Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03194


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Full Text
JJJfc JUHUU t lHoS.
DIIEIO DE PERMBim
PBJE90 DA SUBSCIUP9AO'.
Siibscreve-ee a 158000 por anuo, e 48000 por
quarlel pago adianlado, o 4SJ00 por quartel pago
vencido, na casa do mu proprielario, M.Figueira
de hara, na praea da Independencia, os. 6 o 8, e no
Rio deJ.casa doSr. JoaPereira Marlins.
V
Macelo c
Paradiba o
Natal a
Aracaly t
Ceara' c
MaranhaS o
I',na' a
g F. Duprad.
o Joaqnim Bernardo Mcndonra.
a Jos Rodrigue da Cosa,
o Joaqnim Rnario l'crcira.
0 Antonio de temos Braga.
1 (.uilherme Augusto de Miranda
Joaquim Marques Rodrigues.
Justino Jos Ramos.
CAMBIOS DE 11 DX JDNHO.
Sobre Londres 28 X
Paris, 310
< Lisboa, 95 por renlo.
METIS.
Ouro. Oneashcspanholas. ....'.... 29*500
Moedasdc6100velhas......I60UOO
o dcC400novas......IISOUO
ti de 48000 .......... 8000
Prala. Pataces brasilciros........ 18940
Pesos columnarios........18940
a mexicanos.........18M00
Acces do Banco......... \Q%
Descont de Ledras.......9a Un
NOTICIAS ESTUANOXIRAS.
Portugal . 14 de aio Austria. .
Ilespaulia 9 de Suissa .
Franca. . 8 de Inglaterra
Blgica. . 6 de Sueria..
Italia. . 5 de 0 E. Unidos
Alcmanha 3 de 0 Mxico. .
Prussia. . 3 de 1 California
inamarca 1 de n Chili .
Russia.. . 27 de Abr. Buenos-A.
Turqua . 2.5 de o Montevideo
3 de Maio
. 5 de
lile >
29 de Abr.
20 de o
, 12 de
26 de Mar.
, 15 de i) .
3 de Maio
5 de d
NOTICIAS DO OIRIUO.
Para'. 20 de Maio
MaranhaS 21 de
Ceara*.. 28 de
I'.h.1 hili.i. 3 de Jun.
Alagas 1 de
S. P. do Sul 2 de Maio
Minas.... .5 de >
S. Paulo 6 de
R de Janeiro 25 de i>
Babia.... 1 de Juo.
PARTIDAS DOS COIvBXIOS.
(Milicia, todos os dias.
Victoria, nasquiuiasfpiras.
Cariiar, Bonito o (iaranhunj, nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, ExeOrirnry, a 13e28.
tu lia una e l'aiahili.i, segundase sellas.
Natal, quiulas feiras.
DA* da semana.
13 Segunda. S. Antonio
Padroeiru da prov:
14 Terca. S. Basilio
Nagno.
15 Quarta. S.s Vilo, Da-
ra, Libia e Lenides.
10 Quinta. S. Joao F.
Regil.
17 Sexta. S. Thereza
lanilla.
18 Sabbado. Ss. Leon-
cio a Tribuno.
19 Domingo.S.Juliana.
audiencias
Tribunal do commercio.
segundas o quintas.
ftelacao'
tercas esabliados.
Fazenda
1 i;.i- esexlasas lOlioras.
Juizo de Orphaos
segundase .5. asIOboras.
t'rimeira rara do cicel
tercas e 6. ao meio-dia.
Segundarara do cicel.
quarlas e sab. ao meio-d.
EP HEME HI DES.
Maio 29 Quarlo miugoanle as3 horas IHaii-
nulos e 33 segundos da larde.
J unlio G La nova ai 6 hora, 18 minutos e 34
segundos da tarde.
1 ti (.liiailo cresceule a 1 hora, 6 mi-
nutse 33 segundos da tarde,
c 21 La chela as 3 horas, 30 roiuuloscjl
segundos da tarde.
PREAMAR DE HOJE
Primeira s II) horas o 6 minlos da manhaa.
Sogunda s 10 horas e 30 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL.
OOVERNO SA PROVINCIA.
Expediente do da lOdejunho da 1863.
tltllcio.A' Ihesouraria de fazenda, para indi-
lar |K>rquem e de que muneira devem ser prnces-
sail.is as conlas de despezas feitas com o lazareto
da illia do Pina, se pela contailoria de mariuha co-
mo permilleo arl. 31 do decreto n. 448 de 19 de
maio de 1846, ou so por onlra rcparliro, como
mais conveniente tur.
Hilo.A' niesni.i, Irilnsmiltinilo, para ofim con-
veniente, copia da acia a que procedeu o conselho
ailmiiiistralivo para fornoriinciito do arsenal de
guerra.
Hilo.A' mesma, para mandar comprar, afivi de
seren enviados para a colonia militar de Pimeiitei-
ras, os medicamentos e mais ubjeclos mencionados
na relajo que remelle, visto constar de seu otllcio
n. i 11, que anda existe o saldo de 0978128 rs. da
quauliu consignada para as despezas da refcrii"
Inin.i.
liilo.A' mesma, dizendo, Picar sccnle do que
cvpo aquella Ihesouraria em oflicio n. 442 com re-
ferencia ao parecer do procurador fiscal da mesma
llirsouraria, sobro o pgamelo das folbas do pessoal
do arsenal de mariuha, c dcrlaraudo que, nao obs-
tante as observadnos feitas pelo referido procurador
fiscal, deve a mencionada Ihesouraria eflecluar o
pagamento das ditas folbas son a responsabidado da
presidencia nos termos do otllcio que Ibe dirigi cin
ti do correule.
Dito.A' mesma, recommeutlando a expedido
las convenientes urdens, para que o inspector inte-
rino da alf.uuk'-a desla cidade, consinla no despa-
cho iseulo de direilos de 42 barricas de ccmcnlu,
\ indas de Hamburgo na escuna olilcir.burgucza
/Uiti'eriiiaii |H)r conla da eiicommcnda feila pelo
inspector do arsenal de mariuha para as obras do
iiielborameiilo do porto.Commuiiicou-sc ao refe-
rido inspector.
Dilo.Ao dosembargador rlicfo de polica inte-
rino, dcvolvendseos ducumcnliis que aeoinpanhn-
ram ao seu oflicio de 3 do correle, relativamente
ao conflicto que se deu entro o subdelegado da fre-
gueziada Boa-Vista ooscgundoradclcconimandan-
le da guarda do hospital regimciital, Joaqnim Jos
Ncves de Scixos, e declarando em regosla, que lica
jiilciradodo ronteudo do citado ofllrio.
Hilo.Ao inspector do arsenal de mariuha, ar-
eusando recebdo o em quo S. me. nao ao participa
haver maullado preparar o lazareto da ilha do Pina,
rom os medicamentoso mais objectos menrioiailos
un ollirin do cirurglo Joaqnim Jos Alvcs de Al-
iuii|iierque, mas tamben) indica as gratilicaeoes (pie
julsa conveniente abonar-sc aodito cirurgiilo, como
director e professor daquello eslabclecimcnlo ; no
encarregado do mesmoc aosrespectivos cufermeiros
e serenles; edeclarando em res|iosla, que approva
as providencias quo S. me. deu a lalrcspcilo.
Dilo.Ao presidente do ronsollio geral de salu-
bridad publica, inleirando-o. de haver mandado
! ilielere na ilha do Pina, un lazareto para o 1ra-
l.uncnlo dos doenlcs do febre ainarolln, o rerom-
i iiiumcndaiiitu-lbe quo o Icnba sol suas vistas, fa-
zendo-o visilar |iclos membros daqucllc eon-ellio,
rcrlo de que nesla dala ofliria ao inspector do ar-
senal de mariuha, para que lenha sempre a dispo-
sieflo do mesura conselho, un escalcr para o Irans-
|Kirle de qualqucr*dc scus inenibros que lenha de
i i-ilar o mencionado lazareto.Kxpcdio-sc o oflicio
de que se Inda.
Dilo.A'Ihesouraria da fazenda provincial, ae-
ru-andn, receblo oollicio em que aquella llu-uura-
ria, por parle da respectiva junta, pede peimissao
para que os bcus do evento upprchcndidos ucsla ci-
liado e seu termo, sejain coiirados pelo consulado
provincial e nflo pela inesma Ihesouraria, como di/.
n arl. 8 do regiilamculu de 17 de julhodo anuo pr-
ximo passado, o declarando em resposla, que o ci-
tado artigo he muilo claro, c inteiramente contra-
rio ao accordo da referida junta, conv indo portante
que se observe o mencionado regulaincnlii cniqnuu-
lo nilo for revogado.
Dito.Aohachaieltiaspar do Mcnczcs Vasrun-
rcllns de Druinnrand, juiz de direilo interino do
Ro Formse, remetiendo, para responder, como I he
compre, ilenlro de 13 dias, roldados da entrega dos-
le, o ollicio c mais papis dirigidos a presidencia pe-
lo juiz de direilo da comarca de Sanio Anillo, An-
selmo Francisco Pirelli,. devendo S. me. declarar
por oflicio, que deve Irazer o portador, odiae hora
em quo eslo Ibe fo culregue.
Dilo.Ao provedor da solide, dizendo que, com
i parecer que remelle, por copia, do inspector da
llie.nuraria de fazenda, responde ao oflicio, em que
S. mr. requisita o pagamento de despozas feilas rom
oi'vpeilieuledaquella pruvedoria, c bem assini com
0 roritecimcnto de varios objectos de que nceessila a
Caraler a servico da referida provedoria.
Hilo.A' cmara municipal do Rccifc, dizendo.
rin resposla ao seu ollirio de 8 do correle, que a
resucito de infrarces de posturas, devem as parle
allegar o sen direilo pranla o juiz, quein pe ten
cer o jiilgatncnlo dasmesmas infraeces.
I'oi i.u ia.Ordenando que pela secretaria do co
Yerno se passe titulo de director do lyrcu desla ci
dado, atf vigario Venancio llenriquc de Rezendc.
1 i/eram-se as necessarins roinmunicarcs.
INTERIOR.
BAHA
38 de malo de 1863.
Chamaramos a illencdo dos leltorca para a carta
que honra hojo nossns culumiias, se o uonic de seu
niilor e onciedadecom que o publico j a espera, nos
iiAu cscusasscui esse dever.
Hn/mila dr S. li.rr. fecnt." a caria do Sr. />r.
i il'lla Tacaren, loara o mutulla do I igarlo
.Inlono da /locha l'iunua.
tiln. Sr. Dr. Jernimo Vilella de Castro Ta-
laros.
Clirgando as minhas mos un folhcto que con-
lini nina carta de V. S. ao arcebispo da Babia e a
res|iosla que en havil dado ao vigario Antonio da
Rocha Viannaacercado alguns quisilos, sobre que
elle me consullou, cs|icrei al agora que V. S. me
FOLIIET1M.
\ SOMBRA n\FELICIAI)E.n
Pela condensa de Orsay.
CAPITULO XI.
>
Sal. II il'.il
lo 1
fi-mi
Ml.l Ulilr
. ile ,ra |>imr
Fernando d'Arville eslava tilo absorto em sua con-
IrinplarAo que nada poda ouvr nem responder. El-
lo nao imilia enganar-sc ; lia dianle de si a idali-
dade de seus sonhos arilcnles, loda a belleza, graca
o sedneran que sua imaginaran de poeta linha sabi-
do adei mliai nos breves iiistaulcs que durara a ee-
jesle appariro de Berln, e mo ousava apartar del-
la a vista teniendo que cesa deslumbradora visan,
owpparecende segunda vez, dclxasae seu rora(Ao
>,viuvo desuas mais charas csperani,as, e coudemna-
00 ao lulo de una eterna lenibranc.
He ilifllcil defliiir a peiToiean na' belleza ; lalvez
Jo* ella consista principalm'eule na harmona do
colorido das feiries c dos contornos.
0 objeclo encantador da eontemplarn muda e
quasi religiosa de Fernando pareca de urna catatu-
" cima dn medio e delgado como un ranini;
us ralK'llos linluim a cor do ouro pallido, c rabain
em minis de seda sobre un busto de mu modelo
txquwlo; seus nllms longos e em forma de amen-
loa enmdeazul puro e claro; o Indo de roas lei-
ifs oterecla nina rara distinr^o, |Hislo que em al-
(') Vide Diario n. 129.
honrasse com o aulographo da dila carta, sendo um
poueo cxlraordiuario, que eu nao livesse conheci-
menlo delta, seno pelo favor de algum amigo.c le-
los jornaes, em que foi Iranscripla. Anda eslou
convencido de que V.S. nilo falln a eslo acto de
iirliaiiidadc, e que sem duvida oaulograpbo da car-
la fui exlraviado. Forca foi pois, serv ir-me da que
corre mpressa, nao lauto em rallo da sua materia,
como pela necessidade desvanecer no animo de
V. S. umasuspeita, quo sobremodo me conlrstou,
quamlo parece lappor que nasseguinlesplirases o
Mfo saber, que um judiciotoeteriptor toe um ijro
altaico da ignorancia, pretende apropriar-se at cha-
ces da /ciencia e decidir peremptorUtmcitte o*
mus qraceite arduas i/ucsleseu me referir a V.
S. c liedirigira una iusinuaco.
Se V. S. me conhceesse de mais porto, segara-
mente nilo ailmilliria um s momento semcllianie
supposieAe. Nuncii.graeas a Dees, a pbilaneia eor-
uullio seiculilen se apnderoll de niiiiha alma ; nun-
ca, nem em parlieular nem em publico, fallei de
iiiiin. senAo para confessar a pobre/a ou inferiori-
didadedos niein .oubccinicnlos ,e asseouro a V.
S. que nitnea nuco, sem um profundo vexamc a
confusAo, os elogios, que a oslo rcspeilo me lilicrali-
sam algumas pessoas cV. S. mesmo. ti lilulo de
sabio s me poderia competir com o ailditameiilo de
idiota, como oulr'iira fui appellidailo um po c
ilcsronhccido escriplor (II, com dillercnca de que a
denomihai;ao de idiola com que se elle assignava,
uAo era a exprcssAo da realidade, mas o effeilo de
iiin.i rara modestia. K romo poderia ou applicar as
riladas palavras de minba carta, esobre ludo o lucio
saber, a um lente l.lo Ilustrado, e que como he pu-
blico, e V.S. mesmo declara, (em frito um eslitdo
aturado sobre os nonios mais intrincados, sobre as
ftiithM mais difficis c inoincntosnsdcssa sc/encia,
ptln qnat tem sabida predileccao ? NAo ; nao allu-
di a V. S. e sii Uve em vista esses srnii-doulosou es-
pirilos superlieiaes, que apenas iniciados na scicucia
scjulgam rneiilopediros, e habilitados para disror-
rer deoinni tcibilie decidir asmis Importanteques-
Ines, iliiligilamlii-sc de consultar pessoas mais com-
pclenles que ellos. Ouando. pois, um moi;o eslu-
iloso, no Intuito de esrlarecer-te, recorre o inlelli-
geneias, que jillga superiores sua, BClll V, S. que
uAo merece algum loiuur e auinaco .NAosci.nem
me ri aln iin sondar o intimo peiis.imentoou iulen-
i.Ao do padre Rocha \iaiina. Anlign subdito desla
dioeese, e unidos alumnos mais dislinclosdo Semi-
nario Arbiepisropal, elle linha algum direilo i ron-
lullar minlia opiuiAo, e a mini cabia-me o dever de
respoinler-lbc, loiiiando rsse sen pioreilimenlo, que
me parecen sincero, sem que neese momento me
lenibrasse do seu digno lente, que al por infelicida-
de ininli.i nao eonbeeo pessoalmcnlo.
Com ludo, se V. S. eulenile. que elle nAo nicro-
ca esso louvor, ao menos nao poder reeusar-lbe a
gloria de haver prestado com a sua consulta um
grande sen ico a Kencia, o o V. S.. dando oceasi.io
a que se disriilisseiu pela imprensa doiilrnas de
tanta magnltudo a Iranacendencia, e que o publico
inelhor apreriasse os lalenlose vasla erudii;o de V.
S. Eu lenho por um dos s) mplomas mais favora-
li-ian o inleressc, que rveilam questoese
polmicas desla ordeiu. Senielbaule lula, diz
um moderno escriplor, na oecoi rencia de nin igual
dbaleenlre osSrs. Diipin e Monlaleinberl, he do-
lnio-a. mas scuiprc fecunda. Nos nossos das ella
pode forraros hoinenspolticos a esludar a religio.
Viuda quamluella viesse mais larde agilar profun-
da, mas paeifieamenteo pai/., nao o lainenlariamos,
l'iu ijiii' be Immii que um grande povo soja oeeupado
de arailes cousas, [i ii
Assin, pois, eu vou, n.lo dosier a arena, que de
Iguma (orlefoi provocado, porque ciull.....i.....da-
le seria mili desigual ; de um lado un hispo velbo,
enfermo e curvado sol o peso dos negocios do una
lo vasta dioeese, que Ibe nao deixaiti um momento
para abrir os liiros, e do outrii um lilteralu na flo-
rescencia e vigor da idade, exclusvanicnle enlrcgue
o callara das letras, e em continuo commercio rom
autores esrolbidos, rujas obras lein diligentemente
procurado adquirir ; vou sim expor rom franqueza
e boa f, uiinba opiuio sobre as ideas emillidas por
V. S, na sua eslimavel caria.
Comeraniln pelo trecho relativo i dislinreoe in-
depemlenea dos dous |Hidercs,ecclesiaslieo eeivil, c
a prolercAo c auxiiio, quo inuliiamenlc se preslain
paran lim roinmiimila felieidade dos bomeiis, limi-
to folgo eme fclicilndoier. que V. S. est perfei-
Inmeulc de accordo com a doulriua que expcmli so-
bre eslo objeclo.
A Igreja rrroiihecc os direilos da defeza e prolec-
co dos siiiiiinns imperantes, eos relribue rom pra-
zcr, nAu siiadmillinilo-osa interiir nos mais ini|ior-
laules lanos do seu goviMiio, como sobreluilo, di/,
o grande llossuel o erigiudo-lhes un throiio as
ron-rieiirias, na presenea e debaivo dos olbos do
mesmo Heos, o tacndo da segurauea desuas pessoas
sagradas un dos ai ligos de sua f, o da obediencia
que Ibes he llovida, nina parle da sua religiAo 3
mas o sen rceoiihccimciilo nAo a leva al renunciar
luaproprla ilignidade ediiiuas prerogativas. Al
dous mais brilhantcs Luminares da Igreja tiallicana,
ambos cncarregadus da educacAo dos principes her-
deiros do llirono, explicaiam e dclluiain os direilos
da aiiloridade secular sobre materias ceelesiasliras,
lio meio das iuvasAcs c cnlrcprezas dos parlamcnlos,
e i face do mouareha mais alisolulo da Europa,
que ousava dizer nos oecessos do seu orgulho U-
tal c'ett'i moi e que, leudo a Igreja subjugada e
captiva, bem poda tambera dizer VEglite. c'ett
moi. Mais de um serillo depois.c > dcspeilo da in-
fluencia, lio menos falal.de una philosopbia impa,
que pretenden sceularisar loda a religio, nAo duii-
dava esrrcvcr um dos mais profundos philosopbos
dos lempos inodernos, o Sr. de Bonabl. A socc-
il.ule mais pcrfcila be aquella onde a consliluir.io he
a mais religiosa, a admiuislraco a mais moral. A
religiAo deve |ios, constituir o estado, o he contra
a naliire/.a das rousas que o estado conslilua a reli-
giAo.... I'or esla ordcui das rclnciles a religiAo de-
fende o poderdooslado, o o eslado defende o po-
der da religio. E pastando logo a desenvolver es-
lo I.....inoso peiisameuto acresccnla a religiAo
ii.lii abandona jomis o eslado, mas se be este que a
abandona, ella deixa perecer o goveriio que fr j-
ss insensato para considera-la, u como a sobera-
na neiessario, ou mesmo coino nina alliada til,mas
cuino nina iuimiga occulla. um mal incviliivcl, que
he preriso corlar, como a pesie, (icio recco de que
se propague...... Nao he possivcl que subsistamos
e-lado-, onde esla opiniao se adiar derramada e |ios-
la em pralica.ii (5)
Busquemos anda una auloml.ide mais moderna
e mais competente, a de licurgos l'bilips citado por
V. S., para mostrar a nilepeiidencia dos dous po-
deres, a Todava, diz elle, nao se deve perder de
lista,que as relarOcsilos dous poderesrepousaui so-
bre a liase ilu Direilo Divino, u que a Igreja he a
proniiilgailora doslc direilo ; qiiccm coiiscqucncia
o del ordo oslado be reecbe-lo de sua nio, coufor-
inar-sc s snaspresrripcoi'S.e. simples soeiedaile hu-
inana, reruiihcrcr a Igreja romo o reino de lieos.
Esla eonsiileraco dn ao poder espiritual, apezar da
independencia riciproea de um c do oulro, una
muilo graudesllperioriilaile sobro a aiiloriilade lem-
fioral ; e d'abi dimanam uiitnernsas conseqiicu-
rias. ,fi)
Comparo V. S. oslas mximas admraveis, que
forinaui a baso da ronstiluicAo o governo da Igreja,
com a iiiaior parle das legislarnos humanas, que al
agora regiain o- paizes ealboleos,e mesmo em gran-
de parlen no-so ; legislarnos citadas de iiAosei que
deseonOaon, rivalidade, eiiune e rereo, da ligura-
da doininar.lo do clero, legi-lares cinlim, que sob
diversos pretextos cslurvam a aceilii do episeopado,
e usubmellein ao poder civil, ou pelas snas iniilli-
plicada- e militas vezes antinmicas dispiisices res-
IrielivM, ou pela arbitraria iolerpralano dos seus
exerulores; e decida V.S. se.uesle eslado de um cle-
ro pobre c mendicante, destituido de lulos os meius
C iimIi-
liada do oulro poder, e como elle sobe
pendente dentro de sua cspbera espiritual, a igreja
nao pode consentir em lornar-se humilde serva ou
cscrava. Ella aeeilu, diz Fi-iielou, essa prolei'-
S-an, como as oflrcndas dos liis, sem a exigir, c
DOS beneficios dos principes mo vo seno a nio do
sen Div ino Esposo. Por maior necessidade que el-
la lenha de um promplo soccorro contra as heretlas
0 contra os busos.ella precisa .un 1.1 mais de con-
seriar a sua liberilade. NAo permuta lieos que o
proleelor goierne, nem previna jamis em cousa ol-
goma o que a Igreja regular: seu deicr be apoiar
e defender asdccses que della emaiiarem, sem se
permillir, deliaixo de prelexlo algum, o interprta-
las. Emfmi o proleelor da libcrdadc nao a diini-
mie minea, a '\)
llccoin eslase outras iguacs expressocs que os
(I) lliograpbiado l'allerna palavra dio!, ou tea-
cante idiol.
[3) De l'Eglisc el de l'ElalReplique a Mr. Ilu-
pn pag. 2.
.1 euires do BiBsuel lomo dezesseis, pagina
985.
(1) Ociivrcsdc Frnclon lom. 17 pag. 118 c
141.
guias parlieularidadcs se apartasse do ly|io grego,
e a bocea nAo liiessc essa redomleza, que d a ex-
prcssAo da liondadc c da franqueza.
Mas quein poderia discernir eslas ligeiras iinpres-
ses em presenta de lautos allraclvos? Os denles,
que seus labios um tanto linos de uiaisdeixnvam en-
trever, oram mili alvos c brilbanlcs ; sua tez, que
linha loda a pureza diapliana de una rosa de Pro-
vonca barmonis.ua mu bem entro si todas as bel-
lezas desse gracioso semblante!
