Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03236


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Full Text
I 1
>A
v>;
&NNO DE 1858. QUINTA FEIRA


4 DE JANEIRO. N. 3; ,
sr=-
PERN. ka TYP. o M. P. Df PARIA. 1837.
DAS DA SEMANA.
1 S^pnn.1 t Circnncsilo do Scnhor. Pritnciro
Hi d > anuo de I8.W.
'j Terca S. Jsidro b. M. Nao ha despacho ateo
S (Jn-rM S. ApriRio b. Quartos crcse as 4 horas
e 21 mii. <'a man-
4 Quima *. Ti o Dic de s. Paulo.
5 Sexta s sislo cstelita-
(i sbado t iadoa Res Magnos, B. G. b.
7 Domingo a. Tlteodoro Monge.
Mare'chcia para odia 3 de Janeiro
as 10 horas e 30 m- da m -10 h- 6 m. da tarde
Tndo agora depende de nos mesmos da nossa
prudencia, modoracao, e energa i continuemos
como principiamos, e seremos upoulados com admi-
racHo entre as Nacoes mais cu tas.
Proclamacod'Assemblea Geral do Brasil.

Sul)screvesc a 1.000 rail mencacs pagos adiantados
nesta Tipografa, ra das Cruses d. 3, e na l'raca
da independencia I). 37 e 38. onde se receben c-r-
retpondeciaa legalisadas, e annuaeloa i inserindo-sc
estes gratis sendo dos proprios assignantes, e viudo
assignados.
CAMBIOS.
Janeiro 2.
JLiOndrea 30 Ds. St. poi 1,000 ced.
I.isliiiii i."i por o|o premio, por metal, Nora-
Franca 315 a 320 la. por franco
Rio de Jan. t p. C- de desc.
Moedaa de 0.400 13,800 as velhas, oras 13,400
,, 4.000 7.410 a 7.600
Pezoa Colimares .585
ditto Mexicanos 1,575 1.580
Patacoes Rrasileiros 1,585
Premio da lettras. por mes I l|! por o|o
Cobre a par das edulas

partin nos corpros.
Olinda _Todoa <>a rliaa ao meto da.
Ooiana, Alliandra, Paraiba, Villa da Conde, Ma-
maagiiaj.e, filar. Real de B. Joo. Rrejo d'Area
ilainlia. Poml.al, Nora de Sonaa, Clilade ilo Natal,
Vil'aa de (loiamiiiilia. r Nova da Prlneeaa, CldaU
Ja Fortaleza. Villa do qnira*, Monte mor noto
Aracatr Caicavel, Caniml, Oranja, Imprratris
. Bernardo, 8. Jqqdo Principe, Sobral, Novada
Rllter.lc, 8. Matlieiia, 11 eclio do iMigliP, ".
Antonio do Jardn, Qneieramobim. c Pamahioa
"Segundase Sexta leireaao hieio da por vi i
Paraiba. Santo Antiio Todat a* quinta feitahai
meio dia. Oariiiiliini. e Roilitono dia 10 "4
le rada me BO mel di. Florea i>" lia I? <'*
:ada mez ao meio dia- t'abo.Serinliaem. Rio r'> r-
iiiniii, e Porto Cairo-noa dia 1, 11. e 21 dr cada
mez. ______
PAUTE OFFIGIAL.
i
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SENADORES.
Sesso do dia 7 de Outubio de iSij.
Presidencia do Sr. Mrquez de Baependy.
As dei horas ahre-se a sesso :
le-su e pprova se a acta da anteceden-
te.
O Senhor primeiro Secretario fez o ex
podiente.
Ordem do dia.
Approva-se, p va passar a ultima dis
mi so a re-oluc-io que un .inda indemni-
sar a Francisco Antonio Soares, do orde-
Itido do impreg > de ollicial da secretaria
de estado dos negocios da guerra j e fce re-
geitao o parecer.
Sendo iiitrod.izido o rnioi tro da Msti-
ca, discute-se a proposta, do governo so-
bre suspensio da garanlia-, e amnista pa-
ra 18 provincial do PrV e Rio Grande do
Sul, cm as emendas da cmara dos Srg,
depulados: d. pois de terminar o debate,
retirase o mini-tro, e procediendo se a
votagao he approvada a proposta na
conlormidade da emenda da outra cma-
ra.
Igualmente se approva, pora se remet-
ter senecio a proposta do g yerno so-
bre deslacamentoa da guarda nacional,
com as emendas da cmara dosSnrs. de-
putadotu
Sao approvada-s, pira irem a senecio,
dua*resolc5es sobre tengas concedidas a
D. Odilia Constric8, e a D. Matia Uisa-
lina Alves da Horta ; e huma aaiorisan lo
o goverWo para mandar papar caita de
maiuralisacao a Guiluerme Luix Taube,
Sutcn de origen.
V a rommisso de R dacer, rom a
emenda approvada na segunda di-cu-sio,
enluci em favor do hospital da cari
dade do Rio Grande doSul, e Tilla de S.
i '' to Norte.
He regentada, em p imeira disenssio a
resolucio que autot i-a o govemo a conce
dar, por Mamaria, a Joaquim de A/.eTedo
S usa, e Domingo-, de Araujo Batios,
n*8 sobras que Innv r da eatancia dos
Barros, ou do Recovado na p ovinr a de
S. Pedro do Sal, Santo terreno qnnlo
Wte para indemnisacio que Ibes he do-
vida.
Approva-se para aubir a fanccSo, a re-
oluvio sobra a tenga do lenle coronel,
Jos J.-aijuim Machado de Oliveira ; e fi
ca adiado, pela hora ta urimeia dis
ciinio, o parecer da commissio da m^sa
Hobrs a propojti ) tchigrtmHo, Mi-
noel Jos Pereira da S Iva, acerca da pn-
bli'-acao dos trabalhos da prxima "sesso
d> senado.
O Senhor Presidente da' para o dem
i'o da a teireira discusso da propona do
gove no si bre ?rcnisliae susp.'oso dw ga-
rantias para ?s duas Piorinoias d>> Pai'
e Rio Grande do Sal, e aa mais materias
dadas.
Levanta se a sessa as duis horas da
tarde.
No dn 7 de Outubro de 1837, nao
houve setsio na cmara dos Senlioies de-
pulados, por falta de memtiros.
PERNAMBUCO.
COMMANDO DAS AHMAS.
Ezpediente do dia 2a de Desembro.
OIHcio Ao Inpector do Thffouro,
communicando-lhe tersm sido dispensan
dos de man har na expediccio por rao-
Ks'os a desligados do Bat*lhio settro
de Ctssadorts, os Alfeies Teksfero Mar-
ques da Silva, e Jo>e P Ifino de Caoaai po,
e o segundo Tenente Felippe Seiv.lo Ri
serra Garateante do Gorpo de Ai ti h 11,
ex| ecionaiio, por estar pronunci do a '
pri-io e livrimento, por ciime de feri-
m rito. Quea asUa c fliriaes deixassa de
mandar abonar os sidos, e mais vanti-
cens qae Ihe- competiio pala marcha so
Sil, e que se j.' as liv.-ss-m iecebido
Ihes fsesse o disconto na conformidade da
Lei.
Dito Ao Tenente Coronol Commtn
danta da Brigada Expedicionai ia ao Sul,
ordenando Ihe, que mandasse oCiniigio
mor 1. J. C. de Vlacedo re>aeber do Boii-
caiioj. L. J. P'gge osartigos que devi-
io cotnpor a ambulancia destinada a txpe-
dit.ii.
D.to Ao Capitio CommanJante in-
terioo do quarto Corpo de Artiiliatia,
mandando iderar efferlivos no mes-
mo Corpo abonando-lhes pela damenlo ao piiuieiro Sargento H>norto
Joaquim Boriits, e soldado Francisco Jo-
s de Sat ta Anna rmneicnado* em tes of>
licodts'a data.
Portara Ao Capitio. commandante
iiioiiii do quittu Cot po de Arlilhana,
maulando tl.-m tiir ao piimeiio Cadete
da teict'ia Companbia lilanoel Jo-quim
Paes Brrelo, por o baver requerido, e
provado ser.menor de 18 annos, e acha-
cado de infermidades compruvadas pela
Junta de Saude.
Dita Ao Capitio Commandante inte-
rino d Fortalesn do BruBJ.aiiDdanda dt-
. 4 j *
mittio a> remita do depo< cisco de Paula, por ler idojulgado inca-
paz do ser vico pela Junta de S mde em
se>so de hij".
