Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03203


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Full Text
ANNO XXIX
QUINTA FEIRA 23
DIARIO M
DE JUNHO DE 1853.
N. 139.
PEMAMBICO.
PUXIJO DA SUBSCIUP9AO'.
Subsorcvc-sc o 1.">s000 poranno, o 19000 por
quarlol pago adiantado, c 4B500 por quarlcl pago
vencido, na casa do seu proprielario, M. higueira
de Furia, na praca da Independencia, ns. 6 o 8, e no
" s J. casa doSr. Joa Pereira Mnrtins.
Un
Baha
Murci
'Parabiba
Natal
Araraly
Ccara'
Muranliao
l'ara'
I___ii
o F. liupr.nl
o loaquim Bernardo Mcndonoa.
o Jos Rodrigues da Cosa,
a o Joaquim Ignacio Pereda,
a a Antonio de Lentos Draga,
n a Guillienpe Augusto de Miranda
a n Joaquim Marques Rodrigues,
a o Justino Jone Ramos.
CAMBIOS DE 22 DE JUNHO.
Sobre Londres 28 % a 28 )%
a Pars, :i:i7
o Lisboa, 95 por cenlo.
MXTAU.
Ouro. Oncasliespanliolas.-........ 29>00
Mocdasde6 b de 6100 novas...... ItijdOfl
a de I8000......... '.i-"i"
PraU. Polacocs brasileiros........ 19W0
Pesos columnarios........ 1W40
a mexicanos......... 19800
Acetes do Banco......... I" v.
Descont de l.cttras....... 9a 11
NOTICIAS UTRAN DURAS.
Portugal . It de Maio Anuira. .
Ilespauba 9 de a Suissa .
Kranra. . 8 de Inglaterra
Blgica. . 6 de a Succia.. .
Italia. . ; 5 do i E. Unidos .
Alemanba 3 de a Me\ico .
l'russia. . 3 de s California
Dinamarca 1 de Cliili .
lala.. . 27 do VI. Buenos-A.
Turqua . 2> do 0 Montevideo
3 de Maio
, 5 de
. II de a
29 de Abr.
20 de
, 12 de
26 de Mar.
lo de a
2 de Jun.
5 de a
NOTICIAS DO IMPERIO
1 de Junho
5 de
10 ilc a
S. P. do Sul
Minas. .
S. Paulo .
Kde Janeiro
Rabia.. .
3 de Juu.
5 ti de
14 de Jun.
18 do a
Para'
Maranba
Cava1
Parabiba. 3 de
Alagas 18 de
PARTIDAS DOS COBJLEIOS.
Olinda, lodos os das.
Victoria, as quintas reirs..
Caruar, Bonito e tiaranliuns, nos das 1 e 15.
Villa Bolla. Boa-Vista, Ex c Oricurv, a 13 o 28.
Goianna e Parabiba, segundas e sextas.
Natal, quintas fciras.
das da semana.
20 Segunda. S. Silvcrlo
p. ni.
21 Terca. S. Luiz Con-
xaga.
22 un.ii i.i. S. Paulino
b.
23 l.liiinla. S. Apripina
v.
1', Sexta. } S. Joao
Btpla.
2) Sabbado. S. (iuilber-
ine.
26 Domingo. S. Pclauiu.
AUDIENCIAS.
Tribunal docommercio.
segundase quintas.
felacao'
tercas esa libados.
/'a: ni I 11
tercas csexlasas lOboras.
Juizo de Orphaos^
segundase 5. as 10 lloras.
Primeira vara do cicel
tercas c 6. ao mcio-da.
Segunda rara do cicel.
quartasesab.au mrio-d.
Maio
Juulio
EFHEMEMDES.
29 (Juarlo iiiinununlc as 3 boras 18 mi-
nutos e 33 segundos da tarde.
6 La nova as 6 hora, 18 minutos e 31
segundos da tarde. '
a 11 (Juarlo erescenle a I hora, 6 mi-
nutse 33 segundos da tarde.
o 21 La rbciaas 3 limas, :W minutse 3i
segundos da larde.
FIUAMAB DE HOJE
Primeira s 6 horas c timiuutos da maulia.
Segunda as 6 horas e 30 minutos da larde.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedienta do da 21 de Junho d 1853.
(UlicioAo Exin. prosidenlo du Hio lramle *I
.Norte, remoliendo <*pu ido aviso do ministerio da
guerra da 16 de maio ultimo, relaiivaiiiciite ao al-
files Henrique Eduardo da Costa (jama, que jase
i ilu'ii Aquella pr.niina.
Mil.iAo minitlfoda legado liranileira cm Paris,
leudo do proceder-** a compra de livros para a l>t
lihollicea publiiM, que va sur insliilInda nesla tid.i-
ilo, lembrei-mc de recorrer .i<> palriulismo de V.
I v i.i-Minlti-llir tlignc-sc demandar roinprar e
niviar-ine na primeira oppoiiunidade os Imosipie
n'iislm da inrlusa rclar.lo, nssignnda pelo secreta-
rio da provinrin. E a^radecendo dcsdej.iaY. E\c.
Itiit'i o iuto I---I-, que espero lera a hondade de lom.ir
I" r essa enconiinendn, rogo-Ihc Ktialmcnle teja Hff-
\\i\o eu>iarn conla da imporUincia dos inesmus li-
vro* Mita letra ila quautia, em que imporlarem, sobre o
inspector d'i Ihesoiirarin da Tazeuda proYhici.il, Jos
l'cdro da Silva.
DUoAocofuulgsral doBratlIemCaieona. Tundo
>iiloauiorisado|wla aMembla legialaliva provincia
a mandar buscara melhor sement de canoa de m-
siic.i para ser distribuida pelos agricultor*! desla
provinefa, rogo a V. S. uiguc-sc do reniellcr-mc,
em caixoles, ou de maneira inais convenicnlc, a
matar porfo une for posilvel de dita sement, que
levefiwr enviada aoBxm. prealdente do Para, a
f|iiem n usa
romV.S. ,li
querpectini.
ik'ixcde rom
dala olUcio, para que, cntcndendo-sc
liado proporcionar-llio lOdosof Relos*
os qoer de Iraoaporio, para que nflo
a pu"i\cl liruvidade electunr-su essa
iao aqui os me/es deagoslo c selem-
pruprios para a plantacAo da caima
remessa, poi
liro os mais ...--.. ...... .. r......--.................
Cuucorreiido dust'artc \ S. para o mellior.iuu'iito da
industria agrcola nesla provincia, Cira mu valioso
KervifonopaiZi e portal motivo me aulccipo a dar-
lli os deVidos agradecimentos.Neslc sentido olH-
i hMi-*e ao mesmo E\m. presidente.
HitoAo commandantc das armas inleriuo, cn-
\iaudo, |H>r copia, o aviso da reparlir.lo da guerra
de K >l.i correule, noqtial foideilaiado. que na mes-
illa data se mandn servir como addido a uin dos
rorpos doexerco eslacionados na provincia de S,
Pedro do Riotiraode do Sul, o ai leus do nono bala-
lllodeinfantaria. Jonquini Cardo/o dos Sanios que
e*fctla}IM rorle.Igual copia se remelleu a lliesou-
laria de fa/enda.
DitoAo mesmo, remoliendo copia do ITS0 do
iniiUlerio da guerra de l de maio ultimo coniinu
nicando haver-se espedido ordomao comnuuidanle
las armas da corte, para fazer souuir para a provin
ri.i do Para, .iiiiu de servir como addido ao leirein
luialliAo dcartilliaria a p, ocapil.lo (juarlel-mcsln
do II* de infamara, Constaiilino Jos da Cosa.
KeiiieUeu-se igual copia a Ihesouraria de fazenda
HiloAo mesmo, para enviar hlim du scrlrans-
nullida a secretaria do ministerio da uncir, con for
me se exige no aviso, que remelle por copia, una
rciliilau dosasseutamentos do|praca do sollado Joao
Pereira que, (piulo perlcncido ao qunrlo bala-
lio de artilliaria a p, olilcve passagoni para o de-
|iosiloda corle em Ii derevcreiro de 1851.
DitoA' Ihesouraria de laromla, iccommendau-
do, a x isla do que reprcscnlou o presidente do cbn-
h'IIio admlnblraUvOi quesob a resfionsabitidade da
prosidencii mande pagar aos offlciaesdcquese com-
|"'e o ilito cousellto as vanUgOOS pie Ihes competir
em vista da tabella deque trata o art. ;> do regu-
l.ununio de 14de deterabrodo auno prximo passa-
do.(.ommuiiirou-se ao mencionado presidunlu.
Dito A mesilla, para que i vista da sua liifor-
iiacao. marque uin pratO ra/oavel a Jos liaucisco
Mjriuho, e bem asslin aos berdeiros de Francisco
Jos MarnbO| foreiro do terrenos demarnlia sitos
na ra da Aurora, alim du alerrarem os charcos,
que, segundo communicou a cmara municipal desla
cidade, exislem nos mesmos le renos. Coumiuui-
rou-00 a referida cmara.
hito Aojuis relator da junta dejustica, Irans-
iniiliiido para seren relatado- cm sessao da niosma
junta, oproces.oa verbacs dos radados Francisco
I op* ti ao oilavo batalliao du iufanlaria. ConimunCOU-se
ao Exm. \ice-presidcnle das AlagOM,
l>lo Aojllil de direito da romaica do Cabo,
< 'ommuiiicando que, por ilecrelo.de t do corren le,
jundo conslou de participarlo da secretaria do mi-
mierin da juslica de '. do mesmo me/, icz-se mcrc
a ,M inoel Jos de Sanl'Auna Araujo di icrveiilia xi-
iilicia dosofllcios de segando inbelliao denotase
ili'cscrixjo do crime, orphfios o ausentes daquclla
\lla. Fizeram-sc ai uceessarias communicares a
l''-pl*IO.
Hilo A Ihesouraria da blonda pra\iucial
'indu que vista do que requereram os hbil;
ila iwvoacAo dos Afoaados, resolved mandan
Iruir una rampa para dosembarquojunto a rospi
Upoule do lado daquella poxoac;V>, cumpre
i vislni'
Foi designado o primoiro dia ulil para as appol-
lacoes civeis soguiites:
Appellaulo, Francisca Tbomasia da Conccicao Cn-
nli.i ; ap|iellado, Henrv Gibson.
Appellanlu, Manoel dos Santos Firme/a : nppella-
do, Antonio l'eixeira da Kocha.
Appellaulo, o juizo ; ap|iellado, Theodoro Macha-
do Freir Pereira da Silva.
toditos.
Passou do Sr. desemhargador Souza ao Sr. dc-
tembargador Kebeiio asegunte appollaciBo em que
Appellanle, Joan (ioncalvcs Freir ; appcllada,
Alaria Margarida de Saboia.
Passaram do Sr. desembargador Hebcllo ao Sr.
desemhargador Luna Freir as seguimos appella-
QOes em que sao :
AppellauteN, a \iu\a e berdeiros do AgOStinho llen-
riquesda Silva ; appellado, Gabriel Antonio.
Appellanle, llanoel Antonio Vieira; appellado,
Jos l.ou;alves da Cruz.
Appellanle, o juizo de direilo da cidade do Ass ;
appellados, Francisco da Rocha Cabelk'ira o ou-
Iros.
O Sr. desembaroador laslos apresonlou para no-
xa disirihuicao, pela falla .1.Sr. desembargador Fi-
gueira a seguinlo appellacao :
Appellanle, Domingos Anluncs Villac.a ; appella-
do, o julio deorpliAoSa
Passaram doSr. deseniharuador Tollos ao Sr. do-
sembargador Pereira Monteiro as seuiiintes a|ipol-
lacotN em que RO :
Appellanle, o juizo dos feilos ; appellado, Jnaquim
Jos Ferrcira.
Appellaulo, o curador id llom appoUados, Jofln Dispo de Araujo e outros.
Passaram doSr. desembargador Pereira Monleiro
ao Sr. desembargador Valle asseuinlesappella;es
em que sao:
Appellanle, ojuizn ; appellad.), JoSo Jos Itarroso ;
Appellanle, o juizo ; appellado, Ignacio Manoel
Viogas.
Dinh'ihiiiro.
Ao Sr. desembargador Teiles a seguate apnella-
rJo em que siu:
Appellaulo, Appoliuario Pereira ll.idiioui ; appel-
lado, Manoel Cosme de Moran-.
l.c\aulmi-soa HOSBfloa I hora da lardo.
EXTERIOR.
di-
ntel
ons-
cli-
por-
|iiea iiiLsma Ihesouraria, a vulauu or^amen-
fr remelle |M>r c|iia, roulrate rom o arrematante
> .fila ponte a factura da mencionada rani|ia, su-
ilt.iudo.se el!e ao mesmo abate da arremalaciio, e
iliindo essa ilc.|iiva da M'iha do nrligo H ii..lo do ai ligo I i da le do orumenlo vigenlo,
iirurmc indienu o director das obra, publica, na
i.i nformanlo de I" do crranle.Conimiiiiiroii-se
u referido director.
Hilo A directora da coni|iaiihia de seguros
muimos Ulilidade poUlea communicaadoquc
i derroto de 1 do correle, segundo lonslou de
i-i. da rcparlic.Vi do Imperio de 8 do mesmo mex,
i un apprmadns os cslalulos organisados para
ludia cnmpaiihia.
I'miaria (aiiicedcndn a mesa regedoM da ir-
lanilade de Nossa Senhorado Lmamcuto pennis-
iii para fa/.errorrer meia lotera das que |ior le Ule
nuil concedida, do|iois deextrahida a parle da lo-
iiiila nialii/, da Itoa Vista deque traa aportara
i i'ii'-iil.'iicia de IS do correle.
TRIBUNAL DA RELAGAO.
SFSSAo DE Jl DBIMK) DE 1853.
Presidencia ilo Bacn, Sr. t Al lhoras da manhaa achando-se prsenles os
cullores desenibarcadorosHostos, l.uilo, Souza, Kc-
ncllo, l.uua Freir, Ipiles, Pereira Monleiro o
\- Villnrcs, o Sr. prosidenlo declara aborta a sessao na
I.......ida le.
Julgameiilot.
Appellanle, O juizo ; appellado, Antonio Filippc
de Souza.Mandaram a ROVO jun .
Agaravanle, Franrisco Manoel de Siqucira ; agL'ra-
^idti, Jo Francisco do Heno Han is.Sorteados
- Si -. drsciubari-adorcs Bastos e Itebello, dornm
provlmentOa
A|>|iell,uite. ojuizodos fcilo* da fazenda appclla-
ow, Manoel do Naseimonlo t^osta Monteiro c ou-
ro.Mandaram com >Ma ao curador geral cao
diSi'iubaigiidor procurador dacoroa.
Apiwllanle, Josa da Silva Braga f gppellados, J0.10
I lanrisco da Silva llragaeo-ilros.Dosprezaram-
os (Miibargos com doclarac;lo de allender-so BOS
'loriimentos fls. IWctii, e comlemnar aos ap-
II 111 lo* nas rustas respccli\as da quautia do que
decabem.
*IV'li.iiilos, o E\m. senailor Francisco do Paula
Uvalcanti de Alkuquerquc c sua mulher ; ap-
l'tllados, o> berdeiros de liervasio Pires Ferrcira.
^^ Hi*r<*i'iram a vislori reipierida pelos appcllanlcs
/ Vullando o fcito ao juizo a quo.
Mqirliiiiiie. o juizo de ausentes desla cidsdc ; ap-
pellHilo, Domingos Jus" Dia* de OH* eir.Man-
'l-ir.nm com vista ao desembargador procurador da
Ap|SWIaii|p, HinQo Jow'i Piulo CCbral ; apiwllado,
Jo^'iioiienlvei Pereira da Cunha.
!*< ->i rente, fi juizo do ilireilo da comarca de Unio-
firn; nforriiio, Bruno Alvaro Barbosa da Silva
1 u'ire.SoiiiMibi. osSrs.desombargadore Lelo,
I "ni i> Mmiioiro, negaram provimonlo.
Kerorreiilv, n ui/.n ,|r direilo da cidade da Parabi-
ja ; recorrido, Vicente do Higo ToscanodeBri-
to.SorlcadiH os Srs. desemhamadores Souza,
Luna Freir u Valle, negaram provlmenlo,'
Londres, 28 de abril de 1853.
A experiencia de combinar urna democracia com
uin despotismo, do norle alguma se realisa com todo
o urilluiolismo que bu requeiidu pelos lacaios lite-
rato- do governo rrancea. Com eHeito, em quanlo
as iiisliluicoes da Irauea BU marcadas com o ca-
rcter de urna implacavel autocracia, a sua carrei-
rasempre lu nido una serie de Iriumplios, apenas
nterrompida por um singular revea, o curto es-
pasmo de independencia.debaixo do qualo corpole-
gislativo pareca irabalhar o aonopossadn, foi com-
pletamente uavlsado pelo narctico do regular esti-
pendio, o a clica occasional que alDlgira urna ou
tina- gaxelai dosappareccu totalmente sob o drstico
Iratameuto do miuslro da polica.
Diversos adversarios peasoaos do imperador, que
Mippuuham que o- segiedos da sua hoslilidadecsla-
vain euccrradosein siiascarleiras e na conlidcncia
dos sous ainigot, deram motivos a quo se realiasse
a omniscieocls da espionagem imperial; u se n tri-
bunal civil levo a audacia denogar-lllO o ilireilo de
espoliaco, o tribunal de polica curieceonal,uin
instrumento do damuo mullo mnts ncvo* c formi-
davol allirmoii, com a mais s.ili-lacloi ia BUIplidfio
dclliiQuagom, que a prcrogaliva dochofe do oslado
he lolalmonle superior as de-usadas (inmunidades
da vida privadn. Mas a oinlssao da nova ordem de
cousas esta na nutra direcr.io. Compre que u Im-
perador da Franca saja despota o demagogo; e na-
quellas cousas que nao abalam a sua BUtorldadc
pessoal ou indulgencia, elle manilesta urna tmida
defer.....-i.1 para com as formas mais grosselns do
seutimeuto popular.
DcbDiKoifosysIoma actual, nada be mais diflleil
do que descubrir as \enlad"ira- ni inifuslac". ,',a
opniao publica, o com ludo se fossein mala lacil-
mentc IraCadasdoque sao. nada seria mais infeliz
do que o expediente a ipie o BOYCrilO cosluma a re-
correr para descubr-las. I'm parenlliusis no Mn~
11/friir, ou uin segredo que circula pelos saines de
um ministro, indica que se medita al'.'iima miidau-
vj do vilal importancia nas alia- regios. Asslm as
gazelas comceam a discutir a materia, primoira-
meiiledeuma maueira bravee cun hesitarao, ede-
poiscom mais alguma energa, ate* quo por flm as
aul.....1 idci so ropulam cumjus a concluir que a al-
lencSo publica basidoscduzida pela prouosirao li>-
IHltholica. Enlfl surge o estoico para dividir que
direccao toma a opiniflo, o as vesos resultado be
considerado como desTavoravel. o Moniteur Im-
medialamenlc publica um parauraplw em que ogo-
vernosequeisa do ser caluiuuindo pelos autores du
boatos infundado*, e os pelore inouvos sao imputa-
dos por iodo a iniprchsa semi-oulcial, uquelles que
lem acensado seu amo ile um designio anli-naciimal
0 impopular.
liste he exactamente o curso (pie a recente agita-
i.mo icerca do. casamentoa cf> is lem seguido, o nada
pode Ser peior do que a imiireSSAo que osle laclo ha
produzido na opluiflo publica da Franca. As claa-
ses inleressadas na questflo, asslm como todas as pes-
soas de intclligencia commum,uaoquerem acreditar
ia relralaccao do Muititetir.v lieexiilenlemenleab-
mrdosuppor que se nao liocVesscfuiidami'iilfparao
rumor, que d/ia que o imperadormeililaxa platicar
una revoluraoum lodo o edilicio dasnciedadecivil,
UVCSSOescapado durante tro/, semanas vigilante
animadvei-saco de M. de Maupas, um crilico dema-
siadamente perspicaz, a expreslo a Familia Boa! *
applcada pela AttembUt Nalionel aos principes
bourboes. Ao passo que (oda gente ere que o go-
>eruo pretende submelter a questao dos casamen-
tos aos dictamos do cloro, niuuuem o acredita quan-
lo .1- prerauee- q00elle ha lomado para perscru-
lar o sentiineuto publico anlosdc pttr cm platica os
sous designios.
NSulopude assignar ao fado um singular ou ni-
co fundamento; mas oque be corto, bcque,ao lado
de urna geral Impreasfio da incertesa dos Itomenn no
poder, junta-so imialmenle una ampia conviccao
da sua presumida negligencia, e dosyolpes repenti-
nos quo se deve esperar da parle delles ; c ele re-
sultado he precisamente a combina cao das qualnla-
des raoraes que ao mais humilde dellei concedo a
nica classo que teni considerado a actual ordem de
cousas de una maneira mais vehemente. Tanto fa-
vor quanlo be compatixel com urna total necessida-
tema pelas rlasscs oommoreiaes. lillas parecem ler
considerado milito a sua foreada abslneucij de po-
li Heos, bem como o homem de trabalbo que medita
110 fre que o impede de dar-se as suas oreupaces,
mormurando a causa que o detem, semtodaxia af-
fligir-so totalmente com oseo suelo. Mas ttc esle
episodio da historia comniercial franceza for pertur-
bado por va de constantes apprehcnses do acciden-
tes liscaes, que he audacia dictar, o perfidia escon-
der alo o ultimo momento, o cambio cabir immo-
dialamentft n'un losconlunlaineuto nocivo, que, no
grao de alienacao que esto fado indica, exceder a
cruel petulancia dos salos o o indignado despiezo
dos gabinetes. Nem loila a attencao vigilante com
que ogoverno cosluma bonrar as trausacres dos
fundos pblicos pode aoleelpar 011 supprimir a evi-
dencia de um scnhmenlo, que todas as provas suc-
cessivas do impulso, q ic elle obedece tndem a
tornar cada vez mais profundo. O proco dos fun-
dos e (pioiaces cm Paris he alto, comparado com
alguns periodos anteriores; mas a verdadeira indi-
carlo da coulianca publica nao lie simplesmoutc o
alto aliMcisiiio pelo qual os fundos sao quoladoso
que vale pouco quando uo he combinado com
um eslavol equilibrio. Temos para nosqofl a pr-
senle condieflo do cambio francez raras \ezes lem os-
ado em parallelo com .1 pequonbez das Influencia*
que o iiiTeetam, ou com a eilraordioarla extenso
das desordena que estas influencias croam, cada voz
que sao sentidas.
O curioso espediente que foi adoptado para grasar
o soutiinento do puro sobre a qucsulo, que reslilue
oscasainenlos ao foro ccclcsiasticn, leve o cITeilo de
primeirameute excitar com violencia a auibicao do
clero, c dojuiis quebranta-lo de repente por meio
da severa dccepc,.1o. Assim, llca cnlcndido que,
quanlo ao presenlo.a Igreja e o imperador lem afrou-
xado de alguma sortc os lacos da sua allianca, oque
se o papa se nao (ornar roudcscendeute quanlo no
negocio da coroa^ao, nao se farao futuras concessoes
ao poder errlesiaslico. (Iremos sinceramente que o
partido catholico romano em Franca devora estar
n'uma ohrigacao de cierna gralidao para com o seu
augusto protector, SO elle levassu um pouco mais
adenle as provas do seu deslavar,e por exornlo
CSlendessc aos jomaos religiosos nina porcao da ju-
dtflosa soM'rdadc que applica as extravagancias se-
culares.
lia razando mais para pensar que O clero calbo-
lico romano em Franca val cahindo 111 terri\cl il-
luaffoqne lautas vesos o lem prostrado, oque saet-
a engaando com urna quadra de ephomero brlho
par,......Illeuniom da iureja Iriiimpbanle; mas he
preciso na verdade ter eliea^do ao mais alto cume
da docepeflo, s* as suu tmprossoes silo verdadel-
ramonte refleclidaa ns gazela que o supremo ponti-
lice lem recommuudado ao seu patrocinio. Juba-
do Pelo l itiirr* o calholicismo ultramontano deve
repulir-se licenciado a tratar com um satrico des-
prexodo Iranscendente nu>raiidadc as obllquldades
inoris que Pascal reenrria na sua eonfusao.
Quanlo a una observadlo de M. Dupin, 11*11111 r-
cenle folheto, a qual diz que una mudauca na Ici,
(pie torna as ceremonias religiosas do casamento
obrigalorlas, permitliria que os sacramentos da igre-
ja calhotica romana fossom syslemalicnmcnle prora-
nados ; dentro de poucos das os jornallstas do papa,
iusi-liram sohiea observacAo, dizendo (pie so nao
poda BUpporquo una grande proporcao dos parti-
darios actuaos dos Sacramentosacradltassem nas ver-
dades christflas, o que por rnnsoqucucia a mudauca
allegada -uniente e-lenderia um POUCO inas adiaute
a uocessldidc de liypocrlsia. Ser-noi-hia mu dif-
licil indicar com mais evidencia o carcter dos re-
sultados que os proprios ultramontanos julgam ler
conseguido, das esperan cas que os inspiram, c do
lu.'I (riiimpho que julgam salisfa/e-los.
i Mornhig t 'hronicte,'
tOMMIIOS.
Resposia do Dr. Jcronymo Vtlella de Cauro
Tavares, lente substituto d'academla Jur-
dica d'OlInda a' carta do Exn. e Rvm.
Sr. D. Romualdo, arcebispo da Babia, in-
erta no Notlciador Catholico n. 236
transcripta no Diario de Pernambuco, .obre
a aegulnte consulta :
se o. paroehoi podem taot i' iimi'liH irlo poder empo-
ral, quando ciofam > obrigap'
' wi.ilus e n le do esludo.
Foi uni.i'iro iicrixowc fatal, que no ullimos lem
M apparacaa entre mu, o le sup|ior-sc, que .1 Ii
Ih-iil.i.lr iiilu se |iinli,i iilli.n com a religiau, c BBM
-rro, aaNvera o conxelheiro fatlos cm suas MC'
ilitarOes, pilc ser comparado, nAo it Icmpcstailc
que ilerrili.i os ledos, alaga os campos, e so defva-
nece ; mas urna cnfcrmiilaue iusiiliosa e maligna
que se Tal tunianilii emlcmica. Snu livre, preso
lilienlailc, porque ella ha 11111 eleinculo conslitulivo
de DON a personaliilailc ; massou religioso. Oque
ilesejoe o que sustento lie qncrail.i iimilns poilere'
ccclesiastico c civil, se concentre na cspliera ilc suas
attrihuiroes, e nao quero, como ili/ia o mitigo hispo
V BloUt nem que os padres, a |irclcxlo de nossa
salvacilo, nos facain seiis Iriliularios, nem que o po-
der temporal, por motivo de eslahelecer a ordam
publica, poulia nossas conscicncias cm idminislra-
clOf Ii 1 ii de mais fcilmente dispar de uossos redi-
tos.
Entrando nesla quesillo, para a qual (Ii/. V. Bar.
que fora de alguna soiie provocado, seui recordar-
se que fui V. Ble. O primeiru, que puhlirou cilio
Kofeiador Culholico n. 219, de o de Janeiro des-
le auno, a caria dirigida ao acadmico, que o con-
siilloii, ciindi'iiinandii a doulrina, que cu na qunli-
dade lente da academia de Olinda alli ensloAra, \'.<
E\c. Rvm.1 me f.i/nina iujuslica, qiiando nond
cada ve/ mais cm relevo o seu merilo litterario e a
profunda sabedoria, que o orna, se sunpoe marchar
nesla polmica em mi lerrenu desigual para si, por
ser um hispo vclho, enfermo, c curvado oh o pe-
so dos negocios de una lo vasla dicesi-, que he
nao ileixa um momento para ahrir os livros, em
quauto que cu son um lillerato na florescencia e vi-
gor da Idade, exclusivamente enlreguot cultura das
Icllras c cm conliuuo comincrcio com autores esco-
midos.
Milito ohriuadn, Sr. Arcehispo, inuiln obrigado
V. E\c. pela dislincco, com que me trata ; mas
consulta, que eom a rranquexa e slnceridade, que
me cataclerisam, cu respunda N'. ISxr, que na
quoslio vertenle toda a dosvantagetn eshi de iniuha
parle.V. E\r. s piirsi.indepeuilcnlcnienlc do 011-
Xiliode lanosesrriplorcsquecila,he lima aiilhiirida-
de respeilavel em materia scianlirica ; seu noiue eo
prestigio, deque Justamente goaa, o elevam n urna
altura (al, que me nao he dado nem sequer tocar,
alciu de ser nina das estrellas mais luminosas da
Igreja de Jesu-Clirialo, um dos dignos lucceascres
dos A pesilos, revestido por lano de um caiaeler
lodesaulo c sagrado. Masen, Sr. Arcehisp
sou,que aiilhoridade Icnhona malcxia, equ
que me possa servir de egide nesla queslao
Ivogadu 110 hoje mizcravel foro do Kecife,
1,0 que
lime,
:' .......e
e lente
Kmii.c Rvm. Sr. II. Romualdo, arcehispo da lla-
lli.*!. I.i com a maior allencAo eo mais |irofun-
iin rccolhimenlo a eslimavel caria, que x. Bxe.
Rvm.' se dignou enderecar-me pelo totiCiodOT C'i-
tholico de28 de maio presumo passado, 11. 'SMi. em
resposlu ,-i que Uve a honra de dirigir a V. F.\<\ pe-
\olJberal i'ernamiiurmm ileTde abril, lamben
prximo passado, 11. Iti, sobre a consulta cima re-
ferida ; ese por um ladosou graloa V. K\c. Rvm."
pida bondado, eom quo 100 trata, e elegios que me
prodigalisa, o que nSu mereco, porque nlo lenlw
nem os conbecimentos, nemahabilidaile e lalenlos,
que V. Ene. me suppoe ; por oulro me acho dema-
-lailainenle nppi iiui.n com o peso da censura, que
V. Etc. mena, por llic nao haver eu mandado o
anlogranbo da niinha caria, viudo V. Evc. ,1 ler mi-
licia della pelo favor de um amigo c pelos jornaes,
em que foi transcripta.
lie verdade. Sr. Arcebispo,que nao mande! oau-
lograpbo de ininba carta i V. l\c. Rvm.*, porque
o. meus afaiorcs, que nio sao poucos, alim dos 111-
i'oinmndos, quesolliii, me n.io perlMIIiraiM copiar
ludo quanlo Ii/. para remelter a V. Bac ; mas livc
oiuidado deesiicvei-lhe una pequea carta, pe-
dindo-lhe penl.io por e-sa faiteas lemetli-a pelo cor-
reio Juntamente com o Ubtral PernambucMOi cm
quo mais correctamente rra inserta a niinha caria
sohre a queslao dos parodies. Se V. Bac. n3o re-
ceben esse Icslemunho do nieu respeitoe con-idera-
r.io por sua pessoa, culpa uno lio minha, esimdo
ciirreio, onde par ciivuni-laurias imprev islas se lem
dadoalgiimas ve/.es exlravios de carias. Pelo va-
porde 7 do enrenle escrevf a \". Bac. Rvm.* cerli-
llcando-oilosse met proceder, e al pedi a nieu lio
oamigooSr. Kraucisrn Jo. da Silva Castro, mora-
dor iicsa cidade da Babia, que llie li/.e-se una vi-
sita de minha parle, c Ihc eerlilieas-e a verdade de
ludo quanlo agora reflro. Ja ve por lano V. Exc.