Porm n que impressionou mais a Fernando, que
era artista bem como poeta, foi aTara perfeicao da
nio, sobre a qual repeusava ossa arrebatadora oval.
Esses dedos de fada com indias rosadas c polillas ro-
mo conchas novainenlc apandadas na praia. c an-
da hmidas d'agua do mar pareciam ler sido reiios
expressamcnle para pegar herblelas ou rolbcr
flores. .
A moca de sua parle nao acliou Fernando indig-
no de qualquer altenco. Ouando os olbos do nocla,
os quaes lindan) seguido urna direceau asocndenle
mirando com complacencia bracos de urna forma
prrteila, espaduas de urna deslumhrante alvura,
um rollo de cvsnc-com mnvimenlos ondulosos e cn-
grarados, edegaram cmllin ao rosto, aedaram uns
odos escrutadores, cuja atleneo eslava lomada
lellc. Esle encontr foi como um cdoquo elctrico,
lim- ello nio poda enganar-so; esse oldar so |icr-
lencia a urna mulber.no mundo, aunicamulhcrque
exislia para elle, a Egeria de seus sonhos, que elle
Invocara com lodos os votos ardenles de seu eoracao.
Elle senlio-seao mesmo lempo allrabdo e repelli-
do. Sem duvida pnreceu-lbe cslranho, que nina tan
celeste apparirao podnsse de|ierlar licite nin scnli-
inenlode tristeza e de desconliaiica, e todava esas
senlimenlo fossebem real, l'ma presciencia funesta,
bem que vaga e indecisa, illiiiiinioii rapldaasenle
sua alma para dei va-la um inslaule deimis u orna
profunda escondan; urna secreta adverlcncia |>arc-
cia ordenar-Ido o recalo e a prudencia.
de iiislruer.lo largamente liberalisados as mitras
elasses de cidaiblos, e que no seu buinilhanle abati-
meiilo, debaixo do inipcrio de nina caria que proela-
mnu solemuenicnle a religiAo ealholiea apostlica
romana, conloa religiAo do eslado, ouve resoar, al
no recinto doSanctuaro, c acompanba ello uiesuio
com suas beneos e accoes ile graea, os canucos de
nina liberdade, cujns benclicios Rinda uo pomle
saborear ; se ueste estado Ido poileni ser nmilicaveil
essas magniliras llioon.is de prolcceo, e allirniar-se
que ambos os poderes, como socios,se abracainedao
a< timos ; e se nao foi com jusliea que, av isla desla
abeiraeau ilo sistema jurado, eu appl.iuili a obra
eoeelaila pelo uuverno imoerial.c digna da sua i|-
lusIraeAo, sobro o inelboraineulo do clero, o man-
festei meiis ardenles volos, para que elle gozo dn di-
reilo com......ii da lilierdade, eque a independencia
da Igreja, l.lo eloqueiilcineiile demonstrada por V.
S. r sustentada por lodosos publicistas calluilieus,
soja dora em dianle urna realidade.
Fui uesle espirito que na supradila resposla ou
cliamci aqueslaoaospiiuripios geraes da sri.....ia,
sem me oecupar muilo com a letra dn cdigo o nu-
tras leis vigentes, guiando.me ueslo meii moilo de
proceder nelajudieiosi observacAo do escriplor. que
lia principio cilei, e que dcrlaraudo perlenrcr a ma-
gislralura. ngopode ser siispeilo. Aqui, diz elle,
i nAo so (rala mais da rxpliearo servil de um levlo
i descarnado, mas da iulerprelacAo moral, eomplo-
ii va,larga, incndifnuccl, de ludo o que da do maior
o iiosseuliaueiilos o as ideas dos liomens. (7)
Mas lie lempo de enlrarmosnoexame das diver-
sas hvpolbeses, que (bramo objeclo da consulta, o
as quaes comer a nossa divergencia, e vere se
posso ulilisiir-me, em favor da causa que defendo,
dossi-s mesmos levlus o leis, em que V. S. descubri
armas para cniubale-la. De camnho poreui uola-
rei um engao ou equivoco, que sem duvida esca-
pen a V. S. a pagina II da -na aprecavel caria, na
eilaeAo de nina passagom de Rlgger, salvo so ella
foi emendada em algitma edeAo posierior do meu
uso. Se en eoniprelieiuli bem o poiisainenlo desso
autor no S o nula rilada por V. S., longo do provar
o direilo. que lein o poder temporal de punir os e-
clesiaslleos as materias, que ello chama sagradas c
proxiniHineiile connexas com a salvaeAo eterna,
muilo pelo ConMrlo elle allribue ao illimilado po-
der da igreja o coiibecimeulo c juizo dcllas, com
absoluta eveliisao do poder rivil; e be para confir-
mar esta doiiliina que elle allega nao so o faci dos
apostlos coniluzidos peranlc o Svnlieilrio, como
lambem aaulorldade de lroceiu. Demals, obser-
vamos Mposilores da escriplura, que este Syube-
drio ou senado dos judcos ora um ii ilnin.il parli-
cultrnicnlccnenrrczatln dos negocios da reliuio,
pois que elle iiilerrogou militas vezos a Jess Cbris-
lo, como consta do eiangelbo do S. Lucas no capi-
llllo 20. sobre a sua mis-Ao, co direilo que linha de
fazer as obras, que pralcavaPie nobis m i/ua pn-
leitule hrc fncii f .tul i/uis esl i/ui dedil Ubi hanc
polcslalem '.' E j que fallamos em chaces, peco
desculpa a V. S. de produzirinais algumas, quo vi-
ercm a proposito, do esrriplores abalisados c mu
cninpelcnlcs, que nesla especie de duelo lilterario
me-en iran de pailriubus.
Com razn se osforea V. S. em mostrar, que os
.5' Lcgislaliou primitivo lom. 12 cap. 18 e
ola ao mesmo cap.
,( Druil Ere lom. 2.- 5 109.
(7 De l'Eglisc el de l'EIat pag. (8.
parocbos silo empregados pblicos, islo lie, eniprc-
gados do eslado, poique usnando este principio do
modo que V. 9. o enlenue, sem nenliuma dislinc-
i;,in, nada llavera no rgimen pastoral, que nAu seja
aujeilu, ou n.losepossa sujeilara supremaca do |s>
der civil. E como conciliar eslaopinAiiconi a don
trinada independencia da igreja ": Erraran gran
do llossuil, quamlo disse o que ella lein o sen po
der, suas leis e sua polieia espiritual, seusminislros
e seus magistrados, pelos quaes ella exerce, diz
Terltilliauo, tuna divina censura contra lalos os
crimes ? Ai d'aquelles, exclama o insigne prelado,
que a perturban!, ou queso inlromellcm nesla ce-
lestial administrarn, ou queoiisam usurpar a me-
nor parle della (8). o
EunAn conleslo aos minislrns da igreja a deno-
minado deempregados pblicos emuinscnlidolato,
como membros da sociedadee subordinados em ma-
terial temporiles s leis do paiz, nem fui euquo in-
vonlei essa denominacAo, mas o proprio legislador
no arl. 15-5 do cdigo do processu 84,0 que nao
posso |Mirin admltir be que clles sojan confundidos
COm os eiiipregados eivis, sem oulra dillerenra que a
la pobreza e miseria, quo Ibes roiibe cm p.irlillia.
.Masevaininemus o- tres fuiilainenlos, em que V. S.
so hasa para dar aos parocbos o caraelcr do cm-
pregaJos pudlicos. 1. Porque ellos silo da eleir.io
do imperante civil. Ora, Sr. Dr, Villola, cu miu
pensei que V. S. nroillizisso seinelbante prova.c
que, versado como lie, em direilo oerlesiaslico, mo
vsse que a cleico ou, para usar do lernio juridico,
apreaeulacio do n.....archa cm viriudcdo padroado,
iiaoconfeicao apresenlado sean 0,/ul tul re ni, o
que nao pode cbamar-sc parocho, nem gozar do lie-'
iibuina das prerogativas ou direilos inhereules es-
so ministerio, em qiiaulo nao recebe das nios do
poder espiritual a Instituido Cannica oasuloriw-
vel, que o conslilue legilimo pastor cun a comp-
lanle jurisdicrAo sobre a poreAo do rebanbo, que
llie de assignada. E lAo convencido estfl desla ver-
dude o proprio imperante, que nos diplomas ou car-
las de apresenlaeo nu manda, mas encommenia
ao prelado diocesano que con/irme o nprescntndo, c
llie paste suas letras de conprmaco. Se pois a al-
ii i lu ii .ni do poder civil se limita apresenlaeo de
um candidulo dentro do circulo la propOStti se s
|Kir esse fado o apresenlado anda uo de parodio,
nem por conseguidle empregaihide qualidado algu-
ma, so einlini lodo o ullcrior processu, de que de-
pende a sua efleelividade, lie da coiupeloneia do po-
der espiritual, como be que V. S. o pile par do
qualquer oulro empregailo do esladn, c n.lo consen-
le que Me cu d a doiimniiacAn de eniprcgado er-
cle-iastieo? lio verdade quo a ronslluicAo doim-
|iero, invocada por V. S., no.; 2. do artigo 102 du
ao poder evernliioo direilo de prover os denelicios
ecclesaslieos ; mas V. S. nAo pode deseoidieccr,
que esle direilo nao he dos chamados magr.laliri.-,
ou inherentes soberana lemporal, o que iiein os
imperadores, inesmo cbrislAos, nos primeiros -er-
los da igreja, o oxercilaram, nem o reclamam o
resdo Inglaterra co governo dos Eslados-l'nidos
rcspeilo deseos subditos ealliolicos, nAo obstanli
aebar-se j;i orgauisada nesles duus palies a liierar.
i lu eeclcsiastira.
V. S. sabe perfeilamcnle que esso ilreilu do a-
presenlacAo mo tem oulro fuml.iniouto legilimo, se
gundo a lingiiagem do abhade Fleury que uo be
sus|ieilo) sean a eoncessAo dos papas aulorisada pe-
lo lacho eoiisciilimeulode Inda Igreja. (91 A--iin a
inslituicAodo padroado provm dos privilegios con-
feridos pela igreja em reconlieeiineiilo da pedosa
munificencia, com que os inonarclias fiiiulavain ou
dotavain as grojas dos seus estallos. E para nao
fallarseno do Porlugal, do que u Brasil fe/, parlo,
o onde, eomooni toda a peiiin-ula, se v QStaoelecI-
ilo o padreado desde o lculo 7. pela auloridadc dos
lonrilios I. e II. de Toledo, apenas odse varei, como
ja nulr'ora liz na cmara dos diputados, que quasi
lalos os cscriplores c jurisconsultos porluguezes
proiluzem mullas bullasadiplomas ponlhicios, quo
lisile os principios da unmarrliia rioiredoiain ao.
respectivos soberanos o direilo de apre-enlarao nos
lienolirios dos seus estados, t) mesmo Mello Freir
ivrol.ilas suas InsliluleOesdo direilo riih Por-
liiguez lilulo .5. III, cita o breve de Leo 10 dirigi-
do nel-roi D. ,\........I i'in 17 de di-zcnibro de. 1517,
no qual o sanio padre ennfirina lodos os nnligos d-
ilosdo padroado ;o que de ainda iiiaisovpiesso
pello do Brasil na India de 7 de jiindode 1.511,
em que o mesmo ponlilice reserva e concede, n ins-
tancias d'aquelle soberano, elle e a scussurcessoros
npadroado de ludas as igrejas das Ierras c dominios
ultramarinos. Bem i v. s. que a eonsllluiflto do
imperio uo poda anslar-se desla disciplina ami-
ga e universal, o quo no precilado artigo ella nao
fez mais do que reconboeer no ebefe da neeflo o mes-
mo direilo, que nesla parle tlnhara goxailo os seus
prclcressnres na spresenlacao dos beneurlM.
E romo qur V. S. derivar do um direilo que
mise comprebende nos allribulos roiislilulivos da
soberanalomporal, oque pelronle, d'mide o.....-
iiousc podo runsiderar quasi eeclesiasliro, um i pro-
vadequeos parorbussiioinvestidos pela .ipreseulacao
do carcter de empregados pblicos ou do Eslado?
Crcio que seinelhaulo ronrliisAo nao he Io lgica,
quaiilo parecen a V. S.; e se be preciso desenvolver
ainibi mais o meu peus.unenlo, proiliizirci o valioso
Icsleniiiulio de um dos mais sabios prelados, queil-
luslraraiu a igroja lVrnainlii'raua, o Evni. -Sr. I).
Jos Joaqiiiin da Cuiiba de Azeredo Cniliulio, que
em um dos seus inlcressnnles eserplos iulilulailo
Copia da amthjsc dn llalla do SS. I'. Julio III de30
de tlezemhro de 1.5.50. se exprime paginas lli e 17,
tratando dos direilos do padroado o grao mostrado
das ordena. nos segundes termos : o Olanlo
ao governo e adiiiinislraeo das igrejas paroebiaes e
com cura d'abnas, s so Ibecunccdcu rao llei), o que
so linha concedido aos nnligos meslres, islo be, o
direilo de padroado, para aprrsenlar aos resperli-
eos bispos colindares sugeilns dignos para panchos
das igrejas eiiror|nirailas no padroado na corea, pois
que anda quamlo a igreja por justos titulo- concede
a lguciu, e anda aos mesmos Res, o direilo de pa-
droado, uo llics concede, nem pode conceder o direi-
lo de administrar sacrainnulos, nem de conferir ou de-
legar om oulro que OS administre, por sor un direil
(8) Oeiivreslom. 311 pag. 581.
(9) Opsculos do TAIili l'leuri pac. 158.
proveniente da ordom sacerdotal, nem jamis alguem
dir gue o parocho apresenlado deduz os seu di-
reilos espiriluaes e parochiaei do padroeiro, anda
que re, que o aprsenla : mas sim do dispo, como
successor dos n|toslulos, que o iuslituc, e llioconfere
o direilo diviuo de apasccnlar cm nomc do Jess
Cdrislo as ovrldas, de que Ido faz entrena... Se a is-
lo se edama escrever conlra os direilos do snlierano,
eu coufesso que son reo desle crime, desde que prin-
cipiei a iislruir-me mis reglas da doulriua da Sania
Religlo que professo.
Noto V. S. que o disidido Prelado assim se expl-
cava solio jugo do absolutismo, c conlra certas pre-
Icncocs do oxliiielo tribunal da mesa da eonsciencia
o ordens, pudoroso rival e adversario da auloridade
episcopal.
O >. fiinilamcnln sobre que V. S. firmaaopinAo
de seren os parocbos empregados pudlicos, islo he,
a circiinislancia de icreliereni a respectiva ronorua
do lliesouio nacional, uto me parece mais conclu-
denle que o priineiro. E romo anda lia pouco, sus-
citando-so algumas duvidas na lliosouraria da fazen-
da desla provincia licerra da auloridade ronipcleute
para allcslar a residencia dos partidlos, liie deeoin-
liater dnulrinas anlogas s do V. S |wrmhlir-me-
ha que eu reproduza aqui as obsorvacocs, queeulo
liz sobre a iialuro/a de laescnugruas, oque moi ere-
rain ser approv miase elogiada-pelo digno ministro da
fazenda na porlariacspedida dita Ibesouraiia com
dala dc2ideoiilubro iloanno passado. u Por muilo
que se leuda eslendiilo o sistema da seriilarisaro das
usas religiosas, persuadu-mo, que anda nao pres-
crevoiam nos poes calmbeos os principios dedirei-
lo publico ecele-iaslicn arena da sudsislencia dos pa-
roclios.quebf, quanlo siibslauria, de direilo natu-
ral,diiino positivo, e eeelesiaslieo, o pin cousequencia
inherente mesma eoiisliluiro da igreja, e quanlu
sua forma, islo be, a consignaran do cortos rediles
u quanlia- pagas pelo eslado, fondada em solem-
nes cuiiicuresuu concrdalas, pelas quaes os diz-
inos, que cousliluiam a dolaco du clero, encorpo-
rados na corda, forain subsliliiidos pelas congruas,
:|iic o oslado se obrigoii a manlcr nculloeseu-
miuslros ; d'omle resida que ellas nao perdern) a
ndole un milurcza de bens ecrlc-iasliros, o eslo
sujeilas aos mesmos encargos e eomlices. Tal be a
opinin rorrele nimia dos menos sUSpeilOI canonis-
lase Ibeologos, sanccionaila por Bullas Puntllelas e
repelidas derisrs da Sania Si-. Ja v pois o Sr.
procurador li-eal, que o |mdcr espiritual nao be lo
exlrarfbo, cmio elle penal, ao pagamento de laes
ngriias, ruja percepeu be um dos icquisilos os-
netaese conslilulivos do benelicio eeelesiaslieo, e
que os bispos lom o uqiicslioiiavel direilo de punir,
na roiiforiuidaile dos caones recebidoa no imperio,
e particularmente du concilio Iriilculiuo, cnin a sub-
Iracco dos fruelos, isto de, das congruas, os lieneli-
ciados que uo cumprcui a olirigarAo da residencia
material ou formal, s
A oslas odservares aerescenlarei siimcnle que,
se as congruas dos benelieiados perderain a nalure-
n de bens ecclesiaslieos, o devem i.....fundir-sc rom
as pcnsAos ou ordemidns, que vencrin os emprega-
dos publico-, foreososer dizei eoni o sabio annola-
dor dos novos Opsculos de Fleurv, quoein vez de
chamar denelicios s parochlas e euuouicalos, se
Idcsdovc daro mimo deollirios, e por conseguidle
de ordenados ns congruas pagas pelo Ihcsoiiro. F'm
ililanlo porefll nAo foieiii eoinpelonloinenlo allera-
dasou seciilarisadasas noriles al boje geralinenlc
reeebidas III de benelicioerrlesiaslien e seus frur-
lo-, eoiiliniiareiasusleiilarque o pagameulodc taes
congruas pelo Ibesoiiro uo importa iieecssariaiuen-
le nos paiorbosa qualidado de einpregadiispiiblicos.
t):l- fundamenlo da nssercgouc V- S. he eslarcm
os parochoi lujeilos ,i inspec(aoda auloridade pu-
blici......lesempenlio ile suas fniieiVies.
tt Som duvida o soberano, diz o Sr. Ilcurion, co-
mo primeiro magistrado polilico temo direilo de
fazer leis sobre os negorius lempuraes, as quaes a
igreja e os ecclesiaslieos que fazein, como os dentis
filiadnos, parle do oslado, sao obrigados a -ulituel-
ler-se ; elle pode, por oxeniplo, ordenar que os cs-
trangeiros nao oceupem benelieios o outros enipre-
gos ecclesiaslieos, que ns ecclesiaslieos uo suiam dn
Imperio sem sua peruiissAn. que sob prelexlo de re.
ligiao nao se perturbo Iranqulllidade pnbliea, i
quo os clrigos uta invadain o poder lemporal. tai-
mo lillio da Igreja olio be obrigadoa velare ronlri-
buir, quanloronlier nas-uas allribuicoes. para qui
os decrelos e leis da mili eunniiiini de lodos os liis
sejam exaelaineiile observados nos seus oslados, .ra-
la estos serviros, ella leinsomprc contemplado os
monarchas cilbollcos como protectores o conserva-
dores da ,li-ri|iliua erelesiaslira. 'II. "
Mas e-las doas prerogalias da soberana, por
mais eminentes quo sejam, nao (lie podeni dar di-
reilo a ingerir-se na administracSa du igreja. E no
ella ii. Iiinassoiiailoao seu governo na eleiro dos
Pastorea* hesempre debaixo da expres-a eondicjo
de iiiauler illesa a sua liberdaile, eque os benefi-
rios mo sejam reduzidot i escravidao in ten iluten,
non rediipmtiiiAl. Enili..... soberano mo de,
para seriir-mcda lnguagein da auliguidadeedris-
l.ia, sean enino n a/spo citerior, enearregado de a
defender c proteger contri os seus iuinigos, o ello
sabe quo esle lilulo be o mais bello ornamenlii da
sitronla. E quamlo he que os ministros ou em-
pregados de um pealer protegido se loruan por esle
fado niini-iio. e empregados dn poder proleelor'.'
Como do direilo de vigilancia e nspeoeAo geral in-
ferir lgicamente a qualidado de empregados pbli-
cos na arrepro lomada por V. S. '.' O eslrangeiro
residente mi'terrilorio hiasileiro lie. sem evreprao
los proprioagentesdlplo.....lieos, aujoilo srespec-
tivas leis e regulamentoi policiaes; serie ches por
isso reputados eonu subdiliis ou empregados do iiu-
lieriu, o privado! do gozo das franquezas c iminiiui-
ladcs estatuidas pelo direilo das genios, ou cslipu-
lligain o que disserein, ha Un. prcscnlimcnlos;
mas nfelizmeiilc quein d'enlre nos da euvidos ao
insidelo, que a ualurc/.a nos den para nos preser-
var do mal''. Pelo ronlrario nao parece que nossos
pscorrem pelas veredas declives, que condiizein ao
abismo, eque o limiiem est sempre promplo para
exclamar no pbreuesi de suas indoinaveis paxes:
o lua hora de anuir c de felicdadu, e por essa ho-
ra a vergonba, o desespero e a muri
Oh mas Femando, disse rindo Augusto de
I'arabire, cis-ahi urna couteniplacao que le absor-
ve, e j vejo que como tantas outras imprudentes
mariposas ,vas queimar as azas na flamnia desse fu-
go. Ignoras acaso, infeliz, que ninsii oldar da della
Valeria basla para arahar una conquista, e que seu
cnslumc he conceder um a cada ador que apparecc
pela primeira vez na scena da sociedade parisiense;
depiiis do que. o miseravol pode r morrpr de amo-
res, ou queimar os milos'! Aconsclho-le como ami-
go que neas leu testamento apenas entrares em ra-
sa ; porque ella le eucarou duus segundos inai. que
a Ernesto B., o qual maloii-sc olo das depois.
Valeria? repeli Fernando, que de lodo esle
discurso u.Vi linha nuvdoseuAo esla nica palana.
Tu dizes que se chama Valeria?
A baronoza furiosa dcverd'ArvIllc oecapado com
outra iiiullin que nAo ella, res|Kindeu com sua voz
mais alia. ,, .
I ni lindonome de romance, nao he? valen.)
de Marlgnan, lilha unir do duque de Marignan
(jen, lia muilo lempo em procura de um marido,
o ipi.il den' possuir todas as virlodes que csmallam
o eplapbio de um BurgUei alin do um grande
nome c de nina fortuna anda maior. Para agradar a
moca, cumple que o novo seja diilinctn, espiri
luosoo lien". Para coniir an pai lie indispensavel
que soja lcgilimisla de puro sangue, eque fu
lodos o! annos urna romaria ao santo sepulcro de
C-rali. H v, meu charo bario, que empregado na
tibor o.ni leu
nin
dipluinacia de boje, os
probabilidado em sou favor.
Bella romo be inailaincsella do .Marignan, res-
ponden Fernando um lauto oflendido, ella lein di-
reilo de ser dflieil, c quanlo a inim nAo lenlio a fa-
luidadc de jnlgar-me digno de scinclliniitc llicsoiiro.
