Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03197


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Full Text
ANNO XXIX
QUINTA FEIRA 16
DE JUNHO DE 1853.
N. 133.
DIARIO DEPPEMAMBiCO.
rRipO DA SUBSCRIPf/AO'.
Siinsercve-M n 138000 poranno, e 48000 por
quarlel pago ailianlailo, o 8JO0 por quarlcl pago
Tcnrido, na casa do sen propietario, M. FiguHra
dr hara, na pr.ua da Independencia, n*. 6 c 8, e no
Kin de J. cau ilo Sr. Joao Pereira Marlins.
Baha i F. Duprail.
Maroi a te a Jonnuim Bernardo Mondones.
I'.iraliiba a Natal a a Joaipiim lunario Percira.
Araraly a a a Anlonio de Lcmos Braga,
('.cara' a o a IluilhcrnicAuuusl de Miranda
Maranha a a a Joaiuitm Marques Hodrigues.
Para' a a a Justino Jos Hamos.
CAMBIOS DI 15 DI JUNHO.
Sobre Londres 28 X
(i Pars, Mi
a Lisboa, 93 por ccnlo.
META.
Ouro. Oncas liespanholas......... USttfOO
Mocdas de 6&I00 velh.is...... BJKIOO
o dcoXOOnovas...... IC9000
a do 000......... '.IJ000
rrala. PalacOcs brasilciros........ 1S9W
Pesos columnarios........ 19940
s meiicanos......... 19800
Acedes do Banco......... 10 %
Descont dcLelIra........ 9alli>
NOTICIAS ESTBANOEIIVAS.
Portugal . 14 de Maio Austria. . 3 de Maio
Ilcspanlia . 9 de ji Suissa . 5 de
Franca. . 8 do i> Inglaterra 8 do
Blgica. . . 6 do Suena. . 29 de Abr.
Ilalia. . . 5 de B. Unidos . 20 do ij
Alemanlia 3 do o Mlico . 12 de
Prussia. . 3 de d California 20 do Mar.
Dinamarca 1 de Oiili . 15 de
Russia.. . 27 de Afcr. Buenos-A. 3 de Maio
Turquia . 2. do Montevideo 5 de o
NOTICIAS SO XMPEIUO.
Para'. 20 de Maio
Maranha 21 de
Ccara'.. 28 de
Parabiha. 3 de Jim.
Alagoas 1 de
5. P. do Sul 2 de Maio
Minas. ... 5 de
6. Paulo 6 de )>
Kdc Janeiro 25 de
ll.ilii.i 1 de Jun.
AMIDAS DOS COHKXIOS.
Olinda, todos osdias.
Victoria, as quintas feiras.
Caruar, Bonito o Garanliuns, nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Kni c Orirury, a 13 o 28.
lioiannae Pnraluba, segundase sellas.
Natal, quintas feiras.
das da semana.
13 Segunda. S. Anlonio
Pailroeiro da prm:
It Taifa. S. Baldo
Magno.
15 Qnarla. S.s Vito, Da-
ra, I.Mu.i Lenides.
IG Quinta. S. Joao f,
Hoeis.
17 Sexta. S. Thereza
rainbn.
18 Sabbado. Ss. Leon-
cio c Tribuno.
19 Domingo. S. Juliana.
audiencias.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
Itrlarao'
tercas o sibbados.
Fazenda
tercas esexlasas lOboras.
Juizo de Orphao*
segundase 5. asIO horas.
I'rimcim rara do ciret
lorcas e 6. ao meo-ilia.
Srf/unda vara do eirrl.
quarlase sab. ao nicio-d.
EPHEMEIVIDES.
Maio 29 Quarln mingoanle as3 horas 18 mi-
nulos e 33 segundos da larde.
Junho C La nova as (i hora, 18 minutos e 31
segundos da larde.
(i 14 Quarlo crescente a 1 hnra, I mi-
nutse 33 segundos da larde.
a 21 La chciaa 3 horas, 30 minloscSl
segundos da (arde.
HMM DE HOJE
Primeira 0 o 30 minuliis da larde.
Segunda 0 c 54 minulos da nianha.

:
<.
PARTE OFFICIAL.
OOVZ2BNO DA PROVINCIA.
Expedirme, do da H d jur.ho de 1853.
Hlci>A' IIli'mmii-.h i.i dr fazenda, dizendo que,
\i*la do que pondera o commandanle da clac,lo
naval no ofllcioque remelle por copia, nao pdc ser
suh>((uilo por mu dos ofliciaes marinlicirosdos na-
vios da armada Mirlos no porlo desla cidade, confor-
me reqnisilou o inapcrlorda alfandega, o mcslrc da
extina Lindoija, Manuel Joaquim de .Souza.
DiliiA' menina, dizendo que pode mandar na
par, aun a responsabilidade da presidencia, a* des-
pero que se lir.er.im com o lazarelo eslabclccido na
illi.i do Pina. Ofllciou-ac no presidente do coac*
IIki u'cral >lc salubridado para organisar c remoller
rom lirevidado unt rcgulamento adaptada ao servico
dn mencionado lazarelo.
Mil"A* mesma, para mandar piir a disposieilo
da cunara municipal desla cidade, sol a responsa-
bilhladc da prosidenrin.a quanlia do 2:0009000 rs.,
.iiiin de seren applcados ao esgulamcnlo doschar-
co< exdenles em afumas ras, c a remollo de ou-
iin- fucos de infecc.lo, que, segundo o parecer do
Coiuetho gcral de saluhridadc publica, devem muilo
ooncorrer para o progresso da epidemiafohre ama-
relia, que va i grassaudn, lieamlo aquella thesou-
i .11 ii prevenida de quo a mesma cmara devora dar
cunta do cm prego que lizerda referida quanlia.
Olllriou-se aocommandanle docorpo de polica,
para prestar a os liscaes da cmara iminiri|>al as pia-
ras que cllcs requisilarem, para fazer observar as
delerniinacocs da mencionada cmara a respeilo da
siluhridadc puhjica, o communicou-sc a esla.
Ih'loAo inspector do arsenal de maiinlia, di-
zendo quo pdc ceder ao wcc-prefeilo da Hospicio
de Nossa Seidiora da Peiiha o pao de sicupira c os
dous roldes da mesma inadcira, que elle pedio
aquello arsenal, visto ser cssa inadcira para as obras
do inesnio Hospicio.
DitoAo inspector interino da alfandega desla
ciliado, para informar qual Icin sido pralica ale
Jiojc -i-iii l.i na cxcrueuodo arl. 7 5 V do ilecrclo n.
i II de 28 de auoslo de l* t.
I >11 Aojuii de dircitoinlcrinoda primeira vara
itarfi cid. S. me. pede esclarecmcnlos a respeilo de Manoel
Antonio dos ftissos c Silva, que, sendo sorteado pa-
ra servir na primeira sessao do jury do termo de
Olinda, pedio dispensa |r ser juiz de paz do pri-
men o anuo, c declarando que aquello jui/o eompo
te avaharos molivos de escusa, que pdem relevar
o juiz de fado da mulla.
ItiloAojuiz municipal do lermo de Ouricurv
di/emlo que, oconsellio municipal de recurso nao
jh'iIoreunir-so senlo depofeque*jante qualficad
ra livor celebrado a sna setiunda sessAo por cinco
da- cnn-erulivos na forma do artigo da lei de 1*1
de auoslo de I8il, podendo porlanlo S. me. logo
que este receber fazer a conyocaciio do eoneelho,
marrando nos editaos o dia da rcunlo.
|)jtnAo promotor publico da comarca da Boa-
Vida, IransNiiltindo, para proceder como for do sen
dever, copia do ollicio cm que a cmara municipal
Ap|ellanle, o juizo; appcllado, Anlonio Fillppe
de Souza.
Appcllaiile, Manoel Pereira de Carvalbo ; appcl-
lados, Jolo Francisco l'aes Uarrelocsua mnllicr.
I'assarnm do Sr. desembargador l'ereiia Monleiro
ao Sr. desembargador Vallo as segundes appella-
eesem que silo :
Apiwlbmle.n juizo ; appcllado, Francisco Anlonio
das Cbagas.
Appellanle, ojuizo ; appcllado, Francisco Kibciro
1'avAo.
I.cvanlou-se a scsslo depois do meio dia.
iquella villa, cninmunica nilo ler se reunido o nu
mero Irual de \erradores,arun de poder Iralar-se dos
Irabalbos a cargo da mesma ramara.
ItiinA' Ibisourariadafazenda provincial, emu-
imuiicando, baver mandado passar titulo para o Id-
ear veso de pralicanle daquella Ibesouraria a losv
Izidoroda Cruz Marlins.
GQMMA1MOO DAS ARMAS.
Quartel do commudo das armas de Pern.imbu-
co, na cldado do Recite, 15 de junho de
1853.
ORDEN DO DIA N. 27.
INiblica-se para que lenba cvccucao u seguiile of-
ficio:
l" seccao.lUm. Sr.Queira V. S.n expedir as
Ma* orden* no sentido de aer prestada a suarda de
bonra, que no requerinieulo junio pedemos mesarios
do nidio de S. Antonio do arco da ponle do Reclfe,
para acnmpanbar a procissao do inesnio sanio e jis-
sislir a fesla, que no dia l! do corrcnlc se lem de
fazer na reja da Conuresacilo.
Dos guarde *i V. S. Palacio do un\erno de
l'ernamhuco, em |:i de junde de 1H5!I.Jnsr fenlo
iln Cunha e 'ijifirvih.Sr. Itrigadciro conunan-
ilanle ilas armas, j*
iiini. eEim. Sr.Dizemoa infrascriplea nwea-
rios do nidio do glorioso padre S> Antonio do arco da
ponle do Kecife, que leudo de soleumisar com lodo
o uplendora feitividadedo roesmotantOi no dia do-
mingo I'J do corrcnle, sendo condulido em eolemn*
lint usfioo glorioso lantodoarco, para eigreja de N.
S, da Conceicao da Congrcuacao, aonde se lem de
ccleltrar com o SS. Sacramento evpo*io, sua fcsli-
M'lnlr : i>s supplicanles para tornrosle arlo com
matar brilhanli-mo c respeilo, vem pedir re-pei-
towmcllle a V. E\c. urna guarda de bonra para
aconinanliar eassislira mesma solcmnidaile, assim
romo ser fomecidoo carlu\amc para asdesearuas do
csUlopelo arsenal de Buerra,licando ossupplicantes
na obrlgacao de salisfazcr sua importancia; uraca
e>la V. Evc.por isso ossupplicantes, pedena V.Evc
lllin. e Evm. Sr.prcsidcideda provincia Ibes detira
rumo ivquercm.E. It. SI.
Recite de Pernainburo. i do junho de 1853.-/0-
Wrtr/o f,ii'/z de frito Tabnrda, juiz.Jiitmiii, de
Movra llolim, cscrivao.Jos Francisco zVmv, Ibc-
smireiro.
(I balalliaoi.,ld,arlilliarin ap, he o designado pa-
ra cumplir o dito ollicio.
Candido Leal forrara,
Ajudante de ordens cncarrcuailo do dclalhe.
TRIBUNAL DA RELACAO .
SESS.VO DE" OBJUNBO DE 1833.
Vinideneia do /:,rm. Sr. coiise/ftciro .Izeceilo.
Kslaudo prsenles os seuhore desembaruadores
Villares, Ilastos, l.e/lo, Souza, Hebcllo, Luna Frei
re, TelleSf Pereira Moideiro c Valle, o Sr. presiden
le declara a berta a sessAo na forma da lei.
Jiilgtimcno*.
Appellanle, ojuizo; appellados, os escravos Ma-
noel Tiberio, Lucio c oulros.^Mandaram a no-
vo jurv.
Apnellanlea Marianna Joaquina da Conceicao ; ap
pellado, Manoel Jos Pereira de Mello, curador
da parda Henedicla.Desprezaram oseinharuos
Appellanle, o Julio ; appellados, Kalknian i\- Ir
intw e oulros.Desprezaram os embargos.
Appellanlcs o appellados, Marianna Ferreira da
Costa c Agodinbo Hczcrra da Siha Cavalcan.
rlohirmarain a -rnirnra.
Appellanle, Brtevao Jos Barbosa ; appcllado, o
utio* Nao toiuaram conbcciinenlo daap[>clla-
c.lo.
Diligencias.
Appelliinlc, ojuizo; appcllado, Kodolpho Joao la-
rata de Almrida.Mandaram sellar 00 autos.
Appellanle, o juizo ; appollado, Francisco Joa-
ipiim Pereira de Carvalbo.Mandaram ouvir o
curador geni.
Dc*ignaC"C*.
Appellanlcs, Ignacio Luiz de Hrilo Tahonla c aua
inullier ; appellados. Me. Calmonl & C^mpaubia.
Appellanle, Lourcnca Maria da Conceicao ; ap|>cl-
lado, Lu/. Antonio de Lni"-.
Ileriscs.
Paataram do Sr. desembargador Villares ao Sr.
dor Bastos as seguintcs np|>ella^Oes em
ili
que n
Appdl
Man
Rororr
Samuel
l'.K
i
tes JuSo kellcr 4^ Cniii|iauhia ; np|ielladn,
I Jos de .M.ilmIIi.Ios lln.ln-.
le. Jnai Vonlura Hodrigues : recorridos,
ilinpi i\- CompanMa.
... do Sr. ilcscinbarnador llcliello .10 Sr.
Desemliargador l.uua Freir as seyumles a|i|>ella-
Mai en que ato
appelUnte, o julio a|i|icllado, Joaquin Pereira
I Silva,
aapellanle, Antonio Manoel Viclorino; appellada.
juilica.
i'.i-.iijin it sr. deaihargadorTelloa ao Sr. V
mbarudor Pereira Monleiro rn seiiuinlcs aniiel-
He'K-enuiucsao:
Londres, 26 de abril de 1853
Por mullo lempo nos havamoe ahslidn de suh-
minislrar ans leilores desla a/ela, sh musa pro-
pria oiitoridaile, aluuina OlpOlicSo desrripliva 011
espcnilaliva da rcvoliico ipie, ha al^ims anuos pas-
sados, asilara o vasto imperio .la China. Em verda-
de, ao mvsterio que ualiiralmciilc acoinpanha In-
das as Irnnsaccocs inlcriiarmiiaes daquoUe remoto
ccnni me territorio, juulnu-se, no caso prsenle,
urna quasi total ignorancia da orgem 011 do olijec-
loda conlcslac.lo. lloatos e rumores em mccoiaSo
intinila nos iuroiinam que as tropas imperiaes se en-
eonlraram eonslanlemeulo rom eorpotdo rebeldes
armados, rom menor 011 maior fortuna, nesla ou na-
qiicll.i provincia do reino; mas tal era a olscurida-
dc que envolva todos os acin, que, ale boje, Bran-
de parle de Ingleiee residentes nos dominios ehine-
zcs, inclusiveaqucllcs que habilam nos arredores
de Nankin. eslao disposlos a reputar todas as colisas
como de nenbuma consequeocia material para o go-
vcruoou para o coiuincrcio do impeli, lis unssos
concilladlos cm llongkong consideram u raso sh
011I10 aspecto, e, segundo parece, sobro melbores
ruudameulos.
Bala grande reheli.io dos Cbiue/.cs comocra ha
alguna anuos as provincial.....ridtonaes do Oua
ICO e Quaoglong, e foi provavclmeule em consc-
quencia da provimidade cm que se aehavain o
sidenies em tlongkons a raapeilo deelaa acenaa que
ellcs pnderatu apreciar a importancia da insurrei-
fln. N'Ao podemos aseverar qu.ic. for.mi us desig-
nios ou as rirruinslaiirias que oriuiuarain a perlur-
bariio, mas nilo ha dnvida que os priinrirns insur-
seules eram nativos das duas provincias cima men-
cionadas, e que desde enlao continuaran! a rumiara
torca e o ncleo do exereito rebelde Os dblricloi
emqueslloaempremaniiveram um carcter peen-
Mar quanlo ao valor, ii lerocidade e insnhordiuaeAo
dos seos babilaulcs, e pela uossa parle tamheiu livc-
mos alguma oxnerienea dcalaa qualldada Mt as
.....ralbas de Canlon.
Por algum lempo a viiinhanea desla cidade foi
presentada romo a prieipal icena da guerra civil, o
de (cito estamos inclinados a crcr que a opposicao
mais decisiva otrereeida lis forras rebeldes roalson-
se naquelle lunar. Todava parece que ellcs vgo ga-
nhando ascendencia sobre as tropas imperiaes, e
avanrando na dircccAo de Nankin.
A actual, 011 por nutra, a ultima rasa reinante da
China be de origem estrainieira, e obrigada em con-
sequencia do sen tilulo a lima conquista comparali-
vamenlo moderna, t'oi durante o periodo das novas
guerrascivb, no anuo de lliii, que os Trtaros
.Montcboosiiccederain, subjuuanilo o pai/ e eslalie-
lecendo urna dj naslia sua no llirono cnlnei. lie ru-
ino para en cllcs icom aempre manlidooala po.ie.io,
posto quo a proporcao daraca invasra quanlo a
popularan nativa fo.se, e scnipre seja cada ve/ me-
nor do que a dos limlc/esquanlo aos nativos em o
uoaso pioprio imperio da India. As tropas mais re-
gulares e alguns dos principan, nlliriacs sao Tarta-
ros, mas a grande maioria .los mandarina he chine-
la, o o goveruo das provincial ordinariamente cou-
liado ailiuiuislracaocbiiic/a. Ignoramos so a iu-
surrcico nasreu de aleiim projecto deliberado para
a subvcrsiio do poder dos Uanlchoo. (jeralmento
fallando, estamos disposlos a pensar que o earacler
polilico da rebeliao foi antes adquerido no proures-
soilos aconlcriinenlos dn que roncehiilo auteeipada-
meolc ; mas aliuai de cuntas parere claro que o in-
tuito dos insuruentes envolva a dcslhrouisacao do
imperador reinante em favnr de um principe da
propria escolha dilles. O acampamento respectivo
conlou logo um rci, e asseulou-se que o eslylo iiu-
perial fo.se trocado pelo leal, assim que a rebeliilu
seeousimunassc pela lomada darapilal. Nln vemos
que alguna direitoa riynaslleos ou hereditarios se
aehcm reprentados na pessoa do prelendenle.
Gliama-ao Tien-Teh, mas, segundo a informaran que
tivemos, parece-nos que a idenlida.le desla persona-
sen! na.. Cora pr.....nada, e que dous nu tres a rea
lem apparceido no cuno da rebelbki. o que piule-
mos inferir deludo beque us insurgentes medilam
a culhronisac.io t\c algum principe, que conduiem
eomsigo, cm lugar do legltimu soberano.
Entretanto, o cvercilo rebelde dcsl'arto consli-
(uido ia avanrando eradiialmenle, ganhamlo scni-
pre terreno, e augmentando as suas proprias forras
nilo mi com os voluntarios atreicnados ania causa
feliz, mas com as levas dos dislriclos por onde pas-
aava. Bm novemhro ullimo linha elle ehesado a
Woo-chang, capital da provincia central, situada
luargcm do grande rio Vangtsee, o 'lejo da China;
desla importante posieo desccriain para Nankin,
300 inilhas dislanlu do rio. Naquelle lempo ealcu-
lava-sc que o exereito eveedia a .I.OIK) hoincns, e,
poslo que este numero nao seja grande para una
populacho como a do China, 011 para una revolu-
c.'to que ha varios annns val Iirogredindo, juldava-
se que o imperador nao nrsanisaria nina forea igual
contra ellcs. As nolicias que lenios nos iiiformaui
que naquelle momento reinava a maior conslcrna-
cao em todas as cidades, que liram entre Won-i hang
e a capital; e, M'in embargo da falla dos promeno-
res respectivos, os leitorea nao terao difllcoldade em
comprehender agora o despacho Iclcgrapbico pu-
blicado em iiosso numero de honleiu, o qual diz.
que o Nankin raima as maos dos rebeldes un dia
l!l de fevereiro pastado, a
A nli.cnacao appeusa a esle niniimno, de que sii
a inlervemjao europea poda mauler o imperado)
no Ihrono a, be mili cararlerislica da neesa reputa-
cao 110 Orieide. lia alguns anuos passadns hastava
que o imperador ilcslhronisado cueiinlras.se um Cli-
vc 011 um Cochrane.c oresullailo, segundo a Iradi-
rilo bislorica, seria o cslaheleeiuieulo do poder an-
glo-savonco na China. Todava lir.liili.il di/er-se
cun que pretexto ou motivo se everreria semelhau-
le inlervcnro. A simples substituirn em Pekn de
una dynaslia que ninsucuicnmprchen.lc por nutra
que ninguem peniava, niio seria sullicienle para
exereer alguma influencia material as Iransaivcs
europeas. Temos para mis que se a rebeliao nao foi
originada, ao menos de alguma sorlc pracedeu de
acbar-sc o paiz mal governado, sohrcrarregado de
tribuios, c gerabnente npprimido.
As deaara{Oea de Tien-Teh c dos scus serlarios
pruinellem unanimemeute uniiiiclhor svsleuia de
mi|...-i..-. c niclbor dislribui;Au dajusli;a, c parc-
co que reinava geral dcscoulcnlamciilo uu aeliial c>-
lailodo colisas. Com una rcvoluc.o domestica crea-
da porrslc modo, nao fura redmenle do inlercssc
de iienbuina potencia cslrangcira inlcrvir, porque,
excepto a quesillo do opio, he totalmente Improva-
vel que alguma iiiudaura de dynaslia era Nankin
alTecle os relatos conuncrciaesenlre os Ingiera e
Chin.vi-. Se nao nos engaamos, suppomos que a
raiodc inquielacan da nossa parle, provina anlcs
do oto complemento do que dn complemento da re-
volucilo. lie cousa pouco inqiorlanlc para niw que
seja osle nu aquclle o imperador da Chiua, mas de
mui grande alcance que quera quer que seja o im
perador adminislro um goveruo clllraz ; c quere
nalureza e guerreirns por profissdo, o, emquanlo
existir 111 China opinio publica, rrcnios que os sen-
lmenlos das provincias norle-orieulaes silo, seiiilo
arlualnienlc favoraveis rasa reinante, 00 menos
igualmente opposlos aos das provincias do sul, de
que proceden a iusurrciciW, o s o ciunie as iudu-
ziria a abracar o partido do scu soberano.
Emlim, por osles e nutres elementos de anlaso-
nismo, comprehcndenios o que M. (iladslone, aii-
|iarenlcmenlc com alguma anteripaeao da verdade
chamoii 11 um cslado de relieliAu rhronira e he
forra lenibrarmo-nos que a cxlcnso recente da per-
turbaran a alguns dos prinripaes dislriclos que pro-
dnzcn ch.pide nccasionarconsequencias que csca-
param, cmquanto a eonleslaco se liuiilava as par-
les meridiouaes uu rcnlracs do imperio. As provin-
cias de que dependemos para una das necessidades
da nossa vida diaria, c indirectamente para una
rnnsideravcl porcilo da nossa renda, j se achara 13o
desorganisadas c iinpohrccidas quo sotlrem muilo
as suascmpre/aseuranicrciaes, e he ihlli.il por um
limile aosdamnusque solTremos em virlude de al-
gum revez na produrr;ao c expurtatiio do cha. En-
Irelanln asuardamns nolicias mais circuinslancia-
das, e como a scena da nvro muilou-se para mais
perlo da rosla, pndemos esperar narraces mais au-
Ihenlieas c regulares desla reudurao singular.
(Time*. I
INTERIOR.
11,
PROGRESSOS AGRCOLAS-
-no* soliiemaneira lisonKciro podermofl
Irans-
rever Ires carias, dirigidas i soriedade An\iliado-
aa da Industria nacional pelo*digne* socios Franela*
co.loai|iiim l'creira da Silva, dono da la/cndn da
Podra, eos BlRMa Srs. baro de Antouina e consc-
Ibeiro AlllAO. O conledo deslas cartas lem lano
llltereese para nagricoflnr*i que ellas ucvein ser li-
das por lodos atpielles iic se inlcressain pelos pro-
mi-"os agrcola* do BrawL
islinijircmo ()uo oulros Sr. farendeiros imi-
lein a estes Srn., enviando-nos de vez em (piando as
snas eommonleacAes sobre innovares ou inclbora-
menlofl que li/ereni na Igrieultra c fabrico de as-
sucar ; porque smenle pela I roca de variadas o^ti-
niocs lie que se conseguc o bem e se alcanca a pros-
peridatle.
Illm. Sr.Nilo lenbocscriplo a V. S. pelo re*
crio descr importuno ; todava vou dar-llio conla
dos serviros (pie lia*, esle auno com a minba rbarrna :
'i l.avrci um terreno que leva exactamente :l/t
de millin, pLuilado/isroviulias, como se plaa no
pai/, o que lenho feilo duas vezes em anuos anlerio-
res;pois que eslemesmolerreno lem produzidoaller-
Dadamenlc arroz o mllhoha 1 anuos.semdescanrar.
Sei, por experiencia cena, (pese preparasseo terre-
no i cmada, d muda do paiz, rapinando-n, Bjalarla
~2i) serviros ; e rom a cbarra e urade liz lodo o
ftervC,o, c mniln mais perfeilamenlc cm I8dia*, n-
luindo a semenleira, com dous rapazes c qualro
c trabaibaiido smenle (i boros por da, por
bok
mos snppor que a couclusfloora annunciada nao so-
ja Uo dciiniliva como parece.
Verdade be que a rebeliao jo lem Rozado de nina
mui rospeilrivel duracao, mas as cousas daquclle
reino o eslaudario cliinezditrcrc nimiamente do es-
labelccitlo na Europa, e a unir parle das revolu-
rocs naquclla reiiV leem yaslo um periodo de lem-
po molla maior, do que se ha awgnado a expedirn
de Tien-Teh. Teino-. razan pan erar que os dislric-
los abandonado- polos insinenles no seu proyresso
nao Icciu irtuinanccido nlloiroados i rauu da WO-
lurflo, do sorle que as cousas nao canunbam como
sc'supiiOe. Alom disto, os Trtaros saovalcnlcs por
pouparos bofe. Km parlcdo lerreuo scineei u
ho em rci:os ahcrlos rom um arado pequeo, e dis-
tantes 7 palmos uus dos oulros. Na oulra parle do
lerreno plantel > quarla de mllho a* coTlnhas, c
na mesma ditlaneladoa reg*, porannalr ao paro-
cero desojo* de algum** pessoas. No resto do mes-
mo terreno lavrado, semeei o milbo o reijAo mito.
Ao todo semeol e plantel /i de mlho, c de foi
jao (i/.
\ luinlia charnia he muilo mperfoila ; nessas
(> horas ile crvico por dia era mislcr parar mnilas
vezes para aperlar eunhas, ou fa/er oulras novas ; o
lerreno eslava duro e rompaclo, porque (oda asce-
ta foi pasto de gados; eslava coberlo de capim. cu-
jas rai/es dillieiillam a laxra ; por isso, e apezar
mesmo da* onlras circumstaneia*, se a minba pobre
charra Tosse boa, menos lempo levava o fabrico;
aluda awimaquellas indias, reduzidos tfrealldade
licam om9| pois que Irabalhei smenle (i horas pur
dia. e hto no inez de oulubro.
l-or consegunle.o economia de servico he mui
lo erando ; a vanlauem c o melboranicnlo da Ierra
he incomparavel* Cuida umita uculc que a Ierra
letrada maisdepressa se cubrir de ruins hervas, e
em maior quanlidade; assevero cu que nao he assim;
tanto nesla experiencia, ou cnsaio, cuino em oulra
que fa em 1819 nao aconteceu isso, osle auno, io
(lias depois da semenleira, dei a primeira sacha,
mas nao por DOCessfdado de limpar as plaas, po|
que o lerreno eslava aiuda limpo de her\as; o m-
llio eslava com .*> foi liase lao x irosas, que en receci
tlemora-la. Dro sacha e nao rapia, porque cm
vez de rapiar, romo se faz coinmumenle, man-
de! cavar a Ierra com ascuxadas, mais de meio pal-
mo de fundo, e xirar a trra como se ia cavando, o
que he lano, ou mais fcil do que a rapia onlina-
riate muilo mais proveilOM ; prximo e em ronli-
uuacaodo mesmo lerreno esln minha roca de mi-
Iho, a (pial em verdade csl muilo boa ; mas o mi-
lbo da Ierra lavrada esla lAo bom e melbor, a ccrlos
respeitos, be mais iimal, ivorquc nascen bulo de
nina s vez ; e a roca queimada ftd replauhida, o
(pie sempre acoulccc. A favor desla da-so a razao
descr em Ierra de capociras descansada lia mais de
1*2 anuos ;e aoulra d inanlimciitos ha 1 anuos,
sem descanco, e scui levar eslrume.
l.avrei ha dias para scinear l|l de Iriuo que nr-
ranjei aqui com muilo cusi, c he Iripo inferior.
Dizem-mc dous sujeilos, nicos que aqui planlam
este urao, que nesla es(ai;iiO prodnz hem e inelhor
do que no invern. Teucinuu semear o mesmo ter-
reno, que esle auno laxrci para milito, rom Iriifo no
anuosesuinle ; mas estimara adiar oulra qualida-
de de Iriyo, e para iss4, hem romo para semenles
de mainminas, escrevi ao Sr. Prxedes Pacheco.
O terreno pdc levar de 5 a alqurircs de Iriuo lo-
meado ; ecu lenho cm|icnhodesct;ur esla cultura,
o eleva-la a poni maior.
