Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03221


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Full Text
D14IIIO DE m PER \NBH10.
priIIJO DA SDBSCIUPqAO'.
SuhKtYe-e a 1">000 poranno, c 000 por
,',!.i naga nliaiilatlo, o W300 por quarltl pago
',, i,h, na rasa do en proprielario, M.Fiaueira
Y, Furia na orara (la I ndoiicndenriii, na. G o 8, e DO
ItiiidcJ rana do Sr. Joao Pereira Martina.
r 11 Y. Duprail.
: o Jnnquim llcrnnr.lo Mr-mlnnra.
1 a Josc Hodriiiics da Costa.
1 a jMqnbn lunario Pereira.
a Antonio de hemos Braca.
tjiiilhcrnie Augusto de Miranda
i o Joaqun. Marques Rodrigues.
Bal"
Macelo
paralilb*
alal
Aracaiy
Ceara'
Maranhai
IVia'
1 Justino Joao Ramos.
CAMBIOS II 15 DI JUKBO.
Sobre Londres 28 {
o Par, 337
o Lisboa, 93 por cerdo.
HITIS.
Ouro.Oncas hnunliola 28j0n a >m
Mcelas de SWOvellias...... 169000
de tt00 novas...... I 4000
o de 1S00O......... IrjIKII)
Prata. PalaeSes brasileiroa........ I.viio
Pesos rolumnarios........ IjjtHll
a mexicanos......... 19800
Arrcs do Banco......... I":,
Descont deLeltras....... 9aII
NOTICIAS IITBAKOII1U.
Portugal . 1 i de Job. Auilria. . 4 de J'in.
Ilcspanlia 9 de a Suissa . 3 de
Frauda. . 8 de a Inglaterra 9 de a
Blgica. . . 5 de Suecia.. . 30 de Maio
Ilalia. . . *de E. Unido . 28 de
Alcmanlia 4 de a Mxico . 22 de
Pcussia. . 3 de a California 13 de Abr.
Dinamarca 1 de a Obili . 2 de
Itni.i. . 28 de Maio Buenos-A. 2 de Jun.
Turqua . 20 de Montevideo 5 de i>
NOTICIAS DO IMPERIO.
Para'. . 2 de Jullio S. F. do Sul 3 de Jun.
MaranhaA 5 de a S. Paulo 12 de a
Ceara'.. . 1) de. a Minas. ... 5 de Mato
Parabiba. 8 de Hile Janeiro 2fi de Jun.
Alagdas . 2 de Babia.. 1 do Jul.
PARTIDAS DOS COB.HXIOS.
Olinila, lodos os das.
Vicloria, as quinlas feiras.
Caruani, Bonito c C-araiibiins, nos dial 1 e 13.
Villa Bella, Boa-Vista, Es e Orcury, a 13 c 28.
tioiannac Parabiba, secundas ese1-.
Natal, quintas feiras.
DAS DA SEMANA.
11 Segunda. S. Sabino!
m.
12 Terca. 8. Joao Gual-
bcrloab.
13 jn.-ii la. S. Anacido
Sm.
uinla. S. Boaven-
tura b. card.
13 Seilih S. Camilo de
Lelis.
16 Salilawlo. f. S. do
Carino.
17 Domingo.S.Miiiiidiii
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundas c'quinta.
felacao'
tercas e sabbados.
Fazenda
tercas cscilasas lOboras.
JuizodeOrpliao'
segundase 3. as 10 boras.
Primeira vara do civel
loicas e 6. ao meio-dia.
Seijinula vara do civel.
quarlase sab. ao ntoio-d.
Junho
Julbo
EPHEMZRIDES.
28 Quarto mingoaute as3 horas t^mi
nulos e 37 segundos da maulitla.
6 La nova as 8 hora, 37 minutos e 37
segundos da manha.
13 Quarto crescente as 7 horas, 13 m-
uulose 31 segundos da larde.
a 20 La cheiaaos 16minutse 4 segun-
dos da larde.
PIULAMAB. DE BOJS-
Primeira (' c30minulos da larde.
Secunda (I e 31 minutos da manbaa.
PARTE 0FF1CIAL.
je-i
Q0VEBNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 13 de jolito de 1853.
Ulirio Ao commandaiile das armas interino
mullicando liaver regrcssndo esta car
jo eimrgUo do corpo de sade
Soma, que, cm conscquei
ilcneia, fui ciicarrecado.de
al
Dr. Anlonio do
das ordens ril
urar na cidade de
uuu
la |
.1.....
"I.....'
odag
An
.......I
II.
na as pessoas accommellldas da epidemia,
lli orassou iilliniainoiilc ; c lambein que rons-
.....liculareomcialmento liaver o rcendo llr.
.',.iiiiirnbado casa roininissn eoin o manir icio c
ral i-onlciilamoiilo do liahitanles da mesina da-
le ,,1-ln que Inrua-sc rredor dos maiorcs louvores.
ii< Ao mesinn, iiileirandn-o de haver aulo-
rkaihi ao inspector da llicsourara de Falencia a
mamlar illdomular 0 alteres do nono lialalliiio de
iii'r.inl'aiia. Jlo Antonio l.cilao, da quanlia de rs.
ji; i'>......rano de cslarem nos Icrinos lenes, os dn-
iiiiiiciiici-'iueaconi|iaiiharam anolliiio deS. S. sb
Dito A" meslo, declarando liaver o Eim.
pjesilenlo do Rio-tirande-dn-Norlo parllcipado,
L. primeiro rirurglJo capitn do rorpo de sade
(tu exordio, l'tioina/Cardse de Alinei(la, veio >#.i
,..i.i i>,o\iiic-i.i no vapor linierntriz coni o llm de
uno fui dclerininado cm aviso da re-
erra de 21 de maio iillnnii.
inesmo, commaolcando que o.Eim.
Ama/onas dcrlaroii, que oeipillo do
deinf.iiilaria, Jn.iu de Cislro e Silva,
ilir daquclla provincia no vapor Miiraj.
le iccolber-se no seu corpo.
, .\(i inspector da Ihesouraria de telenda*
anda de posso do dIUbIo iAb n. 533, e datado
do rllenle, no (pial V. S. rniniiiunicando-nie
lucir.] parle o resollado dos aununi'ios folios
1 compra dos rawillos de que prcris.i n cun-
I li\a de cavaliara desla provincia, lembro
meio que se lem adoptado eiu nutras
ra compras idnticas, e eoncluo soli-
lens desle governo para decidir sobre a
,1 do. oilo ravallos, que prelcnileill vender
i-.ii Xavier Cavalcantl Una, Lula Rodrigues
II ojoaqillni Jos Das Pereira, tenbo a di-
.. ,.iu resposla, quanto a prlmeiri quesillo de
ala o citado oflicio, que (leve V, S. deliberar
loi ni.o- conforme ruin as nrdens recolares
lerla deque BO trata, sein prescindir dae-
ule iiii'IiIsjiii.i que lia de rcuioiilui-sc a ca-
valli.nl.ida referida companhia, e do Iranstornoipie
1.1 val causando no servieo publico a demora de sc-
iiiclliantc remonta.
Dilo Anmc-mo. aiiloris,iudo-o, em vista de sua
iuloiiuar.Mi, a mandar alionar mais ao almnxarire
do arsenal de marinlia, para deapeiM miurlaa, a
quanlia de J|W1" i"" rs. alm da somiua que j Ihe
loi enlreciie itara lacs desposa*, nlim de que o mes-
1110 aliniivarife ealeja lialiililado para comprar a car-
io- verdoquo for larerlaa para os navios da acipada,
tuna de(-cav.ic.io o enfermarla de marlnha.
L.....iii(iiic(iii-seaoriiiis|.||iodcnilmiiii-lrac;lo naval.
HiloAo memo, remetiendo rom copia lloofli-
rio lo inspector do ar-enal de niarinlia de 12 do
rorrcnle, 1.....ola da despe/a feila pelo mesiiio aise-
Dil
de la
....."
para
f.....
Il.l -e-
pnivli
1 Mam
I.....I"
lian.
.Ii
ld,l
' I'
TRIBUNAL DA RELACAO .
SESS.VO DE 12 DEJL'LIIO DE 1853.
'rvuidenria do /:'.rm. SF, conftlluiro Jzerrilo
As II) boras da manlia, acbando-se prsenles os
senhores dcsemliargadoros Villares, Bastos, LeAo,
Souzn, Rchello, Luna Freir, Tollos, Pereira Mon-
(eiro e Valle, o Sr. presidente declara aberla a ses-
tlo na forma da Id.
Jiilaameiilof.
Accravantc, Jos (ioncalvcs Torros ; aggravado,
Manuel Antonio da Silva .Molla.Nao tomaram
couhecimenlo do accravo.
Acgravanlc, Jos Pedro Velloso da Silvcira ; ag-
gravado, Anlonio Jos Pires. Negaran provi-
menlo no accravo.
Aggravyanle, Jos Joaquim de Almeida Castro ; ac-
gravado, Js Pires da Cruz. Negaran! provi-
mriilrt ao accravo.
ApptHatfai vrimrs.
Appellaiile, o jui/o ; apjielladoa, Antonio Freir da
l-'onseca e oulfo.Mandaran! a novo jnrv.
Appellanle, njni/o ; appellado, Jos Pedro de So.
Mandaraina novo jurv.
Appellanle,ojudo; appeliado, Jos MachadoMa-
llieiro Braca.Maiidaram a novo jurv.
Appellanle, O julio; appellado, Seraflm Francisco
dos Sanios.Maullaran! a novo jurv.
Appellanle, a juslica ; appellado, Vicente Jos de
s.iiii'Auin.Mandaran! a novo ury.
Appellantc, .Manuel Peixolo Villas Boa.
do, o juiao.Absolvern! o appcllanl
. t/lpc//lr.irs rivris.
Appellaiile. o panto l.uil por sen curador
nppel la-
lado, Antonio Pe
maraill a sclllenc.
Appellanle
"I.....Iladi
maiaina
Appeltautc
appellad.
II
S,l
Manoel di
o.Mandaran! Cl
procurador da
N.i-.i-
III VS-
iroa.
aojuina
nal 1
para a
l.uilii
tica"
loa. II
Irrnw, .mili 1 as, IoIiIiih e oulros dhji'clos
Itaren (leettnv*<3So dttllnadn ao porto *\o .\|;i;
1. vii.ii (le <|iir kira iiiilriniiisar m|(ielhi icpjii-
1,1 iinporlancla ta .dila conla (I:a30*160 re.
ic ve comlsm Muui.i para aa dspotas da sobre
irea*liilolrou-aa ao Inapeclor rcfiTidu
ile AlbuquorquOal.efW-
1 Js .Mnri.i Ii.iiiios (.urj.ln oouIriM ;
Joaqun. Francisco HuaricConllr-
niloiica.
J0S0 Anlmiei Corroa IJiH.WaiMlcrloj ;
, Anlonio Alvos Ferrcira. espreu-
1,1111 os embargo*.
Diligencia*.
A|i|H'll,intr. o julio I ipjK'llail
monlo la ,M Sr. (lescmbaroavlo
Apnellanlo, o jui/o; appcllaila, l>. Clara.I
uo Ollvoira nlnura.Maiiilaniiu coin vala
rador goral u ao Sr. dexombargador procurador
da coroa.
AppellanlC Domingos Anlunes Villaca.Manda-
ram coin \\>\& ao curador trala
Dtnignacc*.
Appellanle, EhIcvhi Cuvalcaoli do Albuquerquo;
apperlado, Lui Caolano Bnrgcs.
Appellanle, Iffnario Adriano iUonleiro ; ippellado,
Mairoliiio Jus Lopes,
//ci/y.V.v. m
Pasearam do Sr. desembargador Souxa ao Sr. sembargadoc Rebollo aaaeguinles apuella^deaem
que affo :
Appcllaiiies, ftvhiva e licnloirofl de Joao CocllioUe
raiTJo ; aprJelladoa, a viu\a v. Iiorueirosdc Jos
Leal de Lomos.
Appellanle, Krancisco Machado da Cunlia Padrosai
appi'llaJo, I.ni/ Fcrrelra da Gia.
Apnellanlo, Manod Gabriel de Carvallw ; appella-
do, Joaquim lunario IVrora.
PasaouuoSr. desembanndor Hubello ao Sr. de-
idor Villares a seglllnle appellari." ei
..I.
hitAo
llll'-lllf
unle
inla
K ipi
I-
1 1 iiinmt'iitl inl.i a cxpcili
, para <|iio o Inspecloi la almndega
p;uho iseulo lie dlrellOS, de varios
em virlttde deonlem da presidencia,
lados vlr (lo Havre na barra Iranre/a
tmbuco para a liihliolhcia publica desla cidade.
iiiiuAo encarrefuido do vice-eonsulado dos Es-
lado ponlillcios, Norberio Joaquim Joa Guodes,
acensando rerebido o oflirio em ipie S. S. rilo >> de-
clara, qucjfiAo lem oblido o imperial beneplcito
para conlinuar aesercer nesta provincia uslunc-
rOesdevire-ronsul doaEsuidoo Pontificios, por an-
da nao liaver rheiado corle do Rio de Janeiro o
nuncio apostlico de Sua SaulMade, mas lambem
Mtlirila proroaarflo do pra/o que Mo foi concedido
pitia obteiHAo do referido lieneplnriln, res|xmden-
do-llie me pode ronliuuar mi e\orcicio detaieafunc-
cAes ale que o iiovprno imperial, cojo ruuhcri-
mnto ra levar semelbaote oceurroncia. roaolva a
respailo o que for maU conveiiieole.F i/era ni-se
a irqielo a- necessarin romniiinicarrs.
inioAnjux relator da junta dejuaji^a, irans-
inillimlo.pura ser rclalndo cjn sess.lo da me*mH jun-
la. o procesa verbal do soldado do *. hatalliKo de
aililliaria a pe. Francisco Anlonio Korreira. Com-
immk'ou-sc ao coimuandaide ilas armas.
IHloAo inspector do arsenal de niarinlia, para
ihic cvpeea suas ordens ao cnimiiandanle do palaclio
Pinwonut no senlfdu de receber a sen bordo e con-
duxir para o presidio de Fernando, a ser entregue
......nqteclivo commandanloi mu calile de Farda*
inunlo. que Iba ser mandado apresenlar pelo co-
ronel ruin na mil ii le das armas.Coinmunicou-so a
hiloAo nipsmo. reeommeii'laiidn que, nos ler-
>. do ;mso da reparlieao da jusljra de ^l de mar-
allimo, Taca transportar para a corle na primeira
ppoidinidadc os Africanos livrea, l.uix eClnislo-
servico n'aquetle arsenal.
cpierido.
Jermo de Sanio Anlo, de-
seu oflicio de -" de junho
que se houverem de fazer
nedicamcnlos e ntcnsls per-
4o, que se aclam em
Uto Hslm n liaverem i
HiloAo ilele-ado do
tarando cm resposta ao
1 linio, que as despegas
un a ronduecSo dos
sembar
que s.ii
Appellanle, Joso* Rodrigues do Ollveira Urna ; ap-
pellado, Joao Hermenegildo Boraes DlnjXa
Ao Sr. desemliaraador Luna Fieirc a segninU
appellar.'io em pie sSo :
Appcllanl.'. SebastitloMauricio Wandcrle} ; apps>
i.ido. Brax Carnciro l-oo.
paasou do Sr. ilcsembargador Tollos
olor Pereira Hunloir
ule
Sr. .le-
ippella-
sembar
c.io em que Ao :
Appellanle, o jui/o ; appellada, l>. Lmlielina l.eal i
rerreira.
Paasou do Sr. desembargador Pereira Monleiro
ao Sr. desembargador Valle a seguinte apnellacjlo
em que RgO
Appellanle. njui/o ; appellado, Jodo Valerio.
LovnnlOU-se i scssSodepois le I hora da larde.
linda estado <|uasi aniquilada, fo de repenle eleva
da sua ulica iinnorlaucui.
As oulras potencias do conlinenlo ficaram assus-
ladas. o promptameiilo adoptaram meilidas de pro-
caiicao contra as ambicoos de d\naslia reslaurada
Derm-se passos ao mesnio lempo para reslahclccer
a harmona cutre o* principare governos da Alloma
nlia, ns anliuas animosidades foram repentinamente
a pagadas ema ni rcsloii-sc urna dcleruimacAo unni-
me do por rompimento da parte da Franca.
Sejam quaes forein 00 indicios de semclhanlo tu*
Icncilo*. sem dnvida devem ler hido mu lisoiigcirns
a vaidadedo monarcha da Franca no\menle inslal-
lado, posto que alUraantodwfltvoravel a aluuns de-
simiinn que elle possa ter meditado a rospeilodo alar-
garoa limites de seu imperio. Desde asuaaacensfto,
nao lem poupado esforco para formar unu allianea
coin alguma das arailes potencias ; mas os seu* es-
rorcoa al o presente punco ou nada lem consegui-
do." ma poltica de pal he lio ovidontemenle o iu-
leresse de cada um estado europeu. que nao admira
que as suas olleras leuhain sido mal recehidas em
todas as parles.
Al aqu, nenhumailispntiirao lia.sido mostrada
da parle de a I mima .las poleunas nmliuenlaes, para
repetir merroa da ultima guerra, e abrir urna ve-
reda para os ftxereltos rrancoxes no eoraeio da Al-
lemanha. Mas, iluda que desbaratado em ludas as
h'ulalivas para formar nina poderosa allianea na
Europa central ou oriental, l.uis.NapoleAo nao a-
bandonou > lyalema de ongramleclmanto, tanto
quanto pode ser continuado scni manifesla violaclo
dos iralados evistenle*. A sua polilica na Italia tor-
noii-so inaisdcciflida, e o etercilo de occupaeM lu
reforcado. Na Helaica, a influencia franeeaa era ca-
da vea mais abertamentaempregada para embferaear
a admini lista.
ti governe ilosso paii foi moscado, e nao liouve
meio queso nao empregasse para crear mu partido
rrance/.ora por ineioilucompoilauenlo ameacador
da corle imperial, cora por meio da aelivjdaue da
facclo ultramontana. Procurou recrular a seceo
mais violenta do clero em favor da Franca, e ao
mesmo lempo conciliar os inlcresscs mauufaclinei-
ios, ollcioeendo-lhos os mercados daquelle |iai/.
Mas, sem embargo dos roelos deal'arte ampregados
para supplantar um Roveroo conujuiratlvaroente fra-
co, o fado malagroa as esperances do imperador.
Sejam quaes forem as disputas que poasam existir
entre as dlHei entes frac tocados polticos na Blgica,
mo ha indicio algum d um partido Trance*. *
OpoVU pode estar dividido acerca das varias ques-
Iftes depoliliiM inlerii.i, c as suas discus-ocs parla-
mentares pitcm occasionalnieulc dar molivoa uiua
liHaiiaaemjiiui immoderada; mas nao revela indicio
algum de desoos de ver a sua nalria distribuida em
departamentos do imperio. Cabio um ministerio,
principalmente em comequoncia de uma intriga
fraiicexa, misos respectivos wcceasoresse lem m
Iradoigualmente ancloaoi em maniera independen-
cia da naciio. em ha sitio necessario que se deasaoi
assignaladas manifeslacAes do soutiineulonu)
em favor da dvna-lia reinante e da consliluicao vi-
gente.
Naaullimaa fealaa por oceaaiSo da maioridade ilo
duque do Bramante, scdeseuvolveii oinaior cntbu-
sia-ino, nfto so uo povo como na cmara dos depula
dos ; e s regosiios populares foram en
Hanuino tributo de gratblfto Acosa real, c urna ver-
dadeira expreaalto do sentimenlo nacional.
Estas demonsiracocs provam aunlclontomenle
quanlo he poderoso o arrimo, que o aoverno de el-
rel Leopoldo tetn alcancado noallecto do povo bel-
ga. Aliual, herecouhecido, ale pelas potencias ab-
solutas, que a independencia genuiua daquelle paix
heuml
/a. Ale
dado esolicitude que era de esperar; que dio foi
mesmo muito infeliz em todos os actos ta sua admi
nistracAo, e que osles actos silo laes que me obri
gam a dizer, que em ludo acompanha ao Sr. minis
tro da guerra uma grande c triste falalidade.
O Sr. Augunlo de Oliceira : Apoiado!
O Si: 4nrigw Nao apoifldo!
O Sr. Figueira de Mello: Sr. presidente, dc-
pois de termos visto na sessflo passada um deputado
pela provincia de Minas denunciar que linham ap-
parecido no arsenal ilc guerra roubos escanilalosos ;
depois de Icrmos vislo o nohre ministro da guerra
lomear umacommissao para examinar esses fados,
e lido o relatorio dessa cominissao, que em grande
parle conlirmou as aceusaces desse dcpulado ; de
pola de termos lido as deflexas que aprescnlaran o
director o vice-dircelor do arsenal de guerra, que
liaviam sido cbflmados a responder |M>r osses Cactos
peanle os Irihunaes; de lermos ohservadoquc es-
ses doua eidadAos foram considerados inuoceiiles o
ahsolvidos completamente polos Irihunaes que to-
maram coiihcciinenlo dessa cauta, cu llntO nao po-
der ilar o incu apoio ao actual ministro ttocith
lit'l' r<.
i'mSr. Deputado; lie por am raxto que o
deve apoiar. i.I/miado*.}
Pactos a conclusivo que Ihe parece ; cu nao pens ro-
mo o nohre deputado.
Para provar a incuria, o deletxo, a ncalgencia
do Sr. ministro parlicAo. 6U leiuhrarei em primeiro lugar que ten-
corle diversas BCCUSacoeS BO arsenal de guerra, que
nellaa era denominado a cidade de Empenhonolis,
Sr. ministro da guerra Iralou do resto ema aecu-
ne.lo, i> n.iii den passo alu'uin edlea/para saber se
eram uu nao exactos os facloj que ella menciona\a,
e poder lomar as providencias ledenles a arante-
lar o prejui/o i),i nacao; desorlcque, senhore-, foi
preci.o que em membro a quera me refiro viesae de
novo denunciar insta Minara OS fados altriltuidos a
gerencia do arsenal de guerra, para que su eiihio m-
eXcitRSSC aallencao do nohre ministro.
Sr, augusto de (Uiveira
que nos fe/ a opposlefto.
Fui um servieo
no lempo della j.
Um Sr. Dtptat : nas
existan! esses fados, .miado
O Sr. Figueira de Mello : Senhores, pnderia
lalve/. desculpar essa incuria do Sr. ministro da
zuerra se se Iralasse, do urna repartlejlo insignili-
ante, pela (pial mo corresse uma grande parle dos
linheiros pblicos ; mas sendo o arsenal de guerra
ama reparllcao Iranortanlissima, uma rcpariii;ao
destinada a fornecer ao exercilo todu o armamento,
fardamentu, equipamenlu, etc.. de que elle uecessi-
l,i, como |iodc(oi cu conceder que o nohre minislio
l,i guerra nito Ihe preslaaae toda a sua alinelo,
Jeixaaae de inspeccionar coniiuamente a mu tal es-
labeteciraento, de acompanha-le em indas ai suas
operantes, como os fados o coiilirmaram '.' Se oulro
fosscoroinporlameiilo do Sr. miuslro da guerra,
Ora, quandoo nohre minislro da guerra nos da-
se que a maioria dos mcmliros dessa.commisso per-
tcncia ao lado da opposicao, qui/. dar-nos a entender
que lloba prescindido de Inda influencia do governo
uesse negocio ; entretanto leudo-se ausentado esses
dous liicmhros da opnosie,ao, por <|ue raxo o nohre
minislro da guerra au a coiuplctou coin individuos
de iguacs sentiraenlos 7 Nao poajo porlanlo dcixar
de flazer algum reparo em seinelhunlo omissilo.
Sr. presidente, Idinliem nao pusso deiiar de cen-
surar ao mesmo Sr. ministro por nlo ler feilo pu -
hlicar o |iarecer da coinmissAo de evamc do arsenal
de guerra, apezar das vivas icclainacoes que c U-
zerain pela iinprensa !Bue motivos induziraih ao
Sr. ministro a Turlar publicidade um documento
do senwlhanuj nalureu, um dm'uineuio qno esela-
reccria a opiniilo puhlica, e que .poda servir mesmo
de defleza ao governo'' Nao poseo deixar de consi-
derar extraordinario scmclhanlc proccdineulo ; c
a esse respeilo permilla-mc a cmara que cu cite a
opiniao do Sr. Clierhulier, escriplor multo disline-
lo, que cscroveu sohrc as garantas coiisiitucionaes :
A publicidade, di/ia elle, nao he lmente tuna
garanlia para os governados, mas lambem para os
governantes, para aquellcs, pelo menos, que se nao
querein afastar do seu dever. Fin governo que to-
ma pvecaucoes contra a puhlicidade de seus actos
fai a critica mais mordaz de suas inlcnrcs *, lie um
demandista que, iulgainh) m a sua causa, se esfor-
i;.i por suhlrahir aosjui/es os ilocunientos proprios
a osriarcce-ios sobre o fundo da materia.
Pasao agora a mostrar como o Sr. minislro da
guerra lem sldoinfet.x na'ana rcpartlcffo, e fundar-
mc-hei mesmo no seu relatorio. J a cmara (em
conhocimenlo dos fados relativos ao arsenal de
guerra, ja a cmara sabe que o exercilo do sul mar-
ehou sem armamento, sem fardamenlo, semas mu-
llicos, sem as barracas deque- Liohaneceasidade.
Ag'ora direi que pelo relalmio do Sr. ministro da
auerra v-se que na iepailie.o dOHUde da pro-
vincia do Hiu Grande *e eommetleram lambem
grandes delapidacoos le a porte do relatorio acer-
ca otala uaumpto.
Sr. presidente, consta-meque Coi 1..1 odesperdi-
U dos dinheiros pblicos que. peta reparlii;.lo da
sade no Sul, o cha consumido em mu mez. dislri-
buldo pelas pracas que esliveraiu no hospital, vi-
uda a caber .1 ou i libras para cada Soldado O
Agora pergunlarei : que inleressc ha em Cazer sa-
bir do paizeslrangoiros uleis, cujas rquesju podein
animar a iiidnslriu do pal/, que por (al forma se
lem moslrado innocentes de toda a culpa, do toda
a ingerencia no trafico de africanos?
Sr. presidenlc, nao he smonle pelo ministerio da
juslica que se procura desconceituar os irihunaes
do paiz ; iguaes tendencias, ataques manifest*,
igualmente se revelara era oulras rcparlicOes, cora
especialidado.ua da faxenda. Entro muilos citarei
dous Tactos. Na provincia da Babia sendo deman-
dados a viuva e hertleiros do dcsenibargador Joa-
quim Joso da Silva Axcvedo, para responder por
urna corla impoVlancia de dcimas que elle devia,
lendo corrido a causa os seus Ira miles, c adan-
do-sc cm liipid.n;,ii. determinou o nobro iniiislro
da fazendaque gata fosse feila peranle a Ihesouia-
ria da Babia. O Sr. Joao Anlonio de Vasconcellos,
jtii/. dos Cellos da fazeuda, c irmao, nlo quiz estar
por semctlianle ordem, mas, obrigado |ior ordens
posleriores do governo, cedeu, ecinvirliide do seu
despacho a liquidarlo devia ler lugar pranlo a llio-
murarla. l>eese despacho so inlernox ap|>ellarao
para a rclacao do dislrk'to, e esla por seu accordan
declarou que a liqnidaco nao poda nein devia ser
feila sciiilo peranle o foro em que principiara a cau-
sa, hesse accordao inlcrpoz o procurador da conla
o recurso de revista, o o supremo tribunal suslen-
lou que a liquidado devia ser feila peranle o fofo,
c ohstou a nvasAo do poder judicario leulada pe-
lo minislro da fazenda.
I.embrarei anda outro faci. Tendo o Inspector
da Ihesouraria da Baha feilo prender o colleclor
Francisco Peixolo de Mascarenhas, e-bavcndocwo
colleclor nter posto recurso de lutl>eas-eori>u* para
a relcelo da Baha, esla assini Ihe deferio, e elle
Coi rouscguiilemcntc posto em liherdade. Levan-
do este Cachi ao cnihccimculo do Sr. minislro da
faxonda, onobremiutotro mandn prender de novo
a esse colleclor, e se animou a censurar a decisao
desee tribunal como injuridica, irregular e platica-
da coin maiiilcsla ofleusa da independencia das au-
toridades adminastralivas, hascaudo-se em lois que
nao me parecem favorecer decisao ministerial. Em
priiueiru lugar, ou entendo quo S. Ex. iiAo lem
neo) podo ler o diroilo de reprehender um Irib nal
superior judicUrio, que no exerciciodos seus deve-
res smente allende a sua consciencia o s Icis, e l-
eonlecia a respeilo de uniros gneros, em menle responde peranle o supremo tribunal de ius-
II.. ..'., !......! ..,.... ln,.l,.. ..Ual.___ ___'..a. .1 ;i___1 .....-I. ...I.!.. _____' _
tenho anda de
se a sua vigilancia fosse sempre activa, poderla
lar prejui/o do pai/. a delapidacao dos duhciros pu-
M. hlicos nesse aisenal inoular a MM) ou .(NMHNWIOO,
smenle no anuo linanceiro de IH."I a \H\2, segun-
do me disse um nohre dcpulado que Coi membro da
commissao eocairegada uo exams do mesmo arse-
nal ? E quando appareco mna t;io m nscallsacflo,
lado noli ""' la^avultadodoscaminho dos dlnhoirea puhli-
' eos, posso cu lar o mcu apoto ao actoal minislro da
atierra ...
Um Sr. Deputado : K enlrclaulo foram as au-
toridades do arsenal absolvidasl
<> Sr. Figueira de Mello: E. Sr. presiden-
lc, lal lem sido a incuria do actual Sr. ministro da
guerra, ja nao digo sobre o arsenal de guerra, mas
.1,. ule importanlc contra a ainbicao ralico-1 sobre v exe.cilo b.asilein. .pie esle ma.chou para o
11 orle de S. I'eteishurao,ordinariamenle | i"l. |wra a cainpanha de Montevideo, sem o farda-
EXTERIOR.
lenrenleaa oslidcta enfafmaria'dM bexlgaenloa'il'a
(|nrlla 1-iil.nle. WfaO pasn. na fheMUraria de in--.li
'< vblaila iirilcn da prpsilcnriii. rumpriiHlo qao.pa-
ra eMC lini Smr. onv p a rauta lc lacs deapoxaa.