E lodavia, meu Ii.itn. disse Augusto de Pa-
radero,!! jugar um joco perigoso, manifestar um
gusto t.i" diflieil. Mailainesella Valeria lein pnuca
fortuita ; seu pai de o liomcn mais fnsliilio-o de
l"ranra c de Navarra; rila niesmn, aqui para mis,
ja mi lie muilo moca. Ha seguramente mo anuos
que de condecida nu mundo, o bem sabes que em
Paris una intilhcr que nao se casa aos vintc c quil-
tro anuos, passa por lia. Alm dislo ha preconrehos
conlra olla, que provm do nao sei que historia a
respeifo de sua mi; e ainda que madama de Ma-
rignan, que relirou-se do Paris depois do seu di-
vorcio seja murta j. da muilo lempo, tmenos se-
gundo se er, porque ella uo lomou a apparecer,
as desordeus do sua vida lein la tirado um mo re-
lelo sobre sua filda. Valeria mesmo he mais admi-
rada do que ainada no mundo. Suspeito muilo que
a bruxa da av della, a pe mi inulbcr de Paris, le-
nha envo atoado a repiilaeAo de sua nela, cujo ca-
raelcr ella deve ler pintado a alguns amigos inti-
mo. Agora, crcsccnloii o joven estouvndo levau-
lando-se, nuera quo j tagarelle agradavelmenlo a
custa da licita Valeria, he muilo justo que r ror-
tpja-la lamlieui.
O lom le iano com que Mr. de ParaluTe falloii
.lo iiia.laniesella de M.-ujknan, uficndeu a Fernan-
do: aadniiracAo de uuiTHimem do mondo rodo lan-
o a influencia da npinlie de onlreni por pouco mo-
tivada que esla possa ser t
Valeria representada romo j fra da inoculado,
lillu de urna mi degradada por la nn eomlucla,
lierdia roelade de seu oncauloe lodavia essa Imlli in-
te formosura em que eslavam fllos o odos de Fer-
10) Eis a doulriua correule dos Idelogos e ca-
nonistas sobre esla material'eush, i/ute lipiscopis
< Ciibeinio solcilur, el Canoiucis, el l'arochis
-nin fueril in bene/iciorum locum saffecta, eoriim
Ineuin oblinel, aepropicien ul bnnunt ecclcsiasli-
ill speclnmla Mi, ul pttlct ce cariU S. I'icnitcu-
tiaritr responisHurtj Compcudiiini Theologice
Moralh lom. 2 a. 83l.cqueu.r Minutle Compen-
iliitm .Inr. Can. lom.W trac!, > cap. 4n. 1212.
11 Cod. Eccles. Irancois lii. I til. II.
12 Cune. Tritl. sess. i de Relormal. cap. 9.
nand, pareca ilcsincnlir a maledicencia quo Ido
inurniurava aos ouvidos.
Duran lodo esle lempo a baronesa fallava s
inlciriipeAo ; mas Fernando absorto cm scus sonhos
ii.in a ouvia : ditas ou Iros paucadindas dadas com o
leque por madama Loslauges, o despertaran como
sobresanado. Ello vollou-sc lepcnlinamcnlc coni
impaciencia, e seus olbos eiicnnlraram o olhar irri-
tado do linhriclla. Elle acolbcu ruin um vivo sen-
limenlo de prater osla muda aineara, que Ihe dava
a espranos da desavente ha tanlo lempo desejada.
O senbor deve ronvir, disse madama Loslau-
ges com urna voz, cuja alleraeilo se espirea va por
euciilii ii emqiie suas dislracecs nada tem de lson-
gero para us. N'Ao us disse qualm palavras, c
consagra loda a sita atleneo a essa disipla belleza,
que se pavonea cm nossa fraile, c que alias nao me-
rece icmclhanlc preferencia.
E o encanto da novidade, o prestigio do des-
conbecido, acha voss que nada silo'.' ubjeclou a ba-
roneza, a qualarliava as inquiota^es de sua ami-
ga tuna iimi-hI.h; in para a iitdilfcren^a do ingrato
Fernando, Alm disto, cnnlinuou ella saboreando
rom unta especie de salisfac.1oo desgosloqiir daiaiu
mas palavras, voss, minba chara Gabriolla, que be
lAo fantica pelo bello, c lo superior a lodo o sen-
limenlo do inveja, nAo pudo desapprovar que Mr.
d'Ariihe nos d segunda vez provas do seu boni
goslo.
Madiima Dufossi''e, que cm sua vida nunca pro-
nunciara urna palavra de louvor a res|ieilo de una
iiiulliei, enlf.iia de proposito na carreira do elogio.
Do sua parle o viseonde de-Paradre, que acaba-
ra de entrar nu camarote de ui.nl......i de .Marignan,
responden com nmila malevolencia s prrgunlas
que Valeria Ibe fez solire Fernn*, tile deu-lbe a
entender o niel lim quo pode ogenero de reanles,
bue exisliam enlre sen amigo e liahriella.
Um Kirriso cslranho deslisou-sc |ielus labios da
ladas |w>r tratados rom a narao, i cjuc pcrleitcein ?
Ningueinodir. Pois bem : a ligreie chrislila he,
na pbrase do eloqoeute Bussuct, una hluslre es-
Irangcira o viajanlc, enviada ao mundo por una or-
den! suprema para ahirecolher os lllhos de Dcos,e
ajuular os seus oseolhidus dis|iersos pelos qualro
ventos. Durante o dilatado curso desla missAo su-
blime, ella os ampara debaixo de suas azas, dirige
seus passos inrerlos, c os gua na sua peregrinaran,
at aprcsenla-los nactcrntdade(l3). Longe de ser
hostil ao eslado, que nu sua passagem Ihe offerece
generoso agasalbo c bospitalidadc, ella nAo s obe-
dece ao poder na onlciti temporal, o cede, quanlo
be possivcl, da severidade de sua disciplina, para
conservar com elle boa intehigencia o harmona,
como iluda nao cessa de exhortar e persuadir a seus
lilhns a lidelidade, obediencia lis autoridades rnns-
liluidas, cloda sorlodc saeritlciosem pro do bem
publico: e com o cvangclbo na inflo consagra ccon-
sulida us ilu mu- e as inslilui^es publicas com m-
murtaes garantas do paz c cstabilidade. Decida V.
S. seos ministros desla magnnima eslrangeira, iu-
depenilenlc o alliada do poder, nao merecern, na
sua taodiicrsae tilo especial hierarebia, distinguir-
se dos eiiipregados o ofllciaes do poitcr lemporal.
V. S., para quein rom razAo tem muilo peso a aulu-
ridadedo lieorges Philips, nao achar por corlo exa-
gerada a upiuiu que acabo de ciniltir, recordndo-
se das seuoiyles palavras d'aqnehc autor, o Nada
be mais evlraiibu lis allriiiuiees do esladu do que o
/ns inspectinnis sircularis sobre u reino de Chrislo,
direilorom ludo que Ihe he tilo frcquentcmcnle at-
Iribuido, o que |Nislo em pralica roubaria igreja
(oda sua independencia (14).
lu::, ier dilo bstanle cm resposla esso trecho
da caria do V. S.. o lalvez o publico eilranhe quo
sobre a simples iilclligcncia eappllcac'Jo nos paro-
dies das palavrasempregnihi publico,eu me cs-
leii'lesse Uto largamente; mas desde que V. S. col-
iman! nellas a principal forca da sua argumentaeflo
eqiialificandu-as de principio incuncussn, deduzio
lellc concluses, quo eu nao posso aceitar, e que
at parecen] oslar em contradirco com as brilhau-
les Insorias, que V. S. produzio no principio da
sua i-arla, nrira da independencia da igreja, ecom
esse fraternal abraco, que ligurou entre os dous po-
deres, be ovllenle que cu nAu poda passa-lo sem
algiiiiiaiitiservacAn.
Com elleilo. desse principio conrlue logo V. S.,
3uc os paroedos estn do lal sorlc sujelos ao presi-
cntes das provincias, aos quaes a le de 3 do oulu-
dru do 1834 rnmmctlco a i n-pnrln sudic os empre-
gados pudlicos, que lace do ^ 8 do artigo 5 desla
le mo ser Icmeriiladesuslenlar que os parocho
podem ale ser suspensos petos mesmos presidentes.
Ora, osla siispenso be mutilada por aiuso, omis-
sAu, ou erro eummcllido|ielo empregadu em seu of-
licio; o por lauto, como onde si le uo distingue.
uns nan devenios distinguir, scguc-o I'. Que o pa-
rocho, quo deivnii us paroehianos sem missa cm da
festivo, que nao foi promplo em administrar o bap-
I;-1 in i nu u viatico, que uegou indevotamente sepul-
tura ecclesiasliea, e assim outros delirios, esb no
caso do ser suspeusu do seu beneficio pelo presiden-
te da previne.!. 2.' (jue dada esla hy|iothcse, ou a
da vacancia da parorbia, pude o prosideiilo'uomear
iiuniedinlameiilc um vigario eneoinmendado, na
eouforniiilade do S 0 do rilad artigo, quo aulorisa
os presidentes a prover provisoriamente aquellos
emprgos, cuja nonieaeu pertence ao imperadur.
3.a Que pude, em viriudcdo 10, receber juramen-
to o dar posso aos parodio aprescnlados pelo im-
perador. Ser isto, Sr. Dr. \ ileila, independencia
e liberdade da igreja? Se fusse possivcl adoptar
15o Inaudita jurisprudencia, que, a meu ver, se con-
ten mu claramente na propusieAo enunciada |mr
V. S.-lieni que (eu folgodc o crcr) conlra as suas
couvicccs, a quaulos absurdos nao conduzira a
appliraco feila aos parocbos das dsposic,es das
leis civisrelativas aos empregados pblicos? O
resallado desla absoluto dependencia do poder civil
de que as proprias igrojas protestantes impelidlas
peta le du progresso, a dcspeilo do dogma funda-
mental da reforma, procuram libertar-ac, seria licar
n clero brasilciro rcduzido, para servir-me das pa-
lanas do um anlign cuan suspeiln masislrado fran-
ce>, O celebre d'AguesseiO, a urna cerdadeira w-
cracidao, que muda o eslado natural.
Ja em 1837 so lendirnua assemblca provincial do
Minas-lieraes de djiio |lresidcnlc da provincia o
inslito arbitrio de remover os paruebus collados
de unas para nutras freguezias; mas, grabas ao
bum sensn e sabeduria da cmara lein|torarla, foi
essa lei relegada, o os parocbos salvos de lo iuqua
uppres-au. Nao eslo porm anda seguros do gol-
pe tlesuspensu sud o governo dus presidenles, que
liverem bebido esla doulriua na escola do V. S., so
por ventura ,i nao mollificar, como muilo roiilo de
suas luzes e amor a igreja.
O argumento deduzido das musas millas offerece,
lalvez pela deblidade da inhiba iiilclligcnca, una
lal cunfuso de.ideas, quo me inclino a crer quo a
prossa. com que V, S. redigio a sua, alias (Ao eru-
dita caria, nao deu lugar a discriminadas com mais
rellexilo. O quo leni de cumnium a odrigaen da
predica c ensillo da doulriua ehrislfl rom o cncar-
go da ossisiencin do parocho nu qualificaeilo dos
iiilontcs. segundo a lei eleiloral'/ E nAo salla aos
ollios que essa assislencia na qualificnrjlo do volan-
tes do um dever puramente polilico, imposlo pela
lei rivil, que uo pude entrar em parallelo com .ia
fiineeiH's da prodica o do calhecismo, que sAode di-
reilo divino e eeelesiaslieo ?
E onde achou V. S. na minba resposla ao padro
Rucha Vi.iimn, que eu negassoao poder civil o di-
reilo de respnusabilisarc punir os parodias as ma-
terias lempuraes .' O que, a meu ver, cumpria ail-
los de (mo era resolver una qucslo preliminar,
ipie podin dar miiila luz e urdem a esla diseu-so, a
sader, qual dea regia ou o criterio, por oude se pc-
lem disceiuir as causas mixtas, visto que, sendo n
groja visivcl, cuino V. S. muilu bem dcmunslrou,
e externo un scnsivel u exerricio dos scus arlos, titi-
la os mais espiriluaes, mida lio mais fcil duque, i
pretexto da tcnqioralidadc, atlribujr ao poder civil
o eonheciineiito das pruprias materias puramente es-
piriluaes. V. S. porem nosedignou aventar esla
queslo, o, |ioniiillir-nie-hadUcr-lhe que.um [hiii-
(13) OEi
(14) Ibi-
pag
de Bussuct(om. lo pag. 581.
413.-
moce. A sorlc de Fernando so decidia nesse mo-
mctilo, c o hijos frageis quo o linham unido i ma-
dama Loslauges se queliravam |icla volitado do urna
|Hitencia dadituada victoria.
Quamlo Augusto de Paradrc saino do camarote,
Valeria, tlcou iinmovel, como una eslalua, com a
radeea inclinada |iara dianle, c filando cm d'Arvil-
Ic um oidor fascinador mui dillcrcnlc do da ser-
|ienle.
Femando com os olbos baixos senlia cltegar-llieo
mvslerioso fluido, c achava-se sb a influencia dcs-
te'inexplieavcl magnetismo, que nbrava sobre ello
como um sortilegio. O ar que aspirava seu pcilo
oppresso parecia impreguado de riuanarnr- vnluii-
luosas, cscu anior, que al rtlUo nAo tinha sonliado
scuAo a idalidade mais elhcrea, pcrdia-e n'uina
urdem de idea menos platnicas.
Muito lempo sua volitado adormecida luloii com
0 oncanlo que o subjugava, de|Kiis emfim elle se le-
vantou precipiladamente para fugir dossa novas e
l-erigosaswmirrAcs; mas uAo se tinha lembrado do
1 iabriclla, a qual uo linha perdido nondiima das
pilases desla crie de pensamenlo. Posto quo nlo
fusse dolada do graude finura, ella linlia esse ins-
11 mil i de luda- as inulberes que amam, o qual a ad-
verle quando a sceplro do seu imperio passa para
outrasjobos.
Ja dissemos que Cabiiella linha nascido para os
risos o para n prazer; era una borbotlo adejando
no raius do sul. Ornis poderoso de seus atlracli-
ii- ri.i -nu noestiidadajovialidade;sua forracou-
islia'na leveza dascadeas de llores, cojo peso seus
idoraduresouiica enliani... Mas toda a inulber lein
na hura do capliveiro c do huinilbaeo. A lourei-
ra cnconlra emlim sou venredor, a imperiosa um
senlior, que a abale, o coraran de ac um martello,
que u faz em pedamos,
. (Con(Nuai'-e-/ia.)
BJ
MUTILADO .


i arbitral-menle osera iiunLimciih. cm neiihuma
leiospressa, indieoualgumaiites referidas cauM,
pondo i'i frcule d'ellas a csplicac.lo do cvangelho e
calhecismo, que ua conorinidado do sagrado conci-
lio Iridontino na sesillo 5 i -ip. 2 seas. 21 i .i|>. \ de
roformal, so os purocbot obrigados a fazer nos do-
nini-"- odia. Festivos, como u mu das parles mais
importantes do paslo espiritual, que devenas suas
mol I ias. |
Na iniiil) i rcsposla ao padre Rocha Viauua cu
llifsc, quo por extremo me sorprenda a doulrina
de tlearcni os parodio* sujeitos ao foro commum pe-
lo (Time do nao explicaren! o catliecisiuo, e Ion-'
de liavcr-se diminuido esta sorpresa, ella adquiri
mais Torca depois que li as razos, com que V. S.
procura jusllfica-la.
Nlo tem o poder temporal com a Igreja, excla-
ma V. S. O ir-inii mtrrrxr no cil'hm da- lerda-
dei da [ReligiSo Christl 1 Sim, ;respoiido sen;
hesitar, assini como o lem na evada oliservanria
de todas casas funcrocs, que V. S. confessa qut
sao puramente espiriluaes e sujeitas so a auloridade
ccclcsiastiea. O inlcressc dasociedade uo se limi-
ta ao cuniprimeuto daqucllc dever parochial, ma-
ahrange lodo o complexo da Keligio de Josio
Chrislo, proclamada pela Ici fundamental do Esta-
do, como base solida e immutavcl do edificio so-
cial. Dever ella por isso licar toda entregue dis-
11 ivni, ou absorida pola supremaca da autoridad!
secular .' Eu creio que este argumento do V. S,
prava de mais.
O entino publico, diz ainda V. S., onde te com-
prebende a crplicaclo do ralhecitmo, a edtatela,
a predica, a eelebraclo do matrimonio, etc., lili,
funefiet mixtas, por cuja violarlo o parnchoi
poem ser procettaiot, e efectivamente o tilo pe-
lo poder temporal, bem como pelo espiritual.
Aualvscmos cada urna dcstas especies. A explica-
rito do calhecismo faz ccrtoincntc parle do cus nc
publico, mas do enslno religioso, do cnsino que
com mestres e interpretes da Ici de Dos, devem o-
pastores da primeira c segunda ordem ministrar au
aeu rebanho, em ramo dosua missilo divina, e nilc
de coniniissaoou delegaran do poder civil. Seria liem
e\ li .ion! inarin o extico ver o iuspcclor da inslrnccao
publica transformado em visitador doslgrejas l'aro-
cliiacs, para averiguar se os parodio* cumprcm a1
obrigaeesda predica o do calhecismo I E par
V. S. ii.lo supponha que esta minha oplniao I
guiar, poco lcenoa para chamar em mcu auxilio al-
guns desses canonistas, que toinci por padrinhos,
i que
S. I
e aos quacs V
meiro Itiegger,
lomo priniciro das
dencia crrlesiaslica
por V. S., para |
mbci
nota do
suas in
blo he.
var a i
lias ni.ilen, s puramente espirilu
elle as ilcnt mina, aeros sanrada
na coniicx, ocom nsaliarAo ter
le elassillca como (acsensillar, p
administra os sacramentos, e c
recorren. Baja
. 161 da parle pl
sliluires de jui
no iiiesino lugar
idepcndencia ,1a
que le
i pn
spru
ll.nl.
'grej
padi
.1'
lodo o rgimen inten
Scja o segundi
citado por V. S
rraet ou iirivnlivn- lio
i. do sen compendio Ma
n. 307, diz que, se algu
theclsmo emllir doulrina
ou se mu lente de Ihcoloi
dades perigosas, ao bispi
causas (16).
rilmanicnlc Kcrnandi
|H>r V. S., no sen Mnnii:
livro 1. t Hl, fallando
rhos. db o scguinic n ci
co he realmente de insl
da Igreja I
nhn Uquc
ti, cnuiuei
foro ecclcsi
nal ile
n napr
queso
i compete j
< Wallcr, la
ll'do illl ni"
da insliliiii
n virludc di
i un; ,'i.i dlvln
: eis as que ci-
ar o evangelho
ni dcscmpcnhai
n.r, Igualntenh
ando as causa!
islico, no tomi
lircilo canonice
rdica ou no ra-
appooham K,
un.Melar nove
iiln
deslo
iladi
aslin
a explicarlo das verdades da rrlii/ii
co religiosa da mociiladc,
minenlos, e a tutela dos p
que ao menos osles autores
mixtas a predica c o calhec
Verdaife he que V. S. iuv
ii.ll lAo grande, qu.i
cunara iinnicdialamcnlc
ra ru nao livesse feilo al
le iniMiiiri.il hispo, justa
ailn
ibrcs.
nao r
II
m
cclcsi
> dos paro
i o seu oili
c abrang
a intime-
ic.lo dos sa
n >e V. S
ipulavain
I a .1
Jh'ifyiVr o ultimo padre da
ra, para responder
bellas paginas do au
criptura Santa, coi
Irinas, que nAo sai
c que a sua ciU
V. S.
rcoliiro
,--., (|in
lavorav
me |iai
Do-
na de
esludo
ule cha
reja. Ma
I"
c un
uan
a an-
iel, que eu me
bao, seoulr'o-
i das obras des-
liado por la
, forrado ago-
rcorrer de noio as
i poltica lira da lis-
elle s encontr dou-
opinilo do V. S
deniaiido vaga, e
suben) o reco-
mi perlonec
ida Din dentro
o quereria d-
0 O calliccismu
i igualincu-
leao poder ciiil ; elle que foi semine o mais cslie-
niio defensor da independencia da braja contra as
aggreaocs dosanligos pnrlaincnlos; elle quciiara-
deira evanglica e as lin.es ao herdeiro do llirouo
de Ulii XIV cnsinava que en todas as (miras coli-
sas o poder supremo d a Ici c marcha adianto,
como suberano, mas que nos negocios eeclcsiasli-
coscllc nao fai tanto auxiliar e scriir famulan-
10 lodo
publie
JWM, .
nada mais prava teid
ihecein, que a inslri
menos ao Estado do qu
da cspliera de sua accao; c com Is
zcr o illuslrc prelado que a predica
sAo actos de iialurcza mixta e compele
7B
te, ut decet, polestale ostra cxprcssi
airligo re de Franca 1 Consulte V. S.
enes 10, c II. do livro 7. daquella .-ira,
r o verdadeiro
Agujado Mean,
que V. S. prcle
ileveria lamben
co lem o dircilo
pura que a seicn
ila fe c da moral, ce
le seculn pralicavam
Europa, visitando e
giosa as dilas escola-
pullo
l'ara
ule lii
iim-eil
de vel
ia iiAn
una
pie
- exarla a COR
dai paterna de
que o poder e(
obro as escolas
desvie dos ruin
no anda nos princi
is hispos em algims |
inspeccionando na p
17), e un'-ni i enlre
:lc
nTacha1:
sublime
quaueia,
BomooI,
clcaiaati-
niblicas,
menlos
pos de-s-
ai/.es da
irle reli-
as, sen-
do prvidas as cadeiras do cnsino publico |ior ac-
eordo das duas autoridades rixil e ccch-ia-lira;
mas, supprimida essa direcciio espiritual dos hispos
c scrularisada inlciramenlc a inslruccao, julga V
S. (|ue anda islo nlo hasla, c que lie preciso ex
leude-la tamhcm li predica c ao calhccismn, ou ai
ministerio da palavra divina, que fundn, conser-
va c dilata por toda a Ierra o reino de Jess Clil is-
o negocios espirituaei,
regar o meu tribunal da
vu, por auloridade pon-
ipi
Igrejas e finalmente todos
de qut ton temida turar
meta da comciencla i ori/i
Oficia.
Firmada nesles gcmiiuos principios de dircl
blico ecclesiaslico a cmara dos reprcsentanl<
Blgica acaba derepcllir, e decidir mamo que se
nao publicante a peliciio de um professor publico,
Iucso queixava do seu parodio, por haver exclui-
o algumas meninas de sua escola de inslrucco re-
ligiosa, com quo so oceunava do preparar oulras
para a primeira communhao. A cmara resolvcu,
depoi do um vivo c longo dbale, que o qucixoso
devia recorrer n auloridade ccclesiastica superior,
por isso quo a auloridade civil nada tem com te-
melhanlet quettoei de religilo e de contcien-
cia. (18)
Pelo que resncila a celebrado do matrimonio,
que V. S. lambem qualilica de causa mixta, nao
possobcm atinar com o seu pcnsamenlo, porque de-
clarando mais adianle que sua ntcncAo nAo foi fal-
lar do matrimonio, romo sacramento, c que o di-
rcilo de pronunciar sobre elle no espiritual per-
lence essendalmente Igreja, pareco conlradiier-
sc quando d como materia mixta ou cumulaliva
dos dous poderes a celebracAo do mesmo sacramcu
lo, que entre os ralholicos nao se pode separar d-
conlralo. Quereria V. S. dizerque oactorcligio
so, pelo qual o parodio assislc o consagra a una
dos nubenlcs, pcrlcnco igualmcnlc ao conhecimento
da auloridade civil? Nao o creio ; cu faco niclhoi
conccilo da orlhodoxia c illuslracao de V. S. E co
mo em Indo mais que loca a esle assuniplo do na
Irimonio V. S, assevera estar de arcordo comigo
nao causare mais o sua allcnco, Meando corlo de
que, quando o nosso cdigo |ieual, segundo cu dis-
sc na ininlia rcsposln, impoe penas lemporacs ai
ecclesiaslico, que reccher a contrahentes que so nli
moslrarem liahililados na rnnforniiilado das lcis
elle n.in polia referir-sc seno aos delielos conuuet.
lides contra as disposices das inesmas leis, quo
un
Icnhi
ra,
is niAos
i li-.m-loi
ium ye,
as com
civis do conlralo.
lie ludo q
(maulo he i
Un......i dasi
deposilar nai
da Igreja
N.i.i-.u,
do gramil
anranenli
douli
que nesles
rriplores p.ira am
rcilos do imperai
licnracs l'hilips, i
de una maneira i
ductor o.ibbadc I
a-la. do ladi
usa de lodas cssas
?s laucado cm depl
poralidadc insepar
-so lirado as m.i,- .
