Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03196


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Full Text
QUARTA FEIRA 15
/>
DIARIO DE
DE JUNHO DE 1853.
N. 132.
PERMMBI10.
PHItJO DA SUBSCHJPIJAO
Snbscrrve-so a r.-nno por ano, e W000 por
quarlel pago idianlado, e 495Q0 por quarlel paso
vencido, na rasa do seu proprielario, M. Figueira
de Paria, iiaprnr.i da Independencia, ns. 6 c 8, euo
Kin de J. casa do Sr. JoaA Pereira Marlins.
Il.iliia t. I-. Duprad.
Marci a a a Joaquim Bernardo Mcndonca*
I'.ii .ilnlia a a a Jo-e Rodrigues da Cosa.
Natal a a o Joaquim Ignacio Pcreira.
Aracaly e a Anlouio de Lemos Brasa.
Ceara' a a tjuilherme Augusto de Miranda
\l i.uiti,, ca Joaquim Marques Rodrigues.
Tara' a o Juslmo Jos Hamos.
CAMBIOS DE U DI JUNHO.
Sobre Londres 98 X
Paria, 31(1,
o Lisboa, 93 por cenlo.
MXTAXl.
Ouro. Oncasliespaiihola......... 295O0
Moedasde68HK)vclhas...... 1UD00
de 6>t00 noval...... ln-flOO
de 49000......... 99000
Prala. Palacte* lirasilciros........ 1!>0
Pesos columnarios........ I -a o
a mexicanos.........IjSrOO
AccOcs do Jlanco......... 10 .'
Descoulo de Ledras....... 9a II
NOTICIAS ETaANGEID-AS.
Portugal . !? do Maio Austria.
Hespaulia 9 de Suissa .
Franca. . 8 de Inglaterra
Blgica. . 6 de o Succia.. .
Italia. . . 5 de x> E. Unidos .
Alcmanlia 3 de Mxico .
Prussia. . 3 de California
Dinamarca 1 de Cliili .
Kussia.. . 27 do Abr. Buenos-A.
Turqua . 25 do b Montevideo
3 de Maio
, 5 do o
, 8 de
29 de Abr-
20 do
, 12 de
26 do Mar.
13 de
i 3 de Maio
, 5 de
NOTICIAS DO HRBIO.
Para'. 20 de
.M.......Ii.ii> 21 do
Ceara'.. 28 do
Paralntia. 3 de
Alagas 1 de
Maio
Juu
S. P. do Sul 2 de Maio
Minas. ... 5 de
S. Paulo 6 do
R de Janeiro 25 de
Babia .... 1 de Juu.
PARTIDAS SOS COBJUIOS.
Olinda, lodos os dias.
Villora, as quintas fciras.
Caruar, Bonito c liaranhuus, nos dias 1 o 15.
Villa Bella, Boa-Vista, ExiicOricury, a 13 c 28.
oiannaeParabiba.seguudasesexIas.
Natal, quintas fciras. *
DIAS DA SEMANA.
13 Segunda. S. Anlnnio
Padrooiro da nrov:
U Terca. S. Ba'ln
Magno.
15 Quarla.S.s Vilo, Da-
lia. Libia Lenides.
16 Quinta. S. Joao t.
Regs.
17 Sella. S. Tberea
rampa.
18 Sabbado. Ss. Leou-
ci c Tribuno.
19 Domingo..Juliana.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quiutas.
felaeao'
lerdas csabbados.
Fazenda
tercos escxlasas lOboros.
Juizo de Urphaot
segundase 5. aslO horas.
Primeira vara do civel
torcas o 6. ao meio-dia.
Segunda vara do civel.
quaiias c sab. ao mcio-d.
EPHEMEIUDES. '
Mro 29 (Juarto mingoanle as 3 bous 18 mi-
nutos o 33 segundos da larde.
Jiinbu 6 La nova as 6 hora, 18 minutos c 3i
segundos da lardo,
a 14 i.in.ii! creacenlc a 1 hora, 6 mi-
nulos c 33 segundos da larde.
1 21 La rheiaas 3 horas, 30 minutse 3*
segundos da tarde.
riUAMn de hoje-
Primeira til 11 horas e 12 minutos da manliaa.
Segunda s 12 horas o 6 minutos da tarde.
a
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO J>A PROVINCIA.
Expedle.u do dia 13 de junho de 1863.
(inicio Ao commaiidanle das armas, para man-
l.ir (tostar em frenlo da ceja do Sr. Bom Jess do*
Marliros, liojo as 4 horas da larde, una nanla de
iu uncir 1.1.1.a para fazer as honras fnebres ao fi-
nado major da exlincla segunda liuha Francisco Jo-
-. de Mello, ficando cerlo de me ncsla dala expede
ordem ao director do arsenal de guerra para fornc-
ti'i o dirmame sem balas. que Mr preciso para as
descargas do eslylo. Ofllciou-sc ueste sentido ao
iitencionado director.
I'iiu Ao ruesnw, rernmmendando a e\pcdirao
de *>uusoi don* no sentido de ser prestada a guarda
do honra, que no rcqucrimenloquc remelle, pedem
i mesa ros do nicho de Santo A.uluuio'do arco da
ponto dn Itecife, para acumpanhar a procissao do
iiicmiio Santo e assislirafesla que no da 1! do cor-
rcnle sclcm de ancr imigreja CongregacAo. Ofll-
clou-M ao director do arsenal de guerra, para forne-
rer niediantc a comptenlo indcinnisac,lo o carluxa
incncccssariopara as sahas.
DitoA'thesouraria de fazenda, roininunirando
Imvot autnrisadoo inspector do arsenal de marmita
a comprar pelos preeos mencionados lias propoitai
que remelle, os pranrlicsde pinhoc laboado llena
madeira ede louro, deque (rala a infonnacan que
lamhcm remelle do constructor daquclle arsenal.
i!nin-<-i|i-u --(p a anlorisacAo de que se trata.
HiloA mesma, inleirando-a de lia ver aulorl-
s.idoo hrigadeiro coinniandante das armas, a contra-
tar o>ansperada Vicente Auluuesda Costa o o tolda-
do Manuel Joaquim Ferreira, para conlinuanm a
servir no ciercilo por inais ( anuos, vistn Icrom h-
nalisado o lempo |mrque eramobrigadoa a sen ir, e
KTommendando que na torma das ordens da pro
sidcndi mande abonar a cada una das referida1
pravas o premio de JM&HH re. Ofliciou-sc a ros-
peilo ao mencionado l.riuadciro.
Dito Ao director OO arsenal do guerra para
mandar apresenlar ao inspector do arsenal de mari-
nha, .iliin de ser enipreuada no iervCO do la/arelo
eslahelccido ua illia dol'na. una afrirana das que
ovistem uaquclle arsenal.Conimunicuii-seao men-
cionado insn
Dito
qu
thesouraria da (alenda provincial, pa
ila duque expo/ o director das nliras pn
Micas a inforiiiacoque remelle por copia, pague
ao arremtenle das7 grades de ferro para a casa de
dclriirao, l)omiiios Jos Pereira da Costa, a impor-
ta liria das IJ que anda rallavam, liraiido deala ma-
neira respondido olllcio 'ii-iiainltMi paaanieiilo de que se trata.
luto A directora do lliealro de Santa Isabel,
Iransmilttndo aaduat propoatas que fea Joan Jos
Icneiradc l'icila-. para a empieza daquclle Ihca-
lio, olim de que inf das condicoes ollerecidas.
GOHMANDO DAS ARMAS.
Qu artel do commando das armas de Fernam-
buco, ata ctdade do Recife cm 13 de junbo
de 1853.
OHDXN DO DZA N. 36.
Publica-se para que lenha c\ecucaoo leguinle of-
felo :
o |, Seclo.lllm. Sr.Ilaja V. S. demandar
noslarem frente daigreja do Sr. Ilom Jess dos
M ii i mu.-. Iiojosi horas da larde, una guarda de
primeira linlia para fazer as honras fnebres, ao ti-
nado major da cxtincla segunda linha Francisco
Jos de Mello, tirando cerlo ile que ncsla dala c\pc-
jo ordemao director do arsenal de guerra [tara or-
necer o earluxanw aero halas, que lor preciso para
u descarga! do ealylo*
Dos miardo ii V. S. Palacio do soverno de
iVriiambuco, em V.\ de junho de 1853. Jto liento
da (uiiha e Figueircdu.Sr. brgadeiro coinman-
da ule das armas, a
O bdlalbao V de arlilharia apc he o designado
para cumplir o dilo ollicio.
Candido ixal Ferreira.
Ajudaniedeordoiis eocarregado do dcia'be.
TRIBUNAL >A RELACAO .
SLSSAtl DE DE JIMIO DE I8.V.
/'rrsiilrnria do 8xm, Sr. coiixetheiro .Izeiedo.
K>lando prsenles os scnliores desumharcadores
Villares asios, Lelo, Soma, Rebollo, Luna l'rei-
rC, TeilOB, l'ereira Monlciro o Valle, fui aborta a
tesSo lia frma da Ici.
Juiffumnilot.
Appellaide, Izuacio Joaquim Pasaos
luslira.Iti l"i ni.ii .mi a senleiica.
A|i|H'llaute, u jiii/o ; anpellados, J
Itris c onlio.Mandarm reverte
juizo a quo para subir o original. ,
Appcllanla, Flix da Ciiuha Navarro Lina; appel-
lailu, Joaquim Alves Camello de Aranjo.Con-
luiiiarain a senlcnca.
Appi'llaiitc, ojui/o ; appclladu, Jos Francisco K-
l"iio ;." >nii/a.(xnitirmaram a seuleuca.
Al'pi-llaiile, Joaquim Francisco Diuiz ; appellado,
uuojoa de Castro Araujo. Desprczaram os
enihari'i-.
Ap|iellan(, Manoel Comes da Cunha Lima ; ap-
peIlude*, Francisco de Miranda llcnriques c on-
Iro...Dcspre/aram os embargos.
appcllada. a
t V'icJra dos
os fliitos ao
Apiiellanles, os herderos de Manuel /eferino dos
Sanios ; appclladus, Tboinaz de Aquino ('irva-
llio c oulrus.Desprezarain os embargos.
/Ig gravo,
Aggravanle, a cmara municipal de Olinda ; aggrn-
vado, Juso Antonio Gomes Jnior.Nao lomaram
coiiliecimculu do aggravo.
DUigcnrias.
Appellanle, lenlo Antonio Esleves ; appellado,
Francisco Ferreira da Silva.Mandarm ou\ir o
curador peral.
Appellanle, o jui/o ; appellados, Joao Rodrigue*
l'ereira eniilros.Mandarm ouvir oSr. desem-
hargador procurador da coroa.
Conflicto de jurisdirco enlre o juiz municipal da
villa de Calle, e o juiz. municipal davillada Impc-
ralriz.Mandarm ouvir o Sr. desembargadur pro-
curador da coroa.
Apnellaute, Jos Aulonio da Cosa ; anpellado,
Francisco Manuel de Carvalho Cont.Julgaram
habilitada a liahililauda para seguir a causa seus
termos.
Appellanle, Manuel Joaquim Venancio de Souza :
Hados, Matheus Auslin A Compaiihia.
Maranhilo ; appellado, Luz Mauricio da Cama.
Passou do Sr. desembargador Vallo ao Sr. desem-
bargador Villares a seguintc apoella^ao cm que
sao:
Appellanles, JoAoRclIcr & Companhia; appellado,
Manuel Jos de Maaalhnes Bastos,
Lovonlou-sc a scssAo a una hora da larde.
INTERIOR.
FOllIETIM.
A SIHIBR ilrELCIDAIlE. (*)
Pela condessa de Orsay.
CAPITULO XII.
.
U
I lH"fi> N Clll* '.
.-II.- I'imiil : M.i.
I.....r ln) |>la(ru i|uc
...I.iii. ilmU .|u.
r.-niiitiiu.', .1 MU
l'crnaiidii arliou-sc Imc aaguildl m1/.
Liherdadel pajavra chela de iicrinosos mysterios,
oque i'iirorras lu Ilc um anallicma 011 nina hen-
':<">, nina onli- do pra/ores inrsKolavois 011 una
plaula \oiii!iiiisa, que nussas pri>|>rias inus Icm sc-
nxado? Ohieonejoc ardor suspiramos por II ein
nossa fogoaa nfljeldadel Tinbamoi sede dos rozos,
que nos nnerecias s nulos clieias, C maldiziamos as
Mifl's amioas, quo proniravain rclcr-iios. Os anuiis
leni passado sobre mis, c lalvc o ilescjo de nosso eu-
rardo Icnlia sido cumprido; oslaros, que nos cin-
liiiraravam, quebrados. Podemos andar a nosso liel-
|iri/er sem reeearmos o rumor ilc nina reprahenaSO,
o odio de luna advertencia ; mas depoUT... I)c|his
a sombra do quadro, o avesso da medalba, n dissa-
borda tara, a anargura depois do rozo. Ocor^u
vasio, olar deserto, a pan vi\rr, sii para morrer ;
c depobj da unirle iienliuina voz amida, que possa
war lieos por in'rs! .Mas l-Yriaiulo nao cuidava no
luluru; ello csta\a Imc e promplo a cinliaii-ar-tc
para correr iiiivasa\cnliirascoin lodas as velas ao
culo. Sen duwda ello so Icria .iIIIi.mI.. so Uabriel-
liou>cso morlo |r sua causa ; toda>ia liiman-
re no da scguiule ao do escndalo, de quo ma-
i l.oiUaiisos fra virlima. eslava milito sorpre-
w. o mesmo um lano oflendido de uo rerchgar
o liilbctc de rircunnlaiicia toilo ebeio de rcprelicn-
W. dcsupplirase de ileses|iern !
(.na lean de Paris possuc pelo monos una meia
"i/u oe .iiiiiiis jolimoa, aosquacsionla.o naouina
' ez,eu ainiiros feliiosou desgratados com ludas
man miuuciona parlieolaridadM. list bem vis-
to que ess.is lunlidciieias sao seuredo iciommcnda-
dos a disnic iu ilus melbuies amigos ; liasompre una
ceremonia preparatoria, na qual o mais pifundu
iiiNsln iu he etigido e promelliilo ; purin isises con-
Bdeol clieioa de a|icricocia sanem mallo bem,
quecoriiiiimi risco Je perder oompreco, sentopu-
\ MIcasR'iii omais urcvcineiile possivcl e aamprc sfib
la
li
dan
appi...
Uandaram proceder a exaino nus llvroi pelo julio
a quo.
Dtrignartti.
Ap|iellante, Uarwnna Joaquina da ConeelfJW; ap-
pellado, Manuel Jus l'ereira de .Mello, curador
da parda lteuediiia.
Appellaulea o appellados, .Marianna Ferreira da
Coala cAaoslinlio llezerra da Silvn Cavalcanll
aiqicllados, Kalkinan & Ir-
Sr.
appi llailu,
Alora ; appel-
rvallio.
anoel Garoelro
Urag
Ap|iollanle, o juizo
maos e ouIrtMi
/teviiiirs.
Passaiam do Sr. ilesinibaruailor Villarc:
desemliaruador Itaslos as seguidles appella
quo silo :
Appellanli', Juan Anlancs t'.nrrea
Antonio Alies i'erreira.
Appellanle, o Juizo; appellado, loa Carnelro da
Mulla, Con llllnr.
PaHaram do Sr. deaambargador llastos ao Sr. de-
Mmbargador Lelo as scguinies appollafoei em q
silo :
Appellanle, Joaquim Francisco de
lado. Antonio Bernardo Val de Cl
Appellanle, o juizo ; ap[icllado, M
Leal.
Appellaulo, Sebaalifo loa da Silva
lado, Hernardo llenriqucs.
Appellanle, laipo (iil Pagundcs; appellado, o juizo
de nrpbaos.
AppollanbM e appellado, us conlraladoreadaaear
nos verdete Francisco FernandoTbouiaz.
Appellanle, Antonio Denlo de Ollveira ; appellado
II juizo.
Passou do Sr. desembargador l.cao aoSr
liargadorRebcllooacgainle embargo em
Binbarganle, Manoel l'rudenle de Jess
gado, Jus l'ereira da Silva C.arvallio.
Passaram do Sr. deaembargador Souxa ao Sr. d
tembargador Rebollo as aeguinlca ippclla(0es em
que Mo :
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Pereira da
Silva.
Appellanle, Autouio Manoel Victorino ; appcllada,
ajuallca.
Appellanle, o juizo ; ap|iellados, Manuel, Tiberio.
Lucio e oulros.
Appellanles, I). Marianna Joaquina da Conceicao
Mineia coiiho ; ap|iellados, Mara Lupes Mo-
reira e oulros.
Appellanle. Jos Francisco da Costa ; appellado,
Anlouio Miireira liis.
Appellante, Marcelina Mara da Pureza ; appclla-
ilo, Aiiluiiiu Alves de Miranda (iiiiniaraes.
Pa-siiain dn Sr. deaembargador Luna ao Sr.
deaembargador Telleaasaeguiulet appella{oa em
que sao :
Appellanle, KalevRO Jos Barbosa ; appellado, o
juizo.
Appellanle, o julio ; appellado, Anlouio Filippede
Suu/a,
Jos Maria llanins (iuijAo ; appellado,
l'ranriseu huarle.
o juizo ; appellado, Ignacio
appeb
. desein.
que be
: einliar
Appellanle
Juaqilini
Appellaulo
Veigas.
Appellanle,
do llego.
0 Jlll/U
appellado, Jiiaqiiim
Manuel
Antonio
Appellanle, o julio; appclladu, Tlicodoro Machado
rrciro Pereira da Silva.
Ao Sr. deaembargador Uebcllo a scguinlc ap|iel-
l Man em que lio :
Appellanle, Ai-eniu Fui tiinaln da Silva; appolla-
ilus, Antonio de Campse oulros.
Passaram do Sr. desembargador TeUcs ao Sr. de-
sembargador Pereira Moiileiro as sogllintes appel-
lan'ies em que silo :
Appellanle, ojiiizo ; appellados, Juan Lopes de A-
orado o miliu.
Appellanles, Manoel dos Sanios Firmeza e mitro ;
appellados, Aulonio Teiioira da Hoeba c sua
iiiulher.
Appellanle, o juizo; appellado, Juan Jus llanoso.
Passarain do Sr. deseiiiliargadiir l'ereira Miinleiin
ao Sr* deaembargador N'allu as segundes appella-
coesmque Uto :
Appellanles, Joao Eyangeliala da Cosa e Silva e
oulros; appellados, James Crablree c* Cunipa-
nbia.
Ippellanlc. I>. Iguaria Francisca de Alliuqiicrque
(*) Vide/aiioii. 131.
eondicilo de segrudo a ancdota que acaliam de rc-
eolbcr.
Lcmbrai-vos disto, graciosas lilbasde Albion, que
os /epbiros e o vapor los Irazem em lAo grande hu-
mero. Esscs amaveis perlidos vos juraran pelos VOS-
sos cabellos de ouro, e polea vnssos olhOB a/ues, que
o segredo de vossas lindas fraquezas be desuado a
morrer con) elle*. Nao os arredilis I c ipiaiiilu um
dia acbardes discrl((o. silencio e invslerio, ali!
ulliai para o vossocspelbo, e cslrcinccei!.....elle ve-
res una triste e blimilliallle evplicacao.
Aliuius ilus amigos iulimos, deque Fernando se
ochava amplameole prvido, vieram lumarum elia-
rulii em sua casa duraiilc o alinoco, e o rapaz nao
ilii vni dcconlar-lbes a historia de seu rninpinieiitu
com madama l.usianges. EUeouereceu .i seus ami-
gos coslellas de porco c vinbo de Giumpagnc, esles
para mo fallaren a poltica instaran vivamente
com I' \ i mIIc para Ibes confiar ns motivos dessa dc-
savenca, a qual einlini Ibes inlercssava mediocrc-
inenle. -
Por nada no mundo Fernando quera Humear
Valeria. A iinprcssilo, que essa moca Hiera nille,
era iiiuilo real c muiln profunda para que elle enn-
scnli-sienisiiliineller-seao risco de ouvir fallar dol-
a com leviand.de. Elle confessou que eslavn ena-
morado de urna miillier, qucsiironlicria do vista, e
guarduu silencio sobre ludo o quo poderia desigua-
la a seus convidados.
Os bous dos amigos sorprosos dcsla disrrieao lulo
eosluinada, porin niui conlculcs com um recalo,
quo Ibes poupava una queiva amorosa, foraui logo
coniaro que sabiain no Jocbey Club.
Valeria de Marignau ii'uina das snlcmneasrcu-
nioes da duquezo viuva sua ov, ouvio narrar osla
historia; |wslo quo suas faces levemente rosadas
ii i.i luiii.i.sein um colorido mais vivo, ellnjiilgnii de-
ver iiiclinar-se mais sobre sen liordadu, e seu cura-
eau balen mais rpidamente do que no dia, cm que
soubc que Eriioslo B... se liuha morlo por seu res-
peilo.
Era una ipoea cstranha essa Valeria ; phanlasli-
ca sem imagnalo, agradavel sem espirito, viciosa
decabcea, fria do crtelo e de sentidos. Ella hnvia
ciilrcvis'lo Fernando cm Berln, su belleza a linha
u i ii instante oceupado, c depois ella o hara esque-
cido para seguir algum oulro capricho. Quando a
obra do joven poclaapparcceu, cssas paginas xheias
do dnencaiilamentos e de amargos sarcasmos contra
a vida, mis quaes a mullid era trillada de juguete,
c o amor de rhimera, parecerain-lbc um desalo,
que ella devia aceitar pela honra de sen soo e de
seu pniprio poder. Ella juroii ijue esse pocla, que se
fazia lao enervado, lo independcnle e lilo negl-
genle de ludo, se proslraria como escravo a seus
ps... Elle a linha vislo, ella se hara disuado de
lancar-lbe o olhos.c agora elle ousavo ncgV seus
encantos arrollando o amor, isso era mais quo um
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PEBNAMBTJCO.
Farabyba, 10 de junho de 1853.
Ilc para este seu amigo sempre agradavel o mo-
mento em que me disponho a esrrevcr-lhc, c por
isso desojara ter a pachorra dos ralladores que nun-
ca cansam no everririode lanmelo para continua-
mente e Ibe estar dando milicias nimbas, mas nan
lendii aquella virlude, v Vine, se coulciilando com
aquillo quo |Kider fazcr.pois llio digo que linda que
pouco be de boa voutade.
He verdad., porm, que quem lem lempo eds-
posicio ciu ludo ada malora para conlar una his-
toria', con vulciido-ine desse expediente poda, na
Talla do oulro assumplo, o ir culreleiulo com as mi-
nbas hUIOrttlas, mas como sei que Vine, quando
me encarregou da larefa de corrospondenle nao hii
para dverli-loroni romanees, nnvellus, e siin para
Ibe noticiar os nirlns oceorridoi por ca, mo quero
sabir do nicu cumprninisso, c invadir allribuicocs
alheiM.
Seguir!, pois, na marcha amiga, orupando-mc
sii dos laclse licitando as historias.
A alinusplicra polilica ncsla provincia se lem
conservado sera alloracflo; os asiros c os seus satcli-
jes vau r.izeiiilu o seu gvni sem aprcsenlar dillerell-
eas, Indicando lodos o mesmo grao no llierniomelro
i/ns nm-hladef.
o vapor dragado ulllmamento dn sul nada nos
adianlou; communlcando-nos a paz e socego das
provincias do sul, disse-nos quanlo corte que nada
havla, eqoo os repraaeulanies Boaavam saude, As-
sim lio bom, porin molbor seria que Ibssem desem-
peiibaiiiln ei......lais cuidado o mandato de seus com-
provincianos, lenibrando ao enverno as neeessidailes
das provincias para mo havcrcsquocinicnlii.
Nesla provincia, pul cxeniplo, alciu de nutras me-
didas dignas de alleiieilo, be quanlo a iiiiin de abso-
luta necessidade uaiigmculo de algiuna torca de II-
uba, ao menos em numero suflirienlc para fazer a
guarnci) da eidade, pois be tal o csladu em que
nus ochamos, que nao me parece exagerado quando
ouco dizer, ser um dos inaiiues Iraballios das adnii-
nislraees provincl.ee o distribuir rotiveiiienlcmen-
lo o iliminiilu numero de piaras que fazem aqu o
servieo por leslos os lugares onde silo precisas, esa-
lisfazr alm disso aos reclamos das autoridades |>-
liciaes do centro com destacamentos, para garantir
oiilein o Iranquillidade publica daquelles lugares,
Muiln leria que agradecer esta provincia aogoverno
geni, se elle se dignaste rernediar esta grande ne-
cessidlde, enviando para aqui algumaa sobras de
tanta que por l ha, sem por isso nada SrUTrer o ser-
vico da corle.
Ilepuis ileminba ultima einquclbc noliiiei amor-
o do infeliz SchasliAo Lilis nada mais lem oeeorrb
do que me consle contra a seguranca Individual,
llisseram-ine que o Exin. vice-presidenle, lo-
inaiidu aquello negocio na consideracao devida, ofli-
cira ao Chele de polica para seguir al Naluba,
alini de turnar conlieciiiiontiicircuinslanciailo do lac-
lo, cproccdcrcumo for do lei. Al o prsenle, po-
lin.aiinla lijo segui" elle, sendo o motivo dessa ira-
nio estar com alguna mombrosda familia doenles,
todava panie-ino que aquella auloridadc nio dei-
xar de seguir, recnidieceuilo a necessidade de sua
presenta naquelle lugar.
A illuilruaima municipal desta eidade tenue vis-
to cm aperlos, o rada vez mais apparerem incidentes
que a van desapuntando. ltimamente vendo o
procurador da cmara a guerra crua que injusta-
mente Ibe lazia parte da mesma cmara, rom o liin
de p-lo hilada procuradura, para arraujar algiim
aUhaio mais favorecido, recorren ao governo pro-
vincial, opresenlando a sua qneixa contra esse pru-
rcdiuieuloda inesiua, pedindo que o mesmo governo
boiivesse por bem nomear una cniniuissao para exa-
minar todas as suas conlas, e decidir do seu bom ou
man imnpiirtuincnln relativamente aos negocios da
cmara, c anda nao eslava decidida esla quesliu,
quando apparcrcu una nutra reprcsoiilacao de ci-
en vereadores ipieixaudo-se do presidente da mesma
por haver chamado, c inlroduildo na illuilriuina
siippleiilcsdi' vereadores de mili poned volaco, dei-
lando do chantar oulros mais volados, eonm beex-
|iie--u na Ici.
Anula nada se decidi sobre cssas queslucs, por-
que leudo dn para o illmlrt c a UlUtrltsima res-
ponder......oraram ambos entilados.esuppouboqo.
ii diin enlalameiilo Ibrmar algumcrhii onigum
boticario experimentado nao foruecer alguma dro-
ea a/eiido deaappareeer grande earoro, onsein
de ludo o mal: veremos,
Tevc eomeco desde o primeiro dcsle mez a Ircze-
na do serfico padre S. Antonio no convento dos
religiosos Franciscanos. De todas as corporaeoes reli-
giosas he esla I que anda hoje festeja ao seu pa-
droeiru com mais algum esmero, e devocao, pois os
mili ns nao llic scrvhidode raiva esla miiiha nliser-
vaeilo) cuidam mais einsi duque nus sanios,e a inu-
lo irabalbo |ior desencargo dizein a sua inissa mcie-
folemne no diadospadroeiros de. suas ori!cus,c com
isso licam.
A salubridadc publica nesla eidade nada Icm me-
Iborado ; a morCilidade lem coiilinundo no mesmo
p, e os padres j estilo cansados do cnloarcm o ni-
enWM apozar de eslarem salisfeilos, iiorqiic a salra
ii.i., lbc Icm corrido mal quanto ao peculio, assim
como os sacbristiies u cusa dos uossos ouvidos, quo
paeilicaincnlo agucnlam tmlas asjnarleladas, que
Ibes apraz darem nos sinos.
Nada mais por agora Icnbo a dizcr-lbc ; saude e
ventura Ibe apclcco al quando Ibe for bem.
PERYMBim
co
desalo, era um insulto. Ella apauliou a luv
duelo comeciiu pelas cartas, que revolucionaran!
tilo faclineulc luda a existeura do joven poeta.
Alm das seiluccies do talento, c dos encantos do
semblante, Fernando depois da sua ebegada Pars
uilri ri i.i casr|iilha \'aleria um allraclivu incita
dor : elle era amado de nutra mutilar, Quanlos suc-
cessosliiconiprebeiisiveis, mesmo para o hroe, a-
cham-se Oiplicados por este nico fado Valeria,
poslo que desuada na apparencia a ser o que o
mundo rnslniua chamar una mulhcr virtuosa
linha nascido com lodos os iislinclos do vicio, i
era dolada de lodu o poder de |KMielracu e seduc
cu, que ilAo estes iiislinctos. Ella leu os pensameu
tus menos nobles di; I <-i n imlu eseriptos em sei
semblante, cuino n'um livro iberio, rruin lance de
nlbos ella euinprcbendcu essa nalurea que elle lilu
ingenuamente julgava impenelravel; a vaidade, i
eguisiuu.oardorda imaginaeao, a seceura de cora.
eau. linio ella ailuviiibuu, c tudocumprebeiideu.
