Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03223


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Full Text
#
DIARIO DE
___,
PEM4W0.
PBE90 DA SBSCBJP9AO'.
,,-. IWKXI pornno, e 4S000 por
nuitlcl p'-* ailianladtt, c IJJJOO por quarlcl pus
,1 i-.i-.i do seu nroprielario, M. Figutira
jira da Independencia, ns. ti c 8, e no
10 Sr. JoaO Pereira Marlins.
.< o K. Duprad.
11 n Joaquim Bernardo Meudonca.
o Jos Roilriuucs da Cosa.
11 a Joaquim Ignacio Percira.
11 a Antonio de LemosBratta.
11 11 liiiilliermcAuRUslode Mirada
11 11 Joaquim Marques Rodrigues.
ti 11 Justino Jos Hamos.
CAMBIOS BE 18 DX JULHO.
Sobre Londres 28 K
Paris, 337
Lisboa, 95 por cenlo.
MXTASS.
Ouro. Onras hcsiniilinlas 2K*VI0 a 311*n0
MoedasdctiSilKliellias...... HXKX)
o do 1->IIK> novas...... 1 301)0
de IsOOO......... 9000
Prala. Piilnroos brasileiros........ t ~i o
Pesos rolumnarios........ I&9I0
iiirvn Milu-......... I3HOO
Alios do llanro......... 10%
UneOOlu dul.cllras....... Dal
NOTICIAS XSTHANOHIILAS.
Portugal .' 11 de Jim. Austria. . 4 do .1 un.
Ilcspauba . 9 de j). Suissa . 3 de i)
Franra. . 8 de ISRlalcrra 9 de >
Blgica. . 5 de i) Suecia.. . 30 de Maio
Italia. . . 4 de a E. Unidos 28 do
Aleiuanlia i do Mxico . 22 de
Prussia. . 3 de i California 15 de Abr.
Dinamarca 1 de Chili . 2 de
Ktlss,t. . 28 do Ido Buenos-A. 2 de Jun.
l'urquia . 2fi de Moldo ideo 5 do u
Para'. . 2 de Julhi
MaranbaO 5 de .
Cetra'.. . 9 de
I'arabiba. 8 de
Alagos . 2 de
NOTICIAS DO XMfeERIO.
S. P. do Sul 3 do Juo.
S. Paulo 12 do
Minas. ... 5 de Maio
Rde Janeiro 20 de Jim.
Babia .... 1 de Jul.
rARTISASDOS COIUIXIOS.
Olinda, lodos os dias,
Victoria, as quintas feiras.
Caruar, Bonito e tiaranliuns, nos dias 1 c 15.
Villa Bella, Boa-Viata, En e Orirury, a 13c 23.
(joianna,e Paraliiba,i>cgundascsc\las.
Natal, quintas feiras.
MAS DA SEMANA.
18 Segunda. Ss. Fredoi
rico e Materno.
19 Terca. S. Niccnlc de
Paula.
20 i.I'i.ti.i. S. Jcrony-
mo Klll.ll 1 un.
21 Quinta. S. Prxedes
V.
22 Sexta. S. MariaMas-
daleiia.
23 Sabbado. S. Apoli-
nario.
21 Domingo. S. Cristina
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
/telafao'
torcas esa libados.
Fazenda
tercas esexlasas lOboras.
.Itiizn dt ()rphaon
segundase 5. as 10 borns.
J'rimra vara do civfl
tercas e ti. ao mcio-da.
Segunda rara do ciret.
quarlase sol, ao ineio-d.
Junbo
Julho
28 y liarlo mingoante aa 3 lioras Iti mi-
nutos c 37segundos da maiibaa.
6 l.ua nota as 8 bora, 37 minutos e 37
segundos da manba.
a 13 (.Iiiiii in crescente as 7 lioras, 45 mi-
nutos e 31 segundo* da larde.
ci 20 I.u clieiaaos 16minutse 4 segun-
dos da larde.
rUXAMA DE HOJE
Primeira s 2 barate54 minutos da (arde.
Segunda s 3horasc 18 minutos da manba.
PARTE 0FF1CIAL.
GOVEHNO DA PROVINCIA.
Expcdienie do da 16 de Jnlho de 1853.
l/tji'iiiAo commaiidanlo das armas iDlorino,
njinell.....In.para Hundir proceder como Julgarcon-
uiiiinte. copia nao do ufllcio do roiiiinaiiilaiile
,i,i,..iai.iiiientodo Bonllo.participandoler illlcha-
..i.lur adiar OH pan aquella villa, mas laiiibein das
artes ulliciaes que foram dadas pin diversa nuluri-
iluli-a respeito das occiirrenrias batidas ein o me/
pasado, eulre oalferi-.Jo.io lleliiaiiii de Castro cx-
.......undante do mesiiioileslacanicnlo, c o deleita-
ilo-n|ipleuto Pedro l;erreira l.cilc.
Ililn A' Ibesoiirarla de fa/enda, liara que o.-
,.,,,.!,.mis lerinos logis as iliiiiiiiioiilos que remelle
mi ilaalicala, nianilc indemnisar a caita do liosjii-
1 >i ri'iiiiiciiial a carao do 9." batilMa do inhalarla,
i|,i nuanlia de 2IW1S0 rs. que se dbpelldeu rom
|.i.i
Hila
l|U''
liii.
medicamentos para o iiiesnio hospital.
_ CiiiiiniiiiiiiMi-se ao i'oiiiiiiaiiil.mlc das anuas.
Iiil.i Ao Juil rclaliirda junta de juslica, nans-
millindu.para ser relatado ein aoraBo da mosnijun-
1, |ucca verbal feilo ao soldado do i.- baltlhto
,!,. .iiiilli.ni 1.1 p, Sevcriano Vieira D'orlas. Coin-
niiiiiii'iiii-se an riniiiitaiiilaiile das armas.
Ao inspector do arsenal de inariiiha, di-
,i \isla 1I0 expolio ein sen utlicio ile honlcu,
leve caparar pela saluda de akiiiu navio de
,i para a crte.a liin de nelle seren trausporla-
africanus livres l.uiz eChrislotaiii de que Ira-
es......illlcio.
1 Ao director do arsenal de guerra, appro-
do 1.....1'oiiiiidailr 10..... intu111a1.M11 da llie-
n.111.1 delazeiidaa medida porSinr. lendirada, de
.....Iprovoil ido- os -J,SI2 ciivados de paiilin ter-
1-.......iitlalenlcf. notirmtXOin daquclle arsenal,
1.1 iiiaiiiilarturar-se o farilainenloque Icio do ser
.iriliiiiilnciii :tl dcdcEtmbro dealoanho,comta pra-
.iln 11.* Iiatallian de infaiilaria. Cniiiniiuiriiu-
a nieiiciniiait Ibesouraiia.
HilaAdelegado rio 1.- diilricttldotlo lerino, in-
raiiilo-o de que. liraui dadas as contenientes or-
na mvi 1.1 do fui neciineiile d'agua e \ui toa 25 prc-
.'k'ju-lii;a. que se acbam recolhidos a l'nrlatr/a
II111111. (llliriou-sii ao r.iiiiiiiaiiil.iule das anuas
ra ordenarau da mencionada forlaleo, que faca o
iii'iiiiiiiiio d'atnja. apretenltudo noflm do me/.a
iil,i para ser paga pela Ihesoiiraria provincial, c
o 11.1 iiiiioiri|ial desla ciilaile. para nutro de tu/
la rc-poctiva qnola.
A' llii'-oiuaii.i da laeiiilii provincial, ai'-
ii rcccbiil 10 nllirio 111111 que Sinr. remellen 11
iinrnln que devolve, no qual JoilO l.oitc Pila
i-.......rerereaqnanlitdo l:0XWS00O ra., por
1......id ni Ponte de Iclula, que perln
lodossalicn como esla questlo rlenla] liarla lo-
mado de re|iente um asnelo ameacador pela misso
do principo Mciischikofl. O que havia de miste-
rioso de extraordinario nesla misso, augmeiilava a
iuipressilo profunda causada 11a Europa. Comliido,
p.issada a primeira seusacilo, se llrava erando que
a iiitcucilodoc/ar era talvczohlcr menos resultados
reaes iminedialos, duque produ/.ir um grande ef-
feilo moral. O aeimleriiueiilo prova, que as liypo-
llicse ni,ns graves nao crain as inciius lundail.is. Se
a ipicsi.iu dos Santos Lugares tivesse 11111 lugar iras
instru/es do principe .Mensi-hikoH', he lioje eviden-
te que ella lirio seria a mais grave. Algumas neiiii-
0M{OMforain bstanles paia regular esla diH'ui.lila-
dc. ,Nrto procuraremos saber, qual he a signilicai.o
dos iiovos lirinaiisdo Sulfilo, relativos s cslipula-
ces pieccdeiilementeohlidas pela pranca ; u.1.1 o
proeararcoHM stber, porojue ealt njuetiflo, por mais
uiiporlanle que Icnlia podido ser, desapparece com-
plclaiiienle ilianle di nica e grande queslao.a qual
he 11 mi das iiliimas e.....plicares. Cun eUbllo,
a|ienas se havia regulado a quesillo dos Santos l.u-
garta, qoauda a misso do principe de .Menschikor
se revelara. I ni a 5 de maio que una ola do en-
viudo rusto laiia conlwcer ao governo olloinano o
pedido de um tratado,o qual garanlisse os privile-
gios e immiluilades, de que |io/.a a igrqjl mega lio
Oriente, eeonililuinoo cur arbitro do semillo que
se deve dar a esses privilegios, prnleclol de linios os
chi isln' orienlaca, Se nao tri um ullimiilum,
an.....unse iiinci'ilia realmente ao divn o ranaco
(I galiinele olio-
de 5 das siimeiile para respi
mano nao eamoreccu nenias
no dia 10 responda rain un
nao aniiuir ao pedido do en
dos tu
loapp.
poder
svuipalliico .1 Itu
lierhid Pacha lile
lu..!-do divn.
ise mu
lis III.li
a. Red
1.1 Ma
SIO,
liillireis eii'i-iinislaiicias
.....pulsa niolivaila di
i.nlo ritsso. Bnlrolan-
ilerial, a qual lev ata ai
esclarecido.....lenoi
A
pensoinonlo de usurparlo de soberana para enm
Viirquia, c ios olhos nicsinodo imperador Nicolao
11111 desojo deengraiidecimenlo nao pode legitimar
hoslilidades.quc nao alacariam smenle a Turqua,
mas que poria alui disto a Europa ininicdialauen-
te vni armas.
So as prolcncocs da |iolitica 1 ussa sao com tfltilO
para a Turqua urna lenlaliva de usurpacao desobc-
rauia, para rom o Europa silo una lenlaliva pira
resolver, iiidpendenle das oulras polcnrias, nina
quesillo que be, por assim di/er, a propriedade de
lodos. I'or velbo e fraco que soja, o imperio tuno
lie lodavia a chave do equilibrio occidental; nniilos
sacrificios j Icm sido feitos na conservaran de ral
iiidepcndeiiiia,.niuis que qualqucr oulro pa/, Icm
podido sentir ein cellos momentos o peso desses sa-
criliiios. .Nao lie cortamente por amor da Turqua
que a sustentan! c otcorain periodicamenlc; lie
porque ella, assim ionio existe, lie neressaha ao re-
pouto do mundo ; be porque sul indepeiidentia be
a garautia da pa/. continente! ; he porque, tirando
ein p, ella iiiqiede que a rivalidades, asamliinie
dos povos e dos gotornos seenronlrem cm mu el 10
que iniiiiidavel, do qual a rivilisac.lojinderii e-ln
opa.
de
,1 I'.
uKa
l*i
militas
1.I1
uiniii
. ni
pela
Hi
ni.1
requ
(lili
1I1131
Uvas
o piincipe Mi-ii-
nslanliiiiipla a 2
ra perRiinlaramos
iri.-i deslc roinpiniciito
hilii-il do que antever
abrir milla ve/ neffOCI
de
pra-
do
ule C
Ag
11
fall riilo lose Ramo de llliveia, foiaui .11-
jiiiliradas i aquella llicwuraria no valoi de 8:0009
rs.. e ileilaranilncn resposla, que, iiostermns do ci-
illirin, poiilia de novo ein praca as menciona-
< ,1 i-s.a arienialaco o pre-
Orligueira,
icipal desta cidade, coucc-
n'ilio para conlinuar a ilis-
irranle anuo municipal, a
ria para o expediente da
e i'vliiicta a quota vo-
llil
laranilocln
i". Pun.....
i-, Mrvfndo Ji
Trillo polo II-
A* Minan. 11
llflul.l .I.IUltUI-.h'.lll l|
petnlc Hlfl llll Jl
|ii;inli.i i|iic f"l' licr
mcsiiia ramara, visto achar-
.11.1 lsl' llll.
lu,1 DomiUindo dospmloa que
ni tic polica, oa oMuaes bmIxo
ilolinilivamoii
paraOdoa.
r 1 ronmM|uc
naila lie man
|ii.il so podet
li/co, iicm <|uc mhidan
r^iiioiDcradas.
AIcindt0M0)4l.- por
principe Mcnuclilkou
dor Nicolao. Km lo
somet le lie. .nv a pal goral HffC
1.1 he* urna ilas (jiieatOes, as ii-m
blico, u nospcrmiUoin lormo
rlo paclflea. riimlamenlaimt-nus |
ur. nao s na propria naltiroza do
nual naaceram i>ss;is complicacOes, i
..ir-. Intcremei Reraca ipic
Qual lio pota a verdado
quo "> |trinf*|ie ile Mcnsc
la/rr om ComlanlInopia
liar oslas
likoll
dirigindo-sa
linda, ipial -c-
Corlantenlo
1 indo, polo
man r'-
onijilira-
nenlo ><>
ni l.r
rali
toapo
convo
IOS, <
a 1.1/1
do
n proced
rodo pelo Imnera-
(juc so pelo cree
sor.i allorada. Ks-
0 BonUmeiilo |m-
illlpOe nina snlu-
ra assim pon-
inridenlo, dn
ios, como nos gran-
IVorlam na Europa.
.1 nalurexa dasesiRenciaa
knir Ib i onrarrcunilo do
Como o czar poderla
icra appr
111
/(pieso podo
ni 11.
na
la i'
ii|iam
ilara-
Dinmandanle M.iihh-1 Joaquim do Ca-lrn M
ni teco Xavier da
^rouadu Bavardc
-diloAolonioFr
ronimandanloai
,1 Mandilaos.
iii'iiiiii inUrino. J-:ai AI\os dO Sinli
Hila.Ni
un
neaud
Cvale
niode
kac
laJos
inlil.n
i.olici...
Antonio Pelana c Tran
s, para segiiudoa -ominan
l-'i/orain-sc as noces
EXTERIOR.
dmi.la
ni \ 01
mulo
CHRONICA DA QUINZENA
31 do malo.
Quaudosc o-ialiolci'eni(|nosioo'> Bjaves, a
lereasam > i./. wgpranc.a dos pofof, o i
Indas as rondiroo do equilibrio da Earopa
om'iic etla siuam sou onrso. TalVCI <|"o
a sido fcil c prudente cvta-lai a poupar ao
urna i>in\ao;io, que nada parece exigir, ao
menos por agora ;dun uini ve* 'i"1-' b**8 quelooii
>r acliain o.ialolocidas, loso que s Roverno* appli-
r,......olla- osprinrinins do sna poUltca, do ftlia am-
liirao 011 do sen amor proprio, ellas Icm luna nhatca,
Mi^ |ieri|eciBs o snas orisos i ne vi (a vete. Kllas lo-
cam en mullos o RraniUwlmw inleresaca, para <|u"
n.iii auilom vivamenloa opinlflo imlilica.
11.1 nina probabilldade aiienaade vollarem a pro-
nrcAos mais aimplesc man raxoaveii, o iw. quandu
ella* atliacem o son deaenvolvimento nliimo, por-
que en I,lo ha no son proprio excos-o aknma cousa,
que deten a lodos. Os necociof do Oriente sao do>-
dfl mulle lempo o oxomplo mai" no(a\el. Iodos os
nlliu- oslao \0Kad0s para lamsliiiilinoiila, ponto pa-
1.1 o-porai dalli a ,ia/ nu a guerra, tndojoe uali-
aelcHi lodos o- ceofnH do eredilo pnliMro ro-onlein
a Influencia da* noticias que so luceeueni. Se lia
bvm poueaa lemanas ao pedia icrunniar, qual ora
ivenladein natur#i4da lufaMo do prncipe llens-
s despre
tina 01111
liada o
as pelo centrar!
|uh easaa popula^
1 a promessi de ni
1, nenlinm lralad>
aitimodc interven
urna solur.in
oncoher, se c
1. .los Halado
s, 0111 inloio
le.
ipular,
i> sulla
pelas arma
as roilamaooes
expenlos, ein
rs nao varanli-
lase H\slchia-
H chrttlflas do
fai o ipio poda
i's, renov
inlcr scu
itr.ii|ni lo.ao mor
privilesiM:
ii Ruana um
nesla- pro-
1. reci di .1. polili
que i lie 11.10 ev
ni un ilancia
be di 11 le sse ll
e Inri 'I' .....1"'
ver n 1 re lo pil-
lira- CX(TTlladM runlra as |
Oriente;
liara proli
lu propin
alm ilisl
ilireilo l
porgues.
On.mio mais -o examina o ni
l.oo|Hildo tic el rna. mais so loma c\ Idenu
plioa de nenliiim modo ; lio ipi
rlicgaram a um poni, em mo
Kusafa ler no Oriente a gramil
ella reclama, c quer f.i/.or insorexer n
Miro por um tratado solemne. Ora, nao lio rxi-
denlemente bstanle invejar-se urna siluacoj pe-
dir osla on aquella vanlageill, o*le on aipiollo bono-
lieio, de qualqiier genero que for, esto on aquelle
auQmenlodo [nuencia, a um estado indepenucule,
para se declarar um vcrdadolrorompimciilo com < l-
le. shoIIi- recuca essesbenelteio-j c es-as v
e para ipioroi lirai -lli'os pola forra. I'ora
' romo ulliiuameiilo se dxla na cmara dos
ipiacs da Inglaterra, se nina polonria calholirj n
l' em junio do unvonm iniulcz umdlrellO de proloer.io a
respeito dos irlandoxes. A diiicrenra nflo he'lflo
1 radieal, quaiilo se poderia suppor ; nao lia oiiha
dilleronra seiuoo-la : lio qilCI lii'-'lalena he nina
ujande naci, cujoa ministros nao roccbcriain urna
uola diplomalica. a qual lite lo\a- mcnsageni, culrelanle que a Turqua lio um paix
fraco, pono, minado por Lulas a- rausas de mina o
do fraqni'/a. A iniouiiilado o a independenciades-
se paix n3o estAo menos inscriptas anula no codlRo
1nle1n.1rion.il do (Irridonle. Ha mtih dnvida, eun-
lanio que nAnioeugcreesla consldcrafio, mullas
afllnidades reliftiosas, as quoes podem chamar a Rus-
na para reprosenlar um impel especial no Oriente ;
mi.i
omimin-
clamasse
i^so papel nao pollera !
ompalivel rom a iiiilepeudo
er cpilim
11.1.1 .l.i
inip
ir era CoDtlanUnopla, pode-N pergunlar lioje.
-ora a roiisequ 'liria de-la -orlo de roinpinionlo
matice, que acaba-de liaver enlre a Kussa e o
rio ollomano. Tal lie proseidenicnle o estado
ntipiieaijoos. qucuUimanieiile appareceram om
lanlioopu.
niiao. Procurou-se mostrar al
lie a pioii'i-nio exercida pola Kranca para
populacOes latinas orientaos c o prolectorad
Hnssia reivindica sobre as populinOcs gregiK
annlogia lie realmente urna ficcAo. A prole
1'ranea se exoreo a respeito de popula
numerosas,asquees nfloeslao mesmo
BullOi o so alipimas vetes ella se estend
lio sonaoeom mil raiaol
11.10 SCIUl
uloridade d
1 na logia en
FOLHETIM.
\ SOfllRVIlA FEUCIIIAIim*)
Pela oondessa de Orcay.
SEGUNDO VOl.l mi;
CAPITULO XII.
vi.:,,.
11 |iilli> ilp noi.
V11
. II.
I ni.1 ni.mil.ni I1111I Mel11.se veio casa de Fer-
iando .mi iln almnni, e ahi acbuu a Cttltlll.
Ap./.u de sna i|ipnlai.;lo ile libertino convertido,
i'id-niainlo iiinilelu, o conde eslava longo dt ser
in-ensivel as seilucciesda lielh'na ; a dsliiin;.lo de
scu semblantee de suas inaneiras alliava-se inclhor
do que se 1 ni li 1 suppor a goslos soirrivclmente v ul-
-'iii-s. Sna Iklelidade cunjiigal tan gibad, limilin-
tc a nao cortejar niinra II niulbcrcs eleaanlcs, c
olire ludo a nao reronheccr ein presenra de Vale-
ria, que nulra iniillier fosse formosa. I.oril Mclro-
vcli.iv a largamente experimentado n vantaKen.
'telo svslema : ella evilava assim Inda asorlede
'li-ii-s.ni, nlilinlia I10111 increailn a repiilacao de
"i'Ht'iiii' uinrido, e proclnuiaudo a superinriiladc
dolad) .Metise sobre lodo o ticuero humano, lirava
" Valeria Indo o |iretevtodc ileinonslra-lo ella ines-
II"1 O Ivpn v.iinnil deGludilla, scus cabellos iibiiu-
ii..i,i.., ereapof. scus ollio. negrea e hrilliiinles.sii.is
l.'iv'.i- aiviuiiiiaihisc cheias de nniniacAo, Illa Wi
utarada pelo sol dmelo dia, sna oalalura nagtalo-
1 lodo de vigor, de maridado e de sciva devia
1 rilan
scdiiiiro Ivuiplialiro lord, o qual apre
alai
ilu
ini ni
iiiiin.iii.l
a e vapoi
' Inda ilali.i
ella .um *
-.1 ili\iilil.|i|l'
.1, miiilo princi-
mlrtsle perfeilo.
In.- lilil.1 .1 -nu
1' ullu
piolo
evpiui
lipi.li
tipia
Vide D/nrion. 138
i|ue lord .Mi'li>r>e lilnii na liu-
ilacin-a ailniiioi\lu^|iiaiii
do imperi.
11 proleelorado da Ku>sii
nio ell'oito immediato -ul
poder Temos pois o ilireilo .lo di
limo aelo da pollUca russa
om as
, quo a
ts. Esta
DC(fiO da
s poilCO
cuas ao
-iilidilos
olllcfoso.
pelo
lilulr
mlrarin, loria co-
poJer do czar ao
lo subditos desle.
r que, no fundo do ul-
ha simplosmonte um
Je
a/ul paludo e embalado Iho
la -cus
perntltiam mostrar.
Quanto ad'Anille,elloeslara desgosloso desloen-
conlro, porque presomia quo ocondo nflo deixaria
de informar di-o a -ua mullior. lodavia elle inos-
troo-se poli.lo, o maldliendo inloriorniouteofunes-
lo visitador. oflereceii-Ilifl o elmoco c apreseulou-o
a Gfndilla romo um teu amao.
Este Ululo valen ao conde um aeolhimcnlo da
mais encantadora cordlalidade. A Caslelll uio era
falla ilc espirito natural, c possuia principalmente
coma viveza italiana easujovialldado franca > com-
munlcativa,que desala aconflauea c itmpliucaas
reliee-.
Triste c taciturno, comosAon mor parte dos ln-
Blezes, lord Melroaecareca do anlmocMo c de dis-
Iraccoes ; por leso lirn maravilbodo da conversa^flo
agradavel e orfgfnarde iudilla.
O conde prolongOO sua visita aliu do termo or-
dinario o despodiiulo-se de reinando, fez-llic ca-
lorosos COmprimenlOS sohro o espirito o formosura
de sua amante.
Ella he urna boa creatura. responden d'Ar-
ville com urna negligencia que nada liaba de anec-
iada, porque ora mullo real ; he urna excellenle na-
lureza, um lauto ruile na apparencia, porm mui
simples o franca.
Bem, hem. disse o conde rindo, o senhor re-
presenta exrellenlemeiile o seu papel. Ku eonheeo a
minha>ofr Fia/ira, e sei que um dos primeiros ar-
li quese assomclha ao cnlhiisiusmo. Mas a iiiiui. que
jj eslou reformado c que nao Taco mais parte do
excreito de C\ Ibera, o senhor pode ronfessar a ver-
tlade.
De boa volitado, mas qual'.'
O senhor esta captivo dessa mai;iufica ilaha-
11.1 '.' deve eslar perdido de amores jior ella ?
Porque nao ? reatondeu d'ArvilledlBaiinulau-
do um lo?e hocejo. Tal vez cu o esteja sem saber:
mas em lotlo o caso uieu amor, se o lenho, nao val
al o cimiie, a .linda que nao admita quo o senhor
ii.,., esluja iii.o- no 1.......tro daquclle quo llC dCSll
nadoa o.-lipsar. poeo-lbo que venha pawar coniuos-
co lodo- os iiislaiitisde lihenladi'. quo Iho deivaiom
.1, exigencias malrimonlaes.
Alguns diae depois desta vhHe, Femando passea-
vacom lord elad\ Meho-o na litlairnl,. O con-
de, Segundo scu imariavel COSlumc, dar o braco n
sua mulher. FernandodetejaVa r*>-lo no fundo .lo
nieeei, qu
d:i- a- vezes que
riuodc um modo
imperio ollomai
auxiodade uuive
mclltanlcs, as
acba a I
ao cncoiilrn
\mxV solll
tenido.1 Me
.1.....labelo
reiem i
mor.lca
do vida om parle
pri'-eulanli- em V,
o gabinete inaloz.
novara a seguranc
no- SObl
claracoi
loman.>.
liovcrlugar* Perbloheque, lo-
aiji.m incidcnie vera por em pe-
liem visivel osla independencia do
IO, .ipparece louo una especie de
r-.il. I'orvenliira as ron.litoe--e-
circumslancias eeraea om que se
he poltica previ.lente o elevada ir
ses cunllictos, apressa-los precipi-
, as quaes nflo sao seoflo a obra do
a quo-l.lo que lodos osovonio-leom
o.ianio Inglaterra o a h'ranca, pa-
reliar deaccordo om sua poltica. Cerla-
lirtncza da altlludc do gabinete da Torta he
ios cou-clho- o apoto de sous ro-
m-iiiiiiiihipla. Anda ha i.....co,
om sua scsHO do parlamento, re-
ouurancada inlelliuoncia dos don- uover-
a qoestAO oriental, o coulirinava suasde-
'iii favor da independencia .lo imperio ol-
TodiTla apena* haver algum despeilo cm
os nosso- vi/inhos do oulro ladodo .Mancha, porque
ao principise pousou na Inglaterra, que nao so Ira-
lava de nulra eousa senAo da quoslao dos Sanios l,u>
uares, c uiu^ueni se importava de abandonar a
Tranca ao sen i-olamonlo. Entretanto a queslflu so
revela em sua- proporcOos verdadeiras, o o velbo
inslincto poltico se desporlou, lulos* no parlamen-
to, scilflo anda ua imprensa, no- proprios jomaos,
que parociaiu mais lomar parle, ha ponen lempo,
do desinenibrameolo poasiveJ da l'urquia.
Scja romo for. a uiiiao actual da Tranca o da In-
L'lalona he una primeira liaran I a da paz. Entre
iodos osgovernus da Europa, um lia lalvez, cuja
influencia he de naluroza de ler um grande peso,
ICgundo a atliluile que lomar: he OgOvernoda Aus-
tria. .Nao dcseonliecemoj as multiplicadas razos dc"|
alliauca intima, a qual oxi-le entro a poltica aus-
Iriuca-o a poltica ru-sa. Eulrelaulo mullos rn-ih-
VOSparoceiu dictar hoje a Auslria um -x-lema de
conduela intelligenle e moderado. Tambora na*o
lem ella em dcllnillva o perlgo da prolcccflo russa,
cujn signa) 4raz anda 1 Sao icm ella a llungria?
Nao tena llalla? Ella loria .le tal sorlo. inai- que
ci\is, as modilicacoes feilas ua lecisIai;flo criminal
em malcra pollica, o projeelo sobre a propriedade
lilieraria. laes sao os ohjcctos diversos das ultimas
discusses ou dos ltimos Irahalhos das coiumisses
docorpo legislativo l nao deelgneraoa todas.
So aleuMueele proJecUM foram adiados, a inaior
parlodellcs foram approvados depois de um exame
profundo, lima das mais importantes tiestas les,
a que deu lugir lalre a discussAo a mais prolonga-
da, he a Ici sobre as pensos civs : ella osla appro-
vada prtsenlemeiile, e fa/. entrar oitenla mil novos
fuuccionarios no uumcio daquolles, que teem di-
reilo a una pensfio do estado ; eleva a cento e cin-
COenU mil a cifra dos empreados aposentados.
Mais devinta calzas especleeo de reserva oziaCiam
sujoilas .1 ir., iil.iiiinii,,- os mais diversos, Ira/emlo
na siliiacilo dos empreados das diircrenles admi-
lstraciH's as desigualdades as mais singulares ba-
jo o regolamenle be o mejono para todat. ha pnilbr-
mida.le ; todas as caixas eapeelaea 180 substituidas
fior nina s. a to Ihesouro publico. Nada he mais
justo m 111 tmida, do que a solicilude do e-tatlo
para com Indos os volhos funeciouarios o -cus servi-
ros. Por lauto nao he unta tai justa cm seu princi-
pio quo discutimos. He urna ohservaeAo geral que
nos vem ao espirito ao recordar inultas dispo-icos
legislativas 011 administrativas, expressao tle ten-
dencias cslrauhas, as tpiaos ou.nern.K na(*rreain,
mas recebem ta propria sociedade. Nao se reco-
nliece um tos caracteres da poca ? Esse carcter
be urna necessidado universal tle rc^ulamcnlo, de
oruanisaeAo. do ordem de alcuma sorte mecnica e
uiiilormiiladodasociodaile. Quff s<> lale de heno-
licencia, do Industria, mesmo da arlo, de ailmuis-
Irarao, de todas as espheras, emuma palavra, as
quaes se maniresla a aclivdade publica, o primeiro
pensameulo, que se eleva desdo mullo lempo, he o.
de (cacar rcgNN, tle ludo envolver na- pocas de mu
A ordem administrativa
telo organismo, urna gran*
ni lera sua fuuccao. BOgUO
lias para chcgar nomes-
6 de algum mudo pela for-'
-as. Te 111 lirido mesmo lihoraes pro- |rm
nmito progreaslstas, o- quaes lem queri- jn|Ct
machiuismo yin.mlesco
vem a sor nina sorte de
do COlmeia, onde cada
seu camiuho de todos OS
mo ion methodicainenlo
ca das c
ivs-i-la
do algumas vczcs'aupnriinlr na- i'uuccoos publicas o
que se chama proinoeao por meio de escolhn. para
deizar reinar soberanameute o dirello de anlignlda-
de< Era a maravlha da vida administrativa mec-
nica. A nplidAuhc, sem duvida, o que hi de mais
fcil de verificar. Ein falta della, succede quasi
atpri o int-siuo que na cnn-ri ipcAo, a qual Icm suas
eoiidices de Idade c \' altura ; mas a idado da ad-
missao em urna hinecAo puhhca pode ser dlspciua-
da, quando se prova a capardatle, e entilo he um
mal ; a eapacidade pode sobrevjver 11 idade fatal da
reforma, principalmente as, earroiras mais emi-
nentes, as da magblraluraf-tfo ezerello ulia, c entilo no um mal anida nwlor. Km ambo-
OJ casos, ohomom com -eu valor proprio he sacrilio
codo ao mecanismo, o snico real a reuularidatla
da cancha. Km linio islo ha mais do que se pense
vestigios dossa Influencia democrtica, a qual (onde
a organisar ludo em mu pensainonlo abstracto do
uivelatnonloi nointereose do inaior numero, como
li/, sem se importar da nomeaco iuieiiueuic
comhiimduas cousas essenciaes, a imporlancia 00
lempo de servicos. .E, conforme aquello principio,
vede al onde so pode rheuar : oitenla mil novos
funeciouarios tlcdiversas elasses sao chamsdosboje
ao heiiclicio da peoslo I'orque ra/io o numen
mo .nrjiui'iii.i .1111*1.1 '.' Turque o drcito nao e ex-
lende as inesmas condin"esilerelencoes o de sub-
vencAOdo estado? Oeste modo o individuo dcsap-
parecoria do alguma sorlo ; usenlimeuto da respou-
sabilitladc correra o risco dse embotar ainda mais,
00 Inslincto da previdencia pessoal diminuira in-
fallivclmoulc ; porque cada um conheceria que o
estado Irabalba para S,"pOUpa para si, o que ha do
encontrar no lim de sua ca reir recursos, modestos
sem duvida, mas suflicieiiles para os dispensar
das pivoccupaces viria to futuro.
