Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03244


This item is only available as the following downloads:


Full Text
1/
ANNO DE 1858 SEGUNDA FEIRA
m
15 DE JANEIRO. N. Ir.
PERV. ka TYP. o M. F. or PARIA. 1837.
D1A8 DA SEMANA-
15 Setrnnrie s. Amaro abade. Audien. do Juis
crime 16 I erca S. Marcello F. at. Re. de man. e aud. do
J, dos O'rf. de tarde.
17 -ri. S. Aivtao abane sessao da Thesourana
P. Lua nova as 4 h e 4 mi-, "a t
18 Quinta a (adeirade S. Pedro ein Roma. Relac.
de manh. ete. _
]g -..ta 8. Canuto Rei-, sessao da Thesour. f. e
aud. di J. de tard.
20 sanean s. haiiao e Fabiao xi. Re fde m. e aud-
do V. G. em Hunda de tard
21 Dominen J(T"CS V- M- .
Mare'clu-ia |iarn odia 15 de Janeiro
as lo horas e 0 ni. da m lo 3o m. da tard.
Tudo agora depende de nos mefmos da nosa
prudencia, moderaco, e energa i continenlo*
como principiamos, e seremos apuntados com adini.
raco entre as Nacoes mais cu tas.
Proclamarlo d'Assemblea Geral do Brasil.
L,
CAMBIOS.
Janeiro 19.
Puliscrevcse a 1,000 reis mencacs pagos adlantados
nesta Tlpografla, ra das Cruses n. 3, e na Praca
da independencia I). 37 e 38, onde se KOebem c r-
respondencias legalisadas, e anriiincios iuseriinlo-st.
estes gratis sendo dos propriog assignantes, e rindo
assignados.
'Ondren SO D. St. pnt l.OOOced.
.islma 65 in>r i premio, por metal, Nom-
''r.ini'rt fi."i a :0 lis por trauco
'lio de Jan. ( n. c- de desc.
Vlneiias de n\4<><) i.'f.s n as rellias, dota 13.400
,, 4.000 7 4)0 a i.oo
Pean* Colimares .585
ditto Mexicanos 1.575 i.580
Pataeoes Mrasileiros i,585
Premio ,u lettree. por mea i i|t por o|0
Cobre apar d.>s sedulat
PARTIDA DOS COllllRIOS.
Oliinla TckIii o riia ao mein da.
(i ii*m. Alhandre, Paraida, Villa do Conde, Ma-
uanguape, Pilar, Itenl de S. Joan, Hrejo d'AreB
Hainha, P,mil,al. Nova de Soma. Cidade do NaliJ.
Vil'ai de Gnianiiiiilia. e Nora da Prineexa, t'idarie
la Fortaleza, Villas do Aoiiuas, Monte mor noto
\ racatr Cascarel. Can mi, Granja, Imperatria
s. Kernardo, S. JoSo do Principe, Sobral, Nora de
"Ule, leo, 8. Matlifus, lieaclioilo sangnr, S
Intonio do Jardim, Queierainoliim. e Parnaliiba
-Segundase Seitas leiraa ao meio da por ria el
Caraiba. Santo ambo- Toriaeae quimas relrasae
neio dia. Garanliuin, r Bonito001 d'a 10 r. H
le lada mea ao mein :ada mea ao nielo dia- Cabo.Serinlieem, Rio fot-
moto, e Porto Cairo- no diai l, 11, e al de cada
inri. _____
PARTE OFFIGIAL.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
Reuniio de ambas as Cmaras.
Sessao do dia i5 do Oulubro de i%"i"j.
Presidencia do Sr. Mrquez de Baependy.
R unidos oh Senhores Sanadores e De
putadoM pelo meo dia sendo aimunciada
a chegada do Exm. Regante Lua- in ; teve
1-gar a sua recepcao com todas aaforma-,
do legimento e tomando asiento, reci-
tu a i.ill.i da ericei ranunt da ultima
sessao da 3. I.e<; al dm a e cuja filia ja
f i publicada por esta folba : fiudt a ora-
cao o Ekiii. Regante interino acumpanlia-
do do seu cortejo voltou aopico; e da-
poii o S nhoiPredi Irrite Levantou a sej-
ao aostiosquartos depois dj meio da.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIAL
Fxpedieute do dia i2 da Janeiro de 1837.
OTieio Ao Commandaate das Armas,
remetiendo Iha as ftuias das praces d-
primeira Linda vindas da Provincia da
Paraiha io'ki loraminilo do Mejor Joio
Fian, isco Rarretto, a ii u de que lite d
o conveniente destino.
O1I0 Ao In pe tor de Thesouraria,
pata mandar abonar quatro das de ven
cimento a patiulha que coudutio i'ecrutas
da Villa de Santo Aulio.
D to Ao meamo,detrolv60do-Ihe o* pa
neis que a- omp-nli iio o sen officio de
11 do curronia relativo a ob a da cadeia
de Sanio Amao, a 1 uja cunara Munii pal
mandaia' lapti faser a preaUffo de um
ionio ile es por *- i la pedida pira rouclu
sao da r e 11 (i obra.
Dito Ao Prefeito da Comarca do Re
C fe, Oevolveu lo-li.e as ielc6es dos Guar
ds Nacionaes ruja d tico
itquesita eui olliiio de 3> do me/, fin do
p ,1 be ecbarem nomeados Ciminusai io-
de poli' ia, a lin de que nomaie nudos
C'rl"dio aue nio sejio dosereico ordina-
'
110, nao so poique uas acluees cncuns-
tancias o .se. vico Publico e\^- a coope
r .'Ci de lodos COuo puque taes oomea
coa- devem raoalr em Gidadoa destrin
pedidos.
1 Uito-- Ao lamedor Gerai das obras
publicas para mandar concluir por ndmi-
luatiay;io a obft dd ponte do motocolom-
I rito o si 11 arrematante nio t-'-cum-
|)i I es C0'idi<-c5e< do contr. rt-ferida ponle che^ar ao termo de se
tornar intrattsUavel nio s pelo pe ig
so estado do pnesadico, como pela I 'lt-
de eslivas na parte v.lha da mesrin
ponte.
Dita Ao Director do Arspnsl de
Guerra, respnn lenlo-lbe que pide des-
pdir da officina de pintuia o me-tre Piu-
lor, e Hienas conservando somante o
servante bjrredor como reqiiUa eu>
seu li i > lc-ia dt*.
Dito A > misma, pr mniar fiser
ao espe tiro Almoxrife a deterge iom-
petante do armsmeoto e mais ttlailsia. que
fnio remedidos ao Exm. Presidente da
Provincia da Babia.
Uiio Ao (.'ommud Policial, para f-ser proceder na confonui-
dade dore-prctivo le miIuii uto contra o
lli:il que esteve d'Estado Maior, no
' da da fuga do soldado do quai to Coi po de
Artilhiuh Joaquim Jos Alvea, ebemaj
sim contra o Comirundante da Guarda, e
eiitirn II., a fim de que seja punido quem
culpado for.
DitoAo Procurador Fiscal da Pa.
enda publica, envenlo 1 lie rrpasd-
pmtecipaco do Inspector Cer.l das
obras pulilieas u do termo de arrematara
do contracto da ponte do motoc-oluinb ;
a ordenando quede confirnvde I c L-13 pioeeda Cuntra oempresaro Fian
O seo Jos Germano de Aguier tendo at
'ociu as prettacts que ln-uver j i re a-
b .
Portara Nomeando a Ivfanoel Jos
l'ereira Bcayner, para encarivga lo da
obra da (".pella M); di Mana de S. Lou
renco de Tijucupapo.
Officio Ao Inspector Geral las obras
publicas nommUQicaudO'lha a nomeago
antecedente.
Forlaria Ao Commandante da E
, Uia de Guerra Lelxe, pra deix e nbircar de bordo do R igue de Gtierra
Ingaz VVi/. id, sais sol la Jos demari-
nha com espingardas a tres cw tu\o- de
salva cada um, um c.-b > e 16 a a > maru-
U8, pire asuslirern ao enleiro doCun
m rnl.1 ii i t do me mo Brigne coriforite
e|Utsila o Vice Cnsul d S. AI. Biita-
ni< a.
Officio Ao Vice Cnsul de S. M.
Britnica nesta ida la, cvmmun ando
Iha a ordem expedida pela portara pm
cdeme. .,
Diin Ao Commandante das Ainr-
e ao Prtfe to da Comarca pitveniodo o>
da ral^us^ico faite pelo referida Vi- *
(Cnsul, a da ordem expelida pela an e
ceiente port'ris.
Poria.ia Ao Dontor Juif de Direitu
da seuad4 yarA do Celj nomeando-o
pata servir de Auditor de Guerra dnran-
la o iirj,i liiu..-uto do J >ii de Direilo da
primeira vara do crime.
Ditt Ao Ciruigiio encarreaado da
V< cma para remetter duas laminas de
nU2.ao Cuuigo Ajla' t do Coi po Po-
licial c nlorme rt>quesita o lenpe. tivo
Commandante Gen l.
DIVERSAS RPARTICOKNS.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma alo N. Q.
ARSENAL DE MARINHA.
EDI TAL.