, cj hoiivc nos lili!
isc que o parodio
rommiiiihao ao liel, qu
Mesa, podia ser punidr
qual ueste caso conq
de que de,
xpcndiil
udem os cllcitos
c pe
111X1.1!
lo |H
liem sedcixa ve
dizer, elstica
que iiidirertainenlc xn
1er eixil lodo o goveru
n papa o chele do estado
las publicistas uioder
de
1 (Ionio /.allinger, qu
sar, n,lo duvida clin
ro de fallara ou a
empos so lem valido
ar alem (losjustos lii
i-irra sarra (19).
e admillc a theoria, i
is clara o precisa, o
u/.et, cm una nota |
ila auloridade lempa
fuscs, que a
eis abusos do
lenla
Ir para a.
nao. (0)
liill opposie
orlhodoxo, p,
causas ecclosil
lorias ab inlr
vel das
-Maulla-
do ulli
]U0 ne
'p3.*e
a
V.
1 lili.
niles
O pr
larecc
ral,
tem I
pudei
piri
, ao-
csl
, (I
lilosi
islra-la, sei
-alona
a alisnrd
i sceulo, qilCIII su>
sse publiraniciilc
enlasse na Sagrad
lislrado secular, a-
ar qualquer oulr
ispo nAoprovideii
o a estas peregrinas opiniSes, os
hlicistas dislinguein duas capee
-lic.is; unas que versam sohit
nscro. ou meramente espirito*
pn
de
ras q
i line-
al, que
ala autores, ipiand
lala rclacao com
ra quaes Mo, no i
da segunda esperi
nodo com as pri
lo ao Julio ecclcsi
ici Minenle tres,
duvidOM. I.equei
nielo docaulas ni
i.ilivas da jurisdi
roncernenles., fi
i sobro li
pailicip
e o ser.
ilcrias ah
n alguina
li/. un don
ic arha annexe
Alrilual (ai!.
lir desses rano
rujo conhcrini
iras, ellos all
es-
"V
01
mais respei-
ou lem im-
Biaminemoe
islas, as can-
illo pela sua
liiiein igual-
Eu -nao sei se um simples aviso podo servir de
lerpretac.iii aulhenlica do una Ici, mas nimia anim
lendo-o altcntamente, parece-me poder qualifica-lo
de contraproducente. Nao diz elle que foi o vigario
capitular, ou o poder eccleaiasliro, quem recorrou
ao monarrlia, padroelro o protector da Igreja, im-
plorando o seu auxilio, por nao julgar sulcicnle s
dilas penas cannicas, e que nesla ousiderarao o
governo mandou (nolc-sc bem) quo elle vigario ca-
pitular lancasso mo daspenas impostas pelo men-
cionado artigo 157 contra os empregados pblicos
que largam os seus empregos som leecncaf Quem
jamis negou ao poder temporal o direilo, ou aBtes
o dever de prestar;* igreja o soccorro, que ella d
pinar, para fii/er-se obedecer e resucitar, como cm
lodos os lempos pralicarara os mais pios e zclosi
iiionarchas?,0 que ella quer he que a iiitcrvcnj.'
do estado nao passe alem de urna simples assistene
(2i), se he que os dous poderes sao realmente iud
pcndciilcs e, como amigos c alliados, se devem mi
lilamente auxiliar. E a esle respeilo permitla-me
V. S. a innocente vaidade de julgar-mc mais libera
para rom o poder civil, do que V. S. quo tanto o de
rende, poli que, nessas inesmas funceftes espiri
luacs, cuja violaco V. S. conlessa que s pmlc sei
punida pola auloridade ccclesiastica, cu admiti o
olian- de pnilorrio do iinpi'i -inte, para apoiar c fa
zcr exceular por meio de penas coacUvas os juizo
ou scnlenras da igreja. Dossucl, oinda Bossucll se
ja quem com sua mAo de mcslrc venba Iracar a li
ola que deve demarcar as suas res|>cclivas atlrihui
COes. Nos negocios niio tmente de f, como ainda
de disciplina ccclesiastica i\ igreja a decisiio ; ,ii
principe a protercao, a deleu, a eiecuojki dos ca
nones o das regias ccclcsiaslicas. O espirito d>
Chrislianismo he que a groja scja governada lelos
caones, (i; o duulo Mello Freir he menos c
plieilo sobre osle ponto, c a marcha, que elle pres-
ereve para a puiucjao dorriinc de bcresia, he appli
caxel anuirs iguaes materias da competencia d
poder espiritual. yM)
Aceroace que as antigasleiscivis c palrias.quc sup-
ponho ainda vigcnlcs, otlerccem o recurso de
nado auxilio do braco secular, bem que con
las minuciosas prccaiiri'ies derivadas do Ji
2
inte o
ido al:
ou"r.;,;r
Kcccia
blico, dei
(pie V. S
como poi
rocliiacs, que c<
lempos apstol
loram pelo deci
sucliidiiiaria, o
I. ronvcrlidas
estados calhnlii
nonistas as repi
rlcsiaslicos, coi
branca
I"
a.cuocsp
greaioa da ici
da paciencia
i silencio algumai
larca para chamar
po, as ohlanies o
ii-i-iin-lii na sua
h.
V.8.
o I ras
loro
oan
igcm,
idiliao
0 do pn-
especies
l'-illlllllllll
culos pe-
desde ui
1 (Id* liiS
icos, cm .iiloi i.is i-pi.ni.
irso do lempo olbadas como Ici con
ltimamente no concilio lalerancns
Mil Ici expressa, recebida em lodos o
os. Uaqui vem quo doiilissimos ca
ilam como una poreAo dos bens ec
n a rcslriccao do se nao poder exig
scuao pelo juizo secular, o ueste sen
pelos bi
vil. NJo
lidn he que as lahellas organisada
ven ser sanrcionadas pelo poder c
0 argumento lirado do varias carias regias, ou do
relos allegados por V. S., |his elle niio linham no
liin senAo recomincndar aos prelados, como June
eoinpeleulcs, que lizcsscni inanler os usos c coslu
mes Icgilimamenlc proscriptos.
A ludo islo responde V. S. rom o ai i. 155 i d
rod. do proc. erim., que declara pcrlcnccr 9 juslicas
ccclcsiaslicas, a IbrinaclO da culpa noscrnics de res-
ponsaliilidadc dos empregados ecclcsiaslicos para
posieao tmenle das penas espiriluaes decretadas pe-
los eaiioncs rcrebidos. Aqu releva nao dcixar i
reparo o adililaniculo, que V. S. Taz do C|iillict
puhlicosa empregados ecclcsiaslicos,qiiaudoo
digo ca
-li
islico. Pl
lija impa
t. citado
xtascninici
'o ccclcsias
iu i moral.
fa
lidioso
pode
i pe
respeilo aos sacramentos, bcncA
da sepultura ecclesiaslico, purqi
-a. raiem parle da disciplina c-
nal meza se rcfercini
militas daqucllnsinc!
nisIracAo temporal d
i-elcbrc disrursdsolir
rana, depois de lan,
alosma Igreja pela do
rao secular, inenrio
iooosloiiealeigosi
lorias lieneliciarias.s
le resullava lirar-sc
pie mais llie impoil
le servil a igreja, lir
i i, -oni o poder impedir, li
de posse de u
mais hbil r
Icar os sen
lexia e
irdcn
as que :
igrejas
e as libere
miar a g
oi.i-iaila i
na como
obi
Aaqu
edizcii
! honra
'de su:
Emliii
adnii
jigun por
i el, porq
nlicilar
pie ao o
iiicsmn pr
V I"'1'1
las pnrcoi
nio do
icubaram
loruanilo-
ebe
i pie
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lo?
(lo i
Mic-
dianlc um
ililliiu.lii i
oslabelerii
primarias
lerio liom
bem com
Mudo, ce
luc
Oulros sao
ite acerca (
ipcnbar a <
i legislacAo
dcscnxolve
icnlos bem
d as acade
>ns de rcc(
meiradaa d
llic cli
devora
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qu
ulada
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aula
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tual,
nlo .1
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JB
do
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monos graves, r
nsIruciAo c edm
lollcilude c des
opilada c bem oxee
ila inslrurcao por n
montados, desde as
unas : csrolher para o
onecida aplltlao inlcll
i nolire missiio, ou np,
m saino prelado rram-i
dislinguir da espcculaclo, que s<> que
i uicrossc c a (orinal; meslre de ama eo
irreprehaurvel, que sirva de eiemplo a so
discipulos, principalinenle na primeira idad
zcr com que a almosphcra das escolas, segu
bella cxpressAo do Sr. (iuisol, soja toda 01
religiosa : Icr cinlim a maior vigilancia no
icnlo do ensino da doulrina chriilaa
de calhccismos c oulros lxros, de qi
r, nao .nliiiiliiii.il) scuo a(|uclles qui
rom o cuiiho da approvaijao da auloridade ccclesias-
tica, atlm de que niio se repita o deploravcl cscan-
dalo|occorrido, ha lempos, em nina provincia do im-
perio, onde o governo provincial mandou 1er as es-
colas primaras o peigosssmo lixrinho intitulado
l'alavras de um Crenlc, condetnuado pela Sania S
c por lodo o episcopado francez, o que os cscrplo-
res rnnlcnipnraneos appellidaram Cdigo do re-
gicidio, e apocalypse ila tediciio : tal he cm sum-
ina a parle quo rabe ao po-ler Icmpoial |iara pro-
mover nos seus estados a inslruccao publica. Sm
agio he loda fra do sancluario, mi Iho rompe
lindo quanlo n predica c cnsino religioso, que in
cuinhe aos paslores, scnAo os nicios indircclos de
excitar o seu zelo, c rccomincndar-lhcs a liel > ,Ii-
servaucia dos sagrados caones, c do ncuhuina sor
le lomar eonherimciilo da omissao ou do abuso
que conimcllc o parodio no cxcrccio de una das
mais espiriluaes funeces |do seu ministerio. As-
sim pralirarain os antigos nionarchas porlugilczes
acerca dcslc e oulros pontos da jurisdrcao eede-
siaslica, como se ve das cartas regias de Hl de ou-
lubro de 16*7 e 9 do oulubro de 1789, que trata
especialmente do ensino do callierismo, dirigida
nao aos ouridores do crime ou oulrps magistrados
seculares, mas aos hisps, pimos |ielo Espirito San-
to para regerem a Igreja de Daos.
Nao Icnho prsenlo a carta regia,-Ojiada por V.
S. de 31 de indio de Itin:,, que mandou proceder
pela mesa da consciencia c ordens cunlra os paro-
die que uAo_ensinavani o explicax.ini o calhccis-
que esse liiJ.iiFi.il era do
y la amplissima d.lo-
an grao ineslrado da
, (lem de Chrislo, e que por lano elle ei
bhre lodos os negocios ecclesiasticos, como
de oulra caria rogia de 19 do novemhrn di
que se acha rcgislrada nos liros da sorrelar
learrehispado, conde sao indicados os objeclos di
rompeleucia do mesmo Iriluinal as scguintespala
vras. a Todoo os llegelos de materia crrlesiaslica
romo sejain quex-is de parotlios, provinienlu din
pos,
(icessi
():).
< o hci
Bares
Ir'or.i
xil di
do r.i
bolee
OU III
.111111"
abuso
de a
e pal
lereni
'.'I
eriplo
do |l-S(....
nidade n.n
mas dos |
nAose
alidada u.
V. s.,
a entre as
tica- I.'
2.- As qo
preces, i
Indas esl
desiaslira, i
pirilual. 3.
lo relativas
i>. l'leurv no seu
liles da igreja sal li-
ando escraxidao da
[(entilo da jurisdlc-
iii-.is erelcsiaslicas.
i I.- I odas as ni,i-
b pretexto do povetao
ios hispos o coiibcciin
, a e-colha do lioincn-
suiuias vetea
i padre inrapaz o in
ia parorhia ronsiilcro
liligenlo qiicoulroei
inleresscs, razan esl
luir, i.- Ilohaixo ,1
i as causas do dizinio
led
dei-.....i" V. 8. que 0 parodn
ecclesiaslico, queconiiuellcu t
biliilade, deve ler. rom diUcr-
puhlicos, o especial pricilegl
julgado cm dous juioa diOer
s penas canonical, c oulro as
la -.-. iulciicAu do leg.slador do codi
crodita-lo pelas segurles rasOes-
seria arresccnlar a ainici;ao ao all
exauloraru clero, c prixa-lo dessa
rogativa do hlrn. que no uilare
giAn Iho Toi ronferidn pelos impera
a igreja, siijcila-ln as propri:
iluaes a um mili
oinporaes. Ora
Enlcn
iiprcuadi
responso
npregados
ocessndo c
ira ini|Hir
Seria es-
sla-mc a-
rque isl<
lo, o depois di
niiipiiiiii-i prc-
la mcsina reb-
les do concede
lorias espi-
llos oulro.
ou oulro e
m crime do
nca dos ci
Je ser pr
ules, um p;
tem.
nraes'!
o-.' Cu
, l'n
;ooi
lo de
los
lllo-llll
o, dn-
alo do
dignos
dor de
ellos
ochi
a jurisdi,
os padres
- heuclicii
nos de fajigl-los por inlcrii
iiiiherinieiilo
' appellaiyies
c rauonisla,
ecclcsiaslica,
lio ordinario
.10 grado dos
veis
celes islicc
ue ao IV,
ias espir^U
i esp
que vou chaina
lo jiirisconsiillo f
(pie, lersado n,
nosso paiz, o de qu(
deve merecer lo
lo. No
lo livro 1
lugua
legisla
cacu
nde paije
lima nota de -u-i
irlugal. Iralanli
lil.
-piriti
lirilfla
el do causa, depoi:
la igreja perlenrcm
les ou mere occlesia
s, mis quaes lem a i
n e exclusivo, prove
rio, elle paasa a Inzer
direilo
6." S
de e
propflO, privali
alureza do sacerd
opse das relerida causas, (I
irel algumas idenlios com
.....issaconlroiersia. I.- As
eonsemiiiilcincule as nialrin
lo sobre as suas dependeuci
ole, doacocs nupciaes. etc.
uno, sobre rollaciio, privan
i-io de benelieio eccleaiaali
olicado, ele. :l.- Sobre obl .
is e hciicscs ou ilireilns de estol
traja
nlo da
do
Iranslo
sendo
absolv
nma3.<
loi -mi
al'.' -2.
um cdigo i
mais liberac
Porqu
ni ja (
regula
in mesi
um jui
) nao ii
pialilii,!
lie i
prest
iMior
rao
P'
ule
:i imposi.
iniivel quesej
ionado sob i
icipios do juri
seiiielhanlc inti
reelivamenle e
idade na ordci
iole,.i|H,cpeli
o, ccoiideinnadi
leudo I ia \ el pin
O O ddiclo.c III
I) Olio,.lili o U
das pi
i este c
s insp
iprudei
prelac
isado
i judi.
,dl
alia, o i
crlmea de
riluacs, c
impostas,
expressos
riliingt
pronuoel
nios Soi
rial i.
upen
iti
enrrospnnd
indique quacs sejau
quaes os puramenle
rae que Ibes deven
que em golea casos
o ailoma Jurdico<
eoiiscieiiriuso S cali
aulisos magistrados
liui porque o govern
conneeereala ann
tai-, quanlo s causas eapi
oulr'ora tinliam os hispos ue |
teuiporacscontra os delielos dos
Itesia-me, cm condoli, ped
rele ar qualquer exprcuao, que por
capasse, c paraca desdizer da subida
palliia, que *\v. lodo o roracao II,o coi
nho a doce convicrao do que V. S.,
seu gabinete, c na escolhida socied,
lores que possue, dcsprendeuilo-sc
escrupuloso apego ao texto c Icli
moderno esnipl
natiin
,r
devi
ma,
ir a for
liquet
piim
i cm oul
cao, Km que
irquc a po
, arligo q
ta m
ion
S. be
prc
cessidade de
es, ,1 i.irillil.l
V. S.
lie .In- I
lalccer
m jliiz
la dos
i.' Em
i a rc-
inslaii-
le que
i penas
'digno
bre
tequias
reja ; c
iota que
ilos lien
[fuaes apenas indi
pie ra/.ein n ubjerl
lusas sncranienlaes
liaos, com lauto que
e aeeesso ios, como
As bencliciaras
ereccAo. uniAo, di
, qualidades do he
csmolas de mis
. As lunera
mas rellida V. S.
ia natureza ecrlesiasli.
- -n.-Ki confeiiila |iela Sania S ao gri
ordo
id
consta
I7.T0,
a des-
tj) Docere, predi,
adminislrara. alque i
ia reojmea obire.
Iti Parilcr s ipii
emillal ,pi- li.I.-i a.lve
i", -i iloicoii,, aul dii
perUntl dr Usjwhn
li II, ini,nii.,,,i
i. tit. SO.
. predi
-enliir
laudo
ir
eiangelliim, sacramen
(liMiiinn iiilornnni ced
ando, ealechisando
si pioli-w Iheobig
inferai, ai tficotm
V.cr. fraueois, Ion). I,, lii.
ras, romo
sepultura,
colisa, da ii
re cm urna
a s,ci-s.io
adquirido
V. S. quai
Wo"3o
Jan secular.
sar sobro bem
\ -un se pi
do na pessna ih
poderes. Bal
por eonteqoen
da exclusiva ci
dbpttsiebes do
gislaco palril
liialiiienle, ron
na iiiiuha rasp
noso aliar de II t
perleneendoaoshi
risdicei
lioiielir
olo
-Ao di
' Sobn
i! reto
i sohr,
i liavi,
. (noli
ral; lo
do 2!
da ni
igreja
ineessao, nOgaCi
direiloa funerarios. 5."
qui o sabio jurisroiisnlli
suscilandn-se um pleili
que o hispo de Mirand.
oin os rcndiinenlos ilcslc bispado
locsla causa tem xisns de lempo
scnlciioa do desembargo do Paje
Um, que ella nlo poda ser Irat
r, mesmo por commissAo regia, \-
iispcrtenrenles immcilialamenl
nsavn no lempo do absolulismo, qoan-
solierauo se coneciilravam todos os
nlia-sc que as causas bencliciarias c
a a residencia dos paradlos, erain
upelencia dos hispos, cm xirliule das
inrilio Iridenlino, adopladns pola lo-
da qual s Irauscroverei aqui Icx-
i niai. leriniianlo, o 5 II, j.i citado
la ao padro Itocha Viamia, do luini-
eoiitubroilo 1788. Declaro, que
peasomante, cm raiao da sua )u-
ordinara, rouliecer das causas, porque os
idos podem eslar ausentes das suas grojas o
conceder ou negar as licenc,as, como for do dircilo
o que milito Ibes encarrego lias suas conscicin-ias
n.n, poilom os uiiiii-ii-i- das ordens dar as referidas
liccneas, Htm turnar conhecimento das que aer o
blsiio, averigundole foram justa ou injustamente
onrrdidan; nem os heueliciados sorAo abrigados a
mostrlas e aprcscnta-lai, seuSo para o caso de Ibes
ser necessario mostrar que esliieram Icgilimamenlc
alsenles, ou para o rneito de se lhescxpcdirem os
alvaris das suas congruas c nianlimcnlos pelos ini-
nislros c(iinpcienlo..
E quando, ao claro da lwrdadeconslilucional,
so lem extremado com mais ou menos precisao os l-
miles do sacerdocio e do imperio, sustenta V. S. que
a residencia dos iiarochos, islo lie, urna das prmei-
ras e mais esscnciies ohrigacfles do son ministerio,
no he privativa doconhecinienlo da auloridade ec-
clcsiaslica': lamlra a disposirao (ao clara daqucllc
aliar n.io allega V. S. seno o aviso imperial de23
de agosto de IH43, irerca de alguns bcnclicados do
Para culpados de falta de residencia, declarando
que, alm das penas cannicas, se Ibes podiam op-
plirar as do arligo 157 do cdigo penal.
IS I.X'nivcrs,n. .12 do 2 revereiro de la"i3.
(19. Institu. Jnr. Nalur. el Ecc, tom. 2.. lili.
subsid., Cap. 10, i 15.
-li I Auloril du Oorco el du poiivuir Mags-
lial pnlilique2. pin lie.
21 Insiilul. Jnr. Ecc. P. 1. BeJiram tom. .1.-
lil,. :i.- III. I.-V-'I"-
(22) M.unale i iimpcn.linio Jur. Can. (mil. I."
il. l.-cap.8.-saueseg.
(23) Pag. I(i6cl72.
qual V. S. allI
os limites dn sen i
as inhibas ideas, c
cm preparar pelas
legislaran, cssesjn
lunado umir suas
ladnrese estadistas
".....ellidou-ieBomai
nao se poder afolar
iiinislerio, nao su ron
nio anda redobrai
grandes nores Ihce
em esperanzosos, qu
lircs, para um da,
pondo em liarinonin
irla.qu
dessi
is, c as eiiis entre si, I
r as sabase providentes incdidas.ro
i lim a rebahilil
inagnilro deslii
realii
vernoini|ierialcoin,
colloca-lou'alliir.i dosc
divina. Nao cene V. S
bem, que o Estado lzer
re ei tero cm favor da*
le, romo lio cloqueiilci
l'bcodosio S. l.eAo o I!
de, porque Mareando
movemos ao mesmo i
Vosea salvai'Ao. Scqu
e-l
os
Irar-lhc
i de Je
iranea a pros,
ule esrreiia 1
nde1( Dal-nt
Cgocios (la iui
icaa da a
lem a U
romo leg
as leis i
ca harem
ni que o
ir o clero
o o locar
quo (odc
Cl
o e bem Iranquillo, porque nenhnm dos seos db
rellM foi oflendido, A noia poslura nao prohibe
com efleito a obra servil nenes das, em si moima,
e como um alternado ordem religiosa: lie o escn-
dalo da publieidade que ella reprime no inleresse
da ordem publica, e do respeilo dciido a couslilui-
odoeslado. E sendo assiin, que raz3o ha para
icnsurar-se ? Porvenlura nao perlencc a aulorida-
de temporal a dlreccSo e governo das cousas do ex-
terior'.' E poderia osla, sem a mais criminosa co-
niiencia, tolerar a pralica publica das obras servs,
nos dias consagrados ao cutio da religao nacional?
