Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03199


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Full Text
ANNOXXIX
SABBADO 18
DE JUNHO DE 1853.
N. 135.
DIARIO DE PERMMBICO.
pango da SDBSCRIP9ao-.
Siilwrcvc-se a 153000 por auno, c 13000 por
quarld paio adianlao, c 4J00 mr quarlel pago
wnrido, na casa de Furia, napra^a da Imlr|>cn Hio de J. casa do Sr. Joao l'ercira Marliiu.
1.1
Bal
Ma.
l'arahiua
lV1i.1i 1
Araraly o
Crara' a
Marauhao l'ara' a
t 1
o F. Duprail.
o Joaquin Bernardo Memlonca.
Jn-i' KiHlrigucsda Costa,
a Joaquim lunario Pcreira.
Antonio de Leiuos Brasa.
1 milliri-mi' \ uouslo de Miranda
a Jimi|iiiin Marques Rodrigues.
CAMBIOS DE 17 DE JUNHO.
Sobre Londres 28 X
a Varis, 340
Ouro: Onras licspanliolas. ,
Sliii'.l.i. de loKhp vcllias .
de (ill)0 novas .
Prala. Palarocs brasileiros. .
Pesos columnaros .
mexicanos .
Ari_-.il-. do Banco. .
Descont do Lcllras .
. nmoo
16)000
I9000
98000
18910
18910
18S00
10 X
9all
NOTICIAS ESTBANOEIHAS.
Portugal. Ude ta o Austria. .
Uespanha . 9 de 9 Suissa .
1 1 .1 lll'.l . 8 de B Inglaterra
lti'l::ii'.i . . 6 de Sucria..
Italia. . . 5 de E. Unidos .
Alemanha 3 do Mxico .
Prussia. . 3 de O California
inamarra 1 de Chili .
Russia.. . 27 de Abr. Buenos-A.
Turqua . 25 de 1 Montevideo
3 de Maio
. 5 de o
. II de
29 do Aln-
20 de
12 de
26 de Mar-
io de D
3 de Maio
5 de a
Para'. . 1 de Junlio
tfaranbaO 5 de u
:.',u-,v.. . 10 d i)
l'ara liiba. 3 de
Alagos . 1 de 0
NOTICIAS DO IMPERIO.
S. P. do Sul 2 de Maio.
Minas. ... 5 de d
S. Paulo 6 de
ll.lr J.iiii-ii-.i 2.1 de i
Babia .... I do Juo
PARTIDAS DOS COXULSIOS.
I lliii.l.i. I...li.s ... .lia-.
Victoria, as quintas feiras.
Caruar, Bonito e Garanbuns, nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Eiii e Oricury, a 13 c 28.
Goianua e Paraliiba, segundas e scitas.
Natal, quintas feiras.
DAS da semana.
Sesunda. S. Antonio
Padroeiro da prov:
Terca. S. Basilio
Nrriio.
Mu.II 1.1. S.S VilO, I l.i
cia, Libiac Lenides.
I.liiml.i. S. JolO t.
Kecis.
Sexta. S. Thereza
rainlia.
Sabbado. Ss. Leon-
cio e Tribuno.
Domingo. S.Juliana.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
Helaran'
tercas esabbadov
Fazenda
tercas csexlasas lOhoras.
Juizo de Orphaos
segundase 5. as 10 boras.
Primeira vara do civel
tercas e 6. ao meio-dia.
Segunda rara do cirel.
quartasc sab. ao meio-d.
EPHEMERIDES.
Maio 29 Quarlo mingoanlc as 3 boras 18 mi-
nutos c 33 segundos da larde.
.111 nlu 6 La nova as 6 hora, 18 minutos e 31
segundos da tarde.
14 (.hulo rr.'-i-i'nii' 11 1 liara, 0 mi-
nutse 31 segundos da larde,
f 21 La rlipiaas :l horas, 30 minutse 31
seguudos da larde.
PBKAMAR DE HOJE
Primeira lis 2 boras o 2 minutos da larde.
Segunda s 2 horas c 30 minutos da manliSa.
PARTE OFFICIAL
TRIBUNAL DA UELACAO.
SESS.U) DE 11 DE JUNHO DE I8SS.
Presidencia do Kxm. Sr. conselheiro Jzecrdo.
Estando prsenles os senbores descnibargadnrcs
Villares, Bastos, Lelo, Souia, Luna Freir, l'ercira
Moulriro c Valle, faltando com causaosSrs. desem-
bargadores Rcbello e Tellcs, o Sr. presidente declara"
alicrla a scsso na forma da Ici.
Jalgamentos.
Assravanlc, Manocl de lUvcmlc llego Barros ; ag-
gravado, o juizo.DerAo prnvimenlo aoaggravo.
.Ipnellare*,
\ "llaiii.-, Antonio Benlo de Olivcira ; appcllado,
o juizo.Confirmaran! a seiilenra.
A|i|'cllanle. o Dr. Galdino Augusto da Nalividad.c e
Silva ; a.|i.'llail.t, Jos Antonio de Araiijo.Gm-
lirniaram a srnleiicj.
A|ipellanlc, Antonio Joaquim Vidal; appellailo,
Jos da Costa Dourado. Conllnnaram a sen-
leura
Ap|iellanlc, Joaquim Francisco de Alcm; appcl-
lado, Antonio Bernardo Vaz de Carvalbo.Dcs-
prezaram os embargos.
Appellaules c ippelMoe, os conlraladores das car-
nes verdes e Francisco Fernandos Thoinaz.
Desprezaram os embargos.
Appcllanle, Lino Jos de Castro Araujo ; appcllado,
Caclano da Costa Morcira___Conlirmaram a sen-
tanas.
Drsignacon.
Apiiellanle, Jut Dias da Silva ; appcllado, Anto-
nio Valcnlini da Silva Barroca.
feiises.
Pastaran) do Sr. desembargador Pcreira Monteiro
00 Sr. dcscinbargador Vallo as segiiintcs ap|iclla-
rilcs em que silo :
Appcllanle, Jos Mara Hamos i.-.n |.i. ; appcllado,
Jiiaquini Francisco Duarte.
A|i|n'llanli', D. Francisco Ihonia/ia da Concciro
i mili.i ; .ppellado, llenriquc tiibson.
A | ["'Manir, o pardo Luiz por seu curador ; appel
lado, Antonio Pessoa de Albuqiicrque.
Pastaram doSr. dcsemliargador ValleaoSr.de-
.i'iubargador \'illaics as seguiutes appcllacocs cm
que silo :
AppelUnle, Manuel IVixolo Villas Boas ; ippell
do, o jlli/o.
AppellantOf o juizo dos feitos; apptllados, l'ran
cisco Bibciro PavAo o nutro.
Appcllanle, O juizo destellos; appcllado, Francis-
co Antonio las ChtgM,
AppelUnle, ii juizo dos feitos; appcllado, Itodolpbo
Julo llarala de Aliniida.
Levauloii-s a scssAo depois do meio dia.
licipac,ao do parlamento na accAo legislaliva, difeilo
de approvar o iinpor laxas, garanta da perma-
nencia c obscrvncocs das le- lomadas mais cllbcliva
pela rcsponsabiliilade dos consclhciros e dos agcnles
do |Kxlcr real. He isloo que se .Ir.111/ de (odas as
lulas parlamentares como de todas as guerras rivis,
o o que Ihcs sobrevive, pode ser considerado anda
hojo, como diz .Mr. M.icauhy, a razao de ser da or-
ilein aelual das musas. Aiuda depois da restaura-
cao, quando o pmlcr de Crouwcll passou sobre a In-
glaterra c o destino nacional rclomou um curso mais
normal, quaes sao as grandes victorias, aquellas que
assignalain os dias memoraveis da nacau ingle'.'
Sao victorias ludas poliliet, a do habeos corpas por
cxemplo. E quando vem o movimenlo de lliKH de-
|H)is do una lula cncariiieada oinlra as Icnlalivas uu
prcnicdilariics usurpadoras de Jaques II, a declara-
cao dos direilos, a qual he aleda a lei da In.l.iler-
ra, nao faz senao resumir c consagrar de urna nianei-
ra ileliiiiliva lodas eslas colisas disputadas, desdo
mais de meio saclo: o dircito de livre dheuaaRo 110
parlaineiilo, o ilireilo de volar o imposto, a iulur-
veiieAo do poli 1*111 seos proprios ncuocios, a abolieao
dodireilode isenmo, do qual o poder real se (iuha
servido aluunias vezes para anuullar sisleinalira-
mciile a are.lodas les peuaes.
Ha teiu llovida umilos oulros elcmeuln- ne-las
grandes lulas da luglalerra. (I InloresM religioso
Icm un grande lugar; |Hirm tilo se complica esc
.I.1I.1.1 lao freipieiilcnienle ao inlcresse |wlilico, que
se confunde com elle. Que oulra cousa Ion sido a
igreja aiiulicaua em sua origcm o depois, seno una
grande insliluicao polilica'.' Que resulla dahi? He
que a rcvolucAo inaleza lem lido sobre ludo suas
conscqiieucias na ordem polilica. Ella nao lem lido
|iorellilo nivellar as elasses, mudar as comlicoesda
propriedade, destruir as jerarrbias soeiaes, roiuluzir
1I0 a un' lile' democrtica; Icm fundado, lirinau-
as pelo contrario em una poderosa aristocracia.
I dia dado a
sujeila sdecepcoes, porque u
."I.' tornar intil a obra do
EXTERIOR.
CHRONICA DA QUINZEN A.
Pars, 14 de abril de 1863.
Mudas vczese Icm posto J em parallelo aaoeie-
dade iiiui. r/1 c a ingleza era seo niovimciilo respec-
tivo, Sao com elleito santo duas clvillaaseOes dillc-
rcnlcs, pelii menos dous Iraeos hem sensvois da ei-
vilisarao. Cada una dcslas sociedades Icm seu ru-
nho, suas lendencias, seus eosluines, seus recurso
parlicularcs c suas fortunas diversas. Fina surteef-
l'eilo, como se diz, all onde a oulra cnroiilra ocra-
siocs mortaesde queda. Quando se aproximan] e pa-
reeem dcsenvol\cr-se um momento no nicsiiio senti-
do, ao abrigo das mesmas insliliiiroes, una rajada
repeulina vem desorgauisar lodas as ruiiibiuaees. c
mostrar o que lia de facticio ueslas analogas c seme-
lliaiieas. Nada ha mais simples e natural: beque
ludo dilTcre as Indicies dos dous paizes; suas rc-
volueies 1.1.1 lem lido nein os niesnios inoveis,
ii'-in o luesmo lim; c como as cousequencias nao
liavlam de ser dlfcrcntcs'.' Ora Osla dillercnra
' no resultado das duas revolueoes be o que fere as
nossas vistas, lio o que se dcixa ver em mi|
sMiiplomas conlcniporaneos, be o que faz anda
buje a dupla situaran da Franca e da Inglaterra, ru-
jo segredo so a historia possuc. lina Indcelo fran-
< cza faz passar ueste momelo para a nossa liugua o
iileressanle llvrodo Mr. Maeaiila). snbre 0 reinado
de Jaques II c sobre a rcvolucAo do lim do seculo
XVII na luglalerra. Mr. Aiigii-liuTliicrr) publica
boje laiulH'in seus cloqucules esludos sobren f !vio e progresm* do lerceiro estado. Nao tic o acenso
que rene eslas duas obras; ellas moslram o incsino
problema resolvondo-sc de algiima surte necessaria-
niciilepordousmodosquasioppostos;collocamdcbai-
mi dc)nossosolhoseslas duas ordensderousas 1,1o pro-
fiiiidaincnle distinclas, dasquaes fallavamos, ha pon-
i. Oqucbca hisluiiadeCarlos II, de Jaques II, da
imidanca dyoasUea de I(i88? He o Inbaluodacrea-
rao da liberdadc |...liiu-1 ingleza 110 seu periodo o
mais decisivo. O que he a foi niai.Ao c progresso do
lerceiro estado ? He lula a rcvolucAo franreza. N'Ao
be inisler de mais para se Icr lias dilfereiicas das ori-
gens, das causas, dos antecedenlcs das duas revolu-
'."cs, a .liiirini. .1 que se v anda boje em seus resul-
tados os mais rcenles, e marra rom 11111 signnl par-
ticular a sHuaeJO inlerna de cada un dosdous paizes.
Sigamos a Mr. Macaula) em sua narrarn: a rc-
volucAo ingleza, como be fcil de ver, fui sobretodo
una revolueAo polilica. Em um inlcresse poltico
lie que se deran lodas cssas halalhas, que enrhcn o
mtiiIo XVII. Com ctreito, de que so Iralava/ A
cierna quesillo era liv.u os limiles da aoloridade
real e fazer recoiibecer as prerugalivas do parlamen-
to, Quaes sao os principios, cuja applcaAo be obs-
liiiadaincnlc proseguida a Iravrz de lodas as crses'.'
S.10 ns proprios principios da constituido ingleza, 01
quaes fazein dcalgumasortc corpo como paiz; par-
IOLIIEHU.
A SONKRAIU FELICIDVIIE.C)
Pela condessa de Orsay.
CAPITULO XIII.
ni*I (.i.-iti
uilUblo i|uo la Ii.h
'|iiIirio de Maricnan silo na c*lrcmiilade da
ton do VaronnM he umn das mais ulil-imIh .1- reli-
(|iii.is il,i ;hiIil;,i nolircza. I'm:! longa alea de ol-
nicitus s4i'ul.ireH rondur al ho vaslo |ialeo, no fun-
do dn (|unl csli edifirada .1 rasa coi pedra* do can-
'aria *le una rr escura e cinzenla. Oh reparlimen-
los lem ilii'it'ii-M". kirandiosas, e sflo ornados ilc le-
lo-, ricamente esculpidos, do soalhos inarchelados, e
je pinluras preciosas em lapcles c em eouro do
Itepanha.
Ncllcse aclia uma mullid.lo de gabincles in)sle-
"losos, de oseadas ..spiraes c de portas serrlas l-ilo
neceviarias no anlio redimen ; mas na epoea dcsla
"iiiraro o edificio ludo revela va una decadencia
roniplpia; a reiva rrescia no srnnde palco de lion-
"i. ojardim eslava ahandunado, os quarlt* tifo mau-
'iilicamenlc ornados acliavam-se meio desprovdos
demoveb, enial illumiados; liritava-se de fri ao
as|wclndu Toro me^piinlio, o,uo desapparori.i na
lat cbeoiini cdomif de marinare iulitn,
islos fugues devian lw devorado outr'ora
inteim. A torlana ilos Maiiqnau linlia
nao s com a r< >olu5J.o de 93, senao lani-
essas instilUHWs (|e\emo*, essa lilienlaile yarauli
la pelas proroi:al\as iinliviiluairs e locacs. E como
a litierdade poltica eslava as Iradicm*, no carcter,
no vol do povo ingle/, elle se fonuou lenlaincnlo
para lodas as \ rindes, qoc 11 1.....din eMlciu c dur.i-
tlour.i. Nada heais curiosoe nolavel do i|iie csse
pronindo (raballto da sociodade inule/a, lal como se
manifesla anda una VW no livro de Mr. Macaulav.
Nellese ptlc saher, c nao lie un espcrlacnh iuulil,
i|uan(os Iralhdhos, esforcos, lempo, eonslancia eu>la
a liherdade, e como se perde por momciilos, e por-
que preco se loma a adiar.
Ascooaoqaenciai da rcvtdurao inuleza, como di-
/iamos, lem sillo priucipalnieule cnn-vequcnciaspoli-
licas, e i-slas roii'efpieiniasdimanam da propiia his-
toria da Iiilatcrra. He esle porvenlur.t o carcter
da revolaran franec/a e do desoiivoUiuenlo liisluri-
co que a prepara? So he neceasaro aprofundar
lio OSlCmovimenlo que Mr.!hu>rnsdcsere\e PW
s Ha9 sur la fnnmiliiin dn ticrs-clals, para
\er que elle cliega, passnndo por cima de ludo, dous
resultados prineipaes: a unidade no paiz e a igual-
dade as relares siniaes. A iyuald.ide as rela-
cAea Bociana, he aoore ludo pelas insliluiroes eivis,
queso uhleiii. I'oilano he sohrcludo na ordem ci-
\ilque a revolueAo lianreza se manifestoii mais in-
scnsivclmonte, e levesuas cousequencias mais essen-
ciaes. Quer-sc saber o carcter fundameulal de urna
retoiiiejo. Itasla observar oque lira apiVs della, o
que lite sobrevivo, o que lira a llord'aaua alra*ezdas
lenipe-laih's. .Na lni:lalerra s;lo as preroyalmis po-
liiicas, na Frailea as civie.
Quando o primeiro cnsul, depois deumaanar-
cllia de del anuos, vem Armar a sociedade Trance/a.
os resollados polticos da i-evulue.lo desapparerem
suliilaineule romo una visla de lliealro; osrcsulla-
dos rivis nermauecoram e eslao eonsiunados un cdi-
go que anda reue arlualinenle a Iranra. Tal he
pob, a dTcrenca das duas re\olunics. lina le\e
consetiueucias poltica*; a oulra, no que (iuha de
mais (luradouio, leve ronsequenrias ci\is, couse-
quencias naacJdas do [nslliiclo de iuualdade e de Je-
mocracia, que fci du lerceiro oslado em I78U, nao
algUma eousa, coma pedia Sie\s, mas ludo. Ver-
dadeiromenle a Prann gota sem duvda, lo que he
justamente civil, de um estado superior a inaior par-
le dos |ii)\, da Europa. Nao ha paiz ondea lei seja
mais justa para lodos, onde haja menos vestigios do
desigualdades frisantes, onde as barreiras enlre as
classessejam mais anlainadas, todos os meios de Ira-
halho, da lorluna, du poder, sejam mus aCCOflSlveisa
lodos cm sumnia onde a livislo da propriedade SC-
ja (Ao immensa. Alm disto, cala vasta unidade
creada pela revolurao, fez da Franca inlriri um po-
\o que vive do mesmo pensamenlo^ ohederendo ao
meamos impulsos, depeudeiulu dos mesmos poderes
sujcilo s mesmas iurisilicres. Ile:uma sociedade re-
gularmente administrada, orgauisada, Julgada, dis-
tribuida, nivelada. Qual he a sua eonscquencia de-
l.ii\ii do poni de visla poli I ico? Os revolucionarios
quemis se lem amijado no OXCCfSO deslc nivela-
meiilo, nao o lem apercebido. Mas viam (|iic lorna-
\,nti n poder lano mais neeessario, o cm certas ho-
ras de crise, taulo mais preponderante em um esta-
llo drsle venero, 011 para fallar como umn brochara
rcenlo sobro o I'rinriiie d'aufoiile ilejntt* I7S!>,
a em urna democracia de trinta e cinco milbes de
habitantes, a qual he uma romo vasla superlirie on-
de reina rom plena Igualdado um inov iuionlo pro-
diliiosn o algumas vezes lurbulenlo as ideas c nos
inleresses.
Porque razio o infftlIO lem coreado (Ao pouro
os esforros de lanos humos eminentes, e de muilos
uoiernos para fazer marchar conjunrlanunte a ii-
nerdade polilica a as tendencias absolutamente de-
monalirasdasociedadeci.il lio porque nao bas-
ta, para que a liherdade exista em um paiz, que el-
la csteja as pala.ras, lie inisler que e-deja as coli-
sas, que ella lenha dealgUUia sortc asyloj, cidadel-
las nal iiislituiroes locaeSf as elasses mesino, se o
quizercm, onde essas elasses polticasctislirem, que
lenliii seu foco em coslumcs foiics e que, sobre lu-
do, reine cutre os individuos oslepreceilnsobre si
mesmo, oqual.supprindo a arrao da Ici, faz que a
Recio do poder fique intil. So nos reala examina*"
lodos estes pontos, O que queremos dlxer, nao he
cerlameule que a liherdade poliiicaseja inronipali-
el com o lodo social ecivil creado nelo movimenlo
loliui do seculupassado. O que lie verdade he,
que como carcter que a ravolucfo franre/a lomou,
rom as ronsequenrias que lem lirado ilella, em sua
soriedade nivelada e democrticamente oraanisada,
1 liberdadc he anda mais dillicil, mais laboriosa,
mais
espirito revolucionario \\
ii nii.i anuos. O aulor da broebura que cilamos
parece suppor que os governos precedentes foram
impotentes por seu proprio principio ou |ior sua s-
(uaco. Para dizer a verdade, ellos mo foram im-
polenlcs nein por principio ueui por silunco ; fo-
ram porque o quizeram ser cm quanto poderam vi-
ver com a liherdade, de que lodos seseniam contra
ellos. E. cousa eslraulta, quando no ultimo mez
iinli mu violada a le contra elles, cllcs siVs nao a vio-
laram I Nt\a provade sua fraqueza dir-sc-h.
He acil buje fallar assim, porque as circumslan-
elasastae miniadas, c o >% ile fe\erero I orna-se fe-
lzmcnle diliicil ; mas n^o he porque de alguma ser-
le bouve oulro em I s s t
O curso das cousas contemporneas Irazcm algu-
nas xezes naturalmente lacs ronsiderares, quernos
rolloquuiosempreseuca ilas diuerentes sociedades,
quer nos dclenbamosein procurar o segredo dos m
viineutos irolilicosdcnosso paiz. Ellasdomnam os
fados o 01 acoiitccimenlos, c se ligam a uma situa-
rlo gerala O quehemaisparlieularmentc proprio ao
mo\ imeii'o arhial, he ludo o que diz rcspclo a es-
sas romplirarrs religiosas, que seguimos ulliuia-
mentc com a visla.
Parece que ellas hojo, debaixo de suas diversas
formas (enileinasul(ar-se do que liuham de mais grave
e de niaisimpnrlaiitc.Elladeu um rande passo.ncstes
dias.com a publicarlo, quasi simultanea de urna nota
doi>i\erno,.Kle uma enevelica ilopapa.as quaes ver
sam sbreos principacs" elementosdcsta aKitac.lo,
Sahc-sc como se Icvantou ultimamenle urna discus-
sau sobre a op|K>rtunidade 'le uma reforma na legis-
laran que reyc o casamento. A broebura de Mr.
Sauzcl leve em resultado dispertar um momento a
polmica moribunda. Que baja opinics pronuncia-
das sobre um ponto desta natureza.quc loque mes-
mo na essencia da sociedade moderna, nao he o que
deve sorprender. Oque havia domis serio tai-
vez, era a incerteza que pareca reinar snbre o pen-
samento do goveruo. Este pciisamenlo mauifeslnu-
>e em a nula, de que fallamos, c que afmenla luda
le reforma na leKsla\;ao franceza artuat, A-
l.lr
lili
cujos ,
mu
"Uiii|(,
*) Vlde Otario n. 132,
bem rom a de IK-'M. O rhefc dessa antiiia familia
linha ..re |'1 I- um do-pihueiros cargos da ctirte de
Carlos X, elle penleu-o, cnAoquiz aceitar uenhuma
rom pensar;! o. Era um homem profundamente eu-
fadonlio, porm honesto, que permaueccmlo liel as
suas leuibrancas, assim como asna reliuiAo polilica,
recusen dignamente as pruposlas que lhe foram fei-
las, ejulgou-sc largamente recompensado rereben-
do algumas patenas deagradecimeulo em sua vi-
sita anuual a (raz.
O duque de Marignan vvia n'um rcliro quasi
absolnlo, e faza urna breve anparir^o nasrecepcoes
lo sua ni ii, as quaes liuham lugar todos os domin-
aos depob da rcslaiiracao; sua nrcscni;a tinha ares
lo phenonicno. Ello passava toilo o lempo a Icr vc-
IIkm alfarrahios, dos quaes liravacouhcciineiitosque
lhe "i'immii para fatigar seus amigos, quan lo ns en-
COOtrava. A' noltejogav urna partida de whist nu
de piquele rom o seu circulo, liaras vezes elle va
sua lillia, o som se oecupar de modo algum coma
cducir.lo 1 li'llii, cujo cuidado tinha sido inteiramen-
le abaiid.....ido vclha duque/a.
Elle linha, segundo diziam, casado oni Vicnua
coma joven c Incita condessa Arnhcim, vuva de um
magwirc huugaro. Este casamento, que son anih-
rao linha aconselhado mulher, ao passo que o du-
que 11.i" havia esculado seno o amor, linha sido
muilo infeliz, e so linha rompido pelo divorcio em
eonscquencia de um urandissiino escndalo (a fgi-
da da duque/a rom um arlisla ilosconliecido).
DcssQ dia em dianlc Mr. de Harlgnan nflo pro-
nunciou jamis u nomo de sua mulher, e indagou
nuura nein seu destino, nein seos moto* de eiislcn-
cia. Implacavel em seu rescntimonlo, ihirque era
fraco, o duque enrerrou-sc n'iiina nrgulliosa di gui-
llado, o ampregou Iwlos h -.cus cuidados em occul-
lar nina dor, que no poda dcixar de couciliar-Ihe
todasas ijmpalolae.
quellesqucdAo mais prero ajusta innuencia d
loridade religiosa, podempor\en( tira queixar-sc? Pelo
ronlrariolaUe/qucmnadiliriildadedasmaiscspiuho-
sassejapoupada igreja;lal\ez,e mesmo he provavel
qne, o que ella gan'iou em poder olllrial.nAo livesse
ronipensado o que perdeu cm liherdade, e uue uma
recrudescenciapossivrl de hnslilidade revoluciona-
ria terin podido terminar por lirar-llicem innuen-
cia moral. Ouc una disposicao legislali\a viesso
investi-la do drcilo e\clusi\n de validar um acto ci-
vil, nasceram logo os ucrmcus dos mais perigosos
conlliclos. I.ivre, olla pode obrar pela auloridadc
de seusprcreilos, e he iinpossivel nao observar-los ;
ha justamente tiestas condices de liherdade. de in-
dependencia para rom os poderescivis, que a in-
llueucia das Ideas religiosas lem adiado seu poder
actual. A unta do go\erno porlanlo, poz lim agi-
tadlo reli|Eusa deba lio de uma de suas formas.
Quanto s dilllruldades, que se liuham suscitado
cm lodo o episcopado a respeitode lodas astas ojnestoel
do eusino dos clas-icos, das doulrinas ullramonlauas
ou gatlicanas, la impreusa particularmente, acham
sua soluejo natural na cnevclica do papa. O Sr.
cebispude Paris precedeu a publicarlo da caria do
oherauo ponlilre, suspendeudo o inlerdiclo, que
pesava sobre o jornal ITuiccr*. Foto primeiro que
leu o exemplo da paz. llevemos (anicular smente
que seus arlos quer elle os rumpra, quer os rclrc,
(ragam algumas vezes o euuho de uma precipilacilo
inciivel, que poem em du\daemanar i|csua aulori-
dade. A inc\clica do papa au sabe por certo de
urna certa resea sobre esle mesmo assumpto da
i oprensa religiosa. Com ludo ha um Iraco bastante
sensivel em favor dos cscriplores envolvidos as po-
lmicas dcsta nalureza, nasipiaes o Sr. arcebis|to de
Paris (iuha visto um perigo. Em verdade, he sem-
pTC desagradavel esta mudanra de papis, que pa-
rec' impor a influencia o autoridade, onde a digni-
dadeecclesiasllca nlo existe. A encclica do sobera-
no pontiQce lie mais clara o enrgica sobro cssa me-
moria, que lem feito ha ppuro (em|in, muilo mnlini
no episrop.ido, clrala dos coslumcs da igreja galica-
na. Como scvi\ he sempre cm subslancia a mesnia
lula entre as ideas ullramonlauas c as ideas gallica-
nas. Felizmente ha de um oulro lado, na encycUei
ilo papa, bastantes palavras depas paramligar o
que ha algumas vezes de irritante uestes dbales.