Has semenles (pie a soriedade fez favor de
mamlar-me, Smenle nasceram os milhos dos Ksla-
dos-lnidos; mo naseeu o fumo, c nem o al^odao
herbceo ; e [wr este sinlo mais, ponpie os inciis
xisinbos, como en. linliain urandes ilescjos de e\-
perimenla-lo e culliva-lo.
c .Nalhaniel Sands aniuincia venda os ntoi-
nhosexcntricos deque falla o jornal da soreiUdc,
de fevereiro prximo passado a II. Wi ; mas com
alguma diirercnea ; pei;o a V. S. o favor de me
dizer se posso acreditar em lodas as vanlatcns ditas
no jornal, e no relatorio do presidenlc dessa pro-
vincia ; so com clleilo moem lauto nlho, o o mi-
lbo com o sabuco, como all se diz. Se silo movi-
dos por agua, de duracao c de possivel comerlo.
a O seu cusi ohripa-mc a ponderar hem anlcs de
o comprar ; mas nao iuliinida, se com clleilo lem
ellcs lanos preslimos o vanlascns; o se pnderem
ser concertados quando so deterioren). Conlio na
bondad* de V. S. que me far esle favor ; c com o
seu parecer dccido-ine sem demora, pois que he cs-
sa machina hem precisa, se be boa ; e vale muilo a
pena de comprar-se.
BsU caria he muilo grande ; V. S. perdoc-ine
se abuso da conlianca com que me honra.
H Descjo-lhc feliz saude; esou cominleira de-
vocaodc V. S. ele. Francisco Joaquim Pereira
da Silva, n (I)
l'cdra, I de dczcnihrode I8.V2.
Illm. Sr.Tenho presente a preciosa caria de
V. S. datada de .W> de utubro do correle auno,
ipie recebi em &) t\o corrcnle, a qual acompanhou
a rcmessa de una lala conlcndo varias acmenlcs,
com que V. S. se diiinou mimosear-mc, a qual lcou
em Sanios em poder do incu amico o Sr. Jeremas
Luiz da Silva, quo me ha de remcller.
(f i'ondera-me V. S. as vanlaens de renovar-
moa a planlacao do Iriuo, com o oxemplo do queso
olwerva hoje" na colonia de S. Leopoldo, de cuja
produccao |icderiamos forrar boa somma de dinhei-
ro, que o osIranReiro nos leva animalmente com a
mporlarao desle venero decercaes.
l'nmeiranicnle, cumpre-nie aiir.adecer a V. S.
o lembrar-se por osla vez mais, de mim com lo
precioso mimo ; porque dii-me luar a ulilisar-me
de*J i-M'tnenles, o a ueneralisa-la*. quanlo me for
possivel, por oulros fazendeiros mcusamit(os.
< Concordo inlciramenle com suas ideas acerca
doalrazo em que oslarnos a esto respeilo. Nilo care-
ceramos importar certas cousas, porque est sabido
que podemos produzir nao s o nulbo, como o trigo,
arroz (que lamban d cm grande abundancia na ri-
beira de Icuapc) e batata; e*scs dous poderosos com-
petidores do consumo dos cereaes: c sobre islo esla-
mos anda muilo lonco de obler a mxima produc-
to da rea que amanhamos.
Enlrc ni'is nuil' m> dizer atroilamenlo quo be a
natureza quem produz, quasi sem o concurco dn ar-
le, c da industria moderna.
a I lujo os mercados da tiran-Brelanha silo quasi
tts nicos abcrlos ao consumo dos cereaes de (oda a
Europa, e da America do Norte.
n He verRonha que a i tuna nao possamos competir
ucllccom asmis nares auricolas, ao menos, quar
do appareco cm alcuns annos a escassez de colbc
las no llallico, nos Eslados-Lnidos, no Mar Ne-
gro, ele.
a V. S. poder, quando quizer, obsoquiar-mc
com semenles, fazendo entregar nossa corle ao met
amigo Sr. Luiz Augusto Ferreira de Alenla, |Mir-
que assim me xirao com securanca e brevdade ;
porem ser preciso que o trigo venha ebegar aqui
em abril, para se plantar em maio, c por lao assig-
nalado obsequio muilo me penhurar.
m Heilero os mcus agradecimcnlos,coleroen-mo a'
V. S. para ludo quanlo \ir que lhe possa ser com a
mais perfeila estima c considcracilo.Hariio de Jn-
tonina. n
Villa de Facliina, '\ de dezembro de IK.V2.
(( Illm. Sr.Accuso a reeepcao da sua muilo es-
limada caria de II do seleinbro do anuo prximo
passado, com a (pial me fez o favor de remcller
cinco variedades de Irigo cultivadas no Chile, o em
a qual me declara lamhcm que desejaxa saber a
morada e nome de men correspondente nesla corle,
para me enviar varias oulras semenles. Agradecen-
do a herniado com que me honro, lenho a dizer que
0 niru COrreSPOUdonle ahi he o Sr. Mariano l'roco-
pio Ferreira Lago, morador na ra da Quitanda,
em fente s obras da Candelaria ; n.'io me leinbro
agora o numero da casa, mas por esla indiracilo se-
r fcil conbecer, c a elle peder Iransmiltir s se-
menles que me houver de remcller.
tr Por esla occaatfo lenho de cnminunicar a V. S.,
que sendo cu inembro da soc.icdadu de auriculliira,
nao lenho recebido, ha muito tempo, o jornal da
mesma, oque muilo lenho sentido.
lo das semenles que leem sido remcllidas para esla
provincia, c principalmente das que lenho recebido
para as rominunicar sociedade, mas por ora uo
lenho Irabalbos completos. Limilo-me pois ao
prsenle, a dcctarar-lho que a smenle do alBOdao
herbceo, sement verde, prosperen maravilhosd-
menle nesla provincia, e que podia ser culi vado em
grande, escala nos terrenos argilosos, onde o oulro
algodao fibroso uAo prospera lao bem ; mas una fa-
(alidade, que quasi ^pmprc nos acoinpanha nos me-
Ihoramcnlos maleriacs, lem de fazer abortar esle;
porque sendo o alcodao herbceo levado ao merca-
do, reconheceu-se que pela adherencia doearoco ao
felpo, era impnssivel desrarocar-sc nos nOSSOS des-
carocadores. e rom qu.Milo en acouselhasse a con-
veniencia de so mandar vir machinas proprias para
esle mislcr, s pude obler que um fazendeiro a
mamla-.se vir por iulermedio ineu dos Estados-lni-
dos, leudo cu mandado laubcm vir para ineu uso
una. O nome desle fazendeiro o menciono porque
be digno disso, e lie o commcutlador Jos*'? Anlonio
da Silva Finio. Km verdade, a machina be de urna
vanlagem inralculjvel, o fuueciona hem no desca-
ntear o algodilo herbceo : mas o seu proco lem de
esmorcrer a fazendeiros pouco cuidosos desloa rac-
Ihoramenlos, o que cm experiencias nilo arriscan!
sonnnas avulladas, ou anda mesmo mediocres. A
machina que mande! vir chcimu-uic posta aqu em
I TMIDO ris. He para lamenlar que ao menos as
cmaras municipaes dos lugares, onde o algodao
herbceo lem prosperado, nao sejam habilitadas
com as precisas soturnas para a arquisican de una
machina distas.
A sement do fumo de llavanae Virginia, vai
prosperando heni.c algum fumo cm folha jase pre-
para, mas he anda muilo imperfeilo o preparo del-
le, por ignoraroin os processos apropriatlos, conv in-
do muilo divulgar-se a memoria UO Sr. v iseondo de
branles, e oulros arligos do jornal a OSH res-
peilo.
A smenle do Irigo lem sido mais infeliz ; por-
quanlo, das dilVercnlcs qualidades que lem sido re-
mellitlas, rulo me consta que se leuda feito grande
planlacilo. Do triso quo j. ha muilo lempo pOMUl-
mo*. fai-ae maior planlacilo ; he mais escuro c liu-
do, mas produi hem nos lerreims adjacenhs .1 (Eran-
do cordilhcira de llacolomv, que se compOo de
quarfz, mica.e Blgum calcreo. Julgo perianto que
as semenles mais proprias para esta provincia, serao
as que se assemelliarein que lomos : os nossos ter-
renos do Interior Ble muilo argilosos, excepeo de
algumas cordilhcias, e terrenos adjacentes, onde
domina a silcea ; nos terrenos que se aproximan!
provincia do Rio de Janeiro, onde esta Iw mais a-
bundanlc, a cu llura cs|iecial do caf excluo ludas as
oulras. Se cu puder obler oulras informaces.como a
principio disse, farei una exposicilo mais delalha-
da, hem como darei o resultado que lenho oblido do
cniprego do arado, c oulros inslriimeulos aralorios.
J.jiifo.
Ouro-I'relo, i2 de Janeiro de 1R">3.
(Mwiliador da Industria Sarional.)
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
Sumo* ordinaria de 8 de junho de 1863.
Presidenna do Sr. Ilarilo de ('api bar be.
Prsenles os Srs. Marros Brrelo, Hcgo o Albu-
qlicrquc, Vianna, Hcgo, Dr. S l'creira, Mamcdc,
(Hivcira e (lameiro, ahro-se a sesso, o foi lida c ap-
provada a acia daantcecdcnle.
Foi lido oscguinle
EXPEDIENTE.
Cm ofllcio do Exui. Sr. presidenlc da provincia,
commuiiicando ler mandado entrenar hontcm ao a minislrador do cemilcrio publico Iros Africanos li-
vres, dos cxislcnles no arsenal de guerra, para se-
ren empreados nos Irabalbos do mesmo cemilcrio.
Inleirada, e que se respondesse.
Oulro do llscal de S.-Anlouio, dizendo que com
Qcaleameuloquesc esl fazendo no pateo da groja
da IVnha, peiorara em oslado lal a ra do mesmo
nonio, que lhe mo lem sitio possivel mnthora-lu, a-
pezar dos meios (pie para isso lem empreado.y 110
fosse remedido ao enuenbeirocordeador, para exa-
minar e propr o melhoramenlo preciso.
Leu-se una |M*lic;lo de ltauaoi\ Fernandes, cm
que sequeixam de osler nultatloo liseal por conser-
varen! anorto no dia i do corronle o ara deposito de
pilo c bolachas, aruumeiilaudo que dilo eslahcleci-
menloseacba no caso da exrepcan ta postura adtli-
cioual de s Ji- maio ulluno, o pediudo se Ibes do*
doraste *e o incsmo doria ou niio ser considerado
como padaria. Sobre o que resolven a cmara se
consullasse ao ICxm. pi esitleule da provincia, embora
eolendease quo do espirito da postura ledeprchendia
islo mesmo.
finir em discussao o neuocio to maladouro, e de-
pois ile
cal da <
lugar l
couunissun
peito. send
eul
re lo:
a Tend
cacao do
Igum dbale,
ibanga para coi
; o mesmo que
edica, (pie
ipnrovado
fsnlvcii-
slruccilo
foi judie;
foi prim
.os d<
1'
los Srs. vereadora S;< v<
seollia do lo-
do edilicio, o (pial
ido 110 parecer da
i-o ouvida res-
aeRuintes requeri-
rcira e Barrea lir-
osla cmara de cmnecar de novo a edili-
naladouro, cuja planta e orea men lo jul-
1:011 a mesma e varias eommtaOes inexequiveis. re-
queii'o ipie proceda lambom a esculla de noxo local
para dila ediliraeao. sendo o da Cabanga, aprescula-
dopela primeira eonuniss;io, oque me parece mais
profiri.
<( l'aco da cmara, 8 de junho do I8.;l.S Pe-
reira. i)"
Hequciro que escolhidoo local para a edificacao
do maladouro, se peca presidencia um plano de
obra acompanhailo do respectivo oicaineuto, que se-
ja acommodado ao total escolludo, eque salisfaca as
condieflespeculiares da capital da provincialBar-
ro* Brrelo.
Entra lanibem em discussao o projcclodc retn la-
mento do servico dos carros fnebres, e n requeri-
menlo do Sr. xcreador Sa Pereira ficou adiado por
dias.
Kslipuhui-sc a quanlia de240T*. diarios para ca-
da un 1 dos Iros Africanos, mandados por S. Ese* par*
o lervlco do cemilcrio.
Reaoivou-so que se roflesionassf ao Exm. presi-
dente da provincia rospeJtO de sua onlem do I.* do
rorrenb
Maria It
com con
Carino.
Deanac
Hiranda*
do padre I
menofdlil
inaiitlando ipi
1 Dur-
se concedesse licenc.i
iinicac.oi p
e Silv
ra o aqi
para la
educto
;er um
iln patt
harain-se as pelices de .Inatpiim Jos de
de D. Annunciada Camilla Alvos da Silva,
francisco Coclho le Lomos e Silva, de ller-
a Eduardo Komi Monleiro, de Manoel do
Umeida Lima, e levanlou-ae aaossflOa
Eu Jo;io .los Ferreira de Afiliar,secretario a
aibscrcvi. Itar.lo de Capibaribe, presidente.llego
e Albuquorquca.Mamede.GameiroaBarrosBar-
relo.Ke-o.Oliveira.Vianna.
iiiiiiKi ni: m^.llll.O.
Iliiiiioni riiiruii nu uosaa pnrin, procedente ilc
Graawille,a barca nrantoaa Charle*t PauUn,coaiu-
lindo UU peanat, que aoacliavaina bordo da culera
Ingina Cndor, capiUki W. II. Selgletm, a qii.il
lendo partido iln Inglaterra para a Australiai Incoo"
iliou-sc na lal. 1,43, elongilude i'>!.mhIii porlo-
liriilailc si.rnirriil.i em lampo pela dila barra, de
irleque pililo salvar (oda a ente qi.....ella \inlia.
awim ruino a bagagom mesma perleoceato.
PERiWMBlCO.
ii
COMARCA DE S. ANTAO .
Victoria, 13 da Junho de 18S3.
toas sonianas dola parte que nada llic ronlo
ciiinii mi :\dii.
(I) NAo sabendo em que dislrlcto mora calo sc-
nbor, rogamos-Ihe o obsequio do nodo commuuicar,
para seibo poder responder.
porque na verdade nao (cubo sabido de rousa algu-
ma dignado allcncjlo ; infel/mcnlc porm, na lar
:1c l do corrcnle, aqui acontecen tuna destaca nas-
cida do eslouvamcnlo, e uto por inaldade da pessoa
que o couuuellcn, o qual levoao conhccimciilo de
Vms., che oscguinle:
Zsferino de Luna Freir na lardo de !> do corrcn-
le, amlava passarinhando no silio do sogro, Jos
Francisco de Amida, a boira do rio Naluba, que
i re oncoslado esta cidade, e leudo deixado de
alirarcm um passaro por lhe baver fgido da pon-
tana, poza espingarda armada ao hombro, e prese-
guindo a sua cacada, acontecen desarmar-so a cs-
plngarda.eo tiro tblcmpregar-ae nos pellos do infe-
1'/ lodo de Mallos Amorim, casado e com dous li-
llios, que eslava Irahalhando alugado ao mesmo
Zefcrinu, o qual licou uravemenlc ferido, recebendo
(rinlac (autos corneos decbumbo nos pello*** quei-
ra Dos escape. O carador POS-SO logo na perna, de
sorlc que nao podo ser preso pela polica ; o de-
legado fe/, o curpo de delicio, o vai lirar o pro-
eesso.
Ignacio Joaquim Hibeiro, pardo, alfaiale, o mora-
dor nesta cidade, dttemque por motivos reprovados
e frivolos, deu una grande surra cm nina sua os-
crava, que a poz em cslado de ir para cima da cama,
c do nfto poder virar-se por si ; o dclonado fcrrolhou
o Sr. na cadcia**jpor baver excedido a faeuldado,
que 11.1- do arl. li, :; i, do cdigo criminal, de cas-
ligar a sua cscrava moderad a mente, proceden ao cor-
po do delirio, o lem de o sununariar. Sirva islo de
cxcmplo aos senhores deshumanos.
Esles dous fados lo o que demais nolavel occor-
reu semana passada. As chuvas (cm sido cnnslnn-
los o Torios ; ;.i vai apparecendo alfzum gado as fei-
ras desla cidade, des orle que j comemos carne boa
o Uea 10 patees*.A hriha aiuda conserva-so a *i8c
.'12 patacas o alqueire ; o milito a iOpalaras, co fei-
l.io .i I l-j e .i 1-JH polacas; do snrlo que depois da
pesio da bexiga, que lano acahruuhou a populacSo
desla Cidade, enlrou a foinc que acabou de arabru-
nlia-la equo (em eslagnado o commorrio de todo,
poni que a maior tarto dos locistas yendo que aqui
nata fa/om lem ido para o scrlo, ondo eslou que
dar.lo de lodo cosa, porqu* pela mulla concurren-
cia lem de baratear as fazcmlas, c do encarecer os
gneros du lugar pela grande procura.
Siii'i.le e ludo quanlo he bom Um desoja o seu
conslanlc Icilor o klorimu$, *
O CONTRATO DAS CARNES VERDES.
Dissomos cm oulro rommuiiicado, inserto ueste
Diario de T do correlo, OJUDO noSSO Cnu era fundar
o df relio dos eontraledoros cm principio* cortse in-
conlroverliveis, justificando ao mesmo lempo asna
conduela para com o povo, porque esle linha inron-
leslavel dircito liel execuclo de um contrato, que
devia reverter em scu henclicio, pela reara de que a
utilidade publica prevalece sobre o inlercssc parti-
cular. Anlcs, porm, deculrarmos nessa justilica-
e;lo decorosa, que a propria honra dos fon i credo res
exige, cuiuprc esclarecer mu pouco o ultimo para-
-T.ij.lin do nosso anterior rommunicado,
hallamos all da res isa o do contrato e da expres-
sa renuncia dos fomecedores a* tuna qualquer ndem-
uisacao, soja a que Ululo for, cm virlude da lei III
tle |:l de maio do corrcnle auno, o eslabelecemos
duas livpolbescs ccrca da sua execucao. Na pri-
meira admitliaiuos a rescMWl e a renuncia por com-
niuin accordn entro as partes, e na segunda como
obrigatorias por parlo de ambas. Desla ultima ha-
larnos iiscoiiio quislao, que n.io porlenria ao poder
administrativo ou executivo, e deixamos de Iratar
da primeira, (Minpie ella depende, como dissenios,
de um aorordoentre as parles contratantes. Felici-
lamos desde ja os fornecedores pela juslica com que
serlo allendidos polo actual presidento* nao su pela
sua iulelliacncia esclarecida e proverbial probldade,
cono porque, SOlMo da provincia, nllRUCm niclhor
to ipie elle a ronheee em loda a sua vasta sleoslo,
e pod por si nicsinojulgarcoin pleno cooheeimenlo
de causa.
Entraremos agora na promcllida jnslilioaeao, i
desta vez nao iremos desenterrar todas cssas acensa
cites baaos, com que roram os lernocedore* ilaael
lados pelos inimigos do contrato, durante mais de
mu me/. De todas ene* queixas contra os contrata-
dores so duas lem v isos de razao : primeira, falta de
carne nos acougUOS nos mizos tic abril e maio nas-
sados: segunda, carne podre e.rposla venda. Tra-
taremos cm prlmeiro lugar desla segunda accusacjio,
porque, se fosse verdatleira, islo he, seos fornecedo-
res livessem expOSto i venda desciencia ccrla carne
podre, como cinphalieainenlc se disse, cllcs seria ni
carne mora. Felizmente esle hbil administrador
leve o lh>in sonso de repel ir scmclhaulo acrusar^So.
Nao ha porlanlo base lixa. como dissemos, para o
consumo, sendo nolavel adespropor(;o em corlosdias
da semana dcsdc|75 a li" rezes, islo he, de 50 rezses
ntreos dias de menor e de maior consumo.
Pelo que acabamos de dizer, a carne mora do
vespera lem de cslar exposta nos aenueues multa*
vezes i horas, cm pequeas casas, mal arejadas,
colocadas como na ribeira no lado do nasconte, o e\-
poslas ao sol da tarde desde o meo-ilia, (ornando-so
verdadeiras eslufas, cm um clima abrazador como o
nosso, onda o calor, principal agcnle da dissoluc,ao
dus corpos orgnicos, se loma insuporlavcl; que
muilo be quo alguma dessa carne, mora de vespe-
ra, socorrompesse e se lorttSflM inscrvivel? Mas os
fornecedores ludo preveniram com lempo, ordenan-
do aos caruiceiros que no momenlo, em que alguma
carne se tornasse suspeita de corrupcao, a separas-
sem, aguardando |pelo agente cncarregado de lomar-
Ibes conla.
Os lalhadorc* recebem a carne por peso, jeom
um corlo abate, e desse peso daocslrcila conla ale a
ultima libra, sem mais dedurco alguma. He,pois,
evidente que ellos nilo poden) por sua conla e |K>r
scu arbitrio mandar dcilar cssa carne fura, nem tcm
meios de o fazer; separain a carne corrupta para
entrega-la por peso ao agcnle, que a hora determi-
nada perrorroosacouguos para providenciar acerca
desle o de oulros casos. Esla circumslanra, so al-
guma veisedeu, foi scinprc demaneira que a nin-
Lguein prcjuilicou, nem;della hnuvc nunca formal de-
nuncia, ncmqucixa auloridade alguma. Totlavia
se houvesse apparceido um caso semelhanle, (|>cr-
gunta-se a quem lenba boa f e mediano sonso com-
muui como seria possivel provenir um eUeito, cuja
causa (rcrniancule esl coinnosco, no nosso proprio
oliin.i, nu estacan rigorosa de vern, e eiu militas
oulras circuiiisLincias naluraes, (po naobedado
sabedoria humana prevenir'.'
E, porem, o que he mais singular, o qde so loma
maisadiuiravcl lie que nem mesmo esle raso natural,
de apodrecer porcSode carne durante o dia, njUMa
se deu ; nunca o liseal to contrato ou pessoa alguma
acllOU nos arengues carne podre e.vpnsla venda ;
nem houxeindividuoque scqueixassc de baver com-
prado carne corrupta, nem auloridado que o visso
ou livesse disso denuncia. Vamos, pois, explicar co-
mo se den o caso da l;lo fallada canto podre; dize-
utos l,io fallada, nilo porque algucm so imporlasso
com semelhanle falsidade, mas porque disso so/e
grande escarceo pela imprensa.
A carne, como dissemos, conserva-sc _'i lloras
mora, c |>or cQiiseipicncia peudurada em ganchos
de ferro; luda a parle da carne, quelica em coulac-
lo com o gancho, damnilica-sc, nao s pela presso
ruino pelo oxido do ferro. Os talladores, anlcs picaro quarlo,coslumam lirar cssa porcAo do carne
j.i .1 minificada, c vo ajunlaudo cm mu caixilo loilas
e-sis aparas ou porces liratlas de cada quarlo; su-
bindoludo islo diariamente de 90 a 40 libras, o a*
vc/.esmais nosacougues onde se talbain mais de 0
Imis. Ora, eBM o pera cao be diaria, o por consequcii-
cia todo* os dias haveria carne potlre, so lal nomo
pdeSfO merecer o que anlcs he deuiasi.nlo MCrupu-
lo de aceto o de limpeza.
So se quizesse passar cssa mesma carne corrupta,
enlao deixar-se-lua ante* pegada aosquarlos; mas
separa-la, exlrahi-la para quo ? Seria estpido por
domis acreditar que islo se llietie para aprovetlar
e-sa mesma carne. Pois hem, em um dia foi denun-
ciado que huvia carne podre erposta ti renda; vcio
0 liseal do controlo, e acltot porcao de**** aparas j
separadas, o as apprehendeu: eram apenas i linras
em um aCOUgoe onde se lalbnm mais de 0 bois dia-
rios! O adiado fui na verdade espantoso! 22 libras
de caro* podre entre *200e mais arrobas!! j disse-
mos a ra/Ao porque os caruiceiros nao maiidam dci-
lar logo lora BM carne, e lio porque lem de dar con-
la della, entregando-a por peso, c para islo esporan
pelo agente do contrato.
Km oulra occaso enlrou o fiscal cm um acou-
gue, levado por dousou tres individuos, que di/iam
oslar podre una porcao do canto para quo aponla-
\aiu ; o liseal mandn levara canto sem mais examo
para abafar a grilaria desses individuos ; o ludo islo
seui lermo, nem peritos nem a menor formalidadc ;
o os fornecedores lamhcm se calaram, porque nao
quizeram fazer qticstao do duas ou tres arroba?
de carne, nem dar panno para as mangas nquellys
(pie (pierian naquclla occasiao penosa o critica li-
rar asardnba com a maodogalo.
Eis ahi as duas apprclienscs de carne podre nos
acougucs do cntralo ; eis ahi finalmente ao quo so
rcduxlo lodo esse escarceo de carn vorrupta c.rims-
la A varia, calumnia rcvollanle, quo mais deppoc
contra os que a propalaran! do/pic con Ira os fornece-
dores, quo della foram victimas. Se ludo islo ofren-
de a verdade c choca a delicadeza dos conli aladorcs.
rcvolla anda mais a parcialidade, com que eram
poupados os marchantes, quo ao mesmo lempo, II-
vres da mulla, lalbavam carne a scu salvo epor alto
proco nos proprios acougucs, que gratuita o genero-
samente Ibes forneciam os conlratadores.
Ksscs marchantes foram por varias vezes mulla-
Jos pelo liseal da cmara municipal por acbar-lhes
uoslalhos carne podro cxposla venda, como consta
da eerlidao aulnenUca, que cm seguida copiamos.
Desse fado ninguem fez inenco, desso adiado mu-
guen! so admiren ; lalvcz o julgassem mu nalural
c comesinlio cnlrclanlo que lodosos foros, doslos
c apode* foram alirados contra os contratadores ;
prova do (|iic em ludo isto liouvc um Itm, que de
rerlo nunca foi o inlercssc pelo povo nem pela ver-
dade.
Os conlratadores requcreraui cmara municipal
se servisse mandar quo o liseal da Ireguezia de San-
to Antonio atiesta***, so nos aecugues cm que os
marchantes ialhavam carne verde, so linha por va-
i las ve/o- adiado eom* cm estado de vorriipni
indignos al (I
to mais aiuda |
I
c sojuslilicarem ncranlco pov
pcranlca auloridade publica.
Vamn
explicar como se deu por duas ou Iros vezes a
circiimslancia de se adiar nos SCOPgUOl urna D00C*
de carne j corrupta.
A carne que lem de ser exposla venda, he mora
de vespera desde as seis horas da manhaa al as qua-
lro da larde; mala-so por cxcmplo o numero de 80
rezos, marcado para ccrla poca do auno. Em uns
illas esl acabada a carne nos acougucs as nove ho-
ras da manhaa, em oulros sobram aiuda as cinco da
lardo 30, W. al 60 arrobas, que ea perdnese
hi.iiiiI.ini l.uii;,ii no mar. Nao ha porlanlo base lixa
para o consumo, as vezes tflo desproporcionado que
JO rezes moras nilo baslam para a procura cm ocr-
los*dias. lie de snppor quo osla des proporcao nas-
cado virem em alguns dias da semana pessoas de
Fot* sbaslecer-se de carne na praca pelo cummodo
[irecode J-^ih), fugindodo pagarem as su^s freaue-
zias ll, |H c20 patacas por arroba. Mas a este iup-
priincnlo extraordinario nlo se conipronielleram os
fomei'cdores, nem era possivel que olizcssem, alenla
a diiuinuicao do proco* poique so couiproinetleain
a lalhar a carne durante o invern.
Avs.....pie nos acougucs eomcoa a fallar a carne.
faz-so minedialarnenlo provinicuto de carne viva,
mora naquclla manhila. Disto mosmnse aproveila-
ram os inimigos do contrato para lazerem una aecu-
aaco formal peranto on-fr**Uenle o Sr. Vctor de
Ohveira, dizendo que oa fornecedores ospunliam
venda, logo pela manhaa, c(i/** ira cm lugar de
posta vcwln, o si* por isso liuham sido multados, c
a carne apnrenendida e Untada ao mar; r*sim co-
mo se no* ditos acmigues linha sobrado carne por
vender em alguns das, ele Osegulnlealteslado li-
ra loda a duvida, 0 juslilica por domis aos conlra-
tadores.
Allcslo, cmquanto i primeira parlo de que Ira-
la a i-fiir.ii> supra, que dos ltimos dias do mez pr-
ximo passado al o prsenle, lendo procedido exo-
rno com o competente facultativo .cm carne verde
exposla venda por varios marrhanlcs, que naosflo
conlratadores, nos acougucs da ra do Hangel o
Largo do Paraizo, lenho encontrado por vezes rom*
ptrida, o em consequeiicia lem sido os dilos mar-
chante* por mim multado., c lanzadas ao mar essas
carnes, ileconformidade com o arl. 22 do lil. i das
posturas municipaes em vigor. Emquanlo segun-
da parlo nada posso alleslar |K>r nada ler presencia-
do. O referido be verdade, o que amrmn em fdo
mcu emprcifo. Freguezia de Sanio Anlonio do Ke-
cife, ti de abril do 1853.0 liseal
PlBUfACOES A PEDIDO.