Solio juslo e til observar parlicularnienle cssas
tendencias, he (piedlas esbtem no proprio cora-
cAo da sociedade. Ellas podem revestir mais de
nina forma, eslondercni-sc a mais de urna ordcni de
inleresses e ollereeer--e .10 ov;erno como urna se-
dUe*ao para a sua solicilude. Anda hapouco lem-
poogoverno publicara urna nota, na qual lerabra-
va, como era scu drcito, ludo o que linha feilo
pelas clas-os liahalhatloras; a instituirn de com-
uiissiles tle hvuiene, aleirela(i\aa sauidade das ha-
bita.oes insaiuhres, volada pela a-souihla legislati-
va .le l de abril tle IS"0, a le de 2 de Janeiro de
INI sobro aa-sisloncia jurdica, os haubos e lava-
torio- pblicos^ o decreto que concede honras roli-
giosas do combo) fnebre do pobre, e elle Rcrescen*
Ara que para remediar o alto pre^o das hahitaces
de Taris, ia provocara orearla de nova- a-as. as
quaes o-operarios achaiiaiu moradas tic um proco
moderado, man,ido pelo estado, o qual entrarla as
despezas tiestas casa- por meio de una locaoo.
O iniore-so dogovernoem favor das elasses po-
nos nao precisa coi lamento de jii-liticaeAo. le um
oulro lado, o oslado na.nl i sem duvida a-\lo ao- o-
perarios, maslhestb subreurfljesque Un'* i'"> 010-
radia. Ora nao se lerantam a esto respeito em cor-
to numero de quesloes baslanles graves? Pee ren-
lui.i he da iniasAo do estado iulervir neslaonlein de
t privadas, em que esto em jego muilofl
liversos? He da nalureza tic .suas Fue*
.Oes destinar urna parte dos dinheiros pblicos em
construir casas e habilaoos Kellicla-se ale onde o
cstatlo poderla ser arrasta.lu.se ello aasunjisse a o-
brigacAo tle banlra miseria c mesmo a n-alnlnida-
de de todas as rasas pobres de Tranca, de suppri-
mir, por toda a parle em que exislcm, esses ra/i-
cho$, os quaes silo comeffeilu.senfto a vergonha, ao
menos a dor da civiliMC.au I Eroprezas semelbautes
lem tido luuar na Inglaterra; o estado nflo Lem con-
currido, ao menos que o sainamos, dehaixo dessa for-
ma, uilerveio apenas para suieilar estas novas easai
ao regulamenloda polica. NAodeaeoidieeemosque
hamuilus espiritos que, todas as vo/estpie apparc-
.ein escrpulos em quesloes .leste genero, esearue
com desses escrpulos, tacham-os to prehiixos roti-
neiros, nccusam-OI de seren um olislaculo aos ver-
dadeiros inelnoramentos,aoi verdadeiros progresos
os quaes conjurom_as rerolu{oes,de seremsysfenia-
licameiite rebeldes a (oda noridade. Em verdado
nao he porque seja novn, que acbamo- nislo aUun
perlgo, he antes o contrario, Oque desejarlamo
uciihi
lliai esse pi
1 rer que o
(erra o ta
ordo sobr
-la
Ion
inlell
,H-Udc
nao 11
una
estilo
phes,
II.I -II
rovoli
liu pai/. inleri'sse ein aceilar
ii'l ile nina iiieiliailura ellica/.
|-f.n.."- reuul......... I'.,,,,.;,,.
\11slria. se ella vltr reunir-sc a esle-ac
esla queallo especial. Ii.ui ile licar ill<
O imperador Nicolao uestes ulliinoi
dado |>rovai bailante nunicrona do ul
lo valor ilnssenicns, das \enlaileiras sii|ierioriila-| vercni una sniiedaile i|iie Iraballia ein se recnnsli
|iarli- des. Ha iniiilu Itmp que
llet
tu lu
ri.i puliliri
. para que
111 inlliieiici
1 suprima,
alado do
sua muilcracau c ile sna
iisiileraces il.i pa goral
bou oapirlto. Ha emlini
valor tuilus n> govtrnos
cor, depob ilas calnslro-
i|ne lei'in e\|ieriuieutailii: be ipiea unerra la-
11 iiil.illiM'lini'iile a lima tnl.it do despertar ila
lean, tira, nao podarla ti. wr um tapoclacu-
lo mais triste, do quo vor oagrmdoi uovernoa da-
rom, para sali-lacilu de ainbieiiisas vollcidldea, o
eveniplnila \ inl.ir.in iln iliiciln i le-peilii do llll plIl,
e cuiieiein un risco do recninlu/ir a revnlucao ua
Kiirupa. Kis-ai|u porquo creinns na niaiiiileucAu
ila pa/, sniii pn.ler pieseulir a sulucao ilas cuuipli-
i.ii.oi-. as ipiacsliie.lcs iilliliius lempiis, t.iuiai;.....le
lpenle mu aspnclu aineacailur.
Bmquanlo qut, ein nina orileni ueral na Euro-
oalado pan
iiiellinres.
i.ln
ia iln
.111 iiueca-
1 ilu i-la.lo
ii reiniinc-
pa. csl.is i|n
las ila dinlo
inonlc subte
-enlir seu |
exa&tradaa,
le llnl-
ile.
Il'l'lll
111,I,.
llis do
ra part
lo activa, a
.1.....alea n
.,.. .i.,.,,
ral. I.iinl
moa Iraball
tiriilai. ua
iba do
ilmius
nlrl.i
1 f"i a
ioos atagitim rasoaplitraaaanulaal-
ilicia e ila publica, reamen! neceaatril-
.1 .ilu.icio .le linios ns pii/is o lii/rui
su ein Imlas a- lllirluan'ies lesli.ul is militas vezes pelas neilnliila-
ia, n corno Icgislalivo, onde ellas nao
clin, o sii ns podo ler cnliaipicciiliis e ru-
ar ao lim ila si'ss.lo ,111
li
lias dop
quasi ilc
a conducta
Imada, rom
iuuis lempo.
;les apenas ll
111 ludo se n
sdocorpol.
-o o niiiiicri
anuo, tle-
arogacjtot
ocupada om sua primoi-
ilocorpo legislativo, quan-
deta, utilmente preenclil*
por jungas e -erias dlseus-
manios aqu o seillido ge-
unia para dar a esses ulli-
qislaliro um Inleresae par-
a Importancia .las
le-. .\ palavra -em .huida u.Vi gorerna mais o
inundo : nao o deslumhra, nao o fascina, nao o per-
turba lamheni em suas articules impetuosidades.
Encerrada nos lmites que Ihe sao lineados, dupli-
cando sua forca pola modoiac"m, nao podo a pata-
rra lodavia Ler anda seu lugar e sua influencia,
piando ella se SppHca a inleresses verdadeiros, a
objectos iinpoi lautos'! .Mais tle um (
que a discussao podo Irazcr ulets cenr
vanTaJosas IrnnssecOes enlre o governo, o
Kislatlvoeoeonselnodeesladi
lo maior
UllfUl
jur
-la
1. Asleis
da miriiili
icio prova
eniciicia-,
eorpo le-
nbre oor-
I"
oceupar-
10 monos das condiees usmolhores, as quaes po
SfC< ser servido, u den*, airegintentar a sociedade, urna sociedade ma
ravithosamcnle grupuda e distribuida, paga o por-
cebendo pensOes.
lia urna oulra loudenciaque nasroda mosma fon
le c eoncorre para o mesmo resultado ; be a q
consisto em substituir nrotecejio o a prc
estadou previdencia individual, a proteo
ta humera da a s mesmo. Aeslm llzcrat
o distribuidor, o conductor, o banqueiro,
rador imver-al. lia sem duvida carreiras, o a mi-
litar sobretlldo he deslc numero, cm que a pro deli-
cia do estado he nao so urna conveniencia poltica,
soniio anda o mais estricto, e mais justo dever.
Que succederia so um soldado no campo de balallia
fosse ebrigado aeci providente para si mesmo, u
calcular as alteruali\as de perillo,a cuidar as Peri-
llas, que 0 vao laucar na inaceao, n'aquelles quo el-
le ha de deizar apos s ? o herofcmo nao se ezlin-
Rniria,queremoscror, porque elle depende tleou-
Iros inoris, mas nao teria momentos de auxiodade
legitima '. As mais firmes coragens nao dtibrariam
sem duvida, mas larrea nao rbssem ao encontr da
nioriosenaocom um veo .le triste/a. Gilava-eel-
timamente a evprossao de um bravo soldado .lo im-
perio, o qual ctiiMJiismnculclinha pago rom sua p.
cm um tlia tle co.
(lomo qiiorquc Iho periuiulassem o que sera de
111 mulher, c de son- lilho-, se elle liveo perec
, elle
lOlideii que o imperador loria remediado
isso. lie resumo simples e juslo las obrigasoes
deum pai/. para com aquellos que Ihe dan scu hero-
smo. Ha mullas utas po-inie-, na- quao- o- ho-
mcus podem arriscar sua rida do rana mancha .litio-
rente, c 11-ar de sua- fofcas em arrostrar o per*i de
climas hnmecidas. Km ludas estas coudicoes, he de-
ver do estado ser providente e liberal para rom a-
quelles, cujo doscuidodesi meemos he urna sorte do
nnbre devor. Alem (lestes limites < dever social
cessa aos nossosolhos para dar lugar a una dessas
coiiihiuacoes doinocralicas, que temos dado a conllO-
cor, equeconsislem ein ludo absorver c confundir
110oslado e fa/ci dcllc o arbitro, o caiv;.....i\i>i-a!.
Comprelwndam-IHM bem, nao he o principio das
civis, que pi
pe
do direilo .is p.
quo se eslendo u
dos os gneros d.
condiclu de um
que seja alemdi
irMM
i- en 1
quo
iienti
adual
omprcgoi
ello Ioiu|
to 1.....tu
lei do 17!H), da qual se lem
duvida, lie easa esp
parece acreditar-se, e
a todas as elasses, a lo-
rundaudo-se na nica
de serviros, quilquor
iza desses serrinos. A
Tallado umitas ve/e-,
luir, Uo um homem procur.'hlo,estimado por
lor puquio,adiando o scnlimciilo tic sua Individua-
lidadc, .lesna respunsahilida lo posta cima de lod.*
os mecanismos, 0 .le loda-a- Igualdades democrti-
cas ; he o inslincto da previdencia pessoal obrando
por si mesmo, sem abrigar-so debaizo .la lutelU ab-
sorvo.lora do estado ; he a clevacaoda COIldlegO mo-
ra! o material que se produzein naturalmente, sem
oulrosoecorro alem tlcs-a protoccao ueral.a qual ua-
rauteo brabellio, a Industria de cada um. assego-
rande a liberdade de todos.
Mais do unta dessas con-idoiace- teni app.ur.Ido
as di-rusMM's legislativas, quese lem succedldo ha
mu auno. Knlre os braba 11 ios da ultima hora do
eorpo legislativo, haviain aluuus millos projeclos do
una ualure/a muilo tlilVerenle, mu relativo a pro-
piiedade lilieraria, oulro refoirnando anda VOS a
iegislncflu criminal em materia poltica. Ha hem
anuos que se oocupa om procurar saber cm que me-
dida se pode conciliar o inleresso geral 00 interesse
particular no quo respeila propriedade tas obras
tlaarlc oda liltealura. Aida so iiii achou essa
medida. Se a sociedade (em direilo-para reivindi-
car sobre o produelo ila InteUigoucia, he da mais
simplesju*lica ao monos que mo seja mu -onsiwl-
inenie em detrimento d'aquelles, que o* oscriplores
o o> artista- deivain por sua unirte. Tai ora o sen-
tido do projeelo apresentadqao eorpo legislativo. A
legistacao actual nfio assouura o gOZO do- dircilos to
autor it viuva o ROS lilhos senao por 'JO anuos, de-
pois de que aolua cabo 110 dominio publico. ( 110-
vo projeelo garanta o gozo desses dircilos vi uva
em (otla a Ma \ida. aos lilhos por :|0 anuo- ; Infe-
lizmente eo projeelo nao ro apnrovado. Onanio
a lei que uiodilicaa leuislacao criminal cm materia
poltica, lio o reslahcleciniento dos arllgos st e H7
do cdigo penal. A couimissao legislativa le/ so-
nienle nina tlistinccilo imporl.inli ; reslaholeceu a
pena tle niorte para o- crimos contra a ezislencia
do eliefe do estado ; conservou aabolic^u dessa pena
nos atlenladoscontra a seguranza interna do pai/,
tle tal sorleque a pena tle inorle cm materia polti-
ca li ca realmente supprimido. O rclalor do eorpo
legisla!iro, Mr. (iueronloza, lionrou com este resul-
lado a CV iii-ac.lo. Nao l'oi injusto em um sentido,
ma- ha lamhein urna ra/o, que elle nao loma em
considerarlo. Nao he que u direilo 11A0 exista as-
senclatmente; hoque, em ama poca como 1 aossa,
em que (aula- rerolucOes, lanas roacees lem ap-
pareeido, -e a pena de morle lo-se s-cmprc appli-
cada, a historia nao seria mais que una stu.o--.io
.le sacrificios sanguinolentos. A civisagflo obran-
Jo os males, lempera ti- castigos sem duvld>, mas
mar, que banha\a os uiurosdo jardim real, c sen des-
peilo se lornava mais^iM), porque julqava percohor
que O traidor ria a sordina dos infructuoso^ esforeos.
que elle leiiISVB para fa/.er chegar urna s pala\ra
tic aparte 10 ouvido de V doria.
Ouaulo a Lid) Molise, ella nunca e-livcia mais
linda c mais fagueira, nunca ses ollinres Azeram
correr pola- velas to seu desventurado amante um
rogo mais suhlil o mais devoradoi.
Femando loria .lado melado de sua vid* para
acliar-SO mil so instante COffl ella, para dcscubrir-llic
cmtim lodo o ardor da paizao, que ha lauto lempo
oabrazava em silencio. EIIS rodeara de alguma sor-
lo h pessoa de Valeria do urna almo-phora lio amor,
e com una inquiolaco loln il e delirante e-piava em
scu semblante um indicio do omoeSn... .Mas lad)
alelrose Iranquillamenlo apolada ao braco do scu
marido, rc-|iun.lia-lho rom um doce sorriso, sabo-
reando com nina salisacao que nflo procurava ilis>-
inular, a admuacao da mullidAo dos pa-scadores.que
se aplnliavam sotire sous pnssos.
A iniperliirhavol calma tle Valeria fe/ chciar
Fernando ao augO da exasperacao ; vco-lhe ao peji-
sameuio sallar garganta de llelrese, iosulla-lo e
provoca-lo a 11111 tinelo ; os projeclos mais insensatos
aerminavam om scu cerobroenfermo; mas. lemor
do ridiculo o iclinha nos limites da decencia.
Assim, lujclto a um furor que a cusi comprima,
d'Ar\illccamiiiha\a ha algum lempo ao lado de Va-
leria, quando vio b*i"d Meirose voliar-se repentina-
mente para seguir com a vista una mulher, que
paasou enlament" por junto delle. Essa mulher era
Gludllla Caslclli.
(lomo he formosa muniuirou o conde cctlcn-
do a distraer!) to enlhu-iasmo que o tlomiuava.
Depols pcrccheiido a lempo que sua mulher o
oiMorvava, asteaideu e braeo para o lado do mar
com um tslo de admiradto, que nao delzou de sor-
prender algum lauto a Villora, a qual conhecia suns
dispo-icoes anli-romnticas.
Pernando d'Arville navio larobeo a ezdamaclio
to conde, porm nflo engolfo a pela fcilmente co-
mi Valeria. Elle eslava em om desees momentos de
irritaran febril, tpie-e a-.-eiuelha a um .iceo do
llanura. Creado com muilo mimo desdo o horco o
habilUldoa celera lodos os scus caprichos, nao li-
nha ncm a energa que lucia com OS obslaculiis,iiem
a p.ui'iicia que aguarda o eurso tos ucenlecimeu-
lo-... DeraaiS) Que homem mo lera condecido no
correr de sua \ ida un deeses dias ozUgos, em que o
bom f
ca
jo qu
rac.HS to genio mo que
muido sorprenden o inov
Melroae vista He Giudil
mujero mu pensamtmlt
1 aba
lita';
iidnna as inspi-
... Quando Fer-
ntu involuntario tle lord
o espirito do mal Ihc
que Mu' teria paree id
iiin.i mi.11111,1 alguna Instantes antes.., Era approzi-
mar esses dous individuos, edesembara^ar-sc assim
ao mesmo lempo do inquieto clunae da CasleJIieda
perpetua vigilancia de lord llelrose.
Este duplo resultado exiga perseveranca o rc*ti-
lucao. IVArvillo roniprcbemlia (oda a dilliculdadc
delle ; massculio-sc forte cunta os obstculos, q
rormado que fo este projeelo emsua ealieca, a ser-
lidiado llie VOltOU cuna coi lo/a tlotriumpho.
Mas durantttsisle lempo Ginditla Iquiela o irrita-
da 1.1/1 1 lambem suas rellevcs.
Para darmos urna cenia exacta das impressoes d
moca, eonvom fa/erinos nina rolla solue o que se t
nii.i paasado depois da eliegada 'le Indj Molise a
aples.
As longai c froquenles ausencias de rcrnaiido, su
ilistracijAo o sua frie/a quando eslava junto tle (iiu-
ttia, haviam [muco a poucodispertado sua deacon-
lianca o depms seu cume. Tara Irauquillisa-la,
d'Arville linha iuvenlado mil pretextos, cada qunl
m.lis iuvorosimil. Ora, attribuia sua prcoccupacAn
a mos negocios, a especulacoes infoli/cs, ora, dizia
tpie era a paUao do j.iyo que o absorva o explicava
as xariacL's de son humor pelos ganltOS ou perdas.
Gludllla procurava erar as explicac-Ots tle Fernan-
do ; mas debalde so fazla connante crdula, debal-
de recuava tliantc das suspeilas que punhaui scu
amor cm desespero : ella era mulher italiana, a na-
(ure/.a reivindicara scus dircilos, o duranlo as Ion-
gas horas quo passava ua solidlo, suas mcditacAcs lo-
mavam mesmo, mo grado seu, o carcter do um
clame furioso.
A imagen) dessa mulher, que ella linha enlrevis-
lo na ttrma atoca se ergua dlaele dello ; porque
era tlee nioineuio que ditera o resTriamento de
I-ornando, o que ella senta re-oareni-lho no fundo
d'alma sin*dasi.....lacas de abandona o do d K-sa mulher, o-sa rfrjl, ella amnavfl de v-la oulra
ve/ I
(indina confundida entre os paateauores linha
comihriplado a marcha liiiimpli.il de Valeiia. repa-
rando nos olhares de adiuiraeo que a seyuiam de
todas a- parios, e mis paiavras lisengelnsatuea aco-
Ihiam cm sua passagem, Esse l>po do belleza loura
o aerea Uo estimada nasreglflesdo Meimiia linha
liio fanalitmo no paselo, azendo andar roda es-
sascab'cas. impressioiiavcs o iiill.imiiiando esses co-
la.joes volcnicos.
A mullitlao se apinhava Bobroseospaezes para
coiiicmpla-la com una admiracao respeilosa, e ella
exprima abertamanle seu snllinsiasmo. Valeria cv-
tava radiante do alegra, lord Meirose se aparonara
as delicias do amor proprio salisfeito. c Fernando
closo o preot copado e-rorcava-sc pela raca de sua
ron\(>r-,icao e polas hrllianles eonmOei de sua
|divsioiioma em ailiahir -obre si-a alloneao que a
bella condeesa linha reservado nes-o dia para o pu-
blico.
.t Caslelll baria sorprendido o longo oihar que
au amante Hiera no encantador semblante da ldai-
ga, esse mesmo olhar quo ha pOUCO a procurara DI
iyrcja de San-Jaimer, o cujo brilho craenlilo adu-
eado pela e\press,lo de una tristeza misteriosa;
Olhar adorado (pie ella nao linha tornado a ver des-
de a noilc fatal que a havia mostrado a l'ernaiul
lal qual ella era : dei^radada c perdida !... Nos-e
mntenlo os Dlbos tic Fernando lancavam sellas aeei-
radas, que embotaran! contra a armadura mpene-
lra\el ta casquilha, mas a pobre tiiudilla as rocehia
ludas em scu eoraoao.
Ella vollou para casa DO delirio da aRarjio; nois
linha emlini decifrado esse enimna.cuja profumlc/a
qnoria sondar. O phanlasma quo a persegua nao era
mais urna chimera, ncm urna sospelta, porem urna
Icrrivcl realidade... urna realidadQ em carne c usso,
com a qual ella poda luclar com loilo o poder tic sua
palillo c tle sua esplendida belleza, nica arma que
Dos Ihc linha concedido para sua defeza... A moc,a
leve um niovmento dealesria foro/, porque parc-
cia-Ihu que a comparadlo de sua nalureza rica o vi-
uorosa doria esmagar essa fray i i natura, ephefnera
horholcla. Todo o ardor do seu saugue italiano, des-
N igngue .pie podoTinganesi sem escrpulo c exc-
cula sem recelo, >o despet Ion nella e iho borbulhara
".i- lorenle- de ahra/-idoras|ivas.
mita em saos dias tle colera.
o que de verdade tamlicm, be que as rcvoluc,6es en-
fraqucceui naeonseieiicia.a vertladetra norrio do di-
r iso social, e a pena de morle he tuna barbar idade
Intil, quando nao lem mais sua saucedo ua cousci-
curia publica.
A revoluto de feverciro fui, como sabemos, que
aboli legalmenle a pena de morle em malcra po-
ltica, j nao hedlseo certameutequese Ihe deve rnzerum
i iiinr. Tamhcni essa revoluto hcj da historia
com scus cslranhos cspcclaculos e suas lulas arden-
(cs ; parece mesmo que se opera aos iiossos olhos
una especie de liquidaeflo desses anuos cheios do
confusao c de emoees, e cm que. ao l.nt.> de mu-
las liiin ni.i-, de mullas perversidades, de militas
violencias inauditas do espirito, se produziram jus-
l,is c eloquenlcs tlefe/as to IimIos os dircilos, do to-
do-o-principios da sociedade. Obscrrem-se as o-
brasnucapareecni, muilas iiAo levam aquel les lem-
pos, ns suas, lulas, aos scus problemas, s mil ques-
loes que se ajlavnm : a ltleratura se iuvolvo ua
pulitca, oso-ludo- tle economa social as auatyses
tle plulosophia religiosa ; sente-sc ahi o uiovinicnlo
tic una revolucao : porm esla so fo embora o al-
g.....as deesas obras permanocem. Podcr-se-bia di-
/er que esla poca Icm produ/idournalillcralui.i
que Jraz o eunho tle um espirite conservador eheio
feaoiv.....le (orea; mais de una prova ja se lem
visto, e os ti'ludes murales el lilteraires de Mr.
Alderlo \W ltroylies.lo ainda um novo frurlo tlesse
i ir >\ menlo lauradu cutre dous seres lao diflerentcs.
i.hi.ni l<> o autor procura as coiulicoos da proprieda-
de, quando astada a consliluicao de 1K18 com seus
vicios, suas lacuuas,suasimpossbilidatlcse seusde-
loitos ; quando medita 110 problema da instruecao
publica, quando submcllc a vitlac as Memoirex de
Chateaubriand a mais justa o a mais moral d- ana-
l\/es, que oulra eousa fa/ elle senao reviver com
-cu descaneo, tratando sucecssivamcutc todas as
(piesloes -ociaos as mais recente e oppondo o iioder
da verdado (otlasas influencies malfa/ojas : Mr.
Alberto de Itroulie leve a crenea de lotlos os espiri-
los uenerosos, ccsla creuca.a^iima"o~sou livru_j faz
a sua orlginalidade c encanto :JicTqT8 a soei^iidc
nao linha precisao de procurar os mcios de salvar-
so, senao cm si inesma, ua reforma de seus projeclos
e de scus vicios, cm sua cueriza, em um senlnien-
lo novo de (odas asobriuacocs inoraes, nessa firme-
za tic arrostrar o perigo, que o aparta de todas as
aecoes extremas, fc com efleito, pensa-sc por ventu-
ra quo lio bstanle nao ter mais de disputar sua sc-
gurance ua revoluerto, e ler seus dias tranquillos o
pa/eres garantidos '.' JiiUa-sc que islo be bs-
tanla para cumplir (odas ascoudices de una socie-
dade ncm or^auisada e viril A inrelicidade de to-
lla as -ocie.I,ido- corrompidas pelo espectculo das
reudurese pelo amor do repouset, he possarem al-
lernativamculcc quasi sem Iransicaodo Icrror para
o repeuao soinnulenlo, de esquecerem aiuaubila o
que eran) na \espera, e uio se re<'ordarcm queseus
proscrvalivosos mais seguros eslao ainda na mi lude.
em seu insidelo, cm sua lidclidadcjustica c ver-
dado moral. Os acoulecimeutos Id'o fazcm recor-
dar milita- ve/es de una matieira vilenla ; o pa-
ginaa como as dos I?lude* lbrales el litleraires tcui
o mrito de fizar debaixAe urna forma eugenhosao
sensata cssas lices de eroeTeucia poltica. Ha no
livro tle ..Mr. Alberto deTlroilie dous caracteres que
dedejariamos assigualar, porque ctles tem seu valor
em urna poca coni a nossa. Com um nomo cerca-
do do minio- prc-li_iO'.oauloi do- K'tudes mo co-
ndece ouIrtTre'io de conlinuar (radicos deillustra-
;.i.i*lii -di; h'.i. piiiiic .1 c lilieraria, sonAo cultivando
seu espirito c elevando-sc a scu turno |Htr sua pro-
pria distinefto. Nislo he homem do uosso seculo*.
procura a f.Vca c a ascensao real na iulelligcucia,
onde esto. Com elVcilo, a primeira condcao hoje
para se (cr aspiracosa excrcer aluuina influencia,
he mostrar sociedade, que se he capaz tle o*t-liue-
ce-la e comluzi-la, c fazer-lbc conhecer que se lem
e-tudado Mas uccc-sidailcs, suas lontleucias, seus
inslinelos. De qualqucr esphera uuo se venha, he
mister conquistar sea lugar. A intaUlapncJa .rea
nomos novos ; conserva o hrilbo tlost|ue ja (em um
liobre passado, como o de Mr. Alberto tle Uroglie.
oulro carcter dos tflndc* morales el lillcraires he
o acento de houcstidaJc que rospiram. O mal tic
muilo- espiritos d'uiuira be nao crercm seno na ba-
oflidade e na fdrea maierial. A forra moral, que
una consciencia pode oppr a todas as \iolencias, a
lodosos excossos, mo a conheccm, ou antes lallam
dola sem se Harem nella.
Todava ha um poder nysleriosoe invencivel nes-
sc inslincto lo bouestidede, o qual julga suberana-
menlc os fados, .as revoluces, os especladores do
mundo idepontlciile do huccosso, que acompanhao
sopro \ariadu doseculo. Pcrccbe-se esse inslincto c-
levado nosonsajos de Mr. Alberlpde llroglo. Mais
do urna tic suas paginas esti escipla soh a inspira-
rAotlc umscnlimeiilocloqucnle. 0Ui,ndoa proposi-
to dcCbaleaubriaiid c de suas Memoire* olle Iraca-
\ a o quadro das versatilidades daqucllaahua lo siu-
gularmente conlcnle de vaidades, era urna obra
moral assim-como lilieraria. que elle cscrovia. Os
H'htde* de Mr. Alberto de ilroglic tem seu lugar
entre esses livros, que um lempo de luase de po-
lmicas produz, o que coiiscrvam scu interesse an-
da om umasiluaelo laocomplclaincnle (rausfor-
mada.
Os incidentes mais iraves,c mais proprios para ca-
racterisar a siluaean geral da Europa, ja se condece
pelo quo dinamos sobre os negocios do Orienle, os
quaes lem sido, desde alinuis das, a prcoccupacaii
Obsrvenle dos uahiucles, e de todos aquelle que
ainda se importam rom urandes niovimenlos |olili-
cos. ComeM'eilo nao estao lotlos iuleressados uassti-
luc'H's, que se podem prodiur ? No meio dexftas
piioceupacoestla qucslao oriental, ha com tu do um
episodio, o qual Icm occupauo singularmente a al-
ien cAo uestes dias, e lem sido o objeelo de mais de
11:1- wias, coi
que o Vesnvi
K1.1 helio
ionio o anji
-la assim ni
emulador..
na Ihe queriam roubar 01,1
lelicidode, ha virlude, sua e
a -ua -alvacao na elcruidadi:
Cedendoa urna InspiraoRo
alirou para b>uge de s o maulo e O veo, e dcixainlo
gestos, porm lefrivel
porque sM amante
OU hem, sua vida, sua
pei.me.i neste mun lo sublime altivez, ello
cahir sohrc o eolio m-umlio -eu- 11> u-, i-aludi-.
adiaulou-so para o espetho exclamando:
Tu me couhecerspela mais bella, do contra-
rio le esroagarel tlchaixo dos pos!...
Oh ella eslava licita com elleilo com seus cabel-
los llucluaules, com -ua- faces cor de purpura, com
seu- olhos chamejuntcs c com scus denles esmaltados,
que Ihe brilhavain enlre os labios trmulo de cole-
ra c de desdan.
Acaso nflo son mais, evelamou ella noorgulh
de sua iiitliunaciio, acaso mo sou mais tiiudilla la
aruseroa, a gloria de aples, o dolo dos artistas o
do- poeas Ter-so-ha embaciatlo as vigilias o bri-
lho do incus olhos? se nlo menos abundantes e me-
nos negros os mcus cabellos? -er; minha voz; menos
melodiosa eminha daiica menos ligeira?... E o es-
plendor dos mcus lezesele anuos, quem podora rou-
har-m'o?... E minha saude de ferro c minha alma
de fogu, cesseardeuto amor ajoelhado dianlc delle
1 una cierna adoracAo I...
Depoisrepeulinanienle ella parou vencida por um
desses argunienlos vulgares, quo o simples bom sen-
so l-iiu; 1 ..ilv.im c quo licam sem resposla.
Que signilicam, die ella com sigo, incu
amor, minha belleza, mcus talentos eminha moci-
tladc... se elle nAo me ama se esle (ypo classico e
vigoroso, que os arlislas (anlo lem admirado, nAo
he oque elle prefero ; se scu gosto mais delicado
que o dos mcus compatriotas, o leva para o que he
alvoe rosado, vaporoso e delgado, como essa mu-
lher que o povoseKuiri I... se eullini u.lo sou a sous
olhos mais do que urna conladina cominum o $ros-
seir.i... Ah!... desgranada, desgravada de mim t
Agora cumprchondo ludo... Elle ama e*sa mulher...