Fila luidieccu que n quo elle priiciirava, era o
iiiipu-sivel, e que oqueelle |iiissiiia, perdia lodo o
preeo. E lodavia nao era nina miilber superiur, do-
lada de um verdadeiro espirito de ubservaeao, e ca-
paz de coiiiprchcudcr as aspiracr-es dessa alma de fu-
go para o bem ideal. Ella su via litado pobre do
carcter de Fernando, o qual liulia alguma rclacau
com o seu, poslo que essa especie de analoga fosse
prodlizida por causas inicuamente dill'crenlcs. El-
la goslav da ditliculdade, c dos obstculos, allm de
podc-losquebrar dcbaixu do sce(ilio de sua garri-
ilicc. O coraran, queso lbc ulfcrecia, perda lodo o
valor, ao passoque aquelle que mo se renda senao
depois de una folio lula, duplicava de prero aos
seiLs olbos. Em Fernando esto allractvo para oiin-
[ius~ivel nao provinlia du deseju de fazer conquista*,
especie do prcoccupai;ao vaidosa indigno do unilio-
ineiii, porm da necessidade, que senta, de ide'ali-
sar, de divinisar a mulber, que amava. Um lafo
vulgar cnni seus arranjos prosaicos, seus clculos c
suas numerosas meninas repugiuva delicadeza de
suas impressOes; ao passo que o logo de suas pa-
vues pneiiisel......av.i com ardor cperseveranfa as
realidades, que deviam descucaiila-h).
A princeza de Tallcmanl, que eslava com Vale-
ra na noilc, cm que Femando a vio na opera, flcou
locada do admiraro da belleza romonlica de Fer-
nando d'Arville. Como linha chegado a urna nlade,
ei u que unM mulhcr piide exprimir allamenle sua
opinilln, ella nao dissimulou o enlhusiasinn, que
llienspirav.i ujnvcn pwla ; o fazendo-se apresen-
lar a Fernando, pedio-lhe quevesse |nssar um moz
iiuca-lello de'l'ollcnianl, moguilica prnpriedade,
que ella possuia em Tourena.
A princeza cbainav.i retiro a euslenna agitada,
que se passava em suas Ierras, e que no era nulra
cousascouacoiiliuuatAo da vida de Paris, conecu-
CAMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
Seaiao' ordinaria de 7 de Junho de 1853.
Presidencia do Sr. liariiode Caiiiharibe.
Prsenles os Srs. Ilarros llarrclo, Iteoo, Sis. S;i
Pereira, iMamede, Oliveira e tianiciro, fallaiidu con.
raiiHii naiitoipada os Srs. Kcu c Alhuqueri|uc e
Yianna, abro-so a esso, e fui lida ca|>i>ru\ada a
acia da antecedente.
Foi lido use^uiule
EXPEDIENTE.
l'in odlcio do E*m. presidente il.i |>rn\inriat re-
commendaudoque a cunara 'luanto antes llies apr-
senle o plano -v\,\\ os novm arriiameiilos c \o^;\-
douros pblicos desle muiiicinio, >isto assim con* ir
aos ltereaaei da fazenda pulilica, coiifitrino decla-
rou o inspector do thesouro, na informar.lo quedera
em ;l do rorrciile acerca de um reijucriinento, em
que Jos Francisco do Reg Barrea Jnior pede por
aforamento um terreno de inarinba alagado, nolu-
eardenooiinado Remedoa, ricyue/ia doaAfogados,
de um o oiilrn lado da res|rceli\a estrada, aquein e
alm da poulesinba.Inleirada, e maudoii-su remol-
ler copia do ouiriuau cngcnbeiro eordeador para o
ciimprir.
Oulro do mesmo, remetiendo copia da Iraduccfii
do oflicio do COUSIll ingles, datado de ii i de maio ul
tiiiio, acerca do hospital que pretende fa/.er para os
subditos de sua nat;.lo, aliin de que a eainara o nitor
masse. A' ruminissao de sadc coui tudo quant
homessea respeito dcsla quesl.lo.
Oulros :ij ilas cmaras nuiuicipacs de Goianni
Bonitoe Caruar, acensando a rcecpc.io dos deala
em que Ibes coininuuicnu a Hornearan c noaae (nal ailminislrador da pro>iucia.Inleirada.
Oulro do fiscal do Poro, parlicinando achar-sc ar-
ruinada ein estado de poder emba arar o transito
publico, parle do cano de alveiiiiriaevistenle ao lado
da estrada dcSanla-Anna, junio a bomba da mesma
estrada.Maudou-se que o cnicnbeiro com urgen-
cia orcassea despe/.a rom o concert preciso.
Oulro do administrador do cemilerio, punderan-
loa necessidade de augmentara cmara o numero
Jas suas catacumbas no cemilerio, di/eudo (pie das
existentes poucascsIAo no caso de ser aberlas esle
me/, i- ainda menos no semiinte, podendo resultar
la falla dellasdiminuicAo de rendas, porque as par-
les recorrerlo as das irmandadcs, que he consta,
sellaran! no principio desle auno patentes em bron-
co, illudindo assim adisposican doarl. 66 do reiula-
menlo do cemilerio. Kesolveu-se quo seollieiasse
Exm. presidcnle da prn\ncia, pedindo aulorisa-
paraaconstrucciio dessas cataciipihas, vislo a
Urgencia da neces-idade, renieltendo-sc-lhc cjiia
aulhenliea do oflicio do adiniuisUador.
Jos Maria Placido >ldialliaes,declarou por peli-
cao, que Ihe nilo eonvnha fazer a ubra da reedili-
eacjlo do quarleir.o da rihetra le S.-Jo- [M'loorca-
menlo (cito (telo em;enliero eordeador, pedindo se
Iheeulreuassem seus papis.Mandou-se entregar,
pass.iudo recibo, e resolv.'ii-se gualmeilleqiie,\isto
a urieule necessidade que ha de faier-OO essa obra,
e nio ha^er quola sufliriente para ella, se pedisse
aiilm iv,ii;,ui ao Ein). presidente da provincia para
poder ser levada uoflwto.
I>espacharam-se as pelinVsde Hernardo Antonio
de Miranda, de Juao Jos de Moraes c levaulou-se a
ses*ao.
I ii Joo Jos Terrena de Afiliar, secretario a
subscrevi.UarAode (^apiharibe, presidenle.Ileso
e Alhuqucrqtic.Mamede.amoiro.Barrea Br-
relo.S Pereira. Oli\eir. Yianna.
COMUNICADOS.
THEATKO DE SANTA ISABEL.
No cnipenho em que estamos deescrever sobre o
(healrn prosesuireinos, guardados Indos os precei-
tos, que nos slo impostes lela delicadeza doassuui|>-
lo, e pela cmlidade que dc\emos a aquellas peaMNiSi
que porqualquer modo possam ser nlcressadas no
desenlacedasqucslcs.que por ventura bajamos de
suscitar.
Ocpoulo primeiro artigo que oserovemos, vimos-
nos como que constituidos na obriyaraodc chamar-
nios a allencAodo^u\erno-sobre o resulaiuenlo do
(healro, que se cha confeccionado de modo a olle-
recer pcnios, pela sua obscura redaceZo, j porcou-
lerdefeitos que podem Ira/ei para odiante como re-
sollados, serios eonllliclos entre a polica do Ihcatro
c adirccco do mesmo, j pela carencia de certas
disposices, mu pouco reguladoras dos proimncia-
ntenlos pblicos, que nSo podem ficar eulregues a
prpriauiscricilo do- es|icctadores.
ParlindodeVon-.ideraces desla ordem um pouco
elevada, acrcdilamosqiic todas as incuiubencias da-
das a lluro-mi se dovew restriuuir a pnrleecuiiomi-
Irada n'um circulo uiaise-lreito, e por rouscsuiulc
maisasradau'l. As lardes passavain-so em fa/er
charadas, em dansar e to^ir, ou culo uesse passa-
lempo periioso, que se coineiieiuuou chamar jogos
innocentes.
Valeria de Malignan, que lamhcm liuha sido coli-
ndada, era o centro de atlrdceao dessa brilbanle so-
ciedade. Ninuucm \alsava com essa tirara exquisita,
essa voliipluosidade rheia de decencia, niusucm co-
mo ella sibia poslar-se de maneiraa fa/er valer o
brilho de una belleza suave e aerea, nein fa/er
urna Charada com essa finura mareada de san dice
e de dislinccao. Sem ser espirituosa, ellaconaeguia
divertir s pelo sen desejo de agradar. As criticas
mallgnaa e as palavraa um lautinlio iusolcutes, ca-
hiudo de seus labios de coral, fon na va m um uulavcl
cunlrasle com sen olhar rbeio de unii dorura celes-
te, e com seu hulu tilo esseiiciidmeiile mulber. Ode-
mnnio eslava lo oecullo dehaixo das a/as do anjo,
que~inal se podia ade\inha-lo. Qualquer vendo-a c
nu\ indo-a pergUlllava a si iue>ino se ella era um es-
pirito de luz, como seu exterior dcnolava, ou una
mulhcr inwjusa e in;i, como seus discursos indu-
ziam acrer.
Valeria, para dizer ludo n'uma palavra, nio era
seno una cvcellenle eoinedianle. Ella linha cslu-
dodoo cffeito de cada palavra, de cada Resto, ain-
llexao da voz, o joyo da jdiysionomia, c toda a exe-
eu^flo da conversado. Ilavia pi tanto lempo que
ella rcprcsenlava no grande Ihcatro do mundo um
papel um lano ingenuo c inoilo fingido, que o que
(cra sido afleetaco em qualquer uulra, nella era
perfelUmenla natural.
Mas nio estamos eserevendo a historia de Vale-
ria; ella s de\Foccupar-nos cm suas relacoes com
o destino de Fernando.
Na disposicao de espirito, ein que so acbava cale
ao ebegar ao caslello de Tallcmanl, nao era precisa
melade das seduc^oes, de que o involveu inadaiiic-
sclla do Mariiinan para faze-Io sua victima e seu es-
cravo. Elle s quera crcr nella, fechar os olhos so-
bre todas assuasiuiperrcic,oe8, sentir seu jugo, fazer
ilini^.ir.Mi Mr sen-, gestos, de suas tunladcs, e de
-tas sympalhias. Fernando que liavia negado o
amor, quo linha ousado formular esta blasphcniia :
Amar e gozar compreheiidia entilo (oda a pro-
fundeza do ab>smo, ques<'|tara a |iaixao verdadei-
ra, a paUao sublime, al em seus erros e suas lu-
milba(;oes, do grosseiro prazer dos sentidos, alegria
passageira, que entristece ca\illa a alma, osaa es-
seiicla divina, que lieos jioz ein mis, o que nao p-
lesulimctter-se s mmuiidielas da Ierra. Nada ha
lio bollo, eto embriagador eomo a aurora da pal-
\.in ; mas para pinta-la dignameulc cumprc ser mo-
i, relia o anndo; cumpre amar a si menino... Ah !
_ hora feliz dessa aurora fogo Ido rpidamente, e o
dia que Ihesucccdo clicea todcpressaaopoeulel.s.
ca o literaria do I healro, sendo que [or isso Ihe de-
vc ser cabida a inspeccao suprema as quesloes que
se possam dar entre o emprezario.o administrador,
e a companhia, c lamhem 6 rensura previa das pro-
ducOcsdrainalicas, quclenhan do ser e\|H>slas ao
publico. Assim creada acsperiulidadedassuasfunc-
cOcs, que no podem ser oulrai seuAo adiuinislrali-
\o-cconomicas, parece que lodas aquellas que fo-
reni de natureza |wliciaf administralivo se devera
considerar perlenrcnles a mu poder divcrso,quc ou-
lro n,iii pode serse nao a auloridadc policial, en car-
regada da inspecc.lo dos espectculos pblicos, que
cm concurrencia com a uicsnia dirccco.lein de exa-
minar nao u merecinienlo artstico das produrcoes
dramticas, mas a conveniencia ou ineoinenicucia
de iua apreaentaejtoao publico, oabeodo-lhe neste
pouto(ojui/osobrea moral idade),preeminencia sobre
aquella admmislraco. Feita essa dislinrco o
aomUUda a nhrigacao, que corre a polica de auxi-
liar o administrador do thealro, que he dclle um
verdadeiro Edl.cui tudoqoe for tendente a conaer-
vacao'do cdillrio, e seu accio ; e tumben) o auxilio
que deve ella prestar para que os pensameiitos acei-
los pela direceo nao sejam desnaturados pela li-
eeneiosidadeda mmica, e nein lio pouco adultera-
dos pela malevolencia dos espectadores, e anda mais
aceite igualmente a incumbencia de una inancira
coercitiva dcauxiliar o juluado da mesma direccito,
naaqaealdea DcoiHHnico-adminlalralivaai que se pos-
sam dar enlre ella, a emprezae a companhia, Iciiios
quo rom felicidadc s*r achain estabelecidos os pon-
tos de distinecn, do apoio, c concurrencia dQBIOI
diversos, em pregados pblicos.
llefeci\o do lodos estes pensamenlosse noaf-
liaura o regulainento, c lio por isso que pedlmc* ce-
medio a essa falla. Agora mesmo quo estamos es-
crevendoesle pequeo artigo, um fado lemos de-
haixo das vistas, quo moflir a importancia de noaaai
liservacoes. Knlreo empre/ario, inoro do dislinr-
ao pela na pOfllcJt, notaxel pela delicadeza do hu
trato e CulUvodo seu espirito, c una aclr/, que he
iuleressanle pida sua mocidade, o por um talento,
que Ihe promettuum brilbante futuro, como dama
ingenua, e que sempre se torna encantadora, quan-
do uaquello oaraeler toma papis, que revelara a
caudidiv. dos scnliinenlos to sua alma sensivel,
urna controversia se deu, que se ia lomando seria
por torca lo amor proprio deambiw. Succetleu que
a actriz inexpericnte das ousas do mundo deu a
seus admiradores o bilhele do camarote, que Icm si-
do constantemente oceupado pelo emprezario, este
ape/ar de rom justo irrotivocoii-iderar-se ollendido
em a sua diguidade, buseou todos os ineios dura para desvia-la den propo-ilo, de que eremos
senao arredraella por dous motivos, qual delles o
mais forte; 0 sen amor proprio de actriz moca o ap-
plautlida, e ai BUgealflea le rmi-elhciris, que fasci-
nados pelo eulhusiasino, tiuhan fechados os olbos
para as cousideraces de deferencia que dev ia a ar-
tista ao seu emprezario. Era essa illusao bem na-
tural da parte dos admiradores, e do seu dolo, e
o poique dola est ein que aquellos, que rendiam
cultos nao queran) ver o ohjeclo delle curvar-si'a
oulrem, o aeoatumado como est ene dolo a couti-
imas adoraees, seulio tlilliciildade invcncivel em
doblar a sua caneca bella e altiva a voz de um em-
prezario. Felizmente coilou a polica por todas es-
sas questoes, maniendo, como Ihe cunipria.o empre-
zario na posse do seu direito; e nada puderam os ma-
nejos que forain empregados para eslabelecer cou-
lliclos enlre a diree^Ao e .i polica. A circumspec-
(flO dos meinhrosdaquella eommlsaiOi fe/, encalbar
.is preteucoes exageradas, que enlao siiruiram, mas
cata oceurroneia servio a revelaros perlgoaque a
obseurldado da reditccSo do roftiilaracnto crea-
ra. -Mas all nao lira O defectivo do rilado regula-
uicnlo, val mais longe. Silo por clle|ierinillidns,
|wlo seu silencio nesla parle, as manirc-lar/Ms ,jc
approvacfo, ou reprovaejio ; convimos que aoja ao
publico es|>eclador concedido applaudir ou repellir
os achires, mas arredilamos que o evercirodesae di-
reito deve sor subordinad) as iviiras, que a Ima edu-
cacAo, euin delicado goslo sabem cslabeleeei, e de
que nunca se deve mostraresquecido um espectador
corle/, c espirituoso.Confundir, poriii.eslessignaes
comea degntade rol, querer con verter o Ihealroem
mercado de riheira, preafar-lliQ as formas dos crcu-
los de gladiadores, alroar o recinto de um modo
aasuslador paro os Ivmpanoa aluda os mala endure-
idos, be oque naodcvccoii-enlira polica, o ser
edado pelo rogulamcnlo, nianro nesta parle, e v.i-
reeodor de providencia que sirva a proscrover do
Thcatro as nvares liimuluiosas, que bem [dem ser
comparadaa rordadelrai aaauadaa.
Pensando assim calamos bem longe de querer ad-
rar o esliina i^e reprovacao sobreosapplausoslrihu-
(ados a actriz Manoeliia no dia do seu beneficio,
mea n'eale ponto mesmo aomos obrigadoa ;raserob-
servanies, e eslabdcccr dialluceoca. Ilouverom
Bppluusoa dados de nina inaneira decente por Caneo-
(adoresque folganide fa/er reiiiliuieiilos ao mereci-
nicnlo, c animar tlenlos iiasceules.a esles louvamos
nos, mas a essas finias infernas-, que com as fci-
ct'n-- de talvros, aa grenhas aollai ao u-, codloraoea
phix'iielicas, e vo/es nuiqueuhas mais pareciam ha-
chantes errantes, que joveus cnlhusiaslas, censura-
mos nos de una inaneira mui formal e po>(iva.
As suas vuciferaceseram pm do mais grosseiras, pa-
ra emepodeteeui formar oflirenda igradavel a urna
artilla delira la, e tambei.....ode-ta, e que por .isso
deve eonheccr que nao pode produ/ir o enlbusias-
ino que excita o genio; c de mais esse ruido que po-
dor-o-la chamar tumulto pareceraobra ciicom-
mendada e pagaoque he triste para urna artista
de merec ment.
lleno intuito do evitar que taes seenas se repi-
lam, que desojramos ver adoptados pela polica.
medidas preventivas, o lainbem de algum modo
acauteladas no rcgulameiito, que eslabolccemos es-
tas dklinccOea. Conhccemu quo nito podo ser es-
cripia urna hitla que possa aferir exactamente a
cxtcnso.dos applausos, mas deixamlu islo ao bom
criterio do publico eda polica, e acreditando quo
essa concessao nos (rara menor somina de perigos
do (|uc os que pode acarrelar o espirito do caballa
mal dirigido, com acert calculamos.
Aqui porin nao parara as nossas reflexes ; lam-
hcm se ellas cslcndeina gravo inconveniencia queha
ein emhriagar-seuma actriz nova com applausos ex-
cessivoa. de modo a que so ella persuada, que nada
tora a aprender, que est no caso de dispensar o re-
pellir ademoeslac/H polidas, uaseidas do sincero
desejo de vo-la eiicaminhar-se de urna inaneira con-
veniente aos seus lalenlos.ainda mal desenvolvidos,
porm alliancadores de um porvir hrilhanlc. Nes-
te sentido osereveremos um artigo que lera cuino ob-
jecto a analvsceexccucodo drama AnucloTxraniio
de Padua ou a Aclr/ (eiierosa, eslreado no dia do
beneficio da acil Manoeliia.
Desde j prometlemos ao concluir esse pequeo
aponloadodc observaroes, que na critica, quo hou-
vermos de apresenlar, DftO nos deslisjiremos um s
apici daquella senda, que nos he trabada jiela ver-
dades Imposta pelo sincero desejo do que nos senti-
mos possuidos do ver o (healro reposto as suas ver-
dadeirns hases, o dando de si aquellcs fruclos quo
(em o publico direito a eolher.
THCATRO BE SANTA-ISABEL.
O beneficio da artstica dramtica Manoela
G. Luce!,
nleirameiilc cslranhnsa essas parcialidades do
par i dos, em que se divide una grande parle dosfre-
quenladores do nosso thealro, sabemos apreciar o
verdadeiro mrito e elassilicainos comjuslic.a as po-
sii;es de cada um artista conforme pensamos, sem
nutrir des;illeicao por nenhuin delles. Hoje nflo ha
quem ynore cm Pcrnambuco, c muilo principalinen-
le aquelles que eoneorrem ao thealro, a guerra sur-
ta e estupida, que gratuitos iiiinicos dcclararam
nosaa primeira dama Manecilla l.ucci, o motivo que
a i-> os ndiuio, pela bocea pequea, nos grandes
saines, se o Iraduz com bastante, descrdito deseca^.
amaveis seductores, c anda |jcfor romprchendido'
geralmente pelo poto, que nao enxerga uisso seno
a audacia inloleravel de um estulto capricho da par-
le de um lime i, a a revollanlo conlrariedado do
oulros, que negando cuuhccimcnlos a lodos que mo
se assiinelhain aos seus adeplns,pregam pelas folbas,
pelas esquinal o mesmo pelos holequins com um cy-
nisnio iuqiialilicavel, contradicloiio pensar a niai'o-
ria do povo. A revisto Ihealral, eomiuunicado que
de lempos a lempos vem a npssas uiAos, poder ser
qualilieada por una crtica justa, por urna analvso
imparcial... quando conslaUlemenle nos iuconiiuoda
os ouvidos ruin seus elogios encalvados a marido
cm que forma o paueu) rico do seu trplice lieos
Costa, Mcudcs e Orsatao mesmo lempo que sem
piedade, quer matar,, exfolar, destruir a todo cusi
essa pobre actriz Manoela, que infelizmente be vic-
tima das //rimada* de (Ao brbaro escriplor !... Mas .
a noilc de I de oulubro de ls >j e a de 11 de juubo
de 1853, foi um desmentido, que um povo Ilustra-
do lancou cara do infame amador', ao mesmo lem-
po que a actriz predilecta vio para si construido um
padroile gloria Vimos a revista sem conecilo, sera
crdito tornada redieulo cshoco para divertir os lei-
lores; vimos o amat/or mordido de desespero c de
raiva, desacreditado, aniquilado c tornado ludibrio
dos houieiis sensatos !.,. e enupuanlo a insigne actriz
ufanado tanto enlhusiasmo juutava as raaos o diriga
um agradeciiuenlo a lodos, c que do lodos os cantos
parliam vivas de prazer e alegria, |or ver recom-
pensado o verdadeiro mrito, vimos o carao do ama-
dor eoiilrabir-sc le colera c ranear, cmquanlo as il-
lualrea wnhoras, cora os seus lencos, que agilavam,
nianifeslavam tamben 0 sen enlhusiasmo, c que as
llores lapclavam o palco, onde essa actriz securvava
bumilliada de um acothin.eulo lo brilhanle, de um
applanao lo espontaneo, vi linabuenlc quehrar-so a
iniseravel cspatla, que o amador hrandia iinpuuc-
mciile, vi para sempre destruida na consideracio do
poro inicuo, esse hornera que foi causa das intrigas
v disseusoes, que cxisliram na cumpanbia dos artis-
las, e qnc he ainda causa, de quo o emprezario o Sr.
Dr. Carvalho, lenha contra si aodiosidade de algu-
mai peaaoaa, queso deverja recahlroellel mas,cIiaro
amador, arrependc-(c, que anda he lempo, nao (o
ufanes de seguir una vereda tortuosa, de um caini-
nho do engaos o falsidades Seno eu le dcxarei
teiulirancas miubas, quando anda tuna vez nos en-
conlrar na arena do cmbale, senao (u, o os teus co-
nhceerao mus bem larde que o povo desla Ierra nflo
he um povo estpido, que precise mendigar a scicn-
cla da vosea precouisada litteralura, c o ridiculo que
le cubrir amador tidif dar regosijo c salisfacAo ao
leu antagonista. O noto rampeao.
(OltRESI'OWa.S.
Senhoret ffsrfjK9Wt. Estando |iroma a rheca-
l,i ilos vo|iiircs Jo norte, e sul, e lundo cu |ircscn-
i'iailo a infame caroailn, <|ue .il-mi- raixeiroii Inrliu-
liMitos fa/eiii na rasa do rorrrio, quamlo all asv
ISoesperando pelas cartas do seus amos, prinripal-
i iii! se o anuir podessg ser u que nos Mullamos,
quando suas primeiras enioroes nos afllgam Se el-
le podesse durar scm|irc r.uliosn e caberlo do llores
romo no sen nasnmeiilo, este mundo, apeznr de lo-
dos os enfados o de lodas as doras, ipie o apellan! o
desiloiirun, seria muilo licllo. Oliomcm seria mal-
lo feliz o nao desojara mais o c-o Mas nlo aron-
lei-c assim; ns lacrimas da tristeza surecdom loijo
iu. mu risos da alciua, I iluvida ssglM do perto a
conlianra, o a fronte ornada de llores icdo.ou larde
cirragaa dolorosa eora de espinbosl
V li'intiraiiea do passado..., essa inesiua lemliran-
ra tilo radiante de felicidadc o de amor lorna-se um
pcnsjimciilo de amargura, ipiando n presento nao
i oflerece seno deagoslos o dcseneaDumenloa... E
todava como ora bello o loinpn queja nao esble !...
Mas nada nos restituir as illuses perdidas), as
cs[cniiicas encanadas, as al'cicoes exllnctis ou (r-
bidas; o* lempo devorou ludo. Em vSo noasaa in.lus
jmpaelenle se estendea pan lomar a lomar o
que est perdido, em vilo tenamos reanimar cm
im-as alina~ esputadas essa crcdiilidadc sublimo,
lie a c\iicreiiciii, o grande mostr da liiiinfinidaile
estruiu I O encanto cslii para sempre desfeilo, o
sonlio lem fgido para nao vollar mais, e lodas as
cliimi'ras doiiradas do nossa liclla mocidade cedo-
rain o tusar.......a nioriia realidade.
Todava no sejamos inuralos para com o passado.
Poslo que a lembraiira dos dias fcliics nos encba os
olbos de lagrimas, gnardeme-la como urna reliquia
santa no templo do uossos coraces. Ilesgracjados da-
quellcsquccsqueccm! Dessracailosdaqucllesquonilo
(ecm o culto dos lempos passados, a rclisiAo da Icni-
branca! lles^rai;ados daquelles que nao rodsjim de
urna immorlal aureola a memoria do quo amaram I
Mulos annos podem ter soparado dous cornciies,
que ardiam um |ielo oulro, a fulalidadc pido Ic-los
laiiradn lito longe, quanlo o norte o lie do sul,
orioule do occidente ; um pode estar feliz no co.
o oulro chorando sobre a Ierra, os acoulecimeiitos
da vida, assuspcitas, o ciume, e lalvcz mesmo a in-
constancia pndem le-los desunido; mas na alma
bem nnscida ha sempre urna corda, que v ibra me-
nor Icmbrauca desses leni|ios felizes. Enlao oracoes
acodem aos labio, quo mo oravaiu mais, lacrimas
aos olbos que tinbam cessadn de chorar; enlao ru-
sente a Kenle vagas ternuras, saudades amaraos : lu-
do isto sem ser percebido nem conhecido do mun-
do ; man rccolhido por aquello que lastima nossas
enlermidades, sabendo quanilo somos outra colisa
|uc !><' o pal dessa grande familia de ofphtos pe-
ln cinar.....<|tn' aiuliun sobre a Ierra na lrislei.ac no
isolaiiieulo. *
Din.inlconieiquc passou no caslello de lallc-
inanl, l'ernando rinlii iaoou-e n'mo felicidadc sem
mistura. Blto amava a Valeria rom lodu o fogo de
sua ardente msginacSu, com toda a ternura, que a
natureza Ibe dera. Ve sua parlo Valeria norria a
pai\Ao do joveu o bello poeta, quo lisongeaya son
amor proprio pelos nonios mais invuliicravi'is nos
ataques ordinarios, tiles Iroraram logo os juramen-
tos ephomcros de un amor eterno u os aunis e as
trancas de rahellos |>enhorcs do amor, cuja fragili-
dado he reconhecida pela experiencia; mas que so
rciiovaro |iora se quebraren! um listante depois
emquaulo durar o mundo.
D'Arville nao peilio solcmucmciflc a mao de Va-
leria ; mas licou tacilamcnle justo entre ambos que,
cheglltdo a Paris, Fernando seria apicsciiladn no
palacio do Marignan, empresaria lodas as scilue-
coesde seu espirito pan Motivar i vclha duqueza,
e que o romaneo lao bem comecadn so terminara
rom salijfacflo do lodos por um fcz casamento.
Nessc momelo Valeria ora sincera, o linha avon-
ladc l'i'in dolerniiuada de cumprir suas promessas.