DitoAobacliarol Vrenlo Pereira do Hogo.lrant
niillimlu, para e lim roiivciiioiiio,Yo|ii.-i ila parlo da-
lla ao rliote de poliria inlcrino pelo li-f.il do contra-
a ilii- ramea verdea no dia H> dornrronle.
HiluA coinitmso encairepjada de dar o cii pa-
i.....i acerea do ali.-iiteciiiiciito de rarnc-i verdn, re-
iiielletnln para o lim conveniente tres ropias dos of-
hriaaque roram dirigidos pelo dcleuado e sulidele-
;;ulii de Sanio Aullo, commnnirandkqaal o nume-
ro de rexMcjue ; orneada aoja fcim. e dando as
doniaif inforniactieaque Ihei loram eigidat.
ParlarlaAo tenle da companhii das bareai de
v.ipnr.par,-! mandar dar paaaagem no lunar vago que
evi-tc inra passaaeiro de estado no vapor Impero-
Ivi: a ll. Anii.-i (iiilhariiia do HorrosTorreo,(|iic se-
niMparao Kbi de Janeiro.
HitaAo inc-nio, mandando por a disposirAo do
(lete de poliria interino o preso Pranojaco de Paula
I" lleno ll.ii rus i'iiulici'idn por C.liiclio Mailin, que
veio ,lo Rio tirando do Norte no Vapor Imprvalriz.
IJ'im......ieon-so ao rlicfc do policio 0 oflicioil-sc
.....iniimandanle do corpo da polica para mandar
Jildir ao motmocorpo, al que possam rearessor ao
Itiii lrande do .Norte dnasprarns da coinpanliia de
pnlii-ia d'aqoolla |iroviicia,quc vicram escoltando o
Mencionado preso.
HitaVo incsmn, para mandar Iranspnrlar para
a curte no vapor Im/ieralri; ao criado do capillo le-
nenio l.oiirciico da Silva Araujo AmatOOM, que
''.iiil.i-in sei;ue para alli no mesmo vapor.
Hilalieiiiiltmdo do. postos que occupain no
corno de i!n 1.1 os olliriao anaiio declarado
A|inlau(c Jodotierinano de Paula.
- ronimaiidanlc Julio Clirvsostomo Pcrrcira dos
Santos.
!.' dito Mmu.i Hodricues de Araujo l.iina.
' dilo lien.....lOCildA f.oelho da Silva-
HilaNomeando paraos iio.ln
.....icio ol.M.o declarado, os cidjilus
Para egiinuoeommandanle da I. i
'.......ico Antonio deS llarrelo.
Para Icrceiro eommandanle da misma
ile Paula de Bal* Malaguela.
Para lericirn rionoi.iiiilaule da M coinpanliia
joae unegnndoa da Silva.Fieram-ao a- tieoeaa
Has coininiinicacoes.
do corpo de
iiiules:
MHnpauliia,
l-l.....-isi-o
Temos o viatagnelaa de Madrid al IH do cor-
rele junho ..
A Harria puhlica um real decreto, mandando es-
lahelecer cm Modrid uma casa para lavasen! e ha-
tillos dos podres, c que sirva ao uie-nio lempo do cn-
s.iio para os que possain roiinar-sc deste genero nas
provineias.
4'poca dia que entre os individuos que se
aponan! para ministros de fomento reonit.....lincea
probabrliiladea o Sr. D. I.ui/. Pastor.
lina carta do Paria transcripta no Tiinrs do 17
di, qi.....Imperador declarara noeeo gablnole, que
olharia a occupacilo dos principados pela Itus.ia co-
mo un eatut liflli.
.///coi'i/f/,'/.liarlas de Berln di/ein que so falla
naquella cidade, r.....muila insistencia, do um eon-
greaso de soberanos que dove alli reuuir-seem bre-
ve, eom o nico lim do (ralac dos negocios do Orien-
to, As mesillas carta, di/cmipie h.iv i.i algum lem-
po ehegnvaiii iiiiuierosnscorreios de Sao Pelershur-
yo em direcrao a Paria, o rirr-irva.
I.i'-seo sciiinlc na Hazcta de .lun dia III:
Danubio, 3 ie junho.\ Austria, taguindo nina
polilica lirine e iuil"pcndciilc. e son lo amina da
ltii--i.i. pude concorrer'pnr modo mais ellica/ para a
maniilencao da intesridade da Turquia, rom moilo
mala evito duque oulras potencias que recorrain a
leiuiinsli.icoosinirilim.is ou do onlra naliire/.a.
ii I le lora de duv ida que o gabinete pruasiano par-
ticipa das ideas generosas em que aasenla a polilica
do governo imperial auslriaro. O repousoe a pa/ da
Kuropa nio pdem ler niaisscniro penhor do que a
uni.lo oaccordo dcslas tres potencias.
( CorniponeHle it Nurtnberg di] que o
vapor Fernando / eiiconlr.ira nas pruvimidadcs de
Ihilc/.a qualro grandes unos de atierra rusaas, reho-
cando (piatro iransporlea, que levavam um grande
parque do arlilliaria, e se dirigiam la margena 'li
Itessarahiii.Ilaviacni Ismail grando numero de
tropas russaa, faiendo-M muiloa preparativos de
guerra.
I,-se oseguinle no rima* de 17:
.i ColUbmliHOpla, 6 de junho.ll divn man-
do.....n enviado eilraordinario coin urna mhuao (-
peci.it a Rurharostc Jaaay. Conlinuavam os armu-
iiionios. Iii-sc que a Porta regeltra ultimtum
da Itus.ia.
a (I encarroBado de negocioa mnldavovalachio li-
nda saludo de tauslailtiliopt.l. ii
( Diario do (. cii/odcl.islioa ilc I de junho.
LONDRES 20 DE MAIO DE 1853.
i) reslahclccimenlo da dynaslia bpnaparte cm
Frailea conliiina a cvcrccr o-sa podorosa inlliiencia
sodre a polilica europea, que lem arompandado de
uma mancha invariavel as mudanca polticas da-
qucllcpai/. ti primeiro clcito i\u qolir de estado
foi inspirar animo aos solironos sobresaltados da
Europa central. Itcconlicceram que o partido anar-
rliisla eslava sudjogado o desarmado, c o seu pri-
meiro impulso fui laudar como um salvador o auda-
cioso aventurciro, que linha tido a fortuna de cs-
magar o inovimcnlo revolucionario. OITcreccr.ini
uma homenacom voluntaria ao seu campeAo, o Bca-
i-.ini 'i" salisfeilos com a sua vicloria, que nao re-
llecliram lias consequencias quo della |H>diam re-
sultar.
Todava a proclamarnd<> imperio dissipou a ho-
nanca que o Iriumplio do principe piesidenle liavia
prodii7do. Vio-aeque o hroe do partido da ordem,
se era lid is imponaos tradiees, nodia tornar-so o
cliefe de uma invaaioi j anlocdentea dojiovo Iro-
l.......'.n mm.-. orara laca que Inspiras.....i gramlecou-
lianea nas uns d('clar,li;es, e rei-euu-se que um de-
sojo de conciliar o .en evercilu podi iucila-lo a
adoptar uin.i polilica aggrevaiva para com as poton-
cia. eslrangeifna. Nao davia duviilaqoe a liluacSii
aaaehavt.....mploumioqlealleraila. A FrancaJi nao
eslava nas unios de un governo (raes ; e cooaequen-
lemeolo, aiiiflueocia fraucea, que por Irea aonoi
Uto capciosa em todas as quesloes de legilimidade,
porliiuenlroueinrelacosdiploiiialicascoiiiet-rei dos
Belgas. Una nionarchia cuja origem revolucionaria
fui porlanlo lempo un escndalo aos auliuos princi-
pes do conllliente, lem conquistado lugar na Kuro-
pa por sua ealabelidadee iHoueracao. Os Belgas se
lem moatrailo dignos de Independencia, e Leopoldo
I ha desenvolvido nina souiuin de indiligencia o
lunoslidade que mullos soberanos deredilarios po-
dein iovejar. Porlanlo. acorte de llmvlas, ipie al
ccrlo lempo foca considerada como alguma cousa
iiilairameute excepcional, se ha tornado prsenle-
menle uma parle rcrondecida do svslem.i europeo.
Por esta raan, a viaaein de cl-roi Leopoldo e de
sen lilho Vicua, lie cousa de muito maior Impor-
tancia do i.....as escurases ordinarias das persona-
geiH rcacs.lia alanos anuos a esla parle, nionar-
eraolhada pelos diplmalascontineiilaes
(pediento temporario, que etl'ectuava um
nlrc a revolucao de ISII) e a allianea
seplcntrionaes. A conneiio com a
, assioi como as iusliluicoes inn.lella-
lypo france/, pareciam fa/er da llel-
lalellile da Franca; mas nao obstan-
ii.i po.suia mu i independencia genuina, como
foi provado oin isis c I8M, acomo a. grandes po-
tencias iio continente satisfactoriamente boje ron-
lessain. El-rei Leopoldo da sido dein acolhido na
cha belga et
romo um e\
comprombw
dan polencia
eaaadoOrlo
ilaaaeitunda
pi.iHtu
Vienen
icio da p
lu-
irle do Kaiser, o a sua proaenca cm
ua u'.uanliaaditicjon.il para a conaorv,
Nffo lia r.i/.o para recear-se que as rel.o/K". i ti I i
mas entre a Austria 0 a Blgica venliam a erprejudi-
ciaeai imjliluii;nealivrea de-de ultimo pai/; porque
he evidente raie a sua noairaV defensiva contra a
Franca depende tanto a respeilo da sua organiaarflo
polilica como, a respeilo ta possa em ipic se acha tas
ioTlateai que Ihe serveni de barreiras. 1 pode-
.....croraueo ministros qr doexar, qu-i do ira-
peratlor di Au-dria, por amor das suas propiias
Ihcorias politifasq eonsinlam Mcriflcar Ifio impor-
lante posirio iiiililar. lie maisprovavcl que vejain
a monarchla cooatucional de Broselas com algum
^'r.io !. lolerauci.'i, que, qiiutlo menos, a ronsi-
derein como iniimal que be recompensado porurau-
des vanlagona politcaa. A Heluica est mui dialan-
te, ehe aasM prinlenle para se nao involver era cru-
tadas potilfcaa com a Austria ou a Rumia; e mo ha
razo para qile estu potencias nao coopercm cun
ella na conservaro da paz.
A diderenca das InsUluicAea ueste caso ufo po-
de oiicrccer obstar uto algam liatitoooMdaaccao,
(auno quer que seja, be urna circunstancia mui re-
liz, que um estatlo que, at mui poueo tenip.", era
oihado com impela por melada do continente, soja
hoje reeouliociuo romo elemento neeeaarlo donojal-
lilnioeuropeo. \U vfnle annoa passados. alude-
pendencia da Blgica foi ora dos primeiros onjectoa
ila polilica eslrangeira leste pal/, c quaai uuose iiflo
pode nejar que durante aquelle pcriotlo, soh um *
veruo livre e popular, ella lem feilo mui urande
progresso, Sb cala reUf^Pi a poltica ingleaa lia
sitio ahuiitlaulemeiilo juslilicada, ui\o menos do que
peta mata altas considerados do principio; q aquel-
lea que com mais pertinacia Ihe restallan!, reconlie-
cam agora O sen viior, e alegres olhem p en-
verno cooalitucional do el-rei l.oo|ioldo como uma
hain'ia contra aaggressSo frauca ou dlahreadada
l-'ianc.i. Muriiiuij Chronirle.'
ment e equipameiilo de que liulia neccssidatle. ,/e-
ilaniarCies.j
p'ozet: Esl enganedo '- oslo eliminado Como
saba luso?
OSr, Corri&era : Est engaado] >Ao ha
lal, o exercilo eslava arjffndo, (tedado e equipado
coiiveuieuleiiienle.
O Sr. Figueira de Mello : Tanto he vvrdade
o rpie tuyo, que o Kvm. Sr. marque/, do Cavias, ge-
neral em chele do.noiso exercilo, para poder forne-
cer o exerellodesaa fardamenlo e do aliarracaraeii-
lo qoe Ihe era preciso para entrar cnt cainpanha,
vio-se obrigado a contratar o seu rorneelmento com
um negociante do Kio-tiiande-do-Sul sem as for-
malitladcs leaars.
O Sr. Correa Sera : Isso foi para fornecer o
equipar as guardas nacionaes em numero conside-
ravcl, deque o evercito necessiluva.
O Sr. Figueira de Mello: Desde meados do
anuo de 1N">0 que so linha previsto iuii rompimen-
to rom o dictador da Kepuhlica Arutfilina, e por
i#*ose o nohre ministro da guerra dovidaincnlc ze-
lasaeos lotereasea pblicos, leria procura.lo com an-
tecedencia prever as neeatsaidades do nnaso exercilo,
esem prejthlica o pai/....
Uma VOZ*. K com que verba liavia de provera
isso ?
o Sr, Figueira de Mello N*o foi a. falja de
verba oqua releve ao nohre minislro da guerra,
porque lamhcra Ihe faltava verba para outias des-
peas, e elle entretanto as fez, c no caso de que Ira-
lo elle sabia que linha o apoio dacamaia.
O Sr. .tprii/io : linio isso dlsBC o Sr. Mello
Franco, e nos contrariamos.
c>.sV. Figueira de Meti : Itcssa falla de prc-
vencao, Sr. presidente, roauliou : I.', perigo para o
noseo exercilo, por nao entrar em cainpanha arma-
do Convenientemente ; S.*, a demora que elle lexe
em reunir-so ao do neneral Urquixa no dia conven-
cionado. e o nao poder colher os louros que Ihe eram
destinados expeHiiido Oribe do lerrilorio uruguaya-
no.....
Um Sr. Depurado: Mas provoque nao havia
fardamento.
O Sr. Figueira de Mello : Tanto nao o hav ia
que o Kvm. Sr. conde do Cavias Iralou de ohtc-lo
peeinl
: I'oiuiiIr ao nohre
i. competente para dar
, porque foi o antecessor
INTERIOR.
RIO DE JAMURO.
CMARA DOS SRS. DISPUTADOS.
SKSSAO KM l'K Jl MU) DK ISVI.
Pre*idencia do Sr. Macicl Montoiro.
I Conclutilo.J
O Sr. Figueira de Mello {continuando 1: Sr.
presidente, paseare! agora n tratar do minisierio da
jNi-i i .i. e antes do ludo desde j provino cmara
que tpiinlo en disser sobra esla reparlican n.lo po-
de do maueira alimma prejudicar a piohidade e
honradez do Sr miuisfro, a quem respeilo muito,
o que julio nao ser capaz, de conimelter aetOS que
posaam Iraxer quebrasem laca qnalidadea... Mu-
tos apotaoM. i
ii S. Carrea Sera:- Apuia lissinin.
O Sr. Figueira de Mello :... porlanlo pOCO
aos noblesdepnlados amit'os ilo Sr. minislro, que
nao se peraua/lam que cu tenlio oulro Uta (|up o de
ili-nioii->liar,tpic o nohre minislro da guerra nao te-
ve nos negocios, que Ihe sa\i confiados aquello cul-
por meio de um contrato <
O mesmo Sr. Deputadi.
Sr. enera) Sira, que lie
iiiftu-maces a r-^ respeili
doSr. marquezdc Cavias.
OSr. Correa Seara : Estou habililado perfei-
liiuicnle para dar essas informaces, como ha DOUCO
del, islo he, que o oxereilo ostava armado, fardado
e equipado conveniente.
O Sr. Figueira de Mello : Sr. presidente, da
inclinado Sr. minislro da guerra resollou liiuiheni
que o ar-enal de mierra. na indeclinavel v nrueule
obrgacAo de fornecer oexercllndos objeclosdo que
precisava, se r raso forjado a soiTrcra le de dona ou
iras ni.....ipolisadores desla corte que o rorneceram
dolas, oquedalii resullasao avulladas desperas,
dospeaas queso lerlam eviado seo nnbre ministro
da guerra so tivesse dirigido nesta corte a iros ou
qiialrocasatf importadorasdeasosgoneroSi ou inesmo
na Europa aos nossos minislros, para que ellos nos
fornecessem lardamonlo necessario nn evercito.
Reflicla-se que nSo aolratava lo faldamento de 3
ou f,(H>0 homens, mas sim do fanlainonto da 2,tHN>
homeiis que deve iam entrar em campauha ; rcllic-
la-sequooSr. ministro ta guerra, leudo conscien-
cia de quo a guerra era Inra ilavol quaai dous anuos
anles della anparercr, podoriacm lempo ler lomado
as providencala que me refiro.
O Sr. Aprigio Felizmente a rpspeilo do exer-
cilo BOS (eraos o testemuuho do nobre general que
la se ochava. (Jpoiado*.
" Sr, Figueira de Mello : E eu tenho o les-
lemunho das despezas, que foram uramles.
Sr. presidente! o nohre ministro da querr, cateu-
lando aero duvida que estas aceusaeOes Dio naviam
de ser fcit.is, Iralou do a presen lar a sua dofeza un
relatorio da sua repartic.ni ; mas a cmara me per-
millira que eu faca um succinlo csaine dOBie rola-
loro, a depois paON a tratar tto parecer da conuiiis-
sao enearregada do axame do arsenal de guerria
Sr. piv-idmle, o uutirc miuidrt) da guerra disse
no seu relaloiio.qne linha nomeadoumi ctimmi-.so
eomposta na Ma maioria do pessoas da opposicao,
mas ipic l,'iido-sc separado dous desses meiiihios, os
Sis. Mello Franco c l.uiz Anlonio Harhosa de Al-
meida, elle inamlti a concluir o evaino |ielos oulros
tlous Miembros smenle.
ujo delalho nflo cnlraiei porq
oceupar-me tic oulras cousas, e nfto quero por isso
aloiigar-me nas reflexoes, qua poderla faaer sobre
cada artigo.
(Juanlo ao commissariado do expreso, roiisla-nie
igualmente que grandes abusos se deram ahi, que
se liz.oram uraiules despeas, que secoiupiaram 'c-
nerosem maior qtiantidaile do quo aquillo que era
iiecessnio, o por procose\cossi\os, ou suimnaincn-
Ic lesivos fazeinla puhlica.
KMalivainenle conladoria aoral da reparlicjio
da'guerra, lamben O nobro minislro deplora no seu
relatorio a falla de empreados quo possam desem-
penhar o gen ico a care tiesta reparticao, eulrelau-
OdUe es-,i reparlican foi anda ha pouco croada pe-
lo Sr. minislro ta guerra, quo nao poda ignorar
as suas principacs necessidados, que deu-lhc nao
menos de 117 empreados, c que della esperava os
liiellunes resullatlos, dosortoque parece que ludo
se deteriora soh a adminblracSo do Sr. minislro da
guerra.
V-se igualmente que durante o lempo daadmi-
nistrac.lo do Se. ministro da nerra duas exploaOea
se lem tlatlo na fabrica da plvora, das quaes re-
sullaram pira o Balado uma dotpoza de nito monos
de Kii:(Hi;.->.
Noto ainda que o exercilo do Ilir (irande doSnl,
por propria conllssfto doSr ministro da guerra em
BOU relatorio, nao linha urna admiiiislracao mililar
10o hem montada que podesse fornecer os dados exi-
gidos pelo governo a respeilo los objocios ,!, (pie es-
se evercito (inha necessidade, a cvilasse OSdoaca-
minhos dos meamos dnranle a guerra. Ora, seme-
lbaote f.illa smenle aoSr. ministro da u11 11.i pode
sor allrihuida.
Vejo igualmente que S. Ex., querendoeslabele-
cer no Campinlio urna casa de fonos pxrolhecluii-
eos, o manuando engaiar na Europa um ongenhej-
ro para esse eslaholecimcnlo, psse oiiueiiheiro nao
servio para o lim que o Sr. ministro linha em vis-
la. por incapaz., e leve oulro destino.
Observo anda que leudo o Sr. minislro remet i-
do para o arsenal de guerra do l'orlo-Alenro ditl'e-
rentes artigos bellicos, esses artigos Dearam eaeon*
tlidos por muito lempo, c em nada pmler.un servir
ao nti-.su evercilo. que dellcs muilo precisava.
Vejo lambem quo lio relatorio do Sr. ministro da
guerra se diz que as nossas forlifleafoes e dirs mi-
litares leem-so damnificado extraordinariamente ;
de sor quo cm \ez do auiinoiitarnios em mcllmra-
mentos, temos retrogradado durante i loug adrai-
nialraeffu do Si. minislro.
Eu Icio anda no relatorio to nohre minislro da
guerra me existen! no exercilo cornea que gnoram
as simples manobras da na arma; euilim. vojo
que em todas es reparlices perlencentos ao minis-
terio da guerra se lem dado a maior relaxaran uos-
livel.
Ora, senhores, qoamlo apparece semelhaiilo a-
laiitiade relativamente a um ministro, parce que
he tle utilidade publica quo esse ministro abandone
o poalo, aflm do que a latalidade que o ecompenlia
nao possa raproduxir-se*
Sr. presidente, nohre minislro da goma em
diversos lugares do seu relatorio nos aprsenla os
oslrlumphos de Morn e Montes-Caseros: parece
que o Sr. minislro, para divertir a atleurao UOS re-
presentantes to pai/ dos actos da sua adminislra-
eio, quer parodear a Sclplfto Africano qoandoda-
se: <( Romanos, no tlia de hoje venc os Carlhaui-
nezes; vamos ilar gracae nos denaes.B Masque lif-
l'erenca, senhores! Se o povo romano arompaiihou
o general, grande pelos seus la Ionios, egranue pelos
serviCOS prestados repblica, o povo hra-leiro
deixa soz.iuho o Sr. ministro da guerra.
Passarai agora a Iratar do lereeiro poni tle ae-
CUSaCftO que faco ao acluarrainisteiio, quo silo OS
alaques ao poder judicario ; com primeiro logar
rcferir-nio-lioi ao nohre minislro da juslica.
Tin eelranaeiro negociante desla corlo, o Sr. An-
tonio Piulo da roncera, foi mi auno lindo denun-
ciado como leudo parto no Iralico do africano-, que
as nossas leis severamente prohiben!, o levo ordem
do nohre minislro da juslica para sabir to imperio
dentro de corlo praxo : mas Iratando-aedoexecular
esta ordem, esse negociante procurou demonstrar
que depois da loi do odesetembro do 18V nlo li-
nha neuliumi parle no cominercin tic africanos, e
eram inteiramciilo (atSBS as impulaces que a ma-
gnidade c acalumnia lhn.faz.iain. Elle apresen-
lou alm disto um documento mullo valioso em
mcu conceito, qua! o allcslado dos primeiros ne-
goelantes deda corle, que ronllrniavam suasasser-
coes, e que por sua honrado/, eram neapa/es do
aventar um fado de que nao eslivessein convenci-
dos, dictando o escrpulo do ak'iins a ponto de re-
verem os proprios m'os coin me re i aos do Sr. Piulo
ta r'onccea para so convenceren! ta verdade. Fir-
mado na sua consciencia,e om lilo impurlaiilc apoio,
esse ncsocianlc podio que. ou se revoyasse a onlem
para sua deporlacao, ou que'o sujoilasscm aos tri-
bu!.es to paiz para provat a falsidado deseuiof-
eultea aeeosadores, o Sr. minislro da juslica uto
podeudo deiiar do allendor a scmclhanlc declara-
do, com toda a razilo snjoitou osle iicsocianle aos
Irihunaes, o o mandn daqui para a Baha, onde se
diza ler sido coinracttido o crime. Ahi foi elle
pronunciado pelo ebefo do |tolicia ; mas leudo re-
corrido para a relaeflo dodislrirlo. esla dou-lho pro-
vlmento, despronunclando-o. Anexar, ivorm, des-
le faci, o nohre ministro ordenou que so etecutas-
so a anterior ordem tle deportarlo. Ora, pnrocc-
mo que uma vez absolvido esse DOgO*-ianle por um
tribunal de secunda instancia, por um tribunal in-
suspeilo, o nohre miiiislio nao devia ser o primeiro
a desconsiderar os actos desse lrihiin.il. muito prin-
cipalmente lando afeitado a campo de combate que
Ihe linha otlt'ieci.lo l m Anlcni.. I',..!,, ,1a l'oiieo-
ea, e em que smenle a juslica do paiz devora de-
cidir. O eslrangoiro que m- o descrdito queo pro-
prio uovorno faz. rocabir sobre os Irihunaes do paiz,
nao [Mide deixar de fa/er o mais triste conceito, e
he islo cora olloilo o quo estamos teudo.
tica ; um acto lao illeu.ii soinenlo i'mIc conrorrer
para tirar aos Irihunaes a l'orca moral de que devein
goxar para hem do paiz. Em secundo lugar pare-
ce-me que para a roncessAo ou deeuac;lo do urna
ordem de hal>en<-corpu>i as retacos nao lera oulra
negra quo o determinado no nosso rodiuo do procos-
so, e lei do 3 a relcelo da Haba osta\a no scudircito quando de-
ferio favoravelmonlc ao colleclor preso. Em Icr-
ceiro luaar pareco-uie que a legislarlo citada por S.
Ex., pela qual os inspectores da* llicsourarias po-
den! premier os rece hedores dos dinheiios piihlicos,
soiucule lora por lim ohrgar esle* a prestar rodas
ea caucionar a fazenda ; e porlanlo, loan que olios
a presen Iam essas cuntas, c se achara aliaucados, a
pristi nfto pode mais lerluiar, c por consoqueucia
0 accordao da rclac.lo da Hahia que couceileu ha-
bea<-rorpUi a esse colleclor veio a ser fundada em
direi lo.
Sr. Ilenrgucs :Nao apoiado, be cuutra a le-
qislacaoctprcssa do fazenda.
0 Sr, Figueira de Mello ;Sr. presidente,(am-
heni direi que o miuislciio aclual procura descno-
siderar a repiesentacjo nacional, quer ua pessoa de
rada um dos seus memores nas suas relacoes imlivi-
tlnaos, quer nas suas rclaccs colleclivas, quer nas
suas relacoes parlamentaros.
.Nas relacoes i udiv id uaeseu vejo que elle trata rom
proAindo desprexo ludas as ctinslderacAesquea hom
de suas provincias Ihe fazem ostlcpiilados, iulgan-
du-aaquasi sempre lilhas do palronalo c de inlcres-
ses mesquinhos. Nas suas relajos colleclivas eu ob-
servo o mesmo fado, e nova prava descubro nessa
reuniioqne aindaba poneos das teralugnr na secrc-
i.n i.i do imperio.e de que os jornacsfallaraiu.O no-
bre minislro da fazemla, segundo me consta, porque,
nao Uve a honra de ser convidado para essa reunido,
apenas disse aos Sis. de potados quo para ella os li-
nha convidado lim de Ibes declarar que o (ovenio
desoja va que ellos na disCUSaSo da resposla fallado
[tirona declarasaemcoin franqueza.se Ihe preslavara
ou nio o seu apuio, aliiu de quo a adraiuislracati
minease se devia marchar ou nao, mas que nao que-
ra naquella reunido discussao alginna. Enlrolanlo
me parece, que, quando os ministros reunein os de-
pulados, nao lie simplesmenlc para que ellos vaosa-
her as inlcnccs do governo, mas sim, para lheseii-
piiear os seus arlos, mostrar que silo dignos do sua
coulianca, patenlear as falaes consequencias to unta
desunan parlamentar, indagar a causas que a pro-
iiiuvcran, eos mcios de evita-la euibem da adini-
nisiracaoe do paiz.
OSr. Dutra Itnrha:O nobro depulado nao
estove l. esl fallando de orelha.
<> Sr. Figueira de Mello : Para orjue disse o
nohre presidenlc docoiiselho ua secretara do iiii[>o<
rio, como me consla, mo era preciso que se llzesse
essa reuniao, e se iiiconiinodassem os represonlan-
tes do paiz ; bastir que no parlamento ello ex-
pti'se os seus ilescjos. : Jpotado* e nao apoia-
Nas suas relacc*>cs parlamentares d-sc ainda a
mesma dosatlcncao dos minisIriH para com a repre-
sentaran nacional; nao ha projedu de depulado que
Ibes possr nWccor consider.icao. Ellos dizciu lo-
go deixe isso de parle quo o governo lera
tle apreseutar um oulro pmjcdo mais desenvol-
vido, o
Parece quo os Srs. ministros querem ler a gloria
de djxer : a Somos os nicos legishidoros do paiz. .
Nos negocios mais i ra polla ules, era que mais uto-
ressa a fortuna publica, os direlos dos cidadaos, lo-
ilf-v os ramos do servieo publico, ellos regoilam a dis-
cussao esclarecida da casa, o |icdcm que se Ihes de
aulorisacAo para fazerem o queenlendercni, sera ne-
uluuna limilacilo, sem iionhuinas bases, o por lempo
Ilimitado, dcsorlc que cm cousequeucia de um lal
syalema, nos vamos pouco a pouco poniendo aquel-
la influencia que devenios ler sohrc os negocios do
pail. O que resultar daqui* Os legisladores do
pai/ nao podeudo fa/er o hom, nao poderao igual-
mente adquirir menor doria, nao poderao inere-
cer as heneaos, a estima, o apoio o gratido dos seus
concitladilos. (Apoiado*.)
Sr. presidente, h pouco aqui se disse que o otgu-
llio dos Srs. rainislrosbclal, que ellcs Dio querein
a menor opposicao a seus aelos. fina simples ques-
l.lodo adiaraenlo, por mais insignilicj>n(e quo soja.
h>go qdc o mini-slio sobre ella se lem pronunciado,
nao pode ser votada senao no sentido da opiniao mi-
nisterial, (aimpro que a cunara aceilc Gagamente
a sua opiniao. Ipoiado*.'
O Sr. Come* llihciro : Isso be verdade, os Srs.
ministros estfto tomaud;> coula al dos pontos e vir-
gulas da discussao.
OSr, Figueira de Mello : Suas Exea. lem a-
doptado a coniiiKMla Iheoria do quc.se acaso nao for
adoptada qualqucr npini.ni que einittcm, ainda em
materia Inslgnlcanto, oque mesmo nao inlcres.,i a
atlministracao, o ministerio leva um choque e a pa-
tria suecuinhe.