Itvinc.'*, que eu nao fallei es.c acto de uabaTrtdado
que reclama, caiunmle-mo aj.. crax c soi pre/a o
proecdiiiioolo.lo V. Kxr. paiacoiuiuo. pois deven-
do a minha falla ser corregida por V. Exe. com a
remessa em nutographo de sua preciosa carta cm
respnsla minha 011 como Ii/. eu, rom a re-
messa da tulla, em que V. Exc. pulilicou o seu
donlii eseriplo. aiuda al hoje eslaria na ignorancia
dessa piihliearao, so nilo fura o favor de um amigo
em Olinda, o meo collega o Sr. Dr. Nuno,quese
dignou emprestar-uie o Xolitiatlor Catholico, em
que \eina icspnsla de V. Exe. sohre a queslao, que
nos oeciipa, e a nilo visse depuis transcripta 110 Din-
rio dr 'eroiimburo.
Insiste v. Etc. Ilvin.- einlouvar o acadmico,
que f'ii o autor de-la dhtCUSSBO entre uiis, nao ohs-
lanle as ohservaces, que lli'eu Ii/, e di/.endo que i
ilir oio Ao Ueto tondar o IntimopeiwuMRto ou a
'iiiciiriio dttnlndittdHO, aasegura que#elle rora
um dos alituiitos milis disliiictii* do srntiuario ur-
chipi*copttt, r i/ur tinha oli/uin dirriin u consultar
aopiniO de /'. /'.*<., rubendo I', li.ir. respon-
der'lhe r lourur 11 sen prorcdiineHlo, que Ihr pure-
ii-ii rncero, semque tiesse momento se lembrasse
de lente sea ele. r'-.Sohrc esle ponto na.....ai- urna
palavra dirci a V. Exc, elijo opiuiao 0111 favor do
esludaiile. que o eonsilll.....he l.'io grande c 1,1o ma-
llifesla, que V. Exc. o louvou imiiicdialamenle que
elle fe* a consulla, mu que sein duvida por ser secular deve na opinilhi lo
alguem estar abalso de um visarlo, anda que disc-
pulo o |ihiii 1 habilitado. Helexa monte ponde-
rar W Exe., que se esse acadmico foi no semina-
rio aixhiepisropal um dos alumnos mais distinclOS,
11.ni tem u'acadcmia jurdica de Olinda continuado
a sustentar esle rrcdilo ; lie una mediuiridade 10-
nhecida, alin de que cuido que nao pode ser rlas-
lillcado per dlstineto odisi'ipulo, que desacata o sen
meslre, o que ingrato ao eiisiuu, que receheu, e s
nianeiras urbanas c ravallcirosas, com que seuipre o
iratei, nao duvidou. sein minha audiencia, saerili-
car-me censura de V. Exc. Rvm.*, que sendo l;lo
cheilo de hondade parerc (jue uaoquia despende-la
ara comigo em sua primeira carta, dirigida ii esse
endmico. A' elle pois eu posso applicar odilo de
/../.is filios nieos nutrid, el illi sperurernnt me,
rcstando-ine apenas a doce ronsolaedo de ver,
que Mease acadmico leve o arrojo do aeeuaar-me,
lodos as seos companlieiros do lerceiro anuo, a e\-
ce|ic.1o do tres ou quatro de sua parcialidaile, volun-
tariamente lomaraiii i pcito a minha defe/a, dan-
do-me assim urna pro va de sua emhwde. respeilo c
cousideracSo, c manifestando amor < juslica, pelo
que ludo Ihes sou grato e reconhecido.
A quesillo, que dehalcmos, he na verdade inlcres-
sanle, nao so pela naturc/.a da materia, que faz 00b-
jedo della, se tino c principalmente pela opporluni-
dade, que couhea \, Exc, de derramar suas linea,
c de esclarecer mini o a outros liro alguns pon-
tos delirados do direilo eeelesiajlieo, Mas, loman-
do |iarlc nella. n.io rreia V. Exc, que cu sou leva-
do pelo espirito de secularisacflo e de liherd ule.
Ilouvc um lempo, Sr. Arcehispo. em que se antea-
dla, que o liomeni religioso nflo poda cr livre; mas
as ideas leein mudado e variado muilo' Queui se
envenpHihava de parecer reflaioseae eayergonha
hoje de rulo ss-h>, e ao aeoplacisme Insensato, que,
ni plua-e de mu eicriplnr, se professava menos do
que Moslentava, suecedeu o renudiecinienlo geral e
a geral ni.niili-.lai;m de que nada he 13o corlo como
a religjao de Jesu-Chrislo, lo respeitav el romo os
seos dogmas, e Ido ulil como as suas mximas.
substituto deuma academia, que pelo emperr do
hoineus se aclis rondenuiada lalve a deliiihar e
mnrrer na vetusta e solitaria Olinda. Heais V.
Exc. Rvm.*lem urna liihliollicia csrulhida a sua
dispii-ii-ao, imiiicusa pralira de discutir eslas mate-
rias, que silo desla proflasfo, c eu, alin de Me fal-
laren! oulrashahililacoes. notenho lodosos livros,
de que preciso, lauto porque o iiiesquinho ordenado,
que a nacao me d, nao chega para compra-Ios, co-
mo porque aqui ainda os nilo ha, c para conseguir
algnm Importa issogrande Iraballioo incominodo,
pediudoc rogando algnm amigo o conhecido que
m'o ohlenha. I'iea por tanto provado, que a nii-
nha DOsicRo he milito pclorqUfl a de N'. Exc.aeres-
ceudo ainda que lamlieni vivo chelo de Irahalho-,
porque advogo para poder xivcr.c entino em Olinda,
distante urna legua de minha moradia, duas eadei-
ras pratica du proeesso noquinloanno, edireilo
eeelesiaslico no segundo.
Esla V. Esc, llvin. de areordo comigo na theo-
ria, que expend, acerca da dislince.lo e iiulepeu-
dencia ilos dous poderes, eeelesiaslico cciv il,c protec-
eao c auxilio, que mutuamente se prestam para o
lim roinmiiui da felieidade dos luuiieus ; e reeonhe-
cendo o direilo de defe/a e proleccao dos imperan-
tes civis, aasevera com tlussue/, que esse reruulicci-
inenln n.io piide levar a Igreja renunciar alo sua
propria diguidado e divinas prcrogalivas, por quan-
lo adiada do ouiro poder, e como elle soberana e
iiiilepcndcnle dentro de sua cspliera espiritual, ella
n.io pdc consentir em lernar-ae humilde serva ou
escrava. Aceito ludo quanlo v. Exc cun lana
sahedoria expiu- nesle Irecho ; mas, como entolde
que a sociedade civil em consequencia do recuuheci-
ineiiin, que la/., dos direilo, da Igreja, lambem Ihe
lulo Oca siijeila e esirava, permits V. Exc. que cu
expouha como concobo esta independencia du. dous
poderes.
O hoinein, ainda que Slljeilo ao lempo e a mata-
rla, ainda que neceante los heji.s j-,n.MUlle. e \i-l-
veis; co..............ital c folio imagen! At_ l'Jf.
tem de buscar iw bous iuvi-iveis o olaMi eso para
ajuda-lo a consoguir aqueii" o tabolcccu decom-
liium accordo o l"'er civil, para alcaneai estes in-
titulo u iMcsinn lieos o poder espiritual mi en lesias-
licii; poder nao s dislindo do nutro, mas indepell-
denle e soberano, porque mo he possivel que oceo
esteja subordinado a Ierra, a elernldade no lempo,
Dos e sua rcligiiln aos homena. A soeiedado ecclc-
siasliea he, pois, iudependeiile da temporal, c seu
governo iiidepeudenlc do civil, alin de nutras ra-
zos, por quatro que eu repulo cardeaes: primeira,
pela liherdade deque go/a a igreja na prcgaeilo do
ovangeiho; segunda, por essa mema liherdade
administraran dos Sacramentos
reilo de interpretar o excculai cnones, para o
queso he ella a competente; quarta Analmente
pela infallibilidadc de que go/a. Mas se o acuerno
da Igreja lie soberano e independeiile do da sueieda-
de civil, o governo temporal lamliem o he, o que
se prova pela r.i/.'io de seu lim, pela nalure/.a dus
1 11 -1,,V. 111 itlnpreua para re.ilis.ir esse lim, e por que
assim Jesu-tjiii.lo evpies.ameule deleruiiiiou.
O governo da sociedade civil he meio para conse-
curao du lim a que se ella destina, que he asegu-
ranca dos direilo, de lodos, garanta de vida e de
propriedade, a felieidade externa.....resumo, tira
para ohler osle resiilladu, para a conservacao da or-
dem publica, he inislerque ogoverno temporal em-
pregue meios materiaes, verbl gralia, penas c rc-
enmpensas lempuraes, meios alheim esphera, den-
tro da qual gvra a aelividade da igreja : logo o go-
vamocvil heindepondenlo lambem do eeelesiasli-
co. Jesu-Ohristo cotiferio a sous Apostlos, o por
consequencia igreja, irnmensos poderes; mas eu
vejo que ludes elles liiran espiriliiaes e de fralerui-
daile. Em S. Malheus, cap. 111 v. 8, disseelle:
curai os enfermos, reasuscitl os morios, alimpaios
leprosos, oxpelii os demonios, dalde gracaoquede
ti'aea roeobostesInrmot crate, marinos susri-
Inlc, lepron iniiiiilalc. dirniones ejicile, i/ralis
accipislis, gralU dale. No mes.....evangelho, cap.
It) v. l, onlena a seus Apostlos,que lulo M oppo-
nliain as auturidades eivis, mas que quando sejam
perseguidos cm uma cidade, fiijam para oulra :
ciioi aulem persequnnlnr eos in cieitule isla, (agi-
te in aliam.No evangelho de S. Lucas, cap. [i
v. l, eonfessa eapressanianle mo ter ingerencia
alguma no governo civil, qnandu diz:liomein,
queni me ronsliliiio juiz 011 partidor sohre vos ou-
tros 1lrimo, quis me consliluit judicem aul dlvl-
sorem super ros, ele. -c ueste mesmo evangelho,
cap. I v. III, aronselha o sollrimculo, asseguramlo
quiMia paciencia possuiremos as nossas almas:
M paclintlt caira ponldebilU anima restra. Em
S. Joao, cap. 18 v. II, prohibe que seus Apolllos
11111 do poder civil, quando determina i Pedro,
que mella a espada na hainha, e lhc pergunta se nao
ha de heher o calix que Ihe den seu Elerno l'ai :
mille glawlium luuin in vaginam calieem. quem
dedil milii Paler non bibam illum ? lie llnalmcii-
tc ainda Jesu-Chrislo quem diz, nesle mesmo evan-
gelho, cap. :l v. 17, que elle nao veio ao mondo
|wra excrcer poder temporal, porque Dos nao cu-
viou seu lilliu ao mundo para coiidenmar o mundo,
mas para que o mundo seja salvo or elle:non
emm misil Deus /ilium satina 111 mnn/lum ut ejieiel
inunilunt, sed ut salcelur mundus per ipsum.
Eslahcleiido assim a independencia dos dous po-
deres e demonstrada a sua soberana, pdese scaso
allinnar. que um lem siiperinridade sohre o nutro
e que a Igreja, apesar da independencia reciproca
de ambos elles, lem aiiloiuladc superior a aulorida-
de lerapatal, superioridad, que se nao pode admit-
i quando nao ha identidade de jurisdireo .' So a
Igreja julga no espiritual e a sociedade civil nas ma-
terias lampones, se este termos to oppoilos, s5o
helerogcueos momo como dar-se superioridado
110 pmle ecclesiasilco 011 vico versa no temporal?
Confosso V. Exc. que a nao conccbo.salvo na par-
te relativa- s honras C dienidade, o a nao coucc-
ho, porque cada poder he soberano o ndependciilo
na esphera de sua octividade, e eu mo pusso com-
prehender soberano sujeilo i soberano. O Papa
V. Oelusio, fallando i um imperador romano, Iho
di/ia:a machina deslo mundo repousa c roda so-
hre duas potestades supremas, ordenadas pelo sa-
bia providencia do Creador, urna a sagrada autori-
dado dos pontfices, oulra a real dos principes
do sutil quilius principaliler mundus Me rcijitur,
anrlorilus sacra ponlificum el reijalis pole/liu.
Diversos padres da Igreja sustenlaram contantemen-
le esla mesilla doulrina, sohresaliindo entre elles S.
Jernimo, que na prova do una verdado llo inqior-
lanle, osrlmio-se comala Ihaneza:as Icis dos
Cesares s,io urnas, c as I
o que qoer e o que. exig'
que quer c reclama o ni
Cmarum, alim Chrisli
Paulus nosler clamal.
En sei, Sr. Arcebispo.
milito teiupu, por extender
hre o temporal, brillada m
abracado, de que se mo de
as retacos dos dous peder
do direilo divino; como sr
lor da Iureja e do Eslail
t'.hrislo silo oulras;
Papinlano he diverso lu
.0 Paulo.alta ranl leyes
aliad Paptntantu, aliad
eruni-
nflo fos-
pic a Igreja Irabalha. ha
a sua nuhloridado so-
prinripio por \'. Exc
e perder de v isla, que
repousam sobre a base
porque Dos be o au-
le deve estar subordi-
nado aquella em materias cslranlilun sua acco;
como se. pulque lieos he o aulor de todas as cousas,
nao possa haver imlependemia e soberana mitre el-
las. Quando o calholecisnHi dominava ludo nas en-
ligas nionaichas, di/. Chomptaux. ( Droit civil ce-
des, fraileis.Introd. par. I."'. Suas leis erain
leis dos reinos, o sua aceto so acbava iiicessanlc-
uienle confundida COTO a do Eslado. Nesla poca a
Igreja uci cuuhecia unirs regras seu.lo as prescrip-
1.1. pelos concilios, e longo de recebe-las dos sobe-
ranos da lena, era ella quem lli'as mpuiiha. Teu-
do-se lomado demasiadamente poderosa chela de
privilegios, sua jurisdirenii ruinprehemlia o espiri-
tualo temporal: nflo haxiaui causas elvl
mies, de beneficios mi eec le-ia-liea-, qm
sem dicididaa ojulgadaa pela Iureja.
Na verdade a jurisdceao erelesiasliea em sua or-
ueni e seus prouiessns fui tao absoluta e ampia, que
a Igreja ludofuaia, ludo deridia, e lodos esiavam
sujeilo. a seus Ii ibiinacs. Nilo era isso smenle cm
l;ranea, donde mais parlieularmenle se oecupa
fliampeilu.r 110 lugar citado ; era na llespanha, na
Allcmanha, na Italia, por luda a parte einliin cm
que se IIliba erguido o estandarte do ehrislianismo.
Aconversao de Constantino, tornando a religilo de
Jesu-Chrislo s dominante 110 Imperio romano, mui-
lo eoneorren para esse poder inmenso, de que an
depois a Iureja se prevalece. 0 USO do terminar
por scnleneas arbitraos asronteslacoes ntreos ehris
Ios, ja rec.....lilleildadu pelo Aposlolo S. Paulo ira
sua primeira ophilolfl aosCorinUios cap. 6v. i, 5e
II loi espalhado por toda a parle; csso uso eonduzio
lodos osbispos a urna especio de jiirisilicT.in univer-
sal, mesmo ainda nos negocios mundanos, eomn se
v ua Nov. Valent. 3 liv. > til. 35 anuo de i.K).
Ainda depois desse leni|io a jurisdireo CCClesiaslica
pernianeceii grande iiuniciisa inqiorlaulissima
por mullos annos. Jaslintano isenlou os eccleaiaa-
licos, lauto superiores, como inferiores, de loda sub-
iiii.-.i.....1- jnizos liMilpuraes, c Ihe- conceden juri
lieeao privilegiada em materia eivi
pela
a-.ui
sueei
lencl
Ene;
mil
le It
IOS I
too se ve
Novella 133 cap. lie 33, e as cousas foram
por dilatado lempo. Mas, Exin. Se, o que
den em COUSequoncia de seinelhanlc iiinnipu-
1, que fura dada a [groja? Falck na sua
eh.pe lia Jurdica cap. > S !'i e pag. 43 di/
riicrio. Soguio-se que o- negocios seculares
lo u genero poderao ser tratados o decididos
bunaos eeelesiaslico,, e Islo rorneceu 1
ido de tnnoecn-
eiln do fa/er
,1o de extender-sc pomo a pouco as leis ccclesias-
ieas fra de sua esphera originaria, at que cuiliui
1 seu dominio llilo difTcriase mais du das leis lenqio-
aes, quando as lei. da Igreja, no- primeos lein-
ios, nao di/iam respeilo sonflo aos Inleresses pura-
inciilo ecclosiaslicos, ou ao menos nao loeavam 110
vil sen.io com relaeilii ao eere-iaslieo, e jamis
eram sanreiuiiaclas pida- petun lemporaes. e sim le-
la- censuras da Iureja. .Mas. dlga-me V. Exc, com
i|......1 ambiciono aprender no-las unleiias, esto pn-
puliou e esta jiiii-piuileneia se echa de accordo
com a volitad..- divinat pode haver soberana c In-
dependencia nos dous poderes, pelos gues o tiiitn-
do he regido e governadcjjjjttna um delles invado
desla forma aesldl^!KrlcSuUo',
Seria liidopWidenle e soberano o pmler eeelesias-
lico. quando a eleic.'in de sen chele, do pontfice
romano, suceessof de S. Pedro, era confirmada le-
los iniperaiilcs i-ix is".' quando elles cxleinni ale uma
cena somma de dinheiro para conceller essa conflr-
niaeo'.' n.io. I'oi Constantino Taijnnal quem li-
Vrou a Iureja desla esiravid.'iu pelo anuo de381, o
/.ni: Debonnalre dectarou em sj, que a eleieo
dos papas seria livre para o futuro, sendo que
me mo engao, em 11 id sob o reii
co os cardeaes conseguirn! o d
elle- essa clnicgo, cujas formalidades e cireunMlan-
eias foram prewriptas an depuis pelos papas Hono-
rio .1 em lili. Gregorio 10 em IJ71, e t cnirii-
, ir 1111 concilio de Vicua em 1311. Seria livre,
lerccira, pelo di- independenle esu'ierano o poder da Iureja, quando
OlhOH, o Orando, depuis de ler vencido os Hnga-
ros c aubjugadu os Slavos, conquislou a Dalia, e
eolivoeaiiilu mu eoueilio fez depur upara Joboi,
eelogor .....sen lugar a Ledo, prolonotarioda Iure-
ja do Roma, quetlcpois Ii......11 1.......10 de /.nin H ;
que para assegnrar o sen poder na Italia, anteado
partir para a Allcmanha, Te/ a Sania S dependen-
te de sua aiiloridadc, e un concilio convocado cm
Roma, mi Iureja do I. itrio, e presidido por Uo
H, ilccrelou que o papa com ludo o cien
novo de Huma, concedia n conflrmava 0/to
seus succcssorcs a faeuldade de eseulber um sucees-
sor para o reinu da Italia, de monear o Papa, de
dar investidura aos hispes, de snl'le que se mo po
desse eleger nem palricio, nem papa
se.....ronsenlimenlo do imperador, :
exeomitnliao, exilio e nlurlc '.' Veja V
loria .lo papa Gregorio 7 por I "'i//
o eonunenlad.l pelo ahhade Jugcr. losjl
duccio, pau. II. I"> e segundos, e d
violencias pralicadas pela Iureja n'aquclla poca a
podem representar entilo e.....o Independenle o ssh-
soberana. Eslou convencido qi'e V. Exe. ha de
di/er eomigO, que n.io; c nao, porque ella -e aeba-
va subjugada pelo poder leinnoral deshonrada por
seus propriea ministros, eatacada em sua eouslllui-
co riiuilcinciital.
(I quo acabo de eipender me parece siilllcienlc
para pruvar, que anillos os poderes, ecrlo-i.clivo e
civil, sendo soberanos, 11,10 ha da parle de iicnbum
delles superiiii idade sobre o oulro, o que lobriuuei
na erudila carta, com que V. Exc presenlcoii-mc, o
que s por Sbuse he que se leein d.uloesses hielos,
que a historia conla, masque a rasio condeinna.
Enlcndo porcm Sr. Arcebispo, que entre ambos os
poderes, espiritual e lenipnr.il, alias soberanos, lia
uma corla dependencia indirecta, o para me expli-
car melhor, neressidade de mutuo auxilio e soccor-.
ro ; c quer Y. Exc. ver cuino eu roncebo esta de-
pendencia '! en Ih'o digo, ajudado (icio 1I011I0 6>)r-
ges l'liillips. Na Igreja inesnio, reino de Dos sobre
a Ierra, ve-se claramente romo a uuiAo dos dous po-
deros, sua rolacao c amisade so opeiam, na dualida-
dc mvstica.de Jesu-Chrislo. Sacerdote o rei ao mes-
mo lempo; boincm c Dos, que sentado sobre um
Ibrono glorioso reina sobre o universo lodo inteiro.
Tal be o Upo figurativo da uniflo enlrco Igreja e o
Eslado; lal o Ivpo figurativo de certa dcpeuilencia in-
directa, qnc lom csses duus poderos, un do oulro;
dependencia, que longo de destruir a soberana, de
que cada um delles se ada revestido, a fortifica,
ilestingue, assigiinla e perpeta. A Igreja supphro
pelo Estado, chama sobre os governoScbftslaoa as
bonclos do Co, alim de que esses gover&OS, lu inau-
do-se pelo amor deseos subditos e pela paz com lo-
dosos |H)\os. ella possa gozai ibas serenos e calinos.
ti Eslado, por seu lado, deuende os Inleressos da
Igreja, o eoupia para -ua iu--.i" innrulisadnrii, alim
de allrali -obre s o cuidado da turma Igreja. e o
ohler por suassupplirasa gloria dnlriiinipbo elerno.
A Iureja pedo ao L-o, une o depositarlo do peder
Inmoral sceloxo gloria do Darld o poder civil
emprega suas armas luoraes e materiaes, para colo-
uem hispo
oh pena de
. Exc a his-
Iradu/ida
na Inlro
:a-nie se a
car osacerdocio apar da dighidade do de Melehisede-
eh. U rei cingo a espado para marchar conlra os
inimigos da Igreja ; o sacerdote gasta noites iuteiras
supplcamlo para conciliar o |H>vo e o rei com a di-
vindado suprema. Aquello recebeu a missao de por
a soeicilade ao abrigo dos malfeilores c perturbado-
res da ordem publica, punindo-os o castigando-os
com ponas leniporaes ; esto armado dos sublimes
poderes conferidos pela Igreja, conslilue-se juiz so-
bre as eonseienciss, para ligar unas com loda a se-
veridade das leis cannicas o desatar oulras com a
docilidado de urna ternura maternal.
Compare agora V. Exc. Rvin." estes principios,
com os quaes me persuado estar de accordo, cun a
uiiihiu uflo laiu o indefinida, que pretendeatlrihuir
a Igreja, me querendo de modo algum sugeilar os
parodies a arijflo do poder temporal ua xiolasao das
obrigaees niixlus, ou perpelracilo dos dos delictos
mixtos, negando-Ibes o carcter de emprogados p-
blicos, nao obstante a legislarlo do paiz assim os
considerar, o islo quando entre mis o clero, como
V. Eve. i> allirma, he |K>brc, niendicanle, o desli-
luido dos meios de inslruecilo. Como he que V.
Exe. eoneobe, que os dois poderes, civil e eeelesias-
lico, scho deabracar o marchar iiiiisiii.ii-, e.ulii 11 ni
paia sen fin, quando os ministros da rcligio, cu-
ju cuidado est o povo pelo que respeita a salvacao
das almas, liansgreiliudo as obrigaees mixtas, o
por consequencia as leis do paiz, nio podem Ii' 11
sugeilos seu.lo a acclo da Igreja 1
Na queslao, que discutimos, Sr. Aicebispo, cuido
que V. Exc. nao me teiii.eoinprehendido bem.V.
Exe. argumenta com os principios geraes do direilo
cannico, o eu com o direilo eeelesiaslico, applicado
Igreja brasileira, devello nolar-so quo o direilo
eeelesiaslico be dislindo do direilo cannico, |iorquo
aquello he o complexo das leis ecolcsiasticas, refe-
rindo-se em alguns casse em alguns pontos certas
iiislituiccs civis, ao passo que esle ueuhuma refe-
r.....ia tem 00111 ellas. V, Exc argumenta do modo
que eiitendeqiie as censas devem ser, ceu do modo
que provo, que ellas osAocn nossopaiz; de maneira
que nao ser un erro dizer-sc, que eu tratode ju-
re constitua, c V. Exc.de juie consintiendo,
e dos principios geraes da sciencia.V. Exc. Rvin.*
lauto rcconhccc e-la verdade, que em um trecho de
sua illaslradissima carta coufessaquo chamo a
quesl.lo aos principios geraes da sciencia, sein se im-
pmlar limito rom a letra du eadigo, c oulras Icis vi-
gentes.e iillimcineiilo me aronselha, quasi no lim
que me desprenda um pouco du escrupuloso ape-
go ao lexlo e letra luorla da Ici, que um moderno
escriplor appetidou logomania,lias, se V. Exc,
eseiev emlo sobre os principios geraes do direito ee-
elesiaslico, pude nao se imporlar muilo com a leltra
do cdigo, o oulras leis vigentes do paiz ; se Me lio
licito como doiilrinaute desprender-sc um pouco do
apego ao lexlo e letra d'essas leis, que V. Exc.
chama mora, cu enlcndo que como lento de urna
academia de direilo, ensillando a sciencia do direilo
eeelesiaslico cun applicacao Igreja brasileira, c 110
oslado de nossa leuislaoao actual, 11A0 o |HWS0, nem
ilevo fazer, sob pena de ser acensado devidanicnte
pelo promotor publico, edosoffrerai cousequoncias
da liberdado de inhibas opinles, ensillando o con-
trario tluquillu, que esl eseriplo e determinado 11.1
Ici do estado ; 1.....mente agora, se furem approva-
dos mi assembla geral legislativa os uovos estatutos
que 11 governo deu ;is ae.idcmiasjuridicas do impe-
rio, porque por csses at os lentes llcam responsaveis
pelas doulrinas, que os doutorandos sustentaren! em
iioeasiesde (beses, e quo xao de eiiconlro a consli-
lui'.ei polilica do im|H'i'm o leis vigenles etc. etc.
V. Evo. uo eiiulesta aos miiiistrus da Igreja a de-
iiiiuiinae.lo de einpregados pblicos, o por conse-
quencia aos parodies, fundado, como cu, aleiti do
oulras lela civis, no art. I.'i, $ 4, do cod. do nroe.
crim. ; mas accreseenla, queso addmitlc essa classi-
licaeo em um Sitido lato, islo hecomo incui-
brns da sociedade, c subordinados em materia tem-
poral s leis do paiz, c nilo pode admitir, que elles
sejam confundidos com 01 einpregados civis.De-
claro iiV. Exc, que nao posso coniprcbender bemiw-
seu penaemenlo ; porque se o fado de sijr^elTuro
da sociedade, e sujeilo as leis do paii/onsliluc, s
do per si. iuilo|ieiiileiileuienle. laV-iiIra qualquer
circumslaneia, a qualidiuaVdc emprogado publico,
onlan, Sr. Arccbispuyfjuasi ludo o mundo em uosso
plil he eunregidiTjuiblieo, smenle os cslrangoiros
deixawdesel-o;csc os psmchos, como V. Exc. mes-
mo quer, sement se pudeiu chamar empregadus p-
blicos ua parle lempural, cutio mo vejo razio para
que nio devam nessa parte ser confundidos com os
outros empregados civis. V. Exc perde-ine dizer-
Ihe, oolevia cuurcdar a minha propostcaOi islo be,
que os parochos lambem sSo empreuailos pblicos,
011 negarm'a ahsolutainento; mas colocou-seem ter-
reno falso, porque deliuindo empregadu puldico o
que \\.\ realidade au he, veioao depuis dar aos pa-
roehoa a mesma qualidadc que Ihe quer negar.
Ainda mais; X. Exe. concede aos paradlos, o cm ge-
ral aos ministros da Igreja, collocadus cm igual posi-
cio, o carcter de einpregados pblicosno sentido
K, mis como me coutesla as nicas rases c fuu-
eulos, pelos quaes podem seros parochos eonsi-
Uleradus einpregados pblicos ? cuino me contesta a
eleieo 011 apresenlacio do inqicranle civil, a recep-
cio das congruas no thesuuro nacional, eaob'igaclto,
cm quo esli os mcsinos parochos de se sugeilaiem .
iiispceeio daautoridado publica.no desenipcnho do
suas obrigaees''. I 1111 de duas, 011 prucedein, ou
nao oslas la/.es, quo sao genricas para constituir
qualquer como empregado publico : se proceden!,
\. BlC. nio lem juslu inolivu para cmbale-las, se
nin proeedem os parochos uo sao empregados p-
blicos; mas V. Exe." no principio do trecho, quo
respondo, concedo que os parochos sio empregados
pblicos : logo, d-nie licenca para dize-lo, parece
que n.io osla muilo coherente na sua aruiimenlaclo.
En me explico uielhor ainda : segundo V. Exc. mes-
mo, os parochos sio empregados polticos; mas so-
parle, nclito temporal : orase sao empregados p-
blicos, uicsiiKisomeiitc nesla parle, as ra/es nicas,
que Ihes |Hidcm conferir esle titulo o este carcter,
sao as que eu dei; mas V. Exc. as combate : logo ,
segundo o raciocinio de V. Exc, os parodies sao o
nio sao empregados pblicos.Vejamos porem co-
mo V, Exc cmbala as tres razes, em que me
liiiulei, para dar aos parodies o carcter de empre-
gados pblicos.
Primeira razio: porqua elles sio da cleicao do
imperante civil.Aqui exclama V. Excora, Sr.
Dr. Vilella, eu au peusci que V. S. produzisse se-
inelbanlc prova,Esto modo do fallar de V. Exc
esuiagoii-me completamente, e como que veio rebai-
x.u-ino coda vez mais nesla diseussao, cmque leu bu
entrado eom V, Uxc ; mas, como por inilagre ainda
posso respirar, ennsiula V. Exc por sua piedade,
que eu justifique esta primeira razio que dei. Con-
cedo quo o direilo de presenlacau, que o inonarcha
lem dos presbteros para os licnolicius curados, egc-
rahncnlo fallando para qualquer beneficio,deriva do
padroado ; que esse direilo nao confere ao apresen-
lado se nao o jan ad rem, o que o aprescnlado nao
pede osaren Jurisdicao cm quanlo nao recebe das
indos do peder espiritual a insiituirio cauoni-a ou
aulhorisavcl, que lio o que o consliluc legitimo pos-
tor ; mas porque esla apresojalnold deriva do direilo
de padroado, e porque o apresonlado hade recober,
depois do decreto de sua nomcacilo, a insliliiieio ca-
nnica, segu-so quo ello nio lie da eleicau du im-
perante civil; cquopor tanto nio lie empregado pu-
blico ? Podo accaso entre nos algnm hispo fazer um
parodio sein quo o itnpcranto o queira, pode dar a
respectiva instituicio cannica a algum preshytcro.
e culo-lo parochu de uma frogueila, 111 que o 1110-
,111 lia o tenba apresonlado 1 nio, nio pode : loan
prinieiranienle a eleieo do inonarcha be quem da
dimito ao apresentapo para ser parodio, porqno lo-
do aquelle, quo a uo livor nao pode se-lo. Dir
V. Ble. mas sin he em razio do pidroadi......11
responder! quidinile 1 O padroado, ou o direito;
no tem o moiiareha de eleger os sarerdoles para os
lienelioiiis eedesiaslicos, lbe he conferido ua quali-
lade tic pesso.i publica 011 parlicul.'
lo Eslado, 011 romo enipregrdo dn Igreja .Ni
luvidar dizerlio eomn 1.....ua publica, lo
ebefe da naci ; mas os ttulos p.i.sados polo
la naoii, o nessa qualidaile,
lu, ou aquellos ,|uo leein es^
iiiblieos. empregadus da uac
sao empregados pblicos.