*
Francisco d'AsiaCabral e T.-iv Capita
de Mar e Gue> ia d Ai m. d < N-contl .
e Inperial a Iii Manuba dista Proviacia &c.
F-co saber ao- que es'e Edital viram, q'
ni i unv ((.<;; ;i do Av'so ia Secretara
.'Es ado los N-'tioi-io-'-iU Mu iiha datado
em ai de Noven.bro p. p. que me f i
i-ommunicado em officio do bim. Sr. Pre
tidenle da Prono i* em l-t-i I 10 d>
cociente m acho authoiisalo palo mes
mo Exm. Sr. p.ra contratar com aquel
las peisoasqie v.d .ntariament qoisare n
servir no-- Navios d Armada Impe lal ,
um eng'jimauto de U'u a duis an i< s me
(liante om gratifi-aca5 de 2 a 3o mil
reis a8 Marioheiios de pretis5, a de n>
a i5 mil res aos que nao tendo pr.--tc.
domar, se queira dedicar a osla Tid/i ,
comanlo que mis i iide seja entre os i4
el) anuos, de vendo iiiigirem-se todo
aquellej que se pr poserem *o r> f rido en-
({ jmenlo no Arsenal le Marm'ia psra
trataiam com <> ie-pectivo Inspector, q'
lamben llien prop mionara' os "odvci-
entet tiausportes para a Coito do Impe
rio.
E ptra que chagua a noticia muid, i a
filar o presente E ijtal nos lugares do cu :
1 unie. e en-ei 11 nos Dinio-iJa Cidade.
Ar-i'ii.l de Manuba 11 de Janeiio de
1338.
Francisco d'An.'s Cabial e Teive.
lome tor.
Illm. a Exm. Sor. Com este ten'io
a honra de envi.r a V. El o pmt0 d08
Enpiet m /. de 1)-/.. mi) o.
Do- Guarde- a V. Exc. Ar-ieail de m-
nuli,i ia da Jrfueuo de ib38. i im, o
Exm. Snr. Francisco do Reg Bairos P.
Ja Provincia. Piancisco d'Assia Cabral e
Teive Capita de Mare Guerra Iu>pe-
ctor.
Ponto dos Em pregados da Inspecca5do
Arsenal de M.r nlia do mu de Desembro
p. pausado.
Secretai io A'enndre Rodrigues doa
Anjus f.lt-'ti no dias 1." 4,5 6, 7,
9, 11. ia, i3, 14, i5, 16, 18 i9, ao,
2a, e ai.
Almoxarife, Manoel Francisco de mou-
ia compiraceo.
Escrivad Lu;z de Frarjpa e Mello,
dem.
Pairad mor, Joaquim Rodrigues da Al-
an ida dem.
Platicante, Chrietofftfl Santiago de
Oliveira dem.
Aju liante ti 1 Es 'ripturacao e do Arma-
Zem Luiz de Franca a Mello Jnior ,
faltn no da 9 e ai.
Dito, Joa de DeOsCaln.il, fallou DO
dia c) e aa.
Porteiro do Aisend Joaqu m Jos da
Sania Auna, coropanre./.
Servente do A checo da Molla ii't 111.
Dito, Aaiaio Fraucisco i Oliveira,
idem.
Obse vacoens.
O Sacetario d Ajudanles da Em:< plu agi faltara, a
jn-Ilfi ai 5 as I11*1.
-\iseal de Vleiinlia ia de Janeiro de
i858.
Joa Manoel Miguis;
Escripturio servindo mt-rinamenle da
beci t ta iio.
PREFEHRA.
Parta do dia ia de Janeiro i838.
Illm.e Exm. Sr. Fora pre-os a mi-
nha ordi-'in e tiverm destino : Va
notl do Sciameno Carriaii'M paido
pela I. patiulhad R-c fe pir >er en-
.outrado atiranlo pedradas p)a um ao-
l>rado no P.,rto d s Canoas; Francisca
vlaiia de JesU'B u o tambem paida,
Silva io Joaquim Martms branco Fe-
lis Ignacio de Caiv-iho, e Fran. is o J 89
1 Ho-ano taub-m p-'d s Jos Nelo
NeesJ.nior. hi-no. pelo Sub P.efei-
10 de Sanio Antonio, a I. p ir estar a piof-
t-iir palavre- in le.ele* a ler depois
maullado a-> S ib Preleiio o '.
por ser en'ont a I" Ha patada de um so-
brado e f ser-se Buepotto o 3. p*r ler
i,-,"aucaJo a UUaa UiUilKl' lio beCo do S*
':
II
41!
III



V
I
DIAETOdltPtftWAM 1 C O'
1
rpaiel, o4 5. por ser n ancn*
tiadusaurua i')i dt os all i na roa do
Livramemo com tucia da Guitarra ; F-
lix pard de avo -lo Kve e ido Igna-
cio de tal eDa mi na das \1 erees piel a
pela Gmi'da da Ribtsi a da Boa-tilla, por
deaordem.
E' o que conta das paite lioje recebi-
das n'e la Se>'ie>ai ia.
Dos Guaiden V. Exc. Prefeilura da
Comaica do Rcrile 1*2 <'e Janeiro da
i838. Illm. e Exin. Sur. Francisca do
K'g> Barrea, Pie-idan'e da Provincia.
FraaCiiCO Antn o Ue > Barrito, fie-
feitu da Comarca.
Parle do Du i3.
IUrn. fEx'n. Snr.----- Fors5 presos a
ni ii ha ordem e ;ivera destino! Ae-
X.ndie da Silva Moirafi Joiquim de
Souza Mor*6, Jos-? de Barios Vloirao ,
e Antonio daSilv Moi>a5 braceos, p lo
Sub-Preleito da Prrguesia de S'nlo Auto-
iiio, a reuui-iea daaaulhoi id-dos l'oliciaes
da Piovimia lo Leaia } N.nci.o Joso ,
pai do e J se de Cas ro picio eso i avo
di-' J '-l-uii) Gvoealves Bisios, palo mes
ido Sub-Pieteito e*te*p-irs com outros( que logo se pmeraQ o ni fu-
a ) ttu bnucadeira de hunda, tanto
ja meia noite, cetiuelle pot su' d-sai t- r do
Iiiih") 7. ; Eus-bio Fi*aBcioo, tara
bem prio,p*li Suu-Prefciio da lioa vis-
ta por er d ni.'o.id.i t Vltaoel. !
gaseareis bren o, peloSub-Hnfeitodo
R ii'a, pjr b iga F-ancuco Au'Onio ,
pardo < palo Sub Pit.feilo.de Igii.iia-.su'
perterimento e Marcelino de Paira ihd
bem pitido, pelo Prefalo da Qumeroa
da Sania Ant.fi poj* ter dado umaj fe-
cadas eio oiitreni na. lugar des Pintos.
Nada m 'i consta das pactes boje rece*
b--*s i/esta Secretario.
Dea Guarde a V. Bf. Prafaitur di
Coma roa do IV.cie 13 de Janeiro de
l838. I 'lu. e Lisro. S ir. Francisco do
R-*go l-anos PreeideutC d Provin ia
Francisco Antonio de 5a Barreta Pus-
feito da Coman a.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
O raovimento da semina finalisada do
dia 13, nao aprsenla o menor symptowa
de .nlur'C' u i ordem pulilica ; assim o
im.iita em gei al *> un lie pac-eos das pre*
frituras ue Polica das Comarcas do im m i-
Df. A popula-rau iem depos t1 -i" 11 ciii'
grao illimilado sui cotitiinca n i energa
i]in rei'onbt'ce no Govemo Provincial,
tantas fota as giraniias (|ue nelle encon
Iron, q'apeaasse Urobi'a dea commocoeos
do Brasil prompia ca pres!ar-.se pira ss
luluiinir la' orJ el iS conseg iira5 erguet
stii eolio au iacioso nos lares Pirturubj-
canos dorte si id loc-io de ser accordada
pelo rlaiim da revoluca porque era
verdade ( a mo grado dos pouco* Sa-
binos da n-issa lerm ) huma reioUicafi re-
publica na ai -lualme ite im l'erri.mouco--
te sera l.;iQ>: Hi le achar omita deli-
culd'de Demos gi*c--s a Providencia,
e continuemos sempre tu senda da lagali*
dide.
A Providencia mimosijo de novo
Ni(,'. Bia-ileirn rooslrou piedosa ua
prolecs a Iruperiil l)i.*-,lii concedendo
prouipia inelbora a Seohora l). Januaria
P.iucea Impeiial de uu.u ataque de dor
iieTralgi'*a tundo so* oiigjm no narvo
iscluatico : ataque <)'ihaxobreveio no dia
3 de Deseml'io coto lisiante viulencit ,
oque, a seienissiuia Piinceca sup>rtou
com giaade animo. L-snios no i. bole-
tn do Paco de 3 de De/.umbro ( as 7 da
inanb- ) qieapi-nas se devulgou o ata-
que na Sr*. Princesa fora presentas
i.i.mediit imenta o Srs. Douior-S File-
la Martius bastos Joi|iji(D C-ndido So-
aras de Meirellas e o lxm. Doulor lia-
oiel Monlairo. Mulo mcarita o ver
como g- rtlmenie eolia os lir-iieiros de
cn-*o e l'.inilu > iniare-s pe oonser-
ag 6 da Imperial Familia! E n-5 he
ella a (tiiiuir* garanta de ordem para o
Brasil? S. VI. 01. na5 v quinta de S. CbriatotaS 8 ua dapoi*1 que
o restabalaoiasealoda o* aogiit'i i ni
lia fui m.-i> equivoco j o que so Itli*
nficou rio d*a 6 rons'anla d !>o!eti n des-
fe dia (oltiroo) as gnad" a- 6 U larde pe
lo assistenle o D-utor Peixolo.