Sr. presidente, estas consideracesquo tonbo fei-
lo, rao parecem ainda secundarias dianle tle un fac-
i que vou presenlar, oque considero do maior al-
cance, do grande influencia uo svslcnia representa-
tivo que lomos adoptado, o he que os Srs. ministros
aduacs comprometiera/i coroa- Nfto acl" ll,""-
lerial que encontr grandes objecres que nilo de-
rlarem Uup A coroa assim o determina. So
nnmeam ou deixaiu de nomeara lal.ou tal imlivi-
.luo.para esto ou aquelle emprego, elles desculpam-
se logo-dizendo : A oefda assim o quiz ; e jul-
-ainse ssatm dispensados to loila aunpularito eres-
imnsabilida.h-. Ipoindo* e luto apoiado*J
OSr. .ipngio: He una calumnia, i.fpoiu-
tlguma* iv>:-< : Me \erdade, beverdado lie-
rtomueUu,
C ru%um-4s differenles apartes.
ti Sr. Figueira de Mello : Tenho estado no
soio da rcprcsenlacAii nacional, tenho vivido muilo
lempo neslo corle, e soi o quo lera-se passado a esle
rospeito. Nfto quero entrar em minuciosidades sem-
MUTILADO


i.
af-
inas digo com toda nconviccflo da ver-
il senliores ministros acluac conipro-
oroa pela inaneira porque cslAo procc-
iiiin
pro i>lii>
dada, q<
inctlciu
deudo.
O Sr. iprigio: Kilo apoiado, uno lio cuela.
a Sr. Ilraudiio : He cxicliasimo.
II Si: Figueira de Mello :Sr. presidenta, qu.u.
diffiroiite nao foln procedimenlo desse celebro go-
ncral franco/: Turcnnc, mudlo de valor, de pro-
bhtade, de patriotismo, quo vendo desfardarioj I-
guiis^rcginicnlos, Iraluu de osveslir suacusla.odis-
se r llnique ao re l.uir. XIV devinin ellos aquello
hendido. O actual ministerio hrasileiro faz. u OOO-
Irario ; os hendilos parlein tlclle. o odioso dos ac-
to nroxco da corra apiados e nao apoiadoi; tira
mm.ir>); da corda que ellos deveriam cobrir
nuil a mu responsahilUtadc, c que uo aucr c noin
podo querer scniio o lioni do pan.
Tcnliu linda ile Iral.ir de ilous pontos, o sorel
breve poco a allcn.;;io da cmara por poucos ius-
tialea.
Sr. presidente, cu laiubcm DIO posto ,i|>niaro ga-
binete actual pela oanclio por que elle lem tratado
a provincia de l'eruainbuco, do quo mo lionro ser
ropreseulanle. Tal lieo quarlo niolivoquc mo in-
vincia de Pernambuco, tcm sido unta polilica quo
cu chtmarel de dcsconllanoa o do absorprAo. (A-
poiados dos Sri. depulados de I'ernambuco.
I) governo desconfa dos l'crnainbiicaiios que,
"Hu -.iiln- ni- posicles .1- uto elevadas, tcm (ello
.illi inilliensos sacrificios cni |>rnl da nrdem publica,
da Icsalidarico da roiisliluiro do imperio. Para o
governo cales boincns nenliuma onnshlcraeAA niore-
.Imn da* pruxuulia silo votadas ao csquccinienlo. MI
lidas mu suspeita.
lia i,ni, lempo que na provincia de Pernambu.
co esli vagos alguns lugares do rice-presidentes da
provincia, arliando-sc os uniros proenchidos por ho-
inens quo, bom que sejam milito bonostos, milito
rcsiieilavcis e muilo benemritos por seos sel
lem todava una idade tal, que nAo Ibes pon
dirigir com a necessaria actividad!) o energa os ne-
gocios pblicos se por qualquor emergencia f-
rem cbamados a lomar ronta da Itl......Isuieln iia
provincia.
II Sr. .lii'/iHln ile Olireira : Apoiado.
o sr. Figueirade Mello : Apelar porem (lis-
io, u aoxerno redo cha na provincia .le Pernambu-
co neiibuin magistrado, nenhumadvogado, nenhum
prnpriolario, a qiiem possa iioinear xire-presidcnle.
Donde proven, umascnclhanic falta? I'or entura
.1 provindl de l'ernanibuco nao lem en si liomcns
quoiuxa.....ler eteolliidoi para ene lugar por seu
sabor, palriolisnio o modoraon'.' I'or ipie raijo o
governo arlual niio procede para com a provincia de
IVriiainbuco. .lo n......lo modo que o la/, com a da
llaliin, onde lodos os lugares de v ice-presidentes se
acliam ucoupados al por barbareis, que anida lia
Ikiiiiosabiram das nossas academias? Hunde \.....
quoesses liomcns de l'eruaiiihiico uau sir\,nn ao me-
nos para un emprego inais honroso que real.
II Sr. Corra (las Nevet ; lisiamos com o es-
pirito deba irrismo.
OSr. Figueira de Mrllo : Entilo o nohi
pillado quer que os virc-picsideiiles sej.iin lili
..nha~ provincia?
Sr. [ircsidenle, cu observo mal, que o.
'.....dual como que .le proposito, lem .1.
organlaar aguarda nacional da provincia
iwniburo, nota nlopeewnippor.qnelendi
sa provincia administrada por presidenles
o miiiislcrio depo.ilava nulor ronliaiica
guarda nacional respectivailo se adiar de
le o gauisada, como he .le toda a convenio
niiiiislerio uto lve-se alaum motivo eape
conserva-la ueste esladodcauarcliia ein que
moa. Uem que lia duus anuos e meio liveM
feila a lei da nanla nacional, ale boje so le I
gnnisndn na provincia de Pcrnainliiico o. balalbi.es
dos municipios do Kecife, Olinda O Iguaraasu, a
passoqueolbaiido-se para as oiilras provincias, a
inda niesino para asmis ccnliac, v-so quo Igual
la nacional dolas se aeba o gauisada na matar paite
i Vito apoiado*.)
O Sr. .Iprigio : Xa Babia grande pal le.I
particulares, mas quo exprimo a oninlo gcral do
lodo o imperio, sem a qual nao pode subsislir go-
vorno algum. lloje nao lia ningiicn que uau
qoeira n queda do actual gabinete / MacimenM des-
aprobador de direrttn Sis. dcpulado*.)
I irse.' : Kiligueni 1 Niiiguoin ? 1 I
O Sr. Bandeii a ,ilc Mello. lio uin modo de
fallar, be una bv pe, bolo.
II Sr. Figueira de Mello : lodos rccoiilic-
cein que o ministerio nao lem snlisfcito as nocossi-
dades publicas, o que he preciso que ello nllo con-
tlunc. Eslojic o ilespjo da popularlo, manifestado
por diversos modos, c para prova de que digo a
verdade vede, Srs. ministros, quo ncsla me.,,,.,ci-
dade do Rio de Janeiro, onde o partido da ordem
sempre tcm encontrado maior apoio. c onde lera
maior. tarca, niio su encentra quem docnda
culpo o actual gabincle.
() Sr. Silreirn da .UorM : Isso lio falland
livperbolicameiito. -
O Sr. .Iprlglo : Enlao he que o sciiboriia
08r. Fgiieirt de Mello: Tcnho sabido o sem
pro, mas nflo encontr quem dofeiid.i ngov
O Sr
os que lem
O Sr. I-
que os Sis.
i des-
,,U_oqu
Iprigio : lio porque so conversa com
i as suas ideas.
mira de Mello : l'orlanlo, enlendo
ninistros devem deiiar as pesias a is-
liidistas mais habis ou mais fclizcs ; eque, se o II-
leren, diir.io o maior prova de seu palriolisnio, e
mostrarlo que as conservan! |.ara lereiu as
vanlageiis e lionra do seu cargo.
Eiiilim. scnliorcs, vol contra a resposla u falla do
tbroiio. SlgiUUI de itpproracilo otlcrmulo de niio
afolado$,
A discussao fica adiada.
Ilcsigua-so a ordem do dia, c levantase a ses-ao
as 3', horas da larde.
ulra al-
de
sil.
minale
ludo di
.le IV.
sido os-
m qucu:
deiie i
idameii-
al r
ido
Discurso do Sr. mlnliiro do Imperio na le
da cmara temporaria de 2 de unlio.
ii Sr. GoRcalcu Marllia [ministro do impo
Sr. presi.lente, vou responder ao dicono q
nobre dcpulado pelo Itio de Janeiro olli'i
eonsiileracAn da casa na leasao de lionlcm, eo
gunsaclos' dominislcrio amen cargo; c principia
rei por agradecer a S. Exo. a occasiao que me de
de explicar actos da repartir,!,, que dirijo, pedindu
llie, e a quaesquer oulios scnliorcs, que mo laeili
lem Arriednos guacs; eqiianilo mesinu niio possa i
adiar siilli.icnles no ministerio I meii carao, rogo
Ibes que. Minando niinlia vida anlerior, apresen
lem lamb.....tnalquer acloque cu baja pral
pre(S.....uMIee, pelo.....,1 -'
A-mi poderla tambem um depulido pelo Mar
lili.!., pedirauxilios mais prompl. para a grande
obrado Arapapabv, e ao incsuiulempo ocslabclcei-
mento de colonias mililnros as margen dos gran-
des rios, que-convAm tornar habitadas o rivili-
swTas.
Assim igualmenlo um depulado do I'iauby prin-
cipiara a prosete disciissio pedindo n navcgacAo
do grande rio l'nrnahjba, parase levar populacao
e civilisacao ao centre d.iquells feriis oalas.
II,. niesnio mr-lo .un depuladu do Ccara poderia
incelar osla discussilii pedindo as providencias, quo
julgasse convenientes para se evitar o flagcllo da
secen uaquella provincia.
I.in dcpulado por I'ernambuco poderia traanlos
meio mais ampios para queso auxiliassoa realisa-
580 da empreza Mornav, como a medida mala im-
portante para a provincia.
L'ni da fiabia lambem poda discutir as vanlagcns
d cinpreza da estrada de r,rro do Joazciro o a na-
vcgacAo dos seus grandes rios.
l'm depul.i.tfMln RO (raudo do ISul podia ence-
lar a discussao demonstrando a necessidado do cs-
taboleccr canaes de ,.....iniunicaciio entre os impor-
tantes ros daquella provincia.
Uin dcpulado de Saii-1'aiilo ^.deri*tratar da es-
trada du forro que vai do Santos i villa da Consli-
tuicAo, c podero pedir mesmo um dcsenvolvimonlo
ein maioi escala da grande navega:lo fluvial para
o Culabei. E mil outras grandes oraprcul que se
oll'eicrein, toilas ellas dignas de ser trazidas dis-
cussu na occasiAo de iniciar-se os debates parla
mentaros sobro a resposla i falla do Ihrooe.
Eiilrciinw agora na juslilicacAo dos actos do mi
Historio do imperio na parle em que ellos furam ali
rados.
llisso o nobre dcpulado que a lei do f. de junio
que aiilorisou o contrato da grande eslra.la de fon
que devia coinmunicar esla corle com as provinen
de Mioaso San-Paulo, nao fui I...... eiecultda, f.
Icsaiiicsquinbada, iuulilisando-scos g
-2=
ello
ida ni
aarei ol.ri;
Si-
lln
ii-l
cacao que d
presidente, i
ella nunca me re
-oiliido pela goerri
so prodigalisa nos -
res; masloslasasv
disrntidus peraule .
ten. sido vanlajos.
Bu nao tou um
digo is.....cmara
ilc una bai-I..Mii.i
I.iv.ni,i anuos se
ule.......
amai
i ni.....I re
tal. Alau
.lisf.iiia.la
loes parlil
es que o-
publico o
Mpoiado,
is lucen
pelas t
alares .
iquella vcrda.lc
i puf/.
discussao, uem
mimodos lonlie
ea.....mias que
.irrc.lo-
pie pro
be smenle aflora que snll'ro
causa di-ssa einprcza da csli
2B de jiinlio; mullas poblii
esle respeilo ; insiniiaci.es a.
sido prodlgaliadas, a cu as
equenoia da poaielo ero q.
eltli
aliado
lu
porque
leem siili
mpre me
id.,Hi-
la be a pi
leu
ido; i
eren
, |n
do
un
III
guarda
/! .
Minas.
II Sr
loeacc
II Sr
d ...i,, esta aii
r. Depulado : O i
em quasi ledas.
iHOUtlO de lllhein
isacto do governo.
Figutira de Mello
ila organi
Hsnn. ac
: Bsli
Diz
ida
ulero
gODoralisan
nuil,i I,
In
is aecusi
aeonici
lo o mol
ci.hri-lo
del'ern
.a mi
pie os nobre.
aliarles, c*
"*...... '
ido em Per-
. I"
voqui
npielle
nao se
i s
b
uppo.
i.dep.
ico, |
rial
li/. qu
dio |H
ni pn
li clei
luln
fessa-lo
parto
tu
. grande
wcia opmi
i de' na
; Ken
.....
adida-
preak
u. presi-
r de cu-
li.....idade.
/. iinpdr
los depu-
.s direcla-
i.ii'ii illu-lre colleaa. Se lio
depiila.lns acab.....le dedal;
1.1,1-.....luvid.iacnerali-an.l,
lijo lo governo pelo que lo
iiambiieo.
Sr. presidente, se cu persn
lliaule procedimenlo, pens ,1
dencia que slenla a provine
nao qu.-ror sujrli,r-sr i Infl
luln e por ludo. Mimsl
Pernambuco m......asse a este
ra senador, c I'ernambuco le
curado n,.....lar seus fllhos.
II Sr. .iprigio : V.Eil
c.m. do Sr. Tala.
o sr. fuweiVa ie Mell.
neliuma em favor della c posso i
nrrepender, uem me ,cnvergonl
Irtrfe. lano porque apezai do
Sr. Tosa a provincia, esla pn
candidatura, romo porque o i
veu-me em lempo dosMiud
lura.
O Sr. .Im/uslo de Olirein
denle da provincia lomou parle.
II Sr. Figueira de Mello : (l# ni
dente nao lomuu paite, C eu nao devi,
ronlroa eme proedlmcnloda irimoira
I llininmenle pareieque o ministerio q
pruviiuia de l'ernanibiuo a eleiclo de i
lados c a rejeii.'.K.Mcoiilins mais ou mei
monte, c a provincia nao s.. inipurlou com as iu
sinnai.oes ministeriaes, e elegou a quem quiz.
O Sr. .sonso llamos ininisliuda ju.tica : l'n
de ditero que sibc.
O Sr. Figueira de Mello : (I quo sel lie.qu
a provincia nAo quiz estar pelas iiisinuacocs lilinis
leriaes relativamente a alguns depulado.,..
O Sr. Miaitlro da Ju'liiu : Ouviiei easa
insiiiuae.".cs.
II Sr. Figueira de Mello : Senlinesi, se e-
IK.lilica do dcsconliaiica que o ministerio lem lid
para cora a provincia de Pernambuco poda ser poi
la em duviila al cerlo lempo, de rorln lempo par
Di lem ehegado para iiiiui li O aran de cerlc/a
Para o pn.var eu Icnibrarei dous fado, ni oda ;
piiiueiro be una celebre circu
dessa provincia, em que elle
de ledo o apoto....
Sr. Ililieiro com forra' :
lado : desprezei ceilns apoto.
O Sr. .luguilo de Olltelri
Isso be que El preciso explica.
o Sr. ttiMro : Expliei
II Sr. Figueira de Mello :
lado au eslava isolado, pal
circular 1 Has deiiwnos esle
ni faci be osa celebre circula
provineil, a quid se di/ia feila ei
liiicc.csdo governo geral....
II Sr. Itilieiro : Snubc dolas no depoil.
O Sr. Figmlradt Mello: segundo fado des-.i
poltica de desconllauc e ibsorpdfo fui a cree(oo
WumlaeU de um jornal sol o titulo dc/M que exisfia fin IViiii.inl.il,o quandu de l; vini, r
que nao sci se existir anda aeora, o qual SUBlen*
lava osactovdessc governo de dcsronlianca que fui
creado e sustentado pelo nobre depulado, q.lando
presdanle daquella provincia, e que paresia uto
le oulra missAo que a do insultare calumniaras
pessoas mais respeitaveis do partido conservador da
provincia.
O Sr, llilieiro: El sua gazela Insullava ao
governo.
II Sr. Figueira de Mello: Sr. presidente, pa-
rece que os nobres minislros com um tal procedi-
lienlo iiAu procura... mais, que mojos de (ornar a
provincia 'le Peraanhoco dependente da sua adnp-
iiisliacAo em tildo, por ludo, un supposieAo de que
pelo engodo dos poslos d., guarda nacional edos
empregos publico os lllbusde IVruainl.uro licarn
de maus C pos alados ao carro miuislerial ; mas os
iinliies minislros csliio muilo engaados Os nobres
ministros devem-se lembrar quo quainlo em > de
leveieiio de ISii cabio a polilica que boje demina,
nei.biim ll'ornauhiicanu Mclirin ,le--:i polilica 10-
niiio aos principio de seus adversarins para con-
servar-se nos lugares, porque l'eriiniuhiicano nAo se
dcixam arraslar pelo enendo do empregos. f.lpoi-
odor.' (l sen carcter rc|>cllo estas indignidades.
O Sr. Ilramlilo : Apoiado.
O Sr. Ilulra llorhu : Peco is.,. para ludn- M
lilil do Brasil. (.Ipolados.)
OSr. Figueira de Mello : 8r. presidenle,
resla-me nimia Iralarde ">. poni, que lie aquello
em que lencionava mostrar que o governo mo linba
Iralado os seus amigas rom a lenl.la.le e franquez.
a que elle tinhilo dircito ;
perqu esluu muilo faliaad
peilo a fac,,, pessoam, ti
imesqiiinho a diwnsalo. I
.iniinnci.ii sanenle o mVn nena
Sr. presidenle, pctmilla-iiu
.onclu-.io eu diga que, oppoml
ncIc. niio me deixo levar das
lideaasallo, al
la oseada parlan
XAoa.-ou.eeui I
!'"'......eos I.......-,
ma vida publica tives.em ti
niopoiieo llAodevo algum I
onibalonlcs em oppi.-ic.io.
ive. ou urna arando p:u le,I
as notabilidad-s d.i niiuba |
...i-, que n.io lomei de assalle,
nenie.....m por l'raqiie/.i dos
idea .- -cni inlen ii|
; ha dous anuos lenl.o assenlo
que adquir, oo uo paramenlo
rocioa publico-, nao foi loma-
i-a subindii lodos os degriir
linili-lraliva. Apoiado*.
lesapeicebidanienl,,, pnr-
' Pl 'l"o ......"is,' da
-""'......" "Id:"O.
i -ii.-.-e- i. ii Iraqooia dos
porque i-.........."lo
Dos, Inr.in as primei-
desap.
i-bid.t
i luga
liiohoje occilf
Mas, souhor
nlelli.encia qi
lado das arma.
>ela .1
ni.nli-
il-'
nAo lo
iie dei
in qu.
f.'.i
a do l..I, ni., ni'ln i!
i icloria; foi I fuial
ti, armas fabricad;
Com ella 1 lale
09 Ira,-
ar do ex so deca -pn........o ava loslldo
Nunc eslive so-
i no mes lo 1..... :
rci. Seo ra que pi ...brc.lepu-ibli, ou easa
incidente r do ex-p ; i. priniei-csideute da
rindo de his-
pe!
foi a verdad.
ilquidas, m
se, pn, que come.....o invulner;,.
.pc-so.isque me s;iu desailei,...,l.i.
r.....conseguir minliii derrola, procurom dospir-
dessaa armas, porque, senbures. assim lirarel
rradoromo Sansfln rol polos Philisleos, qiiamlo
corlarain ... cabello-. (I. cnbell.s de Sanso
u;.....ugein da verdade; rogo, som monada
,-,-ai.. m com ella elle doalruio todos oa seus a,l-
arios. acpultando-03 n.is ruina, d.....mplo da
anllale.
-lauto, rognos nobres dcpulado* que nicolle-
in occa-ioes de jiislilicu ineus arlos. Elle pn.
-ei acrusados do erro, nlodavido; lodos nos
immcllomo, o ninguem esta Isonlo do os prall-
de fallas lambem no. lluvido: mas dccriino
......iiiimoralidados, nao! .Ipoiadot.
Xa miiiba adininislracao be de cor que os rros
de llllelllgencia poasam apenaser de pequen,, expe-
dicn......i .le redacclo; poique oaerros por ralla de
inlelliaeneia de um ministro em neo '
SUpprldo. pelOS talentos de seus,-,,,
presenco dos quaes lalos elle, se de,
O nobre dcpulado, c ..laen, mal
mas vezes Iciibo vislu repelir-se. sep;
ministro do importo da dos oulros a
ros ; ao p.i-s,. qi.......ubre depulado
dude o moralidado de un, insina
miar a conduela suspcila, cavilosa i
iie-ia .!,. ministro do imperio ein tul
le seus. Eu, senliores, devo, por
nuil- coinpaubeiro. 0 para sali.fazer
di/er que lodos... actos do minislcrk
que a lodOS no. pellence a rcsponi
le
.que inveja o arbitrio qi
lorlneoes para contratos de
I,......a aiande furtuna para
gu lodos se iirinam coiilra, cu
plorar lima grande iiiiu.i, qu
ieisaulorisindo coulralos.
que um liuniem m dinulc de uiii.i
orai.....na urna estatua euapplica
direi que aiilorisaces para contrate
ministro honesto be apenas um oxee
um augmento de resnensibilidide.
A lei de -li de junliu, scnliorcs, fi
la cmara loao depoil de rejellado
resoluclo ofleracido pela rsped
Senliores, ll.l,
MI Iciibo soirrido poi
ubi de Ierro da lei di
'co........' .....-areeid..;
mais prfidas tcin-nu
ccebo como una con
c e-lou. Milita gWill
muido appnrecen, au
eiiq.re/.as, julgnndo is
a minislro ; e desde lo
ni., N se livesse di' ex
andnselcinderuiiiprii
Senliores, dizia l.ivii
a.
ippro
quelb
uCochrai
.loe
alo
Ulra-
cieculivo parar.
nobre depulado
mu.me,nenie i
eabloiiveuoaov
Esla prnposic,-
auinlcs palavras
Coc......eaq......
8 por c.....o ;
ilcc.iinp.im.
oslrada de fe
iilralu
imillici pudici
i,b.apropsie.u
idinulede un
so de Irabalbo
'/"""'"-
volada porc*
un projecl,. di
qui
el I ida
revalidado pelo
ic ni parle que fura suli
upo leai-lalivn ; o issinl licoii a-
lUbsIiluido por nina lei, dando as
mais ampia aiiiibui. k- ......der
.ii.i.ii um!......a empre/.i. Diz o
: e.lalei no urt. :! declacoi (cr-
iollo lodo o ronlralu ,1c Curhraue,
e,i,de,e.peilai. a
o deduz o nobre depuladodaa se-
aO governo rosliluiriia Tbouiaz
lia ile i:OOOS e o respe.livn jurode
luepnaiiii do mulla |,cla falla
a con.lrucc.u, da
.lo Bom vigor, a
iodo <-.....ral
o. que I.
V vista disto diz o nobre depulado
leclirn.-.o da ror|K> legislilivo que i
,ia..i ocoiilr;.....le Corhrane. .. O
lu lio leu bein o artigo este inaiului
il.re depula-
ldiluir una
ni,
I
i|,l
panbenos. en
dem.
, porque alau-
.iiii a causa di
o c.......aiibei-
eloainapr.....-
ii parece inh
lalvez deslio-
is prnpiiuincn-
lidelidade aos
suas vnnlades,
su. solidarios,
ibilidadc dcl-
mulla paga pe.....imeiro ronlrato, qi
a.l, eq.....'omolal eslava sem vigor; er
lllll conllalo dill'eicntc do da levnlid.icao a
.Hilara se rele i........liado arliao.
Mas aupponlia-sc que o i ,u ni, legislalivo liuli.l li
In ,-.....ienle deslruir n conlrilo de Coclirane; no
lia elle f.uc-b.? Nao era um conlrilo cnic di...
palle- inleres.uda-? Poda nina siideclarar sua au
' Ao? O nobre ib-pula,lo i.relcxlaudo illeaa-
lidld na facilitado contrato, diz : ., o comalo di
IBIOfeilo pelo Si. Antonia Carlos da Andradt
Machado c Silva fi illegal; lie deaculpavcl o mi-
nislro, porque nosse lempo nao se ponsava ein es-
tradas ,ie reiro, e uem nii-inn se sabia nniiln desll
materia, o at .. propriu ...lulslro eslava ,.li.u,i,.....
da Innxequibilldade da obra : quera apena, ani-
mar urna idoa. o Mo de cerlo niio be una dele/.
para o nobre e Ilustre Andrida.
Mis cerescoque a osle contrato precederain e--
luib... e aludos inip.liUnte, prccedeiam coniullll
de ludas as renai lie,"es e Iribniues luxiliires, re-
proscnlicoea do miaras, c do li.....- quanloa se po-
II.....iolereasar por aemclliiote empreu; nAo foi
pois um contrato que nppnreressc cun u carcter di
iiiexequivehe niesinna elle pruredeuo rouberimeii-
lo da cmara, porua Thoimu Coclirane inte di
se dirigir ao niinislro do imperio de is" dirigio-M
cu.....a, como lulorisada pira estas empresas, o
enlao. lia. por um p.uccorde cTiliimissao, doclarou
n seguinle U. '
\ lei de II de tgoslo do IS-2M, I que sg lelel i,i O
parecer do conseibo de oslado com o que logo pouco
,lepis disse, quando ndlrmou que esle corpo nao
recunbeccii propriamcnle o direitu do Cochrane, e
sdmeule a necessidade moral de Iralar-se com elle
o nova ompre/a. Convmsaber pon qual foi o ver-
dadeiro pensil do conellio de eslado, o liilr-se as-
sim #xerda,lciia censura do acto ministerial.
llisso o nobre depulado que, assim reconbeceudo
o govorno o direito de Cochrane, devia com ello Ira
lar lodo a empreza ; rcconbcceu-se, lio verdade, o-
qiiclle dircito mas, julgando o ministro do diflicil
reallnejo a empreza de Cochrane sem os dou favo-
re recusados polo rt,rpu logislalivo, e aomesmo tom-
|W paroccndo-lbo quo a iiilenco da lei ero que a-
quellos taxores fn-em concedidos someiile omcon-
curso, porque, so assim uo fura, nao Icriaui sido re-
cusado ao mesmo Cochrane, qual oulro proeedi-
mcnlu poderia le? Se cuntala......un o anillo
enipi-enri .-erlamcnle contrariaria a inlenelo das
cmaros, que muilo liem poderiam ler directamente
concedido as dua coiulii;.'. recusadas. So traanse
com oulro san concurrencia, pralicaria o ministre
una violencia contra Cochrane ; sem nenliuma con-
sideraeo do cquidado o excluira, dando lugar .
liem rumiadas reclamadnos, desapossindo-o de Un:
dircilo que Ibe assislia ao son primitivo contrito.
Em tal i iilli-.i" ogoxcrnnoploiio que Ibc pared,
mais justo c razoavel ; pAiem concurso a nova cni
pieza, para que a ublivcsse quem nielbores vanla-
acns ollercresac ,apoiadot>, noliflcando a Cochrniii
pare que, ou so aprcscnlasso un concurso, ou optas-
scpeloscuanligo conlrato, dando-lbe iiiomiio n'a-
quelle n preferencia.
Parecc-mc, paranlo, que se pralicou o que on
mais razoavel, e o que praliranao mesini.....bre de
potado se eslivesse collocado em ininba posicAo.
O que se liria, scnliorcs, se o minislro se resol.
vesse dode logo a tratar c.....Cocbrano dircrlamen
le, sem iieiibiuna allcncucoin oulros conciirreiilcs
roiircdando-lhc fiivoicsquc o corpo legislalivo II.,
bavia recusado ? Smenle pclu --"M Ic-fj, I" de re
celier sua reclaina.;.... o do a all'cdar no conselbo di
estado Uve de supportar as mais vilenlas censura:
c as calumnias mais nojcnlns! O que seria, lomo a
di/er, se ludo II..- Irunqiieassc ? i Mullos apoiudos
Dlaae poremo nobre diputado que ninguem se a
prcsenlaria na coneurrencta leudo algum dos con
crrenles a prelerencia ; os relos deslrnem esta os
scrrAo, porquanlo o concurso se fez e apparcran
ilillercutes propostas. Diste mais que neslc caso se
i inm as olleras de iinpossivel rcalisacao conlandi
rom lal preferencia ; lmbeme fado proven u ron
Ir.uio. As pruposlas foram linas rn/oaveis a
lilis urna a mullos parecen ucxequivcl, ilispensandi
a garanta do jure ; mas o nobre dcpulado me illa
pensoii logo de juslilica osen aulnr, fa/cnd.. con
jusliea i-lngiosi sua seriedad.', circuni.pi-ccaoe ele
dilo na praca. Xem esla pruposla porlanluse rosen
lio ..'aquella COndlcllo de prercrencia. Esla pel
contrario poderla (ranr algumas vaulagens. Co
ehrane nao seria demasiadamente algente (endoou
Iros concurrentes, uem estes contando rom a prole
ronda d'aquellc.
Nenhum resultado porcm se colheu do concurso
porque O anliao eniprczaiiuopli.il pelo sen plimili-
vo,.....Iralo, podemlu-o fuer porque esllvllln.il
dentro do prazo concedido para o comeco da em
pre/a.
id a Cochrane a emprc/a ron
uio un dever que resullava di
r ; nu leveem vista prold.u
evitar todo o pretexto parare
dar-so llguini c,.....aderflo ni
mil,ni Icviaudaile no nrorrdi-
conbecciido o dircilo de Cocina-
po elogien o nosso digno mi-
idoaulorisarairnqiiellapra-
Cochranc, em vista dos ac-
i.islroseniilillcrenlescpocas,
irgumento para nrovur a no-
orno o ochava .leenleil.lcr-
rto. Esle fados nlo forca-
nobre dcpulado para Jusllfl
ovenie quando icspeitou.i
de
qu
O a
""!........ena
um conlrilo n
iieiiicliicauar
d.....atos, i
nobre depuladu q
manto do governo
no, ao mesmo le
llblro em I......hes.q
ca eiiq.re/a do mea
lus explcito, de tres
I
Oconlralo com o Sr. licen lem, na conformida-
dc do cilado artigo, do vir procurar a approvacSo
do cipo legislalivo, ruino est declinado no respec-
(iV-o ilcrelo Je); havendo equivoco du parle do no-
bre depulado miando peusou o contrario parvero
contrato iioscolleerflos, como veem lodo o ootros
aclos do governo.