Aos pee dessa boneca coberta de rendas o do llores,
elle lancnu lodos os lliesouron tle seu corarlo, desse
coracAu que nunca possii!... E cu, pobre louca,
que inha |ioslo toda a minha fclicidadc em um so-
nho, mo fui mala do que um capricho de um dia em
sua vida de in.meoho. o IhUCO quo o menino quobra
quando dola est aborrecido...- Mas nao nAolole-
rarel esla bumilnsajo. So devo morrer dosprezatla,
ulh.ij.id.i eahaiitload.i, n.io Miccnuihiiei sen) ra-
volla o sem combate, sera lanear-ldo na face, como
nliimo adeos,ss maldlctes de victima...
E como nula lela niortahuonte erda, ruglndode
dor e de raiva, l.iudilla preclpltou-se na ra para
coirer.i casa de Temando.
(Contimiar~$e-tw,)
MUTILADO
11

^s


bam "f *r,r i
i iwmujjiiiilarw ir*~.
'"..........tii.n-it. : lio a viagem que o rei dos Bel-
gas acaba le o grande aconlecimenlo Ja Ilclgic, onde reper-
cule, como so pens e como lie junio, o erlio das re-
cepoflen brllianles feila) ooneu soberano. O ro
Leopoldo, eomoircilo.perrorreii a Allemanba rom
seu Olho, o duque de grabante ; fni o Berln, a
Vieiina, a Dresdc ; por (oda a parle enconlrava lo-
da a surto de distini-ooos espeeinen e de deferencia da
parle dos soberanos da Allemanba. Em Vieuna
menino, o imperador Iho den o cumulando de mu
regiment do enrollo austraco', n qual Iras do boje
ni dionlcoscii nomc. Nao rallamos das tosas, das
rov islas c dos con jocorac/ies Iroaidas: ludo islobo o
aconipaiiliamcnlo obi isado das reccpo/lcs soberanas.
i.iii.indn dissemosquea viagoM do rei dos Belga
lni urna especio de aconlceiinenlo publico he de-
baixo de mais de Hu ponto di vista, que o |k>.Ic-
rian riizer. Nao era por acraso a priineira vexque
o rei Leopoldo se iicl.ava din imuieriialn, tilo fami-
liarmcnlocn-contarlo aun os grandes soberanos da
Allemanba 1 O que riesoilo anuos de sabedoria nao
puderam Tazcr, no menos debaixo dcsle panto de
vista, os aroiilecinienlos dos ltimos annos o lize-
Eles leni levado es reis da Europa a reconheen-
rcm a prudencia e a habilidado do soberano dos
llelgas, o a nao se lomhrarrin inlciranienlc de sii.i
origem revolucionaria, que por mullo lempo o lor-
iiiiii siispcito. Eis-aqui pois. a joven narionalidade
belga, liberal u conslitiicioual om favor da Allcmu-
nlia. Se alguma colisa podosso tornar mois cncan-
ladura essa nova pbasc da siluajao da Blgica, he o
o principeWnririoiito da viageiu do rei Leopoldo.
Queremos KlUrdo c.-isaueuloroiilratailoonlre o du-
que de Brabante c urna priuceza da casa da Austria,
i archiduquesa Mara, lllha do archiduque Jos, ex-
p.iladiuo da Hungra. Proriirou-scfin vfuo senti-
do da ntv-4,........viagciu do rei Leopoldo, elle osla
liiiloproviivelmoulc abi,o cm verdade islo he mul-
lo sulllciciitc. Nao he para admirar que a Blgica
veja rom ersulhn esla fortuna do sua casa real e do
sna polilica. Ella v scus principes alliaudo-se es
maisilluslresc s mais antigs dinastas \suii
narionalidade saudada c honrada no mais olliri.l-
menle, mas rom un carador particular de riirdiali-
dade. De lodos osles resultado, ella he llovedora
sobretodo ao rei Lco|iolilo, c Ihc he recoohecida,
mas pensamos que nislo se limita o senlido desta si-
luariii.....va emais liinic, que rabo em surte .1 Bl-
gica. Ver nislo urna lenlaliva de un carcter po-
ltico mais gravo.qiic proiurasse remover as influen-
clas o atlinidades naliiracs, aproximar o asccndenlo
da Austria, lora sem duvida Ir llffl da verdade ;
alto podcr.i resultar ri'ahi senao nmos portaos cu
Blgica perderla o beneficio denla poniere mal bel-
la. Independenle, vcrdadeiramcnla nacional, que as
' circuinstnicias Ibe lem dado. Seje como Mr, o rei
l.cn.iohtoc o duque de Brabanle jii vollnr.ini para
Bruzellas, onde torero rccobldos rom nova- aceta.
miicnes, eo casamento do joven principe se f.ir sem
duvida em breve. A Blgica achara ncllo urna no-
va garanta de eslabllldadeu dcdiirnrao.
Pon da Europa, ha mu pall, cuja situaran criti-
ca cmpeioia pelo contrario cada vez mais. be o Mo-
lleo. Deludas a crina dos novo), as crines que
elle passa lem un carcter" mais Imporionle, mais
......del liltCI, porque .-ahe-seperfeilaiiienleqiic M
lala davida de 11111,1 11.1c.lo quasi Inda di-sulvida;
tratase de saber, se a nao-io mlica..... cenada.
.....111 ralada, sem apoio e sem prnlcooao, se chogarn
a rcslabolcrer-sc ou continala siiiueulca subsistir,
llalli esta situadio vilenla, forcado, perpeluamcn-
le anarrbica do pait; d'ahi e-ies incidonlcs calra-
nbos qu fa/ein que n Mxico m pireca com uiuo
presa, e eiilrelin a sii.i allliccjo. I'ergiinla-nc un
- dia, se Mr. de Haoiisset-llaullion nao est em oslado
de continuar sua avonliircha expedidlo do anuo pas-
ando dn provincia do Sonora: oulravex, lio o gene-
ral Lae, sovcrnadoi do Novo-Molco pela Unido
americana, que. de sua proprla ai.....dado, prcten-
lelevara frouleia dos Esl.iilns-liiidu. allll de un
vale mexicaiin. lio oulro lado, he o aveiilurclro
Carvajal que se lauca no llio Grande e nipOo
IrlbulsJoncIdadodeRoynosa, cima deludo i
lia nina oulia queslfo. QlMOl -nao na preside
do genual Piense as rolacoM dos Esludos-L'nid
do Mxico.' (i ultimo presidente, general Ai i
nao |iiidc conservar-se nessa siluacjoj relirou-fo
les de Andar o pra/o legal de neu poder.
Moje acslrella do general Santa Auna se erg
I.....no sobre o .Mxico. 11 cx-diclador descama...... j
em Vera-Cruz, clamado pofjema oleii.io quasi 1111,1
mine. fez-SC preceder de pomposas aiiiunuei.es c s,
dirigi ao Mxico, onde le/ 11111,1 entrada Irit1111pl1.il. |N
Na vespera tiulia-sc faite rovlver para ello o lilnl,
de capiae-scncral do oiereilo, dando-te-llio un
sold de 11,0011 piastras, cena do60,008 franeos,
O que be limo medida mu pouco singular no esl.nl.
linum-ciro do Mxico. (I rumor das rostan r da-
(vacuos se pas-nu, e o mais dillicil comeen, ga-
il Auna nao leve lempo anda de obrar; fe! apena-
mu decreto obre a mprcnsn, o qual lujeila indo,
os jornacs oulurisaiilu previa do governo ; ma-
quutiilu os jornacs fossem rcriuzirios ao silencio mi di absuiulo, aa quesloei debaixo das quae 1 o Me
xlco se alale, 11.10 ricixiiriiun de existir menos. S,,-
bo-so porveutura de un dos recursos evircinos. rilkj
peusamcnlo se leve, ao que parece, para (azor pa-
rara ainbicilo vankee'.' lora invocar pira O Al
co o protectorado da llespanba, sua oi-moln
Em Madrid, a iiiiprrn-n nie-nia se lem occi
bulante disto de mu modo particular. II pal
Oto bespaiihol esl promplo a cxallor-e nonio |
Enlrelauto a llespanlia esbi salisfeila, ao qu
presidonlc por si s, indepcndeiilc do concurso dos
conlratadorei.
E, porm, a |ei foi mullo providente a osle rrs-
peilo, pin-que, aulorisaiido no se 11 primeiro arti-
go ao presidente da provincia para adoptar todas as
providencial quejulgasse ronvenicnles, acorra do
contrato do fornecinienlo das carne verde, inden-
dn rnriudir o mamo contrato, se enlenriesso que
o bein publico assim o exigia no segundo artigo
fez dopeiidenle esta medida do concurso dos contra-
linlorcs, exigindo driles cipressa renuncia 11 qual-
quer indcmnisac.to, seja que Ululo fr, c borj a -
sim o obrlg.ic.1o de resciudirem o conlralo celebrado
com a carara municipal a rcs;ieilo dos acougues n
mesma pcrlcnccnlis.
A'visla, |M>8, dalo! ogoverno nao podo rescin-
dir o conlralo de 1......1 proprio, neiii do propria nu-
loridade, o tmenle res, sem pojo concomo o primeiro artigo da citada
lei nao |iode Icr elleilo. I de relio, cuino obler
dos conlratadorei rwmwm renuncia n qualqucr
MemKltacan, c anda mais, que nliram mao dos
acougues, de que estilo de posse por 11111 (crnin 1c-
B.il. sem a sua cspoiitancidadc' l'or consequciicia
"governopor si s nao pede rescindir o conlralo,
na ferina do arl. I da lei n. 311 de 13 de maio ulti-
mo, scinii asscnlimeiilo dos ronlraladores.
Bullo deve dar-sc o i.- case!, que cstabeloccmos
no diado artigo, a saber:fcicindir o ymcrim o
contrato de commum aeeoro entre a parte* con-
tratante*. \qiii consideramos o governo como au-
loiidade para execucao da lei, e como liarle no
convenio para cslipulacao de mullas condirocs.
Nem para a rescisao conccbeinos oulro incio scuAo
o mutuo lecordoj mas como cnlender ogoverno
Base arcorilo'.' Seci como ohrigacao por fi ca di lei
esuas cvndicOeil ou como deve ser, eaponlinoo,
livre, em viriudede umdlreiloadquirido?
A asseinbha provincial nao aulurisou o governo a
rc-dudir o conlralo senao porque assim lli'o reque-
ren.....sconlialadoics; lira |ior tanto claro conloa
luz meridiana, que o governo nao pode Impor nos
conlraladores o icscislo, mas Mo smeille aceila-la
na forma do arl. 2 da mencionada lei s ne -2
podem os ni.'-nn
acollar o favor
dispostos a iciiu
qiuetquer iudei
8U......libamos
iccordo conven
rescinde o coulr
aladorcs areilar 011 dcixar de
lei, nina vez que n.lo Mlcjam
ir o direilo, que se julgoem ler a
110
le os canlratadorcs por 1
Mil una resrisao, ou o goveriu
de proprla auloridado; oslada
ro que cena o monopolio, lo he, o proco lavado di
carne e a obrluacio do rornecimento cario. Bnn
poiili.iiiio- laulii-ui que o governo estoja couvencid
o lomborn he eala no couviccao | de que ni
he possivd conserva na acliialidade un nrec........
derado para a carne verde sem o monopolio aillo
rinado, e que para islo crea uum noca companhia, 1
fas com ellaontro conlralo. Eis ahi o :>. caso
que e-lilieleccmo- no artigo ji cllldo, Vejamos
poim, ei.lo hepos-ivcl.
Na aclualidndo nina comparthli.....va nao ollera.
caria a 1.....101 garanda 10 governo, .....que neuliun
honieiu dinheiroso, nroprielarlo.....logociinte, Ira
sacrilicar os sen. cnpllara cm mu nege-c.....uc s of-
lerece grande dcsvanlagcns (.c-11 crine in.......culi
ib.....usecca iniura. o anda mais pelo- oITcHos fu
ue-io. j 1 senlidos da ponlina esti(n nmada ; saivi
seo governoconvieaseem presose\ornilan(os, nun
ca 11.......- de l^'KKI reis por arroba no invern, <
1 .si 1:1 reb no verti, oque narenlidade seria un:
eenlra-en.o.
Pelos pi,.......axados a. Iiiabnenle o conlralo per-
de todas a- voxe ;" cada liol 1 usi,.....i. de 109 r.,
acilo do actual conlralo, llvcmos em visla avila
para o fulurouma crine fuucsla, e nerosembaracoi
|ra ogoverno. Juitut
mMmwMAk.
r:'!
Srt. rcdariorc.r.begou o desojado momento di
confundir o aniquilar os meus fracoi e Iraicociroi
calumniadores, que depois de inulilmenle so osfor-
earem por me arrastrar, o conducir ein sua carrelri
de abomin.ioes, torpezas o crinies, me obrigam hoj<
a urna disrussao pelos prelos, adiando para uso un'
inslruinenlo cceona pessoa doSr. Jcronvmo Salsa
do (le Castro Accioli. aulor dessa correspondencia,
ou quer que soja, publicada cui o sen jornal de 25 de
me/ paiaado.
Sim, seiihiires, he lempo de cumprir o que pro-
clti, quaiulo ao respeilavel publico ped suspen
seu juizo a respeilo ih-ssa publicarlo iniser.i-
vcl: que nutro lim n;lo leve, se nao cmporralbar <
mcii rredilo ; mas, sendo una inspiroc.ao de iulclli
acucias desenconlradas.dcixarao oSr. Salgado adir
dido c confuso, que nflo previo que ludo quaulo al-
legava seria boje fcilmente dcslrnido.
.Nao iinilarci o Sr. promotor publico nesse seu des
u provar duas qualilicacies, que Ihc del cm minha
anterior correspondencia, bem como a que elle de-
dudo do ilion Mlhele, publicado em seguida ih su
aecusacao, c piissando a rehilar lodos os pontos des-
di, dcixarei de parle csses elogios, que inmodesta-
mente Iribuloii a si proprio ; bem romo as record
roes de sua 11.....inice, educaran primaria, jugos in
lanlis, os bollos que levou do padre meslrc tarado
o outras fiioloiras, para a qiiae.ehamuu I atlenrai
dos scus conspicuos leilores.
I'iqucrerto o Sr. Salgado, que nao direi uina p.i-
lavra em desiibonn de sua vida privada, porque le-
ulio nina educaran cullivaib.....uno leslemunhan:
Indo qnanlM......wnhecom na cidade do Bccife.
desde a mais lema idade. I'orlaulo, qiiaudo 100111
-o- nao lioiivesscm, cu correria mu veo sobre essa?
fragilidades da mturea humana, que sao mais dig-
nas de rommiscrocao c csqueoimen'o... Entremos ni
queslAo.
A propo-irao, que.ivancci de poder o Sr. Salgad.
Kcupar o pi
1 in
upregado
ando le
, lempo ,lo
lando
infali
prado
perd
111.111;
CUS
, lem
p|. (li-
so lol II,
CillO-.
de 33
ipresenlcm
imlraladoie
, luda
se.......... lo
el Mlislaaer o
consiiloravl.
, abril e inaii
opi
-. 1111 de v orao. C,
te. cada n de >;
mu prejui/o ceiii
piohabilidados so da q
can, de agosto por .
IXIi......Igl.....-jiiooi
lo dcpo-iio- de que
unidos, serla quasi h
lili,lia lo
lipi
irmidade do
iitraliJo
oda. Di
ule
pio|
que
le-la
i,.,,,, dep
de seis 1
ulllcleiile
1 elle- o
ndeaipui
.ito de o
lilientr
; poiqiK
nlr.lt
ipoil
d.l il
para lni
01 para c
no sen Cl
osielaae
nniiell-o-
lilidu.....
loix.ii de f.i;
do rozes nun
.1,1. o lalve
mais do que islo
puado, o Tirar
caso gado al nqu
aiiu-loi adianliirii
111. I'.i-lo-liia mu
,oeo. -em crdito,
conlraladores I.....
criOcio ;...........
po seria i
eferido
rclnnle
-iitii-
1 pro
mosqueada leu
untos di veno
jairas
.Ibal.qoecnil
......lo me quei
I insullollii por
rn, na laido di
pelie-iodede
aojuiz de direi
K, publico
jslriclo in
opio leu
parerc, de Cuba. Naosahoui
aiii.u a no protectorado de su
indo das circumslanci.is actual
prever o ueriooi wm contar a
1110 do rcalfsar mu plano -oinol
ladns-l nulos. Aloin disto I,.
svinplomns dos aparo- em qui
general 8anU Auna Icr corla
zer, naodiiemos.....a tirar -ei
mas para fa/-ln parar no .leed
que elle eslif depois de Blgunn .
A China parece Miar lamben
crine suprema. II vn invsl -ri
olho da Europa a nlluacAo iul
paiz, acaba de rompe,-,e ote
tolla lemivel appnreceu na pr
qu
lllg
Higa c.......
1; lie multara
mpoasibiliiliilc
i.iiileili.........,
sem duvida 11
csl.i o Moxie
ionio multo q
p;u/. des-a sili
c da dissolue.il
111 vespera de una
que ene.....ianos
a d'aquellc vasto
monte, lina ro-
inciadoKnuug-ni.
Izinba do Canino; depois, avancando graduilu.....-
te, ebegou al debaixo dos minos de Nankin. (Is
gi'iiernes do imperador l'orain balidos ; 11- principacs
cidade cubiiam em poder dos rebeldes. As 1.....1-
iiiiuiacies entre o norte e o sul se ai 1.....1 interrom-
II
lia de M co
inpanl.i......
rclaeoe-, qu
lo cusa d
-lamos per-
uo una nova companhia sei
1 dngoverno, para oque :1.1o e-la
ti. ,oleaos coiilratailoro sao pe
podeni fa/cr o avaneo deasa soinn
Inm sobro o seu crdito. Sua lele
prcrerencla moeda pelos Imiideiroi
los ao portador alo moeda corrente 1
los leeiii negocio com o conlralo, p
linca do eolio. Nunca, em lempo alg
icrcio 1I0 gado levo lana garaulia rom
pote. 1 nudos lemp-is era usual c rcquenti
,,,,.1,, mnrehanles, devendo ginudcssomn
ro. Hoja lodo o negocia se faz
prazos curto e rerloa debaixo da 1
lalo.
lili Estamos em v esperad
matada Icnlar Ullll o
I de poderla Millar alna. S
los consequeneia toreada ; en
O nuil......10 he iiileiraineole
"'" que moncion.........
cao. xo possivol. Il.iv
o preco fossi
. unirs comal
0 sen
dq.li
ibis d,
pida
1.......me detorgii
o-inaiores porlgoa
.brisado a implo,
mandarina de SI
ivra, n paizparere estar
do, c a dymnaslla laria
Nonio apuro o govern
' o auxilio dos eslr.ingeii
iisl.ii Mipplicarain
ule
.Xilio .,
utorua
os un
'-Tac
o. son- Inlli
r.i lodos .pa
ique sito pas
a quehra do
.1- nos .....adol
dinheiro. 011.
ininlia dn ron
lorien
npie I
lia do
riso, e son,
:la, qumd
mine cutre
cune verd
111 a. que
.....
atialollo, pela
O pieeo hC II
lore--
.1.11.
ibl
.1
eco demonslracao, qu
documonlo de sua niupldei fnnila 1
dencia, a que respondo. Mas, dcv.
-o, o'niiie.i linsiiaseinliordalcnga.e
elle contra mira emprendo em nni
jk Pin un ollleiu que lrlgio a presid
le.de partir fui lidn pelas Hiberna
hulea o sanaleiro ; j ,,.1 defeu
reo nroduiio poranlc o delegido, q
vei dos lerinos Injuriosos, nun que 111
la desiia Cas, rom lurlota llaixll
ludo maio nllimo ; eOnilmenle 11
nuncia que. cm,, promotor, dirigi i
lu. prdindii minha resppimiilldade.
11 Sr. Salgado, dando una Ideado,
capregoa n......uifi......un empreuad
"lupri......iodo seudevore, oque
mullo boas nula- de di-linecoc louvor, quamlo CU,
lin c......ario provo. que Sino, be relavado, negligon-
I......mis-o. que rari-iuias vezes leu.......uncildo
do ciinie. i;,,, rrequento nenia comarca e CON-
TANDO Olio ANNOS HE EXEHCICIO, AN-
DA N\(f AITELI.tlI' 1 MA S(l VK/. (.11 K IOS-
SI- DETANTAS ABSDI.VICIVES. quoojiin lem
lljuslailie.....proloiidolloiiiiuenlo 11. I.
I- penan O Sr. Saleado que tejulniva bem garan-
lido de q......-quer iwiiniinac.os. por ler aprcsenla-
l<> una rollocrlo de allesladoaf Nao sabe que estes
n ida valeni, se o- helo do-n.....lem, 011 as aulori-
dado- q......1 lem linnado .lo dc-cinreiliiadas-.'
Pola lela o- docuinonloa na. -' c 3, e conheea que
10 jui/ de diceilo. que dio bou- alleslados Iho deu.
I............no,pie diado o lempo que > Sr. Salgado he
.....prosado 1.1-la r.....arca, islo ho DESDE (I AN-
N(i DE 1815 ATE IllUE, NAO ABRI JAMIS
I MA COKBEIL.VO! :.:
(I jui/ municipal, que lainheni Ihe alienta vivia
aqu negociando osrandalosame........un di......ira de
01 pliios e alsenle. : Vq|l-M o impoiianle docu-
inenlon. I, o conhcra-iequil cr.ia juslica de Na-
zarelh aulas doler os juina municipio, Duarle, e
liaralho, que bem C..........1. inferieran, no senil
desagradado demib funecionarios.
Pelo .lilcunieiilo 11.., pro-
I......i-' que lauto ,. al.....a, -
llnencia de sen cuipros", |
deve, o domis ho i.....riiu
o, documento n. (i.
Hoque at aqui telllio eX|>cndido. ICCODClUC Ovl
iteiilouioiilequooSr. Silgado he liibilualmenle ,1
ddioso. inepto o protector do (rima .....que ni
in
lelogado di
iprevitoc........iii
mo pasar 11 quei,
daauneiad.......j.
ment j foi publicado por esle jornal, csciuado he
pois reproibi/1 lo.
Esse omprego do |iromotor, os de delegadofj juiz
municipal dcllaiaiiliuns nunca requer, nem ped
ao aoverno.liz-ni o eoiuegui por Intereenrilo de ami-
go*. R j que (oquei em Caranbiins Ida o Sr. Sal-
gado o relalorio. ei.....pie o Si. Viclor do Dlhcira.
e.-picsidonle desla provincia abri a primeiro ses-
illo da asscmblprovinciald.i legislatura linda.
Qucm tem cm seu favor um documento desseses-
li limito nenio do ver acreditada ossa mentirosa
a-severaf.ao de ter cu fgido as carreira do um
lugar, onde exercia emprego, llnha influencia e
forja quo me apoiava. Inforinc-.-c dn Sr. llr. Ki-
gucira Cosa, que all re Icsleinunha ocular do meu
procedinienlo, e elle Ibe dir qual foi rt minha con-
duela, c se I., nao vollei nao foi por modo,' ou ro-
ccin do marrar, pois n.lo mo paOU jamis pela
idn ser sepultado naquellc scrdlo, nem mcsino no
dia SS de Janeiro do auno passadn, quamlo li/ re-
dar, sem a menor offusAn do s.uisue, um bando
inaior de Irc/culos sediciosos.
Nao quero elosi.ir-me, e |ior isso conlin.io.
Que o Sr. Salgado be um calumniador, quan-
do dizque o man,le buscar para a audiencia pelu
cs da cali;a, prava de sobejoo dncumciilii n. 13j
e por lano, nem mais nina pidavr.i 11 respeilo.
Essa anttpalkia yer.it de todo* o* habitante* dn
comarca pnrecc-mo sii caber ao Sr. Salaado, que
vivando incarcerado em sua rasa nunca be pro-
curado, senao de um |ipqueiio grupo de rixo-os
de-ordeiros que gelra Domingos, para enredar toda e-la eidlde ,
emquinto que cu lenhn as relares do que ha mais
Ivineslo o sisudo na comarca, sem ilislinguir ijna-
biri le pruebo*, poique nao escrevo, para ser
lela cm Na/arclb, onde o ser praciro importa o
men>0 que oirommuugado e digno de todas as per-
egnleoea c unios tratos, sem se Icmhraroni, que a
polilica actual he toda de juslica, tolerancia, mode-
radlo, e por cxrellencin conciliadora.
O Sr. Salgado na sua oolleccAo de mentira in-
venta, que cu me Inmei rnm o ranimandanlr dn ili<-
lamentn, como acontecen com o Sclptto. A provl
dessa menlira lio o duriimenlo 11. II. E quaulo a
Intriga doScipiao direi que mi Ihc,levo a llneza
de ler sido seu hospede, nem de Icr rile inorado em
minha casa, lodos salicm o motivo porquo elle del-
ira de hequcnlar-mc, nunca Ibe del 11 impon 111-
J.....o o cnusiderar meu iuimisu capital, e jii que o
Si. Silgado me acensa de ler processado anucllc of-
licialpor.ini dos scus crimes lauto vezes repelido,
darei ao prelo toda-as peras do proceHO, em lempo
conveniente, nloomlttlndo essa celebre -onione.i,
que o despronuncioil.
II finio de ler cu (-.insumido qunenla e lanos
dia ni formaran da culpa proveio no estado incen-
diario e de quasi vcnladcia conflagrad-Jo, cm que
estove redu/lda esta cidade, que mallo comeio*!ian-
ler para ilest'artoitosvlar-me do linnc proiwslto do
ez acabar rom os desmandos e \ me
de uina policia opproMora e vingallvi.
A hisliuia do coebeiro Cuilbermino' Lope
Armjo be pura lnvenc.no do Sr. Saleado, nu
Liberal contou km, o no o nlo iletminlo j c.
Icslemunbo do proprio l'.iiillicrmiuo, he porqui
se Beba longo desla cidade. .
Sr. Sais
rii. rallar
1 presidia
l.uii
pech
ourreiicia Jl o 1
110 Diario de /',
o Sr. Salgado te
do proredinie
depon a assisli
res. o arremato
lo de .....dos c.
reatado.
Concille o Si-
do un pioee-o.
deiiovembrnik
scuioii mal, pa
o despacho mi
!|ll ilihci do ii li-
lao usado e mu
mor do quid be
se um punco do prudencia,
1 arrematadlo u>c*eravo.
lio em que lamheui prend
seo do Paula Pila, cuja oc-
idciiie dala cidadeeaplicoa
eo. (1 qno in.11- admira he
liado ano farlo, e reprova-
I Inspector, e ronliiiiiaiulo
ala. .1,1 ti.i um dos lincadc-
icraviiiha. abusando da boa
lis, que na mesilla era inlc-
Salsado aruuindo-iiie pela denlo,
que esta cm poder docs.-riv.io de
'.......passailo. c que n.lo ni'n opn
1..... o dovido andamento conforn
9 profondo, que mi o Sr. S.ils.u
irio, porquonao se assemoll.aaos,
ca esquocido Flal Jatlitiupi
dio exigente em cobrar 2JIO0 r.
do Uve
i.lrc-p.ii
mamb
presen
.....lu I
ll-Cll'llOI
pro
edito.
idirln
lu merldli
mover n|
ntrario os n
rudo ,le fados 18o pllenles en
u.i......nuncia, o bem longo de
liid.idc de-es emprogadoe,
como suslenlaciilosdoscii ,
Alm di-so o i-piiloroiitradlrloroe Inciilisoqu
le diquello amprgido mais se manlfetla em o do
cumento n. 7. onde como promotor advoga acaui
de um hornera contra quem denuncia, quliflcand
de inhiuiladaasuanie-maden.....ib) I
Tendocomprovadoquanladine a respeilo doSr
Salgado, paturei a rcfular o differontcs punios di
sua 1.....usadlo,
loreveiier para iiiiin 11 epl
caber, de protector da cri
avisado de exi-lir unas
itirar vida ao airenSel
:la dei a respeilo. I lia. cu
fu
OSr.Salgado, quer,
Hielo, que mais Ibe de
ramosos, a
ser tolo.
.queches
libro do 111
la ciliado
lo. pe,
isla cidade
ch.qu
11 falla de carne cm maio e abril,
...... no reato do municipio, ou
nao de corlo, poique nessa-
,11-111.1.. exceden de O
ni
nu
is de
ilra-
i,p,
quo envas em cm soroorro do Nankin
guerra, ik que podiam dhpor.
(.Iiiobofcilodosvellio. projuizos, di
.linios rbinezas? A inda ha.......1 o- B
nrsulbihiiimcnle Iraluilos de brbaro*, cuja prese
cu cm alsuii, inultos da cosa a clemencia Ineigota
volilo Imperador lolorava; hojoewo brbaro -,.,
o-arbitros dos deslios do Calente linperio. Entre
; iin-llie- iischaves da Cl......; couv idam-n,, a ellos
uneuscaiihoes, para que invadan o territorio, para
quo silbara o Vang-be-kiing al Nankin. No he
nnisonliir! He ccrlainenlc una revoluc.lo. Uso.
vernidor de ifong-Kbug, sir Jorga Bonhan, dlri-
gio-se aprcsnadiunenle a Shanghai, onde fui rounido
polo coronel Marshall, minislrn dos lv.tiidos-l'nidu,.
A crvela france/11 r eslava iguabnenle n'a-
quello porto, desorlc que as des potencias prinri-
p.lC-, que eillrcll'i-m iclllenos C0II1 II Chilla, se lllii.im
roprcsonlailas no Ihealrn dos aconlerinieiili,- o po-
dem combinar sua aejo no inleresse roiiiiiiiini.
Cederlo elle ..- urgentes solicllacoe don manda-
rins, ojulgarlo conveniente inlorvir em una ques-
Uo puranienlp intestina, ruja origen o candor
nao oslan nimia he delorminadoef lie duviiloso.
11 nunUiru inglexdedar......n cmara deacommuiu
micelio bayia prcwriplo ao governador de Hong-
Kong que obse vas-e a mais estricta nentralidade.
A Europa nao ho obrigada a mostrar nina grande
ssnipalhia polos Tarlarns-Maulchuux: se os rebel-
des chegassem 11 l.iiiinphar o proclamasscm ,1 res-
I iiiiae.io da d)Hastia chinela, ella uiln prnlciia lal-
vez na Iraca: O mais prudcnlc, ikis, be eanerai
n desfecho que nem duvida eln prximo. (I-se-
ne..ios do pieloiideiileTai-pins ii.iiiun.inm que, de-
pois da lomada de Nankin, se dirigirlo ii capital
para dar 0 ulli.....golpe. Iteiue de* deu.c mondes. I
COMMIM'ADO.
O contrato das carnes verdes.
Tendo mis tratado ,los don- primeiro ra-os, osia-
bdeeiiios no nosso artigo inserto no Diario de l'er-
nambueo do 4 do rorrciile, iccitii das nio.liliciKoos
......Ilornroes, que exige o conlralo das rarnes ver-
do debaixo di pimcira,bvpolhcse, islo he. dacon-
tiuuaciio domesmn cnlraio ; vamos agora conside-
rar os casos scguinles romprehciididos na segunda
Ji)'pothosc, quo lio ,i.l loaUo. Sil aiii, pois o ?.-
caso:Itetcindi o gocerno o contrato de propria
outoridade. '
Compre advenir que .i evpri.-.uipropria au-
toridad*lUbi roinprahend......is ,, mi,i iinmiio,
man II.....menle a ..ni.uuUio en, tr|od da lei,
que he a que lem o |i .-i.d-i.lo da provincia ; pnr-
tantoexprhiiiiido-iin-pin aquella inniieiiii. s mo-
mos cm visla fazer mais saliente oca de obrare
iniposubllidade de fi
rom -olidas saranlia-
lu.ii-e novoc......-al.
.....lio sesilil-e-llia I
po.lo por nos no arl
eludido o conlralo,
iwrfi no miado, i
I........me.......-s
osaibiiruis do governo
vingariain com usura .I
sua ve/ronda o solpe.
pnMIea seria ain,.....,a
do .....lla IHl, OgOlCI
.....I Clise, -olan de til
nos do cuidado e de all
O [ilivo.ieo-llllli lllO II
inver.....e 11 .--2IIII nnv,
paoode.lou-.umns.aex
maio Ullluw, vei-se-hu
compra-.....uno.....1.....