Apczar de sua belleza c de seu alio nascimeuto, ella
j linha vislo hem vezessuas esperanzas frustradas,
No mundo cm que viva, sua psito so liavia pouco
a pouco falsificado. Destinada grandes allan(.is,
ella linha visto mullos casamcnlos desl'azercm-so ua
vespera de seu rumprmeulo, e por no parecer
abandonada, ella ao birla entregado a um loureiris-
mo que linha ssvezcscsccdido os lmites, que a to-
lerancia franceza iui|>oe i'is mo^as soiteiras.
O suicidio do condede U... liavia sido um objeelo
de escndalo, do qual os inimigO.de Valeria nilo li-
nham deixado do aproveilar-sc. De oulro lado os
desvos da m linltam poslo na fronte da filha um
ferrle de vergonha, que pareca de inio affouro pa-
ra sou futuro..v E lodavia ossa mai culpada, quu
abandonando o celo conjugal liuha do algum modo
legado a deshonra sua tilda, era lalvcz o nico eu-
Ic no mundo, quo Valeria liavia amado.
Ella era mui pequena anda; porm ronservou
urna lcmbranra mui dsliucla de sua ultima entre-
vista. Via nimia essa mulhcr to adiniravelmcnto
bella apcrla-la sobro o confio chorando, e multas
vezes aules quo a alma da moca so (ivesso ilcscccadv
ao conlaclrt da reserva glacial de sen pai, assim co-
mo com as lenos de calculo iuteressado da velha
duquesa, olla'liavia derramado lagrimas amargas
.liante da porta desse quarlo que tirara fechado o
siteiicioso, no qual recclier.i o ultimo licijo de sua
mai.
A res|iei(o do iiascimento c da fortuna, um casa-
mento com Mr. Fernando iTArville simples adjunto
.1.. iiiiliaiva.l.i. n.nla linha de brilbanle ; mas a for-
inosuranolavcleo tlenlo distinclo do juvoii poeta
|....liani etplica-lode una inaneira muilo plausivcl;
e Valcris se lisongeava de que niuuuem adev nharia
dcbaiio desla allianca, dita de inclinarao, o ulliinu
recurso de urna lourcira.
(Coiilinuar-ie-ha.)


BgJ'.HW
-2
~
lllClllC 09 I nv....... <1m m 8., 1!. II.. M A. c ou-
lros que mu auunymo ja dcuunciuu no Sr. adiuinis-
Utdordo crrelo j 1*50 ao incsmuSr. administra*
il'n queira dar ai providencias <|tio llic cuiupro, lia-
ra i]no -nm II.....tosgaialosiejuin rccolhidos cadoia,
anula que seja|ior _'l liorai, poisque nao lie possivcl
so (olere cm una eslacjto publica scmrlhaule com-
porlaiiicnlo, que lie mais proprio da ribeira. Son
dos senhores rodadores aeu conslanlc loilor.
Um dos pacienta.
Stnhores redactla.Oiiando li no Diafio dt
l'ernamouco de II do marco prjimo passado, acoi res-
poudoncia do Sr. Joiio Percira Freir conlra niim di-
rigida, ja mcacliava na comarca do Limociro ondo
sou morador, ceraconsequenrin da longiludo eal-
Suns incominodos que lici sollrido, nao pude logo
dar aoSr. Joan Poreira urna resposta rabal e satis-
factora. Agora poromqueme arlionosla cidade, c
um poiico mais livre e dcsembaracailo do moiis pe-
dceimeulns phMcot, vou cumprir o dever de res-
ponder ao mou toin sogro; oquejulgo laido mais
sagrado, quanlo he rclalivo defoza de minlia re-
planlo c honra, > I o alro/menlo alassalhadas por
um velho, que lias projimidades da morle devora
rcspcitar a verdade, e lemcr a Ooos, a quem lem do
dar cilreilas conlas.
Calumnia-nu? completamente oSr. Joilo Percira
em (oda a sua correspondencia, quo he um perfeilo
libello famoso coulra a minlia dignldadce honra, o
essa calumnia remonta au leni|Ki, cm que recebi
em casamenta a llllia do Sr. Joilo Percira, decla-
rando elleque tu me catara rnnlra a sua vonla-
de; que . elle tempre procuran liencficiar-me, ja com um tof-
frivel dote,ja com oulros soccorros; mas que eu
nunca dri.rri de nutrir otilo contra elle e de dse-
jar 11 11a morle para appropriar-me de seus bens.
No ha, nao ha Mentira mais revoltanlc, nem ca-
lumnia mais lime mais infame, do que esla, que
O demonio vomitan por bocea do Sr. Joo Po-
Pcdiem casamenta a lilha do Sr. Joilo Percira,
promplamento in'a den, di/ciido-nic que por falla
de dinheiro nao poda concluir esse Degocio com a
brevidade quo eu exiga ; coiiscnUo portan, que cu
minha cusa iipromptasso lodo o necessario para a
iioivn.alcmdojoias eveslidosdc rasaiiienloelcelc,
encarrcgando-iue elle mesmn de lli'eu arraujar rs.
1:0009, afini de encinar breve o casamenta. Con-
segu esse conlo de rs. por inlcrmodio do Baldo
Manuel l-'errcira Itiro, 1 premio de dous por rcnlo
ao mez, e elle pagou incu sogrn, depois dcdilula-
dos lempo*.
Ora l visla deslas circunislancias, o dos bens quo
cnlu pouuia o Sr. Joto Percira, que cram apena*
93 uiaus cscravns, e a pequea propriodailc cm que
anda boje mora, he claro que nenhuin beneficio me
podia tazer elle, nem me dando um dolo ventajoso,
o- mi me prestando alguiii oulro soccoiro; o para
que o publico, para quem appello, o unico jui/o
que cu quero nesla quesillo, possa bem avallar o do-
lo quo o Sr. Jottl Percira me deu, c dcrilrar o sen
carador, drci. que consisti esse grande dol em '.)
cscravos, a saber, I negro nydroplcu de nomo Ca-
lislo, urna negra phlhisica de iiomc.loanna, I ene-
rando o Joo Brug, viciosos do Ierra, c liento,
quo conlava 65 annus do idade, de pessima rondiir-
(a e medido a valenlao, alm de mais qualro, cu-
jus nomos por brevidade aqu oinilta ; sendo osles
qualro iillimos os que vcrdadcirainonle ronslilui-
ram o mou dolc ; por quanlo os cinco priniciros,
alcni de nao valoran colisa alguma, morreran pen-
co 1 i-i 11 ni depois que nsrecebi, viudo assim a dar-me
prejuizo em lugar de proveilo e ulilidade. E que
lal o prsenle grandioso do mou souro, que lano se
inculca de me lerTicncliciado Oualrn esoravus11-
nicameiile foi o mr-ii dol, e qualro escravos, que cm
1826, que tai quando me oasci, poder...... valer
quando muito, 80119". Aqu be bem cabida nina
garualhada.
A' pedidos de minha mulla-, que romo boa lilha
scinprcamou a sin ingrata pai, fui inorar na pro-
priedade do Sr. Joilo Percira, pronicllendu-ine elle
dar urna casa pronipla para minha inbtaneta, loso
queeu 13 rheBassc, sidi a nica cnidiru de Ih'cu
dar as madeiras e os nlliriacs: mas o Sr. Joilo Pe-
rcira que nunca promclft> para cumprir a sua pa-
lmea, porque lulo a lem. ja mal ronduin essa casi,
niln obstante cu Icr realisado o 111011 remproinis.o.
Conhcci eulilo, depois do eslar algum lempo com
meii sogro, que lodo o seu iilunlii era ver-se livre
do mimo de sua lilha, quem sempre Iralou mal ;
deitar-ine para tora de sua propriedadee servr-sc
das madeiras de minha casa para arirosceiilar a sua.
como de fado acontaren; c resolvido a mudar-nic
do lugar que nenliiiina vantagem me propnrriuua-
VI, U siiinenle prejlli/os c desgoslos, ped por nter-
medio de minha sogra. que o Sr. Jlo Percira me
romprasse a safra rolliiita, recado ja quciinailn. e
varias lavourasquo cu linha, tacililando-mc assim
osmeius, de que precisara para ir procurar oulro
ranchee cuidar da vida I a rcspn.1,1 que rerebi do
Si. Joilo Percira, foi 11111 escriplo tanle c alre-
vidissiino, s proprio de sua educaran e de seus
principios ; e porque llie disse nicamente que, vis-
ta elle 1110 lulo querer comprar o que cu all linha.
nesse caso cu ia acabar a niinlia casa, fui pessnal-
uicnle queivar-sc de iiiiin ao juiz de paz Joo Fran-
cisco, asscvcraiiiln-lho que cu piclendiu assussiua-
lo,c para dar maior vullo o nina calumnia d'esla
onlcni osorovcii ao advogiulo Antonio Juaquini
Ferreira que morava no l.iinneiro. |iedindn que el-
le lite indirasse os nicios de segurar sua evisloncia !
Esla caria fui cm proprio original apreteutada a
ineu cunhado o Sr. Ignacio Cornil de Mello.
Pastado oslo lempo de Icrrivcl tormenta fui mo-
rar no sitio, em que boje me acho, em couscqiiciieia
de negocio, que linalmenle aniiuio o Sr. Joan Pe-
rcira, o esla monda que limita rom a d'clle, me
lem sido dcmasiadaincnlc fatal; lio ao porque o
bom de ineu sogro nao evita nos lucios de fa/.er-
mn mal scnipreque pude, soltando animaos que dcs-
11 o.mi as minhas lavouras, scuilo porque lem pru-
ruradn conslanlemenle desmoralisar-nie para com
ns nicus proprios escravos, apalrocinando como se
di/, al o fuga do uns o os mans feilos de uniros.
Sern esles os bcnelicius, que me Iciu Icilo o Sr. Joao
Percira .' Elle que o diga, e o publico que o reco-
nhera.
Dciiarci de fallar em diversas pocas, que se dc-
ram, entre a minlia mudanca da prnpiiedade du
Si. Joilo Percira c a morle de niinlia prelada mu-
Iber: porque seria 11111 niln acabar pretender 1111111-
mcrar Indas as machinarnos de mal e de dezar, que
oSr. Jalo Percira me proparou ourdio pelo derur-
sn do lodo esse lempo, c julgu bastante di/cr, que
he una calumnia, que nn lem rliissiruai.ao, essa de
que se prevalece agora o Sr. Joilo Percira, aseve-
rando quo minha mulla morrra de dcsuoslosda
dos por inini. So um humciii perdido o sein alma
para quem a vcnlailo he um crinie, c a mentira, i
embale, a aleivnsia juslus meios de defeca; sen
1 ODjeienril do que dll c do que faz, sem lmur di
vida cierna, podo allirmar scmclbaiile proposiru
Viv -.-1111.11- com minha esposa na inaisperfeila liar
moiiia.ciioliaiiologar de ininlii inorada, ucn
tara delta quem possa dizer o contrario: a pmu
d'isloeslii un les(giuunlio irrecusavel de cidadoi
1 i-peiiaveis, o constante* dos documentos que abai
so Iransercvo. Mas se eu, cumn bum marido, sem
pre amei a minha inulber, e llie prodigalisci lodos
os cuidados c dcsvclns possiveis, mou soaro pod
dizer o mesnio para enm sua desdilosa lilha ? iin
iwrquc ella tai virliina de seu pai. Minha mulbcr
inorreu, he verdade, acalinnili.iila do desgoslos;
mas foram ellos causados peta Sr. Juan Percira, ja
porque 1 desprezava constantemente, insullando-a
niesmoua |iessoa de seu marido o do seus lilhos, ja
1-11 que inuilas vezes llie disse queso vivia para seus
engeilados, e ja liiialmeule 1.....pie. durante o lon-
go periodo de sua grave enfermidade, em a qual liz
para salva-la ludo quanlo he liuinaiiamenlc possi-
vcl, u Si. Joao Pereira s a foi ver, o a pedido ineu
ni vspera .le sua morle! E como ero minha mu-
llier o dolo do coradlo de seu pai'.' Ali! quo hi-
pcrita mo he u bom de mou sogro: escreve e diz
por loda a parle, que elle amava cslrcmosamenlea
imiilia innlliei, quando ns fados que san bem noto-
rios, o delalam como seu alaoz.
Esfore*-se o Sr. JoSo Pereira por mostrar ao pu-
blico qoc eu Icnhn sido mo pai, c se ufana de ler
educado meus lilhos. lie mais una mentira e nina
miseria, que sahirain da bocea de um velho sem
criterio e sem conscicncia. lie vordade que mcus
lilbns, a pedido de miuha mulla na hora da unir-
lo, e em consequenria de minhas circumslanrias,
que cram ms, foram para rasa do Sr. Joao Perci-
ra. seu mi maicillo, mas quando para l foram, ja
sabiain Icr o escrever, romo provo pelos duruuiin-
tus .111.11 vii Iranscriplns, inoslrando assim que cu me
niln descuidei de sua educacau. A rcspcilu da for-
malurade umd'clics o Sr. Joo Pereira apenas
coatljuvou-mo |>or euaeo de 2 anuos, sendo que nos
I segundes foi ineu lilho sempre suppridn .. minhas
1 vpensas, alm de llie eu ler dado cscravu jiara scr-
vi-lu, cavalln sellado c pruinpto para suas viagens,
1 elogio de onro, e lodos os livros uccessarios para
seus estados. Teiibu lainbem um oulro lilho de
nomo Manuel Beniriu HarhoH.quc maudei ordenar
" se arha boje com orden* de presbtero; c ludo is-
lu liago para mostrar ao publico, qne cu nflo sou o
|iai. que o Sr. Joo Percira quer inculcar cm sa
corraspooileucia, c que eraras a lieos nao me dono
comparar cora elle, que nao dertdaudo maiai de
desgiHtas a so.i dwlltamulha, u duv darla san i
llcarao sen odio e viiigauca para comino os seus iu
iiiiceiilcs lelos.
juaiilo aos assassiualo* o pcivcrsidades, que o
Sr. Joao Poreira me atlribuc.sn llie respondo que de foi solicito em medlca-la, mullo laslimou a soa
tanta e de mais anda se he possivel, be o Sr. Joao perda.
Percira canaz, o oue iulgnndo-mo lior si de corlo me Mo me consta quo sous dous fdhos os Srs. I)r.
nao ulleiule. Km materia tan grave e de lana man- Manool Tbouiaz Barbosa Freir e!Bruno Alvaro
uitude como cslr, nflo hasUapalavra do Sr. JoDo Barbosa da Silva Freir, lenham pralicado fados
Pereira, *o uccessarios documentas e provas, e criminlos, ante* o considero dignos da estima pu-
,., quanlo o* nao cihihr serildo e havdo sempre blica. NSo me consta que es dita* scnbores lenlas-
por um vil intrigante e. caluinniador. Imnula-me sem contra a vida de seu av o Sr. (enenle-coronel
amortado caoorio, no sabe o Sr. Joo Pereira, Joa Percira Freir. Quando cheguei do mou eti-
qu esse huincm leudo sido engajado paralrabalhar lio do Fernando de INoronha, ouv dier que o 111 re-
comes meus cscravos, oslo no anuo de 1811, sa- liz Mano.) Antonio havia lindo seu protector
liiiidn mu da nara nrcurar nina carga de farinha,' loncnta-coronel Joo Pereira Freir, um cavallo
uo vollou mais ao servico, sem que huuvessc noli-1 o 20OJ, e quo leudo ido para a provincia da Parhi
d'clle
pinta
sabo que 011 cuidadoso eommuni-
quei isloracsninaoSr. Jnn Percira, que enlao se
echara cm maizudo comigo, c que o Sr. Joo Perei-
ra nunca cm lempo algum, me suppoz capaz de
mandar malar esse homem, que alias nunca me of-
lendeu, ccom quem nunca tivcdai'Mwamfoniaic,
e que nflo fnzia um me/ eslavo em minha compa-
nhla? para quo pols essa perversidade do apresen-
lar-inc nos ollios do publico como assossiiio d'cssc
caboelo?
Accusa-inc lambem o Sr. J0A0 Percira de ser cu
0 matador do seu querido engeilado .Manuel Anto-
nio, assoverando que elle nunca dcflorara moca al-
guma, o nem espanrara um padre na Paralnha,
conforme cu allegara cm minha correspondencia
insera 110 Liberal l'ernamlmcano, o que ao con-
Irario esse Manocl Anlouio era um moro sem man-
da, cscolmado de crimes, um anjo r/mlim. Poli
bem, cslou justificado da calumniosa impulariloquo
un- fez 11,,-n sogro em la correspondencia. Inslau-
rou-se conlra inin no moeiro um processu por
rausa da morle de Manocl Antonio e denuncias do
Sr. Jo,io Poreira, o cu rui dospronuoclado, coino
moslro pela ccrliilao insera abaiso d'esla, ficando
prvido mir tcslcinunbas maiures de leda a exrepeao
que Manuel Antonio en ludo quanlo cu disse quo
ello era, o taz mais do que cu allcgue que elle Hie-
ra! E o que responder agora o Sr. loto Pereira?
Se cu livesse urna alma tan baiva c um espirita
l.ui niesqiiinho, como o bom do ineu soaro, que sem
respeilar as conveniencia* nocaos e a decencia pu-
blica, se arrojoii I laucar por snl.rc miro ludoqiianlo
be dcllc, o s I elle cabe, arcusa-lo-hia, ehama-lo-la
ao Iribuual compclcnta pira devidamcnlc ver se llie
impor apena, que devcsolfrcr oimscravcl raluuiina-
dor; mas, fallo com since, idade, Icnho do de sua vc-
Ihirc, do sua Ignorada, de sua malvadeza mesmn, o
como elirislilo que sou, Iho perdilo lodo o mal, que
me elle lem feto; bulo mais quanlo csiou na firme
conviccao de que niugiiem crc-lo-ha no que diz do
inin, ca prora hoque lodos aquellos, com quem vi-
ve ni maior intimidada, e em quem deposita a
maior ronlianca, todos, sem exccpc.io, me fa/.eni a
juslica de crcr-mc incapaz de pralicar os faclns c a-
Irocidades, que elle me lem Imputado. I.cia o Sr.
Joo Pereira rom allcnran os documentas, quea-
roiiipaiihan esla minha correspondencia, c renare
que algum passadns pur pessoas de sua ann/ailc, o
que me nao silo multo altadas, multo me ibonam, c
me honrani. E nao ser islo bstanlo para desmen-
li-loroniplclanicnta-.' Cuido que sim.
Se eu sou o inuo marido, que o Sr. Joao Percira
,; o mi lilho, quo Icnloii coulra
pai taclo horrivel, qiicjmais pralieana qual-
quer que tasse a quena, quo livesse de meu proge-
nitor ; o inao nal, quo nao soiihc educar sen li-
lhos ; o mo prenle c pessiinn cidadn cm fim, que
homem houcslo de minha comarca poderla ibonir
a minha conduela, c ale cloaia-la? ncuhuin ; e
quando alunan pur condcsccndeneia n (sse, nun-
ca-cria a ro.narca, loda inleira. Mas ah Mil lo-
do u l.imociru c Bom Jardini procure 0 Si. JoflO
Percira fados ronlra inin, documcnlos, leslcmu-
ilms honestas c probas, c sea* adiar, lera provailo
ludo quanlo disse em sua ilrabillril corresponden-
cia. Se porm, milito ao contrario, 11 0|.....lie dos
meus coniarros me he muilo favoravcl. se lodos me
csliinaui c honrani. e se al dos proprios desairelos
su aprcaeolo documcnlos em meu favor, he 110
urna prova de minha innocencia, e do earaeler dea-
leal o Iraicooiro do Se. Joo Pereira.
Nao Icnho raima no lugar em que moro, ha lan-
o, anuos, c nem. araras a Heos, meushlhus ns Iciu,
0 que so v do ultimo documento, e por onde Icinus
andado semine fomoi lidos c liavidos pnr humciis
honestas c probos. Hir-se-ha oulro lanlo;do Sr. Joao
Pereira, que maltraa seus netos, que os repelle pur
amonta seus engeilados Alli So ns ditas vagos
vnlesscnialauniacousa. ler-sc-hiacrido Jil no milita
quo se diz do Sr. Joo Pcleira, e heque oannu p.
|i. uu limado, em prescura do l)r. Joan Francisco
llilanrourl, escrivilu lenlo e Joaquim I heoiloro, ad-
VOgado no l.inioeiro.oSr. Juo Percira Idasplieniou
ronlra seu sogro j mol lo. ha 33 anuos, el.....lainta-o
de ladro, e arrusou l'orlenienle um sen cunhj-
ib......dclhehaver furlado 6 vareas; ronslaiulo
aluda mais, lambem por ditos vagos, que seduzin
1 l.uiz Fnucisco para jurar contra o referido sen Cu-
nhailo, cusiuaiidn-lhu romo devora depor. e allu-
........In-lhe que depois, quando se elle confossasse,
Dous pcrdoar-lhe-liia esla mentira. Mas quem he
que arredila cm dlosvagos, c no que se di/., sem
nina base arla e iofalivel 1 Assim pois.....) allcaue
u Sr. Juo Percira c.....ra inin o que nao pode pro-
var, oque he iuvcriisiinilhaule. e cuide de emendar
seus crios c fallas, porque em taita o lempo islo so
pode lazei, preparando assim nina morle mais Iran-
quillac mais du isln, do que a vida que lem pat-
sailo.
Basta : leuho-nic derctldido O juslilirado. c he es-
te ludo o mou anhelo. Bogo pois aos Srs. Bcdaclo-
res sedigneni Iransrrcver oslas ludias no sen con-
coiluado jornal. Seu usslgnauleo criado. Berita
11 de jiiulin de 1853. Antonio Barbota da Slca
a lllms. Srs.O capililn-mr Anlouio Barbosa
da Silva, monitor no lugar deale termo do Llmoe-
ro, precisa a bem sen, que seus prenles, vizinhos
de pcrloallcslcui aup de-lc, sol palavra do honra
lo: I-, sen siippliranle einquanln viva
ir, tai eomcublnauo, ou que por niulhcrcs
r qualquer oulro principio a mallralassc
... desgoslos, e que Ihe promoveMe 1 morle linnl-
inenle. se Ules consta que o suppliranlc|scmprca es-
limou muilo: i; so o tupplicanto o seus lilhos o ba-
cliarcl raimado Manuel Ihoniaz Barbosa da Silva
Freir e Bruno Alvaro Barbosa da Silva Freir, lem
pralicado lacios criminosos.dignos da censura pul.li-
ra,011 so so lem portado sempre romo homem probos,
dignos da estima publica ; :>', se Bies consta quo o
siippliranle e seus referidos lilhus Iculasscni, por
qnaluiicrinaucira.ronlra ahonra c vida do Icncnlc-
roronel Joo Pereira Freir i-, so o finado Ma-
nocl Antonio do Espirito Santo, criado o protegido
pelo referido leuenle-roroncl.romiuellera os segua-
les facl:u rouho de-I o lanos mil ris o um
cavallo de estribara, perlcnccnlc 110 .lito lenenlc-
coronel. cvailindo-sc par a casa de Franrscu Das
Monte Negro, morador no cnaenho Espirita Sanio,
da provincia da Parahiba ; o espaiicainenta do pa-
dre Firiniuo, taita com nina chbala, por motivo de
unas moras prenlas do mesnio padre, no lempo
cm que estovo na casa do dito Monta Negro, dundo
VOltou a casa do seu prolector com ineilu do que
havla feto, c o estupro do urna menor de nume Ca-
rolina, lillnt de Manuel Vellez, com quem esleve
amanccliaita com promessas de casamenta ; .V, so
o referido Manocl Antonio fui ou niln tSMfsitiadO
de emboscada ou sojlc publico ; c 6-, so so ignora o
seu aulur.
Pede a V. mes. lllms Srs. capillo Joilo Velho
de Mello, Jusliiio Anselmo Percira de l.urena, le-
nentc-roroncl Antonio Malheus Bangel, .Jos Ollas
de Paula Homem, c mais alguus saibores so digucni
al tostar.
11 Quanlo aos arligos da palelo, sobre o I-, alles-
to que osupplicanle sempre cslimou muilo ,1 sua
esposa, c minea me consluu quo a mallialasse cun
desgoslns, uu por qualquer oulra nianera, o quo
quando olla viva rosse comcuhinado, proniovcndo-
Ihe a morle; sobre o sj-,que nada me consta quo de-
sabone a conduela do supplicanlo o seus lilhus;
quanlo ao :i-, lambem no me consta ellos lenham
tentado, por qualquer maiicira, contra a honra o vi-
da do teiicnlc-coronel Joilo Percira Freir ; o quan-
lo ao 4', 5- e 6- arligos, relativamente ao finado
Manocl Antonio du Espirita Santa, ludu atiesta ser
verdade, Icndocllc sido niorlorum liru de embosca-
da, como lambem queu aggrcssor se ignora.ludn af-
ffirmo o jurarci so for preciso. 18 de maiu do I8J3.
Joilo Velho de Mello.
. o Bcfiro-mo ao anotado supra. 18 de ionio de
maiode IH.YI.Gaudenco lieira de Mello, o
,. Befiro-me ao alloslado do Sr. canlo Joo Ve-
lho de Melle. Pesqueira, I8de maio Je IB5S.
Jwlino .lnielmo Pereira de Lucelia.
1 lli-lu,1 un- an allcslado supra. Boa Espcranca,
M de maio de 1833. Antonio Malheos Itangel.
11 Itelirn-mc ao al testado do lllin.S. capitn Joilo
Velho de Mello. Ba Eiperanca, *> do maio do
1853. Jote Uzias de Paula Homem, propricla-
rio.
o Beliro-me lambem ao allcslado supra do Sr.
JosOziasde Paula Homem. Boa-Espcranru, JO
de maio de 1833.
11 Francisco de Paula Comes dos Santos, o
a Beliro-mcan allestado supra dn capillo Joo
Velho de Mello. I.aana Funda, 21 de maiu de 1833.
u Manuel LeitodeAllmquaquc.
11 Altlo por mescr pedido, c com a venalo que
me ca adci isa. qoe o Sr. capilao-nur Anlouio Bar-
bosa da Silva, nao Consta que durante a vida de sua
es|iosa, tasse conciibinadoe nem que maltraanse a
dita sua e-posa, c nem lito poueu que Ihe prumn-
vesse a murta, aules consla-ino [101 presencial, que
com qu
"liar."
OJII
I l,l
lia, ah espancra a um sacerdote, igi
instrumento e os motivos que a lanl
ouvi dizer que, depuis desse desaguisado
casa do dito tcnenle-coronel Freir, assim cumo
ouvi dizer que o mesmo infeliz Manocl Aulonio llu-
via csluprade a urna lilha de Manocl Vellez. Dous
dias depois do assassinato do dita Manocl Antonio,
sube no meu engenho, que elle linha sido mor lo com
um Uro de cmuusrada, e al boje nosc lem sabido
quem foi o autor dcalo canibalismo. O referido jura-
ra se tar preciso. Bngcnho Fortaleza, 19 do maio
de 1833.Ilrnrique Pereira de Lacena.
* Jos Correa de Ollreira, commandante superior
da guarda nacional da comarcado Limoeiro,vor
S. M. Le Ca quem Dos guarde etc.
oAltcsIoquo ndame consta, que desabone a con-
duela mural o civil do Sr. capilo-iinir Antonio Bar-
bosa da Silva, apezardequo nciihunia rolaciln temos
lido, o quo uflinno por me Icr pedido.
Engenho Palos 13 de maio de 18.33.
Jos Correa de Oliceira.
a Illm. Sr. lenlo Caelano Jnsc Collaco. Pci.o-
lli o livor me responder M pdesla, se quando V.
S. piofesior publico nessa povoaooile Bom Jarilun,
se era sua aula esliveram os mcus lilhos, M.....id
Thomaz Barbos a da Silva Freir c Bruno Alvaro
Barbosa da Silva Freir, sol minhas expensas e so
com V.S.a|irenderain as primeiras Iclras: panul
lindn-me de fazer o uso que me convicr de sua res-
, i'iesejo-lhc nuda c felicidades, c ana de V. S. al-
enlo, abrigado o criado.
Antonio Barbota da Stlra.
a linln- 18 de abril do 1833.
iillhn.Sr. rapilo-mr Anlouio ll.uliosa daSilva.
Em resposla da nula Mima, suu a dizer que quan-
do professor publico do primeiras Iclras desla po-
voarilo do lloin J.inlini, malriculoi cm minha aula
o,Sis., Mi.....el Thoinaz Barbn da Silva Freir o
Bruno Alvaro Barbosa da Silva Freir, frcqucnlan-
do nunca menos de dous anuos, c sempre soh a ins-
peccao do supra dito Sr. capilo-mr Anlouio Bar-
bosa da Silva.
11 He quanlo me oITcrcce responder a V. S. po-
Jendo usar desta da inelhor tarnia que Iho aprou-
vcr.
