas
eonsideraooens a cmara nao pense ella
que cu queira justificar ai despasas excu-
si vas que se tem tasto : m6 be esse o meu
proposito. Euettou profundamente con
roncido de que a administracaS da faseoda
aera' melhor derigida no Rio Grande da
Sul, logo que as repaitieeena da marinha
e guerra remettfo inspectoras leus para a
quella provincia ( muitos potados ) e
qusado ae estabcleci ali lepirtices ou
commisjariados responsavais; ou quando
nao seja licita aqualquer peq>>enu com-
mandanta de destacamento fuer despe
zas ao seu arbitrio ( apoiados ). Estou
persuadido de que com estas providencias
a dtspess da guerra ha de diminuir muito.
Mss na6 quero diser seobores qae se-
ja po-sirA ao goveraa, em estado de guer-
ra acautellfr e prevenir abusos, e dila-
pidafoem. Entra aa calamidades qua a
guerra tras huma das mais ponderlas
he a de nao* sa podar evitar o roubo e o
estravio (apiados). He hum dos males
que a gueris tras comsigo. Na5 quero
por tanto dar a entender que a adminutra-
ca actaal ( q ie nao' be milagrosa), v
por as cousai no justo uro fio, da aoansi
ra que consiga rednsir ai despesas ao juito
limite. Erapenhar-ie-ha porem em
providenciar que o desvio dos dinheiros
pblicos 1 ji o menor possivel.
Outro artigo de despesa que o Snr.
ministro di guerra exige que a cmara
lhe abone, ou lhe leve em conta vem
a ser a que resulta da diCferenfa da torca
decretada na vigente comparada cm a
de d'ise mil homeui a que foi elevada em
vi ilude da emenda que paa.ou em assem-
blea geral. Carne a adminitracio pre-
tenda mobilisar a guarda nacional dentro
daa provincias respectivas, sera fase las
marchar 5 e como nesta bypotbese a guar-
da nacional ha de vir a faser as vasas de
tropa de linha, recebendo sold ; claro
asta' qae a admioistraeio actual pode el-
levar o exercito a de> mil hmeos ; e por
coaseqaencia a despesa do peisoal eleva-
do a dosa mil homeni, pode-au verificar
mesmo oeste anno.
Todos titea esclarecimentos a cmara
poder' comprehender fcilmente a vista
da .demonstrante d<* dficit de ministerio
da guerra que palio a 1er.
Demoastraclo abreviada do dficit reali-
savel no mi ais t rio da gera em o
correte anno financeiro, segundo o
eredito votado para o referido minis-
terio em a le de aa de outubro passa-
do, o aa despeen aclaalmente a seu car-
go*
Goui w fruai un guer-
ra pagadoria, a mais
despasas a cargo da mes-
mo ar.-eoal 9.O00U00O
res mames (de* mese*)
Com 18 deipeaai feita
ni provincia da S. Padi o
a cargo do ministerio da
guerra c^iOOOOOO raa
mensaes (des mesas.....
Gom o augmento de
despesa proveniente daa
novis premoede e gra-
tificaces concedida! eoi
membros do conselho
supremo milirar ( dez
lCacS aeeeeaaao*
Com a ele vacio da tor-
ca a dose mil horneas,se-
cundo a lei novissims,
decretada pela assemblea
geral, a deusid a des-
pesa com a forca exis-
tente actusl manta na pro-
vincia de S. Pedro, por
e acbar ja .esta despesa
contemplada na con-
aignacio marcada cima
para a provincia de S.
Pedro...............
1
90.000^000
870:OOO#O0O
i3.?00#000
3i4:8l0^000
Somma. 1.288:510#000
Joie Bandeira de Gouvea.
O dficit di reparligio da marinha, co-
mo foi demonstrado no offi'i' do rep livo ministro he de 8f4 coritos. Pur
consequencia, Sars., em resumo, aad-
ministrcioactual se v uaduloiosa po-
licio de vir mnileatar o estado das finan-
cia ios representantes da afio mostrar;
lhes com brevidsde ciares* efiacquvsa
O estado do Thesouro publico nacional.