Meca continua e -o proli
liio sabe Dcos.i que pi
SO bol
I di/ci, pode-so concluir 1
r-sc uina nova roinp.i.ibi
Bar e.......pionera ili.-eelo
caso do rescisao do actual
le OSOIlO caso pro
lural
o judiad
,;.,, o negoc
que .-.- irtillllt
meollo noria .,
111. iiorquc
la
lier : /i
o da carnet
nntr. delle.
pcior do lodos
nnirolu.....- no
r-JrttC
el ,1".......lovcro
se-hia a braco e.....
nseqiieuci.i, 110 nn-
npolil
uraprar 0111 ne ,1 ilIKI 11
.io.eoni abundancia no e
peiio dos raezes de abril
le repente constnmgldo
le I ti a 90 patuca, e ne
isa ale o anuo viudoiin
leiiamos carne fresca
.asador:
sor ton-
uto cerlo
rriaduie*
11* gado*.
miclptll-
l.iT.ciisii,
rigaeiio de
in
de Janeiro por dienta. ( povo, quo nao rcllecje cm
-mis neie-idiiiles. all ibuiria no soverno a 1
dequoeravielima.
Nenia deflell conjiinclura nao uearia ao o
seinio d.iiis recuno 011 dula medidas a te
sao os don- ultimo oasits proposita pnr luis, o
7. laxar o prera da carm *em contrato
teanencta um obrlgacUo da fornecli
K. fnzer o gnrerno certas CONcewta 01
ou rtfiatom, guognlsemm malar
fornectndo-llm gralit os aconguei da 1
dude ele. Em primeiro lugar Iralaromoi
islo be, da laxa do proco de carne, sen..
rorneriinenli.
Anteado ludo temoa noosai duvida I cercada
aul.iiidade do pre-idenlc a e-e lespeiln, e rremos
que elle o nlo pode fa/cr pela nnssa Icgi-lara.. vi-
seule. Supi.....hamo porem que pnde.c que o fu/,
qual seria a ronsequencin '.' Ki-I.i: lavado 1
da carne verde, lodosos marchante raspen
iiiuiieiliataniente a matonea dentro das h-egueziaa
comprchcn.lidas na laxa, e iFliiariiun os seus gados
para foradacidade. Bastarla que eaw dellberacao
fosseconservada por nilo dias para d.ii-se una ver-
dadeira irise popular, nao ao do cuidado 01I6 alllic-
ea.i, pomo iilede fuuoi.-tasrnnscqiiencias.
Orcsulliidnscriapois.qiic ogovanwnaa loria oulro
remedio senao suspender 11 laxa, o entilo a lieos
foren moral Dous auloridado publica. Noto cas
o governn lerla do ludir naSs com a rearenn don
marrbanlcs, mas linda com leda asapreheiisos
o prejui/os pcpulares. Enlao dlr-te-hil que o
govetno linda acabado com oconlralo.siinienle para
liamai sobre a provincia essa ralamida.lo ; dir-
se-hi.i que do proposito se liavia creado essa criso
do fomo c de majarla para icibranhar o povo ; c a
uiablndo deiin-ea isiioinnriii de uulros iiiM-nlari-
am rail plano, i.io torpes como immundus, paraal-
triliui-los ariiilocamento ao governo.
lt.--iii-i.ns agora lmente o h. caso nropodo, que
leseciinin. |air.l o -esuinlo artigo, niin ni porque
estoja vai lonco, romo porque piolejulenio, ampliar
e iPml.rar lo,la. aseonees-oe-, que ,. governo pa- ,
1.............adoi, .....11/0,1.....ipara nllrahi losa.,
mercado dealR captol. Para outiio naervamoa lam-
concliisAn do lodos o- noasoa argumonl
llirinii que 1
..i-.iun no-I,, cidade. p.
I'""- ........uni.iprovid
NI lado i-lo he que lu
lado, quin/edi depu
'"....."(pi do novembro do anno |n
si. .lo-,- I nu.leio Man,,lio l'iibilo, que por foi
ilsiim:.......Iie.....le eslava o aaaaaino, nem
pemela mandado,como ne vdenseme.....
rui......i,,-, que o Sr. Salgado......Ira mint onen
LogoquoosV.Jos.Ei.
si.....un.lei chamar o Si
aviso rocehldo; o qual fi
o documonlo 11. B.
Ofacloda rugida do preso Flix doSagui 1
via ser Ira/i,lo ,1 discunsoo, se o Sr. Saleado
hi.i- eiideni, quando lambem (ni processado o alte
pilo, doenmento... D.
Proleslo pela falnldado do carta de Brai M
ipiio, ,- Ihe Ira
respaila dessa Sr
o I-oli-
do Su
orpha
e -ahi,
a ler.
llethlll
V arsii
1......
.......a
pi-
la,lo
1 dia
lili I I
i>. porque
lliedinse,
lava lilis
ersa desla
.lorio do
im parle
sSei
relli
lo
e.io mal
11 dosenii
para.......rlvao;bei
inda
so um documento
1 ii Ira Mello.
Aalrocidadc de-a sil
pelo dncunie......1. III. q.
can do c.....ador do juizo
que aquello csi-imu pav
contador.
Agora vejt......imbcm
II......le enlao bem paler,
que tolerado pelo cs-ju
Mello, m dMiidelriiiiqu
um dos coiisiii-io- dessa 1
inphilns o ll.l-e........orno
"*?.......' i irnio o
ca. lom a .....deuda c a
cerlidiiu bina cm o lim
rlsoria do Sr. Sais
iho de minha fu,
-tus exurhilanh-s,
,1 don-laclo, por dio iuv
listidna nina avallarlo ni
laroilo din-para mira,
ido be di/i
":-.....'
e pura pro
miado, ne
r de- dias, e
Iros somonte
romo Raer um Inventarlo o
nuiir seis, oflerccendu pan. i
usado pelo oncrlvSu fgnac
eal.......
que'lle
,11, rele
~ li Un
he de
cr una
iciilea
11I0-0 a
llll.l.
rlidilu
ii.e-ni'
I
e reilev
hicumeul 11.
les os oilos ile.,e e.-crivo,
/ municipal llandcia de
ibernias, sendo alora i i-so
icsociocio de dinliciros de
cima juil ,lc revlmenlodenassar .....a
le injuriar sen superior le-
S.........
Uaspode c-iiu eciio o respeilavel publico, que
loo- leilo. i,,,,, serio esquecidos nao sahirci desla
comarca emquaiito niin deslruir nleiiiiinonlo 0-.1
Cocadt Caco, onde nodera cablr algum dos mes
-iieee .01,-.. lleidc Roer com que as lag mus do in-
feli/es, que alm da viuvez o nrphaiidade-c iieli.un
eoborloa de andrajos, suputando os horrores ,1.1 In-
digencia, -ejan, ouvusiid.is quando fr dispersa essa
familia de ctualMnu dn noile, que assenlaram de
ni,,
fiver n rusia do escasso palriiiiou
crriiln
non cu
inorlanlli
nos d,
OS, qu
dos (les-
te don
queslo
1 luga
da niasislnilura duran-
diversos ; lenhojiilgiulu
simas, nunca aceilei prsenles,
piules, o nem honraran, anda
iode.,i.ienid.iscnd.idaju-l-
nuirraji fni podado por un) in-
dividuo, que rae julgou fascinar com O MU miro;
mas, alm de o repellir rom dignidade, mande! o sen
interlocutor para a cdela, hn.....ki recolher o di-
nheiro mi deposito s.n al. rosullando-lhes d'nhi un.
proeio eiiine, diiciiiucnlo 11. 12 ; qnoni a-im pro-
cede nan se rchaixa a robrar indiviilanienlo uina
quanlia insiguillcaulc.
O Sr. Saleado a.-cusa-ino de Icr eu nidodemillido
do lugar de prnmnlor publico do l'io-d'Allio, por
tora chamado ebrioso Sr.Silvestre Antonio ,ie
tlllvoir.i Mello, in.isnrrcsrciilc, que poi eaM guama
facto foi aquello Sr. demillidoue delegado, e que eu
me dispuz a .leniuici.-i-lii cuino tal pranle a nulori-
.1 ule e.....pelelo. |-ili osla II unii',1 dOM\......' 'fin
Ido nanudlacomarca,andorwpellado pm todo, a
MIS baloliiiile., lano que ......1,1...........hl redil
10 governo, aanguindo a pecio Indas 1
toridades tocaos d......IS, c lodw oscldadf
, o vci-se-ba que.
nh
nlo
linii-1 eeiiuinios de ambos
dos polticos. Base do
Teilho "respondido quaulo be bastante
Erogado de palavra Incolicrenles, cuja eloru.-in
bem so pd......mparar a mu esliradinsimo c raiim-
hiip.....torillo, mas declaro, que nada di-so por al-
lenel.i .10 son 11......', mus sim por amor do publico
dogovarno, inlequem he,i-icr me jn-lilique.
Cidade de Naiarelh, Id do julhode 1853.
Ilemelerio Jote lellozoda silcica Jnior.
I', s. A mor parto do documento que apresan-
lo mo lirados por copia don origlnaenquocslaouin-
tosa 111111I1.1 rosposia, ao proeessu de reaponsablllda-
de Instaurado cunda mlm, por denuncia do Sr.
promotor Salgado, 1.....iros forana juntos de um r-
nelo que dirig ii presidencia qunola subslilui inlo-
riii.iine.il.- o tusar de jui/. de direilo.
EstavaXcconlieeida.
DOCUMENTOS.
N. I. Ocscrvfloprivativo dojurj e excnicK-s
criminaos eerUilque ao p desla.se em sen cariarlo
evislein BlgUIH proccnso crimes,que lisoen. cune-
en por denuncia do bach,ircl Jcronymo Salgado do
Castro Accioli. [iromoUa-.publico desta enmarca, c
bem assim so desde que csso bacliarel oceupa o rcre-
riilo eiiiprisu lem nppellado de alsiunas absulviei.es
proferidas pelo Jury, oquaes ellas scjsm.
-i Cuuipra esla pin pra/o breve, dando busca cm
lodo o- papis o livro de seu carlorlo. Cidade de
Nazarclb 30 de malo do 185}.Vtllozo da SUceira.
CerliO......ue revendo os piocc-o- crimes ja nub-
.nolli.los em jnlgamento, entre ellos arlici osso-
soinles proee-os leilos por denuncia do llr. pr,.....1-
inr publico Jcronvmo Salgado do Cnslrn Accioli. os
quaeasfo de Joaquina Minia da Cuiceicao, de Mi-
guel dos Aujos o de Orlando Alvesdo Paiva. Em-
qiiiuiio. porem, as appollscocs, nenhuma lem linvi-
d"Pela pr.......loria, O" SO sim pelo jui/ de direilo
pie-nlonio do tribunal dojun. lie o qno lenhn 1
rerlilirai. Cldldc de No/.uclh li de |ul(lo de IK.VI.
Em de verdade, Joaquim Thcndnrico de Alhu-
querque Maranhiio. Confornio, o ,-e.iv.i-. Igna-
cio 1 iiira de Vello.
n N. 1. (l juiz municipal e de orphtoa ordena
ansescriviies do -eu jiii/.o eelliliquoin ,10 p de-la o
dia, mei e a....., eiri que levo lugar a ultima corrol-
rao denle leriiiu pelu juiz de direilo docrime.
,, Cuinprain. Cidade de Nazarclb 28 de j.lnhu de
1853. lellozo da SUceira.
., llbn. Sr. Dr. juiz deorphaos. Observando a
portarla siipru. Ionio, ,1 rerllllrar a V. S. que livor
losar 11 ultima coircic.in neslii comarca cm o anno
de isli. Ororcridolie ventado. Cidade deNaxarclh
Sdo nuil,o,le 185.1. OoscrivSp de orpliSos, lg-
I incide Mello.
Um. Sr. llr. jui/. de orpruTO e numiripal.
Observando .1 poliuria que Uvera Migara ultima ror-
roiriio liento comarca .....o ai.....de Ik-".. O referi-
do lie verdade. Cldado de Naiarelh 2K dojunhodi
1853. Em f de verdade. Jaita Jote de .si
Bsbi conformo Joaquim Theodor
qutrqnc Mariinhn.
a N. 3. Oeserivio privalivodojurj informe ao pe
desla, quando leve tusar a ullini.i cinieicilu ue-le
Iciino.e quidn juiz que .1 ella pruccdcii.
1. Cantora. Cidade de Naiarelh, '> de julho de
1853. I''clima da Silcica.
a I lim. Sr. Dr. Teilho a Informar a \'. S.. que
a ulliina correieilo que leve lugiu no-la comarca foi
un aun de 1815, sendo a mesma feila pelo llr. juiz
do direilo do rrime Joaquim .Manuel Vieira de Mel-
lo, lie pois o que lenho .1 informar. Cidade de Na-
laretli Id de julho de 1853. Joaquim Theodori-
co de Mlmqiicrqiic Maranhao.
N. 1. termo do deek.rac.ao o entrega dedinhei-
ros do orph.ios o alsenles, quo fu/ o Dr. Jos II1111-
dciin de Mello, juiz municipal e de orphaos, aa
Dr. curador do orplitM e ausentes Gorvazio Luiz
do Si Carneiro.
ii Aos dous dias do me/, de de/embro do anno de
IHV1, nesta cidade do Nazarelh di Malla, provincia
de Pernambuco, om rasa da residencia do Ur. Jos
lliiinleira de Millo. |uil de ornliio e municipal.....-
do en WCriVO do ICU cus.....o lldnlMl, lili uiail.hiu
odilojnii chamar o Dr. curador geral dnsorplutos
o ausonlc, Gervasio Luiz do S Carneiro. a quem
disseujui/ que ueste nimiienlo acabava de recebar
piirliripacao da presidencia, de haver S. M. Impe-
rial nomeado a elle juiz, juiz do direilo de Principo
Imperial cm l'iaiihy. [pelo que nao leudo lempo de
concluii cario negocios perlcnconlos a orphaos au-
sentes, anles quo desso por terminada a suajurisdic-
cilo, passanitoa vara ao primeiro supplcule. quera
later a ello curador alguma dcdaracfto, e cniro-
gar-lhe lodos os dinheiro que liveoN em sen poder
pertcnceulcs a orphaos e ausentes, para quo elle cu-
rador fosse dando o destino coiupelcule por via de
guias claras, da maiieira usada tiesto juizu, dando a
jaros 110 lbe.0,,10 os diiihcirosde orphaos, e fa/omlo
juntar aos rsped vos Inventarios os llovidos rouhe-
cimentas da cnllecloria e fazei depositar un thesou-
ro os dinheiros de alsenles, depois de cscripturados
em llvros uucarlorio; C(uirquc |ks ejlojull uo li-
lil mais lempo do por si dar destino a estes dinhei-
ros, passava a fazer a ello rurador as scguinles dc-
elai.ii'oe- :
,i Deriiiriiu quo no inventario de Manuel Domin-
gues, rrioulu, snlleiro, havia a rccolhei nos orpliao-,
.....sli.....s, sosiindoadeelai.u-.io que .icah.ua lleta
zer, a qnanlin de lSflSO. Declar.....|u.......ven-
tarlo de Jaso liaoei.rn,lo Paula, de I Ion-I ,, ha,,.,
a recolher iiertenoenle 1 orphna Cundida ."ojh-.i. lie
,1.110,1 quonoinscolaiilldeJo-e ni.,, do Niviu. lia-
da a recolher |>ciieucoulo aos orph.ios llinllll, De-
rlarou quo no inventario de l-'r.nioi-on Ignacio de
Mello, da Aldeia, liavia o recolher pcrlonconle a or-
pl.iion a qiianda do jJJSI, denle dinheiro esl.i em
pude, dn cscrivao Ignacio Vieira de Mello a qnanlin
de lOOJOOO, como se v da obrlgacata duda a olle juiz
ditocscrivSo, quo agora paisa ao poder delle cu-
cessos, ,ao mesmu lempo quo loslemunbas ha de
Ir ellas, que prova.a em favor do dcnuiici
almil'usinlcrrogalorios feilosaofinado l-'ranris.
fva, que |iodcria mullo pegar cunda o den......
ni.lor, foi logo recolhkla eslii quanlla'dn inflo does-
CrlvSo, rumo se ve 110 inventarlo referido a folha ?S,
quo esla na colleclorin, assim be a parlo devida por
elle juiz em dito inventario lilsiWi. Declaren que
havia a lecolhcr pcrlcncentc a orphaos no Inventa-
rlo de lanada liarla, de Alagoa Socca, a quantia de
143*899. Declarou quehaviaa recolher |iorlenrente
a orphaos do inventario do Laurenlino remande,
de Admira, a quanlla do 12:19910. Declarou que
havia a recolher pcrlcnrcnle a orphaos no inventa-
rio de Manuel ll.iplisl.i, de Agua Branca, a quauda
de s'sc-.'iim. lio, 1,11011 que havia a recolher no in-
M-nlario de Feliciana Mari, da Chan da Palma, a
quantia do 2(>HV> deiroausento, rujo dinheiro no divo ser dado por
einprcsliiiio .10 Ihosouro, e sim depositado ; ha 111 is
nesle invenlario a declarar, que a herdeira Mara
leudo por interpona pcssoif iiedido asuaqunlada
quauda de ll.ijSISO, ello juiz nunca cnlrcgon. |Kir-
que osles que prorurovam uo vinliam munidos de
procurasao, e agora sabe quo ella herdeira be mor-
a, deixanilo um fllho ou lilhn nalural, a quem com-
pele esle dinheiro, deve-sc. pois, qual o nomc deste
urphaoassesurar-lhc seu direilo nesta legitima, c lie
ellejuiz de parecer que depois dislo fcilo se rcoolhu
.1 colleclorin o que possa locar 1 dito orphio, tildo
nalural desla herdeira, declara ellejuiz que nesto
invenlario linda eslu |uir ser pago de suas rusias, ,.
ello cede esto salario cm provrito de orphaos mais
neccssiladiis, a qucm elle juiz deve alguma iidcm-
uisaeiin pur nlsuma demora em recolliinienlos. De-
claran que no inventarlo de Felicia Marta, de Aro-
licuni.hsa recolher perlencjinle a orphtlos a quau-
da do !Mtj|-L>. Dodarou, analmente, havia reco-
lher no Invenlario .le Maris Jos Mello, pcrlenrcnlc
11 carpidlos a quauda de58*700, nqu.il dluhciro exis-
te em man dn eserivo Ignacio Vieira de Mello, co-
mo prova coma ubrisaeiin que aprsenla, o que foi
esta quauda loso recibida, c.....o so vedo inventa-
rio referido a follia 17 que esla na collaetorla. De-
clarou que evi-te para ser rccolhida a quantia de
iWm, porque deseonta elle jui/. 1*100 quo piison
a um liad.....r de boi, proveniente eslodinbciri.de
dousbois de ausentes arrematado pnr Jos Porlirii
Lobo de Audrade Lima. Dedliroo une havia a re
eolher da nrremnlacjio do um escravo comprado en
hasta publica por Francisca lime-de Ar.iujo Lima
scnhnr do engenho Cn-n ule aun-, dinheiro que c
isle cm mo dellejnii, o mah7M500 em man dn ea
crivilo lunario Vieira de .Mello, como prava com I
otu isae.in que aprsenla, 1 qual quanlla cm nulo d<
escrivlto ri loso recolhlda, co.....consto do aula
leii-iidii-a follia :l que esta mi eollecloril. Deca
r.....piehavi a recolher ncrlcnecntca 1 herdeiro
1.......ne- em Portugal do BuadoJos Franebco Man
leiro o CiiliniLiilia. ,1 quanlla de SONIDO, esle di
uhcirnhaven.de/ a nilhue dias Ihe fci eolreguopo
Antonio da Silva Pessoa do qual oliste dando ol)
tul/ I',--,,,, una .aria rio ordein para que elle jui
recehe-e lal quantia un Keelfo em niiln de Laso
-1"'......-pnndeule. mas elle juiz inropril.....O*
desla or.lcn aprc-cnla ario qiionlia. Iledar.....pn
havia 11 rcrollicr pcilciicenle a herdeiro ausente 111
iiivc.-ilario.le A......lio Peralra, de Brauna, aquau
lia de 009650, esto dinlielrolia poucus dias perten
cia 11 orphaos de Ponciano, oeonferindoe
\onlarlo de seu ov, ponieran talquai
consta de tal Invenlario, penando ello para
defra ausente, e por nao ser esta quanlla nun
nheiro de orplilos, ello juii o tiran da collectoria,
.....I.'cvi-ini por empraslimo ao Ihesouro, para Icr
de-linni......plente.....Me juiz aprsenla asara lam-
bem esla quanlla. Finalmonlo declarou juil nao
Ihc acusara eonscicncia dever mais cousa alguma a
orplios casenlo, sondo oque declarado eslava,
do que ellejuiz leve a piudeneiii do talar ola em
sen livro diario, do qual cxlruhio esla- ,1,-cl.iiaeoos,
qu
1 por de
venia
mudo
O ''Pie-e.....
rcm v isios c
existe cumple que o escrlv
obriga-ee a lato-lo dcnlru .1
licicnlc |i:ira dar buscas em se
ellejuiz quer inde.....isarludo.i
"H.homem .le .......aconiop
mu cnisuminii que eslejui/.o I
Coesafazcrorecolliimeiilosau Ihesouro
nheiro que clao 1 carga da cx-deposit!
ip.i rolo,
se mais
in dedal
1 olio dia
deix
1 ata
do
da
roeliej
lO loso o
pro-noli.
eolhcud
Ihesouro
orph.is,
pane de
pois dar
do resill
dn do la.
/orno lu
1 do Mello
antecessores .
riendas precisi
Deludo quanl
"rooce.....h-,
"TUS
nlituio, c
ehid.i, mi
oull.l- pe-so,
1 elle juiz, la/i
IccUra elle j
ule a orphaos c alsenle-. ,1,
ido l:7iJ#, o delodinhe
ano llr. curador, como do tai
curador rci-ci.endo-.i se con
.1 muquir as rielcrmiiiacocs do juil, r,
I que fo-se de orpliiio-po, e,.....estiran a
rom Juros oconi a clamas precisos do
II quem compelan! luis dinheiro e pe
senlo, fosando os des idos deposites, da
*.......a.ao em llvros especlaes, na fornii
nenio, o o juil so declarou por desobriga
dinheiros.pela enlrega que acaba defa
curador, de ludo para constar mandoui
JUIZ fa/cr esle termo no lino simulo d
lele jui/.o o que se achii archivado no 111
inuilo pegar cunt
se nlo fosse ao coillrario concebido em termos ou
Ihe sao favoraveis, c juslillcalivas da sua Inuoceiui,
isto posto, nao leudo as lestemunha referidas rci't
mencSo, so 11.10 de suspcilas infundada, e allenile,
do eos dociimcnlo do denunciado, esper
sejulguc improcodenle os aillos instaurad
nuncia, c o denunciado isenlo de culpa, como mu-
so observara a le o juslica. Naiarelh, Ni de IBOSto
de 1850.O promotor publico, Salgado.
11 Nada mais se condola cm dito parecer aqii co-
piado por niiin escrivlto nbaixo assignado. Cidade
de Nazarelh, ltdcjunhodclKi3.-Em reda verde
de. Ignacio l'ieirade Mello-
Esta conforme.O cscrivao, Joo Jo*c de Vori
llanijel.
N. 8.Illm. Sr. Joo Jos de Souza Ranuel -
Nazarelh, 9 do julho de 1853.Oucira V. S. re,
pimilcr-nic por amor a vcnladose, no principio il
novembro ds anno sassadu, niin foi por inin infor-
mado o alfcrcs Sripio de que ou liavia receblo um
aviso de estar nesta cidade un Issassino para lirar-
Ine a evislcncia. c que a possoa que isso rovclou-iiic
nao quera |u forma alguma dizer o nomc desse
assas-mo do quem mandava; c drlpoudoo
mesmo llfcrcsa tomar as suas cautelas c providen-
cia, qual foiaresposla que recchi. Consinla que
rae Sirva do sua respond para minha defeza.-Su
de \ S. attenrioso venerador c criado.Ilemtterin
Jote ViUoSOia SUceira Jnior
1 Illm. Sr. Dr. llonielcriojos Vellozoda Siivek
rn Jnior.\ ojo o que V. S. era su.i enra, leudo .1
responder que cm uina das vezes quo veio o criouln
Pedro, soldado e cozjiiheiro do alteres SriplAo com-
niandaiiio do destacamento, dlsse-mo que \. s. foj
.a avi-ailo, om como se ochava na casa de Jlo Pe-
dro um assassino viudo do Cruangy, para malaru
dito adores, o quo V. S. tazando ver aonlfcrcs Seis
pilo esta noticia, elle Ihc responder que era menli-
ra do- pniieiros, e que au nrrcdilasse cm lal cousa,
o queos piaieirosciiun quem alevaiilariun isso ; pon
que cid-nao se temiadepraieiros ; he o qumelo;,,.
itti a csso respeilo.
.. Naiarelh, 9 de Julho do 1853.DeV. S. alen-
lo respeilador venerador c rriado.Joo Jote ik
Son -,a fangel.
11 N. 9.t) cscrivao Hanscl, ou quera sua. vc/ci
l/,i, passe por rerliilaoao p desla o Ibeorda par
tarta que ordenou o proccaso pela fuga do pre-o Pe
dv tos,- do Sacramento, o patea opancamenlw li,,,i.
\ Idos nos preso decdela, cm consequeneia da incs-
mu rusa, isualnienli! o mandado de nutilic.ic.ui pan
as lo.l.in..,ih.is que juraran! em dito pocos.
.. Cidade de Nazarelh, 11 de julho de IS.Vl.-rd-
loso da SUceira.
1 Ce,tilico que revendo os aillos de qtic trata!
portarla supra, delles conaja sor o tbcnr da imbufl
pediriaoseguinlo :
OeacrivgoRangel.auluando la eomosdocti
mcnloaiunlo, passe mandada de nelltlcacao p .,
viren, dapor ueste juizo as toslomunhas Jone C.uiu-i-
ro da Silva. Antonio Tcixeira dd Araujo, l.e.indr.
dAuminciaeiii. Lira. Joilo Correa de Araujo. Jom
Gomes de Souza, e Manuel Doarle.para viran da,
poi no suniiniirin que se val |iracedcr no din li !,
crranle pelas 8 liorna damonhaa, contra o drena
Jos da Cruz Vieira Sripio Castro Quelroi de Mi-
celio, o o cirrcreiro da cadciadestii cidade .1.....piim
Jos de lloraos, aquello polos cspaiionmeiilns fcilo,
10 presas di mema canela, c este pela raga do pn>
so Flix .losdoSacramento; sendo tambera iiolili-
cadas os 1 eos e lesleniunhas para a terraacii
da culpa, visto ser o rrime aflisnravcl.Cun.
c'i'.Na/irelh. da SUceira,
(I llr. Ilemelerio Jo- Vellozoda Silicua Jliui
or. juiz municipal c orpIlXo desla cidade de Nazi
redil da Malla, provincia do Pernambiicu, poi S. M.
I. a qucm Dos guarde etc. Mando ao ollici.ies di
los, para -c- jii-lie.ique linio rai.uscrvcm, que indo este por iiiim
Iginu.i cousa assfguadu nolitaliiem as Ipslcmunlias declaradas m
>.. o ello Juil poliuria rplro ; I......coran aos reos roiisl.........I
, lempo suf- inesuiii portara, ulim do que nclla se cnnlcm e.....
ni,11 in-, que dia e hora delermiuadii.Cumpraiu.
r o sen tusar Naiarelh, 9 de abril de 1853.En JoJoJoso ilt
ser. Derla- Souza Hanscl.cscrivao siihscrcvi./ Wfo: da .sil-
mis declara- cifra.
. ma sao di- B mais nonio conliuha emdilaportarla o maa-
iiinjnsjua- dadoaqui lielme/klacopiados do proprio originis
deposito, OU a que me reporto nesta ridado de Nazarelh Ha .Mal-
- il.nl.1. por p-le la. nos II de julho de 1853.Esto conforme, o o-
ido o escrivto as crlvo.Joilo Jote de Soma Hangel.
N. 10.() jui/ municipal c de orph.ios onli-iu-
ulla existir na ao contador Demonio Jos Piulo, que cmu-l.i d.i
ccrlidio do cscrivao Mello por rupia Junta Inrorm
ao p .Iesla.sercrcbeii do inesmo joi-,ilsiiiuii orden
vocal, ou por escripia, para contar no Inventario de
Jos di llanos Lima, (i dias de estada em lugar ,1o .i,
C se 11,1 avidr.io.io dos Trasodlos Tuni.ilnnpo e I'.imiI-
e.uili, que se proceden por precalnria viuda da villa
de Isu.ir.iss ibe foi ordenada Igiiaimonloa conlngem
de Sidas para o juiz, o :l pira o cscrivao, sendo ni-
do bao contra o quo so ovldeneiava dos termos das
suhredilas avallaeoei c invenlario. Declare liinit-
.....:........Ion ao mencionado ce,nao iiiformacin
alguma, para servir do baso 11 rcrlidilo pass-i.ia a re-
queriinciilo do promotor nublico^-Campra.
ieposllos o Cidade de Nazarelh, i de julho do 185:)./. -
tniin. h:o do Sllctlra
i lal
-la lu
di-
1 pro;
nnangel.
d llbn-
ttSnV&
le Mello. Gorvazio 1.1
E-ta conten
exlrahi tioiiuei
nesta cidade do Na/arelh .1
julhode 1833. Eiu fe do ver
de Mello.
1. Esll 1 auliii-me.Jooqii
juergue Maranhilo.
a N. 5.-II/I, llr. I gil.
que lando requerid., carta 1
de Nazarelh, alim de seren
'......id Jos Francisco L01*
li......ise.i de .Mello Brrelo,
Mai 1,1 de Barro Barrete, r
pagamanta de urna letra mi
lile-, vencida em ande 111
cante rreiidocoao.......Mea
ion acedo ordinaria com......
., ciliado,. Eu Ignacio
i-revi. Jos llandcia
lo S Carneara,
rio original d'ondeolo
;,,,., que duvida raen
os ein, o dia- do me/, de
ilude. Ignacio 1 ieira
m ilieodorieodc.ilbu-
1,10 Neis da Fonscca,
roc.llorl pira o le mu
lili citado o leiienle-
-s I una o D. JoaniM
viuva do coronel Jos
SiSWSEltfSS
llio do 185II, e pelien-
ie. que por ella Int.
lol noslojuiz.
.nha, por ser nqui domirili:
ros herdeiro daquclle fallecido
r-se extraviado a referida prca
.....I".......i" Lapo Liint.....la iirevoiecendo
loridlldo do .lelogado do policia. que ezcTCO
enclonado lermo, tomou-a ao ouTelal dojusli.
dos tilia
mol, nuce
, por inllii
1 fui cill,
elle
qu
;.pl
di
nu -mu liu
V. S. Illu
que
'OJura! pelo.......equer a\.S..p
mandarpassar nova prccalorin, pan
com salva da primeira. E assim ped
Sr. Di. juiz de direilo dn civcl o do rouiiui
Ihe delii.i. E II. M. Aid.isu.h. llego.
.1 Nada mais nc cunlinha cm dita peticn, a qual
scndii-mc aprceulada profer o meu despacho do
Ihoorscguiulc:
a C.......reqiier. llocifc. 3 do malo do 1853
Siten animarte.
a Emula mais no conlinha em a pelican arima
aqui copiada do proprio original, que se acha 11,1
pcelo, i.i que 1110 foi apre-enlula, a qual mo repor-
to o val nem cousa queduvida taca. Cidade de Na-
/aiclh, aos II do julho de 1853.
(Est .....forme. O cscrivao, Joao Jote di
Soasa Itangcl.
.i Mandado de tapiara.
N. (i.(i Dr. Ilemelerio Jos Vellozo da Sil-
icira Jnior, jui/municipal da cidade do Na/arclh
provincia de Pernambuco, [.el. Ini|ierador oSr. D.
Pedro II. que Heos guarde ele. ele.