Discurso doSn-*. Mini.tro da Faseilda,
na srs o de 23 de siembro.
Sinto ni podr dar ao nobre dopotado
(> Snr. Alvaies M'li que elle espea de rnim. De> Uro o no
bre deputado queo t-iediio peiil<'h ne-
le-iiri'i; iJeciiru mais que dtni-a-
Co arloil ex ge uai riedilo ainda mai-
or. Aos nobres deputados, a quem a-i de-
ni' nsii-ces que v -a f>aer niu convence*
rem e n e-rao aqoelles que nio tive-
rem confianca na a>*lual adminislracio,
fica Ibes a bherdadede vo'atem admitiiatracio actual oh!' reinad* a
cailar todas as condite do govarno ra-
piusentaiivo (nuraeosos apoi .dos). Ella
qner govemar c tn as rinxr 8 ; qiar
nutiter a armona en Ir.- o po ia e- |> li -
tico-. Declaro solemnemente que oo mo-
mento emque >e firour boma matara
as camsias contra o ministerio < ntsse ineaiu momento ha de elle < eier o
posto (apoiadus) : o i lleitr-r dos iniu tos
convdala' cidadius n ais pieitantes a que
lomera o lema do estado. E ta he a mtis
I .i-mal de> larac> q desde ja previno ao- n>b por vrntura elfo .|ihi di ><{<-,, a n-qir a
a actual aJmini->trac-> o crdito, que ella
exige, que -e presentero a m*nlii mea-
do ao rtfei \di elteit >r e que f i mero hu-
ma nova administracio .* a actual cede-
Ilies o no-to.
Snrs. Eu trepido em fer .iqui ade-
rlaiaco de priaipios do actual governo,
poique rereio que ella provoque huma
loitjja disrus io e ttnLo m is rereio ,
quanto o nohra deputa io, qu* me di igio
huma tal ou qual nterpdlaclo, p*ree
predispo-to a querer n'lyar, e desenvul-
ver o sentido de quaes quar paitaras que
*aa5 de minha boca romo orgao do mi-
nist-iio : n5 que eu ti mi o comba-
te nao que eu tema a luz que pos*
sa aparecer depoii da dis-m-a, ims por-
que O tem>0 he urgente precioso, eii
catamos no raso de approveilar h--rasemo-
mentos. Recaio que huma dilcoastS aO*
bre principios geraes, nos venda nqui to-
mu todo o lempo ; acamaia salir tanto,
quanto eu, a conveniencia e necessidade
de economisal-o.
H ma enrolar dirigida pelo minisle-
rio todos os seus d legados ~oi ppa-
recer pela impren-a hi esto al^- ris
piincipios que devem regular adminis-
tracio; mas como talaetfS) exija de mim
loaisalguraa rauza, accrescentarei o-
guin'.e :
A administra*- 5 actual, omo ja di-se ,
se sugeita a todas as con.lines do gover-
no representativo ; exige por cons qun -
cia, o apoio dos represenlaat^s dan as-im que es-e ap ,i Ihe faltar, ella se re-
tirar./. A admintracaS actual quer
manler a consiituica, o ocio addiccional
eaaleis; por rons-quencia Tai ella re-
vogando e hade revogar todos os decre-
tos eordens que forem opostos a iue-ma
constituirlo, ao do addi'iotul e as lii-
(numerosos apoido). A admiristrag-6
actual lara com pausa e cu cun perc-o to-
das as mudanzas, que o inlere e publico
eligir no passoal dos seos delegados. A
adrxinistiac.io actsjal toma a peito ( he e --
ta hum doaaiu UMtoras cmp. uho-) p*-
ciBcar a provincia do Rio Grande do Sul
e rnilhor.r o estado do Para' que nio he
menea calamitoso talvez. A administra-
dlo actual est--' de mis convencida de
que tomou sobre si, na ciise em que
ti04 acharaos, huma ltela que deslenla
huma responsahelidade iie.n-n I. Fsr;o
justica ao bou senso de t ulos oa brasilei-
rus i certo oa havera' aguem tiue altri-
bua aos membros actuaeso desej do man-
do, a ambica6 degovernar ; amigas, de.s-
tl'isoadoS, ndif-r. ule-, ioii >s Cinjcorda
rao que a adraisdacao actual aatrando
para poder nesta case dilliuil e anos
tadorn cedeu sorneuie as impiiv^cns de
-en pttriotisrao. Mais eu vou entrar eni
matriia.
Os trnM'i'fiui que uvies cinco .i .s f,,d,"*,
faltos no ibatouro publico a as duas te-
cr< Istias da mari'ha e la ta-ira a qui
se aohaO ; toa<-a lies -alliinentemente de
senvolvidoi e demonstradas. Eu siolo
que lodos estes d >< u ni nlos pipis nao
pos-a ser impre-sos p.ia que os repre-
s-utantcj da naci com oais pausa exa-
mirirm pn. ella p r p.ircella ; mas tile*
quie-l.fie poderu lioar obre a mesa,
i'odavia para snppiire-ta filia que lasti-
mo, en procorarei fallar comol^um va-
g com a rlareaa que roe fj' pnssivel. Pe-
dir>-i me-mo aos uubi es deputados q' uii*
i!b?5 l'i5" drj*ida no roe inteine'lam
ou peyao-me os docurnanlos que equi te-
nho.
Ani-s, poiem da demonstrar que
0 crdito he nare-saiio, e que deve ser
acciescentado pe mitta-me a Cmara que
eu d i orna d<> e-iado em que acliai a atl-
uirriialrae 5 da faeeoda.
N da 2o doeonerite entrei para o
tbe ouio ; tomei as-sento no ti ibonal; ex
m nei aquelles ramos da admini-.ir.cao
qua rae roovmba inspecriooar a fim de
1 mir p ta-Ju de uuatro diis de trabalho nao inter-
rumpido lie o que a cmara vai ouvir.
E.tado do ibesonro publico no Rio da Ja-
neiio, n di ao de setembto.
A receita do m-z de setambro vsiiBca-
d al o da 2 >, e calculada de 2o a 3o,
ineluaive saldo do ra /. anlecedeiite anda
em 6i4-745^9l3; a deipexa qua tem
de veilliiar .-e no ine-mo mes al o dia
3o amia por 1,407*665$ I??; ha por
tanto huro dficit nesie uuti de 79i:909^J
2a4. Eu vou lar cam-ia a demonsiia-
Cao da- disp z. s q >e tem de veri6i*ar-se
nes mez, puraque lacunheca que arli
goa Hagiados a U1 genle de despeza reque-
rem promplo pig devem ser p-g>s a 3o de-le mez de ic
(libo. 3!l() 4^I' gos :ili O'iu 'i|, *a, con!"* J o re-toa
pagai de a a 3 i eleva-se a l69: i O ;J i -. ,
ele Os out ou artigos de deipizas s5 :
pelo ministerio do impeli, pelo da ju-ti-
9a, pe da mariuha p-lo da guerra,
pelo la fazeoda ; jiintam*-nia com os a-
ti azado- dos riinu d juuho, jll'lio e a-
.M'Sto. Cumpre qoe a cmara sa b< que
eslafi em a'razo a d-ilacafi ou alimentos
de S. M. I., d-8 mezes de juiho agosto
e setembio (que se vem em logo no i,Me
outulno) l>lau em alia/o parlo de 6
mezes de | eiisdes monte pi meio ^ol-
do as viuvas dos militares, e aposentados ;
despeza urgerJta, (ue f-rnece ahroeni,.*
a lana familias pouro afoi lunadas. De-
ve-so o bub-idio i cam di vem sa papos coi reu'es que taiafi eipa-
C'dos ha algom t- mpo na i-upoi laiiria de
mullos COnlos de rc'-c. A consignacafi das
obras publicas tan.bem el em trazo*
a-sim como a con-gnacafi mensal para a
mannbae guerra. E<-< aqui asuigencia*
aiiuaes do ihe.-our<> no Rio de Jineno.