' I

i
I
^
i
^
I
SI
3
1 chefe
ngiH'in
cuino
ebefe
iinslilueni o 111......a-
. lilil.1. einpieuiilos
; luuu us paiochos
MUTILADO n.


2
En i|ucro me prevalecer aluda iK'iiii. Poden rullartor pnlrc nsdcixnr do confe-
rir a insllluirjo canonice daquelle qnc|ror aprsenla-
ilu |iclc patrono, que lio 0 monarcha'.' Pando n hispo,
n.luoManle i cari impprinl do npropnlacflo do
qualquer prcshltoroparacsla ou aquella Ilrojii vap:i,
licitar iIp ranfcrir-llie a jurisdircllo e iiiical-lo r.i-
n..inclnenle 1 Nlo, Sr. Arrcbispo, cuido que nAo
Ha dual especies do rollarlo, a livre un voluntaria,
e a nooatMria ; rollarlo litro o voluntaria lio o-
quellaque ilcpende da unir vonlado docollaclor,
que pifp dar o beneficio aosujeilo. quo hoin Ihe
parecer, rom lano que soja rapa/; a necesaria uu
toreada lio aquella, que o collalor lie obrigado a con-
ceder ao mamo individuo, que Ihe lio Horneado ou
apreacnlndu |r aquello qui' Irm o dlreilo de Ho-
rnearlo ou npreseularo. Assim o diz llirliaril Oh-
lionnaire unictrerl dugmalique arl. collalion 8
I,pao. W>. Ora, c.....o 001 a rollario conferida aoi
parodie he noerssarla e forrada, porque o prop-
nenlo dos Ix-nellria ecrlaiiislinit perlenco ao ininc
radur polo artigo UU 8 2.- da consllluirio polilici
do imperio: logo cnlrc nos feila a nomraca o
clcirilo ou aprcsenlaofio do* pararnos, ellcs lem d<
ser collados neressari.-in.ento, e o elcirao do moii.n-
clia lie o sen primeiro lilulo.
lito 11,1o se d tornela respeilo dos parodies
d.i-se en) geral i respeilo de linios os bcnelicios e dig
nidades momas, que una vez iioineadas pelo ino-
narclia, o collaclor osla oliriftado a conferir a colla-
(ao; o para nao gaslar mullo lempo citando mil ex-
emplos, remoiilar-nie-liei a caria regia do de
agoste de 1808, dirigida ao hispo do Itio de Janeiro
pela qual so mandou que na enllocan queelh
liouvessc de fazerdas dignidades c hciiclirios da S
romo capel lao mor, inslilnisse >rc|uiro bem V. E\c.
o megos da cnpclla imperial, rom cuo lilulo noli
(har do l de junho de 1808 foi condecorado o ca-
bido desla oidade, com a donominnrio de monaonho
res. erigindo .'linda mais; a nova dignidado do ar-
riposlrr mmediala ao Helo. O hispido Ido ile .la
uciin riiniprioo disposlopelo inonarcha, e fez a col
laclo de modo que se Ihe mniidoii. Peroira e Sou
xa. Diccionario juridiro arl. CoUaCfao.) Porlanlo
Sr. Arcehispo, me parece que nao erre!, quando de
como una das razos que couslilucni os parochos em
pregados pblicos, o seren ellcs da elcirao do nio
iiarrha OU iniperanlc civil, Os parochos sau fallo
|Hir anillos os poderes, e rada nm dclles na parlo res
|icrli\a c rorrc-qiondcnlc sua jurlsdicoAn, lem au-
loridade obra riles.
Segunda razao: porque rerebem a rcsporliv;
conurua un Ihesouro nacional. Combalcndn osle
secundo fundanienlo dil V. ElC. que Ihe nao pare
re mais roncludenlc que ooulro. NAo duvido, por
que son o piimeiro a rrconlicccr a ininha pouca ha
hilllaran para fallar em malerias .lesla ordem, maxi
meqiaiido lenho por rompelidor nm allhcla cien
liliro. como V. Etc.. ruja dOchSo devo aballar I
rabera; mas como V. lite, incsinu porsua Miren
bnuoinia me lem dad,, nllencAn, nuvindo esposi
c.io da ralnhu ideastobro a inaleria lujeita, dar
mc-ha licenra para jiisliliraiesla segunda razao o
ruudamenlo.
()s parodio- rrrchian dilima, mas por concorda
la-, ipic houxeram. deiumo r-cdiznios para o Eslado, ijuc se comproniolleii a
iiidrmnisa-lns de (al prejuito, pneandnlhes ou dan-
do-Una para Hia siiilouria mu quanlilalivo cha-
mado congrua: logo eaae quanlilaliro nao he do ihe-
souro, e os parochos n.lo lio rmpregudo- publica.
Se me nAo engao he p.Ip, em esuiiio, o raciocinio
de V. ElC. A historia dos dllimos reinonla ao tem-
pe de .Ihraluiw, que segundo o livro dos llohrcos so
obriguii a dar ao grande sacerdote \lrl,h.rdnl, o di-
zimo de ludo o despojo, que elle haxia fallo daaqua-
irorcis, que i-encara, romo so v no (Lela. Cap.
It. v. 90, Logo depoh Jaeob, parlindo para Hoso-
potauia, promelleii a Dea o disimo de lodos osbeni,
que elle podeeso adqnerir n'essp paiz; mas ende iss.>
nAo possava de um dom livre e xoliinlario, do qual
Mum-A, mais larde, tez um ImpM.....V exrmplo
do Israelitas o-piimeirosrhri-lli.iosdrram mu par-
le de sua rolhcla aos sacerdote-, que nte tinliai. un-
iros rendimenlns. e a historia do IV e V. senil......-
oilercce mullas exempJoe d'estcs dlsimos, cuja qnola
nto he dcloriuinnda, o que prava aluda que n'ossa
lempo nAo eram sanio mu dom puro e voluntario.
Mas desdo o scrulu VI o- padres do concilio de
Toare, invocando o exemplo do Ibraham, ronrida-
rain os beis a dar dllimos ti seu pastores, exhorta-
ran e convite que Ule farain mullo cllicaze, porque
JO ou mais anuos depois os padres da concillo .tu
Mttrm loniaramoulras providencias respeilo, do-
'l........lo -que a Id divina nbrlgava o povo ,, pagar
i dizimo .los productos ,la lena. E porque, anda
asaim, Hnioobteva o cuello deeejado, osoberano
temporal dccrriou a pagamento d'cases diihnos, que
lo.....ii para a Estada, e mandou pagar estas aeeor-
dote-,quedi'imi loraui oscuras ou parochos, urna
cerla qoanUa de diuheiro para sua Hnosla subsis-
tencia, ao que cliamou-so congrua, lie islo em
parle o que nos explica o IHclionaricdc dalo, arl.
dinie. ele.
D'aqui, pois, v V. Exc. Bvm., que a congrua
dea parochos, qualquer que toase a sua origeni, he
paga hoja i'lu Eslado, pelo Ihesouro nacional, em
tpdos o- paita caihoiicos. ao mena de que cu lenho
noticia. 9 einlmia -. chame congrua i ose paganwn-
,,,. ,., IU, 0,seoc,a elle he a mesma eonsa .pie or-
.....miado, oipTlfifl "l0411111 Mea doordemnado.
que. cmase sabe, lio uanllmenlo
e determinado por lai ou rtgtjanl'
quclle. quelrahllha. etc., etc. StW N
V.Eac. diado, (Tom. I-, l.iv. 1-, Til. i.'.H 60, qno
lstenla esto mesmadoutrina.
A extrema influencia da rellaiio sobre o bem c a
Iranquillidade da socieilailr, dlr. ll'alel Droii det
Cen. 7om.l. cap. I'J S 139, prova eshuhcranla-
iicnlo, que O rondn tur do alado deve Icr iispec-
Ao sobre as materias, que Ihe dizeui rospeilo, o au-
toridade ubre nquclles, que as onsinam, sobre seus
slros. O fl.ni dasociedade edo governo rivll e.xi-
go uccesaariamonlc que aquelle, quoexerec o lm|>c-
io, seja rcveslido de lodos os dlreilo, aem os quacs
lie nAo pdc cxcrce-lo do modo mais vanlnjoso ao
Eslilo. Esla dlrellos sAo magcslalieos.co solwrano
niio pode despojar-so dcllos sem exprosso coe-eiili-
mento danaejlo A inspeeejio sobro as materias do
rcllgi.10 c auloridade sobre seus ministros, forma um
dos mais niporlanlesdestes direilos; porquanlosein
lal poder o soberano nAo llcarii jamis em oslado do
preveniras perlurhacoes, quea rcligAo|iossa cansar
no eslado, ncm applirar P*le podcrosisslmo recurso
ao bem c i salvadlo da sopiedade.
II eslado garanto.i sociedado ccrlcslnslica una
prol(Ao legal, assovera Pale, lieyrlopcdie Juri-
dique Cap. I." S SI /"'- <", o Ihe concede diversas
facilidades para que cheguc sen lim, o que he mul-
lo natural; porque sondo a aaodaejM eccleslaslica
urna instltuicAo multo propria para cultivar procaz-
mente os elementos religiosos e inoraos da sociedado
civil, o doscnvolveiido-sc as ideas religiosas, em ge-
ral, do una maneia uniforme no povo inleiro, mii-
Bucm ha que seno inlercssc |ielo cslaholeciineiilo pu-
blico desle genero. Masem lodo o caso a relac m da
[reja para rom a oslado, por maior que seja n sua
Importancia, nao piUicscr senlo do sobordinacao le-
gal, o esle principia nao loria sido ttaconhecldo,sa-
nio se llvessc confundido asubinissao do |ioiler
publiro Igreja rom o reronhedmonlo das doulri-
nas da rolielAo, eolisorianria deseos prcriilos.
Os ininislros ,1a lerda dexem sem diixlchi rero-
nheciinenlo ao soberano, que os prologo, diz llor-
glor. ( Diclionnaire llirologiiiue arl-loi >; mas
nao be por este Ululo, que elle Ihe dexem obedercr
na ordcnirlvil: ellos silo obligados por Id nalural e
ni positivo, que ordena a lodo o lioinem estar
libio na podora snpcrlora, [ Rom. cap. 1:1
con.....ito quo nao soja contra urna ordem po-
le leo-. Nao lie porlanlo Mudado, conllllu
poi se otlribulrem nina inbsAo divina,o
da Igreja sa lornoin indopendaula do so-
os. Ellcs poisdependcmnaordi.....'ivil, com
os uniros subditos; dorm rslar suhniellidos .
il, que mo he contraria a le de Dea ; enslnar*
Uro asa aobmiaMo o dar o esemplo, porque
sen uiluislerio so refere ao dogma, i moral e
lina.
, em vista de autoridades lio rwpoilaveis Co-
mo he, Sr. Arcehispo, que -e pudo diz.'.', que os pa-
rochos que tilo ministros da Igreja, nao aMAo llljol-
los, ine-nio x iolando as obrigacoa mixtas, ou em ou-
tro. termos commellendo dilictosmixto., aulori-
dade temporal ? Como se pode rlasslflcardc abuso c
de le anlinoiuica aquella, que o poder temporal leni
promulgado, impoiulii pena leinporaes aos iiiinis-
Iroa da Igreja, quo nao cunipiein heme lid.....nloat
suas ohrigacOes'.'
liu nao poato romprohendo-lo, o confesso \ V.
Etc., que por ir.ais osforco que faca sobre a luiulia
acanhada inlolligoncia, nao poso, I.....i meu petar,
chocar ti ronclusflo, quo V. Bu. Kovm." pretende.
-E i.....i -cja-iue lid.....Iier, que a comparaSo que
V. Etc. fax do atransciro com a Igreja, moslr.....le
queas-im como aquello, nao oh-lanlc estar sujeito
as lela do palt o < -cu- rcgulamenla, nao he subdito
do estado, assini tanihoui o ecclrsiaslicos, n.i........
tinte le-peil.ir..... a- Iris rlxis, e dcvcr riiinpl i-las,
ola sioaubdilos da sociedado civil, me nao parece
limito apropriad......xacla. 111..1 lucillo ipiaodo se Ira-
la da Ig,ja de una nac.io e do. ministrosdessa Igre-
ja(I calraiiBciro nao he subdito do plz, em queso
lie ada, porque na.) he iiiemhio da conuniinhao
ivil o polillca dcsae paiz. nto he cidodo, qui.....
senlido propria da plavra quor diter o homein
momhioda cidade, o que goza dosdireitos que "Ha
idix
iiloi
I. i
lili
ES
todos
le ei
iodo
dis.il
Or
I"
la fado so tero dado, e islo prova mullo a dcscrl|>c>
c lino desses presldeules, quesmonlc em orrasiAo
extraordinaria osario dcsta medida lao forlo; ro-
role porm que algn, parodio, menos illuslradn,
Iudo o mal interpretando o respoilnbilissima caria
le V. Eir. Rcvm.s, rujas inlcneOa >Ao a; mais po-
s e as mais innocentes, se nAo persuada que lodo
ello lie prcxileglo, oso nucir assim,doprender de
loda o quolqucr ubedienein ao governo do paiz.
V. Ett. liarocr confundir os delirios mixtos dos
irod.os, oii as funrroes mixtas, quo tein ello do
.error, com as rausas millas, o por aso so admira
de que o ensillo publico seja urna fiinrrAo mixta, a
lebraoao do malrimoiilo, ou o arlo do se conjuga-
ra os nubeules oulra funreo millo &, e |ior sso,
i-orrcndo Borgc* Cariicirn, nAo arhou lacs func-
coo- cl.issilicadas como rausas millas.Causa mixto
he aquella, que pode ser Iralada cm um ou oulro
Wro, segundo a prevenco dollc ; mas finieran mix-
ta he aquella, em que ambos os podores Iccm inge-
rencia rninulnliv menle, c delicio millo aquelle,
quo .alendo no nicsino Ioiii|hi as lcls da Igrrja o
da sociedado civil, o noste caso o parodio, que o or-
tica est sujeito a arcan de ambos os poderes.i"ae-
delirios, dizo ( l)r. llel.iz.io mi scu resumo das Insl,
Canon, do Dovnli Til. 2.- S.".), eslAo sujeito i pu-
nilo civil e rrrlesiaslira, porquo vulnerando o de-
erlos de ambos os poderes, rada um dclles dexeat-
(ender i parlo que Ihe loca, rastigando-os a Igreja
pelo aegravo, que |mr ellos sollre a religiAo, c a rc-
publlca civil pelo que sollre o estado social(Juan-
do numere) as tanegta mixtos, nao duvldcl fallar de
eusino publico, onde so compreheude o cxpliearAi
do ralbodsino, a educaclln, a predira, a cplchrarai
do malrimonlo iV. x"*. o disse que os parochos, vio-
lando estas fiincroes, podlam ser prorossados e clfcr
livamcnle o ato pelo poder temporal; c V. Etc.,
continuando em sua aorpreta sobre esle poni, nilc
quer considerar iienluinia destns fnnecocs como mil-
las, quor so a Igreja, e a auloridade dola, e a accA
della sobre oslas malcras l)c-mc licenca para ex-
plicar ornen pensamenlo.
Se eo pensasse como Baylt, que nAo duvidou en
nar, que nina sociedado podia existir MU rcllgiao:
se fnseinadopclaslheorlasde Itiuuau euenlendotto
quo o religiAo christadcxia ser proscripla pela po-
lilica, poique nao be propria senAo para fater cs-
cravos, mo varillarla um momento em admlllir <
principia de que em materia religiosa o poder lem
poral nada tein a fazer, c iiem asna nrr.lo so dexe
atender regularlearo enaino publico, comprchc
sivoda moral eda religiAo, a vigiar sobre osmio
Iros da Igreja, que eslAo encarroados desle cusir
c punl-los, quando Infriugirem seus deveres; ir
..... greca it Heos, son chrlslo, rrcio de lodo meu
corado na rcllgiao de homem Dos, desojo v-la
propagada par loda a parle, per loda a parle en
nada, aprendida, cdcvidamenlr respoitada, o por
isso nio quero que.i accAo leinporal se enerve,
P"
salario
devlda
nfere r. lodo os sen- niemhros; in.i- com I.....ele
Hleos mi ar........ea-iiii: elle- n.ii
clerdo ciliada.............brosdono*
poltica, porque tSo padres, porque
le todas as vanlagenadoque
, alen. do. dil ei.....le sacerdot
lodos aquellos, que uleisdo palzloi
tcrnl aos nicmbros do Estado; logt
lies sil.....Iidllos do Eslado, e par
trina, que V. Etc. parece inculcar,
imosillgull...... soiuopeimille.lizi
lierigOM, Quando O grande llossi
Igreja urna Ilustre mlrangeira, clleq
la referir-so* inissao, quo (emola,
loda a paite a pregar o Evangelho, co
Chrislo mandou aos Apostlos mu,
omiusgenle,prtdiaileeraiigetiiunt
Si, &. o de recollior os lilhosde lieos.
.....s e enII,i,|,i. dispersa pelo- qualre ventos; mas
nunca rom o intuito .k di/ei. que os mcmbros da
Igreja oaeus tninislrua niio aejnm subditas do estado.
Sonielhanle proposicao nao pide ser aceita c rece-
ido......i Menle hoj'e, ae clareo da lihcrdadc, c no
perdn, oro
eoniinuiih.ii
ha
nSS
Sr. Arcehis-
iiiiin a don-
he linx-l. 1,0
.......eajul-
ifcbaniaxaa
eriasem .tu-
te andar por
forme Jesu-
ergo drele
ni malura,
o ajunlar o.
ule
i que est o
npi
a ol
le dexer. Quando lomlin
tu ig.ic.io, que lem o parodio de prega
eMiie.ellie, r do enslnar o ealhcejamo a seus frogue-
zes, ohiigar.io, que alen, de ser determinada pe
Igreja, o li lanihcm polo Estado, quo une s pena
ra.einea. s penas leniporaes para i.iellini inniile
lerej
i-aeae
hiero
-palhai'poi!
lia Oite-lo, qi
loulrina da I
Ja I, porq
Igreja boa ro
'.....nte o que s
xssurfe.
al, .lilil do qin
ai lim, eoEstado lambem.pela edu
;.lo religiosa, que lem inleresso do
cus subditos, cu Oto disse, ncm po
o Eslado lomo dlreilo dojulgar a
eja. de ciliar na inalito do dogmi
soi perfeitanienle que all somonte i
e"'r'"!a ; d 'ha '^rarta1*0 .le'.
ondeTcomprehonaoo moVa1Uo!
rcr iii.peccimi.ido pelo poder lempo
1 ininislros da Igreja o cxcroilcm
! p,
l.li:
de
l'orln
Ihcris
xle
leseo ron
ua do Diosa
a 'do sen c
o imporla ,i
adere a con
q,:ur-
a relaeo
i parece
geirt dos .li-
la dos paro-
la'.' O
al,
nema
vamenle
rriinJMi-
iloxoro
itirar-so
regia do
gar-so a
i.nliis do
o poder
que v.
dapalaxra rongrui
dom.....lo, ha entre nmh.
milito prxima, um'pareoletco reconhcddo
ImmhIo os parodio, a ene
is.o razao bem juslilieal
pregada pblicos. Oq
/iiiio- p.iiaque se nao coi
cha comoUR1 ordenado, quea nacao Ibes paga
argumento de V. Etc. s.. proeoderia aolire eali
loria, se niio.-judo parodio noineado petoimp
lo civil, seiiaiiol.edoreinli. aiilorida.lo Iciiqi
na qualidade de parodio, o as funcees pared
roinprchensivas das ohrigaroes mixta, a
ihe i.-so dexida, e elle o recebase effecti
no Ihesouro publico, como divida ou mes.
pensao, etc.; mas se o parodio preceaaade e
so,scnlcnciado, coque nocumpre seus
nao pode, em certa cisos, rereber a coogr
pagameulo dplla he regulado da mesma farn
neira que o pasamento dos ordenados, ron
a couoiusioquc V. Etc. quor'!' l'cla caria
1S de novoiuhro de IT.X. foi prohibido na
congrua aos pararhos, ronrgos e honelir
Brasil, que se ausonia.seni aem licenra do
pare V. Etc. pois ua jurisdircAn, que lem
(ein|ioral sobre o pagamento das congruas,
E\e. parece considerar, un ponro arbllrarli
sem fundainenlo cm Id alguma, como divida da na-
S>; o dica-mo se en arsumculei mal, q.iando esla-
lecl como mu dos fin.llmenlo, do carcter de en
pregado pblicos, rom que o. parochos entre nos se
uelian rcveslido, o seren ellos pagos polo tbcsoiiro
publico. Sobre ele ponto uAo me dcmoraiei mais,
vlslncomo V. Etc. laniheni 0*0 oquiz aprofondai.
rontciilaiido-so |>r lim em dizer que einqiiantn
ionio dar s paroeanaa o canoncela .. noate deotll-
cih, se ......lY.i lamben, o de ordenados incongruas,
e que nao estando at hoja alteradas .ou secularisa-
das a nacoes gcrnllll........ecehidas de henolicio. cc-
rlesiaslicos o seus fruclos, or., ronlinuar a suslon-
lar, que o pagamento de tac- congrnn polo Ihetonro
nio Iiiiporla nccessariainoiilo na |)irochos,i qualida-
de do empregados publico. Entretanto ruinprc imiii-
derar vTEic, qnc o chamar-sc heiieliclo, ou sor
realmente beneficie o empregodeparadlo, oo ocx-
crcido 11 -. |iei un das funcrOos |iarochiacs, nao ho mo-
tivo bstanle para se considerar os parochos romo
n.lo empregados pblicos. O que liedlo temporal
por exemplo o lugar do escrivao do orplios, ou do
rivel,labelliae, ele'.' mnlaiiimitliindi* Wum per-
feilo beneficio ; mas enlrelanlu cuido ,bue anda
llingucm duvidou que os oscrivAcs, tabclliacs, ele.
sao empirgados puhliros.
Terceira razAo.cstarein os parochos sujeito i
inspeaco da auloridade publica no dewmpenllO de
snas funrroes. Aqui eoufesaa V. Etr. com //-
riun, que o solierano, romo priinriro magistrado po-
liliro, lem o direilo de fa/or lcls sobre os negocia
temporaes, lis auaes a Igreja c os ecclrslasliro que
fazem cola os demais ridad.ius parle do Eslado, sao
Obligados o .iihiiiellai -e ; mas diz quo ii.to tein o
direilo do Ingerir-se na admiuistraroda Igreja. lie
nina verda.le, Sr. Arrcbispo, que o soberano nao l.m.
o direilo de ingerir-so na adminisIrarAo da Igreja
pelo que loca ao apirilual, e neni en lh'o neguei
em parle alguma ; na lem o direilo de inspecc.lo
sobre pila, c auloridade sobre os parochos, podeudo
c devendo mo-mo punl-los rom penas temporaes,
quando elles niio rumprem seus deveres, violando as
observarla mixta.
O soberano temporal lem dlreilo de pralec{.lo i
rcllgiao e a Ig.eja, oque he exoi e-.u eio Cav. ep.
1, l:l|c lliegger O; de promover a observancia
dos raiionesrrrehidos na Igreja, proteger osproceitus
c disciplina errleainslira contra qnem os violar, ti. -
mando-a rom leis c penas lempiuae., debcllando as
heresins, proliihlndolivros ruidosos e sopilando s
ilispula.ll.eolugica, o que nos ensilla Car. no lugar
cllado.emaia II cap. :l, 7, 9 o 10, r Uieggorl.,5
JS; impedir que as .li.po.icoe eclesisticas scjaoi
nos iva..... e.lado e aos clda.aos, Itiegger I, S 110,
ele. emaisouliasdispu.icoes desla ordem. K.lain
em erro pe........lo assim!' pate ser ; mas so erro be
coinojuiicoiisullo porluguot tvrgii Carneiru,\iur
eslado do civilisarAoe progreo, cmq
naroi.
Antes de pastar a oulro ponto relov
o _V.Exe.,quedeuiu.ipr..po.ira......lee
x. I'.xi. liiou rouclii-iies r roiiscqiionr
nao pi.itiain lii.il, ou allrilmi.i-iuc um
......'" nio piofr-so.e coalla a qual pro
':''" '..... ''alio da appllcarao que liz a.
do arl. ;,.- s.- da loidoadooulubroil
jisfe que en. vi.la dale artigo nao so
dada sustentar .jije-t prc.ldente.de ni
.....isuspoi.....ro. |rMlW!r-OI V. I
lodo chelo do candado, fallmi-in'
: adian
pondo
-, que
.lelil
ISI1.
ia leu
la
p
que tu
pul.pi
lei n.i<
nlando
n.lo de
el
. adn
ii.li
que I
mo.quedeuegouscpiil
ppln presdeme da pn
ranciada parochia po,l
I1" I.....u >
-ti
iu|ee%U^LtUli
III.
rluiu
clu
doixou o. par.
roo luoniplaini
ira&,&, poda
ineia.-J.-quodailaava
o iircsiilenlc nouicaroulr
immeudado,:i.- linalmen
'I'......
pena
ll. Itlda
i |iar
lie
esta
ule,
rlm. api
li-equel
un he, .
le. que pode e.n vid.......I.
cebo, juramento o dar pose
lado polo imperador, loda-
couclii-esao de V.Exo. si
lio admira que V. Etc. Ha logice, ce
xergue na proposicao, que emilli.l'rlineiramoiitc
lepare V. Kve. que CU UW da exprossaull.lu ser
lemeridade su sentar, o dcpi.i disto, dado sem
oonleslarAo que ao governo temporal ral.o o dlreilo
de suspenderos parodia, c......i empregados puldi-
eos, este direilo n.lo poderla ser relativo tengo ...
uneo mixtas, i,i he, por noiisj.io dessa obriga-
coa millas, por delicia mixtos, por falta de ciacAo
nocumpriinanln de teutdorera na parle temporal,
o entilo nada lem isso com o aacriflcio da mlasae a.l-
u.iie-lr.icau dos s.crauloulns &, v\. Ada porm
V. Etc. que osla Jurisprudencia licminha, o mais
adianto lamenta, que os parodio nao e.lejaiu segu-
ro- do, guipes da sii-pon-ao daqiirlles prcidenles,
quo livarem bebido ala doutrina na mioha acola.
c por ventura ou a nao.....difleu Poli bem. Sr.
Arre.........VOU inn.lrai aV.F.xr. queda jurispru-
dencia mi be ininlia, ina..in. do liibuuaodo.paiz,
o de mu coi po legislativo.
O presidente de S.-I'aulo o rn
Pooaeca Lima o Silva, em I si
rio do Mogimtrim por abata i
liil.iileilevug.il da junta qualil
acensado peral.....i tribunal su|
supremo tribunal rccouliccouj i
quo o presidente de proviu
ua. fiincoo gorae a.lmiiiislrati
der os parodia ;-mai como a
sideule seu.io limilOU ao oxeren
vis, c exlendeu-se a das pul
cas.-osupreinu tribunal prona
ela foi pelo ministra do unpci
provincial de S.-I'aulo por;
ISIK. Ahi o negocio foi s
inlili)irAoecccle-ialira, o
raso pe, segundo as I
I, so mandava entinar pelo parad
no. o proceder contra aquellos, que
mala nhrigar.io. Consullo V. Exr. a carta regla de
I de oiitul.ro'de 1780, rilada por Horge Carnciro)
un nina nota ao n. .1 do SliO lom. I. til. I' do scu
lircilo civil; examine oulra carta regia do :l do
jiilliu de 160o, e ver que ou nAo oslou uiprovsan-
ia sobre esla inaleria.
Nao Imperta aa soberano, diz Pagos, (l)ralt r
liquecap. I 5 i pag. Jill. que se rroia nos dogm;
.i manoira dos chrislAos, do Srvlhas. ou do linlic
inasinipoita queso rroia n"elles. Nao importa i
Utico que i.......eligi.io soja a verdadeira ; ma '
.....la que olla nao soja nociva. Por lano, digo ou,
sem quo o Eslado lem auloridade iliMiliiii.il sobre o
ensillo publico e religio.n, que na pallo dogmtica
dore cu. cor somonte por cuida da Igreja, lem o dl-
reilo da vigiar, quo se ensille, que se explique csa
mama doutrina, quo recebo romo til, comonoeet-
aria i fclicidade doseus subdita.
I.'m,i cxcelloulc censura, tuperior a ludo que lem
ja mais sido oonherido entro os enliga, mas que
n.i pu.-.ilinos nos lempa moderna, lio a Igreja.
A religiAo, considerando o lado mural da-arenes ail-
los do quo o la I., juridico, diz Ancitton Bspril dos
Constilulions Poliliqua pag. 139 ; quorendo cno-
brecer a vida interior para embdlacer a eilerior ;
procedendo menos pela punleflo, do que polo, con-
ceibos o exhorl.ic.lo ; podendo eslender o ellecliva-
inente eslcn.londo sua influencia salular sobro lo-
do o instantes da vida, o sobre ludas urelacoea, do
que se ella e.....pbe, a roligiaO. diz elle, .facilita iu-
couleslavelnionlr a obra das lels, regulando os cos-
ime.. A'aqiii. Sr. Arrepi.po, v.-e he.....|ue o
0pude ser indilleicnle II raligilo c A seu
-ino; qnc ello precisa deallonde-lo, de Inspoc-
ina-lo, sem quo com ludo posta inlorvir com sua
loridado para roudemiiar a doutrina, se for relu-
a fe o ao dogo......lormenlo quando o Rtlftd
n prodaiuadn una rrligio romo sita.
Assim diz Georga PkUlig w lom. i. S ti pag
1(17. o es>|-,|,riiao-ietiWpie julgar a doutrina d
pie Ihe pcrlenrc fazer .i clc rospclt
Ir* pa
I, il al det chofu aui, raieon de luir 4ou-
ble "bul, doicenlflre conmtrtei eomme miftet, le
Hachan! a a foii tordre iplrituel el rorare
lemporel muialitrel: le ett par t.remple, le man-
igeele. He preciso ronsiderar o malrimonlo de-
baixo dotresrclarJVes differonla, que Heos te lom
propalo llrmare'cslalielecer a propagarn perpe-
tua do genero humano, a da aocledadc civil, e a da
groja. Debaiin do primeiro |ionlo de vista o ma-
trimonio hoiim dovorda nolurcza,o/ficiitm natum,
h o togundo ello lem por lint o bem di sodedade
vil, c lio regulado pelas leis civls, sol) o tcrcclro,
que diz rapcilo ao bem da Igreja, elle be um sa-
ramenlo c tubmcllido lioaugincntamscnSoainslilulraodcJ. Coa pro-
nessa da grara neceasnria paaa sup|>orlar os hu
encargos. Niio sou cu quem ensilla isla doulrina,
Sr. Aieehispo; ma-he S. Thomoz cm sou Epilho-
mc conlra os gentios llv. V cap. 7K ;) e rogo k V.
Exc. se dlgncdc v-la confirmada no Rirhard-Dic-
lion. Unir, e Dogma!.,artmartage.