() nobre dcpulado disse, quo oiToudi com ose ocio
a inlcni.iio da le de X doiunho, quo era quo a cm-
prezu rosse oo porhi novo,(o Cunlia. Ora, a cmara,
l>cla disposiciio que cilci, na qual foi Irarada a di-
rccfo da estrada decretada, nAo pode pcrsuadir-sc
do que o governo dev a entender quo a estrada devia
ir ao porto Noto do Cimba. Esla seria a ideia dos
autores do projcclo, mas uo ho o que so conten na
letra ncm no espirito da lei.
li,--.; mais: o Kalluu li rondicAo da lei, quo era
dar una zona de cinco leguas para ambo os lados da
cicada da lei de -M de junho. Com ofleilo, senho-
-es, o S I.' do artigo 1/ declara que duranlc o toni-
llo do privileai la empreza oulros raminhos de fer-
ro niioscjam concedidos denlni da distancia de cinco
leguas, tanto de um como de oulro lado, salvo o ac-
cordo rom a compauhia.
Mas i-i.i quer dizer que, quando esliver organisa-
daa coinpanlii.i.o governo nAu possl ferir u seu con-
trato concedendo oulros raminhos dentro da referida
distancia.
Vorilicou-sc ola bv polbeso : c jii eslava orgauisa-
da a compauhia da lei quando o governo fe/, a mu-
eessau deque se quoixa .. nobre depulado? NAo de
corlo; c qu.'ndo livesse de ser oraunisoda, j;i devo-
ria saber o novo emprezarin quceui umccrln [ionio
nAo poderia obler a zona das cinco leguas, (.mia-
dos.)
Mas anda neslc caso cu nAo obrei sem cutela,
senbures; oiivi us diflcrpule concurronlra, c del les
procure! saber te abandonaran, a empreti por cau-
sa dessa modllcarao. Dissernm-nio que n,i, I as-
si.....encalaran), pola que se ipreaenlirim tod<
raeudisr.,.1,,
i f.roposla ;oqu
uf Cundido: Isso at pode ser fa
: (Ir
oppo
O Sr. I',
ravel.
O Sr. Militare da Imperio: (Ira, como as dua
empresas parlein de extremos oppostus, s poder,
l.aver nina appruxiniacao de menos di cinco legua
nos lugares onde vio Carminar, que distara um d,
oulro u paro do ti pi.-! logues.
Mas accnsa-se I niinislro de haver inalado a em
proa da le ruin seincllianlc inulila.no, creaii.b
',"'.....""' Plela ex zinha. porque, una emprc/i
dessa ordem precisa npicseulnr IOS CipitlH mulla
uieos de lucros pura se oraansar. (Ira, romo res
posia a si., nlo be preciso cilar nutro hielo semV
que ca inulilac.u, nu foi lal que IpirlasM os COu-
currenles. Nlo foi a mulilar lal que ni-sscs i.li
anse-, ripios no Itio de Janeiro ein upposico ao ac
lo do ministro,- e quando se preU-ndeu desacrOdilll
adiada de Man... n.io Ics-ecuquu a c-liada da le
lie 6 de junllO, anda lal qual liiiha lirado depoi
d.i iiiulilacao, era a primeira Mirada da America
da
slc
iipre
cu querer ferir i.........is-
e-le adoptOU a couclllien-
i hcseinpro
lemonslrou
incito
din I
nho c
e ini-
'i., ile
de ap
vaqu
Ai
ifeii
alg
nprc lu
ilo le
i-ninpauliciros.
procurar rrca
peno em quo
lempo evitar
Por .miro lado, porcn, allegindn cu
casillo em que se me -epai-i de n
l""'"' .......>'.....I' nina celia
eslinnlia p.ua uiinlin dele/a. lie un n
me v.-io enllocado, porquedevo-alista
sidado domen- enll.aa, eaoi
.. iiinlignidade (.......: se possa iulcrprel
procedimenlo. !>< tare, pob, que desojo continua
a defenilei-mc isoladamciilc, responden.!,, colnlud.
por.lo.las .plantas accu-acocs -e li/er ao ineus rol
logas as suas rcprlic/les.
Xo pen.ein alaiima- peHoas a qi'.eni seja odiosa ;
posicloqiic ocupa, quem dirige a palavra i cmara
que e-a pnsirAo devo ser lllilllo pernianenle par;
iiKinentar por ule motivo amo de inlensidide ,1,
sen ataques, lili, lie verdade que segui por escal;
al cheam li posirRo q.......cupo, mas como por in
fdicidiide o destino me plantan la .. beirn di es
(rada, rodeado de irvorea muilo copndi, crcacl i
toprejudicado.....essaso.....a
aelacn. Va- railes lories qm
,iia:u embaracen para -.....len
-a*. Creaci para ver o sol, su
um xeaelarA.. eulezaila e n.1
tor p.....a duracao:
iros a cuja sombra
i dos pea das meara
m os parsitas que
loases troncos j ca
recer da cmara, l<
las para empresas de can
meadas adoptadas |iari i
i um .le seus artigo auto
W.....i empreza por,,,,,
ohi ,- emende,- neeetmri
rapilal empregado m ol/ra
/,-. niereue*.
Ora, sendo RSsilll delerin
ja proporcional agranden
lar-lbe nraio, brin disse a ,
goveruooslava i.......ainenl
iraiar com Cochrane. Crol
resiIccnlAo nao leriam ble,
luna.,, p irqno nao e pensa
I do rinlo de ti c :m mil ce
hili-io eslava dad,
minio em que f.
i pro-
dill'e-
cll'eilo disp
inho e cslmli
iiaveanco das rios, e
Isa n lixar u |.ra/o de
trio numero de amuii
i para amorlInrSf de
Com os $em eompeleu-
nailo que o privileai se-
do sarritirio lem liini-
nniara de IK:1II qi.....
- aulnrisa.lu para con-
. bein que ... legislado-
de um privilegio lo
JH.....c......n.'mi'i-za-
los; mis appareceiubi
, e valido por eoiise-
se eiercido,
do il'ahl ma
cessidado en. qu.
se com aquello ei .
riain a iiileltiaeucia ,1
caroprncedi.uenlu.lo
dircilo de Cochrane.
(I nobre depulado p.
Iro.qiiundn .loriaron q
cia |,ara um caso especial, sendo que
a concurrencia o sen principio, com.
.insenq.rezusMurnav c Irene,,.
Sr. presdeme, me,, princquo c,
be sempre.. da cuicurrencia. poique
u.l.en, queda IS maiores vanl
Iludo da experiencia; mas se
ava ella necessaria, era un empreu da esla
erro o> -ji; Je iunlM, pelaa raioeaqiie acallo
n!ar. lie uo se dar a i......iirrcnria resulhl-
baviado Iraiar oxclusivamonlo com Coebra-
ue, o note caso foreoso era sujeilar-ine as suas roil-
JicOes c lis nsinuacies da malignidad! ; mas ,
pie raio n.io se deu a concurrencia nessaa nutra,
las eraprezss ? En vou cx|'.-lo A cmara.
ique/a Mornax, ou a eslra.la de torro do Itc-
Aaua-I'iela, f.'. nina eiupre/a lembridl ua
provincia de Pernambuco. eollocando-sca testa del-
la me engenheiro ; era anotada por luda a repre-
seulaeiiu d'aquclla provincia, c, dexo dizc-lo, c.....
llgumi solli-eglli.lAo.
Examinando o. papis quebaxia. culemliquc nu
eslava ainda habilitado a fa/.er mu runlralo como o
que Morral) me requera; enlrelanlo dos pones
liali.illiii, q'uerlle ;i|n ,-enlnu cuibeceu-se que a eni-
prota devia ser lucrativa se nlrave-asse Mmente es-
so espaco de -1) leguis, onde I riqueza di producen.,
do Ierren., c a falla de oulros lucios de i'omilillilii'a-
co Ibc promolliam um futuro prospero. VI cutan
que a proleni-o nao era desarruzoada ; nao para si.
,l ir a emprcia a exlensiio de estrada que se india
al ciiea.uau rio de S. Francisco, numim ato aquel-
logo, a .tu........
seaun.la estrada iienl
desse Influir em sua
cu, dnndo-lhe concurrencia
poli,, dcaneeeasirio. (.tpoiai
O nobre dcpulado el......
muilo palmar quando clin
.....a estrada miiiwaa, lilba
-e du iniu.li..........loenq.r
IMconcluiodeclarando que
realisavel. e que a empreza
'..... ascon.licnes cu......le f
una deelaraeo, periuilla-i
.....'co |,i Hlenle para que e
enq,re/.a? n.io pdc evitar qi
porque ja esla le.lo; logova
ila
cita des.;
pre/a que po
mil popula
ido um iiimiio
11 i-'.
ido
apila
sla......ll.l j
uiii.i rnnlrailiccu
o estrada de .Mam
especula..;!.....lo se
io. I ao inesi.....era
tir di-sobe ella ir-
deve surtir eueile
gauisada. He esta
i. nobre depulado,
lazeiido mal a essa
i- i.-aii-eoconlralo,
t.l
iquia enqw
.enliirados, c
nlrato pi
auxilios,
i-l.i
sombra dolas; osen
demorei a uiiidi.i V.
ellas linliam cocui
di......i as minina ler
l.i, massompro llvo
ha.l.lvlaqi.cilcvn
rivalisar com a arv
ruin os rebellines qu
uem ainda me
derodo de alg
hri d.
resci, nen
. I......11.,.,.
'"r.........
ado-, C 01
Jcixo de II
.....'........zei.do.i-
n que se diga que eu
lenl.M.ie ..... or;......
enlo.
V. Exr. que em
.... ao actual gabl
linluM aprceiacoes
i.retendeni subslilii
o sr. Sebia:lio mullo forte!
OSr. .si/,i l.oha/o Jnior:E quem be o pa-
rsita?
n Sr. Minislro io Imperio:tallo em acal.
II Sr. SayO lbalo Jnior :Me preciso que se
explique.
II Sr. Mllllslro do Imperio:l-'allo em gcral;
icspiu.lu na,, s ao nobre orador, mas a todas asln-
sinuaces que leen. ;.....arcido. Nao pon.......tal
disrulindo |ieln grela, cerdo que dev o rallare.....
franqueza peraule unan.......a noxa.
/1 .<.-,-. Iprigio: Apoiado.
OSr. Ministro do Imperio-.Muda boje Uve
occasiAo do ler no Crrelo Mercantil, no artigo io-
bre cmara.dos depulado, miando da un.....
honlcin. o seguinle l i a fonservi-so, manlom-
se e be apoiado um ministerio que lem em seu seto
um incmbro que, uo pudendo por seos aiilereden-
les c cuiseqiieiilcs ser Icviano, ou desenv.dlo, ou
rallo de sonso, lira sendo por forca pa.hinbo de ,-s-
pciul.nes? ,i
E islo de rcrerenein i. allernoliva ein que me
auppoi l.aver collocailu o nobre depulado pelo Uio
do Janeiro ,. ou de ser considerado fallo de bom son-
so, desciixolloe lexiano, ou de ler servido decapa
C padrinbo a una esperulacan. .,
l-.i- a que de limitas publicarnos, c do Irorbos do
discurso do nobre depulado e,le ortigo do jomaos
se podo eulber em detrimento de minba lepulncilo ;
c por isso Taco bein ein querer n discussito.
(I ludir depulado, Sf. presidente, nlo menee
censura, a meu ver, por ler encelado I discussao da
resposla l falla do Ibronn pm um objeclo de lana
niagnilude ; nesla parle o defendo. A hypothete
que cllcvcrilirou verdica do que a cmara osla lu-
da unisona em scnlimenlus pnlilicAS. o uo adiando
nada de ce|irebousvcl na arlual polilica geral do
pata, nada mais ra/navel do que um deputado do-
lado de palriolisnio, eque desoja ver desenvolvidos
.,. Inlere........alertaos, encelar a .lisrus-.;... da res-
posla i ralla do Ibrono proni.ivendo e-se. inleresses
iielolndo quejulga do maior vantagern.
Assim podia um depulado pelo Pal, por exem-
|il,i, ,......lar c.-a ,li..u.-.,,iileseiiMilvend.. as -|.rovi-
,leudas, que ao governo c.....pie n.loplai i>m.i Lu-
nar mais ampia o mais bein favorecida a iinvi-aaciu
du Ana/una- e-lu- eonflueutes.
Mas siq.ponba-sc nicsiiio que a inlelliacnri
o ministro deu neuaorrasMo n lei uo foi a
razoavel; oque compela ao corpo loglslallvc
.ensillar osle lelo, c mesmo reprova-lo. Knlr
lo uo fez islo. e uem se diga que ligo leve ore
deofa/er. porque Cochrane com u r.
livoie.-orreii cmara pedindo oulra
Ibe liii.un concedidos, rejeilando-os p,
C ni-a occa-io poderia Icio corpo I
cima lo illeenl o prncednienln do aovorno. Po-
rom decorron loito osle lempo li 1819 sen. a me-
nor coiitcsiac;!..;. logalidids do conlrilo.
Em ISS t:,., Inane pnaou I imilla que Ibe impu-
ulia una da. cnu.li.'.ie. do luc-iuo conlrato ; o nox.i
ministro,., Sr. Manoel Alvos Brinco, rcconliocou-e
por ,.n.eaiiiule valido mandando recilber esa mul-
la, e i.csle caso lulo devia o COnlritO S.T -.une: I.
.....(TOSO a parle. Em IXi'.l foi elle revalidado pele
Sr. vi........le de Monl'Alcgrc ; maso fui por venlii
n lig. iiaiuenle? X.io. senbures, precedern! om-
itas do ronselhode estado e nutra infermacoei
le,,,
adose
Te.
da pn
d'Ag
Pela ale
ves
i piodu
lili
na
lamn
ando terrena
Ir para minia
onsidera.-o c
I"
lo que I
:';;!......,
denles di
Portal
qucCocliranc
roiibccido e r
os Olios em q
vo podia de.-l
rulado 1 l'ci
a alinelo qu
digna do i
da
.'li de
Goe
:s
lugar aquella
xpressainenle que -
po legislativo os dou
enhorca, noli.....ell
piideuo ler relio,
validado, londoeo-
incorrero, licqui
ir oconlralo millo
lenos peco cain;
reslei ii roe......i
lacbada de levini
lodeinulili-ai a
revalidaco. de-
lii-av.un lto|Wn-
novosrnvn.es.
un,- de dcspexis
e i.....limita ic-
io fciln cffeclivos
ix-uri......ai-lali-
iorsu.1 s auto
a que IVllll se
io do Cochrane
.delncunsidera-
eeiirA.ida lei ,lc
lei, n
In. e
fez o
sellm
solfre
direil
.lie,,,-.
gover
qual
Se
de un
ap
nislro? M
oslado, qm
mida nlau
m seu Ronlrsl
lu npprovad
uloii
a qu
Inane acudi co,(5 sua peticAu logo depois da
clamando o dircito que Ibc n.sislia ao ronlr.i-
nesmo COIICObsIo dos novo favores: o quo
,.ulla,-;,M,-,;H,,lc.,n
leuielile de.'lal'OII 11.10
Corbraiic linba pleno
,. qiianloasduas con-
NAo contento com sin, o
o conselbo do estado pie..... o
anincmcnlc decidi da mes.ua furnia.
Iratasscaindi .b. julgamenlo da reclamaran
m cidado brasilcin, poderia o goxcr.....-.un o
.. do corpo legislativo negar-He a jusllci que Ibe
a-si.li..escin oulra consequeiicia do que a que so
sea.....Illunlminle de um arto injusto earl.ilrnrio;
porin a rerlninacao era de um eslrangoiro em favor
de quem seu governo ilcxcria nlerxir, pudendo sc-
giilr-so do um arlo de Injustica rectamaeOea hem
fundadas, c indeniiiisaees juslamentc devidas, tan
lo mais quu lu uo caso cni quesillo scriam baseada
uo voio unnime do conselbo do estado. '
I'....." nobre deputado que nao se podo confor-
mare...........meei ......,............-onsclliodc oslado
quo reconheceii o dircilo do Curkrane, e qiicapczar
di arando luloridldo .leste corpo uo esta rosolv do
a jurar as suas palavras em vista da evidencia da
verdade.
Ku, te n'.ra particular o eslivoaae .... cas.. .1.. no-
bre depulado, poderia aMI maior incnHeni-nlo re-
petirs uio.in..s patarras ; p,.......g.pMc.aadc mi-
ni-II......les.......obre depulado bavia delibrar .lu-
lero.......tente, e.talxeiibamloniusencali can -,-u
pensarnenlo Isolado. .
Parece conlrvdicloriu u juiza que S. Exo. fe/ do
......Pe na.....uo,. que ncd.nvu de
de una arando desurden!; conVindo chamar
toncao do publico das idcaa da rivalidad pt
inelliul.iliienlii, inateriaes. aproveilandu assim
nicia occasilo do se encelar a oraaiiisaci.. de
llianles emprea uo Norte, onde as siipponl
alguna lugires, de dilUcil reallsacSo. Vcud
cinqua.....colliia iilor.nacocs, como que cent
pelo vagare.....que mnrchivi ios albos dos
sentantes ,1c Pcnininhurn .....pie de alguina
ll,e.acli.,>u,a,.i,po,queq
ulil.coiin.ui.lociiiipien i
da sujeileao corpo legislativo,
Pr ventura pn.....uso cria .
assicna-lo, confeccionando poi
te pudee reparar convonienlc
-ulia-eda prosa.
(Iconlrato, como disse, Un
cupo leai-lalivo, c i-loora sen
yo* fallado......currcncia; pi
va.-.io nlo podia ler exceueflo. Ot
porconaeguinte, fui sujeilo a censura publica
em lempo, or do partamenlo; nestaocrasilu
bre depulado,.......lalquer nutro, poderia con
lo ; o que n.io s.i.cedeu, blenlo prouipla c
dial;. nppmvarAo, que parece devc-ln piir a
doquifq
slad.
-al,n
mu aprestar a.....
Inil luido de se.
, o qualquor erri
epnrado. ,.....
rem por lal forra
'"ionio.....alqu
a de sor presen
.Imilla uin cor
fqu....." sem a ai
cpre-
suri,
i idea
obre deputado quo en nloquli que a em
preza tj.rhi-aiu.......gauisano; e n.io quiz, porque
regaleci c neguei-llio mes.....os cinc., por cont, con-
lia a disposicio Qxprossa o terminante di lei.
Sr. preside-ole.-., nobre depulado uo lem ra/ao,
n.iu i.caiiei OS cinco por celtio da lei; S. Exo. pnli-
caria o mesmo que lia se eslivesse na minba posicno,
Em una i.....liao hlviill.....i Londres para Halar d.i
projeclada Irada do rorro dbculioieonlre o gran-
dos cipjiaiisia. subscriptores .. conveniencia da ga-
r.....todos toro, o opiniOca Irauve para iceitar-see
empieza Km case favor; porque sabe-sc que o- In-
glezes uau aoslam mullo da l.-eili-.ii-.in iubereiile a
senielbaiilcaaraiilia; pulanlo ja nao"era una eo.laa
1.1" pon,.......-ala a falla della. vi.lo que cq.ilalis-
Im ineiiidus na empreza bniive que jnlgavain |mto-
laili-pen.ar, |,.l quea mainria derlarasse que, es-
tando J* concedida.;. garanlia, nao preicindtadol-
a, anda que depois livesse do i-cniincia-la.
Talve possa doscobrir alaiima incolicrancia na
opinio do iiol.ie depulado. quando rlnssilica de in-
tnsala qualquer proposta que livesse por lim nraa-
"ir um;.....prc/a para a Irada de sen pensa-
rnenlo, sem giraiilil de cinco por eenlo; porquan-
lo .leve le,l,ra,-se queso.....lliaule proposla apro-
senlou-so iinconcur.......la, da qual eran...... o Sr.
Olloni, quero.,, lana jusliea c ra/.;l declaroii ser
pessua de muilo conceiloe ci edil...
Alm dapussibilidadede poder-so dispensar esle
mus para o governo, era preciso lontir-so taml.......
quando de lodo uo podase ser evitado, a dinliuui-
lei m-i-e-si.la,le (leste ou daquello poni para o go-
veruo dover recuar, o nao o entregar a olia em-
pie/.i.
Sem du vida he muilo querer monopolisar; atan-
lo uio julao eu que chsgassc a iiilcitfo do corpo le-
gislalivo.
Contesta o nobre depulado que o minislro livcs-c
o*dadosMiMricnles para ranlralai a emprcia Mau;
o minislro leve-os como os quo se offereccran para
o conlrato da lei do 26 do junho. que o nobre depu.
lado censura n,1o I -r sido relio ......edlalamenlc .1 -
pos da publica,;.",,, ia uu'-ina lei.
Para a Irada a -Mana Mmonto lio que o nobre
depulado invocou a rircuin|>ec(io que se da na In
glaleria, onde diz que so nao improvisa una eslradi
de rorro, apexar de ludo all oslar conberido e di.
|k.sIo para laes empresas.
Hosla-iiie ltimamente tratar do molvA pnrq.ii
este negocio foi lerminar-sc cm Londres, leudo b,i.
xi.lo ula corlo dous concuna).
A'ccren do primeiroj live occasiAo de tallar:
leudo apparccido apenus do segundo o Sr. viscoinh
do Barbacoas, slra de Oiebranc, quo conlinuav,
cmsuas inmnl.iilas |ueleu,;i'ie-.
Propoi-se o referido visronde o organisar a eompa.
ulna cora a garanlia do 4 por rento, dizcndo-scsiilli
cicnleincnle autorisado por capilalistaa inaleze. ; ni
(arma do edital otrereria iaualmonlo o .leposiln do
ll:()OB, que perdera no caso do nAo realisar-se,
conlralado.
. Sendo ello o nico concurrente I
a pro|K.r corda a aceilncao ,1
n.iu lie por liosa occasio rcrelier oillcuwde ...
ministro uaquella corle, cm que explieitameule de-
clarava nao ser poasivcl reolisar-so all soinellianio
ouq.reza rom garantamenor do .-, atol >,. Na,.
leudo eu lima certeza (fe que o xiscon.lesc nao enga
nasse, nimia que u livesse do poder faze-lo perder
l()ll:iao, ji.lguei que sera mais prudenlc nao con-
Iraiar desde logo com S. Exc.
Rio me pareca que poderia aproonlnr-me alroia
no corpo legislalivo sem verilieor-so a estrada qn
elle dcci-elnr, anda quo ptnjMN nioslrar-lhe
in. 111, .i que livesse foito perder a una familia. \
cmara cun razo me respondera que linba querid.,
a empreza o iiAosemollianlo quanlia, e accrocenl;.-
ria que meu engao bao podia ser juslillcado ein v ,.
In das Icrmiuanto informacocs ..lli.-i ..-. do noa
agento ra praca de Londres.
O que lana portante qualquer do nobres di-pul;..
dos ? (1 que .ui.i o niesnio -en bu, a quem respoa-
,l? Talve/o que pralicou governo.
Ilenielli a proposta llarbaccna ao Sr.Serao Teiicb
ifde Macelo, diclarando-lbe que dcixou olla de-iv
accila nicamente en. virludc de suas informa,...,.,
rumprindi, que vei iticasse se era ou nao razoavel; e
DO ralo'de o ser, do promplo ullimassc rom elle o
conlrilo, ou com qualquer nutro queoffereceste i-m
primeira lugar a rundirn de prompla eiecucao,
depois oulra iiielburo vanlaucns, niinra sahiu.lo :
lei do DU de junho.
Para romplelanientc orientar aquello digno r.u.r-
cinnaiii. iniperinl.lurnni-lberenicllidas Indas ... ni-
postas dos dous concursos rom os trahallios mais mi-
nudosos que ora possivel f/nzer-w no lado de liosa
adiaulameiitnem semolbaule objeclo.
Todas as urden, inslriic.cso cxplirarf.es dudas
se acbam rcaislrad;......sle Hvro, que ou"erei;.i a 1,'i-
lura de qualquer dos nobrrsdcpulados, c es|ic i.d-
nienle do orador I quim respondo, para do ludo
inlcii.i I.,, fa/.'i-ine una o|,posi.An mais riindau.ci-
laila.
i .s'. /.'.,-.. /,' o misa que ammpaiilia os Irabjlhiu
cima mencionado!. I
O minislro mate rorocedlirinlo nao se juta.ui -u-
pello para a relcbraco do conlrato, porque sua con*
cieuein Ibe alleslava o contrario. NAose julgou lam-
bem incap;./., porqnena rallado luna poda invoc
o auxilio de seus .'..llegas.
Creta ler juslilica.lA.i proceder do governo DO con.
Irato Cuchi-ano .apiados,'; mas cumu p.,dc ler que
algum tpico me tenbii escapado, cadiscussAuteul...
de conlinunr, eiieinnulrn ocrasiAopodiral a palavr.i
iporai o que me leulia fallado.
Icubodifo. Ipoiados.'

nmmm.
Lista do premio erando sabidos na extraca
da lotera i matrt da Bu Vista, compr,
hendendo metade da terceira quarta parte,
ultima quarta parte da quarta nova loteri
do
da lei
de .
pnrqiu
enos; e pn
tl,.oqu
algum
garaul
xanlaacni.
Sabido be que ei,i Islo
la-b,nivel.i,i.......ntallll
de l|. Poder-se-bn olljecta
ilevanlaaeni iiunca OITcrcre
veruo pague o juro garanlid
dcsla pi-opn- ;.,; mas a cania
prudente o en,
li'l.lin
Ivcl ir
cm lud
lo possl
u que
Na
dev
In b(
-se por r>l.|
ulialar con
Na.aitti..........
lil'.i..........
IIITlilllll-,........
d7l~2SC.i.......'.
:in.vi-jrnnii..ti ua. .
MX> 121 P.I72.ti:li 192)
li:l-.i I.VJS ;>7i.....)
lli.'T H6I-".> ti",'.2Kfy!
I.VVI:|-,7'l2..I7.....
Ili-2W -2> iikh:i2!i:i
KilW.-i:iii,s-o|:i_:iikii;_o.|^_
588_ ;-,|_;i|.Vi LtlKIl;l.-l
21711279-3113.....
1967..........
1,1:11-1 [qtMfl
.-.lllKl-iwl
l:lHl
.Vawaai
*.-.. n
lutxsotn
3UJOO0
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PIBLIIJ\) A PEDIDO.
do
III Olio
lia
mili
bTnuitt
dorada un,
nutras aozau
.-alidada qu
' '.....ira .
untar reclan
l'i
alidade
que
lilldO,
o Ion
rain i
nli-.i.
pretexto
:vr
ivcl, que prnpus-
a garanlia de e
sondo a empreza
i* iq<.....ro-
o quero duvi.lar
oiei.......ecerque
dadas circums-
onipreaa rio quo
le reclainac.e. a
a pa. lilba ,leste
,/.-... rada Ulna o
I!.....indas, o
Urna
agrima de saudade em memoria de
amigo Izidro da Silva Pimental.
VMMea >'< ota
Ilude ainda /,'//
ehora-h
Magalbae
SONETO.
un
il,.
duvi.la
lbale
aberh
l'i
slloc;
a deso
"&
SSc,
Am
nobre
doqui
nis.u c
i,-...-..
rnvorc
ave.....
h.-m ce
(Ul-sc ridici.lari
as fui tachada de
. m Diera......e
i. espirita de proa
Olver-M em alg
a empreza Moma
.sensata. Nao Imil
quererla por tal foi
as localidades riu
do
r.lilo
de
acboxanlaaein alaiima
as, lirando-llies a coill
i concurso de capilaes e
i.nosa estrada de Mana.
iepulado, o.. Mercantil ario de cspccul
Miau duvid,., porque niiiauein procura .
niprezas para perder, lodo. I.uscini sen.
ciccumslauciaa quo oa po
I,, patriotismo biitanll q
lela
i pa
mita
d'o III
diuii
para
lant.
i.l.
i p,
de fiv
calcula
.......-II
i pens
l-. IH'i
mili-alar, e be
numero ddl
diados, uii-
i -na o ti,...
,.'. li... da ,
poder-sc-bi
i-lbanles pa,
de que
".pfit
pre-
|,ordo
jeilada
limita.
.1.11.
.....
In.le leiubran
Cruel dr iua.lv
licli.il,le busca;
A miiili.i iinmei
I l.iu.ii Iri.les n
Com amargo en
Jl
>)>
oh !
T;,o I
lie p|
leudo enlri
Voda no li.
Pela vu lud
lim. 1853,
lii.tr
analta n pon i,'!i^',''ns'icA. a dr, ao meu amento, armenio.
ries pnr mu i 1, triste alllic; oineulo. o; to.
11
ni.
'........' <" I"ll".
naval, lo querido
-, d'.unigo lia amado
.rindes |,is xivid...
inte sublimado
elsn Impedido.
de letras,
iipropoupi
usar. I'.,,
.mralo sol
lo la/, i
iiuulie.i
da. na.
IC-lllllil
Ad.ei i
de aceil
lias no menor numero deltas ; porqu
.....sreeursos limitados, n. iconlocei
anlcque lica evee.-iv,, linineii
iiiiirn ,l preciso crdito, que cu
aaeinnrciasmioonaopossamdisp
,. se f.'.r possivel realisar-se es,-
til joros, O que todava o aoven
lou.seti.n.....en.......-.de pensar,
s di..........loe deputado : a no segundo edital
lislro Inrnnu imposslxcl .. empreza, chamando
, publico a propriedade da .-.Irada no lim do
de !KI anuos, c nao quero...!,, que -e pudesse
r mais de 12 por rento... (I nulire dcpulado de-
cre-ccni.-.r: oxigindndeposito para a -,.....;.-
'i-''-" Scnliorcs, en |.....urei p.ir lias novas
,-,.,-. as vanl., acns que |a linbnin sido ollei eci-
i- novas pro.....las, e nina dess vantaaens era
li. lodo O material da cicada no lim do pra/o.
isto conveniente para me tirar du cubara.;.
idicoea mala onerosas do que iquella
COMMERCIO.