Eu di-se q' nesta rm-z liavia dficit de
""92 i-oulos : cumpie agora que a cmara
-v.'lie os mi ios que tem o g'Verno para
f.ser lacea e-ta dficit. Corita o g >v.mj
ioiii os saldos que exij'em mti algumas
provincias ; aqu se cli.t a demoostracafi
di asas saldos extrahidos dos balan eles q'
existem no fie-ou-o ; -en lo o inais lecen -
te (que be o d Balii ) do aei de agosto
p. p* A s>mma dos me-rnos 8'ldos vem
a ser de 473 contos que devaru faser la-
ce ao dficit de 79a. S ra qua os saqn-s para aa p ovincias (em
-c toi nado dim ie- : o ullimo que so vei i-
firou no the-"u o sobre a liahia l'er-
nambuco fo rom o c nnbio de 7 por ioo
e 1|4 le coiiclagem : sebre IVlaiauhio of
(edaaacbai, axigindo 12 por loo : para
ouirns pruviua'as nao ha lussmo lomado-
res de letras. E Metate ura grave ernb-
rar-o para a adminisliacao. Tratase da
ave iguar o que nos aer.<' mais cotivenioti-
se suj itar se o govt-rno esta pida,
proi u ando sacar s< bre as provincias,
se, ao veiiiraiio, mandar HF o- 1 .;;.!. j
qu exis'eni na- pt ovni ia-. E ra* |"0-
nuacio contra esie sgun lo i bitrio. Re-
tirar os fondos piov. uas rio moiuent) em
que a asi e CO umenul tem feno estr-go<
seria embaracar ainda o giro cum nercial
tas >"f sm'.'S provincial j na porque os
fundos que doiu-e-.n noa cofres pblicos
fallera a circulacafi mas porque esta o-
peraco vai dnr lugar, por hum lado,
clamores, o, por oulio, a esp culac s,
e tspeculacfies que podem tornar e-cs-g
0 papel que nellas circula. Eu f.-co g.
tas rell leos para que a cmara leconlu-.
ci nn-i impo-isibilid de que temogo.
verno de apiov<-tr-se ja da importanrja,
dos saldos para faser faca ao dficit actu-
al.
Toado explicado o estado do tbesouro
noRiode J-neiio ; falla ei ag-ifa do do me-rao ihe-ouro em L'iidrts, ia|
qual o acht-i conforme a eu-i iptuiaga.
En julbo de-te auno, depois de pg.,s
os semestres das emprestunos brazilaiio o
portugus, afeitas as despezas diplomti-
cas a consulares, e as da compra de liar,
cas de vapor, a a da melada docu(odo
novo papal mr eda BcuU o tbo.-ouro de*
vendo rasa da Samuel e Puilpe em Lou.
dre-49 69i lib. a. O'tliesouio deveiia
iem< Uei lundus nafi -6 para U lala ser este
saldo, mas tambera para qua seiuai-.-s-
semasde-p'zs seguinles : i.*, paga-
mento do i-inpi i-s'iii o brasileo que devia
ver ficar-se no i .* de oululn o desle auno ,
que o ca ara 101 : t do empiestimo poi luguez qua eve eu-
43 000 lib. ; 3.*, pagamento de matada
Uo custo do novo papci moeda, 14,000
lib.: 4 Pi,,a semestre das iSaj.pexai
dplomalical e consulaias, 6.000 Lb.
5.0, para a c mmissio do majur Blueui
8 000 lib. 6o, paiajuro, CoBimietiOet,
etc., 6:000 lib., sommafi aa8.5*21 lili.
T*\ era a despeza que a tiaoaacta admi-
ni-tracafi tiriha de reabsar com Londres a.
t o dia l* de dezemluo do anuo que cor*
re. Mas a administracafi embarazada pe-
la crise commercial e talvez inesmo pelas
despezas extra rdina' ias as duas proviu-
ci^s do P.n e Rio Grande, nafi pode ef
ff-ciivamrnle itmeller paia Londiesetn
letras, ciz-lha da cobie, a-sucar e al^o
dio, mais d que a importancia de
50 664 lib. p.f consequ'ucia ha hum
deliiil pira ociorrer despeza que Iem de
rcali/.ar-se na Gi i-61 etanha at o i He
dezembro p> oinno futu j- de 1^7 87 lib.
Oa este dficit, Srs. sei anda mai*
or fe por v-ciura fr aparatada a c>u
Vencafi de iju-le de c-iiitas ceieluada pdo
nos-j ;-ovei no cora o g>ven> de Poiiu-
gal convenvafi que ja est as mfoido
guverno, e k< bre a qual aiu la na5 se to-
mou dehber.ic.-fi dtliuiliva mas que a
admioistiacad actual logo que tciiha o
pnmeiro momento de r>pouso touiai'
em cousidera^fi. Por ela conveticao-
brigt se o guverno do Uranl a emiltir no
meicado de Lon iris, a tina de pagar a co-
rea porluguita, apoliies no valor de
574,6oo libras venceodo o juro de 5 por
cinto,, beodo amei tisaveis em 16 anuos
por urna anouidade constante de 3a.9.>o
1 bras, sendo a ultima anuuidade de oblo >
A amonisac.'5 seguodo1 a mesma :>n*
venci dave couitcir em jullio do auno
que vem; maso juro que cc-nitecou em
junbo do auno pascado tem de bt r pago
no 1. de Desetubro diste anno | e a das*
peza oecassaria pa o juio smente des-
ta nova eui>8sa5 de apolices, em virludn
da couvencafi celebrada, > libras t.tei lua-. Se ajuntarmos esta no-
li.sa e a de cummissoens dos neguciadoies
a do d fi it que jt demonsliei tetemos q'
o total do roe-mo delirit no 1. de de-
scmbio se-a' de 198 337 libras stei linas
que ao cambio cortelo de a8 and* por*
1,700 contos.
Tenbo feiio com todo o vagar esta de-
mofi-lnca p-ra qua ella.itV* a lo lo o
lempa de le-alva adminisli.-ca actual
que e eticanegou do g 'Vt-rao di estado.
Ella coroecou quando o < rt-dilo publico ta-
tava nos uliimos pitoxismos.
A caraai a ssbe que ain Ja em pregando
todos Os rerumoa todos os estoicos, 11-fi
-o i pns ivel faser a prorapla rem-ssa da
177.OOO libras sieiluas,que fo-se salvar o
c.edito do puz no 1.a de dtz-mbro leste
anno i t lie daqui b dous mez- s A
miaba posicafi beuhores, he de coi lo a
m.iis lamen' iVel. J na a.lmuiisi 1 aca)
p.is .da eu fiz oa mnotas .-sfoiC' s para -al-V
varooredno do nait na Europa: nao du-
vi le miad sac ifi.'ar minha p pu'ariitde.V
a fin de queo nos-o cndit nao desuieie-f
ci-sss, e a banciota te na yeriticssso ;'


IARIO DI PBKAMBCCO
5'' '
cToso, como bou do crdito publico, a
caraira deve presentir q *< ma fosse
ltiiualguin airepeodimento de ter entra-
do para o ministerio ou momento actual
(atotneato deanciedde e sacrificios) eu
de carto mi ar pendera gora q M
nhego toda aextens.5 biucarot. Ms -oi.fi nos representan-
te, da naci e nos ampios reursos do
paz quede certo h*5 de habilitar o go-
Vfi para reprrar easa calamilade.
Tena a caraira vsto o estado do thesouro
eiti Londres ; eu peco mais a sua atten-
<,a5 pr< apreseutar-lhe o e l'do do cr-
dito da 2,000 coiiinBj concedido g<7cr
do pela resoluca de 17 de outubro de
i836 ; para oecorrer as despesas exlraor-
dmaiiaada picitcaceea do Par' e Ro Graode do Sul, tanto
quantoconsta da eaeriptUMQiO do thesou
ro e mesmo d s esclerecimeiitos que me
foinrceu o nobre diputado l.i tuda o Sor. Castro e Silva, do beu re-
latoiio. A proviucia do Rio Grande,
por corita do cretito de a,000 contos ,
saccou de.de abiil de 1856 ala o da So
de setensbro 1,937:52. #7i9 res. A
provincia do Para' tem tuusumido se-
gundo os esclarecmentos que colbi do
rotatoria do Sor. Castr o e Sil?, -na letras
saccadassobre o thesouro, 65:9jc$ rs.
coiisiguinaC' extraordinaria I 1 nucid .1 a
nxrmhi 191 con tos ; out-a f>r nacida a
suena a cootos ; somma 275 giJ )55o
rti ; soroma geral 2 2i3:45i$-i7o; por
cortsequencia ha ja Imm excesso que alias
no le ser muito niaior. Segundo a io
formacaS que tive na thesouraria julga-
s- q io a despese extraordinaria no Paia'
excede de 800 cootos.
Appello pata o Sur. Ostro e Sil, q'
de f'Cto esl.' raais app irelha Jo do que
eu para interpor buui juno sobra isto.
Temos por tanto que o crdito de a,000
coutos ua5 no' se cha esgotado como ex-
cedido a excedido era muito.
Cumpre taub>m que eu xponha
Cunara qual sej iraport mei desleirs
emitlidas pelo ilmuuio que se acha5 em
c.rculi95 no Rio de Janeiro. Eis aqu o
qm lroorganisado pela thesuuraria no dia
ao do corrente mei.
L't'as emitlidas e aceitas pelo thesouro
publico que se de ve ni vencer ale o 1.
de Fevereiro de l838. Cambiaes
a38:695v^iooreis: letra* da crdito do
t-esouto 5io:oon^JJ io'.: letras dos Estados
U ii io< 3>:686$a5o : letras do Rio Gri-
de do Sul (que excedem o crdito de
a,oo coritos) i43:i3q${6i. Somnn to-
tal desleirs, 922:52 .$811. O- prass
de seus veuciriientos oru ser io^.oucyj)
ntste mei ; em <>utubro a'ii contos ; em
oovembro 2uo contos ; em desomhro 161
cont; em Janeiro de i838 55 contos ;
m fe ver erro de 1838 33 coritos e 81
rontoS qussa5 p ivatr.icnenti do Pto
Grande vencm-st a cunos prasos.