Dcscjo-lhc reliz saiidoo sou de V. S.anugo.o-
brigadoc criado. Caelano Lulz Callara.
11 Atiesta que ensillando particularmente gram:
mtica latina, ao aillo Padra Finaem Oiobu, all
Manuel Uenirio Barbosa da Silva, h-equcutou comi-
go dous anuos e mcio, a expensas de seu pai 0 ca-
pilao-iniir Aulonio Barbosa da Silva, oque offlrmo
na verdade e por esta me ser pedido.
n- Bngenhn Pase, comarca do l.imciro 2:1 .de
malo de 1833.
h'r. Francisco de S. Boaeenlura.
lllm.Sr. Dr. jui/. municipal.Diz o eanilo-
mor Antonio Barbosa da Silva, morador 110 Orobii
dolo lermo, que a bem de seu direilo prensa, que
o escrivao (iuiinnracs Ihe d por ccrtidil., verbo ad
cerbum o I licor da despronunria o sua siislenlacAo
evaradas no proccaso organisado pela delegada desic
termo,, pell morle perpclrada na pessoa do infeliz
Manocl Antonio do Espirita Sanio, no referido lu-
aar dn timb, no qual se indiailara como autoris da
releridl innrle 110 sunplicanlc c seus lilbns o hacha-
re! Manocl Thomal Barbosa Freir e Bruno Alvaro
Barbosa Freir; porlanln pede a V. S. que se digno
deferir-Ule. E II. Me.
i. Pane ni forma requerida. Villa do Limoeh-o,
27 de maio de 1833.Pestaa.
n liento Jos Cnncilics (laimnres. cscriro do cri-
nie e circl. labellilo ao judicial e olas e mais
anmeos interinamente nesla villa do Limociro
em rirlne da Ici, ele.
Certifico quo o Ihoordadeiprununciaeauasutlen-
laoo de que traa a peliro rclro he da maneira so-
lo:
11 Vista c allcnlamcnle examinado o presenta
siimmaiio crinie inslaiirado cx-ofiicio, do mesmn se
v que as oilo tasleinuiihas que ncllc depozeram ne-
nliuraa sdencia liuliam de que fusse o pcrpelrador
du assassinato, que se vcrilieou na pessoa de Manocl
Anlouio do Espirito Santo, engeilado que tai du l-
enlo-coronel Joo Pereira Freir; c menos noticia!
lem ditas leslciuunhas de quefnsscm mandantes do
predilo assassinato o eapiloiniir Anlouio Barbosa
da Silva c seus dous lilhos o hachare! Manocl Tilo-
ma/. Barbosa Freire Bruno Alvaro Barben Freir,
o sciiilnconcille em direilo que para proferir-** sen-
tenca de pronuncia deve hiver prova Mlueienli ou
legal, uo bastando momo o dopoimenlo de una s
lesl.....unliii de visla.scnoconcorrerem oulros Indi-
cio] divert*, mas ilepondenles boj dosoutroj, c que
ronrorrain todos pan inanircslaeo do Icgilimu cri-
minoso, enanse dando somelhanle mlureza de pro-
vas intimas no luinraario, julgo^i Improcedente, de-
vendo sim ler lugar novo proredinunloollicial logo
que descolicrto tar 0 pcrpelrador do referido assassi-
nalo. Oesrrivao tara reincssa dcsle summario ao
jui/. municipal do lermo.
11 Dcloiaria do l.iinoeirn, 9 de maio de 1833.
Francisca Jote de Figuciredo.
11 Confirmo a senteura de despronunria a folhas
deslesuniiiiario rrinic, inlculado ex-ofiicio conlra o
capllio-mor Anlouio Barbosa da Silva o seus duus
lilhosu liachari'l Manuel Thoinaz Barbosa Freir c
Bruno Alvaro Barbosa Freir, alenlo que nloexis-
t tiesta inesiiio siuninariu sequer indirius rcmulusdc
que fossem citas os mandantes ou perpetradores do
assassinato ronsuinmado na pessoa do iutali/. Manocl
Antonio do Espirita Sanio, familiar do Icncutc-coru-
nel Jou Pereira Freir. Na conformidade dos avi-
sos de i de Janeiro e 17 de julho de 181(1, pague o
cofre da niunicipalidaita as rustas em que o eondem-
110. O csrrivo faca as iiilimarocs nceessarias.
1. Villa do l.imueiru, 2! de maio do 1833. Jos.
Antonio Pestaa.
.< E mais so nn cunliulia cm dita despronuucia e
sua suslcnlarao que eu cscrivilo licui o fielmente o
piei do ni ni 1 mlilo na original, a que me reporto; c
val na verdade sem cousa que duvida taca i-.......n-l
c rnnrcrlailu na furnia du eslvlo, aos 27 dias do me
de maio de 183.1, Irigeaimo-Mgundo da independen
cia do Imperio do Brasil. Esorevi e ossignei cm f do
verdade c concertada. liento Jos (lomes Cuima-
nir..-.
n Illm. Sr. Diz o capiljo-mr Antonio Barbo-
sa da Silva, minador un ttrulH desla lermo do l.i-
moeiio, que a bem de seu dircito c conducta moral,
precisa que V. S. Illm. Sr. juizmunicipal lupplcn-
le e mais pessoas gradas da ruinaren lllestom o se-
guilllo: Priuiciru, se lio verdade que o filiado Ma-
nuel Anlouio du Espirito Santo engeilado do Icnoii-
le-eoronel Juu Pereira Freir, morador nu dito lu-
a.u, iiiiihiiu ao dito leiienlc-roronel seu proleclor a
quanlia de diizcnlos c lanos mil ris, lirados do sua
gaveta c um cavallo de i-n ih.u 1.1. evadiudu-su com
esle roiiho para casa ocoinpiinbia de Frailis. Uta*
Monta-Negro, mora.lor cm Ierras do engenho Espi-
rita Santo da provincia da Parahiba do norte, aonde
residi porta do um anuo sem ocrupaeilo nem einpre-
goalaum; segundo, que all opanrara ao.padre Fir-
miiio, cque por isso vollou para a rasa do retel ido
sen proleclor, para evitar alguma vindicta que o
dita padre pudia tomar; lercciro, que o inesino li-
nadu Manuel Anlouio csluprou una lilha menor de
Manocl Vellez de nomo Cordolioi, moradores no
Orolni, o com ella viva amancebado sb promessa
de rasamculo, quo por rausa deslc c oulros actos
perversos, pralirados polo dita finado Ihe resultan
umlirn de emboscada, a que sucruinbio.v indo elle .lo
seus passcios, rajo agaressor al o presenta se ignora:
porlanlo pede a Vs. Ss. se diancm ollcslar o que
soubcrcm, lano sobre o cxpnslo cima, cumn lam-
bem sobre a conducta moral do supplirauta, c se
Icnidecosluine asilar em sua propriedado assassi-
nos, desellles e pessoas |iervcrsas. E II. Me.
Antonia Barbosa da Silva.
n Juaiuim Antonio Carreta CaiHo. lenenle-roro-
nel da guarda nacional e juiz municipal tup-
pleule da comarca do Limociro, em virtud da
lei, ele.
o Atiesta que lodos os fados aponlados pelo sup-
Blieaule na presente petiro relativamente ao finado
lanocl Anlouio dn Espirita Sanio ato verdicos 1
notarios, acrcsccndo que sobre o estupro do Cordoli-
na lilha de Manocl Vellez a propria m.l so q
a niiii!, quando delegado da comarca, t. '
lo que n.'10 me consta arlo algum que de-abone a
conduela moral e civil lo sunplicanlc, asilando cm
sua propriedado assassinos, desertares o pestoas per-
ersas, e ludo afirmo ser verdade sb minha palavra
de honra e jurarci se for preciso.
Enanilla. Palma, 12 de na o de 1853. Joaquim
Antonio Correia Gaiao.
Altcsln que osupnlicanta lem lido sempre, islo
be, desde que o conlicci, ha 13 annoi, upliina con-
duela civil o moral, quer como cidado, e qur
pal da familia, quo nunca asVloa em sua pio-
piicilule desertores I nem malfelores, o menos que
em lempo algum Icnha loinniellidu crimes. Por
Iradiro sei que, quainl" eapilo-miir desla comar-
ca dislinguio-se no deeeuipcuho das funecoef i seu
ras.
qucjxai
em alio
Quanlo, porm, aos fados atlribuidos ao fina-1
do Mauoel Anlouio do Espirito Sanio, Ignoro inlci-
raincnle o roubn deque talla osupplicanle; mas
sei, por ouvir a Mauoel Vellez, que se erapeubara
com um irmo raen para conseguir do lenle cora-
nel JoSo Pereira Freir o casameuto do mesrao fina-
do com urna lilha. por (er esla lido estuprada por
elle finado; e sc lambem por ouvir dizer ao mesmo
Manoel Antonio, em junlio do anno passado, que
no centro da Parahiba chHialn um padre, de cujo
nomo me nflo record, sondo quo nao me lembro
das circunstancias que oceorrerem, por prestar
pouca aliento quaiioo elle m'as espoz.
< Qaanlu i raorte, tai feila de emboscada, e ig-
niiio seu autor.
linio i-iu afllrmo snb minha honra, c jurarci
se preciso Mr.
o Engenho Triumphn, II de malo de 1833.O
harharel, Manoel Claro Goncalces Guerra, o
CMtlotilo das Mercs Gojualves Guerra, leen-
te-coronel das ej-linclas milicias, e cacallciro do
habito de Christo, por S. M. I. c C, etc.
a Alleslo quo onnlu-on o supplicanlo desale sua
iuf.uu 1.1. e sempre leveoplima conduela civil c mo-
ral, assim como que se condiizio ptimamente quan
du capilo-miir desla cumarca, |Hirlan.ln-se com 1110-
dera;flo e juslica, e finalmente que nunca prolcgeu
desertores c criminosos.
.1 1 lu u lo, porm, aos lados allrihuidosao finad
Manocl Antonio do Espirito Sanio, sei smenle
por ouvir dizer, o lacln do estupro da inlcz Caro-
Una, u ipii I se tnriiuu publico c not
o Quanlo i morle do infeliz, conato quo tai fcila
de embriscada, cujo autur so ig:
ludo slo nflirmo sob minha honra, e jurarci se
preciso rd.
.< Engenho Triumpho, I i do maiu de 1833.
Chrislovao das Mercet Guncalves Guerra.
11 Bcliru-me iiiloiramenle ao allesladn supra.
Engenho Aurora U de maio do I8VI.Antonio
Maules de Azcvedo, altares das exmelas mili
cas.
11 Atiesta que colillero o supplicanle desdo muilo
anuos, c nao me consta que Icnha commclliilo fac
algum que possa marcar sua reputaran, c pelo ron
Irario sempre apresciilon boa conduela civil c moral
c n.io conserva em sua prupriedade humen- crimi-
nosos c desertares.
11 Quando capilo-mr de-la comarca se |mrlnu
milito bem.
.1 Pelo que diz respeilo, porm, aos fados ntlri-
bui.lus on tonillo Manuel Antonio .lo Espirita Sanio,
sei snenle ,1o estupro de Cor.lolina, pnr ser publico
e notario, o que iiruvarei so preciso fr.
n Engenho Aurora, 15 de maio de 1830.Marcos
Mando Goncalces Guerra, capillo de guarda na-
cional c propricliirio.
11 Alleslo que. dos fados relativos ao finado Ma-
nuel Antonio, aaeJ do estupro da infeliz Cordoliua,
por ser publico.
11 Quanlo, porm, conduela do supplicanle,
alicato que o conhero ha 13 anuos, o sempre lem
lido muilo boa conducta civil e moral, c nunca pro-
lcgeu criminosos.
o Olanlo murta du momo Manocl Antonio,
foi ella feila do emboscada, cujo aulur Ignora.
.1 Islo alrmo sub minha honra, e jurarei se pre-
ciso tar.
11 Engenho Aurora. 1.3 de maiu ,1c 1833.- -Cltris-
loviio Olegario Goncalces Guerra, prnpriclirio o
mejor da guarda nacional. .
11 llcfiro-mc au allesladn ama.
.1 Triumpho, 15 de malo de 1833.Joaquim Jas
tino Goncalces Guerra, propriclario c major di
guarda narional.
11 Itoiii.i-me ao allcslado cima, e ludo aflirnn
soh minha palavra de honra, c jurarei se prec
so tar.
.< Engenho Tahnquinha, 1.3 de maiu de 1833.
Manoel Jos Pereira de Oueiroz, capito das exme-
las nrdcnanc*s.
1 Alleslo, que he dn meu conhccmcnln o Sr. ra-
pilo-iuiir Anlimio Barhusa, ha limitas anuos, e uo
me cornil aclo algum cm desabono de sua conduc-
ta civil c moral, anles lodavia arredilado para o
publico, c que nunca leve em sua propriedade as-
unlnoi e perversos, pois suu sen vizinbo ha militas
auno*.
.1 Quanlo ans tartos do Manoel Anlouio do Espi-
rita Santa, ludus toram por aqu pralicado*, a he
notario.
n Alleslo mais quo tara assassinado do um liro de
emboscada, c niln se vio quem o mnlou, uquo ludu
allii mu ser verdade, c jurarci se fr precito.
.. Enacnho Maxicoaba, IB de maio de 1833.Au-
lonio de Sonsa OH reir Mello. 11
.1 Alleslo que desde a minha infancia conhern o
capilln-nir Antonio Barbosa da Silva, disliiiguin-
dn uelic opliina conduela civil c moral, c bem 11-
leirado delta quando policiei esta lermo; quanla
ao estupro da intaliz Carolina.o proprio pai a inin s<
queixou; equanlo au mais, rcliro-ine ausdcinaisal.
testados, iligu, au allesladn do harharel Manuel Cla-
ro i oneai v 1- Guerra, o que afirmo, c jurarei se f.ii
preciso.
.1 Sitio da Maravilha, 16 de malo de l853.-yo
Caelano Pereira de Oueiroz, major doesquaJru
de cavallaria deslo Icrinu, e proprielariu.
1. Beliro-me cm ludu an allcslado cima, dn Ic-
nenle-i oruni-l ,- juiz municipal supplcnle, Joaquim
Anlouio Correa tiaio, o quo ludu ltalo c allinno
ser verdade, soh minha palavra de honra, c prova-
rei so fr precito.
1. Engenho Bizarro, III de abril de 1853.Ma-
Ihias Goncalces de Aquino Guerra, capillo da9.a
companhla doetquadrlo de cavallaria, propric-
lario. .1
11 Alleslo, que desde minha infancia ronheco au
supplicaiilc, c culligi sempre nclle boa conduela phy-
sica c mural; c quando capilo-nuir dcsle termo po-
liciou com a inelhor dircreo possivcl c prudencia,
e nunca asvlou em sua propriedado rriininosos nem
desertares." Quanlo ao priineiro artigo da |ielic.lo,
por ouvir dizer c ser islo notorio, que tara relio
esta roubn pelo finado Manocl Aulonio do Espirita
Santo, e cun ello se evadir. Quanlo ao scaumli
sei. lamban pnr ouvir dizer, que elle pratlnira es
lo horroroso crinie un renlro da Parahiba dn mirle
ei-lohe Lio ver.l.i.le que, viudo o Hvd. vigariodl
rreguczia de Bom-Jardim ao cnlerro do meu lin.nl.
sogro. Jos Thninaz de Aquino Percira, disse qm
o llnailu Manocl Aulonio nao devia ser cnlcrradi
110 saarado, pelo espancamcnlo do Bcvd. Firmino
Quanlo au lerreiru sei, que o dito finado tai assasi
nado de um liro do emboscada, cujo autor so igno-
ra, e estuprara a infeliz Carolina, lilha do Manuel
Vellez, tamben) por ouvir dizer e eslar esla noticia
no logar de minha morada muilo corrupta e mo
scr-oeiilla a niiiaucm ; o ludo islo allinno sob mi-
nha nonra, c juro se preciso tar.
,. Bizarro, C de matado 1833.Domingos Cami-
lo Mcndes da Cunha Azcvedo, proprielariu.
1. Beliro-me ao allcslado supra inmediato cima,
o que allinnu sub minha hunra, o juro se preci-
su fr.
11 Bizarro, Ifi de maio do 1833.Manocl Fran-
cisco de Aquino Guerra, propriclario. i>
11 Atiesto quo he publico c notario todas as fallas
relalivamciile ao liua.ta Manoel Antonio do Espiri-
to Santa, tendo sido rom cll'eilo morlo de Uro do
emboscada, cujo aaoressor so ianora. Quanlo i con-
duela do Sr. capitao-mr Antonio Barben da Sil-
va, iiiinra inc constan acta algum que destame a
sua conducta moral c civil, e que cm lempo algum
agurcansso cm sua propriedado facinorosos, o que
ludo allinno ser venade, c juratei se for preciso,
i. Palma de tlrotai ID do maio de 1853.Mo
Luiz da Fonceea, propriclario.
.1 Itcliro-inc au allesladn supra inmediato, por
sor ludo verdade, o jurarci se fr precise.
.. Orla., Iti do maio de 1833./rancheo Jos de
Santa Anua, propriclario. 11
Eslavam reronhciilos.
n Illm. Sr. juiz municipal supplcnle.Dizem o
rapitao-mr Antonio Barbosa da Silva e seo filho,
u hachare! Manuel Thoniaz Barbosa Freir,! Bruno
Alvaro Barbosa Freir, moradores cm Orob, rrc-
suezia de Bnin-Janlhn o desla comarca, que a
In-iii do seu direilo precisam que os escriviles dcsle
auditorio fallera ns fulhas dos suppliranlcs com
culpas ouscm ellas: assim P. a V. S. se digno
mandar que, distribuida esta, so Ihe passo o aira-
r pedido o se runipra o requerido. E B. M.
Manoel Barbosa da Silva, Manocl Thoniaz Bar-
bosa Freir, Bruuo Alvaro Barbosa Freir.
* P. A. de folln. Villa do l.imoeiro, 23 de maio
do 1853.I'rsf una
O-tciicnlo Jos Anlouio Pestaa, juiz municipal
suppleulc, pela lei ele.
Mando ans oscrivJes desta auditorio que coslu-
uiiii fallar as folhas dos culpados, tallan a dos sup-
licante*, com culpas que .talles Uvereni ou sera cl-
is. Cumprain.
11 Villa do l.imoeiro 23 de maio de 185). En
liento Jos t'.one.dves uimarc-.osniv.'iu escrevi.
Pestaa.
Nada dos supplicanle* .pelo mou rol M culpa-
da*, l.iinneiio, 23 de maio de 1853.O Escrivao,
Peres.
Nada dos tupplicaiitos pelo meu rol do culpa-
do*. Villa do l.imoeiro, 23 de mato de 1853.Es-
li, Lopes Guimarles.
Nada dos suppllradle* palo meu rol de culpa-
dos. E certifico que nosle auditorio nu ha mais
esrrivauuiic tall a prsenle talha. Limociro, 23 de
ni.no de 1833. Em lo du verdade, lenlo Jos Gon-
calces Gimaraes
PCBLICACAO. a pedido.
An nuncio de agrndecimento que faz
publico o abaixo assignado.
Plllaril a um dos mais sagrado* devore* se dei-
isse de agradecer puhliramenle ao Illm. Sr. Dr.
Olegaciu Cesar Cabuss, o grande lelo e aclividade
com quesempra se preslou einoceasiio de grave mo-
lestia que se apoilernii do minha senhora, que a nlo
ser o mesrao Sr. r.,hojc eslarlam senlindo a talla
do urna mai cariuhosn.os numerosos Alhos : assim
como alguna iofelizes queja se achavam desenga-
ados, em os quaes o Sr. Dr. Caboss csincrou-sc al
que alcaurou reslabelece-lo*.
Aceite pois S. S.* os sinceros voto* de amizado e
ai al ni.m de quem sempre Ihe ser alia luJoaquim
don Sanios Neces.
Fernando de Noronha 26 de maio de 1853.
COMMERCIO.
PHACA IX) BECIFE I* DE JUNI10 AS 3
1I0HAS DA TABDE.
Colacoes uillciacs.
Cambio sobre Londres a 28 l|2 d. 60 d|V
Compras de couros salgados e verdesa 100 rs. por
libra.
Compras de attucar.
Branco I. serle a 2I50 rs. |mr arroba.
Dito sum.mu a 23000rs. idera.
M.I-. avado escoltado a 19700e I&800 rs. dem
A LEAN DEU A.
Bcndinienlo de dia I a 13 118:0935139
dem do dia II.......:07al03
168:1.328812
Descarregamhoje 1.3 dejuHko.
Barca portugiicza tAal lagedo.
Patacho 1 mil u j no/ Flor de Maio incrcadu
Escuna prussii
Briauc braille
1 Kennelle ditas.
1 Fortuna do Morle pipas
Hiato brasileo Ligeiro fumo c charuto*.
Importando .
manifestado patachoporluguez Flor
1 deivoii de publicar, a saber:
1- hijoularias ; a Joo Jos do C
ota
1 Tin
preo* ; a Miguel Jos
; a orden.
de Aquino Poniera
Arrcscim
de Maio, qi
1 caita diversa-
valhu Monea.
I pacota e um.
Alvos.
1 vaso com um
I .......1 -lilho tlv
ri Filho.
Garopein nacional Llcraco, viuda da Babia,
consignada a Domingos Alvcs Malheos, nianifeslui
o seauinle:
ti barricas sal, 10 saccas pimcnla da India ; a Do
mingos Alvcs Malheos.
G caixas cha ; a Jos Marcelino da Rosa.
10 cala*cha ; a Francisco Comes de Oliveira.
I barril vinho, 1.3 surcas tanto ulambi,! un quar
linhiis, (ilalhasloucavidrada,7o Ii2 duzias cos-
suciras do Jacaranda, 1250 calvas charutos, 110 tar
dos algoduo, 52 chapeos de palha ; a urdcin.
CONSULADO UERAL.
Reiidimenludodiolal3.....31:1919909
dem .ludia I i........2:1719.313

36:9099312
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rcn.limciilndndial.-il3.....1:2959671
dem du da ti........ 1129309
Exporta cao'.
Ilamburgn, patacho hanihurgiicz Johnnna,
177 Inneladiis, cniiduziu o seai.....c : 200sacco
21 caivasas-urar, 3.500 couros salgados, 1,000
los espitados, i barricas c 32 caitas Unas, 212 s
eos rafe, I cala com 7 espanadures, I pacotc com
2 espingarda*.
Rio de Janeiro, barra brasilcira Firmeza, de 211
tonelada*, eonduiio n mulato: 1,300 barricas
tarinha de trigo, 53 harris azcilc doce, 15 barricas
bacalho, 18 retados, 18 pipas agurdenle, 2 gigos
o 28 duzias roros para anua, .30 barricas a-iuar,
3 duzias de tabeas de luuarelta, 1 caixa espauado-
res. .MI uceo* algodao, 5 rolos do salsa, 2,377incius
denla.
BECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DK PEBNAMBLCO.
Rcndimcnln.liiiliall...... 9569231
CONSULADO PROVINCIAL.
Reiiiliinculo dudia II......3:I27I23
MOVIMENTO DO PORTO.
enlr
......i
ulot no Ha II.
ra brasilcira Livraco, de
Jote Franrisco de Paula,
irios gneros ; a Domingos
Aonoi
Babia 5 dias, g;
10 luncladas, nicsl
nuipagem fi, carga
Alvcs Malheus.
dem 7 dias, barca brasilcira Bu fina, de 303 to-
neladas, capitn Alcsandrc Antonio Percira,
cquipasem 12, carga agurdenle e lastro; a Viu-
viAmorim&IUhM. Patngelro*, Joan Miguel
la Cosa, a familia dn inesinu CipillO, c 1 cscra
vo a entregar.
fVartol saludos no mesmn din.
Parahiba Hiato hrasileiro l'aqnele, meslrc Joo
Percira da Silva, carga varios genen
MacciEscuna ingloza/jWii/iih, meslrc Thomaz
Slainer, cm ltiro. Suspenden du lameinlo
EDITAES.
nlo di
O Illm. Sr. Inspector da Ihcsourm
Cial manda fazer publico, para runlu
quem cuuvier, que du I. de julho prolimo vindouru
perdanle,ai habiUlarOes |iara asarrcinalaan-, qui-
se ellectuarem peranle a junta da fazciida,serilo jul-
gadasde miiforiiihladc enm u dlspuslo un orlian 16
lu rcniilainenln interno da mesmn Ihesouraria, o
qual vai ahaivu copiado.
E para constar se mandoii afinar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario. Secrclaria provincial de Per-
nanibiiro, III de junho de 1833.O secretario, .-l/i/o-
nio Ferreira d'Annunciaciio.
ArlIgO 16. Osdociiiiiciitoscoraprohaloriosibtshii-
bililares dos arrenialaules. c os quo devciii pruvar a
idoneidad* dus fiadores, serlo aprcscnlados na ses-
s,lo da jimia anterior i da arrematarn, para scrm
lomados cm considerarn, resulvcr-sc sobre a liaiica
c admitlir-se o licitante. Contarme.O secrelario,
Antonio Ferreira d,Annuuciacila.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, cm cuiiipriinenlo da resolucilo da junta da ta-
zeiida de 19 do correato, manda tazer publicu, que
nos dias II, 1.3 c 16 du crrenle peranle a moma
junta, se ha de arrematar a quem por menos Hiero
tarnecinieniu dos medicamento* o utensilio* para
11 enfermarla da cadoia desla cidade, pelo lempo de
un anuo, a contar do I. de julho do crrenle mino
a 30 de junho de 1851. As pessoas quo se prono
zerera a esla ancmalaco, ronipareram na sala das
sesses da sobrcdila junta, nos dias cima indicados
pelo meto dia, conipclciilcmeulc habilitadas, que
ahi Ibesscro prsenles o formulario c condiees
d'aiTcinalacilo.
E para constar se inandou afiliar n prsenle o pu-
blicar pelo Diario. Societaria da lliemararil pro-
vincial de Pernamburo20dc maiu de 1833.O se-
crelario, Antonio Ferreira ifAnnunciacO.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, an romp inmuto .lu uidcni du Eiin. Sr. presi-
denta da pruviuria de 27durnrrcnle, manda fazer
publico que 110 dia 16 de junho prximo viudouro,
vai nuvainculc cm pran para ser arrematado a
quera por menos lizer, peranle a junta da tazenda
da mesilla Ihesouraria, a obra dos conccrlnsdu acu-
de do l'i aeuiib iciu. avallada cm 60.39000 rs.
A ai 1 cnialaru ser feila na taima du* arls. 21 c
27 da Ici provincial I. 286 de 17 de maio de 1831, o
sob ns clausulas especiaos abaiio copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrcinataco
compareram na sala dassessoes da inesma Junta no
.lia arinia dcclarailo,iwlu lucio da,conii>elcnleincii-
1c habcliladas.
E-para confiar se mandou afiliar o prsenlo c pu-
blicar |.elo Diario.
Secrclaria da Ihesouraria provincial do Pcrnam-
buco, 31 do maio de 1833.O secrelario,
Intonio Ferreira itAiinuiiciacito.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1." As obras dos reparos do acudo de Tracu-
haein far-se-bn de roiitarniidado cura a planta c
remenlo approvado* pela directora cm consclho
anresenladns a approvacflo do Eira. Sr. presiden-
te da provincia, na importancia de 60590110 rs,
2.a O ,u ranal,me Jar priucipio asobras no pra-
do 30 dias edevera conclu-las uo do 3 inczes
niaitas de conformidade rom o arl. 31 da le pro-
nrial n. 286.
3," O pagamento do importe da arrematarn rca-
lar-se-ha cm duas pn-l.u >e-, a l. de oilo deci-
musda mesma Importancia, denui-. do rccrbiinenlo
provisorio, e a 2." de dous decimos na ocrasio da
tulroga definiliva, a|ual devor ler lugar um anuo
tapuis do reiehimciito provisorio.
1.a Para ludu o quo nao te acha determinado as
iiresouta rlaiisulas nem 110 ureaueiilu segur-se-
lia u iflie ili-pne a lei provincial 11. 286 de 17 de maiu
do 1851. Contarme.O secrelario, .Intonio Fer-
reira d'Annunciaciio.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
il, em 1.....primciilii da lesulurao da junta da ra-
nda da inosma Ihesouraria, manila tazer publiru
que no dia 16 do corrcnle vai novamente a praca.pa-
arri-malailn a quem por mono., lizer, a obra
da ponto sobren rio Capibaribe na eslrada du Pan
d'Alho, avaliada era 31:9009000 rs.
A arreinalacilu sera feita na forma dos arls, 21 c
27 da lei provincial n. 286 do 17 de malo de 1851,.;
sob .as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas quo se propozerem a osla arrematarn
comparceam na sala dassessoes da uicsnia junta no
dia cima dcclarado.pelo mcio.dia compclcnlcmcu-
(e habcliladas.