So lemos, po, urna reunan do oslado, que a
consliluico abriga c prologo coi.i o seu poder, tor-
ca, he convir quo lodas cssas irreverencias publicas
com as quacs, entro nos, se escandalisa a piedade
"dos liis, c se perturba a homenagem preslada pelo
calado ao culto calholico, devem ser reprimidos,
pois que ellas pcrlurbaiu ao mesmo lempo, c real-
mente, a ordem publica eslabelecida. E queris
saber como nesto particular lia-so delgado cnlre os
Ingleses, povo protestante? Es-aqui n que vos di-
r Blakcslone, por cxomplo. Nao s a profanacao
(sabbalh-bceaking) be gcralmcnlc punida pela Ici
muicipal, nao sendo lclo o mercadejar nesse da,
sob pona do oonliscacAo das merradorias, nao sendo
poniuimo. mesmo ccrlosexercicios ou passalcmpos
illegaes, bem como o combale dos louros, as aceas
l h.mIi aos, as rnmedias, ele, soh pena de inulta para
os pobres; mas al lambem, dous eslalutos de Isa-
bel, c um de Jaques I, punem os nlo-conformis-
tas, que dcixain do assislir ao sciliro divino na
groja eslabelecida por espirito de irreliguio abso-
luta, sem assislircm ao serviro de uenhuin oulro
cullo, com una mulla para os pobres c oulra para
o rci: se ellos fallam a este prereiln dous
ronsecutivos, c se conservan! cm suas casas n
nos que se condiizcm com a mesma irrelicii
gam urna mulla renovada rada mcz. E cnlao
dcstas duas legislarcs he a boa, a prcfcrivol'.
o diga o nosso povo, para quem smenlo
mos.
Ni'is riamos longe se qilizessemos citar ext
da Franca, do que lano se gosla, c al de
paizes; mas o lugar nao nos parece proprio;
la-nos ter citado o de ais povo, que abjura
iquili-
VS
(le
r.dla-
mplos
ralholicismo, nAo
randa.
Enlrelanlo a 00'
dado cm sua execu
nienlercsolvida, ti
a p
omou con
oslara ipri
chas
ido
tole
icnla
aln ser
do
sem proveilo algum para a m
i. He I...... sabido que minias ras;
Icndas de oflicios, ele, ele, serve
upo para a habilaQAo de nnumeras
ligninas al niio sao suflicionlrmcnlc
arejadas pela parle de dclraz, o
n saluda. E como nesles casos obr
r.iiinii
ia intei
idas,
loria
religi
gocio,
mo Ici
c que
cidas
nAo te
pobr,
um dii
le fcrl
de una mcia
ou duas das
quer esped
quanlo as eo
aos abusos;
prevalecer as leis, seria mislei
lando, tirar ao boiiiein Indos os
nAo ha mollino, ilollcs, por mais
xel que scja, do qual nAopossafi
lio e inloleravel abuso. 1'arei
al
lilli-ol
eiucnlc-
ramllli
eselar
slar reclusa
o, com as portas
I lem Icrem o al
rotula, abrir a |
uas portas, ou u
ule scmelhanli
iccssiles noslc ge
mas se esla com
vio depoi
irle sunen
ircm de c
I liem (
pro poden
iteraran I
gar
ilirai
ii-in
gor ap|
inellrio
o lem
,111 q
loo il
ule ou lillcral
I familias, u
ipoel
r dciim
Ira qual
nbccciuo
dar luga
uvesse di
, rioinsamenlc fal
eus direiloa, porque
sagrado
cr o ma
os port
: vele
loda le h
'StfS
111
i seu r
i semp
postara
una mlllgacao n
encureados da
imprmenlo, cert
incstji
nloqn
osan
e de
leilo
iqu
I d.
tom nada d
na Ici nal
mulla materia,
sua influencia.
No sobreililo
do frontispicio
moa nicamente
rojiei, senundi
1|U
ando
o c:
rao lienc
isso prini
mico, qu."
;ruT
nlcr a
c desroi
jge o li
rol
i scoliih
xoruc.i,
s do qu,
C un
rorrendo mais do
lugar; pnrin i,s
alleiideudo pelo
o de dsserlarAo nao
lo doliera do reflecllr
nacOca, que na falla do
fazer sentir sobre mis a
da -I leve lugar a fe
lo convento do Can
pelo dilu o de fog
, a cxpressAo mo.leri
icia dos estirados repiques doss
riamos dallar de diter que esleve mi
independenlemenle desses dous ro
la di
icles
ia, c
gnilk
aimil,
que alias abiiiidam Inda
que aquella foi feita coi
Infelizinonlc a copiosa
tarde c noile desse da,
dade fosse coinplelada
vista c machina ou baUu
haiia sido aiinuuciado,
lardeo nnilcsoguinles.
( de lardo ) levando do
qiiacsoseguraiaiii poli
a noile, j se sabe i se-
nal
le ida pompa
va que
Iho d
nsenlio qu
Scnhora
a julgar-
ilo ar, ou
pela fre-
io pode-
a ; mas,
mies, cm
iinsla-iios
esmero
ranlo i
feslixi-
querimcnlo de Tlieolonio Manuel da Trindado aue
pedia ser isento da multa, que Iba impoiera o dito
liscal, pela rallo dcaroric* nosjpesos o medidas.
Indefcrio-seo requerimcnlo.
Oulro do adminislrador do cemiterio, remetiendo
a ola dos procos dos carros fonebres que conduii-
ram cadveres para all no mea de maio ultimo, na
importancia do rs. 6949. Mandou-so rcmelter ao
procurador.
Oulro do mesmo. remoliendo I rs. pagos parase
abrir urna catacuraba das de prupriedade do cemile-
rio. O mesmo destino.
Oulro do mesmo, diiendo que, em virlude dos
arligos 18 e H do regulamenlo do cemiterio, lem
entregado, a rccIamacOes de diversas familias.os res-
tos morlaca de cinco pessoas sepultadas no cemiterio,
para scrcm doposilados dentro de urnas, uas igrejas;
mas que refleclindo na rcdaecAo de laes arligos, na-
da encontrara de posilivo acerca da Iransfi. enca
desses rcslos, pelo que escrupulisa em continuar a
proceder do mesmo modo, emquanto a cmara llie
uo esclarecer n respeilo. Ao vorcador encarrega-
do dos negocios do cemi lerio.
Urna informac3o do advogado sobre o ofllcio do
flseal de S. .lo-o. cm que consultou, se Ihe compela
pnliciar nos mercados pblicos da freguezia, respon-
dendo ao advogado afllrmalivamenle, de couformi-
dade com os arls. 8j e 86 10 da le do I.- de ou-
lubro de 1828, c arl. HU da le de 12 de agoslo
de 1884, o mais legislaco cm ligor.Mandou-ac
res|iondcr ao fiscal no scnlido da inrormacAo.
lie lido c entra cm disciissAo o parecer dado pelo
Sr. vercador l)r. Sii Percira, sobre o ofllcio do
Exm. presdeme da provincia do H do maio ultimo,
que acompaiihoii por ropia o do conselbo de salu-
brnladc com as medidas pelo mesmo indicadas, a
obstar o dcsenvolvimcnlo da tebre amarella, c de-
pois de algiiin dolalo he rcgcilado o parecer, sendo
approvada a iwslura addicional que aprcsenlou o
Sr. vercador Oliicira para os liscacs varejarcm os
quintaos das rasas, onde Ibes conslc qno existem Im-
mundcias, cm prejuito da samle publica, resolvon-
do a cmara se respondesse n S. Exc, dcrcndciido-
so das injustas accusaciics que Ihe fez o conselbo
pos que ella tem feilo quanlo piklc em prol da sa-
lid,rid-ide publica, e invocando o auxilio do gover-
Canal, (seu
onduzlo o se
Steza Bermaid, de 233 tonelada
s:3,150 saceos com 15,750 i
para iiodcr I
secrct
compr:
IK53
ido !
ceder ao
babilant
oulros lugar
Blo appro
icreador 01
o Eslandi
lem ni
mande
l'n
nho de
o Te
desla ci
dias sa
que se
a refer
a Pa
AHU
Te
planta
de que
M.il.np
se aulu
cll'citn o esgolamenlo da-
charradas as mas, emquanto se n.in pro
li -o.....il" das inesmas, c prohibir que os
d ridado ruiilinueni a fazer das prais c
res deposilos de ininiuiidicies.
oados os scguinles requcrinienlos do Sr.
nplela a collccco de lcis queexis-
i desla cmara, reipiciro que so
os lomos que fallam.
cmara municipal do Hecife 1 lo ju-
-.Intonio Josb de Oliveira. a
Ido ja publicada a poslura addicional
, que manda Tediar nos domingos i
idos ccrlos eslahelccimcnlos, requein
io as conicnicnlcs ordens pora que sej
la.
cipal I ilejunbodelRjil
ol,-
util
Bxpcrac
da peal
i da cmara mi
llinJo-rilc nlir
niio de ser den:
lesla ridado, a
be proprielario
ias de Aguiar I
em ronforinidadc da
I da
o dito |i
i predio
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mol
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libo il
SAO :ip|
cdilicacao: no
Jos Alaria Plai
se em ajuste, d
oiigenl
rnpricla
de iu.li
lida,le.
res I'erre
de edifii
desapror
couieiiK
-la I,
ra, |i
icAo
arAi
ilc a<
tKH..Monio Jai
do Pire,
r Doming
nponho que
a contratar
do inencio
palrlmonh
1 deju-
ipal doRecifi
Id de Oliveira
los Iros pareceres da roinmssAo do
primeira, diiendo que se chimatM
ido Mogalhaes e com elle so cnlras-
1 cnnrormiiladc rom o orcamcnlo do
dcador, sobre a obra que se ollcrc-
KECEIIF.DOKIA DE RENDAS INTERNAS E-
KAESDEPEHNAMBUC.
Iteiidiincnlii dndia II...... -itOslKS
CONSL'I-ADO PROVINCIAL.
Ilendimenlododiall; ^^ I:22.1698
PRAGA DO RECFB iTfS JIMH) DE. 1853,
AS TRES HORAS DA TARDE.
Hri-ista semanal.
Cambios As transaeces da semana foram
pouco impoi lanos. Sobre Lon-
dres, l.imarara-sc algumas letra a
2K Ip> ,|. por 19 a 60 dias vista,
contra dinlieiro deeonlado, ea W
lii com prato; esobro Pars a
337 rs. por fr. a dinbclro.
Assucar ----- Como a entrada vai dlminnindo
os precos vo mclhorando, leudo
oblido o braiico de segundi sorlc
J-.'-m pin arroba, lerceira boa
2r3.iO, dila regular 29200, quarla
28050, c quinta c sexta de I58.IO
a I99OI); c o 11 linca vi, lo esrolbido
a 19700 c regular a I9KOO; o dc-
osito he pequeo.
menlo eulraram 395 saccas.
Vcndcu-se de 59800 a 59900 por
arroba de primeira sorle, c de
5iOO a 59.1OO. o do segunda.
Couros------------Continuara a rallar.
Agurdente------Venden-sede 569a 579 por pipa.
Bacalhu No cometo da semana vendou-sc
um carregamcnlo a 129 por bar-
rica e oulro cnlrado depois, seguio
para os portes do sul. O disien-
to monta a 6,000 barricas,'lendo-
sorelalhado do 119500 a 13 por
barrica.
Carne secca O consumo lem sido pequeo, por
isso os presos foram menos anima-
dos, vendendo-so a do Ro Oran-
de do sul do 39500 a 39HOO por
arroba, da do Rio da Prata de
39300 J 39600. Ficaram em ser
20,000arrobas da primeira c7,000
da segunda.
Cario do pedra- Vendeu-se do 158 a 169 por tone-
lada.
Farcllo.....dem do 39 a 39500 por sacca.
l'arinlia do Irigo- Exisle cm ser um carregamcnln
de Ricbcmond que inda nao abri
prcro, c com elle o deposito mon-
ta a I.>,.i00 barricas. Rclalhou-sc
do I ,-iii., 169 da de Ballimorc;
de 159500 a 189500 da do Phila-
delphia; e de 199 a 209 da de
Trieste.
(iarrafoes Vcndcram-sc de 900 a 19100 ca,da
Un dos eiepalhados.
Genobra.....dem a 300 rs. por botija da do
Ilamhurgo.
Manlciga dem de 20 a 1.50 rs. por libra da
Francesa a relalho, c a 600 da
Ingleza.
Dcsconlos- O banco rclialcu letras do oilo a
dez porcenlo ao auno, c os parti-
culares do 9 a li
Fieles-.....Para o Rio de Tanciro a 129 por
lonclada, o para o Canal |471., c
l|2 para couros,
Ficaram no porto62embarcaccs, sendo: (anic-
riranas, 25 lirasileiras, I hamburgueza, 3 hcspaulio-
las, I hollandeza, 16 ingieras, 2oldomburgucnses, II
porluguezas, 1 russianae I sueca.
Au dolado do sul da riheira
lido, dizciulo que vollassc
ma o sen requcriinenlo, para
la parado que fica annexa
de or
npcli
s/iei
uto foi
nliii
1 lo
In
lj(.
lilil,
idade
lo lii
.'lima, segu
Pelas 7 hori
I0110 de nina
(obre o baldo
lado de fina, I
quelf......1 dos
pergaolando s
la sup|Mie-so
cr o iudvdui
10 da luja caer
lescarregada |icl
ttrarv,
icu aggreasor, in
euuido, foi pies
loj
,1.1
P
li
lio 1
"1
I
I
lial.ii
ile r
o foi
dislurbiooii
nos informados,
noile de 8 do correle, esla
da ra do (luoinia.ln escrcxeuili
incsiua, leudo oulro iiuliiiduo di
rereram all duus sugeitns de ja-
is licnii porta, o o oulro enlrou
ha pronos. Esla procura csluda
uio
, p<
UopS
I ici
I Pl
la, que
romple
idido p
lor.cqt
iar o pa
que
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la. I
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lido nuil o lil
1 Kliava di,-
que a
, prociiranlc un
11.....mi incalo 1
lianUO-M enl.io 11
Ion esle de fugii
1 pelo Sr. descinl
, senAi
indo o
l'SII
nlo desla fe
!'
conlic-
^odo-
foi-llie
tremenda haslu-
ipidoTlaquello, o
agnredid,. para o
; mas sendo per-
irgadur chero do
pela dita ra
oniovoi
I esle 1
iimcuti
o nlo
Baha
eroi
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ir del,
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|iriv.ailissim:
incomuioilo,
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Sou com 1
; proilll
presi
OS (llloll.
0 11 is a 'i11..... liben a-
OJll III,- mis p rio c 0-da
p,K grt se pa a dos C.lni lo
so ini|ierio. o [
rcinlas reflexiics que, cm rcsposla n
ia de v. s. pude, nao sem algn
lar 1I0 leilo da enfermidada, c s
011ra do jnior o sincero oflercei-
oucopreslinio para ludo que for do
distinrli
0 alenlo
1 de 1853.
.li
alil.
(Sol
considci
I servo
, arcebi
idor
ac.io de V.
Il-iln-i 20
I.....a Milu 1
Calholico'.
I'ERWMBI'CO.
IIECIFE II Di: JIMIO DE 185.~>.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETROSPECTO SBIAMAL.
No illa .5 do correnlc, piincipinu 1 Ser encalada
poslura aildirinnal da cmara desla chinde sobre
observancia dos domingos c dias sanios de guarda;
logo as nossas ras aproscnlarain 11111 aspecto mais
cegado o Inciiiirno, 011, para nicllior dizermos,
ais honcslo c mais religioso. Todos .01 esl.iMcci-
cnlos de cuimuercio esliieram fechados, o s as
radas, padaras, boticas, o os mais rnmprohendi-
dos na cxrepe.in da le, adiniltiain freguezes ou
concorrenles. Sera embargo, porrm, dessa nianircs-
laeSo gcral de obediencia, um ou oulro contraven-
tor appnrceeu; mas parece-nos que ncnhuin niio II-
011 Impone, pelo menos no bairro de Sanio Antonio,
nulo nos consta Icr andado com aclividadc o res-
pectivo flseal. Multo bem ; as leis san foilas para
icrcm osecutadas mesmo contra a volitado dos rccal-
utrenlei.
Nlo falla por ah quem telilla crilirjdo a nova
poslura, j por incnislilucional, c J ii.1i> sallemos
mais porque ; c estes laes Ini,un 1 a/.in, se cora ef-
feilo ella houvcsse proscripto a quem quer que fos-
se, que rooperasse arlivainenle para a cclcbraco
dasfoslas: mas, como assim nlo succede, c como
apenas ella ordena que se abslenham do trahalhar
puhlicaincnle, podo o nosso povo eslar bem coufor-
(21) (Jeorges Philippsno lugar rilado.
(25) Poliliquc tirc de Uacriplureliv. 7pag.
3511.
(26) Recle illud quidein ae sapientissime tuil a
regihus noslris consliliiliim, ut, postquam ecelrsia
dogma definir!, dnclrinir errorem aerlararrt, el
centur-s nliitqut cannnicis pirnlt in hirretims a-\
nimadreiirrrt, eos slalim eiiili magislralnl severlo-
ribus graviorbiisqoe prenis puniendos liadcrct
Insiilul. jar. cv. fusil, lib. I.lil. 5. g 5.
(27) Episl. cap. 3 ad Tlieodos.
fadorio
1 comai
aculo,,,
popula
1 algm
por
nsog
1, enlradonc
1 ocias do norte. Toi
oslado sanitario do a
No Caira ainda rein
ra de Sobral; c com
tilico nAo fosse sullli
dizcni qi
mitra musen
i, as-enlnu di
is siimiiiario-
dliG, ii
i"
hi
hedionda
a febr,
osla espet
le para din
amarle, por oulro lado,
e lomando a sen carao
celebre Iheoria malln
Pi
Nazai
proco
ssos curre
nualmouli
I por all
II anda n
inha I
cza sollredi
ora, mais nos.-
laes nos denior,
10 pelo inloi
.pondenli
noticias
isepiden.
gt
Sa
lornienta
iremos di
, 11.10 Ion
carias dus 1
, rereliemos
clh. lirassa
da far
i pobi
lambem, poi
c sobre os qi
Assim coi
aqui dcixadi
diada.
Eulraram
luram 23.
Ronden a alfandega vlnMMOS rs.
I'alleccrain 66 pessoas, sondo 13 born
Iberos o 22 prvulos, lil res ; c lOhomen
res c i pan 11 los, cscravos.
puhli
s de ti
lilis ; e o alto
vado a rondi-
lous malos que
ihir conlinuadanioiil,
lo a seniaiia 16 embarca
da
Ira 1 c;
1 chin
1 cm
dade
Jg
uillii-
u a fazer no qnarlci
do S. Jos; M sen,
Manuel da Alenla I.
declarar quanlo pede pela 11
do lelheiro do enligo bebodi
julga ileic ser conservada; no Icreciro
que, paga por t'.uilhcrnic Augusto Ilud
a mulla em que iiirnricu pela falla de li
a edificacAo que priucipiuu, de mu
ra de S. Miguel, no Afogado, em
casa de sua propriedade que foi de
concedesse liccuon para cuiilinuar ni
acallndole o oircrecimcnlo que faz
de assignar Icrmo, abrlgando-ae a na
nisacAo alguma pela demolico dOM olu
assiin so faca preciso, tiara abertura da
lada n'aquella Iu
DespacharamH
Castro, ii.
opi
gue
e porlAo
iuhsliluic
olida, se
sa cdilica
, proprcl
-in
1.in li
Selle
na
II,
MOVIMENTO DO PORTO.
S. M
pe
JVaro enli
heus 13 dias,
torforo, do 19 I
ida Silva, equ|i
,-s do lamilla .1
idos nodia II.
sumaca brasilcira Aorn Bt
meladas, meslre Jos Jba
igcm 7, carga 1,470 nlquci
ndioea; a Caelano Ci
Mo
Aillo
llego
i Fnnclsc
ma, de O
de llom
Gi
para abertura
pelleta
quand.
i projec-
d<
Jos de
Anloi
de II:
Ai.....
lo Anl
s dos Santos,
de Alberto Jos
de Sorna, de Bernird
ilota Joaquina de Albui|iierque
gos Jos do Sania Auna, de In-
innns Jos da Cosa, de Francisco Lucas Fcrrcira
. Hermenegildo Eduardo do llego Jlnnleiro, da
iiandadc de S. Pedro, do Di. .Manuel Clcmeiilino
irneiru da Ciiiiha, do Mara, pela forra, de ota-
iel da Trindado; c lovanlou-sc a scssAo.
Eu Jocjos Fcrrcira de Aguiar, socrclario a
. Ka
cdc. lian
ira.-llcgo
de Capih
airo. Barr
c Albuqucrqu
rilic, presldonlo.
i Brrelo. llego.
!.Dr. S Percira.
parto
ela d
arle qu
iveiiriono
acto de p
recer foi
I as baso
ERRATA.
io da cmara, publica
,la .lo parecer da rom
n Manuel Percira Toivt
le seu silio, falln di'
i'inoi i nlo ao advogado para i
da convenci.
Ir
lio
-lidiado,
nTo que
:i udem
COMMERCIO.
PltACA DO HECIFE II DE JIMIO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colar,',,'- Ollii'l-ios.
Cambio sobre Londres a 28 l|2 d. 60 d|V.
Compras de atsiirar.
I.serle a 2*050 re. por arrulla,
ido esrolbido a 19700 c lc;7'i"
llr.ini
Uasri
Com
de J
lele pal
lleudo
Moni
do carian do pedia para
nicho 30)000 rs. por
a o Canal a oarregar cm
m eaivaso saccas a 50|-c
ALFANDEGA.
ilo do din 1 a 10 .
da II ......
lem.
i Itic-
pol
Mar
lada.
ci assu-
cento-
133:7649557
8:2(119785
112:026^112
USn
Ihinue
llrigue
Palacio
Descarregam hoje 13 ilejunho.
lugiiczaI fal morcado! as.
amana Keimclle dilas.
asilciro-MiiV-i-pipas dei
raiilelro Fortuna do Sorle
dorias.
iiorliiaucz Flor
hlalas.
de Matoi
nerea
olas c
da Cola -M
Azcicdo J
I.i-Iiii.i 38 (Has palacho
-l/iii'o, de U5 loneladas, i
Soarcs, cquipagem 9, car|
ros ; a Oliveira A Irmlos
Mar Parillco leudo sabido
mezes, barca americana ll
das, capil-io AlhcrIC. M
ga azeite do peive. Veii
Passagcro, Mauocl Lopes
porluguci
Flor
Corma
ais ger
lcWorrenR.J.ha id
rghy, de 292 lonela-
se, cquipagem 2l,rar-
a oslo |iorlo refrescar e
": leudo
rio de qu
mo da.
9 bra-ileil
ra Lopes,
) .VaiiM
arga la-
senuo para o mesmo p
rliegado honlein a larde
Navio sahiilo o i
Ararat) pela Paralaba II
Cruz, meslre Vicente Fcr:
ros gneros.
IfatlO entrado no dia 12,
llio Grande do Sal34 dias. csc
do 133 toneladas, eapil
7, era laslrn ; a Sbrain
Sucios sabidos
Canal escuna inglez
Ford, carga assucar.
dem escuna lunar ii
Isae Ogicr, carga assiin
|.l(on pela Ballla briguo porluguci Desplane d
Henil, canillo Joaquim de Azcvedo Canario,en
lastro. I'.ii.:,'iio para a Babia, Mauocl l.ou
renco da Silva.
il
(I
ai
ti
"I
o
'1
ti
ti
di
Si
di
S,
ia ingleza Argo
io t.eorgo Du, equipagen
n Wlialely & Campanilla,
no mesmo dia.
i limma. capilao Janid
gleza Mcrmaii, capilAc
-
EDITAL.
O lllin. Sr. nspcrl
al.cni cumprimcnlo da
euda de 10 do correnlc,
ios dias II, 15 o 16 do i
jimia, so ha de arremalar
furneriineniu dos medie
i enfermarla da cadete d
um anuo, a contar do I.
a 30 de jiiuhn de 1851.