,< Mandu aosotlioiacs de' Juslica,que d'anle inini
lervem, vao a casa de Jos Francisco Upes Lima,
norador noensenho Piudobiil.c o prondim, fi/ou-
lo-o recolher a priso d'esln cidade, pela denuncia
.....a por Luiz de Albuquerqoa Maranhao, por ler
lendido urna escrava, que si ochava hyt........cada
lvida, do uno he rcssioniirio o dito de.iuii-
qu
came.
Cumpram.Cldado de Naxarclh -> de julho de
1851.Eu Jlo Jos de Souza Bangel, enrivau
sulacre vi. Velloso da SUceira.
1. E nada mal se conllnlu no mandado cima
aqui licluicnlc copiado do proprio original, que me
foi aprosenlado ao quid rae reporto, e val sera cousa
queduvida fac, n'csla cidadede Nazarelh aos II do
Emrurapriuciilnn portarla infinnlc. Inf.
qiiiinln a primeira parle, quo minia recebi de V
S. ordcni nlguma. ncni poi escripia, nem VOcal.PI
.111.....tai ns nulo-do que Iluta 11 mesilla portaril
"".....nlroaquiesqucr o cu, quaulo a c.....asol-
d- referidos aillos, ruino ja dccorrain nlsiius meza
O nao leulia-os em meu poder, lulo Idilio leinlii.iii
a quintos dias foram rontados, e aeilerasjicil.....i
nhuiiia Informaraodil ao cscrivao Iguaria vieira d
.Mello, pelo que he menos exacta a ceriMao ilclk
quando dala desla parle. He o que lenlm a infot
mar a V. S.
u Cidadodo Nazarelh, 1 de julho de 1853.I
contador do juizo.Dcmc/ito roas Pialo.
1 I mais se mo conlinha cm dita portara, 1
I informadlo aqui copiadla dos proprtos origfnaae
que me reporto nesta chinde do Nazarelh. aos II
dias dn inez dpjiilho de 1853.Esla conformo.....
criviio.Juo Jote de Souza llongtl.
.1 N. II.Oeserivio Mello estrato de sen i-m
locnllu lindo, que com osla Ihe serprcsenle.o lien,
dn audiencia (lo .ido iiovembru do 1111110 pastado.
a Sala das aadieneias t-de julhode 1853.le
(oso ila Silcica.
,1 Em imprimante da portarte nota, o cm vlih
dn prolocolloreferido, que servio na audiencia di
.5 de novembro do 1853, culo lermo a que ella ne re-
fere be o seguinto: '
: N'e-1.1 audiencia foi polo juiz publicad., ., 010
noiae.io do lugar de curador de ornatos c nzanles,
n Dr. Gervaziu Luiz de Su Carneiro, ii.raieando na
mesma portarla ,10 llr. Salgado, e pelo curadoi de-
iiiiilido foi a este juizo entregue 3 doeumenloi por
mim oserlvio assignado, sendo om da quanlia dn
2009000 n., que son devedor ao llr. Josc llaiidcini
.u- Mello, cuto doenmento nao qnereodo o jnh
rereber. por ser divida particular, declarou o me-
mo curador que csso dinheiro ahogado no documen-
to era pciiriioenlc 11 orpli.los ou 1111-ciilc, como de-
ver.i ciuisliir de um termo cxislcntc no livrix deeu-
Iradas; osesiindo documente lie um recibo panudo
por mim cscrivao .10 rcterido llr. Bandciro de
399700 rs., perlcnccnlcs aos orphaos herdeiras no
inventario dos hens da tinada II. Mana Jo.- de Mel-
lo : o le
, hl
julho do 1853.
Esta conforme.O escrivlto, JoHoJoi de Sou-
za llnngel.
i, N. ". OescrivaoMcllocciiilique ao pe desla
o Ihcoi do parecer, que den O promotor publico Je-
rnimo Salaado de Caslro Arciolv nos autos de de-
nuncia, que o mesmo promotor deu ucranio o juizo
municipal contra llcrnar.liiio Jos Serpa, cumpla.
0 Nazarelh, 11 do junliu do K>.i.Velloso da
Silcica.
1 Cerlili.o ser o parecer do llr. Jornnuiio Salga-
do do Caslro Accioli, como promotor publico no
prooessii .1 que se refere a portarla supra o 90-
guinlc :
1 Nao cxisioni nesle auto de denuncia contra o
iusi.il, Bernardina Jos* Serpa pravos ais.........
"".........indicios valiera........, pira que posna |-
.1 1.........n-.ad., pelo-ili,il,i ileroillin, o falsilla
; porquanlo, as l.:.,lei,,ui,',.i. que ,iep/ei.........
aulas sao hua- .1. ouvida vaga, como laes nao po
lem ini/ei eiiininiiliiliide ao denunciado, o que lu-
lo so colllgo de seus jiiranienlos em ainhn- os pro-
ribo do 799500 rs., que a
mim csarivgo enlregou Prancl.....Uoms .le Araujo
1.1111.1, pnr cunta do p-rravn Cosme, que irremahu
pelo juizo de alsenle*, declarando n'e-ses doeumen-
Insciil'rcs.ii ossa quanliaaojis o Dr. llandcia
de Mello |iara Iho dar o competente destino, los"
que me fosscn exigidos, c recebidos pelo juiz os .1
documento ordenou que pira a sagulnla audiencia
lo.-o nun idado o curador nomeado para assislir a
um Came nos llvros de cscripluraciio d'enle juiz.o
quaulo nos documentos numero -2 e :i mondou fo-
sera junios aos respectivos aulo's, c o dinheiro rceo-
Ihido o colleclorin, na fornia do lei. ieifo: da
Silcica.
.. Cidade de Nazarelh I- de julho de. 1833. II
e.rrv.io do orphaos, Ignacio Vieira de Mello.
11 Est conformeJoaquim Thcadorico de .llbu-
qiierqiie Maranhao.
Termo de ochada e depotito. .
N. 12.Aos acidias do inez de dczcnibro rio
auno de 185* n'csla cidadede Nazarclb prnvin.11
.U- Pernambuco, em casa da residenciado Dr. Ile-
melerio Jos Vellozo da Sidcira Jnior, Juta do or-
phiioso niuuiripal, ondeen cscrivao de sen rarso
nu- arliava.ahi foi preso em nagranle Manoel Joa-
quim de Anidado. Irazendo com siso a quanlia 1I0
3(9000r.,'a nalier urna miln de -(Kt^Kio rs. c i
mocria rie onro .lo valor de llsOOO r. cada 11111.1
cuja sedla de -200.1000 rs., he Oriunda pnr Man- '
Comes do Dliveira Coulinho.c pclodilo Manuel Jon-
qiiiui .le Audrade foi dito na presenca das leslemo-
nhasabaizp nomeadaa c asslgnadas. que elle i
urdciu c mandado do Joaquim Corroa do Ol
Aii.hade.senhor do engenho Canna-Braba,
dita quanlia de :i(KIBO0Ors. para da la ao joi mo-
nicipaleileorpha.HDr. Ileinelerio Jos Vellozo di
Sidcira Innior, .itiin donhlcr do nuininjni/ o
...rdoiii.ii do Inventario quo se eaM ptnceslei
pe obilo.le Joaqilhn I..... i olho do Mello. 1
nara o pasamento dn sha polo adjudlcacSo quee
uii lem de lazar pelo pagamente i tolalu
genho Canua-Biaba por un
Irn
l.e
IV
toe
divida do dito Ci


Jado
.llc|r,v|c no acto do inventario. JastiflMdl u.
,, i nd oaniinad-yiao so pe,, dito hu.
1 d-ciu lirias tcstcmuilTia. abano aisiiu ,,i,iii fime diln qiiantio rccollmlaao dcpo-
,-,l ,,uo liara contar so fci o prrsejile ler-
,"',.V ,'i-nuil "" dito Manoel Joaquim donosi-
."' o Icncn......as. Eu lunario Vieira de Mello
Kmiui de Andrade, llcnriquc I.ui/ l'creira de
|tc teferino d'Ornelio Cunara. Keinaldo
"rancisen Moroir.i da Silva, lien
.....
I.i
, |..i
c!","l'in,',li' Mi'ii.io Cnulinio, Jos Jamiario Sua-
do Carvallio, Anlonlo
;;:)';.;;o..i;vrii"ioEii/i
lo ds Carvalho. ..,-.
i Est conforme com o nrourio original d onde
.. i, eitrahi belmente, e val sem cousa que din ida
11', i n'csla cidadede Naiarclli.aos Odias dmenle
dweoihro do a.......lo 1832. Em t de verdade.
iacin l'ieira 'Ir Mello.
,, Oniirino.loaquim Theotloricode Albuquer-
,,,! >/fll"flAl70.
. |;|!l. M-nliores ndt ligados dcsle aiulilorio
nKcsIci.querendo, ao p desla; se na audiencia era
que leve lugar a rcquerimcnlodo collcclor do inu-
icjnio por parle da fazcnda.a lolac,o dos empregos
deiesllca, naeforam p;ira esse lim convidados pre-
Cfmionte os Mesures scidiorcs advocados, c rallando
n advocado SalRldo nu manden por un odlcial de
tatuca ilitcr-mo na audiencia,que nao ia porque nilo
quena r iiuiciicm o ubricata, ao quo res|ionili que
rouHtileaa) inhiba animidad,-c qnc seo caso fusse
obrigalorio o uiamlaria buscar debaixo do vara na
fonua da le. .
Cidade dcNa/arclh, 1 de jnllio de 1853. O
jui' iiiiiiiiripal e de orphios, llrinrlerio Joii rf-
]ozodu Stlreira Jnior.
Cuino advogado do foro ful convidado prevhv
wnla |kii V. S. para a audiencia, cm que levo lu-
ar a lotacilo dos ofllrios do (itlica d'eala Icnno.a re
gacriuienfO do ralleclor nsperlivoodepols da abar-
la r--i audieiiria choguu oollicial do juslica l.oan-
drod'Aiinuneiaclo Lira, o diste a V. S. depOM qnc
iiiierroiiou, aUabavia avisado ana da mala ad-
to los, que o Sr. Dr. Salgado (lamban advogadi
,1',-ie auditorio) llio dissera que nao c.....pareca i
1230 accas farinlia ; a Manoel da Silva Sanios.
:lll ucean caH; a A. J. de Sonso Hilieiro.
92 rolos fumo, 2 caixi.es chapeos; a Notaos
Com'panhi.
ti sarcascaf; a Manoel da Silva Aniorim.
1 caiio chapeos ; a Joao Pinlo H. do Sou-a.
I caivSo chapeos; nJoaquim deOliveira Mala,
I dilo sola ; a Domingos Jos Fcrreira.
30 saccas caf, 150 ditas farinlia ; a Manoel Ho-
drigues de Carvalho.
36 -acras caf; a J. J. Brando.
30 .lilas dilo, 1 caisflo rape ; a Marh.ido A K-
nheiro,
30 soceos rarinha ; a J. V.dc Barros,
!)2 saceos feijiio, 1 barrica oigalros ; a Aiiloninll.
da lloiha.
83 saceos rarinha; a Manoel A. (.. Jnior.
Sumaca brasiloira //r/iVi,-vinda da Baha,
consignada a Domingos Altes Malheus, nianireslou
o seguinlo : ...-
7 Tardos brinl Iho ( a Me. Calinout Cnm-
lealiso leeidosdaalgodlo ; aJ. ll.Conslci.
1 caita tiuliii, I diln com 1 cspclho ; a Deanc
Youlc & Cninpanhia.
I sarco cacao : a II. II. Sttefh.
i cabio Mpateea ; a Pulirarp.
II duzias de Jacaranda, 1 o inciii dita dilo cm lo-
ros ; a Antonio do Almeida (ionios c\ Conip-inliia.
!H) fardos algnilo, !H) sacias caf pilado, l.iO ditas
diln em casca, I radrira de arrner, 2 du/ias de Ja-
caranda, < loro* de dilo, 118 raidos rumo cm fdha,
HIK) qiiarlinhas, 11 caiv.ics, I 12:1 caixinlias, c I amar-
rado charutos ; a ordein.
CONSULADO QERAL.
Hondimcnlo do dia I a Ifi 29.013J096
dem do da 18........1:5839630
EDITAL.
S
I) l)r. Cutlodin Manuel ia Siha Guiiiiarilet,ju
tle illrell ta trmetra vara do confenlo tiesta
cidaile do llecifc le t'eniamhurn, por S. M. I.
e Ct, o Seiihor I). Pedro II, i/ue eot guar-
de ele.
Faco saber ausque o preseute cdilal virein, que
no dia 8 de. agosto prinimn fuliiro, so ha-de arre-
matar por vcuda.a quem mal dn-.epnis da audien-
cia deklo juizo na casa das audiencias, um sitio silo
no Curato do Crelo, avallado em .'lOJUOO rs., |ie-
nbnrado por esceucAo de Jos de ucircr. Lima, ac
herdeiros do liudo Francisco Jos Luduvtoa.
E para que chcgiic a nolicia de lodos, inaudci pas-
sar editues que lerao nablicados iiela iniprcusa c aul-
lados na praca do conimcrcio, c casa das audien-
cias'
Dado o pastado ncsla cidade do Herir, aos Ifi de
julho de I8."i;l. Eu .Manoel Jom da Molla, cscrito
illisrreti.
iisioiliii Manuel da Siten (Ininiariief
DECLARADO-ES.
31:4969716
nies.
ule .iiiiticucia, porque a bao ninguem ooliri
., .ni conscquooela do que out la V. S. dlier lia-
ra < fallado ollicial de juslica, que o referido advo-
m I,, Mr.Salsado rMpellaaaoa sua aulori.l.iile, pois
que romojiil linha jurisdircao para o mandar lu
(II doliaiso de tara. Ileoque peiTeitamcnli' morc-
. ,1. ajllrmo om ti- de meu gro,
Cidade do NazareUi,? dojulliod1853.Oba-
rliarcl, /ooya/ai llygim a Molla SHctlra.
o iti'lii,i-iiie ao que llca dito noatloslado tnpra*
Qdado do Nazaralli era ul supra.Gerntio Luiz
,/, fui Canielro.
Itrliro-ino ao mesmo jn alleslado. Naiardh, s
te juIIki do 1853.Advogado, Manoel da Molla
Illin. Si.Km resposla ao tea ohlcio
lenlio a dlicr-lho que, leudo chogado
nao
S.,
N. I
,l.-i.i dala
.-I i......h
II.:' IldCSI
e i1......'.
uni ale
Ikulares,
, llcosi
nindadei
lo iii.iinproxinio passad
oslo do lar a inenoi desavoi
iiincnliuma das auloridads
la calima e consderacAo do
tin o que milito me honro,
nardo a V.S, Ouailid do
lu Na/aielh, I* de juliio de
ir. I>r. lli-iindcrio Jos Vello/oda Silveira, jui/ i
irnaldesla ridade.
m h'raneUett Jnlonioie Son
Eslav.....ccoiilii'iiiliis. d
al bol
,a rom \
i locaes, go-
n.esinos par
leslacamenli
IS.VI.lilil.
<:ainMin
DIVERSAS PROVINCIAS.
II.....lmenlo do dia I a lo ... :i.Vi'.>
dem do dia 18........IKIljKHfi
O fiscal da fraguurij de Sanio Aulonio, cdin-
pra para o inclhoraincnlo das ras desla (regueiia.
canoas de arca : nssini comu contraa crnicas Mira
condu/ir a iiie.iiui arca aos lugares em que ba ma-
Ihoramcnlos Icm de se proreder, quem pois por me-
nos tequicr encarregar desses Irabalht, eolonda-
se com <......iiii fiscal, na ruado Hatigcl, sobrado
n.tl.
BEAL
COJII'AMII.V
INGLEZE8 A
:ll-|l.'i
Exportacao'.
Parabiba, biale Tra Irmaos, de 30 loneladei
rondu/.io o stguinlc : 87 tolo.....s faiondas, lli
varoes de leo, 7 riioa de dilo, l volumes miu-
dc/.as, .">l dllOI inolhailos, i lahoas, 0 saceos cun
robre c nioda.
lienova, barca sarda fuoni ceniuri, .le 342lo>
nidada-, ronilu/iii O SCguinle !1^350 saceos com
I ,750 arrobas de anucar.
RECKBEDOKIA DE DEMIAS IMEUNAS l".E-
KAESDEPERNAMBUCO.
Ili'iidimeiilo d.idia |K......
CONSULADO PROVINCIA I
lien bnenlo dudia I a Ifi .
dem do dia 18......
COMPAM1IA DE
l'OK Dri
1:2169120
39:3079055
1:2219183
.SliUO A l'EIHil.
Pedimos
.it-i.tj.io' de
posta ''.-" S:
i lanr;
(cm i
i:
M.ii rcpeiiliuH
i pui qucliradi
litara fura da
do um
,1-1 CNI
publico com mere lante,
t. JurisconsuHo*.
lu po UucmUt ven dovodor
ilo una |ioiirfl.i, na ojual w
lenob dim) n mosroo crodor
isi oh luja sen ilono, (ode-
ctiavo*! o ns fosse dopoailar
|i.ulirilt.tr ?
i)U0 e*l 0 reo r"in|i|i.< .le
10:MIS038
MlHIOIWi-
PAUTA
mitr do (pwucar, nlgodao\ < maft
ot/5, '/'"' *e denpurhnm na miso iiluihi iiv PerttambHco, na
o l>7 dejulho tle IK.V.
iflucarcmca\al>raiiro l.aqualidiide
do* /.
gen
tf
emana iir ix
ilROd
d masr.
l>.ir. eaac.liranc
o n manca
reflnad......
i cm i>liiiia
I.I.
lll-


qua lutado
Es|)irilo
nr nonio Manoel IVisoio \ IIih-
llaestu o-l.i na rcliK'io dcsln i'.a-
I bancarrota i
I BAm cuj flpp
| |llnl.
litio roo er.i itoIih por lirllii que a inda se
liavia do toiH-cr diuobdc mnanno do Pedro Alvca
riii'". neaoriaiilc daridadodo Pendo, daprovln-
ri:i das Alan'att, o londoo lucerno Piros comprado
l;i:)nwni do w. de faiendas, em casa dosnegoci-
aolo4Araujo^ Hlhs, eslava em casa do advogado
Antonio Jojri da Silva Trivass rstpassanda n elare-
su do -o.i compra, qnanilo fui chamado a porla da
r.i-.i, e anvIiaUMlo sem chineo, amn de nao passar
.h 11 iii/!i> do sed debUol
Ummndo sua luja o reo Pefr
li/ci.iui (i lilo Pires .issicii.ir nina pe
dar*|H>r fallido !! Pelli osla assfgnalar de pe
mi.. Pcaolo laura pires para tara de sua
i pru|nii'ii,i lo, al sem cliapdoi < lite feichando as
, I.i/ das cliavCS deposito em mao
cm cardro .
le auuardenle.
Vuoardciilc (adiara .
Ir ral.na .
clilaila. .
enebra......
Licor.......
Aitii/ pilado em casca.. .
A/cilr dC
urrolu
i.i i
ipi
Cacau .
Avess
Bolachi
Biscoili
Cal.- Ih
maiimiia. .
mciidnlm o de
I- prive. .
|W|>aeaio
'anada
. boliin
. ranada
. nairafu
uinalqueire
. ranada
-;|.Vi
IgOSO
I-liai i
.-.'llKI
ISHOO
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9 i:iti
".<>!
g300
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SIH
^IWI
rioo
siotl
>:iiiii
ieio
ll PAQUETES
VAPOR.
.Noiiia ji desle mei
espera-se do su) o va-
por Sevcrn roiii-
mandinle Smil; o
U-"* qual depois da demora
lo eosiume, seguir para Buropa: para passagel-
'os, (raale na agenda iu i-, ra do Trapiche Novo.
( lllin. Sr. capMSo il( pullo desla jH(i\iiina,
om vhiudedas orens estabeiecidas, Convida aspes-
u quo se fiui/cicm engajar para servir a bordo
dos navios da aniuda, ocormsdomarinha. Secre-
taria da capitana do porto le Pernambuco, i \ de
julliodo lt3.O secretarlo Inlerino, JoSu fibeiro
Augntto dn silni.
PAQUETES A VA-
IVEHPOOL.
No dia '2'2 desle nie/,
espera-te y vapor argentina, o
pial depols de nina lle-
nura no 12 horas, se-
gira para o sul locando na ll.iliia, Hio doJaiUro
o Montevideo: |ara |iassagciroH| Irala-soeomoscon-
sigiialarios, Ueanoioulo & (jinipaiiliia, na na da
Cadoia.
o lllm.Sr.Jo3o llenriques do Carvalho e Mel-
lo, capilfio do pnrio desla |irovfncia( manila (azor pu-
blico que. em virludc de disposto no arl. 21 do re-
BuIj......rito da capitanas, devem os prallcoa da liar-
a iugeilar-so Bocuinprimenlodo arla :is, do regu-
I,inicnlo ila polica Ihwnl desle porto a cargo d'ullail-
dega, airaranJuyi han-a de viga do aiirorailoiiru
de franquia lodasas vexosi aue regressarein do poco
mi lameiraOi excepto quando vieron deiiiro dos na-
vios, cuja entrada dlrigirqm. Capllauia do lwio
de Pernambuco, 15 do julho de 1953.O secretorio
nlcrino, Joao Roberto Augmlo da Stlra.
AVISOS MAHIXIMOS.
nina
|,.i.l.
de i
.\
Imlo
lier
nulo
tolojai
aronldio
| rcm a*, i
btlaram
. tu miai lujas,
i iiarlicolar.
tula dolo
icllldn irime
a voliinlariaii
na, ila ao
i|mr fallido
rom ni-r.-i.
.....id.....
nado, Peinlo dia nao Icr
|Hir >o lor dado l'iris por
nonio, lira dalo liraniototlc
Penlo n.iii lindo fu^ir na Prea
ti.liintarianiciile, mi por teiluc-
ii marran de l'moln. ,\o prlmciro rato,
ilieiu i|uc Tires dotia ler preparada scus 11-
balances, o i|iic adovla lmar aai cata Q
luanilu o jui/ n i lu ,u,i .lo cdigo do com-
in.i.ii.cumpritM as fornialidadea logaoa, e proeo-
8eBcn -na iMa e eom sua aatMeiicia a inventario;
por ipic nii he erivol, quo uegocianle algum te
tolunlariamento por fallido, para ter jitlgada sua
i|ui'lii.i culposa oh liaiidiilonia Por lano, lo-
'cholo as chavea, c lao^ando para fina
en dono, s podia faxer por dolo o m- lo,
nuil outros crodoros, afiui de defrauda-
uto eredor de l:l:IKl- fottam paasodatna persuaaSo de que em
tlrliido do arl. laEl do cdigo comnwreial, aquella
limo rredor nao poderia eom lestcmunhiis prutai
BU divida iiiuilo inaim de 1009000 rs.
.No aeaundo caso sondo forjado, ou seducido
i"ii Peiiolo e ouiros. a dar-te Plret por fallido.
'laru CSl i|ue Palila lie o inaior iiiuiimimi da
sjuebrai mxime, ojuaudo lomou as chaves da cata
irbilrariainenle, o se anoderou dos liens alheios,
aisnondo de snas eliatcs, e enlre^anilo-asa ipiem
i|ui/. podendo ser ludo desmanlelailo rumo l'oi, mo
pparecendo nem o balancpdaJo annualmenle,
niiiin lu- doeosloine no coininerclo do Pencdo.
Aipii temo publico e os Sis. lolliados, o crime
de i.....el Paitlo Villas-Ba.
Se olio he innocente, entilo passar o precedente
territcl, de que o eredor podo despojar iucontinonli
n detedor do scus lieos, luniar-llies as chaves, e
f.ira da casa propria, colilla ludas as leis
da larra.
ios ter esta dacifffo, para ipie talbamoa se
s ion tanto dfreilo contra os dovedoret, o
i do connnerciod i lu Hinimario recorto
i- lo forte garanta aos creddret mercaolis,
parquanlo como uei;ociaulc que nomo*, Dearomoi
Bsbendu do inodo por que nos llevemos portar, para
COI.....Boom uoiliires eiletedores .
lio He, .'nie julho de 1853.
Can
Cocui
Cluii
i-.ii..
los lilil.
Cera do
alia e primor
" em telas.
ibrc un.o ni
ni il'ohra.
alnado-..
de Ih
espi\adiis......
tcr.le.........
il......c.i.......
ii de dina rorlidw.
de calila........
<> mii.ih i.......
Ksliipa mu
tudaadmi
l'ai inlia di
i.ii.iI. .
se acira, n
rauraudes
pcipielii.
maulioia.
mi...... .
ai
lili
n. lo
.III l.dli.i lu

I,
ca
rredii
COMMERCIO.
riiAt.:.
as:i
un,.
.A lu RECIFB m HE JIMIO
HORAS DA TARDE.
ColayOOS olHciaes.
oblo sobra Londres a K 1| I. Hito silln- l.iiboa a !l i |r rento.
obre n Itio de Janeiro 1 IKir ccnlo de pre
miii luln.
Compra de minear.
ascavadoescolbido o l!*->o as. por arroba.
Mito reputar a l.sitN) e |.?7IKI rs. dem.
Uiiiprasde palacoes meticanos a l.-jHNtl rs.
"Ha- de carvio da pedia a 17{J0 rs. ih.i lone-
1..' I.i.
.. AI.IANDEA.
Keii.Inn........ludia I a IG .
hfcm do dia IH .
iinliii
Inecacuanha
Colunia. .
Ucugibro .
I.enha id
has............
i o loro*...........
Pranehasdoa......ello dcieonlados. ,
.' o limi............
Costado da amareilo do IH 10 p. de
e. e '.a 3 de I.......
nao-........
IDO
lllj mi
:l-'i,ii
:-.., i
(;-'iiki
.iSlKKI
:i-ikiii
(.-.|KH)
I1-1INI
39800
:>i(l
|.-i,IKI
--lilil
29300
ftjO
s-i.i
9IU0
t|(0
-lili
9150
15gtl00
-im
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-:in
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Para Maclo saho segunda-foira, I8docorroii-
, a barcaej. Borbolela, a recebe anda alguma car-
ga miada : tratae com 11 uieslrc da ine-ina. jui.lo
ao trapicho de aluodao, 011 na 111a daCiu/ 11. 34.
Para o Aracal) segu cm puncos diat o bem
conhocido fiiaic Capibanbe de lote do39 lonaladat,
pata o resto da carga e pattageiroi: na ra du Vi-
gario, n. >.
PARA LISBOA
obrigue i'Oilngne/ Sulilinte, capil.io l.niz de OI-
veira Mello, sali com amaloi urovidade possivel:
queui protendor carregar, ou ir do passagom. diri-
1,1-s.r sos conslgnalnrioa liveiri Irnulos 01 Compa-
iilna, na mu de Aprdlo n. I i.
ParaoAracal) salto improtcrivelinentei no dia
:)l do correnlOfO liem conhocido liiale ngeiica', pa-
ra 11 resto do carga o nassngciros, IraHe na roa da
Cadca do lUcife 11. -i, ininieiio andar.
LCILOESa
um
alipiein
Ileiirt fin-le ,\ Comnanhia farAo lailao, por
iuii'iM-nc.uiilo ogcnla Ulivelra, e por i.....la e risco
de i|tiem pcrlencor, de cerca de mi barricas de fa-
milia do trigo averiada, desoinbarcada do bordo da
escuna lienl : ipiarla-lcira, O do corrente, as 10
lima- da uiaiihaa em poulo, no sen onnazeni decaes
lo Hamos.
Ilenrt Korslcr& Comnanhia larto leilffopor or-
dom do capilu. Charles I lull. em piesenca do Sr.
cuusiil dos lisladoi-lnido* por intertenc.io do
agente livcira, e por cotila o risco de quem pcrleu-
cer, do casen do naviu americano Charle Malloru
lal qual se acha eiicalhado na praia do Cup, ao sul
dn i.altu de Santo Agoslinbo, onde den ucotlana
sua.rcenlo viagent proeedenlo das libas do Sau-
desch com deslluo < N'ew-Vork : quarla-foira, ti
do ion. ule, a nina lima da larde, u porladaasto-
i iacllo i uiiuiiel lal desla praca.
I.EII.A" DE AllADOS DB PERRO.
Aviso aos senhores de ougonlio,
llotlic A. Bidoulac la/.cin icilao no da I do agos-
to docena de I arado, de ferio, da modelo liem
acreditado ncsla provincia; o adverlc-toquo sovon-
iliT.'iuom hiles a vonluda dos rom|n*ndoros, e sem
limites: ossenhoros de engonhoquo quiaereni apro-
teitar desla tenda, dovoni man,lar nssuas orden- a
-i".....rrespondculcsem lempo conipolcnte ; o ici-
lao leu lugar no trapicha da alfandega, as 11 hma
em ponto.
a scus iiii'iuln os, liouvc a niesma sociedade por bem,
em tirlii.li- do artigo 1!) de scus estatuios, em tes-
lia do da l'.l do abril proilinn passado, i.....lima
iliniinac.lo ilaquelle Sr. Joaquini redro Feroandea
Macario do numero do sen. memiiros. Secretaria
Ja Sociedade das arles meoaiiicas c lbenles de l'er-
nambuco, 17 dejujjio de 1853, Siliuno Joic.de
Sunf Anna, I. tecretario.
Do ordem do Sr. director da sociedade das ar-
tes mecnicas o liberaos desla cidade, faco saber a
quem couvier, que a mesma sociedade tanlo que
os socios, cujos ihunes vilo ahaitu transcriptos, sem
justos motivos se nilo quercm apulicar ao cstudo
ilasilisriplinas que na* aulas por ella creadas se en-
sllalo, como so oliriqadiis, segundo delcrmlna n ar-
llgo 53 do tana estatuios 1 iissim como que violado
lodosos domis arligos dos incsmoa esialulose rc-
gulananul interno; sCrvudo sto de mo otemplo
aos modernos o de descrdito sen ; usando do ili-
rluquclho cilfero o g 7. do arl. I dos solircili-
los estatuios bouve por bem. emsessiio do dia .le
jiiniiii correle, evclui-ios do sen sco. Secretaria
da sociedade das arles mecnicas c liberaos de Per-
nambuco, 17 dejulho doi853. Sittano Jote de
Sanl'.lima, I. sccrclariii.
IMIa dos nome* a que se refere a lublicaeilo
tnpra,
I Is sonhores.
Anlonii l'erein do Monte.
Amarp Jos Comes.
Bernardioo de Sena.
Cuilherininii Cele-liun.
Joaquim do, Sanios Pinto.
iiiaquim Carnolru dos Sanios.
Joaqulni Fautlino.
Joao BvangeHala erv.
Jos Kslai:i-lo lerieira.
Joaqun) Manoel Franco.
Joao Jaiiuai-io.
Joaqrin) Amanciu de l.iiua.
Luciano do Uagalhlra Rlboiru.
laii/ Kerreira \'iaiina.
laica- K.anseli.la SoarM de llritii.
.Manuel l'Vlit dos Sanios.
Aliliuel dos Sanios da Coala.
Manuel Joaqun) doSanl'Anna.
Pedro Manoel da Cunceiclo.
i rbano Manuel da Cotia.
Vicente Kerreira da Lima.
Vicente Altes Riboiro,
lilippe Ribeirn de l.iina.
I'elix Comes Coimbra.
Jos Nair.rio dos Anjea. *
Culos licilerioo Barbosa.
Domingos Jo- Ribairo Govlro.
Manuel l'eicirade 11 oll.ili, I.i.
Os proleudentetda auliga botica da ra Nnva,
dirij,ini-se a inisuna de boje em iliaule, pni i n-sis-
lireni ao I1.1I.111..11 il.i mesma, das II huras cimliaiilc.
.No da II do crrenle me/, de julho desappa-
roceu do sitio do Corlumo, indo tirar marisco, nina
prcia de nonie Ignaeia, levando tostido do chita
iniu.la, urna canaslra a farro de lirar marisco ; lei.i
33anuos,hebaiaomuilo folladora: quem ape-
an-, pude entregar do aterro da Boa-Vbla, cata do
Sr. I'ri.ncisco l'iies, quesera geiicrosainciile rccoin-
pansado.