O crdito snpplementsr ha pan a repar-
talo da Fasen'la da 2,456 cuntas 5 pera a
guaira 1,288 ; e pira a da marinha 8i4 i
tu posto 4,50 coatoj sao Decewarjoi
para occorrer as desa>esas do estado rio cor-
lante anno financeiro.
Eis *oxp nao me atierra o f^sel-a. Se he por ren-
tara, impopular o expor o estado ra a-
fio com cares desagradareis raesma afio, nio duvido por amor do
paix afrontar essa impopulariiada es-
tou resignado a esse sacrificio, com tan-
to que tale a verdade eos representan tas
dauacio, e qua nio comprometa por.
causa de comideraoSes subalternas e se-
cundarias a honra e crdito nacional. Sa
ha confi.nica na administraca& actaal,
conceda -se o crdito ; se n.-. ha ceja re-
geitado; a prepsrem-seos cidados, que
O rejeitarem para vir tomar o lema do
estado. Esta be a profisso de* fe polti-
ca do ministerio : elle nao se qaer susten-
tar hum dia no poder, sem o concurso do
corpo legislativa, (uumirosos apoiadob)
se lhe faltar este concurso ella descer
do poder immediatamente (apoiados):
tal he a declaraea siacera qua tice por
mim o em norne de meus collegas
(Jornal do Commarcio.)
AVIZOS DIVERSOS.
Alugi-se por preco eemmodo a
toja do sobrado de ilois aoe*ares rita uo
pateo de S. Pedro que fax quina para a
ra do Fogo com bous commedo* para
venda : quera a pretender derija-se ao
primeiro andar a tratar do seu ajuste.
jqa Offjrece se ama mulh r branca
ja de idade ptra ser atol de urna casa, pa-
ra todo o sji vico deporta dentro ; a Li-
tar ni ra do fogo O. 11.
yy Aluga-ae uto segundo andar de
um sobrado; quam o pretender duija-se
a venda da quina do bco do peixe hilo ,
que dir onde be.
cjqsjr Quera tirer im preto para alu-
gar e um preta que be para andar com
um taholeiro de fazendas annuncie.
aamej [)as 2 para as 3 horas da tarde de
bontera furtanS da casa na rus do !Livra-
mento D. 16 segundo andar sala de dien-
te bum relogio patente N. ao64 autor
Daniel Slow Tait, ca-xadeouro,
e relevos, cora cadeia do ruasino metal
ero duasordeos arhsve com ametista ja
snrrada e outra pequea pan dar cor-
da j a outro relogio de sabonete de prata
Ingles, com a corda quebrada. Queta
os viraprebenda-os, oa noticia nadita
casa, que era lecompeusado.
oj-ejee Pretende-se por em leilio a mo i-
liado ex Commandante das Armas na
mesma cas que foi da 6Ua residencia ,
roa do Collegio D. 4 constante de 24 ca-
deiraa (entre ai quaes sao 4 de bratol) 1
sof duas mezas de sala e urna cama
de Jacaranda oolxdes e cortina Jos d<*
melhor gosto possivel, cujo Iea ter
lugar hoje 16 do coi 1 fenia rs ll horas do
dia; ou se veodei tudo par jnnto, a
neste case podero se entender na dila ca-
;a, pois ah se dir coiu quera de vem tra-
tar.
a/y Avia-se ao Sr. Manoel do Nasci-
meitto da Cosa Monteiro, como Theiou-
reiro da a.' Parta da primeira Lotera da
Mal lis da Boaviata que ae pardeo meio
Bilheten. 244sem ser assiguado, a por
isso roga se uo mesmo br. na5 pague o
dito Bilhetesem ter hom perfeito cotihe-
rmenlo de leu proprio dono, que be
Porfirio Rodrigues Braga.
/" Quilquer pateM que precisir de
um ciiado Heapanhol o qual be e-ltairo
e deieja servir em ca de algum Sur.
Negccunle ou mesmo em casa de algum
Snr. que tenha familia pois dir iu-
formaca da sna coaducta quem per-
teuder procure na ra da Cadeia leja n.*;
Ao B.
eflp> Preciss-se alegar urna cis de om
andar no Bai.ro do Recife ou na Boa-
vista sendo atrax da Mitrix ou na iua ve-
Iha e no Bjito da Boivista sendo na
principies ras qua Ql5 6XCed* ^ 7, n ?9
reis j annuncie.



'



- -
DIAIIO RP81NAMIOCO.
- A
- .'Haj?AJJJB'
;;
ti
l
ftW" Pieciza-se de um Sacerdote para
Capelo do um engonho distinta desla
praca 20 legoas, obrigando ss a encunar pri-
mis letras e gramtica Portugueza a
*.'S filhos do Suibor do aogenho 5 atjaem
se promete uui bom sallario aquelle que
estiver neslas circunstancias procure ni
praca do Corpo Santo h. 3.
tP3^ Marcelino Jos Rodrigues Calaco
coq loja da serigueiro ni praca da Inde-
pendencia b. 39, avisa aos seus fraguazes,
que mudou a sua loja para a mesma pia-
n. 33.
jflr* A pessoa que quer comprar um
liercu era bom uzo, dirija-se a ra do
Rangel no primeiro andar do sobrado D.
IX que voti para o trece.
IMT A!uga-sa urna boa Casa terrea na
ra do Amparo em Olinda ; (juera a pie-
tender dirija-se ao moraor visinho 00
Sr. Jos Pedro da Paz.
fjB^ Precis-sede urna ama de leite,
forra ou captiva : na ra aatreita do Ro-
sario sobrado de dois andares que tem
urna loja de barbairo em baixo.
tjflp" Pecha se de urna ama para ser-
Tir a urna casa de um horneo) solteiro no
alterro dos aifogados, junto a venda1, que
foi de Antonio Luis de Freitas.
fjQkr* Aluga-se mensalmente urna casa
-ao p da ponte do manguind de pro-
priedade do Cirurgo Teixeira j quem
* pretender, dirija-se a ra do Livrsmen-
to O. 12.
8^> Precisa se de urna lavadeira de
barrella : na ra do Collegio botica de
CyprianoLuiz da Paz.
grgp* Precisa se de alugar urna casa
terrea em quai quer ra do Burro de S.
Antonio, da->e3ou4 mezes adiantados;
quem a ver dirija-se alia/, da ra do sol
casa primeira que fia ou fundo da de Fran-
cisco Antonio de Oliveira com frente
para a travessa, ou nununcie.
JEP*1 Francisco NiColau do Pontes, fas
eciente as pe-soas que tem obras de ouro
empeuhadas em seu poder e que excede
o praso por que forio empenbadas h -jao
"no praso de 3o dias tirar as ditas obraa ;
pois nio o fazendo no referido praso ,
pjss.i as vender a lim de ser enJenisado
do principal, e juros.
74J^ Quem precisar da um criado para
servir a urna casa dirija-se a ra nova
D. 3.
*J3P* Francisco Ferreira de Souza Ma-
ciel filbo legitimo do fallecido Angelo
Gnedes Aicauforado natural da Villa de
Goianna lendo recebido uuia carta da
Parabiba para possoa de igual uo>r.e,
como esta continua negocios indiferentes
ao anuunciante por isso qutm se achar
com diraito a ella, dirija- se a ra do Q.jti-
mado botica D. 8, e para evitar de algu-
tnss duvidas, da boje em dante se iasi-
gnar Francisco Feneira Guedes Alcanfo-
rado.
C> Manoil Francisco Pontes taz
publico que tomprou 8 bilhetes da se-
gunda parte da pntueira Lotera a favor
das obras da [Matriz da Boa-vista por
conta das egaia'es pessuas residentaa na
Cidnde do Maranuio : 5 bilhetes nme-
ros 75o, 716, 2870,2339, e5lo6, de con
ta do Sr. Custodio Das de Oliveira ; nu-
mero 3&oi do Sr. Antonio Jos da Silva
Guimaries; numero 3o 18 do Sr. Jote Pe
reir da Silva Guimaries; numero 23ia
doSr. Jos Antonio da Silva Guimaries.
LEILA.
WP" ^e bartiz da vinho tinto em o da
quarta faira i7 do crrante, do armazem
do brr.guez ao p do arco da Conoeieio.
tjCkV* Que fazem Franca e Companhia ,
boje terca fera 16 do crrante defronleda
scadinba do caes da Alfandega as lo
horas da manbai de urna porcio de ca-
xas de cha SckiuQ ; por conta e risco de
quem prttaneer.
JP** Que o de fazer Luis Gomes
Ferreira & Manseld tarca faira 16 do
coi rente mea de Janeiro pelas 10 horas da
maiiba no seu annazem na ra da Ca-
ricia doBeoife de algodauziulios lizos e
entraocados xitas mglezas riscados ,
sitios macaa, xtles de tokiu e diversas
nutras fazenda.
NAVIOS A CARGA.
Para LUboa.
/5T* O Biiuc I'oit. DeLfina pecUAde
sabir no dia 9 de. Fevereiro quem nelle
quizar carregar caixas e barricas comas-
sucara 25o por arroba, e em saceos a
200 rs. faiem ao Capito na praca, ou a
eeu coubiguinatario.
Para o Porto
tPV Sabii com toda a brevidade o
Patacho Portuguez Primavera Capito
Jos Carlos Teixeira Soares, quem nelle
quizer carregar ou bir de paesagem, pu-
ra o que tem excellentes eommodos di-
rija -se ao escriptorio do Manoel Joaqun
Ramos e Silva ou ao Capito.
COMPRAS.
9 Um casal de bombos de Lisboa :
na ra do Livramento D. 12', !* andar:
Irlkv" Cobre velho : na ra da Madre
de Dos n. 21 casa de Vallis & Ilosch.
W* Ou aluga-se um sobrada de um
en dois andaras ou casa terrea que teja
grande e em boa ra ; e tambern urna ca-
noa grande e aborta : na padaria da ra
doPeixoto das 5 pon tas ou annuncie.
VENDAS.
t5> Felhinbas de poita diltasdealgi-
beira, e dita sde Padre: na praca da Inde-
pendencia toja de livros n. 7 e 38; na ra
do Cabog ioja do Senbor Bandeira, e
dantro do Recifs de fronte da Igreja da Ma-
dre de Dees venda da quina do beeo do
Azeite de Peixe.
ajr^p Urna escrava moga cozinba o di-
ario de urna casa e lava roupa ; um ne-
gro canoairo ; e tres cavallos todos novos
o canchadores baixo : na ra de Rangel
no primeiro andar do sobrado D. 1 que
volta para o trem.
%rJT Coifas de Padre e todas as rnaia
abras pertencentes ao oflicio de serigaeiro:
na praca da Independencia n. 39.
tlV Urna bonita mulata de 19 annos
de idade boa engommadeira costureira
e faz todo o maa servico de um casa : no
beco do peixe frito 00 aeguodo andar do
sobrado D. 2.
t^> Um preto de naci banguella,
moco, ollicial de oarpiaa e serrador: na
ra da sanzalla velhan. 3i.
a/aja U,D braao de balance com conxas
e peaos : atrs do Corpo Santo na venda
de Leureneo Jos das Naves.
9a Mubilias completes de Jacaranda
de gosto mais moderno : por preco com-
modo : n ra da Cruz do Recife n. i5.
if^ Una negra crioula de 12 annos de
idade faz renda, e mais servico de urna
cftea na ra do Rraugal D. 9 sobrado de
um andar.
t^i Um negro de idade da 18 a 20 an-
nos da aagola com oflicio de padeiro:
na ra da Guia n. 14*
f^ TJm useravo de i2 pora i3 annos ,
e piopiiopara qualquer oflicio, da alter-
co da Boa-vista padaria do Francisco
Reg Joio Antonio da Trndade.
VW Um escrava da todo servico quem
quizer procure no primeiro andar do so-
brado junto a Felippe Lopes Nato que
diro quem o vende.
Xjy O Patacho Americano Neptuno
forrado de cobre pronto para seguir qual-
quer viagem construido em 1833 a fallar
com seui Consiguinatario Hem y Forster
& Gonipanbia : na ra da Sanzalla velha
n. 1.
jqp* Una prata de naci com 3o an-
uos de idade cozuha o diario de urna
casa, engomma, boa doceira, e lava
roupa da barrella, e boa vendedaira : na
ra das agoas verdes D. 9.
W Putassa da primeira qualidade
Americana ebegada prximamente dos es-
tados unidos em casa dos Sanliores Joio
Mathees St Companhia ; na ra das Cruz
n. 5^. V
jqajr Barricas de encbadas barris da
ruivos masas sortidas, barricas com
caatanbas canastraa com males ; barris
com vinho tinto e banco do Porto : no
armasem de Fernando Jos I3raga.es, jun-
to do ai co da Concebu,
ajgp Tahoado de pmlio para forro de
de salla e proprio para tampos de bar-
rica j lr8t| do diferentes qualidad.es,
e l)arricas vazias tudo por preco com
modo no armasem da Vicente Texeira Co-
irnra ra da Sanzalla.
'9W Um niiilequedo t8 a 20 annos de
idade de naci bemguella bom cosinbei-
ro e bom para o s-rviso de una cafa de
um bomem solteiro: na ra estreita do
RozarioD. 33.
^ Urna venda com poneos fundos,
tem commedok para morar pequea fami-
lia : na ra do Aragio na mesma venda ,
D.42.
WW Um escravo de idade de 20 annos
ptimo trabalbador de enxada e maeha-
do e entenda de desleitar e abel para
qualquer servico : na ra do Queimado
loja U. 8. que se dir quem vende.
W Um mulatinhoeom idade de la a
l3 annos, abil para a prender qualquer
oflicio e mesmo para servico de casa :
na ra do Coligi no Depozto de chapeos
D.4-
toja*" Urna escrava.do gento de angolla
cozinba engomma eansaboa tudo com
perfeicio no pateo do Terco loja de fa-
zenda D. 8.
%ry Urna cas terrea na ra do Ampa-
ro da Cidade de Olinda ou troca-se por
urna pequea em a mesma ra : na mes-
ma ra n. a.
|JL9 Urna junta da bois mangos para
carroca, bastante gordos e um quartau ,
capado carnudo e um silim em meio
uzo oom todos os seus pertencfs : no pa-
teo de S. Pedro lado esquerdo D. 6.
VW Urna morada de easas terreas ,
na ra do Rozario dobairroda Boa-vista
n. 3o : na roa das Cruzes venda da Joio
Jacinto Moreira ; l tachar com quem
tratar.
y/W Um cava lio alazo em boas carnes
carrega bero e e^quipa e um palamquim
em maio uzo : na ma larga do Rozario
D. 8.
19a Um quartau bom : na ra da La-
rangeira padaria D. 5.
ajegh 800 barricas vazias prontas para
assucar assim como 2o caixas e 20 fsixos
para o mesmo, tado por preco commodo
no armasem novo detraz do Theatro on
na ra dos Quartes D. 4. na mesma, um
ptimo sobrado da um t andar cito no
lugar do varador junto ao baldo n. 28.
W" Urna escrava de naci rebollo com
idade de 18 a 20 annos, boa engomma-
deira, cozinba cose lava da sabio: na
ra Direita D. 2o quam vem do.Livrameo-
to lado esquerdo.
J9h Rap princazade Lisboa, de bia
qualidade, dando-sa amostra ao compra-
dor e por preco muito commodo: na ra
do Queimado loja de fazendas antes do
beeo da Congregacio ao p da do Senhor
GucaSa).
-. Urna escrava do gentio de angolla
moga e muito sadia sem viejos e achaques
propria para todo o servico de urna casa
na ra daCade casa de Cambio n. 48.
tjjp" A loja de fazendas na ra da Ca-
deia do Racife de fronte da ra da Madre
de Dos o. 4a B. na mesma casa de Cam-
bio cima;
t^> Hum rico Faqueiro de prata do-
blado por preco commodo ; na loja da
quina ao sihir do arco de Santo Antonio
que vira para a Cadcia.
tp3p Charutos da Havana : na ra do
Vigario D. 29.
WW Urna caza nova de um andar e
sotan em Fora de Portas na ra nova de
Santo Amaro: quem a pertander derija-se
a mesma caza.
ESCRAVOS FGIDOS.
> Fugio no dia 3o de Dezembro i
urna negra de nome Leaodra, Tioula ,
que representa ter de idade 26 a 3o annos
com os signaes seguiotos; estatura ordi-
naria seca do corpo cor fula dentes
alvos e anda com a curva do p diraito
para fora levando vestido de chita roxi
com franjas nos peitos, e outro mais
do cassa rox< ja dwbotade com um pan-
no da costa : os apprehendedores a leva-
rio na praca da Independencia loja n. 2i
2a onde sero|recompansados de seu tra-
baiho.
t^fr Da-8e5o$oeo rs. de gratificaco
a quem apprebeuder urna negrinha de no-
me Teitza, com 5 palmos de altura ,
representa ter J annos, cor meia fula ,
dois denles tirados no queixo superior poi>
estar mudando com urna farida na co-
roadacabaca, papuda da cara, pancu-
da da barriga, e parece ter um perna
meia torta a qual fui desencamiobada
no dia 21 de Dezembro do anno passado U
no logar da osa Forte da casa de Falis Ma-
rinho Falcio entregando-a na rnasma
casa ou na ra das agoas verdes g.
IF A 19 de Dezembro dezaparecau
um preto da nome Domigos de idade 2o
annos pouco maisou menos, naci ca-
sa rige cor bem puta, bonito de cara ,
estatura sobre o baixo grocura regular ,
psgrocos parecendo enxados, sem barba
levou varias roupas sendo todas as cami-
sas de algudo iotrancado calsade linhagem
de panno da costa uzado ievou urna ja-
queta da sitineta branca e urna calsa de
panno azul : quem o apprehender leve-o
na ra do Vigario armasem de Antonio
Francisco Maia que dar loo^oeo rs. de
gratificaco.
ajepp No dia i2 do crrante a tarde fu-
gio urna negra de afio ja idosa de (noine
.Anna, ella he baixa de estatura o tem
um andar compassido antigameuto ella
costumava a hir no matto buscar hervas
medicinaos, e vende-las na ribeira, cons-
ta que ella se acba acoitada n'esta Cidade:
os apprehendedores podero a levar na ra
dos Quarteis D. 3.
ejqr No da i4 do correte fugio urna
negra crioula baixa e grossa ps gran-
des e um tanto redondos nanz grande,
e levou vestido da xila azul e biela ver-
de conduzindo um balaio com mais
roupa entre a dita urna cami-a nova qae
ella eslava cosendo : os apprehendedores
a levem a ra da Florentina D. 9, que se-
rad recompensados.
a/jr No dia 25 de Novembro p. p. fu-
gio ummuleque por nome Joio de idade
16 para i7 annos com os signaes seguintes
bastante saco do corpo quando se esper-
ta com elle gagueja, cabellos grandas olhoi
brancos e avidragados sahio as 4 horas
da madrugada com urna baeta encarnada
velha com um ferro e urna corrento fina
em um p quem o pegar leve a sen Se-
nhor Antonio Maia Coitos: na ra da La-
rangeira qur sera pago do seo trabalho;
Irjay No dia 11 do coi rente Janeiro
deiappareceu da caza de Jos Lucas de
Souza Rangel na Cidade da Parabiba um
molati&ho eseravo, de nome Manoel,
com idade de 13 para i4 annos, cor fe-
xada nariz chato, boca grande j olhos
grandes, Cbenos castauhos e bem pe-
gado ao casco e com algumas marcas de
bexigas pola cara e buco vermelbo ; e
como ha bastante suspeita de ter sido fur-
tado se faz publico para que se nao com-
pre ppr iiiusio.
MOVIMIENTO DO PORTO.
Navio Sahido no dia i3.
UNNA ; Brigua Nac. Feliz Constancia ;
Cap. Manoal do Sacramento em las-
tro.
SPOK.HOLM ; Brgue Sueco Crstaal ,
Cap. J. G. Haidleman carga assuear.
SUECIA ; Brigue Suecd Cap. N. S.
Gilulm carga varios gneros-
Dia U.
RIO DE JANEIRO; Brgue Nac. Joven
Fluminencio Cap. Joa de Souza R-
beiro carga sal.
LIVERPOOL ; Brigua Ioglez Iliza Jones-
tam Cap. Alexandre Prlrie, carga
varios gneros.
CEARA'; Brig./e Escuna Amisade Cap.
Vicente Ferreira, carga varios generes.
Obse va $ oes.
Fez-se de vellao Brigue de G. Inglez ,
qua estava fu mi i ido no Jameirio.
Bordeija no lameirio a Escuna Arauca-
na A. Cap. C. vinda dajAmerica a pes-
ca : aoCapitio.
B5 ? TfP? ? *51 ^SS.185^


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