E para constar se mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secrclaria da Ihesouraria provincial de Peruani-
buen 3, de juoho do 1853.O secrelario,
Antonio Ferreira a~Anniiitciacao.
Clausulas especiaes para a airemataco.
!. As obras desla ponte serfo taitas de conformi-
dade com as plantas c orraraeulu nprescnlado nesta
dala a approvacHo do Eim. Sr. presidente do pro-
vincia, na importancia de 31:9009000 rs.
2.* Estas obras ileverao principiar no prazo de 2
mezea e sero concluidas no de 16 me/e., ambos
contados como determina os arls. 31 e 32 da lei pro-
vincial n. 286 de 17 de maio de 1851.
3. A importancia desta arrematacrlo ser paga
de rnnfoiniidade enm o arl. 39 da mencionada Ici.
I.' Para ludo o mais quo mloeslivcr o-.pealn-.nl i
as presentes clausulas seguir-sc-ha o que delormi-
na a menciunada lei provincial n. 286.Conforme.
O secretario, Antonio Ferreira d'Annunciaciio.
A cmara municipal manda publicar a pos-
tura .nlilieninal abaiio transcripto, que foi appro-
vada pelo Eim. presidente da provincia em 10 do
'aionio, aiiiii de que seja observada da dala desle
era diaule. Paco da cmara municipal do Recita
era sessao ordinaria do II de junho de 1833. Ba-
rilo de Capibaribe, presidente../oilo Jos Fer-
reira de Agular, secretario.
Postura al.ton.nal.
i .inundo ao fiscal constar quo dentro de alguma
ru-u un .puntal del la oM-leln iiiuiliiu lnua- 011 qu.io.
quer uhjectns, quo possam prejudicar a ..dula-idade
publiru, ou mesrao de seus muradores, ira casa, o
pedir l'.u-ii liado para a inspeccionar: nn Ih'a quo-
rendn o dnnu conceder, requera a ao subdelegado,
que o nrompanhar na visita com dnus visinhos, o
que para esse fim intimar rom nena de desobedien-
cia. Para esta visita, que s pintar ser feila de dia
c nunca de imite, ser previamente intimado o du-
nn da casa, ou quera suas vezes fizer. So liver ba-
vido denuncia c o fiscal a adiar rabia, llavero o de-
nunciado dn denunciante a pena que Ihe seria im-
posta so aquella tasse vcrdailcira. Pace da cmara
municipal dn Recita cm scssilo de I. de junho de
18.33./tardo de Capibaribe, presidenteGustavo
Jote do Reija Manoel Joaquim do fego t Albu-
qiterque Francisco Luiz Maclel Vianna, Anto-
nio Jos de Oliveira.
O Illm. Sr. importar da Ihesouraria da razon-
da provincial, cmcumprimcuto da urdan do F.vm.
Sr. presidenta da provincia de 25 do corrcnle, mau-
lla tazer publiru que no dia 16 de junho proiimo
viudouro, se ha de arrematar a quem por menos li-
zer, peranle a junta da fazonda da mesnia Ihesou-
raria, a obra do 1.3- lauro da eslrada do l'iio d'Alho,
avaliada era 18:530566 rs.
A nrrcmalacjloserii leda na forma dos arls. 21 e
27 da Ici provincial n. 286 de 17 de maio de 1831,
o soh os clausulas especiaes abaixo copiada*.
As pessoas que so propozerem a osla arrematarn
comparceam na sala das sessues da mesma junta no
.lia cima dcrlaraita,pelo mcio dia, compclcnlcmcii-
le habilitadas.
1 tUnOSO E para contar se manduu afiliar o presente o pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pcrnam-
buco, 27 de maio do 18.33. O secrelariu,
Antonio Ferreira da Annuneiaeao.
Clausula! especiaes para a arrematacSo.
i." A-..lu... dn 1.3-lauco da estrada dn Pan
d'Alho sern taitas de conformidade com o orca-
mento, plantas, perfil longiludinaes c Iransversacs
apnrovarlas pela dirceloria era consclho, e apresen-
ladas a approvacao do Eira. Sr. presidente da pro-
vinria na importancia de 18:5609661 rs.
2.". As obras do 15- lauro principiarao no prazo
de 30 dias, c dcvcnlu ullimar-sc no de 12 niezes con-
tados na forma do arl. 31 dll Ici n. 288.
3.' A Importancia da arrematarlo ser paga cm
i presta cues iguacs; a priraeira, depuis de fcilo o
Ierro das obras do lauco, a segunda, depois de com-
pletados don) tarcos, a lerrcira, quando taran as
obras recebidas provisoriamente, e aquarta, depoil
da entrega definiliva a qual teni lugar um auno de-
pois do rcccbinicnto provisorio.
i.* Para ludo o que nao se acha determinado pe-
las prsenles clausulas seguir-so-ha o que dlspc a
Ici provincial n. 286.Cunforme. OsecreUrio,
Antonio Ferreira da Annuneiaeao.
O Illm. Sr. Inspector da Ihcsnuraria provin-
cial, cm cumplimento da ordem do Eira. Sr. presi-
leuieilu provincia de 19 do corrcnle, manda tazer
publico, que nos dias I i, 15 e 16 de junho proiimu
ndouro, so ha de arrematar a quera |H>r menos fi-
zer, peranle a junta da tazenda da lllllllll Ihesoura-
ria a obra dos reparos precisos na cadoia rio Bonito,
avallado! era 200R.1J0 rs.
A arreinalaco ser toda na forma dos arligos 21
c27 da Ici provincial n. 286 de 17 de maio do 1851,
o sob as clausulas especiaes abaixo copiadas. __ ta
As |iessnas queso propozerem a esla arrcinata(o,
conipareea.....a sala das sesses da mesnia junta nos
dias cima declarados, pelo ineio-dia, roinpclcnle-
nicnle habilitada.
E para constar so mandou afiliar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pcniain-
luu o 31 de malo de 1833. O secrelariu,
Antonio Ferreira d'Annunciaciio.
Clausulas etpeciaet pura a arremataran.
1.a Af obras dus cotjcertoi desla catMlaerto fri-
ta de conformidade rom o respccvo urcamcnlo, ap-
provado pelo Evin. presidenta da provincia, na im-
portancia de 2009200 rs.
2.a Estas obras deverao principiar nu prazo de mu
mez, c sei o concluidas no de dous niezes, contarlos
de conformidade cora o disposlo no artigo 31 da Ici
provincial n.286.
3.a A importancia dcstas ubrasser paga Inao que
ctliverem concluidas todas as obras, lavrando-sc
nesla occasiilo lira Ierran de entrega definiliva.
i.' Para ludo mais que nao esliver determina-
do as prsenles clausulas, seuuir-sc-ha o que dis-
pon a respeilo a Ici provincial n. 286 de 17 de
maiu de 1833. Conforme.
O secretario,
Aulonio Ferreira d'Annunciaciio.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, cm euinpi uneiiiu da resolurilo da junta da l-
zanla da mesura Ihcsnuraria, manda tazer publico
que, nos dias II, 1.3 c 16 do corrcnle, se ha de ar-
rematar, a quera por menos lizer, M imprenta dus
Imbuidos das diversas reparlices pudlicas provm-
liacs, avahadas cm 2:6)69000 rs. A arremalaro
sera feila pur lempo de un auno, a contar do I. de
julho du crrenle airan, a 30 de junho de 1851. As
pessoas quo se propozerem a esta arremataco, com-
parceam na sala das sessues dn mesma junta, nos
diasnrinia indicados, pelo mcio dia, cunipclente-
niciilc habilitadas.
E para constar se maudor afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario. Secrclaria da Ihcsouraain pro-
viucial de Pcrnainbuco 21 de maio de 1853.O se-
crelario, Antonio Ferreira d' Annunciacilo.
iu
de
di
ve
el
l
P'
te
e
ca
cu
de
to-
an
u
.lei
Sr.
IcJ
DECLARADO ES.
^pelc
O arsenal dcfmarlnhl compra para as obras do
inclhoramcnlo do porto, canoas novas ou usadas
era bum estado.
Pela segunda seceo da mesa do consulado pro-
vincial so faz publico a lodos os colectado* no im-
pnslo de Ires por ccnlo, perlcnrcnlc an anno finan-
reirodo 1832 a 1833, que no proiimo mez de julho
passara-sea eilrahiras compclenles rdaetM, aura
do juizo curapclcnle eicculur a lodos aquellcs.qiio
ilcivuiom de pagar o referido imposto.
Nos dias 13, II e 15 do rorrele estar era pra-
ca nu paro da cmara municipal a obra da rcroos-
Iru.cilo do quarleirao dn Sul da rllic|ra de S. Jos,
orjada cm 2:9169200. Os iirelendcnlcs |iodem com-
parecer nos inenrioiados das, no dito pacu, onde se
Ibes fiampieaia o orfamcnlo para o consullarcin.
nu .anta admillidn a tancar quera niln aprescular
anca idnea. E para miniar te manda publicar o
presente. Puro da .amara muniripal do Bccita II
dejunhu de 1851Bario de Capibaribe, aniden-
leJoao Jote Ferreira de Aginar, secrelariu.
Ornnsellin adininislralivu, cm virludeda au-
Inrisacn da prcsideucia cm ufllcio de 7 do corren le.
mez, lera de comprar para tarnecimenta do arsenal
de guerra os ohjcclosseguinlcs :
Para a conipauhia de artillen.
Sapalns de sola c vira. 66 nares.
Para o mcio hatalbo de catadores do Ccara.
Sapillos de sola c vira, 201 liares.
Para aula de primeiras letras dos iprendizes
Synoptet da hi.loria do Brasil, pelo general Ahicu
e'l.iina, 10 eieniplares, eCunuiuia da vida humana,
pur Boherlo Xnd-le>, 20 emplares. re......o ila
,|.....ria chrl.taa, 20 ditos, Iraslados d* A M C. *>.
ditos de bastardo, |0, dilotde l.asloidiulio ,10, lapn
nieia grosa, podras de lousa, 30.


Para os Irabnllios das oftlcinas do I.'1 6 2.a
classes.
Pilma- ile amarello para assoalhos, 1 dola, dilas do
lourn, 1 duzia.
ara fornecimcntodeluzcsaseslacnes militares, noi
mezcs de julho e agosto prximo \indouro.
\/.eile de carrapalo, 410 caadas, dilodo foco, 31
ililas, pavies, 6duzias', flo ilealgodilo, 3t libras, ve-
l,i> le carnauba, 114 libras: as pessoas a quero con-
lier a venda de laes objeclos, aprescnlern as suas
|nopilas cm carias fechadas, acompanhadas das
roiiipelenles amostras, na secretaria do conselho ad-
ministrativo, eslabelccido no arsenal de guerra, as
tu limas do da 18 do crranle mei. Secretarla do
maicillo administrativo pan forneeimento do ar-
senal de guerra 9 do junho de (853.Brito Inglez,
roronel, presidente; Bernardo Percira do Carmo
jmiiiir, vogal o secretario.
le-
pa-
lei
na- 'i
lis-
,lc
iii-
a-
joo
ar-
iloS
ill-
i'.iO
",lc
As
z
itH
|.u-
n,i-
se-
THEATRO DE SANTA ISABEL.
(IIART VFKIIU 15 DE JUNHO DE 1883.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Depois da excciigAo e urna bella ouvertura sbi-
ta novaraonte i secna o muito applaudido drama
-iihti portuguez que lem por titulo
OERMITAO.DASERRADECIMRA.
Denominacao dos actos.
!A recordifao.
2'O encontr.
:t-O ermiliu.
,*A h'-liinnli.l.
5"A jaslca de Dos.
Pertonagens e adore*.
|i. Rodrigues d'Agu.Iar.O Sr. Mendc. -
|i. lint^od'AHa-^lla.O Sr. Ber.crra.
A lio n so do Menezcs.O Sr. Amnedo,
Francisco de Borja.o crmilAo.O Sr. Coimbra.
I <>|>", ,in I i t o servo de I). Kndriuues.OSr. Miranda.
O 1 idre Nicolao da Main.OSr. Jome.
Mcndn Aunes, o pliysico.OSr. (juimaraos.
II. Ignei, liih.i de Rodrigues.A Sr. Manoela.
Ili-alriz, volha aia.A Sr." Rila.
11 "alijos, juslicas, povo, alabardciros.clc., etc.
A siena lem lugar cni Lisboa quanlo ao 1', i' c
.V arloi, c cm cintra quanlo ao2* e 3.*
l. drama que em todos os tbeatros de Porlu-
pal. Kic>dc Janeiro, tantos applausns lia rolbido c
chamado a atlcnro dos mais acreditadosjornacs, be
mil duvida alguma, urna auri-brillianle cora com
que o genio no ardor do eiiibusiasmo, cingio a i.....
le do seu lustrado autor o Sr. Antonio Xavier
Pililo do CaillpOS.
Nada se poupar para que o brilbanlismo desla
subMnw producto soja em ludo correspondente as
iirninmcndac.oes do autor.
I Vi niiii.11,1 o es|>cclaculo com urna applaudida
(arca.
Os billieles arham-sc a veada no cscriptorio do
Iheatro.
Principiar s 8 boras
A actriz Manoela C. I.ticci, acliando-se bastante
doonle, porem au querendo de forma alguma Irans-
lornir os espectculos dos seus colicas, pedo ao res-
peilavcl pulilico toda a benevolencia c dcsculpa no
desenipcnlio do seu papel.
AVISO AO PUBLICO.
Os al>axo nssiguados avisam no rc-peilavel publi-
co de^la cidado. wnhores de cnROubos e fazcudeiros,
que em sua botica agoral sila ni ra do Rangel n.
8, cm frente do boceo que vai para o arsenal do
guerra conlluuam a vender a? verdadeiras c bern
concciluadaspilulas para bubas, rravos seceos, go-
mas odores venreas por mais antigs que sejam,
cujos bons cfleos coneslam todas aquellas pessoas
que ilcllas leein fcilo uso. ComposicAo du fallecido
pbarniaceutco Scbnsli&o Jos deOliveira Maredo;
e para que o resnelavcl publico se niio illuda com
tullios annuncios que lem appareeido, uemos o
)resenle, que assignamos.Peixolo & Pinto.
mam
BOTICA
HOMEOPATHICA
K RUA DAS CRIZF.S -:;
(Dirigida por um pharmaceutico approcado
E fundada por
I.OSSF IIMIIIM.
Esle eslobelecirnento possuc lodosos me-
dicamentos at agora experimentados, lauto
na Europa como nol>rasil,e preparados pe-
las macbinas da inven^a do l)r. Mure.
Carlerasde 1: lubosat 16(1, |or prertts va-
riaveis, conforme a qualidadc das tallsM, a
quantidade dos remedios c suas duiami-
sacocs.
AVISOS martimos
RIO GRANDE DO SVL.
O hriguc nacional Panipciro, j; conbecido prl.i
sua boa construccilo e mareba, lem promplo o car-
regainenlo, com que .siil al o dia ir do correntc : olferoco, porm, pra-
r.i para alguma carga o frele : Irala-se no cscriplo-
i in de Hallar & Olivcira, ra da Cadeia Vcllia n. i.
PARA 0 RIO DE JANEIRO.
O briguc nacional Elvira, lubricado de
novo, forrado eticavilliado de cobre, c
di' superior marcha
ibas recebo carga,
segu em pOUCOt
passageiros c escra-
25:000 vs.
OVA CARTEIRA rom os 21 nrinripacs
remediiys honieopalliicosc II obras iliin-reiiles,
indispensaveis para os prinripianles que so
qui/.erein comencer daverdade da nina me-
dicina conlondo alm de inuilos conselbos
clinicos, a palbocnesia de 18 medicamen-
tos.
Tubos avubofl ( cada un ).....IfttKX)
Tinliinisdc todos os inedicamenlos cm fras-
co-,lc '. onca............*MKM)
Na nicsina bolita cnconlrar-sc-lia scinpre
um uraude sorlinienlo de livros em porlu-
Suezc france/, e emiini ludo quanlo be ne-
cessario para o esludo e pralica da bonicopa-
Ibia.
Hele, li
i \ l'lllll,
'liado & l'iufieiro, na ra do Vigario n.
III, segundo andar, ou com o capitao na
piara doConnnercio.
PARA A BAHA
seguir'COm grande brevidade a nova
e veleira sumaca nacional Ampliilrile,
capito Antonio Seineao dos Res ; para
carga e passageiros trala-se na ra da Ca-
deia Vrllia, 11. 56.
LEILOES.
Qunita-feir'a 10 do
correntc, as II boras da
mandila, o agente Anlu-
lics i.ii.i leilo, em seu
armazem ra da Cruz n.
'2t de Iraslcs de lo as qnalidades novos c
usados; um piano em
muilo liom estado, para so aprender ; obras de pra-
la \ellia, relogios de prala c de ouro para algibeira,
ilumosjoias deouru, cbarutos da Babia, coulros
muilos objeclos que scr.io tendidos barato.
O Sr. Eduardo Ilolli, antes de rclirar-so dcs-
ta pro\incia, auloiisou ao agenteOllvoln. I vender
cm Icilao publru, lodh a mobilia c mais adornos
i!,i -ni caw, consistindo em camas de ferro e de ma-
dvira, sufis, ronsolos, marque/as, mesis, cadeiras
umi.ics, de brarose de balanco, aparadores do mc-
las, guarda-roiipas, coinmodas, lavatorios, alcuns
rom pertences de (Mircclana, espelbos para salas,
loncadori rclo&ios para cima de mesa, clirislats,
'. .1 lln> de mesa c cba, quadros de rara escolba,
um magnifico piano forte de cxcellentes vozes c
qit.iM novo, uin.i I:m;m i.i de obras dos melborrs au-
lores ftancezes, ln encadernadas, e demuitos ir-
(iuos de uoslo e ulilidade: lera pois lugar o leilao
dos referidos objectos, quarta-feira 15 do correntc,
as |i> limas dn manliila, na ra do Seve, sobrado do
Si. Joo <>oines Leal, prximo aoda senhoro viuva
de Jofio Mara Se>e. oudeoulr'ora existi o collcgio
Sanio Anlonio.
LEILAO' DE MASSAS.
Ihije l be o resto do leiblo das massas baratas por
ronia do Gcuovez,as 10 boras, defronte da polla da
aliaudcga.
AVISOS DIVERSOS.
'
,lo
las
iro-
iii-
an-
llio
I'uo
pU!
I'rccisa-sc de una ana de leilc inda mesmo
qaelinln nilu.....ir- de parida : na l'rara da Inde-
pciiileiicia livrariq n. (i e 8.
SOUTES PARA VESPERA DE S.JOAO-.
^ !i,lc-sc |,,,|ici- com surtes di\erlidas, para cn-
liclimcntodas sorlcs deS. Anlonio, o S. Joao a i"
rs. cada um: na liiraiia n. 6 e 8, da I'raca da liulc-
pciulencia.
Na praca da Independencia, livra-
i'ia ii. 0 e 8, e\iste urna cncommenda
pura entregar ao Sr. padre Jos Dioni-
sio (jomes do Reg.
HISTORIA DE PORTUGAL.
leudo cbenadoo 4 solumo desta obra, escripia
i piloilluslrc litleralo Alciandre Herculann, avisa-
si' ios siiiliore assiRnanlcs queirAo mandar buscar o
iiir-mn Milume, casa n. t, defronte do Trapicbc
$
O Sr. L. R. e S., haja de vir pagar DI tfT)
ra do Queimado n. 7, aquanlia chic nao Z
ignora, doconlraro seu nomo ser publi- wJ
$ rado por e&lcuso ueste jornal. (j
A \in\a de Joaquim Jos l.odv roga a todas
as pessoas que se julgarcm ci cdoras de seu casal, de
aprcscnlarem suas cnnlas ou lilulos de divida, para
seren dcvitlainenlc declaradas no inventario que
\ai proceder, liem como para poder a annuncianle
Iralar do pagamento de lodos da maneirfl que fur
mais faM,ravel, leudo a bondudo de aier esla apre-
sentacao a ella, na ra larga do llosario n. 33, segun-
do andar, ou a seu procurador Joaquim do Albu-
querqiieo Mello, o mais breve possivel.
^o dia -S dcabiil prximo passado, desappa-
rercu um negro do lime Joao, do nacSo Oingo,
mas parece crioulo, |ior ler vindo pequeo, represen-
ta :m anuos de idade, |m>uco mais ou menos, lem
una cicalri;. sobre una sobnincelba, procedida de
juna acetada, e licou o dito lugar mais prelo, csla-
lura baila, rtelo do corpo, ha motivos para se jul-
Rar que foi lurtailo. Hogfl-se asauloridaifcs policiaes
apprelicnsao do mesmo ou aos capitaes de camp,
de o le\,r a seu senbor Jos do Mego Coulo ,
villa ilo Brejo da Madre de Dos, e nosta praca na
'" da Cadeia do Heeife n. 3, a Joaquim Baptwla
de Araujo. que recom|K-nsr generosamente.
. "~ Arbnu-se om rSo d'agua de eslima : quem
">r seu dono, dirija-se a ru da Prala, fabrica de
"'Ni, a fallar com Kranrisco Mendos de Mello.
-ManoetdcMouia Koliui, subdito brasilciro,
''i a Europa.
Aluga-seopriniciro andar da casa
da ra do Vigario n. 5, proprio para um
bom cscriptorio: a Iralar na casa n. 7,
da mesir.a ra.
__A abaixo assianda.em rcsposla a una corres-
pondencia de seu lillio Anlonio Carlos Perejra de
burgos l'onrc de l.eon, insera no Diario n. 121^
assoera que lano os esclavos Jos, Joaquina, c
Zcno, sao perleiieenles ao seu casal, que j a an-
nuncianle liliua cnijui/o'para luuer aposse dedous
dos referidos etcravos, vislo como o oulro j se acha
depositado, i-snicnle em jui/o protesta ludo expli-
car, para que BSSilil mo solli'ain lautos lilbos em be-
neMcio de um soinenle.
t'r Aluga-sc nara aliiunia coebeira de carros um
cscravo pardo, lioiii pogcin. bqlieiro. muilo dili-
gente o el ; afllanca-sc a sua conduela, ou para
ilgum parlicular : a Iralar na ra Augusta, n. 3:1,
:ite as 10 boras da maiibaa, e larde das iluas ni
cinco.
I'rccisa-sc de lima ineslra para ensinar pri-
ineiras lelras a meninas, em um cngcnbo H leguas
dislanlo desla piara : aqncni coinier, aiinnni ic.
Aluga-sc um prelo forle e lid, para Iraballiar
em trapicbc, ou arniaeni de nssurai, do quo enluii-
dc pcrfeilamente, ou mesmo para qualquer oulro
arvieo em que o queirain empregar : a Iralar na
Soladade no siiio dos Qualro Leoes.
AVISO AO COMMJSHUa
Os abaixo assignados continaam w
aranquear aludas asclassesem
geral os seus sorliiiienlos de la/.i'ii-
(as por bai\os precos, nao'me-
nos de urna peca ou nina du/.ia,
a dinlieiro, ou a pra/.o, conforme
so ajustar : no seu arina/.cm da
praca do Corpo Santo, escpiina da
ra do Trapiche, n. VS. Ros-
Iron Rooker i\; Companliia, nego-
ciuntei irgle/.cs. Os mesmo*avi-
s&ooorespeitavel publico que abr-
rain no dia ."> do conviitc me/, a
sua loja dcfazeildas da ra do Col-
Icgio e Passeio Publico n. I"), d-
rigida pelos sciiliorcs Jos \ iclori-
no de raiva c Mauoel Jos di' Si-
queira Pitonga, para venderem
mi- atacado en retalho.______
ri-a-se de una ama de experiencia para
lomar cotila de nina menina de II mc/es desma-
mando, c que lamben! soja boa coslnreira. livre ou
eterna, e agradando paga-se bem : na Pasugem da
liagrialena, aillo d<> Sr. Guerra, aU as ti boras da
manilla nos dlM uleis, ou depois das i horas da
larde.
AVISO JIKIDICO.
A segunda cdicc.'to dos primeiros elemenlos pr.i-
licos do foro civil, mais bem c.irriuida o acrcscenla-
,1.1, n.io si, a respeilu do que alleou a lei da refor-
ma, como acerca do despachos, intcrloculorias e di-
linitivas dos julgadores ; obra cssa lio nlorcssantc
aos prlneipianles cm pralica que Ibes servir de lio
conductor: na praca da Independencia u.CcS.
AO PL'BLICO.
Esl jusla para comprar-sc a rasa terrea perlcu-
ccnle ao Sr. Joilo Francisco Monleiro desla cidade,
sila no Paco da Pauella. junio a groja o com fren-
Ic para o Itio Capibarihe: quema ella se julgar
rom direilo por b) polhcca ou oulra qualquer Iron-
sacrao, annuiicic por esla folha ou dirija-sca ra da
C.ruV. n. 35, Isloald ol'tm do corrcnlc niel,
Piccisa-se de un ainassador de padaria que
lonha pralica, c um negro para o semeo ordinario
le nina casa: no paleo da Sania Cruz, padaria u.
IOS.
Lava-so c ciigomma-se'coin asseioc perfeicilo:
no paleo da Itibeirade S. Jos n. I").
Paulo Gaignou, dentista.
Pode ser procurado a qualquer Lora om
sua casa aa ra larga do Rosario, n.
36, sogundo andar.
VOS NEMES.
Jane, o bem mohecido denlisla ha mais de 10
anuos nesla praca, pode ser. procurado a qualquer
hora, na sua residencia, na ra Novan. IV, primei-
ro andar.
INFORMACAO' AOS ESPECULADORES
' DAGARAPA.
As ras mais Ireipienladas actualmen-
te pelos consumidores desta deleitante
bebida, sao :
Palco do Terco, preferencia a lanoeirias.
Largo da Ribeira, lado do peixe.
RuaePraia de Sania Rila.
Rita doNogucira.
Rila da Calcada.
Ra Imperial, lado do mar.
Immediacoes da ra Augusta.
Quem nais algumas inibruiaries pre-
cisar : dirija-se a calcada de S. Jos, das
7 boras da noitepir dianle.
| IIOjltEtlI'ATHla. 8
I O I)B. CASANOVA muilou-sc para o bar-
ro de Santo Antonio, ra das I-*-*"; |
S 18, segundo andar, onde moraoSr. Uaud o %
llubou, onde pode ser procurado a qual-
"cird."mjlral;. .hador de padaria: na
ra do Colovollo u. 9. .
Precisa-so ilugar urna negra captiva queico-
tiuhe, lave e cnuomme, para rasa de pouca ramilla,
c piga-se lfflrs. mensaes: quem Hu anuuu-
cie i>ara ser procurado.
ATTKNCAO
Nova fabrica de cilancos deso, no aterro
da Ron-Vista 11. .'
dono deate eslabcleriincnlo lem a honra de par-
ticipar ao respcitavel publico de l'eruambiico, que
Ihe ebegou um grande sorlinicnlo decha|>cos.dcsol,
lanto do seda como de panno, chapeos com cabos de
caima cm carkaluras, ricos chapeos de enhor,
tanto de panno como de seda, um grande sorliuien-
tode sedas e pauiinho cm pocas para ruhrir nrma-
coes usadas, lambem se fas qualquer conccrln: Iwlos
esles objeclos cima mencionados se vendom mais
em conta <\o quo em qualquer oulra parle, cerlo de
que o comprador i vista da faienda nao deisani de
faior negocio.
L. Leconte l'eron & Coinpnnbia ,
preciso alugar um sitio, (pie tenlia boa
casa, c que seja peito da praca : a fal-
lar na casa dos annunciantes, na rua da
Cruz n. 20.
A pessoa a quem faltar um cavallo, que, no
dia 13 do correnlc nppareccu na rua do JoJo Kcr-
ii.in.li-- Vieiro, na Soledade, dirija-so ao sitio dos
quatro Ices namesma rua, que dando dello ossig
naes cerlos, Ihe ser entregue, nao se responsabili
sando |>or fuga ou dcsapparccimoulo que |iossa ha-
ver.
() Se Kilip|ic Jos Kcrrcira tem carta na rua
do Vigario, n. III, segundo andar, cscriptorio de
Machado Aj Pinheiro.
i'rccisa-sc de um caisciro quo lenha pralica
do venda, dando fiador a sua conducta, e prelerc-se
pequeo : quemesliver noslas circumstancias, diri-
ja-se a rua das Cruics, taberna da esquina n. i.
E. Ilolli fazsricnlc, quo cm ronsequencia do"
sua retirada desla proviuria, deia cncarregado de
ua procurarlo baslanlc os Sis. 1.. Srhulcr o; Com-
p.-mhia.