Sabbado, lli du crrente julho, aiisenloii.se de
novo o caba por nonio AgopHo, de cslalura baita,
espadoa- lamas, oihos aBfftadot,ponca barblt, peruas
arqueado, c quando amia asala as jimias do pe";
letn ruiipa de algodSo lilla e cliapu de palha, ludo
telhu ; o O ligual m.iissalieulc que tem he nina ri-
calrii de (albo do marliado em mu dos dedos gran-
des do p : luppoe-aa que irhi em cuinpaiibia de um
proprio que aqu voio do Pido Arcado, pardo, hcni
escuro, o qual lelrocedeii para all no un -mu dia de
-alibadu: roga-M a- auliiridadesde policia nilo rnn-
siiiiain ueste rapio, prestando a vigilancia para dif-
Neullar a impedir luga : quem o Irouxer roa do
Rangcl n. 21, ser bem recompensado.
Joao Dantas Correa volla para o Rio Grande
do .Norte, omlo he morador, a leva om -na rompa-
nbiaseu cscravo, pardo, de.....no Pedro, que llalli
llullte.
Os Sr-. Antonio Ferreirad
Barbosa, Joaquim tioncalvaa o
Diat, leui carias de Portugal :
i. ii.
No bolel llecife. na ra do
allllOCO de K hora
para lunch ai II,
da larde.
ti. w. BoHinan, compron ao Sr. Jos da Sil-
va Nevos a p,i..e do un teneln allagado do mari-
mu -.1. ii. .ma. em |v,, de Porlm, eom Irania
para a na do Brum c rundo para o caca projectado
da ponto do llecife a praia do Brum, de cojo Ierro-
no era forciro perpetuo o dito Sr. .Vetes por titulo
do nfni.imciiln passado om s de notcnibro de liS'.il
Acba-se fgido dcsile odia 13 do rorrelo i
rato Ualhcus, africano, doidada do30 o tantos i
O hrioue escuna nacional Mara, entrado no
dia 16 docorronle, ueste porto nos trouse ati-os e
juruaes do da 2 do correnlc; as rodas da lotera ba-
viain corrido no d|a anteceden le, como liavlamos
pubcadn abaiso annunciamos os nmeros que a
nliaraiii os primeiros premios, resertando-nos an-
iniiiiiar o pagamento dos saludos no-la provincia,
quando limtennos recebido as lisias ^cracs que
esperamos pelo paquete proilmo.
Ilelacilo dos premios matines du II..' lolrriu come
dida pelo decrelo H. Mi, de 1.1 de selemliro lie
IKI7, pora ndcmisacao do Iheiouro publico, da
preslaco mensa!, com que auxilia a Joao ('acia-
no dos Sanios, empresario do theitlro de S. Fran-
cUeo.
5076...........
1:1-2...........
!I7I...........
5672...........
381, 709, 118(1, IGH3, 2216. Itlll .
50*391, 5B7, 936, II8H, 2165, 1071
2O:00OfltlO0
10-0000000
1:0008000
2:0OOB0O0
1:0008000
1199, '.", .Vii.l
7. 605, 716,866,
2210, 8353, 6o.
1110. 1216, 1367,
63,156,169,100,6
I 28.
1600.
9209,
luis,
:i17,
379,
1967,
5029,
"lO,
127",
161.,,
2558,
3055,
:tlK,
:i8ti.
1393,
5071,
,"iRI8,
1220, 1345, 1010,
9635, 3039, 36SB,
5000, 300 5VX,
!i, 639.715, 88.1,

ttHWKKI
lOOtUOO
I'enlcu
13*5, Hit), Mili, 1563,
I77, (870, 1915, 108.1,
2611, 610, 286!), 202,
10.17, 31*1, 3995,3930,
.lllti, .1180, 3743.3776,
:i8!Mi, :m:i7, ino, itmti,
17.11, 1955, 5010.5015,
5082, .1151. .1161,.1107,
1007, 5111.......
urna nicclallii com tros pilar*
de
mu o. do palto ao entrar no convento do Carino, no
dia 16 do corrcnle, as (1 horas da larde; -abe-se que
11 ni mutaliuho audnii com ello, c por isso queira
entregar na quina da Camboa do Carino, u. 16, que
teni recompensado ueiierosamenle.
Lori-mv o;noss.v semioha do
LIVRAMENTO.
Km virlode da nreferencii que Ihc Rol rnnretlida
por portarla do Bim. 8r. presidente da pcovlnela,
csl venda oh hillicle da niesma loleria, sobre o
no\o |dano aliaiio lraiisiT|i(o, os ijuaes leliam-se a
vend nos lugares seguidles : rnn du I.trmen-
lo, lioUea to Sr. riru-i-; ra do (^ahuc, holieado
Sr. JolO M i ''ii .i ; praea da Independencia, loja do
Sr. I'nrluiialo ; ma do Queimado, luja do Sr. Sil
^c>lre; sendo esla loleria peijuena. c sensliilhctc
de mdico pirro, .iilj un ,i o mesmo lliesoureiro i|uc
as rodas desla lotera correni IrapreteriveJmenlQ no
dia 31 de Agosto.
naT-..-^iv ^&aC9
para a extrac^ao* da terceira quarta parte da
quinta lotera a favor das obrai da Ijrcja de
Nos vi Senbora do lalvramemo deita oldade,
concedida por le provincial n. 104 de 6 de
malo de 1843.
JOUObillieles a ,C4iiM>......I6KWOVO00
por conlO para as obra
i Silva, .ln-<; A Ivs
Francisco Xavier
na ma da l'raia
Trapiche u. .", lia
< ale a* II, da presunto de Hambre
eliajanlar de urna hora al os 5
da reja. . l;!IJWHI
1000 verbal des Ibi para a
la/onda piihtic i n 130. . 6009000 :5fiO6O00
rilIKO^H)
1 premio de 1:000)000
1 dilo do . L':OflO900ll
1 dito de . !ltK),>'KKI
1 dito de . 1ISIr(Hltl
1 dilo de . JMI-IKBI
1 ditos de . . HHKKH) 200B00II
1 ditos do. . 509000 200000
III dilo.de. . .1INHVI _>1K>-'H1II
IN ditos do. . iosooo 180*000
1301 ditos do. I.'llll premiado-. isooo .1;.'(i|l.-JKKI 13:1601000

'i.ii Mancos.
IIIHI
10 annos, punco mais ou nienot; doaalalura balsa,
-i".....a regular, I..... falla do mor parlo doa den-
le-; as ni ciimulem billa de cabellos de mu ladoda
rabera : ruga-ee a qualquer possoa que dellc sou-
ber, den apprcheudir c let.i-lo a l.iuo J. do Cas-
tro Araujo, na na da Cni/cii. :l. Adteiti'-se que
Cite e-i lato fui ltimamente comprado ao fraileen
I ai:' Devaquo, morador na villa de Serinhaeni.
1ABI\ETE PORTUGUEZ DK LEI-
Ti\
Af
ia
lenta
AVISOS DIVERSOS.
Itpiriie
.' rento
'aisla .h oh illl lilil!, litis. i u-diln
Uoalh Porra i d de
....la '.o-la Inli e Lu ilo .lito lu. diln
toalb ule
l..i..-Vara de i de ile I.I. eihii ataj lia'.
...... na.
quintal
. ilu/.ia
mllliadas
Em ubi'.
Melaco.
Milito.
Podra di
quu i-
rn,l,i.
sleupira para carro
c anudar.
l lilliai.
i lelmlus
ile bol, .
r
7:493l7
8:381(657
1(0:771883!
I> i"ii ici/nm Imjc 10 de julho.
pana hanovarima Jaron merradorias.
"ni a mgleaa ixlllr idein.
Wus portuuuoi Mcjrc dem.
'' iimle/.a Columbas ferro cm barra,
rqiie/u l'olluj- farinba de Irlgu
Hri:ue escuna
Jamar
ftsleu
sea
salsa i
I i
Importacao'
nal Mario, t indo do Kio de
". consicnndo a Novaos & Companhia, mani-
" '-.....te :
i'Ss tancas. 1 dita chapeos de palha, 8 ditas
inrillia ; a Deanc Youlc oV t'.ompanhia.
, sisasfaiandaa, 10barril tintas; a J. Keller
> '-unipanlHa.
,rrv"l';li,'0f i1 M.">oel J.deOhveira.
ahatraiendW! a J. Caensly.
'ai.a.la/eiiilas, JlMccascaf
'inuii Kanese Silva.
ti bairi. MMaiga, I aaera e meia banica cala
'"' '.uta-saiu.,; a orden).
^.-^l-ras,le ,,,!.,,|,. ,,,i,: ;,,..,;. ,|,, ,;,, j,.
1 Witai niarmure : a J Praneiaeo Concalvcs.
a Manuel Jua-
lipiela.
Puntas
Plateaba.
Sola ou t.
Bebo em i
l'elles de enrneiro .
Salsa parrilba. .
'tapioca.......
tubas de boi. .
Soban..... .
Esleirs de perneri.
. .amula
alqueire
. reillo
miillio
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M60
iiicuiiiniudo as
. quo nao e\is-
racbola.
.i io creo.
MOVIMENTO DO POHTO.
Stirins entrados no dia 18.
llio de Janeiro II das, crtela brasilclra l'niiln,
coininandaiilcocapilo-leiienle Eli/iario Antonio
dos Santos, l'assageiros, Albcrl Zalzaraki esua
niulhcr.
Cotiiiguiba .Idias, escuna insleza Surnia, do 97
toneladas, capilau N. Hat les, aquipagsnl -1, carp
assucar ; a llobiliard & Compauhia.
Monloviijo 23dios, l)iRiie.lics|ianhol Deirubcr-
to, de 170 loneladas, capitn Jacinlbo l.l.ines,
equipagom II, eargl carne j a Yiuva Amorim cV
I illi,i. Seguio para liavana.
Mancilla c Cibrallar 53 das, c de ultimo porto
;ll, lirillic franco/, .litiuncr, de l:!2 louclaila-, ce.
pilao Boert, eimipauein IU, carca tiiibo e mais
gneros: a J- P. Adeur & Coaqaanliia. Paan-
gaira, .Madama Capulina.
A/arta subido no mesmo da.
Liverpool Barca iugleja K. Joto, rapilo Wll-
liain II. I.eyhlon, carca llgodSo e mais geneius.
C.....iu/ 711'pi-s.ic, rus dos naufragador.
ahi:.m..\o.
Iloen-sc ao alilor do annunrio intorlo nos Da-
u.sdc rrmimhu-, I, 157 e 1.18 de 10 e Ifi dn
crrenle, quo despearla o zcio o aclividado do mu
digno subdelegado da Ireguexia do S.Jos, paia que
evileojogo e crilaria. que ili-.e li.iter cm certa rc-
liuacan .lu palen do lerco, que -rja inail comedido
cm seus aniiunrios, o nao falle lo cseandalotamou-
lea verdade, assim como, que nao
autoridades para detcobrireni crimoi
tem sean em sua ntica e e-calda,la
./ CrU2 dn l'ninli'in>,
No dia :IJ dejiinhii detappareccu una escruta
de nomo Maria, do id.ule puuco mais mi menus 30
anuos, a qual esle c presa na radeiada tilla da Ca-
bo por nchar-w higi la ha ( jinra 7 mozas, o lendo
si.io removida para osla cdane no dia is i\n momio
me/, de novo ovadio-so, o lora os signaes tegufnlct:
alta, cara ci,liquida, cuni2 denles tallos na lenle
a eshi grvida do 6 para H mcios: quem a pegar
lete-a a sen senlun, na roa da Cadeia do llecife u
lii, legundo ailar, que sera recoihpeuaado.
II. II. Johnston, tubdilo britnico, relira-tt
para liicialcrrra.
Ilesappaicceu do ongonho S.
Auaslacio.de idadodo 15 a IS i.....l
naeateguinlea :leccodocorpo, re
batianlea marcas de htica i, falla d
te, boa esl,llura, e quando f.ill
Paulo o cabra
i-, com os i-ic-
slo lirado ocoin
:'denles na fron-
te/Os gagueja :
quem o apprehender, love-o ao inetmo engeuho que
-era leoinpensadii.
Dctappareceu do ongenbo S. Paulo o escroto
.Manuel, prelo, e-paduas larcas, denles lima,fu. per-
lias linas, estatura recular, e uelihuma barba. Este
escravo icm andado com Irequancia |ielo llano, lj.
qui c A focados : quem n apprehender, lete-n ao
inesinn enceidio, que sera recoiupcnsado,
Contina estar fgido desde o dia 3 de jimba
dotlo aiiiii. *ii litio du hricadcii'i Joaquim BarnaS
du de ric'ieireiln, o escravo Jos.Mussambique, de
idade para mais de II) auiuis, cslatiu.i uiilinaiia,
iii.iji.i. cara enrocada, emhiciidu, c canibaleia para
mu dos lado- quando anda ; fui escruto do Sr.
I'ranri-co Anlnnii de Gtrialhu Siqueii.i : ruca-se
as aulnridailes pdliciaei o caplUei de campo de o
apprebeudereii), condu/.imlu-o an mcsiun sitio,ou
ra Direila n. 21, e-quina du becen da tVnlia, que
ccnerosainenle so uralilicar.
De nrdein do Sr. director da sociedade das ar-
les mecnicas eliberacs de-la cidaile, faco saber a
uiiem couvier, quo nilo leudo o Sr. Joaquim Pedro
Pornandea llactrio observado aralo que fez comu
Sr. Arseuin l'orlunalo dj Silva, na factura daoura
da cata deate senbor, sila na ra du Hospicio, onde
foi bastantemente reprcbcnsivel sen procediinculo
nao te em o socio o Sr. Prjuwitoo Jos Comes de
Sania Kosa a quein soiihe desinenlir no abano que
de sua conduela c pericia Hiera, ao. donu da obra
insullou graveinenle, como para cun a referida so-
i-ieilade a quem iujuriou : por isso que nao se por-
tando com a digoidade que be propria ao UMttrSM
e iipei.u ius de qualquer ai le ou olllrhi, inavime mis
mcinlirns da niesina loeiedade, pralicou na execu-
,_au deasa obia lodo qnanlo ha d.....lin o reprovavel,
como -e t do parecer da1 rammlstan que a dita so-
, icla.le iiiiimuu p.ua lisloriar dita nina a H lio
querendo sujeilar as penas, que em laes casos os es-
latutos que rece a sobreilila sociedade fuliiiinaiu
lando-SO fura da ImIiIuIIut.i alciuis I
quae- jii -c linali-oii u pra/n da leilura. san
lados ns cnb ues aatociadoa a favor a compe-
ro.liluie.au ote o lim dn cnirenlu me/, notando
desde jn que Indo esto pia/.u, e iinpurao as mullas
do regulamenlo.Manoel Joaauim da Rocha, se-
gundo seelclariii.
Josefa Manada Conceiclio, prela forra di Cot-
ia, relira-sc para a Babia.
i.iinuii precisar de un coiinhoiro francot. que
Irabalha lanihcm em ma-sa de finio, dirija-sc a ra
da Aurora, u. 20,
Precisa-se de bous oBIciaea do marcineirn, pa-
gando-ae beui u teu jurnal; mi bairro da lloa Vala,
ra dn Pires ii. III.
Aliica-e o lereeiro andar do sobrado da ra
da Sen/ala lelb.i u. 7(1, quem n pretender dirija-
sc an nrimeiro andar dn mesmo.
A pestoa quoannunciou tender iimsellim, pa-
tente nicle/,i-un lodos us scus perlences, diri|a-ao as
Cinco Ponas n. s_'.
Huca-se ao senhur curioso que lirou nina carta
da botica du An na l'.iineoii n, mi da llln do l'.al-
leiro l.ima, viuda do Porto, pelobrlguo Meare, pa-
ra lliiiinciis .Moreir.i Illas, queira pin favor loiar,
mi mandar enllocar na ruada- l.aianc.'iias, n. 18,
priineiru andar.
Precisa-se de um feilor para ongonho, e que
de ciiiihecimeuln de -na peua : na ra Nota, pri-
iiiein, andnr da casa n. -lo.
I'iecisa-se do nina ama de leile. anda que le-
ja escrava, para crearjuma mcuina: na ruadoColle-
gio n. 17, lereeiro andar.
Ahi;:.i--e serventes litros ou eseravos, pga-
te linii. na ulna ila punidlos Alagados, a fallar c.....
n arremtenlo.
- O iilinin assignado nvito aore*t)ei-
lavol publico que aulorisado pelo Bsnt. Sr. prosl-
rieulo da provincia, tai dar urna aagumla rcpie-.'ii-
lac.innoIhoalro doS.Isabel, annnnciando unais
brete pomivcl, odiada dita lepre-enl.ic.n en -eu
programina, oabilhelosestao |.i a venda, na maes-
Iroita do llotario n. 18.AAinmi /. ./ :m terral.
Quem quiaercomprar um boi de rorro multo
biiiu, dirija-so as Cinco Ponas, memo no acougua
i ajii.tai i-.im Joaquim Pinlo.
Oltcn-i-e-se um hoiuempara feilor de alcnu s-
lio, ii qual tem batante pralica "
dures ii. II.
AMA RE LEITE.
Prccitn-aode nina una com biiiu leil
paga-se bem na praca da ludependont
Cma crionla de meia idade se
ama do casa de bninein sulleiro,
lia : i,a roa da As-iiiupcao n. 21
. Siqueira tt, Perclrs ombarcara para o Iti
Janeiro u leu Mcrevo, crinuln, pur nonie Ado. O
qual escravo conipraram a Candido Emicilin Terei-
i.i Lobo.
Precisa-se de una ama tolloira quo saiba fa-
cer vestidos e tratar de meiiinus, dandu-sc-lbo bom
Iral iineiiln e bom ordenado l a fallar na loja u. 3,
aolado do arco de Santo Antonio.
< autillo piensario Joaquim Jo- l'circira,
iletde 0 I. de julhn actual se associoticum scusoliri
nbo, i.mili.'ni prensario, Jos Itibeiro de Hrilo, i
com l-'ernandu Aulonio lidi ; a Mciedide eompeia.
la dn- lie- sucios menriouadns, gira debaitu da lir-
ma de Joaquim Jos Fcrreira A^uiupaiihiu.
O Sr. I.ui/ fiulmares, alhuate, queira vlr ti-
rar o pcnlior que tem na ra Nova n. 12, nestea lies
dial, ibi ciinlrario ser tendido para pacaiiienln.
Em virludc do aiiuuncin que buloii oSr. Ma-
nuel Murena Campot, que Cniliieriue A. II. C. nan
-e podio retirar p.ua o Rio da Praia sem tbc pa-
(ar a ciando suiniiia de 10100rs.!! j est cmliolsado,
o sodeivoii ver pni teu grande sonso, que ene oto
be ler..... ileso cobrar pal niela de-la fullia, -..mu que
piiiiieiin livesa cobrado'do cima dito.
\ln;;.i-si' aloja ili: nlliiiaii', e ven-
ili'-si' u iiiiii.icm r -rus |ii'i'l<'iiii-s, lia l'lia
Nova .")7 : a tratar na mcsina.
Picamlugoiloa o) premio) maioiesdc l:lwiiai
de i aos n por ccnlo para a Iheuiurarii da latenda.
Ai ronda-te um grande riUn na estrada do Ar-
raial, cun cata de rlvonda, caciniba do podra c cal,
com excellonlo acua de beber, bastantot arvoredoa
de friielu do diversas qualidadet, Ierras para plaa-
nles de mandioca e capim de plaa, leudo avlamen-
lu- do fa/ei rarinha : alem dn que lien diln. pode-so
ler Irca qualra vaecas de lelle para Iralai : najua
da malri/ da lloa Vista n. 51,
Aloga-so urna piola de boa ndole, quecoiinhj
o diario de una eosa, pasnarouna aterra, muilo
melga para crinii(ns, latadesablo o faa servijo do
rila: he liel o nAo Ion falla: Irale-M na ra da Sen-
lalaVelha n. 112.
t.liiaila-feira 21) do crlenle so lia de arrema-
tar por leuda a- lenas do Campo Ciando, porlon-
cenlo no tinado l). Antonio Pi de Lacena o Catiro,
1.....casa de pedia eral, milita- liiieleiras.liaiva pan
rapim, podo-so criar gado, plantar o fa/.cr grandea
vitciroi, rum pniln de enmarque e desembarque
aira/, do aillo por ter una camboa, tai a praca a re*
qiieiiineuln do solicitador decqiellas o residuos, e o
sen producto ser rcculhido a (aienda publica nacio-
nal avallado em Kimhkij. Ter.i lugar a praea de-
pols da audioncla dn Sr. Di. prutedur de capellas c
reaiduea da secunda tara ,\o citel.
Quom livor para atugar um preto oa moleoole
paran nico son ni do comhi/.ir alinucn ejanlarno
lintel, ealgunsrecados: dirija-so a roa do Colleciu
tema ii. 5, para tratar do ajuste.
Precisa-so de UII10 ama : naafua do Hospicio,
CON n. 17.
O aballo assignado nan pudendo pela sua proel-
pilada t lagoill e mesmo cii oslado de saudc despedir
se de Indas as peoai do -na anii/adi', u tal pul me
do Jornal, e na nulo oITcicco sen diminuUi pies-
WM_!l_._IWIIII| I, ,1111,, .J!_j._.I..IH.IjJ_l
LOTEIUA DE N088A SENHOKA DO
ROSARIO.
As rodas denla nterin andau) do dia 12
de ii;;i)slii, seja qual lin- o numeiu de li-
llielis que fique por vender, e tote ven-
den) na pi'tien du Independencia,- loja do
Sr. Fortunato ; na rnn do Queimado, lo-
ja do thesoiirciro, ena ruado Livraraen-
lo, imlici do Sr. Chagas. O tlteariu-
reiro Silvestre Preira du Silva Qui-
ma i- es
I.n\ a so c ciiRomuia-sc com asscioc |icrfei;o:
no palco da llibciade S. Jos n. 15.
ATTENCAO'.
NOVA I A lime\ |)E CUAPOS DE SOL
No aleo da lloa Vista n, 22.
O dono desle estabclcrirhcnlo lem a honra do pw-
licipar ao respetatcl publico |ierinuubucano, que
ihcrlicgou um grande torlimeulo de chapeos de t>d,
2(H)8tlOt) tanto de sedo, como de panninho, hapcoa cm ca-
bos de caima da India cm caricaturas, ricos da |.....-
de senhora, lauto de pauno, como ile seda, um cian-
do -..i i iuii-niii de seda c panninho em iiccas para cu-
brir qualquer armaco usada rom asscio ; lindo sor-
limenlu de beucalas de junco com lieos catloes: lo-
dos os objeclos cima mencionados vende-se cm por-
i;ao c a relallio con) jiande reducto dos procos.
o mesmo estabelecimento se concertam os ditos
com accio e promptido |ior preco mais eommodo
que cm mitra qualquer parte.
I'OTASSA DA ItLSSlA, NOHTE AMERICANA E
BKAS1 CEIBA.
Previne-te aos senhores de engolillo, que o uli-
co dc|Kisilo, na ruada Cadeia Vclha n. 12, acha-so
proiido do polassa das qualidades cima, por eu-
commcmlas feitas rccentemenlc, c que ns procos sao
muilo raioavcis.
AVISO AOS SENHORES DE E.NOENIIO.
Atientas as grandes vanlagcns na muagcni de can-
na, provenidles de Icr os tambores das inocudas
pcrfeilnmcnto lomeados,oabaiso assignado respeito.
sanenle Icinbra aos senhores de encenbo que na
sua fundicau de ferro em Fira du Portas se pialo
pcrfcitanicute lomear de novo um jogo do (ambo-
res, e aparar e endireilar ns lenles das carretas com
tanta preste/a, quo se pode enlrega-los no mesmo
dia, evilando-so assim o inconveniente da demora
dos carros c o luipalc da moagem ; assim como que
a mesma fundlcAoie ocha scmprcsorlida, iio s do
novas moendas de diversos tamanbos c modelos, se-
n.lo (ambem de rodas dentadas, lano para agua,
como para animaos de tudas as proirorc/ies, a saber:
tolla por volla, tolla o quarta, vultaclcrco, tolla
0 lucia, duas, tres, quarlro voltas, ele., etc., c |ior-
lanlii que qualquer senbor do eueenhonuereudo ar-
celerar asna mocuda, a lim de moer mais caima un
mesiiiu lempo, un retarda-la, a lim de espremer mais
liquido du mesma calina, pude sem demora escolbcr
as indas competentes. Ptiudco do ferro na ra
dn lliiiiu passaudo orhafaris. I). "'. Ilowniuii,
encenheirn.
AVISO Jl HIIIICO.
A segunda cdircjlo dos primeiros elementos para
liin. do flirt civil, mais bem corrlgtda o acresreula-
d.....o s a respailo do quo altern a lci da refor-
ma, romo acerca dos despachos, interloculorias e di-
linilivas dus jiilcadiires ; ultra essa tan iulercssante
aos principiantes cm pralica que llios servir de lio
conductor : na praca da Independencia n.(ic8.
Precisa-se do-un pequeo para caisciro de ta-
berna, que lenba alciima ortica, allancando sua
conduela: na ma do Apullo n. I'.i.
Na ra da Cadeia dn llecife, luja n. <>. se di-
r quem lem una necra com tniiitn bum leite para
alucar.
J. J. 'I'assn Jnior tai ao llio de Janeiro, le-
vando cm sua roiiipanlua o sen criado pardo, por
nonie IMicucl Archaiiju.
Jos Percira da Cunha fa/. publico que, Au-
Kiislu Uarle de Moura, dcixoii do ser seu caisciro
desde o dia L do jiiubu prximo passado.
ATTENCAO', AITENCAO'.
'I'cndo-sc trocado, sccurameiilc pur precipilacai.,
um chapen de mil de seda, uto, licajido cm lugar
dn mesmo um tellio, roca-se a pessoa, innocente,
autora desle engao, que por favor mande desfa/er
a linca no cscriploiio do Dr. Antonio Vicente do
Nascinieulu l'eilosa, lugar cm quo se acha o velbn
chapeo de sol a espera da sen dono, a quem deleja
guardar lidelidado al os ullimos instantes de -na
existencia, que Mi a linar-se.
Manuel Ituuiqiie ,M. Lima embarra para o
Hio de Janeiro no primeiro tiqior do mirlo com o
seu e-cr.ivn, criuulu, de nomc Anacido, a traanle
sua saiidp.
I'recisa-se alucar nina pela para u -eltico de.
una casa de punca familia, que COliuhe o engom-
me i na ra da Concordia n. 1.
No iniisuladn do Por lo gal precisa-se fallar a
Joao Percira Altes, natural do lugar de Conlnmel
da frecuc/ia de Campanham, a negocio de son u-
tereate.
Proclaa-se de nina scnluira france/a, nu |mrtu-
cue/a, que soja capa/, c d Dador a sua conduela ,
que saiba Iralar de meninos, para tratar do urna, ou
iluai meninas i'queni eillvcr ncalascircumttancias,
dirija-so a rua Pormnsa pur detrs da ra da Auru.
ra, casa terrea n. 8 que achara com quem Iralar.
- Arrenda-se tnn c(;enlio rom 25
limo durante os tres incios que pur all urelende do
mmar-e : ouIre-Wm deia pur scus baslinlos prucu-
radores o encarregadoi doa negocios de sua casa a
-cu prime eamigoo Dr. Anlonlo Buarque do Cus-
iieiro Antonio Praneiaeo da Silva tiat-
ii mes
|iar,c para alguin negocio d
Antonio Vicenledo Nnseint
-e Ceellio da Siha ArauJ
, Dr.
Jo-
I M.
de um
na rua du- Petca-
, osomOlho,
a n. 36.
nllciecc para
de pouca laini-
dc
juslica ao lllm. Sr
uto Polloia, cu Si
. .Manuel llii.nqu
Lima.
I'm moco ca-ado, com um nico lili
.innii. eque teni babilil.iees necessarias para liem
ensillara edueacjlo primaria em engeuho mi potua-
cXo, com lanli. que uo exceda desla cidade mais
de tinte logUM : quem pretender, dirija-se a rua
estrella de Rotarlo n. 17, segundo andar.
I'recisa-se aliujnr um litio peiln da
praca e quelenlia bauliti porlo : quein o livor, dirija-
so an paleo do Terco n. 1,2- andar, nu annuncie.
ATTENCAO.
fus i ,i >e de um liomein onlrangeiro om brasilci-
#n. que lenba pleun ciiiiheciinenln c pralica de ser-
rarla dacila, para ser eiuprecadn de liie-lrcem (lina;
quom livor Otsa habllilecjlo dirija-se a senaria do
Pita, em Olinda, para se cenlratar.
Deseja-se fallar cun o Sr. Jos I.ui/. Grangeiro
de Almeida, a negocio de seu inlcroase : na rua do
Queimado o. 33,
Alngn-tca padaiia dama lleal n. 27, prolimo
ao .M iiicuiihn, com grandes cominodoi c todos os
seus perlencea, por proco multo oununodo; a iralar
na casa n. t da momia rua.
A I sondo grande quantia. e a I '* sendo
pequeas, sobre penborea llenura ou praia. da-te
dinheiro a juros,obre laes objeclos : na ma da Crttl
u. 3>Vlegunda andar.
O ab.iivn as-icnadu, atlcndeudu anoceatidade
oue i "nie entre iie*de ama aula de eontaliiida-
de commercial, ou de um cuno completa de nludoi
i "o.....mieos, c u publico beneOcio que resultarla da
roarSu de-la aula, nao Mnenle aos funecionarios
pubucoi e aos eiiminereiaiiles, mas anda as pessoai
eslraubiis an comniercin ; prupoem-sc a dar lica:
i plorarn do. livms em partida delirada
eseravos, 2&bou e .> beatas, periodo
euibanjiie, cotusafra para tresdilpfiei,
una grande destilac^o e utna porcSo de
roca madura : a posoa pie me predio
pretender, dirija-.se a truvessji dn ruri <\n
Vi;;.irio u. I segundo andar, a tratar
com Antonio Gomes Pessoa Jnior.
Deiqja-ec fallar na rua da Cadeia do Itccife I).
Vi, ius secuintes scnhori's, a negncio de seu inlcrcs-
te: Cosme da Rosa lie/erra, morador em Itamara-
c ; Jos Eslean do Barros, morador cm (imsucia ;
Joaquim l'creira Pootat, morou ncsla praea com of-
licio de tanociro, dcsi'onlia-sc que inora boje nu Ca-
bo : Malinas Maiqucs Peixolo, morador no Altinbo;
Juan Munii da Coila e Cuilhermc Pinln lleiirique,
moradores no PicodaCamaraguSe; Elias ('.aciano do
Carvalho, morador cm Malari, Sotcrino Joaquim
los Sanios, morador cm Be/erros ; Francisco Jos
la Cosa, morador cm Sauln Anln, onde he vende-
lor de gado, ou marchante ; Bcinaldo Percira do
Queirox, morador na Taboqiiiuha ; Joaquim Aure-
liauo, morador ncsla praca ; Concalo Josde Amo-
rim, morador na Pedia lapada ; Manoel Catalcan-
li de Albiiipieique Mello, morador cm Paulisla, des-
ti i. Indo Olinda.
Troca-so urna IroagOBldo Crucilicado, enm N.
S. da Boledado, eS. Joo Evanselisla, ebegadas ul-
limamoiitcilo l'orlo: na ruado Cabug.i n. 6.
.,.-,- .I,,,i,|iini Be/erra Cavalcanlide Alliuquer-
qiio pcrileu seto letras de seu dominio, da quanlia
ao6dU000 rada una, Armadas por si inosnio coma
lacador, em 10 de Janeiro do 1852, selladas cm 21
dn mcsnio miv c aunu sob us., de .12, a 5K seguida-
nieiile. c lendn prevenido ao aechante pessualmoii-
le, atisa pessoa que as adiar, para que Ibes rcsli-
lua na rua du Facundos, 3. solirado ao entrar na
metma rua, cuja entrada he pela rua da Praia.