>r da lliesouraria provi
rcsolucAn da junta da I
manda fozer publico, q
orrenlo peranlc a mcsi
a quem por menos lize:
lmenlos c iilensiliiis \
sla cidade, pelo lempo
le julho do correnlo an
As pessoas que se prn|
_ esta arrcinalaco, comnarccan na sala das
ssocs da siihrcdila junta, nos ifias cima indicados
pelo meio dia, compolcnlcmcnlc habilitadas, que
ah Ibes serlo presentes o formulario c conde,ocs
il'arreinalaeAo.
E para constar se mandou afllxar o prsenlo c pu-
blirar pelo Diario. Socrclario da lliesouraria pra-
linrialdc Pernanibiiro 20 de iiialu de ls.vi.-o se-
cretario, Antonio Ferreira tt.lnnunciarlo.
DECLARARES.
nba i
porlo
impra para
toas novas
brasil
usada
ida mesa do con
dos os colcriadi
1 loronlo ,10 1
proiim
ulado pro
i no im-
ano l'raau
de julio
CMARA MUNICIPAL.
Sumo' axtraordlaarla do 1.- do junho de 1853,
itlcnria do Si: Bario de Capiliaribe.
II,
reir
ipad
Prsenles os Srs. Ilniri Brrelo
qlicrquc, Viana, Heno, Dr. Sii P,
Oliveira, fallando sem causa parli,
meiro, ahrio-sc n sessiio, c foi lida i
la da sessan antecedente.
Fui lido oseguinlo
EXPEDIEME.
Ira ofllcio do Etm. presiileole
lolvcudo approiadas as plaas
Poco da Panella, Caldeirelro, Moi
iulciroda, c iiiandou-so coinniu
ru mrdeador, c fazer publico por
Oulro do mesmo, remoliendo
dos mediros encarroados de ciaininar oloe.-i
malailoiiro publico, cas plantas rospcrli'
toirada.
Oulro do mesmo, dizciulo ler deferido
ment o requeriinenln da irmandailc da
igrail matriz da Boa Visla, para |K>der ro
rililirac.ioda rtela calacumbas que Ihe foi
cedidas no cemilerlo publico. Inlcirada.
Oulro do procurador, remetiendo o balan
coila c despeza muiuripacs c do rslahclecir
einiterin. aiplelle do Illez de niain llllilUO
o Alba-
Maincdo .
o Sr. Ga-
pproiada a ar
da provincia, de-
dos pin oaroos do
Iciro c Apip
licar aoi
Kliteea.
copia (I
agente
parce
?:
lAlmaadi
iliuuar na
un con-
ii do re-
uni du
le di
Hiato
ilgni
lo
2fa
I
Importacao
mal Ligciro, viudo
lir. Um -i de Siquci
da llalli
llo-lo
-.irc.is
I, 3 ca
iros di
I ea<
heles p
rendas,
i fumo,
olla, I.'
I
rapi
98
Canl
I I
fume
a J.
I
2
S
ilsolc lencos de seda,
109 lincas do limes,
c 7 eaixocs durillos ,
ricino, 211 sacras ca-
vles c I barrica quarlinlias, 1 borclapas-
ios, 100 relies piaesaba ; a ordem.
II rap; atiuilliciincSilva (iiiimares.
,a raenailorias; a Mciiron A Cnnipaiiha.
ias o 933 ditas charutos ; a Jos Antonio da
J Irniao.
la, I sacra caro pilado, 51 fardos
I caivas c 222 caiiinbas charulos ;
lioaliili
I dila
1919 c
Illas oleo de i
rira quarl
; piaesaba
rnra ara:
cm rolda, 2 c.
II. liaeulv.
irnlos
rulos
i nacional
dn
a Dn
a No
.Vora
lingos Alvos Mal
aos cv Conipanhia.
lisperanra
aciano Ci
inte:
i a'grancl
viuda
Maibeus, consignada a i
Uoraira, manlleilou nseg
1170 alqueires de larinfa
larios.
CONSULADO CERAI.
RendimenlododiaialO .
dem do dia II .......
dcS.
Cosls
os consigna-
32:8198811
5075053
mesmo mcz. A' eoiiimissAo di
icslrclind
polica.
Oulro do liscal do Hecife. dando parle, al)m de
Juc a cmara providenriasse, de se eslar Telendo,
e ordem do iuspcclor do arsenal de marraba, urna
obra do podra c cal na ra du Pbarol, obslruindo-a,
c contra a plaa da cidade. Mandou-sc ao enge-
nhero eonieador para informar.
Huiro do juiz de pal mais volado do primenn dis-
Iricto de Jaiinalin. devolvendo o livro da qualiflca-
rao dos respectivos volantes. (jue se arehivasse.
Oulro do roiilador, dizendo nao haver quola para
a obra projerlada do mollinea,nenio ila estrada dos
Pocos, nos Afogado:. Inlcirada.
(iulro do lisral de San late, remetiendo o mappa
do gado morlo para consumo na semana de 23 a 29
de malo nlllmo (.5 rezos, inrlusiie 96 pelos mar-
chantes particulares. i)m: se arrbivasse.
Oulro do liscal do Poco, informando contra o re-
DIVERSAS PROVINCIAS.
Hen.linieiilo.lo -li.i I a 10.....
dem dn dia II........
33:3.568866
1:295J67I

1:2958671
Exportacao'.
Babia, liiaie nacional Sovo otiiula, do 85 tonela-
das, romlur.io o scguiule:100 lianas manlciga,
770 barricas boralho, 1 lina bichas.
Canal de Inglalcrra, escuna ingleza liorna, de
183 loneladas, condoli o scguiule:2,520 saceos
com 12,600 i de assucar.
Rio de Janeiro, escuna ingleza Al/red. o 133
loneladas, cnndiiiio o seguinle:111 toneladas enr-
ulo do jiedra.
Araealy pola Paralaba, hiato nacional Metra
Cm:, de 31 iniieladls, isuirliirio o srarnle: 130
harneas familia de Irigo, 20 ditas asaurar, 35 volu-
nics molbados.
O arsenal il
melhoramcnlo d
m liinn estado.
Pela segunda secci
iuci.il se faz publico a I
posto do Iros por ccnlo, r.
rodo 1852 a 1853, que.
...jiain-sca eilrabir as competentes relaoflcs, afi
do juizo competente ocular a lodos aqucllcs.qi
l.isanan de pagar o referido imposto.
O conselbo adminislrativo do hospital ron
mental a cargo do 9. balalli.io de infamara, faz pl
blico quo precisa caiar o mencionado hospital C co
corlara coziiiha do mesmo : quem qilizcr arrem
lar a dila obra, compareca na secretaria do refci
dobalalhao, no quarlcl do llospirio, os 9 horas i
mandil do dia 16 do correnlc mes de junho.
Nos das 13, I e 15 do crranle oslar cm pr
ra no paro da cmara municipal a obra da reron
trcelo dn ipiarlcirlu do Sul da riheira de S. Jo*
oreada em 2:9168-1)0. Os prclendcnlcs podem
parcrcr nos mencionados ibas, no dilo pac
Ibes franquear o orcamcnlo para o ron
au sendo ailmillidn a laucar quem nAo apresenl.i
flanea idnea. E para cumiar se manda publicar
prsenlo. Paco da cmara municipal do Rccic I
do junho do 1853.Barao de Caniharihe, |iresiden
leJulo Jote Ferreira de Aguiar, socrclario.
O conselbo adminislrativo, cm virlude da IU
lorisacAo da presidencia om ofllcio'do 7 do rorreo!
mez, lem do comprar para fornecinicnlo do arsem
de guerra os objecto scguinles:
Para a campanilla de arliflces.
Sapalns de sola e vira, 66 pares.
Para o meio balalhao do cac-
Sapalosdcsolaoiira, 261 j
Para aula de prii

leso'
Harem,
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se-
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8,
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cas^
de
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ifelr
teeras,
Bra.il,
idorcs do Cear.
i.
i dos aprendizes
al Ahn
i'iier;
lida
fio gi
a da
piares, resonio uf
20 dilos,lrasladosdcAB<..20
10, dilos de liaslardinho|IO,Jar
lio
Si nonses da hislori
e'l.ima, til eiempiares, ccn
iior Roberto Xodsley, 20
loulrina clu te
dilos da baslanh.
meia grosa, peilrns de lousa, M.
Para os Irabalbos das oflirinas de I." e 2."
elasses.
Tahoasdc amnrcllo para assoalhos, I duza, dll.
de carnauba. 11 "teas: as pessoas a quem
vier a venda de lais oldeclos, a|ncseiileni u
proposl.is em carias fechadas. aci.mpanhaJa>
compleles amostras. ,,:, -e, cel.iria do con o .
minislralivo. eslabeleclo no arsenal ib- nuc.,,
III horas do dia 18 do correnlo mez. SaeraUr'
coiiselho a.bninisIrnliMi para fornecimeutu no
seal de nuerra 9 de junho de W53.-iJri/o Ingle
itin
''s -
nov
te* l
loj II
KS
assev
, Zenn.
iinne
itesr
lepo.


coronel, presidente; Bernardo Pereira do Carmo
Jnior, logaleteerelario.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
ni mita -misa i: if JIMIO DE is:;:>.
ItECITA, EXTRAORDINARIA.
Depois da eiecucilo Je urna bella ouverlura subi-
i.i nulamente n nena o mullo applaadido drama
original porluguei que lein por titulo
OERIITA'DASERRA DE CINTRA.
Denominacao dos actos.
I-A recordado.
2"O encontr.
3-O ermiISu.
i-A Icimunha.
'>A jutliea de Doo.
Perionageiu e attort.
I>. Rodrigues d'Aguilar.O Sr. Mendos.
I), iogo d'Alla-vllla.O Sr. Bezerra.
Alfonso de Mencics.O Sr. Amoedo.
Francisco de Borja, o ermilAo.O Sr. Colmbra.
I.opo.anligo servo de 1>. Rodrigues.OSr. Miranda.
O dadro Nicolao da Maia.OSr. Jorge,
alendo Annes, o physico.O Sr. Guimarfios.
II. Igncz, lilh.i de I). Rodrigues.A Sr. Manocla.
lloalriz, vellia aia.A Sr. Rila.
hidalgos, juslicas, povo, alabardeiros, ele., ele.
A acea tem lugar cm Lisboa quanlo ao l't 4* e
.V arlos, e em cinlra quanlo ao2- 3.-
Este drama que cm lodos os llieatros de Portu-
gal, Rio de Janeiro, lautos applansos lia colindo c
rlianuulo a alinelo dos mais acreditados jornacs, lie
cm duvida alguina, nma auri-brilhanle cora coni
que o genio no ardor do onlbusiasmo, cingio a Tron-
ic do seu (Ilustrado autor o Sr. Antonio Xavier
Pinto de Campos.
Nada se poupar para que o brilhanlisnio desla
sublime producto soja em ludo correspondente as
i uimcndavocs do autor.
I .-i ni i n.ir.i o espectculo com una bella Carca.
Os bilhotes arham-sc a venda na loja do Sr. Joa
quim Monlelro da Cruz, ra do Qucimado.
Principiarn! 8 lloras.
Precisa-se do urna ama, Corra on cscrava, para
o servico de casa, e compras do urna casa do pouca
Canulia ; na ra do Padre Floriano n. 5.
Precisa-se de nina metlra para eniinar pri-
meras letras a meninas, cm um engcnlio 8leguas
distante desta praca : aquemeonvier, aununcie.
Aluga-se um prelo Corle c Clel, para Irabalhar
em trapiche, on armazcm de assucar, do que enlen
de perCcilamcule, ou mesmo para qualqucr oulro
servico cm que o queiram empregar : a tratar na
Sulrdnde no sitio dos Qualro Lcocs,
Paulo Gaignou, dentista.
Pode ser procurado a. qualquer hora em
aua casa na ra larga do Rosario, n.
36, segundo andar.
mxaaBsxmm
Q aldno assignado tem a salisfaco de apre-
sonlar aongnhnrcs accionistas da companhia Luso
PIBUCACO I.ITTERARIA. "
Sahlo n luz a iuteressante obra de direilo, o Ad-
o-ido dos Orphilos, ou guia pralira do proresso
(lr|ilianologeo, adoptado aofro hrasilciro parau-
so losjuizes, escrivaes c advogados, ele.; vende-te1
rada etcmplar |>or 3gOCKI rs.: na loja de livros, ra
du Cnllcglo n. 9, c na do livro azul, pateo do Colle-
gio c na praca da Indepcndcuria n. (i e 8.
AVISOS MARTIMOS.
PARA O RIO DE JANEIRO
Scguo vageni cm poucos dias o velciro paladn
nacional Nuva Luz, recebe unicamcnlc escravos a
Trole : quem |ircleiulcr embarcar eiilcnda-se com o
i nidlo Vil;il Jos de Mullos, un ii.i (ii.ir.'i Jo i"iii-
innrjo |i. (i, eSCplorio de M.llioi'l Ignacio d'OH-
BIO GRANDE DO SUL.
O liricuc nacional Patnpciro, j.i ronlicrido pela
sua lioa coastruccao o marclia, lem iiromnlo o car-
rpcameiito, coirt.iuc dove scuuir ao Hio-lirandc do
Siil al o da 15 do corrcnle : olTerece, porm, pra-
(I pan alguma carga a frele: Irata-sc no eterJpfo
rio de Bailar & Oliveira, ra da Cadeia Vclha n. I.
Esi.i .i carga para o l'auo do Gamnradbca
barca Viajante Feliz, mullo estanque e velcira :
i m.i -se rom o mostr a bardo, junto ao trapiche do
.'Lu'l.io. c na rtia da Cruz n. Ti.
LEILAO
O Sr. Eduardo Bull, anlesde relrar-sc des-
la provincia, aulorM>u ao agente Oliveira, a vcmler
em letlo publico, (<> d.i --na 'a-*, consistnido em camas de ferro c de ina-
deira, sof, consolos, marque/as, mesas, cadenas
iwiacs, de bracos e de bataneo, aparadores de me-
sas, gnarda-roiipas, commodas, lavatorios, alguns
rom perlcnccs de porcelana, capel I ios para salas,
(miradores, rolnos para cima de mesa, clirislaes,
apparelliw de mesa c cha, quadros do rara escnllia,
um magnifico piano forte de exccllcntcs vo/.cs c
qiiasi novo, urna livroria de obras dos nielhors 10-
lon's franeczes, bem encadernadas, e demuitos ar-
liaos de Rosto c ulilidude: len pois lugar o lcilo
dos ic-rcndos objectos, lerca-feira, 15 do correntc,
as 10 horas da manlia, na ra do Scve, sobrado do
Sr. Jos (.ornes Leal, prximo ao da senhora vlova
de Juan Alaria Scve, ondcoulr'ora existi o collegio
Sanio Antonio.
AVISOS DIVERSOS.
Precisa-se de urna ama de Iclc inda mesmo
que Imita oilo me/es de parida : na Frac, a da Inde-
pendencia liviana n. C e 8.
SORTES PARA VESPERA DE S.JOAO'.
Yende-sepapis com sor I es Itetimcuto das sorlcs de S. Antonio, c S. Joao a <>
n, cada um : na vraria u. (i c 8, da l'raca da Inde-
pendencia.
1'reoisa-se fallar an Sr. Jolo Francisco Lapa,
c como se iguora sua assislcncia ucsla praca, pede-
Ho-lhe que se dirija n vraria u. ti c 8 da praija da
liidc|>endcncia.
AVISO AO Pl'RMCO.
Os abaixo assgnados avisam .10 rcspeilavel publi-
co dos)a cdade, cultores de cniECiibosc fa/endeiros,
que cm sua botica ,'agora) sila na ra do Hangcl n.
K. ni frente do berro que va i para o arsenal de
guerra, continuam a vender as verdadeiras c bem
roncciluadaspilulas para bobas, cravos seceos, go-
mase dores venreas por mais mugas que sejam
cujos bous elTcilos contestam todas aquellas pessoas
que dolas Icen fcilo uso. Composiciu do fallecido
pliarinarculicn Scbastjlo Josa'' de Oliveira Macedo ;
t par que o rcs|>eitavcl publico so nao illuda com
Otilios annuncios que tem apparecidu, li/emos o
prsenle, que assignamos.l'ei.vnto \ Pinto.
Joaquim 1'iiihciro Jacomce oulroscrcdoresde
M.mnel Vnteru de Sou/.a Rcis, avisain a quem quer
que inlcrcsM liver, quo os bei de ra/, c esrra-
0" jrorlencontes ao dito Manoel Aulcro, se acbam
Cs[imalmeii(c bvpolbccados ios annuncianlcs para
garanda de seus crditos resultantes dccllcilos c ge-
ncnNqueo detedor commum Ibes comprou, como
ludo consta da respectiva escriplura celebrada pelo
carlorio do eserivflo Bczcrra aos Iti de Janeiro de
18'iJ, sondo que por isso prefinen) os annuncianlcs,
que ningucm f,n;,i negocio ou qualqucr oulra (ran-
sirr.io rom os referidos bens, pelos quacs tem ellos
Je se pai-arem com preferencia.
I'rccisa,-se alugar urna casa na na Augusta,
Imperial, 011 mesmo pela Cinco Ponas, que lenba
quintal c enrimha, c que seu alugucl mo exceda de
M^xt rs. mensaes ; annuncie.
OIToreoc-sc urna mulhcr para oservic^o de urna
casa de pooca familia, ou homem sollciro : na ra
ySssSSMimVSBm-.
a a\ iso ao oijrwino.
f Os:i|,a\oassi(;ii!i(los enntinuam
1 liMii(|iiciir .1 todas ns clnsscs em
IjtTal os setm si ni iini'ii ins le fazen-
(lns por hii\os preros nao' me-
noade tuna pera on tuna duna,
'i ilinlieiro, ou a prn/.o, conforme
e njuatar : no sen arma/.cui da
|n in;a do Corpo Sanio, eM|ilina da
"lia do Trapiche, D. i8. Ros-
li'on Uooker & Companliia, nego-
ciantes ingle/es. 0% mesinosnvi-
o ao ii'sneitaveKpublico (pie alri-
1 '"'i no lia 3 do corrente me/, a
ua luja de fi/einlas da ra do Col-
'gio i: Passeio Publico _n. 15, di-
rigida ix'los senliores Jos' Victori-
no de Paiva e Manocl Jos de Si-
i|iiria Pitanga, para venderem
OJ .'lacado e a rclallio
Precito *e de lima ama de leite: na
Ha do Qiu>inta AchIkiiii de cliegar pela liarea Leal,
** emento de hortalicasde diH'eren-
, '"jn 'liiiiiiidezas n. 22.
-A aballo jmiEn/nla.em reapnsta a umaenrres-
ponilcHna do w |i||,o Antonio Orion Pereira lie
mt<* |.,mr0 i|e !_,_ nfer|, n0 Diario n. 121,
r"'>era noe tanto os escraro Joa*, Joaquina, e
' inw i !*rl|,i"-l o sen caaal, que j a an-
do!,"' "" "n'"'m P havera|Kie(lr(loiM
ilri. -i i pa,'^',vo, 'i"10 eom o ""Ir jii se acha
I wiauo, ,. smenle em jnin protesta ludo cipli-
,. paijiinpasjun nao sofCram tantos lillioi emhe-
""Wo 'le um smenle.
rmmiica da Cunha BandeUa di Mello.
tlrasileira, aqui residentes,a carta da rommissao di-
rectora que Coi transcripta nesto Diario dodia7,
paraos scienlificar do lisongeiro e prosressivo es-
lado da mesma companhia, c se aqnclles dos rcCe-
ridos senliores que desla pagarain a primeira pres-
ta^ao, parecer adequado o cnlrarcm com a segunda,
cno rccebimcnlo a mesma dircccflo julgou conve-
nientc solicitar-se, para poder sobre si lomar coin-
promcllimcntos, como o declarou cm carta de 10 de
marfo (j publicada J Icnliam a bondade de iliri-
gir-sc al o dia IB do correntc, casa do nicsnio
abaino assignado, ra do Trapicho n. 2fi.
Manocl Hitarle Rodrigue/.
Precisa-se de una ama do experiencia para
lomar rontn do una menina de II me/es desma-
mando, c que lamhcm seja boa roslurcira, li\rc ou
cscrava, c agradando paga-sc bem : na l'assascni da
Magdalena, sitio do Sr. Guerra, al as 9 horas da
manlia nos das uteis, ou depois das I horas da
larde.
AVISO JL'HIDICO.
A segunda ediooao dos primeiros elementos pel-
licos do Cdrocivil, mais bem corrigida c acri'sccnla-
da, nao s a respcilo do que altern a lei da rcCor-
nia, como cerca dos despachos, inlcrloculorias o di-
linitivas dos jiilgadores ; obra essa lao iuteressante
aos principiantes cm pralica que Ibes servir de lio
conductor: na praca da Independencia n. (i c 8.
AO PUBLICO.
Est justa para comprar-so a casa IcJTCI pe li'ii-
cenle aoSr. Judo Francisco Monlelro dala cidade,
sila no Paco da l'ani'lla, junto a igreja e com fren-
te para o Itio Capibaribc: quema ella se jalear
rom diroito por hvpolhccaou oulra qualqucr trau-
saeco, annuncie por esta Colha oudirija-sca ra da
Crol n. .Vi, islo al o lim do corrcnle me.
Precisa-se do un oniassailor do pailaria que
lenha pralira, e um negro para o servico ordinario
de nina casa : no paleo da Santa Ou/, padaria n.
lfi.
I.ava-so c eimoinma-seVom asseioe perfeico:
no palco da llilieira ile S. Jos n. I >.
AOS DEMES.
J. Jane, o bem condecido donlisla ha mais de ln
anuos no>la piara. |nide ser procurado a qualquer
hora, n.i sua residencia, na ra Novan* t'.*( primei-
ro andar.
iiii)i(K(ir\rni\.
f O Hit. CA8AN0VA inuihm-sc para o hoir- U
5 ro de Santo Antonio, ra das l.araugeir.i n. H
t 18, segundo andar, ondo mora o Sr. Claudio Qf
Doboui, onde pode ser procurado a qual- {.{
;>; quer hora do ilia. i
1:::::::;;: :: ;.?SSS3ffi SSffi
Drappaeea no dR 1 do con ente um cachor-
ro de rara inglc/a, com nina coleira ile coiiro, rom
rabuge as cosas, acode por Jack : quem Iner no-
ticia ou acha-lo, o quaira restituir a seu dono ; di-
rija-sc l ra do Vicario u. .'I, que sei.'i rccoinpcn-
INFORHACAO' AOS ESPECULADORES
DAGARAPA.
As ras mais l'reipienladas actualmen-
te pelos consumidores desta deleitante
bellida, sao :
Paleo do Terco, preferencia a lanolinas.
Largo da Itilicira, lado do pci\C.
HOMEOPATHIO/..
25 na do Collegio 25
PROPRIEDADE DO DR. P. 1. LOBO MOSCOZO.
Esto estabclecimenlo acba-se prvido de incJiramcnlo* todos viudos da mais acreditada pliarmaeia
do universo- A PIIAHMACIA ESPECIAL IIOMEOPATIHCA DE CATELAN EM PARS, c isso dis-
pensa do qualquer rccomnicndae^io o raz lodo o seu principal elogio. Os medicamentos sao preparados
com os mais puros c perritos glbulos, que por suaqualidade sem igual sao os que mais custam a ser
deteriorados pelahumidade, c por conseguintc os que mais convert ao noso clima verdade esta que tem
sido confirmada por todas as pessoas quo tem possuido medicamenlos do outra qualqucr botica c de-la.
10,000 A 24,000 RS.
Vcnde-so por esto preco una holica de 2i incdicamcnlos, conformo o lamaulio dos lubos o a quali-
dada-das catana.
lia sempre promplasearlcirasde 21 a 111 lubos, por procos dcniasiadamoule commodos, o refor-
mare qualqucr carteira que se aprsente.