Arrcnda-se um" engenbo com 2.">
sd.iMis, 25 Ixiis c 25 bestiis, jierlo de
embarque, com safra para tres milpees,
urna grande destilaeo e urna DOrcfio de
roca madura : a p'essoa une esle predio
pretender, dirija-se a Iravessa da rita do
Vigario n. I segundo andar, a tratar
com Anlonio Gomes Pessoa Jnior.
Na loja n. It, da rua do yuciinado, se dir
quem d i dinheirn a juros.
Desappareccu a !l do passado um prelo, rriou-
lo, iior nomo Geraldo, o qual reprsenla ler de ida-
ilc28a 3(1 anuos, levando vestido camisa de algod.to
Irancado, calca de zuarlc c com um surr.io. Bale
prelo velo do Ico remelllo pelos Srs. Cainiuha i.V
1'ilhos, os quacs o liiibam comprado a Mauoel
Rodrigues da ('.osla, da villa de Milagrea, cuniarca
,lo Calo, provincia du Cetra, loado c dito cscravo
pcrlcucido lambem a Mauoel de Jess da Conccicao
Ciinha ; e para mais esrlarccinienlo lem os signaos
eguintes: balso, cabellos broncos noi peilos, bas-
lanlc barbado, andar corcovado, c falla muilo bai-
lo quem opea.-u-leve-o rua da ConceicAo n. ti,
quesera bcni recompensado, ou o rua da Praia, ar-
mazem de tiiiilliernie Soaics Itolclho.
Mauoel Joaquim RodriiniesdeSoiiza, fa.scien-
le ao publico, que l.uir. Anlonio do Souza Rlbeiro,
lie SOCIO na -na loja deferragens sobarazilo. Ro-
drigues & Ribeiro.
Aluga-sc o lerreiro andar do sobrado n. 28, na
i na do Quelmado, lem Ihiiis coinmndus o accio : na
loja A CO.NSI I.TUItK) IKIMlIHOPATIIICOt.ltA I
;;. TCITOARA OS POBRES. #
Na casa ainarclla paleo ilo Colleio. prmiei-
tro andar, residencia do general Abreu c l.i- a)
ma. lisie ronsultorio he dirigido pelo proprio $(
; general Abren e Lima, e uelle daiu-se consol- ^
O las gratis aos pobres em lodos os das uleis v.
-j:J ilc.de as ,le/ da inanlifia al ulna hura da lar- V
de. mesmo senbor pode ser ronsullado
por oulras |>eas0asi qualquer hora do dia ou }.;
W da noile. *f
;.; :::: :.:t;.';r;;.: ::::.-:: :-:;-:;;.-;:-:=;:-.-;
DEPOSITO geral do rape princezn do
Rio de Janeiro, grOSSO, ineio-grosso,
e lino, na rua la Cruz do Recife,
n. 20.
Viuva Pereira da Cimba encarregadn
desle deposito, novamenle noticia que
sempre se acba provida de rape"da me-
llior mialidade e fresco, nos piceos ja su-
bidos de Ls'280 rs, os dous priireiros, e
900 rs. o lino, sendo de cinco libras pa-
ra cima. A grande procura desle rape
na falla do de Lisboa, que lem bavido,
lem provado bem (pie be o (pie incllior
o pode substituir. Aceita-se qualquer re-
S
i lamacao
lidade.
pie baja por deleito de qua-
Precisa-se do una ama forra ou captiva para
casa de pequea familia: na roa da Cadeia do Re-
cife n. 8, segundo andar.
....*;;: W.'UWSS:-::.: K^;t:s).':;tt
IIOMPATIIIA.
a 01r. SabiiiirtHegario Ludooro Pinbo mu-
m dou-sc parij o haiiio dtg StUitO Anlonio, rua i*
S das Cruns ii. II, ^'i-:i onde morou o ll\m. C
X\ Sr. vicario geral Dr. Mcii>t, onde pi';de ht
^ procurado a ipialquer bora pelas pessoas que ,'.
o qtiiicrcm honrar com sua ronlianri. 0
Botera de s. peSMmartv'b.
N.i pr.ira da Independencia n. 4, foi vcndtlo um
mcio bllhclc n. M&2 que sabio o premio do 12:0009
c um quar.0 n. :W8( quo sabio l;00(K9 no mesnia lo-
ja ireebe-sc bdbcles premiados e S. Pedro MarlAr,
em Iroca dosqnclcm a venda do Hio de Janeiro,que
se espera a lisia pelo priiueiro vapor, quo ebegardo
Kio de Janeiro.
No dia 12 do correle, pelas 6 horas da larde,
desappareceu das vislasda pessoa que o acompanlra-
va, um prelo condozindo um bab pequeo coberlo,
do conro prelo, o bab conllnha o wgiiinlc : 1 res-
udo de seda ro\a fui la-n'ir, I l>erlbe feia de renda
prela de linbo euaruecida de lila cor de rosa, 2 leu-
ros de seda eslampada. 1 vestido de ramhraia de al
cod.lo aberlo, 1 dilo de cambra in de algodno lisa, 1
dilo do cassa estampada co> de rosa, 2 camisas de
madapolilo novas, para sen hora, 1 coberta decidla
nova, I sobre-ceu de cama, 2 saias de madopnlao
com renda o bico, I dita de madapolo lisa, 1 par
de lini /cl; u ns novos, de fazenda de la, capeados de
conro envernisado, parasenbora, I vestido de cha,
I camisa de madapolao, I oalnnha de brim para me-
nino, 2 ropiuhos, I colcha de chita com baados, I
par de meias de tlgodRo p-ira senhora, I litado ve-
lado de c<>r, com I (hela, I lenco de milos de cam-
braia cun renda e bico: rOga-M porlanloas autori-
dades |Hilitiaes, e mais pessoas que do dilo bab sou-
bercm, levem a rua do Cano casa n. :(6, que se gra-
tificar generosamente.
CASA DE CO.MMISSAO' DE ESCRA VOS.
Na rua Direila, sobrado tic lies andares, delrou
le do berro de S. Pedro n. :l, recebem-sc escravos
do amlms os sexos para so venderem de rommivo
nilo se levando por essi? Irabalho mais do (pie dous
por i'iiiii e sem se loar cousa ulgiima de comodo-
nas, olerecomo-se para islo (oda a seguranca pre-
cisa para os dilos escra\os. ________
ao rnico.
No armazem de fazendas bara-
tas, rua do Collegio n. 2,
rende-te u;n completo Borlimento
de fa/.enda, linas e rocas por
precos mais bai\os docpieem ou-
lra qualquer parte, lano em por-
cocs, como a relallio, afliancando-
se nos compradores um s preco
para lodos : este estabclecimi'iilo
abrio-te de combinacSo com a
muior parle das casas commerciacs
nglezas, francesas, allcmascsuis-
T sas, para vender f'n/.i'iidas mais em
Tf, conta do (pie se lem vendido e
3 por islo oHei'Ccciido elle niaiores
ja vantagens do que oulro qualquer;
"f\ oproprietario desle imporlanlccs-
i lalielccimenlo cuntida a' lodosos
8i
la/,
lulas
rua do ^
IIAI'I-.
Joaquim FeTeira lleudes Guimaraea
recebeu nltmamente pelo paquete Mu-
curv, nova remessa do e\cellenle rape'
nacional princeza, da fabrica de I. J. da
Rocha & Comnanhia, do Itio de Janeiro,
onde lie muilo apreciad", e lido pelo
nico (pie mellior siibstilue o de Lisboa ,
pela grande scmellianca que com elle tem,
lano emeor, como era aroma : elle be
lambem ja" bem apreciado na Babia, Ha.
eci, ('.cara' e Maranlio, e (;craliiicnle
cm todas asparte onde lem sido man-
dudo. Vende-so no nico deposito da
rua da Cruz n. 5", segundo and
ra mellior commodidade tambal
rao na loja da mesnia casa : para seiencia
do publico se adverte (pie o rape deno-
minad" princeza, grosso, mcio grosso, e
lino, anmmciado no deposito da rua da
Cruz. n. 25, be da fabrica de Gasse tam-
bciii (lo Itio de Janeiro.
dar, epa-
im oaelia-
DAGliBRREOTYPO.
Avisa-so aoj'espcita\cl puliliro que o esta- j
lieliiinienlo do alerro da Moa Visla u. II), ;
esl passado para Sanio Antonio, rua du
Queimado a. it. segundo andar, ende o rc-
lialisla pudei-i'ipi neniado das !l liaras da i
manilla as3 da larde; aqui os prelcndenlcs |
taliirlo lnleiraiiicnle salisfeilns, niio s pelo j
variado e bollo sorlimento exislcnlc para os |
rclralos, como pela seinclliauca da pessoa
lielinenle copiada, pelo elcelrohpii, ni cha- j
lista pois esla promplo salislaXer completa-
inenle aos que o procurarciii.
A foliriea do linluraria france/a, que eslava
eslabelccida na rua Vellia, inudnu-sc para o alerro
da Ikia Visla n. 75, onde conlinuara a Ungir luda a
qualidadc de pannos, por procos roniniodos o com
rfraNCAO, ONICO DEPOSITO NE8TA
CIDADK.
Pudo Gaignoa, denllsts receben agua dent-
frico do Dr. I'ierre, osla anua conliecida como a me-
llior que lem npnarecido, ( c lem nniitos elogioso
seu autor,) lem a prooitedade de eonservsr a bocea
clicirosa c preservar das dores do denles: lira o
ooslo desacradavcl (pie d em geral o cliarulo, al-
gamas gotas desla n'um copo d'aiaia sao, sunicicu-
les ; tambcni se achara po deiilifrirc cxccllciilc para
a cnscrMieaJ dos denles : na rua larga do Rosario
ii. lili, sciindo andar.
|)eseia-sc follar aosenlmr ex-cadclo do segun-
do balalliilo de arlilbaria a pe Mauoel Joaquim I ai
Brrelo : na rua do Rangel II. :W, segando andar;
faz-so esle onnunrio por nao se saber onde inora o
ililosrnlior, a negocio doscuinlercac.
llarbierJaquim Jos lioreira n. 10 aluga-
sc bichas de Ilaniburgo de superior qualida-
dc a -U0 rs. cada urna, o laiiiheinso vende por
coininodo preco, as quacs e reconunendan,
iilo s or sua encllenle qualidadc, que j*
he conhec.ida, mas anda pela mellior o mais
aiirecavel de deisar livre de molesUs o cora
perleila saudc o todas as |iessoas a quem sa<
" adas.
applii
gahtc oKTti;
Ll HA.
DE I.KIT
A'direc'ii'i a" anda raier pahlieeaossealioras o-
,, ireio..islasc subscriptores, que oslara .1 o a em
Iauto em lodos os doming* odias sanios iberio o
no ahinete, desde as 18 horas da nianl.ila as 2
al" de e das as U da Ule con... sempre.
la
seus patricios, e ao publico em re-
ral, para que venlintii (a* bem dos
seus inleresses) comprai
baratas, no armazem da
Cullegio n. i, de
Anlonio Lili/, dos Santos
lACIIiatAI'IIIA.
O professor de laihiuraphia Darlos Emeslo .Mos-
quita I .,E .l.i. lem alierlo um curso de sua arle na
casa de sua residencia, rua do Ransel n. 59, segun-
do andar, percobendo peloseo IralNilho o modicoes-
lipendio de lOWMOrs. mensaes, c prouipliliiaudo-
-e a dar nromplOS os seus discpulos dentro de I a i
mozas, sendo ralis ludas as mais liroesqucexcedc-
reni desse lempo, i'amliem se obriga a dar 11(008
pni casas particulares para maior l'arilidadedas pes-
soas que se qui/ereni dedirar .i larhigraphia, por
proco muilo ra/oavel.
Anlonio l'inlodc A/.evedo vai a Portugal Ira-
lar (le sua sade, o lica CDCSrrVgado dos negocios de
su casa, o Sr. Jlo da Silva lioreira em priineiro
lugar, c em segundo Mauoel Pereira l.eiuos, aos
qnaes delta procuraco.
Desappareceu no dia II-do corrale, da rua
das Claco Ponas as Ce mcia horas da larde, um ca-
vallo ruco mo muilo claro, dado de I'2anuos, lem
as cosas! peinas e afrentada lisia feridasde volito,
islo he, assado, lem um lobinho nos peilos, condu-
zindoduas a de carne sceca dentro desarros, emais
> saceos com "variasciieoininciidas: quein doniesiuo
lambem der milicia, dirija-se as Cinco I'outas n. HJ,
ou no engenbo Tapusma, Itegaasis da Eseada, que
ser;i recomneusada.
Mj. i .. : ;S@ @38
i DENTISTA AMERICANO.
It. W. Bayaon, ciruruifiodenlisla, conlinua a %
U asorcersua prohatto, faseudo Indas as opera- .:; coea que lorera precisas de qualquer nalurc- W
1 la, lano por fra, como na sua residencia, s-ij
a uude pode ser procurado a (pialquer luna : ;V
* na rua da Cruz n. 7, segundo andar, un Re-
..;SSaK:iw>Si::'..:;::;:.:'
Anlonio Jos(; da Rocha, do boje em dianlc so
assignani Anlonio Jos da Rocha Braga por haver
OUlro de igual nonio.
salvador Peieira Braga previne ao publico que
ninguem faja conlraclo algum com Anlonio Hjp-
polilu de Venosa (oulr'ora julgado sandeo o eara-
lellado de Joaquim Jos Jo Mello Pimental, c boje
rehabilitado no jui/.o dcorplulos do l'uilu Calvo),
liem rom aluiim dos seus procuradores ba-lanlcs
iiesla cidade, acerca de un sobrado de um andar a
sutil, silo na ruada Lapa n. I, arienialado polo
anniineianle a2 do noveiiibro de I Mil) cm piara
publica do julio de direilo da primeira vara civil,
escrivao Baplisla, por eiococtlo de Nicolao O. Biches
onlraoseii devedui Jusuiidc Jesue Jardiin, a quem
o dito sobrada locara ua primeira parlilha dos boas
le seu tinado pai, Juo l.oililo limieua, c ulliina-
inenle cm nova parlilha ao sohiedielo Venosa, o
qual lauto naquella execucao de O. Ilieher, conu.
no inventarlo do niesmo Joao LeiUo Hgueira, seu
ii, Toi habilitado rom universal lierdojro, sucres-
r e rcpreseiilanro de seu iriuao lamben) fallecido,
dilu Josu de Jess Jaidini. l como quer que ape-
irde lodo o expendido prelendaan Blguem lomar
possejuilici.il do iiiencionaiki snbrado cm nonio do
Venosa, ir um formal do parUIhat, akancado ou
esiihiepliriainenle aoipial prolesla u aniuiunjiile
oppor-eS com o seu direilo por lodos os lucios que
Ihufacultan! as leis, faz. o prsenle aliso, para qao
ninguem possa cm lempo ilgam allegar ignoran-
HOM10PATHIOA.
25 rua do Collegio 25
. PROPRIEDADE DO DR. P. 1. LOBO H0SC0Z0.
YMv osliiliclfciiiH'iiiii .i' Ii;i-m' prvido ilcmeJiromenlo lodos vindos da mata acirdilmln |)liarmaria
lo uiiiwnu A P1IAHMACIA BSPIiCIAL IIOMEUPAT1IICA E CATEI.A> EM PAHIS, e mo ili-
pniM de qualquer rerommcndacAo e faz (otlii o aeu prinripal elogio. Os medioaineulos wo preparados
coni os iniis purose perfeilos glbulos, que por sua qualidadc sem igual sao os que mais ruslam a ser
deteriorados pela humidade, e por cwseguinlo os que mais couvein ao nosso clima verdade esla que tem
sido conlinnada |or todas as pessoa* quo lem possuido inedicamenlos de oulra qualquer bolica c desla.
10,000 A 24,000 RS.
Vcnde-se por eslo prcro urna Itolici de -2\ inedicamenlos, conforme o lainaulio dol tubos e a quali-
dadc das calas.
Ha sempre promplascarleiras de 21 a Milubos, por prceos deiuasiadameutc commodos, o refor-
ma-se qualquer carleira que se aprsenle.
Tubos avulsos tjlOO rs. Vidros de mcia onca do tiuctura 20000 rs.
Na mesmapharmiicia \ende-se encadernado por
20,000 RS.
.NOVO MANUAL'
DE
MEDICINA HOMEOPATHICA
IX)
er wj rsTsan
TTADUZIUO EM PORTUGL'EZ
dr. rumo deattahyde lobo moscozo.
Esla obra, a primeira e principal de Indas as obras quo lialamlda bomreopalhia, he a nica que
pode preeucher u lim a que he desuada c salisfaicr a curiosidade de (odas os pessoas niio s da arle,
romo daquellas que, coni quanlo nao n sejam, lem precisAo do cxercc-la para acudir aos seus soffrimen-
los e nos do sua familia, applicando-lhos remedio mil o que cm pouco tempo possa clingui-los.
Para facilitar a qualquer possoa do povo a inlelllgencia desla importantissima obra, cade oulro
qualquer li\ro que Iralo de inedieina, ser ella acompanhada do
IHCCIONAIHO IIOS TERMOS DE MEDICINA
ronlendo : a delinieao clara dos nomexle ledas as moiesliss. esperiliraudoos sviiiplnmas pelos quaes cada
nina se faz. couherer, e distinguir de oulra : a maior parle dos tormos de anatoma e physiologia com
cxplieaeao sulticienlc das finicnies quo cada nrgdn oxenla e seu machinismo, e dos lernios derhi-
miea, pliarmaeia, ele, ele. Esla obra acha-sc j.i no prelo dahpographia do Sr. Manoel Figucirn do
Paria, e anllfar com a maior brevidado possivel.
I.ogo que sabir esla mirara no prelo da mesnia (\ pographia o VA DE-MEC.UM IIOMEOJ'ATIIA,
pilo Dr. 1'. A. I.oho Musco/o, (pie he o resumo das materias ronlcudas no MAM M. DO J A II It. c
em lonas as oulras prinoipaes obras de homeopalhia : aahira em frmalo iiequeuo, proprio para se levar
romiiindameiile para qualquer parle. Assianslurs para o mesmo be do .181101) rs. pagos no arlo da en-
hena doexemplai. no eonsullurio I.....leopalhico, rua do Collcgio, ii.il, priineiro andar.
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josr deAiaujo Pinheiro, se
genro Mauoel Lucas de Araujo l'i-
nheiro, proprietarios dos eagenlMB
Covas, l'iclm. e Araujo, livros, e
desmbaracados ; lazcm publico,
que (|iuil(|ici' doctiiuciilo assigiia-
(lo por mu delles, com a lii'imi so-
cial de Araujo Pinheiro & Compa-
nhia, deque ja' usara, tera'a res-
ponsabiUdade de amlios, visto a
lociedade e boa harmona em que.
vivein, epara constar Bssignamc
presente. Eugcnho Novo do Arau-
jo 0 de junlio de 18">5. Jos de
Araujo Pinheiro. Mauoel Lucas
de Araujo Piulieiro.
Eslava recouliecido.
\o assiguado rclira-se para
Jo' .Inlonio da (unha Cuimarilei.
Arrcnda-so um silio no lugar da Capunga.
com casi de vivenda de sobrado, c com haslanles
arvores do frurlo, o qual perlencco a fallecida .
l'lorinda Maria de Jess: a pessoa a quem roimer,
culemla-se com o padre Joaquim Raphael da isilvs,
curador do demente, Olho daquella senhora.a quem
l"IO"l1,Cr,e,n.OMEOPAT.,.A.
Ilenriquo A. Chaves, professor em iwmnpalbia,
pralcanda desde o anuo de IW.1, continua a dar
c.....ollas de gracnaos'pobrcs, ,hkIciii1o ser procu-
rado a qualquer hora do dia, no seu......-ulluno, no
alerro da Boa-Visla n. U, primeiro andar.
NA CASA FELIZ
dos qualro cantos da rua do Oueimado, n. :*), evis-
lea lisia da lotera doS. redro Marl\r de Olinda,
e se Irocam os hilheles premiados da mesnia por bl-
liiolcs da lotera do Itio, cuja lisia se espera aleo
dia 19.
Aluga-sc un niulequo para sen ico ile casa,
ireferindo-se casa c-,liangcira, lem lioa conducta o
lejnuilo especio: no paleo da Itilieira de Santo
.Valonio, rasa da qulim n. 35.
D-se um pouco do enlulhu de calica o lijlo
quebrado a quem o mandar lirar: na rua do ltau-
gel n. .1.
Alerro da Boa-Vista loja doSr. Mauoel Duar-
le Vicha, S0 dls quem di 1:0008 ou 1:1008 rom
h>polhcca em propriedade.
0 Sr. I', de A. I-, nioiadur em Sanio A-
ilo, haja de vir pagar a quanliaqiic devana
rua dn Oueimado n. 47, do contrario seu no-
ser publicado |xir exlensu uesle joma'
'lcndii-sc quasi liuallsailo OS Irahalho-. de que Ule
cncarrcg.ira a enipie/a do Ihealro de Sania Isabel,
faienou-me a dblincta honra do conliar-ine a direc-
i,io da orihcslia do mesmo tbealro, cu, fallarla a
um dover sagrado se nao DuulusHaasepublicamente
a ininlia sincera gialidao para rom todos aquellos,
qiiesenipre me cnailjiixaram rom a maior espou-
lancidade possivel, bem conio ii campanilla drama-
tica que de Uto boa yonlade so presin graluila-
iiieulc no liciielicio que 11/ no dia 8 do correnlc.
\ssiin, rogo asSras. Donas Manoela cOrsal, caos
Sis. ('.osla. Ue/.erra, Sena, Amoedo, lllluartM,
Lisboa, Jorge, Rosendo, Sania Rosa, o alendes, se
dianem rocber s conflssSo ingenua domen publico
leconliocinienlo, c liqicm cellos que scniprc me
acharfio promplo para o que Una possa prestar.
Igualmente me repulo grato para com lodos os meus
rollemis, (|ue me ajudaram no referido da, as-
sevorando-UnM os meas estreos em qualquer cir-
cumslancia. Rccifc H de jiinlio de 18.13.
Pedro SoUuco llaplt*ta.
LOTERU DE S. PEDRO MARTYR.
O Ihesourciro desta lolcria prinripia a pagar os
premios da mesma no dia II do correnlc, e con-
linuara mu dias Iti e 17, das 10 horas da inanhaa
at as duas da lardo ; depois desloa das, como lenha
do allcudcr s suas occupar,oes s pagar as seguu-
das-feiras as meninas boras; |iorcni as tojas cm que
os bobetas se venderam. serao trocados porbilhctcs
da Matriz da Boa Visla, que corre infallivelineulc
no dia 1.1 de jnlho prximo fuluro.
__Aluga-sc um mualo de dado de 18 anuos,
he muilo fiel, obediente c nilo lem vicio ; servo pa-
ra comprar na rua, o calende do offlcio de snpalei-
ro : no balero do Recifo, rua da uia, n. 64, pri-
meiro andar. ,
Precisa-se fallar com os Srs. Joao Jos de
Moma, alteres, quo morou no Arroial, Eduardo Pe-
reira Bastos e Laurino do Paula Alva de Luna a
negocio do |seus inleresses: na rua do Aragao,
T* ....
Desappareceu dos abano asignados 0 esclavo
Domingos, de nar.o Catando, reprsenla a idade
,le 50 anuos, um lauto calvo, tem una fcinla le
gomos na junla inedia de um dos dedos da mao di-
reila, iguacs frulas na barriga de una das pamas,
formando crneos n iniilacjo de grandes verrugas,
bem como oulra na sola do um p, a que iliainam
eraros, males esles que por seren elimneos, nao
he fcil dcsapparecerem: he muilo ladino fe ju an-
dn em fuga lado lugar de llarralraiidc da pro-
vincia de Alagues, o acha-so fgido ha oous meaes,
antes do q.ie audou pela praia de Caluama, e depois.
nesla uraco, onde se suppe andar aeuulado_.
ipiem
na |
Simos, com cscripturio na la
fra, ana abaixo assic.na.los, no ciiuenho .....tramo
que gralicaro. .tmujo Pinlmrll ex Cowjiuh/iiii
n neiio'r, uu dello bouver noticia, pode dirigir
piara, ao Iltm. Sr. major l.uiz JosPerain
I ........ ,1., I n i iiiiimiIii i
l<> Lm.um'iil"
(Juer-so .iln.mi nin,i ,tni.i quo saiba cozinliar,
engonmar e lavar : na rua do Monilego, cm um si-
lio ilcfroute dosobrado cm quo mora o Dr. Alcan-
forad.
OlTcrpce-30 urna mulhcr mora para ama de ca-
sa, sendo para lodo serviro menos corinhar, sabe
bom cnuoimuar o coser : na ruada C.twi do Hccife,
n. 311 segundo andar.
Un J.I -(' ,1 Imt.ls K |i,<,.ti;is i'MjM'll) H-j,IMI oiTc-
recldo um rclouio de ouro, sendo palcnle buisso,
rom nina cadeia jm--,i. (endo a dila um sincle c
uma rbiive, queiram |H>r obsequio loma-lo, pois des-
ron (in-se ser raptado por urna pessoa n3o esperada;
por isso quem o puder lomar, dirija-se a rua do
(.hieimado u. 111. que ser bem recompensado, dan-
do-seo valor pelo qual Toi comprado dilo relogio.
I'ranrisro Mnlbias I'creira da (.osla exporta
para o llio de Janeiro o seu esrravo, mulato, do li-
me .Manoel Jos, de Idade aunos.
(lllercrc-se um rapaz porlusucx para caiiteiro
de venda ou oulro qualquer estabclcriinenlo, para
tomar ronta por bala uro ou sem elle, para n que
lem bastante pralica : quem do seu prestimo so qui- '
znr utilisar, dirija-se a praca da Indej>endoncia u.
10, das I0ns2dalanle.
Prcci-a->e de uma pessoa rapaz que lome coti-
la de nina borcla de fazouda, dando liador: quem
desle neuorio qui/.cr cncarrcRar-se, dlrija-se a rua-
da Hoda n. i~>, primoiro andar.
OSr. Miguel iV-icira lraldes lenlia a bou-
ladc de apparcrer ua luja do sobrado amarello da
rua do Queimado n. Q.
A pcssua que annunciou querer Irocar um so-
brado de um ailar,por oulro lam'icm de um andar,
dirija-se ao anuazciu do caes da alfaudcga]n. 5.

HOMOBOV ATH1A.
II RUA DAS lll /lis NUMERO II.
A bolica cenlral homu-opalhiea de Pernanibuco
inuilou-sc para a rua das Cruzcs n. II, rasa de seu
nroprielarie o Doulor Sabino Olegario Ludgero
Piula).
Ahi se eucoulrarao os mais aeredilados mediea-
incnlos preparados em Franca, nos Esladns Unidos,
no Rio de Janeiro, e cm Pernambuco, cuja cftiea-
cia lem sido prodigiosanicnlc verificada na extensa
pralica do Dr. Sabino, o atlcslada por numerosas
pessoas, que os lem expcrimentjdo. Etistcm rarlei-
ras de dill'crcules iiualidadcs, cajos |>rc(;os xariaiu
conforme riqueza do seus lavores, e o numero do
modicamenlos, desde IOjOOO al Ii00rs. com os
competentes livros iDdbpensaveis para a pralica da
homieopalhia.
Cada xidro .1.' i mi ni,i da quinta dxuamisac,ao j-ihiii
(aula lubo dcmedicamenlo I3U0O
ADVERTENCIA.
Par maior commodidade do publico ostabolccc-
ram-se os seguinlcs dc|xwilos do inedicanicutos cm
carteiras :
Primeiro.
Ilua da Cadeia do llcrifc u. II, primeiro andar,
consultorio do Dr. Pires Ramos Jnior.
Secundo.
Alerro da Boa lisia a. JO, priineiro andar, cou-
UiHerio do professor cm hoimeopalhia llenriquc A.
Uhaves-ain.
Tere.lro.
Em Podras de Fogo, casa do Sr. Gamillo II. daS.
Tvora Indigcna.
S.B. Aos esfortos c sacrificios do Dr. Sabino de-
xc a houucopalhia o credilu do quo bojo goza cm
Pernambuco, e as de mais provincias do norte. A
elle mais que a uiiigucm rmpelo mauter. sustentar,
cesleuder esse crdito faeililando ao povo a acqui-
sieaode medicamentos verdadeiios, de que neccssila
para o curativo promplo, infallivel, eseguru de suas
molestias. Uorrc-lho poi-: a rigorosa obrigacao de
ir. i .un o.'n.i.11 os inedicamenlos da botica central kth
maoplUea de Pti'ntmbuco, como os nico, do
cuja eflicacia nflo se |Mde duvidar. Todas as cartei-
ras, que sahirciu da botica central de Pernambuco,
levanto urna lisia dos medicamentos que conten ,
marrada com o emblema da hoimropatliia cima es-
tampado.
AVISO AOS SENUORES DE EXGENflO.