Sea malcra do malrimonlo rouslilue um fu
rao milla, porque para o parodio casar Icgitm
lucillo he iicccssario quo os uubenlcs poaum fa
lo, lano segundo as lcls cannicas, comotegundoas
leis civls, como lio quo V. Exc. niio quer quo o |ra-
der temporal processe o parodio, o o puna por sua
parle, quando elle violar as suas lcls respeilo do
matrimonio J as lunccAcs mixlrs ha una parle
espiritual e oulra Icmporai : ora quorendo V. Exc.
quea xhilacaudcslas funreocs seja punida pela I-
greja tmenle, nina do duas, ou a Igreja deixa de
punir o parodio na paite Icmporai, ouo pune : no
primeiro caso lomos rriino sem pena, o que he ab-
surdo, no segundo haexhorhilancia, ha rxcesso de
jurisdirc.u) da parleda Igreja, porque ella invade
as altrihiiicocs do temporal.Oue perigo rorro
Igreja do que os pinochos tejnm punidos pelo poder
civil, quando violan) asohrlgacoes mixtas t quando
por exemplo nAo pregan] o Evanuelbo.iio ensillan,
o calbeiismo, casam os nao habilitados pelas leiscl-
vis, cxigcni mais do que devem romo cuioliiineii-
losilo sullragios dos defunlo, n,lo lema reshten-
cia necesaria, o oomnicitem outrafactoi dala or-
dem '.' que mal podo vira religiAo o i Igreja de .le-
soChrislo por ser processado o |ircso o parodio
que abusaudoda misnO.que Ihe osl i conllada.de cu
rar as alma, do seus paroohiaiios.c de inslriii-lo no
precella do Bvangdho, prega a prclcxio do non
salvarn ronlia as insliliiiroes do paiz, contra a su;
forma" do governo, c proclama assim ou o ahsolutis
mu, ou a anarcliia '.' Nao cnleudc V. Exr. "que i
pudor publico tom rigorosa ohrigacAo do reprimir i
audacia deaae parodio, ojie punl-lo devldamenle, i
que a Igreja por sua parlo lainhein deve casliga-lo
Se V. Etc. lom nutra juiisprudencia, que n.lo esla
cu cm niinlia nihilidado scleulillca n.lo posto ad
inilli-la, nto pesso mamo eomprehcndc-la. Ho
volv os poneos Irme, que lenho, consltelos, c tu
do quanlo arbei he de confnrmldade rom oqu.
au i.......Agora acreacente V. Exr. ludo itlo a
mcudiddade c Ignorancia do naso clero, Ignoran
cia, que ou nao allrihuo Ionio, no govciiio do meu
paiz, romo ao deleito ddle proprio, e milito princl
plmenle l facllidade, com que M nossos prelados
salvas linnrosas excopr.ies, ordenam para pre-l.vle,
a qualquer sujeilo, mal sabe Iraduiiro lalim, edi-
ga-mo romo he qne nos devenios ahsolulaiuontocn
tregar ao que estos bonicos quizeiein dizer c enti-
nar Ah seo poder temporal, cutre mi, abdi-
caste conipletamenlo loda alngorenda na negocia
da Igreja : eellouAo fosse lorie para reprimir o.
abusos o otceasa dos parodise do oulra ministra
da Igreja, aju.hin.hi assim a arro do espiritual, c
protegando a rellglao, ondo estaramos inw?
Poderla concluir aqu a minha rcsposla, m
no devo mio-lo aem fallar primeiro da cltaoao, qu
respeilo c consldoracflo pela Esposa do Jctu-Chrls-
lo, o loda a obediencia aos preceilos de nossa rell-
gi>) sania ; porquo a rcliglao e o amor de Dea .io
o prineipio, o lira, e a perfeicao das leis ; quom no
a tom, quem nao conheco a Divludade c a nao amo,
infringe a lei na sua parle mais vital, na iua pro-
pria atonda, loma-so reo de um grande crlme, o
vive cnvollo nMsoinbratlucluosatdamorle.
Digne-so V. Exc. Rvm. accilar a protoslos do
nmisade, com quo souDe V.Ete. Kvm. bumildo
servo o alTocl.ioso criado obrigado
Dr. Jeronymo filela de Catiro Tararee.
liedle 18 de junio de 1833.
W)!r"
O CONTRATO DAS CARNES VERDES
No nosso penltimo artigo, publicado no Diario
de l'emamburo de 10 do correlo, dissemos que, do
lodas as queixas oo aecusaraa conlra os ronlrala-
dore,uduas linham appareudade razio: t.' falla
de carne not aroitguet no* mezes de abril e malo
paseador, i.' carne podra espala < venda, licitando
por onlao a primeira doslas queixas, que dependa
lo mais ampio deseuvolviincnlo, tratamos da se-
gunda, p, em iiotsoaTonccito, osroiilratadorosforam
i'oiiiplotamonlo justificados. Agora porm vamos
cumprir a nossa palavra, proxamlon loda luz, que
a falla do gado para o consumo na (olalidadc,n quo
ei .un obligados o. mosinos coiilraladores, nAo depen-
den dclles, ncm de esforros o sacrlllrios, a que so
nao sulilrahiram, iiem do ncnhuina prcvisAo hu-
i.i'ie acootraladora lomaram lodas as providen-
cias para procaverem-tecontra os rasos fortuilosde
un) verao rigoroso, prova-sc polo rumprimrnlo
exacto do contrato duraiito o mesmo verlo. Ouan-
dopoi apparereu falla do gado, quando doixaram
cllcsdeniinpriracoiidlraodnarl. I- do ronlralo,
de in.ilarciii SU bois diariamente-! Nos niczct de
abril e malo, slo he, no c :l- mezes do invern,
porque, segundo o mesmo artigo, o Invern cnnla-sc
do I'de marco at o ultimo de agosto. I.ogo nA>
foram ellos liiprcvidcnles, iicni dcixnram por rulp.
sua de sallsfazer as condicoes, i quo se linham com
prometilo ; mas nAo era pos-ivei que, rom lodas a
lilllculda.lcsdn verlo, |.miessein ellos arcar pcilo
Eslado
'W-bVluio
do eiisi,,., r'-li. .oo 'seu inlerc.se boni entcnilldi
...o i......oto de aplainar ,.|c .......lili para a propa-
acno dale omino edo proscrovw teveramontei
iblleacSo de todos o livros, as-igualado i..-1.. |.
groja
alud
insln
-lhcraM.......
apanden o v
mmsUida na i
alora, e par s.
'........ejo'l'a.
pare hein \ 1.
a lu
i le
dosuspon
spenslo dos-e pro-
i das funecoe ci-
mento eccle.ia.li-
iimrlou-o, capiomin-
i. enviada a atsrmbli-a
so de II de malo d<
onimissAps i.....n la-.li
un dala do Cldcjulb.i
le 1810, a eoinmls-axes rmpalas dos Sr. .1
Capislrano, Dr. Pinto Jnior, Alvarenga Kenolra,
Illas do Toledo, Marconde, c Sonta Como, dcr.un
o sen parecer neslo senlido ; que os parochos to
ver.laclciros empregados publica ; que o presidente
da provincia uo podia ser considerado criminoso
pelo fado de ler suspendido das fiinrocs parooliiaes
o parodio de Miigiiiwirin. laulo mais quanln be cor-
lo que a derisocs do governo c aresloi dos Iribu-
nacs nAo eslao do accordo sobre os limita verdadei-
ro, que lem cnlrc mis a jurisdicrAo ccclaiailira,
al. ni ile que o.ri-un. '.l ilc J:l do agosto de l.'lli
aulorisa o arlo da su .,......le pela sua genrica don-
trina cerra das fiincrocscrclcsiaslicas a respeilo das
llenas da Id civil; o que esta cm ronformida.lc com
o .ni. 308 do eod. crina., qnoa isenla das penas ahi
oslal.cleridas os rrimes dos ministros c conselhoiro
de Estado, o. pmainenle inililarcs, os comnicrdacs,
o... crlmea contra a polica c economa particular das
poxoaYOes i. Ful nols asscnlado quo o pre-idente
fra mal pronuudado, c nao consta que ello sollres-
- i. ...enor inroininodo|Hir este acln. Agora pe gen-
io en a V. Etc. Kerai.*a jurisprudenciadeque
o. piluchos pdein ser sii.pen.u., com.....aprosada
publlrat, lilo lue-ideole- de provinrias, he minha,
.......Ida pahsthe irvenll......u, ou he parlo do tu-
pi-,......tribunal dejuslica, eileiimcorp.....g.-lali-
" Sera minha a escola, rm que so entina p.la.lou-
' N.ui lmenlo, Sr. Airebi.po, 01......parnrhns
jo alejan) segurados golpes da suspcnsn di pre-
dei.le.de provincias, quo boboremwla doulrina
a minha escola ; rarissimos sao ot casa, em que es-
Irta
qu
l'liil
opini-
lixla
MUTILADO
io hoslit sua doutrina, masem-lavorec
n lodo o, indo a dilluiao da vordade. A
o, continua Otorga Philllpi, niio he mo-
do da Igreja, quo do e.lado. o roiiliihuiu-
.bi to los ii. couheclmenlM uleis para a educacae c
enobrecimcnloooshomons, perlenco ambaa |io-
dera oceupar-se data materia.
Hi.-aqui, Sr. Arcebispo, o mesmo (
Upe, por V. Exc. rilado, f.ivnrcccudo I
ilude quo.i cnsiiio publico ho urna fui
o de pnagein sejn-mc concedido dizc
docu sobro ala aseompln o profundo Bouitel
uaPoltica lirada da Escripliiia Santa,V. Exc.
allega quo Me adiou neta obra do Immortal hispo,
rhamado por l. BruyerlO iilllmo padre da Igreja,
e au doutrina, que nao alo favoraveis minha
opintau,quando Ceorgee Phlllfpi no mesmo lugar
que acabo de referir, na suslenlarAo da doulrina es-
polia, cita lamben) a auloridade do Bntsurl em ua
Polillca ole. pag, 384, de modo que te minha dla-
r.io ful Icuiasiadanienlc vaga ; se llooitrl exrlueo
Balado (le inlorvir nojensiao publico do mudo poi-
que me lenho explicado, cu eslou em erro ; mas
com a consolac.io de quo erro com um aulordc no-
la.com um AllcmAo.disliuelo.como Ueorget //,;(.;,...
Eu po lera prevalecrr-nic dcmiiilos oulros aiilhores
para Cornelia t.onheniapa.lrinhar-inc na susloiilac.o
de minha opiniie, e V. Exc. sabe porfoltamenle,
quo no Manual ,1o direilo publico cedc-iatieo ,le
M. Diipin adiarla malcra vasta para juslilirar-iiie.
Ma cuido que nM acra preciso, e que quanlo hei
dito,sendoobjecln que arartodltene.scri batan-
le netlc puni.
Sobre as causal malrlmnniae V. Exc. nao rom-
p ohendeii hein a minha retpoata, segundo diz,
quando as denomino lambo.........eria milla, pare-
reudo-lbc que cu quiten dizer, que a celohracAodo
matrimonio porlenee a ambo os poderes.
NAo, cu nio podia ler cm vista dar ao poder tem-
poral um direilo, quo be s.i da Igreja, islo be, li-
arlo de conjugar o matrimonio,,. ,|C julgar da nul-
lida.lc ou validado ddle romo sacramento ; e lano
nao llxo em vista, isso quo cilci, para provar qne o
juizo da Igreja he s o competente sohic esla inale-
ria, a Benediel I i de Synodo diocesana. I.c il cap.
9 e o Cee. Trident. Canon l-j da eeaate -Jl etc.
Qaando disto, que o matrimonio he materia mixta,
tic porque seu.io elle sacramentoc contrato civil, na
parlo relativa cada una das Optiera dos duas po-
deres, lem cada um della rcosobre omalrimouio,
c cnto expliquel-me mellior, mostrando que os pa-
rodia, que rccclicssem em matrimonio a contr-
llenla, que se nao moslrasscm habilitado no roufor-
midade das lels, cram respon auloridade civil, porque asim o determina o artigo
m do eod. ponal. O matrimonio, Sr. Arcehispo,
tirar valido, ma o parodio vai para a ca.lcia, o
cis-aqui como ambos os poderos, ctoJlesiasnro o ci-
vil, concorrem com jurisdierAo ptra a celebrado do
mairln.oino, Me devondo V. Etr. lomar aqui a pa-
lavrarelchracAocomo o ado rrligioso, pelo qual
o parodio asslste c consagra a uniau dos nuhcnlc.,
mas romo o arlo do casamento, como o seu fado,
encarado lainbcm debaixo da relaco civil.
N.lo sou eu, Exin. e Rvm. Sr. quem rh.una ao
matrimonio inaleria mixta, be TAoi .Iguin. Iir. h
ele. as palavras: in quantum ordinatum ad Im-
iium natura,Hrigil*rln finema natura IneUnem-
te i,i Ai/iK /,, el ett itMW este nalune off-l-
iiiii : ,i fuanlum eco mdiinlur ai luinum pulili-
nim luactl nrdinnvtltoni legifeiellit ; qaaiilum
igilur ordlnatur ad bnnum eccletiir, oporlel qund
eubjaeral regtttni ercletiailieo : be Gtorgn Phil-
lipttom. i. SUO'i'V, WJ as palavras: Dau-
\
in Ao Bieqger ia ola no S'102 da primeira par
quando quit mostrar o direilo, que lem a sociedade
civil de punir os erclcsiasticos as malerias mixta-
etc. Diz V. Exc. que cssa eitarAn Ihe parece conlra-
produceulem, e ou pago licenca para oiplicar-me.
guando S. Pedro e S. Joo foram conduzl.lo ao
vncdrlo, ahi accotadot, rapondcran SI Htlattl
esl in compeeln Del mspoliut uudii-e. quam Deum,
Indican. Esla obediencia, quo S, Pedro c S. JoAo
laeilamenle proinoltcrain no Syuedrio no caso de
que elle julgassc que era justo na presenca de Dos
mosmoouvir a eUeSynedrioanleado quo alleo, ou,
em oulrostermo, no caso de que ello anlendene que
eiaj.islujnlga-los aillos polas lcls do SynedriO, do
que lelas de Doo, polas da Igreja, ligo be um ar-
gumento em favor do rcconboclmcnlo, que faziam
S. Pedro eS. Joo da competencia de julgar, que
linh.i o Sinedrio, quando euteudesse quo o podia
legitmame.iie fuer .' Bu nao me quii proprlamenla
valor d.i anthorldade de nieggcr para firmar o que
dissera sobre osle aasuiuplO, lauto mal quanlo j o
linha citado no 8163, onde tratando ello das accoa
sagradas 10exprime de mu modo lodo a meu Tavur.
/ 'un hi iie, flu i rebtu mixti-fori determi-
nando, cirllalit non minif al'/ur BccUtia poleelat
Ua concurrunt, ut uetatiiU relnll mamujanganl.
Eu qui> relerir-me rpala, que S. Podro c S.
JoAoderam un Svncdrio, e mosliar rom ella que a
linha opinilo be verdadeira.V. Exc. porm, que
i verradltsiino natas malcras, o nellaa aulhoridado
iiiiorlanlc o minio rapeitavel, raponde ainda que
.Svncdrio ou senado dos judoos ora um liil.un al,
irticulamicuM encarregado do negocios da reli-
giAo, v islo como inlcrrogoii a Jcsii-Chrlsto, como
Lonsla do Bvang. do S. Lucas cap. 90. Peen mil
iiordocs V. Exr. par nao acollar, cata gua doulrina,
|ue ino nao parece mullo exacta c verdadeira ; por-
qnantooSyuedrlocraun Irlliunal.quo julgtva edi-
I3 loJasas quedes, quer religiosa, quor lempo-
rae.
Abrlnlo a Biblia Sagrada no cap. 17 v. 8c 9 cu
vejo determinado: Se acontecer que |icnda diaulc
do li algiiiu negocio dillinlcecabroso, cnlrc sanguo
e Hngue, enlre rauta a cama, centre lepra c lepra,
c vire que dentro das tilas porto lio vario o pa-
receres dosjuizcs, levanta-lc c tibe ao lugar, que o
Senhor Doo. liver escolhido. Eucamiiiha-lu ai
sacerdote da tribu de l.evi e ao //.- que nene lee
po l.h: ron.ulla-lo-has, e ello le docohririi a vci
dado do joizo, ole. Ora, os Babbinote chrlslaos ai
tendeiii por ata lupremojuit oSunimo Poolilice
dos llclircj, eassliu o entenitortm o doua maiora
oseriploresdaquollauai.Aor'iVoo Jo-e; C segundo
lodos elles o tribunal da sacerdotes era o mesmo
chamado!-Juiz-, c julgava; porlanln ambas as
causas, lempuraosc religiosa..*Aluda mais. Abrir-
do O livro do Sanio Kvangelhos no de S. Malb.
cap. ."> v. 1, cu vejo esrriplo c dispalo; lodo o
que se Ira contra scu irmo ser reo no pnzo, c
o que dicr i sou irmolluraser reo no conse-
Iho, eo que Ihe disser es um tollo ser reo do fogo
do inferno. Ora, o. judo linham Iros Jaita: o
primeiro do Iros juizo.....a IU causas pecuniarias,
como asilo furto, e a esle rliainavam ellerasa dos
Iros ; o segundo do viole e qu.ilro julios, onde se
ionleucavam a causa mais grava romo de homici-
dio, otc.,0 afcslo oulro rhamavampoqncnoSxnedrio ;
terceira de 72 juizos, chamado grande Sv nedrio ou
i uii-elli,., que conliecia do erlma de suumia o ulli-
ni.i gravi.la.le, coaio do lesa Mageslade Divina c hu-
mana, etc., ele., e nao consta em parlo alguma
que o Svncdrio so oceupasse s das causa da reli-
giAo.
Se consullo o Dhciona
o,,,,,.,7/e ou. vejo ahi expl
ronsclho dos Judos jiilga
s.is, romo at rivls ; e o
rgrtopedirii l'tiutl de S. iMurenl lanihcm aclio dito
que, depois da dominarao rooaua, esto tribunal jul-
gava o negocios civi e religioso, leudo antes jul-
gado os negocios mais Importantes da nacao, c exer-
rido a maior auloridade mesmo sobre o rol ; c alen)
il...... eseriploro, eu poaio rilar em mol favor 0pr0-
fumln Mais -.arelli, lom. 2- Du mariage, pag. I"J,
onde fallando do Svncdrio diz : quea dislincc.lo
do poder Neniar do sacerdotal cnlrc os judo. he
alud* una queslo lao roiilravcrlida cutre os labios,
que nao he postlvcl cslabolcccr-sc una Iheoria pre-
cisa o iiiroulestavel sobre oslo ponto. Ello cita,
ahni de oulro, ./. da Marra, Calme!, Bernard
Lamij, Jean Selden, Coraeille Berlrand ele. que
lecui Iralado largamente dela inaleria, c quo nella
se nao acbam do accordo. Porlanlo se cu nao Tui
milito etaelo. quan.la cilei a llicgger para o ponto,
que nos oceupa, V. Exc. me perdoara dlzcr-lhc, que
Ihe cscapou asseverar, que o Svncdrio, segundo ob-
servan) ... exposilores da Esrriplura, era um Iril.u-
lial partcula) inciiie encarregado dos negocios da
religiAo, dando como prova a ler sido nclle Jesu-
Clirllo interrogado ; porquanlo as violencias c por-
seguieet, que solTrcu o Salvador dos homent, roram
lautas e taes, que o ler sido interrogado no Svnc-
drio nao lio prova de que Otee tribunal era religioso,
ou encarregado somonte dos negocio da religio.
Aqu termino a minha reposla, que j vai longa,
pedindo V.Exc. mil detrulpas ejmilperdocsno ca-
to de que me tenhaescapado algum termo ou expre-
saomeniK digna para com V. Exc, a quom cu lenho
na maior considerarlo c rospeilo, o a quem do lodo
o meu coracAo consagro a mais dicidida svni|ialliia
eatr.-ie.lo, o declarando que dou por linda esta a-
peeie de duoUo lillertrlo, que tein luivdoentre not,
qualquer que soja a respn.la de V. Exr. Ilvni.", nAo
s porque conhego pcrfellanienle que no devo con-
tinuar a conlettar-me rom um Prelado lo tablo
e lio virtuoso, como V. Exr. avallando a minha
insufllrlenria e eecaeez de lua para ose afeite, ro-
mo porque vivo cholo do Irahalhqs, aos quaei devo
acudir constantemente, c uno me .liega o lempo pa-
ra uina di-russan.leila ordem.Ketla-measaegurar
V. Etc. que temare! e aen mntelho, e serc in-
cam;avel em recommeudur a inous discpulos lodo o
!<-__'____Jjagaaaajaaaii a mmnsnfmwemwmtmmmf^mggm
om lempo, o lome suas medidas, seno leremade
pastar por urna grande ctlamldade, do que s ser
culpado o governo por nAo haver providenciado cm
lempo.
Em quanlo aos conlraladoraa eremos que preferl-
ro anta urna resclsilo razoavcl do que cxporeni-to
nma lula lerrlvcl, nao com marchantes, refaiedo-
res, o atravetsadora, mat rom o reo, qnc se liega a
lavorecei'-nu com nma boa alacio. Para que ni
..mil ala luir, podossem fazer faco as evenluallda-
det de una tececa prsenle o de oulra futura, serla
millar quo fossem mu ajudados pelo governo ; qno
te llzessem desde j modillrnrcs raioavcit no ron-
lralo, llm de poderem lomar com teni|H) loda-...
suas prov denclat. Ot ronlrnladora nao poilem fa-
zer malt do que lem feilo, e conlinuam a fazer, mas
nao podem prevenir una grande calamidado sem o
recursos, que Iha posta proporcionar o goverun ;
tcm eslo ouillio.baldados serio seus aforeos, c o po-*
vo hradar em vAo doo.ilubro por diante sem o me-
nor refrigerio aa scu- padocimcnla.
No seguinte artigo, porquo alo j.i vai longo, con-
cluiremos as notsas rcllexoos a le rapcilo, o cnlo
ver-tc-ha, que, se injusta foi a aecusarjo de rarnc
podro expata venda, milito mais injusta he a do
ali.alune a srdido! inlorosses dot conlreladoret a
falla do gado, quo honre na metes de abril c malo
prximos patsada. /aWfttl,
pello
y.
apeo
oslar
Icnd.
com os graves iucouvcncnles de urna torra.
I lioiive .n.i seccadesdo jiiiiho do annoproxl
atado al Un de marco docorrenle anuo, cu
idciaui a primeira aguas no scrlAo, he it.
idencia palmar. Nao houve Meca, ditero, fu
,s um vero rigoroso, |.ara o qual dovcrlan
prevenido os fornore-lores Mas o quo en
is por secca? na tcoepcaO v algar rhama-sc tec
alacio cm que nio cabe chuva. Esla palarr
amprchende lempo limitado, ncm i ncm (i me
em um anuo oi dou; o que porm Indo
i o Oi'rin'o de :ll
quo ao_ partes
M"
n.l.ic
que .
nprehende be
i) certa perio
O nqui na eos
. de caj culi
ia em ilc/eu,li
, quo ha
los falla
la, por o
iiiluhro
do
ronherida pd;
ilcnlc c lo clan
fnneslos elidios
as do norte al i
q
o priuipiro desses ruello. he q
oros om lodo o par onde a se
P>
ap
irla le
Vrja-sc o prero da fi
ia provincia do Pernambueo,
a .1,-le taclo. O milho, o fel-
s propria provinrias rriado-
Iralo. ludo esla por um prero
pois he dev ida esta siihila ca-
lta allrihuis ele phoiiomeuo,
tilo sciisivel'.' dizoi-o franca-
Itisaseeoa, be mWerejne as-
omo eauaa deaaa calamidado,
lo Egl|)lo.
cr a nalureza dos noaaoa ser-
illo a evidencia, que bata quo
cinbro para dar-
le eerca. O in-
, prlmeirea .lia
, de junho. Se-
izes ileouluhroe
porquo he rom a
pava dosier ;ecoui r-
< ou pequeas lagoaa,
du> Dalas de lilla
lo, qno o Sj nedrio .
lano as rausas rcligi
nina a Wrdo
rK lamlK
lu
da clin
Saula-I.iizia em dezomluo, as pi
Janeiro, etc.
Oo;.......mesmo a secca no foi
voz publica.ella loroome iao a
como a luz meridiana pela MI
sentidos em qmjsi Indas a. pi
Maranl
pre a falta de
leve lugar, epoucas
parecido do que agoi
desde Mar...........He
o negu-u a evidenc
jilo, acarno verde ni
ras, onde nao ha coi
exorbitante. A quo
lainida.le, a que cal
Osla falla l.io geral i
lucillo. So lian,I.lili
signaid, ao mena <
una das sol pragut
Vantaa pob daacrever a au
le para provarmos al a cvi.l
fallom as rbuva de oulubro c
se o que allise ch una coiimiu
veri) regular no scrlo comer.
de fovcieiro. c acaba na ulli
guein-sc depois as cliuvas no
iiovoinlno.eliainadasdcrwni
rama que o gado se mi I al
tas chuva se fonnan a ji
que servein Ae bcbe.louro.
Nos nao lema campo propriameledllai os nos-
sos serl.'ies s;lo malagiiM eiilremolados de laboteiros,
do le reno desigual o pela maior parte quebrado.
O solo doserli bode Ierra -iliem-a, pobre do /...-
mus, e por consequooda multo permoavd: qual-
quer chuva ngoo alaga, iieui forma o que all rha-
maiii pocaS; desorle que as agua fcilmente se u-
nilram, ovio colocar-so naluralmenle nossa .una-
da sublerrraneas de india primitiva, que acom-
pauliaiu o natural declive do terrena dado as a-
ua sorras du Interior alo as costas do mar. Poneos
braja se onconlram no seriao, ou verdadciramenle
poucas depresso do olo eni una otlenso mais
lilalada, aconlecendo que por io mesmo pouros dc-
po-ilo. permanenta I de agua, alm do grandes
rio, ou de lagosuslenlada por elles.
Para que o anuo soja criador no scrlo. lie inisl.-r
pie o Invern comer logo un. primolras iliaa de fe-
.oroiro, o liga al lin de junho, ainda quando se-
,;ioi a etiuva mahesfatsai nti' irilrmo iiwz; ;u-
rom a rondico precisa he que rhova nos mozo de
iiliilnu c uovemhio improterivelinoule. Quando
falliam a chamada chuva de enramar em oulu-
bro c novemhro, oanno ho mo, porque fallando a
la.oga.lo nio adquire -iilidandi, C dcsapparere
lambemooulro pasto. Durante o Invern rresce
patio chamado mimoso c o npim panOSCO, que ha
mollior. porque resisto ao vento. O mimoso dura
pena al Miembro, porque logo quo ainadureie o
a inclina, o venlo carrega coro elle. O c;i|.....na-
lasee he o quo tnaii roate ao venlo, c dura minias
vetado um invern a oulro, quando o auno he fres-
co o criador.
Todav ia, se a cliuvas do oulubro o uoicnibro fa-
llan), c por cousoqueneia nao ha rama, qaclie, ro-
mo ja dUscnios, a quo fnrllliea o gado, lamban dee-
apparoce .. eapim nanasco, ficando ludo reduzldo a
I.; euiAo comer a moriandade no gado, o nico
recurso que nata exlreinldade lira, he dcilat a bailo
as grande, arv.ues c...... o joazoiro, oilieiea, carde!-
ro, niaiidaeaiii, para apioveilar-lhe a rama-, o tu-
rar fogo ni maramhiraspara o gado comer a hlala;
mas como osle reruro lie paitagelro, nimias vecs
intulliriculc pela maior numero de gado, lorna-se a
moriandade eminonle, reatando aMnenle a Mperanea
nu chuva do fevereiro.
Al chuva que )U.ii falla fazem slo as de feverei-
ro c marco, e qu ando recabe OM falla labro a oulra
do oulubro e noveiiihro, d-sc o raso de rrrd, que
foi justamente oque acontecen esle anuo; porque,
alora de nio haver chovido nos mezes do niiluhro e
nnvembro do annoprotiino pastado, sil vieran ap-
|)arercr as primeira aguas em liu de mareo do cu -
rento anuo, e i.lo em punca qiiaiilidadr, quando ja
havla munido muilo gado. Esta inomia, l.uv.i
nAo foram gorae; ovi-tcni niuilos lugares no .erl.lo,
que ainda au lem paslo, romo no scrlo do Scrid,
e cm oulros nosso e da Parablha. As aguas nAo li-
zoram poca, uem lizeram rorrer as vorlenles, c sem
agua paraca o gado, aluda quando baja paslo. O au-
no poi he i.e.-iiuu. e precursor de una grande tor-
ca, rujo resollado serio ainda nia-s horrorosos que
osda.screaspreredenle..
Kis-ahiapbvsimimiados nossos serles; cis-abl
a historia abreviada da marcha daseslaoncs iiaqurlles
lugares; esla he a vordade pura, e desaliamos a
quem quer que soja a que nos dcsmiula. Ilavoria
.liguen!,que podase asseverar que cbnvcstc no ser-
ian durante os mezes de oulubro c nnvembro do an-
uo prximo pasado'! Doixou de chovrr naquollc
leni|Mi'.' He ito gpralnienlo sabido Ilplxou lain-
hein de obover em fpvorplro dalo anuo'! enlAoa
ronsequenria lgica, rontida nas prcmltsat eslalicle-
ridas, beque houve nina ierra no tedio, c grande
secca, porque diuou desde junho alos iillimnt .lias
de marro seguinlc. Ncm era mislcr que fallassciu
as chuva de fevereiro, basl.iva que nao livetiecho-
vidn no meza ile oulubroc novemhro do anuo pea-
lado paradai-te serra ua verdadeira arrepro da pa-
lavra.
Com a falla de chuva* em oulubro e novemhro
assuslaram-se os criadores c refazedora de gado, c
nio quizeram renovar as suas tollas, lemcndooquc
aroulcecu em fevereiro desle anuo. Alfin de que,
parece una inablirAo cssa repelida secca de dez cm
dez anuos, de-de luisdoscculo patsado : ainda not
reciirdama dos anuos do t o \ M p W e i">, e
:,t oo bala porta roma sua mAo de ferro, prece-
dido de um rato cortejo, alone, do presente auno,
que n.lu parerc mais favoravel ; ao menos todas as
otirlas, quo recbenlo! dosertio, silo nessesentido,
lo he, descoiiliaiirn do futuro. Seo Invern fr
mcsquinhii, como se su|ipc, qual ser a nossa torio
un xerAo vindouro?
N.in ti., sullas pslo anuo, e as que reslam do anuo
rassodosAo insuflldculesparao ronsuino da provin-
cia durante maii seis meta. Este atado n.lo foi
errado por muguen......m pelos marebanta, ncm
lelos rriadnrese refazedora, c mullo menos pela
ronlraladora, qucenlram cm ludo isto como Pla-
lo no tardo. Cumpic por lano ao governo tomar
nina providenrio qualquer, rumpre-lhe provenir as-
a caUniidade, que nos amoaca de |)ertn. Conven
qucronlinu.....-.mralo ? habilite cm lempo aos
nu)tratadoret e ruinpri-loscm um pri-juiso certo o
nlallivol. Mu eunvrm que contine'! rescinda-o
Tcndo feilo orna publicaeAi
de malo, respeilo a urna revitl
o abaixo asignado c Manoel Ja Fcrrclra Brog
IrinAo, o Manoel do Nasrimcnto da Malla, cm cu-
ja publicacAo referia-mc a um impresto ao pulillco ;
agora do mesmo impresto passa a publicar at nul-
lldada conslaules nclle, para que o publico tenha
conhcrimcnlo de lalas aa circiinslanrlas ncllas
laclas. Francisco de Siqaeira Da.
Pastamos agora a fazer a aurrinla expalto das
nullldadct, c do alguns fados occorrida no orlo da
dlsrussAo do supremo tribunal.
I. Inlervcnr.lo de falso orbilrador na avallado
dos lieos penhorados :
Na andienda a II. 98 v. foram approvadns en-
lre os meus proposlos o pcdrelro Manoel Antonio
do Nasrimcnto, e carpinlclro Jos Pedro Fon-pira
liuini.ir.lcs, quo forcm jaramculados o dp|iois appa-
reee ligurando na arla daavatiarao 0.333 Dominga
du Coulo Alvos que nssignou o juramento em lugar
de Nasrlmonlo, e cont meu lomado, posto que nAo
O propuz, sendo elle pedreirn, c como lal fez a ava-
liacao, o mo carpinlcirol c ncm a oulra parle : don-
de resida a nullidade, porque os podios dexem sor
lomeada por louxarAo das parles. Ord. I.. 3.T.
17. Bata nullidade foi recoiihccida no accordao con-
redeudo a revista.
i.' Lati enormsima no pree 4a arrematar.lo,
a paitagem do dinhclro para .Portugal: primeiro,
porque se no allendcu a impnrlaueia da obra feila
na tata n. Jtl no valor ders. K:00t>Jj dos aulos a fl. SIS, II. StS, e II. :I18 v. : srguii.lu.
porque linha-so oITcrccido em particular 50COnlo
doris, emais, e cu peni ao Joli autoritario pa-
ra vender a casa, oque me nao fui concedido, ro-
mo prova o documente n. |, fl. 341, o vendeu-se
cm piara por i2 ronlos : lercoiro, |Mirque a qulla-
eo ua passagem do dinheiro foi dada rom a .tifTc-
renra de 7 por cento no cambio do da: uarlo,
porque a rasa nova doEngcnho Vclho foi avallada
nacxccucio pela primeira vez om l7:.V50tirt..
o na segunda cm :MKI9tlOn rs. !'. quasi melado
dado inventario; o o le reno havendo aofl'erlade
2")07MKJ(I rs. ou mais por braca aillos da praca, co-
mo dapcliraufl. 3111, documento n. I, fui vendi-
do cm praca a 7.">0( rs. a braca : qulntu, porquo
fui avallada no inventario por 15 conloa, e aluda
assim fui nmiullada ala ovaliac.lo imr sor baixa, ,1o-
riimcntoii. :l. Esla nullidade he fundada na Ord.
I.. 1..T. l:l, cnAo foi declarada no nerordf.o por
mo ler sido discutida.
8. N.lu loro juiz firmado rom juramento o des-
pacho de tnapetejo a fl. 2I, conformo a Ord. L. 3.
I'. SI, S 18 nullidade reconhecida no accordao.
I. A falla de rondliaclo, |rquc cu nAo pedia
ser demandado o coiulcnina.lo cm juros como lrla-
menteiro c representante do detente, c tira como
individuo, c em meu proprio nomo, pois li ab-
surdo que o legatario Uro juros do apollo do testa-
dor, c por rontcgulnle podia 00 Iranslglr, c era iu-
dispensavel a conciliaoto, e sua falla annullt.....lo
o proceato. ConstliulrAo arl. il, arto. <, e 17 da
Dispo. Prov i.
5.a l'azer-sc excruro por juros cm virlu.lo do
urna Malenca de picedlo fondada na confistio, o
que nao podia rondrmnar em mais da que o etproa-
samenle confessado, cnlrelanto que nAo foram cou-
l'es.adus Jom.
6.1 Incom|)elcncia da arr.lo de assignaeAo de dez
.lias, que s compele as cscripluias publicas, (lid.
I.. .1, T. 33, o s cabe para a cobraoca dos logad,.
fundada no latamente, c nao para pedir juros, que
se n.lo ronlem nuleslamcnto, o s. podem sor llovi-
do, pelo fado proprio do letlamonleiro, que de-
pende de prava c discussao.
7.-' Nio .c lerein anisado os edilaade praca rou-
forine a lei de H de junho de 1771, porque mp-
po-to appareca rerlidAo do purleiro de os ter allixa-
do, mnslrn-sc falsa a rerlidAo, por ser a verba do
Kilo d.H editaos posterior a dala da cerlidAo.
8. Proscgulr-M naexcrurao nos anuos originaos,
havendo appollarAo rcrebida em oolleilo devoluti-
vo, quando devora rilo traslado fi. 178, c li. 113,
viste que nAo linha sido o nppollaro julgada do-
serla c nao MgUida, ncm se linha lirado instru-
mentode i'otrcao. Ord. I.. 3., T. 7.1, pr.
.t Eicesso na excrui;Ao, por nio haver condem-
uaclo cm juros, ncm haver exemplo de so pagaren)
jurns em logad..., como prova a cerlidAo a fi. 485 ;
c pela passagem no agio do dinheiro, como da cen-
ia a fi. 138.
III. Nao so ler renovado a instancia com nova
cita..'... polo lapso de mais de seis mezes scnitc
hilar a causa. Ord. I.. I., T. 81, 8 28, 1.. 3., I.
I, s i:..
11. Ter sido iouvado o qnc depois oniciou, roum
juiz, nos auto, a fi. 177.
12. Palia de liquidarlo, provada neceatarla por
aelos dotexcqucnlcs, e sendo de direilo que se.....I
pode fazer execuco por rausa Ilquida. Ord. I .
5, T. 211, 8 ">, T. fifi, 8$ 2 o S, T. 86 88 2 c 10.
13. Palla do cilaeRo aos exoculado para uVirrn
laocador aos bous, c nAo se icreu) dcrlaraifii nu
e.liao n dial de piara. Lei do 20 de juilai de
1771.
II. Estar litigioso o terreno da rasa nova, romo
consta da rerlido no aillos a n. 183, pelo que he
milla a venda. Ord. I.. 1, T. 10, g 3.
15. Nao Icr sido arrutada cm juizo a penhnra de
n. 329 v folla na parle da casa U. 2l, quo la'/
frente para o horco do llraganra. ... 19. nrm se
Ihe aisiguaran os sois dia da Ord. I,. 3, t. 86:
nullidade reconhecida noaccordo.
Observadla Wtai te Sr. llalla a respeilo da
nullldadct"conslanles dos autos.
yuanlo primeira. Consla do auto de audien-
cia a II. J'IS v., ler cu prnposlo pcdrelro Francisco
Porclra do Sania Auna c .Manuel Antonio do Na-
rinicnlo ; nAo sendo paranlo Domingos do CoulO
Alxa, lombem avallador meu ; |mis .yjie nAo po-
dia propor Irct pcdrclros, (como por equivoco di- e
o Exni. relator) sendo singular que os ai rematan es
n.lo s aliegassem falsamente que Cont foi escullu-
do, como lomlicn que foi engao do esrrivo quan-
do lavroii o juramente, por Nasrimenlo, em logar
deCoulo -, islo ho fallar muilo verdade 1
yuanlo i segunda. Consta do documente n. 1 a
opposli'Ao folla desde logo lenva o milla avalia-
rao : opposicAo que liz por querer que fossem lei-
fas avaliaras lgaos, o que nAo ronvinba aos exo-
quetilo para seus litis ; Ionios mais paia prova a
grande lalo o documento n. 2, e paUeao fi. 31,1,
pedhldo licenca para vender particularmente em o
documento n. I), rom a qual parece que |iodcnios
raiHinder ao dito do Exm. relator permite n supre-
mo tribunal te linha quem Ihe d.e mais, por-
que nio vcmlcu a respoila he timptea, fm por-
que ojulz no quiz dar licenra para os doaa objee-
los. uem para oulros, romo acrava, etc., reino
rnslo da pctlrio a n. 311, em o documento n. I.
Olanlo aguarla. Tralando-se desla nullidade
de Talla de ronrillorao, c se, havendo coudemiiac.io
de preccilo c dando-so rondemnaro emjuios li-
nha esla recibido na condemnadu em sua qualida-
de individual, ou mi de lestameulciros; alando
esla nullidade a ponte do ser reconhecida, declaren
o Exm. relator que o s rondemnados lam
herdeiros do remauesrcnle : a itlo rcpl


11"
i"
v
lo
Pt
p

di.
Exins. consclheiros que cssa qualidade na i. i. -fui
cava ainda a iicccssldadc da ronrillacAo ; aoqurr-
rapou-sc o Exm. rclalor, dizendo que a qucst.io do
jura era objeclo sepaiado, e que a quo to ventila
va era a arreinalaeo. Km ronsequenria n.lo lo
julgada ; o de rcrlo se nAo fosse este incidente, le
lia tidoala nullidade ufsllivclineulo rcrooherida
Quanlo a 7. Esla nullidade leudo sido reclama-
da |>or umExin. rontclheiro, foi reconhecida a|iai
do nao alar cspecillradn no aceero* lauto qu.
ale.,Kvm. relator ditse que era saludo que a re li-
dio do portelro era sellada, e tenia aos autos depon
de allivadoo edllal.
yuanlo o 8." Nao su foi reconhecida pelo ai rema-
tante Braga, romo da palelo II. W9 feila pelo mo-
no au......pui. deHeodru, documento n. I.";a-m'
como logo que Mapartada a nullidade pela i.....'
parle os exeqoenlr- liatrain de unereien. ver te
podlam sanar, reipierendo entilo n-lrunieiito de a|.-
pellacAn .Uterta, (que est lledenle leudo I
Julgada ...i reteji no anuida de nossa racton
yuanlo a 9. Prov t-iu de excesso do execucao, |
-II
ev
'I.
M
logt
ora
de
feil
pal
tad
ILEGVEL
T


I
iirrrrem linvcr juros do espolio, estando cu esno-
nlit los heiis como lo documento u. 5, ( scnlcnea
. \(M ui; tol.lo cinqiicsojuiilnr.ini domnenlos poailivos
<|iio nao devo pagar jiiro$, sendo. primeiro, una
. l.u ;n;Ai do procurador dos legatario em que n.i (pie i". ii.Hi devo pasar; segundo, protesto le
.tiiciKO, inliiuado a Joo para nao rprejtidica
Id p.ir.i o fuluro por falta de cumprimcnlo do les-
l.mu'iilo da parle do eo-herdeiro Joao; islo ero
(h'/.mibro de Ih_>. ,fiih'~ de acabado o lempo do
ifNlameiilo; lorceiro, um requerimcnlo do juuo da
|H'OM'doria por seu sollicladort em que faz ver quo
-ffiiln loas os lestamcnleiros, um le Fes quer, o o
nutro nAu quer cumprir o testamento, o pedo pora
ipii' se vendan) escrvos o bens para pagamento dos
leuadM; quarlc-, urna rertidao em que se prova que
pela piovedoria, e a rcquerimenlo de Francisco,
andarn bous cm prac.1 para pagamento dos lega-
diH, e que esta foi embarazada a requeriroeuto de
JoJo, em 1S a 1845. A' usa disto deverei cu
. '. ii juros, Srs. Matta e Braga, que sendo arre-
m;ilaiiles, .lauto interesse lomaram na qucsto dos
juros, c ni ii- mili .--', dos logalarios, c ao mesmo
lempo allegavam sercm cslranbos cxccucio?
t.iii.inin lo. Esta nullidade tambem -. reco-
nbcrida |>eIoExm.relator, que al dcclarou que lia-
\ Um decorrido sele mozos, sem que livesso liavido
rilacilo.
Eslou cerlo que se fossem discutidas as nullidades
> ula urna de per si haviam de ser rcconbccidas sub-
-i-'loutes Indas, e que poucas cacoucAes oslarlo to
lecheadas dellas como esta qne foi proposta de cn-
(nmmeiida como musa deII. 08, c documento n. (I
tiiino limdcpor embarazos a liquidar,.*) do es-
l'liBLICflES A l'EIHDO.
ASSOCIA(,:A() IMS ADVOCADOS DE LISBOA.
DIREITO CIVIL
Materia testamentaria. Interpretara*) de
legados.
A oxpressSo Fundos O que significa cm lin-
uujigcn vulgar ou commercial /
II.
\s disposires Icslnmcntariascntcnilem-se fcilas pa-
ra o lemjKi da morle, e quaudo o (tostador dix, que
ili'ivi os D6M que possuc, cn(endc-so dos quo pos-
mii horada morle, porque o leslamenlo he a
dci radeira vonlade.
III.
llegada urna quola de Itcus lodo o augmento uu di-
iiiiimir,1o he por conta do lecalario.
I'cdro, neuocianle capitalista ua ridade de.....na
America, leudo sido atarndo em julho de 18 W, de
-i ave molestia, esleve quasi a linar-sc, a ponto de
ijiio neuliuma rsperanca res I a va de vida, ucm a elle
i'ioprio, nem a pessoa alguma lasque Ihc nssisliam,
l.mlo que recebendo por esposa Paula, fe/, sen lesla-
menlo, e a iusliigio por sua nica o universal her-
ilcira o lestameuteira. Pedro fe/, oulras dtepot{6a
Ufando a diversas pessoas varas sommas, e entre
oulras fez na verta nona de sen (estamento una
pecio de inventario de quinto possuia, que remalla
Rssifn : <( alm dos bens j dcsrriplos, Q do que
in.iis consta dos Inros da esrripluru;;lo, tcnlio al-
i'ims fundos em Inslalerrac em Lisboa, maisde vio-
le conlos de ris pela moeda daquelle palx, em ins-
cripcOesdaquelte govorno BKfuM do Hunco. t>
Se^iie-sc a *erba dcima, que di/ nssim : < (>s
l'indosque postilo em Lisboa e na Inglaterra, Ream
li-posl .11 duas minlias innlll referidas na verba piarla lo
presente (tutaniento, asquaes s poilcro usufruir,
eniquanlo vWm* cum a mesma igaaldflde; por talle-
riineolode una osufrulri anuir smeule, cj>or
l illiH'imenlo de ambas so dmdirfto esses mesmos
bens cm tres parles iguaes, c se dar nma parle a
Joito, 00 MUS herdeiros, cm sua Talla, IMgUDdl
parle ao hospicio de.... c a terceira ao e-laheleci-
meulode...
Todosestea legatarios alo residentes em Lisboa.
diMidc I'cdro era natural.
Cabo aqu Dotar, que, MppOtlO Pedro se esprea-
- e desta maneiri, no seo leslamenlo datado le II
de julho de 1W3, elle nao liuha naquella dala, cm
I hboa e Ingtalerr), a quanlia que diz cmpregadi
i ni inscripces e acce> do llanco ; o eslado de suas
mas com aquellos pauescra, no\e conlos e tan-
ik milrls em moeda poriugucza, em poder de
i...... segando cunta correle de :i| dedezembro de
iKl, aTu>ad)r Pedro cm abril le 1813, O oilo-
m ulns e lantoniil ris na mesma moeda, calcula*

don cambio le d. |mr mil ris, cm poder de II.
A I- de l.ivcipool, norin linha emcaiuinho \aru\s
rcmessasde gneros eonsIgnacSo der lcslci|jgunsem ser, cujo produclo linha aquel-
la applicatjao, conforme onlcns dadas por Pedro a
Joao, muilo anteriores ao sen leslamenlo, le ernpre-
^.ii vinleconloado ris, dinlieiro effeclivo em fun-
dos pblicos, e que Io8o acctMAO O promellcu enm-
prir, em sua caria de t) de mam le IHi.'l, e para is-
m a INilro continuando a laier a Joao remessas de
gneros, reeommendando sempre o vender do
|irompto| dandi) a entender al ruin MCrflCO em
I ( ii noce>sario para completar o emprogo ordo-
nado, as^im como para allcnder a nutras lispos-
Cies, que Pedro ia fazendo, |>orquc { di/ia elle a
Joo mo quero quo soflra ile*eiidudso. la Jifo
iiloalmenle empregando livcrsas pianlias cm
fuudoi pblicos, quaudo em IK de agosto de ISi.'l,
ji posterior ao (estamento, calcnlouPedro, que Jo.lo
e-la\a a descoberlo le um coulo c lano, compara-
din emprego com o dinheiro apurado, sem que,
"mullido, eslivessem precucliidus os vinle conlos le
"i-, e nessa dala csriweu a JoflO, dlzeodo islo mes-
...... c ordenod a II. A I., i do Liverpool, de pasar
a |Hider de Joflo o saldo que eslsllssc cm scu poder,
leudo previamente dhposlode lib. 1,309, parteja
fa\ir do mesmo Joao, dos oito rodos c lano cima
lilns; llualmenle, sem 2 de marco de IKti BVSOU
I o, ler, com 1000000 rs. le furulos pblicos, com-
los naquella data, preenchido o emprego de re,
-1 n I5g03l| conforme a nula que forneccu, diiio
eiUlindo nada ruis em Inglaterra.
Pedro, Corno W cima se \, nao fallecen como rc-
reiava naoccasi.io que fez sen leslamenlo, o denote
que se restabeleeeu at 21 de junbo le 1K45, cm
'!"<' fallcceu icpcnlinainenle, conlinuou a negociar
era jinlo maior, c entre tu inulas espoeulMAes,
'|ue (*niprebenden, rarregou para Lisboa avuflada
pmcio de gneros Consignafw de Joao, os quaes
."'iiiipanhava de avisos, cm que recoinmendava de
I n mar una boa e proui|ita venda para alleudcr a
ijualquec quanlia em |ue Joao estivessea tlcscobcr-
lucm virludu de varios saques que I'edro fa/ia, c
pedidos a Joilti, de gneros de pniduceao de Porlu-
pat, pie promplamcnte Joao cumpria ; comlndo
anula por morle de Pedro cm poder de Joilo licou
grande saldo, produclo las ultimas reine-sas'dc ge-
ucrus, c parle desles em ser, o coma Inglaterra nao
le\c Pedro Dwis IransacrAo adunia lepis que em
aeusio de lKt:i mandn pasaar a poder de logo o que
liuha na mo do II. A !< de Liverpool; apenas
l>! morle de Pedro, existia asomma le Ib. 95.13.7,
coi pouer do F.AL i de Londres, resto de urna
IraitMCCJiO lambem posterior ao|lcslamento.
Solc-se que Pedro lulo teve lllhos, e sua nica
ItCrdcira be sua mulher, Paula, insliluida pelo les-1
lmenla de II de julho de 1843, que nunca mais re-
Ibrmou nem fotcdicilbo algum.
PEit(iIMA-SE.
J.
Heve enlemler-sc coiu|ireliendidu nn legado la
icrba 10" o saldo e os gneros qoe eiistiom cm po-
! i ilc Julo, |wr morle le Pedro, provenientes das
"IculacOes depois do leslamenlo, alm dos ris
tt;tW.ij03l em rundos,tlC, que cm poder de Joo
untlim inlacios?
II.
Se Pedro iu>tiliiio para suas irmias urna subsisten-
Ai com o oso e fruclo do ^iule conlos e lauto, c
wo leu ucm poda darenlao; disposi^-es algumas
;i rei|ieito dos fundos que subsequenlemcnle passou
para|KXler Joao, alm daquelles que no g>ro du seu
panmercio ia ra/.endo; pddo JoflO, ou algum dos
rilciros instituidos rom elle pretender que se i li-
ria mi fundos pblicos esse saldo c gneros que
respeilo dos nuo o testador possulwe, o se achn&sscm
cstavoia e sem oulro deslino em Lisboa, nn lempo da
sua morle, j porque segundo os principios de ju-
risprudencia adoptados as narres cullas, smeiito
depois da mortc he quo so d heranc,a ou legado, e
o leslamenlo he a derradeira vontade'em quo o tes-
tador permanece, e com que raorre, sendo aquelle
que linha, ao tempo em que o fez, urna vonlado am-
bulatoria, que pode variar expressa ou tcitamente,
devendo alias onlcnder-se que o testador" augmen-
tando ou diminuiudo o fundo ou cousa legada alte-
rara a sua vonlado primeira, a qual m ni podio ig-
norar ; j mesmo no rigor do dircito romano, ou se
considere legado de cousa, ou de universatidade de
cousas; porque nn primeiro caso, o que acresccu ou
augmentou, por Tacto do Icslador, nao be cousa se-
parada nem diversa, queso dislingadaoulra; e por-
que no segundo caso be doulrina do lodos os roma-
nistas, que legada urna cola do bens, ou' univcrsali-
dado de cousas, lodo o augmento ou diminuir,1o he
por conta do legatario, e a quantidade dos bens se
considera com respeitoao lempo da morte do les I a-
dor t$ 18, 19 o 0, Inslil. de Legal. LL. H, 2\t .'J
c i, J.-, Dig. de Legal. L-, 10 e 65, de Le-
Kal.a.*, 28, de Inslrucl. vel. Inslrum. Leg. Val-
dcckfiL"2 Wocl ad Pandccl. Liv.-ttO, 31 c 32 lit.
un. > t;i, liin-ii. Tral. 2.* de Uvis. Liv. .-cap.
3.* n.* .ri9, t',1 e seg.
<>s gneros, porm, cm ser, que so impropriamen-
Ic se diz em fundos, cscs e quaesquer oulras quan-
Uaa, producto dessas-reincssas, c cspcculaces pos-
teriores ao li'-liint'iili'. que no momento la mortc
do Icslador se nao arbassem cm Lisboa, c em poder
de Joao, nao se devem cnlcndercomprehciulidos na
verba lll", pois que quanlo aquellos nao sao fun-
dos propriameute na a roe pija o em que o Icslador
parece tomar apalavra, c quanlo a-arias, nao as
possuiro leslador em Lisboa ao lempo de sua morle.
(Juanloao segundo quesilo fazendo applcaeao dos
principios cima e\ pos tos, he consequencia inevila-
VOl o inferir-se, que 0 saldo cm dinheiro, qno lie a
me propriamcnle SO pode applicar a denominacfto
tic fundo nosenlido do testador, existenle ao
lempo de sua morle cm poder de Joao, perlones
pela verba 10" aos legatarios, qne podom inverte-lo
ou faze-lo valer romo entcndorem, compelindo so-
monte a viuva herdeira c leslamenleira os gneros
em ser, que se nao reputam fundos propramonle no
sentido do leslador, ouqualquer produclo liquido,
pie no momento da sua morto se nao achasee em
Lisboa, ou na Inglaterra,, ou Uvesse outro destino
que mo fosse o de permanecer n'lima OU n'oulra
parle. Isto se enlendc una vez, quedas ordena e.
correspon.lencias do levador se nao deprehenda cla-
ra 0 precisamente, de modo pie nao posea duvidar-
se, pie a sua mente e vontade era s deivar a suas
irniAas, e aos outros legatarios, por morte dclles si-
mente, osaftOOOaOOOr. te fundos pblicos oac-
ees, portpic uesse caso por ellas se nevera enlen-
der o leslamenlo pie oll'erece olguma anibiimiilade,
todava por causa das palavras lumlos e
possuo que amhos u podom lomar cm sentido
mais ampio ou mais restricto.
A'vista do que, o quanlo aolerceiro quesilo he
indu bita vel quo o saldo de lib. 05.10.7, existenle
cm Londres podenco aos legatarios.
E por esla irina lira projudicado 0 esponiliilo o
(piarlo quasiln, dovoildo entender-se que \iuva
benleira de Pedro perlencem os gneros em ser, e
ldase quaesquer plantas, que no momento preci-
so da morte delta se nflo aeliaasem eatuvela, oh seui
oulro desliiio em Lisboa ou cm Inglaterra.
I.Mkki. dejuuliodelHWi.
I Gaztta4tosTitbunat8f.\3n deis de outubro
de IKJL;
= {5
1 -2 fardos leciilos do algodo ; a James Ryder &
Companlii.
licai&ng Iccidos do al^odAo, e de lila e a^od/io, t
caixa selliiu ; a II. ltoylu ^ (lun)|iaidiia.
IKcaixns tecitlo3dc nli^odllo, o do la calQodilo,
11 ditas o 3 fardos dilos ilc al^odo, 5 raiasdilos de
lllllio 0 aliud.ln ; a 11. lilbsoo.
I cail.l torillo de laa c algodjo ; a Roslrnn Roo-
Wcr & Ovnipaulii..
I liarrioa rerragens, 100 caixas follias de Flon-
dre ; a 15. H. Wvall.
i:o'XSn.AI)(l(HRAI..
Kondimeiilo ilo da I a 21.....i7:(i'.t-'i;.V>
Idcui do dia ........ KS!i- lt:i
:J8IJf09.1
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rradiinciitododialal.....'IXkVil
dem do dia ........ 351:1108
:IK7,>VHI
E.vporlacao".
Lisboa, liaroa |>ortouiie/a Maria-Jo*c* dcllHOlo-
neladasrondu/ osciiuiitc : 'i.!.')!! sarcos, \ liairi-
CMe3caluta com 10,799 arrobas c 2 libras do
assiirar, I mcia pipa o 107 barril niel, K\ pran-
rbiesc-JI laboasdc amarello, SIReourot sainados,
1 embralho pecacnanhn, .VI ronros esiiicbados.
Canal, escuna maleta Zultika, de -2i~ loneladas,
rondu/. o seuninle : 750 sarros rom :i;7.0 arrobas
de assucar, 571 saceos com 2.02H arrobase 18 libra
de algodn.
Rabia, uaropeira naeionat /.irrariio, de 10 tone-
ladas, conduz oseuuinle: 50 barricas biiralli.ni,
50 barris o 100 ineins dilos manloii^a.
BuenM-Ayraa rom etcaU por Montevideo, pula-
ra bespanbol'a l'iihln, da 89 toneladas, londii/. o
MfllliDte t 60 pipM earbara, 1,880 barricas c 100
barrii|itinbas rom I0,8!i7arrobase 98libras de M*
siirar.
KKCliREDORIA HE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Ilenilimenlnilodia-...... 753,8711
CONSUbADO PROVINCIAL.
Hrmliincnlofloila2......I:Ksmi.i.>
carnauba de fi em libra : perianto convida-w a
I nem iuleressar dito foi nccimenlo, a comparecer as
2 boras do dia 27 do rorrele, na sala das soss6ea
do mesmo conseibo, ron suas amostras e propostas,
dcrlarando os ltimos presos e qnem os Madores.
S.il.is il.is senrin do consclbo de adniinislraro na-
val cm Pcrnambuco 22 de junbo de 1853. O ic-
cretario, r.lirystov.1o Santiago de (Hircint.
O fiscal ufrogueKl. mS l;r. Pedro lionc,al-
vos, avisa aos babtantes da mesma frepuc/ia que be
cvpressamoule probibido pelas po.turas inunii ipaes
vigentes o soltar roqueas, bombas, o fogo sollo
(buKapos):c para que niugucm allegue ignorancia,
(rauscrevoabaixooart. (>. do til. 6. das ditas postu-
ras. Fica probibido dentro da ciliado o uso do ro-
queiras, bombas c fogo sollo (buscaps): os bfrao-
(ores soffrerao lujtltH) rs. do mulla e dous dias de
prisao.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
MOVIMENTO DO PORTO.
Al-I.l,
podar de Joo, sob prek-xlo de que esla
liendidono legado da verba 10, c no mesmo
J":o:i5B'j:tl r.T
III.
|>i vciilura os dilos berdeiros ou legatarios.
Imito ao saldo de lib. !l5.l;l.7,cm Londres?
IV.
rilenrcmseincllianlessaldse gcuerosn viu-
' ii.mIl' Pedro, e nicamente aos berdeiros
sde Lisboa os ai:ti:l.5.>;wl n. ?
RESl'OSTA.
ogados, etc., parece o seguinlc :
Qiicdcvc enlender-sc lambem romprelieudido no
"WKlo da verba 10 o saldo ,'iu dinheiro, que ao
Preciso Irnipo ,|a morir de Pedro existia em i>nder
i; J.i.l.i, ninii mesmo proveniente de canccularijes
'Has depois do Icalamciilo, alm dos rs. 20:0:iV!i:tl
los puldiros o arnies do Raneo, j4 porque na
neiii,i fundos do que usura o le
taso do
I,
lgala
an.iv
M'I.M
aiuilii
lira,
-......... .......sr. ... qi
'"r' '......pn bendem mo s publiroi, como iiu-
[[MJes do govorno, mas lambem parlirnlares, co-
" nliiiio i arnies do llanco. E que nosla signi-
ampia tomn Pedro a palavra fundo
iiere evidentemente do final da verba !l do
1 'estamento. .Nao obla, porm, o ser caso saldo
rdos fundos producto de expecularoos eom-
leslomenlo, pois quo devo
Pernamburo june 18 IS5:l.
To raplain Le mailro
tlaitro du navirc llquc Charles v\ Paulino de
tiauville.
The passeimers ofllie llip Cndor hirhsailed
0Dlha9.Hl oapril la-l liom Piel Pllillip lor l.on-
dun wllOflO liamos are bereinto auneved aieib^sirous,
previous loquilling Pernaiuburo lo cvpress lovoii
Iheir gralilude for vour noble .and di-iuleie-led
kinilness lo us in baaring down lo our auislanec
S savinu' our Uve.al greal risk to voursclf, i\ ere
uben mu \essel as nn lirc on Ihc lilil of Julia
nal in lat. 1.42, long. l.5-_>. And Iho for vour
:eiiero.ilj in placing vour ll.irqiie eV Slore. al our
.erviec durillg tha VOyag. from Ihe reek ofour
iwn m .el iii Pcrnambuco ; and e earneslly praj
Ihal Iho aaine alnaglil) who direclod so gallaiil hoar-
led a inenilier of a ln.iv c nailon lo our assisi.ince in
Ihe lime ofneed and heu death appcnred ccr-
lain lona mav forever walcli ovor you, o> proierve
u (ron) dangeri also.
Vio further beg Ihal vou ill cvpress our Ibanks
lo vour iilliri'rs. A; ero for Iheir allenlion Aj i-vei-
liiins on our behalf A: our ailmiraliou of the disri-
pliuc \- evrellont mauegemenl of nura vessell lo
wllicll wc ero wilnessos durim: our residenre ou
boaid.
\\'o reniain most rcsperlfullv & gralflllly.
Francia lia- Wickba and'lamil) Aliar lunes
.Marshall llcniv II. Keikes Lit Ih llorebau- llii-li
.Mamilas. 11% laleoner Irederir'k Suiilli ll\ lu-
ios las II. Ulackbwrn audlaimlv, Win. Rrunskell
,Vr.iniilv. Win. Slcad las lloi.k ,\ f.imilv, Uoorg
Hartn, Wm. Ihain Son Iil llell (ioorg liolden
Joseph Laugford, I. Can....... II. riorklon Thd II.
Uavia laltirinlo Uoo Fermn I! ii. S. RaruelUo-
sepb lir.iy AuguiMr. Isaac li. Phillips i\ rainily,
Frailis Elocklon lie. Ilobinson t\ fainih, .M
Kyau &fainily.
Pernamburo june IS 185:1.
Tu Capln, Wm. Lcighton,
Mailre ofllic Ule. Sllip Cndor, l>e-ir Sir.
Previousio ourleaving Ibis cilv for our respec-
ve lionics after our ino-l providenlial alvallom
fruin tire at sea, e are deirou- of csprcsaing OUI
gralilude lo you and of llianking vou lor voiu
real kindnea and allenlion lo us duringour vojn-
uc from Pul l'liillip, and our ailmiralion ofvour
mol...... ,\ eourago, ,\ Iho ablo (\ judiclous mcasu-
resjvou adopled during Iheawiul alluallon, no
wereplaced in on ihe 10 iml., ,\ during Iho cuti-
r dealruclion bv lireoi'ihe noblevsael you com.
mauded A our raiiajiosinienl as niiduight lo iho
banpicCbaile- > Pailliue.
Wi: .dso beg vou \>ell cvpress lo vour ollirers ,\
rrcw for us our ailniialiou of Iheir romlurl Ov indo-
fali:able everlions din ine Ihe traiishes-inenl of our-
elvea \ -lores un l|ia*bofbre inenlioncd niglil,
and thier greal allenlion lo us during our vova-
c; and e trust llllllllhc simo alniigll) god lio
alrlied o\cr A Mveu us all on Ihal ni'.dil mav
ever aleb over i\ pre-erve voursclf \ tamil)
from all dailgera noS\ v hereafler.
We reinaiu.
I'car Sir.
Vour allarhed passengers.
Francia Dawi Wirkieiu & lamil, Aleck Innoa
Maushall llenrv kilke. lal llv lorehaus Uugjl
Manu .lames 1 aironer Fiederiek Smilli llenrv I lo-
ros lal II. Illai-kharii ,\ familv Wm Rrunskcll ,\
r.unilv Wm. Stead lal llook ,v,'r.imih Goorge Bar-
loo, W. Thomson Ins. Ilcl Uao (ioohlon Jo-eph
'.Vheleheail Jo.epb I.....gford I. C......on, II. Floe-
lon, Tbos II. Ilavis la l.nllio It. Firman lien llar-
nett I. ra) Auaiis .Me. Iiaae Alen, Me. Isaar,
II. Phillipo A familv F. Sloektou Ins. Ilobinson A
lamil) II. RvauA. familv.
/Vario* entrao* no Ha 22.
Uio-de-Jniiein. l ditas, patacho brasilciro I (I-
lenfa, de 130 toneladas, capillo Francisco da Sil-
va Aveleda. oquipageniali,carga vaiios goiicros;
a .\o\aos ,\ Compauhia. l'irou de quarenleua.
I), commiaslo Rriguc de guerra hrasih iro (a-
linpe, roinmandanle o rapilaode fragata Frlippo
Joo l'erreira.
Londres .15 dias, barca auslriara Milliil.ii. de
57 loneladas, eapilo T. iliagRO llorio, equipa-
gCOI 10,em laslro; a N. II. llibonV Compauhia.
(Vorfoi siiIiIik nn menino Ha.
Enieoniini-ao Escuna nacional /.i/iiilnia,. rom-
inandaiile Joaquini Alvos Mnreira.
Lisboa Brigua portugUQi Tarujo-Primelro, ca-
pilan JLuiool de Oliveir.l lanera, ralea asailCll e
mais gneros. Paasagclrot, Francisco Cavalcanll
de Albnquerquo rom I criado e .Manuel de Mourn
Itolim ; llrasileiros o com passaportes da presi-
denria.
EBITAES.
o liiui. Sr. iiupcclor di llioBouraria iro\in-
cial manila r.i/.i-r publico, |iara conheclmonto de
queinconvier,quo do l.dojullio prximo vlnilouro
pordianloiafl liauililacOos para b> arronuttacooBi quo
se cncctuareni pcranlo a junta da faieuda.artki jul-
pMlaa de ronloiuiulnde imn o dbpOStO no ;n li-u 1 *
Orcuuliiinenlii inlcrno d.i inesinu Ihesmuaria, o
qual val abaUo cojiiado.
I-, [tara con-.|,'ir >{ iiMiidou afll\ar o prsenle v pu-
blic.u peln Diario. Secretaria provincial de l'er-
nainbucoi IOuojuoIm le 1853.O secretario,.luto-
o FtfteiV ri'.tiiititurianto.
Arliuo l<>. Os documentoscomprobatoriot tlaa ba-
bi I i bicoca dos arrematantes, oosquedevem provar a
idonetdade dos liadoits, acro aprosentados na aos-
ilo da junlaanlcTiornda arremalacjlo, para seren
(omndm em consideracAo, resolver-so sobre a llanca
o adinitir-M' o licitante. Conformo.OaocretarfOi
tntonio Fcrrelra d4nnun arito.
o llscal da (regucxlade S. Joti, ra publico pa.
i,i ciMilifi iini'iiiu los moradonada referida freguo
/ia, (|ii publicada neslc Diario, esta autorisado a varejar o-.
quintaos onde lito consta que existem imuudiciai:
ou quaosquei ubjoctos que possem prejudicar a sau-
le publica. Krcitue/.ia de S.Jos do Itecifc, ITdeju
h. de 1853.< > llscal, Joo Jo$6 de Monte*.
SABBADO 25 DE JUNHO.
l.'IIWDi: MILE
KASCiSiLDO.
.sol, a.liierraodo actor JOHIiE E lili WAN-
IIEbl.EV. .
As *.) horas em |Kiulo a orehcslra dar principio a
limallas lucidores ouvcrluras, no liin da qual lera
lugar o baile.
A mcia noilc tlar-sc-ha principio a nina loteria ,
rulo plan, beosceiiinlc : 5 hilbeles premiado, c
105 luaneos : I bilbele inleiro da loteria do ilio de
Janeiro, scr.i o maior premio ; o iininediato sera
nieio dito ; ii tereeiro I quai le; o quarla 1 ailavo, e
oipiinto I vicsimo, ludo da mesma luleria do Rio.
lo.ia- aspeasoai quecompvarambilhetaa den-
Irada, rereberao eraluilauenlc um oulro para a dita
loteria.
Aifamillaj quequlicrem anhillr amledivarU*
ineuto,terau entrada gratis odireilua un rainarole,
os hoiueus porlll, que as ariiin|iaiiharem,roinpiai.o
o riunpeleiite hilbele de entrada.
Preco do rada entrada...........-sikmi
A- -enboi.is ina-raradas nada pauau, concluida a
lotera se bouvor lempo rouiiuuar.i o baile al 2
horas.
No dia do baile se ani......iara por cala folba a que
luleria pcrlenre os liilheles, quo se euuiprarcm para
esleiliverlinienlo, nem C........i- -en- ni......ron, a Un
de evilarqiialq.....' des.-onlianea.
As familias que se quiorom preiinir rom algum
eamarnlo de numero especial, poilerao mandar avi-
sar aos encarrogados do divarlrmeDlo.
Senborcs aprrriadores, divertimenlo o dinheiro ,
os espera IIMKW-'OOO do rs.
ATTENCAO.
A irmandade da capclla imperial, das frnnteiras
de Nona Senhora da Assumpr.lo, da Estancia, o
juiz escrtvao o o. mil. congregados da mesa, par-
liclpamao respeitavel publico,.um despachoobli-
do do (Hu. Sr. I)r. jiilide cnprtlas, que veiili-
caudo-so um direilo que assiste aos pefrloLarios,
o nao negoa n sua ju-lira como sempre ro-
luina, que lano rararleris a esle benigno maais-
Irado; em lim foramos referidos aulorisados a admi-
nistrar a capella da senhora da Aauniorao, em
virliidc do fallerimenlo do ox-admini.lr,idor o fi-
nado Sr. M. F. J. de Mello, Heos baja que a sua
alma sejasalva^ii.' lauto esta irmaudado aprorei-
tando o cusejo, raga a lodos os devotos sinceros da
divina padroeira que lias orcaslcs prcrisas nos
queiram coadjivar com aquella dovooao pia que
oulr'ora sempro moslraram.
No botcquim da rya larga do Rosario n. 27 ,
prcrisa-so nc um bnm caixeiro, preferindo-se que
enlcnda do coiiiibo : a tratar no mesmo com scu
proprietario.
Em poder do abaixo assignado acba-sc um bi-
lbele inleiro do numero 5098 da 36 lotera do Mon-
te Po do Rio de Janeiro, pertenecido ao Illm.Sr.
Joflo Doniiiiguos Torres morador na cdado de
Sobral. Jos Uodrignen Ferreira.
. t) Sr. Francisco Rufino do llego Barrlo, le-
uda a hundade de ir a ra do OiCspo n. 10, a lie
godo de seu inlercsse.
F. Dragn, cidado rrancex, rclra-so nara Ba
Iii.i c Rio de Janeiro.
A pessoa que qoer comprar una hiberna rom
p.....os fundos : dirija-se ao |ialeo do Ierro n. I.
tISr. Manoel Mendos t'arueiroda Silva, quei-
ra auparercr no Trapiche do Ramos, anegociada
inlere-se.
Prcrsa-se de um pe<|ucno para caiveiro : na
ra lama du Rosario, venda n. K.
Avisa-se an Sr. I. V., que baja de ir pagar a
quanlia de 10)780 rs. que deve na ra da Praia
n. 15, du centrarlo ver scu lime por extenso nes-
ta folba.
loOlivcira Jiinnr embarca pa-
a sua csrrava Julia, rrioula, de
AVISO Jl'RiniCO.
A segunda edicto dos primeiros elementos pra-
licos do foro civil, maU> heni corrigida e acrcsrcnla-
da, nao -o a respeito do que allerou a le da refor-
ma, como acerca dos despachos, iulerlorulorias e d-
finilivas dos julgadores ; obra casa lao inlerewanle
aos principiantes em pralica que Ibes servir.) de lio
conductor : naprai a da Independencia ll.CcK.
fll^KmSS!f^5!Smi!
/VVSJAO CtT^lKlICtoT
OsiibaiMiassij'iiiuloa continiiiiin
a renqnear ludas os clnsses cm
:;
; Anlune
le Jnucir
avisos martimos
PARA A
rom grande
i>ECLAKACO'ES.
i iiro
Pela segundaeccejoda mesa doconsulad
vincial se fai publico a todos os colectado, m
posto de Iris por i rulo, pe lenreele ao auiin liuan-
reiro de 1852 a lsl, que no proviuiu nu.1/ de julho
paain-.ea evliahii a- COlUp
do juioacompetenle exceular a l
dcixarcm de pagar o referido iiup
( coinnmIio adminlslrativo, c
tul 'sarao da presidencia em seus d
do eorrente mea, teni do
Fernando us ohjeclos n*;
relares, alim
los ,-.quelle-.que
tu.
i virludc da an-
u seu- dona oflirios de JO
ompiar para o presidio de
linios: 2 han i.
rar In amo, > sanas arroz, I arroba aramia, I raiva
alclria, 10 arrobas bolacha, \2 libras clin, I barril
de l|H de pipa villhe lilllii hoill.
Para a Igreja,
I barril pequeo atolle dore para a lampada, lli
medidas vlnbu branco.
Para forneriinenlodo anilazem.
I barril agurdenlo branca, 2 arrobas alvaiailc.
I dita ac do muo, 2 ditas ai
de :t| emoia de grossiira, I dil
na,i ilila rame de ferro lino para soldar, I alqucl-
re rea di......Idar, S leive- ano- de Ierro, sendo i
e-lreilos e i hunos para barris e pipas, i Heaies,
sendo 2 chatos e 2 de ponas, i na urocbas de
raiar, 1 cbieolos barlwnirs, 2 arrutis biirriuba de
reno de ron iinao, :l quintiles barras de fon oda Sile-
ra, -o lida-, 500 curdas para andamio, 10 toneladas
carvo de podra, -' leive-chapas paracaonns, e cu-
beras de l'eehaduras, radilbii.de ll.inihurgo, sendo
_' do n. I, 2 de n. lli, 2 de n. \2, 2de n. 8, c 1 de
n. i milberos rravos sorlidos. 2 peras rabos de
......illbado If2 Delegadas degroasura, SOOcaibros
para concluir a aideia nova c nial, serviro-, 1 da-
maulo para rollar vidro, \2 euves de inao, .'IIHIal
queiros farinha de mandioca para rbnieciincnlo di
I me/es, 2 arrobas forro quadrado de :i quarlas i
mcia pnllcuada de grossura, I quinlal ferro da Suc-
ia de Igual grossura, 2 feives ferro de veranda (in-
BAHA
lerjuitn rom grniido btx'vidnde n nova
i: veleirn suinacu oacional Ainpliili'itc,
capito Antonio SemcSo dos lli'is; para
cargo epnsgageiros trnta-sc nn rito du Cu-
dria Yclliii, ii. 5(1.
Para n Ilio de Janeiio sabe ale o dia J5 iUi
eorrente, a velona barra nacional Matitiltle ; rere-
be nicamente pasaagciros e oscravos a frer: a Ira-
lar com .Manuel Alvos luerr." Jnior, na ra do
Trapicho ii. 11.
1(10 DE JANEIRO.
Scuue improloihchiioulc no dia sifo rorrcnle,o
brigue nacin.il l-.l'ii'ti : recebe passageiros o es-
crvos a frote, para oque Irala-se rom .Marbado e\
Pjnheiru, na ra do Vigario, II, l!l, segundo andar,
ou ruin o capilAO, ua piara doConiuicnio.
Frela--o para quabpier um do- pollos du nor-
te e sul a brcaca Veungano Feliz, dolle do 20
calas : na ra da Cadcia do Recite, luja de lerra-
uciisu.fi, a qual se acha fuudeada uu lorie do ]
Mallos, delimite do chafarla.
Jo:
ra o Kio
11 aonoi
Na ra do Aurora, rasa junto ao collceio das
arpillas, precisa-so deumcosfnhelro, oucoalnhel
ra, ede iiineslribeiro, ambos liv res, iiaciunacs, ou
ealraugeiros.
- / //::.'./ /"',"' -
CO.NSI LTOKIO IIOMEOPATIIICO.
28 ra das Cruzes 28.
(OSSET BlUONT tem a honra
ss de participar ao publico, < parti-
cularmente ios tem amigos, quo
estando rcstabelecido du molestia
que acidia do sollicr uclia-.so
|ironi|ilo ciiino (lanos, paro ncu-
.-, dn i qualmicrchamado.
:' / / / 1 : i i
Pelos dous \,-i|
de Janeiro, deivou o
Jornan ii Comniert
neilando que rbssem
pede a pessoa em ruj
de osonlregar ao >ln
ores cllCgados hoiilelll do Rio
abaixo assignado do rercher us
fe de I a II do crlenle, o sus-
dc-.....-aluinhildos do rorreio,
i poder elle, estiverem, o favor
assignado, na ra do Cra-
lo da .Imlrml.
Conralves Lisboa tem
ia Travesa lili Madre de
po, luja n. lli../oso Jiri,
( Sr. lenlo Martin
una carta viuda du Sul :
lieos ii. 10, primeiro andar.
Precisa-so do urna ama pura coalnliar ceoni
pial iDiarua ile Hurlas n. LIM
II
Alug
na eslreil
trastes no niesmu s
Constando ao
(onralvcsda Cunll
Luz, eneaheeado n
P.iu-d'Alb i. Iiin veildid
nudo
idar
ariu : a lial.n
loado.
berdeiros de
i. que
asa n. 31
armasen!
ujt;
ral os seus sortimentos de l'u/.oii-
is por baixt prcoos nao' tri-
nos de unta pera ou nina dn/.iu,
a dinlieiro, ou a prazu, conformo
se ajustar : no son armazem da
punja do (Jorpo Santo, esquina da
ra do Trapiche, n. 48. Kos-
tron Itooker & (]orapnnhia, nejjo-
ciunlcs ii!{hv.es. (h mesmos avi-
s5o ao respeitavel publico que abri-
r in no lia 5 do eorrente me?, a
sua leja de fazendas da ra do Col-
legio e Pusscio Publico n. 15, d-
igid pelos srnhores Jos Victori-
no de Paiva e Manoel Jos de S-
queira Pitanga, para vendern
mi' atacado ea ivtalho
Caelaiin Pereii'a
no t.oucalves da
locas, comarca de
Ierras perlcnrenlcs amues
nfn^l'.i
LEILAOV
ilenrv Forslcr Cotupinba, farSoIeilgo cm
ni..... lote por iniervenraj dn agente liveira, cm
presenu do Sr. cnsul dos Eslados Luidos, c por
conta o risco de quent porlencer, da barca ameri-
cana tannah Sprtigue, capilAosIloo|ier, Icgalmeule
condemoada ueste porto, mide arribou, procciloiile
do Chile, carregada deguanon o i-hu inaisse ven-
derfio Iros vergas novas de sotiresalenle da niesnia
barca, eiisleutes no balbeiro
no Forle do M......, onde i
evaiiiiiia-las cun autccipacil
ancoradouro dosle purlo :
reulc, ao meio dia cm pon
mmerrial.
do Sr. Jacinto Elesba
- prolendonles podeni
i, issiin como a barra,
quinta feira S3d0C0r-
i, a porta da associite.lo
AVISOS 1IV2RSOS.
a II
nde-
GOMMERC'IO.
PRAVA no UECID'B .! 0B JIMIO AS :i
HORAS DA TARDE.
Colarnos ulllriaes.
Cambio sobre Londres por letras de fura a 28 l|2
d.90djv. a diulieiro.
COmprat de tinturar.
Branco i.-orleJa -lisie i-d.'p rs. por arroba.
Maseavaihi esroljido a 19700 u 15*00 rs. dem.
&I.FANDEC-A.
Kendiinenlndodiala2l 2.51:1)7.5^.152
dem do dia 22.......2I:1S>.7,
rriar-, po-liiioii-,'i,
lciidci
' a eipressao fundos que poMUo a |scll Mcllor.i) Compauhia
27:l:lliO>520
Dttearregam boje 23 dijnnho.
Rarra americana Mariana niercadurias.
Escuna iioriicgueuse Melernen dem.
Escuna nurueguense Itijon dcm.
Ilarca fiance/.a Crile carvilo.
Rriguc franco/ Atara idem.
Imporlacao .
F.scuna inglcta flynji, viuda de Liverpool, con-
signada a Johnston Palor & Compauhia, luanlfe
lou o seguinlc:
:ii fardos e 51 caisas Iccldos do algodo, 11 cai-
tas e I fardo dilos do linho, 7 caitas lento, de al
godflo, I dita Iccidos de linho c aluodAo, I pacolo
dilos de 13a o algodao, :I0Jiarris nianlriaadu puno,
.50 ditas oleo de buhara. 50 dilos nianlciga, I em-
bralho rolngio. de ouro, mi .uceas pincola ; a
Johnston Palor V Companhla. '
2 barricas obras de labio, 21 raivas armase espole-
tas, 70 enibrulhos pas, 100 fo-jaieiros, :>. barrica,
grades, H caitas e 95 barricas ferragens, 50 barricas
salitre, Si barris prego. ; aS. P. Johiislun A; Com-
pauhia.
22 caitas teridosde linho, 0 ditas o 9 fardos ditos
de algodo, 1 Mita dilos de la ; a Jones ,\ Nash.
5 fardas loclos de algodo, 2 pacotea ditos de
Lia ; a lto-a- Draga f> Companbiii.
17 raidos c '.) caitas leridos do algodilo ; a James
Crahlree e\ Companha.
:i<) caltas e2 pacolcs leridos do algodo t a Kus-
glet, I dii/ia formos largos, 6 ferros de rebute rom
rapa c com 2 miagadas inglesas, (i ferros de gai lopa
com capa, ti dilos singlos com 2 pologadas, iDoia ar-
roba g, 6 grozas, I gaivelecom spnarelho, 2 jai-
ras de barro para agua, 2 lapis, \i limas de arn
fundido chalas de l a u poltegadas, 12 ditassorli-
das, miireas, >\ ditas dulas, de roda, pequeas, \2
liinates dos mais pequeos, 2 liwos para a escrip-
'iiraeilo do almosarire, de 100 Iblhas, I diln para
iililas, lu.issi
SOHTES PAMA VESPEUA DE S
\'eiulc-se papis ruin-orle- divcrlldas
Irelimonlo das sortea de S. Antonio, > !o8
fundido qiiadr.....i '* 'i"1'1."'" : "' '"raria n. o K.....Praca da
ico do biirriiibii liendenea.
Itltmsil CLEUKS' PROVIDNT
ASSOCIATIO.N,
An evli'iiordinarv General Meeling is eohveued
for Saliir.lav, 23 O June, at 6 P. M., lo he hold at
Ihc Trea-iirer's rniiins All Memliers are rcqiiesl-
ed lo lie presen!. Porsons dosirnus of becoming
Sharehidders mil piense allend.
Byordcr,
Jamen lluuler,
llon : Sec:
PernambUCO 2J mi June IK59.
No subrailn da i ua do Queimado n. 3,
ineiro andar, furlarain no dia I do correnl
um rologio de ouro, raiva cubera, palele suisso
de ii. 50, du aulor llugnenim Agoncvc, o junta-
mente una eorrente gni.-'.i, ntamele, o urna cha-
vo, eiiihi ludo de ouro; roga-se I todas aspessossa
qnem elle rnruffererdo,aprehenile-loe o le-ara dita
luja defa/H'iiilasn.:i;l,ipieser.ibi-iiireroiuprnsado;ds-
conluvae ser vendido para o lado raglhe, por se desconuar de urna pessoa que fui para
esse lado.
Coiilina a oslar fgido, desdo o din u do
malo, n piolo lljou/io, de llaeau l'->.i, de 20 aiillns ;
ii camisa de algudflo (raneado :U\ Babia, o |cal(a
siru do guias dosscnleiiciadoi
pronos i par da Ierra, ti machsdol
50 olirei.i- em ngo, o reamas pa|
lilas papol paulado para relocAcs,
pollas i.....l Iti bracas, S.OIKI pi
ditos ctaos, 2,000 dito '
le linrniro. II pl.iina
ara carpinlelros,
I branco honi, 2
too |.......as. nu
i caibraea, 1,000
ipaisdo Reino, 9,000dito.
las, 12.....i- p.n.ia bal-
i.a, i podras de iniolar, 2 raivas salan, 18,000 l>
Iba-para concluir aideiaIIOVS e mais serviros, lo
Ii iurbas sorljas, o garrafa, tiiila para esrrc'ver, I
barril tinta v?He preparada, I dito vinagre, 50 vas.
somas de plassalia, I raiva vidros |iarii caltilhoi
2'HI, I quiulal verquiuha redonda, I quintal ver-
galhflo da 'Suecia do I pollecada. 21 verrumas de
cavilhar, sorlidas, lucia arroba sinco,9 dusias pill-
eis para piular, sorlidos, (i ranadas vernfaj de
alealrflu, I libra acido ntrico, I dita acido sul-
frico, 9 ditas hiciirbonalo de soda, 1 dilas es-
peiniarele verdadeiro 2 olidas evlracto de ac-
nito, mcia dila essencia de rosa, ( ditas gonima
guita, 9 libras mi/- de galha, 9 oueas kermes
mineral, 1 libras macolla, 20 vidros opodohlc,
ineia arroba oleo deollvelra, 8 libras oleo delln-
liaca, I dila resina de jalajia, 2 dilas sulfaln de
ferro, 8 ditas salsa parrilha, I dila sabio incdirinal,
1 miras larlaro emtico, 21 garrafas viuho hranro
geoeroso, 30 dilas vinagre, 8 oneas opio tirulo, 8
ditas cbloroformio, 100 sanguesugas: as pessoas a
(piemronviera venda do (acs ohjeclos aprcsciilcm as
suas proaoslaa em carias fechadas, acompanhadas
das roinpclonlcs amostras, na secretaria du runsclho
adminislralivo, estabelerido no arsenal de guerra,
as tu huras do dia 90 do correnlc mez. Secretaria
do consclbo adminislralivo, para forueciuiciilo do
arsenal de puerro 22 de junlio de I93.Brtl0 lii-
ylez, coronel, presidan.Herminio l'ereira do
Cumio Jnior, vogal esecrelario.
(I consclbo do admini.lrarilo naval conlrala
por lempo de tres inozes.de julhu a selemliro, para
o. navios aliados, barca de escavano e enfermaria
de niaiinba o foriicrimcnlo dos segaiBtas gneros :
.mu/ branco do .M.iraiibilo, agurdenlo hraura de
20grnos, azeiic doro do Uslioa, a/.cilede enrrapato,
edito doce do Aleiliterraneo, sasueK braueo de pii-
meira sorle. bouwha, baeallwo, caf em grita, rarne
verde, dila socos, farinha de mandioca, feijo inu-
lalinbo, leuha de mangue cm arha., po, tourinho
de Simios, vinagre de Lisboa, e velas slcarinasede
dupii-
le/
le
de algndiln lliincinlu de lislras aiUOS,
alio, ebeiu dn corpo, sem barba, cun
buen, o fallo de um dente na frente de
chato
sem fhap,
wincipio de
liiiivn, nariz
lliprldo, haslanle barriendo, pos f.....
sos que parecen! incliedosi quando falla he aliapa-
Ihsdo, no i......unca bomas palavras; bstanlo car-
regado de physionomia, abre ponen os olbns, quau-
do anda ou para, parece espantado; foi oscravo de
Numeriano Josi uo Barros que morou no enganho
Pilili, c boje liba das Cobras, fteguesla do Cabo ;
bcilosuppor quealguem oeodoxissoou o (urlassa,
para vender algum senhor do eiigenbo, Irabalbava
rm anna/i'lil il'assiiial ; e DOT i-so rOga-SO i! qnem
elle or offererido para o vender, c as aiitoi idades
policiaes. capilles de campo epe-soasdo puvn. oap-
prehendain c levein-iio a ra da Cruz dn Recite n.
III, que se eratiheara generosamente.
Ilcsappareceii no illa 21 do concille oescravo
rozinheiro, de nnme.Manuel, rrioulo. rabia escuro,
ileidadeile 22a 29 niinus, CMDOSsigaaei legtiinlesi
eslalura balsa, reforrado du corpo, rosto roinprido,
testa regular, olhos pelos, naris dalo, hekosgros-
os, orelhas pequeas, pouca barba no quelso, paj
regulares, leudo marcas de vrulosas na- cosas :
.pn in o apprclicmler, o levar na niara do roin-
mercio anisa do Sr. coronel Mainedc, .ou na Pas-
saaeni da Magdalena, sitio de Francisco M.imcdc
de Almcida Jnior, que scr.i bcn rcconi|icnsado.
No dia 22 de junbo desappareceu um prclo
rrioulo de neme Luis, de 10 annus do dade,|iiK'o
mais uu menos, e lovou inn rasado ala-au, grande
rapado, rom cangalha ; esle prcto tem prenle, en
Csruaru: quem o capturar lera a hundade de o cu-
li BU na ra Nova n. 27, a sou senhor, que pagar
as despezas e recompensar.
10,000 lis. DE RECOMPENSA
a quem cnlreuar ui.i.i gola verde bordada de ouro,
En dula desde a ra Nuva ala rea Direila: na ra
uva loja u. (0.
Pede-so aoSr. administrador du rorreio, que
se digne fazer asToelivS a ubrigai;ilo que tem us ca-
pibles das embarrar/u-s hrasileiras, do diircni parle
un correin do dia de sua partida, o viicni bu-cu a
mala.c na falla applique o remedio conveniente pi-
ra que soja comprla esta parle do regul.mieulu do
curreio.t) ttgaanlt.
O Sr. I.ouienro Jos Itoinan, uncir diri-
gir-sc a praca da Independencia n. ti e 8,que se Ihe
precisa fallar. doAmparon.il.
IU.....IgOldlO, e preleiiile conliuuai a vende-las sem
iulerveiicu dos mesmos berdeiros ipic silo uellc enn-
senhoros, o fascm publico paca que seja conhecida
esta circuinstancia, edesde prolcsuim por seu di-
reilo quanlo as aliciiacocs leiliis, c as que se houve-
rein de faxcr som sus nlervcnco.
Ignos Mara das Viruens, piirleira ovaininada,
piide ser procurada rm casa do sua residencia, na
ra dONogiioira n. 11, segundo andar, a qualqucr
luna para cscrccr usa prolssBo.
Precsa-se do una ama de ineia idade para o
servido de una casa depouca familia; na ra dos
Quarlcis n. 30.
Ollcrece-sc para caiveiro de luja de inimle/as
do que lem bstanle pralica, mi para oulro qual-
qucr eslabelccilneiilu, um muro brasilciro de idade
de 11 a 15 anuos, u qual d.i dador a sua conducta :
a Iralar na Gambos do Carino n. 91, ou na na dn
Collcgio, taberna n. 5.
No da sabbado, is de junbo, pelsj lo horas
do da, perdeu-se un embrama rom !.5*vaia- de
rooda, adverlindu 9 varas de bien eslroUo c a ren-
da lambem eslreita, 6 raras de nma qualidadee ou-
lras (i de oulro, ornis I vara do biquinho, i lenros
de cambraia bordados de marca ruin birn eslrcilu ;
dos llairos Baitos al a ra de Aguas Verdes:
quem achou, e quizar por sua lleudado entregar,
ihrija--o as Cinco Ponas, rasa n. SU. da banda que
d O sol a larde, que lera scu premio.
o abaiso ssslguado fas publico que no dia !t>
do correnlc Iho fugio um oscravo a sen engrudo
Jugara, de nomo Custodio, de idado S5 annos, es-
lalura alta, eros.o do corpo, piiiiro barba, rosto
grande c sobro o redonda, lelo, quem o ve parece
que e-I,i com mlva, falla sempre do vista haiva,
beui empernado, ps grandes e largos nos dedos,
bracos curtos e ::ro--os, inao- grandes, cabello beni
piolo o pegado ao casen da rabera ; levou comsfgo
mu ravallo ra-lanhu, capado, cun u ferro de YP
juulii-. lem mu casen da lun lascado, chalo o fciu,
mauqiicija algunia cousa ; quem o apandar ou le-
var ao referido engolillo ou a ra da Cmleia do Re-
cite a'Jos Antonio da Silva (rilo Jnior, re-
cebera a cralilicarai>do5lc-000 rs. nu mais, confor-
men distancia em que for apandillo, pois suppbo-SO
lalvez fosse elle para u serl.in de nli'lebe lilho.
Joito UeanaetMa tic Millo liarrelo.
I I RIO.
Xo din 10 dn crrenle, na nccasi.lo dn Testa de
Santo Autiuiiu, fiirlaram da Igreja da Cungrcgarao
Irr-jamis dcpuirollana (pie eslavain ruin flnrcsna
banqueta da rapella mor: roga-se a lodos as pos-
a quem forera oITerocidos a vender, ou que sai-
liaiu dos uiesmus.paiticipar au Ihcsourciroda rinan-
dade Jos llodrieues Cuelbo..
I)ii-se dc50SOOO al 1:0001000rs, a premio
de dous por cento ao mes, -obre neuliores do ouro
ni praia: na ra do Anudo, n. 27
Precisa-se de um caisclro
de venda,cit conlieciuienludo
Direila, n. 72.
Roga-se a pessoa tpic no me/ de mareo do
crrenle anuo ciupeuhou um paiiuu lino a Manoel
Josd da Molla pela quanlia uo I.'ijSIO rs., baja de
n vir tirar no pro/o do tres dias, na ra de Sanio
Amaro, n. 28,ocasn un tire val servcudidu pela
tnesma quanlia para o pagamento, Racife 20 de
Junbo de 18.59.
....::. ..;:".::.' :.
$ l'rccisa-sc de um teilur pul logues, para um ;,
5^ sillo perlo da |irara, preleriiidu-se dos recen- ,';
$-) cliegados: na ra las Crasos n. 2s. ^
O abaiso assiguado fas solete au publico, o
mullo principalmente o quem coniler, queoom-
piuii, desde u dia 15 deste me/, a taberna siln na
Je Santo Amaro, n. 28, a Jos Suares da Silva
Pimcnlel, o como presuinc nada devrr ue-la prara
at aquella dala, por ssu faz o prsenle anninirin,
csealguma pessoa se considera credora do auuuu-
cianlc, dever.i aprc-onlar sua ennla uu prazu de
Ir- dias, coulados da data deste, iiiidos os quaes nao
sera nllcndula Iransacrilo algiima. Recite de Pcr-
nambuco, 20 de junbo de 1859.
Frunciteo l'onles Fernandez.
O bacharcl Allunsii Jos de Mcndonra, pro-
uiolor publiro de l'orlo-Calvo, advoga nai|uella co-
marra qualqucr rausa rjvel de ipic o qiiciram cu-
carregar, podendo uestes oito dias ser procurado
nesla cidiidc, no pateo do Terco, n. 197,
Premios niaiores oblidos neslajii-o-
vineia ua luleria 17. do theatro dnic-
llicriM cuja lista acaba de eliefjarilo llio
de Janeiro
Qtiartosn. 5830, 10:000,000 de rs.
Oituvos equarlos n. 5158, i:000jjf de rs.
Oitavos ii. 1825,1OOO.OOOders.,emui-
tosoulros premios de iOO, 200, e 100,000
rs.: os possudores podeni vir recebes' o
competentes premios, que se pagio nos
lugares do costume. iolia-*e a venda a
loteria 56. do Monte Po, cirju listn sces-
pera n 5 do futuro mez de julho.
Troca-seum predio nesta piara, livre e de-
sembaraen lo, por sitio do rnqueiro. OUOteravos : a
ipu ni cunvier, drja-.c a ra da Guia n. (ii, segun-
do andar.
I ,i/ u boles de San-Joo, cangica do niilboji
verde muilo beni feita : ua cidade de Olinda aira/.
Tcndo-se |ior varias vozes rogado aquellas pessoas
quo eslilo dovendo conlas antigs na talierna da ra
da Cadcia do Recifo n. 2'i.delionie du beceo Largo,
que veuhaui pagar seus dbitos, o como puncos o
leuhiim feilo, por isso ainda pela ultima vez .e roga
a lodos cm gcral, quo venhom fazer at o flm du
correnlc mez, alo para Ibes cvlar maiores dospe-
SBS, a-sini cuino iiquellas que ou por jii nao |ioderem
pagar, marrar mu lenqin cerlo para fazer, na cer-
teza de que us que nao ruinparercrcm para urna uu
OUlra musa, se publicarn seus nomos, c se usar
dos (erutos jiidcaes,iio selendo rontemphsco com
ninguem.
AS BELLAS PERNAMBI'CANAS.
BseelleDles sorles para S. Antonio, S. Joo e S.
Pedro, a lll rs., rada nina, de ducrcnlcs cores c
linas nniciuloas : na ra do Queimadu, loja do iniu-
de/.as n. IU.
Olferece-sc um linnicm rasado, sem lillm-. o
qual enlendc do plantarnos, para feiturisar um fii-
lio, ou iiiIi.i oceupaco seinclbaute : dirija-se ii
ra du Turres, n. 8. segundu andar.
AVISO AO PUBLICO.
Os iihaivo assiguadns avisam an respeitavel publi-
ro dcsla ridade, senhores de engenlius c fa/endeiros,
ipie cm sua dolica iiieora} sila na ra do Raugcl n.
8, em frente dn deecn que vai pura o arsenal de
guerra, eonUDuam a vender as verdadebras c bem
nceiluadaspilulas para bdbas, cravos seceos, go-
mas c dores venreas pur mais antigs que sejam,
riijos bous cllrilos rouleslain Indas aquellas pessoas
ipie dellas tcem frito uso. CoiiiposirAo du fallecido
pharinarculiru Sebasliilo Jos de Olivcira Marcdo :
e para que o respeitavel publico se nao Iluda rom
oulrus annunrius que tem apparecido, l'uenios n
prsenle, quo assignanms.I'euolo & l'inlo.
I., l.econle l'eron > Compauhia ,
preciso alugar um litio, (pie leuha boa
casa, c que seja perto da praca : a lid-
iar na cusa dos aiuiuneiautes, na rtia du
Cruz. n. 20.
Aii'cniln-se um cnjjonlio com 25
escravos, 25 hoil e 25 beatas, icrlo de
enibiiripie, com safra para tres mil pics,
urna girando destilacao e una poreno de
roca madura : a pessoa (pie esle predio
pretender, dirija-se a (ravessa da na do
Vigario ii. I segundo andar, a tratar
com Antonio Gomes Pessoa Jnior.
DEPOSITO eral do rape! piincc/.a do
Kio de Janeiro, (rosso, meo- da Cruz, do Heeife,
na ra
da
Cimba enca'regada
novamentc noticia que
provida de rape da nic-
liesco, aos pre(;osjii sa-
l, os dous primeiro*, e
que tonlia pralica
iiiiicuuducliiiuii ra
'-
e lino
n. 25.
Viuva l'ereira
deste deposito,
Stmpre se acha
lime qualidade e
linios de I280
1100 rs. o lino, sendo de cinco libras p
tu cima. A grande procura desle rapo
un fulla do de Lisboa, (pie lem hnviiio,
lem provado bem que he o que melhoc
o pode snbslilaHr. Accilu-sc pulquee n-
clainaco que baja por deleito de qua-
lidade.
Lava-SO e eimomma-sc'rom asseio e |ierfeic;lo:
no paleo da Ribeirade S. Jos n. 15.
ao nmico.
Xx No armazem de l'azendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
vende-se um completo sorlinicnlo
(Ir lii/.eiulii.s, linas e (jrocas por
precos milis I ni i mis du (pie cm ou-
irn qualquer parte, tanto em por-
\iics, cuino a relalho, iIIhiiciiikIo-
m: aos compradores um s preop
para lodos : esle eslabeleeimeulo
nbrio-se de combinaefio com a
maior parle das casas eommeiclnes
ingiezas, francezas, allemasesuis-
siis, jiiini vendar fannda inaisem
conla do (pie se lem vendido e
por isto ollerecendo elle maiores
vantagensdo (pie oulro qualquer;
o proprietario deste importantees-
Inlielecinieiilo convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em jje-
i'iil, para que venliam (a' bem dos
sens inleresses ) comprar fa/.endas
baratas, no ainia/ein da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio l.u i/, dos Sa
Dosappareoeu a ti du passai
, por nomo Ccraldo, o qu.il representa ter de da-
do 2H a 1(0 anuos, Icvaudu vestido camisa de algodo
Ii amado, calca de zuaito o com um suir.in. L-le
prelo vcio do Ico remollido pelos SrSPCaiiuuha -
I Un,-, os quaes o (inhaiii cumprado a Manuel
Rodrigues da (aisla, da villa de Milagro-, comarca
du Crato, provincia du Cear.i. londo o dito c^cravo
prrlciicidn lambem a Manuel de Jess da Conceican
Cunda ; o para mais esrlarcciniciito tem os signis
-ii.....- : liavo, cabellos branco. nos pellos, bas-
tiiule barbado, andar corcovadu, c falla muilo bai-
xo : quem o pegar lev e-o i ra da Conceican n. II,
qgnser bem recompensado, ou ii ra da Praia, ar-
ma/.eiu de Giiilberinc Soarrs Rolclho.
Desejaudo a viuva Koma morar
lora da praca, airendi a sua lypogra-
phiii, sita na rila da Praia, u. 65, a
(pial esla' Diputada tanto de pi-elos como
de typos de dil'Ierenti's qualidade, e em
eslado de imnrimir qaakiuer obra :
quem n pretender dirija-se a mesmo of-
hcina.
Alu";a-se. ou vende-se urna canoa
iihiila, cm perlcilo estado : a Iralar un
Irnvussu dn Madre de Dos n. 5, primei-
ro iiiidnr.
Arrenda-sc o engculio Cachoeira lirandc na fre-
guesla de Sirlahlam, muilo hum de agua, de boa
pruducr.lo, com ba uiucnda, misas, estufa, furnias,
dislaulc dn embarque duas leguas c ineia. quem o
pretender dirija-se ao proprielario do mesmo nu en-
aenho Vicente Caiiqicln, na freguezia da Kscada.
Aluga-sc a piidiu i.i da ra Real n. '7, prximo
ao Mangninho, rom grandes roininodus e lodos os
seus perlences, |ior proco niuilu ciuunudn: a Iralar
na casa n. U da mosnlS ra.
Quem livor una laboras com puncos fundos,
queqneira vender, pude iiniiunriar sua morad* lia-
ra ser procurado.
I
mos.
lo.


'

ios m:\tes.
!

J.|J mic, o bem mullendo dculisla ha mais de 10
.unios nesla (iran, pode ser procurado a qualquer
hura, na sua residencia, na ra Novan. 111, primei-
ro andar.
IIOMEOI>ATHIA.
llonriquc A.Cbaves, protrssor cin I.....icopalhia,
liralirainio desde o anuo de ISV.">. oiiIili 1.1 a dar
consultas de grara aos pobres, |iodcndu ser procu-
rado a qualquer llora do dia, no MU consultorio, no
alerro da Iloa-Visla n. -JO, primeiro andar.
Precisa-se de uin omassnaor para
pdarin, que tenlm pratieu, e de imi ne-
{jro para o (tirara Ordinario de urna ca-
sa : no pateo da Sania Cruz, padaria nu-
mero I (Mi.
llesapparercu da praii do Forte do Mullos, na
noile de 18 para tildo currenlc, I embono do cedro,
de barraca j tenido : quii livor adiado, ou der
delle noticia, sata nralilicado, na ra da Cruz n.:lt.
Desapparcceu no dia 19 do correulo um negro
por minie Luciano, uac,ao Angola, alto e seceo, d-sc
ao vicio de embriagues : qiiem o pecar, leve-p i n.i
ilo Collegio n. 1), que ser generosamente recompen-
i-ado.
t'rccisa-scalogar una casa grande coin com-
modos para grande familia, lias ras segundes :
doSebo, Arano, Augusla, Imperial e Cinco Pon-
as : qiiem livor, amiuncie ou dirija-se a ra Au-
gusla n. 33, ou o Iravessa da Trompe n. 9.
Na ra da Cruz n. 13, primeiro andar, pre-
nsse de tima ama de leile.
Precisa-sc de -.KiaooO rs. ajaros por lempo'dc
um auno, dando-so |ior scgiiranra um cscravo do 25
anuos c sadio, c paga-sc os juros quo convencionar-
i,o : quem quizer esle negocio annuncie..
ATTEXCAO*.
(.hiein precisar de urna i ira capa de panno lino
azul, peiTcila, nova, forrada con velludo de seda,
lem mais de 10 covados de panno, feila em Lon-
dres, a moda liespanliola, c do mellior misto: a
quem lhc couvier, dirija-so a ra do Trapicha II. 5.
Quem quizer possulr um liom rclogio de ouro,
liorisoulal.quc se pode dar a rinileulu.e ruca SO por
M'iliilas, dirija-se a ra do Collegio n. (.
Os ;il>;u\o assijjnailtis lu/.ein pnlili-
deia do boira do Hcril'c, u. II. Ihes per-
lente, desde o dia l de abril ultimo ,
romo consta do sen contrato de socieda-
de da mesilla dala, registrado no tribu-
nal do eoiniiierelo. Ferreira & Cruz.
Precisa-sealiijja-seurna pela capti-
va, de bouscosluuies, para sen ico de una
COSO depequea lamilla : a halar na ra
da Cadea do lleeife, n. 2.".
Precisa-se de nina ama de leile ,
i pie seja captiva, para halar s de.....
menino de dous inezes ; pa;a-se bein :
na rua da Cadeia do Iteeile, n. 2,"i, se tu-
la' quem preeisa.
(I Sr. Jos Caelano Pialo de Canallio lem
nina caria viuda de.Macei, para Me sor entregue :
na rua do Crespo, u. 10.
(1 Sr. reverendo padre que qui/.er mandar fo-
yer alnum brrele, dirija-se a rua de Aguas-Ver-
des, n. 35.
AVISO .VOS SENHORES DE ENUEMIO.
Alientas as mandes vautaneus na moaaem de cali-
na, provcnie.ilcs de ler os tambores dai moeoda
pcrreilameiilr lorne.idos.oaliaivo Resignado respeito-
sjmenle lcmbia aos scnlmres de OOReobo que na
mi.i fiiiidicau de ferro cin Pora de Portas se pude
pe ledamente lomear de novo un Jogu de lambo-
rc*i e aparar c eudircilar os denles das carretas cun
lauta preste/a, que se pode cnlrena-los no msalo
dia, evilando-se assiiu o inconveniente da demora
dos carros e o impale da mo.fncm ; assiiu con,, '"uc
a niesina fiitulieausn acha senipresorlida, nao su uv
noval moonda do diversos lainaulios c modelos, se-
u.iii lamiiem de rodas dcnl.ul.i-. lauto para auna,
COBIO para aniuiaes de Indas as proporroes, a saber :
volts por volla, sola e quarla, volts e Ierro, volla
e ineia,duas, Ires, qiiarlro volla-, ele, ele, c por-
tadlo que qualquer scnbor de engenta querendo ac-
celerar a sua inoeuda, a Ion de moer mais caima no
incsinu Iciupu. ou iclarda-la, a lim de espreinermais
liquido da mesina ranua, piule sem demora esrnllier
as rodas eooipclcilles. Fundirn de ferro na rua
du Itiiim paseandoocbafaris. D. II'. HwntHin,
eiisenlwtro.
COMPRAS.
(Jmipnuii-M'csrrjiM>s, o >oinlcm--p, rm'lcin-
m de eommhu0, lano para ji provincia como para
rradella; na rua doa Quarteis n. 34, rogando an-
dar
Gmpi*a-SG nina cai*ixxn usada, cui
bom sliulo, rom arrcins pora cavallo :
na iiia da Cni/., it. 10.
Co/npra-se um braco lo l>flafh<;;i, coin rnnrh.w
v alguna ne-os. o aluga-M una eacrava |>ara oiicrvi-
ro do uma caaa : quem a livor, (iirijn-sc ao alerro
la Moa Visto n. KS, osquina lio Hospicio.
libra, mcsiito em porfo : na na larga *!*> Rosario,
lalierna n. 17, tlelYonlo do quarlvl.
O'inpra-sc estT.ivos e vende-aa "lo roinmis-
sfio, lano para a provincia, como para lora dello :
na rim Volliu u.,Vi.
Gnipra-se umaprela dmela idailc, pie niio
lenha vkfsi nem acnaojuoi, onuclenlia algoniaa
fi.iinihi.nii'-; paga-ae iicm agradando: na rua daa
au/cs ii. (t. c
Gnnpr;i-se un boi manso, tpie sirva para rar-
rora, c que nao soja vellio ; paua-so buin : quem o
livor, annuiH-ie para ser pcocurado.
VENDAS
LIVRO DE SORTES.
Na linaria n. cH, da pra<;a da luilcpciiduria,
\)'iide->c o oxcellcnle li\rodesorl("-, que lem por li-
lulo
A URNA FATAL
S3-3
DESUSOS IHIIWIN.
OBSCOBEBTA AS BSCAVACO'ES DE
POMPEA.
Novamcnlc acrescenlado com lil sorles adiadas
|Hir um escrutador as referidas ruinas; |ielo dinii-
uiilo|re^o de iDOtm rs., de lodos os h\ros condeci-
dos be esle sem duvida o mais propriu para n enlie-
tciiiineulu das imites de San-Jnlo e San-Pedro, por
couler SU sorles as mais ilivetlidas c adeqoailas hd
assiimpto, e cuja veracidade lorna-sc quasiinfallivcl.
Vendc-sc ricas serles para S. Joao. coin aincn-
doas 8 do linas rores, a -" rs.: na rua Nova, leja de
i Im|......u. I.
Vende-se um mulaliubo, de IK anuos de ida-
de. piopriu para pagem ; um cabriada de 10 anuos
de idade ; um prcto, proprio para arma/em, e nina
calutiilia, |>*spria para iiiiicainlia, de 15 anuos de
idade e com algomas dabilidadcs : na rua Yelda
D. .V.
No aterro da lloa \ isla, luja do miude/as n.
"i. veudo-se um relojio palale ingle/., de ouro. o
qual de iiiuiloliom reeulador, epor precoconiniodo.
\'ende-so una mulata, de ^0 anuos, de doa
ligara, engomma muilo bem, co/inbn, lava, ccosc :
na rua do Colleuio n. 21, primeiro andar, se dir
quem vende.
Vende-se um cscravo, de muilo linuila Rgurl,
para cani|Hi, ou para rua : na rua do l.i\ raden-
lo u. I.
r N'cnde-se ponidos, da mellior raca de daledo-
rca : no alerro da lloa Vista, padaria n. HO.
Vende-fie urna vaeca, rom urna dizerra, lilba
da mesina, do anuo, muilo mansa, e lioa de leile:
no aterro dos Afosados, para ver, e para Iratarrom
\ iclorino Francisco dos Santos, ou na rua do Ilan-
gel u. ">i a qualquer bora do dia em um dos lu-
gares.
Vende-se ura terreno, com 100 palmos de fren-
le 6 tiOO de fundo, na estrada de Lab do Reg em
S. Amaro, passando a poni adianle do Hospicio, a
c- io, que o comprador qui/er dar : na rua do Colle-
gio u.21, priineiro'audar, so dir quem vende.
Vende- um grande -lio no lugar de Parna-
ineiriin. passando a Ponteado IVIioa, com grande
casa le viveuda, o um sodiadindo de rerreio, glan-
de cocinilla eoderta, ealriharia, coclicira, rasa para
prclos, rom bous arvnrcdo* e Ierras para planlac.io :
n,i Iravessa do Versa o. 13.
so i'ot.i i;n:s pon :.ot) lis.
E-ti a \eiula, na roa Nova, Inja n.-fll, um sorli*
lucid,, de lo^iiele-, erandese pequeos; issimroino,
bomba, pislula-, o raluuuas de fogo, ebegadus de
HamburRO : os pielendenli's queiro-se jircvcnir
ale i.....ile, vislo aniaulija a- luja oslaren) fecludas.
BRACOS E BALANZA DE U0MAO'
&COMPANHIA.
Vi'ndo-c bracos de balunni de Romo
& Coiiijiiiiiliia pniprios pura balcao ele
vender *' irtaliu, t: mais barato do que
em Otilia ([tialqncr parte : a trillar na
rua do Yigai'lO n. 10, soiinflo andar.
OleoespeciBco para curar a caspa e con-
servaro cabello, conliaua a venderse na botica
da ruado Rangel n.lil, a 610rs.cadavidro.
No l'orlc do Mallos, del.-jnlc do armazem do
Sr. Joaquim Francisco d'Aleni, vende-se por coin-
modo preco os seguimos gneros rdegadns agora Araralv : cera de carnauba supciioi em grandes c
pequeas porcDcs; sola e couros iniudos. Vetad*
carnauba composlas c puras; bolios lyin arranjn-
dos, o muilas obras de labvrinldo asscnladas em
deas fazendas.
iooe#*t#ii!9ooooooi
0 COIIIES DE CHITA.
;.; Conliniia-sc a vender rolles de cdila fran-
reza larga, cores llxas e lionilos|iadrfies, lie- M
y lo liaroio preco do 25)000 rs. cada rrle, lia- C-
jj$ vendo porra para escoldcr : na loja do so- ,"'.
35 brado amarello, na rua do yoeimado, n. 39, S
:;;:::;;:;. :.:.:;:;::::::;.::':;:;: ::::.-V
l'ltANr.AS DE SEDA.
Na loja de miiidezas da rua do Colleuio, n. I,
vende-se as lucidores Ironrasquc leem viudo, lauto
em qualidade cuino cni padres, |wr prefo mais
commodo do que em oulra qualquer parle.
Conlinua-soa vender muilo superior maiileiga
ingle/a e franreza, 4W), 580 c (110 rs. a ; rda ll>s-
00, a iyT60,SfSMO 25Ors.S ti ; fannba do llci-
no, a 100 rs. ; dila de Isptoca, a KO rs. a ;
cerveja nuil* superior no Palco do Carino, venda
u. 13, piulada de verde.
Vende-se mu cavallo duin carrciiador. e bola a
lucio, perpreco coiiuiiodo : na cocdeia do llolrli.l :
a Iralar na rua da t'.rii, no Uccife .innazem n. 02.
Na rua ilasCruies n. lo. laberaa do Campos,
vendo-so e aluga-se biidas hamburguesas, das nie-
lliorosqus lia no mercado, lano por junio como a
relaldo.
a lab.....a da mquiua dsruadasCruie n. 2,
vende-se multa gneros dous c barslos, mualeiga
liara os dolos ileS.Jo.io, inglc/a, a 500 is., dila a
(illl, dila a 920, e franreza, a 560, queijos, a 19900,
rb, a 2sll. 2?210 e l->SIIO, lineuica, a 110, palos,
a 2to, viudo engarrotado, a 900, xoo, tilo o "itKi rs.,
existe do veldo e nao se pcrgiinla se be buin, dilo a
:I2", dilo a2S0. dilo a 2Oo220, c mais muilas
rousasqiie se nto dizeni por cau-a da despoia ser
mande; lambcni se vende a taberna .....aso de nao
apparcecr urna pessoa que tome a dita por dalancn
ou de -ociedade, em qnanloo dono vai fazer nina
viagem: quem prelendcr, dirija-so a luesina.
VIMIO di: HOltDIM \.
Si.Jiilicn einargol em caisas de uma
du/.ia de uxcellente i[ualidade: aeha-se
a" venda em eiwodeBrunii Piiiegeri C,
na da Cni/.. n. 10.
PIANOS.
Bruilll Praegerdl C, rua da Cruz. n'.
10. receberam de novo ulguus pianos
folies liiiiisonlaes de inoderiia eiinslriii-
eio. eni lom us mais bellos nossi\ris, ese
tendero inulto em t^onta,
INSTRUMENTOS DE >ll SICA
It i ii i 'ii Praeoer i\ l'.oiupanliiii, lia mil
da Criix, n. 10. receberam de novo uro
sorliineiilo de iiislriiiiienlos de inusiea ,
Como se ain, llautis ile bano em mi be-
mol e fa', COm i eliaves ; pisles emn sua
competente aiivt ; flautas de bu\o; vio-
loes ile dilleienles ipialidades, e emn ma-
eliiiiisino ; assim ininii 2 violue* I'HIIIIS-
siinus, linios jiiaineeidiis ile mailicperu-
la ; laiiiliem recommcndam o sen gran-
de sortirneiilo de lodos os mais instru-
mentos, lano para oielieslra. COII10 pa-
ra msica militar, por menos preco do
nne emoIltCll parle; sendo para liquidar
contas.
OLEADOS PARA MESA
em lindos descnlios, eom pinturas linas ile
Unirse filelas, proprias para salas, \en-
de-se em eonl i : em easa de lliiiun l'l'ae-
gei'&flunpanhia, na rua da Cruz, n. lo.
Na roa do Vijaiio piiineiro an-
dar, e\ilte para vender CUIXIM eom cera
ein velas de l.isluia, eoiiiosoilimenloeoiii-
nletO de I a I(i em libia, a 1,10(1 rs. ,i
libra, eceraem gmime, de muilo boa du-
ra, por preco barato,
Vcnde-se uiualtlo, na piaia de S> Francisco
da cidade de (llind.i, rom boas Ierras de planlar, ",0
e lautos pea de i uqueirus, ca-a de pedia e cal rclili-
cadfl de IIOVO, e urna possc ile una ciinal ile prive
pcrlciiecnlc ao uicsino sitio, ou Iroca-se por mu cs-
cravo : a Iralar em Fura de Portas, ca-a n. I "i.
ATTENCAO'.
Vende-as um esersvo peca, com 21 anuos de ida-
de, do muilo bonita ligara, proprio para boliciro ,
ou pagem, por montar moilO dem ; iiji rua llireila
n. Tli.
Vende-se um sellim cun lodos o- -cus perica-
ees: na rua Imperial, IravOHS do l.iina, sobrado ile
mu andar, ronfronle ao rliafarin.
Na luja de ( portas cni lenle da igreja do l.i-
vnmonlo, venda-es cbilas de cores rom muilo doin
pinna, a IO rs. o eovodo, riscadinho franrez de co-
res escuras, a IIH1 o cuvado, alpaca de cores, li-a e
de quadros, propris para Metidos de scnburas, a
210 n cn\adu. lencos de caniliraia brancos, dilo.
ruin barra decores", a Ido cada um, dilos pan......-
nuios, a Mh-, cada um, rrlesde rassn chita com t
varas o meis, a 19600, o diales de dia prclos para
"p'f.CHINCHA PARA BOLOS DE S. JOAO.
Nos qualro cantos da Boa-Visls, por bailo do
sobrado II, I, vende-so superiores manleigSS ; inan-
leigS ingle/a lina, dila li.iurcza. queijos novo), li-
nos de comadre |wlu ultimo piero, iegUBdoMn qua-
lidade.
os qualro calilos da Iloa-Visla, venda II, I,
vende-te parasenhora el......em luiuancmvlndoa
du Porto, por limito baivo preco.
Vendc-sc una dunda criolita, de 17 amniste
idade, propria para mucama, por ser muilo boni-
ta : ruado Rosario lama. n. 22, segundo andar.
ATTENCAO AS PECH1NCIIAS.
Vi'iulc-s chita a 160ra* lua, do IKI) rs., ram-
ela* de lindos padnics miu.io- a i1"> rs., miiulinlias
nuiilo tinas a '200 cJ0rs. o cumuIo, rltcailloliof
franri'/cs linos a 20 rs. o rovaito, crlrs tic eollolcB
bordidoo rqaiMinoB| Igualmenlo braitcoi para ca-
Ssinicnl", vcslidos do barra. 'Jiavatas e muilas oti-
Iras Ta/cndas barata* : na rua .Nova, n. i, di-lioii-
ii' da (itnirpiraodos .Mililares.
Na rua" dasCru/i-s n- 2, vcihlo-M nina rri-
til.i. do l<> anuos, Imnila lisura, lirolliitla, quecit-
oninia, rose lioui lo, mi lab) linlho, coxlnbao
lava ; una dila de ofeganlfl liuura, oupiiniua, ro.c
bein cblOi marra o lava dowbo ; oulra dila de IH
anuos, com as nieunai hahilidades, e com una li-
llia inulaliulia de .0anuos, tose clio, co/inlia e lava ; mu mulu-
iiideii, anuos, ptimo para pagem; o uma prau
de ini'i.i idade, qilO rozinlia e lava do ralwo.
KSTAMPAS DE SANTOS SANTAS.
ftiegoa i loja de miuilexii!* da rua do GollOftlOi u.
1, as seguidles eslampis, em pimo pequeo c gran-
de : Sania Familia, Nossa Senhora das Dores, o
Senlior Crucilicado, S. Jos, Salvador do Mundo,
Corarlo do Jesus o de Mara. Gafa dos Apostlos,
S. Jiai), S. UallieuS S. IsUCaa. S. Marcos, Nos-
aScnliora Nossa Scnliora do Bosaro, S. Mauocl e oulras mui-
la>, quo se dciinm do anuunciar; c de louca, o
Menino Dos, S. Jacviillio, S.0cn(o, Nossahenlio-
ra da (lonceirao, ai Tres l'csoas da S.iiiljimi
Triiidido, S. Paulo, jNossa Scnliora das Dores, S.
M;ii-."i. Sanio Anlonio, S. Joao, Sania Julia,
Saul Luiia, Sania Apolonin. Sania l'raiuisra;
relrnlo de Napoleao I a cavallo, illo de Napoleao
III ,i ravjlid, o na orntsMii da coroanlo edu rasa-
inenlo, dilas de S. M. Kuiionio, dilos lo D. Uibcl
11, i,nuil,i de llcspanha, dilos de Espartero,duque
da Virloria ; 'cm collt'inV*, a re\oluc.lo france-
sa em IKiS oiio estampas, Gonealo de Cerdova
Uilas. M>sleros de Par 1 dilas. paulo e Yiiui-
nca dilas, Ziilenn 'lila-.
:oii.ooo us.
Vende-se por .VKJpIMMi r.. uma(jpngrn|.lii,l coin
iiiai. ileTl! de lypiK milito liciii Sorlidos, o um
buin prlo do fino p.lo : a quem ronvier dirija-sc
,-ft-ii.i da- la u/es n. 28, segundo andar.
4
PARA OS BOLOS DE S. JOAO'.
Vcnde-se maiileiga inglc/a do primeira surte, a
',......., dila do segundasorle, a HO rs., dila de ter-
cena sorlc, a i rs., dita francesa a mellior que lia
no mercado, a "Gil rs.a libra, farinliado reino mili-
to nova, a 100 c 120 r. a libra, assucar de ludas as
qualidade*, pelo precodocostumo: na rua dos Mar-
Ijrios, laderna n. 3p, ,
Vende-se urna lwrcai;a de 10 cartas em saceos,
fundeoda no rae- do BanMa, pioinpla a navegar,
por pirco rollllllodp: a Ir.ijar no ai iiia/cni dr .\u
Ionio PintoSoares, no liccen du Carioca n. l.
Vendo-so urna uegrn que sabe rozindar, lavar,
engomniHr, faier lodo o sen ico do cas, e propria
para vender na rua : dirija-se a rua Nova n. 9.
Vendc-sc espirito, a 13300 rs. a ranada, ceva-
da, a 80 rs. a lidia, farinda de aramia, a 100 rs. a
libra, es|ierinarelc, a GiO a libro : no palco do Pa-
raso n. .
VENDAS.
VELAS DE STEARINA, Trncelas, de 6 cni li-
bradranras e de rores.
CEMENTO do llambiirgo em barricas de II ar-
rodas, ebegado noMimeiilc.
ACODE Mil \H-mini,i.
OI.EO DE I.INAACA cni tatas de j gad.es.
HtlTI.M DA INDIA da primeira aorta, c muilo
alvo.
PAPEL DE l'ESO ingle/branco e anulado, o
peanas de ac tambera inglezas.
ZINCO KM I'OI.IIA, proprio pora o forro de no-
vios ou |iara a eoderta de ledos, e por una quarla
parto do preco de rodre ; o uiesuio cm luidas fura-
do, pro|irio iara das.
I ni roniplelo sortiniculo de V1DIU1S ordina-
rioscomo COPOS, CAI.IX, GARRAFAS, ele.,
que se vender muilo cm Coala para fechar a far-
fura.
CABOS, LONAS E IIKINS DA RUSSIA, c una
porcSode I.INIIA AI.CATIIOADA.
. tiln lacinia itcquena de VIMIO DE CIIAM-
l'AtiNE iiiiiilu sii|icroi, e ebegada agora: rua do
Trapiche n. 3.C. J. JSTIMY \ C.
A ljGOO ItS.
Corles de fQHlfUi amarclla para calca : na rua do
Crespo, loja da esquina que volla para a Cadeia
COLCHAS BRANCAS COM SAI.PICOS
a 18600 cada nina
na rua do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cedis,
ItiALII fs ECONMICAS
para mesa a I.^GINl
na rua du Crespo, luja da esquina que votta para
a Cadeia.
POTASSA sirauoK
Vi'iiili'in-si' [un- privo limito rom-
modo, no numaxem n. 7 de aUandega, de Jos Joaquim Pereira J
Mello, mi no csci'iptorio do Novaes &
Compuihia na rua do Trapiclie n. ~>\.
Yriuli'-sc rica (|iiiii'iiiiiiis, balaios.
cestinhas o bandejas, ludo ilr.i, liiuiiliis c proprias pam Irutus ; 'us-
siiu ciiinii vai'ids(guras,tiuteiros eoiiti'os
obieclos da uiesmu iiualidade: na ruado
Cubitgn' lujii de tniudezas de ijuatro
piulas.
Vendeni-seein casa de Me. Cal.......t & Com-
pauliia. na placa du Coipo Santn. 11......emule:
Mullo de Marseill......I caivas de :1 a ti dlllillS, lindas
em novellus ecairelis, dreu em dnicas limito
m-andes, aro de milasorlido, ferro ingl
S Vende-se lio di' tdgodfio da Ila-
;,'; Iiia, por piero i.....iniodo : no es-
^i criptorio de Novaes o; Goinpanba,
V^ na rua ilo.Trapiche n. 54.
Veiiilein.......M'i,laiii'irus-ollin.iimle/es, pa
tente, de nula e sem ella: na rua daSen/a la No-
VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barrisde ., ">. v. S.: no armazeinda rua
doA/.cite de Peixe ll. I \, ou a Iralar no
eteriptorip de Novaes i\ Conipanliia, na
rua do Trapirlio u. -ti.
NA LOJA DE SEIS PORTAS EM I MENTE DA
IUREJA Do I.IVRAMENTO,
vende-se pecas de rliila de cores com nuiilo dnin
panno, a .V-OI11 r-, a peca, cortos de rassa edita ruin
0 varas e incia, a INK) o corle, e diales de laa pre-
lus para lulo.
CHAPEOS DE SO!., A 1x280,
na rua do Crespo loja.la esquina quo volla para a
Cadeia.
DOCE DE RACORY.
t'.lieuou rcenle.......le do Marandao una pequea
poican (lestedelicado dore, o mellior que lia, lauto
pela sua evcelleiile qilalid.iilo, cuino por consonar-
se pul mudo lempo cm perfeilo oslado: vende-se-
ein ca-a de I 'unte \ Irinii. na rua da Cadeia Vi Illa.
Asencla de Edwln Man.
No rua de Apollull. G. arnia/ein de Me. Caluioitl
ov tloiiipanliia, aeda-se coiislanleuieule bous sorli-
nioiili'. Je laivas de Ierroeo*lo e daliiln, lauto ra-
-a cmiin rumia-, inoeuda- Deliras luilas de fi'i ro pa-
ra animar-, naos, ele, dilas part armar em niatlei-
ra do lodonos laniaiiluMo mndclnsosmais moili......-,
machias horiaonlal para vapor ruin forra de
'l cavallus, rCOS. pn~.lileil.i- iW forro c-laudado
para ca-a do purgar, por menos proco que us de "-
iire, cscinens para navios, ferro ingles tanto em
lian as'cuiiio cm arcos e tullas, e tildo por barato
PARA FECHAR CONTAS.
Vende-se cera em velas em caixns sor-
tidos, mercurio dore milito superior o
em pequeas eaixinhns, nzeite de peixe
em volumes pettuenos, barricas eom li-
nliaea ein rao, iliarulosda ll.ilya. Jaca-
randa' em cossueiras, o de superior (jun-
liil.ule, fogo da Cliiua em llguras, ele.,
ele., ludo se vfjudcpm mais liaivn pre-
co : na rua do Vigario II. I", segundo
lindar.
Vende-se Colchas brancas de sal-
pieos muilo encornadas, propriaspara o
lempo de fro, a 1,600 rs. cada urna: na
rua do Crespo, loja n. (i.
Veiideiii-se rologios ile ouro, pa-
tente iiij'le/., os iiielhores que lem viudo
a esle increado, o do inais acreditado
fabricante de Liverpool > em easa de Itus-
si-l Mellon & CoinpanliiOi na rua da
Cadeia to Recite, n. ~>(i.
Vendem'-se vaquetas de lustre, para
coberta de carros : na rua da Sen/ala
Nova ii. \->,
CALCADO BARATO,
Na rua Nova n. S, luja de Jns
.Morena,
da um ricosorliineiilo desapaloes de de/erru. mu-
ro de lustro, borxefnsiasdeslieosede botoea, indo
para boiucm, pelo mais barato preco que al aqui
lem havidii: quem dissiAe quizar cerlilirar, dirija-
sc n'ilila luja ; ulverliiulu, pori'in, que si'isc vende-
rao adinlieirn, o que nao se fsn alale algilm alm
dos praeos aqui mencionados.
Sapales do lustro franre/cs.....1^800
Diio- abotinados da Itussia......i;-iii
Ditos de de/erro franre/.......:l?GO0
Boneanias com doies.......79tHNi
Ditos elsticos..........t-mni
SSepofTlo d. fabrica de Todo, of Sanio, na Baha.
Vciule-se, ein casa'de N. O. Itielier i\C., na rua
da Cruz n. 4, alginla Irairrado (Cnquella fadrica,
muilo proprio para sarcos de assucar o roupa de es-
clavo-, por nraeo coiiiiiumIu.
Vcnde-se um carnudo de-i rodas rom \ asseu-
sentos, sendo -J pala ineiiiiios.com lancaovoracs pa-
ra I e "2 cavallo-, em muilo doul estado por le -ni"
fabricado a auno e uieio, por proco commodo: os
prclendenles dirijam-sc ao alerro da Boa-Vista n. G,
segundo andar, das fias 10doras da maidia.
Getso.
Vende se ucs-ooin dan iras, rlieado ullinianiue-
le : em ca-a J. Kcllm f Cuin|ianliia, na rua da
tan/ li. .".'i.
Vende-se prasunles JMttsasmajtn novo- ptra
fiambre, lala- rom liolarlunlias ile -oda iiiulc/a.qiici-
jus ile pialo, conservas multo novas, semenlos do lo-
rias as quididades de liorlalire, chegadas iillilinuiieii-
tc: na rua da Crul ll. 46,; dofronte do Sr. Dr.
Cusuie.
Vendo-sc una esiTava com algWnas habilida-
Ics, e muilo boa quilundeira: na rua do Aragflo,
ii. *.
Vciule-se um lile grande, proprio para qual-
quer nrvico : na rua do Pilar n. !)2.
A BOA PIJADA DE LISBOA.
\ eiule-se rap ciu loiiinmul.i: na rua da Cadeia do Uccife, loja de
Jolo da Cimba MagalliSes, 11.51,
Veadc-se um ptimo cabriolcl quasi novo e
muilo dcn conservado, eom robera oosrompclcn-
Ics nrreios : no palco do Hospital do Paraso, co-
ebeira dos carros fnebres.
Vende-sc um mulalu de idade de 28 annus,
bom offlrial de sapalciro, o eom lodas asqualidadcs
desejaveis;SO comprador se dir oraulivoporquc se
vende: no paleo do Terco, a. 137.
Moinhos de vento
com bombas de repulo para regar borlase bajas
de eapim, na fundica de D. W. llowmun: na rua
do II......us. (i, 8c O.
A 6,000 rs. peqannM, 5,500 rs. (randas.
Vonilein-so eliapeos de sol de seda iuelcza de
superior qualidade, pelos prcros aeinia : na rua
do Collegio n. 4.
Venilc-se relogios de ouro e prata,
patente ingle/.; na rua da Scnza I la-No-
va n. te.
POTASSA DA RUSSIA,
Vende-se polassa da Itussia, eliegadn
ltimamente: na rua do Trapichen. 17,
Vemle-se viudo da Madeira de superior quii
lidadeemquarlosc oilavosde pipa, por nrero rom
modo: noaraiasamde N. O.llieber ^ Compiiubia
na ruada Cruz n. 1.
A 500 RS. A VARA.
Itritii Ir.incaUo lir.uico depuro lindo, milito on-
eorpado: n;i loj;i iln csqiiiiui VOlia i'.ii-i \Cadeia.
t'.OBERTOKES Di: TAPETE
Escures para csrraus, a 909, I30IK1 c IpIlOrs.:
ua luja ds esquina da na (InCrcspn que volla para
COBERTORES DE TAPETE
Na" rua do Crespo n. (i. vende-se superiores cober-
tores dealgodo escuro, puquios para esclavos, a
900, 1,-ikhi rs. e lyMOesda um, brim trancado bran-
co de lindo puro, a tul rs. a vara, corles Je dito es-
curo, a Iffllt) o 123000 rs., corles da cdila cnni habi-
dos e liana,a .^XHI rs., leudo 1:1 rovailus rada um,
chitascsiiuas deludas segaras, s loo, 180, o 900rs.
o covado. -.-I pelo maeao, a ^JiSK) cllR-IIO, pan-
no prelo lino, a :i e ~(nsi rs. o eovado, dilo a/ul
muilo lino, a 1^000 rs. o eovado, pecas de camliraia
de salpicas ruin 7 vara', a i e I9a00, 0 maltas mais
fa/eudas pur menos preco do que em oulra parle
na rua do Crispo, luja u. 0.
Venderse farello novo a d.ooo rs. a sarca: ni
rua du trapiche ll. 8.
VinllOS superiores de Hiteellas
,branco' e de Colares [tinto] em ba'rris ilcquinln:
veiideni-se em easa de J. heller \ C.
SORTES PAPEL.
Vende-se evrellenles surtes para Sanio Anlonin.r
S. Juao, de dillerenles rores: na rua du Itosario
larga, luja de miuile/asu. {}.
VENDAS
A vcnladeira urava inglesa n. 07. em casa de Ja
mes Crablrco i\ Compauhla, rua da Cru/. n. 13,
VENDAS.
.No arma/eiii de Jusr Juaqiiim Pereira de Mello,
no largo da atfandega, vemle-se os seguales gne-
ros le superior qualidade e preces commodos; sa-
cas com feijilo branca, dilas ruin dilo amarello, eai-
\as coin ligos, dilas comameivas, e peras suecas, sac-
cas coin farello de Lisboa rom ;| arrodas, e o mais
lino que evisle un mercado.
Vende-se quatro pianos, chegados
agora, do mellior autor : no eseriplorio
deltollie i\ Bldoulac, na ruado Trapiche
n. 12.
I'jit easa de Rollie > Itidoulae, na
Frederico Chaves vende um carro de i rodas
com eiios, patente ingle*, cni bom oslado c por pro-
co muilo commodo. .
Vendeui-se verdadeiro vinlio de
cliampajjne de e.\ceJlente qualidade, e
milito ein' eonla, para liquidarlo* : em
casa de Brunn Praeger C, na run
da Cruz, n. 10.
CHA' SUPERIOR.
Superior clia'Hysson, cliefjou a livra-
riti do pateo do Collegio n. C, de Joao da
Costa Dourado.
Vende-se superior rape de Lisboa,
recentemente cliegado, a 3,200 rs. a li-
bra, preco este do contrato : na run do
Crespo n. 3, ao lado do arco de Santo
Antonio, loja de Guillicrine da Silva Gui-
mares-
Anda existe uma pequea poreao
do ja' acreditado remedio contra a em-
briaguez, viudo do Rio de Janeiro, ea-
ena-se a vei
ea n. (ii.
da, na rua do Itaugel, Imli-
MANTELEIES.
Vende-sc manlcleles o rapolinbos para sc-
nliora, prelos e de cures, bordados auu-
lli.i. de goslo, iiileiranieutc novos : na luja
do sobrado amarello da rua do Queimado^
.Joaquim
rua do Trapichen. 12, vende-So:
Ferro, a imitacao duda Suecin.
Aeo de milito.
Arados de Cerro.
Moendns jiara assuear.
Tai\as de ferro.
Sement romano, primeira qualidade
Cobre para forro.
Pollins de flandres-
Ztnco em folln.
Lonas inglezas.
lirins da Itussia.
Couros de lustre.
A/.arcao.
Seceanle.
Amarello e a/.ul em po.
Charutos de Ha vana,
Oleo de lindara.
CASSAS UODEUNAS.
N'eiud'-se cassas do edresescoeosas, lim:iudii
v/, de seil.i de quadros, fa/emla mui-
lo moderna, do muilo goslo c rdr fi\a: na
loja do sainado ainaiellu, da rua i\t> Ijuei-
do, n. 20.
ende-se um cadrioiet novo, coberlo, rom ar
reos OU sem ellos, assim como duas carracas novas
bem eolisiruidas para cavallus ou boh, o lanibem
arreius, para os mesinos por preco muilo commodo:
na rua ila Sen/ala Vclda, defroiilc da loja do Sr.
Martina pintor.
SUPERIOR FAZENDA PARA ES-
CRAVOS.
Nos qualro calilos da rua do (.hicimadn, loja u.
20, vcnde-se algnilau da Ierra, de muilo boa quali-
dade e pur prero couunoilo.
INTEUESSE DAS SEN HORAS.ULTI-
MA MODA DE PARS A H.ooo RS.!
Novo e varadu BOrlimonlt i- ra|K>tnhos desfila
para st-nhonLs, coin as mais moderna* cores, leudo
cnlelles nuiilo dclirailos, ornados rom muilo lioas
(raneas desuda: \uiidc-sen lli^MM) rs. no arma/um
denMIldlH de (ioveia s\ Ueilu, na rua doQucimn-
Vende-se casas lerreas, ditas de sobrado, ler-
reno'ttini aliieires de petlra eral, edilos sen el-
los: a fallar coni o i'ont'i.n geralMiguel Carneiro.
Becife I. .le jindii. de 1853.
UI'ltK.loS DE ALGIBEIRA
nyle/.es. tic palei.le. \ende-so porpreeo rutnmodn :
no arma/um de Itarroca ,\ Caslio, na rua da Cadell
do Reeifls ii. i. #
Vemle-se deo de rieino : na rua da Cadeia
\ illi.i. loja do i'errauens n. 'i4, |tor menos do une
em oulra qualqiwr parle.
Wndem-se lonas, brin/a, hrins e muias lo-
nas da Itussia: no arma/em do >'. O. Itielier <\
('ompauhia, na rua da Crin n. .
,:; \ KSI IDOS IIKSKIIA. &
$t) Na loja i\o sobrado amarello da rua ;; Oueimailo, n. K ha para vender um rom- .:
J.J pelo snilinienlo de corles j3 da de ries e blancos, fa/emla muilo boa c jg
vo do muflo gusto o por preco commodo. c#
/;;;;;;:;::.:;:,::: ;,;:;.';:;:.;;.;;;;i: -c;-:;;;:
PARA OS BOLOS DE S. JOAO'.
Na rua Amaisla, taberna de Virlorino Jos Cor-
rea de Sii vende-aa manleiga france/a, da mellior
tpie ba no mercado, i "itKt rs. a *, dila lagleai*, a su-
Lotera da matriz da boa vista
Os billietesdesta lotci-ia, que corre no
dio 15 dejulho, seja ijn.il ror o numero
r vender, acham-sca venda
Boa Vista, lujas
dos senhores Pedro Ignacio) e Guima-
rSeS; S. Antonio, boticas dos senlioivs
CIiii(jur, eMoreira, e lojas dos senhons
Fortunato, e Bernardino ; Borde loja de
Domingos TeKeira Basto, e ein rasa do
tliusouriro, o ciual espera toda a coad-
juvacfio do publico, Era todos os lugares
da venda se secebem em troca billieos
(la lotera du S. Podio Mnrlvr. Berilo
13 de jiinlio de IS5.".
Jos Teixeira Basto.
lotera de nossa senhora do
rosario.
Os billielesdesla lotera urbam-se a vendanoa lu-
gares do cosime; c o Ihesoureiro esta dispuslo a fa-
zer corro as rodas no din primeiro de jullio aluda
que liquen, ulguns billicles por veader-se.
Vcnde-se duas carreras, urna de quatro ro-
das, muilo boa, e pdc carrejar pelo menos I _*) nr-
mbas; oulra de duas rodas, em muilo bom estado;
ambas sen cm para boi ou cavallo : na rua Nova,
cocbelra rieJroule do paco da cmara moolcipal*
Vende-se rarcllos tic arroz por preco mais
commodo que be possivcl, servindo estes na falla do
milito para vallinlias : na lra\essa do Qucimado, la-
lierna Ui 3s
Vcnde-sc urna miilaliulia, uma croulinlia,
ambas tic idade du a 10 anuos, muilo lindas, j
coaem muilo bem, e milito boas para um pai tlar a
urna lilba : na na ilo Culleuio, n. di, primeiro
andar, se dir quem vende. ,
Vendc-sc IH oseravos, sendo d mulatos tic bo-
nitas Oguras; I muala quaengomma c rose; I
molerolc de idade de |: anuos, (i esclavas tlu lodo
senieo; 8 tutos de bonitas .miras, proprios para
lenice de campo: na rua Dircila, n. 3.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ba-
vor um rompilo soilinionlo de mooii-
das e moias iiinoiiilas para engolillo, ma-
chinas d(! vapor, o taixas de Cerro batido
e rondo, do todos os taiiinulios, para
dito.'
A.VIIIil IIUllE K Sri'EHIOKIUAUE
DA
SALSA PABBIMA DE BltlSTOL
sobre
A SALSA PARRILIIA DE SANDS.
Attencao*
A SALSA PARRILHADE BRSTOL data des-
de Isti, e lem constan temen le mando \ sua rt-
jniliiio sem ucccssiiladc tlu recorrer a pomposos
,1111111111 ios, de que as preparai/ies le merilo pmluin
tlispensiiie. ( sureesso do l>r. ItKISI'OI, lem
provocado iidinilas invejas, o, cutre oulras, ns dos
Srs. A. R. I. Sainls, tic New-Vork, preparadores
e propriclarios da salsa parrilba eonbueidj pelo li-
me de Sands.
Balea leuliorcs solicilaram a .iscncia tlu Salsa par-
rilba de Hrislol, ceoino nAo o podessem obter, fa-
brlcaram uma fnitfAode Hrislol.
Kis-aqui ararla que os Srs. A. II. I. Sands es-
rroYcram ao I u Urislol no dia dt> de abril de ls)2.
e que se aelia em DOaao poder:
Sr, Dr. c. c. BrUtol.
Itnf.ilo. 4c
Nosso apreciavel scnbor.
Km lodo o anim passatlo temos xcmlido t/naii/-
iiai/rs eonaideravois do extracto de Salsa parrilba tic
Vine, e pelo que om irnos tlizer tlu suas virtudes
aquellos que a lem usado, julgamoj que a vendada
dii.i medicina ieaugmentar muilisitmo. Su Vmc.
ipii/i'i la/ri um conreino toinnoseo, eremos (pie
nos resultarla mufla vanlageo, 'lauto a nos como i
Vine. Temos muilo pra/cr pie Vine, nos responda
sobre osle assuinplo, c se Vine. \icr a osla ridade
tlaqui a um me/, ou eousa semelliaule, (criamos
muilo praier cm o verem nossa botica, rua de l-'ul-
tOD, Da 79*
l'icam s onlcnsuii Vme.scus scuums ser\idnrcs.
[Assfgnados A. K. I). SAMlS.
GONGLUSAO'.
I.c A auliimidadc da salsa parrilba tlu Itrislol be
claramente pi ovada, pola que ella dala desde im-,
oque a de Sands s apparcren em IHid, OpOCl na
ual este droguista nao pode oblu a agencia do Dr.
rislnl.
d. = A superioridadu ta salsa parrilba du Hrislol
lio inrniileslawd ; pois que nao obstante a concur-
rencia da de Sands, edu uma poreao de oulras prc-
paracoet, ella.lemmantidoasua repu(arjb>ein qoa-
si totia a America.
As numerosas experiencias feilas rom o uso ta
sal-a parrilba em lodas as oitlermidades originadas
pela impureza tlosauuuc, co bum u\ilo oblido ins-
ta corte pelo Illm. Sr. I>r. Siuaud. presidciilc academia Imperial de medicina, pelo llluslrado Sr.
Dr. Antonio Jos IVi\olo em sua rmica, c cm sua
afamada casa tlu saudu na liamba, pulo Illm. Sr.
Dr. Saturnino de Olvclra* medico do cxeicilo, c
por varod OUlroS mdicos, peruiitlem boje de pro-
clamar altamente as \ rindes ellicazus ta salsa par-
rilba du Hrislol, vende-sc a .vhkmi o vldro.
Vislo acliar-se do novo iberia a botica do Sr. Jo-
s Mara GoncntvOI Hamos, na antiua rua dos Quar-
teis, mudou-se oulra vei para all o duposilo da sdl-
sa parrilba de Hrislol.
Em casa de J. Keller & C. na rua
du Cruz n. 5"), ha para vender, e por
pi'eqo commodo, couros proprios para
cobrir carros chegados ltimamente.
FARELOS.
Vende-ae no armazem do Sr. Annes ,
farelo em saccas de 3 arrobas, por me-
nos preco do que em outra qualquer
parte.
Taixas para engenhos.
Na fundicao* de ferro de D. W.
Bowmann na rua do Bruiu, pussan-
do o chafariz continua hnver um
completo sortimento de tai.xas de ferro
fundido e batido de .5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com pi-oxnptidar/:
embarcam-se ou carregam-seem carro
sem despeza ao comprador.
AOS SENHORES DE ENGEXHO.
O arcano da invenc^ao' do Dr. Eduar-
do Stoe em Berlin, empregado nas co-
lonias inglezas e liollandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramcnto do
assucar, aclm-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber i Companhia, na rua da
Cruz, n. 4.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cimba & Amorim, receberam pelo ullimo nal o
do Lisboa larris com \ ,p do superior cal cm pedra
para o fabrico de assucar, e vendem |ior menos que
em oulra qualquer parle ; c para focbamenlo de coil-
las um rcslaulc de polassa americana: na rua da
Cadeia do Rccifc n. 50.
ESCLAVOS FGIDOS.
di." hillictcs |>oi
nos liigiiics si'(jiiiiit<'s :
Deposito de lecidos da fabrica
de todos os Santos, na Baha.
Vcnilo-se em casa do Domingos Alves
Mallieuf, un rua da Cruz do Recito n. 62,
primoiro andar, algodo transado daquella
falirira, muilo proprio para saceos e rou-
pa de escravos, assim como fio proprio para
retios de pescar e pavios par velas, por
proco muilo commodo.
KOII LAllKCIELV.
O tnico aulorltado por iteUSO da romclho real
e ieert inpwiah
Os mdicos dosliospilaGsracommendasn osnTobs
I..iiIim i,'ii\, romo seiiiln o nico ,-iuiiu isailo pclu go-
vernoo pela llc.-ii Sociedado do Medicina, tule me-
dkamenln d'um iislo BRradavd, e fnril a lomar
ero M'i'ielii, i-stii em uso na niariiilm real ilesile mais
de lili annus; cura railiraliiicnlc ein |iouru Icnijto,
'COTO i "ni .i despoSS, sem merruriu, as nllerrocs ila
|ielle, Impingens, ascoDseojoonciM das sarnas, ul-
eerss, o os aceldvnle dos partos, ila ilmle critica c
ilaariiiiiunia licrcililaria iliis liiiinnrcs ; roiivcm SJOf
ralliarriis, ila bflifn, as roiilrarracs, c i traquea
ilus niiiAiis, prerciliila do iliuso das inRCcr^CS ou ile
sondas. Ciinio ntl-syphilltlco, o arrohe cura ein
|ioiirtt lciii|in ns fluxns rtrcnles ou rclieliles, quo vol-
M'in iuri'ssaules sem riiii llada, ila eobebs, ou ilas ujcrrics que reiiresen-
lam o Tirus sem nciilralisa-lu. O arrobe l.allerleuv
lie t's|iiTjili]ienlc reciiuiincnil.nlo riiutra as iloenras
in>cleradas ou relicliles ao inerrurio e ao indurlo
de potasio, Vemle-se ein l.islioa. na liolira ile llar-
ral, c de Anlonio r'cliciano Alves de AzcmnIo, pra-
{a ile I). Pedro n. HH, mul aralia de clicaar urna
grande porfi de enrrafas grandes c pequenas, % tu-
ilas ilirerlainenle dr Pars, de casa do Sr. Bo\vcau-
l.alli-i lem I-', roo llirlicv Pars. Os fonoiilarios
ilam-se uralis cm rasa ilo asente Silva, na prara ile
II. Pedro n. HJ. No INirlo, em casa de Joaquim
Araujo; ua llaliia, l.inia ,\ Iruius; em l'eriiim-
liiiro, Souin; Rio ile Janeiro, lloclla & Killios, el
Moreira, luja dodroms! Villa-Nova. Joio Pereira
ile Maiiales l.cite; llio-rande, l'Yaucisco de Pau-
la Coulo ,\ t..
Charutos de Havana.
Os melhores que teetn viudo u este
mercado, vehdem-se continuadamente,
cm cuso de Brunn Praeger & Compau-
Imt, na rao da Cruz. u. It).
Keoiedio especial para boubas o crtvos
seceos, continua a vender-se na botica da na do
Rangel n. 64, que foi do finadoebaslio Jos de """"" a ^'m 'l"^"""
Oliveira Mscedo. | p.., Tn>. M. V. Faru. MW
-^- Desopporeoeu nos unimos dias do
me/, de miiiii, um preto crioulo, de li-
me Joo, o<|iinl foi comprado ao Sr. Jofto
O/.orio Maeiel Monteiro; levou bonete de
panno azul, e cairas de casimira ii/.ulconi
listras, ja' vellius, tem os pes npalhetndtis
c torios, e com siipiaes de ter tido mni-
tos bichos nos calc.inliares e dedos dos
pes : (itiem o iippi-elicnder,Jeve-o ao sillo
da senhora Viuva Cunlia, o Hospicio, u
entregar a Jos Joaquim da Silva .Main,
que sera' recompensado.
Desapparcceu no ilia -JO do correte, um nc-
ro de na^ao Anuolo. por nonic Seliasliilu, j iluso,
lem aluuns cabellos lirsncos, allojcforriidii do cor-
po, lem no roslo j su runas, quando anda pisa
cm falso de um |ic ; foi vestido rom camisa de al-
sodo tr.uir.iilo azul de listra, c caira de algodSo
azul, nova. Hecommenda-sc asauloridsdes pnli-
riaes e capules de campo a captura to inesmo, que
ser Generosamente recompensado : na rua doCrs-
|hi, loja n. 10.
Arlio-sc futida a prcla Claudina, croula, de
:1.~, a 10 anuos, punco mais ou menos, irliava-se ao
ion ico ile sua scnliora I). Mara Jos de Jesus Gu-
iilia (iiiinariies, c sob o deposlo particular de I).
Kranrsra 'l'liomasia ila Conceiro Cunba, cm virlu-
dede mandado do reverendo Dr. vigario geral, ail-
lo quem disputa aquella scnliora arrflo de divorcio
contra sen marido Domneos Anlonio Guilles tjui-
manles: quem a apprclicniler, lev c-a a* casa da mes-
illa senbora I). Francisca, que gratificar*, e prolcs-
la-sc contra aquello quo a liver orcullado. A men-
cionada escrava (em os signacs sesuinles : baila,
ror prcla, ollios grandes, naris afilado, bocea regu-
lar, tions denles, bem feila de corpo, falla um 'mu-
co ronca, levou vestido de rassa cor de rosa e panno
da (insta.
No da 19 do correle desapparcceu o prelo
de nomcMarliiiiano, rrioulo, iilaibutl anuos, 'mu-
ro mais ou menos, estatura re!*u lambn la finura,
ror baslanle preta ; foi escravo do senlior do cni'e-
nlio Mougc, e depois vendido para o cnitcnlio Ta-
quara, lem ailado por diversos lugares rarguejan-
do, quando cscravo do senlior decngcnjio, o d'abi
fui vendido para Rcbiribe ullimameiilc, uo se sa-
be a orucni da fugida, pos que fui cm orrasio de
ler lireura para passear, tendo levado caira de ca-
simira prela, camisa branca, jaqucla de oseado de
liulio .i/ul erbapeo prelo de pallo. Hecommciula-
se as auloridades poliriacs e nos espiUel de campo
a caplura do mesmo esrravo, e de o levar a rua lli-
reila, ii. 7(i, que ser generosamente recompen-
sado,
- Desapparcceu do cngcnlin Hola, freauezia da
Becada, no da 7 do correte jmilio, o cscravo Ma-
linas, cabra, de 35 annos de Idade, |iouco mais ou
menos, cor nilo muilo lechada, llura regular, soc-
io, rara magra. BNHjUs alias, ollios fundos, (esla
um pouco sabida, pouca barba, tein falla do denles,
lie baslanle ladino, o lem astucias de Iludir ; levou
roupa azul de alaoililozinlio, um capole voltio sem
nMllgaS| e cbapo de couro ; fui cscravo do Sr. Ma-
ualbiles, morador no Brejo da Madre de Dos : ru-
ua-sc a caplura do dilo cabra, c leva-lo ao dilo en-
genho, ou ncsla praia a rua do Caldeirciro n. t-!,
rasa do Sr. Francisco Qunlino Rodrigues Eslovr.:
c na villa do llrejo ao rommandanle superior Fran-
cisco Alves Cavalcanti Camboun, quegencrosamcii-
icscrii recompensado, Esle tncravoji fez uma fio
ghla e foi penado cm caliocciras de Pajc.e presiuml
se agora tomasse oulro rumo, islo be, lomasso paia
as parles de llonilo, Allinlio, Panellas de Miaods,
e S. Uenlo, ele.
Conlimia a eslar fgida desdo 18 de abril pr-
ximo passatlo a cscrnva de nonio Cusma, muala, do
idade pouco mais ou menos 10 aunos, coin ik- >l;-
uacs scgiiinles :aliara regular, as rostas ronlilu.is
eosluras, sendo una no liombro esipicrdo cAulr,i
paraoincio das cosas, no lugar da nuro lem 'igual-^
meule ninas coslurai pequeas ile ventosas, osws"
compriilos c seceos, leudo a mlo esquerda um lano
dormcnlr por ler lido um panaririo, cabellos corla-
dos, orclbas Brandes, pernas finas; sabio de saia o
I i indo de lila baslanle vellia, ho lilba do ttio tirando
do Norte, foi escrava do Dr. Selle, depois do I). .Ma-
ra Feliciana de Oliveira, leudo foilo varias fgidas,
e foi j pegada uma vez na villa de fguarassa : re-
aa-sc as auloridades poliriaes c qualquer particular
que soiibcrem dola, se ilirinir ao alerro da Boa-Vis-
ta n. 17, a lidiar coin Frederico Cbaves, que recom-
pensar.
Desapparcceu a 19 de maio protimo passado,
o nearo Andr, crioulo,' do dude 0 anuos, |iouro
mais ou monos, altura rogul.ir, pernas finas e pes
cambados de bichos, bom prelo; levou camisa c co-
roulas de algodlto da Ierra, o chanco de pallia ; n>-
ga-ta as autoridades policiacs a appreliensAo do
inesmo, ou aos capilacs do campo; e de o levaron
a sen scnbor Joao de Dos Mello,na Pedra Tapada,
i-oinarra do l.imoeirn, ou no Kccifc, rua do Quoi-
.....do, loja de Lopes & Piulieiro n. 38.
Desapparcceu cm dias t\o incz de ilezembro do
anuo provimo passado da ridade da 1'arahihj do
Norte, o esrravo crioulo de mime Joto, com os si-
nacs segiiinles: idade '20 a I anuos, corpo soeeo.sl-
lura reuular, cor fula, nariz grande e arosso, pernas
c bracos finos, ps grandes, cabellos um lano a ver-
mclbados,lcmuma cicalriz nn lado esquerdo do ros-
lo o falla de um ou mais denles nfrenle, cosluuia
quando falla usa do voz lina c erossa, e por issn
nicsuio ser fcil de conberer-sc, levou veslido cal-
ca c camisa azul, c consta quo fora rotiduzldo por
um jangadeiro para Pcrnaiuliucoein Ululo do forro,
onde lem sido v islo por pessoas que o ronbeccm:
porlanto pede-so as auloridades pnlii-iaes iiipit.'ies
de campo e mais |iessoas a ap(irebenriio do dito es-
cravo que so pagar 'generosamente, Icvando-o na
raa do scu senlior na cidado da l'araliiba do Norte,
ou no eseriplorio do V. M. Wanderlcv, na rua da
Cru/. n.il, ucsla cidado.
Desapparcceu na madrugada do da 11 do cr-
rante dosilio do Canbeiiguc, em Bclieribe, um cs-
cravo pardo de nomo Bernardo, natural do serlo
do 1ro, pcrlenccnlc a Vicente Ferreira da Cosa,
que o romprou aos senderes Caniinba tV Filiis, os
quaes o houvcramdo Sr. Jos Pastor Ferreira lima,
rujo esrravo lem os sisnaes seguintes : ror clara,
acaborladn, cabello corredio, barba re nula. |ies de
liaposaio, tem um deleito no cotovollo csqoerrlo,
que quando dobra o braco, sali o osso. que foi des-
Incado, be de altura regular c Broseura proporcio-
nal, lie bem encarado c alccrc, e reprsenla ler 3Ua
35 .mos de idade : levou um faci, c um sarrio
coin roupa de pagem, jaquel., caira e rllele azul,
roupa branca e de risrado para serviro, una rede
e um chapeo de pello sem galgo : |iede-se as aulori-
dades poliriaes, ou a quem delle soulier, o olisequio
de o appreliendcr o inaiida-lo entrenar a sen senlior
todita sitio de Bclieribe, oa no Rente, no armazem
da oscadinba, que a lera de se pagaron Imlasasdes-
pe/as de sua appieliensao. se craltlicani geneross-
ilri;
9
rilo.I


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