Dila Ao Tenente Coronel C. da B ig-
da Expedicionaria ao Sul, auctorisando
oaengajar novauienle, e abonar a gra-
tilicac" marcada no at ligo qua< to da L i
de 16 de Agosto de i835 a aquellas piaca*
da Exped'cf), qoo siav a finalisar o
teipo de se; vico.
Dda Ao Capillo commandante in-
terino do qoa- lo Co'po, mandando ficar
de nenhtim ffeto a p ort do .-oda lo Fianci-co Camello d'As'Uinp
gao, que renum-iando a se offeroeera pa-
ta marchar na Exp, procedim tito
este que o Senhor Commandante louva
lia.
Dita Ao mesroo, antor9ando-o a ti
rar do The->ouro par o Carpo d'Artilharia
Exp.'dicion-trio ao Sol, os soldase vanta
gens do ptesente miz e mais quatro
adiantados que deveri levar em cala,
Coromuni un l >, q' o Corpo prirt "ipi'Va a
perce''er as gratificace-i de carapanha do
dia 13 do corrente em dian'e ; que os ol
li'csdevo robr.T os seua vniciinenos
por uo reciba rubricado pelo comman-
dante da Brigada, e que ni- iO a estes,
croo aos Cadetes deviio ser taes Vfnoi-
im ntos entiegui s para os ai ranjos da mir-
chu.
Dita Ao nvsmo, PUlori^ando-o a a-
bon.r ao priiu-iro Srgento Honorato Jj
aquira Bit ge- a gratificado des'gnada no
artigo 4 d t Lei de 6 de Agosto d 1835,
por se ter novan.cite engajado, e oSeie-
' ido para marchar ao Sul.
Expediente do dia 25.
OlTicio Ao Exrn. Presidente pon-
derando Ihe ser de justipa, e pratica
con-tatittinente observada conceder se as
familias das Pracs do Exercito que em-
barcavio de uns para oulros pontos do
Imperio, trao>portes, e race de bordo
dur;intij a viagerjo, e que porisso Ihe ro-
C va tives-e a bondade da dar su'9 ordens
a lim ds que fjsem recebidas nos tran-*-
pjite, tjiie conJoiiio u tropa ao Rio
Grande do Sul as familias que qui>cssem
ai ompanbar a sena cheles, e para quedu
ranteaviagem se ihe abima^se a compe-
tente ragio.
na Expedido S. Ex. o dIFrss9 como o
milhor enlenJesse.
Dito Ao Inspector do Tbesouro,'
HisenHo-lha que o Furriel Antonio Luir"
de Albuquert|tie Cava'cante, e sodado J-
lo Go-berto d< S Iva, ambos do corpo de
A tiihaia Expadn ionaiio ao Snl, de Xa-
vio diariamente m anas familias nesta ca-
pital, o prime'O a qnantia de i 6 res, e
o segundo a c'e 50 rus, que seriio cebra-
dos lo mesmo Tbesoaro pelos prets do i.
Gorpo de ailhai ia a que pertenciio do i,
de Maio viadouro em diante, entreguet
as fmila-i ou aos respectivos Pto-
curadores e qoe nesia sentido poda
S. S. expedir suas ordens a Contado-
ra.
Dito--Ao mermo, disendo Ihe que so
Cit urpiio rr-or da Brigada aoSul, compe-
t'a a tatifiari de 4 *' rneriae',
cnnfrme a poitaria Imparil de a9 dt
Jolito de la-i, gratilicati" q'Je S. S. Ib
iiitn'nia abonar.
Dit 1 -- A roa ovo, eamronnicando-lhe
hatero Ext. Snr. Pio>i lente nomeadu
a Jo-e Feli-s deMorao, Cirargiio Ajadsn-
t<* deCommi sin e q'ie em presenga do
Titulo que los ^eria aptesrntado Ihe man-
dasse abonar os vencimentos que ll)<
etvmpetiio palo tempo que ho p*^s asr
de mais ptacas da expedicao.
Dito--Ao mesro", diundi-lb", qr ni 1
tendosidoo Pret dasptncas a'Artilhsril
Expedicionaria ao Sul p*go, por ler n
com-Tamlm'e enlol>ad as gtatifioa^es
dos voluntarios com o da mais venc-
niento-t, e alosetendo podi lo npromptai*
o Pret do Batalha s.li 1.0 d.'Ca-sadores,
otitto recurso nao hvia t|U- abrir a tni-
nh o Tbesouro paia 1 sati-fteio de tiei
Prets, que seriioas 11 horas apra>eutdos)
em forma,
[)ilo__Ao Exm. Presidente da Pro-
vincia do Rio Grande do Sul, envan-
do-lbe a guia geral paseada p*do Thesouro
] d-ta Piovincia as Pracas q' sor. o man-
do do Major Graduado Francisco d'Ar-
ruda Oamara Kxoediei ionara para ali em
Novembio ultimo : e lasendo-lba seos
cumpt mentes.
Dito Ao Msjor Francisco d'Arrn '
Cimar c >mmon c-ndo-lhe, que em vir-
lude'oidrm do Ex-n. Snr. Presidenta
do 11 do-te mez, haviaS sido disligadu
do Batalh^ 7. de Cas-adores e 4.
Corpod'Artilheria, o.Officiaes, lofeoio.
res e CadoIOS que tinbaS marchado na
ForcasoS sr.. Commando passando e-ta-.
Pracasa ella perlencer como effsUiva-.
Que tambera para ma intelligencia Iha
oommonicavaachar sr.no ('omm<.ndo das
Armar danta Provincia desde i3 do cor-
ren ucla demica qno tlfste Emprbgu
m ___.. -_____11...___f,__-
Dito Ao mesmo Exas. Sc-Dior ,
ttielendo-lhe o requt rioento de Jos Fe-
lis de VI .rae-, que se oiferecia a marebar
para o Rio Gr rida do Sul ern qu di dade de
Citurgiao Aju lante de Commissio, e in-
fot mando, que em vita do documento
que juntsva das ioformatoc qoa eobr-
ioa sua siippliea e sobte tu lo da ne.es- I obtevera o Tenonte Corcn-I Ignacio Cor^.
idade que hiVia de lu.ro tl En.piegido | rtia aja Vuconceps por petelo de 3 d
id


*

lime R P B t W A M BUCO'
lu-a
iN'ovembro p. p-
Dito Ao Prefeito da Comarca, di-
sendo-lhe, que nesta data havia em satis-
faga a su exigengeucia ordenado o Te-
x Tiente Coronel Commandante da Brg*da
* '( Espediccionaiia a demica do soldado Ma-
noel da Vera Cruz o a sua rernessa ao
Uoutor Juis de Dii eito di a. Vara do Cri-
me para lhe dar o conveniente destino.
Dito Ao Tente Coronel Comman-
dante da Brigada Expedicionaria ao Sul,
disendo Iba, que fiaeesB constar o Com-
mandante do Ratalha 7. do Caladores
qae a representaga dos seos Ufficiaea ao
bre ser o pagamento dos vencimeulos adi-
antados, que ibe coropelia abonados era
prata nao foi attendida por na5 estar o
Governo Provincial autboriawloa difirila,
conforme lhe oi commonicado em olliciu
da hontem. /
Dito __Ao mestno, ootnmunicando-lhe
que o Furriel Antonio Luiz d'Albuquer-
que Cavalcante e sold. Joa5 Gualberto
da Silva ambos do Corpa d'Artilheria
Expedicionaria ao S mente da seos vencwueiitos as suas fami-
lina oesta Capital o 1. a quantia de
100 rei>, eos.9 "de 5 rs. co-
bradas pelo 4- s Corpo d'Artilheria e
ordenan lo-lhe que do 1. de Miio em
'unto Ibes tirasse o* sidos cura abate das
plantas cima mencionadas e rommu-
nioasse qualquer alteracao' que a respeito
destena in Jividuos podesse ter lagar du
Tantea Campauba.
Dito AoCapitao' Commanlante in-
terino do 4. Corpo d'Artilheria, d-
neurto Ibequo em diferimento *s suppli-
cas do Fu riel Antonio Luiz d'Albnquer-
que Cavalcante e soldado J 5 Gualbi-
to da Silva arebns d'o Corpo d< aeo Com-
inando Ibes tirasse nos Prtts teapeclivos
do 1. de M'io viudouro em diante ao 1.
a quantia de 160 reis, e ao segundo a
i-; 5o rei- que dexava a* 8u8 fa-
milias nesta Capitel encarrtgando-as a'
ellas, uu a pus^oas por ellas aulliorisadas
d'as receber.
P01 lar.a-----Ao Tmente Coronel Cora-
rnaodapte da Brigada Expedicionaria ao
Sul mandando Jar deinica aosoldado- de
BaUlha 7. de ca -satp-res M moel da Ve-
ra Cruz e mand.l-o preo apresentar a
oJuizde Direitu da a. Vara do Crime
Manoel Mandes da Ciba e A/.evedo a
disposiga de qutin ficava para serjulga-
do pelos crimes jue liuha corametliJo.
Dita Aomesmo mandando dar de-
micad fto sol Jado do 7. Balalha de
c issadores D>mingos Amonio dos Santos
por ter provado fcr lilho nico de mulber
viuva, cti'dar da sub.i^ttni ia da sua po-
tnvMii, Iitnias, e sobriuhas assim o
haver dale minado o Exru. Snr. Piesiden
le em seo despacho d< boje.
Dita Ao misino mandando dar de-
mic. do Baialh.5 7o deC.ssadores aos
anidados Jos Ribeiio da Silva e Manuel
iMartins, por lerem completado o t-mpo
lo seo erjgijatnerto como voluntarios,
requererem q' nao queriad continuar
no servico.
DIVERSAS REPARTigOKNS.
------------------.
ALFANDEfiA DAS FAZENAS.
O Brigue Americano Alcyne, vindo de
PhyUrieiphia entrado em a do roneo-
te C. Theodoro Julis, consignado a Luiz
Con e> Ferreira & Mansfield.
Manifestou o seguinte.
4 barllinhrn com 11:000 pregos, i3
caate! rom l3,ooo pesos, 1278 barucas a-
batida.-.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A paut lie a mesnia do N. a78.
C0RRE10.
O Pataxo Furminencia <)o qual Ca-
pitn Baltasar J se dos Rea sai para o
R o de Janeo no lia 5 <1 coirente.
PREFEITURA.
Parta do da 3i de Desembro.
Illm. e Emn. Snr. Fora5 presos a
minha oidem e tiverao' destino os indi-
viduos teguintes : Candido preto ea-
cravo de Manoel Alves, palo Sub-Prefei-
to da Boa-vista por insultar a um ho-
mam ; Jos Aotonio Raimundo e Mi-
guel Marlinsda Costa branca pela 1.
patrulhs do districtod'S 5 Puntas, por
terem as suas tabernas abertas depois do
toque de reeolher e insultarem a tes-
ina palru'ba.
E' o que consta das partes hoje recebi-
das n'eta Societaria.
D:OJ Guarde a V. Exc. Preleitura da
Comarcado Reril'e 3i de Desambro de
i837. Illm. Exm. Snr. Fiancisrodo
Reg Birros, Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de S Barrtto Pie-
feito da Comarca.
Parte do da i. de Janeiro de i858.
Illm. eExrn. Snr. Das parle* hija
recib las con-t i que foraS piesosa nn-
nha oi'tem e tiveaS o competente des-
lino: Joaquiu Jo*o d^Jeus, pardo ,e
Antonio Ji.se de Paula branco pelo
Sub Prefeito do ArFogados para reeru-
las Maooel Ferreia braoco e Mano-
-I da Conreic,a6 pardo p^lo Sub-pie
felo de S*nto'Aulonio o 1. por estar
com a tal e na aberta depois das 8 horas
e o a. por ter atacado o mamo Sjb-
l'reh iio com palavras iojuiicaai e resis-
tir a prisa ; Jo' Alves Ribeiro pardo,
Chri>liano Jos Tavaies, brinco e Can-
dido da tal pelo pelo Sub Preiaiti da
Roa-vsla para recrutas ; Joa Vaz da Cos-
ta blanco e Bei nardu C< valcante par-
do pala 1. patrulha das 5 Puntas, por
insulto a urna familia
O Circareiro da Cadeia parlecipa-me
que lora gravemente ftida Anna Mara da
Annunciac.- com urna faiada pela Ju za
da pri-;i Luisa de FianQa do que inandei
prooedei o competente Corpo de diilto.
He o qua consta das partes hoje reci-
bidas.
De s Guaidea V. Ex. Piefeitura da
Comarca do Recite i. de Janeiro de
1838. I-Iin. e Exm. Sur. Francisco do
Reg Rarrwa Prtsidente Francisco Antonio da Sa' Barrito Pie
leito da Comarca.
Parte do dia 2..
Illm. e Exm. Sor. Parfecipo a V.
Eic. que da parles hoje rec< bidas fora
presos a minha ordem e tiv* ra5desiino
iiiuuiu ju-i Juii|uiiii pidi, Tneuloniu
Jos pardo, Juha5 Pereira da Silva \. u
ham preto, Jos Franrisro do Rosario,
blanco, pilo Sub Pr feito de Santo An-
tonio o 1. pui insultar a um homem
am sua casa e os ltimos para reo utas ;
Jos Maiia Teistia hranco ; pelo Sub
P. tlVito do Recife por ter dado urna f ca-
da, g'aveniente em Alexandie Antonio
Fianca Manoel prelo escravode er-
nai lio Fernand 8 Gama pelo Soldado de
Policia Antonio Munizde S. Pedro por
querer lomar do mesmu Mildado o pieso
que ron lusia e tomar a R*i .neta e com
e Ih ijueier ferir ao mesmo soldado Jo
aquim Criapim do Reiievidea pardo, pe-
la 1. |i,i iu h< da Rihcira por suspeit ,
e L meneo, pardo, e-.cravo de Anna Ma-
na J so de Mello, lemettido pelo Sub-
Preleito da Se' rie Olinda por Ibe aeran-
preheodida urna laca de puna, e r^sis ir
prisa.
Nada mais consta das paites boje rece-
bidas n'e^ia Secretaria.
Daos Guarda a V. Exc. Pr<.-fiiura
da Comarca d> Recifo a de Janeiro de
1838. Illm. e Exm. Sin. Francisco
do Reg Bi r .s Presidente da P. ovincu-
Fianeisco Amonio de Ha Uarreto Pe-
ieilo da Comarca.
ANSUNCIO.
Tendo Jos Maiia do Carra-, ( queal-
gumas veses tem muiado te nouie para
Jos Jo^quim da Silva Lima ) nalural de
Portugal solteiro iddea8 anuos, 1..
e;tatu'd baixa y corpo seco, totj com-
prido cheio e covinhado de bexigas ,
claro da cor nariz afilado sobr'olhos
pardos olhosazues, cabellos castanhos ,
e algura tanto crespos e barba serrada,
eJoa EaevaS, pai do claro, idade que
representa ter 5oaunos estatura regular
pro-so do corpo rosto comp ido a des-
corado pouca baibi, e com falla de
denles na boca tste raoiadorem Macu,
e iqualla em Salgado pertencentes a Co-
marca do Assu' da ProvmcM do Rio Gran-
de do Norte, d'onde cbegaraS a er-ta Ci-
dade em odia 18 do rorrete raex cora
algumat cargas e se hospedaraS em ca-
za do falescido Joa Baplisla de S usa ,
cita no Atierro da Boa-vista o'csta Cidadc
a quem e'lea atrozmente assassinarsd, aa
Francisca Igoacia que com o dit > Joa
B ptUa estava era occasia era q' am-
bos dormiaj, pelas a horas da manhia
do dia 23 do leferido raez ; e deixando
os ditos assassinosde ser presos, por se
haverem evadidos pelo porta do quintal
da mesro casa logo que commettera
estn enorme crime: o Prefeito desta Co-
marca em cumplimento da Lai, de-
Ktgravoda Ju-tica depreca aos Illm. Sra.
Prefeitos das Comarcas d'esta Provincia,
e ordena aos Sors. Sub-Prtfeilos da do
Recife e aqualquer individuo do povo-a
ja ile faser capturar os mencionados as-
sassinose e entregar a elle Prefeito ou a
qinhjuer Aulbundale ou de lhe faser a-i
viso do lugar em que elles estar possa
afim de queseji mmadiatarnt-nte pi ezos.
Preleitura da Comarca do Recite 3o de
Desenh'o da i837.
Francisco Antonio de Sa'.Barreto.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Brigada Expedicionaria.
No dia 3o de Dezembro pelas seis horas
da tarde, abordo de quatro transpones
eecoltados pela Escuna Nacional Victo
ria pailiodo porto desta Capital a Brgi-
da Expedicionaiia ao Rio Grande du Sul ,
forte de 5oo praoaH sob o commando em
Cbefe do bravo Tenente Coronel Jo Jo-
aquim Coallio. Sao 5 >o Pe nambueanos
Legalistas que va5 dar o ultimo golpe na
hydra revolucionaria que devasta os feriis
.ampos da Provirn ia do R. G. : parece
que ja nao pode ser duvidoso o triunfo !
O Bitalha 7. de Cagadores cotoposto
de 4 o humees coromandados pelo Major
da ru' S'ii ai ma Ti ajano Cezar Rui luna-
que j oCurpo de Artilheiia compnsto de
loo homens commandados pelo i. Tenen-
te Joa Nepomuc no da Silva Poriella ,
todos os dous coi pos completamente farda-
dos municiadoa armados e equipados
e todo o preciso e i)u mais he pague
at o fim de Abiil, sao fados verdadeira-
menla honrosos para a Provincia de Per-
nambuco ; servicos verdadeiramente dig-
nos de elogio ao Guverno que preside aos
seus destn >s. Patentes fora a vista do*
expedientes da Presidencia, e do Com-
mando das armas ad'ligencia, artivida-
de, e eneigia na empregara o Exm. S
Presidente e Commandanie das Arrai- na
piompta e boa organisaga da Brigada Ex-
pedicionaria. A esrolha da Ollicialidade ,
e Commaudante dos Corpos'tui geialmen-
le aprovada at pelos indiferentistas: nos
ohstemo-nos de mencionar os sei vqos de
alguns pelus quaei merecera sempre ple-
na confianca de toda a populaca por-
que leveiiamos eola prestar o mesmo
obzequo a todos o q ie seria enfadonho :
porcm a s guinte pr< pusi'.aO far o com-
pleto e geral elogio da egregia Ollicialida-
de da Brig>da : Na luja rtCeio que el-
les se pa.ssem aos lebeldes Tal he o
conceitoijufl ella inspira e que, se tiver
Iguma excepca ser huma dessas ra ida
des ()ue nao tem precedencia.
Deo a vella a Brigada Expedicionaria !
Gi mdis-imo servico se fez aintegiidade
do Imperio ; mas nao he ludo. Acaba-
ran se us boatos de r> sga sumira-se as
noticias ha! Cal.Ura-se e murxara .' Qoaudo
he que a ras < regei as ofiiniaa de noss<>s
iruios dissideiite ? Quintas vezes nao
tem eiles sido convidados a faser causa
commum com os constituciunaesp Acaso
na sao asies verdaileiramente livresp
N'.-O goza de toda9 as garantas, de ledos
rrfmxM.iii.mqcnaaaaafia iiaaiaiiaaiaiiflawM
os premios e vantagens da essociaga po.
tilica ? E porque duvida que se Ibes re-
parta se elles abracarem a roesma causa'
Pussuir ludo ser ludo na sociadade, ha
reviver o odioso exclusivo com vestes re-
publicams; he impossivel. Unamo-noi
e seremos ludo : sarao repartidos os maa.
dos, as riquezas e a honra.
Publicaca a Pedido.
A-sento do Conselho Ultramarino sobre
a Taiifa e Pralica da remuueraca dos
servicos Militares do Brasil, e mais Domi-
nios Ultramarinos.
Aos vinte e oito das do raez de Marco
de mil sele cantse noventa e dois, mo.
vendo-se no Concelho ultramarino duvt-
da sobre o Direito que estabeleceo a Ta-
rifa e Pralica que no mesmo Conselho
aannos, se observa a respeito das Mer-
cs e Tengas com que se'remunera os
servigos Militares, do Bra>il e mais Do-
miniosultraroarinos. E hav^ndo-e ou-
tio sim ao mesmo tempo promovido nes-
ta mesiiia materia e ne^te mesmo Conse-
ibo um rigoroso exame sobre a existen-
cia da sua Lgislaca afim de se inteirar,
si era legitima e legal a niesma pralica,
ou ai bilraria como pareca por nao se
conformar com o qua so obse va em ca-
zos do!)tiros na Seci ciara d'Estado e
Vienes se achou nao ha ver Lei ou or-
dem era inda assento deste Conselho,
qoe legitime o Diieito a semilhanleTa ri-
fa, antes sim pela sua stianhe.-a e dsi-
gu^ldade e menos bem conlorme a
pratica da sobredita Secietaria das Mercs
se achou tambera que a que ate'agora se
observou era arbitiaiia,e notoiiamente
abusiva pois que a respeito da sua origera
e existencia nao ba lgislaca positiva ,
nem direito approvado ceito e inaltea-
vel, e confoima a Pralica da sub edita Se-
cretaria das Mercs que em tal maleiia
e em taes casos cunstitue para este Tribu-
nal e para as suas consultas um direito
na escrito a quasa legislativo, maor-
mente depois qoe ha lempo a esta par-
te tem oci'omdo nesle Coiiiellio mullos
e diffcrentis requerimenios, que tratan-
do de remunerar; I*ltif0l propri >s
ou hereditarios pedem os pe tendentes
em satisfagas civiles Tengas sera Mer>de
habito; pouto, ,sib'eoqual tem hav-
do ( (jiianto a quantia das me>mas UalCas)
diferentes e descordes parecer-s nesto
Con elho, de sortequo a falta de Providen-
cia em um asmmpto ta melin Iroso ,
estabeleceii' para o futuio duvidosa a
Jusliga das mestnas partes dando-se a
urnas maiures tengas, do que a outrai ,
seudo talves igu es oaasjifiljoa, e mullas
veses oais e p-itavia e .ttendivies da-
vendo legular a uns ,ea outros servicos.
rasa e juStiga pelas L-is dutiibuliv s d
igualdade : em cuja erleza ass nlou o
(jonsdlio que, licaudo sem effeito a Ta-
rifa e Pralica <|ue por Iradigad e sem
algum tireito, lenha obseivancia ate ago-
ra nesta materia, seo hierve de hoje em
diante a Tarifa que ao mesmo respeito
se tem aprovado e uhse va na Secreta-
ria das Meris aonde davem subir as
conmltas deste Conselho, regulados os
seos parec res e votota pelos meamos direi-
tos ,'que regema pratica da dita Secieta-
ria a rujo fut uniformemente se delibe
ron quanto aos servicos melilares. Q
os 131 iga"db 1 ros de Intentara vencessem de
Tenga sem habito 3ooJ5 reis e pela mas-
illa Ordem os Coronis de Ii.f.mtaria du-
zentos e vinte mil r ia teado este$ po-
rem deCavallaiia a4o^JJreis 01 Tenen-
tes Coronis de Infanlana. ia 5 rei?, a
os me-rnos de Cavallaiia i^oioon reis, os
Sargentos Moras de Inf miara 80^ reis ,
sendo porem de Cav liara 101 jj res : os
Capitaens de lofantaiia 6 1$ e*,a < e s
mesroos fio Cavallaiia Sciji) a. osTeneii-
tes de Iufantaria 5 $) ibis e sendo de
Cavallria o^J reis os A f ras decan-
tara 4 ty rs. e os mesm 5 o5J5 rs., com deca, aca ,' porem, que,
pedindo ou reqtierendo nos seos dupa-
dlos algum ou alguns dos subreditos Ol-
ficiaes hahi correspondi, segundo agraduaca dos
seos postos, so Ibes diminuiraao mil rs.
equivalente quantia, era que e lespaiil
_--



V
*
T^
DIA1I0 DI MlNAMIDCO:
:^
;/
x

ft'aicr'C da habito sobre que se fuera
respertivalcoosulta; b.'m entendido que ,
lia vendo igualmente algum, ou alguns dos
Sv/bre lilos ffi. iaes, que no concurso dos
pipis dos seos servicos mostrem ou a-
presentera cerlidoeus autheoticts ou le-
gad deferidas qua rerebe-sem em occa-
zia5 deCampinbas Guerras, ou oulra
qualquer deligencia do mesmo Real serv-
co por cada urna destn lridas ceilas ,
legtlisadas accrescera' n* corresponden-
te tenca do seo Posto man lo:ouo reis,
por sar a remedo deste circunstanciado
servco e-t.i tin bum a pratica da mesma
Secretaria das Alerte* ; e para queassira
ti deste mudo sa observe, a tXecute esta
asiento so legislara' na Secretaria deste
Conselho.
Lisboa era vulgir supra. Hiri de Mo
imede. J.>(") Pereira ''Caldas Lucas de
Seabra di Silva. Joa Baplista Va. Pe-"
reira. Jos Ignacio de Brito Bocarro Ca-
tanbede. Francisco da Silva Corte Real.
Esto' conforme. Joa Bandeira de Go-
VOia.
Est conformo.
O Secretario da Provincia.
Jernimo Maitinho Figuera da Mello.
CORRESPONDENCIA.
Srs. Redactores. -*> Est galante a fres-
cura e mesmo a sem ceremonia con que
certo Cabo deE-quadra da antiga O.da*
nanea calumnia a torto e direito a qaem
ns5 pertence e bijula seos desleinpe o-, .'
Dequeprovir isto Srs. Redactores ?...
N. temos Lei oem Governo? pergunta-
va eu a mim mesmo hum destesdias,
quandoo meo npaz, que anda na asela
deprimeiras I.tras, vendo a miliba in-
quietado a persuadirlo se que me soca-
gava respoodeu : ludo isto temos meu
Pai Coitadinho! ella cuida que Li e
Goveruo, sao livros e bomens... e assim
ficamo!.
Muita gente sabe, Sr?. Redactores, que
he hum grande atrevimento andar por abi
o tal Cabo de Esquadra criticando do ludo
que se lar sem entender nada da scienria
Governativa calumniando este por Ihe
mtiraroch.peoeuj la| e tl| dia f ntl.
gando para com as authoridad.s aquellas
q.esena curva aaeua maudidos ille-
gaes etc. pregando sempre a man escanda-
losa insubordinado sem re.peito s Leis
nem a moral. 1 to a8sim ni6 Ta be(Q
BnaSr., o Caldo va.se entornando por
causa do dispenseiro; e a com, j nao
chaira hem, Em Senhor ? Dizer cida
um o que quer e fazero que Ihe p.receera
bem bora! cnta timbero eu se assim
osse, poda Water-me no senfarranxo,
porem ueste pecado Dos hade liviar-me
j\d.. dizer, Srs. Redactores, que o
Cabo de Esquadr. 8endo enea,regado de
certa Repai t.ca por misericordia de Daos
e boas servicos do seu amigo do Crucifijo,
que co.nt.ua estU[Jida boa f se persuadi
que elle era alga(n, ct)uza ,eve c
vasto para por em pratica seu genio estou-
vado, imperioso, obstinado, faotastico ,
srdido eiuvej0,o, para mo-trar todos
osd.leitos de um louco, ou de urna Cr-
nca a quera fUeia5 todas as vontades ,
suido e,sim men0ssensvel ao praser deier
respetado pelos *eus subditos que a satis-
facaodeuma intriga. por.m p,ra que
fiiportar-m* com a vida alheia, Em Se-
ihor? Podiadier que da forma queS.
b. administra a sua repa. tiCa pode ser
o para mttia duzia de menos raaos, e
para todos os pedimos ; isto o que quer
dtier todos d6i sabemos porem eu digo
alguma cous. ? Cabida e m.is calud..
A mcapacidade deste bomem Sil. Re-
dct"res;. he t.,5 patente que nem uma
da, laculdades intellectuaes pode exer;er
sen particular impe,io*Va mamaria j naS
o pode favorecer nem o espirito raflretir
6 o tuiso comparecer ; -ose iheenteudeo
que quer du-anie a fe da lua nova,
| pon qua rioqunto crescente pirece tigre
untado que se linca sobre o cacador a o
,-ipiostra; no plenilunio, g,to sorratero
que se v horas iateirae agachado junto ao
canto da caz* a esperS da prez* que deva-
lara e no mingoanle ( meu Ueo-.) trna-
le iurioso e ajuma vel ea lodos maravi-
lla qual cometa sinistro que gira entre a
gente aterrada e isto vimo* a aber sao
cootas do meu rozarlo ? nt ha melbor
meter-me com a minha vida e deixar-rae
destas coicas 5 O' la se he .' Podia diter
que S. S. anda nao desisti da empieza
entre mos a rauito comecada de acommo-
dir ao irmo Jernimo, e outros para
re tos lugares de pingues ordenados, sen-
do o prometido o seu Amigo Argos o d'um
s olho animando a todos emboas espe-
nncas em quanto os protectores e prote-
gidos anda d'orclha em y. Isto tudo po-
da eu dizer e publicar em algum peridi-
co mis callo me, e asira vou vivando
muito bem sem me comprometter com
pessoa alguma.
Podia tamb-m dizer alguma coi-a, Srs.
Redactores, d'aquellas contas com celis
sem estribos da adminstraca dos juros,
quero dizer, dos Orpbios, as-im como
ootns cousinhas que guardado tenho para
melbor occasio porem qua me empor-
ta essas cousas ? nada, nada, o calado
he o melbor. S. S. se faz e continua a
f.'zer tudo isto, he para verse tira algum
proveito a favor da innocencia e da huma-
nididd por isso nao devo tomar parte
ras dores alheiis. Despachantes, Nego-
ciantes, Empregadus, Cixeiros l se ave*
nba em quanto eu rogo a Dos que Ihe
depire, quanto antes, um lugarzinho no
7.* Ceo onde gira a 01 bita dos planetas,
amarrado a cauda de Mercurio, equeo
livre em sua viagem de algum coice do m-
domavel Pegaso.
Srs. Redactores, ha repentes que pare-
cen) in-piracjus. Agora he (jae caio em
mim mas o que Ihes dice eu ? nada es-
creva l quem quizer, que eu nunca ti ve
olficio de tallador, e pite ta nao cahir
em nutra um
Pobre Diaho,
VARIEDADES.
Julgo que ser d'alguma utilidad? pu-
blicar hum isiimn do artigo, que o Reda-
ctor do Aichivo dosConherimentos Uteis
o Dr. F. S. Constancio publicou acerca
da cultura do a'g d <5. Como este vege-
tal tem experimentado grandes estrago- no
interior desta Provincia e algumas vizi
nhis, provenieotes de huma alteraca ,
que os nos-os agricultores denomina
mol-cieio quesera bem acolhido do
Publico.
O artigo pobre o ialeressinte objerto
da cultura do algodoeiro diz o Redactor
do Archivo, he em grande parte es.tra-
hido de huma excelleute memou'a de Mr.
Pelouze pai, cultivador na I Un de S.
Lu/.ia. eiuseridono Recueil industri-
al de Mr. Vloleon. O objecto do au-
tor he mostrar a utilidade de>ta cultura
no littoral d'Argel etc. : a os Brasileos
podero igualmente aproveitar rouilasdas
observaces do author pira melborar a sua
pi'oducca. A primeira condiega para q'
a planta medre, e produza boa, e abun-
dante q-ialidade dealgoda he a prox mi-
dadedo mar, cujos diluvios salinos sao
levados pelos veutus a 5 6, e at 10 le-
goas distantes da costa. Sa o algodoeiro
nao goza do>ta aspersio imperceptivel e
salutfera oaprodoz sena fructos cho
chos que cahem antes, q e as cibaci-
nbis esteja sofficieutemente tmidas pera
que o algoda -e po-sa destacar. O algo-
da prospera melbor em ferenos ridos,
ou mont.nihosos. Hum autor Ingles diz
que o algodoeiro, e todas as suas varieda-
des requerem e medra em trras seccas,
e arenosas, as bordas do mar etc huma
certa distancia no interior he que a cul-
tura do algoda he verdaderamente pro-
ductiva. Ja no seculo 11 escrevia o autor
rabe *' Abu Zacaria ,* que o littoral da
Hespanha he > terreno de predilccca pa-
ra a cultura do algodoeiro. Mr. 11. Bo-
]inghr< n*s bordas do mar cometa rao os plantado-
res inglezts a introduzir a cultura do al-
godoeiro que tem j podido convencer-
se que esto Mtuaca Ihe convinha incom-
paravelmente melbor que os terrenas do
intei ior situaiii.H as margeos dos 1 ios,
que o algodoeiro prorisa para fructifi-ar
bem huui solo impregnado de exhalacos
salais} porque o ar m^ril 1113 be o seu
verdadeiro elemento. O cultivodores do
algoda da India China $ Demerary e
toda a costa d'africa occidental conhecara
ssaz esta verdada. Na Carolina meridio-
nal na Georgia onde ha a mais bella
qualidade do algoda chamado o algoda
das ilhas do mar (sea island cotton) he
plantado no littoral, e trras baixas da
numerosas ilhetas dessa costa. Degenera
esta preciosa qualidade d'algoda quando
he cultivada longe domar, perdendo a
longora, e elasticidade da fibia. Mr.
Whttemarsh B. Leabrook, secretario da
sociedade d'Agcultura de Saint John
Colleton (Carolina meridional) assim s'ex-
prime em hum relatorio em 1827. (do
qual aprsenlo tambera o resumo) ,, Te-
das as plantaces gosa de huma exposi-
Qa permanente aos efSuvios do occeano,
a medida qne ellas sa afasta desta non-
di"9a eminentemente favoravel, e per-
dera no interior das trras o beneficio da
livre viraca do mar o algoda nao oft_-
rece lio longo ; e cessa a menor vantagem.
Parece pois constante que as bellas qua-
lidides do algoda devern ser attribuidas
benfica infljencia dos elfluvios salinos.
Tem-se condecido ser methodo tilica?, em-
pregar o lodo salgado das bordas do mar
como estrome as plantaces do algoda :
he boje conhecida a utilidade deste proces-
so em todos os Estados Unidos. Mr. Bur-
bet, e seus socios emprega n s gran-
de quaotidade deste lodo salgado ; tnasfa-
zem delle uso exclusivo pira estromtr os
campos de algoda } cujo estrume d vi-
gor a planta fiz amadurecer os fructos,
da maior longura no fio, maior tenacida-
de e o lustro de seda. Mr. Seabrook S-
nior com esle methodo cooverteo huma
1 harnee* estril em hum terreno o mais
pingue. O Capita Benj. Biyley provou
clai ament, que a mixtura del alqueire
de sal pra 60 d'outras materiis vegetaes,
produz vantsgens apenas criveis no pro-
ducto d.s plantaces do algoda. Em to-
dos os terrenos em que predomina a sil i
cia elle afianea, que se ohtei dobrada
colheila de algoda de qualidade mu me-
lliorada f sendo uso deste estrume salga-
do. (J tffeilo delle nao he de augmentar
muit a forpa vegetativa ; tem antes o e f le i -
lo contrario ; mas po>sne incontrst*vel-
menle a propriedade de endurecer a plan-
ta da consolidar e segurar o fructo ta
disposto a cahir quando est prximo a
amadurecer, de o fazer tomar todo <>-ou
deaenvolvimento e de dilatar a cabici-
nha ou cap-ula. Para obter o mais bel-
lo algoda, requer-se, alera do uso do
estrume salino tomar algumis precau-
ces, ainda sendo o terreno o mais con-
veniente e a posici visinba da Cosa do
mar. Em i lugar be preciso grande
cuidado na escolha da samante, a qual de-
vela ser si, pesada bem cheia e iivro
de todo o holor ou avaria. Mr. Pelou-
ze diz, que a sement do algodoeiro'he a
mais oleaginosa que existe ; o azeite dol-
a extrabido hesuave e inteiramente se-
mediante ao oleo de ameodoas doces. Com-
binado com a soda forma hum sabt il-
vis-imo e raui macio. He certo que este
azeite sujeito a criar raneo em rasa da
muita mucilagem que vai misturado com
elle pela extrarca ; mas purifica se Fcil-
maule pelo acido sulphurico e pelo car-
veff, e at pelo simples sumo de liuiio.
Finalmente o Redactor do Archivo pon-
dera quo fcil seria a cultura doalgodso
de fibra loriga em toda a costa do Brasil,
que bastara o producto em azeite para pa-
gir grande parte dos gastos e diz pare-
cer incrivel, que ainda nao cuidassem os
Biazileiros em introduzir a cultura do al-
goda as extensas costas deste vasto con-
tinente !.'
J. D. R. P.
AVIZOS DIVERSOS.
mp* Vloga-M urna casa trras ns rea
Sania Ciuz do Bairro da Boa-vista com
os com mudos seguintei : salla a gabinete
nfrenle, 6 quartos salla atraz cozi-
uha fura suto, quintal asilio por pre-
go commodo : a fallar na ra dos Quar-
teir loj.a D. a.
%Q-* Precisi-se de alugar ama casa
Ierre ou um andar, au ura pequeua
familia e que nio exceda de 6ioo a 8000
por mez quem a tiver annuocie adre*
te-so que seja no Bairro do Recife.
at^. Quena precisar de um caixeiro
portoguez para qualquer casa de negocio
do que tem bastante piatica ; annuacie a
sua morada.
f&- Pertende-fe alugar um bom sitio,
que tenha bastantes arvoredos trra pro-
piia para plantado casa de vivenda e
prelerindo se as teas do rio quer Bebiri-
be, ou Cepibaribe; quem o ti ver duija-se
a ra da Cruz n. lo, no segundo sudar ,
ou annuncie.
lOr" John Oldham e Companh a de-
zejando p^gar todos os bilbetes da Alfan-
dega da sua firma aviso ao respeitavel
publico que os descontarlo ao premio de
1 .por cento ao mez.
M_9 Desapaieceu do beco do Lobo,
na minb de i*9 do corrate, huma canoa
de carrea, uova : sem bauco, ou pin-
tura alguma, e com paneiro e cavernas ;
quem della souber dirjase a ra da ca-
dea do Recife n. 4\ 9,ue sera' recoma
pensado.
8^ O abaixo assigmdo ^ertende dar
aula paiticular de Giainmalica Latina,
dando principio a 15 do corrente Janeiro:
os alumnos darfo licao de niaubii e de
tarde, segundo a pi tica antiga; alem do
que se eslorcar quanto Ihe Ior possivel
para que fuco o devido piogresso. A ijus-
tar na ra de II.ras, sobrado O. 14.
O Padre Ignacio de Almeida Fvriuna.'
Q^k Quem precisar de uma .una de
leite, dinja-seao fim da ra de Manuel
Coco D. 2g.
irjr () Srs. Antonio Jos de Ferias,
Antonio Jos de Oliveira e Silva Joo Jo-
s Lourenco, e Jos Zifiriuo da Bocha ,
queiro annunciar as tua$ muradas, qua
se Ihes desoja fallar.
ITJB" A pessoa que se offerece para co-
zinhar, engommar, quena annunciar a
sua morada ou dirija se a Onda no
ultimo sobrado junto ao Convento de S.
Bento*
e/9^ Francisco Xavier Cavalcaoti, ten-
do passado um ordem de duzentos mil rs.
para ser paga a l5 do renle, declara
que a nao paga poroccorreiem circunstan-
cias, e falta de (ratona pessoa que rece-
beo e por isso iaz sciente a todas as pea-
sois a quem ella for apresentada.
Q^. No dii 8 do corrente mez de Ja-
neiro abrem-se impreterivelmente as aulas
de primeiras letras, e Grammatica Latina,
que fazern parte do Collegio de S. Caala-
110, aonde se acceilio meninos para assis-
tir dando -se-lhes, toda a istruccio e o
mais que for necessario conforme o ajus-
te. No Collegio indicado acbaio um
Director inatigavel que vigiar sobre a
conducta moral e literaria dos Alumnos,
que foiem dados a sua dirteco. O esme-
ro do Director sobre esta porcioda juven-
tude Brasileira que Ihe for confiada nio
carecei de outros garantes mais do qua
a ingenua confisso dos msenos Pais de fa-
milias, que dignaraode o honrar entre-
gando-lhe seus filhos. Os pretndanles
dirijo-se a ra do Collegio sobiado do
Exm. Snr. Senador Maooel de C 1 valho
Paes de Andrade, e abi acbai o Dir*:
clor com quem tratir.
ejejp Precisa-se de 200.5)000 rs. a pre-
mio em 6mezesdando boas firmas: quem
os quiser dar anuncie a sua morada para
ser procurado.
t9" Aluga-se ora grande rmaseme
na ra da Cadea veltia a fallar na mes-
ma I' ja n. 18.
----- Arierida-K" !ium sitio com casada
sobrado, que tem bastante commodos pa-
ra huma grande f*milia ; com muitos ar-
voredus de diferentes fruclas e dous vi-
veiros, na passagem da Magdalena entre
o iio a a cambo quem o pertendar di-
rija-sea Jos Joaquim Biserra Cavalcanta
no mesmo lugar ou a Joio Alvares de
Quiniellano paleo da Santa Cruz.
----- Precisa-se de uma caza terrea que
0 M0 lingual na0 exceda de seis mil reis
aoitoem qualquer ruado Recife: quem
a tiver annuncie a sua morada para-ec
piocurado.
- Precisa-se de comprar a Noite da
Invern, contando o Sermo do Baccho,
amis alguma* pecas jocosas: qaem tiver
dita obra annuncie mi morada, ou diri*f
ja-sea est* Typ. para saber, quina a quer^
.(.



?
4
lAftlO D PBRWAMBCO
yy O Procurador da Camera 1* C-
dade de Olind*, abaixo aesignado faz
scieute ao espeitavel publico, que du-
guem contraa cum Mauoel Luiz da Vei-
gi, relativamente a seus bans por issso
que estas se acha hypotbccados a referida
Cmara em cousequeocia da sentenca qua
obteve contra elle no Juizo do Ovel da
primeira vara em que Ihe annuloo a uions,
tru.st exacucio que more contra a mes
mi Cmara coudemuaodo-o na restitui-
do do dinheiro que teta recebido por cau-
ta da mesma execuca.
Antonio Pereira Diniz.
#)^> Daseja-se saber te existe a Seuhora
TherezadeJezus Pacheco viuva de 3bao
Jos Botelho natural da liba de S. Mi-
guel na falta o lbo dos ditos, Joa5 A-
thanazio Botelbo para te tratar oeg< c o
da su intere.-sa queiro anuunciar a sua
Horada.
ejy Piecisa-se de um cooto de ris a
preuoio de dois pur cenlo ao me/., e por
lempo de urn anno e da-ae firmas a con-
tento ; qoem os quiser dar auuuncie a
aua morada.
jry Um rapaz brasiltiro que sabe 1er
escrever o coQtar ge olferece para rf
caixeiro de loja da fazendas ou miude-
zas ; qutrm do sea prestimo precisar ao-
nuncie.
ary Precisa-sede urna ama que neja
de idide e capaz de tomar conta da urna
casa, e fazer todo o ssrvicu de porta dan-
tro ; quem oestas circunstancias etiver,
anuncie a sua moiada.
/y Precisa-se de2oo$aoo a premio ,
dando-ce pinhoi es de oaro e prata para se-
gnranc e por lempo de 6 raezes ; quem
osquiz9r dai anouncia a sua morada.
e/y Da-se gratis quem mandar con-
duzir ama porta de t'joloa quebrados,
que serve para alicorea por tur peJacoe
grandes : na ra de Hartas D. 3i casa
terrea de portadas amrella.
e/y O AlferesJoa Bernardina de Vys-
concellos, pel brtjvidada de sua tbida na
expedico e por sea* lrab vicos | recorre a esta f j'ha para derpi-
dir-se da todos os seus img > sentinJo
que por seinelrnutes i a-5a o nao p jssa
zar pessoalmente como d su ja va, digmn-
do-se os meamos Ss. acceitar os protestos
de sua ara sade oda sen pouco presti-
mo, na provincia da Babia para ouJe jul-
ga dirigir se.
yy A pessoa que se quiser a sogeitr-
se a sabir pava lora da Praga paia ser
ama de casa 'dirija sea Boa-vista seronda
cata passando a da Berilo Jat da Costa ,
da- 7 boias do dia alba as 9 a de uina da
tarde atbe as 5.
y Franciaco Antonio Freir, avisa
ao respeitctvel publico que daixou de
er caixeiro do br. Jos Manoei Fiuia, dea
de o dia primeiro do coi rente.
WW Precisa-te do um caixeiro, que
teoha bastante pratica para untar conla
de urna venda por balanco e dando fi-
dor asuacouduct* : nos 4 cautos da B.a-
rista a fallar com o Celestino.
t/9* Aluga-se o.segando stndir do um
sobrado na ra velba, reno fresco, e
som bous commodos: a fallar no piiiuei-
ro andar.
fly Preeiss-se de um caixeiro para
yenda: na ra do Fagundes O. i.
NAVIOS A CAUCA.
Para o Rio de Janeiio
WP* Segu vi>gem por ces 8 das o
Brigue Brasileo Juptei; quem ualle qui-
xer hir da passagem par o que tem fX' cl-
ientes comino le dirija-sea 1UI da Al-
faadrga velba n. 5.
COMPRAS.
fry A comedia de Artaxerxe e oen-
-'c^t* do Soaacaoo ; quem tiver ouauo,'
ci.
VW Um espadlm ou florete novo oa
servido, d 3 ,, 4 palmos de compiido,
quesirva para uniforme Oe graude galla ,
quem o tiver ajuamcie)*
HT Uma balan** propria para arma-
zem de assucar; assim como 5 pesos de
duas arrobas urna de arroba outro de
m uiu de 3 jlibns outro 4*4 > a
de duas libras: no beco do Noronha a
fallar cora Francisco Antonio Freir.'
----- Um escravo africano de 4 So
anuos, em chaqu oa nicioalgum : an-
iuncie, oa falle n'esta Typ.
VENDAS.
t^> Folhinhas de porta dittas de *lgi-
beira, e dita ade Padre: na praca da Inde-
pendencia loja de livros n. 3j e 38; na ra
do Cabug loja do Senhor Bandeira, e
dentro do Recifede fronte da Igreja da Ma-
dre da Dos venda da quina do beeo do
Azeite de Peixe.
jty Ou troca-se por ama preta abili
dosa am prt-to oflicial de s^pteiro de
id?de de a5 a 3o annos, bera paiecido, e
adi : na < ua do muro da Penba sobrado
D. 18 das 6 as 8 h ras da manha e d*s
3 da tarde odiante.
fcy Urna escrava crioula da idade ao
annos niui sadia bonito figura boas
qualidades, e propria para munbanda,
sabe fasar renda tem principios de cus-
tura engoman ensaboa e abel para
qualquerservigo de urna casa do familia ,
e se dezeja vender pessoa que atrete bem
no beco da Pol D. 4.
jy Chapeos de palha do Chile mui
finse de forma a moda: na piaga da
Independencia n. 7 e 8.
%flp S a 4$"><> f8. no armasem de Antonio Joa-
quim Pereira de fronte da Escadinba.
ary Sccascom faiinha do Bio de Ja-
neiro, a de Saii superior a da Moribo-
da Moeda.
%jty Urna barraca em bom uzo quena-
vega para a parte de Urina e carraga 9 a
10 cixis e m>s miudesas; a fallar a
Francisco Gonstlves da Rocha iua das
Cruzas n. 7.
i^t O* livros segnint- s a noite do Cas-
tello, Lui/.a ou a cabana no dezsrto Fi-
lozoto por amor Dibo ainorozo novellas
deMr.de Voltair por pie na praca d Iod^pendencia loja do Euca-
dernador D. 26,
*jy U 111 casa tenea newsa praca : na
cinco Pontas casa de fronte da forca pinta-
de azul.
*/y Duas mulatinhas urna de i5 a 16
annos, s de ro a i2 annoi bonita figuras e pro-
prias para mubandas : na ra do Colegio
11. q terreiro andar.
V.y Um bilhar protnpto de tu-lo e
moito bom por preco comm > e igual-
raento um* ex ellente armario de boti-
quim com seos pertcncas : na ra do Ro-
zarlo ou le mor* Jos Jernimo Corre*.
GiT" 1,6jo coiros de cabra de boa
qaalidade, por preco commodn : ua ra
nova venda da Mauoel Farreira Liine.
ejty b'aiinha de madioca a 4^J) rs. oal-
quoire de medida velba em purc,es de 10
hI (ueirts para cima : na ra da Cruz n.
57.
jry U/n esoravo do 24 annog de idade,
boa ti;;u .1 bom canoeiio Qoiioha mui
sofrivel a engomma lito : na ponte ve-
lba a fallar com o Sr. Jo Francisco Fer-
reira Catao.
9^h Um negro de naci cacange bom
cozmheiio : m roa da Cruz n. 55.
Kf* Peonas de esorevir mnito boas .'
na ra do ColKgio D. 8, por b.-ixo da
casa da Cmara.
/y Um mulato moco e sidio cha-
mado Bento ollhi.ilde sapai*iro limi-
to hbil para todo o servico cplivo da
Don* An'onia Florinda Pes>oa de Mello ,
casada com e Coronel Jo do Bego Barros,
o <|n tima curadora, a adminiatradora cujo
molatu ach*-ae prezo ua Cadeia detta Ci-
d*de ; quem o quiser comprar falle cum
Jos Kibeiio de Amara! morador na ra
do Cabug quina da ra da Larangaira ,
sai o p' irneiro and^r aditerlindo-iie oiim
ha de ser vendido para fura desta Provin-
cia.
bjbjbj Um terreno na ra Augusta com
46 palmos de frente e com a licerces j*
veltios: no Forle do matu Prensa de
Joaquina Poreir Bastos ; ua mesma 4 pa-
res de casticaes, um paliteiro, e urna ban-
deja e tbezoura de aspevitar : tudo de
piala, o6vo t etde muite bom go6to, s-im
como urna porco de prata velha e de
ouro sero filio.
ajry SiC'S com farinha de S. Calhari-
na recebe-se cobre velho de toda quali-
dad : na ra do Arago D. 5.
^ Um* canoa de carreira nova qae
cu rega 10 12 pesoas rnuito boa por
preyo commodo : na ma da Praia serra-
ra de H^-rculano AnlonioJos Marroquim.
jry 3ocaixasde amtelo iiiuit.i b m
faitasepor preco commodo : na ra da
Praia sarraria junto a Jo^ Luis de Souza.
v^y~ Um eaoravo uc uyj u tos,
com 18 20 annos de idade bom canoei-
ro* t-mbem troca se por urna escrava: na
ra ireita viudo do Livramcnto lado es-
querdo ao,
Hty Bixas de muito boa qualidade v n-
das prximamente de Liaboa por preco
commoio ero |)"urcioe a letalho : ua ra
da Cadeia do R<.cife venda D. 62.
xy Urna negra muitoboa para os ar-
ranjos de urna ca*a de familia, sabe en-
gomu-, em sabosr e c sinha em 26
nnos de idade c com cria com a con-
digaS de ser para tora da trra a vista
do comprador be dir' o motivo, porq'
se vende: na ra da Senzalla velba Pa-
dara American*.
jry Urna colleccio de i2 quadros
grandes de Napolilo e seus generaos ,
envidrassadoi e encaixilhados em madei-
ra de angico de mnito bom goslo : na
praca da ludapendencia n ai e 22.
y Folhmhas de Padre porta e
alzibeira : em OrnJa ra de M tinas Fer-
1 tu a n. 4*
/y Urna canoa de carreira nova que
canega lo a 1a pe^soas rooito boa por
preco conimodo j na ra da Praia serrana
de He-culano Antonio Joze Marroquim.
yy Triuta caixas da amarelo muito
bem leitas e por pieco commodo ; na ra
da Praia serrana junto a Jos Luiz de
Souza. ,
ajt;S* Sacas grandes com arrosdecama-
ragibe d.tas ditas veimelho, ditas demi-
l'io : no beco da matriz de Santo Aiienio
D..6.
UmVioliocom sua competente caixa ,
o qual tem muito boas vozes, e he certo
de regra : u'esla Typ. ae dii quem o
vende.
Urna negrinha crioula de idade de
12 aunos a qual tem boa conducta: na
ra de Horta indo pelo Crmo lado drei-
to casa D. 54 se acbai couu qaem tratar
do ajuste.
jry Urna cadeira nova com vidrassa
111 frente, e pronta para o uzo de Se-
nlioras por preco commodo no beco
da Poll U. 4e.n urna leliaacio de assu-
car.
tfy Um cavallo alario carregador ,
o esquipador selad- e enfreado : na
ruado Cotuvello O. 12 que achaicoro
quem tratar, e juntamente umabiidade
piala muito |boa.
yy M1II10 a 3,8 io pla medida velba :
ni ra nova venda D. 33.
\yy U.u brubique ,.cotn resfriador ,
tudo decobe que deatila 16 caadas, e
tambero se vende 3 pipas, e urna quario-
la de vinagre e uro caxorro de lilla mui-
to hom p.oprio par* botar sentido em
qualqoercasa de negocio, a pessoa qae
perleuder annunoiea sua morada ou di-
lija se nn alieno da Bja-vsta casa de
LulTe alfayale.
ESCRAVOS FGIDOS.
yy O abaixo a-signado roga a todas
as Authoii-ies P-liciaes, asim como a
triialquer pesaoa queso j'er ou tiver no-
tias de urna sua escrava de uome Clara de
naci cal.indi ; fgida a 3l do p. raes de
JJzembro com 3o annos pouto mais ou
manos de idade, estatura ordinaria, pr-
nas linas, e o maior sgnal que taro he ter
as coatas bordadas de infeitea de sua trra ,
e Hflr amiga ve ided-jira de ra ; appreben-
dio ou a mandein prender e leva la a ra
do muo da Penba sobrado D. 18 que sa-
tisfar toda a dispesi.
(Vi. A. Moateirodn Andrada.
yy Em o di* 24 de D-zbr." p. p. fugio
hum tnoleque oflicial de aifaiate por ri-
me Antonio do gento de angola idade 18
2o anno, com os signaes segointe*; cal-
SHde brim escarot cjtuis.i de madapolam
ja saja e sera xapeo, beicos grogos revi-
rad< com hum signil no rosto da pa.
te esquerda envisiveis sempre anda em.1
briagado ; encomenda-se a qualquer Ga-'
pitio de campo ou particular e a qual-'
quer autoridade policial o queiiia pren-
der e leval-o defrontH da cadeia em es.
do Sur. Pimenlel alivate ou na ma do
Colegio D. 7 que sera' iecompeasido.
t^ A i9 de Dezbr. p. p. dez. pare.-
ceu um preto de nome Uorningosdeidade
ao annos pouco miis ou minos, naci ea
aiigu cor uoi pra bonito u ch C--i"- -
tura sobre ojbaixo grooura regular, pi
gromos parecendo enxados sem barba ,
ievou valias roupas sendo loiag as cami-
sas de algudio intrigado calsade linlisgeis
boa e tanibtm poderia levar algum* cls*
dopjnn > da coit uia io Ievou limaji-
queta de sitineta b anca e nina cal,a c'e
p nno azul : quero o appiebender Uvio
111 iu* do V'^ario arma-eai de Antonio
Francisco Maia que da.a 5>t2))oo is. d^;
gratiricacio.
yy No dia 16 de Dezembro de 1837 ,
dezapareceu do He. fe um esciavo ermu-
lo de idade de i5 anuos magro destinada
por padecer meleslias de alpoicas n<> pea-
coco e tem giande tumor da parte es-
querda, Ievou vaslido de xila azul, e cal-
sa roxa e ja fui encontrado em compa-
nhia de liomens dos Seileus ; pedese a
qualquer aulhoridadede Justic* Policial o
fac,io prender e remetier nesta Cidade a
Loreovo Jo das Naves m Recite, e to -
da qualquer despesa ser paga geueroza-
mente a lem de agradecer.
-* Fugio no dia 3l de Uesombro p.p.
um rauleque por nome Antonio iddado
pouco mais ou menos a8 annos estatua
regular, paes largas, paz raeios grandes ,
e temo olbar meio e-brauq legado Ievou
vestido camia e s.rolla du lgodadzjollot
chapeo velho de palinlia e juntamente
urna trouxinha coro loupa 9UJ3 foi es-
cravodeJose Joaquim Ouperiino de S.
Miguel dos Campos : qualquer C'pita de
Campo ououtr* qualquer prs-oa poder'
o pegar eleval-oao Atierro dos Affogados
em casa de ten' Sinbor qua be Lino vJar-
neiro da Cunba que rera' bem recom-
pensado.
. Roga-se aos Srs. Prefeilos, esub-
Prtfeitos, Comm'ssarios e mi" autho-
ndades policiaes, e pessoas puticulares o
obzequio de nprebendeiero um preto es-
cravo de nome Francisco com ossignius
seguintes: estatura regular corpo gsos o,
com aS aunos de i Jade pouco m is ou me-
nos 5 logio no dia 5 do con ente; ros-t
comprido e pouca barba, ps apaluatados,
tem cifllcio de capateiro, e taniliem t'a-
balha de peJreiro ; he do naca5 Mina ,
mas be muito bem filiante, quepuece
crioulo por leC vinJo pe piano : sendo a-
prebendi o di ija-se Forn de Pillas ca-
za terrea defronte do hoco do Velada-
re.".
yy Em o dia 7 Je Dezcmh.o p. p.
fugio um e-criivo mu.ato a!(i.te de nomo
Mauoel Paliuaira, com os sigua, s segu li-
les : saio com jaqaeta cor de cal rom go-
la de veludo de estatura alta, giosso,
airo.da cor, cujo escravo fui comprado a
Seuhora l). Maris Francisca da Ti indade,
viuva do finado Mauoel Canuto llamos ,
cuja Sai'.'ora o teve iugado muito lempo
ao Sr. Joa Baptisla dos Sariio^aifaiate ,
em que Ihe servia paia andar pelo mato
entregando obias denlfmte, eiecebeudo
dinheiro : quero o dito esccavo pegar 011
dtlle tiver noticia lave-o a ra da Ladeia"
Valba u. 37, qua Str g-n-rosamente re-
compensado.
UOVISIENTO DO PORTO.
Navio entrada no dia 2.
PH1LADELPHIA; 36 dia, Brigue Ame-
1 icano L xeuglou Cap. I. lee, carga
varios gemros : a Joa Malbeus.
Dia 3.
MAR PACIFICO ; 8 dias, Galera Ame-
ricano J. Cap. Ge'y carga azeite:
no Capita.
LISBOA ; 45 dias Barca Brasilea S.
Rila, Cap. A'exandre Jos Alves, car-
ga varios gneros : a Jos Antonio Go-
mes Jnior pass^geiros 4.
PtR. A 1 'ir, li 31. F, DU FfltlA, A3f *
;
x
\


Full Text
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