Aluga-so um grande sitio na Estrada Nina,
com casa, estribara, Iclheiro para vascas, muilo pas-
to para dita, tem miiilos coqueiros, c outros'arture-
dos de frulo, nina grande campia com um grande
rancho, emquese arranchan! inuitus matulos eser-
(anejos: quem perteuder dirija-se a rua do Calinga
n. 6.
COMPRAS.
coiiUbllidado goral, considerada em -na- difieren
tes applicaees .1 lodos os nsns dn cnimncrcio : con-
tla pulanlo a aquellos que se qui/.eicm dedicar a
esla ai le, para que se dirijain i sua casa na rua Au-
gusta n. 21, das:! lloras da larde cm dianlc, onde
contratarlo o pceo'do casino.Manueli://igenio
da Silni.
Qncm qui/cr comprar urna taberna com niuilu
pouciis fundos, dii ija-so a rua larga do llosario n. 3,
dcfrunlc do quarlcl de policia,
IIOMEOPATHiA,
lleiiriouc A.Chaves, professur em biimeopalhii,
pralicaiiiiu desdo o auno de ISI-", conUinia .1 dar
coosullas do graos aos pobres, podeudu ser prrH'ii-
radii a uualqucr hora do dia, no sen consulloriu, no
aloro Ja Boa-Vista 11. 20, Briluoiro andar.
ATTENCAO, LMCO DEPOSITO NESTA
CIDADE,
Paulo Galgndu, denllell receben asna denti-
frice do Dr. I'ierre,esla agOS coulieiiila cuino a inc-
ln, r que lem ap|recidu, ( c lem mudos elugioso
seuaulor,] lem 1 propriodeoe de conservar a bocea
lii'ii.....e pnservar das dun-i de denle-: lira a
cu-ln deaagradavel que da eoi ueral o eharalo, al-
gumasca- desla nutn ipo dsurua sao sufllcleo-
les ; lanibein se achara |m denlifriie evcellenle para
a eiin-eriaca.i dos .lentes : na rua larca du Busario
11. :u, segando andar.
OSr. GuilheniH! Augusto ll.uh.....Cania 11.1,1
e nwle retirar para o Hio da Praia, teni que nri-
metro venha saldar a coala que dte, na rua i 1 Ca-
deia do llecife 11. II.
e vendeni-se, recebem-
para a pruiiucia enmo-para
l. .', seguiidoaii-
Com'promHe esc
se de conunissa, |,-nil
fira 'le!.1; na rua dos Ouarleis
dar.
Compra-so una porc.lo de tabeado de assoa-
llio rom uso : so algueui litcr, dirija-sc ao aterro da
Bua-Vi-la n. 60.
Compra-te eseravos., vende-te, recebe-so de
iiiminissao, lano para a provincia como para fina
delta: na rua da Gloria, 11.1.
Conipi.i--e MCravos de ambos os sexos, oro-
cebe-ee para vender de commitsao : na rua Direila
11. 3.
Comprase um prelo Ihmu bolieiru o s.qialeiru,
que seja muco e bel : a Iralar no sitio dos i leocs na
boledado, a qualquei hora do da.
Compra-so juna negra qaitamhti,a, preferevac
da Costa : a tratar na rua da (Cadeia do Becife, loja
n.lK.
VENDAS
Vende-e um cat alio de estribara, muilo 1.....1
carregador balso o forte, lambem come bem 110 cam-
po pin ser castrado c niuilo manso : na coi lica do
Sr. Pedro Alia.....111 Pora do Tortas.
\'ciide-e duns cavallos desella : para osver,
uaciirlieira dn Sr. Sebastin Lopes Cuiniaies, t 11
llar, na ruado Crespo 11. 17, com Jos dos Sauln-
AI.CATIIA PARA SALA.
Vndese na rua da Cruz. 11. 10, un
tapete grande p.ua sala, de milito Imni-
In padi.ii 1. v
r* --tt-1.


*m
V

i
ce
, <
em
ra
ires
ca-
Oi
Vcnilem-u verdadeiro vinljo
cltumpugnc de cxccllunte quididad,
milito em cotila, para liquidaciio :
casa' de Briuiii rYaerjei'& C, na
da Cruz, n. 10.
IXSTIUjmeNTos DE MSICA.
Itninn Pracgcr& Coiiipanliia, na rita
da Cruz, n. lo, i-eoeberam de novo uin
sortituenlo de instrumentos de musir ,
como se'am, Ilanlins de bano em mi be-
mol e la', eom i- chave ; pisles rom sua
competente caixa ; Maulas de bu\o; vio-
lOes de difieren tes quulidades.e minina-
cliinismo ; assiiu como 2 viplOei ri<|iis-
simns, linios (uariircidos la ; laminan recommcndaHt osen gran-
de sorliiiieiiln de todos os mais iustrit-
menlos, Uni para orclieslra, como pa-
la msica militar, por menos prero do
pie einoulra parle; sendo para liquidar
conlas.
TAICHAS DE FERKO.
Na fundirn' d'Aurora em Santo
Amaro, e taiuliem no DEPOSITO na
na do liriim loj'o na entrada, e delron-
le do Arsenal ile .Maiinlia lia" sriiiprr
um grande sorlinienlo ile laichas lano
de fabrica nacional como cslraiij'cira.
batidas, fundidas, (randes, pequeas,
ratas, e lumias ; e em ambos os lo|
CMsIem quindasles, para carrejan
noas, 011 Carrol Unes de dcspiv.a
precos sao' os mais cuiiiiiiiidos.
Vende-sc nina a nula .le IN anuos com princi-
pio uos, |iro|irio para lo.l.i o servios, para liquidaran de
una rasa : na na \ rllin. 11..VL
Vendc-sc nina escrava qtlO lem "J> anuos de
lionila lisura he rcrolliida. sahe corlare fa/.r-r Mau-
llos do sonhora. corla c fu/ camisas do lioinoin. Indo
nuil perMefo, eogemnia o lazlabyrinll......lo lom
vicios i......schaquas, a qual lom urna cria mullo lin-
da do -Juntes : uu ra das Laranuoiasii. l. segn-
do andar.
REMEDIO ESPECIAL PARA BOBAS I".
RAYOS SECCOS.
Kslo arredilado remedio preparado contarme a
vordadoira receila liada por uin ollirial que mollas
vean a prapsrou), que leve o Uado pliarmarouli-
oo Sebastian Jos de Oliveira Manilo, i'oiiliiiiia a
vrader-no mi botica da ra do Kangel a. 61 que lai
lenlo para o lamo da Itilteira.
Em i'ouseipionria do annuneio domesmo remedio
Cello pelo Sr. Peiiolo S Piulo, em que declaran),
que u vendido na ruado Kangol n. lit, lie Mso, nos
em deflereacia io reapetlavel pulilico mandamos
publicar a Kguinle carta, para que ellos se rnnvon-
ram do contrario: adveriindo, que, que se vende
na Indica da na do llamad n. li, nao lie preparado
i pe lo de 1 anuos, mas sim confiarme 86U consumo.
Bis a caria :
///i. Sr^.iiiinnin /yi/ics ra Slleo. l'eraambu-
ro, 13 de Julhode 1853.Tcndo V. S. pralicado
phsrmacia com o fallecido pliarmaceulieo Sebsstiiio
Joa de Oliveira aiaced, na provincia de S. I'au- i
lu, e depuis nesla provincia proparava um re-
medio especial para ludias e cravos seceos, e como I
eu O loaba continuado a preparar fnda recoda, (pie
V. S. fe/ o especial obsequio de me dar em agoslo
de I8S0, igual ao que o rallecido prepai.na. pul le
sido preparado por V. S. mullas VgXea, por is-
so rogO'lfH) o olisequio de me declarar ao p deste, '
se he vei'ilade o ler-me dado a recoila do \erd.uleilo j
para ludias e travos seceos, que o rallecido prepara-'
va. assim com......uceder-mc licenca de usar insuu
resposla, como mecoavier, por cujo favor Hie-ii.i
rain o sen amigo e criado.
Joaquim Marlink u Cni: (men.
Sr. Joaauim MarlinHo iin Cruz Carrea.Em
resposla sua caria dalada de l.'ldn correle lenlio
i di/er-llic que a vordadoira formula do remedio
pala bbase travos seceos preparada por ineu anli-
00 ineslre o fallecido pliarmaceulieo Sebastian Jos
le (HiM'ia Macedo he a qilelhe dei e que por niim
l"i preparada lano na provincia ile S. Paulo como
nesia provincia.
Piule \'. si. usar desla miuha resposla conforme
Iba couvier o confirmando rolnhaestima sonde v.
S. amigo e obrigado tope da stra.
vende-se madeiras de qualidades Ja servidas,
por proco comuioilo. na poule dos Afosados a fallar
eom o arremalaule da mesilla.
EARIM1A DE MANDIOCA
inulto nova e de superior qualidudc, de
Sania Calliarina : a halar rom Manuel
da Silva Sanios, no caes da Alhlldcgtl .
ou no arnia/.em de Antonio Aunes.
Vende-se um prelo. de 25 a JS anuos de dado,
licni parecido, possanie o sadio, honi liolieiro ecor-
rieiro. proprio para lodo sen ico de urna casi ; o
motivo poique se vende se dir an comprador: a
Iralarno silio dos iVlotes na Soledad., a qualquor
MOENDAS SUPERIORES.
Na l'iindieao de C. Slarr '& Companliia
em Sanio Amaro, achare para vender
mueudas de caimas Indas de ferro, de mu
modello econslrucean limito superiores.
U ANTH.UIUAIIE K StT'ERIOKIDAIIK
HA
SALSA PAR Rl I. HA DE HRISTOL
A SALSA PARRiA DS SAM)S.
Attcncno'
A SALSA 'AIIUII.HADK HRISTOL dala des-
de IatJ, o lem conslunlenieiile inanlido a sua re-
mtanlo sem necessidade de recorrer u pompo.os
,.....uncios, de (pie as preparacoco- do mcrilo iiodcm
ilisiMjiisar-se. 0 sucressn do Dr. IlltISTOL lem
provocado inliuilas invejas. e, enlrc onlras. as dos
Srs. A. R. 1). Sands, de Now-York. preparadores
e proprielarios da salsa parrilha conlierida pelo li-
me de Sands. .
Ksies nuhores solieilarara a agenda de salsa par-
rilha de Brilol, ecoino nilo o pndesseiii older, fa-
liiicarain una mHilr.i de llrislol.
Kis-aqui a caria que os Srs. A. r. D. Banda es-
rrcu'iain ao Dr. Brislol no dia -211 de abril de 1843,
nuc so nelia em nosso poder :
Sr. Dr. C. C. Dltitot.
Bfalo. ,\i-.
.Nii.sii apreclavel senbor.
Km iodo o anuo pausado lomos vendido 'naitli-
Vme.. c pelo ipie ouviinos di/er de/Uas rfrindes
liquelles que a lem usado, julgamos (pie a venda da
dila medicina BeaugrnenlarawiMf//*/io. Se Vmc.
quior fa/er mu riiiirriiin COUIUOSCO, eremos (pie
nos resullaria aiuila vanlagera, lano a nos romo n
Vmc. Temos mullo praier que V...... nos responda
solire osle assuropl..... se Vine, vlef a osla cidade
.1 upo a um mei, ou cousa ncmclliruilp, loriamos
mullo pra/.er em pverem no-sa Indica, ra de l'ul-
loii. 11.7!.
Ficams ordena de Vmc.Mus scmiros servidores.
Assignados A. R. 0. S.VMiS.
CONCLL'SAO'.
I. : A anlinuidade da sal-a parrilha de llii-lol he
daramenle prounla. pob que ella dala de-de W.t,
eque a de Sands s nppareceu em UH2. c|ioca na
qual esle droguisla nao pode ohler a agencia do llr.
Brislol.
2. A sii|ieri(irid.iile da saba parrilha de Brislol
he iioiiuio-iaw I: pois que n.io olnlanlc a concur-
rencia da do Sanils. o de nina |mi cao de onlras pre-
piracOes, ella lem masiiduasua rtpulatlioem qua-
si Inda a America.
As numerosas experiencias feilas com o uso da
salsa parriltu.....i indas a- eiiieriiiidadis originadas
ma impurea dosanauc, oo l......eslo oblido ne--
la corle pelo lilil. Si. llr. Siuaud, |iresidenle da
academia imperial de medicina, |ielo illualrado Sr.
Ih. Antonio Jos Poisol......i s.....linicn, e em sua
afumada cass de anudo ua liainlnla, pelo lllm. Si.
llr. Salurnini de Olivcin.....odien do cveicilo. i'
AGENCIA
Du Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neslc eslabelecimento OOTltinia ji lia
ver um complelo sorlinieuto de nioen
das c nielas moflidas para engenlio, ma-
(liiiiasde vapor, e taixas de Ierro balido
e coado, "de todos os tainaulfos, para
dito.
:,vsWc.\o,H:i:'tv^
DAVID WTIXfAM BOWMAN, engenliclro ma-
cliinjsi.i e fundidor andancia aw senliorca |ri|riiiiro-4 le 'l-pnlms,
laiondefroBi > aorcspelUve p'obllco, qoooieu eala-
hdecimenlo do Ceno movido por michina de vapor,
ii.< mu do liiiiti amando ocbarailii contlnAa em
efleclivo eiercicio, ene eduieomnlelainonle montado
rom apparelhoa da prtmeira qaalidade pera ftper-
feila rouretTcafl tas matares pecas le maehinlsmo.
Ilabllilado para empreliender quaesqoer obras da
ina arle, D.-mil William Bowman. doseja mawpar-
licularmenle chamar a allen^ao publica para aaso
L'ninit's, por lerdcllai ^rimlr aonimenloja1 prwn|r-
lo, oin siio n.i meama fuinlii;iO. is i|u;us rons-
Irulilaaciu aun lalwica nodem competir com aa rubri-
cadaacm paii ealranoeiro. lano em proco como em
qualitlatto Mher:
llacliinaadc vapor da mollmr conalrncaA.
Mm-ntliis ,io>-.....tapara ciiffenlioadeIwloaos la-
manhoa. movidas a ^.|*'l por asun, ou animaos.
Rodas do avuai moinhosde veulo o sorras.
Manejos independenlcs para cavalloa.
Rodas dentadas.
AsulUiocs, Itroiizcs o chumneeiraj.
Cay illiftes p iiarafusoa de todos ^ lammdtOBa
Taisas, parocs,cri\-ose bocas de rornallui.
Moinhosde inandiocn, movidos amoo ou porani-
maese o prensas para a dita.
Chapas de fosaOo tornos de farlnlia.
i. ,tu*i!i- ffiio. lornciras de ferro o do lirnuxe.
ItoiifrTas p.'ia rarjinlta o to
S
^y,. v,ivwM'>*.*umm. J
ina. |
l.uiuil
Preii-a-l
FcrrageiM p.
Columnns,
Prensas doe
Canms, com
Ah........-ii|
nenie reconhi-
para caciinha
aninncsou vonlo.
cpnvo
ni
vidas;,
Iraulii
anda
ede p
is. carr
grades
esella
arado
irafuso.
ise obras publicas
e porles.
le ferro, el
,- obras, j.,
a i; mu in
por varios nuln
rlamai allamcn
lllh.l de llli-lnl
O depo-ilo di
francesa da ru
- mdicos, permillom b
lo as virludca pfllran d
vende-oc a SSOIlOo vid
da salsa mudou-c par
la C.ro/, em fenle ao el
'.....I'"-
sal-a par-
,i botica
A 20 ItS.
Vendo-so
ga do II
huir.
o ii'
ivas ib
l.ij.1
(din
le ni
A CAIXA.
las, a :>(> is. :
il.bvas u. Mi,
- muid e-e di mo a o CJ f i 1 ni ro i.i
,, elle lil a.
f'niri ia canil
na ra lar-
jiinln a de
Vende-
e por pie.
parle: na
PARA VOLTABETE.
iniiilo superiores caria-, para voltarc
inai- barulo doqno emuulra qualqui
i o.i larga do Rosario, loja de miudex
i a do hinca.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cimba A Amoriin, rceolicrnm pelo ullimo nav
de l.i-hoa barris com i i desupeiior cal em |
pala O fabrico de as-uear. e veildem por ineiue
emuulra qualquor parlo : o para fci llmenlo de
las um re-lanle do poluaso americana : na ra
Cadciadu Recifc n.aO.
CLItOLAS i: BATATAS NOVAS.
Vendo-so echlas e hlala.....\as: un arma/eiii de
Ira
que
David Wil
; inai-evada conforiiMilade cu
iibosrcmcllidoa pelo- sonlioros qui
fa/er-lboencomnienil.i-. apioM'il.n
ra agradecer ano seus numerosos a
a preferencia eom que lem sido |
o a--eiMiia-lho- que nao poitpaia
cias para continuar a merecer a si
Ycnde-.se milito superior I
de Sania Lalliariua : a burdo do
Itecife, derroiiledo.lrcni
Moinhos de vento
rom bombas do repuso paca rcBar hurlase
de c.ipim. na fuililirad de II. W. Bowniau :
do Ilion.....(i. 8c i".
COBEBTOBES DE TAPETE
ilesc-
n de
iriiiba
iriiuie
balsas
na ra
.Na ra do
lores de alio
!XXI, l-:i:i i
' ni
4a linli
a Is
han
-pn u. li, vende-so supci i<
escuro, proprios para c
.- i ',11c id.i um. Iiliiu Iran
. a .iisi is. a vara, corles i
isOOU i... corlesilocliila
IXKI i-., leudo III rolados
ia
in.i
.Mai lio- di
Barr
M.HIi
ici-cil
suinU
arn
da
na Ir
-a da Madre di
-. definido do ariua/ein d
1'AIciii, veiule-se por com
gneros rhegados agora d
odia superior em anuidos
ionios inliidoa: rl.....i
liolins licni arranjadoi
byriulbo acculado em boas fa-
jo:
leo-,
No I.......i
Sr. Joaquini Ir.
modo |ireco. os s
Ararat) : cera de
pequeas portos,
u.....liib.iioui|io-h
i.' minias obla- do
sendas.
IIemoli especial para lioubas e rra\os
seceos, CODlinua a vonder-se na botica (la ra do
Rangcl n. 6 i, que foi lo finado Sebastian Jos do
Olheira Macedo.
< Vende-sc a ver.ladcira salsa parri-
llia de Sands: lili ludir Irancc/.a. d.i Illa
da Cruz, em Irenlc an.ebalari/..
FUNDIC&O' DAUaOilA.
Na fundicao iTAurora uebu-secoiislanleinento um
complelo so'rli.....ido de machinas de lapor, lano
falla cuino de balsa pressao de modello-......ai.
nprovudos. Tambem -o apromplam de enconi
un prelo
muilo lio
de salpiei
fa/oiiiln-
na ni.i do
clmim
pelo inac.n
li :: o i-'iii.i
:i(i.l i-, o cu
ur
,- coher
travos. .
ubi bian
1 dilo 0
i.....iba
cada un
o :0llr-
.|io- proco ,
.loja n. li.
1(1(1. Isa.
a 3t s. o ciliado, dilo .1/0
do. pocas .le can,brai.
"-jii:i. e muilas inai
que em oulra parle
COBEBTOBES DE
iros para eserovoe, a !MI0,
iai'I.ii:
INIISIo l-'llll
........ *"' I
na loja di.....piiua da lu. d
A :>i> BS. A VAHA.
Ilrini Iraiicado hranro de pino linho. um i I
corpado: naiojada e-quiiadaru.i du Crespo.
VOlla paraaCadeia.
que
Ifub Plg^e!
DAURORA
1 4e ipialquel
proales
Mirilla qi.
Ilahei-
-.un desojar
11'. n
oinrfaes -cr.io
l.ihricaulc
aludos
qipau
hura du dia.
Vendeui-se saccas ;i andes, coni I
reln superior. eJiegndo rcccnlenieiilc de ea
Lislxia : 110 esciiplorio de 1'raniisrii Sc-
veriano Knbello & Fillio.
Vendc-sc chalijssoii, em caiviiihas de nina
libra, a SIODOra., muitu superior, proprio para se
rondu/.ir parao mallo; assegura-* a qualidade : no
aterro da Hoa Visla, laliernali. 70.
Vcndc-sc una oscrava, ciioula. de anuos
de idade, de Ininila fisura, ro/.inha. engomma, lava
c cose perfeil.uneiile, o mnlivo da venda se dir an
comprador : na ra da Cruz. 11, i:i.
Vende-se, nu permula-sc por una casa ile so-
liradu, ou terrea, sila na praca, mu silio na l'assa-
gem da Maadaleua.coni muilo boa casa, asna de be-
ber, nimia- laraiuiciras e mais arvoredos : a Iralar
na ra da Cadehndo lie ilr 11. .".I.
Vende-oeumeseravo, periloonleial depodrei-
ro, de 2I> a.....is de idade, e de oplima conduela; be
vendido para se pasar as disne/as do funeral do Sr.
do diloesii.no: Irala-sc na rua llireila, sobrado
que se esl edificando junio da botica do Torres.
Vende-se urna prela, criada no mallo, do 26
linos, pouco mais 011 menos, para lodo servico: na
rua do l.iirainenlo n.7, scsiindo andar.
Vcndc-se, por nilo ipiercr aenmpanhar para o
mallo asco senhor, uin oplimo eseravo desatvioo
de arina/ein de assucar, do que lem bastante ur-
lica, e tambem de padaria : na rua larca do Ito-a-
por cima da taberna do
abil
lias i|o vapoi
estado cni n
S lliaiui
cados repar
le. acocoren
mili ineini-i
eonlras qua
cl1ini-n10-.11
eslabel
ncam o pode
1 por7pi.ib|ii
uranio a priii
consliuid.i-
111-iaiile sert
lo
ilrabalhodelli
deleito que p
ra-alra. Mu
-le eslabeleri
uosla pemil
1 r
rulo
i.-, o ata
d.........
leravel.
-I"
pi
Na
Sanio
dos di
lias
chi-
lem
ria III, 12,
i insiguili-
ni'is al neublins absolulainen-
coll-llllliuii do collbllslivol he
11- souhoie-decugcnlio, pois,
asoas que precisarom de nia-
llNMUIICIIK eolividailos a \isilal o
imeiilo em Sanio \ 111:110.
ABADOS DE IKliltO.
fuudicno' de C. Slarr. i\ C. cni
Amaro OClin-Se para vender ara-
Ierro de superior ciunlidiule.
.HUHII! ItS.
lOOaOOO 1-.....ua Ivpoitrapbia eom
(vpos muilo hem sorlid
o p ,,: a q
Miar.
I"
de
ferro
uviei dirijn-so
andar,
no 11. \t>, sugund
Sr. Vabura.
Vende-te um eseravo, sadio o bonito, propio
para lodo o servico : na rua do i lacinia lo, loia 11
H, doMoracs.
Vende-se liando, um eseravo moco sem defei
lalguna! na rua llireila 11. 36, loja do sellciro, si
dir quem vende.
Vende-se asua asedadas caldas da liba de S
M1 ju. I : na rua das Cinco Ponas 11. 83.
PARINHA FONTANA
de muilo supo kir qualidade
ltimamente
ihegada
Ira tai
c c
este mercado : a
com Manoel da Silva Sanios, no caes da
Alfhdega, ouTia rua do Amoin n.
r(i e :>s.
Vende-se mercurio doce em cai\i-
nlias de duas libras, em porees e a reta-
llio, |Kr ireco muilo coiumodo : hala-
se eom Oliveira binaos & Compauliia, un
rua de Apollo n. 1 V.
Vendc-sc um temo de lamborcs aulisos, com
aguilhocs rlleles, manebes 0 carapucas, por 2(KI>
rs. : 11a rua do trapiche n. II, primeiro andar.
Vende-sc um eavallo ala-o rn-ilho, novo, de
boiui.i figura, sem nealium achaque, muilo roao-
ledo, c que carreua hem balso al meio; c lam-
ben) um sellim quasi novo, de bom conunodo, com
lodos os perlcnces, c cni I10111 eslado : a ver e Iralar
ua cavallarica do Sr. Bcrnardiiio, na primeira Ira-
vessa da rua do Sol.
GUARDAisAPOS DEI.INIIO.
Na loja de (iuiuiarcs 4\ llenriques, rua do Cres-
po 11. .">, vende-se guardanapos de llnho da superioi
Vendo-
man do 7
bom prli
a ruada- lau/.e- 11. 2.S. SCgUlld
Oleo especifico para curar a caspa o con-
sorvaro cabello, continua a venderse na botica
da ruado Rangel n. O i, a GlOrs.cada vidro. ,
Ve.iiloin-s........-a-a do Me. I'.alm..... MI.....-
pauhia. na pracado Corno Sanio n. 11, oaouuinlc:
linho de M.n-rill.....o ciiva- do :l .1 6 duzias, lindas
em novollos ecarreleis, bren em barricas muilo
grandes, ac de milaOaorlido, ferro inglcz.
OLEO KM'ItLSSO DEBABOSA.
O mais eveellente oleo que lem nppn-
recido para impedir a inicdn dos cabel-
los ede criar caspa, relrcsca a cabrea c
amaciu muitoocaltello:, vende-se na rua
da Cadeia do Itecil'e, loja 11.0
cada um 1 idrn SOO i-s.
Itllll I.AIIIXIKI V,
II Hliini ttitlnnsurto lor ilrrhH 1/0 COHuelho
r derrelo imperial.
II- mdicos dos hospilaes recouuucndam 0,1
Lallecleui, coiiiii sendo o nico aulorisado ocl
icrnoe pela Iteal goeledado do .Medicina. K-lo 111
dicamenlo d'um goslo agradavel, e fcil 1
em serrelo. osla om uso ua mariuba real de-
do (iO anuos; cura radicalmonle em pouo
com pouca despesa, -om nwreurio, as alTer
licllc, Impingens, as eonsequencias das san
na-, o o. accidentes do- |uiios,Ma idade -
da acrimonia hereditaria dos humores; con
('.
r-pciio-ainenlo s
lalii-lccinioiilooiii
-mu a in.iioi poi li-
le machini-luo p:i
[Soeninnufarlura
.en- niiini-ri.-os fr,
MU dos
iberio
la na 1
um
lili
inculo
l.imonl
-rie
lo.
do Bruin, alrux
DEI'OSIT BE
SIAItlt &C.
nunriiiin (pie no sen extenso es-
lano Amaro, routinuaa fabricar
lino pioniplid.'io.loila aqualdade
a o uso da nsricullura, navega-
o ipie para uiaior cimunoilo de
uexes e do publico em gcral, lem
aaudes ariua/ens doSr. Ifesqui-
lo arsenal de luariuba.
111 dilo
ondas
-li
MACHINAS
i-lociiuenlo.
iimpradore-
.iiiii
111
CSIM
sida
l.m
- alan
enca do
1. Machi
de lodo
do
iiilus
.U- vapor d
encisma
......o-ll
ibaixao
ilid.i-col:
iplelo sorli
sos lucillo
s deque
ido a iirro-
lla pressao
o li.....Idas
preco de
roil
robe
lainalibo, bol
rano- do mo o dilo- para coinlu/ir fin mas ilcas-u-
cii. iiiacbina- para moer mandioca, prensas para di-
to, turnos do rorro batido para fanidia, arai.....i
ferro da mais approiada con.tiuccio. fundos para
alambiques, crims c portas para fornalbas.........1
iiiliiiidado tU' obras de fono, que seria cufadunbe
enumerar. No incsmo deposito existo urna penoa
inlellisenie c babililada para recebar lodasason-
i.....1.......las, or., or., que o. aunuiicinnlesconlan-
dornin a cauacidade do sua- ollh inas o inarhinismo,
o pcririll do -cu-,ollirial-. -o rniiipioiuelleni a fa/er
exceular, com a inaior prcsletn, |Hirfci(f......exacla
i.....fonnibider.....na modelos ou descnlios, e inslrur-
coe- que lllO ("lom ful nocidas-
AOS SENHOBES DE i:\i.l-.MK).
O arcano da invencao' do Dr. Btlunr-
do Shillc em llerlui. einprcj'ado as co-
lonias inglcauts e bnllandc/.as, com gran-
de vaiiiaj'cm para o inclliornmcnto do
nssucar, aclia-se n venda, em latas de 10
libras, junio com o inctboao de cmpic-
;.i-ln un idioma porlu;ucz, em casa di
\. O. Ilii-ln-r (Si Comptlllllin, na rua da
Cru/., ii. i.
lla-
PASTILIIAS DE SOULt.
VEGTAES CON'TBA AS LOMIIUIbAS
Approiadas pela jimia ccolral de hiiiicne publi
ra, o preparadas por .1. M. Smili, phariuaceuliio
memoro tilular da academia iiupeiial de medicina
e da soriedade de pharniacia do Rio de Janeiro.
Oujllco deposito lerdadoiro Beslas pasliUuis lie
eslahclerido pelo mesmo aulor na botica do Sr. Jos
da Itoch l'ar.inlio-, rua Direila u. HS. em IVruain
buco. '
Desde muilo lempo a arta medica eslava a pro.
cura de uin inedicanieiilo que fostfl fcilmente ad
niisli.i,lo s mancas sujeilas s molestias verminO'
sas, molestias lerrivcis ipie ronilii/ein lodos osdias
ao Inralo mu gfaudo numero deltas.
O soslo c ebeiro dos anllielminlicos empiesad
al boje eram oulros lautos obstculo- ,i sua adni
nisliarao; por isso eremos ler prestado um Brande
ervico i bumanidade, e principalmculc nos pais de
familias, aimunciando-lhes um icimifusn. dehaivo
da forma de paslilhas, sem cheiro e sem sabor, qm
tnissiie a 110,110 a mais enersica conm aiililiiiinlin
leemicido contra as lomhrisas inleslinas. ( Lnm
brigiU. 0.7'ytira*, elr.t c/e. '
A coniposic.io ibis parlilhas he paramento vesc
lal. (.luando em 1K1."> Dseraoa a tal prepararlo, es
lin-inos l.lueerlo da sua iccdo vermicida, (|uc nao
hesilamoa um inslaale em evpcrimenla-la em mis-
sos proprios lilhus anles de a fa/er ennhecer: o cfTei
lo foi espanloBO, e loso que os illusires nrofessores
do Itio de Janeiro c da mair paoviucias do imperii
a cunbeceram, nao diiviilaram empresa-la cni loda
as mole-lia- verminosas.
O licito dorias paslilhas he lao corlo que nao pil
p6de baier a meunr duiida sobre asna ellicacia
como consla dasepioiAes do mullos illu-tres mdi-
cos que aqaivn Iranscroiemo.. ('...... ludo, como a:
criancas eslo sujeilas i oulras inolesllaa eujoasymp
lomas sao quasi os meemos das molestias venniue-
aei
sas,
um bu
Millas
olloilo
iiselhamo-. no.
rin da arle nulos de adi
sr.i
io-, di
islrar
lu/ii i
iio (pie ellas po..... pi
urque ua sua compo-i
nocivo; mas norquepcnaanios
casos sraies nao deie admiiiisl
siim emquanlo a molestia nik
diagnosticada,
A dso da- paslilhas he i
lina, a -ris paslilhas em
de don- a seis ulluos, aiismoula
.......lo -rsiindii a idade. He d
liara os adultos, e de quinao a
soas de Irinla anuos para cima.
Itepele-se a ine-nia lise hesdias al
lo dia pode-ee dar um purgante de ole
V. //. I'ade-se 'iiisnioiil.il a ib'iso
im-iillar
lilas pas
Isiliu lun
lo nada cidra
is que n'aquol
ir--o loinedia
he porreilainei
i'Siiinte:
jiiin. p.
ido a
linio
na a- enancas
d.....grailuiil-
lo/e paslilhas
|iara as. pos-
-. o oo ipial-
do ricino.
das paslilhas
-......rrrio do piodu/ir inilaciln ais.....:
ligeslivtis ; o so alsumas le/e- nao ha louibi ii-.i- ex-
luisas, podo-so eslar cerlo (pie lodo e quulquct
ivinptdma do mole-lia verminosa lom do-appaio-
ido. Sosiioiii-o os alicatados do diflercnles mc-
lieils.