Quanto a propria lula, ella a nao pode animar, por-
|uc eslna fon;a das cousas, nasliadircs, por quan-
to, remonlaudo-sc css;i lamosa declarado de 1683,
parece sempre punco periooso desviar-se dos vesli-
gies do llossuet, de Ilossuel, a quem ueste moineulo
vai ser erigido um monumento pelos cuidados de
urna commissao. no seioda qual oSr. arcetmpo de
Paris nao deve ccrlaiiienle muslrar-se menos zeloso,
do que o arcebispo de Keiins, o qual passa loduvia
por ultramontano. Em ramilla he cita uma ordem
le (|ueslies, em que he InflnlUimentfl perigoso en-
trar. A mrt-ja mesmo o que acha nella '! Oerinens
de scisAo e de antagonismo, o em prego to um /rio
edeumardor que podem cortamcnle proseguir um
lim maisellicaz c mais fecundo por urna accAo nres-
sanle, religiosa c moral sobro a socieJadc, sobre as
manas populares.
lie cerlameule um genero de inllucncia, em que
a igreja (cm a primazia por sua siluarao o miss.o
'-,'.'. mI ; a autoridade iwhtica vem depois della
esta obra de muralisaro,e a sua aer.lo mo poderia
ler a nicsiua elticacia.
A auloridadc polilica s pode preservar as popu-
laeoes, alaalamlo dolas, por roem de sabase proteo-
loras medidas, os contagios da iulclligciicia. Nestc
pensamento he que o governo (inlia nomcado ha
poucoa mezes urna commissao pcriuaucnte para o
Oame dos llvros e gravaras destinadas \ venda. Es-
ta couimissAoii.lo licou inactiva, porquanto seu se-
cretario, Mr. do l.a (iiironire, acaba do resumir
seus tiahalbos em um rotatorio ao ministro da poli-
ca. Couvm dizer, que havia em um scmethanle
Ira bal ho um limite bastante dillicil de achar-sc c
determinar! (Juaessaoos livroa perigosos? quaes
aquelles que o nao sao? Esto poder discriciouaiio
sobre a propagaran das obras do espirito, dc\ia por
ventura servir 11111 fim pnlilironu e\erccr-so uuica
mente em vista de mu resultado moral f A commis-
sao, como se deve reconhecer, resolveu estas ques-
(Ocs no sentido o mais ampio ; ella se julgou cha-
mada, nao para censurar ideas e npiniocs, mas para
Tal ora o pai de Valeria de Marigium.
N'iima vasta cmara, cujas sombras cores cram
fiaramcntc allumiadas pela chindado de uma s
alampada, a duqueza de Marignau eslava assentada
em urna dossas ampias caderas de bracos moda de
Vollare, que nossosassenlos mais commodos boje
(em destronado. O Icilo com cortinas de sel i m ma-
r vil desmenlo bordadas, porm cujas ricas cores
cslavam ha muilo lempo desboladas, assim romo
um toucador de renda vclha de Alcnc/in, carregada
de prata massira davainiim grande carcter a osle
aposento. O forro do lelo, cuja pintura orada es-
rola quellucher rclebrisou, representava n\mpbas
mu hgciramcnlc vestidas, seguidas por pastores no
mesmo Iragc (se se pode dar osle nome as griuablas
de llores que fuziam todo o seu rnalo), c em cada
parede eslava enllocado um grande cspelbu de V-
neta de um Irabalho exquisilo.
Todava apezar de todas cssas reliquias de um au-
ligo esplendor esta cmara tinha um ar triste c gla-
cial. A piulura, posto que muito curiosa no poni
de visla da arte, revelava por (oda a partc'os ultra-
jes do lempo 5 o soallio, a|>ezar da velha riqueza
de sua marchclaria, elaniava conlra a ausencia do
lapele sacramental, e ucalavcnlo da nica alampa-
pada cconomisando a luz cm favor da grande pol-
trona e de seus arredores, deivavatodo o resto dn
quarlo n'uma completa cscuridAo.
Apezar de seus setenta anuos, a duqueza de Ma-
rL-nan conservava'andaalguna signaos da belleza,
que cm oulro lempo a fez celebre. Seu corpo que
linha 'ido es vello, havia permanecido dircilo, o de-
senlio de suas feices nobres e allivas linha conser-
vado a pureza de suas Multas; pon'-in o encanto des-
se lodo era deslruido pela cupressao dura e fajsa da
bocea, pela IVieza accirada dos olhos cinzentos o cla-
ros, que nunca liaviam laucado um raio do ternura
uu de piedado. Contemplando esta viuva do phy-
arredar do povo os livros que o poden descarrciar o
corromper; nao rondomuou, affirma Mr. de La
Gucronicre,scno oque he irreligioso, immoral e
ni 11 mk'mI, c nesla cathegnria se acharam anda qui-
nhcnlos e cncoenta e seis obras. Finalmente o rela-
lorio da commissao d a idea dn poder singular da
venda de impressos; dislribuciu-se por cslo meio
animalmente nove inilbcs do volumes, represen-
tando um capital de se i-, miltiocs de francos; cis
aqu o budget dcsla lillcratura, composla cm gran-
de parle de livros iminnraes 1 Em verdade o orca-
meuto da lillcratura honesla e s;la lem proporc,es
mais modestas. W-se que poderoso instrumento pi-
do ser a venda do livros para o mal como para o
bem : (res mil equinhcnlos vendedores nrganisados,
[icrcorrcndo os campos c exercendo as mais das ve-
zes com seus li>roso proselylisuM da liecnca, da
lu pc/a e do alheismo I Sem duvida he um pensa-
mento juslnc moral procurar destruir eslas funestas
propagandas, aa quaes vio tentar com o attracttvo
do mal as intclligeucias simples o incultas.
Entretanto, ha uu* reflexau que nao pode deixar
de ter lugar: eisaqni como vivo essa democracia !
hecoinacondicAode ser vigiada, dirigida, prologa-
da ale as suas Ici turas Cousa anda mala singa
lar de urna parle n oslado ensina a ler ao povo, c
de oulra parte, importa livra-lo do perigo dos 1
nhccimeulos que lhe d Nflo i,.i nlslO a comleim
rilo suprema de (odas as a|>olheoscs democrticas, de
lodas as declamaroes sobre a aplidao universal do po-
vo? E demais, nao resulta de lodosestes fados a neces-
siiladcdcdarao eusino primario um destino um pon
en menos perigoso, do que dar o meio de ler os mos
livroa derramados u<- campos pela venda por dis-
tribuirn ? lie na pratica sobretudo, mo o dcsco-
nhecemos, muito mais do que por leis, que a ns-
(i 11. r.in elementar podo ser dirigida cm um sentido
religioso e moral. A nica reforma possivel e efli-
caz, he a do proprio mcslrc, do eusino que d. din
goslos que esperta, das imprcsses que desen-
volvc.
ila reformas de oulro genero, que o governo pro-
sogue nosle momento em uma ordem de dillerciites
ideas. Ha pouco lempo que fallavamos das modlfl-
earoes qne pareciam dever seren reallaadaa na ns-
liluiro ito jury ; eslas modilirares s.o o objeclo de
uuv.i lei, que acaba de ser aprcsenlada ao corpo le-
gislativo ; ellas versam sobro dous punios os ma9 0S-
senciacs, na formac.ln das listas c as qualidades exi-
gidas para ser jurado. Quanto as qualidades ncCcs-
sarias para fazer parle do jury, iiinguom so podo
queixar na verdade de que o projerto de lei lixc com
urna severa reserva as cundirnos deraparidadee de
diguidade. lie bastante urna condemnacao a um
mez de prisau para incorrer na incapacidade por
cinco anuos.
Oulra cundirn para ser jurado, he saher lerc cs-
crever 0111 francez. Aquellcs que \ivem d um Ira-
balho manual adiarlo silo dispensados das funrrcs
de jurados. Quanto ii formaran das lisias, ella* he
preparada 0111 primeiro lugar por urna COmmtssXo
enmposla do juiz do paz e dos niaircs do eanlAo.
Uma segunda eommlasin, na qual enlram o sab-pre-
feito, o proeurador imperial c lodos os juizes de paz
dodistncto, csrolhc as lisias preparatorias e orga-
nisaa lista diliniliva. Todas estas prerauces o ri-
gores nao pdeni ser inuleis para ebegar a formaeSo
do um jury que, por sua intelligeucia o moralidade,
estofa na allura desuas delicadas fuiurocs. He o
inlcresse da soriedade, ho o nleresse do proprio ar-
Cusadoa lambein da insliluicao, que acha a garanlia
da cunliauca, que inspira na rccliiblo esclarecida da
Jusilea quo ella administra.
Em verdade, em urna poca como a nossa, nos
iucidcnles polilicosqucso produzein, as medidas
administrativas que so exeeulara, as leis que se
confeccionam 011 se promulgam, ha mil symplomas
que pocm subilameiilc em evidencia os precipitados
roviramenuMdas cousas : rcalidade lem teussig-
naos reveladorea das revolueoes consumuiadas ; mas
parece tambem que csses rcpciilinos rexiramenlos
essas revolurcs sucressivas, tomam um carcter
mais arrebatador cm certas publicares, as quaes
vem involvcr-so no movimenln i11lellccl11.it conlem
poranco, porque alti secnconlra ao mesmo lempo o
passadu e o prsenle.
Em um Instante ao IbHieia a historia de alguna
dos anuos os mais agitados ; vn|ta-sc a pagina sobre
dous ou tres regimeiis polticos. Silo domnenlos,
seo qui/erein ; mas estes documentos nos poem sem
intervaltoem presenea doojua lomos sido e do que
somos. He desta modo que alo recolhidos boje ua
nitroiiis el Mettagn do principe Luii Napolajlo,
desde o moineulo em que a revolurao de IHiM o !-
vava para a Franca para ser candidato prealdancla
da repblica, ala o momento em que elle recebia
em Saiiil-t'.loiid das mitos ilo senado a roda im-
perial. Entre oslas duas dalas, que lempo tlecurrcu ?
Qualro anuos apenas, o cada um desses discursos
nesses qualro anuos, be um incidenle, que n.lo se
esclarece senflo boje lalvcz com sua verdadeira lu/.
Que se leia oulra vez o discurso aon expositores di
industria, pronunciado no mez do novemhro de
ISJI, allorurao dirigida quasi na mesma poca aos
ulliciaes doexercito de Paris, c ver-se-ha como um
comorcllcxo to 2 de dezemhro, um como mvslcrin-
so appcllu para un prximo fuluro. A cada pagi-
na, no todo desses discursos, pde-SO ver desenlUl-
se o espirito, o carcter e o pensameulo. Eram co-
mo os bollelius de urna canipaiiha pnlilica, rujo
Hado fui 11 ma corda para o principe l,ui/ Na-
poleilo.
Por urna coinrjdcncia singular, Mr. Dupin, pu-
blica lambem un mesmo lempo, as lombran^as da
presidencia da (wembla legiiatiramitt realmen-
te, apezar do titulo, he oulra cousa anda diversa da
repblica e da assemhla legislati\a. He todo .Mi.
Dupin perorando, presidindo, iustallaiulo aessoes,
pregando comicios agrcolas ha mais de '25 anuos.
Emfim de cenias, ah se acham qualro ou inca re-
VOlocOea delineadas.
Finalmcnle ao ver-se a deuirflo rom que Mr. Du-
piu rene as suas menores expresoes, se pode ad-
mirar ile que ello (cuba rhegado apenas a sua neplau-
yesiinai/iihila obra! Mas esle livre be por ven-
tura de Mr. Dupin ? O que poderia, o que deveria
fazer duvidar, be o /elo de elogio, que urompauha
lodos os arlos, lodas as palavras de Mr. Dupin nes-
sas paginas, he o cuidado ex I remo einpregado cm
reproduzir as mais lisnngeiras prov as dos joma es.
Entretanto aovollar-sc a folha, cm tuna nota, cm
um coiumeuto, eiicnulra-sc o autor fallando em seu
proprio nome: Eu calaxaalli, tal cousa me veioao
peusamenlo, etc. O que se deve crerd'nhi ? Mr.
Dupin fui um prosdente parlamentar chcio do au-
toridade c do cnlhusiasmo, hitando com um sangue
fri singular, c uma presenea dn espirito nao coin-
mum, contra os cicessos da montanua ; lalvez que
fura para desojar smente que elle nao lizesse tanto
a inscripeilo de seu moiiumtiiilo.
Demais nao he a elle que se deve pedir alguus no-
ves esclarecmieulos sobreacoulecimeiilos, dos quaes
se icltoii bem perlo, asim como o 21 de fevereiro e
0 9de dezembro. Mr. Dupin 0UV0 fallar driles,
mas nada vio deltas em verdade* Cada um desses
acoulcciincutos Icm seu lugar no que, o ex-presi-
dente, chama os Pcltte* .tunales rom o mesmo li-
lulo que esse oulro grande aroiitccimenlo: Dis-
curso de inaugurarn do presidente da cmara.
(Scnsac,o J <}\- m era o presidente? He ver-
dade que, duas Imitas mais arima, se acha consig-
nada a Hornearlo de Mr. Dupin. Elle segu deslc
modo sua propria historia e a le Franca, arremes-
Sando as vezes mais de um dito picante, como o que
vai callir sobro os legitimlas deinissionarios de
cargos gratuitos, mas nao de empregps paot oo
fuzeudo inlervir Montaigne em plena assemhla le-
gislativa a 21 de novemhro de 1851. Que belleza
pruposilo! a parece, dizia o lino gracejador COOM se
veese fallado precisamente em lempo, que he a es-
tacan das colisas inuleis quando ns destruidoras nos
vexam O mrito dos l'etife* Jnales, se lem al-
gum. he o de por dchuixo de VOUOS olhos ludas es-
sas dalas, desdo IK2 al 1853. Ellas nadadiiem,
nadaensinam ; mas urna dala faz pensar e \os faz
rccoineear pelo pensamento una especie de viagem
ideal alravez de lodas casasCOOSasde que militas ja
i.ni cxisteui.
E a vidat ea historia contempornea toda inleira,
que oulra cousa he seno essa viagem ideal e real,
na qual, antes de chegar se lem teni|Ki do saudar
muilas praias? Snente todos Uto Viajan) coma
mesma vanlagem, com uma igual ventara, o rolo
COnsegUe 15o pOUCO inlercssarnsoutros no que elle
scule, no que pensa, no que refere. Demais osla
vida de nossa poca he urna viaucm aullada, sujeila
a mil decepces ; paiie-seeoin illosoes, com enthu-
s i as n ios. com arllgoi de K phUosophtca c poltica no
espirito ; va-se mudar u mundo e por lim se v que
6*mundo he que os muda. Ao rabo de pouco lem-
po, o que reata com elleito dos entusiasmos c dos
principios de oulr'ora? Os acnnleciuienlos cahi
11 sobre elles e os amortecern! ou abalaran)
Quando se lem partido com um passo calmo, o es-
pirito fcil e seguro, cremloem corlas cousas, mas
mo crendo seno na medida do pos-i\el, scepli
respeilo de muilas nutras ha menos prnbahilidades
le soll'rer todas as xariaros da almosphcra.
Ludo muda, ludo se Iransforma, e (ambem o ho-
mem unida, mais nao lano, para que no da sc-
linte ello seja o contraste ou o desmentido da Ns-
pera.
A intelligeucia conserva nina corla seguranca li-
vre o conveniente, que as decepoSes nao perluibam
nein embotam. Mr. Saint-Marc (irardiu be um
Jones viajantes privilegiados, viajante na mais
imples arrepran da palavra e tanibeiu du niiidn do
espirito,e he islo o que d um carcter parlicu-
lar a lodas essas paginas, que elle acaba do reunir
anda no segundo volume de suas Sowmf de
y age el aelude$. Mr. Saint Uare Girardin vai
facilmeiile em seus estultos do Oriente ao Occidente,
da analysedo romance de Renard da clironica do
llamlel, do pliilowplio allemao (aus ao moralisla
francez Juuborl, do mundo actual ao mundo futuro;
lie uma vida de cscriplor, de prufessor, dejofualis*
ta rcprodiizida em sua xariedatle c com um fundo
mural que nao muda.
Ninguem enracleriaa mellior que Mr. Salnl-Mare-
(irardiu, em algumas paginas do iiilroducro. esse
privilegio dos espirilos vres o tirnics, deque falla
vamos,privilegio que conshUe, nao em se mus
liar estoico c sexoro desprezador das cousas, as
quaes n.lo se tem parle, mas em nao desesperar 1
CUrvar-SC as dereprr.es, porque nao se lc\c illusc:
vivlsslmas. Abracar optnloes quando o favor pu
Mico as corea, nao lie roister de um grande herois-
mn para isto; confess.ii-por ellas auasantlgai prefe-
rencias, quando sao abandonadas, lie o man dimVii
Ua miiiloOTiomcos, dii o aulor dos Soucenin de
toyagee, que lem medo ile estar sos com o seu
passado, como m; tem meti a nolle em uma Igreja
abandonada. Mr. Saint-Marc-(iiiar pirito forte ; n.lo lem modo de estar sd,com acou-
diro, bem entendido, de nao deixar de envolver-
se emaua poca, da tomar parle cm ludas as lulas
do espirito e da eloquenria Iliteraria, de adiar em
casode neeessidade, em linloo que aoprodui c se
agita, o alimento uenovoi cstndos, c nao temer do
pedir aos acntecimenlos e-^as luxes Invencivels, as
quaes podem concorrer para l.izcr renascer gra-
dualmente o Imperio desta forra moral, cujo aulor
falla com mu seulimenlu IflO justo e tan \erda-
deiro.
Vollemos historia poltica destes nliimos lem-
pos. Todos lem ronheeimeulo das quesles, quasi
lemixcis, que pe-a va m ultiiiiamriite na siluacAo ge-
ral da Europa, por causa das complicantes sobrcvui-
das repentinamente no Oriente. A agaeo, to
rpidamente prupagada ao primeiro boato da mis-
so do priueipc MeiisrliikoH' em Conslantinopla, di-
iniuuio liuenivelmenle. Ha qulnie das, fa I lava-
se anda dn Oriente, ningueiii falla mata delle buje.
Poneulura he porque esta ojueslao lem penlido do
-na gravldade, e oInleresao que a ella se liga nao
he mais o mesmo? Sao. Mas parece que nao leudo
o principe Mensrliikotr, representado ousadamente
a serna que delle e-pera\aui 011 teuiiam, a atleneo
publica deixou de preocupar-se das cousequencias
uessa rompliearo,e quanln a isso searba realisa-
do o que li/ianios oulro dia da polilica o elleito moral est pruduzido, se iienhun elleito
malerial corresponder i misso extraordinaria do
enviado do czar. Oque he real he quo a polilica
russa, hem que envolvida em uiysterio c formas
menos imperativas do que so ufo tinha supposto ao
principio, nein por isso he menos activa em Cons-
laulinopla. Seo principe McusrhikolV uilo entre-
gnu estrictamente mu uliimaium ao governo turen,
suas preleuedes nao pareccm afaslar-se, em subslan-
cia, do que se havia dito.
Ellas pareciam referir-sc sempre aos Santos Lu-
gares, .!' protectorado dos gregos, iioineai.\lo du
palriarcha de Onslantinopla. He fcil do ver que
todas eslas quesles, as quaes joga a indeprudeu-
sionomia rgida c porle severo era dillicil nao erer-
se as aventuras, que coiilavam da sua mocidade ;
porque associando ordinariamente as flaquezas da
mulher i brandura c Icrnura, a genlc esquerc-sc
do que a galantaria {enflaquecemos a exprcsslo) oe-
OUp grande parle us tastos do amor. Madama de
Marignau havia lido amantes, mas nunca linha
amadn. A seus olhos a salisfarao de um capricho
rolo (razia ueuhuiiia dcgrailacAo. Seu COdigode mo-
ralidade limilava-sc a rolo compromeller-se jamis
por urna nalavra escripia, c a nao soiTrcr uenhuma
familiaridade da parledaquclles que liiili.un passa-
do o discreto lumiar de seu camarn!.
A duqueza eslava cm trage de dormir. Era fcil
do adevinhar-sc pelas sabias combinarnos de seus
ciifoiles, que ella nao tinha ainda renunciado a lo-
das as jirolonciies. Todavia llevemos concordar que,
csses vislumbres tle garridice nao se moslravameum
a horrivcl atleclaco, que caracteriza algumas viu-
vas inglczas, as quaes parodiando os marlvres da
primeira igreja pareccm gloriliear-sc de suas imper-
fei^Ocs, como que fazendo parle do alguma socieda-
de para a exlinnMn da galantera ; tanta boa cora-
cem com que descobrem sua forinosura perdida pa-
ra mostrar s jovens bellezas o que os bracos, o eol-
io o as espadoas podem vira ser!...
O* esqueletos poslos as feslas egypcijs 11.10 li-
nham lim mais philosophicu. Menos'corajosa einais
aslula a duqueza de Marignau s doixava suspoilar
restos perfelamciile disfar^ados; ella Irajava um
vestido de alegar, maso corte delle o a posr.io do
lo preto que udicava as furnias de um (ulbc ainda
e-velio o elegante, oarranjo das maneuinbasdc lina
camhraa que de-ram ato nsmffos cuberas de au-
nis de grande preco, os eslreilos snalos de selim
que faziain valer (osla a pequcuhez dos ps, a iu-
Ueiihosa dsposieo de urna Iranea de cabellos lou
l faces,
de lu
elhice da
prc
udicava es-es visos
coes, que so tolerara e e-lima
Hieres, que sabem euvelhcccr
Nossa noite por um exlraurdiuarin a duqueza ia
sabir. Auniinciado u carro, a velha com nina voi
breve ordonouque fossem chamar madamesella Va-
leria. Era evidente que urna louqicslado se forma-
va. Una nuvein de dosconteiilauenlo assumbrava
a fronte da viuva, um sorriso do desprezo contra-
hia seus labios linos, o sua 111A0 aperlavaronvulsiva-
menlc urna caria aherla.
Digna hlli.i do somelhaiitc mi! murmura va
ella balendo no aoalhocomo p impaciente. Corte-
jada, e j quasi scduzida por um ninguem, por um
miseravel, que diz ser poeta, c que vive de rimas
e de privaremos. Lonco! ello nao (em riqueza para
ollcrecer sua Valeria adorada, porm um coradlo
Ionio o dedicado... como se unta moca de sua tem-
pera caroccsscde um corarn ; ella urna Marignau !
pois o he, anda que seu sangue csteja alterado por
essa eslrangcira, que, abandonando nossa casa, s
nos deixou essa heranca. Oh I coulimiou ella .tu-
rando no chao a caria quo tinha na man, se desse
ouvidos a miiiha colera, eu a esinagaria dchuixo dos
ps como este miseravel papel!... Mas, proseguo a
viuva depois de um monienlu desilcncio apandan-
do a caria, cujas dobras desfez euidadosumontc, he
preciso conlrafazcr-me. He preciso fallar docemen-
(e i cssa boneca, Usongear-lhe a vaidade, -ua ni-
ca paixao, e allernalivamcnle aterra-la com sagazrs
ameacas, a serena-la cum caricias iguaimenie astu-
las; do contrario cita me esiapar.i como um potro
bravio, e traralguiu novo escndalo para noBU i
feliz lainilia !... Nflo se me da nada do seu uiluro,
eu alitareco-a, c abonero sua mocidade, sua belle-
za, o poder de sua Redcelo, sua alia apiutao de rl
mesma, sua falsidade. Toda a sua pessoa me he odio-
ca da Turqua, pule sempre uasccr um contlicfo
no moineulo querido. Kra baslautc diflicil dizer
ate que ponto a rhegada doscmbaixadores de Fran-
ca e da luglalerra ter podido modificar o curso das
negocia^des. Cousa cslrauba ; ao passo que a agi-
lacAo se acalma entro nos a respeito da questAo do
Oriente, ella parece ler-se desenvolvido na Russia
com uma vivacdade extraordinaria. Ninguem des-
eonbecc que u religio lem um grande pudr na
Russia, e desde muilo lempo, a poltica dovelho
partido russo he reconquistar Constautinopla, c to-
mar oulra vez [i-e de Sania Supina. He esle ar-
dor que o ultimo incidente vcio dispertar. A mis-
so do principe Meuschikoll l'm fela para suscitar
c enlrelc-la. A atlitude da Europa rolo faz senao
iullaiiima-la. Entretanto, allinmi-sequc o imperu-
lor Nicolao, no meio das paiaoea religiosas que o
eercam c sflo sua forcea, encara esta situa^Ao com a
visla mais calma, o que nao quer dizer cerlamcnle,
que nlo est eslahelecida a queslo do desmembra-
mento do imperio (dtomano o da parte que devia
caber A Russia. Em suinma, iudependcutcmenle
do inlcresse poltico que se liga sempre a um ne-
gocio de-la nalureza, o quo he mais nolavel ua
mfaalO do principe Meiisrhikoll, no sequilo de que
fui aeompaiilrado, he esla demonstrarao do um es-
tado poderoso para rom um estado fraco, he esla
sorle de .velo de supremaca, a qual pareco subsli-
lur de algum modo uma queslo de forra a una
queslo de dircilo. Ora be esta uma lemienria, i
qual os governos pareccm muilo inclinados algu-
mas vezes a obedecer, 11A0 smente em sua poltica
externa, como em sua polilica inlerna, sonretnlo
nessa.
As revolueoes de 1818 erearam em favor dos go-
vernos um movimenlo immeuso de rearWin. Depois
de eslarem a ponto de perecer ua anarclia desses
ltimos unnos, levantaram-ae mata fortes, mala vi-
gorosos e infelizmente mais disposlos (ainhein a le-
var ao excesso o dircilu de defeza e de preservaran.
I'nde-se pergiinlar somenle, se esse meio he sem pro
o inellior para consolidar e impor a autoridade don
gnvernus, e po-Ia ao abrigo de novas rearees. Por
cxemplo, nlo ho um aclo mais prejudicial do que
ulil autoridade o decreto de scqueslro, com o qual
a Austria ferio iudislnclainente lodos os emigrados
lombardoa E nota-se hem, entre esses cinigra-
ilOS, muilos cstavam naquclla siluarao legalmeulu
com o Consenlimento da Austria. Se haviam cous-
piraees, Iranias serrlos, connivencia rom as Icn-
lalivas revolucionarias, quetiveram lugar ullima-
mcule em Milo, a Auslria Icm cortamente Iribu-
naes na l.ombardia. Ella Icm leis severas; mas
lambem ha leis protectoras da propriedade ; leis .
que fixam os casos em quo se pode perde-lu, o ns
meios [icios quaes se pode ser despojado della. O
governo austraco rolo nos parece ler sido bem ins-
pirado, prcl'erindo rnllocar-se cima deesas leis 11
obrar cm virlude de um dircilo disrricjouario. l,c-
vou o rigor al o ponto ife anuullar, como fraudu-
lenlas, livpolheras feilas sobro os hens dos emigra-
dos cm |87 OU 00 principio de 1818. I'orcerlo
que o aclo rigoroso da Auslria 11A0 leria (ido menos
gravidade, quando mesmo 11A0 atacasse seiulo a um
-imples individuo obscuro e que (ves-e uma pe-
quea forluna ; mas dcbaixo do ponto de vista po-
ltico, elle adquire uma Importancia inaior ainda,
feriudo as maiores familias da l.oinbardia. A -i-
luarAo da Auslria rolo se loma par islo mais fcil
na Italia.
Esla queslo do seqiieslrn, como se sabe finalmcn-
le, fui a causa de uma nova rompliearo entre o
governo auslriaro e u do Piemoiite. L'm rerlo nu-
mero desses emigrados lombardos, atacados em seus
bena pelo decreto da Austria, estn boje nacionali-
zado- subditos sardos. O gabinete de Turim rolo pu-
la deixar de reivindicar em seu favor os direilos
que Ibes confera sua nova nacioialidadc. Scguio-
se uma negocia rilo moderada sem duvida, mas em
suinma muilo animada; Irocaram-su uolas diplu-
inaliras, asquea resumAo as queixas do Piemonto
e os argumcnlos da Auslria. Al aqu as negocia-
re es lem sido infructuosas, e oniini-lro do re da
Sardcuha junio do imperador da Auslria deixou
Vienna em aeguimenlo a esse Incidente, nudo o
Plomonle era apoiado pelo concurso da Franca o da
luglalerra. \Ao he um rompimeuto sem duvida ;
mas emliiii, he dehaixo de urna forma moderada,
un protesto em que o mi se junta palavra. So
he ludo isto o que o I'ieuicnle podia fazer, he lam-
bem o monos que pude fazer. lalvez que a nlor-
venro das pulcurias amigas seja boje mais eflicaz.
De oulro lado, a Auslria parece (er afrunvadodc
-eus rigores eveessivns a rcspclo da Sui-sa. O ga-
binele de Vicua deu ordem s autoridades austria-
ras na l.nmbardia para enlrarem em roininunica-
eo com mu delegado do governo federal, o coro-
nel Hourgeois. Comtudo o hloqucio do Tocino sub-
-i-le anda, e o seu levanlamenle nlo pode ser se-
no o resultado das ncgocaccs, sem duvda mais
felizes, as quaes vo ter lugar. Eis-aqui o legado
dessa triste sedirAo de MilAu : o seqocstro de mui-
los emigrados lumbardos, dlfllculdadea muilo serias
entre a Auslria oaSuissa, urna queslAo das mais
delicadas levanlada entro o governo pienioiitcz' o o
governo austraco I
.NAo be a mcuur vanlagem da Hclgica, escapaudn
a essas infidencias revolucionarias, o lcr-sc eximido
as ennsequencias, que ellas Ira/em muilas vezes.
Ella osla boje toda entregue s feslas dadas por oc-
casao da inaiuridade do duque de Itrabante, herdei-
prcsumplivo da cora. A '< do abril, da cm quo
fazia seus 18 anuos, o duque de tirbanle vcio pela
primeira vez tomar ausento no senado e pie-lar ju-
ramento de lidelidade n ronsliluirAo. \n mesmo
dia o senado c a cmara ero recehidos em palacio,
diversas obras publicas inauguradas pelo re, Rru-
xellas se enclia de movimenln ede illuniiiiaroos.
Se ha alguma cousa de uulavel uessas Testas, as
quaes duraram muilos dias, besen carcter nacio-
nal. A Uelgica rodeando de sua dedicarn a fami-
lia lo rci Leopoldo, reconhece os serviros de seu so-
berano, e ha alguma musa de mas nossas demons-
Iracocs : he a coiilianra nessa monarcliia conslilu-
ciuual, a qual resislo s rcenles aollacoes revolu-
cinnarias, o que boje he nina das mais xcllins do
contineulc. O duque de Urabanlc he o primeiro
defensor dessa monarchia e dessa joven nariouali-
dade, aqual dove um dia personilirar-se nolle : he
oslo o segredo do sincero eulhusiasmo que se pro-
pagou de Rruxellas as provincias da Ilclgica. Ape-
nas as feslas eslavam terminadas, < pai lmante bel-
ga continuara seus trabadlos. A aessao central da
ros, ludo al o loque du rebique sobriameute dado I sa, c sua insolencia mais que ludo!... Nao ulrevcu-
se ella afiroular sombra de sua hypocrila suh-
1111 ni, e 1 I.Mic.u-mi' diiceiiieiile cm loslo desvos
de mocidade, que descubri 11A0 sei como ? l'orm
mais um pouco de paciencia Al a poca de seu
casamento lornel sobre mim a rewonsabilldade de
sua conduela, c cumprc quesaia de uiiiiha casa fe-
la coudcssa de Mclroze.
A duqueza fazia estas rellexcs, quando foi 11-
terrompulu pela ebegada de Valeria. A mora ipro-
ximou-so de sua av iiieJiuando-se com fingido res-
pedo para boijar-the a 111A0. Nunca Valeria linha
parecido mais bella nem mais hem ataviada. Seu
vestido era tilo alvo c transparente, quo se tomara
por uma nuvem; um collar de nevlas menos bri-
Ihanlc e menos puro do que o eolio de nev, que el-
le rodcava com gnu-a, forma va son nico enfeile.
Podia-so dizer della com verdade romo do urna das
heronas do Byron : Em torno della havia como
uma almosphcra do luz <>. Suas m.ideixas douradas,
sua tez resplandece ule de vida o de mocidade, e o
bulbo hmido de seus olhos faziam radiar nella um
encante inexplcavel. Todos os seus movimenloa
liuham orna greca lofanlil, o uma delicadeza do
crioula ; ella nioslrava no lodo do sua pessoa urna
timidez do gazella. uns laivos de ingenua innocen-
cia, de negligente alegra, cdeaduravel melancola,
que tafia andar a cabrea roda ao proprio Sanio
Antonio.
A duqueza ora, como ja dKscmos, una dessas
mulheres, qiieenvelheceni com erara, porm uu
exterior snmenle. O olhar rom que ella involveu
sua nefa, exprima ainda mais inveja do que aver-
iao, Ella apertou mais Cor temen le anda em seus
dedos a carta arrusadora, que dev ia por Valeria co-
mo um culpado peanle scujui/, erobrir como ru-
bor da vergonha suas lacea delicadamente rosadas.
{Continuar-*c-ha.)
asm


caara 'I"- rcprcseulanles, encarregada do c\nme
lo prujcclo tic loi sobre a organisacAo ilo cxcrcilo,
lomou urna dcrisao, que tazia presentir sua pro[>rla
i nmpo-ie m. O gnverno linlia proposlo que se or-
guuisas-c para cem mil hoincnsm quadrus do ejer-
cita permanente. A setv.ni cenlral acaba de regei-
lat esta pro|iosla, c lixa em ollctila mil homenso
eflbclivo do exordio ; he a conservacilo do estado
actual. Finalmente nao lie esta a nica Ici relati-
va i organhaflo militar, da qual so occupa a Bl-
gica ueste momciito.
Ha ao mamo lempo em discusso urna le sobre
a organillero do cxcrrilo, oulra sobre a milicia, c
nutra sobro a guarda cvica, coma lano mal* sin-
gular quanlo a llclgica nAu lem do ilcfcndcr-sc con
ira Icntalivas internas de agilara. Por 'ais ani-
mados que cstejam umitas veles os partidos, sua
niiiniafo nao val al i violencia revolucionaria
N3o ha pait no qual iu-.liluicf.es mais liberaa func-
rionem mais regularmente c com nicnot Irahalho
He inrunlcslavelnieiile urna grande vaulagcm para
Blgica osa solidez de insliluicOcs; ella niio tcm
ilc empregar aun forras as rcarc/ia, na incerteza
perpetua entre eveessos opposlos.
oscollio, pelo contrario, dos palta, que leom
ido agitados por longas rcvulucOes, cujas Inslitui
toes leem umitas vezo excedido os ooslumcs; he
que elles esli anda desde ha muilo lem|io, a pro*
curar um poni de apoio, una medida uo sen des-
ciitolvimcnto polilico, o niio he sem crises, sem |ie
rigos mulas vezes, que elle se entregara a cssa la
Ixtriusa pesquisa. Nao ha cxemplo mais (risanlc do
que a llcspaiiha. Aiuda lia poucos dias que pare-
ca ler enlrailo em una situacao mais normal, um
ministerio novo se liulia formado ; as orles eslavam
iberias o fuucciouavain rcgulannenlc. Entretanto
cit-que as cmaras, urna apoz oulra, foram siispcn
MI, e o miiislcrio deu sua dcmissAo. Como teve
lugar esta nova peripecia'! Tinha-sc infelizmente
desenvolvido as cmaras una animosidade', um ar-
dor do recriminacocs pessoaes, que allingia aoseu
ni,ns alio grao. mquanlo o general l'rim prunun
ciava no congie-so um discurso de tribuno revolu-
cionario, no senado um marechal do cxcrrilo, ora
pililo-general Manuel de la Concha, dispulavn con
o duque de Rianzares, marido da ranilla Chrislina
por orcasiAo de urna discusso sobro caininlio lie
ferro. Foram oslas violencias que molivaraiii sem
llovida ,-isuspciisAo das cdrles. Ilcsta agora saber n
que causn a dissoluco do gabinete. He urna
luaeto liint" mais grave, quanlo se acho sempre n
la, romo se sabe, esla dillieil quesillo da reforma
iiiiisliliicioial. Nao se pode dissimnlar que a Hes-
pauha esl boje empresenta de una das crises ai
mais graves, por que ella lem passado desdo muili
lempo.
O actual gabinelc inglcz nao parece destinado
come alguns de atol anlcpassadus, a fazer una des-
sas grandereformes, laes como ocommereio livre,
obill da reforma, emanciparan dos ealholicos ou
a abllelo da ocravalura, que fazcm dala na histo-
ria parlamentar da (irau-llrclaiiba. Parece que cs-
le gabinete est desuado a um papel menos glorio
so, mas nao menos Iilil, o de dcsomhararar o guvor-
no e a adminislrar.lo de una mullidlo de dbilsos que
ovi-tcni, de bale em brecha alguns prejuilOi de
mais, doulisfazer asideiaa de reforma sobre lodos
os pnnliis, de que a iipiuian publica so lem pienc.
upado. Bale gabinete mixto, cuja exallacao fui
olliaila coiiiii o aelo dcexliucio dos anliuos par I-
dos e a abdicacao da velba poltica ingina, nal
InauRoroe una oolra poltica, porm prepara va
garotamenlo nina poltica nova, que homons do.es-
lado mais ousados, mais joxens, lile de por em evo
cuelo em dias menos dillieeis. I) publico imilez
esta em perfeila e cordial apeclallva eom eale mi-
nislerio. I'edc reforma sobro quasi Inda- as mate-
rial desoverno; Bearia nualelloqueaetuteenal-
guma violencia ao-seus proJuilM o que solevarse
priulcnlcuiciilc a naeao por nmos caminhos.
D'ahi reaulll.....la ccrla limidcz e una urande
clrcumspeccio na opiolio publica. Ogabineleie
o-inn.i. lano quaoto pide, em responder porsens
actos a esse desojo do inelhor c a es-e recelo do
peior reformai colonia, reforma- parlamentara,
planos deeducacCo, convengo da divida publica,
elle loca em ludo, porcm com inflo pimienta, c -em
se arriscar. Ensata, apalpa, prnpoe, d o sen pa-
recer e pede odos oulros, He esse o vnico papel
que por muilo lempo os sabinclcs Ingle dcvcr.lu
fazer, se quizereni eslabelecer nina coneiliaeao eo-
lio o espirito novo, o qual g.iuha terreno lodos os
dias, e o espirito do passado.
lie era* timidez que explica lalve o plano de
linaneas que Mr. Gladslone apresenlou ulIimaiiH-u-
te no parlamento. < publico espera mais: toda-
va aceilou e-se plano eom uo.lo e salisfai.An. II
piojelo de .Mr. (iladslODC conlm lies pontos prin-
cipae- muilo di-linclns: o priineiro se refere n II-
quil.n.m ile certa rendas conhoridas com o nomo
de fundos c animidades do mar do -ni, e montando
a -uiiiin.i as-.is mdica de 9,900,0011 libras esterlinas.
A liquidacoo de--as leudas lefia por chullo simpli-
ficar a ndmiuislraco da divida, c ilosembaracar o
remenlo de minuciosidades Importnale comple-
xas. Os uniros dous ponlos se lefeieni s upulires
do Ihesouro e as rendas de a por ccnlo, cujo capi-
tal se eleva laomoaa de.vot railhOa atenlnos, e
que Mr. Gladtloue propOe abaixar a i }, por ren-
to. Diversas parle- de-so plano foram vivamente
rrilicadas, por exemplo, aquella em que Mr. tila-
d-lonc, para animar os possuidores de rendas para
adoptaren! seus planos, ollcreriaa lodos aquellos
que o- livessem areiladn anles de (i do mez prximo
Mil libias esterlinas de um novo 1 o '-_ por ccnlo
contra cada ltl libras esterlinas, dos :l por ccnlo
acluai assegurainlo-lhesojiiro de '1 ', por (pironla
anuos. Esla rombinacilo. diuiimiiudo o uro real,
augmenlava o capital da divida de 10 por ccnlo.
He verdade dizer (pie Mr. Gladslone propunha li-
niilar a sua a|ipliracio a :l(l milhoes esleiliuos de
capital. Esla opfuilo loi combatida quasi iwr iodos.
Sua uvcnrju das apoliecs do llie-ouio pagaveis ao
portador o produzido juro fol combatida com me-
nos ardor; lodavia os oreaos da Imprenta eslao
anda divididos a esle respello, Em summa, esse
plano linanceiro lem excitado alguol coulralempo,
mas iieiihuiu il-'sroiilenlamcnlo, c o sen inaior dc-
fcilo parece ver loinar iiupossivel d'aipii a IS'.II lu-
da e-peciedo nova opencao. A conversilo |uopo-la
por Mr. tiladslouc nao he arriscada, c he um novo
auxiliar para a ainoilisacio animal da divida ; ella
apena- simplifica alguns promenores. Tercinns or-
cligo de vollarmos oulra vez a este ponto rom os
prximos dbales do parlamento,
l /late dea cu.t' monthf.J
INTERIOR.
CE ARA'
arralar.Encane^ad |wr S. M. o Imperador
da adinini'lrarjo dcsla jiroincia, juluo do mcu dc-
\cr maiiift'slara Vine, que ininlia iiriiu'i|ial iiishho
lie ni.niltT a rcliuiosa (ilt^TVfliicia das Iris para li-
l m i. l, i 11-. Manioca, c |irospcriiIauvoda mes-
na |iro\imia, e(|iie esperui|ue vine, nudosoinpenho
das hiiin,ir-, do que a l i o (cm incumludo, se ef-
Ibree.....ais p<.ne, por arompaidibr-nic nesle cm-
peoboi
Sci que a pro\inciaw.' acha dividida cm parlidos,
i- 'ini' ni.ib n menos han de lavrar c odio>i polirus,
<|uas seinprc mais runeslosdo c|iieoiilros<|tiaes4|uer,
mas M Umbem que lodos os cidadaossilo iyuaes pe-
ranlc a lei, qmlqocr quo wjfl o credo poliliro que
professein ; (piepodem e\eiccr com i incsrna I-
licnlade seus direilos, cquo esle deven serrespeila-
dos pur (odos c garantidos pelas autoridades sem dif-
fcreiKja de pessoas. Persuadido poisdeque a aulori-
dade. sem abdicar odircilo, me compele a iodos, de
ler unaopini.lnpolilira. j.imais dcYc.noiIcsempcnlio
de seus deveres, deixar-se cegar peloespirilode par-
tido rveuipie parcial e Injusto: empero que vine, ludas
as \c/.e* que houver de obrar como auloridade, nc-'
nhmna consitlnacao Icidia s opini^es polticas dos
imlmduns, paia Tazcr contra miso que niio poder, ou
deixar de fazer ciq favor ile oulros o que dever.
Muilo, e muilo rccoinutctido a Vine, a mais acliva
persctiiicjodo crime. Aquellos, quesurdos a voz
da rasio, e rebeldes aos pr cre tos da le nAo duvi-
il.mi iiiii.n -c un carreira do eiime, devem senlir
lodo o ri^or das |>eiias, que as leis lem-llies conimi-
nado, para que hquein osear mentados. Mas lie ues-
le poni que espero ciinmlrarcii, Vmc. a mais per-
feila iiiinarrialidadc. lie misler que Vmc. neui fe-
che os ollios aos crinics dos seus afoic.oa.los e eorre-
liuiouarios, ni'iii .i pretexto de pei~sci{uir crime1* ima-
ginarios use de violencias, everca vinuaucas, sua
ou alhcias, coiilra eidadaos parilicos o innoccnles s
porque peusAu (liMcreiiIcnieiilc. lieleva aiuda ol>-
ervar-llic, quo nao lie Mmenle subte os iniseraveis,
c o povo mo do que deve recaliir a vigilancia da au-
lordade. Os ciiiiiinoso-> devem ser piTseguiiln->,
qualquerque eja a rique/aquelenliam, a faiualia
(|ii.'|ifi iciir.iiii, c aposicAo qiienccupein na s^ine-
daile. Si? aluiun individuo |hhs dcsttos, quesejul-
Rain polcnlados, transgredir as leis, e coiiunetler
qthdquer crime, cumpreque vine. Ihc fnca sentir a
arro do poder publico, o o convence de que uin-
hu'im (ni o privileguS do delinquir impnnenMile.
Obrando vmc. do modo indicado nicrecer a ron-
lianrii dcsla presidencia, os louvorcs de scusconri-
riadlon, o lera, o (pie he mais qm; linio a Mllafacllu
dcHei\ir bem ao paz, cumprliulo relgiosaiurnir
aeiia d>verei: nms w, deapremide ;> naverienela
<|uulhcfaco, abuaar da auioridade, que Ibc foi con-
bada, para apadiinbar rrimintiso-, perseguir nuo-
ccnles, cnnimelcr viulrmi-, ollender os direilos
dos cdadaos, o que cerlameu'^ nao he de esj>erar,
Z
lera o desprazer de ver esla presidencia recorror aos
nielo que a leis pflem a sua disposico para roiirl-
inir os abusos, o fazer eflecliva a rcspoinabilldado
de seus autores.
Den* suarde a Vin. Palacio do Enverno do Coa-
ra, oni 2* do malo de 1B53.Di: Joaquim Hlela
ile Cmlro Taiaret.
PERNAMBICO.
V4RIEDADE.
CMARA MUNICIPAL DO RECITE
Simo1 ordinaria de 10 de junbo e 1863.
I'residenriii i< Si; Barita le Capibarlbe.
Prsenles os Srs. Barro* llarrclo, Res" o Albu-
qlicripie, Heo, Vianna, Dr. S Pcreiro, Maniodc,
Olivcira c Cameiro, ahrio-so a sessao, o foi lida c ap-
prnvada a arla da anlcrcdenle.
(1 Si. Sii Pcreira declarou que j linba fcilo ver
a cmara, quo nos dias quinla-feira nio Ibe era pos-
sivcl comparecer n sessAo, o que por isso dclxara de
assisllr de 0 do correle.
I-"i lido osceuiulc
EXPEDIENTE.
l'm odlcio do Eim. presidcnle da provincia, con-
cedendo a aulunsacAo que a cmara ihc pedio para
construir reate catacumbas nocemilcrio, no inesmo
luaar cm que estilo edificadas as oulras.Inlcirada,
e inandoii-sccxpedirordeni ao engcnliciro cordeador
para fazer o oreamenlo da obra.
Oulro do mamo, concodendo i cmara aulorisa-
(io para dispender com os reparos do quarleirlto do
Mil, da ribeira do 9.-JoS0,l quanlia parque Mr am-
ulatada a obra em hasla piiblira.Que se inandassc
publicar editaos.
Outro da cmara municipal do Brcjo, acrusando
o reccbimenlo do dcsla, cm que Ihc rommiinicoii o
nnmeae.lo c |iosso do nclual adminislrador da pro
vincia.Inlcirada.
Oulro do enconheiro direclor das obras publicas
viudo da presidencia para ser informado, dizcnilo
exislircm ao lado da ra da Concordia dous limares,
cm qiieimporam Igual pluvia, queso pulriflcam
c cxhalam mo cheiro, um por delrs da icreja do
Carino, c oulro em frcnlc da Iravessa da Pocinho.
Mandou-seao liscal para informar.
Oulro do adminislrador do ccmiterio.dizendoquc,
de ordem do Exm. presidcnle da provincia, Ihc fo-
ram enlresues no da ti dornrreiilc lie* Africanos li-
vres, para o servico do ceinilerio.Inlcirada.
Unas infonnacoes do enacnbeiro cordeador o do
Itecal do Recife, ambo* julgando Inconveniente ao
transito publico a collocaeilo que pretende fazer Sa-
muel Poner Jobuslon i\ Conipanliia, de um uuin-
daslo de ferro na rila por detrs da de Apollo, Icm-
brando o ro deador seria inelbor que o nvenlo ou
a cunara mandaste enllocar um gulnduie na praca
ilmi-circular projeelada ao sul dos terrcuus dospo-
lii ionarins, ou que no raso de se querer |iermiltir a
(oni'c-sao pedida, o Tosse piovisoriaineiile cniquanlo
-e n.io ulllma a referida ra.Que aa respndase a
S. Exc. comas iuforinaeoc* por copia.
lie lido o approvado o parecer da eammwao de
polica, sobre as ronlas dadas pelo procurador da
recoda e deapeu niuuicipaes do mez de malo ulli-
mo, e do eslahelecimenlodo ceinilerio, perlcnrciites
ao Iriineslre lindo no diln mez de inain, verificando
a riiiniulssaii a sua exaclidao, e ler passailn para o
mez crrenle um saldo llorte 5:1939719, sendo
I:71J-I2Ssabina favor da recolta do ceinilerio.
O Sr. Barros Brrelo fe/, o seiiiiinte requeriinen-
lo, que foi approvado :
.i Alenlo o mno estado dos cana de agolo das:)
priineirasrasas da ra da Aurora, aosabirda ponte
da Boa-Villa, nropounoqueie mande inliinar pe
liscal respectivo aos pronrielarloa de lilas casas o
promplo reparo das mesillas.
,c Pan. da cmara municipal, 10 de junbndo IS'ill
Barros Brrelo.
A' requerimenlo do Sr. Olivcira, roolveu-ee que
o liscal de S.-Jo.- rcspnnilessc -ubi e a veracidade ou
n.io veracidade dones annunclos, que leem sido re-
plidamente publicada no Diario ile Pernamb*
ro, aliiiilindo \ venda de garepas a/odas na niesma
froLTiiczia.
M.indou-sc reiterar aos llscaes o imprmenlo
da ordem que Ibes lem sido expedida por mais de
urna ve/, para compaicccrem u cmara nos dias cm
pie esia funecionar.
Enlra em discussao o prnjecto de reaulanieulo di
lervicoda carros fnebres, e silo approvados os ar-
liaos'l e > do Cap. I, c o arl. I ale I do Cap.'2, so-
hr'cslando-se na discii.-i'in do arl. 5, por ler a su.
li-piKi-lo originado una queslo de incidente, que
levou algum Icmpu, respeilo dos nimio- porque hr
permillioo fa/cr a rniuluc.io de corpa para o ceini-
lerio, opinando o Sr. vereador Gustavo que niio es-
lava prohibido que cada um conduzisse como Ihc
aprouvesse, islo he, em carros fnebres de aluaucl,
ni de uso particular, pela mo, em canoa, V, c sen-
il.....ilros de opinilo conlraria,atientoa>Mflnalmen-
leem olliciar S. Exc, pcdindo-lhc csclare(men-
los definitiva.
Ili-pichariini-se as peliroes de D. Annimciada
Camilla AIvcs da Silva, de Anlcro Anlonio de Pa-
rlas, de Jos Antonio Alies Vieira, dos fesleiros do
arce de S.-Anlunio, de Francisco Cosario de Mello,
e*levanlou-sca se-s.io.
Eu Joo Jos l-'errcira de Aauiar, secrelario a
ubscrevi.B.irilo de Capibarlbe, presidente.Ma-
licio.Girneiro.S Pcreira. Barros Brrelo.
Uceo.Ol v cira.^YianiiQ.
DIVERSAS PROVINCIAS. ___
Rendlmcnlododialaie.....1:5255?
dem do dia 17 ....... 177J5.>1
COMUNICADOS.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
Ao publico e aos msot collegai.
lie |ios-uido do inaior pra/er que me animo a pe-
r na penna, para rom oslas mal Iracadas liuhas,
moslr.ii o ineu vivo recoiibecimenlo ao publico des-
la cidade, que to generoso e benvolo se lem inos-
Irado para COmigO o para com iniuha espo-a Leonor
Orsal Honda, deideo priineiro dia em que Uve-
mus a honra de nos aprcsenlarmos em publico no
Iheatro de Sania Isabel; pois ipic apezar da nossa
mediocro babilidade na arle dramtica, sempreque
Irnbalbamos lema sido honrados com deinonslra-
ees deaiqrovacAo |ielo-cniuplaceules cxpcelado-
es;junlanlo lambein a lelicidadc que livcinoi as
oncurreiirins e aciierosidailes dos convidados nos
toaos beneficios, doqoe publicamente nos confes-
auios eternamente ralos.
No dia :il de maio do crrenle lindou o meu con-
ralo, ainicomo o do todos os meui eollegaj, no
ibealio de Sania Isabel, c sera com bastante rnagoa,
que eu nao cnnlinuarci a p.tirulo,u o meu fraco
prcslimo anrespeilavel publico, de queni como ja
lisse, cstoii bstanle peuborado. Assas penosa se
ine loi na a falla de tlenlo nesla occnsiAo em que
eudoaejava publicar om agradoclmonlo ornado de
iielli-/,!- Iliteraria ; maem luaar de palavra esco-
Ibidas, eu aprsenlo a llnguaoam franca, linauagem
juc o corarn dicla, o a penna escreve.
Alcuscolleaas. Aproveilo esla occasio para aara-
lerer publicamente a promplidAo com (pie luda a
-ompaubia se preslou a Irabalhar uraluilainenlc em
meu beneficio no dia t do correle, o junlamenlc
por dlspo-icAo de lodos a moni collcaas, o meu
Ijminulu presumo para o que Ibes possa ser ulil.
Recife (7dejunhodclMj:t.
Manuel Joaquim .1/eiu/e.s.
Uma lacrima sobre o tmulo do segundo l-
ente da armada Imperial, Antonio da Sil
velra Cavalcantl albo do finado capitao'
Francisco Antonio da Sllveira Cavalcantl.
Atacado mortalmcnlo de urna aircccAo du naUo,
casionada (mr una conslipacAo apauliada em ser-
vico as praias do Rio Cramlc du Norte, terminou
(Cus dias esse joven que apenas coulava '22 anuos
ile idade. Sim, falleccu o Sr. Aulouiu da Silvcira-
Cavalcanli deixou de existir no verdor do* seus an-
os esse dislinclo Pernambiicauo, dceujos hlenlos
o (inaliilaib's iiiiuae-, n.lu vulgares, leon privada sua
I-,du.i natal, cm prol da qual j bavta prestado
servicos relevantes; pardeuaoilm Pernamliuco, per-
leu o Brasil um soldado, cujo futuro muilo o lison-
geava; perderam sua carlnbow mAi c irinos um
excellenle filho o irmao, niio Ibes serv ia de arrimo,
j pela falta de scu marido e pai, que fallecen cm
rampanba na provincia da Babia, o j pela do scu
lilbne irmao, o bacharcl Florencio da Silveirn Ca-
valcanli prximamente finado.
Em i.io lenra idade j o dllo segundo lenle
Silvcira havia mmlrado para qtianlo o asuardavain
setis lulen lo- e vil lude-, pois que pcrleureudu
guarnicao do sempre senlidu vapor D. Affoiifo, do
ilusa e histrica rcrordacjlo, do que era guarda-
marinba, distingulo-se a seu tairdo uo ataque do
Tonelerode maucira Un uolavel c gloriosa, quo
meroecu ser por uso condecorado com o babilo da
ordem de Cbrislo, e com u da campanlia, sendo
iinnicilhil.menle elevado ao poslo de segundo l-
enle, em que fallecen.
.Moco dcil, amavcl o honeslo, fazia-so eslimavcl
|ior lodos que o commiiiiicavam, dcscuvolvendo ca-
la dia em seu bem funnado cora<;Ao virtudes que
aiuda mais o rcrnmmcuilavam, sendo Ulna deltas
le (amar sobre si a uianulciieAo de sua pobre uiai
le lie- iini.i.i-, alm de oulros lanos imitas me-
ros, que inconsuiaveis aiiuUi se conservam pelas
Irreparavei- pedas de pessoas que Ibes eram lo
rilaras. Ma teonlae.io ser por isso tilorin-.i eelei-
e lo elevadas virtudes lirvan ou menas do
inseulivo |iara os seus mulos,
\ Ierra Ibe soja leve. S. M.
NOVO CERADOR PARA AS MACHINAS
DE VAPOR.
Em quanlo Mr. Ericson Iraclora na America de
substituir o ar quenle ao vapor, um franeez, Mr.
Bel lev il le. cngenliolro civil de ancy invenlava um
novo gerador que parece destinado a prestar gran-
des servicos i industria c locomoclo.
O app.ucilio de Mr. de Bcllevillc sabio do calado
do Ihcoria. Ha algum lempo que funeciona em
l.abriche, prximo a San-Diniz, nasonicinasdoMr.
(andillol, aonde Mr. do Bellcville, achou os lubu*
neccssnrios paracstalielccerosen apparelbo.
Visilaram-no alguns engenheiros Ilustrados, c
lodos elles rcconheccram o bom czllo dcsle Invento,
cas immcnsas vanlagcns quo elle lia do produzir,
niio s quanlo a seguranca, como no tocanlo eco-
noma de espaco c comhuslivcl.
Consisto o novo gerador n'uma simples serpentina
quo nAooccupa a decima parle do espaco dos dc-
mais apparelbo?. NAo cslnsujcito a cxplosao, an-
da que a ovapnrisacno nella so produia inslantanca-
menle, Um ofllcnl de marinba que acaba de o exa-
minar den a respeito delta o soguintc parecer:
Considerado o inventa de Mr. de Bcllevillc na
sua applicacan marinhaimperial resulta immedia
metilo o scguinlo doscuexamo: I" a dostiecessida-
de da agua as caldciras; 2- a desnocessidado do de-
posito do va|K>r; 3' a ceonomia de50por eenlo, ter-
mo medio, no comhuslivcl.
o l'acamos breve juizo sobro estes :i resultados,c
liorna as deas por meio dealgarismos.
k Encontr no quadro gerol das dimonsocs dos
apparelhns de vapor niarilimos para una fragata de
vapor de bO cavallos: volumo de agu coulidos na*
cahleiras (i.'l metros cbicos 7t)I (lomando por base
do calculo do algarismo relativamente pcqueun do
ilH lilros de agua porcavallo); capaeldade do depo-
sito de vapor 9."i metros cbicos 5.10 a 117 metros
cablea por cavalln). Rcsullaria, pote, ncsle raso,
do uso de gerador de Mr. Bellcville urna economa
de cqiaco de 03 toneladas de peso.
Sendo o consumo de carvu de urna fragata do
vapor dala ciarse de corea de 70 toneladas diarias
lomando por base do calculo o algarismo moderado
de 4 kilograinmos.'KI porcafallo, o por hora) osen
boslceimciilo para do/e dias he de HV1 toneladas.
A ceonomia de 50 por rcnlo no comhuslivcl di
nina ceonomia de tlli toneladas, ou, por oulro mo-
do, pode prover-sc o barco de earvAo para 14 dias
mais, ou 2(> dias cm lugbr de 12.
Para apreciar o valor data resultados he neces-
sario saber al que ponto o augmento de local, ^ e a
.Ilumino -n de peso depois se lornam aprrciaveis a
bordo, em lodo o lempo, cheaando a ser nos barcos
mixtos e auxiliares necessidadw 1.1o imperiosa* que
para as ublcr.alsorcduz o baslccimcntodc vivera
caaua, destinados s tripolaces.
E lodavia, nao so islo mais do que vanlagcns do
svsletna, de palpavel evidencia, e que desde logo
produzein viva impraso as pessoas rotiheccdoras
da applicaco do vapor iiavegacAo. Oulras ha que
Dio dcixam de ler menor importancia, como, por
cxemplo, a rapidez rom que se produz o calor, cou-
H para admirar no apparelbo de Mr. Bellevillo.
(guando o ilgnal do almirante, quecommanda tar-
cas, determina aos vapores que aceiulam os foaos,
ou seja para levar a reboque as einbarcaces, ou pa-
rador promplo auxilio a qualqucr barco cm perigo,
lodos os marinheiros veem cun dr sabir fui nc-
gro c espesso das chamins, nelo espaco de una
hora e Ires aliarla, at duas horas, c em quanlo o
vapor, ahrindo-se o tubo de desafogo, nao indica ao
commnndanlc mi chefe que cslAo promptos os bar-
ros para exeeular as suas onlcns.
Em lempo de guerra a visla qualqucr das nossas
esquadras una esquadra nimiea. Segundo todas as
probabilidades rotnpoe-sc esla esquadra era arando
parle de barcos com machina auxiliar ; islo lie, do
barca que guardan) com cuidado o seu pequeo
lii-leciincnlo decoinhuslivel para rasos muilo gra-
ves, c sobre ludo para o cmbale. Acendc imnie-
dialau.enlo os seus fogos, o a forca mi un-1 esl a II-
ro de e.millo, em quanlo a demora em aqucccr-los
nao d a pressao necessaria para cooperar, ou seja
para lixar a ordem da halalba, ou para fazer asevo-
liires ipte as circutnslancias demandam.
Com o gerador de Mr. de Bellcville farilmcnlcsc
oblen a pressAo ii'um (piarlo de hora, ou em dez
minuto*. Produz, alm disso, o possibilidadc do ele-
var instantneamente, tarca de militas almosphc-
ras, a pressao do vapor, ede considcravelmenlc aug-
mentar a potencia da machina ; c islo sem que soja
necessario avivar multo o fogo, bastando comerva-
lo, po-lu que Ionio cm seus cITcilus, como succcilc
quaudo se quer augmenlar a nrcssAo, anda que li-
iniladainenlc. Esta faritldade lie preciosa, especial
mente na marinba de atierra, em qne .intitulo acon-
tare que as machinas su lem proporrfles birlos para
salisfazera condicoe* dcpoleucias iuteiramculc ac-
cidenlaes, e vencer resistencias raras o anmalas.
Alm deslas arailes vanlagcns, oulras lem anda
o apparelbo de .Mr. Bellcville Igualmente importan-
tes; ti saber : a de nAo poder haver explosics, como
sedemonslra pela mcsuia nalureza do apparelbo, e
inodiicomo se forma o vapor ; o violencia dacircu-
laco na ser|ienliua, nipie obsta cm partea forma-
cAo dos residuos, constiluindo um meio simples c
eilica/ para una limpeza romplela ; a supprcssAo das
exlraccoes que eoniplicaiu o mecanismo, c conso-
iiicm sem vanlagcm alautua aquaulidade calrica
i|uc serve para nqueccr quasi a terca parle da inas-
i lolal da aaua conlida as caldciras, um Ierro da
ue se precisa exlraltir para evitar a furmacAo dos
residuo* ; a cconomi.'i.de niAu de obra, peso, $., que
-eslilla da suppressio de lubos, pranchas, caixas pa-
ra fumo. laminas do .nana, depositas do vapor, ;
i pos-ihilidade de eslabelecer o gerador em espaco
le qualqucr conliauraco que seja. dando-lhe for-
mas bstanle achatada para que em nenbum caso
e eleve a bordo da cmbareac.io cima da linba d
Igua, lie.nulo scinprc por conseguidle, ao abriao das
balas, 4.
O que se diz rclalivamenle marinba de guerra
applica-sc ipiasi iulciranieule A mal inFia mcrcanlc.
O que urna caoba em polcara militar, aanha-o ou-
lra em polenca coinmcrral. A ecunoinia de com-
huslivcl mllanle do apparelbo de Mr. de Bcllc-
illo permute uombarcicfla mereanla i duplica-
cao das viauens.c o poderem lrans|iorlar maior quan-
lidade de niercadorias. As pequeas diinenra do
gerador Ibes d alm disso, um espato que atava
perdido, A;.
O invento de Mr. de Bcllevillc nAo beso um pro-
cesso do indusIriS, he lamben) un arande passo que
o vapor acaba do dar, c um venladeiro servico feito
i patria, consliluiulo mu almenlo de prosperlda-
le para a inarinha mercante, c um elemento de po-
der para a inarinha de guerra. ( Monileiir. I
(Diario do Gocerno de Porlugal.)
1:757!15
Exportado'.
Saula-Calharlna com escala pelo Rio-dc-Janelro,
patarho nacional Soto-Lux, do tul tonelada, cou-
duz o scguinlo: 101) toneladas carvio de pedra, 2
latas com 112 arrobas de assucar, 20 caixas velas de
carnauba, 5,500 cocos com casca, III duzias de di-
tos de beber agua.
llaniplen-Doads, hriguc americano Smyrna, de
219 toneladas, contluz o segulnlc: ,2110 toneladas de
gitano.
Oibrallor, brigue inglcz l'orlia, de .117 tonela-
das, cunduzo scauinlc: 5,024 saceos com 25,120ar-
robas do assucar.
RECEBEDOBIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES l)h PERNAMBLCO.
Ilendiinenln dodi.l ll'i......
dem do dia 17........
CONSULADO PROVINCIA!
len lmenlo ,lo ili.i 17......
1:0718199
1:0028695
'2:0759350
MO VIMENTO DO PORTO.
.Varo entrado no dia 17.
Carden" il dias, barra francesa Crele, de 319
toneladas, cnpilAo t. Costa, equipaacm 13, carga
earvflo de pedra ; a Olivcira A; IrniAos.
Nat:ion /altillo* no menino dia.
Aracaly Hiato brasileiro Capiharibe, mcslre
Anlonio Jos Vinnna, carga varios gneros.
Rio de .1 ,ineiro Briguo brasileiro Sagitario, ca-
pilo JnAo do Dcos Pcreira, carga varios gene-
ros, Passageiros, Fr. Josii dos Santos Inno-
centes e 1 cscravo a cnlregar.
dem Barca hrasileira Firmeza, capilAo Jos
Francisco dos Sanios, carga varios gneros. Pas-
sageiros, Mauoel Francisco I.uiz da Silva e9 cs-
eravos, Alanoel Francisco da Silva e 3 cscravos,
Antonin Jos do Ciinlia, D. /.eflerson da Silvcira
l.obo, e 4 escravos a enlreaar.
dem c |Hirlos inlermedios v,i|H)r brasileiro />
rtMOM, rommandnilc Franrisro Ferrcira Borae*
Alm dos passageiros que Irnuxc dos portes do
norte, leva dala provincia, paraos do sul, I.uiz
Jos de Brito, JoAo Anlonio das Chaaas Cravciro.
vi.i o. i.-l Lucio de Souza, Eduardo Ferrcira Bal
lar, Jos Joaquim de Oliveh-a, Joaquim Jos do
A. Jnior, Domingos Francisco AIvm Ferrcira,
Manoel Jos de l.ima, Manuel lioncalvu da Sil-
va Quciroz, I). Leopoldina tioncalves da Silva,
Jacinlho Simfla, Julio Tilo Jorge, Francisco Jos
Corraa Nevw, 8 recrutas, o 2 pracas de prct.
O /faca/ do freguesa de Sanio Anlonio do termo
da cidade do Recife, ele.
Faz publico para conheeimenlo dos parocliianos
da mesma freguezia, quo pela cmara municipal des-
la cidade Ihc fura communicado, em dala de II do
corrento, que lendo sido approvada pelo Exm. Sr.
praidcnlc da provincia, a poslura audicional publi-
cada |Hir cdilal da mama cmara, cm o n. 131 dote
Diario, que aulorisa aos llscaa Inspeccionar as ca-
sas ou quintaos deltas, em que existam immudicias
ou quaesquer objeclos, que possam prejudicar a sa-
lubridadc publica, houvcssc de ser tosa cm execu-
C40, o te-ii iii.imeiile observada, assiin o f.ieo. dan-
do-lhe a maior publicidade, para que nAo apparora
ignorancia. Freguezia de Santo Anlonio do Recife,
14 dojunhnde 1853.O fiscal,.l/anvcf Joaquim da
Sitia lUbeiro.
O fiscal da freguezia de S. Jos, faz publico pa-
ra conheeimenlo dos moradoras da referida fregue-
zia, que pela poslura addirional de 10 do corrcnlc,
publirada nale Diario, csbiaulorisadoa varejar os
ipiini.ie- ondo Ihc consta que existen) mundicias,
ou quaesquer objeclos que possam prejudicar a sau-
de publica. Freguezia de S.Jos do Recife, 17 de ju-
nlio do 1853.O fiscal, Juo Jos de Moraet.
Anlonio Moreira de Mendonea, fiscal supplente
cm ejercicio da freguezia da Boa-Visla, ele.
Faz publico para conheeimenlo dos moradores da
referida freguezia, que pela postura addirional de
10 do corrcnlc, approvada interinamente pelo Exm.
presidente da provincia, osla oulorisado a varejar os
ipii nt.ie- o i ule Ihc conste que existem immuudicias ou
quaesquer objeclos que prejuniquem a sade publi-
ca, c aquella que forcm assini echada, iucorrcro
os moradores das rasas as |icnas comminadas lias
posturas; igualinculo faz publico, que pelo arl. (i
do ai I. tid.is mesillas pnsluras est prohibido denlro
da cidado o uso do roqueiras, bombas, c fogu deno-
minado (buscap', incorrendo os infractora dale
orligo na pena de IO9OOO rs. de mulla, o dous dias
de pristi. E para que uingucm se chame a enga
no, in,m,l,ni publicar o presente. Freguezia da
Boa-Visla 17 de junbndo 1853.O fiscal supplente,
Antonio Moreira de Mendonea.
loleria se houver lempo continan
hora.
baile al 2
AVISOS MARTIMOS
PARA OKIO DE JANEIKO.
O brifjue nacional Elvira, fabricado tic
novo, brrailo eencavilhado de cobre,, c
de superior niarcba, egue em [xmcos
dia : recebe carga, passageiros e escra-
vos a frute, pana oque trata-s coniMa-
cbndo & l'inneiro, na ra do Vigario n.
19, segundo andar, ou com o capitao na
p'raca do Cominercio.
PARA A BAHA
seguia' com grande brevidade a nova
e veleira sumaca nacional Ainpliitrite,
capitao Antonio Semeo dos Res ; para
carga e passageiros trata-se na ra da Cn-
deia Vclba, n. 56.
Para u Cear segu com nimia brevidade o
bem conhocido patacho EmulacHo: quem ncllo
quizer earregar ou ir de passagem, dirija-so ao ca-
pilaoa I1011I0, ouao escnplorio do Manoel (joncal-
ves da Silva, 11a ra da Cadeia n. 39.
A barca portugiicza Marn Jos ,
|)retende sabir para Lislioa, 110 dia 25 do
corrente mez : para o resto da carga, 011
passageiros trata-sc com os eus con-
signatarios Francisco Severiiuio Rnbello
& Pillio, ou com o capitao, na praca do
Commercio, ou a bordo.
DECLARACO ES.
EDITAES.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 17 DE Jl.MIO AS i
IIOUAS DA TARDE.
Colaces olllciaes.
Cambio sobro Londra a 28 1(1 d. c 28 l|2d. 60
d|v.
Dcsconlo de lelras de 15 a 15 dias 10 por ccnlo
ao anuo.
AI.FANDEGA.
Rendimeuto do dia I a 16 I'.n,: IHi-H-J
Idcm do dia 17.......22:5I3J300
2I8:82'I?V12
Dtfarrcgam hofe 18 dejunho.
Escuna norueguense Sordsljcrmenl mercado-
ras.
Ilialo brasilciru Ligeiro fumo e charuto*.
Irnportacao
Escuna norueguense Sordsljermenl, viuda de
Liverpool, consignada a Me. Caluiont x Conipanhia,
ni,mil,--ion o seguitile :
50gigos e I cesta tanca, 100 caixas Tullas de
I landres, f i fardos o 3 caixas lecidos doalgodio,
SO toneladas earvAo, i ditas ferro bruta, H raixai
lecidos de liuho, 33 sacca* pinicula ; n Me. Calmuul
& Companhla.
25 taixas ferro ; a D. \V. Buvvmau.
55 aii;os e 1 barrica louca ; a ordem.
60 laixas ferro fundido ; a S. P. Jobuslon & C."
VtpOf nacional l'araense, viudo dos poi |<>- do
norle, manifcslou oseguinlc :
32 rolos salsa; a Lima Jnior i Con'.panhia.
1 cmbrulho; a Miguel Jos Alvra.
I encopado ; a I.uiz Francisco Sampaio o Silva.
I coixinba ; a Virgiliu Horacio Mcneza Leal.
. Polaca hapanhola Cnion, viuda de Barcelona,
consignada a Arauaga &Bryau, luauifcstou o so-
guinto:
150 pipas c 30 harris vinho, 150 caixas massas, 10
dilas libio, 20 (lilas velas slr.inn.i-. 20 fardos pa-
pel llrete, 20 bar is pimcnlitu, 41) dilas alpisla, 6
sarros rominbos, 6 dilos erva-doce, 22 fardos cabos
de linlio aos inesmo* eonsignalarios.
Barca franceza Cfiole, vinda de CardilT, consig-
nada a Olivcira limaos i Corapanhia, mauifalou
n segulnlc :
:il9 loneUdu de carvu ; tius mesmos couiignn-
lario*.
CONSULADO CERAL.
Reiidimenbnlodialalb.....12:0.>w6."i2
dem do da 17........2:72b06
U;I3IW.J8
O lllm. Sr. inspector da Ihesoiiraria provin-
cial, cm eumpritneulo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidenta da provincia de 18 do corrente, manda fa-
zer publico, que nos dias 27,28 c 30 de junbo pr-
ximo vindouro, se ha de arrematar, a quem por me-
nos lizer, pranla a junta da fazenda da mesma
Ihcsouraria, a obra do segundo lauco da ramilicarAo
da airada do sul para a villa do Cabo, avahada cm
5:1701000 rs.
A arrcinalacn ser taita na forma dos arlicos 21
e 27 da lei provincial numero 286 de 17 de inaiodc
1851, csh as clausula* especules abaixo copiada-.
A* pessoas que se pnqiozerni a esla arrcnialaco,
comparceam na sala das sa*oes da niesma jimia,
nos dias cima declarados, pclomcio-dia, roinpclcn-
(einenlc habilitadas.
E para conslar se niandou anisar o presenta c
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihcsouraria provincial de Pcrnam-
buro, 31 de maio de 1853.
O secrelario,
Anlonio Ferrcira d'.liiniinciaido.
ClaiKiilas eperiues pura a arrematara
I." As obras dale tanto scrAo taitas dcconfornii-
dade com a planta, oreamenlo c perfil longiludinaa
c (ransversaa, approvada pela directora cm con-
selho capracnladas a approvarAo do Exm. presi-
denta, no importancia do 5:I70000 ris.
2. O arrematante dar principio s obras 110 pra-
zo de um mez, c devera ronclui-las no de seta 111c-
zes, amitos routados na forma do arl. 31 da lei pro-
vincial n. 286.
3." O pagamento da importancia da arrcmalocu
realisar-sc-ba em qualro prestaees Igoautapri*
meira, de|K)is de fcilo o priineiro Ierro das obras;
a segunda, depois de concluido o secundo terco; o
terecira, depois du reccbimenlo provisorio; c a
quarla, depois da entrega dclimliva.
! Para ludo o que nao so acha determinado as
presentes clausulas, ncni no oreamenlo, segnir-sc-
iia o que dis|Kie a lei provincial II, 286. Conforme.
O secretario,
Anlonio Ferrcira d'Annuni-iucilo
O lllm. Sr. iuspeclor da Ihcsouraria provin-
cial, cm cumplimenta da erdem do Exm. Sr. presi-
denta da provincia de 21 do corrcnlc, manda fazer
publico, que nos dias 27, 28 c 30 de junbo prximo
vindouro, se lia de arrematar peranlo a junta da ta
zcnd.i da mesina Ihesoinarin, a quem por menos fi-
zcr, a obra dos rcpaios da airada da Victoria apar-
le romp ebendida etlico paleo da igrejade Nossa
Sciilm/a da Paz dos Aroanlos, no marco do seta mil
bracas, avallad! em 3-8)0^HK) rs.
A irrematacfo ser feila na Nena dos arls. 21 o
27 da Ici provincial n. 286 de 17 de maio do 1851
c sol ns clausulas especiaes ahaixn copiadas.
As pessoas que se propozorem a esla arrcnialaco
comparecam na sala das sases ila mama junta nos
das cima declarados, pelo lucio dia, competente-
mente habilitados.
E para conslar se mandou afllxar o pracnlc, c
publicar pelo Diario.
Secrclaria da Ibesouraria provincial de Pcrnani-
huco 31 de maio de 1853.
O sccrolario,
Anlonio Ferrcira d'.lnnunciiic!o
l'lawulai especiaes pura a urrematanto.
I. Os reparos da parle da Irada da Victoria,
comprehendida enfre o palco de Nossa Senbora da
Paz c o marco de seta mil bracas, scrAo fcilos lie
conformidade com o oreamenlo approvado pela di-
rectora cm consclbo, c aprescnladu a approvac.lo
1I0 Exm. praidcnlc, 11,1 importancia de 3:8505000
rcis.
2. O arrcmalanlc dar principio as obras no
prazo de um mez c os concluir no de qualro ine-
, ambos contados na forma do arl. 31 da Ici pro-
vincial 11.286.
. O pagamento da importancia da arremalacao
rcalisar-sc-ia cm Ircs prlac,0cs, sendo: qualro
Iccimos depois de feila a melude das obras, oulros
qualro depois du reccbimenlo provisorio, cralo
lepte da entrega definitiva, a quid vcrillrar-sc-ba
qualro meza de|K>is do rccehimcnlo provisorio.
i. Para ludo o que n.io aliver determinado as
pi escutas clausulas tem no oreamenlo scmiir-sc-ha
oque dispco Ici provincial 11. 286. Conforme.
O secrelario,
.fntonio Ferrcira d"AnnunciacHo
O lllm. Sr. inspector da Ibesouraria provin-
cial manda fazer publico, para conheeimenlo do
quem eonvicr, que do l.dejulho prximo vindouro
|wr ,11,111 le, as habililaefta pura as arrenialac,oa, que
so euectiiarcm peranlo a jimia da tanda, scrAo jul-
gadas do ruiiformidnilc rom o dispuslo no orligo 16
do regulaincnln inlerno da mesma Ibesouraria, o
qual val abaixo copiado.
E para constar se mandn alllxar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario. Secretaria provincial de Pcr-
nambuco, 10 dejunho de 1853.O secretario,./ta-
mo Ferrcira d'Annunciaco.
Artigo 16. O*documcii!oscomprohalorio-il.i-h.i-
bililacocs dos arremalanla. c os tpte devem provar a
iduneidade dos ftadures, scro apiescnlados na s-
su da junta anterior ti da arreinalarAo, para seren
lomados em cousderac.Ao, rcsolv cr-sc sobre a llanca
e admillir-se o licitante. Ginfuiinc.O secrelario,
Anlonio Ferrcira dtAnnunraei<>.
O Dr. Custodio Munoel da Sika Ouinaraesjuiz
de direilo da primara cura do commerrio nesla
cidade do llecifc de l'ernambuco por S. M. I. e
C. o Sr. D. Pedro II, que Deosguarde ele.
Facosabcraosquooprcscntacdit.il vircmem co-
mo, pur eslemcu juizu no dia 8 dcjulhn, cm a na
das audiencias, se hade arrematar em praca publica a
quem mais der o scguinlo: a melado da rasa tarrea
sila na ra do Ranuel n. 53, cm cbAo proprio
avahada cm 1:1005000 rs. cuja melado da di-
ta casa vai a praca por cxccucSo de Adelo
Jusdo Mendonea contra Joaquim dos Reis Coma.
Toda a pena que em dita melado quizer hincar o
p, i.lei .1 fazer no din da praca cima indicada ; c es-
te ser publicado o afiliado nos tugara do rosliimo
e ser lamben) publicado pela inoraran na forma
da lei. Recife, 17 dejunho de 1853.Pedro Tertu-
liano da Cimba esrriiSo, o suliscrcvi.
Custodio Manoel da Silia Ouimarils.
O fiscal da freguezia do Santo Aulonio, faz
publico para sriencia de todos, a quem ntareniar
pona, que pelo art. 6 do til. 6 das postaras muni-
cipal'* em vigor, be pruhibido denlro de.1.1 cidade o
uso de roqueiras, bombas o fogo sollo ; os busca-ps)
iob p-ii.i da multa do lOfjOOO rs., e dous dias dopri-
sAo aos infrarlores. E para que nAo apparrea aiu-
da ignorancia sobre a amencia de senielhanle pru-
luluc.lu. ja de ha muilo determinada pur le, assiin
o declara, rragueau do Sanio Antonio do Recita,
M de junbo de 1803.O fiscal, Manuel Joaquim
da Ailio ItilMiro,
O lllm. Sr. JoAo llenriques de Carvalho c
Mello, capilAo do porta dcsla provincia, manda fa-
zer 1'i iLI no qiiccm conlravcncAodn disposlo no arl.
19 do reguhuncnlo das capilanias dos pollos, esleve
lioje a bandeira azul icada uo maslro respeclivo pm
espaco de hora c mcia", sem que compareceem pia-
ticos, capataza, iiem hincha* como ordena o men-
cionado artigo, para sorcorro de uavius, ciimprindo
3uc se nao repilam semclhanlcs fallas em prejuifo
as cmbarcacocs cm perigo, e risco de vida de suas
tripolaces o passageiros. Oulro sim dclermina
que a escala dos nav ios merranta, mencionados no
arl. 60 cofnecar no dia 15 pela embarrac-o niais
anliga nale porto, seguindu-se neccssariaineiite os
OUlra navios do mamo modo. Secretaria da rapi
1,mi.i do |,01 lo do Pcruanihuco, I i de junho zle
1853.O secrelario interino, Joilo ltoberlo. Augus-_
lo da Siha.
O arsenal de mariiiba euulrala a encommenda
dos objeclos seguidles, para o farol da barra deslc
porto: 21 vidros coloridos, 21 candiciros de metal,
21 rellexos. duzcnlas grozas de torcidas, 120 bracas
de cabo de algodo para a corda do relogio, c 21
p.-lle.,le amurca, As pessoas a quctn lal encommen-
da eonvicr, apiesenlem as suas prnposlas na secreta-
ria da nspcrcaodo inesmo arsenal, 110 dia 18 do cor-
rcnlc no meio dia. Secretaria da inspccAo do arse-
nal de ni 11 ini:.1 de Pernaniburo, 16 de junho de
1853.No Impedimento do secrelario, Manoel Ain-
0/0,-/0 da Concateno l'adilha.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES
INGLEZESA VAPOR.
No dia 20 date mez
CS|iera-se do Sul o va-
por Tiiij romuiau-
danle Rivell, o qual
dc|K>is da demora do
cusime seguir para Europa : para passageirus Ira-
la-sc na agencia, nu Trapicho Novo 11.12.
Nos dias 17, 18 o 22 do concille oslara cm
praca, nu paco da cmara municipal desla cidade, a
obradas catacumbas que se lem de fazer em atia-
nicnto as da muiiicipalidade, oreada em 2:3632000
rs., sendo 23 para para adultas, c 22 para prvu-
los : os pieieuilenie- poden) comparcrcr nos men-
cionados dias, no paco da mesilla cmara, 011 anles,
para coiisullareiii o oreamenlo, firaudo na intclli-
eia de qne niio |KiderAo laucar sem apresenlarcm
fiadores haliililados na ferina da Ici. Paco da C-
mara municipal do Recife 15 do junho de 1853.
Itariiode Cupiliaribe, presidenta.Joilo Jusc Fer-
reira de Aguiar, secrelario.
Pela segunda secejo da IMsa do consulado pro-
vincial se faz publico a lodos os colectada 110 im-
posta de Ira por ccnlo, pertenecido ao anuo linan-
ceiro do 1852 a 185.3, que no prximo me/, de julbo
passain-sc a cxlrahir a competentes relicoa, alim
do juizo compelenle exeeular a Indos aquella.que
deixarcm de pagar o referido imposta.
O quarlu balalhAo de arlilbaria a |i de pri-
meira linba precisa contratar, para foriieeimcnlo
das prai.as do 1110-11.....luanle o scmalrc do julbo a
dezembio do correnta anuo, os genero* Kguinta,
sendo de boa qualidade, sujeilando-sc a unta mulla
corrcspondcnle, no caso contrario: caf cm grAo,
assucar hrimco, inanlciga, pao, fcijo, carne verde,
carne do Cear, loucuiho, larlnha, ano/, a/oile,
vinagre, baralbu e Icnba : quem se ptopozer a for-
neccrus referidos teneros, aprsenle suas prupo.las
em caria fechada al o dia 20 do crranle, na secre-
taria do inesmo halalho.Jos de Crrqiteira Li-
ma, priineiro tclfculc cncarregado da admiuislraco
do rancho.
O quarlo balalhAo do arlilbaria a p de pri-
meira linlia, precisa conlralar duas pipas de auna
di.it 1,menle, para ahasleciiiicnlo das prai;as du mo-
mo halalho, a 1 onierar do I. de jullio em (liante :
quem se propo/.cr, dirija suas proposlas at ao dia
20 du crlenlo i secrclaria do mamo balalhAo.
Jote de Cerqueira l.ima, primniro lenle da ad-
iniui-irae.io du rancho.
LEILOES.
LEILAO'DE FOGO DA CHINA.
Segunda feira 20do corrente, as II horas da ma-
nha cm poni, havera Icilao por inlervencac do
ageule Roberls, o |>nr cunta o risco de quem per-
lenrcr de 22.1 caixas com fogo da China sendo
em tala, a vonladc do comprador; no Ca da Al-
hndega irmatem de Joaquim Dias le na leu-.
LEILAO' DE QUEIJOS.
Unjo 18, haver IcilAo de 30 caixas rom qucljos,
do -upeiioi qualidade, chegados lio ulliuio navio,
por coula de quem perlenrer, as 10 horas, dcfronlc
da porta da alfandega.
O capilAn II. II. I.eiuhlon, que tai da galera
ingiera Cndor, Incendiada cm alto mar, na ana
recenta viagem do purlo Melbuurne, em Australia,
eom destino a Londres, far leihlo por intcrxcneao
doaucnlo Olivcira, por ronla e risco do quem per-
lenrer, e cm prescita doSr. cnsul de S. M. B., c
no respeclivo consulado, do cerra de quatm mil on-
Cas .lo miro em p ou pedra, salvado da dita gale-
ra : lerca-frira, 21 do corrente, s II horas da ma-
nliAa cm nonio, no referido consulado, onde se pa-
teulcarao as amostras 011 pori;oa do me-mo miro.
AVISOS DIVERSOS.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
SARUADO 18 DE JI'.MIO DE 1853.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Depois de cxeculada pelos professora da orcha-
li .1 1111a excellenle ouvertura, subir srena pela
primelra ve/, ncsle Ihcalro a mullo graciosa comedia
cm 3 .ido- que so iniilula
CABRITO MONTEZ.
OU
ItEMlEIRO
l'crsoiinijens da comedia
IMiLEZ.
OSr.
ASr.
O marquezdc Sevinur
Sir Edward.seucunhado .
Jofo, rendeiru do marquez.
III11111, ranipoucz......
Fui criado........
.Marque/a de Seymur ....
Baroncza Malhild'e, sobrinhn do
marquez........
Ileuriqucla, criada graveda dita,
fargarida, mulhar de JoAo. .
A scenn passa-sc cm Inglaterra.
Scgnir-sc-lia .1 rcpraciilncno da milita applaudida
comedia em I aclo
0 Jll-AS EM SARIUDO DALLELUA.
A Sr. I). Manoela for u pa|n'l de Maricola, c o
Sr. Alien ,I" o de Fauslino.
Os buhlo* de enmarla c platea arham-sc a ven-
ia na rua Bella 11. 38, c nocscriplorio do Ihcalro no
lia do espectculo.
Bczcrra.
Amodo.
Lisboa.
Joruc
Rozcmlo.
Rila.
.Manoela.
' Carmela.
Orsal.
SABBADO 25 DE JUNHO.
GRANDE BAILE
K&GAZADO.
As 9 horas em poni a orcbeslra dari principio o
urna Ja- mclhora ouxerluras, nofim da qual lera
lugar o baile.
A mcia noilo dar-so-ha principio a una loleno ,
cujo plano se publicar no secunde anniineio.
Todas as pessoas que eomprarcm bilheles de en-
trada, recebero lruluilamenlo um outro para adila
loleria.
A loleria lea 500nmeros.
A familias quo quizercm assislir a ale diverli-
nieiiiii. lei.ni entrada graii- edireilo 11.....-.1111:111110,
is liomcus porm, i(uc os acoiupauharem rompraro
o rompolcnta bilbele de entrada.
Proco de rada entrada...........2*IHK)
As soiibuia- mascaradas nada paggo, concluida a
SURTES PARA VESPERA DE S..IOAO".
Vende-sc papis com serles divcrlulas, (lara en-
trclimculodas sorlcs deS. Antonio, o S. Joo a 10
rs. cada um: na livraria n. 6 e 8, da Praca da Inde-
pendencia.
N.i prnrn (la linlcpi.'iiclcnc:!, livrn-
rta n. 6 e 8, existe urna cncomtuanda
pura entrejjar no Sr. padre Jos Dioni-
/.io 1 o ni o-* do Reg.
QLE ASNOS I
Andavo as ras dcsla cidade, na hora do runi-
piimeiilo .le seus deveres, dnus enles nullos da so-
ciedada mendigando amla para um balAo 11 c
aiiiiunciarain que o luan subi aa ara icompa-
nhadu de 5 duzias do hombas : se ellas arrebeulas-
sem nos milos dos laes seiihore* bom seria, mas
iucnmmoilar o publico com seus estrondosos alam-
pidos, he o que niio se pode lolcrar.O precoui-
sudor.
JARDIM DAS DAMAS.
Tendo ,1 redaeco deslc peridico ch) scu aiiniin-
cio ncllo publicado aos Srs. assignanlcs, que anda
nao linli,mi pago a Icrrcira serie do mamo, que li-
vessem .1 bondade do o fazer, vista acliarem-M ja
oil,he,ni,,- qualro nmeros a ella pertenecida, o
sendo agora informado pelo rapeclivo cobrador
(pie mulla desses senbora bao declarado que s no
fuu da serie pauaru a assignalura da niesma, pro-
tala dade ja uo receber nessa occasiao menos de
tres mil rs., pois assim se acha declarado na capa de
lodos os numera do Jurdim. As assignalura* rece-
beni-se i ra/.lo de 2 rs. sendo pagos adianlariu.
Cada numero do Jurdim das Damas que he pu-
blicado cusa a rcdaccAo do mesmo de 80> a 1003 rs.
nao Incluindo os que levam figulinos, porque asa
cusan) ainda mais,c 11A0 ha una s pessoa que Ira-
balbc para ase peridico (pie nao aleja paga em
dia ; como pois ha de a redaeco continuar a fazer as
dapezas necessarias a ptiblicacAo do mamo, OlO
sondos seiihores assigiianla prom|ilos em pagar
sua* assignabiras ?
Pur ventura nAo bastara os calla que lem sido
pregados :i rcdarcAocm varias romaicas da provin-
cia, laes como Riu lorinoso, Cabo etc. o em algu-
uias iirovincias as qtiaes exista cm divida cerca de
50113000 rs.
ANTIGA
BOTICA
HOMBOPATHICA
]( RUA DAS CRIVES 81
^Dirigida mr um pharmareulico approcado1^
E fundada por
(OSSET liniUNT.
Eslo cslabolecimciiln possuc Imlosos ihp-
y\ djnimcnlosol airae\|KTn)(Mila fc? na Europa como iinHniMl.c proparadits pc-
lasmarhiiiasila imenrao do br. Muro.
Cark-irasdc llulHisal !), porpreros\a-
riaveis, roiiforme a qualidade das ra xas a
quantidade dos remedios c suas djnaini-
sa^iK.
25:000 m
DMA CARTEIRA rom os 21 prinripaes
remedios honicopalbicose II obrasdificrcnla,
indispensaveis para os pritiripianla que so
Jiiizerom convencer da verdade da nova me-
Icina ; contando olem de muilos consclbo*
clnica, n palhogenesia do 18 medicamen-
to.
Tubos avul*os ( enda um ).....IJfOOO
Tinturas de ldaos medicamentos cm fras-
ca do Ji onca............2s Na mema boUea enconlrar-sc-ba sempre
um grande sortimenlo de livros em porlu-
eueze franrez, e emllni liiduquanln be ne-
cessario |iara o esludu o pralica da houiopa-
LOTERA DO RIODE JANEIRO.
Na loja da praca du Independencia 11.
\, continuare a trocar bilheteado Rio do
Janeiro, por billietes premiados da lole-
ria deS. Pedro Mariyr deOltnda ;
e a lista
gar do Rio de Janeiro.
Precisa-so de un amasador : na paitara da
rua Dircila n.69.
Prccisa-sc de nina ama forra para o servico
de una casa de pouca familia : dirija-sc rua Im-
perial, 11. 7, fabrica de vinagre.
A pessna que annunriou precisar do nina mes-
Ira, para cnsinar tara da cidado : dirija-sc a rua de
S. Rila n. 97. .
IIAI.AO AEROSTTICO 1
Domingo, 19 do corrcnlc, pelas 1 e mcia horas
da larde, leni lugar a subida du grande balan aeros-
ttico, iiioravilhosomcuto adornado, e fello de prc-
vaneao poi pessoas particulares, para mais alui-
Ihan'lar esto dia da fesla do ebuioso Padre Sanio
Anlonio, c lera lunar a sua (lircccao aeroslalica, se-
ra aconipanhado do cinco doria- du bombas, na 111.1
do Crapo, junto ao seu orco na Ponte do Recita.
__Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 12,
silo na rua do Aragilo, muilo fresco o com comino-
dos para pequena familia : a tratar no priineiro an-
dar do mamo sobrado.
AS BELLAS PERNAMJRJCANAS.
Burlenles sorlcs para S. Anloniu, S. Joto e >
Podro, a I r*., cada unta, de dificr-cnles core- c
boa anieiiiloas ; na rua du Queimadu, luja de 111111-
1I0/.1- u. 16.


ra-te a lista ik'Io prmeiro vapor que
deJ
eapc-
che-
:


= 3
tlflcrecc-sc urna mulher forra para ama de
, m-.i do pouca f.imili.i, a qual rozinha c faz o mais
-cvico iulernode urna casa : na ra lo Fogn. 17.
'Troca-se un predio nestn praca, livre e dc-
,ciiibar.ir,.ido, por sitio de roqueiros oucscravos : a
quem convicr, diriju-sc a ra da Guia n. 61, segun-
do andar.
.^ywc^
i
i
&%

HOMOEOPATHIA
II RA DAS CRUZES NUMERO II
A bolira rcnlral homoropathica ele Pcrnainburo
niudou-se para a ra das Cruzcs n. II, rasa do scu
nroprietlrio o Donlor Sal>iuo Olegario l.udgero
Pinho.
Ahi se cnconlraro os mais acreditados medica-
mentos preparados em Franca, nos Estados Unidos,
no Rio de Janeiro, e em Pernambuco, cuja cfllca-
'-tii sido prodigiosamente vcrilicada na extensa
pratira do l)r. Sabino, e atlestada por numerosas
jn-ssoas, que os Icm evporimentodo. Exislem earlei-
mh dadiflercnles qualidades, cujos procos variain
- > iiloriiio riqueza de seus lavares, c o numero de
medicamentos, desde 108000 al 1209000 rs. com os
competentes livros indispensaveis pora a pratira da
linma'opatbia.
Cada vidro de tintura da quinta dviiamisaoo -000
trilla lut)0 dcincdicanionlo l)000
ADVERTENCIA.
Para niaior commodidade do publico oslnbclcoe-
f,un-se os scguidcs dc|H>silos do medicamentos cm
carleirai:
Prlmelro.
/(na rfn Cudria do /leafe n. 51, priniciro andar,
consultorio do l)r. Pires Hamos Jnior.
, Seundo.
Aterra da Boa VUta a. W), primdro andar, enn-
siillorio dojirofcssor cm homicopalhia lienrique A.
Cliaves-aili.
Terceiro.
Em Podras de Fogo, casa do Sr. Camillo II. dnS.
JJTavura Indgena.
A. II. Aoj csforrns c sacrificios do l)r. sabino dc-
\e a houm-opalln o crdito do que liojc goza em
Pornoniburo, e as de mais proNucias donarte. A
elle mais que, a ninguMn compele inanlcr, sustentar,
o cslendcr csse crdito facilitando ao poyo aaequi-
sioaodc mi'dicaincntos verdadeiros, de que nocessita
para o curativo promplo, infallivcl, cseguro de suas
molestias. Corre-lhe pois a rigorosa obrigaoo do
recommondar os niiMlicaineulos da botica central ho-
nueopalhira de Pernambuco, como os unicos, de
ruja clucacia alo se pude duvidar. Todas as cartel-
ras, (pie -.iliirciu da botica cutral de Pernambuco,
levarlo una Hala dea medicamentos que conten .
marcada com o emblema da hoinu-upaihia cima es-
lampado*
Januario Alexanihiuo da Silva Rnliello Cane-
ca, morador no largo do Carino, sobrado n. 20, en-
silla a n-ancas de seis anuos para cima) a ler, os-
rrever, contar oiloulriua cbrislaa no prolixo lempo
de un anuo, c aquellos que j liverein alguna prin-
cipios, os easinarii em sois ine/es. Sujeila a rigo-
roso examc os aliiniuos |mra entilo receber o que
kouver contratado. Bm qualro ou seis mezos onsi-
110-ramnialira nacional, em lodos oadlas ulcis das
.1 lloras da tai lo, al o* 5 (a quem s soubcr ler e
CscrCVOr.)
ATTBXCAO
Cansado de ler cm divorsos Humeros dosto Dia-
rio a inroriiiacao aoa especuladores da garapa, sou
bocado, em abono do nclito, pedir ao Si. aulor
do dito annuucio, que soja mais prudente, c que
niclbor seria oinprcgar scu precioso lempo era coii-
s.is que morccesseni a pena, e n.lo om lu ridiculos
anuuncios que nada mais faz do que roubar a glo-
i ia do desvolado c muito enrgico fiscal da frcgiic-
lia : se prelouJe o lugar lance milo de nutra bislo-
ria, que esta esbi inuo sedira, c o publico lodo
roiilierc quanlo se lein cinpenhado o fiscal para dar
liiu a scmelliaule infraroo das posturas. Aceite
pois o aulor meu parecer, que com islo Icm cum-
plido com o dever de jusliceiro o recto.
l'wi i/ite iiito he garapeiro.
AVISO.
Deloucbo, rolojociro chegado ltimamente para
concluir a liquidaran da casa de (iai uiir A; C, tcm
a boma de participar aos seus fregue/es, quo ello
Contina a Irabalhar por sua costa, na na Novo,
ii. II, luja do Sr. (iadaull, aonde colicorta relogios
o pndulas, por procos razoaveis, ello faro lodos os
seus esforcos para merecer a conlianca do publico
poruambucaiio. _______ __
AVISO AO CO.MMKltCIO.
O abaixo asSignndos oontnuom
i franquear a todas is clastet em
geral (is seus sorlinu'iitus de l;i/.cn-
das por lia i vis piceos, nao' me-
DOS de tuna peen ou una du/.a,
a dinheiro, ou a prazo, conforma
se ajustar : no scu arnuuiem da
praca do Corpo Santo, esquina ta
na do Trapiche, n. 48. ROS-
li'on Kuoker A Companhia, nego-
ciantes nglo/.es. Os mesmos aw-
saoaorespeitavel publico que abri- si
i'iiui no clia .") to corivnlc nic/. a
lita loja de l'n/.enclas da rita do Col-
legio e Passeio Publico n. 15, di-
rigida pelos senbores Jos Victori-
no de l'aiva e. Manoel Jos de Si-
ipteita Pitonga, para vendcrein
mr atacado e a retallio._______
ZUZJSSSS ESSS3BaBBH
1'ECIIINCIIA.
I'az-se lodu e qualquer negocio com una le-
tra do 1:0003000 rs. ja vencida o j coin bastantes
juros ; de um senbor de engolillo porto dcsla praca,
cuja |>ssoa lem bstanle por onde pague : quem
pretender fazer este negocio dirija-se i ra Nova,
n. II, a fallar com Nicolao (iadaull.
l'rccisa-se de una ama para o serviru do casa
c compras, de unta casa do pouca familia : na ra
da Senzala Velba n. 70.
A senbora I). Delnquela llalbino da Encar-
narte Prazcres lem carias na ra da Cruz do Hc-ci-
fe, escriptorio n. lili.
Precisa-so do una ama sorra, para casa de
pouca familia : na na Dirciln n. 76.
JeroiiMiio Jos Tollos rclira-se para o Rio de
Janeiro, levando em sua companhia para son servi-
co. a sua escrava, de nomo Benedicta, com una
cria.
Oflcrece-M um hornera rasado, sena filhos, o
qual cnlende do plantaros, para feilurisar um si-
tio, ou mitra oceupaco semelliante : dinja-sc o
roa do forres, n. 8, segundo andar.
I iiiiiiiriirviiii.. %
W O lili. CASANOVA mudou-se para o bar- J(
) ni de Sanio Antonio, ra das l.arangciras n. .':{
f; 18, segundo andar, onde moraoSr. Claudio
} llolwiu, onde |'mIc ser procurado a qual-
f; quer lima do dia. W
AVISO \o PUBLICO.
(1, abaixo assignados avisain ao respeilavcl publi-
co desta ridade, senbores do eiigcnhos c fazenrlciros,
que cm sua botica (agora) sita na ra do Rangcl n.
8, om fronte do berro que vai para o arsenal do
guerra, conlinuam a vender os verdadeiras o boni
roiiniluada-pillas para l'ilias, clavos soceos, go-
mas odoies venreas por mais antigs que sejam,
cujos bnns effeilos conlcslan todas aquellas pessoas
que dolas Icem feilo uso. Oniposicflo do fallecido
pbaroueeulko Scbasliao Jos do Olivciro Maredo;
o para que o respeilavcl publico se ato illuda coin
outros anuuncios que lem apparecido, lucillos o
prsenle, que asafgnamoa,l'eurvlo Ai Pinto.
Aluga-teopriiiiciro andar da casa
da na do vgario n. 5, pioprio ]>arn um
Ihiiu escriptorio: a tratar na casa n. 7,
da inesn.a rna.
AVISO JURDICO.
A segunda cdicc,ao dos primoiros elementos pra-
licos do frorivil.'niaisbeni corrigida oacrescenta-
'la, nao si, a ies|ioilodoque allcrou a lei da refor-
, (-uni cerra dos despacito), iutorlociitorias e di-
biiilivasdosjulgadurcs ; obra essa lau inleressanle
aos piiiiripianles em pratira que lhes servir de fio
conductor: na prora da Independencia u. Ce 8.
AOS DEWES.
J. Jano, o 1 o-i 11 conherido dentista ha mais de 10
anuos ncslo praca, podo sor procurado a qualquer
hora, na sua residencia, na ra Novan. 19, primei-
ro andar.
ATTENgAO'.
Nova fabrica de chapeos deso, no aterra
da Boa-Vista n. 22.
O dono deale eslabeIccimeiilo Icm a honra do par-
ticipar ao respeilavcl publico do Pernambuco, que
Iho chegou um grande sorlimeiilo de chapeos do sol,
lano de seda como de panno, cba|ieos coin cabos do
canna cm caricaturas, ricos chapeos de senhoras,
lano do panno como do soda, um grondo sorlinicn-
todo sedas o panninho om pocas para cobnr arma-
COos usadas, lainbcm so faz qualquer concert: todos
estos olijcclos cima mencionados *e vendein mais
cm conla do que cm qualquer oulra parle, corlo de
que o comprador a vista da fazendn nao donara de
fazer negocio. .
Lava-se c engomma-so com asscio c percicao.
no pateo da lliboira do S. Jos n. 15..........
. Paulo Gaignou, dentista.
P6de ser procurado a qualquer hora om
sua casa na ra larga do Rosario, n.
36, segundo andar
"L. Leconte Feron SCbmpalia
precisao alugar um sitio, que tenba bo
casa, e pie seja |>erto da praea : a 1
lar na casa dos annunciantes, na ra da
Cruz n. 2(1.
A pessoa aquom fallar um cavallo, que, no
dia 13 do correlo appareceu na rtM de JoAo ler-
iiaudes Vieira, na Soledadc, dirija-so ao sitio dos
quotro loos na mesma na, qilc dando dcllc ossig-
naes cortos, Ibc ser entregue.....o se rosponsahili-
sando |ior fuga ou dcsnpparecimciilo qoe possa ba-
Arrenda-se un engenllO com 25
esclavos, 86 boi e 26 l'stas, pej-to de
embarque, com sal., para lies mil paes,
tuna grande destilatjao e nina poi-co de
roca madurai a pessoa que este predio
pretender, dirija-se a troves daruado
Vigario n. I segundo ailar, a tratar
com Antonio Gomes Pessoa Jnior.
DEPOSITO (eral Rio de Janeiro, grosso, nn-io-(rosso,
no, na ra da Cruz, do Recite,
25.
da Cunlia encan-egada
novamcnle milicia pie
prvida de rape'da me-
l'reSCO, aos ]>recosja sa-
is, os dous primeiros, e
Todos os homons devem estudar medicina ; por-
que olla lio una ocrupacAo honesta c til na vida,
iiiavnnc para os homons -eruditos e cloipirnlcs ; r
"Svuorquo a medicino he irm.la e companlicira da sa-
L bedoria.
c
11.
Viuva Pereira
Icsle deposito,
sempre se acha
Ihor qualidade e
lados de l.S'280
100 rs. olmo
ra cima. A grande
na Calla do de l.islioa
lem provado lieiu UUI
o pode substituii
sendo de cinco libras pa-
procura (leste rajM
que tena havido,
lie o que mellior
Aceila-sc ipialipici- re-
PBLBUO DO INSTITUTO DOMEOPATICO DO BRASIL
DICCIONARIO POPULAR
DE
RaiiDfloirii mmmw!kymk.
Obra indispensaVel a' todas as pessoas que se quizerem curar e suas
familias homoeopathicamente, contendo :
< definiro clarados tormos de medicina : os causas mau frcqucnles das molestias : ossjmnlomas,
porque estas se ra/omconheccr: os medirameidos quoinelhor Ibes corresponden! : a quanlidado das
diiscs de cada mcdicanicnlo o seus respectivos inlcrvallos as molestias agudas c cbronicas : a maneira do
curar os cnvcncnomcnlos, as mordeduras do cutiros, Tacadas, tiros, quedas, pancadas o fractura, o lonas
as molestias conhecidas, principalmente os quo grassam no llrasil, qur nos pessoas livrcs, quer as
escravas : os soccorros queso devem |ircslar mulher durante a prenhez, na orcasiAo do parlo c tlepois
delle : os cuidados que A erianca reclama, (|ur logodepois do nasrimento, quer duranlc a infancia ros
perigos, a que eslo siijcilos lodos os que lomam remedios allopathicos : c muilns outros ai ligos de vital
intcrcsse, bem romo nina dosrripr.lo concisa, c cm lingungein accommodada i inlclligoncia das pessoas
eslranlias incdirina, dos orgSoo mais importanlcs, que enlram na composiciln do corpo humano, etc.
lili. SUIIVI OLEf.ARO II IM.I-Jto PIMO. .,
Medico pela imperial faruldadc de medicina da llahia : memoro do Instituto bomceopalhieo do llrasil,
e seu reprosciilanlo as provincias do norte : primeiro propagador das doulrinas liomiropalhicas cm
Pernambuco, o cm todas as provincias do norte : fundador das sociedades homipopalhiras da
Paralaba c do Maranho : fundador o director da escola homiropathira de Pernambuco: nombro
correspondente da academia liomiropnlliica do Rio de Janeiro : do instituto homrcopalhico (le
Paris : das sociedades llalinomanniauas de Parta o do Madrid : das academias lioinieopalliicas
do Turim o Palcrmo, ole., etc., etc.
Nao vos peco que deis crdito as niiubas palavars
peco-vos smonle quo facais cniericncias mas fa-
/cas como cu as faco, segundn os prcceilos que
vos don, e licarcis entilo convencidos.
(llahnnemann.)
etc., ele.-
(Carta de DcmocrilO a llipnoo-atcs acerca da na
Todas as olira, que al hoje lem sido publicadas cm potingues com o fin de ensillar ao puvo a
ortica da bomo-op......a, oslan ior.go de prce.....eroa b.uv.ivoi. d.....Jm da aeui lulorea, multo meuos
satisfacer a curiosidade das pessoas cslranbas a arle do curar. T'aes obras sito somonte proprias para os lio
iiK-nspioros-ioiacs versados na Iccbnologia medica, o na arte do diagnostico ; o nao para aquellos que
muilo pouco, ou ncnlium coiiheriiiicnlo loein da inodirina, c quo dosejain empiegar a bolineo
por goslo o liara iililidado sua, do suas familias, do seus amigos e dos neccssilados.
Nao hasta que se dina:para pleurodyiiia, l'jldi'ii, tico doloroso, anosuna, cuea, ele.
tac-, la-, elaei medicamentos. Nao; islo apenas indica que esses medicamentos ruram cssas mn-
bslias, e jamis poder dar o indispensavel conhecimenlo dolas para so lhes applicar O remedio.
Sendo pota palpitante a iirrcssidade de una obra, quo piinha as pessoas c.......as ao abrigo da
difilcukladcs, que roiistanlenicnlo cnconlram nos livros de I.....iienpatlua, tomci subir.....m o penoso
irabX. do esciever o DICCIONARIO POP I.AR US HBUICIHA HOMOBOPATICA, obra vei
dadc-irain-'iiic popular, cm que lenliu gasto muilo lempo, o mulla paciencia cm
de medicina, o acconiniodar a lingiiagoni dasciencia aquella usada pelo povo
I) liICC.IONAItlO POP I.AR DE MEDICINA IIOaIOEOPATIIICA he una obra completa
ilo humuiipalhia be o resiillado da pratira dus hoiiurapalhas ouropeiis. aineriranos, pailirularuicntc
dos ln i-ilciros, e da niinlia propria experiencia ; ella salisfal inleiroinentc oa mdicos,, que qiii/erein
ciperinicnlnr, ou excreer a nova medicina ; muilo mais ainda aos pata de ramillas, quer das cidados
quor do campo, chefes do eslabeleriincntos, capitaes de navio, curas d'alina, etc., (pie por si mesmos
(iiiUercmroiihcccr os prodigiosos cOeiloa da iKHIMEOpaUlia. .
Esta obra, que dove constar de :i volunies, cada um de mais do 1(1(1 paginas, sera precedida do "i
Ira igualmente limito inleies-anle, em um volme domis do .VIO PJ^nav quo ja SBaeta 'preloi
da Ivpograplrii doBfario di Pernambuco. Inmutada! VADE-MECUM lio llo.MOEOPAIIIA-
a (lal lio o resumo das materias conliilas no Diccionario Popular de Mediana Bomaopa-
/Aira, c que deve sempre ser consultada, quando so houver do Indar qualquer inuleslia Igudl "i
ebronica.
Proco da assicnaliira SOfOOOn. ._.,., ,
Pagos em Iros proslacOes ; melada na oocasio da entrega do \ ADh-MbCI M ; una (piarla parle
na entrega do primeiro voluqie do Diccionario, c o ri-slo na entrega do segundo voliiniC
A assignalura se faz ncsla ciliado em casa do aulor, na roa das CiU7.es
linio.....patalea, roa da Cadeia do Recite, n. 51. prlmelro andar.
As du*sobras dcpol) do iiupressaa cuslaro 30(000 rs. para os quo nao forem asslgnanles. (luto
o Vade-Morum, .- 209 o Diccionario Popular).
i botica central
lamacao que liaja por deleito de (pa-j
lidade.
RAP.
Joaquim Fcrreira Mcndes Guimaraes
receben nltimamente pe" paquete Mu-
curyi nova remessa do cxa-llente rape
naaonal princeza, da lalnica de J.J. da
Rocha i\ Companhia, do Rio de Janeiro .
onde lie muilo apreciado, e tdo pelo
nico pie mellior substitue o de Lisboa ,
pela grande semelhanca que com elle tem,
tanto em Cr, cuino era aroma : elle lie
lambem a' liem apreciado na Ifaliia, Ma-
cei, Ceara' e MaranbBo, e geralmente
em todas as parts onde lem sido man-
dado. Vende-se no tnico deposito da
ra da Cruzn. 57, segundo andar, epa-
ra mellior commodidade taniliem oaclltl-
rao na luja da mesma casa : para (Ciencia
do publico se adverte que o rap deno-
minado princeza, grosso, nieio grosso, e
lino, annunciado no deposito da ruada
Cru/. n. 2."), he da fabrico de Gasse lam-
bem do Rio de Janeiro.
- CONSI I.TOltlOIIOMOEOPAIlIH.Ot.RA '
TIIKII'ARA OS POBRES.
Na rasa amarella pateo do Cnllosio, primci
ro andar, residencia do general Abren 0 l.i-
K ma. Este consultorio be dirigido |K-I prnprio
general Abren e Lima, e nollc dani-sc eonsul-
M las gratis aos |hiIiies cm Indos os dias nle
54 desde as de/ da manhaa al nina hora da lar
::; de. O momo senbor pode ser consultado
|Hir oulras DOasoasa qualquer hora do da ou
da noile. ___.2
,&'.................'.'"
^ 'iioMOPTIllA.
lienrique A. Chaves, profesor em hotMopalliM,
pralicando desdo o :.....o de 18*5, .....it..... dar
consullas do grnra aos pobres, podendo ser procu-
rado a qualquer hora do din, no seu consultorio, no
lluro da Boa-Vista n. W, piinieiro andar. 1
Atorro da lloa-Visla loja doSr. Manoo Duar-
lo Vieira, so di qoom di i-M**> ou 1:4008 com
livpotbeca cm propri'edado.
llcsapparcceu a i) do passado um preto, criou-
lo, por nonio Heraldo, o qual reprsenla ler de na-
de & a 30 anuos, levando vestido camisa de llgodSO
trancado, calca do miarlo e rom un surro. Bsle
preto voto do Ico remedido pelos Srs. Caminliaa
l-illiiis, o- ipiaes o indi.mi c.....prado o Manoel
Rodrigues da Costa, da villa de Milagros, comarca
do ('.ralo, provincia do Cear.i, leudo o dilo e-cravo
perlencido lambem a Manuel do Jess daConceieao
Cimba ; o para mais csrlarocinicnlo lem os sigues
seguimos: bailo, cabellos brauoos nos peitos, bu-
lante barbado, andar corcovado, o falla mullo bai-
lo : quero o pegar leve-o ra da Conceieaon. II,
(pie ser bem recompensado, ou ra da Praia, ar-
inaieni de Gullherme Soarea llolelbo
1
a
HOMIOPATHIOA.
25 rna do Collegio 25
PROPRIEDADE DO RR. P. A. LORO HOSCOSO.
lisie eslabelecimento ai lia-so prvido domodlcamenlos lodos viudos da mais arredilada pbannacia
do universo- A PHARMACIA ESPECIAL UOMEOPATHICA BE CAlIil.AN KM PARS, e isn dis-
iieusa do qualquer reroninicndacno o hl lodo o sou principal elogio. Os medicamentos alo preparados
com os mais poroso perfoilos ghibnlos, que por suaqualldado sem igual sao os que mais cuslam a soi
di-ii-i orados ix-la liumidide, e wr conseguido os que mais convom no noaso clima .verdade osla que lem
sido conOrmada iwr todas as pessoas que lem pos-iiido medicamentos de oulra qualquer boina c desla.
10,000 A 24,000 RS.
Vende-se por esto proco una botica de -Jl medicamentos, conforme o lamanloi
l'l.i leinpre'promplascarloirasdol a III tubos, por precos dcniasiadaincnlo
nia-si' qualquer carleira que so aprsenle.
Tubos avul-os I^IKKI rs. Vidro. do ineia nuca de lindura jOI) rs.
Na mesma phnrinacia voudo-so encadcniado por
20,000 RS.
NOVO MANUAL
MEDICINA HOMEOPATHICA
los (ubOS (' a quali-
oiiiinodos, o refor-
IIO
I '
TTADUZIDO EM PORTGUEZ
i)it..ri:iiito usJBffjaigSSL*..............
"' '. s ....... :.._:..,..-:.. ,l....i liMiMrtanlisMliitfl nhr.i. i* fl d'
wXiHtor. qualuT.H-..a do povo a intcl.igenria desla imporlan.issiuia obra,
qualquer llyroquelrate de medicina, ser ella acorupanbadajo
l oulro
DAGUERREOTTPO
Av isa-so ao rcspoilavol publico que o osla
belecimenlo do alerro da Boa Vista n. K>
est passado para Santo Antonio, rna do
Queimado n. II, segundo andar, onde o re-
tratista iHidcr ser procurado das 1 horas da
manhaa is3 da lardo; aqui os prelondeiiles
siiliirao Inicuamente Mlisfcitos.....o Si pao
variado e bello sui-limouto esislcnle para os
retratos, romo pela seinilbanca da pessoa
fielmente copiada, pelo elerlrolv no, orolra-
lista pois esta promplo ii salisfaicr rompila
mele aos que 0 procuraron.
_juwh w i iiim wwm
ATTBNCAO, DNICO DEPOSITO KE8TA
CIDADE.
Paulo Gaignou, dentista reoeheu agua denli-
IHea do llr. Pierre.osta agua conhecida romo a me-
llior que tem apparecido, ( o Icm minios elogioso
sou aulor,) lema propriedade do conservar a bocea
ebeirosac preservar das dores de denles: Uro o
goslo desagradavcl que da em geral o Hiaruln. al-
gumas gotas dcsla n'un copo (Tagua sfo sulclen-
los lambem se achara |k dentfrico execlloiile para
a conservado dos (lentos : na ra larga do Rosario
n. lili, segundo andar.
Aluga-sc a padaria da rus Real n.27, proilmo
ao Manguinho, rom grandes commodos o lodos os
seus pe lenco, por preco muito commodo: a tratar
na rasa n. G da mesma ra. ,
Na rna da Aurora, cas junto ao collegio da.
orphSas, inccisa-se do um (.iobcii-o ou cotinlieira,
lambem um criado ladino livre o de qualquer na{M
_ f(a braca da Independencia, loja do .Mr.
Barbicr Jaquim Jos Moreira n. 10 aliiga-
sc bichas do Uamhiirgo do superior qualida-
de a itl rs. cada urna, o lambn se vende por
commodo preco, as quacs se reronimendam,
nao so por suo"encllenle qualidado, que i*
he conhocida, mas ainda pela mellior o mais
aprociavcl de doisar livre de molestia o rom
perreila saudc a todas as pessoas a quem su"
ilicad
.,. ?SilTumTie^aT!!pVr(pJcTIic con
la do una hcela de hunda, dando liador: quem
dosle negocio quixer cncarrogar-sc, dirija-se a ra
da Roda n. I), piimciro andar.
DICCIONARIO DOS TERMOS DE MEDICINA ,
canteado : a dclinic.lo clara dos nomos do todas ai molestias, especificando os simplonas polosquaos cada
unase la/, conbecer, e dbliuguir de oulra : a maior parle dos termosde anatoma e phvsiologia rom
eiplicscSo siillicienle das funecoes que cada nrgo eveciila o son inachinismo.
mica, pharmacia, ole., ele. Bala obra acha-toja no preto da tvpographia
Paria, csabira rom a maior brevidade pnssivel
do Sr.
ilos tormos de rbi
.Manoel Figueira de
I-aria, osatura coma maior nreviuaiic possivci. ,..,. .,,-. -,-., unuvnD i-u i
Logo que sabir esta......ara no preto di niesm.i Ivpograpbia o \ ADI-.-.MLCI .11 unJli.i 'i.IIMA,
lelo Ib. P. V. Lobo afosclo, que he o resumo das malcras i-onleudas no .MAM Al. DO JAI II, i
rn todas as oulras prinripacs obras de lioineopalliia : saldr en frmalo pequeo, proprio parase levar
romniodanie.....para qualquer parle. Assignalura para o inesino ItodOjjWJOrs. pagos no arto da en-
trega do cxemplar, no consultorio honieopatliiro, ra do Collcgiu, n. ii, priincno andar.___________
sobrado n.
= Ilf'ffS'JI
"---- | " g- S --. o o. e- 3 = Si = 4 u-
-i- -3-~ 0-&.2 7.-3 E
W = r 7_ 2.= ;. a la
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=-3r:r,-r-;-ao3
& = 5 = i- 2, g. 5- 5'
f o T r T s o I
PER1IA.
Desden principio da Passagcm da Magdalena ato
o cainiilio do Cliora-Meniio, perdeu-sc no dia IG
do corrate, pelas 9 tonas da manba, um embru-
llio de papis, contendo varios documentos anligos
que saprovcilain pessoa que os perdeu: quem
driles der noticia, ou os entregar, nciliei a devida
gratilicacao, dirigindo^e para esse lim rna da
Crin, no Recito, anuaicm u. i:i, ou u Iba do Re-
tiro, casa grande.
Na ra da Cadeia de S. Antonio
13, iirccsa-se alugar mu rn/iuheiin escravo.
H No armazem de fazendaa bara- l
) tas, ra do Collegio n. 2, ^
"w rende-*e um completo sortitnento fe
| de fnzendns, linas e puras, por ^
presos mais balsos dot|iteom nu-
tra tiualnuer parte, tanto em pop
roes, como a ivlallio, allianrandi)-
so aos compradores um s preco
para indos: este estabelecimento
abrio-se le combinac&o coin a
maior parte las easas commerciaes
nglezas, fitmcezas, allemaasesuls-
SaS, para vender l'a/.eiuhis mais em
eonla do que se tem vendido e
por islo ollereeendo elle maiores
vantagensdo que oulro qualquer;
(iprniirietario deste importante es-
lalieleeimeiilo convida a' lodosos
seus patricios, e ao publico em ge-
m, para pie venliam (a'bem los
seus intereSSes ) comprar fa/.endas
baratas, no aimasem la rna do
(]nllc(jo n. 2, le
Antonio Lui/. lo Sanios
a^mzm?^$3jkaW&z- -,-,
Jeronvmo Jos 1 ellos ra/. scienlc ao publico o
corpo do roinnicrcio, quo admillio para seu socio
no cslibelecimeiilo da ra do Vigario n. II, a fran-
cisco Marlins de Anlorim, desde o I. de jiinlio cor-
rento, tirando dessa dala em dimite girando sol a
i.-/ .'.- .ii-ii.iivii.il JosoTelles & Companhia. Fi-
c.iikIh a cargo* do socio geronlo Froncisco Marlins
(lo Amorini lodo o activo, pasairo o todas as mais
Iransarciies da mesma casa.
Dcicla-so fallar com o Sr. Itolindo Cavalrauti
do Albiiquerque, morador quo foi em Olinda, a ue-
gocio do inleressc ; roga-se pois, quo comparece em
Olinda, rna do Varadouro, na onda do rapitao Cno-
llu), ou .iiinuoeie sua morada para ser procurado.
Ilernardino (ionios de Cal valbo roinprot pof
iinlriii dn Si. Antonio Moreira Vinha, do Ico, nieio
bilbcle la 17. lotera do Iboatro le Mrllierov, nu-
mero 2101, c lho o remello.
AVISO AOS SEXHOIIES DE ENGENHO.
Alientas as grandes vanlagcns na moageni de can-
na, provenientes do ter os tambaros das moendss
perrailamenle (ornoados.oohaijo assignado respeito-
saniente leinbra aos senbores de engolillo que na
sua fundico do ferro cm Fra do Portas se pode
perfeitanionle tornear do novo um jogu do tambo-
res, o aparar o oidiroilar os denles das carretas com
Imita prcslcitt, que se podo entrega-Ios no mesmo
dia, evitando-sc ossim o inconveniente da demora
dos carros c o impale da nioagcm ; assim como quo
a mesma fuidicSuso ada sempresortida, nao s do
novas niocudas do diversos lonianhns o modelos, so-
nao lambem do rodas dentadas, tanto para agua,
como pata animaos de Indas as proporcoes, o saber:
Olla por volla, volla o quarla, volla o torco, volla
o nieio, duas, tres, qunrlro vidlas, etc., etc., c por-
tento que qualquer senbor do engonbo querendo ac-
oderar a sua mocada,,a llm do moer mais canna no
mesmo lempo, ou retarda-la, a lim de espremer mais
liquido da mesma canna, pialo sem demora escolher
as rodas competentes. Fundico do ferro na ra
do Brum passando o chafarla. D. II'. Boieman
engenhoiro.
S IIOMIKrVi!l\.
o. O Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinho mu
i* dnn-se para o liairro de Sanio Anlouio, ra
"'" .1.... PM.1.1MI 4 1 ,. ..11.1,1 1,1. .1 .11 > llviil
*ija-sc a Mu Mtni ol-
* -l;is Cruzes n. II, casa onde moiou o Kvm.
S Sr. vinario ucral Dr. Mcira, omlc p ** procurado a qualquer hora pelas pessoas que $
$ o quizeiem honrar com sua conlianra. #
I f;. m& h :: n : H 811 '' 118 8 Mi
O ahaix assipnado declara a rwpefUvel cor
po .le cnmmercio, que ceileu c lraspasou de coin>
mu accordo o scu cslabclccimcnlo de molhados, si-
lo na na do Rosario larga D. %2\) d Jos Joaqun) da
Cosa Mnciel. ;n|iicni lToTisi a liquidar.io do BCtl
V0 e pnnlVO do nicsniueslalipletiiiienlo, conrorme o
h.daurit que se procedeu em G do corrcnlo, coin o
(pial intcirainenle me cnnforinci.
Jimo llenritine* la .Silva.
Desejando a viuva Homa morar
ora do prara, arrenda n sua l\ pogra-
pha, sita na ra da Praia, n. 55
qual esta1 montada tanto de prelos como
tic typos do diflbranta qualidadesi c om
estado de imprimir nualcruer obi'i
ciuem a pretendo]
liciua.
Da na do Trapiche cm SOgulmortto na do
Encanlnmenl at \ loga em renle a mesma ra.
perdeu-sc una sedla \erde do (M^KM rs.: a pes
sua que a arliou, quercudo resti(ui-!i mediante una
mlifiracXo. o pnder fazer na ra do Trapiche nu
mero 5.
Os herdeirus du Uado padre Antonio Jos de
SiMi/.a, Irafain deliuitivainenlc a venda dos hen
dcl\ad09 pe dilo padre, um sobrado ile um andar
na na d'Aiuora, urna cata Ierren na lua-Visla
Iravowa de Joio Francbco i douseseravoa pvoiote
umaeserava: quem pretender ditos objeeloa pode
comparecer no Bobrauo da ra d'Aurora, a qual
quer hora do dia.
Manoel Antonio de Aranlea vai a Portugal a
Inlar de sua taudOi e durante sua ausencia necia
miado, tk-iva comoaeua proeuradoroii cun poderea
esperlacs. a Antonio Joso Noguelra( e BalbinoSI
iirOea do Carvallio Camello Peasoa.
Arronda-te o engenho Cachoeira Grande na fre
glICZia de Sel-inliam, muilo Imni de auna, de hoi
|iniiliito.M, com boa moenda, taixas, estufa, formas
distante do embarque dun* (eguai e inela, quemo
pieleuder dirij.i-^eao pioprelaiiu ilouiosmouo eu
Brinho Vi'miIp CamiH'lo, na frcL-ue/ia da Becada.
f.wmmaaaaam
O Sr. I-', le \ I......orador cm Santo An- 9
^ lao, baja de vir pagar a qnautia que dore ni
i ma dn Queimado n. 17, doconlrario seu no- ^
9 me sera publicado por estrio nesle jornal. ^-
,1..:, :,,-': .:,,';;.:,:.;,;:,;;;.;
o.si. rliomaxTimes,uiiolrales abondadede
diriglr-se a rus dos "Quarten a. 21, loja, a ne-
gocio.
Oaliaivo sesignadodeclara para evitar qaal-
ipierduvida, o para i-.tnheciinenlo de (piem possa
iolcrcssar que, aaveado paso tres letras sacadas
por Francisco Pereira de Anuda ('amara, Q aceitas
por Manoel Kavier Carnoiro da Gnaha, na hnpor-
lela del SOOJOOOrs. cada urna, e aTenccr-ao
l.s em jnnho do crrente aiinii, a 2.n no BIOS deju-
nbo do anuo do S'i, o a :t.-' em junbo de IHV, se-
uiindo cousla do recibo, (|uc existo cm sua man do
10 de fevereiro de IS.">:I, aconlecou ipic (lilas lelras
fossem extraviadas, depois do onlreucs pelo sata-
dor, em prlnefnio de fevereiro deale auno, e por
is-o ninimem faca noiorio, ou Irausaerao Cornelias,
se por ventura appareceram em miio (fe (|uem ipier
que seja( pois o lacador as nao eudossou,ronio o de-
claren un referido recibo, o j se acham pagas, o
evliueloo debito.
liento.los das Seres irundeiici,.
..... :8@@SS#W
9 DENTISTA AMERICANO. i
i:." D. W. Ilawion.riruruiaodenlisla, ronlina a W
aj exercer sua prnaaSo. laxando lodae as opera- 9
X ccs que forem precisas de (pialquer nalure- -
.'; xa, lauto por fra, romo na sua residencial &
54 nudo pode sor procurado a qualquer hora :
na ra da Croa B. 7, segundo andar, no Ko- i-
; rife.
::.:::;;:::::: :.;s*."' '"'
.Na rna das Cinco Ponas u. SI, lava-so c on-
SOmnia-ae.com assoio cpromplidao, eporconimudo
proco.
lia mais do 2 anuos dosappareceu d.i rasa da
sua senhora, a oscrova de mime Jiwupiina, uac.io
Congo, cir fula, lem una costura no pcito esquer-
do, nrubuina noticia ha dola; porcm roga-SO aos es-
pilaos do campo a apprehensao da dita que gralili"
cara : na ma do lEriiui u. 7.
Xa roa de Apollo a. i, cvislein tres nniliiiis,
viudos do Para no vapor Parucnsc. p.irascrem Bil-
inges a um senlior de nomo Silva, que leve ou
ainda tam armaxei de sal.
Prerisa-sealugar una ama de leilo, forra, ou
captiva : quem esliver neslas cirriimslnneias, diri-
ja-so a rna do Hospicio, casa- novas do lado direilo
defroiilo anude moroii o Sr. Arsenio, lerecira casa ,
para tratar.
Do ordem do Sr. director da sociedade das ar-
tes mecnicas o liberaos desla cidade* convido a to-
los os socios respectivos, para domingo l do cr-
lenle, as 10 lloras da manba, (cachan.....eunidos
na sala de suas aassOM, aliin de se proceder a clci-
co da nova ndnnnislraco. Francisco Jos do-
mes de Santa Roza, primeiro secretario.
0 Sr. Guilherme Augusto Barbosa Garca doi-
\ou (le morar em casa dos abaivo assignados, e nao
rosponsabi-lisam poi qualquer compra quo elle fa-
i em seus nomos. Soraes i Companhia.
Precisa-sc alugar um preto, on piola, quo Sil-
ba COliahar O soja liol, para o serviro diario de una
casa : na ra Nova n..".
Precisa-te nadara, que tenhu pro tico, ede um ne-
gro para o servico ordinario de urna ca-
sa : no pateo da Sania Cm/., padaria ni
mero loo.
o abaiio asalgnado, tendo de ir S cidade da
Parahiba a trotar do seus negocios, avisa a lodos os
seus i-redores, que liverein coalas le llvru, nao leu-
do letras aceitas pelo annunrianto o rndossadas,
hajam do vir receber illas imporlanlias no prszo do
Iras dial roldados da dala deste, na ra do Santo
Amaro, n. S; o aos que liverein lelras aceitase
endonada!, (|iiereiulo roecbor rom odeaconlo de
dous por ccnlo no me/, podorflo vir rcecborj isto
om ra/ilo de nao Icrom querido aceitar lelras lo so-
monto aceitas pelo aiiuiincianlo sem abato aligum,
quando Ibes pedio espera do lempo. Kcciic, l
junbo de 1853. Jote Sourcs da Silla Pimenlel.
Na ra Direita, sobrado do um andar u. 33,
ao peda botica, so faz bolos do S. Joo de diversas
quididades, o lambem de feitio pjramidal. cnfcila-
dos com llores, eapellas, comas c liouras, do mellior
cosi que for oppclecido.c lambem bandojasconi bo-
linhos armadas com toda a delicade/a o pcrlcir.ln, a
so fai1. golea de Bubatancil
Na nolto do 10 do corrento prrdcu-ft um al-
finele de |>cilo esmaltado de axul, desde o paleo do
Pirateo, rna dos (Juntis, Cahuga, Nova, alerro da
Boa-Vista al a Ponto Vclhii: roga-sc, pois, a quem
o arhou, do o entrenar na Poni Velba n. 11, casa
nu.n ii.id.i, que ser gencrusamento rcroinpeflsadn.
Estilo justas para comprar-se as duas casas ter-
reas perlenccnles aos herdoiros do Iguaria Mara da
('mili ir.io, sitas no Poi;o da Panella, na rna da
Pocirn : quem a ellas so julgar com direilo por hy-
|Mlheea ou oulra qualquer lrasacr,o, annunrio |>or
esta tolha, ou dirija-so a ra Bella n. 10, islo atoo
llm do correle mez.
r- A mesa Tenedora da rinaudade de Nossa Se-
nbora da Conccifo, erecta na igreja da CoiiBrcaa-
ro, faz scienle a todos os seus maos e ao publico
cm geral, que lem de soleinnisar rom a pompa quo
lie for pnssivel, an milagrosos. Jo,lo Baplisla, no
seu dia so\la-fcira, 24 do corrcnle, sendo Bregador
o reverendo padro-mcslrc pregador da ca|iella im-
perial Joo tapistrano de Mendonfa ; a mesma me-
sa regedora, convida o espera quo seus dignos ir-
mos assistam a esta solemnidado.
A mesa regedora da n mandado de Nossa Se-
nhora da Conceic.io, creca na igreja da ('.ongrrga-
ro, convida a todos os seus irmos, para que se
dignem comparecer no dia domingo, l'J do corrcn-
lo, pelas 8 lloros dn manba, na dita igreja, liara
enrorporados ircm buscar cm solemne prorissao ao
tilorioso Padre Santo Antonio do ano da pnuto do
Hccife, o assistircm a fcsla que so lem do celebrar
ua nossa igreja, ao nicsuio ('donoso Santo.
Preciso-so do um caixeiro quo leulia bstanlo
pratira do venda, o quo soja inlclligente, o tomo
scu coniportaincnlo : na rna larga do Rosario n.
52, taberna.
Acha-so controlada a permuta do sobrado de
um andar n. '22 da ra da Praia de Sania Hila, bair-
ro do Sanio Antonio, com Antonio Pacheco do Al-
enla, boje senbor do mesmo, por compra que dcllc
fez a viuva c mais berdeiros de Carlos Leocadio \ i-
eira: quem ao mesmo se julgar com direilo, decla-
re por osle Diurio.
Aluga-so o primeiro andar do sobrado da ru
do A......no n. 19, o um moleque de 15 anuos, para
servico do rasa, preferindo-so a casa cslrangcira : na
ra do S. (.(incalo u. 12.
Prccisa-se do una ama do Icitc, forra ou cap-
tiva ; na ruado t'otovcto n. 14.
Roga-oe ao Sr. fiscal da fregiiczio de S. Jos,
que mo observe supplicas dos pbariscos, douos dos
eslabelecimenlos (|uc o Diario j pnr duas vezos
lem fallado, que s desejain oslar rom a porta abor-
ta cm dia santo para mocrenicaf o fazer charutos,
islo no interior da rasa, como alguus j so Icm fal-
lado, an eonlrario he escarnecer da roligio o da lei
que ainda nao Icm 15 dias do publicada. Islo pede
(I irmao das almas.
Prerisa-se le um caiveiro do :HI anuos para
rima, c (pie lomo conla de um deposito de pada-
ria, dando lianra do que se lho cnlrcgar; a tratar
na rna po Colovclo n. 2!).
Otroreee-sc um rapaz porluguez para caiveiro
doqiialipicrestabelcrimenbimonos (alierna.fallaI-
fiivclmeiitealingua franceza, da qual lem bstanlo
pratica c d liaiior a sua ronducta : quem du sen
preslimn sei|uizer utilisar, auuiiiieio.
Precisa-so uo mu moleque de Pipara 14 an-
uos, para o servido de una rasa : na ra Nova
u. 22.
$ CONSULTORIOHOMEOPATHlCOt
CONStlORIO HOUEOPATHICO
(tossel Itiinonl. professor de bonieopalhia
lela osela do Kio de Janeiro, ronlinua a
dar rousiillas grntis ansiioliros lodos oadlas
alais, das H horas d.i manba alao nieio di.
no scu rousullorio, ruadas t'.ru/.os n. 28.
Derlara-se que ningucm cunipre ou f.n;.i ou-
lra qualquer lrausarc.lo com o oagenlio de anla
Hita da comarco de Po-d'Albo, fregnezia do S.
Loronte di Malta, assim cuno rom o- osrravo-,
animaos -ivall-ircs c gado vaciim, perlenceutes ao
mesmo cngcnbii, vi-lo que estos hens foram dados
om inventario para pagamento dn* oredores do f.il-
leeido vigario francisco Manoel de Barro* a quem
pcilciniam, sem se entender rom os mesmos no-
daros.
It(igi-sc ao Si. Antonio leireira Hallar aso-
larlo mais breve posavcl do negocio, a quo S. S. se
cui'nprnicltcu para com o abaiio assignado.
.Inlonio Jos da Cuuha.
pn-
& Ra do Collegio n. 25
fi, meiro andar.
*1 O Dr. I. A. Lobo Hoscoso, d
'.' consulta! (jratis ios pobres
IS i' lunas da
to-
9
0 Dr.
consultas gratis aos
dos os dias (las S
manhaa. "?:-
Pratica ciuakiucr operafjao de ^
cirurgin, ou de partos. !t
Recebe scravos doeutes paro a
w lialaf de sitas .-iiH-riiiidaiIcs ou W
$) fazerqualciucroperacSo, pm pif- '*)
$) i;o commodo. .
$sk$^^<$ @$'s$ %% 99
CASA DE MODAS FfiANCEZAS, ATER-
RO DA BOA-VISTA IN. 1.
aladatnc Millochau Buessord tom a honra de por-
leejpar as senhoras suas frcgiiezas quo pelos ulli-
iiios navios o l'cai'c o I lucre, modas novas llie
cbcgarjlo; as quae sao esrolbdas por una modista do
gosto cm Paris. Osortimcuto coinpe-sc do lindos
chapeos do seda, do dina o do palba, basquine* do
bieo, C de cambraia rom cuteles; caracol o capo-
iilins de bieo, rlleles de seda ; g.irnii;(ies do botos
para os ditos, cabeciles de blond, ditos dclinhu;
chapeos de seda, de palha, tanto para meninos o me-
ninas, lu liantes a cufeilcs de todas SS qualidades,
romeirasdo liico, ditasenfeiladas, ditasprclas, ea-
misinhas do cambraia hordadn, c de lit, rom biros
verdadeiros, lindosrollariohos a cavallelro, mangas
de blro c do cambraia bordada, llores do core* linas
do todas asipialidades, plumas, lencos de cambraia
de lintiu bordados, almofadas ebeirosas para guar-
dar luvas o lencos, vestido do baile o do bieo do
blond para Boiras, capollaie coivos para as ditas ;
meias de seda branca, rhales c rapoliiibos do rodo
do rolroz, rhales e manteletes de biro preto ; luvas
de Jouvlo c ricos enfeiles para os ditos, lourados do
la o bla e soda, proprios para o lempo hmido,
ramhraias bordalas e lisas, larlalaua lina tironea o
de cores; tilos brauros c prelos, lisos ebonlados, cs-
parlilhos,|lraii(;as, franjas o galM-s de cores para vel-
lidos, lucos de liiiho e do blond, mu grande sorli-
iiicnlu de lilas largas de qualidade superior para cin-
turas, lilas mais estrellas para toncados c vestidos; o
mais raleadas, as qnoes recebidas direilamciilc, dei-
vam asfaculdadcs de so poder vender mais barato quo
qualquer. Mndamo Millochau querendo facilitar as
senhoras a possilolidadc do ver cssas fazendas -oni
pasar pela toja, as previne pie pelo oulo da casa
pudo-so entrar na sala sem mais incoininodn.
COMPRAS.
Comprl-M dais grammalicas de Scvno ou
Burgain : no Passeio Publico, loja n. 1:1.
Cnmpram-sc scravos, o vendem-se, receliem-
so do commissa, lano para a provincia niiim para
fura dola; na rna dos Quarteis n. 24, segundo a-
ilar.
Compra-se piala braaileira ou hrspanliula; na
ma da Cadeia do Recite a. 21, loja do cambio.
Compra-te um eaeravo que aalenda de ludo o
serviro de padaria ; quem livor aniiunrio.
Compra-se urna carroca usada, em
luiiii estado, coin anvios pura cavullo :
na ra da Groe, i- I".
VENDAS
Vondc-se couro do lustre hranro oamarcllo,
irnprio para ranhcs do bolas : na roa Nova, n,28,
loja que foi de Antonio Perreira da Coala Braga.
SORTES MGICAS PARA AS NOITES
DE S.ANTOMO, S.JOAO- E S.PEDRO.
Arha-se a venda este inleressanle folhelo, unica-
mcnlo na livrarin deJn.lo da Cosa Dourado, no pa-
lco do Collegio n. 6, o 210 rs., cada um.
CII.V SUPERIOR.
Superior clia'Hvssni chegou a livra-
i do paleo do Collegio n. (i, de Joo da
Costa Domado.
i.Kw*rsaiit
(,AMOIS PAILHKTE o. COMPA-
mik.
Coolinua-sc a vender no deposito geral da 1>
rna da Cruz II. 52, o oxcidlcnlo o bem con- -0
., coito uto rap arela prela da fabrica de (jan- *>
tois Pailhole Si Companhia, da Babia, em ,9
$ grandes epe(|U(naspori;oes, pelo proco estalle- C11
A cenlo.
it>0*!
ENDE-SE O SL'I'EIUO 'l'HEM PARA
COZINHA, lOItltADO DE PORCE-
LANA,
rbcgadii rccenlenienlo loja de Ihomax l-ernaiule-i
ila Cunta. BruadCadeil do llerife, n. II, o qual
se torna muilo e minio reconimcndado i saudc,
pelo asscio com quo prepara o coincslivo, por pro-
co muilo rommodo.
__ Vende-so travs do.12 c :lb palmo, em.....os
de 22, 25. :12, 3I> 0 10 palmus, ludo de ti poleea-
ilas, caibros de :l() o 40 palmos c 1 linlia de 70 pal-
mos e 13 pelegadlli ludo le boas qualidades: oni
Fora lo Porlas, rua*Jo Pilar, n. 6.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO, AOS
20:0008 DE RS., NA ("ASA FELIZ
Jos (iiitilii) cantos da ra do Queimado ti.
20, venderse um resto de billietes, lueios
lillicles, ipiartos, oilavus e vigusimo) da
decima fetima lotera de NicUeroy.Cuja
lisiase esliera no dia il: a'ellesse ipu-k-iii
tirar Ijousptvmios.
-


Vendcm-se verdadeiro vinho de
mullo era conta, parn liquidadlo'
casa ilc Brunu Praeger & C, na
da rail/., n. 10.
Deposito de tecidos da Fabrica
de todos os Santos, na Babia.'
'Vende-se cin casa de Domingos Alvos
Malhcus, na ra da Cruz do Becife n. 52,
primeiro andar, algodo transado daquolla
fabrica, muiloproprio para saceos o rou-
pa do escravos, assim como lio proprio para
rudos do pescar e pavios para velas, por
preco muito cominodo.
AMILTDADE E SLPERIOHIIUIIK
DA
SALSAPABBILHA DE BKISTOI.
sobre
{ SALSA l'ARItlLHA DE S\MIS.
Attencao'
A SALSA PARIULIIAIiE tlKISTOI. dala des-
lio 1833, e lem coiislantcmcnle manlido a sua re-
MlarSo sera necessidade de recorrer a |K>mposos
nnnuncins, de que as preparar*! do nierilo podem
dbpeaMr-as, O successo do Dr. BRISTOL lea)
provocado inflnilas invej.is, c, enlrc oulras, as dos
Sr. A. K. II. Sands, de New-York, preparadora
e proprielarios da salsa parrilha conlierida pelo no-
mo de Sands.
Kslcs sciihnrcs solicilaram a agenciado Salsa par-
rilha de llrislol, cconio nlo o podessem obler, fa-
briraram nina imitttrilo tic Brislol.
Kis-aqui a caria que os Srs. A. U. I). Sands pv
creveram ao l)r. Brislul no dia 20 de abril do 1812,
c que se acba ein nosso |iodor:
Sr. Dr. C. C. Brislol.
Bfalo, je.
Nosso apreciavcl scnbor.
Em lodo o auno passado lomos vendido t/uanli-
tlailes consideraveis do ciliado de Salsa parrilha de
Vine, c polo que ouv irnos lizor de suas rirlutlr*
iquellcs que a loni usado, julgamos que a vendada
quizer fazer un romeiiii' coiniiost'o, cromos i|uc
nos rosullaria muila vanlagcui, lano a nos como a
Vmc. Temos mullo prazer que Vine, nos responda
sohre esle assiimplo, e se Vine, vicr a esla cidado
tlaqui a um incz, ou rousa soinelhanlc. loriamos
mallo prazer om o ver ein nossa bolica, ra de Fui-
Ion, ti. "l.
I'ieain as ordeus de Vine, seos scauros servidores.
(Assignados) A. It. 1). SAN US.
CONCLL'SAO'.
t. = A aulicuidadc da salsa parrilha de llrislol he
dar......ile provada, poisque ella dala desdo 1832,
oque a de Sands sii apparocou om 1812. poca na
qual elle droguista nao pode obler a agencia do lir.
llrislol.
2. B A superioridade da salsa parrilha de llristnl
he ineooteauvel; poli que alo obalanle a coneur-
renoia da de Sands, c de nina porro tle oulras prc-
paracBea, ella lera manlido a sua reputarlo ein pia-
si I oda a America.
As numerosas experiencias foilas com o uso da
aalta parrilha ein todas as cnfcrinidados originada!
pela impureza dii sanano, e o hora oxilo ohlido nes-
la corle pelo lllni. Sr. Dr. Sicaud, presidcnlc da
academia imperial do medicina, pelo Ilustrado Sr.
Dr. Antonio Jos Peiiolo em na clnica, o om sua
afamada casa de saude na Gamboa, pelo lllin. Sr.
i ir. Saturnino de Oliveira, meilieo do csciciio, c
por varios uniros medico*, porinilloin boje de pT
cl.iinar allainonle ai > irludes olllcazcs da salsa par-
rilha de Brislol, \onde-se a f*m o viilro.
Visto arhar-sc de novu iberia aliolica do Sr. Jo-
s Hara (ouoalvcs Hamos, na ulica ra dos (Juar-
leia, nmdou-se oulra ve/, para alli o deposito da sal-
sa patrulla de llrislol.
KOB I.AI I Et'.TEI V.
(I uniro (lulortMitto por afettSo do coHftlho real
r litarlo imperial.
Os mdicos iloshospitaes rccoimnciidam o arrobe
LaSecleuv, romo sondo o nico antorindo pelo g
vernoo pela Real Sociedadc de Medicina. Eslc me
ilicaincnln d"um oslo aerada) el, o fcil a lomar
om secrclo, osla era uso na inarinha real desde mais
de (O anuos; cura radirahnenle em pouro lempo,
com pouca despoza, sein mercurio, as aleccoes da
pollo, iinpiiaous, as consequencias das sarnas, ul-
ceras, c os accidentes dos parios, da idade rrilira e
da acrimonia herctlilaria dos humores ; convenaos
ralbarme, da beiiga, as eonlracfocf, o i Iraquese
dos orsAos. precedida do abuso das ngerrocs ou de
sondas. Como aiili-svphililieo, o arrobe cura em
pouco lempo os lluvos rcenles ou rebeldes, que vol
vem iucessanlcs sein cnusequenna do emprego da C0-
paiba, da culM'ba, ou das njecroes que represen-
tara o virus sera ueulralisa-lo. t) arrobe l.alt'ecleuv
he espccialuienle recoiniuendado conlra as dooneas
inveteradas ou rebeldes ao mercurio o ao iodureto
lo potasio. Vendc-se em Lislma, na bolica do llar-
ral, c de Antonio Feliciano Alvos de A/evedo, pra-
ca ile D. l'etlro n. 88, onde acaba de cheaar una
grande perfilo de unrrafas raudos e pequeas, viu-
das direclanienle do Pars, de casa do Sr. Boyveau-
LaHecleui 12, na-Rirlicv -raris. Os formularios
dam-ae grilia em casa do senle Silva, na prara de
II. Pedro n. 82. No Porto, em casa de Jnaqiiiin
Aiaujo; na llabia, l.ima firmaos; em Pernain-
buco, Soum; Hio do Janeiro, Kocha c\ Filhos, el
.Mol i-ii .i. loja de drouas; Villa-Nova. Joo Pcreira
de Mmales Lcilc ; Itio-Grande, Francisco de Pau-
laCotilo i\ L.
A DIMIKIItO A' VISTA.
Na ra Nova, n. II, do baraleiro Gadaull, lera
um comploln sorlinienlo das mais modernas fazen-
dasquclein ebegado, assim romo sejam chapeos do
soda para senliora, dilos de palha abortos o fecha-
do- para dita, ditos de seda, de palha e de Miro
para meninas o meninos, lano para haplisar como
para passeiu, toncas de laa c de seda para seubora,
e meninas, cnfeiles par, cabera de sculiura, lano
para baile como para casamento, por seren dos
mais modernos que leem ebegado, collcles do seda
para seubora, espartilhos do DOVB inveuc.lo por le-
pen] a qualidade de a seubora poder-se apellar a si
propria, luvas prelas de lorcal com bullas, fran-
jas prelas, bicos de laa de odres, seda, l.la para bor-
dar lalaaarca, lano para lapelo como para suspen-
corios, llores do larauj. on|ielai de flor de laranja,
plumas para cbapco, tillas paia luucado, camisi-
nluu do cambraia bordadas, aoliuhas de cambraia
hu dadas, ptinhos tle cambraia bordados, mansas de
lilii e tle cambraia bordadas, luvas to castor para
montarla, lanternas de vitlro c de bronze, candela-
liios de tluas a cinco luzes tos mais modernos que
lem ebegado, caas de lilas para desenlio com o
sen Hvro tle principios para o uiesino, dilas tic na-
Ihcmalira, instrumentos de ledas as qualidades, (ail-
lo para musir militar como para orcheslra, o limi-
tas oulras fazeudas que mo v.lo declaradas, e que
se vendein a Iroco tle |>oueo dinbeiro.
\'eudc-sc mauleiga inuleza nova a IH(1 e. ,i.o
rs. a libra, assim como se compra flll) carrafas j
servillas e paa-sc a ti^llOOrs. occnlo : no palco to
Carino, venda nova, n. 2.
Vende-se um escravo, de nacao, de Uniita I
i.ui a. cora idatledc 18 a 20 anuos, proprio para lo-
tlo servico, c |>or proco cunimodo : trala-sc em l'V>-
ra tle Porlas, na ra to Pilar n. !I2.
Na loja de (i |>orlas era frente da iareja to Li-
vraiuenln, ventlc-se chitas de cores com limito Ihiiii
panno, a litl rs. o covado, riscatlinho fraucez de co-
res escuras, a IIMI o covado, alpaca de cures, lisa e
tic quadros, propria para vestidos de senboras, a
210 o covado, lencos de cambraia hrancos, dilos
com barra tle cores, a IWl cada um, ditos para me-
ninos, a 80 rs. cada um, crlfcde cassa dula com G
varas e meia, a 18600, e chales de laa prclos para
lulo.
VENDAS.
VELAS DE STEAHINA, francezas, de 6 em li-
brabrancas e do cores.
CEMENTO tle llaubureo cm barricas de II ar-
rodas, cheaatlo uovainculc.
Mil HE .MI I.Al i sorlitlo.
I LEO DE I.INAACA ora latas tic 5 Ralflcs.
ItOII.M DA INDIA da primeiranorte, e muilo
alvo.
PAPEL DE PESO inglrzbranco c azulado, e
temas to ac tambora inglezas.
CINCO EM FOI.IIA, proprio parao forro de na-
vios ou |iara a coborla tic ledos, o por una quarla
parle do proco de cobre; o mearan em follias fui-
do, proprio para cobrir guilas para guardar comi-
das.
Um completo sorlimenlo de VIDROS ordina-
rios como COPOS, CALIX, GARRAFAS, etc.,
que se vender muilo cm coubi para fechar a fac-
tura. W
CAROS, LONAS E IIRINS DA RISSIA, e uraa
porcao de I.INTIA ALCATROADA.
I na faciera pequea do VI.MIO DE CHAM-
PAGNE muilo superior, e cbcgatla agora: ra dn
Trapichen. \.C. J. /.S7/7-.I <
Conliiuia-sc a vender mauleiga ingleza n .100
rs.: na roa Uircila u. II.
Na ra das Cruzes n. 22, vende-fe urna inula-
linbade II anuos, propria para ser educada.
Na ra eslrcila do Rosario n. l, ventlo-se o
seauinle : a arniaeJo da inesina casa, |>ara tpialquer
negocio, i>or prct;o eoinmodo, assim como 21 fras-
cos para qualquer deposito, i mesa-, do pinho, 21
radeiras tic leo, I sof, I cspclbo de inolthira rica,
(i quadros de rito gosln, 1 par de jarros, 2 pares tle
ligaras to porcelana, 10 llguras Je gessn, 10 copos
de gola de marmclo, 16 latas de holacbinhas de
araruta do Rio de Janeiro, 15 dilas tic tilla peilo-
ral, 1 carleira, II latas para dcposilo, 'M canas va-
zias para presontcs de imeodom, I par de buslos do
S. M. L, rica balas de tallo para noiledoS. Joito,
viuda- ilu Rio |k'Io iilliino vapor, i cubles, 2 can-
dieiros : adverlc-so ao publico que todos osles ob-
ieclos crao vendidos infallivelnienlc sevla-rcira,
por precos baralissiinos, que s visla do comprador
se dir os procos e juntamente a razo.
BUAf.OS DE RALANCA DE HO.MAO
diCO.MI'ANHIA.
Veiule-se braros de balanrjade Roraio
& Coinpnnliin propiio* pata baliio de
vondcf a' relallio, e uiais linralti do que
em oulra <|ualc|iier paite : a tratar n
rita do Vicario n. rO, se(;undo auda
Aimla existe una pequea jKireo
do ja' uerediado remedio contra a em-
briaguez, viudo do Hio de Janeiro, ea-
elia-seavendn, na ra do Uui;el, ll-
ca n. OV.
011! 01 E PECRI.NCIIA.
O vcrdatlciro couro tle luslre, marra cnslello
vcntlc-so na ra Nova n. 20, loja tle Joao Fernn
tles Prente Viaiina, a :U200rs. a pello; a elle fre
guezes, antes que se acabe.
LOTERA de \ossa senhora do
KOSAItlO.
Osbilhelostlesla loteria arhaiu-se a venda 00 lo-
gara do enlame; c o Ibemureiro csi dbpoalo a fa-
zcr correr as rodas no tlia primeiro do jiilho ah
queliquem alguna hilheles por vender-se.
moendas si periokes.
Nafundieao tle ('.. Slarr & Compaullia
ein Santo Amaro, aehn-se para vender
moendas de eannas lodas de Ierro, de um
modello e conttfuccao milito superiores
4
COBERTORES DE TAPETE
K.iuros para escravos, a 900, 18000 e Ii40 rs.:
na loja da esquina da la do Crespo que volla para
a Cadcia.
COBERTORES DE TAPETE
Na ra do Crespo n. ti, vende-se superiores cober-
tores de algodfto escuro, pruprios para escravos. a
900, ISflOO rs. c1H0cada um, hrini trancado brau-
co tle liiilt puro, a 5O0 rs. o vara, corles tic lito es-
curo, a liiO e oOOO rs.. coi les ta chita com baba-
dos o barra, a 1J000 ra., lendo 13 covados cada um,
cbilasescuras deliutas soauras, a 160, 180, c 200rs.
o covatlo, sclini prcto maro, a 3B000 o 1(9200, pan
prclo lino, ale JOOO rs. o covatlo

DAVID WII.I.IAM BOWMAN. cngenlielro na
rbinisla e funditlor de ferro, mu weapelloiamente
aiiniinria aos sonbores propriClarHl de engonhos
fazendeiros, o ao respellavel publico, que o sen osla-
beleeimenlo do forro movido por murluua do vapor
na ra do Rrum passando oehafaiiz, continua cm
eirectivo evercicio, eso acha complelanionle monlailo
cora apparolhos da primeira qualidade para a pe
feila rmifeceaodas maiores pecas do inailiinisino.
Habilitado para einprohender qiiaesquor ohrastla
sua arlo, David William Bowman, desoja mais par-
lieularnienlo chamar a allenca publica para i- le
auinlos, por lortlollasaraiule sorl......DW ja proinp
to, em depoeflona mesina (badieaO, aa ipiaes con
h iiidasom Ma fabrica podem competir cora as rahn
caitas era nail oslranaeiro, lano em proeo cuino cm
qualidade tic materiaa prima e mao de ulna, a
labert
Marianas de vapor da mellmr eouslriu.ao.
Moendas tle caima para onaoiiho-de todo 01 l.i-
maulins, movida a vapor por asna, ou animaos.
Bodas de agua, inoinhos do vculo oseras.
Manojo- inilo|Huiilcnlcsparacavallos.
Roilatilcnladas.
Aguilhi'ios, bromea o rbunujeciraa.
Cavllbone parafuso tle lotlos os la.......bus.
I'aivas, paron, rrivoae bocas de fornalba.
Moiiihus do mandioca, moviona a ano ou poraiu-
maea, o prenaa para a lita.
Chapas de foaa o fornos do Cariaba,
Canos de ferro, loroeiraa do terrn de bronce.
Bonibaa para carimba c tle repuvo, movida a
mao, poraiiiinae-ou vento.
Guindastes, guinchle niaeaeos.
Prensas hvtlraiiliras o tle parafuso.
l;orracens para na\ ios, carros c obras publicas.
Columna, veranda, grade e porloe,
Prensas tle copiar carias o sellar.
Camas, carros de mao o arados do ferro, ele., ele.
Alt'in tlasuporioridadc das suas obra, ja' aoral-
menlereeoobeclda, David William Bowman garante
a mais ciarla conformidad!' com os nioldes e deso-
dlos roinollidos pelo senborcs que so dignarem to
ra/cr-llioi'iii'oniiuonilas, apro\oil..iiilo antea iao pa-
ra agradecer ao seos numerosos aiuiaos o froau/e-
a preferencia rom que lera sido por olles honrado,
o asMgura-lliea que nao poupara eaTorcoia diligen-
cia para continuar a merecer a sua conuaaca.
A 14000 RS.
Curies tic aanea ainarclla para ralea: na ruado
Crespo, loja da esquina que volla para a Cadcia.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Nesie ertabelecimento continua a lia-
ver ii 1 ti completo sorliinenio tle moen-
das e lucias iiioentlas para engenlio, ma-
chinas de vapor, e tatxai tle Ierro batido
e coado, tle todos os laniaulios, pata
dito.
FUNDICAO' D'AURORA.
Na fundirn d'Aurora ai ha-se eoiislaiileinonlo um
completo aortlmento de machinas tic vapor, tanto
llalla ruino tle haiva pressao de moilellos os mais
approvatlos. Tamben', so apioinplain do cuconnnen
da ilc qualquer bu na que so |hi>.,iiii desojar cun a
mainr proslo/a. Habis oiueiaes serto mandados
para as ir assonlar, c os fahriranles como lora tic
cosluine alianean o pe foilo Irabalho dolas, ese res
ponsabilisain por qualquer ilefeilo que pus nollas
apparecer diiranle a primeira sala. Mullas machi-
nas de vapor conslruidas inste eslahcletimenlo loni
jalado em constante servico ncsla provincui 10,12
e al Iti anuos, o apenas lem exigido mili insiaiuli'
canles leparos, o alannias al iieuluinsabsolulanicn
le, accrcscendo que o eonsuraiuti tln cunbiislixel lio
mu inioiisiiloravel. Os sciihoicsdeoiiaenho, |mj
c oulras quaesqoei peana que precisimn de ina-
cbiuisuio silo rcspoilosameule rouv idadus a \ i-ilar o
eatabelecl.......lo ein Sanio Amaro.
COLCHAS RUANCAS COM SLTICOS
a l-i.dii cada tuna
na na du Crespo, loja da esquina que volla para
.1 Cadeia.
10ALIIAS ECONMICAS
pala mesa a I34IOO
na ra do Cres|K>, loja da esquina tpie Milla para
a Cadcia.
l'OTASSA SUPERIOR
Vendem-se por preco muilo eom
tnotlo, 110 arma/.em 11. 7 tle Caes 1I1
al&ndega, le Jos loaquim Pereira de
Mello, 011 no eseriplorio tle Ntivaes !
Gompanhiana ra do Trapiche n. ~>\
Vende-se ricas.(juartinbas, hlalos
ceslinlius e bandejas, linio tle p tle pe
tira, bonitas e propinas para fruas ; as-
sim como variasiguras,tinteiroi eoutros
objiclos ta mesma qualidade! na ruado
Cabutja', loja de miudezas de quatro
portas.
Vcndem-scem rasa de Me. Calnionl & Cora
pauhia, na iiraca du (Uirno Sanio 11. II, oscauiule
vinbo tle Marseilleem canas de '.i a 6 ilu/ias, Multas
em novellos ccarreleis, breu ein barrica muilo
grandes, ae,o de milao surtido, ferro inglcz.
C.-STARR&C.
rcspcitosamcnlc annuiiciam que no scu extenso es-
tabeleciniento cm Sanio Amaro, ronlinua a fahricar
cun a mainr pcrfcieo c promptidao.loda aqualidadc
de machinismo para o uso da agricultura, navega-
do c manufactura, c que para maior commndo tle
seus numerosos freguetcs e do publico cm gcral, lem
aberlo em um tos grandes armazens doSr. Mosqui-
ta na ra do Brum, alrai do arsenal de inarinha,
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no diloscu cslabolecimenlo.
Alli acharo os conipratloros um rompido sorli-
menlo tic moflidas ile canoa, com todos os inclho-
ramenlosfalgiins delles novos coriginaes) deque a
eiperienela tle mulles anuos lem raoslratlo a ueoes-
sidade. Machinas de va|ior tic haiva c alia pressao,
laivas tle lodo lamanho, lano halidas romo fundidas,
carros de mo e dilos para rontluilr ftirmas ilcassu-
car, machinas para moer mandioca, prensas para di-
In, furiius tic ferro balido para farinha, arados tle
ferro ta mais approvada ronslrtiri.o, fundos para
alaiuliitpies, crivos c pollas para fornalhas. o tuna
iulinidade tle obras de ferro, que seria eiifadunlio
om......rar. No mesmo tlepnsilo evislc una |)essua
inlelligenle 0 habilitada para rccelier lotlasasen-
etiiiunoiiilas, ele, etc., que os annuncianlcs raptan-
ilocomaiapaiidadeilo suas olliiinas e inacliiiiismo,
o pericia de seusofllciaes, se roinproiiiellcm a fazer
ovociilar. rom a maior presteza, por'eicao, o ovarla
eooformidade eom osatoaeloaoa deaenhos, e Instme-
roo- 1100 Ihe forera fomecidas-
' CHAPEOS DE SOL, A I.s28(),
na rila to l.re-)H) loja ta esquina que volta para a
Cadeia.
DOCE DE DACORV.
Chegon reeenlemenle to llaranhte ama pequea
|M)rean tlosle delicado tinco, o mclhor tpie ha, lano
pela suaevcclleiite qualidade, como por conservar-
se por mujlii lcni|Hi em perfeilo oslado: yende-sc-
cm casa tle Fonle Ov Irmao. na ra da Caiteia Velha.
Agencia da Edwln Miw.
Na ruado Apollo 11. (i, arnia/.oni de Me. Calmonl
| Cnnipaiihia.aelu-se cunslanlenionlo bou- sorli-
menlos do laisa de forro coado abatido, lano ra-
sa romo fuutlas, muondas iueliras Indas to forro pa-
ra animaos, aaoa, ole, lilas para armar 0111 mailoi-
ra lo lodo os lamanbos o modeloaoimaia......!- nos,
inaehiiia burisonlal para vapor ruin ftircn tic
iravallus, cocea, passaileiras tle ferro cslanhado
para casa do porgar, por mono preco que os de co-
liro, i'soum'iis Yara navios, ferru inaloz lano em
barras como cm arcse fulbas, eludo por baralo
proco.
PARA FECHAR CONTAS.
Vende-se cera eui velas em calvas sor-
, mercurio tloce muilo superior e
leipienas cai\inlias, a/.eite tlt.' pei\e
cm voluntes pequeos, barricas cun li-
nliaca cm 1 n, charutos da llaliia, jaca-
randa'em cossttetras, e de superior pia-
litlatle, roj;o da China em figuras, clt
ce., ludo se vende por a mais balso pr
co : na ra do Vigiu-io n. 10, segundo
tid
cm
ililo azul
u'ilo fino, a 4J00 rs. o covado, pe<;as de cambraia
de salpiros rom 7 varas, ate IBOO, e muilas mais
fazendas por menos pre;o lo que cm oulra parle:
na ra do Crespo, loja 11. ti.
Vende-se farelln uuvu a 2,000 rs. a sacca : na
ra do Trapiche 11.8.
Viudos superiores de Bucellns
(branco) c dcColares (linio) em barris de quinto:
veudcui-sc cm rasa de J. Kellcr & C.
SOUTES PAPEL.
Vende-so exrellenles sorles para Sanio Anlonio.c
S. Joo, tic dillcrcntes cores: na ra do Rosario
larga, loja de miudezas n. 11.
VENDAS
A vcrdatleira grava inglcza n.97, cm casa de Ja-
mes Crablrce A Companliia, ra da Crin n. 43.
VENDAS.
No armazcni tle Jos Joaquini Pcreira tic Mello,
no largo da alfandeaa, vende-se os seguidles gne-
ros de superior qualidade c precos comniodos; sa-
cas com fcij/lo branen, ti i I as cun tlilu amarello, ra-
vas cora figos, tlitas comanicivas, c |^rassvccas, sac-
cas cora farelln de Lisboa com II arrobas, c o mais
lino que existe un mercado.
Ventlc-se por precisflu, tima negra rrioula, e
uraa dita Angula, arabas de mu boas qualidades :
na ra la Praia do Sania Hila, n. 13.
Coiilinua-sc a vender farinha du reino a 100
rs. a libra, niantoiga Inglesa, e franreza (itO. 560.
Inucinlio 200, arroz piladu 100, latas rom sardinhas
ciM'ja Aova, eallOM de guiaba, carias de Iraqucs,
o uiilrti. muilos gneros bous por prara cominoilo
que se alo menciona para alo lomar lempo : m
palco lo Carino venda da quina du boceo la Ibrai
ha, por balso du sobrado de um andar, n. LL
Vende-se quatro pianos, cliegados
agora, to melhor autor : 110 eseriplorio
tleKollie t& Bidoulac, na rita lo Trapiche
11. 12.
Em casa tle Hollie c\ Bidoulao, na
ra do Trapichen. 12, vende-se:
Ferro, a imitaefio dodaSuecia.
Ac tic mlo.
Arados tle Ierro.
Moendas para assitcar.
Taixas tle Ierro.
Sement romano, primeira iptalidade.
Cobre para Torro.
Follias tle llandres.
/inco em lbllia.
Lonas ii[;le/.as.
Ilrins ta Itussia.
Couros tle lustre.
Azarcao.
Scccanle.
Amarello C azul em |i.
Charutos tle Ha vana.
Oleo de linliaca.
PASTILHAS DE SOULI.
VECEAES CONTKA AS LOMIRIGAS.
Approvada pela jnnta central le hvgiene publi-
ca, e preparadas por J. M. Souli, pharmaccutico
inoinbro Ulular da academia imperial tle medicina
e da socictladc de pliarmacia do Rio de Janeiro.
O nico deposito verdadeiro dcstas paslilbas he
ealabelccitlo pelo mesmo autor na bolica do Sr. Joso
da Rocha Paranbos, ra Direita u. 88, em Pernam-
buco.
Desde muilo lempo a arte medir eslava i pro-
cura de un mediramenlo que fosse fcilmente ad-
mislrado its criancas sujcilas s molestias vermino-
sas, molestias terriveis que conduzem lodos os dias
ao tmulo um grande uumeru dcllas.
O gusto e chairo dos anlhclminlicos empregados
al boje eram outros tantos obstculos a sua admi-
nisli.1^.111; por isso eremos (cr prcstatlo um grande
serviro minauidade, e principalineule aos pas de
familias, aiinuuciando-lhes um vejmlfugo, debaiio
da forma do paslilbas, sem chcjro e sem sabor, que
possue a are.io a mais enrgica como anlelmiiilico
vcrmiclilo conlra as lombrigas inlealinas. (Um-
brign, oxyurat, ele, tlt.)
A composit;ao tas parlilhas be puranicnle vege-
l.d. Onaiido' em I84 fizemos a lai prepararao, es-
tiveraos i.inrerlo da sua aer.in vermicida, que nao
bosilamos um instante cm experimenta-la em nos-
sos proprios filiaos antes de a fazer conliecer: o efTei-
(0 foi espantoso, c logo que os Ilustres professures
dii II ni de Janeiro c da raair pjuviucias do imperio
a conheceram, nao duvidarain cmprega-la em lodas
as molestias verminosas.
O elleito tiestas paslilbas he lito certo que nao p-
pdc haver a menor duvida sobre a sua eillcacia,
coiuu consta tas epinies de muitos Ilustres mdi-
cos que aqaivo transcreveinos. Com ludo, como as
rrianras oslao sujcilas oulras nioleslias cujossymp-
tnmas sao quasi os mcsiuus das nioleslias vermino-
sas, aconselhamos, nos casos graves, de cnnsullar
i m 1 hoincni da arle antes tic administrar as dilas pas
tilhas; nao quo ellas possam pioduzir algum mo
fucilo, porque na sua ronqiosit;Ao nata entra de
nocivo; mas porquepeusamos nos que u'aquelles
casos graves nao tlcvc adininislrar-sc remed.) al-
gn) emqiianto a niulcslhl nao he pcrfeilamentc
dbianoslirada.
A dsc das paslilbas he a seguinlc:
Duas a sois paslilbas emjejun, para as rrianras
tic tlous a seis omos, augmentando a tli'tse gra[ual-
menle segundo a itlade. De tlez a tlozo paslilbas
para os ailullos, o to quinze a v inte para as pes-
suas tle Irinla uos para cima. '
Ropele-so a mesma tlose tres tlias afios, o no quar-
lo lia podc-sc dar um purgante de leo de ricino.
.V. /(. IVido-so augmentar a dsc das paslilbas
sem reccio de proiluzir irrilartlo alguma lias vias
tligeslivas; c se algunias vezes mo ha lombrigas ex-
pulsas, pde-sc estar corlo que todo c qualquer
symploma lo molestia verminosa lera dcsapparc-
citlo. (Segucm-se os alleslados de dilTcrcnlcs mo-
tleos. )
em casa tle hus-
11a l'tta da
Vende-se lio de algodao ta lla-
hia, por preco commodo : 110 cs-
cniplorio de Novaes & Cornpanlna,
na rila to Trapiche 11 ~i\.
Vendem-so os veriladoirosscllinsineli'zes.pa-
lenle, de mola c sem ella: na ra daSenza la No-
va 11.12.
VINHO DO POHTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinlio do Porlo, em
hairistle %., 5. c H. : 110 armazemdu ra
lo Azote tic Peixc n. i^, ou a tratar no
eseriplorio de NUvaes & Compiuiliin, nu
ra do Trapichen. 5i.
\ \ LOJA 1)B SEIS PORTAS EM FRENTE DA
IC.REJA DO LIVKAMKMO.
vendc-se pecas tle rhila de ores rom muilo b.....
panno, a .InINI rs. a pera, rrlos do cassa rhila com
varas c niela, a ll000 o corle, c chales tle Lia pre-
hxj para lulo.
ailar.
Vende-se colclms brancas de sal-
pC0S muilo cnctiipailas, propriasp.ua 11
lempo de fro, a 1,000 rs. cada urna: na
ra do Crespo, loja n. (i.
Vendem-se relogios de ouro, pa-
tcnte inglese, os melhores pie tem viudo
a esle mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpoo
st>l Mellors A Ctiinpaiiliia
Catlcia to liedle, 11. ")(i.
Vendem-se vaquetas de lustre, para
colicrla le carros : na ra da Senzala
Nova 11. 'r-2.
CALCADO BARATO.
Na rita Nova 11. S, loja de Jos Joaqiiini
Moreira,
ha um rit'usiirliiucnto de sapalcs.ilc hezerro, ron*
ro le lustro, boiveauins clsticos o de botos, ludo
Uiara huinoni, polti mais baralo proco que al aqui
lem havido: quera dio se quizer cerlilicar, lirija-
soa lila loja ; adverlindo, pnrni, que siisc vnde-
nlo a dinbeiro, c que nao so fu abale algum aloiu
los precoi aqui meaclonados.
Sapatoea do liulre rraocete.....11800
lilla abotinado la Roaaia......BySOO
Dilos tic hezerru fraucez.......:isli llor/oauiis rain botOe......."5(KK>
Hilos claslirus..........IfSOO
Depotilo da falirica de Todo, os S.uilii na Baha
Vonilo-se, fracasa 1I0N. O. Ilieber C. na nu
da Cruz n. 1, alaoda Iranrailn d'aqiiolla fabrica
multo proprio para saceos de assueare napa de es-
cravos, por pri';i coinniotlo.
Vendc-se mu carriuhu tic i rodas ruin 1 aseen
siilns, sendu2 para ineninus.com laura e vanes pa
ra I e 2 cavaUo, ein muilo I10111 oslatlu pur ler sido
fabrieatlo a anuo c ineio, por prara cu.....iodo: 01
picloniloiiles ilirijam-st ao aterro da Bua-Vi-la n. II
segundo andar, tas (i as II) horas da nianhia.
Veudc-se nu paleo to Cariiiu, II. I, omescra
VO crioulo, de :HI anuos do idade, proprio para e\
pnrlar por lor bnnila liaura, o uraa ascrava losa
prupria para vender pelas ras em lalioleiru por tei
platica disto.
OCMO.
Vendo-so aessoem barricas, ehoaadn ulliniamno-
le : em casa J. kellcr & Companhia, 11a ra ta
Cruz u. .Vi.
Moinhos de vento
cora bombas tle rcpuxo para reaar borlase baixas
do eapin. na ftiuiliea de D. W. Rowuiau : na rila
lo llru.....s. ti, Sr III.
A 5,000 n. pequeo,, e 6,500 rs. grandes
Vcudem-sc chapeos tle sol tle soda ualeza tle
superinr qualidade, polos prcros cima : na ra
doCollcgio 11. 1.
Vende-se relo([ios de 011ro 0 piala
potente ingles; na ra dn-Senzalut-No-
VII 11. \>.
PARA 1101.(1 DE S. JOAO
Vcndc-se bonilai hacia para bolo, assim rumo
penciras linas para raassa :' na na da Cadcia du Ke
cife, luja n. til.
AO PUBLICO.
Os ihaivo animados vendein na sua lo-
ja da ra to Gollegio e PuSSeio 11. 15
um rico sorlimenlo tle setlas. lisas, finta
cores c lavradas, por baixos piceos
Kostron Rooker & Compnnhta, negocian-
tes iiighv.es
Fredericu Chaves vende um carro tle i rudas
cora eivos, palonle ingle/., em hura oslatlu o pur pro-
cu uiuilu cniniuutln.
Vende-se prtsuulos inale/cs muilo iiuvns para
fiambre, latas rom bulacluiihas losotla ingle/a.qut'i-
jos de pralo, conservas muilo novas, scmenles tle lo-
das as qualidades le horlalirc, chegadas iillimaniou-
le: na ra da Cruz 11. 10,' defronte do Sr. Dr.
Cosme.
Vcii'le-sc sal chegado agora to Ass, muilo
grosso c alvo,a bordado bialo .Ingclru: a tratar
na ra da Cadeia do Recite 11. i'J, primeiro andar.
Vcnde-scum negro, rrioulo.-qtio sabe cozi-
ubar o diario do tuna casa, de idade 30 anuos : na
ra da Autora 11. 62, loja do funileiro.
I'OI'ASSA DA 1UJSSIA,
Vende-se polassa da Itussia, cliegadu,
iilliiiiaineiite: na ra do Trapichen. 17
Vende-se vinbo ta Madeira le superior qua
lidado emqiiarlose uilavsdo pipa', por preco cuni-
& Ci
na ra du Cruzn. 1.
moda: ni ai ina/i'iii do N. O. Ilieber tSi Cuiupaiibia
A 500 US. A VAHA.
Brini (raneado hrani'o lo pino Itabo, milito en-
corpado: na loja da esquina da ra do Crespo, que
volla i'Ji a-.i Cadeia.
CASSAS MODERNAS.
Vcule-se eassas tle cures cscocczas, fingintlo
eseoeez, tic soda de quadros, rateada inui-
lo moderna, de mono ansio c edr lixa:
luja'do sobrado amarello, da ra do QlMI-
ilu, 11. 29.
AI.CADO
Sapahios tle cuuro tle lustro para liouicni a 520O
.-. aa toja do Arantes, n. 1:1 el.*).
Vende-se unja esrrava parda : na ra da Pal-
ma, cm casa de Thomaz Jos da Costa c S.
Vendc-se um eavallo carnudo, com andares :
na ra Velha 11. .V).
Vende-se nina morada de casa na paivoacao do
Montcirn, a qual fui du fallecido Maciel : un palco
do Terco n. 1.
Vendc-se tuna casa, na rua Imperial n. 8t:
a Iralai na rua dos Quarlcis, loja 11. 21, que achara
1 mu ipioui tratar.
KSTAMPAS DK SANIOS E SANTAS.
Chegou luja le miudezas da rua do Collcgio n.
I., a>>oauinles cslanipastle santos e sanias em pon-
i poipieuo e grautle : SS. GoracSo le Jess, SS.
cnrac.iti lo Maria, Santa l'amilia, S. Jos, oSenhor
Crtix"iliradt.,Salvador do Mundo, N. Senhor no Cal-
\ario. Sanio Antonio, N. S. da Solcdatle, Coia do
Cluislo, N. S. Dures, N. S. 1I11 Rosario, S. Ma-
iiootr Hidrato de Napolcao Illa avallo, lito naco-
roacilo, lito un casamento, dilos de S. M. Eugenio,
dilo's de Napolcao I. a eavallo, e as segundes collc-
eocs : 1 o\ oluoao fraucez 1, era ISIS, S estampas, (ion-
callo de Cordova, I estampa] ; Misterios de Paris,
i estampas, Paulo o Virglna, 1 estampa ; Zulcna,
1 estampas ; dil llraz, 1 eslaiupas ; assim como o
retrato de Isabel lie Espartero duque da Vicio-
ra.-
Vende-se una cscrava rrioula, tic idade tle 1S
anuos : na rua Velha n. 36,
Veiiilo-so i canoas tic hurtlao/inbo muila bem
foilas, as quacs ovisleiu nu trapicho do Ramos : a
iralar-se na rua da Cruz n. 'M.
Vcnle-su um cabriolel nuvn, cuherto, cora ar-
roio. ou sem ellos, aaslm como duas earroras novas
lioiii consumida para eavalloi tai bol, c lambein
arreius, para os mesmos por proco muilo eoinnindo:
na rua da Senzala Velha, dofronle da luja do Sr.
Marlius pintor.
SUI'LIIIOH FAZENDA PARA ES-
CIIAVOS.
Nos pialro cantes ta rua to CHicimadu, loja 11.
211. vende-ae alaodau da (erra, de milito boa quali-
dade e por preco commodo.
INTEKESSK DAS SENBORAS.ULTI-
MA .MODA DK PARS A 16,000 RS.!
Novo e variailo surlimculo de capolinhos tic seda
para lenhoraSi com as mais modernas cures, leutlu
rulellcs mullo delieailus, orondos cun muito linas
Iranras to seda: vciide-sc a ItiSIKK) rs. no arniazein
de fazeudas de tioveia t\ Lcilc, na rua do Oucima-
do, n. 27.
::;::.:; ;:;:;::::;:;;.;.;; a M*1 ;; VESTIDOS DE SEDA. H
Na loja to sobrado amarello da rua do 3$
vij Oueimado, n. 29, ha para ventlor 11111 rom- $$
Jt) piolo sorliuionlo de corles do vestidos to se-
j ta de odios c braucos, fazenda muilo boa o ^j
de multo gusto e |air preco commodo. #
;.! ::::::::: .:: :!?.:*.9Q9999U1G
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' tle C. Slarr. & C.
Sanio Amaro aelia-so para vender
dos de Ierro de sitpci ior qualidade
Charutos de Havana.
Os melliores (pie leem viudo a
mercado, vendem-se continuadamente,
em casa de Bruno Praeger & Compan-
hia, na rua da Cruz. n. 10.
CEVADA BARATA.
Palco do Pyriii/o, n. <), cm sarcas Joiarrolas
a 18000 rs. n arroba, a diiihc.ro vlsla c cm maior
|"ll IV" SC I-II.I lllllt'lt'lll .1.
Vciulc-sc .9 escravos, sendo mualos de bo-
niiiis BgurMf urna mulata quo engonima c cose ;
2 imdecote* ; (i eseravas de Iodo serviro ; 8 esera-
vos de Itiutas Mauras, projirios para o serviro de
campo: na rua Direita, n. '.i.
Veudc-se casas (erreas, dilas de sobrado, ler-
reiios com alicerecs de pedra eral, o dilos sem cl-
les: a fallar com o corretor eral Miguel Cnniciro.
Hccifo H de jiiulio de IK.">.t.
Itl l.oi.K IU-; AU.IKEIKA
inglczes, de paler.le, vcntle-se por pre^o commodo:
no armazcm de Barroca ,\ Caslro, na rua da Cadeia
do liedle u. 4.
Vende-se oleo de ricino : na rua da Cadcia
Velba, loja do fcrraut'ns n. .rt, |tor monos do (pie
cm ontra aunltpicr parle.
Vcndeni-si'lonas, hrn/ao, briusc meias lo-
nas da Hussia : no armazcm de N. O. Uieber f
CompADhili na rua da Cruz n. 4.
APOSTILLAS
De du rile criminal, bem copiadas c por preco c-
modo ; \t'iiili'-.f na rua do Passeio, loja 11.21.
PABA OS MOLOS DE S. JOAO1.
Na rua Augusta, (alterna do Victorino Jos Cor-
rea de S, vende-se mantcJRa franceza, ta niolbor
que lia no mercado, a 500 rs. a dita iugleza, a IU-
nerior 730.
cm
ira-
este
MANTELETES.
Vemlt-sc manlelelcs e ca|iolinlios para se-
ubora, prclos o de ires, bonlado* ami-
Iba, de Coso, iuteiramenle ntivos : na loja
to sobrado amarello da rua to (.Inclinado,
n. 90.
LOTERA DA MATRIZ DA BOA VISTA
Os liillietestiesta loteria, que corre no
tila 15 de jullio, seia qual lor o numero
de bilhetes por vender, acham-sea vene
nos lugaresseguintes: Htm Vista, lojas
dos senhores Pedro Ignacio, e Guima-
rOes ; S. Antonio, boticas dos senhores
Chagas, t Moreira, e lojas dos senhores
Fortunato, e Bemardino ; Becife loja de
Domingos Teixeira Basto, e cm casado
tliesoureiro, o (pial espera toda a coad-
jii\ai;aii to pilhhco. Em todos osliijjares
da venda se recel)(!m em troca liillieles
da loteria de S. Pedro Martyr. Becife
13 de jtuilio de 1855.
lose Teixeira Basto.
Vende-se milito boa maiileina Inglesa, pro-
pria para boles le S. Joao pelo barato precu tic IHO,
5GII e GIO rs.: na rua larga do Rotarlo, taberna
tle qualro porlas, tlefronle ta lureja, n. Ilil.
o Forte bi Mallos, tlefronle to armazcm do
Sr. Joaqulni Francisco d'Alcui, vende-ee i>or com-
niodo prec'i osaeguinle eneros cheeatlos agora lo
Aracal) : cera de carnauba superior cm grandes e
pequea poreile; sola c couros niiiitlos, velos de
carnauba romposlas c puras ; liolins bem arranja-
dos, e muilas obras de labvrinlbo assenlatlas- cm
boas fazeudas.
FABEEOS.
Vende-se lio urma/.em do Sr. Atines ,
(arelo em suecas de 5 arrobas, por me-
nos preco to tpte em otttra (pialtpier
parte.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de I). W.
Bowmann, na rua do Brum, passan-
do o chafarla continua haver um
completo SOllimentO de taixas de ferro
fundido e balido de 3 a 8 palmos de
bocea, as tpiaes acliam-se a venda, por
[ireco commodo e com promptldao' :
embarcam-se ou carregam-sc em carro
sem despeza ao eompradoi
. :."::::.' :::
ja) CORTES DE CHITA.
Oinliiitia-so a vender corles tle rbila fran-
3 rc/.a larya, ci'ires lixas c benito palrot?s, pe- &
jg lo baralo prero do 123000 rs. cada corle, lia- $
;$ vendo poir.io para escolher : na loja do so-
,'5 lirado amarello, na rua do Queimado, n. .). J
AOS SENMOKES DE EN6ENH0.
O arcano da invencao' do Dr. Ediiat
do Stolle em Berln, empregado lias co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
tle vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portiiguez, cm casa di
. O. Bieber & Companhia, na rua di
Cruz, n. -i.
LUCHAS DE PERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Snn.to
Amaro, e tanibem no DEPOSITO na
rua do Brum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal tle Mai iulia lia' sempre
un grande surlinienlo de talclias tanto
tlt' fabrica nacional como cslrangelra,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; c em ambos os logan
existem quindastes, para carregar ca-
noiis, ou carros livres de des|xsa. Os
precos sao' os mais commodos.
Em casa de J. Ki
da Cruz n. 55, ha par
preco commodo, couros proprios para
cobrir carros, chegados ltimamente.
DEPOSITO DE CAE E POTASSA.
Cuaba & Amorim, rcceberain pelo ullimo navio
do Lisboa barris cora t r,\. do superior cal cm peilra
para o fabrico de assucar, c vendein por menos que
em oulra qualquer parle; e para recbaincnlo de con-
tas um rstanlo do polassa americana : na rua da
Cadeia do Rccifc n. 50.
SO0.000 RS.
Vendc-se por JOOsOOO rs- nina Ivpoejrapbia com
mais de 700 a de typua muilo bem sorullos, o un
linio prlo tle ferro e pu : a quera convicr dirija-sc
a rua tas Cruzes n. 2H, segundo andar.
Na loja n. 39 da rua do (Jucimado, vcndo-e a
O.00 rs. o covado de cbilas francesa para cobcrla,
tle lindas estampas, rom quatro palmos le largura.
A ROA PITADA DE MSROA.
Vendc-se rap de Lisboa muilo superior \ indo de
cnconimeiiila : na rua da Cadeia do Itocife, loja de
Joito da Cimba M.iualbiles, n.l,
MOBII.IAS DE FEBBO,
como sejam, cadeiras de dillerentes mol-
des, mesas esofa's, tudo do mais inoder-
do gosto, viudo de Pars: vende-se na rua
iuCruz, n. 10.
Vende-se um ptimo brlolet quasi novo c muito
bem conservado, com co-
ba ta e os competentes ari eios : rua da
Cruz, l.- 10.
OBBAS DE OUBO
de modernos gostos, como sejam: ade-
recos, melos adereros, allinetes, botOes,
brincos, pideelras, correntes, trancelins
para relogio de senliora, anneis c i-elo-
gios, o mais bonito sortimento que ten-
vindo a esta praca chegou de novo a'
casa do Brimn Praeger, rua da Cruz,
n. 10
VINHO DE BOBDEAUX.
St. Julien e margot em caixas de urna
duzia de excellente qualidade: acha-se
a' venda em casadeBrunn Praeger* C,
rua da Cruz, n. 10.
PIANOS.
Brunn Praeger & C, rua da Cruz n.
10, receberam de novo alguns pianos
fortes horisontaes de moderna construc-
^ao. emtom os mais bellos possiveis, esc
vendem muito era conta.
Vendc-se urna negrinha de 10a 12 anuos, mu-
da ltimamente de Tora em vicio nem acnaque:
quem quizer comprar, dirija-se a rua da Cadeia to
Recife, loja n, 19, de Serapbim Alve, da Rocba
Haslos.
INSTBUMENTOS DE MSICA.
Brunn Praeger i Companhia, na rua
da Cruz, n. 10, receberam de novo um
sortimento de instrumentos de msica ,
como sejam, llautins de bano em mi be-
mole fi?, com 4 chaves ; pistiles com sua
competente cai.xa ; flautas debuxo; vio-
loes de dillerentes qualidadesfe coin ma-
chinismo ; assim como 2 violoen ricpiis-
simos, todos guarnecidos de madrepern-
la ; tambeni recommendam o scu gran-
de sortimento de todos os mais uistraj)
mentos, tanto para oi-cbcstra, como pa-
ra msica militar, por menos preco do
que em otttra parte; sendo para liquidar
conlas.
OLEADOS PABA MESA
em lindos desenhos, com pinturas linas de
floras e frtictas, proprias para salas, ven-
de-se em conta: em casa de Brunn Prae-
ger Si Compatihia, na rua da Cruz, n. 10.
Oleo especifico para curar a caspa e con-
servaro cabello, continua a vonder-se na botica
da ruado Rangel n.6i, a 640rs.cada vidro.
Vende-se exrellenles capas de borraeba, bolas,
(lerneiras c mais objeelos proprios para a presente
ostat;o lo memo, e por precos muilo commodos:
rua da Cadcia do Recife, foja n. 41.
Remedio especial para boubas e cravos
seceos, continua a vender-se na bolica da rua do
Rangel n. 64, que foi do finado Sebastio Jos de
Oliveira Macedo.
Vende-se cortes de colletes de sarja
de cAres, a 1,500 rs. ; ha pannos para
l.GOOrs., muito superiores ; bandejas de
todos os tamiinhos, caixinlias pera joias ,
luvas. chapeos de seda de cores, para me-
ninos, por diminuios precos, ahm de a-
cabar ; assim como um completo sorti-
mento de fra njas de retroz e de laa, e t ra n-
i-as dos melhores padriJes; bem como li-
tas, bicos, perfumarlas, linlias de 200
jardas para bordar, pentes de tartaruga,
tanto de atar caliello, cotno demarrafa,
atlerecos nietos, c as mais ricas pulceiiSS
nretas, allinetes c rozelas, ludo por pre-
cos milito commodos : na rua do Oibu-
ga', loja de quatro portes.
cr & C. na rua
vender, e por
ESCRAVOS FGIDOS.
Conliiia a eslar fgida desdo 18do abril pro-
limo passado a cscrava de nouie Cosma, muala, de
idatlc ikhico mais ou menos 10 annos, com os sig-
naos seguale :allura regular, as cosas cora tluas
costuras, sendo una no bombro esquerdo ctmlra
para onieio das cosas, no lugar da nuca lem igual-
mente tunas costuras pequeas do ventosas, os pes
compridos e seceos, leudo a milo esquerda un) tanto
domicilie |ior Icr lido um panaricio, cabello corta-
dos, orclbas grandes, pernas finas; sabio de saia o
limao de lila bstanle velba, be filba do Rio tirando
lo Norlc, foi escrava do Dr. Selle, depois tle 1. Ma-
ria Feliciana tic Oliveira, leudo feilo varias fgidas,
c foi j pegada una vez na villa de Icuarassu : ro-
ga-se as autoridades policiaes c qualquer particular
que sotilicrcm della, se dirigir ao alerro da Roa-\ is-
la n. 17, a fallar cora Frcdcrico Cliavcs, que rccoin-
iiensar.
Iiesappareccu a 19 tic maio prximo passado,
o negro Andr, crioulo, do itlade 20 unos, pouco
mais ou menos, allura regular, pernas finas o pos
cambados de bichos, bem prclo; Icvou camisa cce-
roulas de algodSu da Ierra, c rbapco le pallia ; ro-
ga-sc as autoridades |Miliciaes a apprenentga do
mesmo, ou aos capiUW le campo; e de o levaren
a scu senhor Joao de Dos Mcllo.na l'cdra Tapada,
comarcado l.imociro, ou no Recife. rua do Quei-
mado, loja de Lopes & Pinheiro n. 38.
Desapparcrcu em lias lo mez de dezembro do
anuo provimo passado da cidade da Paralaba do
Norlc, o escravo crioulo de nonic Joo, coin os sig-
ii.io. seguintcs: itlatlc 20 a 21 anuos, corpo sccco.al-
lura regular, ctlr fula, nariz- grantle e grosso, pernas
o bracos linos, |>s grandes, cabellos um lano a ver-
inclliados.lcm una cicatriz no lado esquerd') do ros-
to c falla de un ou mais denles nfrenle, rosluiiia
qnando falla usa do voz lina c grossa, e por ssn
mesmo ser fcil de conhcccr-sc, levou vestido cal-
ta e camisa azul, e consla que fora conduzido |ior
ara jangadeiro para Pcroamhuco cm titulo de forro,
onde tem sido visto por pessoas que o conbeccm:
porlanto pede-sc as auloriilados policiaes capilfle
de campo e mais pessoas a apprclient.o do dito es-
cravo que se pagar generosamente, levando-o na
rasa do scu senhor na cidade la Parahilia do Norlc,
ou no eseriplorio de V. M. Wandcrlev, na rua da
Cruz. n.2l, insta cidade.
Contina a estar fgido desde o da 14 to
maio, o prclo Dionizio, de nacao Cssa, de 20 annos,
Icvou camisa de algodo Iranradoda Babia, c ral;a
de algodSo tran;ailo tle lislras azues, aeni '"ape,
alio, rlieio do cor|K>, sem barba, com nrinripio do
buco c falla de um denle na frenle de liaixo, naris
chato, rosto comprido, bastante barrigudo, |ics aros-
sos que parecen) incitados, quando falla he alrapa-
lli.nl.,. nao pronuncia bem as palavras, bstanle car-
regailn de physionomia, abre pouco os olhos, quan-
do antlaou para parece espantado; foi cscrovo de
Niimerinno Jos tle Barros que morou no engenho
l'ilib, choje liba das Cobras, freguezia do Cabo,
hcdcsupptkque alguem o sctluzisse ou o rurtasse,
para vender a algum senhor de engenho, Irabalhava
cm arin.i/oin de assucar ; e por isso roea-se a quem
ello filr olloi crido para o vender, casatiloridadcs |io-
liciacs, capilaes de campo c pessoas do |io\o, o ap-
prelicndniu c levem-no rua da Cruz do Recito n.
33, que se gralificar generosamenle.
BesappariKeu na madrugaila do dia 11 do cor-
rele du sitio do Canhengue, era Bebcribc, um es-
cravo pardo de nonic Bernardo, natural do serlao
do Ic, i'i'i ii'iii -ule a Vircule Fcrreira da Cosa,
que o comprou aos senhores Caminba & l'ilbrw, os
i|nao- o houveraindo Sr. Jos Paslor Fcrreira Luna,
rujo escravo tem os signaos seguintcs: cor clara,
.i,,iIihi I.kIii. cabello corredio, barba cerrada, |>cs to
papagaio, tem um dofeito no colovello estiuertlo,
que quando dohra o braco, saho o osso, que foi tles-
locado, lio de altura regular c grossura pro|iorcio-
ual, he Imm encarado c alegre, c reprsenla ler ,KI a
;l annos do idade: levou um faco. e uinsurrao
cora roupa de pagein, jaqoeta, cal;a e collete azul,
roupa hranra e le riscado |iara servito, urna rcilo
c un cliapo tle |iello sen) gablo : |>etle-sc as autori-
dades policiaes, ou a quera delle soulier, o obsequio
ile o apprehenilcr o inauda-lo onlreuar a son scnliur
o,, ihl,i sido d,- llelierilie, ou no Heeife, no arniazcra
da eseadinha, que alera do se pagaron ludas as Ics-
po/as de sua apprebensllo, se grallliear.t geoeroaa-
meiilo a quera o aprescnlar.______________
INm-i-Tj. a.M. T. d. rrU. -I-


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