II iirmuraor da conla, solierania t f.i/.on.l.i n.i-
riuiinl Icen) o Inilaiticnto do cxcellcncia I), e non
jiulo* r ailvogado. a* parles c os iwrivilos llio Jo
o Minio iio aenhor, (2)
1 llerrclnili' IR.Iejulliorle 18H.
i Nota ilo iliM'iiilKirjiuliir Olivelra, lr.insrri|i-
t.i no Kcpcrliiriii das Oidenarocs. So alciini
ilvosado, au imite, 11,10 der no procaiader d.i ro-
a o titulo dcsenliiir, emos iiiIik, so procede ron-
Ira elle, como so julgou 11,1 eautt do proi-urador ila
coroa rom osrlericos de Torriw-Vcilras.Tautlicm
taabn lem sido tratado ir deanarhea dos mlnialrea
wrelarloa de otlarlo, poiajuo ao il"1 dii vista den pa-
pis 0.00 rorrem pelas suas serrelarias. O derret
de '2f> de jiiolio de ITtKi manilnu aoapeniler por Ires
moes a um jui/ da corda da rasa da au|iplicarHo
por le Iraladu, naoccaiiao do dtaparlio d um fei-
lo, rom pala\ras ilosi-iiiiipiislas o proi-iirailni da l.i-
/enda do rilramar. Ind. Oliron., I0111. :i, pag. til.
(AponlamenlM tolire leui-laru para o uso dus
proeurarlorca da eohia o fa/enda naeloiud pelo ron-
nlheire Jos Antonio da Siha Maia. Tallo 3.', S '!,
pag. H.)



A primcira dama do theatro de San-
ta Isabel
0. HUOELITA 1.11 (I.
SONETO.
Alijo sublime que .!. --.. Mallo,
P'ra vir regcr -en.neo. corceos,
lloje londo-lc culto e ndoragocs
Este povo a quem Unlo extasiaste.
Digna -l.....da arle le mostraste,
Milis que lid un rupia lias paixocs
l)e jubilo as sinceras cIVusocs
Recebe [wis, que assim o proveosle,
Ingenua Mauocllla, a priinoira,
Em graras c tlenlos sem rival
Eulro as damas da scena lirasilcira.
No Pensil mili a a li ndo lia igual,
Oiicm disser o ronlrario adunia asneira.
lio iidjciilo Amalar, feto animal.
SONETO ACKOSTICO
O. s. c.
A EMMIA E PREDILECTA ACTRIZ
iamelit.. i.iin.
No seu beneficio II de juuho de 1853
Bovcndo os coracacs, com leu tlenlo
>sccna lu encantos, seductora
a palco qiicsrainha ciiranladora
z ,-.. le a]iplaudio como un purlcnlo !
PWrella que olirillianla o pcnsanicnlo
n.z .livina le fez inspiradora
-nlillrasdentro d'alma, quossenhora
Hcrnas paixocs, un grato scnlinuiitu !
>i.lTerla pois que un povo dedicado
t-eva a leus ps, conlenlc o prasenleiro
Omi prova de amor, da exaltado !
"louliniia pnis nh I povo liospilaleiro :
fresco Artista I no vci sublimado
-naugura este dia lisongciro !
A' I.NSIliNE ARTISTA DRAMTICA
I). IAMLITA LWrCI.
Soberana da cena lirasileira,
Helia ard;., que nos roulia alma e vida,
Tu dcsfruclas a gloria qu'hc divid
A' que evisle a intrigas soliranreira.
Aos embaos da invria sobranecira,
Cinglndo corda o mrito devida,
Ma fama viveras alom da vida,
Soberana da KMM brasilcira.
leudore nomo dit triuinpho linnroso;
Alas em leu lomo pello lainbcni mora
Cniar.io Indulgenla o acncroso.
HonMoagam iTom povo que le adora,
lia por iiciii recetor, Aojo mimoso,
No applauso frvido que te preslaa
ora.
II',
Recito, II de jiuilio de 1853.
AGHADECIMENTO
Ao illusire povo da Pernambnco, recitado
na noile do meu beneficio, em 11 de Junbo
de 1853.
Olanlos iu.lanles de fcliri.lade C alona |
pobfcartista!.... Qi
me outorgara
dciva do test.....
dcpoisde combinadas pravas daiympalhia que d
dicasles quella, que iccnihccc quanlo anida |>re-
Slanford Rales, historiador bem conhcrido o gover-
nador de Java, na oceupoco inglea do 1811, o o*
nenio Newbold o nnalmenlo sir James llrooke, o in-
IrepIdbcoriRinnl raj de Sarawiik, boje governador
da feiloria britnica do .aovan nn cosa noroeste
do Borneo. Todos esle escriptores concordam poi
cm reconheccr os Malaio* como una raja bstanlo
inlelligoulc, altiva, digna em sua linguagcm c la
allilude, e de um exlrcmozelo no poni de honra.
Semprc armados, como miiilaslribusgregasoindnio
lempo de Thucvdides, silo enlrc si de urna cxlrcma
polidoz e semprc promptos a lodo o cusi para lomar
vinganra dos insultos. Por islo, diz Mr. Nowbold,
os curo'pens ilcsroiibecondo osla susceplilidade li-
nliam lomado a liberdadc, no principio das pralieal
joket, daamxslilicacOcs.livcrammaii de urna vezd,
aiicrcebcr-se," quo nao deviam brincar com o fogo, i
que quem nao qur ser 10110,1130 Ibovcslc a pello. II
linalmciilo cala altivez, osla dignidade pessoal qu
parece ler-lbcs concillado a eslima de bomens (aos
como sir Rrcookc, o qual liuba cxprcsiamcnlc es-
qui|iado um navio pora ir exterminar em scus pro
piioscovisospiralasdaqiirlla liarlo, o quo a julg
cvaclanicnle, como o poderiam fazer nussos loilores
scguniloos fragmentos originaos que vamos aprese
lar-Ibes, dizendo quo os senlimcnlns do familia,
allcico de parcnlesco, sao sua princ|Kil vlrlude,
qiioalleslan lodavia um carcter dore c bem rein
(o do biinior daceradaque Ibesaltribiicm.
Em una palavra diremos agora que os malai
silo un povo Originarlo, (alvo/, que no segundo pe-
riodo de sua evislenria, do pata do Menanuknban
na arando Iba do Suinalra, o que dabi se dcrramnn
pelo serillo XII da uossa era, mis cosas do arclupe
lago indico c da pennsula de Malaca ; prnrossaiidc
ao principio nina rcligio do Imloslo, adoptaran
depois o islamismo, ilo rilo rbafeila, c communiea-
ram sua ineia civilisarTo a oulras tribus. Sua lillo-
ralnraroi por miiilo" lempo doniinanlcc sen dio
ma, que se lem cbamado por sua clorura o ilaliam
dn Oriente, lie alada no) magnifico! grupos das i-
hae de Sonda c das Moluras a lingua das Iransac-
cies eoninicrriacs c diplomalicas. Sem fallar dos ro
miuiccs.em prosa, dashinarnphiasu dos tratados mo-
racin rclicio.os, ellos lem minios cvlcnso* pocmai
(que lodos nao valcm talvcx um Ikiiii soneto) ,cbc un
ddlesqucvai-nos ocupar, depois do diicrmos al-
auma cousa, o que nos parece essencial para loda
poesa, sobro o svsloma mtrico, no qual eslas com
posicf.es siioescripias. O indio consiste em estancia
do qualro versos mono.}Hunos de oito a onre sv lia
bas, qncpiHlo limito bem ser o ilota sansrrit, di
qual lem militas vezes o iinnic. c be lormadi
lombeni de qualro bemislicliios, que pela misluri
das sv liabas liinaas e breves, d mu numero varia
vel il'c lempo. Soja como for, o procosso de romposi
cao potica deslo povo, em geral muilo ignorante
11,0 lie proprio, c merece que se falle dolle. Os |ioc
inasso divididosem muilas socoles, segundo a a-
ria sobre que sao Hilados, porque lodo o verso m-
talo se cania, oii anlcs so modula como a anliga lla-
gedla mega. Exi-lcni muilas do-las arias ou lagnn
as quaes 0 a reara do poela, dijo ouvido be JUil
iiislinlivoinaisinfalliveldo rvlbnio. Esle procesa
lem ii noinc cvpressivo do linbaugan, c nos f.u
lembraroqueouvimosdlzera um de nossos nuil
exrcllcnlcs poetas, Mr. Ili i/.cns, a quem um campo-
nczdc teuacomi.....iolns, fallando de um verso hrc-
180, dizia (pie nao cadenciara bem. I'ara ambos, i
ouvl......e o gula nico e seguro, ciodos sabein lam
hcmqiic os arabos, aillos de Maboinel, pie lanora-
vam a csoiiplura, e nao linbain prosodia, soauain o
lamb
.1......
......do
por
li-
nios ni
obro e illuslr
nlosdepi
povo
meu
pode
iiin
isa p."
Ape
,lo NO!
i......
adln
aecedora
le lempo ipie um fagueiro dos-
lino me lem conservado neslo mil Uto bospilaleiro,
un su inoii,,',,lo deive de receber de vo^os
,es, a prolecr.io inais anlculc. eos pinleslosda
o maisexaltada... no liilbo inccrlo porque
.. passos se dirigiam. enconlrei semprc no meio
de VOS lodos, aniniacao para a dbil BClril, e nina
s ludacio para o mesipiiulio lalcnln Cenada ,1a
e'sliina'c consilerac.io que tamben! vos, aenlis per-
naniliucanas, dianasle-vos eiincedei-mc, o que ues-
te dia lao lisongeiiu para oa iiicusesron.os, acabaHi -
de nianluslar-me a vos-a solieila liondade !.... rom
que poderla aaradcrcr-vn-.nini que expre-ocs |ier-
suadlr-voi da i.....lu ilneera graldlo .......
Pobre aiiii', qoi' vos iodos se dirige, so pode
abenrciar o doce uislanle cm que podo palenlear-vos
qiicnoscu eorWlO licain gravado- a giaea.o o cu-
lliiisiasmo quo llic couiedrsles, e rcilerar-vo, ,1c no-
vo o praxer que leniemanaa eternas rerordacies
de ves ser grala por toda a.vida.
Manuela C. Lurci.
lendo-sc quasi linalisado os Iraballiosdequo me
nicarregiira a empresa do lliealro de Sania Isabel,
raiend....., a disiimla Iioiii.i do ooiiliar-nieadirec-
c;i da orcheslra do menno Ihealro, eu fallara a
um dever sagrado se nao nianifeslassc publicamente
a miiilia sincera graldilo para coi lodos aquellos,
que scnipre me eoadjuvaram com a m.lior csponla-
neidade ponlvol, bem como a companhla dramali-
ca que de 1,1o boa volilade se presin gialuilanionle
no lieuelieio que liz no dia K lo correnle. Assim ro-
;:. Sia-. Donas Manela l-ueci e Orsal Mondes,
oaosSrs. Cosa, llezerra, Sena, Ainoedo. Cuiin.i-
r.lc-, l.i-boa, Jumo, Rosendo. Sania Rosa, (..Men-
dos se ilignein rereber a coulissio ingenua do moii
publico reconlicriincnlo, c liqicm cellos que sem-
prc me (reharte promplo para o que Ibes |K.ssa pres-
tar. Igualmente me repulo ralo para rom lodos
os meus rollegas, que me ajudaiaiu no referido dia,
assevora os mena aalbrcoi cm i|ual(|ucr circumslau-
c. Ilecifc ndcjuiiliodclK.-i:t.
Piro Nolaieo iio/iii-ia.
VAIIIEDADL
Oh Malaios, seu carcter e sua poesa.
Se lia una reputaran bem inqua, um rome de
perfidia e de lerocidade bem ealabeleeido, be cor
lamente o de quo foxam os Malaiee. Doelaro-o im
incdialaineiile: sea lenienca proferida pela api-
nio fosse cm roeurao, o celebro aviouia de .Mr. de
Huiln, lao grande naturalista como era : Oesl.,-
lo be o liomem fiira urna sem rada nesla que-lic
(lliuologiea ; e se lia algunia cousa do vcrdndcrn
ncslcoulro nao menos celebro aiioma: A lillera-
lura be a ovprcssao da sociedade o nmlaio r.rpm
sailo nos livros be iiileiramentc a contrario doma
liiio Ir.idccioial.o qualse deveria deixar no gabi
note de Mauras de cera.
Mas onda forooaaehar urna [ .,,-,,, o urna prosa ma
l.ii.i ? I'or ventura evslc alguma cousa scinellianle
pealoqneo edilal da escola das linguas orientaos au
mincieuiii curso sobre eslas graves mlcrias'.' lloi
que lemoj de ver agora. Comccomos por explicar a
calumnias derramadas sbreosla neja, da qual nos
consliluinios oadvogado. Eso por vcnliira procura-
icm saber, qiieeslianliapbanlasia nos fez cseollior
entro cem mil rale papal inesperado, ccomo prclcn-
demo- Icr alguma luz sobre osla escura queslao, se
nos claicni eslas palavras de la Bnivro : o Ha pes-
soas qiielcvam sua vida enidccifrar as linguas orieu-
laes c as do noilo, as do.- dous polos o a qiicse falla
na la ; u idiomas os mais inlllois rom os caiacle-
ros os mais bizarros e os mais mgicos sao precisa-
mente os que despcrlam sua paivilo c cioilnm seu
IraballlO, i> responderemos que lio o demuuin das
viagens, o demonio que ale aqu nAotcm fcito soinlo
(colar c nluriiiciilar-iios inuliluieiile, que lem val-
lado nossos ollios c nossa curiosidade para a regiao
a mais bolla domuud.....a qual habita,< sombrados
roqueiros, uossa rata amarella.
lio fcil de cxplicar-se, oque se pode chamar cm
nina aiandc medida o prejuizo espalbado a seu res-
|,eilo,, para islo be bstanle lenibrar a historia das
primeiras Iransacc/iradospuiopcusconi MPOVOfsel-
vaaens ou meio civilisados dn novo mundo, da fri-
ca ou d Occania. Ilaliiluados a icalisar enormes
liouelioios em seu trauco, de ileupujar, pcrmiltam-
no- a expressilo, da maneira a .mais grosseira suas
vi limas eommcniaes, os avenliirciros, saludos da
Cran-llrclauba ou de l'oilusal, da llespanlia ou do
llollauda cal do Franca, liiibam olbado esles be-
neficie*; como pcrfeilnmcnlc legilimos.ca inenorlcn-
laliva para evilar o mnnoiiolo ou levantar os pre-
coj Ibes parecia una oboininac,ao. ,\,lo era na ver-
dado, a flor dos bomens boneslos e dos instruidos
que assim iam vagar neto mundo, o que mais do
urna vez chamaran) sobre si lerriveis represalias,
nao respcilando nlo s o direilo iiilernarional, mas
lanibciii os costuinos o usos das uares que rrequen-
lavam, e infeclavain de scus vicio lii.loria lameii-
lavcl que be a tasas viaaense colonisaciio, desde a
carnificina dos Caraibas e dos Azlequos al a op-
preailo fcila pelos balicho nn ocano l'acilico, o o
rommcrcio buniano dos denles alvn e silos do. Aus-
tral I mu, anda boje ctmpradoi na praca. A m,i f,
a cujlica a Uuilas vezes a rrueldadc ,l, Iralraiiles
lentos Icr
ideas, e no
polln colll
nhas ,
inolii
fcli/uieule l,i,l,.
al o lorie. I'ara evitar tn
declarar que se devo procura
ule aqu a evpre-s.io de alanos senil
jsc .ill'ocliio-os, nina corla arara na
es neTO o oslado social de una rao;
brevidade, farcinos
-uni dolo lona" poema,
le pello de 7, versos
Otis canto. : esle resii..... ni
uta de pueril no espirito e nos c
nlioooi ao monos alaiunas vezes
alaumas II-
lilil
ou colonos ,,,,, a ignorancia d
,l- coslumrsdM ,-,vs, r,.....,, ncgociavam ; silo
pois a- causas que deniiu naacl.....nlo a eala doicsia-
tel ii-pulao'io, contra a qual, no que res|.eila ios
Mulaios, iiii, pioii-i.i.iu em nonos ,i,.,- muilaa via-
jaoj' ''ni do fe, gnliQ us ujlaes fjlanwna /
ii aillo romance
llccsl diviilido
airando alguma
lames, dar a
nina observaco
....ladeiradanalure/.a humana; llavera lainbeni
inlerean cm encontrar 13o lonao de nos uceos
anlogas iiuue lem all'aaadoa uossa inlaiioio, e das
quaes os sabios lem procurado demonstrar a origcm
oriental.
'l'rans[.orle-sc aaora o leilor ao pequeo pail
den I mais ou menos imaginario de Kemhayal, ru-
jo sullao esl iiileiramente pe turbado em sua feli-
cidade pela nnparifoda um gummi/i, paasiro ran-
laslico, que nao be soluto a recordanlu do Den- cm
forma de alnilrc da mvllioloaia bralunaiiica. I'ara
escapara,garreadeale lenvol inimigo, o sulla...
abandona a -na residencia com II sua inullier, a
qual csl.iaravida.c que depois do iiiuilo. in,vo. de
ni,mi,as penosas .....bosques, d a luz una lillia.
A pono menina be abandonada guarda da Pro-
videncia o recoibida por mu rico negociantecImuim-
O.SUa-DJoliam, que a adopta, dando-lbeo......lo
de Villa-Sari, ou em linaua javane/a lliila-Sari.
' pe fume eilrahido das llores). Djohan-Mcnggm-
ilru, raja da cldade d'lndr.i-l'our.i, ondo morava
rale negociante, era casado com nina iiiillber impe-
rioaa o Imperlluenlo, que n domioava complela-
menle. Um dia, inalado por olla, o raja ibe con-
fess,, que, se aoba.-o nina oulra iniilber que Ibe
fosso igual m bollen, a desposara tambrm. Im-
medlalamenlc o rlumo se dispertou rom lodo o fu-
ror na alma de /.ila-Suri, a qual cun o auxilio de
um .o im, i,, anlogo ao das lampado! novas Irocaibu
pelas velhai no cont ieMaiin, iletcobre que lia
no pali nina uuillier. cujoa oucanlos ignalam oa
momio exceilein m de sua pes-oa ; be llida-Saii.
Ella a allrahc para junio do si, euclic-a de roi'ioa
halse a manda, julaando-a mora, aos scus pais;
mas a menina rab somonte mergulhada em ama le-
Ihargia, a qual res-a cada uuile, e que se icfore a
una crenca super-liciosa particular aos Malnios.
Scus pais adoptivos se derain preM cm transprta-
la para o meio dos bosques, onde construirn! cm
alaumas lunas, nao se sabe por que meio, lima casa
ou kampong, com mu jardn) dos mais variados.
All be que um dia, em una cacada, o lapi a dea-
Cobre, e depois dn ter ncriillado sua mullico sen
amlelo que ralilue llida-Sari ao en oslado natu-
ral, ello a desposa com conscnliincnlo de seu. pais.
Esles aconlcoinioiilos que cuelicm os tres primeiros
cados, ronslilucm a parle iutcrcssanlo da naira-
oao; o rcslo be .ocupado i.or aventuras do genero
aquellas, que rdrmam o deaenlace rorcado das co-
medias de .Moliere, o rcconliccimento c os caminen-
los dos porsonagoiis quo ap|.arccerani prcreilenlc-
ineule na bisloria. A no.-a Ira! aqni. alem do
mais, una dnsc bstanle forlo ilc influencia rabe,
0 poderla palear por exlraliida dos romances dcoa-
v aliara.
Aproonlamoi alguna eilraeloi para bem se poder
julgar do goslo o do rapirilo dos Malai.n. O pri-
niciro poderia inspirar duv idas sobre a nossa a-scr-
caorrlalv menle forja das alleiodcs do parcnles-
co enlrc este povo, mas inlo se deve perder de visla
a macllina iwclica c a inlcrvcncao prevista da l'ro-
11 sullao arraslou sua mullier pela mio, c no
fim de algiins passos ellos -c nrhavaiii na horda de
um rio. Junio da niaraem viram um pralioit eo-
bcrlo do una ponto de bamb c munido do una leu-
da de lirios roioa: a princesa, cojos soirrimi-nim
eslavam no sen maior auae, piulo seiilar-sc sua
volitado. Ala, un deoimo-qiiarlo dia de seu cur-
so, eslava ueste inomenlo em lodo o seu esplendor,
c scus raios refulgan! rom nina vivida luz no co
sem nodoa. Era a lerceira hora anlcs do alvorercr
do dia ; una brisa ligeira soprava do sul; as galli-
nba sclvagcns eome<;avam ncaular nos I.....|m--, c
os pVOM Ibes rcspondiaiii de lodos os lados, romo
para laudar a viuda do raja. A la lucio orrullada
um i,mnenlo por una iiiivein, parecia urna virgem,
que espreila escondida seu amante, corando do pu-
go, mas he Imnosslvck Dorm, esplendor de mi
nha croa, mnba Alba, palpebra de meus ullms
Nao linio desespero em deixar-vos; cnlrego-voa a<
scnbor do lodas as cousas. Minha (liba! ao ver-vo
diadema de minha fronte, meu coracao soflrc, come
se ivcmc sido ferido por um punhal, Voeso crp<
delicado mo arrbala, c arrio-voa como se mo Uves
sos lancado cm encanto. Se vos deixo, lio para qui
vivis o sejais relia I A monlna, assim embalada
adormece logonoseio do seu pi, o qual lirando-o
d'ab a depo em lorra sobre um panno precioso
Aos fulgores d'alva que nascia, a mSi anda a olha
vamagoada c devorada pelos mais vivas allliocdes
seu corajllo c drafazia em compaUSo. Tomandi
sua fllha, involvcu-a em um estofo lecido de our<
e seda o enfeilado do pedrera i fcfio do flores de
bclel, e disse, cobrindo-a de bejos o de affagos, i
innundando-a com suas lagrimas: Minha join
minha princeza, cu vos confio ao senhor do loda'
as cousas, o As lagrimas Ibe corlaram a voi, e in<
iiundavaui o corpo da menina. Ella conllnuou
Minba lilba, palacio de meu coracSol sedo feliz
j.i que vos abandono I Vosso inai lio licm infeliz
ella soffroii tanto pelo caminbo, o apenas gozou al
gum conlentamcnto pela vossa posse, lio preciso
quo ello na desampare I Nao era esto o meu pon
smenlo, era o de parlilhar.nos lodos tres a mcsin;
sorlc, do pereeennos ao niesmo lempo ou de mor
rermos jnnlos.
o Vosso pai decidi do onlro nimio ; he elle qui
vos quer abandonar; quanlo a mim, o meu cora-
(loae despeilacaao deixar-vos nesla solidao. Ha 9
nezes c !) das quo en vos Iraza em meu scio, o a
gora devo deixar-vos como nilo bei do oslar ai-
fliela Ella so desfez em suspiros, e cabio por
Ierra sem sentidos. O raja, cm sua desespera
levo a ponto de so malar ; em sua aluircSo correu
para a sua esposa, poDsou a cabeca della cm seu
peilo, c pelo poder do creador do mar, a prietas
im non a si c rcruperou os sentidos. I'or muid
lempo da enerva olhando para sua fllha : Seci
vos iiorder, cslon perdida ao mesura lempo ; o alm,
d vossa mai esl em sua fllha O brilbo de meu
..II...- se obscurecen, ca esperanca fui arrancada d,
minha alma ao pemamenlo ,1c nao ver-vos mais
Joia de minba alma esplendor de meus ollios h,
ebeaada a hora da nossa sci.arncilo ; Real ah, mi
nba llllia, o n,lo choris mai. l'enbo o present-
ment do que haveis do ser feliz, n O principe i
e.las palavras de sua mullier cnxiigon as lagrimas,,
Icvoii-a dizendo : n Vndc, minha irmla, vede I o
arrobos da aurora comoram a desponlar, c breve
ser dia. E parti com passo rpido, c romo sur
esposa pareca querer votlar olraz, o soberba prin
cipe impedio-a; poremambos caniiiibando se volla
vam frcquenlcmcnle para olliar. lam sem cumpa
nhelroa, sem amigos, c ralados dedor..........o
Na verdad Mra um ludo mullo curioso o das
ideas sobre a belleza enlrc as dillercnlcs ratas lu-
manas. Entretanto cis-aqu o quo a ronstiluc me
ilhas de Sonda. I'ara nlelligeiieia de cerlos|iromc-
noros, he inislcr salicr-se, quo os Javanczcs lem
um lliealro iiiuitoapplaudido, cujos actores, peque-
os bonecea de couro, trayungkottlil, (cm os mem
bros agudos c angulosos o mais quo he possivcl.
a Os(/(i/n/i/...socnraiiiinliarain para a prince-
za, e depois de a Icrcm laudado, dissernm : tira-
tas i fefkldadoextraordinaria de S. inagcslade, des-
robriuos o nlijcclo do vossos desojes. VisHama
niuilos kaniiponas, e ncslas excursdes foi inislcr sof-
riera fadiaa,"a sede c a foiue, e lo
so corarlo limido. Tildo pcrrorroi
le para nds, quo os olbos mo podei
lao bello como V. magostado.
lia um kampong habitado por
mens ricos cdislin
mudo nos-
, bcevideu-
or nadado
ho-
ausa de muilo
ercadori
lio muilo cs-
Ireilo c dilliril por causa ilc muilos muros c eslaca-
das. Alli lia nina donzclla de lima bollen sem
igual, de furnias lao cncanladoras romo asilo Bidia-
daris, c como o dique de niel opposlo ao mar; suas
maneira silo lentas o nobres, c seu noiue be Vida
Sari. Ella niloacharia rival nem enlrc as Bidia-
dai i-, nem enlrc as mullid es dcslo reino.
o So o iiobrcsiillilocbeaar a ver cssa menina, seu
coracao se intlanimara por ella ; elle a crgtleni ao
tbroo c a far sua esposa. Ella lie bella, hem fci-
la, o breve ebegar a dade decasar (pelos II an-
uos) ; lem gestos graciosos o simples. Assim co-
mo urna nuveni ncrulla una luz brllianlc, assin
u O sunr corra pela fronte da princeza, a qual
no meio do vilenlas dores, den nnalmenlo a luz
nina lilba, bolla como Daulau-Marl. O pai, de-
vorado de .iiivio 1.1 lo. do-, ,ii,cii cm scus jnclbos a
cabeca de sua cs|iosa, contemplando a recom-nasoi-
da, que era bella como urna estatua de ouro, c cu-
ja lez ora scmclbanlc s flores de tjampuka, que
urna princeza (em culranondo cm grinaldas. Depois
do sen boiu successo, o raja olhando Ion,menlo
sua esposa, llic disse: o Alma de minha vida, le-
rantai-vna, minha inn.i.i ( mais mofa ) o banliai-vos
assim como ulna. Depois do hanlio, a mi lovou
a nibiulia ao peilo c amameulou-a. Seu coracao
se dospodaoava ooni o peu-amcnl,. de quo era misler
abandonar sua 1,11,,; ambos cstavam chcios de per-
liirbatilo o de angoslia ao conlemplar seu rosto lo
cnranlador. O raja disse suspirando: n Se a qu-
zermos levar, sera liem dillicil e bem penoso .te-
mos de atravesar mallas c de raminliar |ir entre
tojos o balsas do espinhos o por osle calor abrasa-
dor o Depois, voliando-sc para sua mullier:
o Ai do mim I minha imilla, fortuna de meu pala-
cio, nao choris lano vossa lili,.., a cnlregai as
uo- do Allali. Podo ser que sua prolccco venlia
cm seu auxilio, e que algiicm a rccollia c lome cui-
dado della.
Depois do se terem assim consultado, Malve-
nuil abandonar a recem-nascido, 0 a liecewluede
de doixa-la lo depressa lornava sua alllicro sem
limito.. O nobro rajn I.....ou a joven princeza em
Mi bracoa, e pondo-a no peili......Iroo adzer-lbe
ii.-u.ivias allootuosas: .. Dorm, filelo do meu cora-
,.lu! dormi, ininha alma I Minba lilha, dormi I
llorml, luz dos oiio. de vosso pail nilo alonne
. I.ulu .,,..- mil. .ai. .1
ador c sua iitnlhcr lem cuidado de llida-Sari.
Seus cabellos ondados silo como a flor do oo-
queiro, ha punco deshelada. He difllcil adiar sua
anal ; verdade he que ella lio apenas a lilha de um
merrador, mas ella em nada cedo ti lilba de ncnhiiin
iiiaiilri o,'i,i,' de urna elassc de nobres).
o Sua fronlc se parece com ala no primeirn dia
do sen curso, ou a um bracelclo de Ccv Mo. Se a
loniaidos por ciiin|.anbeiia, ser bello v-la cami-
nliiiraliazdevs...
A princeza (os inlcrrninpcu: Sinlo-mc jaarreba-
lada pela colera, biadou ella, poslo quo aindaa
lio lenba visto. Mas, ao ouvir-vos, o odio me cu-
be o coracao.
a Que rec.nlioeoslos nella de mais helio do que
cm minha peaoa '.' O dayang roiponderam; a
ilo encontramos nella osle vosso fallar divino, a O
Ibar de scus olbos he chelo do dotiira, eseu sorri-
i se barmonisa rom seu olli.ir. Sua lez, pela cor,
faz leinbrar o Ijampako, ca frescura de um quadro
. i-ni.....oiiiu pintado.
Sua face be scmclbanlc ao luco do passaro que
i.i, c ella lem as espadoasidos adores, do uavana.
Seu peseoco era lito delicado, que nos dcverliainos
mi ver passar alravez, como una sombra, o xiY//i
bclel) que ella comia.
a Sen nariz he igual a um boln de asmini, lem
i cu da gema de ovo e a trainparencia docrjilal.o
loa roma alada maneira do una flor de coqueiro,
Iheienlaa arrcbalar.
Seus labios parecem um cofre enlrc abcrlo, sen
pescoro urna eaixa arredondada, o ella Iraz as flores
fangrtk, de metal que realeam aimia os scus on-
eantoa.
i Os basosda romasilo a imagem de seus den-
les. AoviMa, a alma scnlc um deliquio, eos ro-
raoilcs atniclos expcrimciilariam dianlc delta allvo
lelicidade.