(Continuar-se-.)
DefiniciS de REGRESSO ( que nos re-
fer irnos em nosso uliimo numero) dada
na Se-sio de 9 de A gosto pelo Si. Vas-
roncellos, re-punderHo ao Sr. Monte-
zuma enta5 Ministro da Justina.
Accrescentou o nobre Ministro : Eu
nao sou p-ogrussista nem reg asista.
eos me livre i'e-s 1 versatilidad^ impro-
pria oti indigna do caiecter de um horaem
de Eslado. >
Antes de que o Nobre Ministro se tives-
se a-si'u enunciado, impoitava muito
que elle procuraste penetrar o sautido das
|j.l vris de que se servio. E' do equivo*
co das palavras que lera vindo mutua ar-
rose muitas facanhas. E*pliqoem-se ai
pilV'ts, *; varmosse o Nolire Ministro
d < Ju-tiga tinha r.na era BtigmitMf as
m ids <|ue outros prole-s-5 que de-
sej6 Vl ai rebatidas com r^ses filos ti-
ran e politica, e ru cun deca matjes.
Eu unten Ip que 1136 ha um homem no
Mundo, que o5 deseje o protesto:
11 ni (' o'| oto de desejo & Torea da
lureta hornana qua ohii^a a puicurar rue-
iiio- a m- rito* apeit K" meos no aeu
estado ; orna forp i> e-isl'Vel. 0 raes-
iuii li nruii. (| i querem O estado cii^ma-
gradacad, ulg-5 que esli no piogresso ,
que asn mlhor..o a ju< ilo piogresso, pois entra oa u horaem; o desejo oMciavel de melho-
rar a sua H'ri -ci f*icoair>erilo tanto fysica tomo i.itellec-
lualmente. ,
Desbragadamente as revoluces tende->
a exagerar todos os piiocipios eopiO--
gr-o-.so Di5 fiuu isento d'.sia exag-iac O.
Entendeo-se poi pr gresso deaoln tu io o
que existia, > p que exisiia. E>la do-
enca nao propiia ou exclusiva du P1 r
que habitamos : to los <>s luyales do Mon-
do, alie tem si io tu timo tiliivOi-,
tem apalpado, tam at,IF ido suas ten iveis
consequeucias. Lorabra me que, que
rendo uiu dia o bb qae era ievoluca5 declaiou que era a
ante-sala querer entrar rn sala. Todo se
exagera, destrn seo que existe. Eona5
sei -a este mal arcomraelteo o bra-il ,
mas creio que muit-s peasoas fora d'< I .
acoommettiJas. Parece-meque ele mal
invadi a nosta Terra, a pouto tal que,
para se recommendar urna medida como
irnpoi t.m'ii-ima bastava diser que era
pro^ressiva.
Ora a Historia de todos os Povos mes
trique, quanda dominad tees ideal, io-
Fallivelmenle o paiadeiro do piO^iesno as-
aira entendido assim definido o abis-
mo, E o que tem resulta 10 d'esta cala
midade que o horror to abismo f*x re-
t ogradar muitas retes para um estado
peior amd< do que aquello em quo come-
con revolucaS ^apoiados). O que f*co
pois ? explico as douirinas como as en-
tendo corooeu sempre as professei. JuU
guei (|ue, em circunstancias tafj con-
vinha meditar as mediJas que sepropu-
nh.i : ae continba5 ou na5 um ve.dadei-
10 progresso, que i'u se cessar 01 r-offri-
mentos e trouie ment re!. Eu quera por eiemplo ,
que no C upo L-n l.tivo se nao almitiis
aero org-ocias de proponas spresentadas
por manusrrito e discutidas no mesmo dia;
eu quera que ua5 e rov r-sso urna le ,
sera ter si Jo antecedentemente executido
e experimeo'edo o efie'o da le como
coo'ere com a le de 18 ">3 sobre o Meio
Circulante. Eu julg >e qut err caso tal,
onvioha que procdsstar>8 com mulla
1 in un-pe cao ; que procuiassemos exci-
tar a opiniio do Paz esclarecel-a e il-
lustrM-a para re>gar a K quando tita
opiniio fSlii'n-se calma e tranquilla por-
que s na calma das paixes (|ue a Opi-
niio merece culto corno Rainba do U i-
ver-o. Expo-ei este ynema nao como
nYiOtiiiii ut: eir i>ceiiei rn CCUC >V'
nonimo de recurso. Sendo assim, como
se julga que e improprio, n'eete caso, o
sy-tema de legresso 7 Qierer o Nobre
Ministro eute.der as miuhas palavras,
m5 como as explico mas como den-Ja
ques"j'5 entendidas?.' Serio estas as bo
as regias da hermenutica interpretar oa
autores, nao pelo suntido que ligad as su-
as pala vi as, mas como se quer qua seja
eotendidas?!
JN'esta occasio, exclamou o Nobra Mi-
nistro que isto ara improprio do carcter
de um horneo? de Estado. Vulgarmente
se entende que tem carader o hoanm que
dix boje o que diste ha ao anuos e o que
dir d'aquia ao annos. Entender que
tem carcter o homem que abre o seu es-
pirito a primeira d i|.0 se vem poosir
n'elle e que immediatamente o fecbi e
deixa. essa idea tomar posse de seo espiri-
to, e repelle (odas as uiodificac5is, to-
das as ideas aiuda qua a expe ieDoia mos-
tr que est em erro. Este sm duvida
o peior dos estados. Homens taes, ideal
taes r tem apreco no meio das faccSe ,
porque as facedes vem de principio ab-
surdos, aervem apnncipios absurdos e
n5 podem admiltir modibcaaS aiguma
no espirito do homem sera que logo a
qualitiquem de veisatilidade e mra que lo
g> conderanem e-te homem como liaos-
luga como desertor.
Era miriba intelligencia porem afir-
mtaa de carcter tem nutra accepca mui-
to diversa. Ghm^re homem de carc-
ter aqutlleque reude salto os principio*.
^ por amor do* principio*; consequericia q lando a obserT*C'5, o
slodo, O stpefieaOM no*tra que e principios davam ser modificados, quo
algn* d'elles ileveni ser renunciados era
ob/equio verdaie, n.\5 hesita em sicri-
ficar o erro em lugar de persistir man-
tendo opiuiSes enoueas. Chamo homem
de carcter firme ao que, reudendo cul-
to aos principios asim enteudidos pro
cede sempre de harmona ooru tsses prin-
cipios. Oa, pergunt.iei eu ha aigu-
ma versatilidade oo humera de Estado,
quando mo tilica reus principios porque
leconhe c que elle* na5 s verdadeiros
rio sentido em que os adoptou ? Enta5 ,
S s. oque he o homem de lstado ? O
que oh >mem versado n .tes? 17 '!.... taha mi nnaca tntsar
com afouiexa d.s Institui(,5es lo Mundo ?
As Sciencias Sooieea, mormvnte a Polti-
ca, asta anda no breo. Os legislado-
res, que lera deHConhecdo este princi-
pio lera se arr> peudido muitas Teses...
Muitas r-'xei a vida de um Povo est no
que o Lgislddor julgi urna excrescencia
defeituo-a, como j em oulro terapo se
exprimi um celebre autor. Se o Legisla-
dor d< pois cerr, e, pela experiencia e
pela obiervacaS seo erro ba de Qsi.iir
11 elle porque j orna vez disse que aquel-
le objvcto era mutil e podia eliminar-te
da< Iastituices do Paix em perigo ? Fi-
Io8os que vive- a5 ha poucos a unos sus-
tt-utara que a Historia era o estudo o
alais de oecessario, sendo boje opima
contra 1 i geralmente seguida. Se me n5
engao, Mallebranche, d>se que a histo-
ria de um rato valia mais do que a histo-
ria do Grtgos e dos Romanos. Quando
a sciencia principia a nancer liaremos
de desenvolver no espirito publico a idea
de que o humera de Estado iramutavel,
que dsve af-rrar com id-s filas aos pri-
meiros conhecimentos que adquiri no
Mundo! Se eu consulto autoridades les-
peitaveis de nossoa das, ainda maior sa-
tisl-ga leubo expandeodo estas ideas.
Nad hi mu 11 que na Cmara de r'r.mca
fji aecusedo Culo* Dupin porque re-
uunciou a urna as id r| rraittidas entu-
ma obra sua : e o que responden esta res-
peitavel sabio p... Que aproveitava a oc-
casO pira declarar que asna vaidade
nao cheg.vt ao ponto de sacrificar a ver-
dada ao ridiculo orgulho da ser coheren-
te. O seu irmto Oupin-ene', em outra
sessio,' disse : Eu no vas i)"c<> que nos
annuucieis o vosso fajitema de Politica co-
rno invariavel ; conheso que todas as Iris
titniies humanas todos os p Tisimerilos
s6 susceptiteis de modificajaft que o tem-
p > o s< Ct't, o cap icho po.-si taser.