PIIACA IXIItia.llli li l)K Jl l.lltl AS:t
lillllAS n\ I \ I; I, I:.
C.laces niciacs.
Comoras de twmcar.
Mascavndo escolhdo a l,->S2ll rs. por arroba.
Dilo regulara 18300 o Iaj630rs. dem.
Desconlo de lolraa de 3niczcsI por eenlo au
inez.
ll.l AMIHCA.
lie,i,liinenln iluda la li .... l.V)::li;ii~;.o
dem do da l.i.......l(i:NM.V,..i.
Ili7;2.|.-r,i,
De:
-duda
lllO lu
tilintad
; Irene
pie/.,
, Bv
daui
.,j,
i.nii
i.aclisladcS,
el preJuUo foi la
jahavinoi:
de nina estrada
rra da listrel-
I una segunda
Irada de l'cli
la, pedio .--
einprcza do ronli
polis au riu Parahiha. e iiicsiihi, so fosse possivel,
da raiz da Sorra al Pelropolis. Ngo parece que I
cnilmiiacaii daeslmda projeclada devesseser objeclo
do uniennciirso.e tanto mais quinto 0 emprc/niu.
nlo oxtgia do governoo tacrilicin da garanlia que
nenluiina unir empreza leindi.pen-adn. ou dispen-
sa i .Ipoiados'. Com que jusliea, ou pelo menos e-
quidadr. rceiisar-e-bia o noverno imperial a pro
lencao dSr. tren.1,,, a quem o paiz lleve a orgaui-
sarau de lanas uulras con.panbies ?
Iiis.e, porein, o nobre deputado, quo foi Infrin-
gida a lei de 2li de junho. Sr. presidenle, cada vez
des.-oi.lio mais dn ininba inlelligencia. Pelo artigo
1. da lei ogovernuliroiiaiilorsado para roneeiler i
,,, ou muis i'impanliias a amslruno /o/a/ ou
sarctai (/ ui eaminho de ferro que parUndo do
municipio da iiU-le v terminar em Minas e S.
Paulo.
Pnr esta dispusiciupodil O ministro dividir a pro-
pria empreza da lei. exerreria mal u arbitrio. Hia-
lino illognlmenle. A empreza Man, porom, nada
lem cni a da lei de -Jfi'de junho, ella esta' incluida
naaiilnri.aean do a, ligo 2.' da mesina lei, que diz:
v Seappai.er.....c.lnpanlua- que se pro|.....bam
ronalruir ramiilhua do rorro em qunesunor oulros
nonios do imperio. |x.dcr, o governo Igualmente
coulralar, etc. ..
queja linl.am sido nll'ereri.las. OSr. Ollei
propozisso; c e-a omi.rrzo de .Man, al
ler garanlia dejuros,obrigoii-se a entregar
no lim du prazo. Por consegulnle ngo t>e
lo catabeloci esa-. coiidicAes, apartar a
qua
renda.
V.......-10 12 pnr
que o ni.....Ira nSo
croado que este inix
I-:..que o aoven,,
P.......a, o innxiin.....,.
a lugar a redcelo ni
portes.,. (Ira. islo he
uo uo contrata du eslt
rezein lud,,. quiiilos i
prexaros; issii
de Mil, qui
O mxim-
um
lu por or;
curdo cni
das como.
12 por re
las, o que
A
Parecen r
ver Alisado
ni,'/1- rivae
l'criuilla-
dado em fav
se escimdalii
dunsrnipio,
Nao foi sel
reden faier
ronccdo, i
lado proteg; ttl
,t.....nonios do rl
/as deven, lelinii
fa/er l.u- c.....inl,
A exuaerneo ,|
car que DMurt;
odo. Disse o nobre doputaeh
ni/, dar i empreu mitores lu-
no. Aleidisp,*.ioSS-.loarl
liv.ua. de acord ron. a ...iu-
dividendos ; dado o qual le-
,. mecos das labellas de linns-
oque'i.relcndefazcrugover-
a,la de-la lei; i-lo foi uque
lebrieto com oulros.....
, .. pralicou lambcni COOl a eslra.la
I alias nao conceden garanlia deju-
Lcuthidohepan lodos di t3 por cea
puliendo oulra colisa resolvcr-ie de ac-
e ambas as parles, c durante a existencia
inhias. Oiiaudo so xcrillra o dividendo do
lo be chegadi, a occasiAo de rever as lata-I-
nga quer dizer que, uo obstante esta re-
an possa realisar matar dividendo.
.bre .Iepulado muilo irritado por ba-
anvernn pOrem paralellnosdiiascm-
ceiun quei-eii.lu a.-emellia-las !
o que Ibc diaa que ho malta parciali-
de uma o opposicao i oulra, quando
cun a riprossiiourna zona cidra as
..-I.:e ;. com
minos Ir
se lia de COI
de .va
tente ni /
Parahiba,
, poden,
der ,i qu
lia pr,
laquesocou-
Indas se lem
. nobre depo-
iiedta rnlre oa
l.;,s as euq.re-
u.u-,-,1 un lile
uobi
pos
' depul.uin leVOUjO a ;.x.iii-
lilid.ide de ler 1 Mirada da
liare
Pola
ale
li.
nrregam hoje li, de julho.
ColumbiK merradurias.
II Ut .lllll* YinilO.
Imporlucao'.
Escun hanoveriana Jasan, viuda de llamlni-
au, consignada a C. J. Asile) i Companllla ; luani-
frsluu o seguinle:
II caixas tecido do algodao C linho, 3 luiente
ministra-, KM) barricasceineuln. I barrica cadinlio-,
Um ililasaencbra, 20ditas.ame Migada, UN foixis
riili.n, l2.'aixiislccidusdcalgod;>u, IDO-dilaa vela-,
I dita chapeos de sol, 2 (lilas euuro de luslrc. i .li-
las ferrigeni, 2 fardes leeldoa de 19a, 1:1 caixaa molas,
Sdilas cullcles, 7(XI aarraloai, I3> barras e H.1 lelxcs
de ferro, K barricas zinco, II caixascuuru, 1 pinole
ruti.ii preparailo ; a C. J. Astil x A Compinhia.
ttl calxat paliins de I--.i,, 5 ditas limas. I dila
inslrumcnlos para rarpiiteii ; I E. II. Wvatt.
211 caixasqueijos : a Novaos Coinpaiihia.
2caixas olead,,-, I dita objeclo para rbapeleiio. 2
fardos papebln ; a A. L. Slrauss,
2 caixas papel, o laboinbas, II pceles papel;!,,. 2
caixas ohjeclos para rbapeleiro, I dita litas par cha-
peos, I dila vidros, 2 .lilas goma-lacre ; I ordem.
Ii7 caixas obras de x id,,,, H cesto c 1 caixa torra -
gens. 17 caixas quinquilharias. I dila obras de ou-
o. 3 ds miudezas ; a .1. II. Wolfbotq, Com|.a-
hii.
:l barricas pregos, 1 dita eslaiiho ; a Holbe ,\ Ui-
doillac.
I caixa Objectoa de porcelana, 2 ditas gaitas, 1 dita
ncrordines, a It. Ilcpperniaiiu.
I caixa Illas ; a iloanc Vuiile & C.....panilla.
CONSULADO C-EHAL.
Rendinicnlu do da 1 a li 27:l).V'."
dem do .lia 15........ 739*35!
DIVERSAS Pltovi.M.IAS.
Ileinlimeiflo do dia I a I i .
dem do da l........
:(I2--)I2I.
' 2:72.N-r.
ILE67VEL,


eam
Exportacao'.
MlrW|hl, l'rca trancera Crele, de 350 luneta-
,,,,? 'ndu/io scgujnto:-4,(W0 sacro* .-...o 33,000
},]"!c'i>luiooMgalole:-1.480 ce cora
VkhkuobI^brendas INTERNAS GE-
l,1Xh,,b,"l(AES I.EPERNAMRI CO.
Krn.l.nwn h ,.roV|SCIAI..
BSSSr.'.'.':::i
38:8849799
MOVIMENTO DO PORTO.
.Vario mirado nodia 15.
vi,,-,,,. 23 hora, escuna inelc/a Dolphim, capi
' lio I liorna/ Slaincr, urga nssurar. Veta a eslc
orlo rocelierorden, consignada n N. O. Bicber,
.Varios tahido* o mssrno da.
Canal Escuna 1'russioiia Kennelt Kingt/ord, ca-
".,iij.p II. Ti.....en, carga assucar.
id!, Je Janeiro e porteo intermedios Va|>or lira-
-ilcn'i Imperalriz, cominaiitlaulo o 1. lente
loanuim Salome Hamos de Aicvodu. Alcm dos
,,i-.i-. iio- que homo dos portea do noria para
, Jo -"I, leva a seu Iranio : Antonio do .Moma
lluliiii. Augusta Ruarle Maura, Francisco do Mi-
randa Leal Scvo.pndrc Manoel l.eite deSampalo,
Jqo (ornas Riburo o 1 escravo, Ur. Francisco
|u Medra Jnior, 6 deterioros, I). Anua Vido-
rnia (lmese I lillia, 7 placas para os Invalido*,
Jd Callos da Paria, coioroSndanle da armada
francisco Anluuio Braga, capilao-lenr-nle Ama-
i......se I criado. Ur. Marcos Correa (.amara la-
m.irimlo. Jos Alaria da Silva l'orl.i, \ irlor l.lia-
Irii.iv, l>. Josi-phina l'clismhia do Niu/n, I uic-
liiu e I recrula liara iniirinlia, 2. lenentc J.....Ma-
,,, Val I.oIhi, I soldado, Jos da Silva Neves, I).
tuna Calbar1aa.de llanos Terreno, i oseras, e
I pros ierra.
EDITAL.
_ o ir. mlleclor das rendas provinciana do mu-
nicipio da ciliado de lioianna Taz saiier,ipie enio (lia
I i ,ii>,Ir/, iiiln,i do auno prximo nassado, foi aclin-
ila ocla pelicia em Ierras do ennciiiio Unjan da mo-
ma riilado, a oscrava Mara, quedii sor natural do
tuldestn provincia, do cor rula, rom > anuos de
filado, ponfo uiaisoii niriios, a ipial lem 01 ligases
osuiulca: estatura regular, nulo oval, rabrllos ca-
rajiinlios, ollios pelos, nariz chato, bocea regular,
illias taradas; cojaeaerava calando considerada
n,i pnrlonceule ao evento pelo presente eililid,
mu a lodas as peeraai queiejnlgaram com direi-
,i referida oscrava, para ipic denlru de G0 dita,
lata de-te, eoinparecaiu com seus docu-
nieo Dr. juii municipal do termo, onde
tar, o dominio, i|ue livoroni, e lindo o
lile pra/o sciu que alguem reclame, ser, na forma
|jlci,arromatada. Epara constar se mandn afiliar
ii,i......te, a publicar pelo Diario. Colccloria do
i.....i, ipio de lioianna, *>l dojunho de 1853.O cs-
Tiiau, tgnaeioil Turres llandrira.
AVISOS DIVERSOS.
Joaqun) Ferreira dn Silva Jnior
vui i Baliia c Rio de Janeiro, c quem se
jnl;ar seu credor aprsente suas contal
para seren pagas.
Joaquim Ferreira du Silva Jnior
dei\ou de ser caixeiro do Sr. Jos' Ro-
drigiiel Pereira, desde odia 1 de junlio
pr senlior c u sua familia, o Ixiin tratamen-
to durante o tcnipo que esteve cin sua
casa. _________
s(f%7:oMMtnci<)
Oshbai\oassi(;nudoscoiitinuuin
a tranquear a todas as classcsem
eral os seus sortimentos de a/.cii-
daipor baivos preeos, nao* me-
nos de nina pera ou (tina duzia,
a dinheiro, ou a praco, conforme
se ajustur : no seu armazem da
piara do Corpo Sanio, esquina da
na do Trapiche, n. -18. Roa
iron Rooker & Companliia, nego-
ciantes ii;(jlr/.es. Os niesinusiiM-
tBoaorespeitavel publico que obri-
rain no (lia ."> do corrente niiv, a
sua luja defa/.endas da ra do Cul-
lejin ePanera Publico n. 15, di-
rigida pelos SCIlllOret Jos Victori-
no de l'aiva e .Manuel Jos' de Si-
aueira Pitonga, para venderem
ntacade
a relal
idosda i
los pon
rao pie
DECLARACO'ES.
lio ordem da administradlo dos ealibeleci-
mcnlos de earidade so fai publico, que d'ora em
Maule as snas soasos ordinarias terso lugar as
,|......,i. irii.i-, as lioras da larde, c na as segun-
,ii- romo d'anles. Admlnislrariio dos oslaneleei-
nienl ilecaridade, 15 dejulhode 1833.O eaeri-
, tnlonio Jote Gome* do Corrtto*
11, a Iransferido paran da l!l do lorenle me/.
o rceetiinioulo das proposlas, que o eonsellio adail-
nrslHlIvo designou para da IK. Secretariado
ron-ollio administrativo |>ara forneeimenlo do arse-
nal de guerra, ldejulho de ln-Vi.Birnardo Pe-
irini du Carino Jtinor, vogalesecretario.
(1 lineal da freguciil de Sanio Antonia, rom-
pa para o mellioiwnenlo das ras desla freguetia,
canoas de rea: assiiit romo contrata eSrrooAs para
randuxir a inosina rea aas Ingareeem que taes na-
llioraincnlos lein de so proceder, quem pois por mo-
iii'-soqui/er oncarregar deasea tialialtios, enlenda-
sa com oinosmo liscal, na ra do Haugel, sobrado
o. i.
1,'l.AI. COMPAMIIA DE l'Aoi ETES
imi.i:zi:s a vapor.
Nodiaildeslcniei
e-pera-se do sul o va-
por torera com-
mandanle Strull : o
qual depois da demora
Europa: para pasaagci-
l,rua rioTrapiclioNoto.
Sr. capillo do porto desla provincia,
las ordena eslabelocldas, convida as pos-
i quizeremengajar para servir borde
ilo. navios da aunada, o cor pos do mal inli.i. Secre-
taria da rapilnniado |wrlode Pomambuco, II de
iiilli,,,ir psv.o secretarlo interino, .imu, Bltolro
coii"vniia de paquetes a va-
OI( DE LIVERPOOL.
No da 2'i desle me/.
.pora-so de Liverpool
o vapor trt/iwhml, o
qual depois iie umade-
i.....a do 18 lioras, si-
Ballia, Rio de Janeiro
Irala-so com o
II III
miirlmle
l"
i.: para pas-.ai
Dcanc Voulc i\ Comnanliia, na rui ila
[ Monte
lipiatarii
Cadeia.
(Ironsclho adminWrntlvo. em rumprimen|i
il......i.ui ,l.i presidencia oiu oll'uio de K do crren-
le mea, tcm de comprar os objcctosseuuinlos :
Para O baialkilo ll dr infinitara.
Iliinclcs de panno verde 367, panno verde escuro
"i.i.los Itflts panno prolu. covados 188: panm
i/ni pura capolo, covados -2117 liollanda do Ierro
n.ailos I iTIi brini blanco liso, varas JTtMi ; algo
AmsiiIio. varas IK7K; liolcs pelos do osao, groaaa
til ', : liolos blancos de dito, (rosas 17 ; esleirs
T'il ; -apalos, paros 730 ; liala verde. covados063
nilrliclcs granan, pinos 770; panno encarnado, eo
vado- lh; coidflode lila piola, volas I1IW.
I'iira a companhia dr raiatlaria.
Manas de algodgu para cavados, (i ; aparellios
le limpsui til ; uonatoa ',| ; panno aiul para .'d
ulirccaucas, e 51 ealjas, covados 918 ; hollandade
Rirropara os sobrecaaacos, o calcas, covados u;
tiln iiranco liso, para ,'>l lrdelas, varas oh : bo-
lis-luaiicos para as lrdelas, arrisas "i ', ; panno
''iii.iiuado para osaobrecaiarui, covados -iti.
A- pessoaa, n quem con vier vender taes oldeclosi
ipiesenlem as snas propealas em carias fechailas,
amiipanhada das compeloules amostras na secre-
i,ui,i do conselho, eatabeleeido no arsenal de guerra,
s 10 jairas do ola IH do crlente 11107..
Secretaria do eonwlho drainblrallvo para forne-
.....1......lo arsenal de uuerni.lt do jullio de 1833.
I...... Srifo linjle:, coronel presidenlo.Ilrrnur-
do Vertir du Carino .iniiior, togal c secretario.
O lili". Si. loto Manriques de Carvalho o Uel<
lo.rapiljodo portodcsta provincia, manda fa/.or pu
liliniqne. em virludedo dispmlo no arl. I dore
lulnincnlo das capitanas, devem os pralicos da bar
1.1 uceitar-se aocumprimenlodo arl. :w, do reiui-
lamenlo da polica Ascal desle porto a carao tallan
deja, atracandoa barca de viaja dn ancoradouro
le franqua lodasaa vcxcs,aua regteaaarenido poco
mi i.iincjr,ni. excepto qando viercm dentro dos na
vios, cuja entrada ilirigireai. Capitana Uo Porto
de Pernaiiiliiico. 15 do judio de 1853.O secretario
Interino, Joo Haberlo luguila da Silta.
AVISOS MARTIMOS
Para o llio ilc Janeiro-alio no dia llidocor
renle o pal.iclio ,s'.i|n Crn: ; anda iccobc carga o
passHgeiros: lrala-sc coni Caelano Ciraco da C. al
O lulo 1I0 Corpo Sanio, bija de mas-ames 11. 95.
I'.ii.i o lcali,-abe 00111 umita brevidaile, (
ih'in ronbecido hiato Angelira: quem nolle qui/.or
rarregar un ir de pasugem, dirijasc a ra da Cadeia
do llecife o. 19, primeiro andar.
Para Sluceii saliesegunda-feira, IB do corren-
le,s barrar. Ilorboltla, crerebe anda aleumii car-
Su iiiinil.i : lrala-sc rom o ineslrc da mesilla, junto
a trapiche de godfio, ou na ra da Cruz. n. iit
LEDLOES.
Ilrnrv I orsler \ C.....panliia f.uflo leilao, por
I uiicrvciirainio agente Oliveira, a por cunta o rfier
(Icipicm pcrleneer, do ocrea de -M\ barricas de fa-
rinna de Irigo svarfada. desembarcada de bordo da
c-oiiii Ach : quarla-feira, -J do rorrenle, as 10
b"i ,i-l,i manula em imnlo, no seu arniazcm do caes
do Ramos.
r llcnrv loisler Companhia faro leiliio por or-
ilcindo rapiUo ('.liarlas tloll. cni presenca do Sr.
cnsul .los Eslailos-Cnuloi por nilei venrao do
sganla Oliveira, cporronla eriseo de quem pcrlen-
eer, 1I0 casco ri navio.....encano Clnulet Mullory
lalqualseai-liaenralliado nn praia do Cupi, ;io sul
'i" Calm ile Santo Rsoslinho, onde don a costa na
sua reccni. i.(:..... procOUnle das libas 1I0 San-
"Hnirii com deslino .. Haw-Vark : quarla-feira, 90
un rorrenle, o ama lura da lardo, ti parla da MN
''"-'"'ci.....nercialdesla prtea.
Desappareceu ua ra do Cabuga no iba 11 rio
coirouteas II lioras do dia, 11111 inoleqiie n ionio de
nome Manoel, com 10 anuos de Idado, ronco mal
ou menos, com osaignaea seguinles: camisamiul de
algodSo Irancado o beiu comprlda, calca ou cernidas
de algodlosinho e oolra voMia da mesma fazonde por
bailo, chapeo de palba, lioembigudo o rom os olhos
grandes, veloa esta pnca em companhia de umseu
parreirn, do poder de quem se desencaininlioil. he
pertencenlo ao Sr. Manoel l-ranri.ro ile Mello:
quem dcllc livor noliria queira participar nosli, pr.i-
c.i a Manoel Pereira Lima, na ra larga do Rosario
. :ii, 011 na lilailas Cruies n. Iti.
Anlonlo l.ui da Silva leni ilusa carias viudas
de Portugal : na ra da Sen/ala Nova n. I.
__ A peasoa que annuneiou precisar de Mi-' a
juros, qiieiendn dar por garanta tirinas a conteni,
em lugar da necia que olforcce, declaro sua morada
que scr servido.
1 m nioi-o rasado, com um nico idlm de un
anuo, eque lem babililaiws neccasariaa para 1.....1
ensillara ediicacao primaria em engenlionu puvoa-
rAOi com Ignlu que nao oxceda de-la ciliada inai-
ovinlc leguas quem pretender, diiija-se a ra
estreita do Rosario 11. 17. segundo indar.
ADVERTENCIA.
Os nieslros pedioiio. cucanen.idos de diversas
obras no roillilerio publico, pedem encarecidaineii-
lo por favor a possoa que por alia imite manda seus
escravos, o atcrias de mi.....r idade lirai os lijlos
e ni,iis malcriaes que se acham dc|wsilados no porto
i|.........1110 cemilorlo, c leva-Ios para sua casa, queso
ab-lejiba do continuar, pois boje lio sabido quem be
cala peasoa; ese continuar pausar pelo desgoslodc
se pedir a polica busca em sua casa.i......le com rrr-
to/.-i se acba o material desappareeido. o seu nomo
sor declarado por e-la folln.
Precisa-e de 11111 forneirn : na 1 na da Sontala
velba. pailaria II. !.
I'reci-,i--e de nuil sonliora branca, para lomar
conia da casa de um lionicm soileiro: no sierro da
Boa-Vista n. i2.
Precisa-si- nlugMTiim SlllO pello dn
praea equcleuba baldo |iurlo:quem o livor, dirija-
sc in pilco do Ierro 11, 1,9- andar, ou aiiiiuncie.
AIii.i-so 0 segundo andar com slito, do sobra-
do duna de Apollo n. 16 : a tratar na ra IHrcila
^52D^3SJ252>6BK3i^^3S8SasK
ANTIGA
1 BOTICA I
HOHEOFATHICA 2
ao ni 'A has em /.i:s rsu- jjj
Fundada por
(OSSKT BIMON.
Eslceslabclcrimonlo ponue lodosos me
dirameolos al aBoraeiperimonlados, lano Djj
na Europa 1.....10 no Brasil, e preparados pe- B
la-......-binasda liivcncao do Ur. Mure.
Cal loira.de \-> lubosnli- ICII. poi prcn-va- H
riavois, conforme a qualidndo das raisas, a
qiiautiilade dos remedios o sua- dvnaui- '
'25:0001 s. g
IMA CAUII'.IUA com os Ji principal
remedios liomnpalbiros o 3 obras ditfcrenlos,
indispensaveis para os principiantes quo s
qiii/ereni convencer daver.lade da nova me- c^..'
dicina; conlendoalcm de mulloscnnsellios '-,
clinicos, a palingenesia de 18 mcdlcamen- (?)
los.
Tulios avul-os! cada um .....Inkvi .;
Tiniuiasiie lodososmcilicamontos em fras-
eosde ', onca............SOO
Na incsnia ntica cncontrar-so-lia sempre !-
um grande sorlimenlo de livrns em porla-
gUOJ e trance/, o eiiiiiin Iml" qii.inlo lie lie
eessario para o esludo C pralica da boniopa
Precisase de um boinein oslrniiuoiro 011 Ina-ilri-
10, que leuba pleno conbeciinoiilo c pralica de ser-
rarla d'agua,|iara sei empregadodemcslroem nma
quem livel e-a babililac.io dilija-so 1 serralia do
Pisa, em Olinda, para se canlralar.
Ilesej.-i-se fallar rom o Sr. Jos Lula Grangciro
de Almeiila, a negrio de sen Inlcresso 1 na ra do
Oiioimadn n. 33.
Prelende-se alugar urna prelaouparda, forra
ou captiva, de bous costumes, c que de Dador a sua
conduela, que saiha coilnhar o engommar: aquella
que osliver noci-inle salier.o que -e quer. dirija-.e
a osla Ivpograpbia, que se llie dini a pcssoaque f."
ar um preln 011 iinn piola para
iro do raxenda 1 na rus da Glo-
O abaiso assiguado, allendcndo a ueccssid.nle
Suc se sent cnlre n de urna aula de tonlabilida-
c comniercial, ou de 11111 curso completo do esludos
commerCMoa, e o' publico beneficio quo resultara da
creaotu desla aula, mi soincnlc aos funecionarius
pblicos e aos rommcrcianles, mas ainda as pessoas
eslranlias ao ronimerrio ; pro|Hicm-se a dar toas
da cscriptiiiario dos livros 0111 partida dobrada, ou
coni.iliiliilade geni, considerada oni suas dilTcreii-
los apiilii-aciii-, .1 lodos os usos do couimcrcio : con-
vida portanlo a aquellos que se quicrom dedicar a
esta arle, para que so dirijam aua casa na ra Au-
gtuta 11. Bl, das S botas da lardo cm diante, onde
conlralarflo o proco do ensillo.Manuel ///genio
du Silta. .
NOVO BAPE.
Acaba de chegar o cxcellente rape lino
nacionul prinee/11, da fabrica de J.J. da
lloclla & Companhia, do Itki de Janeiro
onde lie nuilo apreciado assiin como
cni todas as inais provincias onde I1111
chegado, etido pelo nico que substituio
o de Lisboa, os eonipradores o aeliarao
em boles eineios liles : vendse no Pa
seio Publico n. 15, loja de Ta/endas, (
iara com niodidadedoscompradores tam-
iciii o acharuo as lojas do airo da Con-
eeieao da ponte n. Se I, udveile-se p;i-
la'seii'iuii do publico (pie, O rape prin-
gan annuneiudo* na ra da du/. n 23 ,
lie da fabrica de Gasse do Itio de Janeiro.
BOTICA IKMIIAL II0MK6PATIIICA.
II Hl A DASC.RI7.ES NUMERO II.
Nesia botica so enronlra.....s mal acredilado;
medicamcnlos preparados em tranca, nos Estados
luidos, no Rio do Janeiro, o cm Pornanibuen.
Btislem carlclrasdc medie.....enloa desde opreco de
Iii-iiimi ii l-JOSOOU re. conforme 0 numero c as dv-
naniisaces do- inedicaincnlo
i rlquexa
das ca-
ilviiamisaeo. JflXH)
.... Ismi
pie mais Irequente-,
OXtrlISS pralica, silo
dobaiio desuas vis-
liabil pbarmareullco Dr. Pires
leriencia Ibe lem mostrado que
ca p.
vas.
Cada vidrodc Untura da 5."
Cada lidio de inedicainenlu
.V. //. (i- incdieamcnlos do
ineiilc usa o |>r. Sabino cni su
os preparados em Pernamhuco
las inmiedialas, pe
llamo. ; pimple a Cl
osles ilesonvolvoin una arcan mullo mais prouip-
la o chicas, do que os preparados em l^-anca, ou
em oulra qualqiicr parle, sendo osla cireiiinsl.iuria
-em dlivida uiclivaila pela dillorcnca dos climas.
Por osla rasan, o porque os uiedicainenlos e-han-
geiros so illeram multo fcilmente sol o clima do
llr.-isil, ato-laca mcdloamenlos vendidos nosla boii-
r preeos mais bsisos que os Olllros, o mullo
baratos do que em oulra qualqucr parle.
A cerca da su|ierioriilade dos mcdlcauenlos da
botica control buoiii'npnlhira, ra das Crnies, n.
II. ev|irimo-so o Sr. Dr. Uondiigos Lourenco Vai
Curado de Crnauui da inaneira seguinle J M.in-
ii dc-ineiis lobos musanles dessa lista ; nodeiva-
p re jamis decoinprar os inedicamenloa daboli-
ci central de Pernamhuco, porque em ventado
-......piimos: sao muito ti. 111 preparados, como
o que eslou salisfeilissimo, inesnio poique seusef-
" fcilos se inanifeslam immcdialamcnlo depois de
sua applicacao. Cnlenilo que os seus inedica-
ii lucillos silo us que mais coiivem gente de tora,
ii que se ada longo d.i mul dos (Ocursos,
ADVERTENCIA.
Para maior rouimoilidado du putieo eslabelece-
ram-so os seguinles depsitos de mcdicomonlos.
l'riiiifir'K
Aterro da lina-v Ma, n. >, prunolro andar, con-1
aullorio do professo em lio......opalina, llenrique
A. Chaves.
Segundo.
Iiii Podras de l-'o-M. casa do Si. Cainillo II. da I
S. Pavora Indinen...
I liOHOlOI'VTiU...
I) ODR. CA8ANOVA mndou-se para o bao
i o do Sanio Antonio, roa das tara
m 18, segnudo indar, onde mora o Si
.-. Iliilioiiv, onde pode ser].....iiradi
-..'. quer hora dn (lia.
;; .: .: ::;;?;': :.
ATTENCAO'.
NOVA I AIHIICA DE CHAPEOS DESO,
No aten o da Boa Vista n..
(I dono desle eslalielerimcnlo lem a iyi de par-
ticipar ao rcspellavol publico |icriiambocnno, que
Ihc chegou um grando sorlimenlo de chn|ieo8 de sl,
lano de seda, ionio de panniuho, rlm|ieos com ci-
lios de raima da India cm caricaturas, i icos chapeos
AOS I.HOS.
Joaquim Ooaaca dea Saato Ksrsiss, dl.clp.Io o a|aia do Sr. tV.fi. Forbes, com
prlvTlteflo oxetaalvo para corar a gafaax ao laspOrio
TOR
'. SHA MAGESTADE 0 IMPERADOR
e liesnea da junta central de hygiene publica,
otrerooc ao rospoilavel publicosous servlcosna arle do curai ladicaluicnlc a nagura. A cflieai-iu damelos
empregadas, co felii resultado dh seu misino ja so conheco na capital do imperM njela provincia onde
um grande numero de Individuos aMo eomplolsmenle IWresdc Uo lerrivel defeito. Sr. rjrDra.uepors
de mostrar catUiIeados dos prlmerros mediros do New Vork, da Jamaica e das principies ciliados do 1 aei-
lico, apii-enlou a S. M. Imperial tres dos seus discpulos que mais miIIii.hu, o provoii a inlnlliliilidailo
in tratar, acbariio o aiiuunciante nu ra du Cadeia
alema. As pessu
i-iras
. Claudio ;j
a qual- 5
se
le raima da India em
desenlila, lalllodepan..........liad......la. um gran-
de sorlimenlo de seda o panninhocni iiejas |iara cu-
brir qualqucrniiiiiirn usada com a-co lindo sor-
limenlo de lamsalas de junco com ricos caslocs: lo-
lados vcudc-se cm por.
iciIiicc.'iii dos preeos.