,. Seu lalbo esvello, seu eolio bem feilo, scus pci-
los ore-oidos conloo ovo do kapudang (vcrdclhilo
ila China arrehalaui nos-os olbos como a visla de
nina princeza do monte l.idang.
Suas eoixas sao aiiaes as do gafanhotn, e a um
i iibini dcnlro de um frasco ; scus encantos nilo po-
licio ser comparados; qualqucr que a visse liearia
|.oi.lid., de lernura.
Suas pernal Iraiem a memoria a espiga do ar-
porfeila quanlo i lingoaaem o ao espirito, el-
la he aniavcl, alfavcl c compassiva, c (em o lindo
o-lodo Mlatioiuli.
a Seu calcanhar. redondo romo um ovo de gali-
ilin. liearia bem cm lima princeza siamesa. Ella
manarla aqui multo homo sen lugar, em vossasre-
eepcoea de ceremonial
Ha tcrlanienlo una grande hahilidadc na oppo-
sio.lo dos Irea caracteres princpaes dcslo canlo :
llida-Sari, humilde, doce elimldl ; Lila-Sari, or-
gulhoaa,alUvaoma;e raja putUlanimee prfido
rom., os bomans Traeos de vonlade. Pondremos na
vida privada deslc dcspola malaio, cujos oslados,
ininpu.ius de una capital ou neori, cdo alguns ca-
sacs dispersos por cnlro os Imsqucs de coqueiro-, se
perderiam no mais mpcrrcplivel dos piincipados
I........lea-de boje !
a Oiiv a minha narrar.o, he a hisloradorci (ra-
jl Djohnn. Esle principe, sabio e poderoso, nao
linha millo cuidado scnodivcrlr-sc, ao passo que a
raiuha l.ila-Sarieslava obcia de oraulho o de fel-
ridade por ler feilo morrer Bida-Sari. Agora, d-
zia ella em seu cracilo, nao Icnho mais rival, o
meu maride nao lomara: oulra esposa.O raja, com
cffeilo, loucamcnlo apaiionado, iiaociiidava scmlo
omsiiafclicdade, c apenas ella manifestava um.lo-
sejo, imniedialaiiicule o salisrazia. Se algumas ve-
zes ella finga eslar raivosa, ou se seu rosto se an-
nuviava, 0 soberbo principe a moderava com suas
caricias o procurava dislrabir seu coracao com ver-
sos c canil. (Slaka r piniloii'. ,.
Parece decididamente que os amulaos lambeni lem
feilo a volla do mundo. Eis-aqu anda um que,
leudo sabido pela porla de marlini, vai inquietar
nosso raja malaio c o faz vollar-so na esleir i H-
lam) quo lho eerve de lcilo: elle ve |lr-so a la.
No dia -eauii,le, he na sala Imlri em que retine
a sua cdrlo o d audiencia ao |hivo, que elle propoc
pulilii-.iiiioiiie ao sen primeiro niaaisliu a cx|.licatilo
do que vio. Na opinio duslc sabio vcllio, o raja
devo esperar esposar cm brevo urna segunda eepoH
dolada de lodas as perfecca. Cumprc l.izei ju-ii-
ta ao principal iulercssado: esta enaenhosa inler-
l'uoi.i, lho i e-i i le seu prazer primitivo; mas el-
le he bstanlo nobre para recusar a rsouha perspec-
liva que lho he oDcrerida.
a l'romclli a princeza, diz elle sorrindo, nao mo
rasar jamis so por accaso eu nao cuconlrasse ana
superior cm belleza; ora, meu lo, ella be lo en-
cantadora aos meus olbos que os roiibaronio a urna
llor, o cstou conv ciici.lo de quo sua igual n.lo cisle
cm nenhuma parle. Mas quando ella alguma vez
o.l.i cncoliiisada, nao ha lucio do Iranquilisa-la,
l.lo indcil he seu cararlcr. Esta sngiilaridade de
humor faz meu nico pozar. 8o um sdoieusde-
sejos mo he salisfelo, ella se enfurece como ie qui-
zesse suieidar-ac. .. Enlrelaulo, esle bom |irnripo
Rea loii.l.-inlc a belleza de -ua mullier e a promeasa
que Iba fez. Mas a aerpenle do seu inlerlociilor
nnliuii i. O roslo dol.ila-Sar he mortal, eseu
brilbo acabaril por onlurvar-se. Em meu luiniilde
juizo. e segundo o prognosllco desle sonl
devo reunir a esposa do um raja; primeiro, ella de-
ve lervona Igual em nascimcnlo.cm segondo logar,
ser a mai rica do paiz; cumprc que ella saja de
urna belleza perfeita, que tenha espirito e lioas ma-
uajira-. OaMalaios, como so ve, nao sao mais dif-
lawls do que nos. Com urna mullier nuliio, bella,
espirlluosa e rica, elle no eiigeui mais. Porm,
nem mais do que nos taire, Djohou k denou illu-
dir o este respeilo. Ouvi-o: o o que dizois ho ver-
dade, meu lio; ha muilas prineczas, mas lio difllcil
adiar ralas qualro qualidades reunidas, n
Depois de separada a asscmbla, elle so relirou
para os seus apozenlos, e em um acenso de lernu
ra, tilo prodigo cm proloslos, se desfoz em galn
Icios Ido lisongeiros, cania a sua mullier versos Mu
galantes, que ella enfadada de lano louvor dse'
gracado, e levada por um mov enlo do espanto c
de despreso, que molcsla um pouco o sea Faubl.is
doixa escapar ratas ingenuas o doces palavras
a Porque tanto movimonlo? Vos me esta pare
cendo um noivo. o He quasi o pcnsaincnto cornil
do nesla ciapressilo de Montaigne: a O quo lenlio a
considerar he, quo elle a pinta um pouco bem com
movida para urna Venus marital.
Vamos levar os amadores da dislraccilo a catada
real:
o O principe so dirigi a espionada, cercado do
Martris, os quaes direila o i esquerda, lovavam w
preparativos da cata. Moldava um cavallo han
(-mcrnWonsilliadocom urna sella de velludo guar-
necida de franjas de pondas. Na sua coiniliva mar-
ehnvam homens armados do espadas, de escudos,
ile lauras, do sarabalanas iumpilau). No muinon-
to cm que o corlcjo chegou o floresta, a aurora co-
uioo.ii.i a desponlar. c os animaes fugiram sallando,
l.ogoquoo dia apparcceu, os caes foram sollos, c
povo sollou clamores, c por voltn de meio dia, un:
dos animara perseguidos foi alcantado o morlo. n
Aqui nilo lia um de nossos leilnrcs quo nao so
v .-lio aos das mais ou menos afaslados de sua uifaii
cia, c nao lenha urna viso da Helia dormindo ni
lin'i/iir, esle cont que a lodos pea lem causado de-
licias.
Procurando agua, descohro-sc o kampong cm que
esl encerrada Bida-Sari, c ondo o raja penetro de-
pois de Icr feilo quebraros ferrollios, o com gramh
espanto dosna coiniliva, que loma este lugar pni
una caverna de demonios.
Um napagaio (nourljjo recebe logo com esles ver
os malignos i
o Dang-Scni natural be ,1c relam
E ora voio a ser do Dang-Siln,
Ah deslc pobre homcm Icnho pena
Quo vai morrer s entregue as furias hanlou).
Entilo, o principe crguendo os corullas, vio una
creatina humana, que semelhiinle a urna iicsso
molla ccnrolbida como um dragan, eslava abraca
da com um coxim ; una cobcrlura de azul desmala
do a envolva, c ella dorma com a apparencia d
aflitao, scmclhantca nm mocho a carpir, mas en
cantadora como um mar de niel.
Ao ve-la o re pensou em sua alma : Por ven
tura esta menina be de rar.a dos Ferial I
He dcbaldc que elle a chamoii |K.r Ircz vezes
Um suave perfume se derramou no ar, mas o cor
no nao se India como una arvore. Enlao o rci a-
proximando-sc, arredou o lencol que cobria llida
Sari, caponas elle a vio, fleon mudo de admi-
racilo.
Este rosto, bello como urna pintura, Ibe fez per-
der a razio, c elle eirlamou: u Arordai minha ir-
ina (adeuda; acordai!
I.-vani.ni I.. Biila-Saricm seus bracos, cobrio-a di
beij.w, bradando : a Minha alma, nao liqucis per-
turbada dianle de mim : fazci que eu nuca VOaM
voz; nicii miro, meu rab, minha joia virginal,
vossa alma eslii presa ao incii corato n
Paro aqui ncslas rilarncs, aluda que bou-csscni
muilas possagens curiosas para oxlrabir, porque el-
las fnriamconheccr os usse cuslumcs dne Malaiee,
suas feslas, scus ciifeilcs, c a garridire dos dous se-
xos, dosobjcrlos mais inlcressanlcs, a eondioM que
a polvgamia impbe as mulliercs, c a todos os subdi
loso 'despotismo oriental. Os qualro versos ecimt
ciadoscxigcni lmente urna eiplieae>i. Ellos com
poem NM panlnn, pequea poesa quo principia
como se ve, por una ou duas imagens iiilciramenlc
exlranhas na aparencia ao assuniplo, c termina
semprc por una reflexo moral ou pela cxpressilo d
um sciilimcnlo, principalmente amoroso. Estes
versos, que olferceem assim em sua disposie.ln una
analoga bastante grande com os Irios gaulezes, sAo
nleirameiitc populares c cada qual os faz com
sonetos na Italia, militas vezcs.e mesura os versos ri
lados moriram, ellcs san poslo; na boca das per.,,na
ncus dos poemas ou dos romances. I'ara fazer ro
nhecer a disposito malcrial delles o como um esp-
cimen da lingoa, exlrahimus o paulon indito se
guinlc do romanee cm prosa iflndra l'oiflra ( ma-
nuscriplo da biblioleca nacional.) imperta lmen-
le observar que estes pequeos poemas, semprc en
rima alternada, pmlcm ter ale qualio ou mcsiiii
cinco icdoudilbas.
Pendjabat di alai pinhiu,
Doulang lirous mari de rapal
Orang mnii dasaliadva bagilon,
Orang arif maka niendapal. n
(Itlwtrati-m.)
COMMERCIO.
PRACA DO RECITE 13 DE JIMIO AS 3
HORAS DA TARDE.
dilatos olliriacs.
Deaconlo de lelras do :t mezca 9 l|" por cento
ao auno.
Compras de tutear.
Miiscavado escolbido a l,?7K<)rs. por arroba.
lo regular a IJrtO rs. idem.
Cambio sobre Paris a 337 rs. por franco, 60 d|v
adinl
Dilo s
Deseo
Kcudini,
dem d,
idrcs o -JS l|l !K) d|va prazo,
de lelras de 1 mz III por rento ao anuo.
Al. PAN BECA.
nlo do dia I a li I8:I5M2
dial........l3KP5a
IM::.*'
Deti-arregam huje lli dejuitho.
Palarho porlUguei Flor de Malo merendo-
na!.
Escuna prussiana Keimetle dilas.
Ilialc brasilciro I.igeiro fumo c charutos.
Caroiieira Urrarilo mcrcadorias.
CONSULADO CEBAI..
Kendimcntododialal.....M.-96W3I9
dem do dia I ........2:t72I<
S8s18VS38
DIVERSAS PROVINCIAS.
RcndlmcntoilodialaH.....II43TJ980
dem do da Ij........ Il*-
l:SSCttJM
Exporlacao'.
Parahiba Mate Capibarlbe, de 30 lonelailas.coi
duzio n.o-uinio : :> i.iv.i- fazendas, 3 fardos d
las, 3 pipas agurdenle, lOvoluiiies ferragens, m
barricas fumo, voliinics nralhados'. '
Canal, escuna nglcza Ma, do 107 loneladas,
condiizio oscguinle:I,Hl saceos com 8,.W(i j e
II) de assucar, 2,000 couros salgados com 03,700
libras. .
UECEBEDOIUA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimcnlododialj......l;035->./
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimcnlododialj......3:3tlH7S
MOVIMENTO DO PORTO.
Kiirint entradnt no dia 15.
rnnvvillc 30 das, barca franceza Chnrlete l'itit-
line, de 332 toneladas, capihra Lo Mailre, cqu)-
pagem 15, em lastro ; a Olivcira i Irmaos.
Liverpool .ti dias, esculla norucmiensc Nordt-
ti/ernen, de 120 toneladas, rapililoO. Wanglicrg,
cqiiipiigcm K, carga fazendas c mais gneros ; a
Me. I..dini.nl ,\ Coinpanhiii.
dem 33 dias, l.riguc sueco .S'efmii, de CO tone-
ladas, capitn C. 1'. Wallcdncr. cquipauem 13,
carga canto do pedra ; a Me. Caliuonl ii Com-
pauhia.
A'acioi tahidot no memio dia.
Cosa d'Africavapor de guerra fraucoz f lamber!,
iiiiu.....I.inlo llurel.
Em commiin Briguo de guerra brasilciro Ca-
liopt, i-i.inniandanle o capiljo de fragata Filippc
Jos Ferrcira
-i K pela
lao i. II
l.nei pool pela l'arabiba Barca inglcza /.dn
Campbell, capilao II.I., fireslev, carga assucarc
lastro, l'assagciro para Parahiba, francisco Xa-
vier da Silva.
Canal Patacho bamburgnez Johanna, capiulob.
ll.'iulz, carga assucar.
Hiode JaneiroEscuna inglcza .11 [red, capilao
F. luiiiilin, cania carulo de podra.
Kiotirando do Sul Brisuc brasilciro Algrete,
rapil.in Manoel l'ereira Jardim, carga assucar.
Pasugriro, Jna Antonio da Silva.
Babia lliale brasileiro Aoeo alinda. mesIreCui-
lodio Jo- Vianiia, canu hacalruw o inauleiaa.
dem Ilialc brasilciro Fortuna, cnpitfio Jos Se-
.- u.
New-Vork neta Parahiba Escuna inglcza i'ri'd,
pilao i. II. Kendrcck, cm lastro.
EDITAES.
O Illm. 8r. inipeclor da thesournna provin-
cial, sidente da provincia do 23 do correnle, manda ta-
zer publico, que no dia II, 15 c Ifldc junho pro-
imo vinilouro, pcrantoajunla da fazendada ines-
n,., 11......ni aria, ic ha de arrematar a quem por me-
nos fizer a obra do eni|>odranienlo do 17. lauco da
estrada da Victoria, avahada cm 5:44oDOO rs.
A arrcinatncSo ser fcila na forma dos arls. 2lc27
da le provincial n. 288 de 17 de maio de 1851, c
sob as clausulas especiaos abaiio copiadai._ As pos-
mas qne so propozerem a rala arrcmalato compa-
recam na sala das scasocs da mesma junla nos das
cima declarados, pelo meio dia, eompelenlemenlc
habilitadas.
E para constar se mandou afllxar o prsenle c pi
blicar polo Diario. Secretoria da Ihcsouraria pro-
vincial, 25 de maio de 1853.Anlonio Pirrara da
.Innnnriarila.
Clausulas etpeeiaet para a arremataran.
i. Esta obra ser fcila de conformldadc com
oreaiucnl.i approv.ulu pela dircrloria cm consclh
e submellido a approvaro do Exm. Sr. presidente
da provincia na importancia de 5:1159000 rs.
2." Os irab.ilbo- priiicipiarlo no prazo do
mez, c scro concluidos no de sele mezes, contados
da dala da entrega do lermo de arrcmalac.1
3." A importancia dcila arrcmalai.Ao dividir-sc-
lia cm Ircs' prcstacOes, que sento pagos ao arrcmi
lanlcda f.irma sccuiilo : a I." do dous quintos d
pois de fcila nielado da obra a 2." de dous quu
tos lambem depois de concluida c entregue pruv
soriamente n obra, c a 3." finalmente de 1 quinto
dc|H>is do rcccbimcnlo dcllnilivo.
M Para ludo mais que nilo cslivcr determinado
as prsenlos clausulas seguir-sc-ha o que dispoe a
Ici provincial n. 280. Conforme. O secretario
Antonio Ferreira da Annuneiurilo.
O Illm. Sr. inspector da Ihcsouraria provincial
em cumprimcnlo da ordem do Exm. Br. presidente
da provincia de 18 do f~
Mico, que nos dias I. 1
vindoiiro, pcranlcajunla da fi
soiirara, se ha de arremata
zcr, a obra do II). lauro da
cm 8:8007000 rs.
A arrcmalaiilo ser fcila
27 da Ici provincial n. 2S0 de I
sol. as clausulas cspcciacs ahaix
soiis que se propozerem acula arroma!
recan na sala das sessocs da mcsin.i junta nos dia
acuna declarados, pelo meio dio, compclcutcmenl
habilitadas.
E para constar se mandou alxai
publicar pelo Diario. Secretaria d
provincial do Prnainbiiro, 25 de mai
secretorio, Antonio Ftrrtra daJnm
Clmalas espeeiaes para a arre
1. As obras do lo. lenco da Mirada do sul ten
fcilas de coiiformidado com a planta c os pcrlis I
-iliuIm.io- e transvers-aes junios no
provado pela dircrloria em .....- lio
a approvaro do Exm'. Sr. presidcnlc da |
da Importancia de fecWNOOO rs.
2. O arrematante dar principio as obras no pro
zo do um mez, c llover conclui-las no de oilo me
z, ainhos contados na forma do art. 31 da Ici pro-
vincial n. 280.
3." O pagamento da importancia da arrcmalacjh
ieali-ar-sc-h:i em qualro preslaces iguacs: a pri-
mcira, depois de relio o primeiro terco das obras,
a segunda depois de concluido o segundo i.-i ,, a
lo rcccbimcnlo provisorio, o a quar-
trega definitiva.
i une mo se ada determinad*
ulas, nem noorramciito, scanir-
atei provincial n. 280. Conlec
Antonio Ferreira da Annim-
nlc
: 10 de j
lateada
, a quen
airada .1
ida fin
nho p
I'"
la da mesma lho
ipicm por menos fl-
u,
aliadi
i furnia dos arls. 21 e
Iemandcl85l,e
opiadas. As lies
, prsenle c
Ihesourari
de 1853. O
ciarilo.
tai
uto a|
apreseutadi
' nria.
lerceira, de la depois 1. I'ara |.OIS a en tinte
as presen ae-hl o qU( me. 0 sec es rl diS| retar
mi
ii la proxin-
o viiidoiiro,
rremalado a
da fazenda
ros do atu-
O Illm. Sr. inspcclor da Ihcsouraria provin-
cial manda fazer publico, para coiibccimenlo do
quem conv icr, que dn I. de jnllio prximo v indouro
por dianle, as bal.ililati.es pura as arrcmalatocs, que
se cnccluarcm pcranle a junla da fazenda,serJo jul-
gadas de eonforinidadc rom o disposlo no arligo 16
do reaulimeiilo iulerno da mesma Ihcsouraria, o
qual val abllio copiado.
E para constar se mandou atlixar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario. Secretaria provincial de Pcr-
nainbiico, 10 de junho de 18.53.O secretorio,./H/o-
,o Ferreira it.Innunriaiilo.
Artigo 10. Os documentos comprobatorios das ha-
bililarocs dos arremalanlcs. o os quo devem provar a
idoneidadc dea fiadora!, scro aprescnlados na ses-
so da junla anteriora da arromalatao, para lerem
lomados em ron!dcr,i;.1o, resolver-sc sobre a limita
c ailmillir-sc o hrilanlc. Conforme.O secretario,
Antonio Ferreira i^Aiiminriaiao.
O Illm. Sr. inspector da Ihcsouraria provin-
cial, cm cumprimenlo da rcsoliico da junla da fa-
zenda de 10 do correnle, manda fazer publico, que
nos dias ti, 15 c 10 do crlenlo pcranle a mesilla
junta, se ha de arrematar a quem por menos lizer o
lornet'imcniu do. medicamento! e utensilios para
a enfermara da cadeia desla cidade, pelo lempo de
um anuo, a contar dn I. de jiilliudo crrenle anuo
a 30 de junbo de 1851. As pessoas que se propo-
zerem a esla arrcmalato, romparceam na sala das
sessoesda sobrcdilajunla, nos dias cima indicados
pelo meio dia, conipclcnlonicnlc habilitad.i-, quo
ah Ibes sern prsenles o formulario c comliccs
d'arrcmalac.to.
E para constar se mandou afiliar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario. Secretoria da Ihcsouraria pro-
vincial de l'ernaniburo2t)de maio de 1853.O sc-
cretario, Antonio Ferreira tr.lnmtmiiiruo.
o Illm. Sr. Impeclor da Iheaoui
rial, cm cumprimcnlo dn ordem do E)
denlo ,l.i provincia de 27 do correnle,
publico que no dia 10 de junbo proxil
vai novaniciile em praca para ser
quem por menos lizer, pcranle a junta
da mesma Ihcsouraria, a obra dos com
de de Traruuliacm, avahada cm un t""" i-
A arrematad ser leja na forma dos aria. 21 c
27 da le provincial n. 280 de 17 de maio do 1851, o
sol. as clausulas cspcciacs aballe copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrcmalato
romparceam na Ma das sessocs da mesma junla no
dia cima dcclarado.pclo meio dia,coinpclenlcinen-
tc babcliladas.
E |iara onnslar se mandou aullar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secrclaria da Ihcsouraria provincial do Pcrnam-
buco, 31 do maio de 1853O secrclario,
Antonio Ferreira d'Annuni-iaio.
Clausulas etpeciaes para a arrenialnnii.
|.a As obras dos reparos do acude de Tracu-
iihaein rar-sc-liodecoiifornndade com a planto c
orramcnlo opprovados pela directora em consclho
c a'prcscnlados a approvacau do Exm. Sr. presidcn-
lc da provincia, na Importancia de 0059000 rs.
2." 0 arrematante dar principio asiduas no pra-
zo de 30 dias c devera conclui-las no do 3 mezes
contados de conformidade com o art. 31 da le pro-
vincial n. 280.
3,'' O pagamento do iinpoi le da arrcmalato rea-
lisar-sc-ha m duas preta0M, o I.' de oilo deci-
mos do mesniu importancia, depois do rceebiinculo
provisorio, e a 2."de dous deeimos na orcasiilo da
entrega deliniliva, a qual doveni ter lugar um anuo
depois do rcccbimcnlo prov isorio.
|.a Para ludo o que nose acha dcleimmado as
preaenlM clausulas nem no orramcnlo scauir-sc-
lia o que dispoe a Ici provincial u. 280 de 17 do maio
de 1851. Conforme.O secrclario, Antonio Fer-
irad'Aiinaniian'in.
O Illm. Sr. inspcclor da Ihcsouraria provin-
id, cm riiinpriincnto da rcsoluco da junla da fa-
zenda ila mesilla Ihcsouraria, manda fazer publico
|ue no dia lli do correnle vai novainentc a praca.pa-
ra ser arrcmalado a quem por mellos lizer, a obra
da iranio sobre o rio Capibarlbe na estrada do Po
d'AIho,avallada cm 3l:lKI0sO00 rs.
A arrciualarao sera fcila na forma dos arls, 21 c
27 da lei provincial n. 280 de 17 de maio de 1851,c
sob as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrcmalato
romparceam na sala das sessocs da mesma junla no
lia Mima dcclarado.pclo mcio.dia competentemen-
te halo hl.ld.l-.
B para constar se mandou olh'xar o presento o pu-
blicar polo Diario.
Secrclaria da Ihesouraria provincial do Pcrnani-
buco 2, de junhn de 185,1.O secrclario,
Antonio Ferreira d'Annunciaeilo.
Clautulat espeeiaet para a arremataruo.
I. As obras desla ponte scro fcilus doconformi-
dade com as plantas c ortaincnlo aprcscnlado neslo
Jala a api.rox otilo do Eim. Sr. presidcnlc da pro-
vincia, na impoi-ian ia de 31:01109000 rs.
2." Estas obras dcverlo principiar no prazo de 2
mezes o scro concluidas no de 10 niezes, ambos
alados como determina os arls. 31 o 32 da Ici pru-
na I n. 280 de 17 de maio de 18.51.
3." A importancia desla arrcmalato ser paga
de confurmiihide com o art. 30 da mencionada Ici.
1. Para ludo o mais que iioesliver especificado
sanies clausulas scguir-ic-lia o que dclcrmi-
encionada lei provincial n. 286.Conforme.
O secretorio, Antonio Ferreira a" Annunriaruo.
O Illm. Sr. laapoetor da Ihcsouraria da fazen-
la iiruvinoial, cm cumprimcnlo da ordem do Exm.
Sr. presidcnlc da provincia de S. do correnle, man-
fazer publico que no dia 10 de junho prximo
douro, se ha de arrematar a quem por mono- li-
dia da fazenda da mesma Ihesou-
, pi
iai iT-ii a r\r\
raria, a obra do 15- laen da estrada do Pao d'AIho,
aliada em t8:550J64 rs.
A arremolacilo ser fcila na forma do. ai ls. 2 e
27 da lei provincial n. 280 de 17 de maio de 18,1,
e sob as daasulas especiaos aballo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrematarlo
comparecam na sala das scssee da mesma junta no
dia acim declarado,pelo meio dia, rompclcnlcraon-
to habililadas.
E para conslar se mandou afllxar o prsenlo e pu-
blicar polo Diario.
Secrclaria da Ihcsouraria provincial de Pernam-
buco, 27 de maio de 1853. O secretorio,
Antonio Ferreira da Annunriaruo.
Clamulat etpeciaes para a arremataruo.
I.a As obras do 15'lauco da estrada do Pao
d'AIho scro fcilas do conformidade com o urca -
ment, plantas, perfis loiigiliidinnese Iransvcrsaei,
apnrovadas |iela directora em consclho, e aprescu-
ladas a approvacilodo Eim. Sr. |ircsidculc da pro-
vincia na importancia do 18:5008001 ri.
2." As obras do 15' tonto principiarlo no prazo
de 30 dias, c devcrao iilcim.ii-s.i- no do 12 niczra cou-
ladosna fonna do arl. 31 da Ici n. 28.
3. A importancia da arrcmalato sen. paga em
i preslatra iguacs; o primcira, depois de feilo o
Ierro das obras do lance, a segunda, depois do com-
pletados dous tercos, a lerceira, quando forcni as
obras reeehidas provisoriamente, e a quarla, dc|n,is
da entrega definitiva a qual i.-r.i lua.ir um auno de-
pois do rcccbimcnlo provisorio.
I.a Para ludo o que nao se acha determinado po-
las prsenles clausulas scg'uir-se-ha o que dispoe a
lei provincial n. 286.Conforme Osccrclario,
Antonio Ferreira da Annunciaeilo.
0 Illm. Sr. inspcclor do Ihcsouraria provin-
cial, cm cumprimcnlo ila orden) do Exm. Sr. presi-
dcnlc da provincia de 19 do correnle, maiida fazer
publico, que nos dias 11,15 e 16 de junbo prolimo
v indouro, se ha de arrematar a quem por menos fi-
zer, pcranle a juula da fazenda da mesma Ihcsoura-
ria a obra dos reparos preciso! na cadeia do Bonito,
ai ai i.i.l,,- em 2009200 rs.
A arremalaco ser fcita na forma dos arligos 21
c27 da Ici provincial n. 286 de 17 de maio do 1851,
c sob as clausulas especiara abaixo copiadas.
As pessoas que so propozerem a esla arrcmalato,
romparceam na sala das sessocs da mesma junto nos
dias cima declarados, pelo meio-dia, compclcule-
mcnlc habililadas.
E para conslar se mandou afiliar o preseule c pu-
blicar pelo Diario.
Secretoria da Ihesouraria provincial de Pcrnai-
liuco 31 do maio de 1853. O secrclario,
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
Clautulat etpeeiaet pitra a arremataruo.
1." As obras dos concert* desla cadeia so,.lo fci-
las de conformidade rom o respectivo ortamcnlo, ap-
provado pelo Exm. presidente da provincia, ua im-
portancia de 2009200 rs.
2." Eslas obras devero principiar no prazo de um
mez, c scnlo concluidas no de dous mezes, conlados
de conformidade com o disposto no arligo 31 da Ici
provincial n. 286.
3. A importancia deslas obras ser paga loco que
CSlivcrem concluidas lodas as obras, lavrando-se
nesla .casillo um lermo de entrega deliniliva.
4." Para ludo mais que nao esliver dclerinina-
do as prsenles clausulas, seguir-sc-ha o que dis-
poo a respeilo a Ici provincial U. 286 de 17 de
maio de 185;). Conforme.
O secretorio,
Anlonio Ferreira d'Annunciaro.
O Illm. Sr. inspector da Ihcsouraria provin-
cial, cm eiiiupi iiueiiiu da rcsuluco da junto da fa-
zenda da mesma Ihesouraria, manda fazer publico
que, nos dias I i. 15 e 10 do correnle, se ha de ar-
rematar, a quem por menos fizer, as mpressoca dos
liabalhos das diversas repartios publicas provin-
ciacs, avahadas cm 2:6168000 rs. A arrematacao
ser fcila por lempo de um anuo, a ronlar do 1. de
jullio do correnle auno, a 30 de juuho de 1851. As
pessoas que se pro|iozcrem a esla arrcmalato, com-
parecam na sala das sessocs da niosnia junla, uos
dias ..oiin.i indicados, pelo meio dia, compelente-
mcnlc liabililadas.
E para conslar se mandou afllxar o prsenlo e pu-
blicar pelo Diario. Secretoria da Ihesouraaia pro-
viudal de Pcriiambuco 21 do maio de 1853.O se-
cretorio, Anlonio Ferreira d'Annunciaro.