Perd.'-me a Cmara se insisto dema-
lltdo n'- si.- topit'O de um dos discursos do
Nobre M1 ni tro da Justisa a que eu dou
mais impoitancia do que piimera vista
paiace ter. Oeipiito publici pia pe-
judiearsecom tae prop' sica* p>rque
pklavras que se soltad da Tnbona tem um
alcance muito Ivogt, que nem sempre se
dvde prever.....
(Do Sete da Abril.J
CORRESPONDENCIA.
Srs. Redactores. Como de presante
terina apparecido mais voluntarios que
quair-6 passr dos BatalhSai da Guarda
N., para o Esquadra de Cavallaria, i'to
p.^ra se subtrairem ao pesado servico que
eatafl fazenJo, quando os d Cavallaria se
achad em total descanco; sirva-ie dar
publicidade m sua fulha ao teguiute evi-
xo a fio de vermos apparecer aiguma
providencia a respeito visto que maior
parte dos que ag>-ra querern paussr se pede
applicar o sentido do dito aviso.
Por hura Guarda que requereo paa-
gem uas qae os teta ca?allo.
Copia.Tendo levado preseaca do
Recenta, 10 Noras do Imperador o Se-
nhoc D, Pedro Segundo o seu ofcio da-
tado de a8 do met antecedente era que
Vm. I ver artlixaca que existe no
Corpo de Cavallaria da Guarda Nacional
iVata Cidada, pela faoilldade cora que
para ella se concede pissagans, de Guar-
das Nacionaes de InUntaria, que para se
fui t rem ao BOrvIfO nos atalh6e8 a que
perten-em as s -.llicitaS sem qua estejaS
alem d'uto nascirconstanciasda perteoce-
(Gm a aquella arma ri-Ao qte nem cavel-
lo possuem, como Vm. pre^enciou no ul-
timo dia de exeicicio eru <|ue grande nu-
mero ri'alles se aptesentar.r em Cavallo*
alugados, por cujo motivo tem res Irilo
conceder taes p Gualdas Naciouae* que mostrirem pos-
soir Cavallos, pediodo a fm.I appcova-
cao do Goveroo sobre tste obj-^cto,
e bem assim huma medida qae sirva de
regra para o futuro : ratnda o m .rn 1 He.
gente declarar a Vm., em re-p sla jo di-
to otficio, qae es putageui do Gua das
Nacionaes de lofant.na pan Ovillara ,
e vice vera devem e n reg-a ser prohi-
i.:.r.
__..: j. .._ ..
iiua> nw udsOo oe iti Ci -
sidade do Servicio Publcj, pieviim-nto
reconhecida e declarad* pelo Gov-rnj
sobie iuf jrmaea5 do Uommiiudunte Sapa-
nor e que foca u'esles caaos no derem
jamis sur parmitlidas. O q 19 partecipo
a Vm., pura sua iutelgmcia a txecu-
ca.
Dos Guarde a Vm. P Fevereiro de 1J36. Antonia Paulino Lira-
po de Abreo. 8r. Commandante Supe-
rior Interino da Guarda Naciutiil d'este
Municipio.
LOTERA DA BOA-VISTA.
Hoje as io horas anda'impre-
ter vcimente as rodas d'esta Lote-
ra.
LOTERA DO SEMINARIO.
O Railor do Seminario Episcopal de
Olinda, fazscrenle .o respeitavel publico ,
que, por anda restar um pequeo nu-
mero de bilbelvs da Lotera do mes no Se-
mimno nlo pode matear o da iir.pi. te-
livel, oquel'ar breVemODla cjja hre-
v dada depende nicamente da txtraccio
dos poucos bilUetes, que inda existera
em podar do Thesnureiro a por isso ro-
ga encarecidamente a todos os Sr*. aman-
tes da Lotera que q'ii'H ant.s cuidem
em comprar os b I .. s que restio a
fim de que quinto lotes se poisa aunun-
ciar o da imprsterivel do audameuto das
rodas.
AVIZOS DIVERSOS.
O Redactor do Echo avisa aos Srs. As-
signantes, que teodo-se cespadido de co
brador o Sr. Eran ciseo Antonio dos San-
tos, que hora do liairro Je S. Antonio,
pissa esta incombein ia para o Sr. Jos
Mariano de Hiito cobi ador do Diario no
mesmo Bairro a quero oa Srs. Assigoautes
do Echo poderlo eatiafaier suas \siguatu-
r e sem e menor duvida.
XVa Quaiquer pes-oa que precisar de
um criaeo Heapauhol o qual he solteiro
e dcaeja servir em ca de algura Sur
Nagcciaaite ou mesmo em casa de alguiu
Snr. quo tnha familia pois dar' iu-
foriaacad da sua conducta quem o per-
tender procure ter. ra d-'. Cadeia luja o.*
4o B.
*&* Preciaa-se aligar urat casa de um
andar 30 Bairo o Recife ou na Boa-
Tsta sendo airax da Motril cu na tua ve-,
ILa e no B.irro di lint vista sendo usa
principies ruaa que nao exceda de 7 a 8$
res ; annu;;^ie.
Precisn-sede urna aauN que lave
e engoma rcupa cun acea o perfaiya 5
xa ra 4o Cre?po L. 5 lado do Sul.
----- Auga-D doi* prt tos, ptgmdo-s*
inoris por da quero quissr ollug^r di-
rija ae a rus des Ciuses primeira casa de
sobrado a diretta ^aaaaudo o beco do Ou-
vider.
t/3^ O Snr; PrtaaMO Jo^e Fernin-
jes ancuncie sua mcrada ou dirija-se a
loja ... 5 da roa da Cid^'s do Da;rr do
Recife para negocio de seu eoiercoe.
yy Huma pe-si a que tem pratica da
esii plumero, e mesmo riscar mappas, ou-
|/es nuaesqu?r causas relativas, offerece
aea prettituo nes tardas pata executar ca-
ta trabalhc, ou srja em casa do intsiemo-
le, oa fora della ; prometiendo lastr lu-
do pelo menor preco possival : ou segua-
doantisr ao Pateo do Carato D, 4-8n"
nuncie,


K \i
DIAIIO DE PBRNAMBDCO.
JM
Ai i sri'U se por 6 armo- urna olle-
ra na i ua c- florentina con. urna casa tei -
tea com baslaute coran odos para urna
grande faa'ia ; a pessoa que a pretender
dirija-se a mesma.
*$9* A S nhora Portugueza que te
OFerece para ama de cosa, diuja se a pra-
cinha do Livr-manto sobrado de iim an-
dar, junto a JefO Cailos Pe eir de Bur-
gos;
JQP* A pessoa que tem annunciado
querer troear um pelo canoeiro por urna
preta querendo fazer por urna de idade
de 25 anuos, pouco rnaii ou menos, e
com urna cria de 4 annos da id ie di-
rija-se a ra de S. Francisco em Oiinda
em casa de Luiz Vieira, que esle lhe dir
quem faz ete negocio.
fl^ Jos Alves de Parias The-ourei-
ro da Irroandade do S. Sacramento da
Freguezia de S. Pedro Mrtir da Cidade
deOInJa, ITia a qua n convier que
no fa?o negocia algum com o sobrado
sito na i ua de S. D-uio n. 5a da mesma
Cidade, na deseada qua vai para o Al-
jube, deque he pcopriiario Joio Perei-
ra de Car valo em que ee entanda com
a mesma (rmindade por uso que e*te
obrado paga urna pen>io annual da 8$
ce. a telenda Irroandade com a qual
clauzula o comprou o d to Joa5 Pereira
de Carralho cmo consta da escrptura ,
Escrivio Ciiiaeo ; achan Jo-seo mesmo a
dever t'9 de Junbo do anuo p. p. a
quanlia de 8o$)oo res. E para nio ha-
Aei|gnorancia faz o preZenta annuocio.
C^ Quem precisar de una pesa pa-
ra caixeiro de loja arma-em de assucar
ou prenda de ilgodlo duijt-sa ao forte
do malta prensa do Meodonca.
UTP* Oerece-soum lioaifO casado de
reconhecida probidade para a Imiui-tra-
cio de alguma faZeoda ou qualquei- ou-
tro airanjo que se offaeoer ainda que
seja distante desta praca e para caixeiro
de alguma ca estrangeira por sao que
he versado na lingoa IngUza ; a pessoa
que de seu presumo precisar dirija-te a
iu> il > V..;ai i > a< ruazem n. lo.
\JP Offareie-se para caixsiro da urna
casi de comroercio un moc da i\ anuos
de ida Je, findo prximamente do Porto ,
oqual i escreve econta, traduz fran-
c e Iuglez ; quem o pretender dirija-se
a ra do Colle^io a fallir ao Sr. Major
Co3ta no obrado D. 3.
*3F" Precisa-so de urna ama forra ou
captiva que saiba coziuhar b m : no al-
teiroda Boa-vista sobrado D. 16.
t^ Na ruadaagoai verdea casa ter-
rea qua tem lampio na port e que fi-
ca d fronte do cobrado 16 preoisa-s
de urna mulber que saiba fazer o servido
inte' no de moa casa do pouca fdmilia.