D couccilaiii o- ditos
pceo mais COJIunndO
que
Pul
nli
chai
Oslo anu
Procisa-se nlm
.indar i-mu um lalwli
ria, n. 7.
Na na do l.ivrainenlo n. 10, dii-e-bi quem
proeisa de um liiuiieiu soileiro, dilia nlo.para caivei-
ro, oque lenlia pratica para se Ihc enlrcear nina toja
por balance-, dando auor.
Atusa-so a padiu a da ra Real n.97| proiiino
ao Uanguinho, rom grandes co......odos o iodos os
seus perlences, por preco muito eanunodo: a Iralar
ua casa II. (i .i me ana rus.
A I Vi sendo grande quaulia, o a I sendo
pequeas, sobro penliorcs daouro ou praia, da-so
dinheiro a juros sobre laca objeclos: na rui daCrus
u. 35, segundo andar.
___ No (lia 19, ou () do corrente, cs-
pefa-se doul o vapor eonduclor da lis-
la da I I. loleria du lliesouro publico ipie .'l';'1J,'l
corren no Rio de Janeir.......dio I. do
corrente. Ainda existe um resto de b-
llietcs desla loleria, que se vendrtelos
preeos annunciados as lojns do eostnme.
mKSRS3(R&&:&f' '
CO.NSILTOHIO HOHEOPATB1CO
28 ra das Cruzes 28.
trolessor de
a do Riode
homeopaiia pela esepit
Janeiro, eonlina a dar consullas
aratisam pobres, todosoadiasiileis,
das 8 lioras da manliaa ale ao
meio dia.
nula nema para Union -c-
vico de urna CMS de multo punco familia, u'iini si-
Uo parlo desla. praea : na ra da Ou/. n. 10.
l.ava-so e oiiiiiinnia-se rom asaeioe pirleicilo:
no palco da Itilu-iradc S. Jos n. 15.
I.ava-se i ongomma-se, com mullo aneio o
porfelelo: un ra dos Acouguinlios n. SI.
dos o- objeclos cima mcnrli
cao o a lelalbo com graudc
N.....asmo ostabelecimcnto
com acolo e promplidio |w
......i.......ualqoei pole.
V8SA DA RI'SSIA, NORTE AMERICANA E
RRASIi.EIHA.
Previnee SOS scnlioros de cniciibo, (
go dopii-ito. ua ra da Cadeia Vclha n. I
provldu do polassa daa qualldadcs SJcima, |ior en-
coinmcndas feilae rccenlcincnlc, o quo os pn (usao
IlluilO l,l/navci-.
AVISO AOS SEM10HES DI". DMiKMIO.
Allcntuas grandes vanlagcns nimuagcm de ean-
na.jirovoiiiciiTesdo Icr os lamlmrcs d.,s moendas
pcrlellnmoulo lomeados, oahaixo nssignado re-i.......-
sanenle leiiibra aos scnlioros de oinienbo que na
sua fundicSo de ferio em l-ma do Pollas so pode
peileilaiucnle lomear de novo um JOBO do lambo-
ros, o aparar o emlireilar os denle- dos canelas com
lana prcsICU, que se pndi.....IrCga-lOS no inesnio
dia. ovtando-so nssim o inconveniente da demora
dos carros o o Inqmlc da inoagcui; aasim cuino que
ine-oia I.....licuse acba sempresorlida, nao SO do
n.aas moeudasde diversos lamanbnse modelos, so-
ngo laiuliem de rodas dentadas, tanto para auna.
como para animaos de todas as proporeOes, saber i
olla por volla. vvilln e quarla, volla c torco, volt
e lucia, dnas, Iros, qiiarlro vidlas, ele, etc., o por-
lanio quo qualqucr senlior doengcnluiqiierendoac-
eelerar asna moenila, a lim do moer mais caima ao
mesmo lempo, ou relarda-la, a llinde espr.....ermais
liquido da mesma cannn, pude som demora sscollier
ss rodas compolcnlai. l-undico. de ferro na ra
do llriini pa--ando ocbafaris. I). II tloicmail,
engenheiro.
Paulo Ga'gnou, dentista.
Podo ser procurado a qualqucr hora cm
8 sua cosa na ra larga do Rosario, n.
'.'; 'Mi, segundo andar.
pie A.C.baves, professo cm liiunenpalliia.
lo desdo n anuo do 1813, ronliinia a dar
ido araca aos pobres, podeiido ser procu-
rado a qualquer linra do d'ui. no sen ronaullorio, no
ierro da Bos-Vbta n. 20, primejro andar.
ATTENCAO, NICO DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo Cni-noil. deiilisla recelieu agua denli-
fi ico do Dr. Pierio, osla nona condecido como a ino-
llior que lem apparecido. e lem HluitOS elogioso
seu autor,) lem a proprledado de conservar a bocea
clu-irosa c preservar das dores de denles: lira o
gesto desagradavel qno d em geral o charuto, al-
aumaa unas desla n nm copo ifagua sao sulDcien-
les; lambein so acuar po dentimee esceUeale para
,i consol-viic.i dos denles i u,i ra larga do Rosario
n, 36. segundo sudar.
AVISO JURDICO.
A si-umla edicc.lo dos priinoiros cleinenlOS para
Ilesa do fdro civil, maisbeni corrigida eacrcscanla-
da, nao s .1 respeilo do quo jillciou a lei da refor-
......como acerca .l. despachos, Inlerlocjilorias e dl-
lliillivasdosjulgadorcs ] nina ana Uo Inlarsuanle
aos principiantes em pralica que Ibes servir de lio
eonduclor ; na praea na Ind^endencia n.608.
__ llonleni, s ti luirs da larde, pcr.lcti-so um
Irancelini de otro, da iua du Collegio ale ra da
Cadeia do Herir; que o ach......liver consoiejl-
eia, digno-so lova-lo ra do \ Igai lo, casa d Sr,
Joto Simos de Alnioida, que sera --ratificado.
II,-
pie se qur/oreiii iriiuir, aenarao o auuoueanie na ruu ua *jmieM do -Rccifo n.
10, prininira.indar, das 9 ns 3 horas da larde de torios os dias, que mo Torein do guarda. Temi o aniiiin-
oiaulc de relirar-sc brcvoiiienle para oulra pros Inda, o q.....endo soles disso dar una provn do que nao o
move snionlc oinlcresse, ronvida aludas as pessoas |H>brcs n coniparoceroin munidas ile ullcslaiio uc
eus rospeclivos parodio, cm qucmoslrcm dcfieienriii do moios.
-V. II. Para coinniodidaile das soiihorasque si-quieieni trillar, rosolveti-sc o annuucianto aa-
brir seu consultorio das 8 ;, as 10 da neitc do lodos os dias cima mencionados. *
PBLICACA DO INSTITUTO B01KE0PATIC0 DO
DICCIONARIO POPULAR
BRASIL
Obra indispensavela' todas aa pessoas rrue se qufterem curar e suas
famiiias homerjopathicamente, contendo :
./ defnirao clara dos lemos de medicina : as causas mais ficqucnlcs das molestias : os sviiiplonias,
por,pie e-las s'cra/oin coiibecei : os medicamentos que melbor Ibes oorrospondoin qunnlidadc das
dn-os de cada ineiricainenlo o seus icspcclivos inlorvallos as molestias anudas c ebromcas : a maneirn ilo
curar os onvcncnainenlos, as mordeduras do cobras, faendas, Uros, quedas, pancadas o fracturas, c lodas
. molestias conliccidas, principalmente as que grassam un Urasil, quer as poseas livros, quer lias
escrios! os soccorros que -e dovein prestar i iiiulliei iliuanle a prcnlic/, na occasi.lo do parlo o ilepois
dalle
os cuidados quo a erianea rerlaina, qur lorio depois do misriiucnlo, quer dur.inlc a inRincia : os
perlgos, queosbui Mijeilos lodos os que loinnin remedios lllupsUlIcos : o nuulosoulros ai linos < vital
inleres-e, bein como una descripcau eoiici-a. o em linguaucm accoininoilada jnlclligcuria das pessoas
oslranbaaa medicina, dos organs mais importante-, que entran naromposlclodo corponumsoo, ote.
lili. SAIII\0 OltliAUO UIMEM l'IMK.
Medico pela imperial faruldailcdo medicina da Habla : nicinbio do Intitulolionieopiilluco do Itrasll, o
sen renresenlanle as provincias do norte i primeiro pregador das doulrlnas liomoopallilcas em
Pe nainbiico, c em todas as provincias do mulo I fundador das sociedades homeopticas da
Parnbiba o du Marauliao : fundador c dirorlor da escola bniueopalliica do Pornaiuburo : memhro
corn-spondeiiie da'neadomla homeopalhica do Rio do Janeiro do Instituto bomcopailueo do
Pars: das sociedades llalmein.inuiauas de Pars 0 do Madrid l da- academias lioincopalbicas de
Turim e Palcrmo, el
odos os lioniens devem esllldar medicina; por-
que olla lio una nccupaivio honesta o ulil na vida,
msslmo pina os hornera orudllos o cloquemos ; c
erque a inedieida tic Intua c compsaheira da >.i-
edoria.
Nao v
peco-vu
hoi-n* i
vos don
lav ras;
ii.ls la-
os'pecn quedis credilo as ininlias psll
tomento que tacis experieaciai; mi
nio en as taco', seguudo os prcccilm que
o tirareis onlo eopvsueidos.
l/ttliiieinnnn
)
Carla dr Demoerilo a ll/ripocratei acerca do
nniiirrza humana.
Todas as obras, quo at boje jem sido publicadas cm porlugiiez, com o lim de enslnar -ia povo a
pralica da hoincnpalhia, falli longo de pn......:lldr os louvaveis dwejos do seus autores, o mullo monos
salisfszer a curiosidtilo das pessoas estranhas a arle do curar. Taes obras sSo smenlo proprlaspaif os
horneas proleasionacs versados na lechnologll mdica, e ua arle do diaunoslieo ; o nao para aquellos quo
mullo pouco, ou neiihum ronhecimenlo leem da mediriiii.....pie desojan.....iprcgar a homoopallila por
:oslo c para ulilidade -ua, do suas familias, do seus amigos e dos neeeasilados.
KSo basta que se dina : para plenrodynla, lyiihai. tico dotaron, amimiq, atna, el\
lar.', lu' im:< medicamento*. Nao ; lalo apenas Indica que eases medicamentos eurim e-
unais piulci daroindispenssvcl conheeimonlo deltas para se Ihessppllcar a remedio.
Sondo pois palpilanlo a neceasidado do nina obra, que |Miiha as pessoas curiosas ao abrigo das
lifliruldailes, queeniislanlcnienle cnronlrain nos livros deboineopilbi.i. loinei sobre niiin o penoso Ira-
albo de e-rrever o DICCIONARIO POPULAR HE MEDICINA UOMEOPATIIICA, obra verdadet-
raincnlc popular, cm que lenbo gasto nuilo lempo, e nimia paciencia em consultar us autores de medi-
cina, a acommodar aHinguagem da sclenciaii aquella usada pelo rnva.
O DICCIN \Hln POPULAR DE MBDICINA IIO.MKOPAI IIICA be una obra coinplcla de
ncopatliia; be., reiiliado da pratica dos liomeopalhas europeus, americano, particularmente di
lira-ileiros, e da inhiba propria i vperieiicia; ella satisfaz inloiramenle us mdicos, que quiscrein aspa
riinenliir, ou ejercer a nova medicina : I milito mais nimia nos pas de familias, qii
lo cani|.....befes de e-liiboleciiiienlos, eapilaos de navio, curas dalnia, etc. quo po
onbecer os prodigiosos eOeilos da homcopnlliia.
Ella ulna, que llevo constar de ,'t vobunes, cada um de mais de 1110 paginas, sera precedida de oulra
igualmente muito iulcrrsssnle, em Ivolu......le mah da 300 paginas, que jn so acba nos relos ds Ivpo-
graphia do Otarlo de Pernambaco, Inlilulada :VADB-MECCM DO HOUEOPATIIA, a qual he
resumo das materias coudas no Diccionario Popular de Medicina Uomeppalkicn, i que evo
nipie cr consultada.qiiandoseliouve de Halar qualqucr moleslia anuda OU rlironia.
Proco di sasignalura 2OJIOO0.
Pagos cm Iros preslacftoa; melado na oceasiloda entrena do VADE-MECI M : urna quarla parlo na
entrega do primeiro votume do Diccionario, o o reslo na entrega do segundo minino.
A asignatura se ii nosla cidids em casa do notar, na rui dssCruies, mil. ,
As duas obras depois de iiupre.s.isciislai.oidil-'iiNip.n-.i os que nao lorein as-mi......es. S i M M s o
VAIIE-MECL'M, o'JUSOOOo DICCIONARIO PtiPl l.AIC
e/e. ,elr.
iifoteslias,
das ciliados q
si meamos qiriterM
IMlL
HOMlCPATHiaA.
25 na do Collegio 25
PROPRIEDADE DO DR. P. A. LOBO M0SC0Z0.
Eslc eslaholorimo.....acha-sc prvido demediea'monlos lodos vindos da mais acrcdllad pliarmaoia
o uuiversv A PHARMACIA BSPECIAI. IIOMBOPATHICA DE CATKI.AN KM PARS, o bao dto-
ansa do qualquer recommondaelo o fas ludo o seu principal ohmio. Os medcame.....s sao preparaiiu
mu os mala puros e periodos glbulos, que por -ua qualidade -em igual
dclcii
-ido e
irados pe"
iiiliriuada p
iimidade.
n Inda- ,1-
o por i
que pul
iguintc i
lem p.
que
.mil.
convenl u
Cllll
Vende-so poro-lo pirco una boliea de
dado da- ciiv.i-.
II.i sempre proaiptl le
llla-so qualquer ra toira ipr
Tubos avul-os DJOOOn
Na mesma pbarmacia vend
.Ma. que lem ponuiua mcuii amonios uo
10,000 A 24,000 RS
os que milis CUStsm (I sol
nosao clima vordado e-la que lem
tilia qualquer liolicii i
desla
oirs de :!'i i
e aprsente.
Vi.bo.de nii-i.i ou
se cucadornad
I uioiliciuneiilo
lii lubns, por pro
linclun
uloinio o lainaiibo dos tubos e a quali-
is-denia-iadanieiilo commodos, o rofor-
aooo r-.
|ior
20.000 RS.
NOVO MANUAL
MEDICINA HOMEOPATHICA
IK)
BSS SI "- SI SE 5. BB-.St.^.ilBIIC^
TTAOUZIOO F.M PORTUGUEZ
Hit. PEDRO HE ATTAiiVli: LORO B0SG0Z0:
Ksi.i iibi.i. afrlmcira ciirincinal deludas as obras que Irah.....la Iromcoopalhis
pode proonebero lim a que lie distienda o salisfa/.cr a curio-idaile do todas a- pe-oa-
i.....ni daquellas que. rom quanlo nao o sejam, lem precisao de evcrce-ls para acudir a
tus c aos de sua lamilla, appllrando-lhcs remedio ulil o que em pouco lempo nossa extiugui-lw.
Para facilitar a qualquer pessoa dn povo a iulelligeucil desla imporlanllsslina obra, o
qualquer llvro que Iraio de mediis
boa mina quo
lo s da arlo,
SCUS -oiriinien-
llllllO
.11
i.l.i
|i,l
l'i
bada .1
DICCIONARIO DOS TERMOS Di: MEDICINA
conlendo : a dcflnieflu clara do-.....oes de ludas as molestias, cspccillcandoos sjmplomas pelo.quiie
nina o a/ conhocer, o distinguir do oulra i a maior parla dos termos le anatoma a pji>siologla ron
cviilicicio sullicicnle dasjuncciie- que cuta orn.in OICCUla e sen niacbiliisino, e dos li-inio- d( I ln
mica, plinmincia, ele, etc. Bala obro achaca i no pelo dat>pographia doSr. .Manuel Plguclroa di
I ,ii i -, saliirii ri-ni a inaor lircvid.ide pos-ivol. ..........
l/ign que lu cali enlrani no prelo da mesmn Ijpographino VAUli-MI-XI U UOMEOPATIIA,
Dr. P. A. lobo MoBCOSO, que be o resilino da- in.ileri.is conleiulas no .MAM Al. DO JAI It, e
lodas asoulrasprlnclpaesohrasdo bonioupalbi.i : ahir cm formato pequeo, proprio paraselevat
roinniodiiincule para qualquer pule. Assiglialrua para o mesmo liodo.SSOOOrs. panos no acto da en-
tre::.! do evcinplar.....consultorio I.....loopalbico, ra do Collogto, n. Si, primeiro andar.
Pela segunda vara do civel, escrivio BaptlslB,
se lia de arremalir os lien- de (iuilbormina Joaqui-
na Mara dos Pra/cres; tic boje a ultima praea.
Prccisa-sc de um pequeo para raisciro do ta-
berna, que cqha nlguniii pralica, nliancandu sua
conduca: na ra de Apollon< I.
Na ra da Cadeia do Reclfe, leja u. M< so di-
r quem tcm una nonra rom nuilo bum lele para
lugar. .....
w- Pciniinl.i-sc to autor do annuiioin, pnhlicado
n,i Diario do limitan, so as iniciaos M. (i. M. so
euloinleiii com Manoel ('onralvcs de Muraos.
I'iirlaram na noilc de domingo para segunda
felrs II do crlenle, nina baca dohilllho, deeobro,
estailhada por dentro, do quintal da rasa da resi-
dencia da Irroga do falocido Hariio ilc llamarles :
qualqiu i P0SKM quo dola de* noHcio ser bem re-
cumpensadii.
OSr. ('miUicrmc Augusto llarbosa lian ia nio
so poda rclirar para o Rio da Piala, sem quo pri-
meara venhs saldar a coala que dcvci na ra da C-i-
Icia do Rceifo n. 1:1.
' A mesa renedora da irinandado du Scnbor Rom
Jess da Via-Sacra, nao podo fa/oi mesa geral, como
india anauncladopara odia 17 do crrante, por.....-
livos que lem occori ido, c marcara novamcnlc o dia
para osle lim.
J. J. Twso Jnior vai ao Rio de Janeiro, le-
vando oro sua companhia o seu criado pardo, pe
ii,mu, Miguel Aicbanjo.
_ Jo-e Pereira da Cunta (a/ publico que, Au-
gusto Duarlc do albura, deiou de sor seu caixeiro
de-de n dia I. do juilllu |iliiviiiin pasUdo.
__Precisa-so do nma .un.i que cosinjie a aag.....-
mi., para casa do H.......ni soileiro, oque taca com-
pras: na na -l" oiieini.iiii ii. 17.
AITENCAO", ATTENCAO'.
no-e trocado, seguramente por prcclpilir,ao,
um chapeo de sol do seda, novo. Ilcando em lugar
do mesmo um vcllra, rona-so a possoa, inioeeiilc
autora desle engao, que por favor mande desfase
a Iraca no escriplorio do Dr. Anlonio Vicente do
Kasci......lio l'eilosa, lll-nar 0111 queso acba o voltio
chapeo do sol a espera dn-.....tono, a quem desoja
guardar lidelidade al oa ullimos insliules do sua
csislccia, que esta i linar-so.
.Manuel lliiaripio SI. I.iina enibarca para o
Itio de Janeiro no primeiro vapor do norte rom o
son escravo, crioulo, do nonio Anacido, a Iralar de
s""a'''IC- ATTBNCAO-!
Ilccoiibcrcndo cuino lie o lelo e ai liv idade do Sr.
subdelegado da freguesla do s. Jos, que lauto se
Inleresaa pela Ordem e bem oslar dos ualiilaulesda
freguexiSi rega-so-llie que trate de evitar o jonoe
griurii que iodos os dias costums baver em carta
reliiiacln do pateo do Tercosompre as 10 lunas; In-
quietando desparte os visinlios, o oscandalisando
moral publica. .
_ Procisa-se alugar urna prela tiara o sorviep uc
urna casa do ponca familia, que ceiinheeeng.....-
me : na ra da Concordia n. i.
_ No consulado do Portugal prccisa-se rallar a
JoSo Pereira Alvos, natural .....ugai dCnn.......-I
da frenueiia de Cainpanlian, a negocio de son Hi-
lero-.-.
Prcrisa-ac de una sonliora Iraucc/a, ou porlu-
lueu, flue sej capa/ de Qador a sua conduela ,
que saba Iralai de ineAinos, para Iralar de urna, ou
duas meninas: quem osliver neslas clrcumalaiictas,
dirija-Be a ra Poraiosa por delms da ra da Auro-
ra, casa torrea n. S que achara com quom tratar.
LOTERA DE NOSSA 5ENU0RA DO
ROSARIO.
As rudas tiesta lotera aiidiun no dia l
iie roslo, seju qual li'ir o iiuiiiito < 1*- bi-
Ihetes que li|e por vender, e s si- ven-
den) na pcaca da lndependncia, loja do
Sr. Foiluuato ; ua ra do'Queiinado, lo-
ja do ietOtireiro, enn ruado LiVramen-
10, Imlii-.i do Sr. Clingas. O llicsou-
nini Silvestre Pereira da Silva (jtii-
marSes
Precisa-se de urna ama : na ra do Hospicio,
casa n. 17.
Aluga-se a loja de atluiate, e ven-
de-si; a armaeio c seus perlences, nu ra
Nova n. 57 : a tratar na niesina.
Arrenda-se um engentio rom 25
escravos, 25 bois c 25 tiestas, |>ci'to de
< -i 111 >:i i-> | i < -. com safra para tres mil pites,
una (laude destilaeao e una porfi de
roca madura: a jiessoa (pie este predio
pretender, dirija-se a Iruvessa daiuailu
Vigario n. I segundo andar a tralar
com Antonio Gomes Pessoa Jnior.
Dczcjn-sc fallar na ra do Cadeia do Rooifo n.
,"it, aos sogiiinlos scnlioros, a negocio do seu inleres-
so: Casino da Rosa llcsr-rra, morador cm llamara-
c; Jos K .lev ,ni do Barros, morador era Gurgucia ;
Joaquim Pereira l-'onlos, inorou nosla praea com of-
licio do lanooiro, dcsconlia-seque inora linjo.no Ca-
li ; Malinas Marques Poivolo, morador no Allinbn;
Joan Mulls do ('aisla o Uuiihcrme Pinto llenrique,
moradores no Pico de Cainaragilio ; Elias Caotsuu do
Carvalho, morador cm Matan, Soveiino Joaqun)
do- Santos, morador cm Bczouo- ; iTimeisco Jos
da Cosa, morador cnrSanlo Anlao, onde lio vende-
dor de gado, ou marchanle ; Reinaldo Pereira do
Quoiroz, morador iiaTaboquinlia ; Joaquim Aurc-
liano, morador nosla praea ; Concillo Josodo Amo-
rm, morador ua Podra lapada ; Manoel Cavaloan-
li do Alhuquerquc Moli, morador ero Paulisla, dos-
IricludoOlimla.
RESTAIRANU l-HANCAIS.
Ilcliriud a l'luinnour de prevenir les amalcurs do
la Imniie cuisiiu-, qu'il vicnl do rocervoir dos trufes
du Pcrigoidel des Saucissoiis, res deus arlirles sonl
lies liion conserves.
Joo Sevcriano Carnciro da Ciuilia remello
para o Itio de Janeiro o son escravo Valcnlim, pal-
ito ., entregar ao Sr. Fernando Jobo da Rocha
nulo. .,
Troca-so nina imagomdo Crucitlradn, comN.
S. da Soiedadc, oS. Joo Evangelista, chogadas nl-
liinainenlodo Porto: na ruadoCabug n. 6.
Oiieni qnhsr comprar nina lalicrua com muito
poneos fundos, dirjn-sc a ra larga do Rosario n. 3,
ilcfronlcdo quarlcldc policia.
Aelia-sejusla o controlada a compra da casa
(erroa, no cnininlio novo que vai para u Mangui-
nd, pertencenlo a Jacinto Jos Bololdo ;sc alninin
sejiilsareiini diroilo a dila, baja do anuunoiar no
praio de oilo das, por esto inesnio jornal.
O abaiao assinnado.lralaudu do pro.....ver o in-
ventario dos bous dn casal doSr. JofoOtorio Maeiol
Moiilcir.i, de quero foi nomcadocuriidur.eoiivida os
rrodores dcslo 1 que facain por legitimar seus Idil-
ios, aliui do ssrem eonvenleolemenle alaadMea no
mosino invoiilarin: ao contraro sugcilar-so-li.lu as'
morosidudos de nina acciio ordinaria. Rccifo 18de
julbn do I Hall.Ico Mlauitino da Cunha Soulo-
l Llilllllllllllll'ilgjBBipiill./ll'rff'Wi
O Pl'BLItO. |
|i> No armazem de fazendas bara- |
tas, ra do CoRegio n. 2,
?ii vende-se um coniplelo sdiliiueiilu
*$ ile fa/.endas, linas e grOSSUS, por
sM piceos mais balsos do quemou
?3 Ira ipialipter parte, tanto em |kh-
A i-i'u-s, cuino a relalliu, uHiani.andu-
?| se aOS cunipradoies um s prcen
j para lodos : esle cslaliclecimenlu
'' iiliii.ii' de iiiinliiuacan com a
;*j maior parle das casas ciunmerciaiii
m nglezas, (rancezas. allemaas^c sius-
' sis, pura vender l'a/.cndtts Miis cni
' cunla dofjues lem vendido, epor
isln ullercceuilu elle maiures van-
!:; tiioeiis dniiie 1111I111 (|ual(|iiei- j "
Si pi-oprietano desle importante cs-
tabelecimento convido a'todos os
us patricios, e ao publico em :c-
I, para que veuliam (a' liein dos
seus interesses) comprar uuendas
baratas, no armazem da ruado
seus
ral
Culi
eijiu n. s, de
Antonio Luiz dos Santos.
matensBtp-i : / :;;,
Sr*. Ilrdarlurc.Ifc forle rumbara! alo quanilo
querei o piorurador do arrematante da illuminacao
de Olinda i-searnocor do seus habitantes '.' o nao lia
tulla alguna da provincia do qualquer lado paliUco
quo soja, que lome a poilo inornliaaru |hiiico que dis-
so mu depiilado na sessiio d'ossoinldoa provincial"
dcslo anno asbra os negocios da Olinda 1 senbores
,l,i polica, iiem lana c.....lescond.....ia em prejuiro
dasollndenses. Sonhor juis municipal, lome a si o
negocio da Illumlnico, mullo pode vm. fa/er pura
ine!bura-la ; de parlo 10 goveraoi j que a noliria
dorino para nao ve-la, vmr. alguns serviros lem
prcaladn aos oliiidonsos, presto mais eslc. Senhurcs
redactores, vinos, que lano /.oto leem mostrado pela
provincia, lancero -> vistas para Olinda.
Olinda. I i do jiilhTdc I8M. Cm dcilaeadn.
Jos Joaquim llo/.etra Cavalcanli do Alliuquer-
que pordou solo letras do sen domiiiio, da quanlia
de (iVslSSI cada nina. Armadas por si mesmo Cl......
sarailor. cm III do Janeiro do IK.VJ, selladas oro i\
do inesnio 1110/canno sol ns., dedB, a JK seguida-
incale, c leudo prevenido ao aceitante pcssoalnieii-
le, avisa possoa que as acbar. para que Ibes resli-
tua na ra do l'auindes, 3. sobrado ao entrar na
niesina ra, ruja entrada lie pela ra da Praia.
Para os Sis.. Virgilio Silvestre do Paria, Cui-
lliorino Augusto Corroa de K'reiBls, Aletaadro Au-
relio de Castro Osorlo, Jos Rlbeiru Guiararaes, Ig-
uaria de Sou/a, lia rallas ua na 'tu Vigaro u. 1,
primeiro andar.
Perdca-se ni rnanhSa.du dia 6, nina espora de
praia desdo a IriVCSU da ra do Vinario, ra da
Cru/,alo a forlale/a do llriuii; a possoa quo a arl.....
qucrenilo hitar 0 favor de a entregar, pode levar a
ii,ive~.,i du \ Inrio J, s.-nundo andar, que pagar-
e-ba o seu Irabalbo.
Aluga-se pm ciando si-'.io na Estrada (tova,
com casa, estribara, lelbeiro para vareas, muito pas-
to para dila, tcm mullos coquciios, o oiilros arvore-
dos do fruto, una grande campia cun un grande
ranclio, croque-o arraiirlian mullos malulos o ser-
lanejos: quero pcrlcudcr dirija-so a ra do Cahug
n. 6.
Oabaivo as.innadonao |idciidopclnsua preci-
pitada geme mesmo sen estado desaudedespedir-
te do Indas as pOHOai do sua anii/adc, o las por meio
do jornal, o na corlo oifercro son di.....lulo pros-
timo donata os tres merca que por alli pretende de-
inurar-so : oiilro-siin deiva |nir seos bastante' procu-
redores o eucarrsgadea dos negocies de na casa a
s.ii primo e ainino o Dr. Anlonio Buarque do luis-
uiilo o son raiveiro Anlonio praurisco da Silva t,;i-
par.o para slgum negocio de juslica ao I Un. Sr. Ur.
\nluuio Vicenlcdii .NaMiinenln.Foiloza. ouSr. Jo-
t Coollio da Silva Araujo, Manoel Buarque du
Mello.
COMPRAS.
Compra-se um aneio cmplelo, em scipui la
inu, sendo o scllim fnnlcz : na ra do Oiieini.i.ln
n. 7, OU :.nniin.-i" po osla lollia para sel prorurail".
Compra-se esornvas boas quilindelras, m i-
al 10 snnos o mais, quo Icub.iin boa- lisuras o rn-
dala : lrala-sc na Iravossa da Tremp para o Mon-
dcuo, casa torrea n. !*. ,*
_ Compra-so o vende-se escravos, o recobo-e de
commissto, tanto para a pro. inela como liara lora.
na riiadasl.araiineirasn. Il.wauido andar.
__|-.....nram-*s amanee, o veaonn-ae, recet.....i-
sc do conimissao, lano para a provincia romo para
fdra delta; na ra dos Ouarleu n. 84, segundo au-
'_! Compra-se o oa Mirrilo do latioado do nssoa-
llio cun uso: se jLuoii liver, dirija-so ao aterro da
Boa-Vista n. 0.
VENDAS
Vndese un i avallo ala/lio por ittjOim rs
ia ra dn Madre do Heos n. 30.
N
?



I
MOF.NPAS SPUIORES
Na fundiera) de C. Stiiir i Coiitpanliia
ni Sanio Amaro, aclia-se para vender
miH'tiihis de caimas todiitde ferio, de um
rnoHello e coustruceo mullo superiores.
ANTIGUIDADE E SUPERIOR! DA DE
1>A
SALSAPAKHILIIA DE BRISTOL
solirc
. A SALSA PAKRILIIA M S\MIS.
AttoDoao*
A SALSA IWIUUUIADF. BRISTOL dala dep-
ile tH'.Y2, c lem rmisliiiilpincnlc niHiilido a sur re-
piilarfln win iiece*s. Muum ir-, He ntie m preitarncftcn de mrito hodern
dispcnsar-se. O sucres* do l)r. BRISTOL lem
provocado infinitas nwj.is, c, eulre oiilras, as dos
Srs. A. K. I). Sands, de New-York, preparadores
e prnpricIirios da mIm parrilha eoulieatl.. pelo mo-
me de Sands.
Estes lenbores solicilareni a i|encla de Salsa pv
rilha de Bristol, ecomo nAo o podessem obter, fa-
brica mu utiMi'iinitiiriln de Bristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. I). SamN M-
rreveram ao Dr. Brislol no dia 20 de abril de I si:.'.
e que se icha em iiosm poder:
Sr. Dr. C. C. Bristol.
Bfalo, &c.
Nosso apreciavel senlior.
Km todo o anuo pacido tomos \endidn t/uanli-
iladet considera\cs do eilracto de Salsa parrilba de
Vine., e pelo que ouvimos diier de suas virltules
iquelles que a lem usado, julgamos que a venda la
dita medicina se ausmentari mitit'intimo. Se Vmr.
quizer fazer um convenio comnosco, eremos que
nos resultara limita tantaijem, lauto i nos romo a
Vine Temos milito p. 'zer que Vine, nos rwpoilda
sobre este ussnmpto, se Vmr. vier a esla cidade
daqui a um mez, ou cousa semelbanle, (crimnos
inuilo prazer ern o vercm nossa bolira, ra de Ftll-
lon, ii. 711.
I K'.iiii ,i- ordonsdo Vine.seus legara senlorcs.
Amonado) A. R. D. S.V.Mis.
CONCLUSAO*.
l.c A anligatdade da salsa parrilba de Brislol be
claramente provada. pois que ella dala desde ls t_\
o (pie a de Sands s appnreceu em ISJ, poca na
qual esle drogojsla nao im'mIc obter a aseneia do l>r.
Krislol.
*. c A BOperiordade da salsa parrilba de Brislol
lie inconleslaxel: pois que nao obstante a concur-
rencia da de Sauds, e de nina poiro de mitras pre-
riaraccVs, ella tem inautido a sua repnlacao em qua-
si toda a America*
As numerosas experiencias feilas eoni o uso da
salsa parrilba em toda* as enfennidades originad*
pela impureza dosanftue, co bom exllu obtldo ne-
ta corle pelo Ulin. Sr, Dr. SigaUfli presdeme da
Jirademia ini|>erial de medicina, |H'I< Ilustrado Sr.
Dr. Antonio Jos Peixolo em ana clnica, e cid sua
afamada rasa de saude na Gambo*, pelo lllm. Sr.
Di. Saturnino de Oliveira* medico do axoreilo, e
Hir varios uniros medios, permHIem boje de pro-
clamar Hitamente as virtudes pfllcates da salsa par-
rillia de Brislol M'ude-se a 5*000 o vidro.
O deposito desla salsa mudoii-sc para a bolira
francesa la roa da Cruz, em frente eochafariz.
A 20 RS. A CAIXA.
Vende-ae calas de brelas, a o rs,: na ra lar-
ga do Rosarlo, loja de mludiaa n. -2i'., junto a de
louca.
PARA VOLTARETE.
Vende-so inuilo superiores cartas, para vollarole
e por proco mais barato doqoe emoulra qnalquer
par*: na ra larn i do Rosario, loja ile mimlc/as
i. J'. junio a de loura.
ESTAMPAS DE SANTOS *E SANTAS.
Chegou i lojii de mladena di na ilu Collegio n.
1, nova romana dos aaguinle. nonei Je sanios e
>anias: Sania Oliinpiu.niai do Creador a do Salva-
dor. coracSode Jcsiisc mentando o fneDinn, Sania Amelia, tala de lodo.
o- sanio, N. S. da guarda, Sania Mara Magdalena,
N. S. da Rozarlo, Jess uo luirlo, Salvador do i......-
dO| f. S. do son-curo, Jess da raima verde, S. .\lu-
llieus, mol le da Sania Virgcm, Sania Sola, 8. Pe-
dro. N. 8. da Soledade. adoraran dos Magos, \. S.
do Pilar, N. s. de Montarrale, S. Maooel da paci-
encia, S. Mareo-, nprcsonlaoao de Jess no templo,
N. S. da Couceican, Menino Jess ilnruiimln, S.
Cadmio, S. Eduardo, s. Bernardo, calamento da
Sania Virgen), Espirito Sanio, Sania Camilla, San-
la llcuriquola, Sanio Antonio, Sania Clemencia,
Sania Theie/u de Jess, nanlmenlo de Icxu, San-
ia Genoveva, N.S. dodeuggravo,8. lenlo,s. lu-
cas, Sanf Angela, cela dos .pottalo., S. Jote, Sania
Anaslaria, Senlior dos Pa-sos, comida de Ji......mi
Jeiusalein, S. Gregorio, Jess no templo, Sania Ca-
rolina, Sania Adolaidc, S. Hernando, San Vito-
rino, Sania RlladeCaaua, S. leronymo, Jeauahen-
eoando os nwnluom S. Joan de Dos, Sania l.uzia,
Sania Valentina, Sania Julia, desriineiilo da rrux,
S. Tliomai de Aquiuo, Senlior lauvilirado, Sania
l.|n i-lni.i, Jess defendendoamullicr adullcra,San-
ta l;elieia no interior de Nazarolli. Sanie Ambrollo,
Sania gueda, a loraro dos sagrados coran"-. i
nutras minias cslampas em poni grande e peque-
o, assiui comocollcci.es ilo camiulio do calvario,
- ou as I \ eslaces da cru/, c oulros multo! sanios de
ntica.
DEPOSITO 1)E CAL E POTASSA.
t^uulia ,\ Ainoiim, recclieram palo ullinu navio
de l.ishoa liarriscom 1 a, do superior cal em pedra
para o falirico de assucar, e vendeiu por menos que
em Mitra qmdqiicr parle ; e para tcrhaincnlo de con-
las um raanle de potasu americana: ua ra da
Cadeiado Recite n.SO.
CEBLAS E BATATAS NOVAS.
Vende-te ceblas e hlalas novas: no armaicm de
Joan Marlins de llarro-, na Iravessa da Madre de
Dos.
No i ni ir .i(, Mallos, defront: do armaiem do
Sr. Joaquim Francisco d'AIem, vende-se por i-oiii-
modo prero, os leguntoi generas chegadoi agora do
Ararat) : cera de caruaulia siipnioi eiu grandes e
pequeas poicos, sola c couros Dtiudoa : velas de
carnauba couqKislas c puras, buliiu beui arranjados
u militas obras de laliwiiitliiHrl ciliado em boas la
/endas.
Remedio especial para boubas e cravos
seecos, continua a vender-so na botica da ma do
liangel n. 6-I.quo foi do finado Sebasliao Jos do
Oliveira Macedo.
Vi'inlr-sr ;i M'ilnili'ir.i labs
llia de Sanils: na linlica liancc/.a,
da Cruz, em frente ao clin"
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42,
Netlc calabelecifiiento cbntinia n lin-
rer um cbintileto to-rtironto de moen-
da e moni moi'inlaspnia enffenho, ma-
clnnaade vapor, e taixai de Ierro balido
e ooado, de todos os tamaubos, |iaia
dito.
l\OB I.AH FXTKUV.
O nico auloHud por dcimo to eonselho real
e tiendo imperial.
Os mediros dos huspilacs rccominendam o arrobe
LalTectcuv, como sendo o nico aulorisado pelo gn-
vernoo pela ItearSociedade de Medicina. Esle me-
dicamento d'uiii goslo amadavel, e fcil a lomar
em secreto, est em uso ua marlnlin real desale mais
de to anuos; cura radicalnMjnle em porreo lempo,
cora pouca deapea, sem mercurio, ai airecn'H?s da
pello, Implngeiu, asconsequencias das simas, ul-
ceras, e os arciilcnlc> dos parios, da idade crilica e
da acrimonia hcrdilaria dos biimores ; convin nos
calliairos, da bovina, as conlraccoes, e atraquen
dos orgaos, precedida do abuso das ingcccocs ou de
sondas. Como anli-svpliililico, o arrobe cura em
pouco lempo os lliuos rcenles ou rebeldes, que vol-
vcn incessanles sem ronsequencia diiempremidaco-
pailia, da cubeba. ou das lujeccoes que represen-
lam o virus sem neiilralisa-lo. _() arrobe Lalleeleiiv
be especialmenlo recominendauo conlra as doeneaa
invelcradas otl rebeldes ao mercurio e ao iodurelo
ne polaaio. Vende-se em Lisboa, na botica de llar-
ral, e de Antonio Feliciano Alvos de Azevedo, pra-
ca de l>. Pedro n. 88, onde acaba de chegar una
grande |iorcio de garrafas grandes e pequeas, vin
das direi-lamenle de Pars, de casa do Sr. Ilovveau
l.alfecleuv IJ, me Iticbev i Paris. Os formulario,
dam-se gralis em casi do agento Silva, ua praca de
1). Pedro n. 82. No Porlo, em casa de Joaquim
Araujo; na Halda. I.ima i\ Innios; em Pccnain-
buro, Snun; Itio de Janeiro. H. lia ,\ Fillios, el
Moreira, loja de dro'jas ; Vlla-.Nova. Joo Pereira
de Magates Leile; Kio-Gramle, Francisco de Pau-
la Cauto & t
4
PASTUJA8 DE S(X1L1.
VKtiKTAI'S CONTRA AS LpMBBIGS.
ApprovadrM pela jimia central de 11> a i ene puml-
ca, 0|)rc|aratliis por J. M. Sotili, pliarmaccutfo
iiH'inliKi ulular da academia itnpi'ital do incilu-ina
c da Horledade de pharmacia ( Ooolrodepoillo verdadolro dp8ln |i.t-.iiiii^ he1runli porprecob'arafr
extabclecido pelomc^mo autor na holicado Sr. Jos -
da Rocha Paranhoa, ma lircia n> kh, em Pernan.-
huco.
Di-sdc mullo lempo a arlo medica eslava a pro-
cura de um medicamento que fn-.se facilmenlo ad-
mislratlo a criapcas Hujeilan molestia* \ermino-
sih, moleslias lerrivcs que*condmem lodos o dian
ao Inmuto um Qrandc numero dolas.
O oslo e chairo dos anlhelnunlicos empreeados
al hoje eram oulros lanlns obstculos A sua admi-
mi>Ii.ioo ; por isso ere i os ler prestado um grande
servico liumauidade, c principalmente aosnais de
familias,'anniincianilo-llics um mminiMil". dcliaixo
da torma de patlllhai! sem eheiro etam sabor, no
(wssue a actAo a mais enrgica como anlelminl ico
vermicido conlra as lomlirigaa inlcslinas. (Ijom-
brifftt*. oryiras, ele, ele.)
A composicao das parlilhas he puramente rge-
la!. Qonndo em IKi."> lizemos a tal preparaciio, ea-
(ivemos i.iim i-i i., il.i-n.i ,n r.ni vermicida, que nao
hesitamos um instante em experimenta-la em nos-
sos proprios lilhos antes de a fazer conliccer: o eflei-
foi espantoso, c lopo que os illustres professores
Veiulc-sc
panno, de inuil
dercnle : na ra .1
ta para a Cadela.
redes de <
bomgoal^
Crean
r alrocl
Pfoprt"
idas de um s
para nina iala
luja da esquina OJUQ VOl-

DAVID WII.I.IAMIIKWMAN. o
ehlnlsla e fundidor de Horro, niui n
anonnefaraos BenhoroKpronrlelarios
eiros. e aores|ieilavel pulil
'lecimeulo di
do Un
II.
ferro
i n
vlde
101
ido
hiro H1.1-
losimeule
engcnlioa,
a sen esta-
da vapor,
por machi
rliafaiii, conliui'ia em
lia coiuplelaiuenle montado
rom apparellios la primera qiialida.le para a per-
feila coufecca das maiores |ecas de macbiuisnio.
Ilabililado para emprelieu.lcr quaesquer obras da
sua arle, David William Bowman, desoja maispai-
licularmente rliamar a altenea publica para as se-
gu ules, por lee deltas grande sorliineiiln ja' proinp-
lo. em dc|H,sln na'mesilla fumlicao, as quaes eons-
Irudasemsua fabrica pn.lcni competir cun as fal.ri-
cadaaem paii ealrangeiro, lano em proco como em
quali.la.le de malerias primas e niao de olira, a
saber:
Machinas de vapor da mellior conslrucan.
Mocnilas deeaima para cngculios le lodos os l.i-
nianhos. movidasa vapor por agua, ou animaos.
Podas de agua, moiiihosde \eulo osorras.
Manejos indoi......leniis para cavados.
Rodas dentadas.
Agiilhoes, bronces e rliumacclras,
tan linese parafusos de huios os lmannos.
I'aivas. pal nes crivos e boca- de f.nii.illia.
Moiulios de maudior;.....vidos a man ou poraui-
niaes, e prensas para a dila.
Chapa-,le 100000 I.hih.s def.irinba
Canos de Ierro, lenieiras de ferro e d
Bombas para cacimba e de rcpun
man, por animaos nu vento.
GufndaBtos, guinclnao macacos.
Prensashvdraalicas ede parafuso,
Ferragens para navios, carroso obra
Columnas, varandas. grades e porlOC
Prensas de copiar cariase sellar.
(lanas, cal ros .le 111,10 e ai.i'!n- de fCI
Alein da siiperioiidaile das suas oln
menterecouuecida, David William 1;
amaisevacla conlorniiilade rom os 11
nliosreinellidos pelos seulioi
fazer-lhe eiicommend.is. apn
ra agradecer aos seos iiiimcr
a preferencia com que lem sido por ellos I.....rado,
e assogiira-lhos que nao poupara estoicos o diligen-
cias para coulinuar a nierecer a sua couliaiiea.
Vende-se muito itipcrioi' larnlia
de Santa Calliarlna
Recife, deffonledoiicm
MoinhoH de vento
com bomba* do repago para regar he
de rapim, na fundicao de I). W. Bowman:
do Brumas. 6,8010.
CGBEHTOHES DE TAPETE.
Na ma do Crespo n. ii. vendastesuperiorfe
lores de algod.i......'uro, |iroiirios para escravos. a
900, l000rs.el9HOcada um, brim Irancado bran-
ca ile liiilin puro, a .MHI rs. a vara, corles de dilo es-
curo, a 1,-iiiie 29ODO rs., corles de chilac.....baba-
d..... liana.a I9OOO rs., lindo |:| rovados Dada um,
chiles escuras deludas seguras, a liili, Iso. o 200 rs.
o covado, seiim preio niaco, a :hi o 3*400, pan-
prelo lino, a :i c -ihmi rs. o covado, dilo ail
lo Rio d Janeiro oda mair pjov ncias du imperio
ronheceram, nao duvidaram eniprcga-la em lodas
moleslias verminosas.
I) elleilo dotas paslilhx be lAo rcrlo que ato p-
|Hdo liaver a menor din ida sobre a sua clliracia,
,la das ciiiniocs de niuilos illuslres mdi-
cos que aqaivn Iransircveinos. liinii indo, romo as
ciiaueas eslo siijeilas oulras moleslias cujossv mp-
lomas sao quasi os meamos das moleslias vermino-
sas, aconselh.'imos, nos CMOI graves, de consultar
um lioinem da arte antes de adniinislrar as ditas na*
lillias; au que ellas possam pmduzlr algiim mo
elleilo. porque na sua compo-icno nada entra de
nocivo; mas porqiiepensamos nos que n'aquellcs
casos graves n.in deve administrar-so remedia al-
giini smquanlo a molestia nao be perfeilainenle
diagnosticada,
A dote das paslilhas he a seguidle:
Duas a seis paslilhas em jejiiiii. para as enancas
de don- a tela onnos, augmentando a dote gradual-
mente segundo a idade. J)c dez a dote pasllluat
para ot adultos, ede quinte a vinle para as nes-
soas ilelrlllla anuos para cima.
Itepetc-se a mesmadose Iretdia* ntlot, o no quar-
i,, dia pode-se dar um purgante de oleo de ricino,
.V. II. Pade-se augmentar a rise das paslilhas
sem recelo de protlunr irritaran algunia as vas
digestivas; e se algumaa vetes nao ha lombrigas ex-
pulsas, pile-sc estar rerlo que todo e ojualquer
svmploma de molestia verminosa lem desappare-
culo. 1 Seguem-se os alleslados de dillercnles me-
jgfinBmnuasm wimmmwg
Vende-ee lio de itlgodio da Ba-
liia, [inr pirro coihmodo : nocs-
ci'intorio
Veatlem-eelonas,hrinzaO, hrinse molas lo-
nas da Hostia : no arma/.i.....le N, O. Ilichcr V
Gempaabie, na ra da Cruz n.-l.
Na ra do Vigaiin 11. I!l, primeiru andar, evis-
le para vender caltas com cera.....velas, do Lisboa,
rom osorliineulo roniplelo do >, a H em titira-, a
15100 rs. a libra, o cera em anime, de mullo Inia
Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos, na Baha.
Vendo-so om casa de Domingos Alvos
Malhous, pa ra da Cruz do Recife n. 52,'
priinnirn andar, algodo transadodaquolla
fabrica, muitoproprio para saceos e mil-
pa de escravos, assim como fo proprio para
rodos do pescar e pavios para velas, por
proco muito commodo.
Km rasa de J. Kellcr iV l
da Cruz 11. 55, lia para vcikIit, c por
prerjo commodo, couros proprios para
cubrir carros, chegados ltimamente.
Anda existe urna pequeuo [kutio
do jo' acreditado remedio contra a em-
briaguez, viudo do llio d Janeiro, ea-
111 rita
Novaet
Jo Trapiche
iV Ciimpaiilna,
11. 3*.
bronze.
ovidas
ipublb
eral-
que
, el
. Ja'
muan garante
wldos e ilese-
diguareni de
11
liurilii do
ras
Migue
ha 1 va:
la ra
cober-
a l.-ll
III rs.
vara-.
lam-
ia rita
em frente ao chafariz.
FUNDICAO' D AURORA.
oiislanleiiienle um
le vaporv lauto
i'lll
ara-
Na fundicao if Aurora arba-sc
cmplelo sorlinieulo de machina
d'alla romo do baila presso de modellos os mais
approvados. i'ambem hi aprnmplam de encoinmen-
da de qnalquer forma que se postan) desejarcoma
maior presleza. Habis nmciaes serao mandados
para as ir tstenlar, e os fabricanlet como tem de
rnsliiincalianeain 11 perfeiloIraballio dellas, e-e re-
ponsabilisam por qualqncr defeiln que poeta Dellas
apparecer durante a primeira salra. Militas inaclii-
11,1- de vapor ronslrirldas nesle eslabelecimeulo lem
estado em constante serrino nata provincia 10,12,
al llii.......s. caponas lem evigido mili iiisigmfi-
caules reparo-, e algiiinas al nenhuusabsolutamen-
te, accresrendo que o onnsummo do rnnbiislivcl lio
mui inronsidcravpl. Ot senhoTesdeengenho, pois,
eoulras qdaeaqaei pcosoas que precisaiTm de ma-
cbiuisnio sao re-peilosainenle com idados a v i-ilar o
estalieleciiuenlo em Santo Amaro.
AltADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C
Sanio Amaro aclia-sc para vender
dos de ferro de superior qnafidade.
Vende-se na na do Calinga, loja de 1 |iorlas,
um completo sorlinieulo de franjas brancas, de bu-
llas e de cores, para cortinados; assim roiuolran-
ca* e franjas de todas as qiltlidadea de retro/, para
giiiuuicoes de vcsiidos c nianlolelcs.
all.OIMI RS.
Vndese |ir .tOOgOUO rs., una l)|ingrapliia com
mais doTOOf de Ivpos mallo bem sorlldot, c um
bom prlo de ferro c pao : a quem eonvfer dirija-se
a ra das Cru/.cs n. 28, segundo andar.
Oleo especifico para curar a caspa e con-
servaro cabello, continua a vender se na bolira
da ra do Rangel n. 64, a 640 rs.cada vidro.
Vcndem-se em casa de Me. Calmont & Com-
panbia, na praca do (auno Santo n. II, oseguinle:
vinbo de Mai-eiileen, caitas de 3 a ti dadas, linbas
em novellos eearreleis, bren em barricas uiuilo
grandes, aro de initasorlido, ferro ingle/.
OI.KO KXPRESSO 1)1? BABOSA-
O mais excelleute oleo (|iie lem appa-
miiitn tino,
de talnlcos
fn/euila- por menos,proco
na ra do Crespo, loja n, o
COBERTORES
F.sruros para escravos,
na luja da esquina da la i
a Canela.
A 500 lS.
Ilrim trancado branca
cornado: na toja da esqui
vulta liara 1C '
avado, pecas
I e 1*300, e
do que em
de cainliraia
militas mai
nutra parle
di:
BOO,
a Cro
TAPETE
||O0Oe l-iiiis
|ki que volla pai
A VAHA.
!" puro linlio, miiilo
ni tl niii do Crespo,
POTASSA SUPERIOR
Vende-se por proco muito com-
modo, no arma/fin 11. 7 de ces da
ilfnndcgn, de Jos Joamiim Pereira de
Mello, mi nu escriptorio de Novnes &
Companliia na rita do Trapiche ri. ~>'i.
Na na do Vigario n. 19, primei-
ru andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano. Muan e llanta, ciiniii
scjain, i|iiailiillia.s, valsas, redimas, sclio-
liekcs, niiiilinlias, ludn nodernissimo ,
chegada iln llio de Janeiro.
TRANSAS DESEDA.
r.liru. 11.1111 lojade iniudonu ili roa do Collcffio
11. I, m mollioroM ii.mr.is ilc knIi quo lOm vndo *
culo mcrrndo, lano em padrftos como em qualidi-
de is t|unoa no vendoiii por pn-ro mal commodo do
que em ouira qiialqiier parlo.
VIN1IO DO PORTO MCITO FIITO.
Vcndtxesuperior vinlio bnrrisdei., 5. e 8.: no arniazemun run
do A/cite de Peixc n. I i. ou a tratar no
escriptorio de Noyes ia CompanliR, na
ra do Trapiclie n. V.
CHAPEOS DE SOL, A I.S2R0,
na run do (.topo inj.i la esquina no volla pura \
Cadela.
DOCE DE BACORY.
('Iiouou rccealemenle do MaraiihSo urna pequea
porrflo deslcdolleado doce, o mellior que lia, lano
pfUMiii excellenlo quoliddc, como or consonar-
se por mullo (ompo em perfeilo eslado: vendo-sc-
em casa do 1'onloA IrmSo, aa ra da Cadela Vcll.
Agencia de Edvrln M,iw,
Na ron do Apollo n..!, arma.....!< Me. Cnlmonl
la, aclia-ae conslanlomeiile bona sorll-
lixasdc Ierro raado e balido, lauto rn-
liis. moondas incllraa lodas le ferro ikh-
isoa, ole., dilas pun armar n maueJ-
>< laoianlMM c mdelosoa mah modernos,
la vapor com forra de
Rdelras lo forro eslanhado
r menos prec/i que os de
fono hielo/ lano
llins, c ludo por barato
Cha-te a venda, na ruado Rangel, boli-
ra n. (i.
Tabeas para engenhos.
Xa fundicao' de ferro de I). \V.
Bowraann, na ra do Brura, passan-
do o chafai/. continua liaver um
completo sortimento de taixai de ierro
fundido e balido de T> a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-sea venda, por
preco commodo e com promptidno':
embaream-se on eane(;.iin-seein carro
sem despez ao comprador.
AO BARAT AMES QU SE ACABE.
Na loja ta na do Crespo n..". vende-se pocas de
chitas linas rom :18 rovados, tic lindos padrOes, pelo
diminuto pinjo tli* ."i->!NH rs., e lili rs. o covado:
esla fa/onda lornn-sc rtroniinoiKiavi'l polos lintlos pa-
ilres e pannos muito foHeS! alin desla futonda
vende-se oulros mullaa por barofiasimo pen.
Superior vinnodc Bwdeaux engar-
rafado : Vi'nde-se em casa de Seli;iplni-
ilin i!v Compnnbia, na ra ca Cruz. o. 58.
A I8M0 KS. CADA l'M CORTE DE 3 l|i
COVADOS.
Na hija n. ."i quo volla para a na do Golleojo,
vndelo corles de casemfras cnciii pailas, e padrAes milHo lindos O modernos, pelo
barato prero de 19140 rs. coda um rrle.
Vende-se OXeelleOlQ liolarlia para arranjo de
escravos, lano pela qualidadc como pvlit prero de
20500 por arroba: na ma larga do Hosario, n. 18,
junio ao qnarlel dr policio.
0 39 A.
Cnnfronieao Rosario de S. Anlooio, conslaute-
mento vende Iwlinhos para chA, sendo Qo lanas
tpialitjatlcsqiie em parle a lian na liaver i^ual sorli-
nieulo, junlanicnle latas com aramia e bolacliinhas
doIHsboa c oulras mullas qualidades do blscoulos,
fallas, cliocolale, fraeqainlios com smendoosocoQ-
feilos, o oulros objoctos, indo por eomrtiodo proco.
MEIAS PARA HOMENS E MENINOS.
\ eode-se meias liranras do algdilo para Immem,
a oalO rs. duzia; ditas rruasmuito finas, a JJUO
rs.; dnas pura meninos, a 2i00 : na ma Nova, lo-
ja noran. l.
yende-se '2 teiros grandes o lima porcao
do relsllioa dC (aboas do piolw: na ra Dirciia
0. Hyi.
Vende-se na ma do Cahuo n. 4, neiax de l.ia
iU- carneiro comprul.is, pruprias para |>essoas qu
pndecem de rlictiinatismo. tanto para Iwmcm, como
para sennora.
Vende* oilo caixilliM envidrarndos proprios
para loja de miudexas ou outro qnalquer eslatwle-
cimcnlo, c urna rolla bem fornida, ludo por prero
muilo rom modo : no Pnsseio Publico n. 9
RAPE' PAULO COBDR1RO.
Noescriplorio terreo to ra da Crui n. 23, ven-
de-so constantcmeiile.por se ter estabelccido um de-
posito do verdadetro rap Paulo Cordeiro, derinro
lihrasao maior miincro que os prcleudentes dee-
jarem ; esle rap que por si mesrao se lem arredi-
lado, ja pelo aroma e fresoura que conserva, o j
pela tlescolierla conseguidaj>or experiencias feiln*
por algunas pessoas que soflriam de vertisens e ou
,\ Compaol
montos tle i
si como i'in
ra animaos.
rn delmlos
machina in
ca\allos,
nial p>
Pl
I"
pun
is para navii
\t em arco- c
aviso di: interesse i'aha os
senhores acadmicos,
Voade-to coII^Sn la* togulntoi obrat .1
salK-r :
Obsprvurrs do cdigo do procMio criininal
prlii tii. Ulendeada Cunta, mu vol.
Intliliii'io.i dedlrailo civil liratilolro polo
^ lir. Trlgodo Lourelrodoot >ol.
Synoptlt tus laclo, mata dolavcit ila lilalo
vir riii iln lli.isil prlugeneral Alma e Mina, I v.
g V.....le-s. riillcrniiw detlat obrat por s^kki
ja ciulii ciilli'rii".roiiniili.....tcparadamenle: em
;"', Olinds 11,1 cata do acadmico Ralltbonnn, o
^ notla i'iilail mi loja ilr GovoiaiJiLeite naroa
doQucirtiadon. 3.
:. qual I
quaal do
jan. I*.
FIIASGOS COM OLEO PARA CABELLO
.Nu aterra da lln.i Vlalt,lo)a de eticado n. .W, Jonli
ao srllrrii,M'ihlr-si' frMeotcom oleo de ruta.jaMiiiin
lainjii, violi'lii, o oulros rlieirus a :ii1l,
rs.. anlin como nutras mulla, quididad.
inarias por pracog haralot.
Vende-te brim trancado tmarello
luir" liiilin. a lilti rs. ,1 ara: na ra do Crespo, loja
da esquina que olla para a cadeia.
I. I'raiuisr.i Tliiiiiia/ia da lainrcirii lanilla,
tiuva de Antonia da Cuan. Soarct Ijuinaraot, pre-
IimiiIi'iiiIii-sc retirar para frt do imperio, vendo to-
ros malos de caliesa. er o mellior presorvalivo ; lio
o 11 ni,,,......piule substituir o liom Lisboa.
A 2800 US. A RESMA.
Vcmlr-se nimio su|ierinr papel tic peso, branro e
atol, pelo moiliro prero ile 'JNtK) rs. a resina, ou
lMIKIrs., raila meia resma : na ra lana ilo Rosa-
loja ile miiiilelas n. -Jt, junto a de lout;a.
M seis pnrlas.em frenlc do l.ivraincn-
venile-se rico, rrtes de lila e rambrain, de novo
ROttO, bordados s na trente; costo da nova Aus-
tralia.
- Vende-ie umpreto oozinheromui-
ln siiilio imIh i'xcellente rondiictn : na ra
l<> Rosario atreitn
rio. toja ilc n
. Na bija
que
i. 28, segundo an-
1 que
Nn aterro ila lina Vista n. 12, vendse um re-
Inuio ,1c aaboaete, patente iuulez, dcourn, por rom-
modo proco, r compra-te um par de caiiill
irv. para alrova.
Vende-se '1 mualas moras, de lionilas fuuras,
rosem cblo, enaomnuun liso co/.inbain, una del-
tas rom niuilu Imiiii leile, ambaseom muito boa con-
diita : na ra Dircila n. 8.
Vende-te om pelo d. Cotia, moi;o, dabonlft
licura (xpossanlu : no arnia/em desoa, no raes do
Humos, ,1,1.'.i lioras as :i,l,i larde.
FRANJAS PARA CORTINADOS.
Vende-ae franjas, do mellior oslo possivel, pro
prias para cortinada e lunillas, por prero mais roni-
iiiodo do que em nutra qnalquer parle," franqiiean-
iIo-mw amotina ao. rompradorw: na ra lama do
Hosario tt.iti, junto a de loura.
A 100 liS. VAHA.
Vende-se trullas, proprias para loalbas, a HMIrs.
avara: na ra lama do Hosario, loja de miude/as
n.26, junto a de loura.
AGULIJAS PRACEZAS.
Vende-se muito siqieriores .gulbat, cm rarleiri-
nlias eemcaltas, ilos mimeoSiiiais linos |k>ss\c.-,
e |K,r prero mais barato do que em nutra qnalquer
parte : ua ra lama do Hosario, luja de niiiide/.as
n. -X>, junto a de loma.
PTIMA CANDA.
Vende-se una cano, propria para p.isseio, que
rondut bem lipeaun, com astalo roda, pinta-
da denovoeuiuiobem rorucrvada: acha-tenoHiri
l.i i o,i Nova, a tratar na ra doQueimado i......c-
ts
di
n
que pode f.....lir al
i (ailleuio otlii'ina de
1>|
de
iris
l.uli
tu,i'.....
na loja
do ano
.ippli
ni.i iii
d
lila il.ui
picoas doenles......n i
o: na ra do Queiioadc
lo
IKI e 500
e perl'u-
harra
prero
V"enne-e colcha, brancas de lal-
picoi milito encorpdat, proprias pun o
i.....pode fro, a i >0(H) rs. cada urna: na
ra do Crespo, loja n. (i.
Vciiili'in-M' i-elogios di1 miro, pa-
iciiii' ingle/., os melliores que (em viudo
.i este mercado, e do mais acreditado
l.ilii ir.inli'dr Liverpool : lili casa di' Itus-
sel Mellors i\ Couipanliia, na ra da
Cadeia do Recife, n. ii.
Vendem-se vanuetas.delustre, para
i'iilii'ilii de rallos : na rna da Senzala
Nova n. ;>.
Todos os Sitntos na Baha.
N. O. Iliolier ,\C. na ra
Veinle-se um lidies iio\n,
i arrobas de metal: no palco d
enraileriiaro.
Nova, chapos de abas larg
ipialiil.ule, iwonl.....ente vindos d
Jo tiuillierme ila Silla (uiniaraes,
ile Santo Antonio.
No palco do Carino vcnita n. I, \endcse miii-
ln boa alelrta, niararrao c talliarim, a :>t>0 rs. a
libra.
Vende-so um lindo moleque, rrinulo, de !i2
nnnot, para lodo oscruro; para ver e tratar, na
mu do Crespo n. 10, priuieiro .indar.
REMEDIO ESPECIAL PARA BOBAS E
CHAVOS SECCOS.
I Conllnun'm a vemler-se as erdadeirat c bem con-
, reiliiadas pillas para bollas e i raios senos, na bo-
: lira da ra do Han-el u. H. em frente ao boceo que
i.ii para u arsenal de nucir enladeira loniposi-
j.io ito fallecido pharmaceulico Sebaaliao Jote de
tlliveira Marido, dono que foi da bolira n. til da
ini'sina i ua ; c romo na mencionada bolira n. til se
lenlia auiiiiniiado dito remedio especial par. bobM
e cravos aeecot, derlaramos ao respeilavel publiro
desla ridade, senbores de ciiuenlm- e fa/cmleirus
que o dito remedio n.lo bo o vcrd.deiro do ralleridn,
portan que ounko c vcrdadelro he <> que temos
endida e ronlinuamoa a vender em nottt botica n,
S; e para que o rcspeilal publico se con\.....a da
lerilade, roamos ao lllui. Sr. francisco de Paula
l'hcs Hamos, como letltmenteirodo r.llecldo Beba
Ijio Jos dellliicira llaredo, a bondade do respon
iler BO |n' desle se o remedio que teios vendido em
iins.;i botica, lio on nao o >erdadciro da eompei-
r.iu do fallerido, o por elle .linda preparado; rom
sua rcsposla muito abrigado. Iho tiraremos.
I'ei.rolo tV, Piulo.
Vende-se semen tes de muitas dille-
rentes qualidades deortalicas, chefradas
pelo ultiuio navio
sano, luja de miudezas n. 22
Vcnile-se um carneiro, iniiilo granan, com
tellim e mais arrcios, proprio para menino por ser
manso, por preco commodo: na na das Cru/csu. :ltt.
Vende-te urna boa aerara ongommadelra,
eotlurelra. lavadeiri de tabao e barreJIa, t iguat-
iii,'iiic muilo boa cn/.inlieira : quem a pretender, di-
rija-se a rn. do Sebo n. 10,
FARINHA DE MANDIOCA.
Sacras com r.rinht de mandioca deiuperior qua-
ilo pie o arro/., alarinha uetfiaiidiocae liiwid., 6)000 ra.: venda-a. no armatem doSr.
nii'sino o pao de trijro, ali'in da meUlor! A1'1"1"1' Annet, na etcadiiibada tir.ndesa, pe tra-
. piche do algodao, ou lrala--e com Jos ll.iplrsla da
"i...
I,mi,
ollegio n.
Antonio,
mide
las as suas proprieilades abai'
Dona -itios no llospirio, ns. 1 e (i.
I sobrado de tres andares na ra do (
t dito na t\ia da Cadeia de Santo
mora, ir. i.
I dito na mesilla ra. u. 18.
I dilo na ra do Crespo n. 15, se
I dilo dito dito o. IJ, dem idem
'2 meia-anuas no boceo do Peixnln, ns. 1:1 o 15,
I sobrado de ilous andaros na ra do Hosario,
Os preleud.llle. para seos ajustes iHidcill
der-so comSCuDIho Antonio da Cunta Soar
mar.u'S.
BATATAS
le stinerior itialidade. sao mais baratas
uto a melado desla.
i, ii. I.
enlen-
isliui-
:i larga do Ito
no superior i|imin
iniiricaiique do
Iravessa da Madti
i.i.l.
na
nia/.i'in pin-
landegn,
do ;iiin-
ii-iido para impi'di
los ede i riar caspa, i
amara iniiiln ocahell
da Cadeia do Recife,
cada um vidio 800 rs
a i ii ii il;i dos fu\)t'\-
i-lii'sia a cabecae
> : 11 ihIi'-m' na rna
loja o. tt, preco de
C. STARR WC.
rapeitosanjento annunciam que no son etlenso es-
lalioleciinoiilo om Santo Amaro, continua a fabricar
com a m,iinr|icrioic,ioopi.....ntido.loda aqu.lidade
de macliiuisino paca o uso da aniiciillura, navega-
raiieinaiiiifartura. o que para maior commodo de
seus iiiimori.sos traguetet o do publico em geral, lem
.iiici lo nu mu dos grande, arnisicni do Sr. Uciqui-
lauarua do llruiii, alia/, do arsenal de niariuua,
u m
DEPOSITI) lili MACHINAS
construidas no dito sen ealabelerimenla.
\IU acharan os compradores nm completo toril
monto de inoondas do c,.....a, com lodos os.....llio
n.....oln- aliins driles unios eorigiliaes deque i
eiperieneiade mallo, a.....m lem motlrado a.....t-
(Idade. Marhinas do .por de baiva e alta presto,
UHlM ilo lodo lamaiilio, tanto batidas romo fumliilas,
carros de niao o ditos para ooiidii/.ir formas deaatu-
rai, iiiacliiuas para moer mandioca, prensas para di-
to. Tornos de ferro batido para familia, anulo*de
ferro da mais ipprovadt ronsiriircao, fnnilu. para
alambiques, crivos e portas para fornallias, o i......
inliiiiilailo ile obras ,|e forro, que seria oiifa.loiihn
enumerar. No mes......lepotilo ovisie ama peno.
inlolli-enlo c habilitada parareceber todas as on-
romnioiidas, or., ele., que os aiiiiuncianles contan-
do com a i apandado do suas oflirinas e marliiiiismo,
o peiicia de soioiilliciacs. so rompromelloin a fa/or
etceular, com a maior presleta, perfoico, ociada
roiiforniidade rom (trmodeloaoudetenlici., oinstrur-
^oes que Ihe fnroni fornecidas*
AOS SENHORES DE ENGENHOi
O arcano da iiiM'nrao' do Dr. Eduar-
do StolU: cm Berln, empregado na co-
lonias inj'liv.as r liollaiiilc/.as, nuil gran-
de vantugein para o mellioramcnlo do
assucar, aclta se :. venda, cm lal.,s di: 10
luirs, junio rmu ll metiiod de rnipic-
ga-lo no idioma portugus, ein casa de
N. O. Bieber drCompanliia, na ruada
Cruz. o. .
n
Depoiilo da fabrica el,
Vende-ae, em casa ,t
la Cm/ ii. i, algodao trancada
muilo proprio para sarros ,lc ssiu
cravos, por proco c......mido.
Vende-so um cairinho >\f roda
ni"-, sondo2 par. lneninos,com lauca e-araos ra-
ra I o 2 carelios, om muito i......eslado por ler sido
fabricado a i....... c mel, por proco commodo: os
protcndcnlos dirijam-oe o alono da Boa-Visla n. t
raquolla falirica.
ir o roupa de cs-
oni | assen-
seciindo
Vende
nula
Olio-
a J.
le : om
Cruza.
V
Hambre, lat
Jo. de pn......
inaUd
das (i as III lioras da manida
O taso.
aieni barricas, chonadu ullimaimie-
Koller ,\ Compuiihia, ua ra da
lia-
na ra d
Cosme*
o-se presuntos ni
rom bolarliuiln
inservnt muito
les de liorlaliri
i Cruz n. Iti
:lc/,
udea
no\a>
, choi
, dol
muilo nnvos para
oda inulo/a.ipici-
iemenlos de lo-
iilliniamou-
do Sr. Dr,
Atines ,
i por iui'-
qualquer
ii do
le
FARELOS.
Vcnde-sc no armazem do Si
lardo einsaccas de 5 arrollas,
mis preco do que om outra
parle.
A BOA PITADA Hli LISBOA.
Vcmle-sc rap de l.islma muilo superior indi
encommenda: na rna da Cadcit do Reclfo, loja
Joo da Cunta .\|.fallaos. n.5l,
A 5,000 rt. pequeos, s 5,500 rt frasides.
\'eiiili'ni-so chapeos ilo sol do soda IngleU de
superior ipialidado, |ielos procos cima : na rita
do GolleglO D. I.
Vcndc-si- relogios de miro c ni ala,
patente ingles; na rna da Senzalla-No-
va ii. i2.
POTASSA DA RUS8IA,
Vende-se potassa da -Russia, che
na rna do Tranirlir n
ho da Madeira do suporioi
! nilavosde pipa, por prorc
ii do N. 0. Bieber &
pida
17.
qua-
reco i......-
imipanhia
iiltiiii.'iiiieiit
\elnlc--c \i
lidaile omqii.iilo.
mudo: no rmate
ua '"i" dt Cu.' ii
Voiiileiii-se ot i'enladeJraaaetlinaingli
Ionio, do mola o sem ello : na na daSe
v. n.49..
\ ijIms superiores de
liianco o de Colares (linio) om narria de quinto
veiidem-M' om cata do J. Kcllei .\ C.
na-
ta la No-
Bucellas
111 (III po
de Dos,
de rovo, e un caes da A
.irnia/.cni da esquina defroiite
daste.
\ende-se una oplima muala de 21 a 25 anuos
de idade, perita oiinoimu.idoira, coso o be habitua-
da, lodo-enico interno ile tuna casa; iiaialmcnlo
so vende lira nenio da mesina idade, robusto o pro-
prio paia lodo o -o vico: na rna do Apollo, aiuia/ein
deattucar da vluv. Pereira da Cuuha.
Vende-se seis oteravot, -elido duas caliriubas
proprias para miicamlia- com almonas habilidades, e
una prola mora boa quilamleira e eo/inba n diario
de una ca-a e laia ronpa ; um pardo de idade do
O.nnot, proprio para paneiu, por ler nniilo boa
cimdiiela c liniira; una prcla co/inbeira; c um dilo
para campo: na ra da (doria, n. 7.
NA LOJA DE6 PORTASEN FRENTE DA
IKREJA Dii I.IVRAMENTO,
\ eudo-so chito, de nares com muito bom panno a
V^lIKIrs. a pessa, ea lili rs. o covado ; alpaca de
ires, li/a o de quadrosa lllrs. o colado, chitas
para robera muilo linas, tintas sentirs a 2(MI rs. o
ornado, coi lo-doraa chita rom ti '.t vare. 19600
rs., olales pretoa de Ua para luto, lenco. Imneo. d.
cimliraia.ditos rom barra decores a llill rs. rada um,
dito- p ua menino., ho is.
PECIIINCIIA.
Vendo-o por 500)000 rs. mu nenio rrinulo, alto
o boa linura, u qual be muilo proprio para Iraballiar
em ongenhot ou em sitio, do que 'em bastante prali-
: os preteiulcnles, dirijam-sea ra do Qoeimado
7, toja da osirolla de Gregorio [Silveln.
Vendo-sc nina csrr.ua eriiiula de boa enndue-
. ten i icios iioiii achaipies.saboiido bem comprar.
co/inbar, ensalioar o Qngomnuir : alias da majlri! da
Boa-Vbla n..
Vendc-sc nina eicellenlo foicliadura ingteu
do sonrod, muilo difliril. propria para esrriptorio
ou loja, por ser muilo forte ; ua ra do QaolnMHrO
loj. u. 12.
Vemle-scccra de carnauba, de primeira surto,
linda do Ararat,, por pen, roimundo : ua ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 17.
Vende-se a taberna sita na l.iunuela nume-
ro t.
SEDAS FURTA-CORES.
\*ende-se corles de icslidos de soda furta-cores.de
dolieados noslos e superior qiialidade : na luja do
-otilado amarello, nos qualro cauto, da roa do }uc-
mado ii. 39,
VESTIDOS DE SEDA.
Na loja do (obrado amartelo no- Qualro Canto, ds
rna do (.lueiinado u. 10, li.i para londer um comple-
to siirliinenlo do soda de coros para esiidos. .....lo
do un\o-padreo- o do supoiior ipialidado, o |r pro-
cu ciioiuodo.
IIAI'i. ItiANC:/.
Acli,i-o ,i venita etlc eteellcale rap, n. livraria
d.i rna da Cm/du Mito do Recifon. 56, a pico
detOOOrs.obolodc libra.
Voiulo-s,' 2 lindas nuilalasdo HiS IS anuos, rom
alnumasli.iluli,l.ulc-, _' pula- de M a 22 anuo-: na
ra das l.araniioiras ll. Ii, legando indar.
Pontee. Junisr, na ra do Vinarm. t, primeiro
ailar.
Vende-ae nina parda rccollilda, de 22 anuos,
quo cote, oiinouima oru/inha; veste e penlC. urna
senhoia. Ksla tcnv. so vende porque senhora
se rellrnu para Europa: ua ru. do Collegio n. til,
primeiro andar, se dir.iquom icnde.
PIANOS.
Vende-so qualro fortes pianns, roeeutomeiilc rbe-
gadosdo l'ranra: no esrriptorio de l'eidel Piulo iV
Compaiiliia, ra da Cruz n. bit.
Na ra do (.lueiinado n. SI, luja tle ferracons,
lende-se sapalosc bolin- do Ararali, ein nrandes e
pequeas porres. poi baralissimo preco,
INSTRUMENTOS DE MSICA.
Driinii l'raej'erv Giinpanliia, na rna
da Cruz, n. lo, receberum de novo tun
sortimento de instrumentos de msica ,
como se ain, llantina de bano em mi be-
mol e la', eom i chaves ; pistes com sua
competente caisa'; flautas de buso; vio-
lAes de dillerentes qualidades, e comma
eliinisiiiii ; assim einnii > liuli'iet rktuis-
simos, iodos guarnecidos de madropro-
la ; laniliem reeonmiendam o seil gran-
de sortimento de iodos ns mais instru-
mentos, lauto paro orenestra, como pa-
ra msica militar, por menos prero do
que em mitra parle; sendo para liquidar
cotilas.
rece querer guguejar, porcm isso Ito pouco
nemteiwrcebcbem: paga-so bem a quem o,
a sua senhora, na ra Pormosa em rasa da \ iuia
11. Maria Ignaria do Cusuio I ira, que sera cen..
rosameDle recompeotado.
csapparoccram da ra da Cadeia do bairr-
ite Santo Antonio n. 10, os eacravot Thereta e X i-
cenle; aquella, prcla, da Cosa, balsa, rom umari-
ratrii ao pe du ouvidoem forma de (albo; anda des.
calca, e lem os calendaros radiados o ette pardo
alio, barbado, olbos graodes; leve leuda de upa'
Iriro liar u,i da- Cru/.....,. t|; anda calcado Ote dii
liberto: quem os upprehoudcr o entregar na dm
casa, ser recompensado.
Iii-appai-oren no dia 6 do correnlc urna es-
crava, rrioula, de nomo Ancolct, de dado de tu
annos, pouco mais ou menos, feia figura, lem nui
dedo da mao esqtierda rom um alcijao, o oape lo
goscom as veas altas: levou comsigo teu llllio, roo-
leque, do idade B metes, saia do risita encamada c
panno da Costa usado: roga-te as autoridades poli.
Clac, o rapitaos ,1,: campo a approhenso da nMwnt
o leva-la a ra da Aurora n. 28, que serao gralifil
cados.
Dcsappareceu no dia 29 de maio do correnlg
auno, a eserava Homana, representa ler 40 aniim
pouco mais ou monos, baita do coriio, algiima con-
sa fula, fallando-lhe ot dente da frente cm cima,
criiiula.lmnrallanle.aqual foi pcrlcnrenle Maiioel
Lomes da Costa: quem apprchender, leve-* a ra
do l.ivramcnlo numero .13, que ser recompen-
sado.
Dcsapparcccu.donlem 13 de iulho,a prela Ma.
ri., de naeRo, de meia idade, eom os signaes senuin-
les : eslalura regular, cor rula, chela do corpo, es-
la pci|uena e onrugada.olbo, pequeos e empapuoa-
dos, borra grande, rulo meioromprido.fallagrosii,
peitns |ieqiiciins, barriguda, |semas linas, (em falla
do denles na frenlc, levou voslido saia de alandaii
azul e nova, camisa de madapoln, panno ,|;i Otsi.t
uoioeoni titiras azaies e brancas; a qual esrrava fui
comprada cm maio do corrodo ao Sr. .Manuel Vioi-
ra da Rota,morador om Tigipii.para onde suppe.sc
ler ido; pelo que roga-te as autoridades poliriae- <>
rapihiesde rainno a appreheusllo e a levem a ra dn
Pilar cm Pora de Portas, labcrna n. ill, que ser.lu
noncrosamcnlc recompensados, protestanlo teiiga,
nlior conlra quem a livor occullii.
i .mu mu i a estar fuido, desde 17 do dozem-
liro, oesrravu cabra, natural itiiAts, de nomo \|.
miel, reprcsenlaiidn ler 22 annos de idade, com ,
sinnacsseguiulos: estatura rentdar, mao c p-nr.in.
des, lendo o dedo grande do f liaslanlo separaiM
dos oulros, sem barba, roslo runipridn, olbos peque-
os, pal|iebras inetunlas, denles limados o falla un
pouco fanho*o; leudo furladu diversos ohjn-lo-ni,
valor de KHrjOOn ris : roga-te a quem pudor ap,
prehender ao dito eteravo. de o mondar onlrcnai a
sen senliur, na ra da Cadeia do Herifc n. 10, on
no silio do> sua residencia, em Hembra, em ii
do viiciro, quo promclle nralilic.u rom nene
dado.
Desapparecpu do ennenhn Hola, fregue/i
Etcada, no dia 7 do pastado junho, o eteravo Mas
tilias, cabra, de 35 anuos do idade, pouco mai. oii
menos, cor nao mullo fnbada. altura regular, tal
co. rara macra, maraas alias, ollint landos, lesb
um punco Inda, poma barba, lem falla dn denlo.,
lie bastante ladino, c lem aslucias de Iludir ; Iom.ii
roupa azul do alnidantinlin, um raplo volho sem
mangas, o chapeo de couro; foi etcrtvn da Sr. M.i-
galliAet, morador no Hrcjo da Madre de lleus : ru-
Ba-sc a captura do dilo cabra, c leva-lo ao dilo en.
geiiho, en ncsla praca a ra do Cld.injiron.il,
casa do Sr. Franrisro (liiiulino Hodrinues Kslcics;
en. villa do Hreio ao ronanandanle superior Pian-
cisco Alvos Cavalcanli (aiiuboim, que gcncrosamcii.
lesera recompensado. Este oseravoi let iimn fu-
ida o foi penado om raberciras de l'ajoii.c presme-
se agora tomasseoulro rumo, islo he, lomac pata
as parles de llonilo, Aliinho. l'anella- do Mirand i,
o S. liento, etc.
Desappareeeii na madrugada do dia l Ido pa
sado, dosilio do Canbcnnue, em Hebcribc, umes-
eravo pardo do nonie Hernardn, natural do serian
do Ir.sierlrncenlc a Vicente perreira da Costa,
que o romproii aotunliorts (^iininha v lillin-, n
quaes o liouveram do Sr. Jos Pastor perreira I.ima.
cujoeternvo lem os sicnafes1 segundes: cor rlaia.
acalioclado, cabello rorredio, barba cerrada, pi's ,1c
papanaio, lem um defeilo uo colovcllo esquerdo,
que qiiando dolna o braro, sabe o osso, que fui dos-
locado, lio do altura regular e srossura proporcio-
nal, he bom encarado c alegre, e reprsenla ter :nia
3 cuinos de idade: levou mil faco, o urosurM.
com roupa do pagem, Jaquel., cidra c rolllo un,
roana branca e de riteado para servirn, umanste
e um rli,i|,i-i, ,1c pello sem galilo : pede-so a- autori-
dades policiaes, ou a quem delle soulicr, o oh-cquin
de o approhiidcr c nianda-ln entregar asen senlior
un dilo silio de Keherihe, ou nu Hecife, no arma/ciii
da oscadinha, que alin de se paganini Inda- a- I, .
pe/as do sua apprcbensilo, te gratificar generosa.
mente a quem o apresentur.
Continua a oslar rugido desde o dia 2", de Ju-
nho n cscravo Julo, rrinulo, dn idado -Jl> anuo, con
os signaos sonuinles: alto, cor ptenlo e bem espa-
dando, cabellos polos peilos, or fulla,altos man-
dos o grossas, nariz chalo c grosso, carrancudo e feio,
da cara abocetada, suissas imponaos, agora esl de
rahellorortado o o cogote rapado a iiaiiilha, cout
pao, pelo rosto c lesla, qiiando anda be de vanar e
singando rom o corpo para oslados, falla gro*
pt grandes. apalheUdo. por j ter sido eamba
em pequeo, levou vestido camisa do auIapoli
fraucoza e caira lirauea ambas engommada-, ehap
de patita pequeo ; esle cscravo be COtlumado
tialialbar nos armazens daescadinha da alfanden
nas descargas elamliciu em deposilo deca v.io qual
do lem r.por a sabir, lem sido vislo cm diversos
lunares desla prara, Hairrot.llaitns.SanlaHila Nma,
quarla-teira da semana pastada ah pela alf.lldcgl
c.onicr-ando rom oulros, o honlem i do oureiile
nas Cinco Ponas rom o trajo aciniis declarado e alo
raleado para leroin-iio |wr-forro, elle lem calca ile
...... i- cores, camisa c Imla rolipa delle liuha fu-
ra de casa, advorle-se que esle prolo be cria de rasa,
naseido o criado ua ra de Sania Rita Nova, no-la
do a-si-lir a musir a noilc o aronipanlia, lem um
mano que so forrou pnr nonie Ambru/in o mora ua
loja do sobrado da rna deS. Iloni Jess das CrioVIts
e lio!.i os fundo- para ra do Calabouro Velho, su--
paila-e. que este prclo cslt acuitado em alguui lo-
are procurando quem o rompro, por lulo querer
ir para o mallo, c o aballo assinnado prolesla conlra
Aiisoiilou-so da casa de seo senbnr um MCra-
vo criuiiln, donme Kilippo, eslalura ordinaria, sem
barba, desdonlado, talla un lauto roura, peilos sa-
ludos para f.ia, pe nros-os com os dedos /amblldos
o sem iinli.-H, o com una marra de tenia em um
dos dedos mnimos dos mesinos pos : quem o pegar
lo\o-n a ra da Ponha, sobrado n. III, ou rcrolha-o
cadeia, que ser recompensado :
Ao aiiianlioeer do (lia flS dojiuihu dcsappare-
ceu um prolo crioulo do nome l.ui/., de Hl anuos
pouro maisou nieiios, levou um cavado alazn gran-
de, capado, com cangalha ; este prelo lem os cantos
da tosa muilo niaiulcs o as inacas do roslo muilo
salientes, altura resillar, be iiem fallante, o de-ran-
eado qiiandi, ralla ; lem maio uais prenles em C-
maro, o foi eteravo do lente Manoel Perreira de
Al.....ida que n mando, rendar nesla cidade do Re-
cita por Aejisiinho Pereirado l.occna quem o e.p-
luiai lor.ia biiudadi: do o entregar na ra Nova o.
:!7 a (euneilhor Joaquim Antonio dos Santo) Au-
di,i,ti', quo-oni No dia tl de junho provino, paitado, uetap-
pareceu da roa Formas, n, k, um eteravo, qoere-
preteolell.......i, pouco mais ou mano., de nome
Augutlu, clieiado ha pouco leuqio dn cimonbo, or
nm pouro fula, cutama quanilo ralla pi-iar rom os
otaos, nitor, regair, accee* do corpo, naru o borra
regulares,orellutl um pouro rurlas, quando falla |M-
pialquor pessoa que o Iciiha aroilado c prcleiulc
haver judicial ns das de teu terviro desde o dia de
sua ausencia a razan de 610 rs. diarlos, al o dia em
quo elle ro penado, o o aliaivo assinnado roa onca-
rocid.meota a todas as auloridadcs potlciae. o ca-
pitiea de campo e pessoas particulares que rostu-
inania pegar alguns escravos, que lanconi a. suas
vistas sobre o dilo prclo, alini de o pegarem e lev i-
rcni a casa do abaivoassiguadn na rna Aunu-la ca-
sa n. j 11 se pagar ludas as detpctas cun nene-
rnsidade.Joaquim Antonio tic Sanllaga /-,,.
A II do correule, desapinreceudoengenhu d(
Santo Amarinho, rreguczla da Varzea, o nenro Hci-
nanU com os sinuaossesuiules: reprsenla 21) a 21
anuos de itlado. bem fcito e bem prclo, denles bom
alvos, .loan.tainos na cara, alegre, espadaudo, ca-
ra carnuda, altura legnlar : quem o |ieuar leve ao
inciirionado eiigcnhu, que ser bem pao do scu
Irabalho.
Anula continua oslar lugiiuvlcsdc l. de mar-
ro do correle aiinn, do engenho de Santo Amari-
nho, treguezia da Varzea. o esclavo. Silvano i...... n
signaet tegulnles: levou camisa crcroula de algodao
do Ierra, representa ler 20 anuos de idade, rara um
pouro larga c lalhada, altura regular, nao falla de-
inbararadu, he almona colisa rula c lem lodos os
lentes: quem o pegar leve ao mencionado engenho,
quesera bem recompensado de seu Irabalho.
2050UU rs. de ralillcaco.
Do ahaiin assigna'do, no mez de junho prximo
passado, dcsappareceu um seu escravo de nacao, por
nome Sebasliao, com os signaos segundes:j ido-
alio, corno reforeado, pouoa barba, denles ah-
ulados, pos o nulos grossas, anda o falla limito do-
eado; levou camisa de alsodiio Iranradu de li--
1ra azul c calca de algodo azul; o qual cscravo foi
roniprado a senhora I). Marianua da Conccioo Pe-
reira, moradora na ra das Plores, c loeuleado a
mpra delle polo correlor o Sr. atciniciiln ; c ha
toda rerteza que ello anda tralialliando ncsla rida-
de c seus suburbios: rcrninmcnda-se as aulorida-
dcs |K>liciaesccapiles deoampo a captura do me--,
mo, o entrenar na ra do Crespo n. 1(1.
J. G. Mtilveirti.
Desaparecen no dia I-i do correle, dosilio
onde mora o Sr. Kduardo Tentn, na Pasagein-
da-Magdalena, o cscravo de nome Jote Pajado,
reprsenla ler til anuos, casado eom a eserava ni-
oula, Genoveva, que representa ler :l.i anuos; o
cscravo ho do altura regular, grosso do corpo, pa
cambados para dentro, falla grossa c rouquenha. Im
imiilu renrisla e dado a valentiio, levou vitlldocal-
cio cambia de algodaa ritrado americano d. IMrat,
o a eserava he alia, reforrada, lem falla d'e denlos
na rrcnlo, c una cicalrir. cm o lado dircilndaca-
lioea, proveniente de pancada,-fullas mancas, arpai
osolhos no rlian, lovarni toda a ruOpu que liiiliam.
Inlga se rerciu seguida mlrailn,datorlila doR-
rlioda Itiinida, ,\,- onde foram do Major Vulro:
Roga-t. por lano a lodas as auloridadcs poliriacs,
.capillo, do campo, que os aprehendam em leven
a_ ma di (Jiiarleis n. _'l segundo andar, qnete-
ro bem recompensado-.
Pera.i Ty>. a. M. r, de Farla, 18"


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