Alenlas as grandes vantagens na moagein de can-
a, proxcnieiilcs do ler os lambore das inoeudos
pcrfcilanionlc torneados.oabaiso assignado respeito-
sanicnle fembra aossenhores do engenbo que na
sua fiin.lico de ferro em Fra do Portas so pode
oerfcilamenlo lomear de novo um jogo do lamba-
rea, o aparar c endireitar os (lentes das carretas com
tanta iircsloza, que se pode entrgalos ao mesmo
illa exilando-soassini o inconveniente da demora
doAarros e o imnate da moagem ; assim como quo
a mema fuiilicSu se acha sempre surtida, nao su ilc
novas moendasdo diversos tanianhosc modelos, so-
.i lambeinde rodas deuladas, lauto para agua,
coma para afinies de Indas as croporcoa, a saber:
volla por volla, virtla e quaila, vollao terco-, volla
c mcia, duas, Iros, quarlro rollas, etc., etc., e por-
l.iulo iiuoqualipier senbor de cnaeiiho querendo ac-
celerar asna moenda, a Um de moer mais caima un
mesmo lempo, ou retarda-la, a lim de espicmcr man
liquido da misma caima, pude sein demora escollier
;is rodas competente*. Fundico do ferro na rua
lo Bruui passando ocliafaris. D. II'. Bowman,
engenheirn.
Prcrisa-so de una casa lerrea que lenha quin-
tal o cacimba, cni Ihiiii lujar, c que seu preco nao
exceda do Mrottu rs. mensaes, pagaose-ee adiaula-
dp : na rua larga do Rosario n. i'.
I
:
i


ta. t v r.*nmc***
,' ii.'.-;ff*:*ftt;s
LOTERA-DO IUO DE JANEIRO.
A roda da lotera 17 a beneficio d
tbetro (I imperialcidadedeNictliermj
cojos I n I leles se ucliam a venda, corren
no da 28 de maio : a lista vira' pelo va-
por brasR)iru ou inglez de ll a 21 do
comente : os premios sero pagos a cj le-
gada da lista.
ATTENCAO\
Na rua ila Viracio n. !l, so dir qucnida linhci-
ro a juros.
Desejando a vi uva Roma moral
Jora da prora, arrenda a sna tyiKigra-
phia, sita na ra da Praia, n. 55, a
(pial esta' montada tanto de pelos romo
de typas de difieren tes quididades, e cm
estado de imprimir qualauer obra :
niietn a pretender dirija-te a mcsmo of-
licina.
CABLYETE PORtUGUEZ DELEITURA.
A direrluria convoca nos scnliorcs accionistas pin
nina reunido em as-emblca gcral no da I!) du cor-
roulo. as 1U horas da manlia, |>ara llio ser apre-
scnlado o parecer da coinniissiio por ella unincadn,
paradesfazci as duvidasauc houvc na clcico do
onselli
CONSULTORIO IMEOPATHICO
C-osscl Itiinoiil, profrssor de hoiiwo|Mlliia
peta esrola do ltio de Janeiro, continua a
dar consultas (ralis aos puliros todos os dias
uteis, das 8 horas da manliaa atoan iiicin dia
uisullorio, ruadas Cruzes n. 28.
orado n.
nln
Na ra da (auleia de S. A
1:1, precisa-se alosar mu rnzinhoi
Os adiniuislradores ,da mas-
raes ,\ Soares, rogam ciirarecidame
llovedores da mcsnia massa,que leiilui
"nio Miguel da Cosa, de llics aprcsi
fallida ,1o Mu -
ente a lodos os
lan. pago a Ir-
it.ircm os re-
ribos para recebaren ouiro* Ontadca |K>r. elle?..
aflu Gula, que nao obstante ..lo wrttdtoautoniadopara
receber qii.iulia aluuma. no s receben como nao
fez entrena aos aiinunrianles; na rcrle/a le que
aqnelln que le\arcm de api esenlar os recibos, vP-
m>-Ii1o na neressidadede repclir o paqnmeiilu: po-
dendo apresen la-Ios das 8 boras da manli.la as i da
larde, em rasa de Itiunn IVaeiier na de Avrial Irmao A Coi)ijianb.;i, ambas na ra da
Cruz do bairro do Recite.
COMPRAS.
Joaquim Kibeiro Pontos compra prala : na
mu Inju la ra da Cailcia do Recite u. 54.
(*.oinpra-se garrafal vasiasde lerui a 100 rs.:
na i ua Hireita fabrica de linos n. 17.
' Compra-se urna carrosa de um lmi s, que es-
leja em bom oslado, e juntamente um bol de curro
qno esleja Bordo : na ra llircila 11. ...
Compram-se ewravos, e %endem-se, rocoliom-
se miadeila; na ra dos (Juaiicis d. 34, m'uiuIu an-
dar.
Compra-se prala brasileira ou despatillla ; na
roa da Caricia do KcciCc 11. 34* loja de cambio.
Compra-se cm mcio uso, a colecciio das Icis
biasileiras, desde a Independencia: quem ti\er, an-
miucie para ser ptocurado.
Compru-se um segundo lomo de qrammatica
Bur^ain: a pessoa que liver, dirija-sc a ra Velba,
casa 11. ji, 011 anmiucic a loa morada.
Compia-se una crrente le S. lenlo, obra de
noto anliaa, semfeilio: quem a lixer, ilirija-sc a
na Formo/a 11.s, pie se lira' quem compra*
VENDAS
Vendse um ptimo cabriole!
e
ssim como um excclleute
Cavado pura o mesan), limito (bate cbo-
nilo : para ver na ra da tima, eoclieira
iloSr. Wollicbard, e para brillar na ru,
ilaOii/., n. 10.
\
Na na Nova n. 18, luja de M. A. Caj, he
sempre un. Brando sortimoiiln do obras felas, <[Ulla ul)Vo, de milito lioa conslruccao
luda-a-qualidade, lano siqierinr como mar-indi- I .
norias; camisas brancas, lina*, naneen, c de ro- com eoberla ; assim como mil e\eellei
ii-; chapos franenes, linos, ditos de alies larga.
Inanias, cor de chumbo, proles c edr de vinho, os
mais linos que llano increado, ditos de seda ; um
sorliinrnlo du pannos linos, e merinos de todas as
cores, brin brancos c de cures, do puro linho, c
de outros muilos padrees; leos de seda pata alai-
lieira, dilos para grvala, sus|iciisoro, honol pira
iiiiiiil.il 1.1 de senhoras, dilos para homem, pahls,
calcas c jaquclas para iiequenos do 10 a 12 anuos ;
um mande Mirlimcnlo de palilds do (odas as crese
qualiilades. I'ai-sc veslidos para seuboras inoula-
rem cavallo, do merino doqualquor cor, de 40
a 501000 r>. Ha um sorlimeiito de cbarulos linos
clicRldea da Baha, e oulros mais baralos |i|ja aca-
bar ; euiliin, o frcRuei que enlrar nesta loja salara
pruniplo de um fado roinplclo, Iraicndo scinprc o
n ii.iilm do mundoo sciihor dinbeiro.
BRACOS DE BALANCA DE KOMAO
cViCOMPANIIIA.
Vende-se braros de balanra de Romo
& Companliia pi-oprios para balefio de
vender a' retalbo, e
DAURORA
mais barato em outra qualquer parte : a tratar na
ra do Vicario n. lt, segundo andar.
Anda existe nina pequea porrBo
do ja' acreditado remedio contra a em-
briagUSS, viudo do Rio de Janeiro, ea-
eba-se a venda, na ra do Rangel, Indi-
ca II. RAI'fe DE LISBOA A BETAI.HO, A WBS. A
OITAVA.
Na hija d(Tnuiiile.is da praea da Independencia
n. 3, vende-sc rap de Lisboa, u 10 is. a oilavll, de
mais rieseo que lia ebcuado ullim.ente.
Vende-se u.....taberna bom srregueada, lia
nquiua da raa dw Acoacalaheii, IrcRueiii de S.
Jos: a balar na rua de Sania Therettn.60.
No eteriptorio le Francisco Sive-
rianno Kabello & Fillio, oolargoda awem-
ble'a, vendse por privo COmmodo sanas
milito grandes eom superior larelln.i'bi'-
gado agora de Lisboa.
Vende-se queijos de manleiua. niuilo freseaes,
viudos do serbio do Seridii: na rua do- Mal hi ios, ta-
berna u. .'Mi.
AVISO DE IMERI-SSi:.
Milito bom negocio para pessoa que te
detejar ettabelecer ; urna das mefliore
lujas da rua Nova csla' para vcndei-se :
i aliaivo assiuiiada. em razan de docnca ede se que-
ici retirar, vende a sua luja da rua .Nova u. III,
rom as lucidores eondienes para o ciniipiador : quem
adiar C.....Miniado de blOC esle Uegoch), iliija-
se a incsuia loja.Adele Poirson.
LOTERA DE \OSSA SEMIORA 1)0
ROSARIO. '
Os bilhclesilosla lotera arliam-i.e a venda nos la-
liares doi-osliune; c o llicsouieiro e-la di-pu.lo a Ca-
lar corrers rodas no dio piiineiro de julbo Bluua
pie liquem aluuns bilheles por vender-se.

TABELLA IRIS DAS SANTOS ABOLIDOS
POB DOU8 VINTEN8.
Vendc-se por 111 rs. una tabella, dcelarando |cllorli
lAVIllWII.I.IAM BOWMAN. i
rhini-la c rundidor de reno, iniii i
.ni.......ia aos senhorea proprielarios
fa/.enileiios, e aore-peilavel publico,
lielcciu.....lo de ferro inov ido por mu
na rua do Biuiii passaado ochafai
iibeini nia-
speilo
de ei
que i
eu osla-
rte vapor,
lilin,i em
..-
dias santos abolidos ou dispensados: na livraiia
u. l e8 da praea da Independencia,
Vende-sea propriedade sila distanle de Santo
Amaro de Jalioalao -INI bracas au norle, e disimile
desla prara t lemias c meia, com proporcoe- para
tmla casta de lavoura, conlendu em si i casas pe-
queas rom Icllias, leudo laiuheni bastante terreno
ot'cupadocom mallas virsens ; o pceo vista do
comprador se tratar : quem o pieleudcr, dirija-so
a- (.neo Puntas n. I, luja de nmivo.
Agencia de Ed.wln Maw.
Na i nade Apollo n. l, arma/en) de Me. Calninnl
eV Conipaiiliia, acha-sc couslaulcmeiile bous sorli-
menlos de laivas de ferro roado e batido, lauto ra-
sa como fundas, moendas ineliras Indas de ferro pa-
ra animaos, auna, ele., ditas para armar em mailei-
ra do_Indos os laiuanhiisi-modelos osmatliniiili'i mis,
inachina borisonlal para vapor com' forca de
leavallos, ciiciis. paaudeirai de ferro eslanbadu
Cura casa de puruar, por menos proco que M de co-
ie, escovens para aavkWi farro inulez lauto em
barras como cm arcos e fulhas, c ludo pm barata
ki l'ARA S. JOAO'.
'jj Vende-se amendoas coneitadas
viudas de Paris, proprial liara sor-
tes de San Joio : na rua Nova, loj
atraz da Mati i/..
Para bou) de s. j.mt^
\-ende-se lioiiilas Inicias para bolo, assim como
psaciraa linas para massa : na rua da Cadeia du Be-
rile, luja n. ni.
AO PIRLICO.
Os abaixoawignado vendem na sua lu-
ja da rua do Collegio e Passeio n. 15 ,
um rico soitiniento de sedas, lisas, i'uiTa-
cies e (aviadas, por baixot piceos.
llnsliiiii Rooker v Companbia, negocian-
les nglezes.
RARfi DE LISBOA, A VO RS. A OITA-
l/A, E 5 OITAVAS POR 100 RS.
Na rua da t^adeia \ elli.i u. 15, loja do Bour^aid,
vende-sc rap de Lislaia, chegado pela barca Leal,
pelo preco cima laxado.
RUADO CRESPO o. 9.
Vcndo-so cbila lina, a I:0 rs. ocuvado, cassa fran-
cc/a superior em qualidade, c lindos padrees, a 2-JII,
Jn e -Jiiii rs. o invado, corles de camliraia franec/a
de cores escuras, a _'-ihhi rs., dilos do brim do linbo
iniilaiulo casemira, a 29000 rs., aloalhado de aluu-
dAo de :i a fi palmos de larRura, a Km, .iOU c filio
rs. a vara, riscado inonslro com ."i a 6 paln de lar-
pura, a 27(1 rs. o covado, o oulras militas fazeudas
por diminuto prcro.
VENDAS.
VELAS DE STEABINA, franeczas, de 6cm li-
brabrancas c de cores. ^
CEMENTO de llambiirgo cm barricas do II ar-
robas, chegado uo\ menle.
AC DE MII.AO sorlido.
OLEO DE LINA AC cm lalas de 5 galies.
11(111 NI DA INDIA da primeira sorlc, c muilo
alvo-,
PAPEL DE Pliso inglezbranco c azulado, c
polillas de ai o lambcm inglctas.
7.INCO EM KILIIA, |iruprio para o forro de na-
vios ou |iara a eoberla de ledos, e por urna quarla
parlo ilo preco de cobre; o inesiuo em folhas fura-
do, proprio para cobrir gaiolas para guardar comi-
das.
I ni cmplelo sorlimeiilo do N HUIOS ordina-
rios cuino COPOS, CALIX, liABBALAS, ele,
que se vender muilo em coiila para fechar a fac-
tura.
CABOS, LONAS E IIKI.NS DA IlLSSIA, e urna
porfo de I I MI \ ALCATBOADA.
I um larluii pripii'iia de VINHO DE CHAM-
PAGNE muilo superior, c ebegada agora: rua do
Trapicha u. 3.C. J. ASTIA. Y A <".
Na loja do (i pollas cm frente da groja do Li-
vrainciilo, vende-sc dulas do cures com multo bom
panno, a lili rs. o covado, riscadinbo francez de ro-
res oscuras, a IliO o covado, alpaca do cores, lisa e
de quadros, propria para vestidos de seuboras, a
210 o covado. lencos do rambraia brancas, dilos
rom barra decores, a KiO cada mu, djSM para me-
ninos, a 80 rs. cada um, corles de cassnbita cun G
varas e rucia, a ISbOli, o chales do 13a prclus para
lulo.
SUPERIOR IA/ENDA PARA ES-
CRAVOS.
Nos qualro calilos da rua do (Jucimadn. loja u.
2(1, vende-se dgodao da lena, de muilo boa quali-
dade e por preco eantaiodo.
Vende-se una crinula inoea. sailia e .le I...lu-
la finura, que ho pe leila i n/inlieiia e cimununadci-
ra, cose, faz labiriulho, o lodo o servico de nina
casa com muila peroico: na rua eslrci'la do Rosa-
rio n. 31, segundo andar.
icvorcicin. ese
cha cnniplelamenle monladi
I faln i-
iiino em
nina, a
noanhoa de lodos os
r ai:iia, ou aiiiinaes,
vento eserras,
racavallos*
i.i
ni ii|iparelhos da primeira ipiali.lade para a per-
ralla riinfeccaida. niaiores pecas de niacliini.......
Habilitado para enipreheinler quaexpiei' libras da
sua arle. David Willialll lioman. de-eja mnispar-
licnlarinenle chamar a allencai publica para as se-
gainles, por ter dallas Brande sorllmeiitoja prenip-
lo, em deposito na niosmn luiulicai, a- quai
Iruilasem sua fabrica pndem conipelir......i a
cada* cm pail estrangeiro, lano cm preco
qualidade de maleras primas e ina de
salier:
Machinas de vapor da niel
Moendas de raima para e
maullos, mnwdasa vapor pe
Iludas de auna, nioinhiisd
Mani'jii- iiiilcpi-udcnlcspa
Iludas deuladas.
Aaiiilln'ies, hinnzes e eliiunaieiras.
Cav ilhK's e parafusos de lodos os lainanbos.
Taius, paros, crlvos e bocas de fornalha.
Miiiiilm- .le mandioca, movidos a maO effporaiii.
inae-, e pren-as para a dita.
Chapas de rego e fornos de fariuba.
('.anos ile ferro, lorneiras de Ierro e de hron/e.
Bonillas para cacimba e tle repuvo, inn\ila> .
man, pur aiiiinaesoo mmiIii.
1 maracos.
de paraluM.
carise obras publicas,
i.ules e porlOos*
e sellar.
arados de ferro, de, ele
Aliui dasuperioridado meulorccouliecidn, David William owmangaraulo
a mais evada ronfiirniidade cota 0) mulles e dcsc-s
(iuiiilastes. miiuehu
Prensas hvdi ulicas
Perrageus para aav i'
(ailiinnias, xarandas.
Prensas de copiar caria
Canias, carro-de msi
iiluiro que si
aprovallnud
imerasos aini
sido |
.li--
uarem di
a iieca..io pll-
iis e Dragela
lies honradi
poupara (aforeos a dillgeu
i sua routiaii^a.
respeilo
(alieleeiu
i'iiln
C. STARR & C.
le aiiniiiiriam que no seu evlenso es-
em Sanio Amaro, continua a fabricar
rom a maior perfeicao c proui|ilidao,loila a qualidade
de inacliinisinu para o H*o da agricultura, naveaa-
i.......ni. nuil, "lu -a. c que para maior C0.......alo do
seus nunicrosos freguezes c do publico cm ueral, lea
abcrlo em um dos grandes armazens doSr. Mi-miu-
la ua rua do Brum, atraz ilo arsenal do niarinlia,
un
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas un diloseu e-laliileeiiiienlu.
Wli acharan os compradores um rompilo sorli-
incnlo de moendas do calina, cnin ludo- o- inellni-
ranantoa (alguna rietlesaovos o originaos! deque a
experiencia de inuitos anuos leiu moslrado a nacas-
sitiado. Machinas de vapor de haiva e alta pre-'m.
laivas de lodo tamaiihn, tanto balidas como fundida-,
rano- de man o dilo- para coiulu/ir formas deassu-
car. uiaihinas para iiincr mandioca, prensas para di-
to, Ionio- do ferro balido para familia, arados de
Ierro da mais ap| invada conslriiccn, fundos para
alambiques, rrivos e portas para fornalbas. o una
infinidadn de obras de Ierro, que seria cnlailunlio
en.....erar. No lliesmo dcgpsilo evisle nina pe-soa
Inlelligcnlc e liabilitada para recebar todas asen-
eoiniiienila-, ele ele., que os aumliieianle- contan-
do rom a rapa.-ilndc de -ua- iillicinas e macliiiiismii,
e |iericill ile -i-u-i ollicae-, -e coniproinellelll a t.l/.n
execular, com a maior prstata, pei-reico.....laeti
confol-mi.la.le com os.....dolos ou dc-enhos, ciuslrui'
roes que llio forein furneeida--
' Veliilelli-seein ca-a de Me. Calinonl ,\ C-un
iiiliia. na praea du Corno Santo n- II- oseguinle
miiIiii deMarscllleeni catuide :l a (> dalias, linhat
i uovellos ecarreleis, breu em barriras muilo
linde-, ai o de inilaosurtido, ferro inglez
Vendse lio de algodBO da Ra-
bia, por preco eonmiodo : no es-
criptorio de Novne & Companbia,
na rua do Trapiche n. Til.
No boceo do (ioni-ahes. arni.izein de Deniit
Viuili- Jt Conipaiihia voikIo-so ineiii- barricas .-.....
.iipriior faiinha de triga,
Vendeiu-e ns \eiil.ideiro--ellinsinulezes, pl-
lenle, de mola e icmclla: naruadaSaaia la No-
" VINHO DO PORTO MITO FINO.
Vciiilc-si'Siipi'iior vinlio do Podo, em
IUIT8de V., ">. e S. : no aiir.a/.cmda rua
do Azcile de l'ei\e n. I i, OU a tratar no-
eacriptorio de Novaea v Companbia, na
i-ua do Trapiclicn. 34.
N\ 1.0.IA DE SKIS PIHUAS KM FRENTE UA
IUHEJA di IJVHAME.VTO,
-.ende--.! pacas da .hila de cores i...... muiln bou
panno, a ..-li,U rs, a peca, corles deca-s:l .'hila con
fi vara- e meia, a IJ6O0 o corle, e .hales de la pie
los para lulo.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicno de C. Storr v CoinpanJii
cm Sanio Amaro, aeba-se pura vcndei
moendas de caimas Indas de Ierro, de un
modcllo econsliiiccri.......ilo superiores
CHAPEOS DESO., A I.S280,
na ruada Crespo loja da esquina que rolla para a
Cadeia
Cheaou
|Mircau deste
pela -na i'M-i
se por muilo
alias remanidos pelo
fazer-lhe encoinincnila
ra agradecer aoa -en-1
a preferencia com qui
e acuura-lbes que ni
cas para continuar a i
PARA RAPTISADO.
Vende-se ricas tuncas do lil.i do bul
paliulios do miiiiu de cores, com bordad
para meninas: na rua Nuva, loja n.
\cinle-se mu sobraifo de um andar ua rua do
Amparo em Olinila : nesta lipograpliia se dir
quem vende.
A 1*600 RS. *
Corles de ganga amarclla para calca: na ruado
Crespo, laja da e-quina que Milla para a Cadeia.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Ncsle eslabelceimcnki coiilina a ba-
ver um completo soiliinenlo de moeu
das e meias moendas para engcnbo, ma
chinas de vapor, e tallas de Ierro balido
e coado, de todos os lamaiibos, para
dito
FUNDICAO' D'AURORA
Na fundicAo d*Aurora ai-ha--c eonslanleinciilc um
completo sorlimeolo de macliinas de vapor, lauto
d'alla como de haiva prewfo de inndellus os mais
approv ados. Tamboir. se apromplam da enconunen-
d> de qualquer forma que se peasan desojar ruin a
maior presea. Habis enefaoa aeran mandados
para as u-uasenlar, e os fabricantea como (em de
cosliinioaliancam o portalto Iraballio dellas, e-e res-
ponsahilisain por qualquer defeilo que pos.....lias
iipparceer durante a primeira salra. Mollas machi-
nas de vapor construidas ueste o-lalielcnmenlo lem
estado em constante servico nesta provincia 1(1,12,
e al 16 anuos, c alienas lem exigido mu InsigniO-
canlcs reparos, e algumas at neiiliuus ali-ululaiucn-
ii-, McrCatando quo o ronsummo do conboslivel lie
mui incousideravel. Os senhoresdeengenho, pob,
eoulras nuaesqoei pasSoas que precisarem de ina-
chinisnioaao res|ieilosaincnlc convidados a visitar o
eslabelcciineutn em Sanio Amaro.
COLCHAS BRANCAS COM SAI.PICOS
a I-ijk> cada una
na i na a Cadeia.
Vende-sc barricas com faiinha de higo fran-
ic/a de superior qualidade, por commodo |-eto:
no armazcm grande, dcfionlc da rampa da alfan-
dega.
TOALIIAS ECONOMCAS
para mesa a I -mu
na rua do Crespo, loja da esquina .pie volla para
"""'""" l'OTASS.i StPKRHIR
___ Vemlciu-se por prcfjoniuilo com-
modo, no .iriiiazcni B. 7 de caes da
Ifandega. de Jos' Joaquim Pereira de
Mello, ou no eseriplorio de Novaes & patente inglez ; na rua.da Senzalla-No-
Companbia na*rua do Trapiche n. 3*.|van. W.
DOCK DE BACOBV
cenia.......te do Ifaranhle una pequea
delirado doce, o melbor .pie ha, lanl.
alenlo qualidado,......m por conservar-
lOinpo cm perfeito oslada: vendc-se
em ca-a de i'onle \ Irman, ua rua da Cadeia Velba,
CAPACHOSCOM ABERTURA
para mesa de inein do sala : vendc-se na rua da Ca
deiado Herir u. W, primeira andar.
mayaras;.; scii1!r-
V PARA HOMEM.
LJ Camisas brancas francoas de linbo, di- V3
rJ las do niurcuUna na luja n, -J, da rua m
PARA FECHARCONTAS
Vende-se cera em velas em caivas sor-
liil.is. mercurio doce milito superior (
cm pequeas caixinhas, nzcite de peixi
ein volumcs perpienoa, barricas com li-
nbaca em grao, cbarulos da Rabia, jaca-
ran.a'eni cossiieuas, i' de superior (jua-
lidade, ligo da Chino em liguras, ele.
etc., ludo se vende por o mais baixo pre
(0 : na rua do Vigiirio ii. I!), segundo
andar.
Vende-se colchas hrancat de sal-
picos muilo eneorp.idas, proprinspara o
lempo de fro, a 1,000 i-s. caila una: na
rua do Crespo, loja n. .
Veiiili'in-se iclogios de ouro, pu
tente ingle/., os nielboics (pie lem viudo
II este mercado, e do mais ncreditadi
fabricante de Liverpool: ......asa di-Rus-
sel Mcllors A Companbia, na na di
Cadeia do Recil'e, n. 30.
Vciuleni-sc vaquetas de lustre, para
eoberla de carros : na rua da Seu/.a'
Nova n. 'r2.
CALCADO HA RATO.
Na rua Nova u. S, loja de Jos Joaipiim
Moreira,
ha um ri.o-orlimenlo de sapalcs de bezerro. ron
ro do lustre, bnrnvgiiins ela-licos o de botos, lud
para linnieni. pelo mais barato proco que al aqu
lem baviilo: quem diara se quitar cerlilicar, dirija-
sea dita loja ; adverlindo, pnrni. que so so vende-
rn a dinbeiro, c que au se far abale algiun al
du- pii'i-o- aqu mencionados,
Sapales de lastre frauce/os ....
Milus abotinados da Ruasia.....
Hilos do he/.eiru francez......
Borrogalna coro botOes......
Ditos clasliios.........
Deposito da fabrica de Todo! os Santos
vende-as,atncasa doN. O.Biabar t\(
daCrus n. i, atgadaa (raneado d*aqualta faiu-i.-a,
muilo prnprio para saceos deaucarc roupa do es-
clavos, por pceo commodo,
Vonde-ee um carriulio de 1 roda- com i asseu-
anloa, lando '1 para nianlnoSfCom lauca c varaos lia-
ra I c i cnvallos, ara muilo Imiu slalo portar Ido
fabricarlo a ai..... e molo, por preco commodo: os
piolen.Icnlcs dirijam-se ao aterro da lloa-Visla a.6,
segundo andar, das (i as 10 huras da maullan.
Vende-se chapeos de palhiuha para scnliora,
iiuiilu modcriio-, e do dill'ercntcs qiialidades, mui-
lo proprios para a prsenle eslacao, o por procos
muilo mdicos: na rua da Cadeia do Bccifc, n.
1, primeiro andar.
Ocsso.
Vendc-se gessoem barricas, chegado ultimamnc-
i,' : em i-.i-a J. Ivellei & COiupaubia, na rua da
Cruz n. 5,>.
Moinhos de vento
cota bombas de repaso para rosar borlase bjivas
de capim, na i.....li.-:.,. de II. W. Bovtinan: na rua
do Brum ns. li, se iii.
A 6,SJ0 r. rttKwUi 5,500 rs. trujes.
Vendem-sc chapeos de sol de seda inaleza de
superior qualidade, pelos procos aciina : na rua
lo Collegio n. 4.
Vende-se i-elogios de ouro < pi ala
i?SIMI
li;"si(i
WfiOO
78000
7-VIII
Babia.
na rua
'. pra
,lla->
Vcflde-sc prraunlm indcaos muilo novo para
Hambre, lalas rom Ih>IucJiiiiI,is de -od.i iiidloM.quei-
josdffpralo, consoivaii muilo no\.i*, semcnle*do lo-
dis u* qaalidilt's do liorlalico, cliciud"s ulliniiiiiit'ii-
le: na rua Ja Cruz n. i(>, ilcrroute do Sr. Di.
Coit.
. Vftoo^.....na ewrnva crioul-i do idade JH an-
uos co/.inl,a, lava, rose .rlyuma rniiM, fax irnd.i o
lio o\oollcnlequilaiidcra : ha rua do Collegio n. 31,
primeiro andar.
Vondc-sc nina cvrava, parda, de 18 20an-
nos, qnccoc engoinma : na rua diu Itoias, prl-
niuiro sobrado da quina ronfronloao Irapiclic do al-
goil.lo.
Vende-se urna Iwnilu rscra,.i, muilo mora,
que i'M/.Jnli i c lava .soUrhelnicalc : na rua de llor-
i.i- n. '2, soL'iindo andar.
Vende-se sal chibado aifora do Ass, muilo
rossu e alvo, a bordo do hiato .tiujcHca: a halar
i rua da Cadeia do RcriFen. 1'J, primeiro andar.
\rendc-so una ewrava de Angola, do meia
id.ule. m|iinin para servico interno cc\leruo de urna
casa: na na da Concordia, ulliino sobrado ao sul,
;i halar eom Manocl Firmino Fcrrcira.