99* OJcrcce ie 200$ooo rs. a quem
deacobrir os autores do roubo feilo no a.
e 3. andar das casas do atierro da Boa
vista onde moro Joaqnim Francisco Da-
arte e o Coronel Meneies, prometen-
do-se guardar todo o segredo ao descobri-
dor.
*jc9" Alaga se por prego commodo a
loja do sobrado de dois andaras tita no
pateo d.' S. Pedro que faz quina para a
ru o logo com born couimodoi para
vaada : quem a pratendar derija-sa ao
pvimeiroandar tratar do sauajuste.
W" Perdeu aa um rosario de ouro da
trazer na mo, com anglica a cruz e
tando igoitavas de ouro ; qual foi per-
dido da ra de Malinas Ferraira at a
zntf.ca da Olmda so dia la do corren-
te : quem o bou querendo restituir di-
rija-se a Sola Typog "&< quintar lecom-
jpensado.
fqaa O Teen te Corooel Ignacio Cor-
ris de Vascouceilos partrodo para o Rio
de Janeim a nio !bu restando maia al-
gum outra m io de desonerar-se da obri-
gico cea que eslava pan com olgumas
pessoaa que esta, delle langa mo para
pretextar-Ibes os protestos da amisade em
toda e qualquer parte onde e aehe.
HHT" Pretenda se por em leilo a too-
billa do x Commandanta das Armas na
tees ce a casa qua oi d sua residencia ,
ra do Co'Ugo O. 4, constante de 4 ca-
deiras (entre-nquaes sao 4 de bracos) i
sof, duas mezas de ala, e ama cama
de Jacaranda com colx5-s e cortinados, do
melhor go>to po*>it dia ; ou a* voiHe ludo pnr junto, e n- s
te c*so p>de>iu sa sutn >e> n que lhe di noel quem -leve tratar.
ejry Offarece se ama mu li r branca
ja de ii'%depara ser ama de urna casa, pa
ra todo o servieo deprta dentro: a fal-
lar na ra do fogo D. 11.
It^r* Precza-se de um mestredeVio-
lio que toque por mu-i-a para ensinar
a daas pessoas quemestiver n>st>iseir-
constancias dirija-se a rui do Qutiraado
O. 5 pare tratar de seu ajuste.
LEILAO.
tja Que bo de fazer Luis Gomes
Ferreira & Manafield tersa Feia l6 'lo
i coi rente mez de Janeiro pela* I o hoia* manhai no seo armasen) na ma d* Ca
deia doRecife de algud<>zinhos lizos e
entrancados, xitas ing'ezas riscados ,
sitios macau, zalas de tukiu e diversas
outras faztndas.
NAVIOS A CARGA.
Para Li-b >a.
ffW OBiigue Po't. DelHm peitende
sabir no dia 9 de Favereiro quera nelle
quizar carregar caizas e barricas romas
sucar a a5o por arroba e em sacaos a
aoo rs. falern ao Capillo na praca, ou a
seu eoniguinatario.
Para o Porto
JO^ Sahi' com toda a breridada o
Patacho Portugus. Primavera Capio
Jote Carlos Teixeira Soarea, quem nello
quizer carregar ou bir da passagem, pa-
ra o que tem ezcellentes comtiifloi di
rija-se ao escriptorio de Manoul Jjiqnx
Ramos e Silva ou ao Cap tio.
Para o Rio de Janeiro
jl^ Segua com s brevidade possivel a
Sumaca Espadarte boa de vella e forra-
da de cobre para carga ou ptssageiro ,
tritssecom o Capitio Joi Henrique da
Silva ou com Manoel Ignacio da livai-
ra praca do commercio n. 28.
Para o Aricaiy
t^ Segua viagem at o dia 25 impre-
terivelmenle a Sumaca Deludir; quem
na mesma quiser carregar ou bir de passa-
gem dirija-se a bordo a fallar com o Ca-
pillo Jo Joaquim Al ve. ou a Thomaz
de Aquino Pinto Btndsira na ra do
Crespo D. 5, lado do sul.
COMPRAS,
/^ Um esrravo Africsno de io a
5o antios ; quem o tiver annuucie ou
dirja se a asta Typograta;
VENDAS.
j^* Meiosbilhetssda Lo tenada Ma'
triz da Boa-vista que corre no dia i5do
correte: na ra do Calinga loja de relo
jueiro junto a loja do Bandeira.
mofa e bunita figura multo sadis e di
Ligente para tode o ser i ico de urna casa
de familia por aabar bem eoacr e engom
mar a fazer doces a boa eosinfjeira a
vista do oomprador se dir o motivu da
sua (venda : naTua nova D. 26 loja d.
trates ao pjda ponte da Boa-vista.
f& 4 paiesde casticaes um p ro e urna ,_b.-ndeija com tei/oura de M-
pivilar : tudo novo de prata e de muitu
bom gosto -, a urna pouea de prata e ouro
velho : no forte do malto Preuca de Joi-
quim Pe eir Bastos.
Vf Ejtfiras de angola de cera pira
cima a 160 rs. e para menos a 200 rs. no
aiujaam da vidros ao lado da CJadaia.
^ Assucar refundo as libras a 100
rs. e as arrobas a 2,56a rs. dinheiro a vi*.
ta : na nGnacio da ra Ui> <-it < D. 33.
99 Um escravo b >m oilicial de sap.
taire j sofrival ccziabaiiu, uaa u< gra
bo| eu^ouimadairq e CZinhaUd, e um
cabrinha d 14 annos : na ra do Quci-
niado ras de n'onio ds Silva Gusmio.
aj<^ Um.1 esciava de napio boa quitan-
daifa, e q ie sabe tabalhnr de enxada por
ji ler si tu de encenh na ro* d' Lai n-
cir csa D 13 de fonte do dru giao
Peixot que achai com quem tratar.
aW Um niiiIhijh-' cioulo comi'ale
de 8 mii'ii quem quiser *umpr-r diri-
ja-se no Col gio na escola que acliai com
iiuro tratar'
HtP Coll-rco das Lais e Decretas d->
Imperio de i82a a i836 ; Esame sobre o
Jury Guia dos Jirzesde Paz; Guiado
J'.izes deOrfiO'; Vademcum; Pautadas
Mfandeas novj R.gulamenio d8 ditas;
H'-loie do BirzI ; Hsti da Revolu-
cio Fr.noza ; Resudo da Hi-^lona nlu
1 al ; Hitoria de Napoleio ; mmiri-s da
''amp.r.ha; d D. Pe'ro ri'Alcantara ;
Temerario do Rio no !VIrnho 1 oro Map
pas ; A Irmai de Rembrandt ; a\ido
Profeta ; novellas Engao fatal ; 1 ame ,
Selico Carlota, Ziire Wernes, O amor
offdndido &c: na ra. do Vigario d. 16.
9W> Chapeos do Chile de copa mu-
dema ; botina debszero, ehtgados pro*
zimamen'e. sspatos abotinados a i4^'' di"
tos entrada baixa i:28o, ditos de duraque
para S> a. a 960, ditos de corda vio 800, dito
d duraqua brani-o a i,lao ditos de setim
a 1120, ditos Francez de marroquim a
1000, ede dur,.qie e de seti-n t^mbem
Francesas a ia8o, chiquitos a 48o dito
butinzinhxi de marroquim a 800 sapa-
to< de beierro Fiancrza 2 a4 oart n0'
mem, enmallas de marroquim a 8o<>, mar-
roquins em du7.ise miudebBs de todas as
quahdades, rap areia prata e P. da Baha
peona* de escrever em porc5as e a rttilh,
tuio por pracos muito comrnodos p*ra 01
compradores na praca Ha Ind-pendencia
I0J4 de Jo-e Antonio da Silva n. 7 e 8.
WW Uasa preta de nac" com 3o an-
nos de idade cozin'ia o diario de urna
casa, engomma, boa docena, e lava
roupa de barreda, e boa veniiedsira : na
ra das agoas verdes D. 9.
tUP Urna poiaio de caixSes vazios :
nrsta Tynografii.
|tja Pot.is-a da primeira qualidade
Americana chegada prximamente dos es-
tados orados em casa dos Senhore* Julo
Malinos t Companhia ; na ra das Cruz
n. 56.
W Um cavado alazio c >m bons
andaras: na ra da Guia estribada de
\nt uno Somer.
KW Um molato claro bonita figura ,
de idade de 20 annos, olli.ul de s.-p iiei-
ro o qual se vende para fora da ter
ra ; qaem o pretender dirija-se para ver
a cadeia e p.nv a compra na roa do Ca-
bug a fallar com Jos Riheiro do Amaral.
tajr" Urna e>ciava de idade de 22 an-
nos de naci b >a engummadeira |c as
toda a qualidade de costura, ooefnba o
diario de urna casa com as-aio sabe lavar
de rabio e harrella fz todo O a rang> de
uuia casa : na ra ir-na venda D. 9.
tpT" Una junta de bou mancos para
canora bastante giandes e gordos um si-
lu com pouco uzo com maca e golde pro-
prio para viagem a um quattau cpalo
.',iau le ca nu tu: nopaiaod.S. Peiro la-
do esijuerdu D. 6.
tf^h Agu ,. rom.itira pira veriGcar as
corte d> X' st i w toi oalo claro e uolido, es-
ta a.-ua appi ovad 1 pela acade 11 i?a de Me
licirid d P Cidades de Europa un le lia guza de unja
iurji j ue le moiecaiio as suas notavei-
>r ipi it-dadt'S ; Oleo de Hai vas Suissas ,
para o malbti im -uto con-ei vco e cre-
cim.uto dos cabclloi e tm>em para as
ilirs da e.b 9a tsta produc cujo> tf-
fetos sau maravilh.izos rtCumenda se s-
b a lulo*- p-sioas a quem una mulestia
la o ociMsiom iw a (|uela prematura dos
o.bellos : rm.U Vl.ujiede Deo, casa da
quim ila 1 u da Cala a pi imei o andar.