A cmara municipal manda publicar a pea-
lara addicioual abaixo Iranscripla, que foi appro-
i.ul.i pelo Exm. presidcnlc da provincia cm 10 do
correnle. alim de que seja observada da dala deale
em dianle. Paco da cmara muuicinal do Rccifc
em sessiio ordinaria de II de junho de 1853. Ita-
rao de Capibarlbe, presidente. Joo Jote Fer-
reira de Aguiar, secretario.
Postura addicional.
Quando ao fiscal constar quo dcnlro de alaunia
casaouqiiinlal della cvislcm inimuiidieias ou quacs-
quer objcrlos, que pos-a ni prejudirar a salubridado
pul,li,.,, ou me-ino de scus moradores, ira ., casa, o
pedir faculdadc para a inspeccionar: nao Ih'a que-
do o dono conceder, requereni ao subdelegado,
que o acompanhari na visito com dous visinhos, o
po para csse fim mimara rom penadedesobedicn-
ria. I'ara esla visita, que s.i poder ser fcila do dia
c nunca de noile, sera prcv iaincnlc indinado o do-
no da casa, ou quem suas vezes fizer. Se liver ha-
vido denuncia e o fiscal a adiar falsa, haveni o ,lo-
nunrindo do denunciante a pena que llic seria im-
posto se aquella tosse verdadeira. Pato da cmara
liiuiileip.il ,lu Rucie um m.iu de I. de junho de.
1853.Variio de Capibarlbe, presidcnlc(Instara
Jote do llegoManoel Joaquim do llego e Albu-
queriiucFranritro l.uiz Mariel lianna, Anto-
nio Jos de Olheira.
Manoel Jgnario de Oliceira l/ibo, fiscal da /rrguc-
zia de S. Frei Pedro Ganrakcs do bairro do Ve-
ri fe, em eirtude da lei ele.
Faz sricnlo aos moradores do dilo bairro, que foi
npprovada emitido correnle pelo Exm. presido.....
da provincia a postura addicional que aiilorisa lle-
ca a v'rejar as rasas c quintaos, cm que Ibes
onslarcxislirem mmiidieias : c para que muguen.,
allegue ignorancia, aqui Iranscrevo a dita postura,
que passa a por em exeruto.
Tambem declara, quo, exislindo imrcoscni mui-
los quintaos, sc.uo acto de v arejar qualqucr casa ou
ijiiiiilal.eiuonlrar lacsonimacs; proceder a respeilo
do conformidade com o disnosico do arligo f. IU.
6 das posluras municipaes de 30 de junho de 1810.
postura addicional.
,i Quando ao fiscal conslar que dcnlro do alguma
casa ou quintal, existen) immudicias ou quaesquer
ol.jeclos que possain prejudirar a salubridado pu-
blica, ou mesibo de seus moradores, ir casa c pe-
dir faculdade para inspeccionar, nao lho querendo
o dono conceder, i cquerer ao subdelegado, que o
aconipanhara na v talla com dous v izinbos, o que pa-
ra csse Im indinar com pena do desobedicn-
(i Pora esla vizila, que s poder ser feila de dia.
e nunca de noile, sera previomcnlo inlimade o dono
da casa ou quem suas vezes fizer. So (iver haxiilo
denuncia e oueeal l adiar falsa, haveri o denuncia-
do do denunciante a pena quo lho seria imposla, se
aquella fosse verdadeira.
Paro da cmara municipal ole. u Bairro de S.
Frei Pedro C-oncalvcs, 1.5 de junho de 1853. O
fiscal. Manuel Jgnario de Oliceira Lobo.
O fiscal da freguezia de Sanio Antonio, faz
publico para seiencia de lodos, a quem inleressar
posta, que pelo arl. 6 do lil. 6 das posluras nuini-
cipaes em vaor, he prohibido dcnlro desla eidaile o
uso de roqueas, bombas e fogo sollo (os busca-pcsl
sol. p;na da mulla de OJUOO rs., o dous dias dcpri-
so aos infractores. E para que no appareca an-
da ignorancia sobre a cxislcncr.i de semelbanlo pro-
hibicilo, ja de ha muilo delerminada por le. airini
0 declara. I'reauczia do Sanio Antonio do Rccifc,
1 i de junho de 1853.O fiscal, Manoel Joaquim
da silca llibeiro,
0 fiscal da freguezia de Santo Antonio do termo
da cidade do lleci/e, ele.
Faz publico para conlicciincnto dos paroehiauos
da mesma freguezia, que (la cmara municipal dea-
la cidade lho lora communicade, em dala de II jlo
irrcnlc, quo leudo sido approvada pelo BU). Sr.
presidcnlc da provincia, a postura addicional pulid-
la pnr edilal da nicsmn enmara, cm o n. I.ll desto
Diario, que aiilorisa am liscacs inspeccionar as ra-
sas ou quinlaes delles, cm que existam imnuulicia-
I quaesquer ohjectos, que possam prejudirar a sa-
luhridade publica, Irauvcssc de ser posla cm execu-
tflo, c reslrirlaiucnlo observada, assim o rato, ilan-
do-lbc a maior publiridade, para que nao appareca
ignorancia. Frcguczin de Sanio Antonio do Rccifc.
II de junho do 1853.O \\tct\,Manoel Joaquim Silca llibeiro. ,. ,,-.
O fiscal da freguexia doS. Jos |"
que inlcrcssareni o dis|ioslo no ortigo 0 do III. O. 01
posturas em vigor. .... ,
MbMo dentro da cidade ouod
roqueas, noinlias,c fogo^'^^"'^J^"1^',,

Immbos.c fogo sollo il.uK0|
torra scro multados cm lOffOUO rs., C
lias de pristi.
ou'rcr.lo
DECLAHA(?OES.
albo c
ida f.i-
O llhn. Sr. Joo llenriques de
Mello, eapilo do porto desla provincia,
publico que en, conlraveutaodo dbpM...... '
10 do regiilamenlo das capilainas dos portea, l
boje a bandeira azul kjada no inaslrn rcs|iedivo \
paco do hora c inda, sem que comparercssein pr
ticos', eapalazes, liem lauchas como ordena


ruinado artigo, para soccorro de navios, cumprindo
......'i'11.mi scmclhaales fallas cm prejuizo
iniibarcaros em pcrigo, e risco do vida de suas
injM'l.i'."!'' c passagcirus. Outro sim determina
que a escala dos navios nicrcaules, mencionailosno
arl. lili enmecar no dia 15 pola embarcado mais
ulica noli purlii, soguindo-o ncccssariamcnle os
uniros navios do inosmo modo. SccroUria da capi-
l.iniii do iwrlo de l'crnambuco, 11 do junlio de
1K.VI.4) secretario inlcrino, Joio /tobarlo .lugui-
lo da Silva.
O i. Ii.il.illi.iu de ai lilltaiia a pe d 1. linda
|irecisn ronlralar, para rornecimcnlo das pravas do
uu-uno, durante o semestro de julho a dezembro do
cu imito auno, os gneros scguinlcs sendo de boa
qualidade, sujeilando-se a urna multa corrcspondeti-
lc, mi caso contrario : caf cin grAo, assurar branco,
inanleiga, pao, feijao, carne verde, ramo do Ccar,
loiu-iiiho, familia, arroz, azeilc, vinagre, bacalhiio
c Icnha: quem so propozer a forneccr os referidos
la-ucros aprsenlo suas proposlas cm carta fechada
de o dia 20 do rorrente, na secretaria do mesnio
m!,ilh,i.i.Jos de Cerqueira Lima, 1. lente a-
ccnle.
O i. batalhao do arlilharia a pe do 1." linlia
precisa contratar duas pipas d'agua diariamente, pa-
ra abaslocimcnlo das piaras do mesmo, a cojnccar
dol. de julho cm diante: quem so propozer dirija
Mas pro|toslas, al o dia 20 do rorrete, i sccrclana
iln utrsino balalliao,Jos de Cerqueira Lima, I.
lente agente.
Em oliscrvaucia do dis|ioslo no arl. l'J d.19
iu-IrucoOes do ti do Janeiro de I8.1l tem do ser
.111 .'inalados cm basta publica, linda que sejaa pro-
lima audiencia do Sr. I)r. juiz dos fcilos d.\ fazenda,
o* bens seguales por exocucOes da inesnia conlra
-en-Jcvcdore.s: urna cosa de sobrado na frente o ter-
rea do lucio para o fundo com grandes occumniodn-
ci'hs, sita na ra dos Qualro Cantos, cm Olinda, em
1 liao. proprios por .*>7?>tH)0 rs. proco |K>rquo Ibo
fui adjudicada na esceuijlo contra Jos Joaquin de
.Wmcida tiucdcs, a renda anuualdo silionacslrada
ilu .Maugiiiubo com boa casa de morada, arvores de
Inicio c nutras bemfeitorias por HOOjllOO rs ponlio-
1.i.la o Antonio Ferrara da Costa Braga ; idem a do
sitio na Iravcssa do Arraial, com casa e arvores de
fructOl por lOOgOOU rs. a iMannel Fcrreira Chaves;
iil.'iu a casa Icrrca n. \ do boceo tapado, na Ira-
via do Monlciro, frecuczla de S. Jos por 60)000
rs., a Jos Mtria de AmoriinJuinor; umaporrao ile
ferracens todas no valor de tHsTliO rs. a Antonio l'c-
droaa f ionios da Silva: cpicn laes bens pretender
arrematar dirija-sc a hora c lugar do coslume.
Nos dias 17, 18 e 22 do coircnlc Mitra em
piara, no pai;nda cmara municipal desla cidade, a
obra das catacumbas que se lem de fazer em aug-
mento as da imiuicipalidadc, oreada em :ilid?00l
rs., sendo 2it pares para adullns, c 22 para prvu-
los : os pretendentes podem cnniparccer nos tncti-
i-ionados dias, no paco da mesma cmara, 011 nulos,
fiara consultaron oorcaincnto, licaudo na inlelli-
ria de que lulo pdenlo laucar sum aprcscnlarcm
fiadores babililadns na furnia da lc. I'acoila C-
mara municipal do Itecife l.'idc jniibn do I8.il.
Bardo de Capiharlbe, presidente.Joiio Jos h'er-
reira de .guiar, secretario.
I'cla segunda sereanda mesa do consulado pro-
vincial se faz publico a lodos os colectados no im-
pii-ln ilc tres por cent", perlcnccnlc ao a.....> lln.ui
Miro de 18521 1853, que 110 prximo mez de julhi
passam-sc ,1 ovlrahir as compcleiiles rrlucflcs, allu
ilu juizo competente oxecular todos aqucllcs.qui
deivarem de pagar o referido imposto.
Oeon-ellm nilminislrativo. cm virtudc da 111-
liin-ac.lo da,presidencia em olllcio de 7 lo corrcnlt
mez, tom de comprar para forncciineiilo do arsenal
He guerra os objoclossogoloies :
Pan a rompanbia de arlifiecs.
Sapatos de KHfl e vira. (Mi nares.
Para o ineiu batalhao de caradores do Ccar.
Sapatos de sola c vira, 2(ii pares.
Para aula de priineiras letras dos aprendizes
menores.
S\ unpscs Ja historia do llrasil, pelo general Abren
e Lima, 10 eveniplares, economa da vida liumana.
pm Roberto Xudslev, 20 eveniplaros, resumo da
iliHilrina chrislna, 20 ditos, traslados de A II C|90|
ililus de bastardo, 10, ditos de hastardinbo 10, tapi
mola grosa, pedias de Inusn, SO.
Para os Irabalbos das oflirinas do I." c 2.a
classes.
Taimas de amarcllo para assoalbos, I duzia, dilas de
loara, I du/ia.
Para fornccimenlodeluzesasestares militaros, nos
inezes de julho c agoslo prximo xindouro.
Itoile do carrapalo, 110 ranadas, dito (lerdeo, 3!
dilas, pavios. (iduzias, lio dcnlcodao, .10 libras, vc-
11- de earnaba, III libras : as pessoas a quein cou-
vier a venda de laes ohjcctns, nprescutem as suas
proposlas cm cartas fechadas, ncnmpnnliadas das
cmnpelcnlcs amostras, na secretaria do cousclbo ad-
miurstralivo, cslabelccido 110 arsenal de guerra, as
I" luirs do dia 18 do ro rente mez. Secretariado
1.....seibo administrativo para fiirnecinieulo do ar-
-eualdc guerra !ldc jiinho de 1853.Ilrilo Ingle:,
coronel, presidente; Bernardo Pereira do Cunan
Jimior, vogal c secretario.
IMiLEZ.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
SABBADO IHDK JI'MIOOK IS.V1.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Di'pois do escculftdi lelos proftmores li orches-
li.i nina evccllenle ouvcrlum, subir 4W0na pell
prinwln ve/ neslc Ihealro a inuilo graciosa comedia
1111 :(irlos ijiit! se inlilula
O CAMINO MONTEZ.
ou
(I REMIRO
1 Penonageiu da i
0 mnrquc de Seymur .
Sil Kiluanl.seu rtinli.ulo ,
Joo, rondoiru lo iii.itjuc/.. ,
Ifluin, caiiiiioncz.....
'I ni rriuli........
Mnrt|uou ile Sownur. .
Haronea. Maihildc, lobrinha iiMii|ue/.........(i llanoela.
Ilini iqiipla, criada yraveda diln. drmela.
Mai-.iiida, imillicrdeJono. a Or>.tl.
A HCOIUI pmi M cm Inglaterra.
Sogulr*ftvHli rp|ircsenlnc.tu di muilo 0|i|daudida
n 0 JlillAS El SABBAM D'ALUSLIIU.
A Sr." I. Manocla far o papel de Maricolo, o 0
Sr, Anineilii o de Faustino.
h. bilbeles de camarotes c platea arbain-sc a ven-
da lia ra Helia n. :18, e no cscriplorio do tbealro no
dia ilnes|icclaculo.
omedia.
. O Sr. Ilezcrra.
, Ainortlo,
, .1 Lisboa.
. Jorge.
11 I; ./. n ]..,
' Rila.
A Si
AVISOS martimos.
PARA O IUO DE JANEIRO.
II ln i(;n.' nacional Elvira, l'aliricado de
limo, forrado O encavilliado de Cobre, ('
tic supeiior marcha, legue em pouooi
titas recebe carm, passarjeiros eeicra-
o afrete, pora o que tratare com Ma-
chado d Pinueiro, na na lo Vigaron.
I", segundo andar, ou com o capito na
piuca doCommercio.
PAISA A BAHA
cguira'com grande brevdade a nova
C veleira sumaca nacional Amjiliilrilc,
capilao Antonio Semefio caiga c nnssageirot trata-te na ra da Ca-
tlciu Veflia, n. .
Para o Oai seguc rom milita brcviilade 0
Lem conberiiln patacho Kmulariio: quem nelle
vnixer carrejar ou ir de paasagetn, dirija-sc ao ca-
l'il.ina burdo, un ao cscriplorio de. Manuel tioncal-
ves da Silva, na rila da Cadeia n. 39.
LEILOES.
i,
Quinla-fcira 16 do
correle, as II horas da
11,11,li,1,1. o agente Anlu-
itiWfi Jr\\ '"'" ^'"'' 'c''i'0 em 9C"
Pife^US!*>',37j\f& aniiMom ra da Cruz n.
r'TT\v?ii 'ffViJjt -"',lc ,raslcs il(' lu'',',s
* as qnalidades novos c
usados; um piano cm
>m estado, para se aprender ; obras de pra-
. relogios de piala c de mu para olgiheira,
i' 11- de iiiiiii, charutos da Babia, coulros
ilijccliis que -eran vendidos haralo.
L. Siluiier Compaohia faroleilao por conla
00 seguro, em presenta de um delegad d cnsul
nance/., c |Mir mlervencilo do agente Anlunes, de
'Una ralxa rom :,| nares de bolius 1I0 licurro e 10
anuas de 1 arnriras brancas, vinda do Havre no bri-
ranrc l'r;ar na sua recente viagem. seila-fei-
nmiln I
la vcllu
Jgiiino
muilos
r 17
corrcnlc as 11 huras da manlia, cm sen
SORTES PARA VESPERA DE S. JOAO'.
Vendc-sc i>apeis com sorles divertidas, |>ara en-
Irclimenlo das sorles doS. Antonio, o S. Joo a 40
rs. rada um: na liviana 11.0 e 8, da Prara da Inde-
pendencia.
Na pracn da Independencia, livrn-
i'tu 11. 0 e 8, existe tuna encommenda
para entregar ao Sr. padre Jos Dioni-
sio Gomes do Reg.
Otrcrcce-so um rapaz porluguoz para raiieiro
do venda ou oulro qualqucr eslabelecimento, para
lomar conla por balanco 011 ...... elle, para u que
tcm bastante ortica: quem de scu presumo se qui-
zor utilisar, dirija-se a prara da Independencia 11.
10, das 10 as 2 da (arde.
CORREIO THEATBAL.
Mea charo Sampalo.
Rccifo 10 de juuliode 1853.
A la caria tic \ do concille enclicu-me de pr,l
ser. Os leus Inumphos Ihcalracs, cnrliem de con
Icnlamcnlo o coracau deslc leu venladeiro amigo
Apenaaaojal chegou o Jorge, mesmo a ravallo, per-
gunlci-lbe d'ondo vinha, respondeu-me do I.lmnci-
ro, l estivo no grande espectculo, estovo esplend
pn, brillianlc, o coroou do gloria nrlislica o leu ami
go Snmpaio esua companliia dramalira. Com um,'
tal noticia llquci Iransporlad de alegra, o no mei|
do cnlbiisiasmo H1calr.1l, etClamei: Ah !... que nflu
imdessc cu presenciar tantos Iriumplnis, ver a arle,
cm ludo que ella tem de bello c de sublime TI...C8-
relciros felizes !.... Careleiros fcliz.es !... que as-
sisliram i primeira re|)resenla d grande tbealro
do l.imociro !...... A escrcvinliacAodos careleiros,
charo Sampalo, niio le assusie ; 1 obra lem aacella.
cao dos autores.
Itcccbi o iiiqiresso da tal caranlonha.Qiiodcmen-
lras e asneiras !! versos loo pial (sanados, insul-
tos ao amigo Jorge, e o que anda be mais, una n-
tenla viola de l.crcno, soja, que porra osla de mais,
de ridiculas lacelas, c injuriosos cpilbelos, dirigi-
dos a quem rom ellos tcm sido muilo civil, assaa
cavalleiru, c demasiado tolerante ; quo iro pido
nem ilcvc entrar em llde rom cainpeoes careleiros,
cuja defe/.a be o Insulto, a inilestriieliveis argumen-
tos, a mentira, a verdade pie se nao |iodem desco-
nbcecr. llUeni aqu que as nrtrizes cntraniin na
mliordia de dcscomposlaras, que ellas mesmo eha-
maram os careleiros go Limocira par tal lim ; en
diiviilo, mas cun me llissesle que eram bellas,
quem sabe!..... pode mullo bom ser; do que lo-
nbn cerlrza, be de seren os carolas |iers,capaica de
Irem aoinfer.....por mis lindos olhos.
Todava, cuino os careleiros bravos eslao dentro
do l.imociro, be rcconinicnila-lns ao carcereiro. c
segura-Ios bcm. Arranja-le com elle* por l muilo
lempo.
Alada por e flcram algom mansos qiic do
signaos de se lornarcn bravos, so assim vicrcni a
ser, para l os hei de inandar. Como a caiva do leu
lliealrn lio grandc,acununoda-os com os oulrosroin-
paaheiros.
t) niou recoaimondailo Nevos tem feilo o diaho !..
quasi descobre toda a nossa correspiuulencia, e vei
lepois dcsculpar-se eoin o fiiuilcirudos linndrcsde-
rudados c nutro sugeilo, que nada loem, rom as
Illas ou minlias carias.
lie preciso despedi-lo, ngo sabe guardarsegredo ;
para iss temos agora um cableirciro lino como pello
de loque, sabio (pie al 1,1/ versos.
II lustre que eneonimcndas-le be de laes dinicn-
ces que ornen correspondenle do l'aris, diz-ine ngo
icr possivel faicr-se nales vlnte anuos, vista ib
que, leinbrci-nio ser-le fcil suppi ir esta falta, g-
liiind un grande claro no tocto do Ihealro, o le.
valido os espectculos em imites de la. Esta.....ii
liado agradar mullo aos careleiros : sao esqucntadoi
o fugo, anda mesmo na luz, inroinniiidn-os, alr.i|
Iham-SO rom qualqucr cousa, ja le disse que ellos
foramalil reslrcscir^c,goslam dcar livro cbus pc-
liscos.
Tcnb lid milita pena dellcs, cuitados, as cartas
fon.....eccliidas com especial desagrado, c em Ierra
onde ngo b vinho, nil se pido viver. Pobresno-
iiiciis, aojadlo nao hevlvcr, be vegetar, s liomom
da prensa Ibes pido valer ; ello proleja rom os
btcos da peana, o que elles todava bempouco me-
recen).
Adeus, Sampalo, adoui; (az-mc muilo lembrad
aos cu eteiros, aos menino) e a lodos. Todo leu do
do coraco. Barbota,

;t*BUMsssss1___
A viuva, genros o fllhosdo llnade 1......ncl
Francisco Jacinlho Pereira pelo prsenle
agradecein cordialmcnle a todas as pessoas,
que furain a euleiru do mosmo Uado a
lliinra que llies lizeram em asistir a CsC acl.
ROM PARA ESCRIPTORIO DE ADVO-
CADO.
Alug,i-sc a sala da rrenle do primeiro andar da
casa 11. 2, da roa Nova.
Desappareecu em dias do mez dcdezeiiilirud
aun prximo passado da cidade da Paralaba do
Norte. eacravo erioulo de nomo Joto, com sig-
naos scguinlcs : dado 2" a 21 anuos, eorpo -eco.al-
tura regular, eir fula, nariz grande e grMO, peina-
c bracos linos, pos grandes,cabellos um lano a ver-
uielliailiis.lem urna eiealriz no lado O&qUOrdo do ros-
lo falla ileuiii un niaisdenles na frente, rosluma
quaiiil falla usa de vn/. lina o giussn, e pa" i
mesmo sera fcil de coiibccer-sc, levoa veslidu cal-
ca erainisa a '.ni, c cnnsla que fura condu/id por
um jaugadeiro para IVrnainliiicoem lituln ilefoiro, j
onde lem sido visto por pessoas que o coubecem:
piirian pede-so as aolorldades policiaes capilflcs,
de campo e mais pessoas a apprcbenc.l d dito c
cravo que se pagar geneinsamenle, levnmlo-o 1
casa de sen sculior na cidade da l'arabiba d .Nuri
ou no cscriplorio doV, M. Waadertey, na na da
Cruz 11.21,1,esta cidade.
Contina a oslar fgido dosde dia I', de
malo, o piel Dioni/.io. de liai;.< L'SS, de 20 anuos,
levou camisa deagodao (raneado da llalii.i. o cale.i
de algod.lo Irancado de lislras arUOS, R'in rb.ipu,
alio, clieiiiibiciirp, sein barba, com principio do
buco c falla de um dente na frente de bailo, tutu
chalo, rosto comprido, bastante barrigudo, psgro
sos que parecem iucbadus, quaiulo falla be atrapa-
Miado, na pronuncia boinas palavras. bstanlo rur-
regad de pbvsionomia, abre poi.......s olhos, rnia
do anda011 para palero cspanlad; fui escrevo de
Numcriano Jeae de llanos que roorou no ongcnln
Pililui, chuje liba das Cobras, Aregaaia do Cabo,
heilesnppiir (pie aluiiem o seduzisse uu nriirla.se
para vender algiiinscnliordc engenb, Iral.alliav.i
em arinazeni de assucar ; c por isxi roga-sc a qui ni
cllol'ir olleiciidii para o vender, cas autoridades no-
liriacs, r.11 a le. de campo e pessoas do |iovo, o ap-
prcbeudan elevein-n ra da Cruz do llerife 11
'S.i, quo se gratificara generosamente.
5t8sS^K>fe.M3S}iMS82S85g
ANTIGA
HOMEOPATHICA
B III A IIASCIII/liS -S5SHK-
Dirtgtda por um pharmaotuUco uiirorado
E fundada por
USSET BIMONT.
Esteestabclocimenlo possne idsiis mc-
rlicnmenlesal agora experimentados, lano
na Europa romo no llrasil, e preparados pe-
la-machinas da Invenoa doDr. Mure.
Carleirasde 12 lutaisal 100, por nrecos va-
liavei-, ciiiifiirme a qualidade das calas, a
quanlidade des remedios e suas d\nain-
saciies.
25:000 m
principaes
ilillerenle-,
l\IA CAKII'.lltA ruin s 21
reiiiedisbmpalliicse:lobra-
ilidispensaveis para s principiantes que se
qui/erein convencer itaverdade da novama-
iliciuu ; conleiulo alm de nimios rniisellios
clnicos, a palbogcncsia de 18 incdicainen-
Tubos nvulsos ( cada um ).....19000
I i 111 ni.1- de lodo os medicamentos cm fras-
TOSiloJ.'onca......... W"00
Na incsina liolicn cncoiilrar-se-ba sempre
um gratule sorlimento de livros cm porlu-
gueicfrancei.cemlin ludo quanlo lie ne-
cesario |Hira o esludo e pralica da hoiueopa-
Hita.
Joan, erioulo, baixo, seceo, pouca barba, liem
ladino, o sua mullier Mara, crioula, acabralbada,
o moca, auilam em fuga, o sao do Sr. Chrislovaodc
lliillanibi. senlior do cngenbo Marrccas cm Barra
tirande : quem iuteressar, s piendam o os condu-
zam a dito scnbnr, que ser pago. '
Olferecc-sc nina inuliicr forra para ama de
casa de pouca familia, a qual rozinha o faz o mais
servios inlorno de una casa : na ra do pugo 11.17.
Perdeu-so um lenco do cassa bordado, no
ncouguc do pateo da Kibcira : quem o acbou levc-o
lu i ti l,n que fca na lorrc do I .ai......
Troca-so um predio nesta praca, livre c dc-
senibaracado, por sitio de roqueiros oucscravos : a
quem cunvier, dirija-sc a ra da Guia n. 61, segun-
du andar.
Previnc-se ao publico quo ninguem faca ne-
gocio com Joo Ribeiro Pcssoa do l.accrda Jnior,
acerca deum molcque, erioulo, do idade II anuos,
[ioiico innisou menos, de nomc Daniel, vislo como
se ada em litigio.
Aluga-se um moleqiic de l." annos, para ser-
vico do casa, preferiudo-se casa cslrangcira, pois
elle lem boa conduela o he muilo esperto: no pa-
teo ila 1 ilnii .1 de Sanio Antonio 11. .
yuem aiiiiiincir.it precisar do nina mullier pa-
ra ensillar em 11111 engcubo : dirija-so a ra de S.
Goncalo n. 12.
Anlonio Kicardo do llego embarca pan o Itio
do Janeiro o seu cscravo, pardo, de noinc Jcro-
nynio.
Januario Alexandriiio da Silva Habello Cane-
ca, morador 110 largo do Carino, sobrado n. 20, eli-
sin a chancas i rrever, contar odoutrina chrisla no preliso lempo
de um anuo, c aquellos que j livercm alguiis prin-
cipios, os cnsinarii cm seis inezes. Sujcila a rigo-
roso cxanic os alumnos para cutan reccher o que
liouver contratado. Em qualro 011 seis mozes ensi-
lla grammalica nacional, cm Indos os dias uteis das
:i lloras da (arle, al as j (a quem s soubcr ler c
escrover.)
ATTENCVO
Causado de ler cm diversos nmeros deslc Dia-
rio a iufurntacaii aos especuladores da garapa, BOU
Toreado, em abono do mrito, pedir no Sr. autor
do dito annunco, que seja mais nmiente, c que
nielhor sera empregar seu preciusu lempo em coli-
sas que merocessem a pena, e au em lu ridiculos
annuncios, que nado mais faz do que roubar .1 glu-
11.1 do desvelado c muilo enrgico fiscal da froguo-
zia ; se prelende o lugar lance 111A0 de oulra histo-
ria, que esla esbi niuilo sediea, c o publico ludo
conhece ajuaolo so lem eropenludo o fiscal para dar
fin .1 seinelbaiitc iufraecn das posturas. Aceite
|K>is o autor mea parecer, que rom sin tem rum-
prido com o dever de jusliceiro c recto.
Um que iiiio he garupeiro.
AVISO.
Iiflii'iii hi\ rclnjociiu dlCRado ullim.imcnlc pnr.t
concluir ) liquilaro 1 honra de larlicipnr MMICIU ficaue/e-, quo elle
conDn a Irabalhar i>or suaconUii na ra Nova,
n. (I, luja do Sr. (iaJ.itili, aondo concorla relogios
0 pndolas, por nrecos razoavoh, ello far lodosos
mis csfornK para incroctT a confianza ii pubiiio
pernambucanoe
PECHINGIIA.
Paa-so iodo c |uaii|u tra de J:tNHM) r. ja vencida e ja com Itaslaulcs
julos ; de mu senlior de engenho perlo-ili^la pi.K.t,
uja pcssoa icm baslanlo por onde pagae : quera
irelender .i/or c^ie ncAoeio dirijn-sc na Nova,
u. II, a rallar rom Nicolao Gadaull.
Prensa-se de nina ama para o seryin do rasa
e compras, de nina casa tle pouca Taiuilia : na ra
da Souxala Vellu n. 70.