Tubos nutra 1911(10 rs. Viilrns do mcia mir.i do lindura -29000 rs.
Na mesma pliarmaeia vende-sc eneadernado por
20,000 RS.
NOVO MANUAL
DE
MEDICINA HGMEOPATHICA
1)0
--: -;_ m. *-.
TTAL'ZIDO EM PORTUOL'EZ
PEI.O
DR. PEDRO DEATTAHVfE LOBO MOSCOZO.
Es I a obra, a primeira e principal de I odas as obCM que IflUUD da hoiniropalhia, boa nica que
pmle precncher o lim a que he desuada e salisfa/er a curiosidade de todas as pessoas niio s du arle,
como daquellasque, rom quanlo uo o sejam, tem prccisfto de c\crcc-la para acudir aos cussoUrimcn-
los e aos de sua familia, applicando-lhcs remedio ulil c que cm pouco lempo nom e\lini;iii-los.
Para facilitar a qualquer pessoa do povo a iulelligcncia desla imporlantissinia obra, cade oulro
qualquer livro que Iraic de medicina, ser ella acompanhada do
DICCIONARIO DOS TERMOS DE MEDICINA
contendo : a dcfmitj.lo clarados nomesde (odas as molestias, especitirandu o symplomas pelos quacs cada
urna se faz conhcccr, c dislinimir de oulra : a fiiaior parte dos termos de anatoma e phvsinloia com
cvpliearjio sullieicule das funcroes que cada organ esecilla c sen machiiusmo, c dos termos dcclii-
miPa, pliarmaeia, ele., etc. Esta obra aclia-soj no prelo da Ivpographia do Sr. Manocl Fiyueiia de
Faria, c saldr com a niaior brevidade possivel.
Logo que sabir esta mirar no pmoda mesma lypographtR o VADB-MEGUM HOMBOPATIIA,
pelo Dr. P. A. Lobo Mikcozo, que he o resumo das inalerias ronloudas no MAM'AL DOJAIK,c
em todas as oulras principaes obras de Immeopalliia : saldr cm frmalo pequeo, proprin parase lc^ar
commodainenle para qualqucr parle. Assimiatura para O Dieamo hedc^MIOrs. pa^os no arlo dacn-
Irega doexemplar, no CODMlItorlO homeopalbiro, na do Collegio, n. 35, primeiro andar.
Senhore redactores: Permittao que recorra
as paginas de seu bem ruiw-ciluado ZWar.o, parafa-
1er publica a aceito meritoria prilicada ultiman. mr
comigo, pelo Illm. Sr. Dr. Manocl Duarto de Fa-
riii-.quc com tanta Jislincrao e caridade eicrcc ucsla
cidado a aeicncia de curar.
Corra o niet do marceo passado, quando aronleccn
um dia sentir minlia imilhoi agudas dores ncjoelbo
dcbaiio da curva da perna dfrelta, e vendo cu que
ellas nao cedam aos remedios casciros, que llie fu-
ram administrados,chainei um mdico beinconcei-
luado para tratada; infclizmonlc, porm, os metli-
camenlos por ello prcscrilos nao dernm a doeule ne-
nliiim allivio, eslava ella em estado de uo ihhIc
maia audar; quando adicto chamei oulro proressor
para junto com o primeiro comullarcm sobre oque
se devia fazer, esle senlior apenas eiaminou a parle
enferma, conheceu logo que liavia ah um tumor in-
teruo, o qual fo immcdialamenle rasgado pela parte
da curva, sendo grande a quanlidade de pus que
I.iln evacuava ; passados diassemqucdlraiuuissfl as
dores ncm sarasse as feridas, live a boa ideia de
recorrer ao Illm. Sr. Dr. Manoel Duarde de Farhu,
o qual sem esperar de mim grande paga, poissou
pobre e vivo apenas do producto do mcu trabalho,
llo solcito etilo desvelado so mostrou no Iratamcn-
lo do minlia mulhcr, a qual vizitava Troque ule men-
t durante a sua anfermidade, niio obstante achar-so
no bairro da Boa Vista,'que, grabas a Ueos! se acha
ella completamente rcslabclccida.
O Illm. Sr. Dr. Manoel Duarlc de Faria*, nao jul-
gando suflicicnte a rotura do tumor da curva da per-
na, fez nova operado, assim como rasgn c curou
umoutro tumorqucllie subreveiona face, trabalhan-
do assim sem esperanza de lucro por espado de doui
mozes, e para dar expanso ao seu genio bemfazejo
confcro-Ihes. senliores redactores, que emquanlo me
baler o corai,ilo, scre reconliccido ao Illm. Sr. Dr.
Manoel Duarlc (la Farias, e rogarci a Ueos que llie
conceda urna vida longa e feliz.
Valerio Pacheco de Mmeida
.Na praca da Independencia, lujado M
Uarbicr Jaquim Jos Mnrcira n. 10 aluna-
se bichas do llamburito ilc sii|H^rior qualida-
dc a 210 rs,cada urna,olamhcmso vendo por
romnio niio si por sua oiccllenlc qualidade, que j
li conhecida, mas nimia pela mclhorc mais
aprcciaicl de detaar livre do molestia c com
licrfcila saudc a (odas as pessoas a quem sao
applicadas.
ln.i c Prain de Santa Hit
lin,i do Nojjtieira.
lin.-i da Calcada.
Ra Imperial, lado domar.
Iiiiinriliarocs da rita Aii|;iisI.
Quem mais algumas lufoimac/lcs iirc-
ciiar : dirija-te n calcada de S. Jofe'i das
7 huras la iinic por diante.
M iiii.ins iiAMiiriua ix\s.
ft Alusa-so e vrnde-se bichas por junio c a
;:; rclalho: na ra da C.ruz do llccifcn. VI. loja 5:f
;--J de harbeiro. ,'u'
ATTENCAO".
Nova fabrica de chapen deso, no aterro
da Boa-Vista n. 22.
O dono dc-lc e>labilei'iiiieiilo lem a linnra de par-
ticiparan reapeilavel publico de Pcruanihuco, que
llie chci;ou un grande sorlinicnlo de chapeos de so),
lano de seda como de panno, chapaos rom cabos de
caima em caricaturas, reos chapeos de aunlioras,
lano de panno como de seda, um grande sorlinien-
lode sedas c pauniuho em pocas para cohrir ainii-
res usadas, laiubeiu se fas qualqucr concert: lodos
estes objeeloscima mencionados e leiidcm mais
cm conla ilo que em qualquer oulra parle, eerlo de
que o comprador lisia da tanda lulo deixai de
fazer negocio.
L. Leconte Feron & Companhia ,
precisan alugar um sitio, que tenhaboa
casa, e que teja perto da praca : a fui-
lar na casa dos aiiiiiniciaiitcs, na rita da
Cruz ii. SM).
Arreuda-te um eugenho com 25
esrravos, 25 bois ( 25 bettat, perto de
embarque, COmsafra para tirsinilpacs,
urna (pande destilaeao e'uina pbirao de
roca madura: a pessoa que Cate predio
pretender, dirija-se a Iravessa da rila do
Vijjario n. I segundo andar, a tratar
com Antonio Gomet Pessoa Jnior.
l'rccisa-sc de nina ama de leile. preferindn-so
sem fillio, pagare bem : na na dos quai Icis n. i ,
sccii ndo andar.
ATTENCAO, t'Nir.O DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo Gtlgnoa, deaUsla receben asna denli-
frice du Dr. Plerre,esta asna conlncida como a ine-
Ihor pie lein apparecido, e lem nuiilos clocioso
seu aulor.) lem a propriedade de conservar a bocea
cheirosa e preservar das dores de denles: lira o
costo desacradavel que d em ceral o charolo, al-
uumas colas dista u um copo d'aiuia sao siillicicn-
ls : lainhem se achara p denlifrice execlleule para
a eonservacaa dos denles : na ra lara do Itosario
n. Ilf. secundo andar.
K:: :SSSfiSES}#|i
^i CONSI'I.TOKIO IIOMOI'.OPATIIK.OCBA
d TI ITO PAHA OS POIIKKS. ^
% Na rasa aniiirclla pateo do Colleaio, priniei- f
m ro andar, residencia do ceneral Abren e l.i- ^
m na. Esle consultorio he dirigido pelo proprio ^
S (eneral Abren c Lima, c ncllo dani-secnsul- }f
$ las cralis aos pobres cm lodos os dias uleis _
A desde as ilcz da nianh.la al nina hora da lar- JjJ
S de. O mesmo senlior ndc ser consultado
S por oulras pessoas o qualquer hora do dia ou
Sb da uoilc. 'i
m a i a a a a a a a;,:;:;;; a t i
Na loja n. 14, da ra do Oueimado, se dir
quem d dinheiro a juros.
O Sr. Anlouio Joaquim Alies Tetaeira queira
apparecerna ra doAragSon.S6, a negocio.
Dcsappareceu a 9 du passado um prelo, rriou-
lo, por nonic (ieraldo, o qual representa 1er de ida-
de 28 a -V) annos, levando vestido camisa de algodao
trancado, calca de zuarlc e com um surro. Esle
relo veio do Ici rcmcllido pelos Srs. Caminlia &
illios, os quacs o linhan conijirado a Manoel
Rodrigues da Costa, da lilla de Milagros, comarca
doCralo, provincia do Ceari. (endoo dito cscravo
perlencido lanibcm a Manocl de Jess da Conccicao
Cunha ; o para mais csclareciineulo lem os signacs
seguinie: batao, cabellos brancos nos pedos, bs-
tanle barbado, andar corcovado, e falla muilo bai-
lo : quem o pegar love-o i ra da Conceioo n. I ,
quesera liem reroni|>cnsado, ou a ra da Praia, ar-
nunaa de Girilherme Soares Botelho.
O nbaiio assicnado, morador no aterro da Hoa-
Viala n. 66, avisa a todas as pessoas quo tem penlm-
res em seu poder, queiram reagala-los no prazo de
8 dias, lindo ns qnaes se Vera obrrgado a vendo-Ios
para seu pagamento.JoSo Jo/i da Lu Ferrtira,
POBLIGAGAO DO INSTITUTO IIOIKEOPATICQ DO BRASIL.
DICCIONARIO POPULAR
DE
MEMOMA wMkt^h.
Obra indspcnsavcl a' todas as pessoas que se quizerem curar e suas
familias homoeopathicamente, contendo :
.1 ilr/inir'io clarados termos de medicina : as causas mais frcquenlcs das molestias : os svinptninas,
porque estas se fa/eni conhcccr : OS medicamenlos que melhor Ibes rnrrcsponileiii : a quanlidade das
loses de cada medicamento c seus respectivos inlcrvaltoa as molestias agudas e clironkas: a maueira do
curar os eiivenenaiucntns, as mordeduras de cobras, Tacadas, tiros, quedas, {laucadas c fracturas, e todas
as molestias eonliccidos, principalmente as que ciassam no Brasil, qur as pessoas Mires, quer lias
eseravas : os sorcorros que se devciu prestar mulhcr durante a pronhei, na Occasllo do parto c depois
dalla : os cuidados que enanca reclama, qur loco depois do uaseinienlo, qur duraiile a infancia : os
ncrigot, li que csln sujeitos todos os que loinain rcmedins allopalhieot: c mullos oiilros rticos de vilal
inleresse, bem como nina drscripeo concisa, cen linguagem aeeonininilada 6 intelliccncia das pessoas
eslrauhas incilicina, dos orgilos mais importantes, quo cnlrain na composicAo do corpo humano, ele.
Hit. s\iiimi oiiiaiio iinano pimo.
Mctlco |m'|,i iiijirri.il iHuIiI.hIc ilc mcilichiii o seu rafiresoiilanle as prbvhicindo norle primciio proi'au.Klor <\,\~ doalrinaa liiiinipniKiiliiriy cm
IVriinniliiici), c em lotliis as pro\iicns do norlo : fundador 1I.14 tocii-dailes hoflHBOpalhtCM da
Paralilba o do MaranliSo fundador a director di otela liomosopathlca de LVmninliuco: roembro
COrrespondeotO da academia llonKllouallliea Parla: das sociedades llalioomannlaiuu de Parh o de .Madrid: dan aeadomlai liooMeopalbieai
ilo Turim c l'alcrmo, ele, ele, ele.
Nao vos poco que dlacrodilos niinlias palavira;
poco-vos si unen le ijiie farais experiencias ; mas fa-
/cias como CU as taro, sesnudn os preccilos <|iie
\os don, ulicoreisenlau convcnciiliw.
Todos os lioniens ilevenic-linlar meilicina ; p.'i-
|ul' ella lie una occupac.lo lionesla e nlil na \da,
iN.iMtiii' para os Iioiiicih eruditos c cloipienles ; a
porque a medicina he irinaa c conipanhcira da sa-
bodoriit
f Cor/il (/c DfimocrilQti Il/>p mana,}
llahnncinann.)
Ma Iame HOTTEff, flOWTA
NARCA NOVA X. .Vi,
lem a honra dcannunciar ao resprilavcl publico e
pnrticularmcnlc aos seus fremiC7.es, que acaba de
rccrlicr um lindo sorlimenlo ilc fazemlas lodas de
ansio, sondo lucos de I111I10, lll, peniias, flores e Il-
las, ricos rli.i[ii'n- de seda c raliccocs *lc hicos, ro-
meiras ^uaruceidis de hicos, ca|cllas de llores, lin-
dos veos de inonlaria e lamlicm pnr.i ra^aineulo, 111
vas de jwllira imra noivas, louras para meniias 1
enancas, urovfenapoles do lodas as eores, cliapcos
*lo 1'.1II1.1 para senliora c meninos, lialeia para ves-
li'los, ineiasparasenliora e criancas, o oulras mili-
tas fazciulas por diminulo prc;o : na mesma loja
fa/oiiMe vcslidos de rasamcnlo c liaptismto, loucas
de meninas o senltoras, ranoiinlins da lodaa as qua-
lnl.ules, ruin perfeieo e preco rnmmodo.
oaeja a fallar no senlior cx-cadelo do ciin
ilo liai. 1II1.ni de Brindarla a p Manoel Joaquim Pal
Brralo : na ra do Ranga! n. :W, seaundo andar ,
faz-se esle anuuncio por n;lo se saber onde inora o
ililo senlior, n ncuoclo de seu inlenwe.
I'ede-sc a Bima. Sra. D. Manocl Cnelann
l.ucci :i publicaran ilo seu disi-urso de acradccimcn-
lo. reeilado no dia de seu beneficio, pororeasilo de
ser coroail em scena, allm de ser mclliormcnlo
apreciada ama peca, emqooa par de pnaaDoi Iflo
dclicadaa, roanimbram osmab nobres aanllmonloa
de gralklao para com im pernambucanos, que lano
aabeni preiar osen merlio arUsllco, rom oque mui-
looliriuaru a um seu.Idmirador.
Jj) DICCIOXAKIO DOS TERMOS ()
Aj DE MEDICINA 5)
^2" conlendo a delinicAo clara dos nomes de f
$ (odas rs molestias ele. ele. (^J
A\ Se algumai pessoas que qni/crom Icr esla fk
*; obra independenlc ilo manual do Jalir, le-
^T; nbam n bundade uestes !.' dias, (at 20 do
i
corrente junlioi inaiiilar assiunar ncslecoii'
sullorfo, pasando logo 39 rs. pela assicna-
tura : qiiandn nao, se eilrahir somenlc os
luresa tamaa .
Todas as obras, que al boje lein sido publicadas cm nortugUCS com o lim de cnsinar ao povo a
pralira da linmiropalhia. etilo longo de prceneher os louvaieis desejos ilc seus autores, e miiilo ineiius
salisfazer a curiosidade das pessoas eslrauhas a arle de curar. Taes obras sao smenle proprias para ns bo-
nicos prufessionaos versados na tccluioloaia medica, o na arle do diagnostico ; c nao para aquelles que
mullo pouco, ou nenliiim conhecimenlo leciii da medicina, e que desejam emprecar a huuiicnpatfiia
por posto e para ulilidade sua, do suas familias, de seus amigos e dos ncccssilados.
Mu liasla que se dica:para plruroilgnia, lijphoi, Uro dolni uso, oHOtmia, acna, ele., ele, ele.
lar*, lite/, e tan MiietOtlOf, Niio; islo apenas indica que ene) medicamenlos curaiii essas ino-
leslias, c jamis poder.i dar n indi^pensavel couheeiiiieiito dolas para se Ibes applicar o remedio.
Sendo pois palpitante a nccassldade ile luna obra, que poiiha as pessoas curiosas ao ahrico das
difliculdades, que constantemente encontrara nos livros de homcropalhia, loinei sobro iiiiin o penoso
trabalho de cscieier o DICCIONARIO POl'l I.AH lili MEDICINA UOUOEOPATICA, obra ler-
dadeirauenlc popular, em que leiiho gasto milito lempo, e milita paciencia em consultar os autores
do medicina, eac......modar a lincuauein da srieurin a aquella usada pelo povo.
(i DICCIONARIO POPULAR lK MEDICINA UOMOEOPATHICAfjlho una obra rompila
de iHHiHDoiialhia ; he o resultado da pralica dos houMnopalhaa ouropaua, americanos, jiarlkularmenle
dos hra-ileiros, e da ininlia propria experiencia ; ella salisfaz inleiramenlc os mdicos, que quiserem
ciperinienlar, OU eiercer a nova medicina e muilo mais anida aos pas de familias, quer dos cidade
qur dn campo, chefes de cslalielcriincnlon, captUet de navio, curas d'alma, etc., que por si Mantea
quizerem conhecer os prodigiosos oiiwios da ho.....plida.
Esta obra, quo doro constar de :< loluines, cada um de mala de 1(1(1 paginas, sera precedida de ou
Ira Igualmente multo Inlereasanle, em um roame domis de 500 paginas, quo j se acha nos prclus
da lipoaraphin do Diario de l'nnambaeo. intitulada: VADE-HECUM IM IIO.MOEOI'ATIIA
a qual he o resumo das malcras cuntidas no Diccionario Popular de Medicina llomOOpa-
Ihica, e que dcie semprc ser consultada, quando se hoiivcr de Iratar qualqucr molestia acuda ou
cliionii',1.
l'reroda assi'jnaluia 309000 rs.
Pacos em tres prestarnos; nielado na oeoasiao da entrena do YAHE-.ME(M"M ; una quarla parle
na entrega do primeiro volume do Diccionario, c n restu na entrega do secundo volunt,
\ usignalura se fax nata cidade emeas* do autor, na ra das Cru/.es, u. II, e na holica central
homu'opalliira, ra da Cadeia do Itecife, n. 61. primeiro andar.
Al dual obras depois de iinprcssas ciislaro iMIJtKKI rs. para os quo nao forem assiyunnlcs. (KlgOOO
o Vadi-Meciun, e Jtl? o Diccionario I'opular).
DEPOSITO gi-rnl lo rape princesa
Kio di? Janeiro, grotto, meio-grotto,
c lino, mi mu <(a Cruz lo Hecife,
ii. 25.
Viiva Pi'roia da Cunba encarregada
dette depotito, novamente noticia que
tempre se aclia provida de rap da me-
lliot- qualidade lix'sio, aos presos ja a
bidot de 1/1280 rt, ot doui priineitx,
000 it. o lino, teudo de cinco libras pa-
ra cima. A grande procura detterap
na falla do deLitlKMl, |nc tciu liaviilo,
tem provado bem que he o que meUior
o pilc substituir. Aceita-te quakruer rc-
clatnacao (inc liaja por Icl'cilo lidade.
RAP.
Joaquim Ferreira Mendes (nimanics
recebeu ultimamente pelo paquete Mu-
enrv, nova romewn lo exceUente rap
nacional princesa, da fabrica <\r .1. J. da
Bocha & Companhia, ilo Itio le Janeiro,
onde lie multo apreciado, e tuo pelo
nico que melhor lubttitue o le Lisboa ,
pela grande semelbaAO* quo com elle tem,
tanto emer, como em aroma : elle lie
lambemja'beiii apreciado na Habia, Ma-
cei, Cenia' e Matanliao, e geralnieole
em todas asparles onde tem sido man-
dado. Vende-se no imito deposito dn
na da Cruz. n. 57, icguiulo andar, epa-
ra melhor commodidade lambeui oaclia-
riio na loj da inesma casa : para sciencia
do publico se adverte que o rape deno-
minado princeza, grosso, meio grotto, c
lino, annimciudo no deposito da nata ola
Cruzn. 25, be da fabrica de Uatte tnm-
lieiii lo Rio de Janeiro.
Precisare do orna casa terrea, na ra de Hor
O gerente di tirina social de Silva V Compa-
nhia, lem a honra de annunriar ao rcspeilavel pu-
blico, que acaba de receber |>clo bricuc franre/
t'esitr, viudo do Havre, nuiilos e variados objeelos
de cosi, como sejam corles de vestidos de sclim
brincos bordados do velludo, para nuivas, ditos de
dilOI de cores lamliein bordados de velludo, ditos de
chainalotes de cores, dilos de rainhraia de seda, di-
tos de dita anacos bordados, meinsdesedade peso.
brancas o pretas para senhora, com licas tic horra-
cha, cnfeiles para cabera de senhora, luvts de lor-
cal pretas para senhora e meninas, peales de bfa-
lo para Iranea do melhor costo e qualidade, dilos
de dito para alisar, dilos de tartaruga para dito,
dilos de marflni para dito, cscoi nhas linas para
denles, chapeos de patita enfeilados para meninos,
ditlerenles objectos de porcelana de limito costo pa-
ra cima de mesas, cortes de colletes de seda hrancos
e de cores, laudados de velludo, dilos de easemira
bordados de relroz, dilos de dita piulados, ditos de
dilos de rhamalote de cores, lencos para grvalas de
sclim prelo o de lafcla de cores, sobrecasacas ou iia-
lils de easemira e de panno, ricas bencalas, ano-
loaduras para rolletes, c outros miiilns nhjerlos que
cortamente acradario niio s pela toa qualidade e
cosi, como pela couimodidade dos procos, para o
que sao convidados as sculioras c senhores do boni
lom, coinparccerem na ra ilo Queimndu n. 28,
|iriiueirii andar, alim do facililarem ojirogresso dcs-
se novo eslabelecimento brasileiro.
DAlil EHIIEOTVI'O.
A i isa-sc ao respeilai el publico que o csta-
lieliTimenln do aterro da Boa Vista n. 10, .
esli passado para Santo Antonio, ra do
(jueimado n. II, secundo andar, onde o re-
tratista podei ser procurado das 9 horas da i
manhaa as 3 da tarde; aqui os prcteiidenlcs i
sahirao lnleiraiuenlc salisfeitos, nao s iiolo .
variado c bello sorlimento existente para os |
relralos, como jiela scnielhauc,n da |>essoa
lielmcnlc copiada, pelo clcrtrotvpo, o relra-
' i pois esta prompto satisfazer complta-
le aos que o procuraren!.
MOBILIAS DEALLTiUEL.
Aluca-se uioliilia- completas, ou qualqucr traste
separado, a vonlade do aluuador, o por preco com-
modo: na ra Nova, armazcm de trastes do Pinto,
em frenle da run de Santo Amaro.