*# S C'as com bom fejio mulalinbe
a 4'S5""' '" >" arma-m la Antonio J>a-
quiin Pereira de ti unte d.i EsiMdioha.
4P" S < a> cu 111 fa mil* do Rin ifp I.-
aai'U, de Su'i -uparior a da iVIoribe-
oa : >>o im seui de Santos Braga, ra
da ,\1 >eda.
t^> Hum rico Fai|ueiro de prata do-
b ij una ao sa ni do arco de S-mU Antonio
qu vira par a Cada ja.
<\
Sate grandes canoas de amarelo,
bailante grossas, e com comp imenio dei
90875 palmos, proprias para >ealnir.
em bonagas, ou canoas de coudusir ''goal
a fallar com Manoel Prenciaco da Si va
em sua loja na piaiinha do Livr^mauto
sobradus novas de 3 andares, ao lado da
escada do mesmo. ,,
*/y Hmi bom cavado com t >dos 09
andares, bastan te carnudo, por pieco mui-
tu commodo: na armasem da ra Nova
D.34.
xJV" Huma purea5 de penas de Erna :
na ra da Cadeia do Recife aruia-.eui nu-
mero 59.
ESC IIA VOS FGIDOS.
No dia 2 de Dezembro de 1837,
fugiu urna prela danoitie M ra do gen-
to rebulo um signal ua testa bem azul ,
bem parecida e moca cor bam pr. ta, sec-
ta do oorpo, altura regular levou ves-
tido de (bita coi da loza novo e sem bata-
do, panno da cola novo, tem os dtn
les da fenle bem abertos ; roga-e as pes-
soas encanegada da polica ou qualquer
Capitio de campo de a pegar e leva-la
a ra do palaceite, em casa de Fiancsco
Nicolao de Fontes qua reconipvnsai.
XP" Da se de gratiticaco a -c'$000 rs.
a quem pgu- dois pelos, um da nomo
Jo do gemio de ango'a ebeio do corpo
peinas giossas de idade de 4 e tautoa
anuos, ha noticia que andio para par-
te dosul, he bastante ladino ; o oudode
n une Miaubl crioulo secco do corpo,
pernas fuas de idade de i5 a 16, oujo
esciaVo julg'-se ser mt.ilj em razio de
s-lrr 110 armo de i83n, a ve.id r me|
quem os p-gar levem os a ra do palacete
em casa de Francisco Nicolu de Fu ule ,
que iee>ba) a ditiquaulia.
/Jv" N'o dia 5i de I) ie 1 bro do anno
p. p., fugiu um rnuleque de rime Antonio
de afio casante, de idade 18 anuos,
b.'ixu bastante puto rosto redundo ,
tam em ambas as orellias um buraco,
mas e es pequeuos, d. dos curtos, ca-
uut'iro, oqual foi escavo de Joio da Mil-
la ero Nizarelh do Cabo consta ter si-
do apprahendi o no dia 3 do cociente mez
no lugar d>s Curcuraiias poi Juo Felis, a
Francisco Antonio, e o depoutarao am
caa da Joio l.ci'a no lug*r da venda
Grande: por conBs-ao do dio appreben-
dido viera i os rneus mados apurebende-
dores a esta piaga n di 4 e eutendero-
Se com o Senhor do rele ido e-oiavo, G-
cando c itu-do o tia/.i iem nu dia btgam-
te e como alhe o preseute nao tauhio
apparecido e nem nada mais cante a es-
leilo : rogi-se ai Autbondades Policiaes
e a m sjubi rem que o apprehtndio e o f conluzicao pateo do Colega, loj de li-
vros de Antonio Jj- Pinto que genero-
z.uiK-nte recompnsala.
MOVIMENTO DO PORTO,
Navio Saludo no dia 11.
CRWELAS; Sumaca Emilia Cap. Pe-
di o do Lago ca va 1 iuS geoeros.
CEARA'j Sumaca Amor da P^tiia Capa
Izidoro datlva, carga vaiios gansrus.
Dia la.
LISBOA ; BiigueP. Africano Cap. Sil-
v 1 o Manuel dos Rais caiga vaiios
g'-neros.
RIO UE JANEIRO} Brigue Nac. Jupter,
Cap. Jos Xavier Vi.nina caiga sal,
pi'.sageiros o Iilm. Sr. Ignacio Corris
da Va concellos dois eiiadoa, o um
escravo.
Entrado no dia la,
MARTINICA; 4a dias, Brig.ie Fran-
cez Noeme Maire Cap. Morras P. ,
org baulhau.
PORTO OE PEORAS; 3 dias, Lancha
S. Ciuz, caiga aasuCar I a M. G. da
Silva.
LIvIA; io9 dias, Galera Sarda 2 I.,
Cap. Cail.is Baldiuo carga ranos ge-
ne* os: a J. P. de Lamofl,
j


i JLIX o
I
HBTtt,~tnr"T*rar-n
-
'
Snrs, Redactores.
Chegou e tempo de eu tornar 3 apparecer para
he contar o rezultado das calumnias do Sur. Joo
foz de Couto Lina contra mim proferidas em su-
is correspondencias o annu passado. Ah Snr. Re-
dactor quanto he digno de compaixo o hornero ,
que se abandona i suas paix6es Por quantas vergo-
nhas, e disgostos nao passa .' Ora queira ouvir com
toda attencao.-- Aos 11 de Ja iciro de i838 auno
nesta cidude do Recite de Pernamhuco em cazas de
rezidencia do Doutor Manoel Mendes da Cunha A/e-
vedo Juiz de Direito da 1, Vara do Crime aon-
de eu Escrivo do seo Cargo me achava e sendo a!i
prezentes Ignacio Alvez da Silva Santos e Joao Joze
de Couto Lima chamado Juizo por a quelle Santos
em queixa que em Juizo aprezentou por ter escrito
contra a sua boa reputaco a respeito da Procurado-
ria do Convento da Gloria desta Cidade ,* e por que
110 acto do queixado a prezentar sua defeza declarou
( Joao Joz de Couto Lima ) que elle quando havia
icito as correspondencias contra o dito Ignacio Al vez
da Silva Santo* impressas na Typografia Fidedig-
na e pelas quaes he agora aecusado nao teve em
vistas com aquellas Correspondencias infamar nem
juriar ao dito Santos na nualidade de Procurador
da quelle Convento *, e se agumas palavras appare-
jem as ditas Correspondencias, ou mismo pergun-
tas forao ditas no calor da pa i xio einimizade, o
que agora declarava voluntariamente a vista do que
o qucixozo Ignacio Alvez daSJ Santos dlsse q' des-
de j dezestia da sua queixa e nao queria
maii que se continuasse com procedimento criminal 5
por que elle quando chamou Juizo o seo calumnia-
dor nao oi por odio, inimizade, ou vinganca,
e oi si m para reparar a sua boa reputaran deque
sempre gozou pelo que requera que se lavmsse ter-
mo desta dextltencla para ser por elle assigunda a
igualmente assignando o qu.-i "Jo JeSo Joz de Con-
t Lima a sua declarara j idj-se adezisUtncM
por sentanca para flor 1 iccusaco t o
que ouvido pelo dito Jui tai a da qoe
para constar fiz esto ter;. 'ao
com as testemunhas eeguinles. ii eu Joz Afoflao
Guedes Alcanforado, Escrivio o escravi. Doutor
Mendes, Ignacio Alve/. da Silva S utos. Joo Joz
de Couto Lima. -Joo jNcpoi.Hiceii'j de Mello. Jo~o
Fernandes da Cruz.
E ser este Snr. Redactor o homem que
hazoiou tanto de ter provado a honra da sua con-
ducta ? Que tanto me dsafiou pua o chamar aos
Jurados .' Coitade / Compadecamonos da sua fla-
queza. Cuidava este Snr. que romo a Li i me
prohiba chamalh ao respeitavel Tribunal do Jury
por cauza da renhida demanda que temos rui-
dava digo que nao haveria outro recurso. Eit
deixo ao Publico sensato o facr as reflaxoens quu
este cazo merece ; por que nao me querendo pare*
cer com este Senhor nao quero envergonhalo mi*
ia. Recife 12 de Janeiro de i38.
Ignacio Alvez da Silva Santos,
N.B. Como o homem se nao pez ern acclu de de-
feza antes humilhado canfesaou fnneamente oseo
erro eu compadecido nao qviiz cruninallo.



<
*
Pern: na Typ.de M. F. de Faiia i5 da Janeiro l838,


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E20XPPE1V_PLICVE INGEST_TIME 2013-03-29T15:26:26Z PACKAGE AA00011611_03244
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES