Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03211


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Full Text
ANNO XXXI
TERA FEIRA 5
DIARIO DE
I>E JUJLIIO DE 1853.
N 147.
PMMMM
PH.E90 DA SUBSCRJPtJAO'.
Subscrevc-so a 1S8000 poranno, e 4000 por
quarlel 1*1 adianlado, c (&M0 por quarlel palo
vencido, na casa do seu proprietario, M. Figiifira
ilc Hara, napraca da Independencia. 11. 6 o 8e no
Rio de J. casa doSr. JoaO Pereira Martina..
Baha ona 1'. Duprad.
Macelo 000 Joaqiiiiii llernardo Mondonea.
r.n.iiiiiM Natal o a a Joaquin lunario l'crcira.
Aracaly Anlonio de Lemos llraaa.
Coara' a a a (uilhcrmeAuauslo de Miranda
Maranhao a a a Joaquini Marquen Rodrigues.
I'.11,1 a a a Justino Jone Hamo*.
CAMBIOS DI DS JDXHO.
Sobre Londres '28 X
a Paris, 337
o Lisboa, 95 por cenlo.
METAX3.
Ouro.Oncashesnauliulas. .
Mocdas do (HK)\ clhas
,;o i.-'HMii.iv.i-
.i de SOOO .
Prala. Palaoics brasileiros. .
Pesos roluilllinrioS .
a mexicanos .
Aeeoes do Banco. .
Descont do Lellras .
299.VW
IMKX)
loJIHIO
iWJOO
1*910
il0
1800
10.%
'i.ill
NOTICIAS ISTRANGinUS.
Porlimal . 1 do Jim. Austria. . . 4 de Jun.
llcspanlia . 9 de Suiasa . . 3 do
Franca. . 8 ,1o 1. Inglaterra . 9 do
Blgica . . 5 de Suecia.. . 30 de Mniu
llalla . .ido" E. Unidos 28 de
Alemanha lili > Mlico . . 22 de
Prnssia. . 3 do California . 15 de Alir
Dinamarca . 1 de Chili . . 2 de b
Russia.. . 28 de Maio Ilenos-A. . 2 de Jun
Turqua . . 2ti de Montcvidei . 5 de
NOTICIAS DO IMPERIO.
Para'. 19 do Jimho
Maranliao 19 de
Ceara'.. H de ii
Paraliiba 27 de a
Alagoas 18 do
S. P. do Sul
Minas. .
, Pauli
3 de Jim.
5 de Maio
6 de
Hile Jimeirii I i de Jun.
Babia.... 18 do
PARTIDAS DOS COIVIHIOS.
Olinda, todos os das.
Victoria, nasquinlas feiras.
Caruar, Bonito c Gar.inhuns, nos (lias 1 c la.
Villa Bella, Boa-Vista. Ex e Orirui y, i 13 e 28.
(,01,nina o Paraiiilia, segundas c sextas.
Nata), quintas Iciras.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. S. Isabel
rainh.i.
"> loria. S. Fclomona
v.
6 Cuarta. S. Donfin-
gaa v. m.
7 Quinta. S. Pulque-
rtj v.
8 Sexta. Ss. Procopio
PrisciUa.
9 Sabbado. Ss. Cvrillo
a Bricin.
10 Domingo. S. Silvano.
AUDIENCIAS.
Tribunal lio commercio.
segundase quintas.
felaeao'
tercas c atibados.
Fmula
(erras esextasas lOlioras.
Juizode Orphaos
segundase 5. nSIO horas.
Piimeira rara do cicel
Ierras o (i. ao men-dia.
Srt/iiuUacara lio cicel.
quartasc sab. ao ineio-d.
Junbo 28 Quarlo mingoante as3 horas 1G ni-
utos e 37 segundos da maniata.
j iillm 6 La nova as 8 hora, 17 miuulos c 37
segundos da maullan.
n 13 Quarlo crescenle as 7 horas, 15 mi-
nutos e .'14 segundos da tarde.
1 20 La Hieia.it>, (G miuulosc 4 segun-
dos da larde.
PBXAMAB. DE HOJI
Primcira as 3 horas c 12 minutos da tarde.
Segunda s4 horase (i minuto-il.unaiilii.i.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Exped! do da 2 de Julho de 1853.
Ollicio. AoExm. presidente do Ccar.i. devol-
xendoijulgailo pela una de iu-lirn o processo xcr-
I1.1I do soidndo do mcio hnlalluio daquella provincia
Francisco Pereira da Silva. Tiunboni ilovolvcu-sc ao
E\m. vice-presidcnlc das Alagoas o> processos dos
soldados doolniobatallio de infantera Ignacio La-
listo e Jos(; Soares de Miranda. .
Dilo Ao commandanlo dal aunas interino, re-
rr.mniciidnndo a expodicHO de siiasnrricns, para que
agora mesuro sejam aprescnladei ao dcsciiibargarior
chore de polica tres proras de cavallaria, alim de
csr-ollnrein at .Nazarelh o preso Manuel Pereira de
Moracs, que vai ser.rcninviriu pura acaricia daquel-
lc lcrmi>. -r Cnimnuncou-sc ao referido ileseniliar-
gador.
Dito A llicsouraria de fazenda, inteirando-a de
haver oiliciado ao coronel roininaiidoiile das armas
interino, atlm de designar una pessua para loi-.nr
rnnl.'rin ambulancia que aquella llicsouraria man-
Inu apmmplar |air llarllioloineo Francisco de Sou/.n
i-......lo.liim .1 colonia militar de Pimcntoras.
I o/-u n ofllcio de que se Irala.
DiloA inesma, eomniiiiiicanilo haver concedi-
do lio- 111c7.es ile lironca cun ordcnailo ao secretario
da presidencia, para ir a corle halar de sua salido.
Dilo A moma, recomrooodando a expedirn
de suasordens, para que na alfnnricga dala cidade
sejam despachadla sculiisde dire(o*300 barricas do
ccmcnlo romano, viudas de llumhurgu un brigue
llerlhn, as quaes o inspector iln arsenal de marinha
ronlralou com N. (I. Biabar & C. comprar pelo pro-
jo de 5 cada barrica paru oontinuaein das obras a
rargo to mesme arsenal. lulciroii-so .10 referido
inspeclor.
Dito A mesma, para que .1 villa do pedido que
rertiellc mande adianlar ao lorenle coronel commnn-
daulc doiiuarlo halalhaoilarlilliaria a pe, confor-
mo reqiiisitou o corouol commandanlo drs armas 111-
lorinn, 1 nnantia de I:lo? para occeprrer no pre-
sente nin e no -le agoslo viiulniiin ao* pan......I.....*
das pracasdo mesmo corpo, qiieseguem cnidiligcn-
dl an centro da provincia. Coniinunicoii-sean
mencioiiiiiln coronel.
Dilo A moma, inlciranilo-a de haver concedi-
do i llcenca de iros motea cora niele sold, que soli-
rilou o capillo do quarlo hnlallo de iiifanlana Jo-
t 1.111/Toixoirn Lupes, para ir a provincia do Ma-
ranlian. Igual ronimuniracln se fe/, ao coronel
ronimantlantc das armas iiilcrino.
Pilo Ao direclor das obras publicas", para man-
dar comprar, ilo proco indicado fin sen olclo n.
221, os cen inilheiros de lijlos de alvenaria un-1.
de que preria a obra da casa de dclcncao. M- Coin-
niiiuiroii-sc 1 Ihesonraria da fa/einla provincial.
Dilo Ao mesmo. acensando recobida a eoplal
que S. me. remellen, do conlralO que celebren rom
Star ,\ C, para ronslruc(Ao dos dous reservalorioa
do Tolba de ferro galvanisado panf deposito d'ngua
11.1 casa tic iloionoao, e declarando reapoalaque
approva o dilo eonlralo.
Dilo Ao commandanlo superior interino da
guarda nacional deale municipio, inleirandn-o de
haver, xisi.i de sua informac'o. deferido lavora-
vchiienlc o roqncriinenlo em que o nOROCianle nia-
Iriculado Viceule Ferreira da Cosa piala dispensa
doservijoda inesma guarda nacional para o sen
caixciiti Manuel Jos da Silva l'.ui.....rae-.
Dilo A" llicsouraria ila l'.i/einla provincial, para
une v sli do contrlenle cerliftcadu, pague ao ar-
riinalanle do 22.- lauco porlanria da prlmelra preslacSo a ana i>.....Ilrollo,
por ja ler folio a lerceira parle das ulna- do SCU con-
Iralo, Conimnnicou-se ao director das obres pu-
Micaa. ,
Dilo A mesma, lliicndo em resposta ao tenor-
licin. 283, que ponba d.....ivoein hasta publica a
Impresdo dos (raballioa das reparlicOes, pfovinciaea,
ponderando aquella Ihcsouraiia as ra/es porque 11.10
apni.....rni lidiantes a es-a 1111.....alacao.
Dito A mesma, rcronuiicndaiiilii que, .1 Mita
docompelenlo cerliOcado, pague an arremalanle do
21.- lauro da estrada da Victoria a segunda presla-
rAoaquc lom diroilo por j ler frito dous tercos
da- nlirasdo -cu contrato. l'arliii|iou-se ao direc-
tor dfts obras publicas.
Dito Ao juiz de diroilo da segunda vara desla
cidade, inleirando-o de haver Oipedio nrdein ao in--
......torda ibesoiuaria Je faienda, para quinto antea
leaiguar o empreudo qoe S. me. rorjuuta, aflu de
amea n
auxiliar nos evale-a que esl na Ihesouraria pro-
vincial. Expeilin-se a inilein de que se traa.
Dito Ao jui/. dedireile da comarca do Bonito.
__Em r'csposla aos seos odelos de 20. 'i o 27 de ju-
nlio lindo stlli n-. I", II e 12, nosqoaeslrai onieu
tiinlieiiiiioiilii as orciirienrias quo ulliniuniMllc se
ilii.un entro o cidaddo Pedro l'eircira l.eile. Icrcei-
ro supplenla do delegado, e que se achava em ejer-
cicio, e ocoinmandinledo reapecllvo daa*.....cuto,
lenho a oiiiiiinuuicar-llie, para sua inlolligonria e
direccaii que,|>or pin laria|tlo 2S .lo passado resolv de-
niillir ao'dilo;Peilro Ferreira Lcile, c que por inic-
iarlas de 30 do dj.....e/. demllli, nao so o delegado
ib. le 1110 des-a comarca Zolerino Velloso da Silveirn,
nnnwando em leu lugar o ni/, municipal Uellliio
AuRosloCvalcauti ao segundo e loncho -iipplcnlcs, liramlo como pri-
nieim supplenle Jos Joaquim lie/erra do Mello, se-
gundo Jos Anlonio da Poieiiiiiciila l.aage. o Icrcel-
ro Virginio Casado Lima. Esperando de Vmc. n.....>
primoia auliiiiilaile da comarca lodo ozeloonle-
resse pela quieiar.in don nimos que porventura pos-
saui ncbar-sc agitados, o Indo oeinpenlio pclamanil-
lenco da Iranqiiillidaile publica, reciiimiieiido-lbe,
nue acerca de taes oecurrencia lJ de proceder
ollicahncuje contra qiieni de diroilo for, para que
fados do tal iialiu e/a nao liqnein impunes.
r.onvm oulrosim ronuminicar-lbcquo uesta data
fuco |ra all seguir un destacamento cominarulado
pein capillo do quarlo bolalhao de arlilliana apo
(".arlos de.M.raes Camiso para render o destaca-
mento que all se cha, e faie-to soguii para osla ca-
pilal com o alferes Joo Bbianuo de Castro, que lera
le responderte |>clos furtos deque o arge o delega-
do, c de que Vnicja/. lamben) mcncAo nos seus ci-
tados olllcios. .
Com as nslrureocs dadas an mencionado ouicial,
c de que Vmc. lera iinlicia, esporn que a pal. do-s
comarca se conservara inallcravel, rumo hede de-
aejar.'__Ofllelon-ae a respeilo aejuiimunicipal ii"
lermo do llonilo, ao promotor publico o a cmara
municipal.
lnstrucco'es qoe se refere o oKcio adra.-..
O Sr. cpiliio Cari", do Muraos Camisin-cgiiiiii
logo para a villa do Bouilo, alini de render o ilo-la-
eamenlo qoe all seiicba,e faze-lo seguir parosla
rapil'ai rom o alfere que se neba preso, dcveiulo ler
i necessaria caulcla e prudencia no ciinipruncnlo
tiesta roinmisso.
(Iilo-lacamenlo leiu |>or fin auxiliar as autorida-
des policiaes das Ires comarcas do llonilo, llrcjo c
(iaranlums. no-entiilo de conservar a pal publica e
de prender os criminosos que por all se acbarem
lisiados. Pura oque dexcr o ileslnraincnlo rulo se
ieixar licar estacionado em um so lugar das tres co-
marcas, masdever iiernianeoer c demorar-sc om
qualquer daquellea em que asna presenca so lomar
necessaria para o ("un cima dilo,
(I cnnimandanle dodeslacarnenlo devera, porlan-
lo,.roiiservar-secm frcqoenlc rorrcs|H>nilencia ooiu
i- aiiinriilailes das (ro-1.......11 ca-, acudindo prompla-
inenlc an sen reclamo, o parlicipando direclainenlc
loilososscusmovimcnlosao go\crnoda provincia.
Em qualquer lugar das Ir- comarcas,onde aclual-
nienle lioiivcrcnioiilro- pequeosiloslacamenlti-, ni"
sern t'lli~ conservados se nSo quando o ennunan-
,liilcdoile-laii,menlii,a queni -Jodiida- spresente*
iiislrnrcos (tle accyrdoconi o delegado respectiva
nknilic ipio-rinalli alisnliilaiil....... imli-pon-av h. ;
poiipn .mi.oh.nin ti- l.ns logo reinar para osla
capital, dando parle a auloridade policial do local,
nqueio oslas-oran ,tni'-i'iilaila- paro -en conheei-
iiienln e inlelli-i i" i.
(aunpn lu.lmenlo, que ncommandanlo do des-
lacamenlo ioferme ao guxeriio qual 0 salado cin que
:irhai-osileslaranienlos, que oiuonlrr nos luidles
las lie- coniarci--ol>rodila-,
Porlaria.Noineandti.de conformldail com a pro-
picia ilo deseinbargailor ebefo do polica interino, a
Cirios Marlins de Almcida e JoAo da Cruz Fornan-
des de Son/a, aquello para o cargo de subdelegado
losegundo dslriclo da fregueziade Marangiiape, e
esle para o de primeiro supplenle do subdelegado do
primeiro dislrirlo da mesma freguezia.Coinmu-
nicnu-se ao referdu ebefe de polica.
Dila.Ao agente da cnmpauliia das barcas de
vapor, para dar passagem, por Contado governo, no
yaper Mui'unj, para as Alagoas, ao desertor Agos-
linliode Souza Castro, a pura a Babia, aos soldados
Francisco Severino c Antonio Joaqiiiln, osle desertor
do segundo halalliiiode arlilliaria ap.c aquella per-
leuceiilo acompanhia de invlidos, osqUnca sern re-
meUldoa para bordo polo ctumiuiiitlanle das armas.
Communicoii-sc a esle.
Dila.Aome-mo, para dar transporto aleas Ala-
goas, por cunta do gou'rno, a Salvador da Silva,
que tevebaxa do servicodocxcrclo.
HDsTAjlT
Tcndo S. -Exc. o Sr. presidente da prov incia ou\ -
do a directora do Ibealio publico don Sania Isa-
bel c resolvido n da-lo |M>r nova enipre/.a, man-
da fazer publico as coinlices ruin que esl disposto
oeleluar o respeclvo contrato. Silo ollas as sc-
guiulcs :
I. (i emprezario obriaar-se-ba dar (> reprelen-
lacrs dramticas em cada omdos mena do seloin-
I bro, uulubro, e noveiubro, o una aomenlo em 2 tle
dc/cinhro to crlenle annn do IH53, aim como l>
niilra-repre-eul.tco- drainalieaa Ikm r.io/e- de mar-
co, abril, maio o jiinho de 18.51.
2.1 1-211 j cada um tlus me/o- cima mencinnndns o-
blignr-se-ha u onipre/ariuii apre-eular em -cena ;(
poca- novas, de 3 5 arlos, anda njo roprosonra-
das nesle Ihealro e 3 de Ilacios, com msica, ou
-om olla.
3,s Oaacloreaqiie cnirarem em arena doverio
-ir i>. niollinii- quo o oinpio/aiin onconlrar nu ues-
ta cidade, ou fra detla ; c em raso ncnliiim |mde-
ro -ei despedidos sem aulorisaco da diroclorla do
Ihealro.
I." Nos das de grande gala ou fesla nacional
obrgar-se-ha o empresario n dar aomprc nina poca
nova, preleriotlo a mitra qualquer um original bra-
.-iloiro, havendo-o.
5. Obrigar-sc-lu o omprexariodurinlo 3 ine/.c-
do sen contrato, variar o. ospectatuln- dodeelama-
oaiicnu peilaco-ile eneras bem OSCOlhldos, ou rom
algiim corpo tle baile.
6.a Oempre/ario obrigar-sc-ba a fa/er represan-
lar 2 dramas originaos brasileiros, quo forem appro-
vndspela direcloria dollieatro, ea pagar o premio
que a-seus autores for mateado pela mo-iiia direclo-
ria, al a quanlia de 300J is. por cadi.....i.
7.-1 O cinprezariunbiigiir-se-lia eslnbolecer no
lliealro tuna e-cola normal llieociraepralca de rec-
ia pronuncia c iingiingcm, rudiineutosbsloricos ne-
ces-arios aosaclore-, edeolaniaoan |iropri.enlo tu-
la, para todas as pes-na- de ambos ce sexos, que a
quelram frequcnlar. labondo lr c cscrever, o nao
lendodefeito orgnico. Esta escola licam annea
ao conservatorio dramtico logoque olise instaure,
e -or.i parle Integrante dello.
8.H Emquaulo o con-ci valurin dramtico M lisia
instala, Rear a e-cola or.....I de que Irala a condi-
ciio7.n, sob a vigilancia c iii-peccu da direcloria, a
qual so entender com o empresario pan, a sua ere-
ario, assim come para scorganlsareni es regulaiuen-
tus precisos.
9.| Oeniprezaiinolirigar-e-liaa dar um benon-
cio extraordinario em favor do Monte Pi nrlisllco,
,pie lleve crcar-se com a fiinilac.ao da e-cola nur-
iiial ilotlooiaiii.uo. nuera favor tic qualqueroulro
o-l.ilioloiiinonlii pin ipion governo assigliar.
IO.s (i emprezario obrigar-ac-ha por em arati-
ca lo.lo- os seus earorcoa para conseguir contratar
pnr3 me/es nina eompannia lyrica que posea levara
-cena ai operaso-culliii'.i-, que csflvaremdo necorda
com a capacidade do ihealro o > goalo'/db publico ;
mas esta companhia nanpuiler.i ser cranosla ,1c mo-
nos de 7 cantores, assim-distribuidos ;* urna dama
ali-oluia soprano ;urna segunda dama ;um te-
nor ;um baixo absoluto ;um barylono caricato;
la- seginnla- parios do genero masculino.
II.-' Sanio for pn-ivcl ao emprezario contratar
a companhia lyrica de que na eoudcao auleceilen-
le se fai ineiico, senaoo......e/es diversos d'aqucl-
lesii que se obliga aliar especlacnlos, lomarse os
meces em que a companhia lyrica Irabalhar o lu-
gar il'aqucllos que licam iiienciunadns na condi-
cilol.'
12." Os procos tic entrad! para nllie.'lro, as noe-
les de espectculos dramticos, serio n- segiiinles.
Camarotes tle I. ordem, com qualroentradas,
(i-IHIO rs.
Camarotes tic 2. ordem. com as mesmascnlra-
das, -'i rs.
Cnmarutos de 3. ordem, com asmesmas entra-
das, JSOOO i-,
Camarote* de i. nnl......rom as ine-mas entra-
da-, 19000 rs.
Ciitleiras, nu platea superior, 2-vOtKl r-.
[latea gem, lyion rs.
Proco deentrada noedillrio do Ihealro, IclHKIrs.
Nal nuiles porem em quo e-poolaculn- inroin Iv-
rii n-, pinler u emprezario augmentar o proco dea
camarotes, al 25 por cenlo omento.
13." Nos tlas de espectculo dramtico ou Ivriro
ningucm podor" entrar no calllelo, a eirepsno doi
empregadoi o autoridades eompalcrile, aanique es-
toja munido de um carISo de entrada.
I*. Fica livreao emprezario conceder os bcncli-
cinsqne jlllgar Convenientes an- aclores ilramalic.i-
oii lyricoaquoengajar, porem nunca inai-dcN, do-
rante todo o lempo da sua empieza.
I5.| o empresario receben! da llicsouraria pro-
vincial o sub-iiliii de 12:001!:- rs., que foran volados
a -ii-ioniac.inilo lliealro publico pela.asseinblea pm-
Vinclal.....nnnoscenico que vai correr. Bala quan-
lia lera repartidae oagaem tintas prosincn-, quin-
tos -o us mc/.is om que o emprezario se obligar a
tlar espectculo! de um ou oulro genero. Alem
deslasuhvenoiio, obriga-sen gnveinna mandar pa-
garan empralo maisAOON r-.. em cada um dos
mena om que a eompanhia lyrica irabalhar, depen-
denloromluilo oslo ntfvoioceorro da approvacoda
assembla legislativa provincial.
I(i." A cobranca do cada prcslaciio nicnal pelo
emprezarinm pndori ser feila em visla de um al-
teslado dadirecluria do tlicalrn, iinqual se tloclarc
que elle cinprcrarin ciimprio no respectivo me/ as
condici'ies n queso nbrigou pelo eonlralo ; o e.loal-
loaUldoa poderu ser requerido i directora apresen-
laniln--e-llie nutro to respectivo ailnuiii-lratlnr, no
qual esle declare que as roupagem histricas, lleeo-
r.icos-cenica-, movis de madeira, luslrea, Bvidroa
iiii'iidn- que a ndnlinislrarau fmneceraao empreza-
rio, duianto o mez lindo, llic fur.nn restituidas, e se
acbaniein bou)estado; iiiquecni lugar d'clles for-
uecera o emprezario oulro-, ou o son Importo, como
lio abrigado pelo orligo IG .lo respectivo regula-
meuto.
17. Debiiixo de prclexlo algnm pnilern o empre-
zario maudayiinlar novas vistas sobre o- bastidores
qoe oshloeniTTso ; aolcs cada vez que o exigir o es-
pectculo fornerera o Ihealro de noves bastidores o
decorar srcuieas, correspondentes ti a.-i.-i1o histri-
ca uiic'livcr do representar-sc, como he expressa-
nienlc obriuado pelo arlgo 15. S I- '1 mesmo regu-
lauicnlo.
18." Alem dos camarotes que so arham reservados
para a direcloria e noticia do Ihealro, tirar., o em-
prezario obrigado reservar lainbeui, din ante a -na
empresa, o de n. 1 da I. ordom, para o rrspeclivu
administrador, para que elle Icnlia um lugar lixo
mulo possa ser proeuudodurante asreprcscntariVes,
cada ve/ que i--o for noceaaario.
I'.). O emprexarlojujeilar-ac-lia pelo eonlralo as
aegotolei mullas'
comeco, ou proseguir m
lo,o gilvo, tu. podara resoft
Kiiriimamiill.....I l:i*m-
ulu ,'H'nuii I .dallara derc
pagara nina mulla de
nin
id cao
I1'
una
5.n Nilo cnmprii
mulla de l:(K)0!> rs.
(i." Fallando a alguma dasoulrascondes paga-
r urna Huilla arbitrada pela direcloria, de .503? al
KIO31IOO 1-.
20." (I emprezario (icara sujeilo a lodasas dispo-
sices du regulamento de 23 de Janeiro tic 1853 quo
lliu dizein ro-|ieilo, ciiirercrern, alem tlisso, nina ga-
ranta de I.VOOI rs. pelo importe das mullas que.
eoino acuna i
ibseamuhiK
regulainonln,
uoprevisla-,
ou luforluuiu
di-so, (em de obrigar-se por todos o:
revenidos pelo artigo lli do referido
o nnalmenle polos prejuzos nn fallas
i qne der causa, pin sua negligencia,
pessoal. Ksln garanta ler |>or lia-
duros dous negociantes desla praea, osquaes -enbri-
garo, |>r suas pessoas o hens, a salisfa/er asquim-
liascmqiio fin em calculadas as infraccois do em-
prezario, logo quo pela presidencia Ibo forem exi-
gida-, al a referida aosnma de 15:0(^1? rs.
Por (anias peasoaa queja iilferereram propostas,
e lodasas qua quiercm cTmiwiir, deverlo compa-
recer aln dia 9 tlnrorreule, na serrolaria to gover-
no para declarar seus Hadares, pota quo ser prefe-
rido na empresa aquello que meihur garanta de ex-
acucio liniiver de ollerorcr.
Secretaria (lo governo tic Pernamhuro, 1 de ju-
lho do 1853.J'iiniuim /'/res Marhmh Portilla,
ollicial malar servindo tle serrelario.
liWOvl-
COIVIMANDO DAS ARMAS.
Qti.inel do encunando das armas de Fernant-
buco, na cidade do Recite em 4 de julho
de 1853.
OIVOJJM DO DIA N. 8.
O coronel roinniaudanle tas armas interino, de-
clara para os lilis convenionle-, que a presidencia
tiesta provincia conceden pur portal ia de 2 do cr-
rante, tres meaos do llcenca com meio toldo para ir
a prnv incia do Marauliu ao Si. capitn do quarlo
halalliuda nfanlnria.addido an i.' de arlilliaria a
p Jos Lula Teiveira Lope-, segundo ciiiislnu de nf-
licin da referida dala. Manuel Muni; Tatartt.
INTERIOR.
i:
mo iLir
, .#.
ii .i p.-lrai
i.- N.iu pouend
cnmprimoni i do
dilo, e nbriga-lo
2, N0 proenoli
cebar a preslaco incnsal
20H-J rs,
I. \"preen. liondn a condieao 2." licar.i-uji-ilo
a una mulla de 200 r. por caita talla.
i.i Ntitiiuipriiiilua ciindicaii l." pagar200-1 rs.
de Bolla.
mi) ni .i .u.iiio.
CMARA DOS SRS. DEPUTADOS.
SBSSAOBM i DE Jl Mo DE 1853.
Presidencia do Sr. Maclel Monielro.
Sniiimario.Expediente. lcicao ta mesa. A-
pro-enlaco de projeclos. Diseu-sin du vnlu de
uncus. Discursos dos Srs. Dulra lloclla c Pau-
la aplala.
Balando ris 11 horas manea um qaarla reunido
numero legal, abre o Sr. presidenta a aaaaflo.
l.o-seeiuinriiva--e a acta da anlecedenle.
EXPEDIENTE.
Fm ollicio.lo Sr. depiilado Jos Agoslinlio \"ieira
do Maltes, parlicipando nao oomparecer a- aaaaOea
pur calar .le mijo pela roorle tic scu -ogro. Mau-
da-o ijcsauojar,
i) Sr.. t/irir/io para una rcolaiiiacno I: Sr. pre-
sidente, o Jornal llin. da cana, Ira/ buje nina inoxaoliilao milito unta-
vol, e que o-la ailgu-l.l rainara nn tleve pin forma
alguma snnceionar. Roflro-me an Anal do dheurao
to liebre depulado pela nrovinda ib Binwln.li.....i-
ro. quo ni mi om primeiro lugar contra a rwposla n
falla to llirono, e lerel o que diz o Jornal :
tt ii Sr. sni/n tbalo : lenho concluido,
o < Sr. Barbosa: Justlllcou complelai......te o
acln do governo. iVilo apniailos.>
it o,si. Dnirii ttocha : Bdbculio a resposta
falla to Ibrniio smenle com a quo-ln de estrada do
ferro.
t Mni/OI Srs. DeputadOt: Discuti mullo
bem. .
A cainara, que atlenlamellte a-sislio irtii Id o dis-
cursodonahre depulado pula llin-tle-Janeim, deve
oslar inulto hollinada tle que o Jornal do Commer-
cio Ira/ n linal du discurso qup acabo de referir o-
soncialmenlo dluorentedo que se paaran realmente.
.//iii/ic/os.
A .eiilatlo he o-la que vou expiir : i.luanilo o
uoliie depulado pele Hio-tlo-Janoiro acahoii osen
tli-i iii-n, pacot o-nie que sil leve um ou dona mam-
broa da casa, rcpreacnlanlea poi Pernambueo, quo
Ibe deram sigues de aaaenlimonlo.
I) Sr. I-uncir ilr Mello : Muila gonle.
II Sr. Iiirii/in: Sti foram esses dous -enliiires,
sonrio um riclloso nobre depulado...
IISi: llei/n Borrn: Isso om nada iiilluo.
i'Si: Aprigio : N;iiio-ltui diiendo que Influ ;
rslnn roslabelorendu os faclos laos qilai-s succeilc-
ram, a que foram aa nicasadheaOaa dos rioosSre.
represciilaillcs pela provincia da l'eriiaiuliuco ao
discurso do nobre depulado pelo Uin-ric-Janoiro, o
nin aonliinenln tpia-i goral aodilo do uolirodopu-
ln.lt> pola prnv incia do .Mina--Iionio-, aconipanliado
do mullos apuiatlns, o que dinero mullo do que
aquillo que aqu se di/, un Jornal, islo lie, nlo
apoiadiis. Do|his fui que O 8r. Dulra lloclla expri-
mi algun. niilros coiireilns que pruiticaram con-
le-lacc.
Esto hoque he o fado; o Jornal nao da idea
exacta to que acnulecou ; o julgo domen riever, co-
mo incinliin ta cmara, laxar o-la roclaniac.ii>, pe-
ilimlu a V. Exc. que, se for pussivel, d alguma
providencia .ilim do que nao soja Iransviatla a opi-
nin publica rom soiiiclbanlos inoxaclides. (Apout-
iln-.'
ii Sr. l'iisrnneellos para um pedidot mesa :
Sr. presidente, logo nos primnos dias da sessao
presente! um projoeto obro bbpadaa asaignado por
iiiiui, c por alguna ilustres collegas, e mauifeetel o
desojo da que, alientas as suas dispu-iciio, rOaaa
adoptado esto anno; mas como anda tilo fui dado
paraa iirdein tlo-dia tlopoisde 20 o tantos dias tle
aprcsonlaeao, peen i V. Exc. se digne oll'erec-lo i
consilcraeilo ta casa, para icrmos o que merece, se
a sua approvaco ou rojecao.
I) Sr. Prttiiente : Bsse projeclo nimia nao fui
nipresso e ilislribnilii, pin i-sn niin lem sido Jado
para a ordem do dia; mas o imbre depulado aarj al-
lenilido opiiorliinamcnlc.
PRMEIRA paute da ordem do da.
fMfo ta maaa.
Proceder deleito para nomeacio de praaidenla
e rerebenv-so 80 cdulas. Salieelello o Sr. Maeid
Mooleiro com 5'J votos.
Soguc-sea eloic.io tic xioe-presideulc. Uecolliem-
sc 7 redulas. Sabe cloilo o Sr. Luix Antonio Bar-
bosa rom 57 votos.
I'inicilo-sc iieleicao rio secretarios. Itcrolhein-sc
77cetlulas, o sabein eleilu- os Srs.:
Paula Candido com (>i volos.
Siquoira (Jueiroz i> .50
Juguarlic. ; il> >>
Paos Brrelo. >> 16
llavtiiilo empale entre os Srs. Pars Brrelo c Ja-
guan, a surte decide que soja lercoiru son i-l.nn> n
Sr. Paes Brrelo.
Supplcnles os Srs. F. Ocliix inno el'cixcira de Ma-
APKESEMACAO DE PltOJECTOS.
Silo juhjadoa objeetae de dcllberaeao e vilo a im-
primir, para cnlrar na ordem dos Irabalhos, os se-
guales projerto*:
o Aassomlilcagoi.il legislativa resolvc:
o Arl. I.- Sao concedidas i provincia de lloyax
qualro loteras, que seriio cxlrahidas na corle, ron-
forme o plano das concedidas Santa Canaria Mise-
ricordia.
it Arl. 2." Oprodurlo dcsl.is loteras ser posto
o lspoiirao do presidente da provincia ^dividido
em qualro parle-iguaes, seio applicndas : nina
ronslrnceao da mnlri/. da villa do Sania Cruz, unir
conslriircno do novo hospital da Candado to San
Pedro de Alcntara, eduas para tamauiei pnbres.
o Paco da comara dos depiilinlos. eni3dejiinho
ile 1853. Antonio tle Padna ITeurv. Uacouc-
go, Feliciano Ji Leal, u
i. A assembla goral legislativa resalvo :
' o An. I.- Fimiii fic.idii- na provincia de Coya
mal ilim- o.illi'gin-eloiltir.io-: .....se li'llilii.i na vil-
la .id Pilar, romposlo dos eleitorea da- frcgueaiai ii
Pitar, Craiiiz e Amaro taeilo; oulro se reunir no
.iriaialila Cimcoic.i, ninipidlii do- oledores da fre-
L'iii/ia du dito arrajal.
a .Pico da cmara dos deputados, em 3 de junho
do 1853. Antonio de Padua Fleiiry. O couego,
Feliciano Jo,c Leal, o
A asscmbla gcral legislativa resolvc:
ii Arl. !. Fica prohibida a roncees de privile-
gios para a uavegaciio a vafor lias aguas da haba
to Rio-dc-Janeiro c prov inra do mesmo nomo.
ii Arl. 2." Os acluacs privilegios, nina vez ex-
linclos |ior qnalquer principio, mo podcrilo ser ic-
novados, qualquer que sejn o pretexto.
ti Paroslacmara rios ilopulailos, em .'lilcjunbo
do 1853. Joo Mimoel Pereira da Silva. Joao
Anlonio do Miranda.
Val 4 ronunissao deslalislca, a pedido do Sr.
Miranda, aseguuleresoluc5o :
i Alein. 071 rie lli do -eloinliru do 1852 dcler-
mina que a provincia rio Cuiah.i livesse qualro col-
leg.
ti Creouella um collego na villa de Nossa Senho-
ra daGonaalcRo de Alluiquerque.
.i Besa villa que havia sitio ereada por Ici proviu-
eial ile 5.le julho ric 1850, ricixou dcoxislir pur-le
provincial de 17rio iiiriin rio IS5I, e as freguezia-
tie Miranda e tic ganl'Anua da Paraahjjha paaaaram
a fa/er parte do municipio da capilid. A Iregiio/ia
ilc^VIbuquerquc nao piale ronsliluir um collego
por.-i -n.
tt Crciiu mais a mesma lei un enllegin na x illa ric
San-Lu/, rio Paraguav, compo-to dos eleiloros de
San-I.ui tle Matlo-llrosso o Pocon.
ti Essa villa era a anliga freguezia do Villa Ma-
lla, c sendo creca por virludc da loi provincial do
A tic jiinho rio 18.50. tleixuii rio ovislii em r.msc-
ipieni ia da lei rio 17 rio junho de 1851.
ii Es-a freguezia rio tres eleiloros, Pocon 13, o
Mullo-Crosso 10. Filia be buje prtanlo apenas urna
liegiieziii de Pocon.
ti Sendo Pocon cabera da segunda comarca, e
dando 13 oloilmo-cnino licor dola n colteuio.e iriiri-
gar os seus eleitores a se rem reunir em mu ponto
militar, qucsii d3eleiloros, qual he a villa Maria.'
ii Domai-, cun que iililiilale so ha de obligar os
10 eleitores da anliga cidade do Mallu-tiros-u, que
deve ser rouservadu, einquanlii all se piiricr elle
reunir.
t. A le iwrlanln ric 13 tic selenibrnile 1852 sauc-
ciona un grave iiicouvenienle, que arretlarn das
urnas 2(> eleitores nelo menos.
n Um ofllcio iioiinnriiiiii presidente da Cuiab,
dirighlo ao governo em riala de 7 de riczcinhru do
anuo lindo, o qual se ocha all'ecto ii ciiniiniRo tle
eslali-lica, simlcula as ideas expendida-.
'i Me mirilla npinifio, poli, que se deve rc-lahe-
lecora antiga divisan oleltoral.
o Todava, eooalderando que aos eleiloros da fro-
gue/ia tic Alluiquerquee so rem volar Pocon, que he o circulo a que per-
tenreram, c a que vriam a pertenece, echo do jus-
lica que se croe um quinto collego, n.io em Allui-
querque, mas em Miranda, visto ser essa rreguezia
mais populosa, c que mais de promplo pude ser ele-
vada o calegoria de villa.
ii Em presenca, portaiilo, dos dadoa enunciadas,
(enhn a honra de ollercecr a seguinle .o-oluciln:
a Arl. I.- A provincia do Mallo-liroaao lera cinco
eollegioa eleiloraei.
"51.11 collego de Cuiaba, romposlo dos eleiloros
das irogiio/.ia- do municipio da meama cidade
i 5 2.- O enllegin rio Mallo (iros-.
eleitores rio respectiva municiitin.
i.^.'l.' < 1 ,,ll,-.i.. dO iliainanlinn,
eleitorea do ineamo municipio.
o S i.- Otollegiode Pocono,composlo dea eloilo-
res ilas freguezias rio inesuio miinii po.
o 5 5.- O collego tle Miranda COlupMlo dos eloi-
lores tas frogiir/.ias to Miranda e Albuquerque.
.. Arl. 2.- Fi.-a nesla liarte alterada a loi n. 671
rio l.'ltlc selenilirn rio 1852, orevogadasaa mais dis-
|...- ;.........tiidrarin.
.i paro di cmara dea depulados, mu 3 rio Junho
de 1853. J. I. ile Miranda. I irialii llamleira
Duarle, .''. i:. ArunjoJorge.
"Me jalando olijeclo de ilelilieraoJo, c vai a impri-
mir o seguinle projeclo:
11 A a-scuililoa goral legislativa decreta*:
ti Arl. I.' As provincias do imperio arito 'Im li-
rias em tantos renlos quanlos forem o. respectivos
depulados geraes.
1 5 Fnico. O municipio da corle lera qualro cir-
cuios criar os respectivos donutados o sonadores,
conservando a provincia iln Rio da Janeiro o actual
numero de doputodea e competentes aeoadoroa.
it Arl. 2.' O governo, onvidos os reapoctivoa pro-
idenlea, fani a iTcmarcaeSo de lodos o- eircnlos, a
qual, una vez feila, sti potleni ser alterada por lei.
11 5 Fnico. Ptnioni n giiveinn. se entender convo-
llienlo, o para melhor coininuiliilaile rii>s povo-, croar
siibcirculos rom eollegioa diallnctos, cuja apuraeio
goral -era feila na citlatle ou villa que, cuino cabecil
toril-ruin, hir designada.
11 Art. 3.' Pelo.....-mu modo se fura 0111 lodasas
provincias a cloico tle incinhros das a-onihl,is le-
gislativas proviiiciaes, declarando o governo em aeui
regulamentoaqual o numero que compila dar a cada
um circulo, nao eacedeorto o numero que se ada
it'lualmenle 0111 vigor para cada provincia.
ti Art. !. Non pulieran ser volados para Minado-
res, ilopularios gomes 011 molllbros tas ai'inbli'a-
prov inciaes nos risjriclos em que exercerein autnri-
lado mi iurisdiccii os preaidentesjde prov lucias, seos
s-orelarns, os ciiiuuiandanlis tle armas, os generan
em cliefo, os iuspec.lores de fa/eiitla goral c proviu-
cacs em cliero. oa n-pcelnres tle faienda ger.d o pro-
vincial, u-chelo- do polica, os jiiizes tledireiloe
iiiunifipac-, in delegado-o -ubilclegailos.
it -; Fnico. O. pco-iileute. ilo provincia, ciiiiiinan-
danlea de armas, generaos em abofo e cbefei d poli-
cia nin i>i>iler.in lambem sereleilo-, durante oexer-
cicio ric sen- oiiipregn-, em qualquer milla provin-
cia que niisoj.i a de seu uaseiinenlii.
.1 Arl. 5.' Asfuncroes de depuladoa geraes senlo
gratuitas. A nenham pretoxlo Ibes be dcvjn iu-
ilemnsaro de especie alguma.
1 comporto rio-
CIUlipo-lii ilu-
do reciulo ria
mate
.. Arl. (i.-
aceitar to g
quer especie
na cmara,
respei'livo.
t. Arl. 7.-
(i ricputaiitiqtic, durante a legtalatan,
ivornn emprego ou comuns-n rio qual-
ler.i por oe faoln renunciailo an lugar
1 qual ser preeuchirio pelo siippleute
V lei 11. 387 rio l'i rio agoslo tic ISili
ora oveciilaila cun a-seguinle-deilarunv-:
tt I.* O presitleulc da junta tle ipialilit-acao c
maaa parochtal, quo ser aemproojui tle paz mais
vniailii.nn pnileni ovorcoriliiraiilc 11 qualricuniem-
prego algum que faculte o diroilo tic prender.
5 2.' O-inoinlirii-da-jindas rio qiiahlioacnn o
di-1.....a. parochiaoa sern lirados surte 'enlre oa
eleilorese suptenles prcsoules._ O governo marea-
rao modo pralion ilcseinelbanle iiperaco.
ii 5 :l.' No ca-u rio impedimento ou dispona de
qualquer inenibro da mesa, seni o son substituto
aquello quo designar o mesarn eloilor, se fr o 111-
periiilo um oledor, ou o mesarlo supplenle, se Mr o
impedida um lupplanlo. Se lallareM u- don- elci-
lorea mi aa dona supplcnles, lorio substiiuitlos os
iiriinoiiii- por duu- eleitorea, e oa segundo! por dous
supplenle-, -endn lirado sorie publicamente, E
assim se ir prolirandn tle'morio que nunca dcixcm
de ser roprcsontatlas a maioria e a minora. Na fallo
absoluta rio eleitores c supplcnles, cbamar-sc-4iilo
quaesqurr riilarios, cnni lano que iiolorianienle per-
lcn(am ao lado poltico dos subslltoidos.
Arl. 8." Senlo rejeilatlas em loria e qualquer
eleii;ao :
o !. As cedidas que se arliircm ansignailas.
n 2.' As quo se uo acbarem fechadas.
11 3.' As que so enulivcrciii dentro de oiilras, qur
cssas oulr.ls so acbcm iuulilisada-, qur n.ln, nn
podendo lambem ar estas apuradas.
1.- As que so acbarem com mues rnieudados,
burrailos nu 1 i-cadu-o eom onlrolinlias.
" .">.- A-que alin dns nniiio- viil.nlii-ciinliveroin
firnvoeaefles de qualquer genero, Oa in-uliii- .1 quoni
quer que frir, exorea un nn l'unocoei publica-.
.. ti.- As impresos, IMbograpliadiH mi aulngra-
phadaa. '
11 7T A-que livoieni doiilni mi no solH*e4efipO|
carimbo, niiniern- un ignaes o-periac-.
11 rl. O.- A-jimia, d ipialilirac.iii o as mesas
paroeldacs rennl^-se-nSoiioaconaislorios das gro-
ja, mal i/o-, o, ipianilii esses nn sejam sullii fulo-,
nos lugares designados con! a davlda aiilecedein ia
|iclas res|>ec(ixii8 caninras muDici|>aes. Ficam pro-
hibidas as reunioes de
e dos lemplos.
a Arl. 10. A acta ria npurarflo ilevera ser lavra-
da em seguida, c sem inleriupco, nein inc-nu da
noilo. O labelliflo rio lugar, 011 onde huiiver mais
le um, iiquellc que fr rom a devida antecedencia
ili-signailo pela respcrlva ranian inuniepal, devora
Hatalir a cscripluriioao da actitla apurarrio, e lani-
liem logo esem InteirunctOt nem meemoda noiic,
a laucar no mesmo lugar cm osen livro ric olas,
riovemioser ella a-signada pela inesae |>elos eleito-
res que o qtiizcrem.
11 O labellio sera obrigado a dar inuncdialamen-
le o primeiriHr.islailn que -e pedir, 21 horas do-
pois quantus forcn pedldoa.
ti O tabellio que infringir cm qualquer sentido
os deveres que Iheifo por osla le iiii|Hislos, perile-
r.io emprego, com inhabilitaran por toilu a vida pa-
ra qualquer mitro.
ti 0 juta da dreiloda comarca respectiva o mol-
lera em processo imineriialo, com recurso ex-olliiio
para a rolaco rio dslriclo no caso de nao pronuncia
011 de Ibsov ioflo.
11 Arl. II. Durante oreeebimento das cedidas
nn poderlo os espeeladore unir-so s mesas. Ea-
la- llovern oslar em un oenlro, apartadas riaqucl-
Ics por um gradll na dlslaucia de cinco passosem
oirouio, da modo que o volante, i, proporetto que
liir cliamado. saia ria inulliilii c soja ilisliuclamcnlc
vi.lo o rt......ilicodo al 11 mmenlo de hincar asna
cdula, em que |ie-soa nonluiina da mesa Incnr.
partilo.1 diversa lomar parle as di-riissocs, nem
tilo ponen pos-na quo-o nn ado qualilicada,
11 Art. 13. inguam podare entrar un lugar da
eleion com arma-, do qualipior o-pocio quo soja.
Inclusivo chapoude sol, ou bengala, o que livor
armo oroiilla, o que fr por isso rieniinciado. sem
emrimiiiiciiieremeflldo auloridade policial coin-
petonle para -cr devidamenle proceaaade. perdendo
por esse faci o ilrcilo tle volar,Te o livor.
ii Arl. I i. Ficain ravoglda a-di-posices cm
conlraio.
it Paro ta cmara dus depuladn-, em 2 rio junlio-
tlc I8.VL,/o.ii. .Inloniule MirandaJoo .!/-
imrl Pereira da Silea.
I) Sr. /-'. rlriiiriiiHu:A captol rio imperio se
arha nriin estado laineulavel pelns desastres que
soirreii aluda ha pinico- das. Omiti a elogia des-
loa siuislros, porque lem sido patentes a lodos os
Hombros desla casa.
A cmara nao igiinra lambem que a municipal!-
tlade da corle, cinpcnhada em alguinisolua- impor-
tantes, iineraila tle gravi-slmu-eucargus a quo lom
de satisfacer, ligo pude dblrahlr ta sua limitada
renda a quanlia noce-aria neraoccorrer a esses de-
sastres, (luso, pni laiilu, em nomo da riepulacnn
lliiininonse, sulicilar un auxilio para esse lisia.
Cnnvin advertir que lulo sera isso mata do que um
ailianlainonlo, pola me ruii-la quo o governo pre-
tende iniciar una medida para a reforma das mu-
niripalldadea; che do crer que leulia muilo em
vi-la aqiiitlo que he reclamado como um remedia
vital para ellas, islo be, o augmento do sua receita,
a ilcsconliali-acn da renda em proveilo du- muni-
cipios.
lato he malaria muilo urgente, o por is-o requei-
ro a urgencia para pintor aprcsenlar mu prnjccln nu
sentido tiuque expuza cunara.
(' sr. /rehlenle : OSr. depulado pode aprc-
senlar o seu projecfoeem n volacu de urgencia.
lie juhailiibjeolo dedellberacgoo seguinle pro-
jcclu:
11 A a-sembleager.il legislativa resolvc:
11 Arl. I.- O giiv.'iiin lira aulorbadoa auxiliar
tlostlc jii a Ilim.' cmara municipal ria corte com a
Iuautia rio 100 eolitos de res, que serao emprega-
os as obras publicas de mais urgencia Ja capital
do imperio.
11 Arl, 2.* FZsla aulorsaoan licarn seni efl'oilo se
ilenlro .lo anno linnuceiro a ronda ria dita cmara
fr elevada a um ponto tal qtio,dc encargos uiuiiirip.ies, reste anda para as nbras pu-
blica! um.1 quanlia equivalente tlecrelada no arl.
I.-S. a lt./". Octaclano.
SECI.NDA PARTE DA OI1DEM DO DIA.
DUCUH&O lio ruin de granis.
Continua a diecusaib tln projeclo da reaposla a fal-
la iln Ihrono.
II Sr. Dnlrn Rocha:Sr. presirienle. he rom
bastan!1 acanliamouln que eu entro uesta tlismsso:
depnladonovo, osendo eala a primoira \ef que ic-
iiho a honra lie fallar permite 1 represeulaco na-
cional, v V. Exc. que lenho tle pagar c-le tri-
buto.
.No verdade, Sr. pre-idcnle, que potlcrc en tlizer
que valha a pena ser oiiviiln pelns iiubros dopula-
ins 1UI0 apoiadoij, tm todos os qiiaes raeonhero
-'runde oapacidailo ? O que |>ndorei en ili/or, Sr.
presitlenlo, que valba a pena tic BOf niivido ilo|>ni-
1I0 luminoso discurso Inuiiein proferida pelo nobre
depulado pelo Rio rio Janeiro, mu dos ornamentos
ta inagi-lraliirae da tribuna brasilora.' (Apola-
ilns.1 O que puderei eu il/ei, Sr. presidente, que
posea sor iiitviiln cun favur pur aquello- que -ii 011-
xergain nos dapnladoa mlnlsleriaoa aoullmenlosma-
nos tlignus da que aquellos,que tlirigein os tlopiiladns
11ppn.il iiini-i.is ? Emendo que os depuladoa mi-
iii.loiiaos san guiados por mulMis lao niibros, o po-
la nu.....a independencia de carcter que dirige os
ilopulades oppoaicionistai. (Apoladot,
Sr. proaidenio, vou fallar, pnriple nn be meu
propeailo agradar a ulgiiein; prelenilo simplesnion-
ie actpiiesrer aos diramos da ininlia cnn-cieiicia o
corresponder ctiulianc.i tos meiis c.....-dadilos. Sei
Rieaino que lenlin de tlizer cousas quo noagradcni,
porni eatoii no tlrme proposito rio continuar o mes-
iiio lyslenm que leiilin soguidu J bnjo na minha
curta vida publica, declar.....lo ompre as minhaa
npiniies com franqueza, agrede nu nao a qiicm quer
qna seja.
Sendo eala a prmeira vez que falto nea'a em,
nao ser fura de proposito qoo laca una declara-
rilo: eu preste ao governo actual o meu vol de can-
liiinca, e preslo-n sem tlislinccos los Srs. ministros
1 u/.-oiiif/os.': porque, Sr. pre-iricnlc, eu nao cninpco-
liei.du nu avalenta rcpresenlalivo esse uiiiiistcrialis-
mopeaaoalquaaaparaum nunisiru doa uniros: c
deade que um ministerio se declara snliriario cuino o
actual se (cm dcclarario, eu ronsidero Unios os seus
setos uto deale ou daqucllo ministro, masito ludo o
ministerio. Apoiados,) O iniui-lcrialisiuo (cito a es-
te ou aquello ministro me parece mais lillio rin-
svinpalliias, das aini/arios particulares, dus riesjiei-
In-, o nao do "iulores-e pnlilicn. X o apoiados.
. //>l>l'll/f>S. ) .
Eu enlenrio, Sr. presidente, que os motivos que
nosdavem guiar un apoto 011 recusa deale ao gover-
no lleve sor o inlere-se publico e mo motivos parli-
cularel apoiadot salvo o caso om que um ininislo-
1 iu se n.iu declare snliriario; mas en crcio que lal
se nao ti.1 110 ministerioarluu!, |>orquo o Sr. presi-
rienle do consellio acaba de riizci que o ministerio
be solidario nos seus,icios. (ADtttioi.
o sr. Rocha :Torio o minutario be solidario*
11 Si: Dulra /locha :O nobre depulado pur Mi-
nas araba de tlizer que lodosos minislerios sao so-
lidarios, c ua veiilatto,eu nao cnui|iieliendo nu -\ --
(cola ropresenlalivo sepilo iniuislorios solidarios, o
desde que :,c cmbalo n poder u.io s? devo fazer dis-
linccSo do iiiini-llus. {Apoiados.)
Sendo osla a iniuliaupiniilo,declaro inaisroni fran-
queza, que prelenilo prestar an governo um voto
rim-oionoii>-i> c independenle; oi>iiseieucoso,|mrque,
apoiando o ministerio, estou ou lirmo' proposito .le
enunciar as minhaa npinloaa eom franqueW, ecusu-
rainlii mesiiui aquellos arln-aln governo que enlcn-
lor que n.iu marebam ,1o arcordu omn os inleresses
pubtleoa; e prasloo'uMluvoto IndependoAte, por-
ipio declaro alio o biim soin que mida pretendo rin
^iiviiih. au-nu aspirantes nada quo Ibe perlen-
i'.i, noin inosinn cuiiliocn a mainr parle dos Sr-. 1111-
nislrns scn.iu pin sen- aclns, mi- -i-i vicn-. illu-li.i-
efl.....lo.
Sr. presidente,.....Ve depulado pola Rio do l.i-
noirn tpio litillleiil ralluii-nlic.....es|K>-l.i .1 l.ill.l tln
Un uno, apresenlnll n svslemaque la sua npiuin ih>-
ti.i gnir-BO u.idi-iil-vin do vnlu do ^i.io.l- ; Q o 11
nuiluviilo da lioudado riosse svtenla ; mas o quo
be verdnilc he queu.1o *'iiilojiio -v-i......1 egulde
110 principio da discusso, me vejo forcado a seguir
.1 carreirs que (rillniram os nobres dopiilados que
lom fallado na quesillo.
O nobre depulado pola provincia do Rinde Janei-
ro que cnceloii a riiscussiio rio voto tle grocas, limi-
lou-se a tratar das eslradas de ferro ; c comquanto
eu nlo desconbeca as vantagens quo a Europa lem
(irado dolas, e mesmo alguns lugares ria America,
com qiinulo locinili.'c.iipi clUspodem prestar gran-
ito beneficio .10 paz, emendo comiudoquo nosno
as eslradas rio ferro os nicos assiimptos do impor-
tancia para o rorjio leci-lalivo, acho quo o corpo lc-
gislalivo lem outras materias muilo invirtanles do
que oceupar-se, mesmo na nrdcni ilos melhiiraincn-
los mnteriocs. Perianto, nao foi fra rie proposito
que alguns Srs: ilepulatlos eslranharam odisrurso do
nobrodepulado, por se haver esrlusivamenlo nello
ocenpado das eirradal de ferro.
E nem foram, Sr. preaidenle, ascslradas do fcir
loi lmenla a eslrada ric ferro mandada fozer pela
lei do 21! de joiiho, fo osla a nica que elle consdo-
rou sensala, as outras mo preslam |iara nada.
Mas, Sr. presidente, como Iralou o nohrc depu-
lailo pela provincia do Rio do Janeiro o quesilludas
eslradas do Ierre '.' Em inulos |miii1os uilo o pude
comprelieuilcr, e cm uniros o arboi conlradictorio.
II S'r. Aprigio;Apiado.
11 Si: Itirlra lloeha :O nobre depulado peto
Itiotle Janeiro censuro!! ao governo por ler entrado
em contratos rom Cnchrano, o ao mesmo lempo o
censures* |mr deixar de contratar"rom Cochrano. O
nobre depulado fez elogio n concurrencia em loes
malcras, riisse que era um ineiu nplimo ; ao mesmo
lem......iisiiiiiu an Sr. ministro do imperio porque
estahcleoia a cnnciirrencia. Di-sc o nobre depulado
que crain concurrencias fantsticas essas queporahi
seaprosonlarain eom nin juro milito diminuto ; mas
o nnlire ileputido rensurou o govomo porque nlo a-
ceilun nina proposta que justamente eslava inste ca-
so : tallo ila propala do Sr. Olloui quo o nobre dc-
pllladu eluginu, e na qual so davain dcfeilos que el-
lo encnilrou as outras que rhaninuilo fantsticas.
O nobre depulado dcuro contrato Coito com oSr.
IrenoExangelislatlc Son/a romo perfeilo o acaba-
do, quando esse MUirato esta" anda dependente da
apprnvaoilo da cmara, orensurou o governe porsc-
melhaule eoirlndo.
Finalmente, Sr. presirienle, o nobredcpulaitocen-
suron o governo polo desfechn dessa negociaeo du
eslradas do ferro, por ler remollido o negocio pura
Londres i entreunto conrluio o jiobro dcpulariudi-
zcndo-riosqiic era oslen melhor expediente, quo era
juslaincnluem Londres quo o emirato so poda fa-
zer bem por liavor nlli lodosaspropornies, e porque
o nosso*ministro n'aquello |iaiz eslava habilitado
para bem dcseinpcuhiir esla inissin. E por esta oc-
ci-i.in o nobre dcpuliuln riirigio lodos os clogius a
esse nos-u ministro em Londres, como qucrendoli-
rar lotla a nlcrveno,o.ilo Sr. ministro rio imiicrio ,1
respeilu desla ncuociai;o, como que so aqueflu nos-
so ministro rulo obrasse segundo as delerininaciisilii
governo brasileiro.
Ora, Sr. presidente, olbando ruin loria a impar-
cialidade para todo esle iiogtHo, n que devoraos
concluir? Quo o ilesfecbo foi o melhor pn-sivel,
quooSr. ministro do imperio allenrieua Ipdoa t>s
inleresses du paz, e que portadlo, longo rio merecer
censuras, parece' que morare elogios.
O uulii 0 depulado |ielo Rio tle Janeiro nem par.
Un ao Sr. ministro rio imperio o ler entrado em
ajusles aliin tic que o contrato se lizesso o molino
pussivel ; chainium islo regalear. Ora, senlinres,
usemos do nina palana mais parlamentar, e diga-,
mus : 1. mo be o que dovo fazer litio o uiiiooionaru)
em -irrogado de una negociaeo tleslas ; procurar
por Imlos os meios que ella soja o inclhor possivel? u
Cuino se chama sin regatear:' Nu ru deninrarei
mais sobro osle assuiupto ; faziVto, sera dar a cn-
lenler que o i.ohrc minislroilo imperio nao so de-
li'ii.liu i-.ibaliiienle tic ludo qiianlu so dsso a esto
respeilo ; acho que o nobre ministro juslilicoii rom-
pidamente o senario. (.Ipoiados.l
8r. presirienle, o nobre depulado |icln provincia
rio S. Paulo que hontomfallou contra o volode gra-
cas.ilisse-nusquc mo prestax a an niinisleriu aclual .1
-ua ciiulanca ;mas o nuble depulailn nnnosilou as
la/os, di-s apenas quecra descontente ;eeiiereio,
Sr. presidente, que estas colisas nao sao paitieula-
ros 1I0 cuta unido mis, crcio quo o paiz len.i o ilircilo
ric saber.
II Si: Aprigio : Apiado.
11 Si: Dulra llnrlia':Pelo menos eu, que mul-
lo confio un- liases do nubre depulado, na sua pro-
bidad*, ele. itipoiaili" deade que n vejo recusar o
CU voto .111111 gallineto aipiiincnislanlouieulopres-
in ailhcsao, a um gabinete de quem o nobre depu-
ladn fui delegado om mu emprego Importanliaaimo,
como0 do presirienle ila provincia de S. Fautordo-
sojo saber as razos to descontenlamenla to pobre
depulado.
(I nobre ilepulado pur esla occasin falln em con-
Icnlese conlcnlissiiiios, e leudo o nobre depulado
pela Haba dado un uparle, o nobre depulado fol-
ln em correspondencias du Jornal du l'ommcrrii,;
tln meu lugar eu ped ipiose explica-so, |iorquc, sc-
nbores, urna rousa* ric que goslo multo lie 11 ilisous-
so ; nao goslo das reaeaMe, tas reticencias ; poli
ao nobre depulado que esclareces*! esle ponto, o no-
bre depulado nao o qulz, paiwou adianlc.
Oue coriespniulciioius siin ossas a quo o nubre de-
pulado SO ictccioiUi Jornal da Coinmerciol Sern
e-a. ann)mu que aiu appareceram, as quaeavi-
nliau......:is inlriguinhaide provincialismo Son
nobre depulado ae refere a islo, se acba a materia
digna d a Irazcr para a tribuna, traga-a, porquo
mis queremos discutir francamente ; mas se o nobre
depulado considera ossas causas como eu J- camlito-
ra venlatleiras mizerias npoiadat), cnlo nao"
as Irnija paro aqui, dcixeino-las entregues a seus au-
tores.
O nohrc depulado, Sr. presirienle. diriginriu-se a
um doa menibros du gabinete, ao Sr. miiiislro do
imperio, disse : a Ser o nobre ministro lambem
snliilariu com seus rollcgas na prohidado, como eu o
-nu rom o meu illuslro amigo, depulado" pola pro-
vincia du Rio rio Janeiro '. Pareceu-mc ouvir islo
110 nobre depiilatlo, o desojarla que elle explicasseo
son pensamciito,
OSr. Scla* : En o faroi de|iois.
II Si: Dulra Pocha: O que eu entend fui isto.
11 nobre dopolado pergamou ao o Sr. ministro do
imperio uo quena soliilarcdade na prohidado rela-
livamenlo aos seus actos, o o Sr. ministro rio impe-
rio ilisso : n.io, para responrier sobrea minha prn-
bidadeaou bastante, a O nobre depulado romo que
eslranlianilii estas piri.ivras .Iu Sr. ministro do impe-
rio, niorosooolnu : pois V. Exc. diz islo 1 Rasl,
n.iu |*rgunlo mais nada. i> Senhures, cu deseju quo
so me diga que resposta mais digna poderla dar o
nobro ministro rio quo aquella que (leu? 1 Minio.-
apoiadot.) Oque dira o nobro dopolado so alguem
Ibe perguutn-so : '< queris que n vosso cnllegasc
Incumba da defoxa da vossa probibade? Segura-
mente o nobre depulado respondefia o para defen-
der aminlia prohidado son siilUrienle. 11 Logo co-
inii oslranliar o nobre depulado a resposta digna quo
ibe den o Sr. ministro to imperio "!
OSr. .Vstias: au eslranbc nada lulo, osla
engaado. .
O Sr. Dulra lincha: Pois cuino cu ouviria
mal.
(>< SrtS Ferraze .\cbia* dizcm algumas palavras
quo nao ouv irnos.
(I Sr. Dulra focha : Mas euobsorvareose-
guinlo : perguntar-se a um ministro se elle, acuito
solidario com seus rollcgas em tollosos netos da ul-
miiiislr,-naoobelambemquanloaprul>iilade,naoqiier
stoilizur que cse miiiislro.oii algum dos nulros nao
lem probirinilo 1 Eu enlenrio, souliores, que 11 mi-
nistro que he. probo o honrado deve permanecer
colutorio) n- .oiisciilleg.i- proboaehonradoa ropolo-
rfos.i, ese o contrario acontece nlpdovecontinuar no
ministerio. ......... ,
11 Sr. Snraica : Apoiado. A solidaricdaiie
,1.1 prohidade he consoqueotla da oliu>riedaito do-
aetos.
11 sr. llulrti llorha : r Logo, Sr. presidente, co-
.....I,,. 1)110 1I11 alto ila tribuna sotanea Ulna ill-
.1,111.11;.;.. desla nrdeni 1
OSr, Veliou: Possndar nina expliracin, se
.pii/i'i.
n sr. Dulra Rvcha : Eu a ped lia ponen, om
oecasIlQ coiiipolenlc, c o nobro depulado nao .1 quiz
dar,
ir.
**>
iII FGTVFLl
v



M
;._.(-.-*."--

r
/
O sr. .V(ia<: Como esta couliiiuando a fallar
a cslo resucito....
O Sr. Dalra Rocha :Concluir! sobro cate pon-
to, uassarcl adianto.
Enlilo so islo se dissesso, desojara sabor ili-~.lt-
quando o nobro dcpulatlu Ion)csla'ronvicrJo, se da-
la inosino (la poca cm qnofjfcilou um cir/rcgo (le
roiiflanca.des.lc enverno, oiisel.o negocio ilo rcen-
le dala. Toda oslas cousas quero saber, porque,
dcpulado novo, procuro saber como lioi de dirigir-
me na nimbo carreira, Icnbo razio em procurar
saber como devo Iracara niiul.a conduela, Par-
que se o nobre dcpulado rae convenrosso do que
era cxaclo o quo me parecen dizer, cu rcrusaria o
mcu voto ao gabinete ; como porto) eslou conven-
cido do contrario, lici de preslar-llic o mcu apoio
franco e leal.
Sonhorcs, cu onlcnd que um dcpulado podo re-
cusar o scu vol ao governo quando Mi convenci-
do de queo governo tem conunctlido fallas; mas
quando o depolado rl.ega a convencer-so do que
um luembro dn gabinolc lem coinmcllido mal
alguma cousa do que falls, Icin ci mes, ciilo eisc
depolado (.1.11, incio que a constitulclu oslabclcro.
de e promover a arrasarlo do ministro, e nao dar a
entender, como lionlcra me pareceu o nolire dcpu-
lado....
O .Sr. Sebiai: Est encanado |ierfci(aincnlo;
>c quizesse aecusar cm malcra lilo fate, l.avia de
ser .nuil franco.
i) Sr. Pula Hacha :l'ermilla-me o nobre dc-
pulado que Inedia que iiodnvldo da sua franque-
za, mas fionlcni nao foi rauito franco....
O Sr. Sebiai: Muilissimo.
OSr. nutra/tocha : O nobre dcpulado esl na
obrigaeilodc dizer ao paiz usmulivus poique recusa
a sua conliaura ao gabinete, porquanlo o upoiou, bu
seu delegado : por conscqucncia deve entrar minu-
ciosamente ueste dobalc.
Eu dosejo que esta* cousasse esclareram bem,por-
que vejo no pail urna grando tendencia pira des-
roncciluar os funecionorios pblicos [apoiado; vc-
jo que urna Impresa licenciosa niio respella o cn-
/ raeler, por mais bello que soja (apoiado.-1,; vejo q
lodosos das 01 maisbellos caracteres sil
lii
doiao pcloiirinlio de ama Imprem prostituida pan
seren acoutados.,.
Um Sr. Depii/ado da um aparlc que nao ouvi-
^ mus.
O Sr. fulra Rocha : Nao racocxrcpcio ; digo
f que lia esla tendencia no pail, c que lie prcrl-
f so que os poderes do Estado deem cxcmplo do rnn-
, Irorio.
nobre dcpulado, querendo consular aos divcr-
I sos miuislei ios, mo se demorou sobro cada um .1.1-
' t les como ero para desojar; fallou multo do leve so-
bre cada um dos niinislorios, sem detena analyse
dos fados. Como censurou o ministerio da marl-
nba Sil ouv irnos fallar sobre o naufragio de um va-
por, c nada uuis ; noeiilioii o nobre dcpulado na
au.ilvse desse lodo, nao nos moslroii que o ministro
era culpado desse naufragio, tiestas discusscs be
que precisamos : ...lo li.isl.i dizer que o ininislro da
nuriulia lie man por que um \aporiiaufragou.
O mesmo succedeu acerca do mlnblerio doi nego-
cios eslraneoiros. Tratando da qucsIAo do Itio da
l'rala, disse o nobre dcpulado, o que '.' Nao houve
inlcrvcuro, e queira Dcos que para o fuluro nao
scjaiuos culpados dosanauc que alli so derramar !
Coulenlou-sc com islo, nao coirn no evaine dla-
Ibado e miiiurioso dessos negocios. .No mcu enten-
der, se ha negocio que leona sido IraUdo de urna
mancira dignado governo brasileo, lie sem duvida
iicnliuma rase a respeilo da queslao do Itio da Tra-
a. (Muiloi apoiados.)
O Sr. Mendes de .llmeida : A polilica lem si-
do boa em lodosos,ncsocios cvlerioros.
( Sr. Dalia Rocha : Concordo. Pdcacr con-
leslado por olguciu o desfecbo glorioso que alli li-
voram as armas imprteos T Se O nobro dcpulado
Icin qucixas conlra esses negocios du Rio da Traa,
se se propo a disculir esta malcra, discuta largn-
incnlc, |>ara que so llic possa responder, porque cu
cnleiidu que a polilica que o governo do Brasil 10-
' guio e seguo no Rio da Trata lie una boa poli-
Assini, Sr. presidente, eu peco ao iial.rc dcpula-
do, c aquellos qucsenpp.ioni ,.o guve.no, quo dis-
culam largamcnlc estas malcras, para que pos-;......-
ser Instruidos lidias', c verrous. a mineira por-
que nos (loemos comportar, e ato perfuneloril-
incnlc como fez o nobro dcpulado, que alias petos
seos rccoiilieciilos tlenlos pode bem disculii lod.is
estas qoeatoes. Passarcl n oulro assurnpto.
Enlodo, Sr. presidente, que j cmara lem ron
Iraliido paia ruin o pata um coiuproini-o mullo s
lio. Desde que se aprsenla nina cmara pcrantei
paii com una grande malcra, com um enverno II-
luslrado fronte dos negocios pblicos, lie necease-
rio(|uc se rcaliscm certas medidas (pie a mcu veri
pail reclama. Ha .crias reformas ndispensavcb
que cumpr* 'l"c sr-jam fritas, o acamara aclia-(
em una poca propria para que ellas se rculiscm.
(Apoiadm.)
Tcriuilla-me a cmara, pcrmilla-mc o goveriu
3uc cu aponte niguas reformas que no mcu cnteii
er dcu'in ser feilas ; sei que nada son paraladle
las, rcconbcco que na cmara cxislen. alias capad'
dades para encu regnr-sc dosta larefa, mas aindl
lieslc |K>u(o -.iii-i.uo ao dever da ininlia couscielicia
Se inhibas OpiniOes nao forem boas, oudesejo vela:
combatidas indos nobre-depulados.
A juslira he nina iweesndada palpitante de un
|M>vo, lio a sua iirimeira necessidade. esl a par de
alimenlo quoliiliano. Todc-Mc dicr que (i podei
indiciarlo esl eslabclccido no pail de cuna maiieir,'
capa; de salisfa/.ei osla necessidade publica? cuten
duque ralo ; cnloiido que O pail reid.in.i al lamen ll
nina reforma ucslc poder. Mnguom mais du (|uc
curcspcila c acatan pnder judiciario; digo mesmo
que iienliuiii Inncciounrio publico mo merece lano
respeilo como uiiijui7.proliocnlclligenlc;iiias lam-
bciu nao \cjo nada meuotdiguo, menos rcspeilavcl
do que o jiii/. sefli inlclligcncia o sem piobidadc.
( Ipoiadoa.) Ora cu vejo que o pessoal da magislra-
lura cm alguns punios ido salisa/a necessidade pu-
blica....
08f. silieirada Molla : Em gcial be proba
o inlclligcnlc.
' ni Sr. Devalado : O pessoal be boin, a orga-
nisac/io bepessima.
o sr. Duira Rocha Quando ilgaem enuncia,
como arabo de fazer, diz-si' loun :.( Indique us in-
dividuos, aprsenle as piovas. Scnliorcs, a (ama-
ra nao be tribunal propria,.....le se val promover a
acensaran dos |niies c seus jiiluaiiieulos; oque cum-
prc ao depolado lie apooiar os fados, dizerqueo
mal evisle, para que so trate de remedia lo
Concordo com os nubles depulados em que cm ac-
ial a magistratura be boa ; vejo que om gerafs
Srs. junes de direilo e os Srs. jotaes municipacs sao
probos c iiilclligcnlcs; mas nao sei aeoulro lano se
pode dizer a respeilo da alia magistratura en:
ou oulro ponto do i-nperio, salvas as linurusas o
coe*.
O Sr. Sebia* : folla a franqueza acora.
(I Sr. DuIi a Rocha:ra\\a a franqueza
senliores ?'Acaso quer o nolire dcpulado q
iba aqui indicar noines ? Ja declare! quo
niara mo lie o lugar roin|iclcnlc para isso
. quero lomar esse papel de accusailoi de nin
ra dar lugar a bouilas defezas.
Appcllo para mullas decisfles dos Irlbiinaes do
paiz ; o so qiiiiercni culrar comigo cm una discus-
saodessos, aprescnlareijulgiidosdas relacOcs inlei-
i.iiiienle roulroiiosa direilo. IMiiilnt apiados.)
O Sr. Figueira de Mello : Se sao resultado*
da inlelligeni a e consciencia, nao b molivo para
censura c aecusacito. ( Reclamardei.)
O Si: Silceira da Molla : Essa nao rsl m !
OSr. Dilira Rocha: Anda mesmo que seja
conlra principios de direilo .'
o Si: Silceira da Molla : Bello principio
esse !
O Sr. Datra Rocha : lie conlra isso'que rerla-
nio.be que oslis seprestem a ludoqnanlo quizercm
cellos juizes.
O Si: Silceira da Molla :" Elles e quo se pres-
tam a ludo.
" Sr. Francisco (Mariano : Ha pomo loi
pronunciado um juiz Municipal de S. 'aiilo por
ignorancia de direilo.
" Sr. I hiato Dimite: Esl a inagislraluro
nutra vez nopeloiirnbo.
O Sr. Diitra Rocha : Esl engaado niio
esl ncTpcIouriiibo. Tara que diz estas cnii,as ono-
bre depulado 1
ti Sr. I'irialo Duarte : Poco ao nobre depu-
,Jadoi|uc vii odiante.
(Vruzam-re oulro* atiartet.)
O Sr. J're/ideiile Allcncflo I
ti Sr. Duna Rorhi: Pota entilo uto lia de um
depulado apresenlar os fados qiicciilendc que sao
oaos, c pedir medidas o prov id.....ias sobre ellos J
ti Si: Nebtat: Veja qqe os primeiros uparles
licuin de l.
(I Sr. Duna Rocha; He la ou de rn.nic be iu-
ilillerenle. >ao me zango com os a par es ; ale
gustodelles, para ver se voy me desanbsracaudo e
se me acoslu.no cora osla vida parlameenar. iu
O Sr. I'rr.nlenir : Allem .iu .' Ten, an unbre
dcpulado que se rinja a mr.l.ii ..... ,..,,.,,,,1., ao-
aparles.
(' Si: nutra Rocha : ilo me llieomiiiudam
S. pii-idenle, cale gosln delles, romo ji diw
T.m ci.iisi-guiilc.lique liein enli.....kloq.....i5......
libo a mci.nr inlencau de ..Hender a magMIralara: o
"eudualuicnle occiipootugardc juz, o...... |.....
ollemlcr ao Srs. julze ? Mas o que desojo lio quo
realmente o magistratura soja collocada no p om
rflie deve ser.
ti Sr. MagalhAet Cil-lru:- Perdc o scu lOtopoi
O Sr. Dut'ru floc/iu:~l)i/. u^iolnc dcpulado que
perro o nuil lempo ; mas quando me convencer
diseovou-inocnibora.
(i Sr. Feria; : Trabalhainos tempro.
O Sr. ulra Rocha : Pelo i|uc diz respeilo a
organi-acao Indiciarla, crcioque ella be iiij. Prin-
cipiando pelos juizes iimnicipae-, dirci queou clles
5o os juizes que a coBlUnjlelo quer, ou iiu ; se
sao, nao be possivul quo conliuuoin dessa manen a ;
c se mo sao, entilo mclhor lie acabar com elles. (I
quo quer diter, Sr. presidente, o juiz municipal so-
lircrarn< ido de allribuicocs, proceisaudo c jiilgan-
do no civcl, eiercendo funci;oes imporlonlissimas
pelo cdigo roniiiicrriid, preparad no crirae, in-
cumbido da polica quasi scniprc...
O Si: Silceira da Multa : E alo da polica !
ti Si: Diilra Rocha : Diz bem o nolire dc-
pulado, o alo da polica ; c cnlrclaiilo com orde-
nados mcsquinbos, leudo ao scu lado os juizes de
direilo....
t) Sr. Feria-,: No rfofea fariiienle.
O Sr. DutraRocha: ....com ordenados bous;
c na verdade, mcus scnliorcs, com milito pouen que
tutr. (Reclamaron.) Dosejo que os Srs. julios do
direilo leuliain maltas all ibuiciics ,lpoiuiin< < ; de-
sojo quo >c Ibes d essas allribuicoes que eslAO alo
pclosjuizcs niuiiicipaes ; desojarla mesmo que se
desse a polica aos juizes de direilo; os nobres depu-
lados nimia lia |wucos (lias, quando aqui se discu-
ti o privilegio de foro, Dio mostraran) os inconve-
nientes de rslarum juiz (IB direilo subordinado a
forra policial de um subdelegado, etc.'.' Tudu islo
doiid nasce,Sr. presidente, lie dos juizes de direilo
m)o cslarein rom as allribuicocs que llic perten-
eci, c que Ibes devenas dar.
ti Sr+Sitcciru da Multa : Allribuicocs nSo
be o caso.
II Si: nutra Rocha : He. porque os jui/cs
uiiinicipacs estilo com todas, eos juizes do direilo
is nobres depulados que o silo nao se escandallase
com isso ), nada lem que fazer, como Icnbo ouvid
dizer a.muitos.
i) Sr. I iriuto Duaitc: Quera mais do que
as correeocs'!
Milito* Sr/. lle/iiiliido* : Oa .' Ora .
O Si: Dalia Rocha: As currcicies : !
nlinres, o que slo ellas ?
(( Sr. I iriuto Puurte : Masa a pail
ti Si: Pula Rocha : As corrcie/ies I
a islo: vao os autos aos juizes de direilo, c
bulando na ultima paginavistas em coi
ll Si: I ahilo Duarte :Silo OS que
prem o seu dever ; diga oque se deve l'azi
que se faz.
ti Si: mdeme : Adisrus-ao n
liniiar assim ; isso be un dialogo.
ti Si: Pulru Rocho : Pois V. E
'que cu responda aos uparle
nlam-sc
lies vil
pode .
ti
lucillo
der 01
O .'
que b.
porqm
ada,
' T.i-
iilri
ni-.
idnile :- Ollero c........
coulinue oiiiador o scu disem
efleiOOB cslranlias.
. Pula flocha : Tur
iccessaria a reforma lanib
M juizes do direilo, aida
cornos seus deveres, lera
dem aojuiv. lazeud
de
de d .un
stula-
allen
nteguinu) acia
ii por es-e lado
nosrao querendi
uiilo punco a ra-
il relean i; mili
iccpcodi
es llieapparecc.
do ao oulro ponto, a reorn
lo deve-sc fazer, dirci quen g
i. ni rollo ne-ie sentido, lima commlssi
peilavel osla Borneada para indicar os mellior
los iiecessarius no proecs-n eleiloral. Torera
Sr. presidente, que nao sao essaa tmenle as
mas que dsvemos fazer no domo -\-leina de elei.
jiiluo que he preciso lefonnar a p.,i|i,,a lii-e.l,,
lema, c lie nc-lc ponto quecreio cslarein diveri
ciacun mullos dos meus amigos polticos.
Si. presidente, a roiiibaopiulanlieque
decleici'Hs indirectas mo be o mellior.
O Si: Mariano : Apiado.
II Si: Duna Hucha : Son parlidaii.
cues directas....
II Si: Fiu.u : Dcos nos liue dolas.
ti Si: Dutiit ocha : .... una ez q
boleca um censo i.izoavel. SSo quero i
universal, nao lie contra islo mesiiiu que
porque, meussonl......, pela leieilstenlo
mus mis un paiz .-cuan o luuragio universal .''.'
lio que niio vola mis nseiiiblas porocbiae)'. .//i
ioi c ii-i apoiattot.
O Si: Ntolai: S om Camela.
ii Si: Pula ocha : Si em Camela, di/.o
bre depulado.
O Sr. Oetaciaiio: Su nao volara os desale
a quahl
recursu qu
ileiloral qu
rno algun
iimissao re?
iielliorameii
orcm Julia
rofoi
svsleina
la- elei-
MS e-la-
llill.igio
BCti.....i;
, que le-
-lie contra isso que re-
a popularan esclarecida;
aHcinbioas parocliiaes esses
il todas a. porbas voll.....
ule naosalieiu o que vilo
er direilo algun. que van
! i.lpoiadot. Niio rallo da
da populaeiiu .la- cidades..
: Tamben) om parte
i AocAa : Alu bu illii-lraciln; mal
Srs. depulado- que coidiecciu OS ser
ll Si: Dutra lloch
clamo. .\au me retiro
maso que vio razar as i
hOtMUS do malo que en
esses buincns que realinr
populaelo esclarecida,
ll./uii* Se. Dcpulad
ti Si: Pul
appcllo para.
loes das nossas provincias.
'..;,-: NSollO su mi- -el I
ti Si: Dutra /locha : Ap
a genio du -crlau. Alli lam
doi), e ni'iii be relo quo dovo passar .lasaperccbi.lo
ni um paiz que se goierna pela opiniiio.
iidoiiuisdisso, do uina siluacao dada nflo podem
nascer circumslaucias do peso (pie mulivem proruu-
das divergencias entrooqucllcs mcsiuos quo susten-
lavam um governo ? Creto que ningucm ousarii
ncga-lo: oconlrario seria malar luda a idea do dc-
cr, Irapor coi)dlr,ftcs ao llvro desciivolviinenlo da
onscioiicia, c'dcslrulr toda a possibilidado de rao-
viincnlo na ordem das ideas c dai cousas. De mi-
nha parlo prometi aptesanlaf as razos que mo le-
van) a negar o mcuapoio ao governo, e i villa del-
laa a ramara c o paiz conhcccr.i que nao be o des-
cu.ilenlamcnlo por motivos po.ico nobres quem.mo-
vasjjdirigeosmombros do una posiejao nasrida do
scio do parlido ; mas motivos justos, de alcance lm-
menso, c siqicrioresao cspirilo do parlido, que so
ollia as cousas polo lado que conviim nos seus desig-
nios, e umita- vezes nao alcanca aquillo que esta em
grande allura. (Apoiaiut.) E lalvcz, scnliorcs, que
seja esla a vasillo mais oppoi luna para rallar do
nina rcunilo de muilOS dos Srs. depulados, presi-
dida pelo honrado ininislro prcsidcnlc do conscllio,
na quid elle dissera que a ramara dividida cm gru-
pos como uarecia estar...
O Si: Miiiiitro da Fazenda: Como se di/.ia
estar. iJpoiado.)
ti Si: ratita llaplista : Bem, como se di.
oslar mo podia Tonificar ncm ao gabinete actual
neni anulroqualquerquc pur ventura O Imiivcsse
dcsubsliluir. Se o fado de urna .qqiosicllu real
nclito existe, ciiinprc examinar a sua origen, c sa
ber se o virio cslii Inherente n cmara, ou se Iu
Inherente ao governo, atim de que so mo aiigincn
ten. as trovas em vez de erear-eaa lu. (paladn
muilo bem.)
O li.rara.lu depulado, mcinbru da conunissilo di
rcsposla ,i fallado Ihrono, lamlieni ivnirou hiiulem
que esla mo era aoi-asiilo pViipria para dbales si
bre u polilica geral. So este disjiuclo ineniliro qul
referir-se aos eslvlosdo p,u lainenlo inglez, alli j.i
mais ello achara exeinplos em favor de sua opinnl
no nonio da cmara actual mo dever fazer opposl
cao a .un governo que reprsenla a mesilla opilliSo
pois elle dOVOsabor perfeilainenle que na Imilaler
ra mullas vena dhwdeoelM, nao sobro poltica
mas sobro materias industriaos o do adniinisliac.lo
l.asliini para motivar aqulla dos iiiinislcrio-, e I
elevaego de novas InlelligenclMlo poder. Tareco
portante, que niio he rom esses evemplos quo s
podera Invocar a necessidade da conscrvacilo.ilos
partidos e a desconveniencia da divergencia enl
os seus alliados, cm favor do actual ministerio, tai
lo inaisipianio es-as conveniencias colleclivas si
apena- in\ocadas c......rnenlos exileos, c em upo
de um governo que diz quo mo precisa de parlidos
para envernar, que slenla poder goveruai sem i
......iu-o solicito e esclarecido da opinilo, e nica
mente com a torca o influencia da- posices olliciaes
OSr. .Iprii/in : E se di-e isso .'
O Sr.fiaiiilao: Soso nao disse, o- lacios i
provam evidoulementc.
O Si: l'uulu Baplilta : Sr. presidente, Clltrol
primeiro que ludo en. alguns tpicos da fulla di
Ihrono, c denoto iroi a algumas observaetca geraes
lin dos lopicosda falla do ihrono consisto na ne-
cessidade da crcaco de um banco do clrculacao que
facilite as operacos do commercio. Aguardandi
a ucca-iiin en, que sel.ouver le Indar do projeet
do honrado prosldonle doco.iselho para Iralar dcsla
materia segundo os principios da scieurla, liinilai
ine-bei por acora a algumas roiisideriicoe- polilica
o nobre ininislro da lanuda, presdanle do con*
II.....liseulindo no senado u -eu projedo para Iu
Inicio do um banco geral de circuladlo, responden
ao .li-iiiiein senador o 8r. D. Uinoel, dizendo que
a- vislas do -eu prnjeclo eram unir, o muilo. as
provincias. Eu rcelo multo dasopinioes extra
ue-las materias, peco-lbe pollanlo pcriin-.m para
Ihedi/ei nquepeii-o.
Scnhnre-, a conllalisaco. objccln de nOSSOS COI
daos desejos, lie .una necessidade indeclinavel di
estados, he una lei providencial.nela qualasnatose
marcham para.. complomenlo dosej desti......pie
he a piospe.id.ide c a grandeza ; lodos desojan) Ii
gar suas frcas, -un aclividade, seus osforcos para
un bein con!.....ni ; mas nao se deve -por qualqiic
ralalidade confundir a ccnlrallsacao. que ezprime o
penaamenlo do mullas panes fazendo um todo co
um centros nmcoracaoqiia recebe iodo u mov
monto de vida social, para Iransmilli-lo a todas
partosma vigoi.....c.....i- animador, com ac
renlracao.quo absorvo a -i tudas a- torcas das .lili
reios parles, para deixa-las enfiaiiiiciidas: a pi
nelr.ilie tiln, de una pulit
2
ulade
lento i
uto da
das vi
..la lilb'a du
Igeni de M. Coinien
. seguuda, mala-os.
ve querer levantar i
geral ; he elabelc
i lamben) se nao do-
culo he o do meio le
s o obtusos ; be
egosmo ; a pi
ii, engrandece
NSo- se de-eja, o lue-
iniiadcs loeaes conlra a
orconlra toradocen
e rcgressor ao feudali.
u, o nao dos exlre
-eiiil.i do desenvolv
conrili
ordado
rilo de lodos o-
allianc enl
di inonaicbi
Ma
puladus
laclo da
lados en
de que.
Ideas pa
linares,
m pro
alia Iu
idi.lade
bao de
os
icin lo.lii
icio.
abre- de-
es depii-
ivenciilw
i- a--ein-
q.li
lados.
a- ole
r. (ltela
o iudircclat
nsorazoavel
iq.rc
,'in que
CU VC'
isla cii-
suaj con
Islom hiiinen- (|iio \7w voll
.chilles sera saber O que vio razo
maeet, apoiadon e ndo (i;i
Senliores, cu nao quc
quero ii- eb'in.es dilecta-, e ruin sen
aliin de que leuda vol -oineule quen
hondo, opodcczcrecr. t.lpoiaiot.
Euile-ejo, Sr. presidente, que lambn no svs-
Icina eleiloral (eeslabeleciiiu as elelijoes pur circu-
ios, porque ocho ucsta medida grandes ranlagom
(ABOladon); a- influencias lucios flcio assim multo
adslriclas, e se a sua Influencia f.lr perniciosa, au
sabe desse circulo, mise eslcn.lea toda u.....pro-
vincia be iiinii grande vantagemque eu descubro
"e-la reforma, al7..........Iras propriaa pan, serein
Indicadas em nmadiscussiin de detolliea que agora
nao podo ler lugar.
Finilmenlc, Sr. prosidente, desojo que se admit-
an) as incompalibiiidadc-.poripic illas Irazom COn-
ig.....elbiiraineuli.s allamenle recliiina.bis pelas uc-
otsidadoss publicas fanoiadoi : a- inconipalibili-
ladesdovem por urna vez sei docreladas pelac
mira .los Sr-. depulados, Jpoiwio*.
fin Si: Deputuo : Apuiado .' lie necesidado
do paiz.
0 Si: Potra locha: A experiencia lodos os
.lias nos val mostrar que esse resulla.lu nao se ha de
conseguir com medidas indirectas Apolaaot...
1 m Si: depulado : Nesle resultado he que cu
queru ver o enverno seriamente empenhado.
o sr. Putra Rocha:.. be urna reforma una
julgo Iran mclhorainenlos mo s ao corpo legisla-
tivo como mesmo essas elasses a que perlenco, os
individuos cijos cnipregos so lurnarein iiirninpali-
veto por ejemplo, a magistralura hade sentir mui-
los mclhiii menlos.
Si. presidente, nao essas as rcfleioesque cu lenho
de apresenlar neslo discussao outras Icrei de fater
en. occasiOcsoppoiliinas ; no enlanlo vou concluir
pedindo a cmara dos Srs. depulados (pie rae des-
culpe algumas idea- proprus do um catoaro. r. So'
apoiadoi.)
Una ros : Niio moslrou ser.
O Si: Pula Rocha : Pero aos nobres depulados
que rae relevem os momentos do tedio que Ibes cau-
sei, e que Ibes promedio serio compensados pelas
horas do silencio que me impurei, limilanilu-inc Mi-
nenle n dar.....eu Milu svmbalieiunc.ilc ..aquellas
dlscusstics suscitadas c suslcnladas, c esclarecidas
polos nobres depulados., .Wuto bem.)
O Sr. 'aula tapli'la: Seul.ores, pelo modo
porque en encaro os negocios pblicos do.......nata
eslou no dever de fazer oppo-icao franca e decidid
'
lealabilidadeooi
iiadu<: [mallo bi
a do dominio desln- COttsideracOcs lalvcz
Mi.-an do hrojCCto do nobre pre-ideule do
u possa nioslrar del'eilosein suas bases.
ii. l a ni ais ipic, se lien) que esteja convon-
iivideuciii
dias .1
....en. Ip
Debnix
Dircia
cido da necessidade de loniarmos una |
que n.elbiue a i.....i........da, todava exisle.n .uilrai
liecossldades que requeren, a proleccfin, ou pelo me
mis o. cuidados du governo, eque allis nao toran
contemtdadas no voto de gracas. Fallare! di agrieul
tura, que boje lula col.l a ralla de bracos pela 01-
linecin du Iraflco. O llra-il he agrcola ecuninier-
elantc, o nao obslanle o grande poder denle com
buile de riqueza, aquella nunca podem -er e-que
n.l.i: porquanlo, ......ni razan da larga sabida que
os nOSSOS pToilndos adan) noiineicado- da Europa
he em >ilude da fertilidodc do nOSOSOlo, que noi
diurna riqueza .........usa. qu
procura, se manten) o prosper
clu.
Ora,
da eolo
in-trun
prop'
le un
riiiiu
colon
o eslrangelro
Uldado iiiiicamenle
cm se dilo Ierras o
iihl.n em a peiyiena incouleslavclmen-
lodos
E e-l.l
versari.
vs mov
cm cxti
des de i
sua hun
Princ
,i membros do urinal gallineto, i.-lptriulon.l
laioria, que, ao iiasso.quc desafia os seu- Id
i para aprescnlareni os motivos e raides que
ni a fazer opposjco ao minislerio, se iiioslra
Mnoiiilolcninle, permilla que, as dllieul I
liaba siluae.lo, cu procure como abrigo
a e a dicnidade de toda a cunara,
piare!. Sr. presidente, fazendo algumas ol
oesfoiilin o discurso que fui hnulcm prorp
pelo nobro depulado palo Rio 'do Janeiro, digoi
nieinbro da coininissAodo rcsposla ii id la do.Ihrono
Essedislinclo membro disse que naojulga.a coiivc
olale, enera mesmo conforme a marcha regula
do rgimen rcprcsonlalivo, que urna ramara cooi
posta de tontos e liodiriinclos'membros que apoia
rain o governo na legislatura pas-adn, c quo foran
reeleitos debaizo da influencia o dominio dos me
nos principios polticos, Ihessein Dpposirao a css.
me ni,i governo,
Senhorm, quando mu governo prm id* de todo- o
ineiu.de fc : e P"r ronsegululc enl e.lado dedal
luda n r-vli ni- iu :i......Ilio.eii capa, lilaila pala cnu-
cillari,. inicie-.--de lubi.n- i ida.l.lo- ede ludo
o. partidos, n i........illa-so cora us seus adversarios,
e aliena de si ussj...palias (los -eu-, ele laeln dc-
|iiiL'\i\ainente conlra u apti.lao desse governo. apota-
> enverno al boje lem i
lisacao do rsinifias a qi
enl..... Irabalho para fi
dado Icrrilorial. o que he
bem no prsenle, e que ser aiuda inaior no
; pnriii nao lera alleudido a necessidade da
iarao para sulisliluiciio dos bracos qile de din
n din h'us.mo fallnndo; e desoja mullo e-lar enga-
Ido, poretn qner-me parecer que nesle ponto lalvcz
d a ncre-sldade da nceao prolectoro do goverod,
niio prinripabneiilequando lutamoconlra velhas
linas e ilcsrrencas inilu-t. ines.
Dopotodesle tpico da falla do Ihrono, chamo a
alien..ni do governo para a provincia do Pernarabu-
ro, c antes de ludo invoco, em ipoio do que prclen-
do dizer, o grande pcosamoulo do ultimo Hecho da
incsina fulla : u desenvolver as nos-as nsinuicocs
pan. bem c i n le es-e de Indos. Oh parece que
iii.lus nie-quiihas leu. querido levantar umaeveep-
rao a esto grando Densamente, (apoiado, de alguns
Ullhoret. O que he que se lem dado na pruvineia
de Teiinunliiirnrom o partido cheio de de.licaciie- a
ordem publica, ii constiluicAo c a inlecridadc do ini-
periu .' Este partida rato soll'rc siiricnle o abandono,
mas injusllcu: o e-inoieeiiiionioci. desanimo 1.0 o
mal que lavra cnlre boincns de convicee puras c
prcsliiiiosi;eiiiillopnre.il em Dcos que se o erro lera
produzido este mal. ello he provisorio, e nunca po
den ser pe.peluu; sin), que quando a necessidade i
exigir o que lieos iiuiica pernulla os cutbu-ia-mu
dos Pernambucanus reviverlo.e assnas vlenles ar
mas se lulo de empunhir em defeu dOS -amado- pe
nhores' da lelicidadc publica do llrazil. Mullos i
repetidos a,,oiado>.)
Me rhegadoo momento, Sr. presidente, de nosjUS
lilica mos das censuras ,nu digo bein', das calum-
nias que nos lancera ; he preciso que vendara u lu
do dia ludo- o lacios, he preciso que sejiuuos juica-
do, pelo paiz.
Dizein : .. Sois exigentes, queris nas-aerar o.
vossosadversarios, o o gowun nao est disposlo i
Iransicir e.....medidas il, -la urden..... u
II Sr. Soijio Ijibuto Jnior iE mis unirs pin-
viudas o governo nao quer a coi.ciliacao dos par-
lides.
O si: l'uulu Baptiita : Senliores, eu presume
(.ni be... de iniui incsmp, eoidio lano na verdade, qu.
invoco a honra dos nobres ministros c dos membro.
da admiiiisliac.lu posada para que .ligara, apunten.
qiial fui aquello d'entre nos .pie j fez alguma exi-
IgfOQi ia contra os noasosadvenirioi polticos. 4poio>
O, II nOSSO Iri.linpbn subre 09 DMSOSronridailAoi
lis-idenlcs sempre nos fui doloroso, scniprc a /ddf
baraou a voz para ligo aggravarmos a -u i -i-
Jpoladoi.) As constantes o repelidas inlor-
|iellii(;Ocs nosla casan depiilnriin perniinihuciina su-
bre a ainhislia e uniros a-s.....pos nunca nos tiraran.
du silencio! nao podamos dizer lulo, porque sen-
liamos piulundainciilc pie lima I'rarclu dos nu-sos
parii.los iive..e dado occasiaoa se fazer o bem com
riolenciaB; liul.ainns o romelo magoailo por o/mos
quo aspahoes violentas llnhamoccaslo.....lo dSaeri-
llcio de alear-e leuqibi- i seglllaucn publica'IlBIOa
dortnguelirasiU.....
liigaiii-iin. qitaea lem shli.....-a- eiigenrlasi
Em vc/.leevig.'iici.i. niio adiareis, S.-. mini-los.
lemlo lacriflrhk. Illlios du accordo lid em deten
le. a .niniil.rliia, a inle-iidade e a paz publica.
. tpolaio .
Ousiiui anda di/er que temos disposieocs pronuu-
tersrl^Wi. iwsmuwi.
las para a seporacilo das provincias do Norte. Os
fados, que divcni ser.........mleslre^ proleslam con-
tra esta pedida calumnia, que fere os brios o a hon-
ra do lanos Torn.iliihiirunn- a de um par id...que S
-e pilca ennobrecido polo sua lealdadc au Ib.ono c
pei i -na ,iilbe-l..ii c.iii.hliiic.Hi. Jpoiadon.) Apezar
de fazermos agora oppo-ierto ao governo por desleal,
por nao ler comprebendido a sua raissilu, agora mes-
mo, dizeino-lo com arenlo do una convice.ui ina-
balavcl, contal ainda rom os vossos nnligos aliados
cm ludo aquillo (pie osla cima de nos, cima dos
partidos ode nossas disse.woes,' a saber: a conslilui-
eilo e a inlcgrdadc do Imperio do Brasil. (Jpoiadoi.)
(bi.iiil.i ao milis, so niio vieisorvem aliados dosse Iv-
po, a cujas qucixas respondis com calumnias, loin'ai
sobro os vossos hombros a obra que vos ronvm, II-
que sobre as vossas cabecas a responsabildade dos
acouleeimentos.
Eu, Sr. prcsidcnlc, raen rana ulcrpcll.'ican do boa
fe aos nobres ministros, para que declino... o inani-
reslera. qual be a sua polilica a respeilo de Tcrnani-
huro. Ou essa polilica be boa ou m. SCboa, se a
da coueiliaeilo dos parlidos, para que reservas? pa-
ro que a larilurnidade? Sali por Ventura o gover-
no se llavera inuilos Temarabucanos dislinctos ds-
poslos a abraca-la f Sabe por ventara o governo se
esse desojo he o mesmo que domina inuilos Ternaiu-
bncauos Ilustrada* pela experiencia de passado ?
Creto, scnliorcs, que esla obra oxige eonllanca, n.a-
iiile-lae.'.es Irancas, expiisicl.. do niolivos nobres e
generosos, c niio piule ser levantada con. mutuas des.
conflancasdos partidos e'com as reservas. Se pornj
o polilica do governo lie mu, se be t, quero ser fran-
co) ni nos ler rnnslanle.nenle desunidos, c como
loimiaos. Wio, Srs. ministros, fura Imprudente Ima-
ginar! Qucm vos falla niiu be-uspeilo, mas he um
hoiueiii que lera lido lodo o tino, toda a prudencia
cracuiiirari.T, cm desmentir o em Mflbcar essa, pri-
men-a dnde que os mongosque e-ludada.nenie
nos dividen! estoM Corte. (.Ipoiados.) Oassumplo
he delicado, e sobra elle nada mais .Inei.
Dirci mu liaciras colisas sobre o tupien relalivo
reforma das municipalidades. Niiu posso prever
senlido cm quen governo enleude que se deve raza
esla reforma, Ouanlo ao mcu pensar, eche que ncm
na Franca, onde a anlfsrmidade gvernamonlal c
administrativa utlercco Imus evemplos, mili as ni-
liluiecs belgas pudereinos adiar u que justamente
conven, ao ...uso paiz, cujas circumslancias sito di-
versas, B qualquer que soja a reforma projectada,
enlendo que priniei.oque ludo se deve procurar do-
eos, negligencia fatal aas cofres pblicos, S. Etc. so
n.to pode defender.
0 Si: Candido Dorget: Nao basla avanegr, lie
preciso provar.
O Sr. 'aula Haptiita: E cnlo, Sr. prcsidcn-
lc, eu digo que nao posso dcixar do pronunciar-rac
em opposicilo, porque cima de ludo est o mcu de-
ver, o dever de salvar a moralidado dcslu parlido.
O Sr. Vcreira da Si/ea : Esteja tranquillo, o
credilo do Sr. ministro osla he... eslabclccido, nao
s paro este, como para lodos os parlidos. ( A-
poiado*. )
o Sr. Paula Baptisla : Sr. ministro, pcco-lhc
encarecidamente que nao arredile nisso. (Hiladas >
Acredite cm quem lito diz o contrario, sto he, que
lodos os parlidos sculcm que S. Etc. nio est muilo
bem na opiniiio publica ( apoiados e no apoiado);
qoc muilos l.oraous nolaveis o- imparciaveis eslao
convencidos di-,. ; que muilos dos que so mostrara
seus afleirpadus sent.... docni-se dcslcs successos,
o ncnhu..ril.e quer dizer cu. sua presenra osla ver-
dade.
Nao podemos ser iudiflcrcnlcs a eslos relos, des-
preze esta opiniiio que se rsente do desprezn que
dola se quer fuer. Senliores, a moralidado dos g<
vemos bu uccessidado de que so nao pode fugir iu
puucinenle o sem graves embarazos, e nao sei se 1
pnrquc son fraco de corpo, Iraco de cspirilo c fra<
de animo uo apoiadosJ, declaro que duas cousi
me HSUSlam no aoverno conslilucloiial como funes-
tos presagios; a descrdito coral do parlamento o i
descrdito geral du governo; oslas duas cousas leu
Iludido a muilos abalisados estadistas, mesmo no
momentos era queso ialgam mato segaros, e Ilud
rain aquello niesnm, i|ue dlzla coran una grandi
u.axima de prudencia : que "o seu prin.ciro nuinsln
era o lempo. Da niiiiba parlo nao bei de cuncorici
parosles don-males.
Apjirovpilo a occasiao, Sr. presidente, para fazci
urna inlerpellaeiio ao nobre ministro da guerra sobro,
o relo scguinlc :
Em Tcruambiico'piildieou-scun aviso de S. Ex
concernenlea nina queslao luvlda naquclla provli
ca onlreOChefc de polica aum primeiro cadele
e nesse aviso S. Ele. dcelorou ao ez-nrcsidcule d
quclla provincia que ib-se baixa por Indigno a es
primeiro cadete, anda quando (baje ibsovld
liibiiuaes do paiz. Isso foi publicado cu. uim
que se diziaevp.e-sao pura e gcnulnl do gove
ral em Tci'iiaiubuco.uuia fullia cliamlda/HI'ft
quero ciiniuientiir esse aviso d.....ibrc
pelos
tull
ctu
ipalida.lesi
iiiinsulllcieiilc
operar a rete
ii.ii..i e- rendas, pota que | de que u nobre ministro.
. Cogitar e pensar boas da aecusacito que llic f.n
lilaila nsliluicao dasca- fondor
.....'el,,
que
prail
furiu
pin
aiuraln
iirccis.
ipi
nbi-l
icspcrl
ida querer I
los grandes objcrl.
.-ni Ibes dar o
r con. iilili.la.li
leudo ainda mais que, qualquer que seja a rc-
i, as cunaras .lvenlo ser electivas, sob pena de
i dar unirormida.de cutre as nossas instriuicoes,
i -o deve influir mullo una lei do eleieue- so-
bre uleis precauces.dc mudo que baja vulo livre,
e, o quanlo ser possa, esclarecido. Entrelanlo que
esteassuinplo, alias la., reclamado pela iinssa silua-
cio, delle se nao (a. raciiro na ralla du Ihrono,
quando no auno passado toi um dos pontos princi-
paesda falla do Ihrono.
E que importancia liga o governo a i......lei de
eleic.es que niellmie ueste |ii.....i o estado aelual das
cousas .' Senliores, o governo constltuciunal nao po-
dar limis marchar convenientemente sera o con-
curso do todas as iipinines: hcncccasirio que elle
alimenlo Indas as devocoM publicas, todas a- apll-
does n.riiobie paixo de servirem Inii ao paiz ; fiia
disso rudo mus be lidsilicaclode principios ; silo in-
lerosses pequeos qufese nao easnn)com os grandes
iiileic-c da sondado. Nesla part: niio nos deve
ser Itoongelro o fado que val apparecendo do parli-
do daopposicao abandonar o campo eleiloral pela
eorloza do nao poder lular rom as torcas do gover-
no ; c j nos deve assustar o abuso do governo
escolher .Toiilre os seus aquellos que deven) ser
delta
Eu
(mi
i minislerio Icin a dbpoi
responsabildade den
aebar-
pciig.i
Sini
leal i
..li.-l -
!K
Do proel
ilaii. responsabildade den -na nter
las cleie.'.es, mi se esl.i disposlo a respon.lei
una necaiiva absoluta. No primeiro ca
e-ha disposlo a palenler-lhe os gravisslmo
pie di lei provm ; no segundodir-lhe-hoi
..la., a- pinvlucase lodo i. paiz que vos des
e vo- acensara por talla de siucei idade.i.
cu desjala ver o cov o,locunsc,,. do quera
n sustonlar -eu- neto-: porque enliln que.ii
elle ianurn era boa tv que c-ia .x.-re.-u.i,
um i usnrpacao calamitosa pan. o paiz; que lera Id
cora suas tendencias ao ponto de pagaras verdadoi
ni- rrencas, pan. deixaronl troc deltas u ogobl.....
o nada do oiceplicismo; oslas lendcncias, porlanh)
(levcni lioje eucoulnir liarrera-. E.u ludo lie preci
... olliarmos para a variedade das circumslancias i
doslompos. Quando o principio daauloridado na.
eslava bem consolidado no paiz c o espirito de de.
Bes: he o se- ordem aggredia a locicdldoe lenlava dcrrul.a-la
reloopovo, be ao admiftquo muiloshomens consenndores, pe-
ou.iiiuci.iii.il eu- rom do ideas liberaos, concorressenl Ibrtillcar
paz de dar ga- auloridado ; mas boje que o cspirilo publil.........lia
felieidade das na- se naturalmente propenso i paz.....ia autoridad!
sem respeilo opiniiio publica, anlipoda do movk
ineiitodas ideas, torio e inloleranlc, be o plmenle
inatocfllcnz para desorden) (apolaos); ncllo l.eq.u
slo grande perigo.
O Si: Apriaio :Isso be o querosn provar.
o Sr. Paula Baplhta: llera a mcu pozar en-
Irarei cm alguns lacios, e antes disso permilla-me c
nobre ininislro da fazenila. presidente do conselho,
pie Iho taca conlissao ingenua. Eu quo sou .ero-
ibecedo. dii.lalenlosdeS. Exc. que presto vivore-
unheclracni. aos seus ser vicos, nao posso del) de
star vivimehlc migoado por mo ver obrigadoafa-
Eer opposie.ln a S. Exc. e sinlo que S. Eve. lian
ne llvesse querido poupar e-le sacrilicio, como lal-
,-cz Ibe diclassea prudencia. Todo- lem .....isclon-
:1o dos altos increclmbiilus do nobre pre-ideule do
'nnsellin, o lodos Igoalmenlc o censurara iior querer
salendcr oseu manto prestigioso para abrigar ou co-
li ii .i quema oplniao publica repolle com luda a
torca.-. MocimeillO.
O Si: hura Rocha :So ten. mani prestigioso o
fis'i: Fiaiteira de Mello:Poto noque islo pela
diga senatorial.
" Sr. 'aula llaptista depoil de alguma puoso :
En eslava no proposito iinbalavel de nao respon-
der a uparle-, mas locando O ..obre depulado en. um
..hiedo mili d,-hend.....
O Si: Dutra lochaO ..ubre depulado o
lio.ive.
OSr. Paula Rnplistu : ... c pronunciando un.
iiou.cqnesii deveser pronunciado para seibo ren-
derem profundas liomciiaccns c respeilos, collocoii-
me na dura nece.-idade do explicar-me. Eu lallei
do maulo prestigioso do Sr. ministro.la fazeuda cm
sentido figurado, cuino para inoslnirque elle IIOde-
vora ler querido abusar da alia repulacaodoquc
goza, o jumis poda i.lci ir-ine a quem da cpula
social cingue se aclia uo pide ser Irazido pan. a.
nii-sa-dl-cus-oe-. ( Muilos upoiudos.)
Qnizera nao ler man para descortinar cortos re-
los, eexibir iudos molivus que movc.n c anima... a
oppnsicui a nao dar seu npoio ao governo, c s o ra-
ro! bem a cusi, c s pela idea do dever, prometien-
do todava ser cavallc.ro, c rcspcilar ludas as conve-
niencias.
Exi-te, Sr. presidente, aopinilo publica pronas
ciada conlra al ;uns ministro, ; e eu muilo do lev
locarei nos relos do arsenal de guerra. ( Mnrimci
lo.) Nao quero ser echo do que so diz contra n Si
ininislro da guerra ; queru allrunlar ..esla parlo a
opiniiio publica conlra o nobre ininislro.
OSr. Pereiru daSilra : Vio dirima.
O Si: Paula Baplilta : yurro remover todas
as suspeilas, c dizer conscicnclosanicnlc, que o no-
bre ministro mlu leve parle directa nessea aconlcci-
ineiilos, ( .Ipoia-dos.)
.Mas permita a cmara que cu tambera cous-
cienctosameule lavre a contonea coridemnaloria do
nobre n.inislio da guerra por incuria, negligencia o
.1.-1, ix.. nuil. i. visto ii.innin.il.: e sem estar do ani-
mo de culrar no desenvolviineulo da materia' cilarci
apenas um laclo, para que so nao diga que sou teme-
rario em miiihas propositos. Nao toi o nolire mi-
nistro o mesmo que depoil desle aeontecimentos
lama un) aviso para que de boje en. diante se nao
runiprciii gneros para o arsenal sonao as proprias
casas importadora* ? -E o nobre ininislro mo llo-
vera, ha mais lempo, lomar essa providencia, mr-
mente quandu sbalas da einedieio do nosso bra-
vo excrciti) para as fronteiras do sol, c se gaslaram
enormes soturnas cm prov enlos .'
11 scu do de liscalisacao, osen dever do evitar
abusos o fradese a sua sincera dedicarlo aos nego-
cios de sua reparlico, tuto llic impunliam o dever
dctoinarcsla medida como Justa precaueto ? E nao
podia o.iol.ro ininislro commuracar-se direcluraen-
le con. n .ii-cu d sen.couliar isso aoseu l-seerelario
CftnhMfaOos .' De errto que sin..
Assim, apezar de luda a mlnlia benigoidado para
com o uubro ministro da guerra, o do desejo de po-
der dctendc-lo...
ti Sr.-Prrcira da Silva : Pode dofonde-to, quo
ii fa/ cun toda a consciencia. ( Apoiados. )
OSr. /'.//(t Baptiita i A miolA semanra oda
luda.
n Sr, Situeira tt tjurtroz -. l eln appollada.
. Ipoiados.!
ii Sr. l'uulu Baplilta : Da npeligoncia de-
leivo uu emprego c applicarao dos diiiheiros publi-

Senliores, curan o go
bllrariamenle .....a pe.
cumpetcnlel Estoavli
i... posso mato do que.
bspnlo vale para mlu
pelos juizes e Iribi
pe
mira
re ininislro, afir
iden.lo os ponto
ni precisad do
i ful..
de
ful
pi. i
o
a.la a cslo cadele a pe
Pido u enverno lillin
i auloridado?
r.Scru-.-l)
.orno exigir, pde.
OSr.Paula Baptiita: E
ipieesle cadele precipiluu-see.
bofe de Hielo poro
Importa dizer: .
rouslitilieao e a.
qualquer deelsfh
cpormlnhoaulc
le Iu
do a boa dia
P
un
i do |H)doi
eu^nini-
l&G
idade sej
ir infa
pona de s.n
ipliu.i do go
ai, senliores
uu
!..ci
;xcc
nienennd.i-0 com arraucai-lb as cslrellas. Nesle
caso he iuquoslionavol que. para exen.pln de boa
disciplina o cadele devloier casligado, cnu sabir el
de Terunnibiieo lliiha ello sido eondemnado : mas
sendo o senlimento do honra o o amor proprii
oll'clididn as causas que o .irnnllinili. 10 riinic, to-
da a pena Ibe pdde ser csdlidl.....cnos a de infa-
mia.
fin.sv. Depulado: chete de polica la...-
I".....ev la ser punido.
(( Sr. Puna Baptiita : Pete quo respella ti mi
troci da justica raro! breves rell.-.Oes, ,-pe-
a.i do respectivo ornamente para alai-
ido a discus
-inc
i, e por
I a libi
ega.lo de
aar-tnc sobre a im.ic
bei ...ni o faior sen-i
di justica, que cura
imporioiile durante i
unes de vida: J ni
que precisamos, e qu
va o lilla, capacidad.
mili..11..i. ordinarios
boje necessarios para
so va,, encontrando i
liierciaes ; e para inlellicenc
-o- eilslcnles, que parecem
c cslar, da.
nao iu-pin
Ion o Si. i
oflnS.;
slro da iuslicu
nimio sidlu ;
nn enlanlo, c
'-. poh.....o-nt
es. eu niio bes
imprtenle d.
do inlere-e- pi
ra ronlenlar-me
........ue ministro
na reparlico l
leiro, uo deu alo
quero fallar de reformas d
requeren! I......ona de Inlciali
i; pniin fallo memo des-es
iprallcos, deses avisos que -a
remover as difllculdades quo
us complicadas materias com-
a o conciliacao de avi
eunlradielorios entre si
para fazer : .
u.-las innle
dos professioi
este ni..... ia.
.....a inulllilac
allamenle impuilanles medid
prov.i evidente doquodigo, na
nos abusos e i.t.nel li.-ues de v,
oulros paizosealslcn InsliluicO
ra garanlia dos ... pho-, bein
uct.los Irregulares que
da absolutamente ira-
; parece que durmi
lada fez, nada esludou
rain tbeorieo c peal ico
i no juin e........lid..
lo iiflirmar, que........
existe
Ii.
ra
.sos que r
; c locarei, rutiii
rphanologia sujeili
laslels, quando en
lio vanlajoraa pa
uno o conselho di
possoaes, repcllo com voliomencia c acrimonia as
impostas e inshiiiaccs que Ibe raziara; e tomni
na-1..i ni i ii.mies palavras: a Fui, sou e serei mu.
narebista, e obodeutc no meu dever. i.
Saib.t mais que este magistrado, sendo da opinio
decahida, processou eprendeuem Pernainbgco em.
pregados pblicos por crlmos do rcspousablli(ln.le, c
:|ue erara do coracao do parlido.
O Sr Apriglo:Em lempo do conciliacao mlu *.
deve mellcr a ntao no annaxcm do passado..
O Sr Pauta Baptiita:Senliores, declaro que
lenho v nula.le de cubrir o rosto cora as tnaos quaml.i
ijn urna capacidado e illuslracao, um Brasileo
que nos honra, como o Sr. Mendes, pobre, desutn-
pregado, esquecido, a andar pelas ras do Recite
Oh que lerrivel lesleirainlin conlra nos.....
0 Si: Aprigio :Ntiicuem Tallou contra.
".xv. Paula Baptiita:Ah nao fallnmroi.l...
porquo so uo otrevem; o bastara isso? Prouvera
a Dcos que minlias palavas possam mover u oraniu
do governo a razer juslira a esle disliueto Brasileim
o a dar tira pleno (este.nuiil.o de que as virtudes va-
len)alguma cousa nn nosso paiz.
Vou |n)r termo ao mcu discurso, e aillos de faze-
lo desejo continuar a merecer a allnelo da cunar a
na cxpos.en da allegoria do nolire ininislro du im-
perio. I\Au me animo a ser interprete dos seus pen-
san.cnlos, na0 qucro dar verseo alguma as suas pa-
lavras i mas aptnaa referi-las para a final fazer-ll.o
um pedido, ao qual S. Exc. uo poder ucear a. -
quiescencia. O nobro ininislro dissoque tora un.
pequeo arbusto, cuja vegelaco tora cslorvada
por grandes arveredos, cujas ramas copadas llic cm
baraeiirain a luz du sol, e euj.-.s raizes profunda,
projiiilicaviiin as suas, anula Iracas tenues; c que
assim toi crescendo, sempre rimado, m que pode
reccher a luz do sol; mas que npesar disso, dcsln-
grandes arvores, hojo Ironcos vell.os, ainda vcmre-
licnlcs e parasilas que damnificara o scu crcaci-
icado.
epeli-
i rio
(I Sr. Correa das .\erei:Esl paraphri
O Si: Paula llaptista :Eu presumo ler
do as proprias expressocs de S. Exc, poiscsli
la occasiao bom alenlo; goslc] niesuio de
Eu mlu sei c ncm quero saber que arvorc
essas que obscurecia.il S. Exc, cuan Iho deiv.
o livre dcscnvolvi.nenlo de sua vcgclaciio, neu
rebelos silo esses que ainda boje o nflendci
apenas poco que, jii que S. Exc. levo a dila d
a luz do sol, nao olbc lmenle para os sen-,
pina PernambUCO lambcra o oulras piovii
[ApotaiOt da depiilaco de Permtinlnico.)
ti Sr, .Iprigio :Esse pedido he un. agotan
OSr. Ministro do Imperto:Tal vez
quem se mo possa qucixar.
II Sr Correa das Seres:A poiado ;
que lecm mais razio do queixa.
ti Si: Paula Raptista :Oh senliores
objcclo para quesillos ; lodos quo pegan)
no pedir com modera.;o n.lo ha o qu-
surar.
O Si: Correa das A'ccck :Nao posso ai
o nobre depulado.
" Sr. Paula llaptista:Todo acoinpa
queacnmpanhaem um senilmente nuil louvavel
ti Si: Correa das Seres:Nao acbo a c-lrad
ba.
OSr. FUM:O sol allumia a lodos.
" Sr. Punta Hun futa:Tenho, Sr. presidenta
onrl.ildo. Muilo bem! multo bei '
cumplimentado por lem amigos,-
A discussao lie. adiada.
Deeigna-se a ordem do iba, e levanto-so a
s t horas c :i quarlos da larde.
ic-ja
' pos-l
I"
ti orador l
l'iliWlICO.
TIIESOl RAHIA DA l-AZENDA PROVINCIAI-
OemoHitraeiio' do saldo eaiiteiite na cai.ro do -
treicio de Wt a IH.VI.em :! ./. ittnlio de 18*1.
Saldo cm :ll de malo
Itereill. un curenle
Desriela idear. .
. tl>:!H):l3V,l
. Il9i892l58
3(il):7II.W:
til: 11 l~b
Snbl.......le
mili... .
Rereila no
iirrenb
Jido
iiiiv
Saldo j9o:38l9u7l
8*538|IW
o uulras providencias ...ais.
Aiiroveiliiiido a occasiao para dar breve rcs-
posla ao nobro unnloi que me picredeu, o quo de
lautas reformas nos lallmi. desojara que ello rae dh-
se-se, quo reforma* devenios esperar conlra asruins
nou.eaciVs do aoverno para os cargos de judicatura.
.ipoiados.) Todos os anuos a oongrogaco dos Ion-
ios do academia Jurdica de Oliudii rcinclle an go-
verno inhuma.-ni- .,.....vadas -ubre o tlenlo, npin-
vellaincnlo e conduela dos cslndanles que se for-
ma.....o anuo, o eslou habilitado a dizer, que laes
informacoes......-i.i dictadas pela mais severa c re-
ligiosa iiiipareialida.le. E por ventura as noniencues
corrospondem a estas inforniaroes ordenadas pelos
slatelos? Parece que ellas correspondeni aos em-
pei.hos dos pretendentes. Enlrotanloo cerio he que
lomos .una mocidado rica de brillianlcs tlenlos, o de
Incooleslavcl probidade.
o Sr. Duna ocha:Apoiado.
OSr. Paula Baplilta:Equcm examinar as
causas conheccr que .......lor malparto do go-
:Ellos le
ido
idos pelo go
II Si: 1
csn.o; qu
babililac.'.e-, ii.unc,
nhecemos.equo.....i
do cede nos enipenl
ruidos de seus actos
ila Baptiita:Sin., senhr, lio
l i, governo escolhe as verdade
lomea estes magistrados, que bem
i.......; 'i
prtdjd
Dcspczai.lein .
Em cobro. .
nulas. .
.. Icli-ns ven
.donliitnccr-,
1833 .
i en. ouliibi
8i>::W.*llll
:il:lli83VI
Jl:i80
Kl
jlllll.
De,
idem
.....vembro idem
ii j.uilio de 1851
luiilillnu idem
i nnveinl.ro i.lem
i.minino de IS.V
i novomino idem
O
ll.-i-. :in-.H7i.-".i(.s
UJ078'
296:8391000
0:9641810
llll-SSIII
l:8l7jtMJ6
9:703*23:1
(i:S!lli,-N')(i.l
I:8I7|606
9703|B33
I-.8I7I60B
9:703*834
----------_ :i7:S7ii-'.iis
liosourairo,
I homa: Jos dn Sil ra t insinu Jituior.
O oscrivao do rereila p dcSpeza,
Antonio Cardse de Qitrlroi Fimeern.
mlracati .;.. laido exilenle na catira dede
ttem Mlilejiinhode 1853.
31
lleceia.... correle
Despea idem. .
i p.p.
I66:iil000
9
nulas,
letras
I lili: I-I
Saldo l6t!Stln00
Vnttono
165:4911000
---------------------lG:ll.ii
Iho,
. lulo
'Ir
i.kj
CUS dil
I be que......ais sofli
; Apre-enlarei um pxcuiplo v
i manifestar. En sinlo repugni
dn- pi.....as......es.......este ...
blico em que mo lenho prora.i
(crio me Julgo soperior n en
mas preciso agora, pormllla-s
aliviar urna magna que rae op,
mallos os honrados iitombros quo
lo o Sr. Ib. .Manuel .Mendos da t
Qual ser., o minist
o decreto de minien
desto especial lyp.
un lugar de macii
Sr. I ir. .Mondes, se
gar, .uto comparec
lo, os
i, que
OSOS .... puv
I.
abo .1
par-m
ip e pu
iminis
le. nenes pe-une.
g,v|i.pssiio, pieci-i
ic. Creio que sil.
.I.ece.n de per
ha o Azevedu
do que
alo solei
lo co.ilr.
o quo boje esl tora do quadn
Si,,,, n IU. Mondes toi removido
te; suascnferinidadcs que enln
vado, seu e.lado de pobreza Ib
o cuja mo cslrc.i.cca em livrar
;o de-le jii.isconsulln profundo,
do honradez o probidade pan.
ratera 1 Talvez se diga que o
ido removido pura um corlo lu-
pina lomar po-se em lempo.
ser p niiu.il
ca para que tora re.
he que o mini-tro q
plau.liih. unauiu.cn
parlido. que ronhe.
Seboros, cu re-
proprios adversario.
justo esto senlimenl
te. (.lucris um Iu
la Jurisprudencia, i
llalli
man ..justan,
se huvil.lil ID
mlu pennilli.
iu do scu c.nprcgi
vid. Seja o que lor, o redi
o noniens-e, sen arlo Seria ip
.le pelos homens de lodos o
>. o l)r. Mondes. (Apoiados.
.tu u inerecimculo dos mcu
no fundo de Indo o cornea
diMouvnh e esponlanoamen
en. ...esle em todos os ramos
otendo e abalisado na hisl
rhareis no
ni: J<
O OH
lo c
dtala
di. calramenlo iai
jiinho de 1853.
Saldo en. 31 de ma
Reeeila no corren!
O ll.es.....tiro,
ida siira Cuimao' Jnior.
vio da reeeila e dospaia,
foso de ijiicirn: Pomeea.
lisente na caira eipecii
tsde'l cidade.ein :in.
T- P
THJZ.
DCsp.
Em ci
ii.l,.
ibrc
ila-.
i:.:iii;iw;sii
raiouu
--------------------I.-,:(, -ii- -.
NHWIIlll
Saldo. IW80JI38U
1019380
l1:77!lfflK!(l
- ---------- HiRSn-'Jsn
O Ib. -.lilenn,
r*oi .lose da Silra Cumio Jun
fuVescrivIo,
Antonio Cardozo di (Judio: Fon'
pubucacOes a pedido.
lo direilo para o ningislerio 1 vos o adiareis uu S
Dr. Mondes. (Apoiado./ Ouereis un. niagislrado
dominado pelo senliinenlo do juslira, honrado cm
toda nevleii..li, da palav.a'.' voso acharis m. Sr.
Di. Mendes. (Apoiados./
ti Si: Iprigio:O mesmo a resucito do Sr. Dr,
Tcixnlo de linio; he mili Ilustrado, toi meu anie-
ga, conheeo-o mallo.
O Sr. Paula BapHfca (depoil de alguma puma :
I) ..obro diputado que gasta de chamar ludas as
lueslics pora o espirito de parlido..,
O Si: Iprigio :Niin apoiado.
f) Sr.POUla Baptiita I...talvez niio Icnha conhe-
imcnlo pcrfeilo da vida de-e magistrado...
O Sr. .Iprigio : lenho.
ti Sr, Paula Baplflt*:Niio lera; lera r.irilida-
le em dar apartes (ritadui), mjs racdiilade eu,
profundar estes negocios, c fallar con. conhocimen-
tode causa, nao.
O Si. Aprigio:Tcnho ibupspomrer.
OSr. Paula llaptista:iWpodcra responder.
O Dr. Mondes da Cunba ora o partido da opposi-
cilo ; cimqni-iou merecidamente mudos crditos o
repulaciio, toi um dos eleilos romo depulado pela
poltica decahida, e quando ipparcceu a'revoHu enl
Pernamhuco, rovullo que r. adheii.la po) um ma-
llifeslo publico assignado por todos os depulados,
piando o elecerau, para pie-i.leul.- d,t sorie.ln.te, e
pianilo en preciso oda a fortaleza de ii.iiiio pina
mlu aceitar a complieidade not randascendr-nelas,
elle recusou ludo, rompeu todas ss considera
Nciibiiiii, i.nii.i.le de in-
dividuo para Individuo, da
sociedllo para o indivi-
duo, ou do individo pina
n-ociedado, dexe serexer-
rida contra a juslira e cu
Ira a rn/.o.
(Guiso!.:
A falsidadc he una prava
de r.aqnezn.
(liaron c
Mallas vezes o amor pro-
priocxlingue o hnm simi-o.
ifoltairc.
I.
No Diario de l'ernambiico ... 98 de 2 do coircnle
ionios o scguinlc :
Exarlumoiilc "no din en. que Ibe cndeiccei a
passada correspondencia, vio a luzdodia o prinici-
ro numero de un. novo rampollo da lmprem.il pa-
raense ; adornado, com 6 pomposo titulo de Wfan'o
do tiram-Pimi. Troniclle muilo rslc jornal.....-
prograrama, ou .irospeelo, que a fallar n verdade,
n.lo lie l dos da moda, islo he, breve c resumido,
antes pelo eoulrariu lurnuu-sc un. poucu m.i--.i "
mas nao podia scrd'oulra forma, porque era preri- '
que n DOVO soubesse a fundo ludo quanlo agora
vai operar em seu beneficio, O descnvolvi.nenlo do
commercio, norirnllura, .-ules c industria, he al."
aondcparlicularn.enlc se alira o novo alela, segui-
do ello aQanea. Dos o uuie bem para que possa me-
drar, o quo muilo duvidau. os auoi.reiro de-la in-
ri,. nSo s porque a vida diaria, que elle pralen.lt
lograr, parece in.po.sivel iu. allcnciio .-,-i neu.....
telas peculiares desla provincia,quenioconiper-
la -cinelbiiiili' necessidade, como porip.e sendo e-lc I
peridico descendente em linlia red.-, de cm unir 1
(Gram-Par!, que de ha mallo IVostem ra*
'nula gloria, be de cier, que baja delle bordado V
... ., iinnie. romo lambeta I imbde, pul i-" t '
omn aquello, de fallar n... mis compr.....i--.--;''
urediii -se, e por fin. do llnar-se csfalfadn Pin I"-
incnl dos cmv idos. |-:-pe.ein.is ,1.....uqiu. .!......'
..., n inellinriini-elbciio .b. buineiu.
ii a rx,
i-'.-i.i Dolicia
ruine iiiduiahiienie duas pnrb-


lina ronic.i, otilra somi-seria. ''"> tclnliva no
/;i io Jo (.ram-Par, oulra a leu redactor
Ponen nos sobrcsallou, que o rorre|ioiiilciiio do
Diario de l'ernambuco cscariicecssc iloj banel-ios,
run, que ilsui narfeiHM ilcsr-jam dolar a provin-
ria : uno procurasse ludiliriar urna omprcia lao rus-
losa c do lauto futuro, como a do Di triodo (ram-
l'ur'ii que norirouia dcnomiiiasae esle de noto
nsmpeao da imprema paracnie, adornado como pom-
' oso lilulo de Diario do ar,ouojulgas-
|{o iiossoprogranimaou prospecto fra da moda c
lassanlc ele. ele.
Nada responderemos a slo, porque nos Icmbramos
d,i mailsaS de tMrorhe/oueaul:
(juanilo um Iwmciu obstinado comer a contes-
lar qualquer colisa, seu espirito fecha-sc i ludo que
q |i[iia esclarecer. A conlcslacilo o irrjla, por inais
iii-ia quo sejn; parece quo lemo encoiilr.ir a ver-
dade.
Admiranio-nos porem quo o rorresjumilenlenlc
lus-e llo irrclleoliilo i poni de criminar-no por
querer desenvolver o commcrcio, a agricultura, as
arles, o a iiulii.lria E que, sem aprcsenlar urna s
piova plausivel, asseverasse, que as iiossas circum's-
laniias niopodem suslcnlar um Diario!
Se obscrv ardes com cuidado, quaos So os bo-
mens, que nunca louvam cuusa olgama, quo ce
r.iin sempre, c que nunca eslosalisfeilps, ico
rereis, que sao aquclles de quo ilingucm g>
1 caio chapeos, e t52 caisinlias cliarulos ; a
Francisco Jos de Magalbies Bastos.
si cakow (aiendas; a Brunn l'raeger & Compa-
nliia.
I caiio (azcmlqi; a Jos Saporfli.
ni ..iivi.i-, l pacoloe'100 cajinlias charutos,7
barrasde cobre, 2,600 quarlinlias, 8 lalliasdelouf
vidrada; aorilom.
Palaca hesnanhola o Violante, viuda de llarrc-
lona c Tenerife, consignada a Aranags & oryaOi
manifeslouo seguinlc:
10 barricascniofro, lOsarros cominbn, 60 halas
papel do cmbrulljo, 15 Jilas dito branco, HO raivas
uiassas, 30 dilas sabilo, .VI calvas velas de sebo, M
pipas viiiho, V>,000 resten scholas, :18,> gigos bta-
los, 530 resteas albos. ..
CONSULADO UERAI..
Rcndimcnloilnilialai......HiSfiS
dem do dia ........J:la>7(K>
7:3tiias
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rcndimentododia I a-2. ..... 57:lu638
dem do da 4........ 857(178
nbe
isla, i
/Aira'
III
lodos salicni qiic verdadclramcntc nao lomos in-
duslria agrcola, iiciii iiianufaclurcira. nem arles,
neinsciciicias. (Ionio pois merecer una irona to-
das as ve/.es, queso pugne por cssos mclbiirameiitos.
Aquellcs que vvcm vida regalad,, dcsfriiclam
urna existencia feliz, -c guardan! riqucnis acumula-
das oii-as dispendom com sen hem estar, acliam que
vivemos ii'um oslado de venturas, que de nada prc-
rimos, ipic indo camin maratilhosameiile I
Mas, ronlac-me, quanlos eslo nessas dteunisl.in-
ilia) I Quintos saboream alimcnlos substanciaos,
vastara roupas que os eeoberle da Inteoiperlo do
i iii|in. r ganllllm um salario anda que diminuto,
sullicienlc para adquirir os objeclos mal! insiunili-
canles?
A cmlisac.lu do Para est alrazailissima. Nos-
tM palricios nao cullivain a Ierra. Nao oxcrcein as
arlos, que ucram o progresso. NAO loom conbeci-
incntos ipie sao necessarios ao florosciineulo de n-
daslrii.
D.iitui resida que nao somos livies-: priinciio.
porque soino. ignorantes, e sendo i mi oran I os u,lo
podemos aproveitar, nem dirigir nossas forras na-
liuaes: segundo, porquo somos impacientes de
qiwlquei domiiiaro a propensosn violencia, (lela-ee
a historiado Para}: lerreiro, porque v vemos qua-
si ovolusivamenlo de producios naluracs, n cara c
a pesca, .
E se ningiiein ignora que a maioria ila luipuln-
rilu paracnse vive mal vestida e nial alimentada, co-
mo escarnecer c xoinbar de qiioin desoja ver dimi-
nuidas as nciessidodos de sen pas"!
NeiU scinpi che possivel Iransporlar os tlenlos o os
niuhcrimcus, unidos as pessoas que os lecn ; por
issu lomosa imprensa, que jimia a navezar.o, Irans-
pciila as artes, as setnelas, os tlenlos, cu ro-
nlicrimcntos.
Ilcquasi impossivel di/erquauloa navegarn tem
concorrido para a educaran o civ ilisarjo dos povus;
piuiii se ella au t-so auxiliada pela niprcnsoiiiiii-
lissuno menores seriam seos beneueios,
Recorra o corresi.....denlo aos meslrcs da telenda ;
de-se ao Irabalbo de lerSav, Uonlesquleu, Robarl-
son, UonUignee oulros, que nellosapprendera, que
inais lucrava arnrocoaudo una empresa como a do
Dinriu iln (.'/im-l'arn, do que desauintndo-a.
IV.
ci A iiiiprensa.ilesiiina loda e qualquer eirpreaslo
do pensamenlo; livros. broehuras, pamblilelos
joi'naes, a soienoin, a lilloialuia, asarles. indu-lria,
ludo que podo ser adquirido pela iilelliiiciieia, islo
he ludo que existe, lodosos lempos, iodos os laga-
res, o mundo conliecido, w desconhecldos, nao s a
I vida real, como a ideal, Indo que arefleitojulga,
ludo qui1 as llgaos exprimen!, ludo calie no domi-
nio da imprensa, u ftsjjss.
li be ipiaudo procuramos oslabclMOr no l'.ua o
rexlo iilio dos povos modrrnM oq.....lo poder
ilo estado, que o correspondente sguca o. denles da
sua Iranll, e procura morder com aunas desleaes,
quciii aiiidalhenau ileu diroilo para issu '.'
V.
Alaumia pal.ivr.is agora solire o rcdacler '" Dio-
lia dij (imm l'nr, osso, qncn lodo o Irccho da
corraspondencM, que a principio ritamos, parece
querer ferir, nao darla a iniiiiou resposta, se o cor-
respondente nao fosse rev alvvr as cin/as de mu unir-
lo, ha ja lano lempo.
Base peridico Qram-Ptri que ocorrespon-
ilenle dii falln aos seus compromissos, eoredou, e
por liiir linn, esfalfado de lano lidar em o lodacal
dos convicios, fe/, o que o ngoismo do corros|.....-
denle nunca lhe coiiscnlii ia, que quiz.osso.
Oiiciii npaiilioii os furihiindos boles, alirados a
lanos homens de licm, suaslilhas, esposas, mn-
Iheres o IrniSM *.'
yiiem leve a corageni do lovanlar a vi para que
se lian calcasseni aos pos as inais sanias lab do deco-
ro, do juslo c ilo tioiieslo f
Queni sacriiicou-sc por esljanhos, em cojo nume-
ro l divisamos a pioprin familia do iorn~.|.....den-
lo V
(Jiicni receben doloroso- o onici- insullos e invci'-
livas fero/cs, para os poupar oulros, a quera nada
devia. procedendu assini pela vigorosa convociode
leudever?
.Nao queremos revolver o passado : nem o redac-
tor do 6'rum Pnni alocado a censurado acremente,
injiu i.ulo, a calumniado, quer sustentar lulas crueis,
que so devem ser acallas, mas uta provocadas nem
procuradas,
Kes|icile o eefrespondentoesaa vida aguada, sim.
|H>n'iii honesta de um lidador (GrtUHPari) que j
nflo exisie ; e nao procure com seus restos moraos
ferir urna empresa, que nada lhe deve. nriii o cilia-
da", qoe inlo Icm a boma de lemhiai-se de S. 8.
I'ara, \H de mato do 1859.
Tilo Franro iV.llinriiln.
Illin. Sr. |iezomh,iri;adot chele de polica.Ma-
noel de He/.ondo Reg barros, morador na fre-
Riic/ia de S. Jos, desla riilade, liavendo dealga-
mas pessoas que II"' siodfMireclas propalado que o
upoueadte eal asaliirmra Cora da provincia, e
quo para islo so ach.i j liahililado e prumplo, com
o que prclcndcni essas liessoas oniharaca-lo om seus
negocios, rcipier a \ S. digne-sc demandar que
se llic de por cerlldio se o supplicanle roquerea
passaporte ou qualquer oolra diligencia, pela qual
se habililasse a seguir vingoin para fmo da provin-
cia, ou inc-ino desla eiilade. I', a V. S. favoravel
dofcriinenlii. E R. M..Manool de Rexende Ite^o
Barros. Siui. Secreuirls da poPicia de Peroambuco
_> de jullio de 1853.Santiago. Em observancia do
despacho sopra do ttim. Sr. Doxembargadoa chele
de policio interino certiflea, que revendo os masso
dos rcqiierinienlos para lexilimaoBea o poseaportes
espedidos |Mir esla scejelaria, em uenhiioi licites se
ciir.inlra reqiierinicnlo algum do supplicanle Ma-
noel de Resende llego llanos, pedinao passaporle,
ou habililaros para o requerer. E para que 0 refe-
rido ronste onde lhe couvier patseia presente ccrli-
dAo nesla secretarla da policio de l'crnoinbiiro aos
^ dias de julho do 18)3. -O primeiro amanuense,
Jos Xavier Faustino llamos.
COMMERCIO.
ALFANDEUA.
Reudinieiil" do dia I n 2. .'
dem do dia i .
2T;5ftlgO/7
IO:(KKi,?i(ili
37:.ifi7l<)3
Dnctirrrgnm Imjc 5 i jtillio.
Rnguo americano Thmmr. Il'allerfamilia
bolacMnhasi
pnlaehe hambarguez (ialrm mereadorias.
Barca hrasileira liiojura pipas valia*.
Polaca sarda /tapUartiiio mereadorias.
Barca Iraneeza VcriHiniInteo idem.
Importacao
Escuna nacional Adelaide. vinda da Babia.
cnnsimiadaaAntonio.de Almeida (ornes Ov Com-
pauliia, maiiifcslou osegiiiulc:
'!!) laceas caf pilado, *)> caixinhas cbarnlos, 100
mullios Kttaivocscbarnlos, i 13 caixinhas dilos, I caixito
barbante, 50 fardas fumo : a Domingos Al ves Sla-
Uieoi.
"> i uiv.is sardinlias; al.. I.ccont Feron & Tompa-
nbia.
ti caixas charutos; n Manuel IN'reira l.amego.
Sullas ililn-: a Itoborl Slell.
I raixo o 1 parolo cliarulos; n lluillieruiella Sil-
va Ominarles.
'.i caisoe*charutos, e -Jl fardos lbaro: a Manuel
Antonio Teiveii.i.
5 oaivas fa/.odas; a Srhafheillin tV Companhiii.
1SI raixinbas rhnrolos; a .In- Vicente de Lima.
5 eilivcs charutos; a Aiil.o.io Jos Soare>. '
'i pipas e S incias tlilas fiiiun moldo- 0 lirio II"-
leiilino, I oaivole letoei,.. ; .k Mearon j Cunipa-
I cuva,, cliaratos; a Alfredo SVeHers*
Sioves.
83IMH
Exportacao'.
Escuna hcspanhola {Visea,de "Jtl toneladas, alm
da carga que Irouso do Rio de Janeiro para Barcelona
ronslaoilo de 3800 couros, aft dallase 5 capoeiras
de Jacaranda, condm dcsle |irlo, onde loeou por
escala, o seguinle :350 sacras com I8'JI a 12 i
de algoilao.
Rio do Janeiro, brinuc nacional /ilrira, de 187
loneladas, coiidu/io u seguinlc : 170 toneladas de
Carvo ile pedra.
KECEIIEDOItlA HE RENDAS INTERNAS Ot-
RAliS DEPEUNAMIIL'CO.
Itendimenlo do dial...... 8815798
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmeplo dodialaB..... 8:3338613
Idcmdudiaf........**I6J8
W7r099
PAUTA
So prtrot frrente do amtrar, algodao", tmah
genero COHnlado de l'i-riuiiiiliiira, na leinaim ile i
a '.) ilejiillm de 1853.
Assuoaroincaixa^hiancu l.'qualidade
n ni;
B tar. omcobi IIWO.
mi Brava
li \lgodio i) CflDMlO em pinina n :i
BspMto Aguanh ni .Ir ilc artigo .
uunnlc arli;n;.i i**. .
qualfdade
Gcnebra.
resillada.
aada
. Imlila
caad
Airo/ pila
i om e
Voi..........
arroln
. u.in
um ahp
ira
ir
ranada
onda
Ca
Ave
Boli
li,-.
Can
lili.......
s araras. .
."I....."**"
KllkV......
oilns......
Iititn.....
reslullw. .
com tamil .
nitilo.....
CarocKcfa ,
com casca .
Charutos bous. .
ii nnlin.inii
II II'L'.lIjl I
ra de carnauba.
ii em volas. .
ibro novo mil I
niriM ila bol sil
H W|)"
I""....."
tbru
idoa.
rdaa........
mii<:i.......
de .alna corUditt.
de
calda. .
a euiaba .
SCD.......
., jalea. ....
Estepa nacional. .
rouE gso seirn,
sqdaadsu Iragrande
l"''|UOI
l'iirinha >U' inandioc
ii ii milbo .
o aramia
llia.iil'obl.l.
alquein
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-ii.il
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::-],,n
::-:( i
tenha decorrido haslanlo lcm|>o, c doixado de pi)
gar, ipiuienros siip|rt1canles pa fiirma do arl. Wl
:i. ,i" cod. conv protestar, l,,,ra resguarda! e segurar
lodo o avallo que Iho assisle para a cohrauca dn
cefcrle divida, c rcqucrcn a V. S. que manilo lo-
inai o |n"loslo por termo, e iolinia-lo ao supplira-
do, para produ/.ir sen llovido cffeilo ; e como nao
lonlia milicia do lupplleado, oiguo-ao V. S. do ad-
mitllr njuiilkar, que osl auscnl em Ingar nao
sabido, c mande publicar editaos rom o prajo mar-
cado por V. S. na forma da li'i, procedendo-se nos
termos e forma de diroilo. ivdoin a V. S., Ilhn.
Sr. J)r. lull da segunda vai a o do_ cominorcio, de-
foi nienlo na terina requerida.E. R. M.Cunlia
& Amorhn. Nada inais so conliiiba cpi dita pelirao,
a qual sendo apresenlada ao Dr. jui municipal sup-
plenle o dn comnieicio Francisco Rodrigues Selle,
so por termo como requer. Rerifc, 18 de lleMObra
do 1852.Francisco Rodrigues Selle. Em cuiiipii-
menlodc cujo despacho o escrivio a qiiem foi dis-
Iribulda, eque osla sulisoreveii, lavrouo protesto do
theur Mguinte:Termo de protestoAoi 18 de de-
sembr de 1852, nesla cfeule do Recite do Pernam-
buco, em iiicii cscriplorio vieram os supplicanlcs
Cunh.i o. Amiirim, edisseram prsenles os leslcmu-
nbas abaixo assiunadas, que |irolos(avain iielu con-
leiidoem sua pelicao retro, oonlia o supplicado Jo-
s Xarier Cirnciro Rodricues Canipell" para o hm
un mesilla requerido ; e de romo assim odisseran c
proleslaiain I esto termo que assignaram com as
leslcmunhas, e en Manuel Joaquin Baplisla. esen-
yaoInterino o escreviCnnll \ Amonio, tredori-
oi, Chavos, Francisco Antonio de Carvalho Siquei-
ra. Nada nwis eonlem dito protesto, c depoiMo
que prodntlndo os suppilcanlc sua Iwlemunhin
e Mihiudu OS autos a ininha cnnrlusAo, profoii a
sonloliia sguinlo: JulgO jiislilirado que Jos
Xavier Ciriieiro Rodiiguos Cnmpello esi auseulc
em lagar dbsolulamente nllo sabido, pelo que man-
do se passe a caria de odilos ci'qiieridj.coiii o pra/o
do :<0 ibas c rusias. Rcclfe, S3 de malo de lll.
.tu- Raymundo da Costa MeihnM. Em cumprl-
nienlo le cuja senlenca so pas.uii a prsenle caria
de ediclM (e inais duas d.....enno Ihaor) como praio
de :l dias, pela qual hei por rilado ao dito SUpidi-
oado Jos \avier Carneico Itodriaiies Canipello,
para que lique scienle de Indo o eonledo na noti-
cio, e termo de protesto siipra-lranscriplos. Pelo
que loda c qualquer pama o podero faer scienle
do que cima llca esposto, e o porleiro respectivo
I publicara o aullara urna dealas na praca do com-
j iiioiii.....ulia ni casa das audiencias, sendo a nutra
publicada pela impreusa. Dada nesla ridade do
Roeife de Pernambueo, e(nOdojunode.l8S3. Ru
! .Manool Joaquin Bautista, escrivio interino osuhs-
.'revi.Ju- Raymundo da Coila Meue/.es.
ii Dr. .Iii-o It.iMiiiiiulo da Cusa Mene/es, juizmu-
nicipal supp'li'iiii'da segunda vara do commurrio
dado do Recite do l'eniaiiibiico por S. U.
s
icsla i
Lelo.
l'.ioo saber aol
rem. o dola I i v.'
dirigir! por
eonh
a
FcijSi
lu".
Imlll .
ordinario
om folln I
ordinario
resliilbo.
Ipeiiici
(lonuila.
engibre
l.onba di
iiaulia
ocha
loros
Pn.....Iiasdcainarcllo dea costada
ii lomo........
Costado do amarello de 35 a 10 p
aun i
6JO00
-5VKH
3 m
7-Mil
I-VIO
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ii cedro............
. de laiajuba...........pnnlal
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a agutinadas..........'
qoiris............ >
liras rodos de sicupira para carros, par iiisnr.i
eivu. ii i' DoHHiil
Molaco.................aada Jlltl
Milb.................alquelra BOOO
Pedra de amolar................. "'''"
.i Mirar............ "SP*
B ,.,.|,i,........... .. W
Ponas ile bol..............Tl11" ::'"''"'
l'i.i-salii...................i""'" ,i:"'
Sid......vaqueta............me*) MOnO
Sobo em rama............a, iSKl
Pellos de rarnoiro..........urna WOO
Salsa pairilha.............R IMOM
la,,", a............... i. IWIOO
l'nlias ,1,. hgl.............roiilo W10
S.ili.ii..................| 8080
Esleir- de norperi..........nina I60
MOVIIHEMTO DO PORTO.
Naci iiiiiini un din .
Rio de Janeiro Brigoe iirasilciro a Elvira, ia-
pilo Joaquin Piulo de Olivlra e Silva, Carga
earvau de pedra ; coudiu mu escravo a entregar
com passaporle.
Barcelonallrigiic hespanhol i. Brrelo, capililo
J. Fonriiilona, carga algodo.
dem Escuna hespanlmla Frisca, aeapllao Po
ilro Aiilonip Millel, carga algudao c inais g-
neros.
EDITAES.
A adminislraoao da mesa do consulado pro-
vincial avisa aosSiv. coinmandanlcs de cnibareacries,
hajam de ciunpiir o quanlo Ibes compele pelo arl.
i3 do regulami'iilodc 3 de de/enibro de IK5.
.i Arl. M. Concluido o cirregaincnlo de nina
eiiinarracao que conduzir para oulras provincias do
imperio cueros sujeilos aos direilos provlnciiw, n
coinmoiiianlc ilclla apreseiilar.l o manifeslo da cama
que livor a bordo, separando o que levar por expor-
lato, baldearan c rcexporlaeao ( c quando o idir.i-
nislralor ojiilgar necessario exigir lainbein o li-
vro do porlabi) liara se conferir com as notas exis-
lenlcs no cunsiilado provincial. O coinniamlanlc
Iiiedeivar de cumprir ralo dever, pagar a mulla
e 5porccnlo do valor dos referidos gneros.
Mesa do consulado provincial i do julho do 1853.
Antonio liiiiiiini Mmliailo /ios.
O Dr. Jos Ka> inundo da (aisla Mene/.es, juiz mu-
nicipal supplcule de scuuuda vara c ilo eommer-
oio iicla ridade do Herifc de Pernanibueo por S.
M. I. o C. que Dos guarde.
Paco saber aos que a prsenle carta do ed icios v i-
lenii c dola milicia tiverem, que Cuulia A Amorim
dirigiram a este i"i'" peiiejiodo.llieorsoaolnlef
Di/ciu l'.unlia i\ Anuiriiii, coiiiiiiercianles cslittiele-
i-idiis nuil luja i!" fa/oiidas nesla cid.lile ilo Itccifo,
que '""' Xavier Caroero Rodrigue* Compeli m
coostiluie devediir dos suppucautes, do :i\a.'iOH is.,
proveniente de razendos vendidas a crdito; c como
piHIIIW
nk\\\\t*mt%m
pie a [ircsonle caria de edilos vi-
iii indicia que Cuiiha S Amorim
escripia .i pelicao do liieor lo-
guinle iism Cunha & Amorim, ci......lereinotei
eslahelccidos cun luja de fazendas nesla chinde do
Recife, quo Francisco Xavier Caruuiro da Cuaba
Ciinipello se i.....siiiiiiu devciler lu luppticanlesda
qiianlia de -Jll'. lili) rs., provonieule de fa/cii'his
vendidas a crdito, e como leuba decorrido haslan-
lo lempo e doixado do pagar, qaercm os luppllcan-
los na forma do arl. 153 3. do ood. com. protestar
para resguardar o assegurar lodoo direlloque assli-
io para robrancii da referida divida, o roipioii'in.a
v. S. que mande lomaro|iroteslo por termo e Inli-
ina-bi no supplii-ado para produxlr sen eflelio, e
con.....Do leuba 'noticia dosupnlicado digno-ae V.
S. a Imillii a juslilirar que osla alsenle em logar
uilosabido, ornando puirticar editaos comoprazo
mu i. ido por V..S. na fi'.nn;i lia lei. proecdendo-SO
nos loriaos o lerna doujVcllo. Pede a V. S. Illiu.
Sr. Dr.jui/. da segundo vnra e do commerclo, dc-
foiiinonlii na forma requerida.E. II. M.Ciniba
o, Ainniiiil. N.io M ooillinlia inais em dila pi'lioau.
a qual sendo por iiiim vi-ia o examinada nolln del o
iiroferi o mou desparlio do .....r aegulnlc:Dhlri-
biiida (iinic-so por lerino na furnia requerida
Recife, 17 de dezombrodo IBaaVRoilrlguw Sollo
Nlo o caniiiilia mais em dilo mou despacho, do-
poli do que o cscrivo lavrar lonno do proloslo, as-
signaramossupplicanlcs Cimba j Amorim, depoii
provou a inccrleza dn suppllcado, o assim folio (
.....rix3o me /.era os meamos nulos conclusos, nos
quaesdol o profer a ininha seulonca do Iheor se-
guate :A' vi-l" .1." flpIHjlinunU n, 0 I '-.''i
provado que Francisco Xavier Ca neii" da Cinilia
Campellii e-iii nusonle om lugar nito salud", por i-i"
mandse passe a caria ile cililes rcqucrbl para cilaciii com o termo de 30 dlos.pugas as cnslas. Rc-
cifo, :li do inaio de 1853.Ju-e Raimundo da Ges-
ta Menores. Allendcndo aoqiieacima Mea ciposlo
in.indoi pausara prsenle caria do edilos como re-
querido pia/.o de :ni dias, por bem do qual hei por
rilado ao suppllcado para queuqno scienle de que os
diiu. suuplicnnlea lein peranlemim provado a ausen-
cia do dilu supplioailii, para que dcnlro do referido
pra/.i comporecn ncsle/uizo por si ou por sea pro-
curador para alegar o quo I i ver com a penada lei.
Pelo i|'"' loda o qualquer pessoa o pildora fnxer sci-
enle dn que cima fica cxposlo, eo porleiro dojuizo
publicara eanisara ""- lugares designadas, esoni
publicado pela Imprensa. Dala e passada nesla
cid a. lo do Reeile, lu do jiinbo do 1833Pedro Tcr-
liili.iuii da Cunta, escrivo o iiibscrovl.
Jos Itavinundo da Cosa Monc/o-.
O De. Jos Raymundo di Cosa Meneaos, Juli mu-
nioipal supjuonlo da segunda vaca do rommerrlo
nesla cidadedo Recife de Pernnmbuco por S. M.
I. ele.
Faco saber aos que o prsenlo cdilal virein o dal-
la liverem nolieia quo t.unba Amorim me dirigi-
ram |ior escripia a policlloilotlicorseguliile:Dizcm
Huilln <5i Amorim, commcrcianlea cstaheleciilosroin
luja de fazendas nesla ridade do licclfe.que Francis-
co \avoda C. Araujosecousliluiiiloii'diii'dossiip-
pllcinlca na qunntia de 11 ISBi rs., provenlcnlede
l'.izondas vendidas a cicdilii, e como tenha ilecnrii-
d" bstanle lempo, e ileisnda de punr, querem oj
supplicanlcs na li'nina do arl. !5:l S :'.. do eoil......o.
proloslnr para rosauorilar o nssegnrar lodo o diroilo
que assisle pnri eobrnnja da referida divida, o re-
queren! a V. S. que mando lomar o protesto pol-
iciano o iilla-lo un siuiplicailo para produzir seu
clfeilo; c ruino nao lonli.un noticias do suppllcado,
dlgnc-M V. S. adinillii a Juslilirar que esln alsen-
lo om lugar nao sabido, o 'mando publicar edilaes
com o pia/o marcado por V. S. na frula di lei,
priirnlciiilii se mis loriniis e forma de diroilo, Pede
i V. S. III.o. Si. Dr. jui/. da segunda vara c do
ooininercin, deferiinoiiiii na fiiiui.i requerida.B.
R. M.Cimba iSi Amorim. Nao so conliulia man
en) dila pelicao. a qual sondo por. ralm villa eva-
ininada, uella del c profer n mou despacho do
liieor legulnlo:llblribuila, como requer. Reci-
fe, is dedozembro de I8.5ARotlrlgues Sello. N*o
so ronlinha mai- cmdilo dcspaclm, dopob do que
o cscrivilola.r.na loiinu do proleslo.ciisIgnaTamoi
siipplic.inles, depois prnvarailia incerle/a diisuppli-
c.i.lii, eassitn felUt o escrivo me li/.oia osmei.....i
aillos conclusos, nos qnacs del e profer a ii.iiilia
senlenca do Iheor seuuinlc: Vlslo ruino se pro'VI
inda iiiquiriefiu de II. 3 e I que Francisco Xavier
da Cosa Arnujo csiii nuscnie om Irtear absolufa-
ineuio nflo sabido. Passe odilal requerido parasua
oilaio com o lonno lio 30 dia- e pague ai cu-la-.
Recife, 2i de malo de I853. Joso Ra\ inundo ila
Cusa nfenexca. Allendondo ao que cima llca es-
polio, inaudci paaiar n presorrteedllal com o reque-
rido pran ileavdin, por hem do qual hei norcllu-
ilo aii.snpplicado, para que lique scienle de que os
diloa suppllcaniea Icm pranle mim provado a au-
sencia un dilo Mippl'cido, para que dentro do refe-
rido prflIO compaioca neslo jci/ii persl OU poc son
procurador para alegar o que liver com apenada
lei. Pelo que toda c qualquer pessoa tf podero fa-
er selcnte do que arinut llca rxposlo, a 0 porleiro
do Julio publicar eailixara nos logares designados,
o seni publicado pela imprensa. Dada e passada
nesla cidade do Recife, lo dojnnliode I853.Pe-
dro Torlullano da (111111111. oscrivo subscravl.
Jos ILivinundo dn Coso Menc/.c-.
DECLAFA Evisle na subdelegada da lt":i-Vi-la, mu par-
dinh'i. que reprsenla ler 7 para 8 anuos, ponco
inais mi monos, do iiome Jos.o qual foi aprehendi-
do do pdenle um malulo que o lev,iva para o mal-
lo romoseu e.-ciavo, u qual inlo sabe ili/er qucni
laja oseo sciihor; qnein iiois scjulgar cun ilin-ilu
no me um paidiiilio iiiniii.I" de seus ilociuneiilns,
aprescnlc-se nesla sulnlclegacin para lhe ser en-
tregue.
Tcndo a lliesouraria do fazenda de comprar,
em v rinde de ordem do Exni. Sr. picsidcnlo da
provincial diversos eavaBos para remana d^ con>
p.inliia de cavaljacia do linha desla provincia, o
Illiu. Sr. inspector da mearna lliesuiiraii.i nuiij.i fa-
zcr publico, que no dia 12 do crranle niez, rece-
ben na -ala das rcspoclivas BBSSftCS as pniposlas das
pessoas quo laes auiniaes qiii/ercm vender, advei-
limlo quo dctorilo os propoQeules faior eonilMir
para o largo de palacio do Collegio us eavallosque
uiioi. i "tem, piim de serena ah eiaminados.
(I riiii..llm da a.lmiiiidai.-.i.. naval, lOinpia
|iara furii,.-......ni" dn. navios aunad"-, oiirolluaria
e batea de aacavaeao, farinbd de inaiiillnr de boa
ipialidado, pido que, os que livcreni dilo genero,
s5o convidado* a conipicceieiii as lioim do da
G docorrcnle, com suasamostras e proposlas, dccln-
rando o ull ino precu, na sola das sessOcs do nicsiii"
ciiii-cllin, Salo das lessendo coiisclbo da adininis-
irm.ri" naval em Pornambiico, -i do julho do 1853.
Oscciclario do coiiselho. -- CluisloVlo BtoHago de
Oliveira. .
So so leudo rcalisado a arromal.ico do for-
necinu'nlo dos medicamentos para os n.iv in- armar-
dos. llca liiiosfeii.l.i p.un o dia II dueotrille ilii.i.u-
rcmnlacao, as 12 botas do dia. Sala das sessoes do
couselli da adiiiiiiisli.ii.au naval em Peniainhllco,
^ de julho de 1853. O serrelarioDo consclho.
Clui-tovilo Santiago de Olvcira.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
siitAiMi MI .ii i,iio ik ih:;:i.
Uaooel de Iwaa reiTHi, natural la prm.nrin iU
I! ilii.t, iiluijiJn do nosrt'[ir;i ile ainhus os bracos, aca-
lla de clicar a c(i prOYlnctt, c Icndo oliliilo <|o
I-.mii. coiiscllieiro prcsitlculc d.i incsma,comenso pa-
ra no HiL'alro dffflcilllolM haliili.la.lcs, c\cciiIuI;ih sfiincnlc rom o
auxilio o lut|>ora Janeiro, It.tlia o OflCm |irmiinias itoimpeHobfldfl
Icm rcprcsciilulo, yrande ncolliiincnlo.: Icm resolv
do dar um i-pcrlaculo sabbado 9 do frrenle, que
ser distribuido da inaneirasei;uiii(c: '
Depois de ser execiilada pela orcliclra urna cmtI-
Irnle sMiiplionia, ihriuida pelo liahil artista Tlieodo-
ro OrOfllOS licm conhoddb nesla eidade, s*nl>ir pela
Bejjuoda ve/, a Mona o drama ora -\ idos utihilado
0 CO\ilKll\.Vil{| V ..IIRL
I-,ni loguida, o benerlndo no primeiro Intorvao
conierar MSOguInloi asilldada oMcuUdaa com o
lS*: primeira parle, ilr-sralrar.. n.i seu^ sapalos
muias ; twgnmln, lomar um "lunrui; nelle iiinarrar.
qualquer obfeclo, e depois los ramarofes; loraora, irineliar do gorfo o rara
ipialqucr olijerlo; (piarla, descscala urna laranja e
a pailir ; (piub, preparar urna chi\ciia Jech i (
0 lomara.
.\o legando Inlervallo raprosenlaN : primeira par
le, lomar um poueo do ruino.o corlar, jiprompln-
ii um rigarroeo fumar; segunda, lomara ump
dafO de papel e urna peuna e neUgnan o seu nomc :
lerceira, caneuar umajiislola e a disparar ; (|uar
la, uii'alioar barba cu eabello ; sexla liiialmcnie, calraN luaa metas i
>a palos.
O beneficiado confiado lia plnlanlropia dos lialii>
tantea deslu ridadoi de seus palricios c Igualmcnli
;l
lfto-1
lirio,
re ii
com
o-
nlion- acadmicos, opera que so dignen.
i, eoadju\nndo com ana aaiblcncia a dilo i
romo noerasempre lawr quoJIesqiien
a mi,i profeceXo ; elle promellQ deserapenhar
siiicroo i|ii"- eira expCi
liilhcics achnm-e a venda na ra do Collegfi
, primeiro lindar.
AVISOS MAHITjxMOS.
PARA O IHO Hl JA.MilllO.
u natadio Santa cruz prolouilo seguir com brovi-
dode; locebe caroi c paasagelrosi Irnuv-Mcom Cae-
InnoCyriaeo da C. U., ao lado do Cor|w Simio, luja
de inassanies n. :!>.
Para n liin de Janeiro alie, com n
iimiiii' brevidade powivel, o patacho na-
cional Valenle, por ler paile ilo san caiv
i i'ijiiiiiriiin nrompto : rpicm no mcamo
<|in/.iTi'iiirijjii'. i'iiilinrciii' rscnivus, un
ir de pnscij'i'in.pni'a mpii' Iimu liinis roiii-
nuiliK, ilirijii-..;' un uipilo Frahcisco lu
Silva Avcli'ilu, mi praca doCommreio,
is consignatarios Novad iVCoin-
, na i'iiii ilo TrapicllC 11. -"i, pn-
iiiriro andar.
Dentro em poueos dial inhiri para Montevideo
o Buenos-A; res n opliina galera hespauliol ( ni-m.
quo lein os inelhores cemmodosi |iara pasaaReirus
na. duas cmaras: q'iem paranlo quiter tr uella po-
do dirigir-so .1 casa de viuva Amorfra iV l;ilho : na
ra do Lu/11. I.i.
\en4l0-se o liri-'iit' nacional PortiIMtlo .NVir/c.
prouiiiln para scsuir vlagem paro qilllquer piulo.
n< nrolondenlrs |K>dem exinnina lo a qiulqucr luna
'"'.........I" "I .a|.,!. d<> id.ai.l.i : ii.ua ajllslar no
cserlploriu ile Jos Candido de Barros.
mi ruin
panilla*
LSILO'ES.
innliia la
llera*) Forator i\ (
ordem docapilflo Bueu It. Iloopcr. omprc
-.nni-ii. dos Balados Unidos, por Inten
anele Oliveira, c per ronla erisco de quem perton-
cer, oa porc.io de (iiiaim, ipiiofo baste para 0CC0T-
ror aoft gastos com u incauto ueste porto, onde fui
deacarrega Spraffue,o onde osla arrlbou na sua rcenle viaoom
urocedeiile de calliao com doaltno a llampton Roa-
des; quarla reir 0-do corronfe me/, na 11 lima
da maulia em poni, no arui.i/<-m doSr. Norlierlo,
silo na ra do Itruiu, da parle com uviilo para o
rio.
Xcrca feira 5 do corrente, a'o 10 ho-
rns da mauhaa', no trapiche do
Angelo-.
) RBenle Oliveira fnri leildoom um sA loto* por
erdein do eapil.lo l.oltcrl (lay, em presenca do Sr.
cnsul do S. M. H., e porconla e risco,de miom per-
lonccr, da escuna inglexa Matla, (alqual soaclia
cneathadfl napraia do Torno da<*al, drslrlelo de Ha-
marac, islo he, com os ferros,correntes, panno, o
lodosos mais pejleuces queposam acliar-e o liordo,
on salvnivoe da mesma escuna d.t lotaffio di (t lo-
lioladas, a (pial encillioii mi sia rcenlo \ia^em pio-
ccdenle de Glasgow com deslino Melbourno; o em
seguida ao arremalar mais, o ludo poi ouiorsat*Ao
d'airandega urande desla ridade, urna cosiuha de
madeirn, oulra de ferro, ti barril d'oRuanlonlc, urna
noreflo de cadeiras. : gigos rnlhas, -Jtiu barricas do
rariulia de cavada, e por^Ao dcsui, quo l*orniavara
pafio du cnrregaraenlo do dita escuna, sim como
de varios oulros salvados ixwofllidos cln din Irapiclie
allandegado.
t) ajenie Oliveira fiar Icllto do um oaplendl-
ilo soilinieuto dereliiiiis llOVOS, ingtCZCS. 0 S1I8S0S,
acudo alguns clironiunctms, o oulros iHitenles, com
caixas de ouro, prall.....le metal .loiir.nlo, o de va-
ria^corrcnlca de ouro de lei. pe Icncenlcs nece-
saria lirpiidaro de um fabrican le, que se relira des-
la provincia pa a Europa : qufnta-feirai 7 do
corrento, as lu horas da manhaa, no escrirdorio de
dilo agente, ra da Cadela, prximo ao arco da Con-
ceican.
Uiiarla feira I ilf n'rreul'',an mel da em pon-
, por ordem dos Sis. Demesso 0, (.nmpanliia, por
I
inlervencjlo do ai'enle Hoberls, e por conla O
de quem perleucor llavera" lello no armiom de M.
Corneiro, na ra do Trapiche n. 38, do39 ',. duxlaa
le ca neiras brancas com loque de avaria, proprias
un forrar calcado, assim como tambera Ira a le-
ilo una norcao de coHros e bi/erroseineruisrido-.
I.KII.At)
de nina pure.lo ilejiic.i/es com Inuciuho, de niiiilo
lo lua i^ialidade, noamiasemdolronleda rampa do
alf.iiidfe.il, luijo .'i deinllio, o lei.i principio pelas.III
hura., eaiTeinul!l-sc|M>ri|il,-ilipic pioou.
Quarta feitii (i do corente as 11
luirs i'in ponto, liiiviua' leilRo de supe-
rior iiiiii'inliiiili' Minas,cm Imi-iis,cliega-
ila do llin de JaneirM pelo ultimo navio:
no cuaa dn Alliniili'j;a, em lotea n vontade
ilos compradores.
LEILAO' DE VLNIIOS
iinjesom ralla io vendorio omlclMo'100 Iwrrls
com violto braneo e linio, lis 10 horas, defronte du
poria dn alfandega.
AVISOS DIVERSOS.
salier os seus papis. A experiencia o lora provado.
;l. O ador emprciariojnjp jido assegurar a pa/
e coiicurdi.i que devo reinar n'uui Iheaitu; como ar-
.._lu mi mu' reinar leinprc eolrc ello seus com-
panbelros, coinociiipresario ello ilislribuici'i bilhele
grolis pina ser appludidu (pois lein o cofre dos gra-
eu cm suas mtlos). niandor ou foro pomposos elu-
dios a si, cacaloiiiihai.i o< -cus riuiipauliciros part
qtio o.u'i poesam igualar; nao levar drainm ie-
nao .iquellciein que elle, ouleiilia bous papei-, ou
calliiniacos em que j leuba reprcicnlailu: pura
pona d publico. A experiencia o lem demons-
trado.
1. E, para mo (alisar mais o Icilor, ultimo. Ora,
0 artista, embota ompiciario, lio cmico jcsynoni-
mo de cmico be sem viniera .
Se por felicidade o artista ganlutr na cniprea. a
cousa uo val mal; mas se deixar de gaonar calo-
leiir.i os leiiscoiupanbeirs. A experiencia o tem
rpniprovado. A' vislodoslasconsideracocs, cabir o
j lAomalfadadnlhcalro do Sania Isabel BUS hiSol
.lo t,ni riiinir.i |.|ii|ii,./,iriu'' Niio o julsnuios, vislll.1
sobedoria tic quem boje preside aos destinos dcstu
provincia.
' l'cde-so aocorioso, ou suarda da salubri-
dade -, que denuncie os lusares ininiundos c on-
i'liiiiiado. iteaguaaaulrida, queeslsle.....aalt ci-
iladc, servioo esle, mnisreleviiulc, do que denunciar
os curros de alusuel que conduxem corpos no ecnii-
lerio, |ioripie cslcs por ora nu eslo prohibidos, c
nem loilos os corpos quo condii/cm silo do molestias
niiiliisin-as, au loinpii que, a- ininunilices, charcos,
ele., sin inuilo prejudiciacs. e al prohibidos. Apro-
Vella-M a occasiiio, paro rogar no Sr. coulrulador
dos cirros fnebres, sirva bem o quem dalle preci-
sar,puraque, por causa do dclonsas o mal servidos,
iiilu h' ii'inn.i w^ rallo-, de passoiu.
Un JHOnSo lem curros pura tihtgtir,
Ili'sappareceu no dia ITilo niez prximo pas-
sado ii mi negro de nomo Antonio, crinlo, iilmlc 'JH
unios ponco mais ou menos,cslalurn regulara cheto
d i rorpo, levou vestido calen o camisa uealgooao-
linho Qzuli tem esle pelo baslnnles pannos pelos
pililos c roslo. aasim ionio as i'el'liiis um ponen ar-
i|lload is, |iresunie-se andar pala n Iiiu.ii do As-ii,
diinile veio para ser aqui vendido; por isso quem o
referido esclavo enlrcsar na na na Concordia a An-
tonio Jariiiilin Borgas, seu legillmo sonlnr, tari
i:i'iii'rosaineiile recompensado.
Desappareccu na imito do dia :l o piolo orinla
do nomo Magdalena, cor prela, corpo regular, hem
fallaule e iniiiloc.pcrlii.seudo slaasegunda fgida,
li'vim vestido encarnado, c una (rniixa que ruuliou
de sua seuhora coiileudu, I par do spalos do lustre,
1 corlo de vestido de'chita em peca. 1 camlia de
souhor.i, l saia branca, I eoberla pequenn de chila
de qua.Jros: roga-sfl aiauloridadei policiaei ecapi-
les docampoa nppreliensSo dodila escrava, que se
l'.i-.o.i L'oiiciiisanienlo levaiuln-.i a Soledado n. 16.
(I alinixo assi.'iiailo avisa a quera inlercssar.
que solido Dos servido chamar si no dbrll do cor-
ionio un/, a en pal, o inajiir l.uii Soarea Hapon
du Cmara, ex-iidiinnislradurde un vinculo na lllll
do San-Miguel do Reino de Porlugal, o ani.....-
ranle eatn no direiio da dita idminbitraego ni qua-
lidade do primognito do falecldo;o ineow ibti-
vn assignadndeclara que nffngarante nenbuin coii-
Iraloque sobiv o referido xiiiculo leiibiun foilo os
Kroriiradores do tinado sen nal.Ivio Grande do
orle em JO ilejunho de IKVI.
Joaqnlm Soave Itapoto a Cmara,
Ojiii/. aoliial da irinaiidiiile de Noss.i Seuho-
ra do l.ivramonlo, leudo esgolado os melosparlicu-
res para conseguir dos agerHea da reala do Sr. Ilom
Jess das Cima,, o da Sun .lo-o dn Itilu Mar.
cnlroga de varios gradamos, pertencentes Senhc
rodo l.lvraineiilo. que dilos senbures pedirain
iiimi leiii-se diolii ao Irabalbo de entregar, par
tanto espera que os dilos encarregidoa por honra
\<> -en -llover nin deivarao de prumover .a en-
ii'oua; pois dosla inaneira lioam privado! de seren
crvidos emoiilra qualqueroccnslaOi
I'reci-a-se d......ia ama de leile. qncolcnlia
boin e bastante : na rua da Aurora n. :'i.
Na rua dos l'escadnre., por dolas de S. Jos
11.16, en"........la-sc rom perfeioao. e cose-se bula a
- GUARDA NACIONAL.
Os Ogurlnos das dilTereules armas da guarda na-
cional, lioin r.....o u decreto n. Hli de 14 ile agoslo
lo !ti~>l, que baixou polo uiiiiistciio dn jusilla, n
qual ilcsisna os dislinclivos que devem usar os se-
nhores oiclacs c inferiores da mesma guarda, eslu
patentes na loja de sirgucjru no palco da malri*,
hiiiiI se veiiiJcui os Oleemos uniformes para todas us
graduaciic-T
OHli (jije iio.v orcASiAo.
Quera precisar conipriir un escravo, crioulo, ba
ligura, niiiilii Piel o humilde, o qual se vende por
pieco rommodo, uodeni ir o rua do Queimado u. ~it
lujo da Estrella, que se lhe dir o motivo porque
so vende. Na mesilla casa lamben! se vendo um
negro da Cosa, muilo robusto c fiel, o pde-so as-
severnr aos compradores que iio sb fujcs.
Eu abaixo assignadu, declaro ao rospeilavj
publico que conprpi a lilierua do Sr. Manoel Ma-
chado llnira, sila no paleo da maliia doAfogado
n. 11.francisco Uandcira do Mello.
I'crdeu-sc liiins oculos com aros do prala dou-
rados, e vidros azues, quem os achou, ou a quera
fiiroirererldn querendo resliluir a Manoel l.ui da
Veiga ser gralilicado,
O Vendedor de bilhelcs das loteras do Um
do Janeiro, ilo l'asseio Publico n. 13 deixou de
vender bilhelcs das raesnias loterias: porlanto pe-
de as pessoas quo lhe esl,1o dcveiulo ronlas ilos mes-
iim-, que M'iihain snlisfazcr seus dbitos.
Alusa-sc um pardo muilo liel e capa/, para
servico de una casa, c pvefore-se casa estrangeira.
[Mir oslar acoslumado : os prclendenles dirijam-se ii
rua do Vlgirio u. 47, segundo andar.
Alusa-sc moa ia^.i terrea, sila no bairrode S.
Jos, com sohlo c Irjipeira com varandinha de ferro
bullo na frente como nos fundos, conlendo 4 salas,
i miarlos, cosiuha fora, quintal murado, c cacimba
propria e no fundo do quiulal um sobradinbo pro-
priu para esclavos, e |Mir baixo podc-sc farcr cstri-
liaria : quem pretender dirija-se no aleo da lloa-
\ isla n. 8, ou eulcnda-se como abaixo miaado.
Manuel l'ereira Magllate.
O abaixo assignadu vendeu a sua taberna na
rua dos pescadores u. :1K. ao Sr. Ueriiardino Aman-
ec Arnujo, livre eilescuibaracada, e continua a la/ci
os pagamento! na forma do coslumc : na rua da Ca-
doia u. 2R. Uccife I de julho de 18a.Joto Vai-
titla ie llurrot Machado.
isluia de
riel Anin
llfaile por diminu"
triplo
n do Castre
la run d.\ ('.
lem tuna en-
ii/. do Herifc
Sr. .Manuel ten oir Ala-
Rosarlo, lujn n. 11.
ixeiro, que Icnbn prn'ioa
ler urna
i.ilcrro dn
non, |HI-
n Viila,
qualidada de <
procos.
OSr.Gal
ciiiiunond.'i, no e
n. lili.
I)esejn-se fnllnr ac
Ralhltes : un na larga di
I'iecis;i-se de mu el
de venda*. <> run rio !!
A poma quo aliuu
ni veniloi : nuolra diriuii
loja de calcado n. II.
I'iocisa-se de um 11
iiiiiiliii de lavar ciiislanioinonle
se a dardos om S dias: a tratar
(.oS.iiilu. laliernndu l'.dmeirn.
Aliona-so um moleque o uini
18 annos, ssuoudo mallo bem si
Indi) servioo : nn run Kornioss,
rea viudo dn run dn Aurora.
il.i'i 'I il.i Silva (lolllii r;;n aos
si'iilioics l.uiz Antonio ila Silva BlirROS,
Antonio lote, r Martines
dn Madre
vmlcirii
que se quelra in-
oupa, abrigando.
un piuca do Cor-
es, rava. ambos de
rvir a una casa a
ni qiiinla casa lee.
de
ri'iii na travesa
pi uniro andar.
Pela segunda ver. ped
res tihaisio mencionados da
na travessn do Madre le Dios n
nii'iio andar, <>n nnuunciarem
npnarece
Dcosn. 5
u|
ios si'nho-
Kireocrem
pri-
mos
iiKii.uliis part scit'iii pi-ocuradoSt 8 caso
nflo o l'icuin. por entejornnl sabero c|iinl
(i motivo pottiuc socknmados : -'i >e-
ii I ii na Angela Mara Custodia. Francisco
i\Ives Xavier, Francisco deOliveira Mel-
lo c Silva, Manoel la Silva (iuiniarOes ,
R. Jo3o Fcrratro da Cusa, MoiioelJosddu
Silva Pon na, Fraifcisco de Oliveira Mol-
i c Suva, Jost ila Costa Allnii[iK'i(|iK', e
Joa<|iiiin Pweira da Rocha.
ricrki-sc dr nmlrnlar o fnrncrimonln ddlfi-
tih.i em tehc*t para urna imtlaria; a tratar na rua
O Sr Joaqun. Ifei'i.'eira daGuolm
So uto Maior, queira antes de retirar-te
para Paod'AUlO, dlgl^fl a piara Independencia, livrara n. 6e8.
THEATRO B SANTA ISABBZ..
lefi p0las (|iiaes M pdO nmi hem juli;.ir qn.Mi n-
convovtoota llO COdCMC a empreza do um Uiealro a
um ador <|ual(|iicr.
I.i i'(ie-sc regular a houdade da eompanhla, <#
(|iio o arinr he onijirp/ario, pela homlailo dcsle : fo
por voahira elle lie mu genio, i^colhei arli^l.i.s,
que, cinhorii abaixo dlle, talbfacain aopablleoj
Bor mcdiucriddilc, os seus arlisl.s lOffin
abaixo du mediociidadCi poboorguHlo do artista
emprestara u5o pcrmiiic, q-ie un Bimpjefl artMa
LjranflOO mai applainae qao elle, A ciperienela o
[em inoslrndo.
_'.- A- fnnrrcA di; irloro eii)|iro/ai n, kio func-
.in!c; nrdunsc ili-iitirla<. cumu |""!i\.k'i.ai-
llo pergar una dclln*, Komi rraba4 pcooiicliiilas por
iij.i iiiesmo liomcm? (Tu lia da sor atijiTa mi nnpi'e-
,.niti. si; naqaelle caso, ionio aemprexa, so noate,
pona a publteo, que, ou be privado de ver > genio o ongomme bem
nubrco palco, ou, quando o veja, be sempre sem'se aduna com (jucm halar
larga do Rosario 11, fi
S. I'. Jolinslon, ntlo llie loado sido possivel,
pola brevldadede ua pariida, desnodr^a de lodos
ot Boas amigos la-lo pelo prsenle] oflereceudo seu
prosllino em Liverpool, pata onde sediriao.
Aloga-ao um sillo, pie seja perlo da praoa,
com liaslanlosarvoreJosde Irucloa aejue lenlia boi-
\jmIc capini, 011 sem ella, e (pie India lua rasa de
vi venda, com preferencia pelo Ikfngiiinlio, Soloda-
de o Poni lo L'clnla: ojuoni ii\er dirija-se \ rua
laraadollowi, loja de miudosas n. 20.
GABINETE PORTUGI EZ DE LEITURA.
Avisa-so aosscnliores aasociadoa, me neslea Irea
dias nSo havor eipedienle de lirros para leilurav
emvirude da mndanca do uMnou para a rua da
Catfeia de Sanio Auloniu, casa n. ;l, derronle da
Ordem l'erroira.
DESCJA-SE TER NOTICIA DE UM
PRENTE.
o Si. AaRnslo it i\ 11111".!t. Bilancouris aaiural da
illia fia Maloira. (pie tslo\e em julho ou amulo do
auno paseado no Rio ds Janeiro.; e \o-iIq ease lempo
nao se leudo novas delle, desejn-se saber onde he
.siii murada para negocio de seu grande inlercssc,
por isso roifi-pe ao inesnib Sr., ou a (|ual(|iicr pe
toa que lenha conhedmonlo do dilo, mandar dar
parto na rua do Trapicho 11. 1(1, segundo andar,
onde ie desoja laber.ej mllar com o metuMj o se
aadecer lal favor, pois he com urgencia' i|iic se
desoja saber dolo lennor.
O labernclro da rua da (iuia a. :!(., declara
sos senliorcs caseiros das mas de Apollo n llrmn
quo J est pago de alanos : equo osen primeiro
amillono nlO 10 cnlcnde eom neiihuio dosfjire lhe
lem feiio poraunlas (lr os!o joma), o momo la-
berncro declara que nfto he rapaz de manchar a
repulacRo de cafteinnrespellaveui.
(1 Si. Hernardo da Bllva lardoso, morador na
Vanea, c o Sr. Antonio Jaciniho Camettu Pessoa,
morador nos Remedios, aoeiram apparecer na rua
da PraQ, arroaaem n. o, a negocio que Ihcs diz
respejto.
Km resposla ao nnnuncio de Joaquin da Sil-.
jm Moni.io, declara o abaixo asRnado quenada lhe
deve, anlos he ciotlor.de nu pequea quanlia, como
se rcronliivou rjaando se Iralou ifa verilicacao diw
crditos na causa de falencia o reconheecram os ar-
hilros cncarregados de lii|uidar as conlas; e que
nlnenicm podendosem has; legllima nmsliiuir Ulu-
lo para si, nao podio nina simples conla aprevena-
(11 pelo adversario afta assigliada por mim, nem
confonuo aos parererea dos srbltrw, servir de nin-
damento a persecuicao AHla ao abaixo aeslgnado; c
em prova desla verdadfl opportunamcOu) sopobll-
cario os docurooutw,Jos Dios da Silva.
ProcKn^e afugor Urna piola que sejS fiel, e
quo oiil.....la do vender na roa, payando-;o mea-
almenie ; quejn n livor o quizar alnaar dlra-se
rua do* Pescadores, np frejunla de S. Joso, casa
o. II. qucoeliars) com qiiem 1 rilar.
Na rua Auansla o.;!:; prorka-sfl do urna ama,
para crnia de.-bomeai solleiro, que Kallia roziubar,
le manida al is, lunas da larde
PauloGaignou, dentista.
Pode ser proeurado a qualquer hora em
sua casa na rua larga do Rosario, n.
36, segundo andar.
SAMIS.
SALSA PAflULBA.
Vicenta Jos tic llrilo, uniro agento Pin l'criuiin-
liitiii liliriii|iic Icm rlii'ii.nlii ii esln prnrii ulna gl.nulc por-
r.lii iln Irascos de sslss. psrrilha ilc Samls, quo slo
vcnlailoiriiinciilc Islsicsdos, c preparado, no Kio
ilc Janeiro, pcl i|uc se dpvein acaiilclur os ronsu-
niiilorpii do lito pradosn tnllsiiian, ilp rnliir nesla
engsno, lomando as runeslas conspqueni-liis que
ompre cosluuun Irsser os inedlcsmenlojl rablnca-
iins p eJauorados pcli nilo daqatilcs. que snlenoem
cm iiili'ri'sses ios males o pslrauos ila linnianilnile.
l'orlanlo pede, para que o puliliro se possa livrar
desla (raulee ililiiuiin a veidailpira salsa parrillia
deSands da falsilicail.i c recenlenienlc aqu rllega-
iln ; o aiinunrianle (17. vpr que 1 u'iilaileira se ven-
de iiiiiciiinenlopnisiia liolia. na ru.i ila ConeaijSo
do lenle ii. (il : P, alm ilo re eiliiiiriu qiiu acom-
pao, cada n-ascji, lera embsiio ila primeira pagina
sen nonio iiiipres.su, e se aclinrii sna tirina cm 111a-
nOlcrlplO sobre o invollorio impresso do iiii-inn
Irasco.
Precisaras de nina ama que cn/inli.i, engoin-
ina : na rua ilo Hu tus 11..VJ.

i:iitii:\ c.miui. mnitiii'iiiiiM.
II III A DASCK17.ES NUMBHO II.
.Nesla boliea so cncoiilrniii os mais acreditados
m.'ilii .iinenlns prepaiiiiliis em liaiu.-a.....1 Estados-
riiiili, no llio ile. Jniicirii, o cm l'criiainbiirn.
Bxlslem earlciras de locilieanienlos desde o prero ilo
IU30U al liojOOO. 1-. conforme o nomero s as il>-
iiaiisaeies dos medicamentos, c a riquess das cai-
tas."
Cada >iiliu ilc liania ila ."..i il\linlllisai;.Ki. 2SOO0
Cada liilm do incdieamcnlo ..... Mhmi
v. /;. Os medicamentos da que mais frequebie-
iiienle usa o Dr. Sabino em sua exlinsa pralira. SsO
os prepnrailos cm 1'eiiinmliiieo, iIcIuimi de suas vis-
lus iiiiiiieiliiilns, pelo babil pliannareiilii'O Dr. I'ires
It.iiiius; porque a experiencia lile lem miislrado que
pstes iIcspiiMihcm nina areao miiiln mais prump-
la'o elliea, do que os preparados em Franca, ou
em oulra qualquer parle, sendo esla lirriimslanna
scniduvida motivada pela diuerenca dos climas.
I'ni e-1.1 rn/.lii, e porque os iiiciliraiiieiilospsliai!-
neinis 10 nlli'iain mallo fiieilnienle sol o rlimii du
Brasil', sao lies modlcamentoi vendidos nesla boli-
ea por preos mais Jniixos qoe os oulros, e mullo
inais baratos il" que em oulra qualquer parle.
a cerca da uperlorlitade dos mcdicsmenlM da
botica central hura.....palluca, rua das Cruzes, 11.
II. OSprims-SO oSr. I)r. Ilomingos l.ourcuro Vn/.
C.urailo de Crnsngl] da maiieira segulnl '- afdll-
( ilc-iuc os tubos ronsliiulcs dessa lisia ; iiumIcmi-
reijamali de comprar os med^snwnloa da Imi-
' ca central illa ptimos i silo muilo bem preparados, ionio
ii quotslou sali-leilissiino, mamo porque sens cf-
11 (ellos se msiiilesttm immsdlslsmeuls depois ,ie
ii sua applicaeo. Kiilendo que os seus mdica-
1 mentas lio os que inais i'iiiiMMii lenle de rra,
1 que se aelia lomie da fonle dos reiorsos. u
ADVERTENCIA'
i'ara maini commoilldado do publico eslabclece-
rinii-e 11. tegainten.dapositoi do mcdicamonlos.
" Primeiro.
Aterro da Boa-Vista, n. ai, primeiro andar, con-
sultorio du professi.r cm boiiiuopalbia, llcnrique
A. Cliavcs.
Segundo.
Em Podra de I-oro, casa do Sr. Camillo II. da
S. Tavore ImKgens.
Aluun-se a p.i.l.ii ia da rua lleal n.37, prosiino
au Maiiiuiinlio, eom 11 .miles eiiiiiuioilus v lodos os
seus perleocos, por preeo muilo commodo: a tratar
lia casa 11. ti da mesma rua.
f!=fltlil
. iiilffllll
S fo
a -1 *
1 i El
rgriiBBcl-i^ff
"i^.'isstiitiiii
^iSiiSiiilifl
BS'aiJrSislI'1
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E-g g|-3 r: =
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m


%.

il

Precisa-sede urna nma : na run do Hospicio,
casa n. 17.
Jos (encalles, subdito pnrluBurz, olllcial le
campia, morador iin ra dos Uwararape* elcsla ci-
dado do Kccilc, declara pedo prsenle, que desde
Janeiro do corrcnlc auno de IHJII iniidou o seu iu>-
ine para Jos Manuel lionjalvo, por liavW oulro do
igual nomo c llie I irareni por cutiano as carias do
correio. c des-de e> por JnsManoel fiuncalvcs.
Prccisa-se alugar nena ama para casa de moco
aolli'iroquo soihaeoinliar congomnnir : amado
'.lilel......lo M. ,. _____
IIOM(E0r\TIIIV


ipial-
M
livre e dc-
O Hit. CAsAMl A mudOO-e para o bair-
<*) ro de Sanio Antonio, rua das l.arangriras n.
O-.; 18, sesundo andar, onde mora o Sr. Claudio
2 Dobous, onde pode ser procurado
'':#
. Troca-se un predio nesla prai;a
sembaracado, por silio de roqueiros eiucsrraios : B
ipiem roiiiicr, dirija-sc a rila da Guia n. til, segou-
do andar.
Antonio de SmisaMarinho reiu-n-
te para l'ra taude, em iua amencia ele-iva por pro-
curador de iodos os seus negocios aoSr
Pedro Jote Perera dos Santos Al varenga
Na ra Nova u. .">H, defronte d
f.omciro, piwcsa-se deWIlciaes de fu
nileiroelatoeiro.
408 l)E\TES.
Iiem conliccido denlisla lia niais de I
.... praea, piule sor procurado n qualquer
liara, na siia residencia, na ra Novan. 19, prhiici-
ro andar.
IIOMEOPATIIIA.
llenrique A. Chaves, profesor em humcnpalhia,
pralicando desle o anuo de IMS, ronlina a dar
consultas de grata ata pobres, pudendo ser procu-
rado a qualquer hora do da. no cu conaultorK), no
aterro .la Boa-Visla n. 90. pi inicuo andar
DAGLERKEOTYPO.
Tiram-sc relalos Vi dagucucolipo na ra
S do Ijiieiiuado n. II, scsiinilo andar. Tani-
^ licm liiiipain-sc os inesinos relalos, por inc-
$ nnsiisivris que se arl....... entregando
S artista cni novas rallas, e lao pe ledo-1
*vy se lirados rnssem na mesnia oceasiao.
J. Jane,
anuos nest
i-istmo its.
"""Joaijiiini da Silva Moiirao, por sen haslanle
procurador, avisa aoSr. rurrelor geni Miguel Cu-
ueiro, c a roinniissao li-ealisadora da inassa fallida
de Jos llias ila Silva, e juntamente BO publico, que
o. heos do dilo Jee llias da Silva se acliaiu bulos
embargado! pelo annuneiame paia o pagamento da
mi.mli.i de C0:38t98 rs. romo fui julsadn por sen-
lenca do Sr. llr. jui/ de dircilu do civel, escrivo
Mofla, e para conliccimcnlo de lodos, fa/ puldieo
pelo presente niiiiuncio, pura que pessoa ulguma la-
ca compra OU liansacran coin dilos lieos do fallido,
por quantO Itro de ver millas dilas vendas c Iran-
sai cos em lempo i......plenle.
m/k.ncia de passapohtes, tit ii.o de re-
sidencia epoi.ua corrida.
Claitdiuo do Rogo Lima, morador na ra da l'iaia
n. 13, lira passiiporlc. titulo de residencia para o-
Irangeiroe e folha corrida, com oratela e eominodo
proco.
Precisa-sc de tima esclava para lodo sen ico
de mu casa dopouefl familia, equosejn capa/ : na
ra do Sebo* n. .'17.
.:::;.. .....y.W
j$ Precisa-so alagar nina pela, de lina coij- .:;
C; duela, que sailia lavar e cnsomniar liso; pa- $$
.; sa-sc Iiem : ua ra das Cru/.cs u. -2K, egiui- .,
C,y do ailar. Qfi
;:;;:;-.;:;:;:::;;:.:::::/ :::: :::;.::.;
A iniillier branca de lioirs roliiinos, idoaae
jimilo diligente, queaeofl'erece para cuidar dequal-
quer familia, quena ler a bondade de apparecer no
dio do Sr. Guerra, na Magdaloua, para verse be
I.....ivel Iralar. Me preciso atguma referencia em
qinnilo a capacidade.
Na imite de30 dejunlia para I. de julbo, fc-
ram follados doiis peni, do sitio do Sr. Guerra, na
Paasageni da Magibilena, ecomo lem aconlecido que
esles furias lem sido j ficquenles nao sii naquelle
sitio,comoCUI oulros \i-inlios, por isso pede-se com
Instancia aquilqiier pesara que pode dardlgun In-
ilieiosoii provaa, quein sao o. ladros, apparora no
iiioflno ilio. e ap.ml......ln,srnlilira-so Iiem.
Na i ua larsa do Itosario n. ti, precisarte de
un eaixeiro.
O aballo aSSiglMdo como procurador de Jos
de Mcileiros lavares, fa/ publico que iiinsucni laca
nesneio obre un vinculo de Ierras rom o Sr. Joo-
.iiiiiii Soares Raplo da Cmara, par haver escriplu-
i a de armad.....culo, o qual vinculo o liouve pul
l'alleciinenlo de seu pal o mejor Luiz Soares llapo-
so da Cmara. ,aloma Domingo dt lamia
l'iiril*.
Precisa-e alugar una ncra para Indo oscr-
vio de Ulna casa do multo pouc familia, n'iim s-
lio pertO de-la placa: na .ua da (all n. l>.
t) Sr. Antonio, oflicial da fundicBo
do Stt.Andrade v Leal, <|......< wr \<<-
nar na ra do Crespo ti. 1 *. o nluguel
ta rasa 0111 que inoroii ao pe limiliro.
I'recisa-sc de um loinciro
la \ellia, padaria u. 118.
mu i i' /' -
ICNSLLlOmo IIII.VKOI'ATIIICO
28 ra das Cruzcs 28.
GQSSET BIMONT, proienor di'
liriinropalliia pela rsrola iln BJpde
Janeiro, contina a dar consultas Rj
S (jratisans puliri's.lodiisnsdiasiilcis, ^j
ij? das 8 horas da inaiilia ate 110 !t
M uii'io da. >^~
LOTERA DA MATRIZ DA ItlIA-MSIA.
Na praea da Hoa-Visla, luja de reru n.7. \eiule-
na ra da Sensa-
IIub
KlIHHI
..i I
-Wl
I|t00
|600
a niimcracaiv
se bilbeles iuleiros. meios e cautelas, que esl ate
uuuciada para o dia l de julbo iuquelcrivcl; re-
lebem-e bilbeles da loleria de S. Pedro Mailvr en
I ruco.
Itilbeles iuleiros ....
Meios.........
(Juarlos. .
Herimos.......
Vigsimos......
A elle*., aniel que se acabem, .pos
i envida.
o absiio aasignado tas scienle ao respeilav I
publico, que liaveudo deisndo deser eaixeiro da ca-
sa doSr. Jlanoel Antonio de Jess, c dissolvidoanii-
gavclntenlc a sociolade parlicular que linba nos lu-
cros da padaria do Sr. I.ui/. Manuel Itodiiuues Va-
lonea, de novo eslabeleeeu oulra soriedade coml'a-
Irbio Jos da Silva Saraiva, na pad.uiu da ra da
Gloria, e un deposito ua ra eslreila do Rosario
confronte a igrqja, em direc^ao ao Canoeasa, u. I,
piulada na fenle rio de calina. Nesse deposito la-
ver sciuprc pao, bolacba. e diversas oulra. inas.as
fabricadas da mellior farinba do uicieado; reeelie-sc
eneoiMiiieudas de pao-dc-los, podins, bolinbos e ban-
dejas enlejiadas para i le rmn doces ele, o que ludo
se proniplilica cun preie/.a, com o melbor iosIo noa-
sivel : as pessoas que se diL'iiaiem prefcri-lo a ou-
lros cinquanlo disser res|ieilo a laes sel vicos, lerao a
bandado de diriuir-lbe soas ordena sempre que o
qucjram no mencionado deposito ; certos de que eu-
v il.ii., lodos os esfurcos para que Ibes sejain aunda-
veiieiseuslrabalbos, que boje plilicipiam. itecife
I.- de julbo do 1853.Prueluoto Mnrliiujiomu.
S.i ra da Aurora, casa junio ao C.olleuio das
luphAas, prerisa-se de um cozinliciro ou co/inbeira
oir, de qnalqucr uaij.i
Oucn (fsejar posjuir una boa
rlariiiela, de d, i' un sullrivel
violao : dirija-se ao Passitio Ptihli- fa
cu. loja n. 5, que -achara' mu S
ipiini halar.
l'reei.a-.e de almiar nina pela esrrava para o
servico de una casa de pouca familia, e que saiba
faxcr as i (iipra-: na rua de S. Francisco, obrado
ii.8.
I'i i'i'isa-si' aluj'ar mu sitio, t|ite le-
uda rusa pnna pii|iuiia 'aniin, cslrilm-
riu liaixa de ciipim ( li iirlcii as, nao
suido milito ilisianic 0a pracn, pi'eferin-
ilo-si' o ijiic India lianlio : ipinn iiui/.cr
arrnular, dirija-K a rua de Hrtat n. 9.
Precisa-so de atuaar una erava, qus sa....., r
sJnbar, lavar e enaoiiimar alwnnj cousa, pagando
listKIO rs. njensaes; qiiem liver dirija-se a rua lai-
do llo-:irio n. 33, scaundo andar, so iHra quein pi
ANTIGA
BOTICA
HOMEOPATHICA
->: IUA HAS t.ltt/.KS --
Fundada por
(osset mm.
lisie eslabelcciinenlo |u)s:.uc lodosos me-
dicamenlosal anoiaevperiinenlados, lano
na Europa mino uo Brasil, e preparados pe-
las macbiiiasda inveucao do llr. Mure.
f.arleirasde llubosalc 1110, por prcijos va-
riaveis, conforme a qualidade das caitas, a
quanljdade dos remedios c suas dviiami-
25:000 rs.
OVA CAItTEIRA com oa M prlnoipaeB
remedios liotnooptlhirose 3 obras dillerenles,
indi-pen.avejs fiara os prinripianles que se
Jui/iTcui convencer daverdade da nova ine-
icina ; cunloudo alm de mullos coiisclbos
clnicos, a pallioaeucsia "de 18 niedicanu'n-
los.
tubos avulsosf cada um ).....I5000
Tinturas de ledos os medicamentos em lias-
eos do i. onca............-J.NKHI |
Na niosina botica enconlrar-se-lia sempre
um erando sin lmenlo de livros em porlu-
iiivc rance/.....mliin ludoqiianlo be lie.
eaasark) para o esludo e pralica da homoopa-
moam wxmaaaaa
I.OTEIU.V .V MATRIZ DA BOA VISTA
(h bilhetesdcsta lotera, que corre no
nal liir o numero
ilia 15 ele ju
de bilhetet poi
ni, siqa u
render, hcham-tea ve-mla
... rugares segiiintes: Boa Vista, lujas
elos tenlioro Pedro Ignacio, e lluima-
rai's: S. Antonio, lioliras ilns cultores
Cliagns, eMoreirn, e lujas dos seitliores
Fortunato, e Bernardino ; Recielojade
Domingos Teixeifa Basto, < em e-asado
tliesoureirn, o qual espera lotla a coad-'
juvai-ao elo publico. Em lodoolugares
ila venda si' receben) em troca billielet
.la loteria de S. Pedro Mtu-tjr. Itecife
ir, de junlio de 1833.
Jote' Teixeira Batto.
Oiicm precisar de um rapas bra-ileim para
caiscirode cngoiilro, que i.....alguma (frailea ilccu-
ralivos, sangra o (ira denles mullo bein, iiqual pio-
va rom ilocuinenlos. dirija-se a taberna das tamo
Pona, o. 71, que se dir.
lOIIIII. IV PROVINCIA.
as lujas de Arantes, Porto \ <.nni-
panhia e Jote Fortunato dos Santos
Porto ailiani-sr a venda os bilhetet e
emtelasdn loteria ila mtttriie.dii lina Villa,
aiiiiuiiiiaela para l'i dejtillio; otprc-
mios grandes serflo pagos no da imuie-
ihaio no ila extracrttOi
Billieteinteiro.'. llsOOO
.Mein........... ."i.s.Mlo
tillarlo......... sXtHI
Dcimo......... IJJ20O
X'igisiiuo........ lili"
Wiso AO t;t).l.iii.i!(.io.
f)salia\iiassi;ii.iil.isiiiiilinuaiii j
a (runquenr a todas as classesum I |
gnal os si'iis siiiliinnilus ili: l'.i/i'ii- N
ilas por baixOt preCOS nao mi' \j
nos re tuna peci......urna dtiy.iu, j
j* a dinheiro, ou a prazo, conformo gj
' si- ajuslar : no sin ainiaznii ila .-
HOMSOPATHIOA.
2.1 rua do Collcgio 2.1
PROFRIEDADE DO DR. P. i. LOBO M0SC0ZO.
Esle eslab lecimenlo acba-se prvido de inedicameiilos lodos viudeis da mais acrr do universo- \ Pll UtMAt'.IA ESPECIAL HOMEOPATHICA DE C.ATELAN UM PARS, c is-o dis-
pensa de qnalqucr rcroinmeiulacan e faz. lodo o seu principal elogio. Os inedicainenlos sao preparados
com ns mais puros e |ierfelos alobulos, que por sua qualidade sem iaual sao i>* que mais ruslain a ser
deleiorad.is pela liumidade, e por conssiiiule os que mais convem ao nosso clima verdade esla que lem
sido cnnlinnilda por lodas as pessoas quo lem possuido inedic.unenlos do oulra qnalqucr lailica C elcsla.
10,000 A 24,000 RS.
Vcnde-se por elc preco una botica de 2\ nudicamenlos, confornie o lamanbo dos lubo
dade das paisas,
lia sempre proni|ilasrarleiras de a Mi lubos, por preces demasiadainenle conimodo
ma-se qnalqucr ra leira que SQJiprcsenlQ.
Tubos avuhos IJOOII rs, Viilrns d mola onca do linclura 3(000rs.
Na mesnia pliarmaria vende-se encadernaibi por
20,000 RS.
NOVO MANUAL
MEDICINA HOMEOPATHICA
, e a quali-
, c refor-
E THTJ
lio
TTADUZIDO F.M PORTUGUEZ
IIR. PEDltO DE 4TTAHVDE LORO 1IIISI0/0.
Esla obra, a priineira e principal do balas as obras que Iralaiu da lionHropalhia, lie a unir que
pede pieeinber o lim aipie be deslinaila e .ali.la/ei a ciuio.idade debidas a pessoas nSo sii da arle
romo daqtiellas que, com qiiaulu nloo sejain, lem precisan de evcrcc-la para acudir aos seussolliiinen
loe ei ao. do na familia, applicoodo-llies remedio uiil o que em pouca l.....no noass eilingui-los.
Para facililar nqualquer pesna do povo a inlellii:eiieia desla iuipoilaulissiuia obra, eade oulro
nnnlucr litro uno Irato de medicina, seri ella netmnanliada dn
IHt:t:itiN.\lllo DOS TERMOS DE MEDICINA
cantnelo i a uefinieflo clara dos nonioa do lodosas molestias, ospecitlcandoossj'mplonias pelos qu.....cada
urna so las cunlieccr; e distinguir de oulra: a maior liarle dos lernios de aualomia o ph.vsiolouia com
explica..ni .nlliiieiile das fuilCCAeS que cada urgto OSaCUla e I.......acbinis...... 0 ItOS lelilios derlii-
mica, pbanuaeia, ele, ele. Esla ubi a acba-se j...... pelo il a Ijpogrnphia do Sr. Manoel Kiguoirnado
Paria', QSallire rnmainaior brevidade possivcl,
|...... que sabir esla cnlrani no nrelo ila mesma typographia o VADE-MECLM IIOMEOPATIIA,
pelo h" P. A. Lidio Mosco), que be u l,-iiino das uialerias conleudas lio .MAN AL DO JAIIIt, e
un indas as nutras princlpaos obras de Immcopolbia : soliin em rbrmalo pequeo, proprio parase li ar
,,......lodanloille para qnalqucr parle. Avi-naliira pan......emn be lio 59000 rs. pairos no arlo daen-
icua di, eveniplai, no con-ulliu jo Ininieopalbico, i.....lo Collegio, n.33, priuieiio andar.
ALCATIFA PARA SALA.
Yiiiili'se' na rua da Cruz n. O, mu
tapete grande para sala, l<- milito boni-
to padnlo.
Vende-se urna ptima esclava, alia, bnm cor-
po, bnnila lisura, saliendo eusoinniar bem, lavar,
cn/inliar, fax lucos o rendas, o niolivo deser vendi-
da.....upon ao comprador : ua rua (lo Collegio, a
Iralar rom ocorrelor .Manuel Joaqiiim Pascbnal Ha-
mos, ou na rua Helia u. III, a Iralar com o seu pro-
prio dono.
Vondo-seduas vaccas laurinas, multo sordas o
mansas, aclimadaa na provincia, nina das quacs de-
ve pars em agosto : a iralar na praea da Indepen-
dencia, bija o. K e II.
Vende-se una escrava, ciionla, moca, sciu vi-
cios, a qual colinda, lava e eiisoimna, cliegada elo
mallo para pagamento: ua rua Helia n. _".>. das ti
asll horas da mantilla, odasSas "> da larde.
Na Irave.sa da rua Nova, por delras da ma-
Iri/. sobrado 11. s, pri.....ira andar.' vende-sc um
piano., por prCfO coi.....Olio.
Vendo-se unta linda muala, prnpria para ca-
par ser mullo diligonle, salte ongom-
, na rua
denles: lira i
o charuto, ai-
llo
i-11-1
piara doCorpO Sanio, i'sijiuiia ila Fi
run do Trapiche, n. N- Ros- _,
iron Kooker \ Compnniin, ne{o- Hj
cianlet ingleet. W mes.....savi- C_
sai i,o i respeitav'cl public que abr- QJ
rain no ola do corrente mex a Kj
sua loja de Ca/.i'iulas ila rua do Col- a
li"iu e Passeio Publico a. 15, I |'q
rigidn pelos scnliores Jos'Victori- pej
mi de Paira e Manoel .lose de Si- pi
nueira Pitanga, para venderem W&
Kir atacado e a rctallio. f~
- L. Leconte Pern V Companbia ,
precisfio alugar um sitio, que lenbaboa
e-asa, e'i|ur sija pei'to da prara.: a lid-
iar na rasa ilos ain'iuiuiaiile'S, na run ta
Cni/. n. -M).
Arreuda-sejo ensenbo t'.acboeira Crande ua
i ii
guma de Si i mi
produccfjo, com I
dlslahle do emliarqu
pretender dirija-se ai
seidio Vicente Camp
4 lile
mullo boiii de agu
leuda, laivas, eslilla
dual lesnas e nieia
pioprielaiio do iitcsr
lo, na Iresue/.ia da I
una para caa de |
que
lia, a qual sabecosinhnr
[celos de uso da familia
ii. 17.
Nos abaiio assignailos parlicipamos i
de em.....crciii desla placa.ou a quein inicie
dosd.....lia ni de junlio do corrcnlc, Icmos ainiga-
vclincnlc dissolviilo a soriedade que girnva nesla, na
rfttfode .Manuel l'raneisco Mal lilis,\ Irniao.licaiido
de ora em vanle lodo passivo c aclivoj cargo do o-
ci Antonio Francisco Martina. Hecirc, -i de julbo
de 1833.Manoel PWwefaea Marlini. 4ntoio
Prancitco Marliiu.
Na rua de Sania Hila, n. .">, sobrado de um an-
dar, ao p do de varanda encarnada, acba-se aberla
nina COM de eduracao para 0 SOSO fcniini..... anudo
se eiisina a ler, oscrcvcr, contar, doulrina cbrisl.ia,
o leiluras miiraes, sraininaliea nacional e ariliinicli-
ea, frunce/, inilc/ 0 costuras, coser, labuinlbar,
bordar de seda, de marca, de slislo, de fru-....... la-
lagarca, e cacund, e oulras obras prupi ias do sevo,
iniisia vocal eludo mais que os pais queirain man-
dar eusiuar as suas lillia- : as pessoas que SC lligna-
icui honrar-nos, confiando-nos a odoca{ao do suas
lilli.i-, liiarao -alisfcilas peloaiisnienloque ellas le-
r.lo laido em csludos, coinoein ludo que Inca a boa
eduracao.
:..;.;;.:;rr-:::;: ;: :,; ::::::.....m?.
9 CONSULTORIO IIOMOi:oPAITIIt;o(,ltA
OjJ rirro PARA OS POIIHES.
t Na casa ainarella palen dn t'.ollcsjo. prime!- A
ij ro andar, residencia do general AbroaoLI-M
@ ma. Esle consullorio be dirigido pelo proprio $
jtp general Abren c Lima, e nclle ilam-econsnl- ;.
;,;> fas gratis aos pobres em lodos os dias uieis _
desde as det da manbaa ale una luna da lar-
de. O incsiiio senbor piide ser ronsullado w
fj) por uniros pessoas a qualquer hora do dia ou
5$ da noilc. X
: t3 v**
Dcsejando a viuva Honia morar
f'iira ila prai;a, arrnida a sua l\ pugra-
pliin, tita na rua dn "l'raia, n. 55, a
qual osla' montada lano de jiri'los e'omo
aetvpos de' differentet ipirnilidi's, c cm
islaelo elo imprimir tjnlqcr obra;
ijue'in a pi-clender dirija-sc a nicsnio of-
licina..
Airnnla-so um euigoiilio lian :2.'i
i'sn.niis, 2bois ---"> latas, perto de
embaiqw, rom safra part tres mil piles,
una gramil'ilrslilaro 1! una pin i; ni ilc
rooa madura: .1 pessoa que este predio
pretender, dirija-te a Iravesw da rua elo
Vigario n. I segundo nielar, a Iralar
com Antonio Comes Pessoa Jnior.
I.ava-see eiiBOinma-SC i.....i asseine pcileieAo:
uo pateo da Itibuirado s. Jos 11. 15.
...:' .;:":. :::;"
.'} RENTISTA AMERICANO. g
5 II. \V. Ra non, rirursio denlisla,......linuaa 0
;: evercer sua prolissfio, l'a/endo Imla- as opera- v.'
SS rOl's que forelll precisas de qualquer nalure- ';
/a. lano por fra.......10 na sua residencia, g
...' 011.le p..,le er procurado a qualquer lima : {;
;; na rua da Cruz a. sesundo andar, no lie- H
::'': :::- "::: ::"::':' 99 '
ATTE.NC.Vt, NICO DEPOSITO NESTA
CIDAUE.
Paulo liaianon, denlisla recelicu asna denli-
friee do llr. Piel re. e-la asna conlieciela romo a me-
llior que lem appaiceido. e lem mullos clot.....1
seu autor,; leui 11 propriodade de conservar a bocea
clieirosa o |ircservar das dores de
BOSlo desMl lilavel que d cni .scral
Bilmas golas desla ii'nmcopn d'naua sao sniti.
ie; lanibeiii sc achara p donllfrlce excoll
a con-eivaeaa ilo. .lenle. : lia rua larsa di
n. :ir., scaundo andar.
AVISO JURDICO.
A segunda edlccto dos urnoimf olm......w pa"
ticos ilu bW civil, maisbcm earriaula c acrcsccnla-
da, n.M, o a respeilo duque altern 1 Ici da refor-
ma, romo acerca elos de-paebo., Inlcl loculoi ias e di-
llnilivasdos julgadores; ulna essa lao inloros-anic
nos prinripianles em pralica que Ibes servir de lio
conductor : ni piarada ludoponeloiicla n.608.
AVISO AOS SENHORES DE ENGENIIO.
Alenlas as Brandes vanlagcns na moagem de can-
11.1. pri,vcnjeille.de ler ns lalllbores das moeudas
pCrtOilaillClllll lollieailo..oabnivo assigliado respeilo-
-anienle lendii.i ans M'iilioics elo ensenbo que ua
sila fundirn do ferro em I ora do Piula, sc pode
perfeilamenlo lomear de novo um joso de tambo-
res, c aparar e cndreilar os denle- das rnrreltacom
nula proslcsa, quo so podo entrega-Ios uo mesmo
dia. cvilnndo-so nssim otneonvonlonlo da demora
do. carroso o inipale da moaseni: as.im como que
a mesma rundicaoso acbasomprosorlidn, nao o do
nova- mocudasdo diversos laiuaiilms e modelos, se-
an laminan de rodas dobladas, lana para asna,
como para animaos do Indas as propureocs, a saber:
>.olla poi \.illa, Mdla 0 quarla. volla e lerco, Milla
e nieia. iluas lie., quarlro vollas, ele, ele., c |Hir-
laalo ipicpidipiei scahor deengenhoquorendoae-
celcrar a na innenda. a liui de moer mais caima no
mesmo Icmp......- rclarda-la, a lim de ospremer mais
iquilla da......ma caima, pdde sem doi.....a escollici
as rodas compclenlcs. r'undic^o de ferro na rua
do llriim pa.'.aiido oclial'aris. I). I/', fowman,
ciiseubeilo.
AVISO AO PUBLICO.
Os abaivo asignados avisam ao respcilavel publi-
co desla ciilade. scnliores de engolillse fa/.....icirns,
que cm sua Indica agora -ila na rua do Itansel n.
,s, cm fenle do bccro que vai para o arsenal de
ile boa suena, imiliniian a vender as verdadeiras o l'i'iu
iniina.. eouceiliiaflas pillas para IkIIhis, cravos seceos, go-
quein o ma. e limes veneieas por mais aldisas que sejam,
i uo en- cujos bou- cllilos eonle.lam ludas aquellas pe.-oas
cada. .n:,. dellas leem feilo uso. Composicto do fallecido
ii faini-1 pbarinaceiiliro Scba-iin Jos doOliveira Maccrio-;
re.pcilavel publico se mo illuda com
dos que lem apparecido, li/.emns o
presento, que assiBiinmos.I'tuvlo St Pinto.
ESTAMPAS Di: SANTOS E SANTAS.
Cbognu a loja da roa do Collegio n. I, nova re-
i......a do. -esilinles nomos de sanios 0santas: Sinla
Aloxandrlna, Sanio Eiluardo, Sanio Anlouio.Sanla
Chrisliiia, Sania Lu/ia, Sanla"t)linpia, Sania Caro-
lina. Menino Jess ilormiiido, Sania Rila de Cassia,
Sania Ana.lacia, S. Kcrnando, nasrimenlJ da Sania
Virgom, S. tiloma/ de Aquiuo, Sanio Ambrosio,
adoiacio dos maso., unirle da Sania Virseln, No.a
Senbora alimcnlnndo o menino, Sania Ignoz, Sania
Delnquela. Salda Emilia, Interior de Na/arelb,
Sania Yirluriua, Sanio llenrique, Sania Adelaldo,
Sania Valenlina, Sania 'l'bere/.a de Je-u-, Jess no
borlo, Nos-a Senlinra da Conceieao. No.su Senbor
do Desapgravo.S. loan de Den-, desrimoHlo da cru,
rosta ele telos os sanios, Josturda canoa verdoi San-
ia Mara Magdalena^ San-Boa-veniura, cidrada
de .le iisalem. divina pastora, mal do creador o do
salvador, apreaonlnco de Joans no templo, Sania
Clemencia, Sania rsula, casamcnlo da Sania Vir-
gen), Sania Lu/ia, s. Irederiro,s. Cela.....adora-
rlo dossisr.iilo- eoracoes^eSania Rosallna ; assini
Como millas .....ilas estampen.....caminlio do cal-
vario ou as I i estacos da mis, c colleccoes de I
eslanilias.
NA RUA DA CHUZ N. 13.
Vende-sena rua da Crin no Itecife, arma/oni n.
1:1. ... senerossesuiulos: .
Cobro em folbu para forro a 730 rs. a lil>ra.
Cilios de Hubo sorlidos a 26*000 rs. o quintal.
Remo* de faia americanos a 'M is. o |n5.
Oleo de linliaca um barris a 1,1*00 rs. o golao.
Tinta verde cni mansa a 100 rs. a libra.
Hila veiiuclli.i a 130 rs. a libra.
Ilolarba insle/a Brande cm barricas.
Carne de varea salqadadc prlmeira e segunda qua-
lidade, em barris elo 00 libras.
VENDE-SE.
A 39.300 RS.
curtes de eambraia do salpico lu anco c de celr.es, com
vara do largura.
A.380 US.
vara de eambraia francesa de lodas as qualulades, do
susto novo c cores lisas.
A 210 RS.
cavado de chila Atcela, fazciida de cores Osas, com
i palmos de largura.
A 29000 RS.
corles de cassas piuladas, com ti varas, etires fixas.
A I-im RS.
crle's ele casciniras de pura lila.
A lijOOORS.
chapeos de castor branco raspado, o mellior pos-
sivcl.
A 8|6O0 US.
chapeos de sol de seda de cores, com cabos de
calina.
A 189000 RS.
palitos de panno ruin prclo, c do cores, os mclljorcs
que lem viudo a esle inerradu.
A 109 E 125000 RS.
paulis de alpaca prela e deriircs.
A 2-3 E 39000 KS.
camisas de iiiuriin fiance/, ludas do cores, as nic-
Ihorcs que lem apparecido neslc mercado, e oulras
multas hiendas por baratlasl.....proco : na loja a. I
da rua do Crespo, de Antonio Irancisco Perera,
Vende-se mistaes romanos, novos c
ila ediccao ele 1850 : na rua do Encan-
tamento, arma/.cni u. 11.
Vcndc-sc una porcJM de podra, propril para
.fadrilbar passeiuse ras: ua rua da Cru/. u. 1.3.
Vende-sc una linda nuilalinba de 10 anuos
i om principio de habilidades; um pardo inoc,o, hoin
co/iiibeiiude tolo e massas, iiiuilo diligentee sem
vicio ; nina bouila prcla multo mura c de elesaule
lisura, que lava muilu bem. fas lodo servico e be
bem rcfoicada ; dous prelos uniros, bous para lodo
serv ico; e um dilo de nieia idade : na rua dos Quai -
leis ii. 24, sesundo andar.
Vende-se II escravos, sendo i inolccoles cri-
oulus, de idade de. IK a2llauuos,umbomco/iiibeiro;
I escrava que eoxiulia bem o diarioeeiisoiiuna Ii.o;
.3 dilas quilaudciras, que lavaui bem eco/.iiibain o
diario ; e i escravos Je lodo itvco : ua rua Dii ri-
la n. 3.
Na rua ilasl.aranscirasii. IS, vende-sc caira-
do do Aiaealv, por baralo proco.
Na rua ilas Crtucs n. 22. vende-sc una rriuu-
la recolbida, de Hialinos, bolilla lisura, que en-
goman 0 cose bem chao, e be ba muanla-, duas
dilas de 21 anuos, que eiisoinuiam, cosein chao, eo-
liuham o lavain de-aban; nina parda de boa Usu-
ra, de 10 anuos, que cose chao, coiinllt e lava ; un
lidomoli-qiie de7anuos, ou Hura se por urna nc-
siinlia ou inulaliuba que lenba .3 a Ii anuos; um
iiplimo pardo de i anuos para pagan; e nina rri-
oulado IS .huios i um bnm leile para criar, e ruin
Uima lilba iniilaliuba de um anuu de idade.
Vcnde-se sacias cun milliu ele2 l|2 alqueires
uuvns : uo caos da allaudcsu. arma/eui n. 7, e ua
IrtVOSStda .Madre de Heos n. 13.
Remedio especial para boubas o cravos
seceos, continua a vendor-se na botica da. rua do
ngel n. 64, que fui To tinado Sebasliao Jos do
Oliveira Macodo
sa do familia,
mar. lavar e i
uo crespo o. i
Para liquid
cravos, de .'la anuos
id
prln
'inl".
lo5annos( euma vacca lourinoi
mu cabritilla
ruaVelha i..
VeudO-SC, por preci-i
suma. liabilidadOB, e luuil.i I
do Araso |.
ira ver c I rali
lindar,
mas vende-se um casal lieos
lo ida,le proprio para sitio
FAZENDAS PARA LUTO.
Vende-so pecas de chila prela, a 69500 rs en <..
vado, a IWI rs.; liiiissiina prinena, a I^KMl r. ,|.
naka inuilo tina, a msi i-. : lila lina, a litio: im r
Nova, loja nova n, 10.
A.5SO00 RS. A PEQA.
Vende-se chitas de lium panuo,padroescscuros,pj.
lo barato prejo do .39000 rs. a peca, c Mflrs. o (.
vado: na rua Nova loja nova n. 16.
CHITAS DE BARKA, A 5<(500 US. I
Vende-sc chila de barra do modernissimo sin,
lendo portao para esculher,|iclo baralo prcro delljjii'
rs. o corle : u.l rua Nova, loja nova n. IV.
MEIAS CASEMIRAS, A 2*000 US. 0'
CORTE.
Vcndc-sc nieia casemira, de bolillos padrees ra.
ros c cscuros, pelo barato preco ele 29000 o corle:
na rua Nova, loja nova n. 16.
CASSAS FRANCEZAS A 2)fV00 US. 0
CORTE.
Vendo-so bonitos corles de cassas franec/as, lilras e de i amasos, pelo baralo preco ,1o 29100 r,,
o curie : na rua Nova, loja nova n. 10,
Veodo-so redes do edr alcochoadas de mu m
|.....o, de muilo hora goslo, proprias para niii.i ,\,
decenio : na rua'elo Crcs|K>, loja da esquina que vol-
la para a Cadeia.
Vcnde-se briol transado amarcllo, flno,
puro hubo, a 610rs. a vara: na ruado Crespo, Inji
da esquina que volla para a cadeia.
Vcnde-se dous paros de dragonas para Icnrii-
le coronel e capilau, ambas do mellior goslo ; ilum
i Ii,11...... aiiiM.ln. de im.Ioi para ulllciacs do ciado
maior; Iiem rumo una maula de panno aiul agalot-
da, indo pin pceo mu lo eoiiiii ni.i na rua da Ca-
deia do Itecife n. 54.
O caulelisla Anlonio Jos Rodrigues de Soma
Jnior avisa ao respcilavel publico que os seu. I,|.
Hieles e cautelas, da loleria da mal i/, da Boa-Visli,
eslo eiposlos i venda iiapracadalndepcndeiicia.lnu
ii. 10 ; na rua du Qucimaelo, loja n. 37 A;
ro da lla-Visla, luja u. IS, aos pceo, ahai
jos premios grandes sao pagos no dia depoi
evIraccAu, a qual be no dia 1.3 ele julbo, s
alirma o seu respectivo Ihcsourciro,
lilil.'ir inleiro. ....
Meiodilo.......
1,1.tai I........
I. nii.i........
N'isesimir.......
Vcndem-sc cm rasa de M
panilla, na praea do Corno Sai
;
ii-
ri.
ni,
m.
du
M NA ANTIGA
1 BOTICA
HOMEOPATHICA 9
t rJBs Jtr.v das c.iifziis -am_ M
t" VKNDH-SK ASOHItASSKCri.MTi: ti
na
uina escrava rom al-
ia quilandoira I na rua
lli.
li.ad.i
lselo
PARA MENINOS.
is iniieas de filo de Mullo proprias para bap-
, sapalinlios di'casemira de cines com borda-
relio/, meias do Slgodo piulado de vanas
eores, lro|......para meninos de I a 6 anuos; ven-
do-so liaralo ailinbeiro a visla : na rua Nova, luja
ii. 2. aira/ da .Mnlriz.
Vende-se cbapos fn.....c/.C.
na loja ele Colombio/, rua Nova
Vende-so aboloadurai
casaca : na rua Nova n. 2.
da moda insle/a :
n. 2.
Honradas, linas, para
RUA 1)0CRESPO N. !>.
Vende-te cortes de lirimde purolinlio
a I<00 e 2000, crlesele casan francewi
,i 2000, casta (rnnctwn n 2i(l e280 rs. o
covndo ; paliis de eliunibaral de todtu
as .nas a 13000 (! I VOO0 rs. oulras
i ns
'oslos
b.iiro de S.
Iralar com
.....simar, o comprar oh- >,. para que
na rua das Aguas Nenie, oulro. aim
COMISAS.
Comprani-so cMravasi evonUonwa, rcrolKMn-
ie iic riMiiiu-,i". i.iii.ti |>;ir;i a provincia como pura
Yira th'lli; na ma Uo*Quarles D. '2S, Mftunduan-
lar.
Compra-M nrii.i M'tTHaria ntuilorna o qno
Miaja cm bom criado mihcim a Uver e qnier ven-
ilcr, anninclo.
CDiiijira-sA rsrravo-i be-fOde roinmissao : na rua Diicila n.3*
Coftipnt-flfl (-rravus v irvc\ir- Ionio para a provincia como [ara Tora delta: na na
da Gloria i'. 7.
Na Ulbornn nova do cae* do Itaniosrotnjira-
N tiarnltii v. botijas vastare veiKlc-aaarfot laiierior
do UaranliflO) muilo era ooota.
Compra-M e vomle-ao escravoa, p rcrene-se rommucao, lano para a provincia como para fura:
na rua das Larnnucirs u. I i. secundo andar.
r.oinpra-sc nina casa lerroa, CUJO valor nfin
cM-ciia h um conlo ila rta dando-ie a nrarerencia
m ii'i iiofl bairros do S. l-*<\ nii 9.Antonio: (rala-fia
mi rua rtasAguasVerdes n. ifi, negundoandar
c.(niipra-.c neomclria do Lacrois : uo largo do
Terco, ca terrea n. X\.
VENDAS
. Vendc-SC i bandos da llaiaua na rua .Nina.
loja n. 2.
multas la/iuilas linas ele- uilin
por baratissimos procos.
\eiidein-se duas caas terrea
Joso, iua doJardi...... c \>
.Manuel I.ui/ da Veisa.
ATTENCAO'.
Na loja de niiiide/as n. SO dama do I laciniado
de .Manoel Joaqun! da Silia Forras, vendo-w pelos
mais iliminuloH......i......ubis pie.... oswpiiinlea ob-
lo. i.. ila melliornualiilailo; franjas para eorll-
n.iilo. dos mais bellos so.io. e poibcs : lindos bra-
rrlclea paraaenhoras, do dlversan cores; adorecoa
pelos para lulo, lie laiiado-so-los ; lu\.is ile seiia,
de lineal e peliea, paulo illgle as lucidores que lem
lindo a esli......nado, para ambos os ICIOSe idades;
e-pocas de inelal lino; meiad......la finas para se-
nbora e para padres ; diier-as perfumaras mullo
llendiveis pela delicade/a dos seu luiros: hotel de
banha r..... i.....es do bello se\o | carias liiilssiinas
liara (oaaro oltareto; jftoi de ilspora c mollas
oulras diversas iniudcsas a...... rreguezes podem
desojar a trorailaqnolloobjoelo que res o mundo
o rende os i oame-.
AO BARATO.
Vende-se couro de luslre a SKK1 rl. a pello, pre-
fo barolissi.....i visla da qualidade, a ello fresue-
zcs aillos quo se Diialise lao boa potlilncba : na rua
.Nina loja n. 35.
sos si:viioi:i:sTABERNEIROS.
Ilunlem desrarresoii eluda nula de Tenerife c
acba-e venda no arina/ein de Judo Martina ele
Barros
CASA DA liSPERANgA, RUA 1)0 QEI-
MADON. (I
Na rasa seima o no sierro da Boa-vista, loja dn
Sr. VirialO, esla .i venda um completo orliiiieulo de
camelas di loleria da Malri/ da lloa-iisla, cujas
rodas aildSu Uo dia 15 do crenle infallivel.
'.'liarlo.........2(800
Decimoa........ i.-ji ii
Visisiimos....... mu
PALITOS i: SOBECASACOS A' 11:000,
NiniddoQiielmadoii, 9, ioja de Antonio I.ui/
do Oliveira A.
A 1920.
Hurles de rassa chila a Iaft20 r. : ua rua do
Queimado, loja n. 9.
A''iiMI lS. OCOVADO.
Itcqui-siiuas cassas de cores, para les'lidos de se-
iiliia.i. pelo diininnlo preco do IIKI rs. o cenado !
na rua dn IJiieimado n. !l
Vende-se no palen do Carino lahcriia n. |. ma-
carrao ealelria a aun rs. a libra.
-r- Vcndc-sc nina linda muala de 18 annos, re-
colbida, coso, fa/. labyrinlho e marea; uma prela de
JO annos, sem vicios, com alguna principios de habi-
lidades : na Illa du l.arauseilas n. 1 ',.
OS PREQOS CO.WIDAM.
Na rua do Oiieimado n. 30, nova loja de frraseos.
lema leuda um completo sorlimenlo de folblis de
llaiidres. c por monos pceo do que i......uiraipial-
i|..... paate | B bem assiin bules a rafeleu a- de supe-
rior inelal principe ; bandejas muilo Inris, lano em
lila como cm soslos ; eainpaiulia paia.isleia ; co-
in para roda e rodela ; i.iiui. ; olivadas do Porto ;
ilavinoles ; espinsard.is eluda. a .pialidades defer-
las'ense mintalas que ojiiifereni compraa : lainhem
e mu le ferro da Scela 11 ioiilacla do mes....., In-
do por mdico pceo, e para que naosoiGancnicoin
o bisar, advcr(e-se que esla luja niroii oulr'orasoba
bem lembrada' lirnia de Silva Uarrura J Andrade.
L_
limo ,i lu. r .:
ia de -un M
ra M1V1JMVMAI
'*j .labr, i loliimes, rom a pal
Py ineilicainenlos.
r- .Meiiiorial do hoinopalha, por Haas.
f^ Diccionario ele medicina, por \islcn.
t^j Blomenlosdo medieins oporaloracom im
.. lampas coloridas, por Velpeaii.
Pl .Manual de anatoma, por lislc.
Organon da arle de ciliar, por Unlme
Sv inaiui.
a, i'raladii da febre arnarella, por 1'lininas
Alias doanalomia com mais de .VIO es-
lampas coloridas, por .Masse.
TralainciilD das moleslias chrouicas, por *\4
, llalinemann.
aBloinonlos de homopalliia, por (iossel
Blmonl.
ri Tralamonto homopalhico das moleslias
r/v i cuereas, pelo lile
H l'alliogonosia dos aicdicamonloe brasilel
y ros, Iradu/ida do flanee/, pul (iossel lli
Venue-sc a vcrelaeleuia salsa parri-
li i ele Sanis: na lioliea lianiivii, na rua
ila Cni/., rm frente ao cliafariz.
CR.
Vondo-SO in; de superior qualidade, por preco
cominillo: em casa de Eduardo II. Wiall, minia
do Trapicho Novo n. IS.
FUNiDICAO' D'AUROHA.
119000
. 5*300
. Sllll
. IJtOO
. liim
. Cahlliml Cfl
lo n. IJ. osesiiiu
Sinbo ile.MarsiMlleeni caivas de .'I a li du/.ias, I11I14,1
em novellos e carreleis, hreu cm barricas muilu ]
srandes, aeo de inilausorlido, ferro ingles.
Vciulo-sc 7 escravos, sendo um pardo de 1111( \
IS anuos proprio para paseui, um prclo para arnn.
/cm de idade 2S anuos, um etilo Sosiulieiro, oulra
para servico de canqio, rabrinlias nina com I ,t
Olltra eom -III anuos de idade e com alsiuna. habili-
dades, c uma prcla pojada de 1 ,.....os do ilud,
com habilidades : na rua da tiloria 11. 7.
VENDAS
A verdadeira grasa inglesa a, 97, em casa de Ja-
mes (aablrcc i\ Conipanliia, rua da Cruz II. 13.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Nest estabelecimeiito oohtintVa a lia- I
ver um eomplelu sorlinieuto ele' miwn-
dai e meias moendas fiara engenho, inn-
chinas de vapor, e laixas ele trro balido
e ooado, de todos os lamaulios, pura
dito.
Vciiilc-sc um cslabeli'rimciilo proprio parada-
beriia por j ler alf;uiis golMfOSfl ser bom local para
a mesma, assiin como lem bous commoilos para fa-
inilia.e mdico alugoeh icmle-so por sen dono aere-
lirar para fura da Ierra ; ua rua du Arasao n. 8.
Vende-sc tima du/ja do eadeiras, urna mesa
redolida, duas banqiiiuhas, urna marque/a ludo de
pao de oleo, rom acento de palba, por sen dona ler
de rclirar-se para fura d cidado : na rua do Itansel
ii. IIS. sesundo andar.
Anda existe tuna pequea pon-o
elo ja' acreditado remedio contra a cn>
liriajuii'/., vindo do Rio ele Janeiro, en-
clia-se a venda, a ruadoUangel, jwti-
ea ii. 04.
DEPOSITO DE CAL E l'OTASSA.
tamba ,\ Aniorini, receberam pcln ullimo ii.iim
de Lisboa barris cun 1 a de superior ral em pedu
para o fabrico de assucar, c vcildcni por monosquo
cm oulra qualquer parle; e para feetiamoiltelde coa-
las um reanle de polassa americana : ua rila di
Cadeia do Itecife 0.50.
Froderico Chaves vende por preco coramade
um dosseus silios, silo na estrada de Beban e Itnsa-
rinho, com casa de pedra c ral,aciml>i, liaslantce
arvoieilos, chao proprio o haslanle lorreno para
planlacAo : no alerro da Boa-Visla n. 17,
Na fundieo d'Aurora aeba-scroiislaiileiiieule um
eomplelu surliineiilo de machinas de vapor, tanto
d'alla como de balsa prcaiiSo de modllos os mala
approiados. 'I'ambem se apioluplam de encoiiuuen-
da de qualquer furnia que e POSN.....Ie"jar ruin a
maior |irestcsa. Habis omciaes eran mandadoi
para as ir asscalar, e os fabricanlos como lem de
eoluine aliancam n peiTeilo Irahalliu dullas, e se re-
punsabilisaiu por qualquer deleilo que poeM nellas
apparecer duralile a priineira sala. Mollas machi-
nas de vapor construidas noste eslabeleciinonlo lem
oslado em constante servico nesla provincia lO^IS,
cal ibaiuius, o apenas iom exigido rnui Inaignifl-
caiiles repaios.e alsuiiias at lieubilus absolulanicn-
ic, accresccuilo que o consummo do i.....husliiel lio
mili ineiui-idcraicl. tls seiihorcs de ensenbo, pois,
e oulras qiiaesquee pessoas que precisaren! de ina-
chinismo o rcapeiloaamenle convidados a lisilar o
eslabeleeimeiil....... Sanio Annnro.
Vende-sc na rus do Caldeireiro desla cidide
ni pequ.....i sobrado de dous ailares, leudo no fun-
do duas casas, una corheira e mais dous arianjos,
que ludo rende mcusalmcnlc .Vi-una rs. ; licuado a
cochoira quaai desoecupada, e podendo por i-so ser
proveilada eom aluguol que vn alora dopaOOO r.
n.....saos, corno bem so poeto ver o observar. Tambcm
se iciidc na Var/ea mu silio dos inelhores que |x>r
..lli ha, situado do lado dn rio, com boa casa, cocliei-
ra, estribarla 0 rom lodos o lorens de casa o mobilia
de campo dt, iV- K urna c oulra propriodade so vea-
de jior barato preco, o se recebe em pagamento ap-
lleos 4^i companhia de Beberibe : Irala-sc na rua de
S.-ltila n. 117.
^)I'AHA t)S SK.MIOKKSOI'FICAES2
i

4
fa DA GUARDA NACIONAI
^ Vende-se. na praea da [ndepoooNsaela n.
^ 17, chapeos ailados, barretinas, ailraso-
A as, bandas com franjas de ouro e de rc-
*f leo/, espadas de metal branco edeliradas,
;' lainis pelos c de anta, cun pala o sem
A ella, salan de ouro lino, para deiias e Ihi-
/' leles, bOtOea lisos e de Pedro II., paadei-
B ras bordadas para BobrOeasacaa, e luvasdc
*1 castor branco, desii|H'rior qualidade, ludo
j) por pceo mais coiiimuilo possivcl.
;I!KIMM> KS.
Vende-se |Mir lKWlOil rs., uma liposraphia ruin
niaisdeiiKI I de tipos muilo bem sorlidos, c um
bom prlo de ferro c p.io : a quein nunier dirija-se
a rua das Ou/cs n. JS, sesundo andar.
Oleo especifico para curar a caspa e eon-
servaro cabello, continua a venderse na botica
da ruado Rangcl n. li i, a 640 rs.cada vidro.
No Forte do .Mallos, dcfronle iloarina/eiii do
Sr. Joaqun! Francisco d'AIem, Vonde-M por eoni-
mndo preco os sesllinles seuei^s i besados agora du
Aracali : cera de carnauba superior em orandeiie
pequea- pone.; -ola e muros iniinlo,, vtasele
eariiaiibn rnnipuslas o pura-; bolina bem ai i alija-
dos, e miiilas obras de labiiinlbo amentadas em
boas fasonelai.
Na na dasCiu/os n. lo. taberna dn,Campos,
vende-se e alusii-se bu lias' hamburguesas, ilas nie-
Ihorca que ha no mereaelo, lano |ir junio como a
relalho.
Al
V
ni.
le.
. da
& da
Ja
da
' le,
da
da
da
ri
ESCRAVOS FGIDOS.
Domingo, li de junlin, ilesapparcrcu da i
lo ahai lo assisnado, as H horas da noilc, um innle-
i|iie, crioulo, de nomo Sabino, de iiladc de IH a i)
leu
a li,
,qn
la
......
annos, sem barba, baixo, chcio do coro
camisa e calca de alsodao a/ul, e cm i
varias pecas de mapa; lem urna marea do ei
tata c oulra em uma pn na, e marcas de si
moa em ambos : roga-so a qnalqucr anLorluaiH |i
lirial e espililcs ele'campo a captura do mesmo un
leqeie, sralilicaudu-sc com cen mil rs. a quein o
gar entrogar ao'lbaisoassignado, na rua da i.
dcia dn Itecife u. 56, loja do leraagon.
Frondico Custodio le Sampaio.
Ilesapparereu do enseiibo Bola, fregue/.i.i <
lisiada, no dia 7 do correnle junho, o oaeravn M.
lillas, cabra, de la annos do idade, pouen mais i
menos, cor n.lo muilo fechada, allura resillar, -c
vo, cara magra, maedas alias, olhos fundos,
um punco sabida, punca barba, lem falla de ib
be bstante ladino, e lem astucias de illudir ; levou
roupa a/ul do aluiiilAo/inho, um capole i elbo ein
mangas, e chapeo d couro; foi eseravo do Sr. .M.i-
salbies, inurailur no llrejo da .Madre de He. : ro-
sa-se a caplora do dilo rabia, e Klva-lo ao dilocn-
senho, ou nesla piara a rua do Caldeireiro n. t,
casa do Sr. Francisco Qiiinlino ltodrisues Esleics;
c na villa do llrejo ao. unimandaiile superior Fran-
cisco Alvos Cavalcaali Cambofm, quegncroMioeo-
lesera recompensadu. Esle eisrravo jd le/, urna f-
gida e foi pesado cm cabeceiras de l'ajc.e pri'-unic-
se asura lomasse oulro rumo, islo he, loinassc p-ua
as parles de Bonilo, Alliuho, Panchas de Miranda,
e S. lenlo, ele.
Dcsapparcccu na madrugada elo dia 11 d.....H-
rciilc do silio do Canhengue, cm Beberibe, umci-
cravo pardo de nomo Bernardo, natural dn serian
do Ico, perleucctilo a Vrenle Ferrcira da Cosa,
que o eoniprou aos senhores Camiiiba oV Killios, os
ipiacs o boiiieraindu Sr. Jos Postor Ferrcira Lima,
rujo eseravo lem os signaos seguimos : rer clara,
acabildado, cabello eorredio, barba cerrada, pS ilo
papagaio, lem um dcfeiln no eolovollo csquenln,
que qiiaiulo dobra o braco, saho o osso, que foi des-
locado, he de allura regular c groasura propor.in-
nal, he bem encarado c alegro, c representa ler Una
ll annos do idade : levou um facao, o um sumi
ruin rnupa de pagem, jaquela, calca e collcle a/ul,
nuipa branca e de riscado para servico, unta rede
c um < li.ipen de pello s-iii sabio : pede-so as auloii-
dades policiaes, oua quem dcllesoubcr, o obsequio
do o apprelicniler cinauhi-ln entregar a seu sciib.ir
no dilo silio de Bcbcrilie, ou no Recife, no arntazcm
da eseadinha, que ale'-m de sc pagareni lodas a- .le-
pe/as ele sua apprelieus.lo, sosralllicar gciieraa-
inenle a quein o aprcsclilar.
Aiiscnluu-sc -al.bailo. IH do corrcnlc, o esera-
vo Agapio, que representa ler mais de i", aunes de
idade, bailo, cor fulo, lhos agalados, refnrcado dn
corno, pouca barba, peinas arqueadas, e qunalo
anda da cslalos as piulas, e o signat mais saliente
alm de urna cicatriz de lalho cm um dos ililii-
grandes do pe, he ler o andar e a falla abestalliaua;
,1c! nu roupasuja de alandao c chapoo de palba, lu-
do vcllio, c como nada inutivnssc esla fuga, iippoc-
sc estoja por aqu mesmo acoilado : quem delleer
noticiaeucta ou o leinr a rua do Rangcl n. II, *-
ni recompensado gencrosamcnlo.
Dcsapparcccu, cm ISIK.do Passodc Couiarasj-
be, provincia da Alagoa* urna muala de noinel'au-
la, rom idade do II annos poueomall ou menas, ca-
bellos cacheados, rom alguns panos no pcncoc"'
pellos, boa ligura, muilo ladina andava calcad. !'
llllia de Cururipe, e foi sedoilda [Mir um pardo ara-
borlado do nnine Cosme Hilarlo Ribciro, inuiloii
chareiro, cabellos cacheados, lilho ila Parahibail"
Norte, o qual a rondii/io para esta cidado por ler a,
e aqui e per.h'ii I ha nolicias e julsa.....pie t-lla
aii.l.ni em Santo AnUu e Sasarolh durante a rrin-
hl ni pelo quo roga-s a Indas a auloriilaili.
Iieires ornis imsoas pailioulan-s, quedella ti
1......i'-, a maiiileni pesar e leala asen iinm. "
abaiio assisnad,,, na ma do Vigario n. I", que re-
rehar de sialilicac;!-. aipianlia de ."4INNNI r-.
Antonia Leal de Barro<.
T*n.,-Tn. 4oM. T. o Parta. -**.
I"1
ar


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