A sonliora I. Ilentlquela llalidna da Bncar-
ii.imo IVa/ores lem carias ua ruada Ou/. ilo Keei-
fo, oscriplorio n.66.
Antonio Josi- da Cunlia, Hrasilciro, ni-a eslabelecido neslO praea, val para o llio Iralai* de seus ueswios, e deiva de lejar os dous es-
cravoa annundaooi pelos Dioriot n. 12." e l(, por
nao poder desparta-1 os.
A senhora |). Maria (ionralves Lima lem una
carta, vinda do Para* na na do Vicario n.2<>, se-
gundo andar, ou declare sua morada para sor pro-
curada.
hesapparcecu no dia H do correle un iihi-
leque por nomo Ricardo, condecido (cralmcnlc no
Rccifo por Calraio, le idade Hi anuos, cor prota, es-
latura haixa, toicAes regulares, lie beni fallanlc e
esperto ; tanda alem disto na icsia urna impgoni,
no pcilo uma marca aun duas lellrasA. A. o
he alguma coma rovo da porna ilirea. Trai calca
de casimira escura, camisa branca, C jaquela de
riscad'i. Roga-M porlanlo a qualqucr pestua que
dclle soubcr, ou o livor anprcliendldo queiram lo
va-lo i ua do Apollo, n. I(>. segundo andar, ou a
ra ilo Trapiche. 11.6, primero andar, pelo que sc-
rflo liem Braliflcados.
HISTORIA DE PORTUGAL.
Tendo clieaadoo 4 volunto doslaobra, escripia
pelo ilusire literato Alcsandre lloreolano, avisa-
se aos seuliores assRnanles quoirflo mandar huscat o
raesmo voluine, casan* 6, dofronte lo Trapiche
Novo.
$1 o Sr. I G. II. o S., haja dovir pasar na (^
> r.....lo Queimado n. 17, a quaulia que nao /j*
'*' aora, do contrario seu nomo ser puli- JK
) cailu por eslouso ueste jornal. >
&Q%%% *. %% %%% '< %
A viuva de Joaquin JoaoLod) rofia aludas
I as pesso.is que se iikareiu credoras de seu casal, de
Laproscnlnrem suas ronlas ou lilulos de divida, para
ncrcm dcvidamenle declaradas no invenlario u que
vai procedes, liem como para poder a annnncianlc
Iralar do paoanicnto de lodos da maneira que for
mais luiiiinvcl, leudo a bondado de fazer esla apre-
scnlaeao a ella, na ra lama do lt"-;u i" n. 3.1, -e^im
d.i andar, ou a seu procurador Joaqoini do Alliu-
querqueo Mello, o mais breve poaflvel.
So dia Ti de alud proiimo passado, de-appa-
reeeu um negro de nomo JofiOi do nacao Conso,
mas parece enoulo^ior ler viudo pequeo,represen-
ta '.'M anuos de idade, pouco mais ou inenns, tcm
ama ciralrfx sobre uma aonrancelha, proecillda de
uma enrolada, e Heou o dilo lunar mais prclo, esta
1 ii i .i Ii.ii.....ltelo do ruipii, lia molivn. para se jul
car que Coi fUrlado. Ituiia-ses autoridades policiaes
a aupreltensio do luesinu uu aos capilAes de campo,
de o levar a scu senlior Jos do lleyo Goulo,
villa do lliejo da Madre de Heos, e ne-la praca na
ra da Cadeia do Kerifo n. M, a Joaquin Uaplisla
de Aiaujo. que rccoinpi usar leiicrosaiiienle.
AVISO AO PUBLICO.
Os ahaivo aarignadoi avisam ao respellavel nubli-
eo desla cidade. seidioresde engeiilHise lazeotleiroSi
que cm sua liotiea ;au'ora) sita na ra do ltau?cl n.
S, em fenle do licrro que vai para o arsenal do
Guerra, cnnlinuam a vender as verdadeiras e hem
conceiluad.is plalas para Indias, i rovos seceos, go-
mase dores venreas por mais antigs quo scjain,
rujos liiins-eireiln- conteslam ludas aquellas |>o-sn,is
quo deltas leem fellO uso. Composlco du fallecido
pliarnuceulico SehasliAo Josdcllliveira Maccdo;
e pata que o respeilavel publico se nao Iluda com
uniros annuncios que lem apparecldo, tliemos o
prsenle, que BasignanJOB.l'rixnln \ Piulo.
a\Tso ao gOmMihcIo.
<)s!il)iii\oiss(;ii:iilos contiouam
t (ronquear n ludas as clussos cm
gcrol os sens sciriinii'iitos de fuzen-
unt por bnixoj preco, nao'me-
ootae uma peca ou uma duzia,
a (liulu'iro, ou a jiin/.o, conforme
se ajuttar : no scu ii'iua/.ctii da
|)rara doCorpo Sanio, esquina da
na (lo Trapiche, n. VS. Uos-
iriui RookerA Companliia, pego-
(anli's Rglezet. Os nicsmosavi-
sttpaoretpcitavel puMcoqueabri-
raiii no (lia 5 do torrente me/, a
sua loja de fi/.cudas da na do Col-
lei'io e l'asseio Publico n. 16, di-
rigida pelos seuliores lote Victori-
o de Paira e Manoel Josi de Si-
queira Pilaufja, para vendet'em
xif atacado e a relallio.
S
AO PUBLICO.
Est justa para comprar-ae a casa lerrea pcrlcn-
ccnle aoSr. Joflo Francisco Monloiro desla cidade,
sita do Paco da Pnnella, junio a greja o com fren-
lo para o Rio Capiharibc: quema ella so julgar
confdireiloiMy hvpolliecanu oulra qualqucr Iran-
sac(o, nnuuncic porcia folha ou dirija-se a ra da
Cruz o. ,m, i-n,iic o lim do corrcnle me/.
I.avn-se c ('ii(omma-*o"com asoioo perfei^o:
no palco da Ililwirade S. Jos n. 15.
Paulo Gagnou, dentista.
Podo sor procurado a qualquer hora em
sua casa na ra larga do Rosario, n.
36, segundo andar.
aviso Jinimco
A segunda edierflo dos primeiros elemcnlos pra-
Iicos do Toro civil, mais hem corranla c acrcsccula-
da, nao s a respcilo doi|ue olieron a lei da refor-
ma, roinoeerca dos despacho^, inlerloeuloras e di-
linilivas dos julgndorcs ; ohra cssa lo inlercssanlc
nos principiantes em pralica u,uo Ilu- servir de lio
conductor: na praca da Independencia n. c8.
AOS EWES.
J. Jane, o hem couliccido dculisla lia mais de 10
anuos nesta praca, pnde ser proruratlo a i|iialfpicr
hora, na sua residencia, na ra Novan.!'.), primei-
ro amlar.
INFOOMACAO' AOS ESPECULADORES
DA GARAPA.
.As cuas mais frequentada actualmen-
te lelos consumidores desla deleitante
bebida, sio:
Paleo (lo Terco, preferencia a tanocinaa.
I..ii';;n da ilicii'.i, lado do peiXC.
Hua e Piala de Sania Rita.
Una do Nogueira.
I!n.i da Calcada.
lina Imperial, lado do mar.
Iiiiiiiriliiii nes da ra Auj'usla.
Quem mais alenmaa informacfle pre-
cisar : dirija-se a calcada de S. Jos, das
horas da noite por (liante.
irecisuo i
casa, e que seja
TOttein na das Cruz n. 1S.
AVISOS DIVERSOS.
- Mirad .le Moura Kulini,
I a huro|ia.
suudilu In.isileiio,
lli/cm que ali(ans MlaMcrimenlos do depo-
silodoendcr caf, assurar e rltariilos, hem que
amanlieressem fccliadusno doniinRO prximo pana-
do, depois por algamas iiiinuarfies se alnirain, c
orno cu onleja persuadido que a postura os nM
ovceplnou, dselo que aL'iini entendido mecipli-
qite e se he cosa titulo da u'iuloroin ellos mus
liaralu que as lahernas, oslan Engaados, pois a ex-
periencia moslra o contrario: porlanlo. (ro sos
enhoresfiscacs, que romo cxcctilorcs dclla, se di-
nciu esclarecer a umI'endelhio
iliiira-seoiiiimeiro
indar da casa
propt'io pata .....
uga-teop
ua do Vigarion.
bom cai-fiplorio: a tratar na casa n. 7
da metra ra.
Aluga-so para alguma eorlicira de carros un
cscravo pardo, ioiii pBaam, lioliciro, minio dili
nenie e fifi : alliani.a-i' a sita ronilurla, 011 para
aliiin pirliriilar : tratar na na Angosta, u. XI,
Ble as 10 horas da manliaa, c larde das duw ua
cinco.
__O Sr. Filippe Jse I .-iiiiii tcm carta na ra
du Vigario, n. 19, segundo andar, asaiptorio de
Macliado & l'inlieiro
IIOMOI^TIIIV.
A 0 Hit. C.ASAMIVA inudiiii-sc para o liair-
ni de Santo Anlonio, rua das Larangeinu n
fj 18, sciiundo andar, ondo mura o Si. Claudio {,}
llulioiix, onde podo ser procurado a qual- f:{
A (|"cr hora do dia. C:."
;.;.::.-.:::.:.. Sf sa
I'iei isa-s deiini lialialhador de podarla: na
rua do l'.oluvello n. 39.
BrocisB-08 alugar urna negra captiva quo eo-
/.inlie, late oonttomme, para rasa do pouca familia,
e pag-SO I^KHI rs. niciisaes : quem llver aniuin-
cio liara ser procurado.
ahi:\i;ao'.
Nova fabrica de chapeos detol, no aterro
d.i Boa-Vista n. -ti.
Ddoiio desle eslalu leeiineulo trm a honra de pal-
Heiparao rospeilavel pnhliro de Pernambitco, que(
lito cliegoo un grande sorlimenlo de chapeos deso,
tanto de seda rumo de panno, chapeos i......ralo, de
calina cm caricaturas, tiros chapeos do senhora-.
tanto ilc panno como do seda, um mando snrlinietl-
lodc sedas o panninhti em peras para cnhiir auna-
rnos usadas, lainhein se faz. qualquer contarlo: lodos
osles olijccloscima mencionados e vendom mais
em conla du que em qualqucr oulra parte, corlo de
que o comprador vista da fazcuda au deivai.i de
faier negocio.
. L. Leconte renm v Companhia ,
ilugar um sitio, que tenhahoa
pello da [iraca : a fut-
ir na casa dos amiiiiiciaiiles, na rua da
Cruz a. 20.
A pcssoa a quem fallar um ravallo, que, no
a U do rorrele apparcceu na rua de Joo l'er-
andes Vieira, na Bolcdade, dirija-so ao sitio dos
qualro lees na mesilla rua, qtlc ilatule dclle os sig-
naos cerlos, lito ser* entrpito, n.lu se responsaliili-
saudo |ior fuga OU ile-appaieriineulo que poasa Ita-
\ er.
Preclsa-sc do um caixeiro que (cana pralica
de venda, dundo liador a sua conduela, c prclen-e
pequeo : quem esliver ne-las circumslancias, diri-
ja-se a rua das Cruzos, talierna da esquina n. i.
E. Ilulli fasrieiilc, que em e.inscqtienria de
sua relinda desla provincia, deiva enearregado di-
na pruriiiaraolmslanlc os Sis. I.. Srhulcr i\ (aiiu-
panhia.
Arrenda-*e um engenho com -2~>
escravos, "> bois e bertas, perto de
einl)an(ue, com safra pata tres mil pttes,
lima grande dcslilacao C tuna jiorcao (le
roca mtiditra : a pcssoa cjuc este predio
pretender, dirija-se a (ravessa da rua do
Vigario n- 1 segundo andar, a tratar
com Antonio Comes Pessoa Jnior.
Na toja n. 11, da rua do (Jitcimado, sedira
quein lili dinhcirii ajaros.
Dosappareceu a 9 du passado um nrolo,crlou-
lo, por nomo Heraldo, o qual representa ler de Ida-
do 8 a 30 snoos, levando vestido camisa de algnMO
Irancado, calja do auarlo o com um surtan. Este
piol vi-io do'lr rcinetlidn pelo-, Sis. Camiuha &
Hilhos, os quacs o linliam comprado a Manuel
Kodriuucs da Coala, da villa de Uilagres, comarca
doCralo, provincia do Cear. leudo o dilo cscravo
pcrlencido lainhein a .Manuel de Jess daConcoicAo
Cntiha; e para niais esrlarecimenlo lem os ilgnaoi
si-miinles: haivu, rahellus hiaiuos nos pt-ilos, ha-
lante barbado, andar corcovado, o falla mallo bal-
sa : quem 0 pecar love-0 rita da Coiireirao n. I ,
qui- iia liiiii recompensado, ou rua da l'raia, at-
ina/.eui de linilheime Sonre liolrlhu.
rao na loja da metma casa : para sciencta
do publico se adverte que o rape deno-
minado princeza, grosso, nieio grosso, e
fino, annunciado no deposito da rua da
Crtizn. 2."), Iiedu fubricu de asse litm-
licni do ltio de Janeiro.
DAIERHEOTVl'O.
Avisa-sc ao rcspcilavcl publico que o esla-
belecimento do alerro da Boa Vista n. 10,
est passado para Sanio Anlonio, rua do
Queimado o. (i, segundo andar, onde o rc-
tratisla poder ser procurado das 9 horas d.(
manhlin as3 da tarde; aqu os prcleudcnlcs
sahirao liilciraucnlc salisfcitos, nao spelo
variado c helio snrlimeiilo cvistcnle para os
It'ltos, romo pela scniclhanea da pessoa
llclmcnlc copiada, pelo clcrtrolvpo, o retra-
tista poiVesla proinplo salisfaier complcla-
tr.enlc ios que o procuraren).
.jammassEtaamsBKiSt......
UAIIINETE POUTliUKZ DE I.KITLIIA
A dirccloria manda fa/er publico nos seuliores so-
cios arrionislas c subscViplorcs, quo eslar d'ora em
iliaulc cm lodos os domingos o dias sanios ahcrlo o
mesmo poloste, desde as 10 lloras da manliaa as -
da laido, c dus l as 9 da noile como scnipre.
ATIENCAO, UMCO DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo Gaignou, dealhU recebea agua denti
frirc do Dr. Fierre, esta anua ronherida romo a mc-
Ihor que lem apparecldo, ( c tcm inuilns elogios o
sen autor,) lem a prnpriedade de conservar a bocea
clieirosa c preservar das dores de denles: lira u
gosto doaagradavel (ine d cm coral o charolo, al-
niinas golas desla u um copo ifagaa san soJBclen-
les; liimhcm scarhari pdenlifrire evccllenlc para
a conservacj dus denles : na rua larga do Rosario
n. 36, segunda andar.
Na prara da liidO|H!iuloncia, toja
llarliiei Joaquin Jos Moieira n. 1(1 aluaa-
se bichas ile UamborgO de superior qualida-
de a MO rs. rada tuna, 0 tamhemse vende por
commodo prcto, asqoaea se rec.....mendam.
nao-o por sua evrellenle qualidade, que j
i->; he ronherida, mas aiudn pela inelliore mais
fapreeiavcl dr deisar livre de molestia c com
perfeila salido a lodtsai pessoa- a quem
m a ppl iradas.
V ill|JPf#l|
ptflifilsj
-S H.ES-
!.ri ;-s rse '-si i>S
llWIirllH
mil hiriis
, inanas
ores linas
camhraia
iara iniai-
B bieo de
CASA DE MODAS FRANCEZAS, A I i:i-
lt() DA BOA-VISTA N. I.
Madama Millocliau Bueasard lem a honra de par-
leripar as scuhuras suas freyuezas que pelos ulll-
iuus navios o Cesare o llave, modas novas llie
ehcgarilo! as quacs gfloessjoUiidasporumamodistade
goalo em Paria. Oaarmeolo compoe-so de lindos
chapeos de seda, de (lina e de pallll, hasquines de
bieo, ede raiiiliiaiaroin rlleles; rararol c ca|mti-
uhos de bieo, rlleles deseda ; lirmenos de bolocs
paraos ditos, colw{0es do hliind, dilos do linhu;
chapeos de seda, de patita, laulu para menino- e me-
ninas, turbantes o enfellcs de lodas as qualidadcs,
louicirasile liiro, dilas eurritmias, dilas pelas, r.i-
ntisinhas de camnrala lionlada, o de tilo, -
verdadeiros, lindos collarioltos a cavalleiri
de Ii.ii e decambraia bordada, limes do
de lodos as qualidadcS) pinina-, loncos do
de linhu bordados, aluiolailas cbclrosas
dar luvas c lencos, vestidos de baile e i
lil.iinl para nonas, rapcllase caivos para as dilas ;
alelas de seda brancat chales c capotiuhos do rede
de retro/, chlese manteletes de liiro pretu ; linas
de Jouvitl o ricos enfeiles para os ditos, loocados de
la c lila c seda, proprios para a lempo hmido,
cambraias bordada; o lisas, larlalana lina branca o
de raros; lih.s brancas o pelos, lisos c burilados, cs-
parlilhos, (raneas, franjas e Raloos do cores para ves-
tidos, bicos de linhu e de lilniul, Ullt grande sorli-
ineiito de lilas larcas de qualidade superior para cin-
turas, dilas mais estrellas para loocaaosc vestidos; a
mais fazendas, as quacs rccebldas direilamcole, dei-
v.nii as facilidades de se peder vender mais haralo que
qualquer. Hdame Hillocbau qaerendo facilitar as
diluirs a po-sihilidado do ver es-as f./endas sein
ia-sar |M?la luja, as provine que pelo oulo da ca-a
pode-S entrar na sala -em mais inenniinodo.
I'rerisa-se de urna ama forra ou captiva para
asa de pequea familia : na rua da Cadeia do lic-
ito n. S, secundo andar.
,;.:;;.-::::';::::::' .:..-::::... |
O g*X BT9 fe-
2.5 f
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.OMOI'.illlA.
(lili. Sabino Olegario Ludgcro Pinbo
don-i- para o liairro de Santo Antonio
mil
v;.::-:
Hi c(>.\sn.Toiti(>iioMoEoi\viiiii:m,it.v m
TUITO PAHA OS POBRES. : ;
# Na casa aiiiarella palco do Colleglo, primei-
ro andar, residencia do ceneral Abren 0 l.i- jj
i-; ma. Esto consultorio Ira diriaido pelo proprio j
general Abreue l.iina, c nelle dain-scrousnl- J las iratis aos puhres em Indos os dias alen w
K desde as dea da manhla al urna hura da lar- g
0.5 do. O mesmo senlior podo ser consultado **
-;.; por oatras |icseoasa qualqucr hora do dia ou
; da noile. W
;:jsc. :;;:;;.;:;-: ::.
Manuel Joaipiim Rodrigues do Bousa, fa/srien-
le ao publico, que Luis Anlonio de Sou/.i Ribeiro,
be serio na sua luja de fenagons snb a r,i/.au. Ro-
drigues \ Ribeiro.
Aluga-seo lereeiro andardosobradon. 28, na
rua doQueimado, lem bous co.........losoaceio : na
luja da mesmo.
DEPOSITO gcral do rap pwnceza do
ltio (le Janeiro, grOSSO, iiicio-;rosso,
e lino, na rua da Cruz do Kecil'e,
n. 83.
Viuva Pereira da Cunba encarrerjada
desle deposito, novamente noticia qut
lempre se ada prvida de rape'da me-
lltor qualidade e fresco, aos procos ja sa-
bidos de I.S'280 rs, os doitt pciir-ciros, 0
900 rs. o lino, sendo de cinco libras pa-
ra cima. A grande procura desle rape1
ua falla do de Lisboa, que lem liavido,
tem provado bcm que lie 0 que mellior
o pode substituir. Aceita-ce qualqucr re-
damacao que, baja por deleito do qua-
lidade.
RAP.
Joaquin Ferreira Mendos (uimaraes
receben ltimamente pelo paquete Mn-
curv, nova remessa do e\cellenle rape'
nacional princeza, da fabrica de JJ.J. da
Itoclia & Companhia, do llio de Janeiro,
onde lie muilo apreciado, c tido pelo
tnico que mcllioi- substitue 0 de Lisboa ,
pela grande semclbanca quo com elle tem,
lano cm cor, como cm aroma : olio be
tamben ja' bem apreciado na Babia, Ala-
oci, Ceara' e MaranhSo, e geralmente
cm lucias asilarles onde lem sido inan-
ndo. Yendo-so no tnico deposito da
rua da Cruzn. ">7, segundo and
ia niellioi- commodidadotautb
la-(.ni/es n. II, CBS!.....de llinrou o Hmii. l
Sr. vigario coral Dr. Meira, onde pode ser W
procurado a qualquer hura pelas pessoas que
0 qui/erciii honrar i.....i sua cunlianea. {
i;;::::;'::.;:::: :::::: .'aw;*:?
No da l do corrale, pelas ll horas da larde,
Icsapparcreii das vi-las da pessoa que 0 acunipanha-
va, mu pelo reudii/.inilo um balu'i peqitcnu cobcrlo,
de rouru prelo, o baba conliiiha o cegointe : I ves-
ido de seda roa furla-cdr, t borllte folla de renda
piola de linhu goamecida do lila cor de rosa, -2 leu-
rus do seda estampada, I vestido de cambraia do al-
sodSo aborto, I dito do cambraia do algodto lisa, i
dito de rassa estampada edr de rosa, J caintass lo
madapolao novas, para senhora, I cubera de chita
nova, I sobre-cea de cama, -i saias de madapoln
ruin renda c bieo, I dita da madapolao lisa, I par
de bonegnina novos. de hienda de lia, paspeadoa de
,-,iin,, envernisado, parasenhora, 1 veslidu de chite,
I Camisa do madapoln. I calrinha de hiini para mo-
llino, l ropinbos, 1 colcha de chita com babados, I
par do molas do algodao para senhora, I lila de ve-
tulio do cor, r.im I lucia, I lenco do rollos de cam-
braia rom renda e bien: roga-ao portelo as autori-
dades policiaes, o mais pessoas que do dilo bah suu-
hrrein, levemn rua du Cano casa n. 36, queso gra-
IlDcarn cenerosaiiicnlc.
CASA DE COMMISSAO' DE ESCRAVOS.
Na rua Direila, subradn de Iros andares, defrun-
le do boceo deS. Pfldron. 3, reeobetn-se escravos
de anillos o- sesos para se venderciii de niinini-sao,
nao se levando por e-se Irabalho mais du quedos
pur rento c sein so levar omisa akiiina de rumeilo-
ria-., ulleirr,iiuln-sc para islo toda a segunuira pre-
cisa |iara os dilos escravos.
: /. >-,. / i f m^f^B
A l'lilio.
'M No armazcm de fazenda bara- M
tas, rua do Collegio n. 2, ^
vendse um completo sortimento w
i/.endas, lillas e rocas por ^>"
IIO.MEOI'ATIIIA.
Ilenriquc A. Chaves, professor em Itunicopalhia,
praliranilo desdo o atino de IKl.'i, conlim'ia a dar
consultas de grapa aos |brcs, podendo ser procu-
rado a qualquer hura du dia, no scu consultorio, no
aterro da Boa-Vista ti. 0, primeiro andar.
NA CASA FELIZ
dos qualro ranlos da rua do Queimado, n. 20, csis-
tc a lista da lotera de S. I'cdro fcfartyr de Olinda,
e -e trocan) os bullles premiados da icsnia por hi-
Iheles da lotera do Rio, cuja lista se espera ale o
dia 19.
" D.i-se umpnuro de cnlitillo de esle) e lijlo
quebrado a quem u mandar tirar: na rua du na-
ga! n. .i.
Aleiro da lloa-Visla loja doSr. Manoel Hilar-
le Vieira, se di/, quem di ItOOOg ou 1:1011 rom
Itypollnca cm prupr/edade
o Sr. I-. do A. I-., morador cm Sanio An
lio, haja de vir pagar a quaulia que dora
IB rua iloOucimadu n. 17, do contrario seu no- ;
O me seri piiidicadu pur extenso ncslc jornal.
I.OIi:iil.\ DE S. PEDRO MARTYR.
O Ihesourciro desla loleria principia a pacar OS
premius da mesma un dia lo du correle, o ron-
liiiuar.i nos dias If o 17, das 10 horas da inaiihaa
al as duas da larde ; depois dcslcs dias, como Icnha
de allcniler OS suas orrupares sii pacani s secuil-
das-feiras ,is me-mas horas; |mrm lias lujas cm que
os buhles se leoderam, senlu trucados por bilbeles
da .Mal / da Hua Vista, que rorro iiifallivclmcnlc
no dia l do julho prosimo futuro.
AlUgO-SO un mulato de idade de IS anuos,
be muilo Bel, Obediente e nao lem virio ; servo pa-
ra comprar na rua, o outciide do olllrio do sapalci-
ro : no bairro do llerife, rua da Gula, n. 61, pri-
meiro andar.
OHerece-sc urna inullier mora para ama do ra-
sa, sendo para Indu servico menos ro/iuhar, sabe
hem i iiuoiiiiii.ii- e roser : na rua da Ciuz du Hcclle,
n. .11, -ecuiido andar.
Rogs-ae I (odas as pessoas a quem sejam offe-
ii'ii.lo mu reluci do ouro, sendo palele siik-o,
com tuna cadeia gTOSJS, leudo a dita um silicio c
nina chave, queiram por obsequio loma-lo, pois dcs-
COUfla-SO ser raptado por urna pcssoa nao esperada;
por i-su quem u pudor lomar, dirija-se a rita do
Queimado n. 33, que ser bcm recompensado, dan-
do-sc 0 valor pete qual fui comprado dilo rcliujio.
Francisco Malillas Pereira da Coala esporta
para u Hio de Janeiro o sen cscravo, mulato, de li-
me Manuel Jos, de idade > anuos.
l'rcrisa-se do nina pessoa capaz que lome ron-
la de unta hcela de fazenda, dandu liadur: quent
deste negocio qitizcr enrarregar-se, dirija-sc a rua
da Iluda u. 15, primeiro andar.
(ISr. Miguel ftieira (iiraldes Icnha a bou-
dade de apparecer na luja du sobrada aiuarcllu da
rita du ijiieiuiado u. S9.
indar, (Mia-
beinoaclia-
^j de fazendas, linas
',t piceos mais baixos do que em ou-
a Oa qualquer parlo, lanooin por-
^5 enes, cotilo a rclallio, alliancatido-
H se aos compradores um s preco
3 para Indos : esle eslalicleeimeulo
':,'! obrio-se de combinaejio com a
d inaioi- parle das casas comiuci-ciacs
inglesas, francezas, aUemasesuis-
sas, para vender fazendas mais'em
conla do (|ii(' se lem vendido o
por sto olferecendo ello maiores
vanlagetis do que outro (piali|iier;
o proprietario deste imporlantees-
lalielecimciilo convida a lodos os
seus patricios, o ao publico em gc-
ral, para que venbam (a'bom dos
seus inleresses) comprar fa/.endas
baratas, no armazem da rua do
Collegio ii. 2, de
Anlonio Lili/, dos Sanios.
Desappareecu dos abaixu assignados o esrravo
Domingos, de nielo Cabond, reprsenla a idade
de O annos, um lano calvo, tcm urna fciidn de
comas na junta media de um dos dedus da man di-
reila, icuaes fci idas na barrica de tuna das pomas,
formando careros irnilacAo de crandes verrugas,
hem como oulra na sola do um p, a que 11.......ou
eravOS* males astea que por screm rlirouicos, nao
lie fcil dcsappareccrcm: be niuilu ladino |ejn an-
dn em fuca |ielo lugar do Barra tirando da pro-
vincia de Alaauas, c acha-se fucido hados mezas,
anlcs do que andn pela prnia de Ciiliinma, c depois
Meta praca.....de se sup|io andar aruulado :
quem o |iecor, ou dellchuiivcr noticia, pdedirisir-
se, na praca, ao llltn. Sr. niajor l.uiz Jos Pereira
Siimmi--. com cscriplorio na run do l.ivrainenlo, e
Hora, asa aballo asilgnados, no cncenho duAraujo
ic iiralilicarau. .Iraujo l'inliriro A Compaohia.
Aluca-se a padaria da rua Real 0. W, proiimo
ao llauciiinho, rom erando- roinmodos e lodos os
seus piTlonces, por prci;o muilo commodo: a Indar
ua rasa n. (i da mesilla rua.
Oiter-sc alugar urna ama que saiha COSinuaf,
cucomniai' c lavar : na rua de Mondcco. em um si-
Imdefroule dosobrado cm quo inora o Dr. Alcan-
forado.
HOMCEOPATHIA
ti HI A DAS CHI7.ES M.MERO II.
A botica central hoiiucopalliia de l'ertiamhuro
imidnu-se para a rita das Cru/.cs n. II, casa de seu
proprielario o Doulor Sabino Olccario l.itdccro
Piano,
Abi se encoiitrar.io os mais arredilados medica*
incnlus preparados cm Franca, nos Eslado- ruidos,
un Itio de Janeiro, e em l'ernanihucu, ruja elllra-
cia lein sido prodiciosaiuer- verificada nacvlensa
pralira do Dr. Sabino, c atleslada por numerosas
pessoas, que os lem esnerhneatsdo. Evisiemeiuiei-
ras de diiiereiiies qualidades, cajos procos variara
conformo rlquoia no seus brvores, e o numeru do
inedirauenlus, desdo llt-IKIO al 190)000 rs. rom os
ronipelenlcs livrns iudispeusaveis para a pralica da
homirupalhia.
Cada vidro delinliira da quinta dvuamisarau 2^000
Cada tubo de medicamento l-msi
ADVERTENCIA.
Para maior cnininodidadc dn publico cstahelccc-
ram-se os secundes depusitos de medicamentos cm
carleiras :
Primeiro.
Hua du Cudria do llerife n. SI, primeiro andar,
consultorio do Dr. Pires Ramos Jnior.
Secando.
.lleno da Boa linio n. SK), primeiro andar, con-
sultorio do professor em bomeeopallua Ilenriquc A.
Chaves-ai ne.
Tcrcelro.
Em l'edras de Foco, casa do Sr. Cantillo II. daS.
Tavora Indiccna.
b. V. Ans esfurcos c sacrificios do Dr. Sabino lle-
ve a hoiiiii'iipalhia n crdito de que buje nota em
Hernamliuro, c as de mais provincias do norte. A
ello mais que a niiicucui eumpetc maiiler, sti-lenlar,
cosleuder esse crdito farililando ao poyo aarqui-
siclode iiiedicanientos verdadciios, de que neecssila
para u curatini |iroinplu, infallivcl, seguro de suas
niiileslias. Corrc-lhe pois a rigorosa obrigaeo de
recnnuueudar us medieainenlos da botira eenlrallio-
pathica de l'eniamlmro, como os nicos, de
(Reacia "o so piule dnvidar. Tudas as cartei-
lue sahirciit da hoOea central de l'crmtiiil/iiro,
levaran uma lisia dos medicamentos que coiilcm ,
atareada rom o emblema da liunueopalliia cima es-
tampado.
AVISO AOS SiCMIOHKS DE ENGENHO.
Alientas as grandes vantacens na inuaccm dr rati-
na, provenidles de ler os tambores das inucndas
lierfeilamenle lomeados, oabaiso assignado rcs|ielo-
saincnlc Iciuhra aos seuliores do cncenho que na
-ii.i fuudlco de reno em I ora do Portas se pudo
perfellanieate tornear de novo um Jugo do lamlio-
res, a aparar e eudiraJIar os denles das carreta- com
lauta presteza, que se pode entrega-loa no mosmo
feo, q
iiur.1
que
o do
, sc-
iua.
dia. evil unise es iui n inroiivenienlc da di
dos carro- e o impale da nioaccm ; assim cun-
a ratania fundlcHose aclui sempresorlkla, nao
novas uioeiidas de diversos lamanhos e aMdoli
nao lambcm de rodas dentadas, lauto para
como pala animar- ile ludas as propiin.e-, a labor :
pin volla, olla r quaila, vullac Ierro, volla
S iiieia.dua-, lie., qual lio vollas. ele, ele., c |K>r-
lanio quoqualquet scubor de engenho querendo ae-
celcrar a sua iiioend.i, a lim de moer mais catiun no
raesmo lempo, ou relaida-la, a lim de e-pr.....rr mais
liquido da mesma raima, |h'hIp sem demora e.i olhei
as roda- compolenles. l;undirao de ferro na rita
lu llrtiin pas-ando ochauri-. >. II Uonmim,
sngerdteiro.
e-


,
o altaico ausignado declai .1 an re pe lave 1 for-
po de rninmercio, que rctlpu c traspassou to com-
mum accordo o seu rclabelecimciilo de motilados, si-
to na riiii do It osario larga 11. 7 a Jos Jnar|uiiu da
(.' 1 Maciel. a *|ticm aulorisa a liquidarlo do acti-
vo e panto do mesmo cslahclocimeolo. conforme o
li.il.iin_'1 que se proceden em (i do corrcnle, rom o
qual inleiramele me ronformei.
Joo llenri/fuc* da Silva.
Na ra da Aurora, rasa junio ao CoHofdo das
orphlls, precisa-se de uin connhoiro ou cozinlieira,
lamban uin criado ladino livre e do qualqucr ua^ao
011 cor.
IVrcnnla-sc ao Sr. M. J. I. C, se I). Miguel
fui coziuliciro do papa Po IV.'
LOTERA DO KIO DE JANEIRO.
A rodil da lotera 17 a beneficio do
tlieatro da imperial cidadcdeNictheroy,
lijo* Indicies sr acliam n venda, corren
no lia S denudo : a lisia vira' pelo va-
por hmsilriro ou inlpez da 19 a 21 do
COiTenle : os premios scrao pagos a clie-
irada da lisia.
ATTENCAO'.
Na rua ila Viracao n. 9, se dir qncm d dinhei-
I" a juros.
Dcscjando a viuva Roma morar
frn da |>rar.i, arrenda a sna tynofjra-
pllia, sita na na da Piala, n. 5.*), n
(|nal esta' montada tanto de necios romo
ile l\ pos de diflercnlcs (|iiali(lades, e i'in
estallo de imprimir (jiialquer obra :
ijiiem'a pretender dirija-se a mesmo of-
licma.
GABINETE PORTUGUEZ DE LEITURA.
A drorloria convoca toa senliorcs accionislas para
urna reunao cm Mttmblfl peral no da I!) do cor*
rente, as 10 horas I.i manlila, para llic ser aprc-
seutadu o parecer da ronimisso por ella nomeada,
para desfazer as duvidas quo liouve na elcico do
coimellio.
CONSU.TOHIO IIOMEOPATIIICO
(osset linmnl, profeaor de lionieopatliia
pela ocola do Hit. de Janeiro, continua a
; dar consultas grati* aos pobres lodotOSdlM
ulete) las 8 horas da manfiSa aloao molo da
no sen consultorio- ra das Cruzes u. 2H.
Narua da Cadea de ,s. Antonio, sohrnilo n
1:1, precisa-ce alugar um coslnheiro escravo.
Os administradores da massa fallida deMo-
raos i\ Soare*, rogam encarecidamente a todos os
ilevodores da motma mam.que lenliam nano ur-
bano Miguel la Co-la, tle lhcs aprcsenlarem os re-
cilios para receherem ontros lirnintlos por ejles,
alim le poder-se liavcr a importancia dallos do dito
Cosa, que nivobsliulo nBO ter sido aulorisado para
recetor quanlia oJguma, nao k, raoeboq como nao
fox entren wn annuncianlesj na ceruna tic que
aquelles que dcixarem le apre-enlar os recibos, ver-
re-hlo na Deconidade de repetir o pagamento: pu-
dendo apieseula-losdas S horas da manhaa as da
larde, em casa de Brnnn Pracgcr-5 CompM.hla.ou
na deAvrial fnnSo [Gompanma, ambas na ra da,
Cruz to hairro do Itceife.
COMPRAS.
.Inaquim Kiliciro 1*011(04 ......pra prata : ua
sn.'i luja dn rua da Cadeia do Hccife n. 54.
Comprn-se nina rarrnra de um hu sii. que os-
loja em liom oslado, p juntamente um boj de carro
pie oslcja gordo : uariia llireita n. '>'>.
Compran. *c escravos, e vendem-so, reocliem-
se de cmniuissa. lanlu para a |irovinri,'i romo para
fura delta; na ra di Quarlcis u. i, sp^iiihIo an-
dar.
Compra-so prala lirasileira ou hespanlinla ; na
ra da f.adpia do Rccife n. 21, loja de ramliio.
Gunpra.se cm mcio URO, a colecciin das leis
braseiras, desde a Independencia: quem livor, an*
Ulincic para ser prorurado.
Gompra-se um legando lomo de grammaliea
Burgain: a peana ipie livor, dirija-se a ra Velha.
rasan.S6, ouauDuuele asna morada.
Comprn-sc una corralo de 8. lenlo, olira de
ouro andiga, sonifeilio: i|iipiii a livor, dirija-se a
ua l'ormo/a n.S, queso dir* ipipm compra.
Compra-aa um eaeravo que cuienda de lodo o
servico iie padarla: quem liver anuoneie*
Na loja do 6 norias em frcnlc da groja do l.i
vramcnlo, vcnde-K chilrts do coros com muilo Imm
panno, a 110 rs. o covado, riMadinlio Irauccz de co-
res eiWums, a HU o covdo, alpaca dp cores, lisa o
de miadros, propria para vealidos de senlioras, a
210 o covado, lencos de camliraia brancos, dilos
rom barra de cures, a l0 rada um, ditos para me-
nino*, a 80 rn. cada uin, corlea de cassa cbila com (i
varas o mcia, a IsfiOtl, c olales de ISa prcli para
lulo.
VENDAS.
VELAS PE STF.AHINA, franceas, do 6cm li-
brabranca* e do cores.
CEMENTO do llamburgo cm barriendo II ar-
robas, chocado novamenle.
AC HE MIl-AO sorlido.
OLEO DE I.INAACA cm latas de ."> galOe*.
IIOTIM DA INDIA da prinieini sorlc, c muilo
alvo.
PAPEL DE l'ESO Inglesatanco e ailado, c
pelmas de neo lamhein iiiKlczas.
ZINCO EM l'OI.IIA. proprio parao forro de na-
vios ou para a cubera de ledos, o por nina qnarla
parlo do proco do cobre-; o.....-mu em tullas Cura-
do, prnpri para cubrir gaiolas para guardar comi-
das.
l'm rompilo sorlimonl do VIDEOS ordina-
rioscomo COPOS, CAI.1X, (AUKAKAS, ele,
pie so vender muilo cm ronla para, fechar a fac-
tura.
CABOS, LONAS E I1HINS DA H1SSIA, c una
iwrraode I.LMIA AI.CATROADA.
Ifma factura pequea de VIN1IO DE CIIAM-
l'Ali.NE muilo superior, c rlicsada agora; ra do
Trapiche u. :!.('../. M8TLBY& C.
Na rua Nova n. 1K, loja de M. A. Caj, be
sempro um erando sorlinicnlo de obras feilas, de
Indas as qualidadcs, lauto superior como mal ordl-
narias camisas brancas, linas, franceas, e de cu-
re; chapeos franco/es, linos, ditos de abas largas,
brancas, cor de chumbo, prclos c rir de vinhii, os
maia finos que lia no mercado, dllea doaeda; um
sorlimenlo de pannos linos, c merino* de bula* M
coros, brins bramo c de cores, do puro linlio, o
de oulros mullo* padnics ; lencos do seda para ali-
beHa, dilos para grvala, suspensorios, bouel para
montarla de aeoliora, dilos para Iramem, palito-,
calcas e jmpielas para pequeos de 10 a 12 anuos;
um grande sorlimenlo de palllda de ludas as cores e
qu.llidailes. Paa-ae vestidos para senlioras moni
reitl .. cavallo, de merino de qualqucr cor, de lOf
a ."ilWKKI rs. lia um Mirlimonlo de charulos Uno*
ehegadoada Baha, o oulros mah barato* pa aca-
bar; emlii.....frcuiv. quo enlrar no-la loja saldr
promplo ile un fado completo, Ira/.....lo scinpre o
governador do inundo> aenhoc dlnheiro.
BRACOS DE BALANCA DE ROMAO'
&COMPAMIIA.
Vende-te bra<;o de balanza de Remflo
& Compnnhin proprio* para balcao de
vender a'retallio, mnii'barato do que
em oiiira cjualquer parte : a tratar na
rua do Vigario n. I!>, eg.....lo andar.
Aindn i'xisic1 nina |n'i|iii'na porefio
(Id ja' acreditado remedio contra a eui*
viudo iln Rio de Janeiro, ea-
4
briaguez,
na Illa i
lu Ua
In.li-
A 10 US. A
clia-sc a venda
ea n. (ii.
RAPE DE LISBOA A RETALIIO
OITAVA.
Na loja de miudea* da praea da Independencia
n. :i, vende-so rape mai- Ireacoque lia chegadoulllmamenle.
lotera de kossa senuora DO
ROSARIO-
O billiolosdosla loleria acbam-se a venda nos lu-
lo a fa-
ares do costa.....; o olhewureiroesuidbpo
icr correr as rodas no dia primciio de jull
lino liquen) aluinis liilheles por vender-se.
Illlidl

wcnhel
Apoitosn
tle enn
VENDAS
TABELLA POS DAS SANTOS Altol.lDOS,
l'OU DOUS MMENS.
Vendc-se |"-r 10n. urna lahclla, declarando
o-dias sanios aludidos ou dispensario* : na Imana
i. (i cH .la (traca da Independencia.
Vendc-se urna escrava ^ ciioula, moga, com
habilidades, e grvida de I. me/.es : ua rua lu Kan-
gel n. vi, segundo ndar.
A DIN1IEIRO A' VISTA.
Na rua .Nova, n. II, do baraleiro ii,nl.nili. (em
um rompilo soilimeuln das mais modernas fa/.en-
das que lem clwgado, as.iiin como sejam chapeos de
seda para senliui.t, dilos de palha aberlos o fecha-
dos pitra dila, dilos de leda, rio palha c de fellro
para menina- e meninos, lano para baplisar como
para pa>seio, louras de l.i.i e tle seda para seuhoia,
e meuin.is, en le l es paru cabera desenhora, lano
para baile como para casameulo, por seren dos
mais modernos que leen, chafado, rlleles de setla
para sen hora, esparlilhos de nova in\encAo por le-
rem a <]ualitlade tic aseidiora poder-se aperlar asi
propria, lavas prelas |as prelas, bicos tle laa de cores, seda, 13a para bor-
dar lala^.u c,?, lano para tpele Como para suspeu-
emios, horoi tle laranja, cajielas tic flor de laranja,
plumas para chapeo, ditas para loucado, camisi-
nhas bordadas, puulios de cambraia tardados, ni.nu- de
lilo c i!e cambraia biinlailas, luvas de castor para
motilara, lanlernas de \idro c de bronze, candela-
bros do duet a cinco luies tos mais modernos que
lem chegado, caJsas de Unas para dccnht> com ti
KU livro >le principios para o mesmo, tlilas de ina>
Ihemalica, iulruniculos de lorias asqualitlades, lan-
o para msica militar romo para orcheslra, emui-
las -mi .1- r> que nAo vao tleclaradas, e que
se venden, a irocode pouco dlnheiro.
Vende-se manlelga inulc/a nova a ,80 e.ViO
m. a libra, assim como se compra (HKt garrafas ja
.-midas e paua-se a (?(MH)rs. renlo : no palco do
Carmo. venda noTa, d* 2.
Vende-ae nm escravo, tic nac.io, de bonita 0-
Rura, rom idade tle 18 a -JO anuos, proprio para lo-
do servico, e por preco commorio : Irala-sc cm To-
ra de Borlas, na rua dol'ilar u. M-2.
vonde-se lima escrava parda : na run da Tai-
ma, ornease de Thonutl Jos ta Cosa c S.
Vend-se uin cavallo carnudo, com andares:
na rua Velha 0.55.
Vende-se urna inorada decaa na povoacAodo
Monleiio, a qual Coi to fallecido Maciel : uo'pMco
do Terco n. H.
Vendc-se uuia casa, na rua Ini|)crial n. Hi :
abalar uarua dos ,)uarlcis, luja n. U, que achara
......quem Iralar.
ESTAMPAS DE SANTOS E SAMAS.
Ghegnui loja tle mfodem ta ruado Colleuio n.
I., asseuuinles estampas do sanios c sanias em pon-
i pei|iieiio e Brande : ss. Goracffo de Joras, ss.
coracilo de Alaria, Santa Familia, S. .los, oScnbor
Criuilicado.Salvatlor do Huodo, N. Senhor no Cal-
varlo, Sanio Anlonio. N. S. da Solcdaric, Oa de
ll.rblo, N. S. dH Dores, >. S. rio Kosario, S, Ha-
nocl,i Hetrato deNapolco III a cavallo, tlilo naro-
ro;iriu, ililo no casamento, dilos rio S. Af. Eugenio,
ditos de >'apulco I. a cavallo, cas seuuinles coNe-
ccs : rcvolucat franecza. em 18,8,8 eslampas, Go-
rallo do tordo va, ieslamnas ; Mislerios tle l'aris,
. eslampas, Paulo c VirRina, eslampas ; Zulena,
i eslampa* ; lid lira/, estampas; assim romo*
rclralo tic Isabel lie Espartero duque da Vicln-
ra.
Vendc-se una escrava criuula, de idade tic 18
annos: na rua Velha n. '!(.
Vende-sc H canoas de bordSoinho muilo bem
feilas, as quacs existen) no trapiche do Hamos: a
lra(ar-se na rua da f'.ruz n. .14.
APOSTILLAS
De tlireito criminal, bem ropindas c por prc^o c-
modo ; vende-sc na run do Passeio, loja n. 21.
I'AKA OS BOLOS DE S. JOAO\
Na rua Anguala, laberna do Victorino Jos Cor-
rea.de S.'i, vende-se manleiRa rmncezu, da melhor
que ha no ulereado, a 500 rs. a i, dita ugleza, a su-
|rinr ~-M.
Na rua dasCr117.es n. 2. vendc-se urna rriou-
la deiTi anuos, engonmadeira, coalureira o faz la-
livriullio, 111,111,1, co/inha e lava, nina dila de -JO an-
uos, que cose chao, cozinlia c lava de sahao, uiua
parda de III anuos, que rose chao, colinda e lava*
nina prela de meia idade qnecozinha e lava.
N'ende-sc um cahriulel novo, i'oberlo, rom ar-
roiosmi MSI illes,assim como dua* cariocas nova*
lioin riiiislriiidaa para ravallus un bois, l.iniliiiii
arreios, para o- BMamoa por preeo muilo rommodo:
na rua da Senzala Vrllia, dcrronlo da loja do Sr.
Marlii piolar.
ma-
lenle
iibus,
e-la-
ipor,
;i em
DAVID WIM.IAMBOWMAN, e
rbinisla o filiididor de ferro, mili r
annuncia aos senhores proprielarins
fa/endeiriis, c aorespeilavel publico, queosc
bolorimenio do ferro movido por machina de i
na ruado llrun paaMDdo .irhai.ili-, conliui
cII'ciImi evenicio, ese acba coinplclaincnle monlado
com apparelhos da priineira ipialidade para a per-
fcila ciinrcicao das uiainrcs peas do niachinismo.
Ilabililadii para oniprelieinlor quai~ipicr obras da
su.i arle, David Wllliam Bowm......leseja maispar-
liculaiinenle cbainar a alleuca publica para as se-
L'uinies, por ler dolas arando sorlimenlo ja'promp-
lo, em deposito ua moma uindicaO, as quacs con-
iruidas emana fabrica podem compalir com ;i. filni-
cadasein paii ealranaciro, lano em proco como em
qiialidade de malerias primas e inaii de ulna, a
dier:
.M..chinasde vapor da melhor rnnslrucao.
Aludidas decauna pala cn^enhiis de Indus 08 la-
lllaiihos, inuv idas a vapor por agua, ou animaos.
Iludas de auna......iuhos de v culo e serras.
Manejos iuilcpeiiileulcs para cavados.
Roda* denudas.
Amiilhes. bromea o cliuniaceiras.
liv IIu'k's e parar.....s de lodos O lanianhns.
Taivas. parof,crivoso bocas do fornallia.
Uoinboa de mandioca, movido* amad ou porani-
niaes, o prensas para a dila.
Chapas de fogaOc fornos do forhilin.
Canoa de ferro, lorneiras de ferro o de brome.
Bombas para cacimba c de repuvu, movidas a
mn. por aniniaes ou vento.
Guindastes, guincliose macacos.
Prensas hjdraulicas o do paraftuo.
Fcrragenspara navios, carise ninas publicas.'
Columnas, varandas, erados e portos.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros de mao arados do forro, ele, ele.
Alm da suporioridado das suas obras, ja' geral-
meuloreronhcrida, David Williain Bowmaugarante
a mais evada conforniiilade cornos moldes o,deso-
dlos roniollidos pelos senliorcs que se dignaron de
fa/er-lhi' cncommendas, aproveilanilo a oeonda pa-
ra agradecer aos seu* numerosos amigos o Iregoeaes
a preferencia ruin que lem sido por elle honrado,
o assoi/iira-llios que nao poupara esforeoBediligen-
li.is para conlinuar a merecer a sua conliauca.
A l.sOOO ItS.
Corles de ganga amarella para cale.: na ruado
Creapo.loja da esquina que volla para a Cadcia.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Nenio rtlnlieleciinunlo contiriuii n lia-
ver tun completo sortimento de moen-
(l;is e nielas moondasparn ongenho, ma-
china* de vapor, e tatxai de 1'erni batido
e coado, le lodos os tamaulios, para
dito.
FUNDICAO' D'AURORA.
Na fuuilicao d'Aurora ai ha-se ciuislanlciiicnle um
cnmpleli soVliiiieiilii de machinas do vapor, lano
dalla t........le haiva pressau de luodellos os mais
appruxadns. Tan,.icm se apromplam do ciicuninieii-
da de qualqucr forma que se pian desojare.....a
maior preStea. Habis oniciacs sern mandados
para as ir asscnlar, c os fahriranli-i como lem de
costiinic aflaiicam o pcrfeilo Irabalho dellas, c se res-
poiisabilisam por qualqucr defeiln que poasa aellas
apparecer duranlc a-prinieira sala. Mulla* machi-
nas do vapor conslruidas ueste cslalielccimciilo lem
estado em constante servico nesla provincia m, i>,
. _t lli anuos, o alienas lem exigido miii insignifl-
canles reparos, c alsumas al nonbuns absolulamcn-
le, acorcsccndo que o consiinnno do conbiislivel lio
mu ineonsideravcl. t)s senliorcs de ensenho, pois,
contras quaesquer pessoas que |irecisarem de iib-
cbinismo slu rcspeilosainenlc convidados a Visitar o
cstabolecimcnto ein Sanio Amaro.
COLCHAS IIKANCAS COM SAI.PICOS
a lfit cada una
na rua do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia.
Vndelo barricas com farinlia do lrit;o fran-
cew do superior (pialidade, por comniodo proco:
no nnnawin grande, dcfronle da rompa da niran-
dega.
Vende-se um ptimo cakriolct
(|ii,isi novo, de milito lioa conslriioro l
com colieila ; assim ixnnn um e\cellenle
eav alio para o mesmo, milito forte e bo-
nito : para ver na rua la (luja, eochfra
iloSr. Wolliclinitl, e para tratar na rua
laCni/., n. 10.
^^ O1
,DAURORA
C. STARR C.
respoilosanienlo .iiuiunriain que no scu cxlenso es-
labelccimenln em Santo Amaro, continua a fabricar
com a maioi |ierfciroe promplidao.loda aqualidadc
de machinismo para o uso da agricultura, navesa-
rao e manufactura, e ipie para maior rommodo de
seus nuinorososfrciHie'es e do publico em geni, lem
berto em um dos grandes arnuoens do Sr. Mesqui-
i na rua dn lh um. airar, du arsenal de inariuha,
um
DEPOSITO DF. MACHINAS
conslruidas no dito son eslabelecimenlo.
A lli acharan os compradores nm completo sorli-
menlo de moendas do caima, com lodos os molho-
ranienlos aliins dedos novos eoriuinaos) (loquea
experiencia do mudos anuos lem muslrado a neces-
siilade. Machinas de vapor de baixa o alia pressiio,
laixaa de iodo lomanho,tinto batidas cuino fundidas,
carros de mao-e ditos para conduzir formas deassu-
car, machinas para moer mandioca, prensas para ol-
io, fornos de ferro balido para farinha, arados de
ferro da mais approvada onnslriirrjn. fundos para
mis (. imrlas para furnalhas, e nina
le ferro, que seria enfadonhu
i deposito existe ama pessoa
la para rocebrr ludas as en-
ipio os annuneiantes eonlan-
SU8. ollirinas e macliiuisiun.
o pericia do scii olliciaes, se riunprouieltein a fa/cr
cvecular, com a maior preslea, perfeicao, eevada
conformidadecom omodelo* oudesonla, einslruc-
coei que Ibo foreni fnruerillns
'_ Venilom-seorneas*de Me. Calinonl &Com-
panbia, na praea do Corno Sanio n. II. osemiinle:
vinho dcMarseill......iraivas de :i a (i du/.as,hiihas
em novellm oearreteis, bren em barricas muilo
Grandes, aro de milao sorlido. ferro ingles,
Vendivse lio le algoduO da Ba-
bia, por preco eommodo : tioes-
criptorio de ovaet .V Companhta,
na ruado Trapiche u. ~>i.
V.....lein-se os vordadciriissellinsiiGlo/os. pa
Ionio, de mola o sem ella: naruadaSen/
"* VINHO I) PORTO VIHTO FINO
i Veinlc-sesuperior vinho lo Porto, em
barrisdo i., ">. H.:
iln A/i'iie de Pei\e n.
eteriptorio de ?>(>v oes
rua dn Trapichen. ~>\
alambique.
inlinidade
enumerar.
Inlclllgenli
rommenda
do
obras
ile i
No moma
e hablilla
, ele, ele,
capacidad, de
la No
10 arir.a/einila na
I ou a tratar no
,\ Companbia, na
\A LOJA lili SKIS PORTAS EM FRENTE HA
IUREJA Hi i I.IVKAMENTO,
vende-so peras do chita do cores rom muilo bom
panno, a SJOOO rs. a pera, corles do cassa chila com
II varas o meia, a Millll o corte, o chales de laa le-
los para lulo.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundirlo ile C. Siarr iV Coni|ianlia
em Sanio Amaro, acha-se para vender
moendas de caimas todas de ferro, (lenin
modello aconstiitccSo milito superiores.
CHAPEOS DE SOL, A l280,
na rua do Crespo laja da esquina quo votla para a
Cadeia.
DOCE DE BACORV.
Clieaon rccenlemenle do Maranhio nina pequea
unan dcslc delirado dure, o melhor que ha. lano
icla sua rllenlo qualidado, como por eonservar-
o por muilo lempo oni perfoilo estado: vende
Vendem-se vcitladeiro vinlio le
champagne de expediente iiialidade, e
milito i^in eonla, para liquidaeno' : em
casa de Rrunu Praeger & C, na rua
d Crii7.. n. 10.
PARA ROLO DE S. JOAO'.
Vendc-se hondas hadas para bolo, assim romo
pendras linas para massa : na rua da Cadeia do Rc-
cife, luja n. M.
AO PURLICO.
Os abaixonssignadosveiidem na sun lo-
ja ila rua do C()lle(;o e Passeio n. 15 ,
um rico sortimento de sedas, lisas, fuita-
cores e laviadas, por baixoi preOOt-
Itoslron Rookcr & Companliia, negocian-
tes ingle/es.
ROA 1)0 CRESPO n. i).
Vende-se chita lina, a ll rs. o covado, cassa fr.-in-
ce/a superior em qualidade, o lindos iiadres, a 20,
210 e 200 rs. o rovarin, corles de cambraia IraneaH
docorn oscuras, a 2S0OO rs dilos de briin do linho
Imitando cnemlra, a 3)000 rs., alnalhado do algo-
d.m do 3 a ti palmos de largura, a 100, 500 e GIK)
rs. a vara, riscado mouslro com." a 0 palmos do lar-
jaira, a 270 rs. o covado, c oulras mudas rateadas
|Mr iliin inulo proco.
No boceo do lioncalvcs. armazcm do Dcanc
Voule kV Companbia vende-sc lucios barricas com
superior farinha de higo,
Vende-se presiinlns inglc/cs muilo novos para
hambre, [alas etun bolaclunhas de soda lindeza,quei-
jos de pralo, conservas muilo novas, seinenles de to-
das as qualidadcs de horlalirc, chcGadas ulliniainen-
le: na rua da Cruz u. li. dofroulc do Sr. I)r.
Cosme.
Vendo-so sal choGado agora do Ass, muilo
urosso o alvo, a bordo do hiate ./hoc/ci: a Iralar
na rua da Cadeia do Hccife n. I'.l, primeiro andar.
Venih'-se um noGro, crioulo, que sabe cozi-
nli,ii o diario do nina casa, de idade :10 aiiuns : ua
rua da Aurora u. 02, bija do fuuileiro.
POTASSA DA RUSSIA,
Vende-sc potassa da Kussia, eliegada
iiltiinanieiile: na rua do Trapichen. 17.
Vende-se farelln novo o 2,0110 rs. a sacea : na
rua du Trapiche n. N.
Vende-sc vinhu da Madeira de superior qua-
lidade cmquarlnsc oilavnsdepipa, por proco eom-
modo: uoarmazeni de N. O.lliobor s Companbia
na ruada Cruin. I.
A 500 RS. A VARA.
Ilrim (raneado brinco do puro linho, muilo en-
cornado: na luja da esquina da rua do Crespo, que
volla para a dulca.
COBKRTOUES l)E TAPETE
Escures para escravos, a 900, l|000e I^HOrs.:
ha luja da esquina da la do Crespo que volla para
a Cadeia.
COBERTORES DE TAPETE.
JS'a rua do Crespo n. 0, vende-se superiores cuber-
lores de algodlo oscuro", proprios para escravos. a
000, llOOOrs. olHOcada um, brim trancado bran-
ru de linho puro, a ,'MH) rs. a vara, corles de diln es-
curo, a IM1H o 2jt)0 rs., cortos da elida com baila-
dos e barra, a 'i.-vMNI is., leudo 1:1 rovados rada um,
rlnli-e-curas deludas seguras, a 1011, IW, o 200 rs.
0 covado, solim prelo inac.io, a :t,-*IIIHI e3f00, pan-
no pelo lino, a :i o t.^lllKI rs. o covado, dilo azul
muilo lino, a VlslMM rs. o covado, pecas de cambraia
de salpico* com 7 varas, a 1 e i>*ilKI, o mudas mais
faxendas por menos preco da que em oulra parlo;
na ruado Crespo, loja n. 0.
Vinlios superiores de llueellas
(hranco) c deColares (linio1 em barris de quinto:
vendem-so em casa de J. Keller A; C.
>:, ::::;:;,'>:;.i -,'r,.:.-,.:::.:>, ;; .
ti Deposito de tecidos da fabrica M
de todos os Santos, na Baha.
Vendo-se cm casa de Domingos Alvos M
Matlictis, na rua da Cruz do Reeie n. 52, $!
^ primeiro andar, nlgflriao transadoila,uclla
fabrica, muilo proprio para saceos o rou-
H pa de escravos, assim como fio proprio para
^ rodos do pescar c pavios para velas, por
g| prcen muitn eommodo. .
mi casa i
nlciV Irinao. na rua da (
Agencia de Edwln Miw,
amado Apollo n.o. armas......lo U
,\ Conip.udiia. acba-se consl
lucillos do laivas de ferro credo e batid
sa como funda-, moendas inelir.i- Indas
ra aniniaes, agoa, ole, dilas para arul.il
.....lo
ido I
lea Velha.
. Calmen!
uis snrli-
. tanto ra-
le lerrn p i-
om madei-
ra de lodosostaihanhoaomodelososm ib moderno,
machina horisonlal para vapor com linca de
l cavados, cieos, passadeiras do ferro eslauhado
para casa de puraar, por mono* proco que os do co-
bre, escovens para navios, forro ingles lanl.....n
barras como em arcse ludias, eludo por barato
I'AKA FECHARCONTAS.
Vende-se cera em velas em caivis sor-
lidas, mercurio doce multo superior e
em |i 'iiii'n is eaj\inhas, a/.eite de pei\e
em volumen pequeo, baiTieai com li-
uliaca em rao, eliarnlosda Babia, jaea-
rania'ein eossiienas. e de superior ipta-
lidtldc, fbgo da China em liguras, ele.,
etc., linio se vende por o mais buho pro-
co : na rua do Vigario n. I!l, segundo
andar.
Vendc-se Colchas brancas de sal-
picos muito encornadas, propnatpara o
lempo de fro, a 1,000 rs. cada urna: na
rua do Crespo, loja n. (i.
Vendem-se relogios de ouro, pa-
tele ingle/., os inelliorcs ipie lem viudo
a elle mercado, e do mais arredilado
fabricante de Liverpool : em casa de lius-
TOAI.HAS ECONMICAS
para mesa a laOOO
na rua do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia.
POTASSA SUPERIOR
Vt'ii(loin-sc por prero minio eom-
modo. no nrmm-m n. 7 de caes la
atfimdega, deJosc Joaqun. Pereira da
Meo, ou no et-sriptorio de LVovaes i
Gompunliia na rua do Trapiche n. 5*.
sel Mellon .V Compani.a. na rua dn
Cadeia lrcilc, n. ."<.
Vendcnvfte vaquetas do lustre, para
cobertn Af carros : na rua da Senzala
Nova n. 12.
CALCADO BARATO.
Na rua Nova n. 8, loja t\c lose loaquim
Morera*
I i.i ii ni ricosorliiAfinlodoiapnlOes de bwcrro coa-
rodo luslrc, borxomiins elMlicoi c do botos, ludo
pura Ihhiumh, pelo mab baralo prero que Jiit; mu
ii'in liavido: quem se t|iii/cr cerlflHMU', dirtja-
if.-i dila loja ; adverlledo, porm, que m.M vonil
rilo adiuliero,e que no n farn il:iic algum alm
iIik procos aqui mencionados.
s.i|i.iimc- de lii-iif francoxes
Dilos abolinadoa da Rossia.
Ditos de bexorro francez. .
Ifnr/ruiiins nnn htilcs .
Kilos Hastieos.....
lito da r..l.ri,.. A
itle-se, em
i/ n
propii
ANTltil
r.hii'.in vpi
DAUE E SUI
l>A
SALSAPARRILHA DE BRISTOL
\ SALSA rAMULHA Di SAKDS.
Attencao1
A SALSA PARRJLUAUE BRISI'OL daladcs-
tle IKI'J, c ('ni ronslaiiletneiitc iiLiiititlo a sua re-
Hitaran simii norcwldndfl de rceorrer a DOfDposo
annuncios, tle que as preparacOei de merflo podem
dlspensar-se. o suecesso to Dr. BRISTOL lem
provocado infinitas Invejasi e, cnirc oulras. as dos
bis. A. H. I). Samls do New-York, preparadores
e proprieUros da salsa parrillia couliecidd pelo no-
mo do Sand.
Ksli's senliorcs solirilaram a agencia ar-
rllia de llisttil, eroiuo nflo 0 podessent oliler, ftn
hriraram tuna miarao tic Hrislol.
Ks-at|iii a rarla tpie os Srs. A. H. I*. Samls os-
i'reM'iain ao Mi. Brtslol no da 21) tle abril tle IK<>
e 'i ic
Nos
Bm
&adu
Vine.,
. 19600
. 6&00
. 39600
....... T^ikhi
......."?'. Depoiito da fabrica de Todos o Santot na Babia.
Voude-se.emcasa dcN. O. Uiobcr &C, na rua
la 1:1-11/ n. ., algodao trancado d'aquella fabrica,
mullo proprio para saceos de assucare roupa de cs-
cnvoSi por prero rommodo.
Vonde-se um enrrinho de nulas ruin i assen-
senlos, scmlo'J para menl00S.com laura c varaos pa-
ra I e 2 CAValos, em muilo Ikmii eslailo por tertldo
libricado a auno n molo, por proco eommodo; os
piclendciiles tlirij-un-sir ao aterro ila Itoa-Visla 11. t,
senntlo alidar, das t as Itliorasila manlia.
Vende-so no paleo to Carino, 11. I, um escra-
vo mutilo, tic IH) iiiius tle idade, profiri para ex-
portar por ser bonita Rura, c unta escrava dosa,
propria para vender pelas ras em luboleiro por ler
pratiradisso.
Gctso.
Vendc-se cessoem lmrrira><, rhesado ullimamne-
le: em casa J. Keller t\ Oimpanliia, na rua da
Cruz 11.55,
Monhos de vento
com bonihade reputo para reor borlase baixas
to capias* un fumlira do Itrumns. I, Ke O.
A 5,000 ra. paqaanoa, o 5,600 ra. frajUM.
Vonden-sc cliapeos deso do seda incle/a de
superior (ualidatle, pelos procos cima : ua 111,1
do Collegfo n. 1.
Vnde-se rclogios de ouro eprata,
patente inglez; nafua da Scn/alla-Xo-
va n. 42.
se acba cm uosso poder
Sr. Dr, ('. c. BrUtol.
Bfalo, &C.
o npreciavel senhor.
lodo o auno |USS0do lomos vcmlitlo i/aanli-
ronsideraveis docslraclo o |robi' que ouvlinos diser tic suas virtudes
aquellos (pie a lem usado, julyj.....--(pie a xt-mlada
il ila medicina se augmentara mvjtiutmo. So Vino,
ipii/.oi' fa/er mu C0HCH0 comnosco, cromos que
nos resultarla mulla valagcmt* lano a nos como a
Vine Temos muilo praier que Vmc, nos responda
-'lu'' esle .i--.iiii.mI", c se Vine, vier a esla citlado
daqui a um me/, 011 cousa scmclbanle, leriamos
muit) praier em ovorem noass Indica, rua do Fui-
Ion, D.7.
I iran as ordens tle Vmc. seus sciiiros servidores.
(Assignados) A. It. I). SA.MiS.
CONCLUSAO'.
1. c A .miijiiiili.il' ta salsa parrilba de Itrislol be
laramente piovada, pois tpie a tle Sauds s appareceu em I8i, poca na
I nal este droguista n-111 pode obler a agencia to Dr.
trislol.
2. A SUporlofidade da salsa parrilba de ltr>lol
be Inconleslavel: pois quo nao obstante a concur-
rencia da tic Samls, ede una porcao tic oulras pro-
paraeocs, ella lommanlidoasua reputarlo em qut-
si (oda a America.
As numerosas experiencias feilas com o uso da
sal-a parrilba em ludas as enfermidades originadas
pela Impureza dosansue, co bom xito ontldo nes-
la COCUI pelo lllm. ^r. Ur. Siuaud, presidente ila
acailemia imperial tle medicina, pelo Muslrado Sr.
Ur. Antonio .los IVivulo cm sua clnica, e em sua
afamada casi de saudo un Gamboa, pelo lllm. Sr.
Ur. Saturnino de Olixeha, medico do OXOrcito, e
por varios uniros mediros, pcnnillcn boje de pro-
clamar allmenlo as virtudes eflkases ta salsa par-
rilba to Dristol, vondo-se a 59000 o ldro.
Vist achai'-se tle novo abeitu a Indica to Sr. Jo-
s Mara (jOflCalves Hamos, na antiua rua dos Quar-
leis, iiiutlou-se oulra VOS para alli o deposito da sal-
sa parrilba tle Itrislol,
ROII I.AFFECTEUV.
O uniro autorizado por devinto do tOHuoiho real
e Secreto imperial.
Os mdicos tlos*bospilaes rceouimemlam o arrobe
Laueeleuv, como senoo o nico aulorisado pelo go-
vernoe pela Keal Soeiedade de Medicina. Esle me-
ilieameulo d'tiiu uosto ayratlavel, c fcil a lomar
cm serrlo, esl em uso ua mariulia real desde mais
de tt) anuos; cura radicalmente em pouco leiu|>n,
com pouca desposa, sem mercurio, as allcccoes ta
pello, impingeos, BSConsequendas das sarnas, ul-
ceras, e os arcillen les dos parios, da itlatle crilico e
calbarros, ila boiloa," as coulrar^Aes, o fraque/a
dos orgaos, precetlitla to abuso das in*:ccc,ocs tul tle
sondas. Como nuli-s\pbili(jco, o arrobo cura em
pouco lempo os lluxos recentes ou retablos, que vol-
vem incessantes sem consoquencia dn empree da co-
paiba, da cubeba, ou tas injecces que represen-
tamo virus sem uculralisa-lo. O arrobe Lalleclciiv
be espec ialmenlo recommemlatlo coulra as docneas
inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao iotlurlo
le potasio. Veuile-se cm Lislnia. na bolica tle llar-
ral, o de Antonio Feliciano AI ven de Axevedo, pra-
ca tle I), i'ctlro tt. HS, Mide acaba de rhoBU nina
modo porefto de aarrafas grandes a pequeas. Jd
Jas direclamenlc de Pars, de casa do Sr. Iloxveau-
l.alTecleuv 12, ru Riclicv ii Taris. Os formularos
lam-se ralis em casa do anele Sil\a, na prat;a du
I). Pedro n. 8-2. No Porto, cm rasa de Joaquim
Araujo; Di Ballia, Lima iVlrmos; em IVinam-
lniru, Souui; Rio de Janeiro, Rocha .\ FRhos, el
Vendo-so una norcjio do oleo de ricino, muilo
novo, o por pre^o mais cm eonla do que em outra
qualqucr parle: na rua da Cadeia do Hccife 11. V
loja de Joaquim Ribeiro Pontos.
HKLOGIOS DE AM.IKEIHA
ineleze, de patente, vendc-se por preeo eommodo:
no armaxem do Barroca i\ Castro, na rua da Cadeia
do Recita n. 1
% ATTENCAO AO DAHATEIRO l)A RUA
IH) QEIMAIK), LOJA UE MlLDE/AS
N.17,
Tcm a honra lo parlccipar ao resneilsvcl
3 pnliliro, que chIi vcudcnilo sun* miuitezas
i por balsos iirerm, como sejam: muilo lidos e
iiioileriios chapeos dc'niassa ciifeilados, lu;in-
cosedccilr, para menino, do ultimo Roslo, u
pelo (limimilo prc<;o de .'ijOOO r>.; pulreiras I
de novo modelo muilo delicadas, a 3'M) rs. j
Ndl.....la ; nm rande sorlimenlo de luvas g
de seda e pellica de ly Kl a 291100 rs., lano a
para homemeomo para senhora; muilo ricas
Illas para cinleiro ; auulhas francenas. a 200 j.
rs. a caisinha ; uarda luvas com cheiro I
e perfume* para Iralar dentro iln bah por cau-
sa da Iraca ; sapalos de laa para menino, a
H20 rs. o par ; assim como mai*-em de N.
Senhor, c da .Senhora da Annunciacao, fei-
las de porcelana, Jugo de vspera muilo hom,
dilo de damas, penles do bfalo para tirar
piolhos ; dilos de lartaruRa para in.irr.ifa,' a
1,10 rs. o par ; c oulras mtiilas iniudezas ]ior
muilo haixos procos, c mais baralo du que cm
oulra ipialiuicr parle
PASTILHAS DE SOULI.
VEGETAES CONTRA AS LOMBKIGAS.
A l'(int\ .id is pela junla central tic bycienc publi-
ca, e preparadas por J. M. Son li, pbarmaceulico
membro Ulular da academia imperial to medicina
e da soeiedade tle pbarmacia do Rio tle Janeiro.
O nico deposito vordadeiro tiestas paslilbas be
estahelecido pelo mesmo autor na bolica do Sr. Jos
da Hocha Prannos, rua Direila u. KH, em l'ernam-
buro.
Desde muilo lempo a arlo medica eslava S pro-
cura ile um niediramento quo fosse fcilmente ad-
mistrado ns enancas sujeitas As molestias vermino-
sas, molestias lerrives que conduzcn todos os dias
ao tmulo um erando numero dolas.
O (oslo o Cheiro tos aulbeluiHilicos ompreRados
al bojo eram oulros tanttts ohslaculos sua adn '
nislracao; por isso eremos ler prestado um erantlc
servico Immanidade, e principalmente nos pas de
familias, anuiinriandodhes um veimifu^o, debai\n
da forma tle paslilbas, sem cheiro o sem sabor, que
possuo a accao a mais enrgica como antelminlico
vermculo ron Ira as lombrisas intesHuas. ( Ijhi
liriga.t. n.rynra*, efe., ele.)
A coni|MHcjlo tas partilbas he puramente vece-
tal. Ouando em iHp"> li/emos a tal preparaco, es-
tibemos i,io corlo da sua aceffo vermicida, que n
besilamos um instante em evpcrimcnla-la cm nos-
sos proprios tilbos antes tle a faater conheccr: o elTei
(o foi espantoso, c Inuo que os Ilustres proessores
tlu Rio de Janeiro o ca mair p.iovincias do imperio
a eonheeeram, nfo tluvidaram emprcL-a-la em toda:
as molestias verminosas.
O clleilo deslas paslilbas he l1o corlo que nao p
pde havor .1 menor llovida sobre a su a cllicacia
como consta das epiniocs de muitos illuslrcs mdi-
cos que aqaixo Iranscrevemos. Com ludo, como ai
crianras e-l;lo sujeitas oulras molestias cujossymp
lomas s,lu quasi os inesmos das molestias vermino<
sas, aronsolhamos, nos cast>s sraves, de consullai
mu homein da arle anlcs tic administrar as dilas pes
tilhas; n.lo quo ellas ptissam prodii/ir algum mo
ctl'cito, porque na sua compOUCJk) nada oulra tle
nocivo; mas pnrquepeusainos nos que n'aquellcs
casos graves nao devo adminislrar-so remedia al-
eum em pciiiio a molestia nao be perfeilamcnte
diagnosticada.
A dse tas paslilbas he a seguinle:
Duas a seis paslilbas emjejiim, para as enancas
tle dous1 seis onnos, augmentando a dse Rradu.il-
menle sesundo a idade. De de/, adosa pastillias
para OS adultos, e snas dolrlnla annos para cima.
Repeto-se s mesma dose tres dias afios, o no quar-
(0 lia pode-se dar um purgante de ideo de ricino.
.V. //. Pade-sc aiiumenlar a di'isc das paslilbas
Bom receio tic protluzir irrilac;lo alguma as vas
tligestivas; o se o I mimas ve/es nao ha lomhrigas ex-
pulsas, pde-sc eslar cerlo quo lodo c qualquer
sMiiploma ile moleslia verminosa lem tlesappare-
eido. (Seuucin-sc os allcslados detliITcrenles me-
die*. )
i VESTIDOS DE SEDA.
3$ Na loja do sobrado amorello da rua to ;;
3rtj Queimatlo, n. l, ha para vender um com- :>*
^ piolo sorlimenlo de corles to vestidos de se-
i ta de coros o brancos, fazemla muilo boa o JrJ
tle muilo gusto c por prero eommodo. $$
.;;;n;:;;-::: :::::.:::.:.: :;:-::'::.:::;:;;:;::.:
AKADOS DE FERRO.
Xa fundicao' do C. Starv. & C. cm
Santo Amaro acha-se para vender ara-
dos de ferro do superior qualidade.
Charutos de Havana.
()s melliores que leem vindo a este
mercado, vendem-fte continuadamente,
em easa *le lnuiii Praeger t-V Compon-
Illa, ua rua da Cruz. 11 ti).
GEVADA BARATA.
Paleo 1I0 Paraso, n. O, cm sircas tic" H arrobas
a 13000rs., c cm maior porcjlo salar dillercnea.
Vende-se l!) escravos, sendo 2 mulatos do bo-
nitas flgurasj urna muala que ciiRomuia c eosc ;
alinderles; fi eseravas do lodo servico ; escra-
vos de lionilas figuras, proprios para o servieo de
campo: na rua Direita, n. X
CALDEIRO'ES.
ViMiilc-sc c.ililcircs unindcs. proprlol para ran-
cho* : na rua ila Cadeia do Reelle, lojl 11. (it.
Vemle-se um deposite l'iiinl.i-, proprio para priuripiaiilo; n. niosinii csla-
boleclmeiite lem eonunodoi para morar ramiiia: a
Iralar na rua lu* Marhrins n. ;i(.
ua rua por nienn* do que
brins c meiu lo-
N. O. Bieber &
CA8SA8 MODERNAS.
1 Vendc-se cassa* de cnrc*;e*corca*, fingindo
i estveez, de seda de ipiadros, ruenda mui-
lo modcrn, de muilo gasto c cor li\a : na
sobrado amarcllo, da rua
l.
.JSSKMpBRSM.....
Vemlu-se oleo de ricino
Velha, loja de ferrancns u. 'Ai,
em oulra qualqucr parle.
Venden M lona*, lirinrao,
na* ila ltu**ia : no arma/cni de
1;.....panilla, na rua da Cruz n. S
LOTERA DA MATRIZ DA BOA VISTA
(h liillii'ii's (lesta loici'in, que coree no
dQ I "> le jnllio, seja ijii .1 Jiir oniiiiicni
del)Uietespor vender, achanMea M-ml.i
nos lugares seguiutes : llo. Vista, lujas
dos senliorcs Pedro Ignacio, e Guima-
rfles S. Anlonio, botica, dos senliorcs
Chagos, e Moreira, < lujas dos sennoivs
Fortunato, o Bemardino ; l i f i loja de
Domingos Tei\eirn Itastn, e cm rasa do
thesoureiro, o uual espera toda i coad-
juvai-ao ilo publico, iim todos OS lugares
da venda se rerclu-m em troca billietes
da luli-i-i.i do S. PtMlrn Marlvr. Hccife
t dejunlio de 1850.
.lose' Tcixeira Basto.
SUPERIOR FAZEXDA PARA ES-
CRAVOS.
Nos qnalro cantos da rua do Queimado, loja n.
30, vendo-se algodao da Ierra, d. muito boa quali-
dade e i"n- pre^o rommoito.
Vonile-sea propriedade sila distante de Sanio
Amarado Jahoalflo 200 bracas ao norle. e disUnlo
-i.i |.i .H.-.i :i leguas e meia, com pi "i.....;.'..'- para
loda casia de lavoura, conlendo em si 4 casas pe-
quenas com telhas, lendo lambem bstanle lerrcno
oceupado com mallas virKens ; o pree,o n visla do
comprador se Iralar : quem o pretender, dirija-so
as Cinco Ponas n. t, loja do ourives.
INTERESSE DAS SENII0RAS.ULTI-
MA MODA DE PARS A 10,000 RS.!
Novo o variado sorlimenlo do ca|K>linlio* de soda
para seuborn*, com as mai* modernas cilres, lendo
colclles muilo delicados, ornado* com muilo l>oa*
trancas do seda: vendc-se a 163000 rs. no armazein
de fazendas de Goveia & Leile, na rua ilo Queima-
do, ii. 27.
f CORTES UE CHITA. ;,
Con(inna-se a vender corles de cbila fran- Qft
ft cesa larga, cores fsase Iwnilos nadrfies, pe- S
(6 lo baralo prero de 2&000 r*. cada corle, lia- ;;5
9 vendo |iorcilo para escolber : na loja do so- s-j
SS lirado amarcllo, na rua do Queimado, n. 29. ;-.
Vendc-se casas Ierres*, dila* de sobrado, ler-
renus com alicerces de pedra e cal, edito* cm el-
le* : a fallar com o correlor geral Miguel Carnciro.
Recite II de junlio do 1853.
. Vondc-sc urna casadepcilra c cal, no boceo
do Quiabo n. Vi, nos AITogauos a tratar na rua da
Cadeia de S. Anlonio n. 2.
No Korlc do Mallos, defronlo do armazcm do
Sr. Joaquim Francisco d'Alcm, vendc-se por eom-
modo proco o* segunde* genero* cbeaadns agora do
Aracalj : cera de carnauba superior cm grandes e
pequeas porcAcs; sola c couro* miudo*. velas de
carnauba eompostas epura*; boln* bem arraoja-
do*, o miiila* obras de labyrinlbo assenladas em
boas (azenda*.
FARELOS.
Vende-je no armazcm do Sr. Aunes ,
farclo cin saccas de 5 arrobas, por me-
nos prero do que cm outra qualqucr
parte.
OH! qi;e PECRINCIIA.
O verdadeiro conro do lustre, marea r.islello,
vende-se na rua Nova n. 20, loja do Joo Fernan-
dos l'arcnlc Vianna, a 39200 rs. a pellefln ello re-
guezes, anlcs que se acabo.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de Ierro de I). W.
Rowmaun, na rua do Bruto, pastan-
do o chafari/. continua haver uin
completo sortimento de taitas de ferro
fundido e batido de Ti a 8 palmos de
horca, as piaes acham-se a venda, por
prero eommodo e com proinptidno':
embarcara-te ou carregam-teem carro
sem despeza ao comprador.
AOS SENHORES DE EXCKMIO.
0 arcano da invenrao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, cmpregadQ as co-
lonias inglesas e hollande/.as, rom gran-
de vniitngem para o inellioramenlo do
assucar, acha-se a venda, cm latas de 10
libras, junio com o metbodo de empre-
ga-lo no idioma |K>rtugiur/., cm casa de
. 0. Bictier & Companbia, na rua da
Cruz, n. i.
TAICIIAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora cm Santo
Amaro, e tambera no DEPOSITO na
na do Bru logo na entrada, c defron-
te do Arsenal de Maiinlia lia' senipre
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; c em ambos os logares
existen] quiulastcs, para carregar ca-
noas, ou Carrol livre de desjiexa. Os
piceos sao' os mais coinmodos.
Em casa de J. Keller & C. na rua
da Cruz n. 55, ha para vender, e por
preco eommodo, couros proprios para
cubrir carros, chegados ltimamente.
ATTENCAO 29200 RS. A PECA.
Madapolao com um |icquenn toque d'avaria, len-
do viole varas, largo, Ikmii a tfyiOO rs. a peca: no
armazcm de fazendas inslezas de tiouvcia Lcile.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cuulia ji Ainorini, rccrhcran pelo ultimo navio
do Lisboa barris com i | de superior cal em podra
para o fabrico ilc assucar, c vendeni por menos que
em oulra qualquer parle ; c para feobanicuto de cen-
ias un rstanle de polassa americana : na rua d.t
Cadeia do Rccifc n. 50.
a'OO.OOO RS.
Vende-sc por "1OO9OO rs., nina hpograpliia rom
mais de700 Ii de l\pos muilo liem sorullos, c um
bom prlo de ferro e p.'to : a quem eonvier dirija-se
a rua das Cruzc* n. 28, segundo andar.
Na loja n. :19 ila rua dn Queimado, vende-so a
200 rs. o covado de cbilas franeczas para eobcrla,
le lindas eslampas, com qualro palmos de largura.
A IIOA PITADA DE LISBOA.
Vcndc-sc rap do Lisboa muilo superior viudo de
enrommenda: na rua da Oidcia do Recite, loja do
Joto da Cunba Magallries, n. SI,
Remedio especial para boubas e cravos
seceos, continua a vender-so na botica da na do
Rangel n. 64, quo foi do Tinado Sebaslio Jos da
Oliveira Macedo.
ESCRAVOS FGIDOS.
MANTELETES.
Vendc-se manlclelc* e ca|iolinbos para i
nbora, prolos o de rores, bordado* i ag
Iba, do goslo, iiileiramentc novos : na luja
do sobrado amarcllo da rua do Queimado
88.
fREM PARA COZINHA
Vendc-se lodos os objcrlo* necessarios para co-
zinba, lano do ferro, cslanbo, romo do |H>rccllaua
por dentro, como sojan, panella*, cassarolas, fre-
lidelrat, assadoiras, cli.ileiras, fornos com fogo,
forma* de bolos de todas os qualidadcs, pulidlas pa-
ra co/iuhar pcitc c loilos o* mai* objeelos necessa-
rios : na rua da Cadeia, loja 11. ft.
Vcndc-se lurrllo lina manlciua inoleza, pro-
pria para bolos de S. Joo pelo baralo preeu de 180,
.Vil) o lito rs.: na rua larua do Rosario, laberna
do qualro porlas, defronlo da Iureja, 11. :p.l.
Vendc-s urna escrava mora, nplima engom-
maileira, c rom mais alsumas nablliilades, que so
Snoin
Moreira. luja do diOL-as ; Villa-Novu. Joto Pereira I dirao aos prcloudenlcs; assim como a razao porqi
de Maale* Leilo; Rio-Grande, Francisco do Pau- so vcmlo : lio palco do Carmo n. 20, pranol
laCoulo \ I.. laudar
Conliiuia a eslar futida desde 18 do abril pr-
ximo passadn a escrava de nomc Cosma, muala, do
idade [lonco mais ou mono* 10 anuo*, com o* sit-
iaos scsiiinlcs:altura renular, as cosa* com duas
oosluras, sondo una no nombro esquerdo coulra
para o mcio da co*las, no lusar da nuca lem iiial-
menle urna* coslura* pequea* de vcnlosa*. o* |'*
romprido* e sccro*. leudo o m.lo esquerda um lano
domicilie por 1er lido um panaricio, cabello* corla-
dos, orcllias izraudcs, lernas linas; sabio de^saia o
limo de lila bstanlo vcllia, he lillia do Rio (raudo
do Norle, foi escrava do Dr. Selle, depois de I). Ma-
ra i'oliciana do Oliveira. leudo folio varias (agidas,
e fui j penada nina vez. na villa do luuarass : ro-
ga-se asauloridades poliriaes o qualqucr parlicular
que soubcrcm della, te dirigir ao aterro da Roa-Vis-
la 11. 17, a billar cun Frederico Cbave, quo rccoin-
penstr.
Desapnarccen a 19 de main prximo passado,
0 negro Andr, crioulo, do idade 20 anuo*, pouco
mais 011 menos, altura recular, pomas linas e pi-s
cambado* de bichos, Immii prelo; Icvou camisa 0 ce-
rnulas de aluodao da Ierra, e chapeo de palha ; ro-
a-sc a* autoridades policiaca a apprchensilo do
mesmo, ou ao* capitilc* de campo; e de o le\areni
a seu senhor Jo.io de Dos Mcllo.na Pedra Tapada.
corran.do Limoeiro, 011 no Rccifc. rua do Quei-
mado, loja do Lope* & Pinheiro 11. 38.
Dcsappareccii no dia 3 do maio do corrcnlc
auno, da rua das Aguas Verdes, o escravo crioulo,
le nomc Antonio Saturnino, reprsenla ler 21, an-
uos pouco maisou menos, com ossicnacs segulnle*:
Icvou calca de brim desbolado, rimisa do al^mlfjti-
nho, chapeo de limbo: qncm o pesar, leve-o a dita
rua, cosa n. 3(i, quesera rcconi|iciisailo.
Desapparcceu na uiadnmaila do dia 11 do cor-
rcnlc dnsilio do Canhcniur, em llchoriho, um es-
cravo pardo de nomc Heanlo, natural do sorlao
do Ico, pcrlenceiilc a Viccnlc Fcrroira da Costa,
que o romprou aos senhores Caminha & Hlhos, o
quaes o houvcranido Sr. Jos Pastor Fcneira Luna,
cujn escravo lem os sianacs sciuinlos : cor clara,
araborlndo, cabello corrcilio, barba cerrada, pos de
papaitaio, tcm um ilefcilo no colovcllo esquerdo,
que qu.ndo dobr. o braco, sabe o ossn. que oi dos-
locado, he de altor, regular e grossura proporeip-
iial.he bem encarado c alegro, e roprosenla ler 30a
U......* d* idade: Icvou um facao, o um suma.
rom roupa do pagan), jaquela. ralea o rollle azul,
roupa branca o de Mirado para servico, una rede
o um chapeo do pello sem galn : |de-so asaulori-
dades policiaes, ou a quem delle souuer, o olisoqiuo
le o apprebeuilor cinauda-lo entregar a wu seolior
ni dito sitio de Beberibe, ou un Rccifc, no arma/.....
la escadinlia, tjae aUm de se pagarem loilasMile-
pe/as de sua a|iprehens.iu, iggrallnear. generosa-
mente a quem o aprescular.
I I
RTr l
Fern.i Tjrp. te M. V. Tari.
-18S3.


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