Vende-sc mandioca dura e mole para os bo-
los de S. Joao : na taberna da quina do becco
do Espinhclro, estrada de JoAo do Barros.
Vcnde-soiiin nciiro, crinlo, que sabe cozi-
iiIi.ii o diario do una casa, tle idade -in anuos : na
rua ib Aurora n. Cr2, loja de Cunileiro.
POTAS9A DA IU1SSLV,.
Vciulc-sc poIaSs di Ktissi, clisada
nliiinainiMili1: na rua do Tra|)i('l)tMi. 17.
Na rua eslreila do KiKario n. \:\, vende-sc o
M'^uiilc: a ariuacao da mesuiacasa, para qualquer
por pren roinmodo, assim romo '\ fras-
cos para qualquer deposito, i mesas do pinho, K2\
cadeiras d'oleo, I sof, I cspelho de moldura rica, u'
quadros de rico g00tOt1 par de jarros, apares de Usu-
ras de piircelaiia.tOliuurasdc ROMO, 11) copos de solea
le marnelo, 1(i lalas db boUchlnllM de aramia do
ltio de Janeiro, 15 ditas de dita peiloral, I carteira,
'1 lalas para deposito, 'M raivas vacias para prsenles
ilo amendoas I par do huslos de S. M. I., riras ba-
las tle estallo, para noile de S. Joao, viudas do ltio
pelo ulliino vapor, eahides '2 candiciros: advur-
le->e ao publico que Indos estes objerlos Borlo vell-
udos inrallivelmeutc sexlu-feira, por procos haralis-
dinos. quo s Avista do comprador se dir os preros
ejunlainenle a ra/.up.
Vende-se farclln novo a 2,O0X) rs. a sacra : na
rua do Trapichen.8.
Vende-se viubo da Maileira dfl superbir qua-
lidade emquartose oilavosde pipa, por preco com-
modo: noarma/cm de N. O.icbcr (^Companbia
na rua da Cruin. .
A 500 US. A VARA.
Brim trancado branco depuro linbo, muilo eu-
eorpado: na luja da esquina da rua du Crespo, que
volla para a Cadeia.
COBERTORES DE TAPETE
Escuras para BKrsvot, a 9110, lgOOOel9MOrs.i
na leja ila esquina da la do Crespo que volla para
a Cadeia.
COBERTORES DE TAPETE.
J\'a rua ilu Ocspn n. (i, ven.lu-soSU|M1orcs i-iilicr-
iiir.'s ile al.nlaii i'si-iini, proprios para esclavos, a
!MKI, INlIKIrs. oljiilliaila um. Iirini Iranra.lo Inan-
ia de tintn (iiirn, a .'illO rs. a xnra. i-.irli'S ilc .lilu es-
curo, a I9H0 e 2BO00 rs.. corlea ilacliila com liaha-
ilns' harra.a llKlil r.., I.....lu 1:1 covado* cada mu,
rliilas.'Mina- ili'linlas seuuras, a UM), ISO, e IKIrs.
n covado, cliin prelo inaci'io, a :i3(HK) eikj.iK), pan-
no rcelo lino, a 3 e VHUKi ra. o cavado, dilo azul
muilo tiln, a 'i-iHKI rs. n i-iimiiu, peras ile rainliraia
ile salpicas cora 7 varas, a 1 e V?"i(IO, o nuiilasniais
rn/enilas pnr menos prceti ilo .po em uulra parle:
na rua iln Crespo, luja li. (i.
Vinlios superiores de Ilueellas
liranco) c Je Colares (linio) pin harris de quinto:
veii.li in-se em casa de J. Keller&C.
__ Veiuli-e urna porriio do Bien do ricino, muilo
nino, o por prero ma em coala il" quo em oulra
qualquer |wrlc: na rua da Cadeia ilo Recite n. *,
lua de Joaquim Kibeiro Ponas.
ItEI.OliKtS lili Al.tlIHEIRA
Indicies, de patento, vende-se por prcto enmmodo:
no arinaaera do Barroca & Caslro, ua rua da Cadeia
do ll.'i le II. 4.
A IIENC.VO AO BAIIATEIRO DA KI'A
1)0 QtlEIMAO, LOJA OE MICDEZAS
N. 47,
Tem a honra do parlccipor ao rcspeilavel
piililirn, quo esl vendendo suas miudetas j
por baos preces, como sejam: muilo lindos e m
modernos cliaiieos de massa cnteilados, bran-
cos o de edr, |iara menino, ilo ulliino susto, M
pelo diminuto preco de JOOO rs.; pulreiras 1
de novo modelo muilo delicadas, a WiOO rs
ai cada una ; um uraude sorlinicnlo de luvas J
de tada e pellica de 18000 a jODOrs., lano
Sara homem romu para senhofa; muilo ricas
tas para einleiru ; auulli.i- franceras, a '200
rs. a caiiinlia; guarda luvas com cheiro
e perfumes para botar dentro do bah por cau-
sa da Irara ; tpalos de lan para menino, a
320 rs. o par; assim romo inaROmdeN.
Senbor, e da Senliora da Aiinuiiciacflo, fci-
las de porcelana, jugo de vispara muilo bom,
dito do damas, pcnlcs de bfalo para lirar
3 piolbos ; dilos de tartaruga para ni.irrafa, a
23 HO IS. n par ; c oulras muitas miadesss por
jg muilo baiv.is prcens, o mais barato dn que cm
nutra qualquer parle
Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos, na Baha.
Veiule-se em casa de Domingos Alvos
Mallieus, na rua da Cruz do Recile n. 52,
primeiro .indar, slgodio transailoda.iuulla
fabrica, muilo proprio para saceos c rou-
pa dessenvos, assim como lio pruprio para
rodos de pescar o pavios para volas, por
preco muilo commodo.
A.NTHillllAI'E E SI PEUIOKIIUIIE
DA
SALSA I'A 111111.11 A DE IIKISTO i.
A SALSA PARRILIU E SAMIS.
Atteneao'
A SALSA PAtlRILItADE IIUISI'OI, ib.....I.s-
de IS:|J, c lem i'onslaulenienle uiaiiliilo a sua ir-
pulacdo spui nei'i'ssidailc de recorrer a pomposos
aiuiuncios, de que as preparaees de nierilu podan
dispensai-se. (I nieeSHO do llr. IIIIIS'I'OI. lem
provocado iuflnilas iuvejas, e entra oulras, as dos
Srs. A. H. II. Saii.ls, de Now-York, prepara.lnrc-.
e propriotarius da salsa parrilba couliecida pelo no-
ilie ili'Sainls.
Estes seiilinrcs snliiilaram a agencia de Salsa par-
dilla de Brislol, 0 como llM o podesscni obler, fa-
briearain nina fai/tofilodo llrislol.
Ei-aipii a rarla que us Srs. A. 11. II. Sanils es-
crovcroill HO llr. llrislol un da SO de abril de 1812,
0 que se arba em DOMO poder:
Sr. Di: C. C. Brtitol.
Bfalo, i\r.
Nomo spreciavcl scuhor.
Bill lodo n auno passado temos venilidu //uniili-
ilailcs coiuidoravels dn eilraclo de Salsa parrilba de
Vine., e pelo que uiivimos di/er de suas rlrlndu
quelles que a lem Ufado, julgailMM que a venda da
dd i mi.diimj'tiu auijiiienl u-i iKWiisesno, S-, Vmc.
qui/.ei- rascr um eoBWflo comnosco, eremos que
nos resiillaria iiiuila vaiilauein, lauto a mis comn a
Vine. Temos mullo praier que Vine, nos responda
sobre esle as>ump(o, e se Vine, vicr a esla eidade
daqui a mu me/, ou cortas scmcllinnlc, leamos
iiuiiln |ia/i r em overem iiossi holira, rua de fui-
Ion, n. Til.
I i. ,iin s ordensde Vine, seus seguros servidores.
(AssiBiiados) A. It. II. SANDS.
CONCLUSAO'.
I.SA aiiliuuidade da salsa parrilba de llrislol lie
i-laramoule provaila, pois que ella dala.desde |s_>.
cque a de Sands sii apparei'eu em IH12. poca na
qu.ii este droguista aSopdde obler a agenciado l>r.
llrislol.
2. -A su|K'rinrdade da salsa parrilba de llrislol
be inronleslavel; pois que nao obstante a concur-
rencia da de Sands, ede una porfi de oulras pre-
pararocs, ella lem mantillo a sua i epulaeau cm qua-
si (oda a America,
As numerusas experiencias f.-ilas ruin u uso da
salsa parrillia em bulas ass:iiferuudadi's uriiuadas
pela iinpure/a dosauaue, co boni evito nlilidn nes-
ta rrlc pelo lllui. Sr. I)r. Siuaud, presidente da
academia imperial de medicina, pela illusliado Sr.
llr. Antonio Jos l'eivolo cm sua clnica, e em sua
animada casa de tanda na Gamboa, pelo lilm. Sr.
lie. Saturnino de Oliveifa, medien do cveicilo, e
por varios oulros medaos, |ierinillcm buje de pro-
el.un.ir nllantoillo as virludos ellieazcs da salsa par-
rillia de Brislol, vendc-se a sooo o vi.lro.
Visto acliar-se .lo novo aborta a botica do Sr. Jo-
Maria (onealvet Ramos, na aullas rus dos Quin-
tis iniidiiii-se nutra ve/, para alli o deposito da sal-
i parrilba de llrislol.
IIOII I.AIIECTF.LV.
o vafeo mtoritado por dtcitlo do eonielho real
c tlrririti imperial.
Os inedii'os ilos[buspila.'s rei-oinmciiilam n ar-nbc
l.aH'eeteuv, rumo sendo o nico autorisado pelo en-
verno e pela Real Socicdade de Medicina, hsle me-
dicamento d'uin Bjasm Bgradaval, e fcil a tomar
em lcrelo, rab cm uso ua inariulia real desde mais
:le (Kl anuos; cura radicalmente em ponen tempn,
'um puuea despeza, sem niereurio, as all'eeces da
iclle, impiiueiis ssconsequeiicias das sarnas, ul-
ceras, c os acciilcnles dos partos, da dade critica o
la acrimonia hereditaria dos buuinres; ronvm aos
-albaiTos, da bexiga, as coulraecoes, c fraque/a
dos ornaos, precedida do abuso das imecccs ou de
sondas. Como aiiti-svphililico, o arrobe cura cm
puco leni|io us Ilusos recentes ou rebeldes, que vol-
vem ince-saiiles sem conscqiicni'ia dn cmprcKn da co-
paiba. da cubeba, ou das iujeccoes que represen-
laiuo virus sem ueiilralisa-lo. O nrrube Latrecleiiv
ba i--|ii'ii,denle rccomuiendado contra as doencas
inveteradas ou rebeldes ao mercurio c ao iodurelo
le ]Kilasio. Vende-se em Lisboa, na Iwtica de Bar-
ral, c de Antonio Feliciano Alves de Azevedo, pra-
ea de l>. Pedro u. 88, onde acaba de rbeuar una
irraude poccao de garrafas grandes c pequeas, vio-
las ilin-claiui'iilo de Paris, de rasa dn Sr. Boyvoau-
alfeclcuv 12. ruc Richev Paris. Os formularios
laiu-s.' cralis cm casa du agcnle Silva, na praea de
D. Pedro n. 82. No Porto, em casa de Joaquim
Araujo; na Babia, Mima > Irovfas; aM IVrnam-
liiiin, Siiuin; llio de Jaueiro, RiH-ha & Filbos, el
Moreira, loja de drogas; Villa-Nova, Jogo Pereira
de Magales l.eitc; Kio-draiide, Francisco de Pau-
laCoulo 6 (.
PASTILIIAS DE SOUI.I.
VEHETAES CONTRA AS LOMBRIGAS.
Appiovailas pela junta central de bvgicue publi-
ca, o preparadas |ior J. M. Souli, |iliarinoceiilico
mciubro Ulular da academia imperial do medicina
c da sneiedade de pbarinaria do Rio de Janeiro.
O nico depnsilu verdadeiro destas paslilbas ho
eslabclcciilo pelo uiesino aulor na liolica do Sr. Jos
da Iluda t'ai.nilios, rua Uircila u.88, cm Peruam-
Imen.
11 -I,, miiil.i lempo a arle medica eslava i pro-
cura de um medicamento que fnsse fcilmente ad-
misliado s crianciis sujeilas is molcslias vermino-
sas, molestias lerriveis que cnuiluzcui ludes os dias
ao inmuto um grande utunera deltas.
(luosio o chaire dns.antlielininlicos emprcaados
al hiije erain oulros (autos obslarulns sua adnii-
nislraco; por isso eremos ter prestado um grande
servico liiimanilade, e principalmente aos nafa] de
familias, aunuiiciando-llies un veimirugo, debaivo
da forma de paslillms. sem cheiro c sem sabor, que
possuo a accAo a mais enrgica como anlehniulieo
vennirido conlra as lombrigas inleslinas. (Lom
brigtu. safaras, ele., ele./
A roinpusic.lo das parlilbas he puramente vege-
lal. Oiiaudo cm I8l."i lizeinos a lal preparacao, es-
livemos blo cerlo da sua acclo vermicida, quo nao
hesitamos um instante cm evpcrimenla-la cm noe-
les proprios lilbosantes dea fa/er ronbeecr: o ellei-
,i fui espantiiso, c logo que os illuslrcs professures
o Rio du Jaueiro c da mair pauviucias do imperio
a eoiiliecerain, nao dioidaram eni|irega-la em todas
as molestias venniunsas.
() elleilo .testas pastllhss he ISO ccrlo que nao p-
pido haver a ineiior duvida sobre a sua ellicacia,
como consta das epiuics de muilos illuslrcs iiicdi-
I eos que aqaivo Iransi-revciuos. Com tildo, como as
criantes esli sujeilas ioulraa molcslias eujossvinp-
Inmas sao quasi os meamos das molcslias vermino-
sas, aeunsclliainos, .nos casas graves, de consultar
um bnmein da arle antes de adminislrar as ditas pas
lidias; n;lo que ellas |Kissain piudu/ii algum mo
elleilo, porque na sua compcaic,nS nada entra de
nocivo; mas porquepensamos mis que n'aqucllcs
casos graves uSo deve admiiiistrar-se rcmedi.i al-
laim emquanto a moleslia nao be pcrfeilamcnlc
diagnosUeada.
, A diise das paslilbas be a segunde:
lluas a seis paslilbas emjejiim, para al enancas
de doua a seis nnnos, angiiienlando a dnse gradual
mente aaguddo a idade. lie de/, a do/e paslilbas
para os adultos, edequlnse a v inte para as |ies-
loas de Irinla anuos para cima.
Repete-se a mesmadose Iras das atius, e nu quar-
lu dia pode-se dar um purgante de oleo de ricino.
.V. II. l'ade-se auumeiilar a ibsc das paslilha:
sem recol de prndu/ir irrilacAu nlgumu as vas
dlgeslivas; c so uliannas ve/es nthl ha lombrigas ex-
pulsas, |Mide-sc oslar ccrlo que lodo c qualquer
svinploiua do muleslia verminosa lem desappare-
cido. (Segiiciu-sc os atleslados dedilcrcnles m-
dicos. )
::.:..::;;:':.;:;'; i;;.; StBaM t@@gf
i VESTIDOS DE SEDA. in
m .Na luja do sobrado amarello da lila do Csj
^ Oueimado, u. 211, lia para vender mu com- i
;:J pleto sortiiuenlo de corles de vcslidus de se- $.$
:.^ da|de cures c braucus, fazcmla muiln ba c ,'.}
,':) de im'iilo gusto e por prora commodo.
:..:.:::.::;:::: i ;:: :.:^KKSSSSaS
ARADOS DE FERRO.
Xa fundicao' de C. Starr. & C. em
Santo Amato nelia-se para vender ara-
dos acierro de superior([ualidade.
Charutos de Havana.
Os memores que leem viudo a este
mercado, vendem-se eoiitiniiailameiile,
eiu casa de llriuui PraegCI' & Coni|)au-
llia, na rua da Cruz n 10.
CEVADA BARATA.
Paleo dn Parai/u, n. 20, cm sacras de i arroba*
aissjOBrs., o em maior parrile solara dillercuca.
Vendc-se Ifl esclavos, sciulo 2mulatos de lla-
ndas figuras; urna muala queengomina c cose
2 uiolecotes; (i eseravas de Indo son ico ; V escra
vos de bonitas liguras, proprios para o servico de
campo: na rus nireila. n. 8.
GALDEIROES.
\'i'iitlc-9C raliloirdes maiules, proprios para ran
chos: na rua da Cadeia do Reclfoi lojan.i.
Vende-V8 um deposito tic ;istirar, rom pOUCOat
iiiii.|u-, proprio para priiu-ipi.iulc; no mcsmo csla-
hclccimciilo lem ComnodOI para morar familia : ;
halar na rua .los Marhrios n. :M.
CASSAS MODEU.NAS.
w Ycmic-sc caaSM tic eores|c-seoec/is, fiiiginilu
^ eseore/. le seda tic quatlros, fa/enda mui-
lo innuVi na, de muilo uoslo c ei.r li\a : na
;"{ luja ilo sobrado amarcllu, da rua do Quci-
-:'.' do, n. 9.
iKUKiaiiraHjf..
v ende-se uleo de ricino ; na
Vclha, luja do ferrageus n. .jb', por menos do que
em oulra qualquer parle.
Vendem-se lonas, brin/ao, brins e meias lo-
nas da RuSSia : un arma/.em de N. O. Iliebcr &
.....i.inlii.i. na rua da Cruz u. i.
LOTERA DA MATRIZ DA BOA VISTA
Os bailetes desta lotera, que corre no
dia ISdjuIho, seja qual Or o numero
de liillietes por Vender, acliam-sea venda
nos lugares seguintes: Boa Vista, lojas
dos scnliorcs l'edro Ignacio, e (uiina-
raes; S. Antonio Indicas dos seuliores
Cliagas, e .Moreira, e lojas dos scnliorcs
Fortunato, c Bernardino ; Recil'e loja de
Domingos Teixira Basto, < em asa iK>
tliesoureiro, o iiual etpera toda a coad-
jlivacao do publico. Dlll l.nln- u. In;;.nv-
iln venda se recebem em troca I ni ludes
da lotera de S. Pedro Martyr. lleeife
15 dejtmlio de 1853.
Jos Teixira Basto.
MANTELETES.
Vende-se manteletes e capolinhos para se-
nliora, prclos c de cores, bordados ii agu-
do gosto, inleiranicntc novos : na luja
do sobrado amarello da rua do Oueju
2!).
INTERESSE DAS SKM10RAS.ULTI-
MA MODA DE PARS A 10,000 US.
Novo o variodu sorlimcnlo de ca|Hilinbm de >eil,i
para senhoras, com as mais-modernas cores, leudo
colellea niuito delicados, ornados com,muiln linas
trancas do seda: vende-#e'a 168000 rt. no armatcn
de r.i'/.enila-. de I inicia & l.eitc, ua rua dotlueiiiia-
do, n. 27.
Vende-sc cliarulos.de Havana: na loja u. 2,
da rua Nova.
Vendc-se farioha do mandioca cm saceos,omi-
to boa: ua rua do Vigario n. II.
9****@SatS
CORTES UE CHITA. S
m Cnnliniia-so a vender corle, de chita frau- f
;:f cera larga, edrea das c bonilos padroe, pe- ;.?
i;; lo barato proco de 29000 rs. cada corle, lia-
vcndu |nin..ni para cscolber : na loja do so- oa)
tirado amarello, na rua do (jucimado, u. 29. M
Vende-so casas terreas, ditas de sobrado, ler-
ronos com alicorees de pedra o cal, e ditos sem cl-
isa : a fallar com o correlor geral Miguel Carncim.
Vendc-se urna casa de pedra c cal, un becco
dn Quiabo n. Vi : a tralar na rua da Cadeia de S.
Antonio n. 2.
No Forle do Mallos, defrontc do armazcm dn
Sr. Joaquim Francisco d'Alara, vcudc-sc |ior com-
modo preco osseguintos generos rhegados agora dn
Aracaly : cera de carnauba superior em grandes e
|icquenas por^Aes; sola e couros miudos, velas de
carnauba comnoslas o puras; nolins bem arranja-
dos, e muitas obras de labyrinllio asscnladis em
boas .i/i'uil.i-,
FARELOS.
Vende-se no armazcn do Sr. Aunes ,
farelo Cm 8accas de 5 arrobas, por me-
nos preco do que em outra qitakjuer
parte.
Vende-se nina e-nava crioula, mofa, cnni
habilidades, cgrvida do 6 metes: na rua do II,m
gcl ii. 1.), segundo andar.
OH I QUE l'ECRINCIIA.
O verdadeiro rouro de lustro, marca raslclln,
vende-se na rua Nova n. 20, loja de Juao I-erHun-
des Prenle Viaiino, a 39200 rs. a nelle; a cllcfrc-
guexes, mies que se acabe.
Taixas para engenhos..
Na fundicno' de ferro de D. W.
Itowuiann, na rua do Brum, passan-
do o i li.if.in/. continua baver um
completo sorti ment de tni\as de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as puies acbam-sea venda, por
precio commodo c eom ])rum[itidao':
embaream-se ou cnrrcgnm-scein carro
bem despeza ao comprador.
AOS SENIIORES DE ENGENHO.
O arcano da nvencao' do l)r. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias ingle/as e bollan.le/as, com gran-
de vantagem para o melboranicnto do
assucar, acba-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o metliodo de einpre-
ga-lo no idioma portugue/, em aisu do
N. O. llieber & Companhia, na rua da
Cm/., n. *.
TAICHAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora cm Santo
Amaro, e tambera no DEPOSITO na
rua do Brum logo na entrad, c defion-
te do Arsenal de Mai inbn lia' sempre
um grande sortimento de taiebas tanto
de fabrica nacional como eslrungeira,
balidas, fundidas, grandes, pemicnas,
razas, e fundas ; c em ambos os logares
evstem (piindastes, para airregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. Os
precos sao' os mais commodos.
Em casa de J. Kellcr & C. na rua
da Cruz. n. ")">, ba para vender, e por
preco commodo, couros proprios para
cobrir cirros, ebegados ltimamente.
ATTENCAO 2J-200 RS. A PECA.
Madaimblo com um pci|ucno loque 4'avaria, leu-
do viole varas, largo, bom a *i92UO rs. a peca: no
armazcm de fazeudas ingle/as do Gouvcia (\ l.eitc.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cimba & AmorTm, rccchcrain pelo ulliino navio
de I.i>boa liarris com \ ;'qi do superior ral cm peilra
para o fabrico de assucar, c vendem por menos que
cm oulra qualquer |rlc ; o para rcchamcnlo de rau-
tas un reatante de polassa americana: na rua da
Cadeia do Recite n. 50.
.IMI.OIHI RS.
Vende-se por .'iiHMKXl rs., nina Ivpograpbia ruin
mais de 700 ft de lypos muilo liem"sorlidos, c mu
bom pelo de ferro epio: a quem convicr dirija-sc
a rua das Crutcs n. 2K, segundo andar.
Na loja n. :i!l da rua do Quebrado, vende-sc a
20O rs. o covado do cbilas francesas para cubera,
de lindas estampas, com quatrn palmos do largura.
A BOA PITABA 1)E LISBOA.
Vendc-se rape do Lisboa muilo superior viudo de
ciirommciida: ua rua da Cadeia do Rccifc, luja de
Joloda Cunliii M.i-' illiae.. n.St,
Heiiiediii especial para boubas e eravos
seceos, conlinua a vender-so na botica da rua do
Rangel n. (i-l,i]iio Coi do Tinado Sebaslio Jos do
Oliveira Macedo.
TRE.M l'ARA CO/.I.MIA
Vende-so lodos os objectos neressarios para co-
/inli.i, I,iiiin de ferro, eslanbo, como de porcellana
por doiilrn, romo sejam, panellas, ea.sarolas, fre-
yideiras, assadeiras. cbalciras, fornus cun logan,
rumias de Indos do todas as qualidadcs, |ianellas pa-
ra co/inliar peixc e lodos os mais objeelos necessa-
rios: na rua da Cadeia, loja n. 61.
Veiide-M- mullo boa maiileiga iuglcza, pro-
pria |Kira bolos de S. Joo |ielo barato preco de IM0,
otiO e tilo ra,: na rua larga do Rosario," i.diei n,i
de qualro pnrlas, defronlo da Igrcja, u. :(!!.
\ende-se una aacrava moca, ptima engom-
madeira, c com mais algumas habilidades, que se
dirao aos prctendentes; assim como a ra/iio |iorquc
se vende : no paleo do Carino n. 211, primeiro
andar.
ESCRA VOS FGIDOS.
Desapparceeu desde o dia 1 deste incz de iu-
uho. o cscravo Jos, dcnacSu Angola, reprsenla .
ter do idade ill anuos, eslalura ordinaria, seceo do I
enrpo, feices da cara enrugadas; foi cscravo do Sr.
Francisco Antonio do Carvalbo Siqucira, scuhor .1. -'
silio da passagem do Oliuda : consta que sempre os-
la pelas tabernas de Sanio Amaro, c inucambus da
eslrada para Oliuda: quem o conduzir a rua lli-
rcila ii. 21, ser generosamente pago.
Contina a estar fgida desde IH.Ic abril pr-
ximo passado a csrrava de nomo Cosma, lindara, de
idade pouco mais uu menos 10 anuos, com os sig-
nase segundes :allura regular, as rostas com duas
costuras, sendo una no hombro esquerdo c nutra
para o mcio das cosas, no lugar da nuca lem igual-
mente ninas costuras pequeas de ventosas, os pea
cmpralos c seceos, leudo a ino esquerda um lano
donneiile por ler lidu un panaririu, cabellos corla-
dos, orclhas grandes, pernas linas; sabio de saia o
timan de lila bstanle velha, lio lillia do Rio tirando
do Norle, foiocravado l)r. Selle, depoisde I). ala-
ria Feliciana de Oliveira, leudo foilo varias fgidas,
c foi j |iegada una vez na villa de Iguarass : ro-
!M-sc as autoridades mi ni.es c qualquer particular
que souberem delta, se dirigir ao alerro da Boa-Vis-
ta ii. 17, a fallar com Frcdcrico Chaves, que recom-
pensar.
I'csappareccu a 19 de maio proiimo passado,
negro Aore, crioulo, do dado 20 anuos, pouco
mais ou menos, allura regular, pomas linas j pes
cambados de bichos, bem prelo; levou camisa c ce -
ubis de algodilo da Ierra, c rba|ico de palha ; ro-
ga-se os autoridades |ioliciacs a apprchcnsrto do
mcsmo, ou aos capilAcs de campo; e do o levaron
a sen senbor Joao do Dos Mcllo.na Pedra Tapada,
comarca do l.imoeiro, ou no Recife, rua do Ouei-
mado, loja do Lopes & Pinheiro n. 38.
Desapparceeu no dia 3 de maio do rorrele
auno, da rua das Aguas Verdes, o cscravo crioulo,
de nomo Antonio Saturnino, representa 1er 26 an- A
nos pouco mais ou menos, com ossignacsscguhilcs: '
levou calca de brim doslxitado, ciinisadc algodo/i-
nho, chapeo de linibi: qnem o pegar, leve-o a dita
rua, casa n. 116,quesera recompensado.
Desapparceeu na madrugada do dia II do cor-
renta do silio do Canhcngue, em Bolicribc, um cs-
cravo pardo de nomc Bernardo, nalural do serian
do Ir, pcrlenccnlc a Viccnlo Fcrrcira da (>>st,
que o comprou aosseubores Caiuinba A Filbos, ns
quaes o houvcramdo Sr. Jos Pastor Fcrrcira Lima.
cujn earravo lem os signaes seguiutes: ciir clara,
acabildado, cabello eorredio, barba cerrada, pes do
papagaio, lem um defeilo no col vello esquerdo,
que quando dobra o braco, sahe o ceso, que foi dcs-
locado, ho de altura regular e grosura proporcio-
nal, he bem encarado c alegre, e reprsenla ler :l> i
35 unos de idade : levou um faci, e mu surr.ln
com roupa de |iagem, jaqncla, cal{a e rollete azul,
roupa branca e de riscado para sen-lee, urna rede
e mu chapeo de |>ollo sem gallo : pede-sc as autori-
dades policial--, mi a quem dcllesouher, o obsequio
de oappreben.ler enianda-lo enliegar asen sculiur
no (lilis silio de llcbcrilic, uu uu Recife, un armazn
da escadiuha, que alein de se pagaron Inda- a- .l-
peras de sua appielienslu, so gratifican genero-a-
mento a quem o aprosenlar.
-JIL GTVE L
Par..:- Typ. t.M.T. i. FarU. -1853.


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