CHAPEOS DE SOL, A ljJ280,
na na di
Cadeia.
ChoSOII I,
oir.io.h-ll
..la sua ex.
poi muid
em casa di
-po b.jl
da
DE
;quiua que lidia para a
......h
DOCE
ruino,
lelicndo dore
lenlo qualid
lempo ..... p
Mn
l-onl
BACORV.
Maranhao
o nu-lhor qti
do. rom pul
rrfeilo oslad
na rua da I'.:
Aaenclade Cdwin Maw.
una peipieua
io ha. lano
con-eriar-
: loiido-.r-
ria Velb.i.
Na ruado A|
\ Companhia, acha-eo
inenlos ih- laixas >\r ferr
-a romo funda-, mooiida
ra animaos, asna, etc., i
ia de lodos os laniaulios
china hoii-onlal para va|
ivallos, cocos, passadoiras
a casa do purgar, por moni
rmaxem do Mi
oi-laiileiiienle I
coado e balido,
iludirs ludas di
is para an
i.....lelos 0!
Cali
>ns s'
lano
ilo ferro pa
em madoi
iiso-in i- modernos
r rom torca di
lo ferro cslanliad
proco que os,le eo
lanb
|ior l,i
.",
i
I'
bro, escovetis para navios, ferro iimlcx
bar
proco.
Vende-se eolellUS brancas desal-
pieos muilo eiicorpailas, proprias para o
lempo de Icio, a I ,lill() rs. cada una: na
rua doCreSJK), loja u. li.
\euilein-se reloios de 0111*0, pl-
lenle ngleiC, os iiiclliores (pie lem viudo
i esle mercado, e do tnilis acredila.lo
Libri^aiile de Liverpool I em casa de RllS-
sel Mellors o. Lonipaiibia, na rua da
Cadeia do liedle, D. li.
Veiiilein-se v.apiclas de lustre. para
eiibei la de carros : na rua da Sen/.ala
V>.
BUWm de T...1... o Si
i.....asa d N. O. Biche
1, alsodao trancado d'
io para sarros Jo as-ucar
"I-i
|C.,
quolla
' foupa
/l.ll,..
na ru
ahric:
Nina
DwponL
Veiul
d.iCru/
muilo p
cranis. por proco commodo.
Vcndc-sc um cnrriiiluj do i roda
KCIllos, -olido 2 pal a iiieninos.coin lauca o varal
ra I e 2 eaiatlo-. em muilo hoiu e-lado por le
fabricado a anuo o meio, por proco commodo: o
prelendoules dirijam-aa ao aterro da Boa-1, isla n. i
lar, da. da-
le es-
iiii i iis.en-
ar.ie. pa-
lo
-o
iiih
Ofiio.
ion) barrica'
Kollor v ('.
mido
Vende
ttem casa J.
Crux n. .v>.
Vi
fiambre,
jos ilo pralo, con-oi ia- iniiilo novas, sel
das as qualidades de liorlalice, chegada
le: na rua da Crui u. IG, defronle
(Ionio.
ras da iiiauliaa
..-besado ullimaiuiie-
iiiipauhia, ua rua d:
o I
sanios insle/o- muilo UOVQS par:
bol,icliinha-iles.nl.i inslo/.i.qiii i
servas muilo novas, semonles de lo
iillimaiiiou
do Sr. llr
Vende-
Grelo em
nos preini
parle.
Vend
FAKELOS.
no a rmaxem do Si
arcas de > arrobas,
do que cni nutra ipiali|iiei
. Aunes
por rao
A BOA IMTADA DE LISBOA.
so rap de Lisboa muilo superior viudo de
iiruiii........la: na rua da Cadeia do Rccifo, loja de
loAojIa Cunha .Mas.ilh.i.-. n.-ll.
A 5,000 rs. pequeuot, 5,600 ra. (randea.
V.....Ioiii-o tba|...... de-ol de-ed.l iusle/a dr
upeiii.r qualidade. pe prceos cima: na rua
loCollesion. i.
Vendse relinos dcotirO cni ala.
na rila da Sen/.alla-\i>-
pntente iii;le/.
va II. \>.
POTASSA DA ItlSSIA.
Vende-se potassu da Bussin, clierjada
ltimamente: na rua do Tmpiclie n. 17.
Vendo-so linho da Madeira ,1o superior qna-
lillad......iqu.alose iiilaiosdepipa. por proco com-
modo: noarma/em de N. O.llieber Ov Couip.inhia
na rus da Crui n. 1.
\inlnis superiores de Hucellas
bramo o de Colare- linio em harria de quii..:
Kollor A C.
em um d
Vende-so um prelo da Costa, miiiln possantc
e de boa lisura, proprio para lodo servico, ao com-
prador se du i o.....i no porque .se vende : na rua
da Cadia do Recifc m. 7.
Vende-sc urna muala do 20 anuos de idade
que co7.inlui e eiiqomma bem : na rua do Passeio
Publico n. I, loju.
Vcn.lc-so um prelo, i nonio, olllcial do sapa-
Iciro : no alerro da Boa-\'isla, casa D. II- primeiro
andar.
Vcndc-se um bom eseravo, perito co/inheiro
lauto de fopao, como de massas ; un linda iiml.i
11 oh.i de 11 anuos, com principio de habilidades
duas prctas muilo in- ';.*-. urna das quaes be do ele
Biinlc lisura ; i trelos muilo mocos, bous para lo-
do servico :,na rua .dos yuarleis n. 21, scitundo
andar.
METAL PRINCIPE.
Vende-sc hules, eafeleiras de superior metal prin-
cipe, c hem assim trinchantes e facas para mesa, sen-
do com o cabo do meen inelal, c ditas de cabo de
osso c liiailini, Indas de bom ac : na rua do iju.-i
mailu, luja de ferrasens o, .U).
FOLHA DE FLANDBES.
Na niadoQueiniado, loja de ferragens n. 90, vcn-
dc-se superior folha de llandrcs do bulas as srossu-
ras; zinrocm barran folha : eslaidio om vcrguinlia;
lavos de cobre de lodos os lamaubos; cobre para ro-
dete e roda de moer mandioca, ludo por menor pro-
co do que emuulra parle.
FERRO INGLEZ.
Vende se ferro insloj, de todas as diuicnsoes, em
chipa, qnadradoe redondo, por mullo mdico pre-
co: na nova loja de ferrasens, sila na rua do (Juei-
mado n. ni.
Venderse nina laboras no Recen Largo, rom
pinicos fundo-, muilo propria para qucni qui/cr
principiai o bom al'iesue/ad.i para a Ierra : quem
a pretender dirija-ee rua da Sanala Velha, u.
lili.
Vendem-se cadeiras, sofas, consol.is,
bancas de meio de sala de Jacaranda, lu-
de muilo liiin gusta.; e lambem se
ndo nina iiiol.il de ansien composls
Indas as pecas: suar.la-roiipas para
enliora, camas france/as de Jacaranda,
noli.....adeiras de oleo, sofas, canslos!
is para meio desala, ooulras muilas obras que
a lisia do comprador se mostrar... sendo ludo o
mais moderno possivel, o pur......unodo prero : na
rua da Combos do Car......bija de inarciueiiu, u. II.
Vende-se semenlcs de umitas dille-
rentes qualidades de 01 laucas.- chcRudus
pelo iilliin.....vio : na ina lar;a do Ito-
sario, loja de nnuile/a.s n ->'
\ ende-se nina boa e*
eoslurelra, lavadeira .1.- sahao o Inurlli
inenle mullo boa euxinheira: qncmaprel
rlja-so ama do Sobo n. in.
Taixas para engenhox
\a liiuiliean de Ierro de
Bowmann, na rua do llrum.
do o elinfariz continua
completo sorlin.eiilo de lai\as d.
fundido c balido de a S palmos de
bocea, as ipiaes acbam-se a venda, por
preco commodo c COm proinplldao' :
einbarcain-se ou cai're'.ini-seein carro
sem dcspexn ao romnrador,
A l-lil US. CADA L'fl CORTE DE 3 l|2
COVADOS.
Na lija ti, .1 que volla para a rua do Collesio,
lende-.ecorlo- do casemiras de laa c alsod.lo, muilo
eucorpailas, o padrees milito lindo- e iniiderims, pelo
barato preco de l-Tlin r-, cada um ciWle.
O 59 A.
Conlrouloan RuxariudoS. Anlouio.....nstante-
incnle leude liolinho- para cha, sendo 211 e lautas
qualidade-qui.....i parle alsiima liaier isual -orli-
mei.....iuiili......ido latas com aramia c bolarliiulias
de l.isln'.a e onlras muilas qualidades de bi.......Ins.
f.dia-, cliocolalo. I'ra-qiiiulio-e.iiu amendoa-o con-
feiios. o oulrosobioctos. ludo por coinmodo proco.
Vende-se hrim li aneado Sllllircllo, lino, de
piiroliobo, a liillrs. a vara: na ruado Crespo, toja
da esquina que inll.i para a cadeia.
D. r'ranoi-ra T.......a/.ia da
lima de Antonio .la Cunba Soari
louiloudo-so relirar para fiira do i
das a- suas proiiriedades abaixo c.
Don- -ilio- no Hospicio, ns. ) e u
I sobrado de tro-ululare- na rua it
I dito na rua da Cadeia de Saul.i
mora. n. 0.
.in.i rua, n. 18.
Cre-po ii. I."., sendo
i. 12, dem ideill.
boceo ilo Poisolo, u
us audaces na rua d
para sen- apiste
Anlouio da I
II. !..
raa cnsom
iadeir.1,
e igual-
der, .li-
li, w.
passan-
laver um
erro
i-i.iii
iCi
Aldo
i Cunha,
.les, pro-
emio lo-
mide
I dilo ua uiesui.
I dilo ua rua do
1 dito dito dilo i
2 uiea-asua- no
I -obrado de don
Os prclondenles
ler-so rotll son lilho
nielado desla
-. 13 e 15.
i Rosario, o. I
I' I. ni enlen
liba Sii.iio- liui
ni.i
11,
BATATAS
superior (junlidiide, sao
do (pie o airo/., a lamilla
mesmo o pilo de trigo, al.
iiulric.'io cute da' ao coi DO
lll.ns baral:
de inandinca
m da mella
< De.
sa da .Madre d
ile iiimi, e un caes
' i esquina del
IltlVl
tudo
arma/.i-iii
liaste.
Vende-so una ..pihua mu
de i.la.lo, perila cugomnuideira
.,|,
: vende-se na
arina/.em piu-
da AlfoJidcga,
(inle do 'mo-
da a lod
so v.....I.
lirio par.
b- a-ur
la de 21 a 2"> anuos
cose c he Itahilua-
eriu;.. iulerno de una casa; igualmente
ni negro da.......ns idade, robusto o pro-
idooscrvicn: na rua do A|.ollo, aima/cn
la lima Pereira da Cunha.
I'KCIMNI'.IIA.
Vcrtdo-se po. jOrtjOOO rs. um negro criouln, alio
boa lisura, o qual lio mullo proprio para Irsbalhar
im onsol.ho- UUeill Sitio, do que lom h:|.l.iiilo piali-
i.- o. prelendeiilos, dirijam-se a rua do ({uoimado
i. 7, toja il.ie-lrcll.l do l.resorio ,\ Sil.oir.
' Vcildo-SC una eirrllculo loirba.lura insle/a
ill lio diflicil, lo lorie de cara or prec/ Ionio n. propria | ; na rua uiha, de rommoi ira eserip do O.iein .....
mu era > 1 Al ado
-0 a u inioira s< o : ua ru re, ubi
ii 17.
ni v.t..i .1.: J.
se un Lerroiu
Inni.ll
drill '
lempo,
[ow ila
UM, ol-
nl ic.l
rom ;is
ratliiinos, di bexigA, P9 conUm-rois, o i fr,H|ne/a
do* oi.ios, procodida do .iimso du inRocfoea on to
>-omliis. Como jinli-s>plililirn, o urolie rnra cin
poficotempo o^iluxos recnloioa rabeldoi, i|uc voi-
vem inrts^tiiles sem conscijuoiicia (loeinpro^oda .o-
paiha, am o viril* scni iiciiirilis^-Io. Oanobe Laflactoui
he cspenaliiiciilc recommendado contra as ilnenras
iu\ol-radas OU rebrilles ao mercurio o no odiuclo
le potasio. Vendo-no em Lbbua, na bolira de Bar-
ral, c de Anlouio l'eluiaiio AlvOfl de A/evedo. pia-
le I). Pedro n. US, onde a calta de chocar nina
rande |Kircao de (.'arrala* uramle* e pequonaS, II-
aa iliicciamenie de Paria, decaaadoSri llo\^call-
l.ailecieuv i,*rue Kchc\ Par. 0formulario*
ide, pelo harali*
I"
dr l'^HHI rs. a
mialh
duna.
iai-i:.
Na praca da
I, lende-se supi
ilsvai.
Veflde-se um sellim iglos, do patente, con
lodos os seus per lem r-, ludo em muilo bom e-lado
quem qui/er annuiicie.
PALLO COR0EIRO
liidependencia. luja dcniiinle/
rioi rapi
dcslo alibi
hl.
i-r sralis om casa do
Pedro n. N2. No P.
Araujo; na Babia, Lini
buco. S.......: Itio ilo Ja
Moretra, toja dr iimr.i-
senle Silla
io, i.....-asa
A rmeos; i
airo, lincha (
\ illa-Nova, i
i-ilo; Itio-lirande, I-rail
piara do
-'o-.........
I'oiualo-
ilbps, ol
Pereira
do Pau-
le .Mas.de
lata.......\C
Vendo-es redes do .-.ir slcoclioada de mu si
panno, de muilo luim soslo, proprihS para iiin.i-.il.
decenio : na rua do Crespo, bija da esquino que vol-
la para a Cadeia.
lin .1.' aloiiilan (la
ai chiiiiii.'Io : un es-
Ir Sniais .\ Cnmpnnhiti,
lo Trapiche n. ~>\-
.-:- / / i: m SBB SBI
POTASSA SIMIIIH!
\ .'ii.lr-sc poi' pirro iiiuiln
iinnlii, mi arina/.riii n. 7 de 0-1
all'aii(li';a, de Jos Jnaipiiiu l'crcira dr
.Mello..... no escriptorto (le Noiaes &
Cotnpnnhiann na do Trapiche n. ~ii.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
I ro andar, lem para icnder diversas isiii-
sicas para iiiaim. violflo e llanta, eoiiin
sejaiii,(luau'ilhaS, i.dsas. redimas, selio-
liekes, inniliiilias tndn iiiodcriiissinio ,
(jn'j'ado do Itio (le .laen n.
VIMI DO POHTO MI 110 FINO.
\ ei,ile-sesii|ierior i inlni do l'oiln. em
liarris.lc 1., 5. e S. : no anr.a/eiii da rtlll
do A/eile de l'eive II. I ou a lr:il:ir no
esrripldiii.i de Nnvaes ^\ Compailllill, na
na dn Trapiche u. 34.
V.....b-iit-so os lord.idoiros-olliii.ingleses, n-
tenle, do osla o remella: na rua dakinsa la No-
va a. \.
irll.ll-lll
Ven
garos da Capunga, c.....mi
ha pouco, una I.....ila cari
p.ir.i beber, duas casas di
quem prelender dirija-as i
.Viuda evisle nina potpienn poican
do ja' acreditado remedio contra a em-
lii'iiiue/, lindo dn Ilio de Janeiro, ca-
lo Uanircl, lioii-
s melbore- lu-
.......i...... i..~ plantados
nh,i rom muilo boa asna
lai|..l quasi proinpla- :
rua da Son/ala, u. lo).
na na .
elon,is,hrin/ao, hrii
no arma/em de N.
rua da Cruz u. i.
Vigario n. lu, prime
s o nudas bi-
l. Ilieher &
era oin
rliiueiilo complelo de
lelas
a 11 o
idar, ei
lo l.l-b,
i libras.
do muilo li.
libra, o cera om sriiine
prcCO bal.ilo.
U;.,;V: .,- .;:-.' -. :
i Deposito de lucidos du fabrica
de todos os Santos, na Baha
Ven.le-so em casa de Domingos Alves
Halheus, na rua da Cruz do Recifc n. .'i2,
3 primoiro andar, algodo transadoilaquclla
3 fabrica, muilo proprio para saceos c roo
i;.1 pa do o-rravos, assim como lio proprio para
redes de pescar e panos pan velas, por
prCQO muilo conunodo.
" SjpkI '.'.."* ''.'-'-' "/?...V 's?'*"'..-
\n BARATO ANTES (,U C SE ACABE.
Na loia da r.....lof.ri-|...... ."., londe-e pora- lie
rhilaa Hilase.....:s covados, de lindos padr...... |ndo
dimlnulu proco do 5)000 rs., .- I'ni ,-. ocoiado:
osla niada lornino r.......iraemiavel polo* lindos |-
iliiii'-rp........- muilo feries; alera desla hnMuida
vendo se oulras mallas pm liaraUssiina prero,
Vonde-sc i Iludas inulalasde 16a 18 anuos, c.....
algumashabilidades, J pretas de i" a -J auno.: na
rua das Larangeirai n. I i. segundo andar.
dr iegredo,
ou loja, por -
luja n. u.
Vende-
linda dn Ara
Cadeia de Sai
SEDAS FUKTA-COKES.
Vcndc-se corles do vealidos dosedarurta-cin-cs.de
delicados guslos e superior qualidade: na loja do
sobrado aniarello, no- qnalro raidos da rua do Ijuci-
liiado II. 29.
VESTIDOS DE SEDA.
Na luis lio sobrado ainarlel......I Quiltro Cantos da
rua doiiueimaih.u..i. ha part vender um comple-
to sorll.......io do-oda de cores para vestidos, sendo
.1......io-|ia.lroe-e de superior qualidade. s por pre-
ro coiumodo.
RAP FRANCEZ.
Acba-sc a leuda osle oicelleiilo rapo, na linaria
da rua da Cni/ do l.airro dn Recito II. li, a preco
ile lautlO rs. o bolo de libra.
IIAPI-' PAI I-' COnitBIRO.
N......ri|ilorio Ierren da rua da Cruz II, -' I, iru-
de-sc coiislanlemeule,|ior se ler cslahclcci.lo um ileS
pn-ito do verdadeiro rapPaulo Cordoiro, do cinco
lil.casao inaior iiuinoro que os prelendeates de-e-
jarein.; e-le rapi- que por si nirsiiio se lem arredi;
lado, j.i pelo aroma e frescura que conserva, o jii
pela lo-r.ibei la conseguida por esporicncias n.....-
pm algumas pesases que sofrrlim de vertige.....ou-
lros ni des de '.lUe^. ser o mclbor presorvalivu ; be
o iiuico que pode subslilulr o bom Lisboa.
A 28800 ItS. A RESMA,
Vende-SC minio superior papel d.'.pc-o, hranro o
a/ul, pelo mdico preco de *800 rs. a resina, ou
l-iKirs..cada mola resma : na ina larga do Rosa-
rio, loja de mu'lo/as n. 26, jimln a de louca.
__ Na loja das seis porlas.cm fenle do l.ivramen-
10. vonde-SC ricos corles de laa e cainhrai.i, de uoio
soslo, bordados ti na fenle; soslo da nova Aus-
n FRANJAS PARA CORTINADOS.
Vendc-SC franjas, do m.-lhor soslo |nissiiel, pro-
prias para cortinados oloalbu, por preco mab com-
,.....io doque cmoolra qualquor parte, Iranqoeaii-
ilo-so as amostras sus compradores: na rua larca do
Itosario n. tfi. junio a de touea.
A 10 lis. A VARA.
Vcndc-sc franjas, proprias para.loalhas, a lOOrs.
a .ara : na roa l.us.i do Rosario, loja de niiu.le/as
n.-Jii. junio a do louca.
Ai.II.MAS FRANCESAS.
Vcnde-ss muilo superiores sgulhas, etn earteiri-
has eemeaivas, los nmeros inai- linos possiiois,
,- |,i pirro 111:11- llliralo do que .1.1 iiilll.l qualquor
liarlo: ua rua larga do Rosario, toja de inludezaa
11. 'JO, junio a ,1o louca.
vende-se urna parda rccolbida, de 22 anuos,
que cuse, ongomma ecoxinha; veste c pontea urna
senh.na. I-.-i.i r-naia -o vendo porque a senhura
so relimo |iara Europa 11.1 111:1 do Colbsio 11. 21,
I......oiro indar, le dir quem leude.
oropr
.- Jende-so urna volla para pescoeo, de euro da
le,corhposla de IH Irnljc, ronl ,,c ^ '''
iiusa. iVoreni cngrasaMs, c cada um om -. a:',
mani; assim como um par de hrtoeo lodo del."
manes I na rua do Caldeireiro n. 82.
Vcudc-.c S escravos, sondo 2 motenues de b,.
mas lisuras, ambos coiinhciros, I dilo saniiicin, ,i
cscrawis i|c lodo -en ico v- na rua Direila ... t
Vendc-se um molcque. crioulo, do i a l-i
anuos de 'idade, sem vicios neni achaques, o deUJ 1
conduela : na rua Nova n. ,i0, |,i|,crna.
\ ende-sc duus mulatos: 11,1 nad, (a,|7, 3
do Recifc n. 32. <"""el'1 *,
I##}>gi*8safa
Na rua das l.arangciras 11. |K, m-siiiuIu and
lem urna cscrava de22 a 2a anuos para so vender-
sabe coser, ciigommar o ro/iiibar, c t-mfim faz I01I.I
servico do urna casa; nao lem 1 icios nein achaqui
e he muilo liel: quem a prelender, dirija-sc ao nn>
1110 sobrado.
Vcndc-sc I escrava, crioula.eiisommadeira.rn.
se liiin chao, eozinha, lava c faz renda ; I dila *|q
IH anuos malte sadia, com muilo leile para criar
scni.lillm por que desmamar o lilho della ooceel
siao da venda; I dita de 20 ailnus, que Cllgommi
eozinha hem, cose chao o lava de salan; I parda .\,
10 SBDOS, que rose, rnzinba lava, c I pardo de _'l |
anuos, com principios de sapalcirocpagcm: na ra
das (.rusos n. 22.
NAO- SE DEVE PERDER A OCCASIAO .
Na loja do Leopoldo da Silva Queiroz. rua do
yiicim.ido n. 22, vcndc-sc rbila. linas de bonitos pa.
diics, cores lixas a IHO, 2110, &\ B 210 rs. o (ovado.
corles de cassas .-hilas de multo tumi mwlo a 2?, di-
tos de cambraia de barra dosasslsmodernos a *-".in,
lencos de eassa com barra de cor multo bonitos e li-
nos a IDOrs. radaum, chale de Ua aseda a :lg.VNI.
panuu lino prelo superior a l^vn o covado, .---simi-
1,1 prc-la larga c lina a 2^i(IO o coiadn, merino prc-
to de muilu Inia qualidade a 2^S(SI o covado, alp,,.
is linas, lila, prinecz.i, casimiras de cures de hon.
is padrees, bros para cairas, bonetes do velludo p.
1 meninos a I?, nicias casimiras de slgodae a ;_ii
rs. o colado, e oulias mais fazendas quo
dores polos precos e quididades nao deixaiao ,1o
tirar.
FARINHA DE MANDIOCA.
Sacras com fariuha de mandioca desupeiini
lidadc. CfGJO rs. : 1 ende-se 110 arma/em
Anlouio Annes, ns escadinhadaalfandeg.....
piche de algodo, ou IraU-secon Jos Baplinla .li 1
ronsecs Jnior, na rua do Visario 11. 1, primeiro
andar.
No palo do Carino venda n. I, vende-se iimi-
lo boa alel i J, inararrAu o lalbarini, a 2UH rs. a
libra.
PIANOS.
\onilc--c qnalro fortes pianos, recenleuienle i-ln>-
sados.ie l-'ranca: no eetrlptoriode Keidel Pinhij
Companhia, rua da Cruz 11. (>:t.
Na rua do Oiieimado n, 51, luja de leu i:ni-,
vende-se sapatnse hoiins.lo Aracali, em grandesi
pequeas porr.cs, por biualissimo proco.
PIANOS.
Ilrinin Praoger & C, rita da ('.111/ 11.
10, reeelieran de novo nlgUIM liinnoi
(orles linrisoulaes de moderna ron-I 1111-
i'Jta. em tom os mais bellos liossiiris, cH
lendeiii iiiuilii em cnntii.
ESCRAVOS FGIDOS.
DosapparccQu no illa II docorronic umatt
rrina rrinnlii ile iioint* Tlioniii/Ja, de i aiiim. de
iilailc, ollios \\ts, niuilrf roiiver ra, ile aforiiii, muilo prcln, .illa, cmliitna i* %'/
.-nula 1 i-aleada em Ijlulo tic Torra, cosluina andar liu-
la c de panno flno: por Ion rogo w m aulorlilida
nollriaoi ropllAott do campo ou qualiiuoi jienoainw
a poaar, lova-la a rua da Aurora n. K. que serflo
gnUiflcedos.
Ausonlou-eo da caa de son senhor um earra-
vo crioulo, de minio l;ili|>|ie, cdalura ordinaria, lem
barba, dcodonlido, (alia um lano ronca, peiloa u-
Indos para Fura, i";s grooios cum os dedos UMlboOj
o sem imlia-, e rom nina marca de ferida enium
dm dedos miiiiuios tos mesmo-. pea: i|iiem o itCRM
lovo-0 >> rua da l'iMilia, solirado n. I'.l, 00 rerttllii-j
1 cadeia. que aera roconipeoaado
Ao amanliccor do da 2 de junho doaappare>
con um mel crioulo de mue I.U, dolftannai
poucu nuisou meiHM, levou um eavallo atazograo*
de, cnpadu* rom canuallia ; esle prelo lem y-;iiilo
ila lisia mudo grandeseaa mac.iasdoroaliimuilo
s.dienles, altura recular, lie ncm rallante, 0 doma-
patio aliando falla ; lem mllo mais prenles cni i-i-
i ii.ii ii, o loi eseravo do lenle .Manuel Perreira d*
Almeidaque n mandn vender nesla cidade do Uc-
cife por Agoslinho Pereira do l.ucena : quomocap-
lurarler.ia Inmilatlc de o entregar u.i rua Nova il
21 a sen senhor Joa<|iiim Anloolodos Sinlos An-
drade, quesera* generosamente reconipensRdo.
No dia 22 de junho prximo pasnado, desip*
parecen da rua l'ormosa n. fj. um imi.imi, i pie r
plescota2\ auno-, pouco mais ou menos, de ikmin
Augusto, cliegado ha pouco lempo do unuenho, col
um pouco Tula, costuina quinde falla pbcorconio]
olh.is. .iliui.i regular, secro docorpO, nariz e linca
reffulares,orelliaa um pouco curias, quaudo falla w*
rece querer gnauojar, porem isso lao pouco, i
ncm -c percebe hem : pga-M hem a que.....I a sua senuora, na rua PormOH em casa da Viui
l>. Mara lunaria de (jusmao l.ira, (pie sera urnc'
rosamente recompensados
ItannfMrecea na madrugada do dia 11 do pi
dn sitio do Canhengue, em Beberibe, umi
panto de nouie liei nardo, natural do seri.
i, perteneciste a Vicente PerreJra da Costa
niinprou aossenlioroB Caminlia A lilho*
oltouYcramdoSr. Jo; PastorPcrreiraLi
lem os signaes segulnles: cor rlart,
iodo,
travo
do Ir
que.
ipiae
i-ujo
lio corredi
, lem um defei I
do dohra o braco,
,. de altura reoul.-
d<
, barba cenada
no coloveJIo esquerd
alio o osso, (pie foi ,1o
c RTOBSUra proporcii
borlado, cabello cerredlo, barba carrada, ps de
papa
que .|
Incadfl,
nal, lie bom encarado e aleurc, e representa ler '.Vi
H.'i .nios de idade: levou um farjo, e um surr.i
rain roupa de pageiu, Jaquela, ralea e collele axul
roupa branca e do rfucado pora servico, urna rede
b i.....Jiapodo pello sem gaiflo: pode-so as aul
iladcs policiaes, uua quem dellesouher, o ohse
de o apprehcniler e mainla-lo enlreuar a s'ii senlM
no dilo silio de lleherhe, ou no Hecife, DO arina/n
da escadlolia, que alcm de se pagarem (odas as do
pe/as de sua apprehens.o, s^ ralllicar geucroS
incule a quem o apresen lar.
Anda continua estar futido,desde 15 de mu
e<> do crrenle anuo, do enuenho de Sanio Amad
nho, rei;ueaia da Var/ca, o eseravo Sihauo ruin i
signaes segulntcs: levou camisa ecoroula de algo da (erra, representa ler 2i* anuos de idade, rara un
pomo larga lalhada, altura repllar, n.io talla ils
seinharacailu, he alnunia cousa fula e lem louV o
denles: qiirin o |tegar leve ao mencin,ido eiISClilm
quesera hem rccompeissadode wu irahalho.
ttonlloua a estar fimidu, desde 17 de de/cm
hro, o eseravo cabra, natural duAssi, ile no.....Ali
miel, representando ler 22 anuos de idade, ruin n
siiuiesseiMiiutos: estatura reirular, mau o posuran
loa, leudo o dedo grande do p haslaulc sepai.nli
dos OUlros, sem harh.i, roslo comprido, olhOtfpeqM
nos. palpchras indiadas, denles limados o falla un
pouco fanlnMo; leudo furlado u levadodiver-o*ot
feetos no valor de KMI^ ris: roga-OO a quem pudr
pprehender ndito eseravo, de 0 mandar tnlregart
leu senlior, na rua da Cadeia do Itcrifc n. H), o
no silio do sua residencia, em Itemtica, em Irenlc
lo \i\ciro, que proinclle gratificar eomgeraoogsti
lado. tntonio l aten ti m ta Silva /farruca.
Mesap parecen ta rua do Cabuya no dia I ih
eorrenleas II huras do dia, um inoleque crioulo de
lime Manoel, com 1(1 anuos de idade, pouco mais
ou menos, com OSStgnaCS seguiutOi: camisa a/ul dr
algodo trancado e hem eomprida, caira ouccrotda
do aluoilo/inbo e oulra seiba da mesilla l",i/i'ii.l.i-|or
baixo, chapeo de p.ilba, bcembiaudo ecniu os olllOJ
grandes, veo a esta praca em companhia de un sea
parceiro, do poder deipiein seihsencamiuhou, he
pcrlcuccnle ao Sr. Manoel Francisco de Mello!
quem dellc llver noticia quolra parlicipnr nesla pra-
a a Manuel Pereira Lima, na rua larga do Rosario
i.:.:., ouna ruadasCruus n. Itt.
lesapareceii no dia li do rorrele, do silio
onde mora o Sr. Eduardo Fenlon, na Passaem-
da-Uogdalena, o eseravo de Mine Jos Palacao,
reprsenla ler il)anuos, casado coma escrava cn-
oula, Genovova. que reprsenla ler li anuos;*
eseravo he de allura regular, rosso do rurpo. |"s
cambados para dentro, falla grose c rouquenha, li
[to regrisla o dado a valenlSo, lovou v olido eal-
ni e camisa de algodia ripeado americano de Mslr.1
i escrava he alia, reforcada, lem falla de
o,i lenle, o una i'ieath/, eni o lado direilu
beca, proveniente de pancada, (Sallas manca*,
us ni lu nuch.iti, leVarain luda a roupa ipie ti
|lllga-oe leri'iu srjuilu a estrada doserl.ffl i
ch.Ml.i Bri&ida, de onde forern du Hajor
ltnua-se por lauto a lodas as aUtoridadeM pul
e ra pitaos decampo, que us npreheudam < os
ua dosljiaileis n. 2\ seguudoaudar, i
liemirecompeiMados.
tleiili-
,l.i.i-
Foruat-Tw. ol. P. 4o ParU. -1.
*, Vk
X;*
mA


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