A fabrica de tinturara fraiicea, que oslara
eMabelecida na roa Vellia, raudou-se para o aterro
" ,1a o. 75, onde continuar a liiuiir toda a
Ui, que VflrKel, pifia-ie lien, c he jiara pe*- da Boa Vi>la n. 7., onuo cominnar, a imjjr loai
Sqw safe IraUw decaa: na ra de S. francisco quMi.liulc.1e pannos, |M>r prec.08 co.nmooS C com
n *2. promplidao
cxcmplares que sejam sullicicnlcs para a
cilicao rilo mais nuilso. Gomotloro liymiropa- i#i
Ihice n. 33, primeira andar. ^f
&is&% f<.\ s f> *> h %^t$$9
Aluua-sc a padana dama Real n.27, prximo
ao Maimninlio, com grandes comniodi'S c lodot os
seus peilences, por preco muilo comnindo: a halar
ua casa n. I da mesma ra.
CASA l)E .MODAS FBANCEZAS, ATKR-
RO DA BOA-VISTAN. 1.
MadaniG Millochau Itocs^nrd lem a honra de par
(ecipar as sculioras suas frcQuczan que pelo* ulli
mos mvOI o CtfMire Havre, modas novas llie
chegarflo; u cpiae> liloeicolhldaaporamaniodfitade
Gosln em I'mis. O BOrlimenlo conipe-sc de lindos
chapeos de seda, do c\n\,\ t de palha, liasqnines de
bico, e de enmrala com colleleti caracol c capoii-
nhoadeblcoi rollles de .eda; garnieOeade botOes
paraos dlo, eabecMl de Idond, dihw de IiiIk. ;
ehapeea de seda, de |>alha, (anlo para meninos c me-
ninas, (tu lianles c cnfeiles de lodas as qualldadcs,
roiueirasde luco, ditas enfeidas, dilas pretas, ca-
mlsinhas de cambrala bordada, e de lih, com (tiros
verdadeiroa, lindoacellarolKMa cavalleiro, inanKas
de bleo e do camhraia hordada, llores do cores linas
de todas as qinlid.ules, plomas, lencos de camhraia
de tnlio honlailo-, almuradas clieirosasrara guar-
dar lUTai c lencoe, veslldos de baile e de Meo de
blono para noivas, capcllaso caivos para as dilas ;
nieias de aeda branca, chales e capolinhos de rede
de relio/, chales c manteletes de Ideo prelo ; luvas
de Jonvin e ricos cnfeiles para os dilos, lomados de
Ilia e Ua eseda, proprios ^>ara o lempo hmido,
camhraias bordadas c lisas, lailalana lina branca e
de ciires; lils hrancos e prelos, lisos ebordados, es-
parlillios, traneM, franjas e cales de cores para ves-
tidos, hicos do linho c do bbmil, um grande sorli-
incufn de lilas largai de qualidade superior para cin-
turas, ditas mais e^lrelaspara loiicadose \cslidns; o
mais fazcudas, as quacs rccehid.is direilameiilc, dei-
viiii as facilidades de se poder \endermais baralo que
qualqucr. Madame .lillocbaii querendo facilitaras
sculioras a possibilidade de ver cssas f.-i/cndas sem
paasir pela loja, as previne que pelo ouliTo da casa
pod*-Sfl collar na sala sem mais iiicomniodn.
DBiNTfSTA AMERICANO. &
m I. W. llauon, ciniriao dcnlrsla, conlnna I
.'.? evercor sua promato, fa/endo lodas as opera- S)
coos que forem precisas de qualquer iialure-
$ M, lano por fra, como na RO residencia,
.; onde pile ser procurado a qualquer hora J^
^ na ra da Cruz. n. 7, secundo andar, no He- J
3 rife. I
::.': ........: :. : :; :/:;.;'": '::::
.1.11 miIri Siuules lem do se retirar para o Rio
de Janeiro,
Antonio Pinto de A/ovcdovaia PorluiMl Ira-
lar de -ni ande, c (lea encarroado dos negocios de
soa rasa, o Sr. Joao da Sil.a Morcira em primeiro
lugar, e em seaundo Manocl Pereira l.cmos, aos
quacs dola procurarlo.
Deoapparoeen no dia II do correle, da ra
das Cinco Ponas as Ge mcia horas da larde, um cu-
vallo ruco mo muilo claro, idade de L anuos, (cm
as cosas, pernas c a frente da Icsla feridas de vclho,
islo he, astado, tem um lohinbo nos pellos, condu-
/.indodiias a do carne secca ilenlro desaccos, e ntiais
'i saceos com varias cncommendas: quem do mesmo
lamhcm der noticia, dirija-se as Cinco Ponas n. sj
ou no eugenho Tapunma, freguezia da Escada, que
ser recompensado.
Dcsappareceu no dia .Ido maio do corrcnle
auno, da ra das Aguas Verdes, o cscravo crioulo,
de nomo Antonio Saturnino, reprsenla ler 26 an-
uos pouco mais ou menos, com ossignacsscguinles:
levou calca de hrim deshojado, camisa de algodozi-
ulio, chapeo de limbo: qncm o pegar, leve-o a dita
ra, casa n. 36, que ser rccoripensado.
Srs. Redactores. Fae/i ver ao publico, que
mo facam negocio como Sr. Francisco Clailtno de
A Morilla Ferreira, com as casas terreas sitas na Boa
Hora em (Muida, porque me be devedor da quantia
de 150(000 rs. com o tratado de me arrendaras ditas
casM. Jone Ignacio.
AVISO AOS SENHORES DE ENGENHO.
Alientas as grandes vanlagens na muagem de can-
oa, provenientes de ler os tambores das moendas
perlcitaiiicnlo lomeados, oabalio assignado nsneilo-
samente lembra aos senliores de engeobo que na
siui fundirao do ferro cm Fra de Portas se podo
pcrrcilaiueiito tornear de novo um joi;u do lambo-
res, e aparar e endireitar os denles das carretas rom
(anta |>resle*o, que se pide entreaa-los no mesmo
dia, eiil.inilo-se assim o incoiivenitnle da demora
dos carros e o impale da moagem ; assim como que
a mesma fundirose acha sempresorlida, nao s do
oras muendas de diversos lamaiilmi c modelos, se-
ii,mi (ambem de rodas dentadas, tanto para agua,
como para animaos de lodas as proporres, a saber:
miII,i por volla, volla e quarta, votao Ierro, rolla
e mcia, duas, tres, quarlru vultas, etc., etc., e por-
tanto que qualqucr scubor do engenlio querendo ac-
celcrar a sua iimcnda, a lim de moer mais canna no
mismo lempo, ou retarda-la, a flm de espremer mais
liquido da mesma caima, pide sem demora esrolher
as roilas competentes. Kundieao do ferro na ra
do llruiii passando o rliafaris. D. /'. Uoumtail,
engcnboiro.
Na ra da Cadeia do S. Antonio, sobrado n.
13, precisa-se alugar um cozinlieiro cscravo.
Descja-*e fallar com os senhores Joto Bcrnar-
dino de Vasroncellos, Antonio Duarte Pereira, A-
moro Francisco do Houra Oliveira, o Anlouio Xa-
vier de Carvalbo Meudonca: na ra do Vigario nu-
mero ti.
GABINETE,PORTUGUEZ DE LEITURA.
A directora convoca aos senliores accionistas para
lama rcuniao em assembla gcral lio dia 19 do cor-
rento, as 10 horas da manhaa, para llie ser apre-
scnlado o parecer da commisso por ella nomeada,
para desfozer as dtividas que houve na eleico du
consol lio.
Jote de Araujo Piuheiro, e teu
genro Manocl Lticut de Araujo Pi-
nI irii-i i, proprietariot dot engenhos
Covn, Picha, e Araujo, livret, e
dctcinbaracados ; faxem publico,
itie qualquer documento attigna-
cial de Aniti/o Pinliciro & Cotnpa-
nliiii, de queja' titatn, lera! a ret-
pontabilidade de anOjot, vitto a
tocicuade e boa- harmonia em que
vivcm, c para constar asslrjiam o
prsenle. Eugenho Novo do Arau-
jo t de jinilio de 1853. Jote de
Araujo l'inlieiro. Manocl Lucat
de Araujo Pinheiro.
I '.si.11 .i reronliecido-
hallador PeiciraBraga previne ao publico que
ningucm faca contracto algum com Antonio II) p-
polito do Versosa (oiilr'ora julgado saodcu e eura-
lolladodc Joaquim Jos de Mello Pimcntcl, e hojo
lebaliililado no juio do orphSos do Porto Calvo',
nom com algum dos seus procuradores bastantes
ucsla cidade, acerca de um sobrado de um andar o
solao, sito ua ra da Lapa n. I, arrematado pelo
aiinuncianle a -22 de novembro do 18.10 cm praja
publicado jui/.o de direilo da primeira vara civel,
eaerlrao llaptisla, por cxccuco de Nicolao O. Bicber
conlrn o seu devedor Josne de Josu Jardim, a quem
o dito sobrado locara na inimeira parlilba dos bens
de sen linado pal, Jofln l.cilo Pigueira, o ulliina-
meiile em nova parlilba ao sobrcdiclo Versosa, o
qual (anlo naiiuclla esecuco dr O. Biehcr, comu
no inventario do incsmo Jo.in l.eil.lo Figucira, seu
pai, fui habilitado como universal herdclro, succes-
sor c represcnlanto de seu irmito tambem fallecido,
dito Josu de Jess Jardim. E como quer que apo-
zante lodo o eipendido prelendossc algucm tomar
posse judicial do mencionado sobrado cm nomo do
N'eisosa, |Hir um formal do parlilhas, alcaneado ob
c subrepticiamente ao qual prutcsla o aiuiunciante
oppilr-so com o seu direilo por todos os lucios que
Ihe facultan! as leis, faz o presente aviso, para que
ningucm possa cm lempo algum allegar Ignoran-
cia.
O abaixo assignado rcllra-so para Portugal.
Jote .Inlonio da Cunta (uimartic/.
Arrcuda-so um sillo no lugar da Capunga,
nuil casa de vivenda de sobrado, c com bastantes
aores do (roclo, o qual porlciiccu a fallecida 11.
Plorinda Mara de Jess: a pessoa a quem coiivicr,
ruten,1.1 -r cun o padre Joaquim Haphael da Silva,
curador do demente, lillio daquella senliora,a quem
o dito sitio pcrlence.
lltIMEOPATIIIA.
Ilcnriquc A. Chaies, professor em liomeopathia,
pralicaiido desde o anuo de IS'i.'i. conlina a dar
coiisullos do graca aos iobres, |H>dcndu ser procu-
rado a qualqucr hora do dia, no seu consultorio, no
aterro da lloa-Visla n. primeiro andar.
CONSLI.TKIO HOMEOI'ATHIC
Gonel Itiiiionl, [irofcssor do'homcopalhia
pela escola do Rio de Janeiro, continua a
dar ronsullas gritti* aos pobres todos os dias \
uleis, das R horas da manhaa al ao meio dia
no son consultorio, ra das Crines n. 28.
Cllil.KAI'lllA.
O professor de Inchiaraphia Carlus Ernesto Mos-
quita Falcilo, lem abcrln um curso de sua arle na
casa de sua residencia, ra do Rangel n. 59, seguu-
do andar, pcrcchcndo pelo seu trabalho o mdico es-
pendio do Itl^tlO rs. incusaes, c proinptinraudo-
se a dar promplos os seus discpulos dentro de 3 a *
ninas, scudu gratis todas as mais licllesque eiccdc-
icni dette leni|K>. Tamhcm se obriga a dar liroes
por casas |iarliciilares para nialor facilidade das pes-
soas que se quizerem dedicar larhigrapliia, por
prcro muilo razoavcl.
Ilcsapparereii no dia 7 dn rnrrcnle una escra-
in de nomo llencdiclo, de naco Congo, representa
ter tu a ,V) anuos de idade; sabio com oslldo do
chita cor de rosa de listras, c com panno di Costa,
baila, falla grossa c rnuca, e nao se explica liem :
rufa-t1 as aiitoridades pohciaes o aos capilcs de
campo de apprehenderciu c leva-la ao paleo de Ter-
co u. III, que serao generosamente gratificados.
Precisa-se alugar urna casa de um andar, ou
mesmo um primeiro andar qne (enha boas salas o
riiimiioihis para familia, em alguma das ras princi-
paes da li enue/i.i de S. Jos: na ra larga do Ro-
sario, loja de miudezas n. 20, se dir quem pre-
tende.
llll.HIE0r.TIII.
O D. Sabino Olegario l.udgero Plnho mu-
loo-se para o bairfo de lento Anlouio, ma S
das Cruzes n. II, casa onde niorou o Rim. Sjjl
Sr. vigario eral llr. Meira, onde pode ser W
proetir.nlo a qualquer hora pelas pessow que ,':f
A o qui/.eiein honrar fom sua conliaiira. %
*#* fesaa@at
Antonio Jos da Rocha, do hojeein diaiite se
assii'n.ir.i Antonio Jos da Rocha Braga |r lia ver
| oulro de igual nonic.
AO PtBLNrO.
No armazcm de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n 2,
vciitle-sc un completo sorlimento
de lii/.emhifi, Uns c gror;at, por
piceos maia Imixoi do(|tieem ou-
tra <|tial(|uer parte, tanto em por-
crJet, como u relullio, a(liiin<;ando-
te aos compraddret um t preco
para todos: ette ettabelccimeitlo
abrio-se de conibinarao com a
maior parte das catat commcrciaes
Inglezat, francezat, allemaatctuis-
sas, para vender fazendas mais em
nuil.i do que te tem vendido <;
por sto ollerecenclo elle maioret
vantagent do (pie nutro qualquer;
o proprietario dette importante es-
talii'lecimento oonrhta a' lodos ot
seus patricios, e aq^publico cm g ral, para que venliam [a'bem dos
seus inlercttet) comprar faaeridat
baratas, no armazcm da ra do
Collegio n. 2, de
Anlouio Luir dos Snntot.
I te
quin-
tal e cacimba, cm Imm lunar, o qu seu preco nao
exceda de lOajuOOrs. meusaos, pagando-se adiaula-
do : na roa larga do Rosarlo n. 22.
CASA DK OOMMfSSAO" HE ESCRAVOS.
Xa ra Hireila. sobrado do tres andares, derron-
te do becco de 8. Pedro n. \ rcccbem-sc escravos
de ambos os scios para se venderem de commisso,
nao so levando por esse trabalho mais do que dous
por ecuto e sem se levar cousa alguma de comedo-
rias, oflcrecoiido-se para Isto (oda a seguranza pre-
cisa para os dilos escravos.
GABINETE PORTlif.IE/ DELEITHKA.
A directora manda faner puldic ana sehlmrcs m-
os accionistas c subscripto! es, i|iic otilar d'ora em
(liante cm todos os doit)iog04 c dias santos aberlu o
mesmo galtinele, de^le as lo lioras di manliaa a -'
da Urde, c di i a* y da noilc como sci|>rc.
I
/


ATTENCAO.
I i- .ili-.ir os vveres \erdes, ler crnicas c otaria,
i|u.-M-i lambem mu largo dos Si |h>I 1,1, he muila
tata I
4
~ !fi ^ 2 t-^^-c n o
* 5 2
iiIflUli
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88 f 52s 2*2.;
S-JiaS! -
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lir*iflfl
^llSpfti
C ., G.S.S.S.S-
rB rs I w. r, 'J
FUSTA DE S. ANTONIO NA MATKIZ
DA BOA VISTA.
No solemnemente 0 (donoso Santo Antonio,
erecto na Matriz, da Iloa Vista, olliriara"
o reverendissituo vicario ila l'reriie/.ia ,
pregando no evangeio o reverendo l'ran-
i i .ni, i l'rei Joaqinm do Espirito Sanio, a
noite havera' ladainha solemne, pregando
nessa oceasiao o i'everendo li-iucisrnno
liei Lourriiro da Di.ina l'iistorn Loyola.
A musir sera' brante; de madrugada
havera' missa rezada para aquello que
nao poderem ver a (esta, espeia-se que
todo* o* devoto* dette padroeiro compa-
receean para hnllunhsnio do arlo.
COMPRAS.
Compra-sc garrafas vasiasde leroi a 100 re*:
na ra Direila fabrica to licores n. 17.
CompnhM H'ii.i rarruca do um boi so, que cr-
ioja cid liotu estado* c juntamente um boi de cario
quo esteja ordo : na ra Direila u. .'.
Cnmprain-se esora\os, c voiulem-se, rerelicm-
M do rnmuiissao, laido para a provincia romo para
fura dola; na ra dos Quarleis n. 21, seuuuduan-
dar.
Compra-so traa bratfleira ou heipanhola; ni
ra da Cadeia do Recite n* 2'i, toja de cambio.
ijiiii|u.i-se eJfecUvaroenle trastes usado*. >
tambera ao tocara por novoe: ama Nova* arma
zem de trastes do l'inln, defronle Amaro.
Compra-so mi mcio nao, a colccoiin das Icis
in.i-iini.i-. desde a Independencia: quero livor, an-
liuncie para scrjiroruradu.
Compra-se un quarlo de ambaa ai asllai i i B
eaqaiua da roa da Concordia) ao vallar para a ca-
doia nova, taberna.
VENDAS
TABELLA IIOS MAS SANTOS ABOLIMOS,
l'OK 1)01 S VINTENS.
Vendse por i O rs. urna (abolla, declarando
OS das sanios abolidos on dispensadas : na livrari
n. 11 eK da praea da Independencia.
Vende-so unta lnula crioula, de idade de 1S
anuos : no atorro da Boa Yisla u. M, no primeiro
andar.
Vemle-sc nina eserava crioula de idade 1H an-
uos, coziliha, iavji OOMAlgoroa OOUHi fa/. renda o
he eicellonlequilaiideira : na roa do Culle^io n. ;il,
primeiro andar.
AS BELLAS PERNAMBUCANAS.
Vomle-sc excellcnlcs sorles para Sanio Antonio,
S. Joo c S. Pedro, a W rs. rada urna, de diflareo-
ic- coreo oboaaaroeadoai: u< ra do Vcude-sc una eserava, parda, de Is a *JOin-
nos, cpic cose e engomma : na na das Bofa*, pri-
meiro sobrado da quina confronte ao Impidi do al-
podio.
Yendo-so una bonita eserava, milito moca.
que m/inln e lava olIri>clnicule : na ruade Mor-
a* n. 2, legando andar.
Yemle-se sal elievado auora do Assji, milito
!rn*so ealvo, a bordo do hialo .iugrlim: a tintar
na ra daCadein do Kecifcn. til, primeiro andar.
Vende-so familia de mandioca cin saceos,limi-
to boa : na ra do Vinario n. II.
Vende-se urna eserava de Ansola, do ineia
idade, ptima para servico interno e externo de unta
rasa: na ra da Concordia, ultimo sobrado aosul,
a' Iralar com Manoel Kirmiim Forrcira.
A.YI ICI IDAIIE E SI l'EKIOKIOADE
DA
SALSAPARRILHA DE BRI9T0L
sobre
A SALSA l'ARRILIIA DE SANS.
Attcncao'
A SALSA PARBlLHADBBRfSTOL dala dos-
do |H-.', e (ein constantemente inantido a sua re-
putarlo som nocossidado do recorrer a pomposos
annuncios, de que as preparacoos de mrito podara
dis|K.'iisar-so. O suecc^so do l)r. BRISTOL Icm
pnivucadu iulinilas i ovejas, v, entre nutra, as dos
Si. A. K. I>. Sands, de .New-York, preparadora
o proprielarios da salsa parrilba coiibecida polouo-
uio de Sonde,
Estes seuborrs solirilaram a agencia de Salsa pjr-
i ilh.i de Bristol, ecoino mo o pmlessem oblor, fa-
bricarain nina ffnOfapde Bristul.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D, Sand* es-
erovoram ao |)r. Bristol no dia tU de abril de 1-s'rJ,
v que se acha em nosso poder:
Sr, Dr. C. C. Bhftol.
Bfalo, 4c.
Nosso a|wccavel senbor.
Em todo o anuo passa ilai/vs consideraveis do extracto de Salsa parrilba de
Vine., c pelo que ouvimus dizer de suas rirluilv*
iiquelles que a lom usado, jalgaflMM que a venda la
dita metlieina quizer fazor um conteni comuosco, cromos que
- nos resultara muila vanlagem, lauto a nos como a
Vine. Temos milito prazer que Vmr. nos responda
sidtre oslo assuni|)lo, c se Vmc. vier a osla cidade
daqui a mn mez, oh cousa somolliaiilo, loriamos
limito prazer em oxerem nossa bolica, ra de tul-
Ion, ii-Tl.
Ficam in ordms do Vmc. seus seguros servidores.
(AshiguatiM) A. R. I). SAM)S.
CONGLUSAO'.
I. s A .iiiii^uiil.iilc il.i -.il i hir.nnenlc prOval, poli que ella dala desde iku,
pi|ih. ii de Salida i apparereu em 1M, |wr na
qual esle ilroguisla au pode obler a agenria do Dr.
Kii-IiiI.
:.'. A ^ujicrimiihuli' da salsa parrillia de Brislol
lie iiironlpslavel: poiS que nao olislanle a concur-
rencia da de Sands, ede urna |Mirco deoulrasprc-
p.-ininU-s. ella lem manlidu a sua repulaco em qua*
si Inda a America.
As numerosas expcricnri.-is feila com o u^o da
salsa parrilha 681 Louai as cnferniidadcs originadas
pela impureza dosancue, eo bom exilo oblido nes-
la enre pelo lllui. Sr. llr. Simuri, |iresidenlc da
academia imperial de meilicina, pelo illuslradn Sr.
Dr. Amonio Jos*. I'cixulo cui sua clnica, c em sua
afamada casa de Raudo na liamha, pelo lllm. Sr.
Dr. Saturnino de Dliveira, incliin do etereilo, e
pnr vario, oulros meditos, pcrmillem Imjc de pro-
< I.....ar .iltainciilc as \irlu rillia de llrisini. vende-M a :>WKKio vldro.
Vbto acliar-w de novo aberla a liolica do Sr. Jo-
s Mara loncal\cs Kamos, na anliua ra dos (Juar-
leU, miidmi-e oulra va para all o deposito da sal-
sa parrilha de Biislol.
SBELOS.
Vende-se no annazem do Sr. Aunes
iarelo ein saeeat de o arrobas, por me-
nos preep do que em outra qualquer
parte.
Vcude-se una eserava crioula, mo^a, com
habilidades, e grvida de 6 meres: na ra do tan-
ge! n. 50, teuundo andar.
Na ra das ('.rimes n. "i:, vende-se urna criou-
la de annos, ipie engomma e he coslureira, fai
bem una camisa do liunicm, far. lab\rinllio e mar-
ca, roiinliae laya de satino; una dila de dO anuos,
qiiecoinha, cose chnoe lava.com orna filha mu-
laliiiba de 19 meics, e urna parda de 40 anuos, limi-
to robusta. ____
OH 1 Ol'E PECRtSCHA.
O verdadeiro rouro de luslre, marca easlello.
vende-se na ra Nova n. 90, loja de Joo Fernn
des Prenle Vianna, a 3!tOI)rs. a pclle; a elle frc.
nuezes, antes que se acabe,
DAUf 0\\l\
tai
C. STAItR&C.
rospoi losa mente aiinunriain que no son extenso es-
lalH'lecimenlo em Santo Amaro, continua.I fabricar
com a motor perfeicaoo promplido.loda aqualidade
de macliinismo para o uso da agricultura, naxe^a-
rao 0manufactura, o que para maior commodn de
MU niniifiostis freuuczese to publico em eral, (em
abarlo em mu dos grandea anruuena do Si. Mesqui-
la na ra do Bru, alraz do arsenal do maiinba,
um
DEPOSITO DE MACHINAS
construida! no dito son eatabeleclmenlo.
Mli adiaran os romp adoros um completo sol l-
menlo do mooiidas de raima, com lodus m mrllm-
rameulos laL'uns delles noxos eoriinaes deque a
experiencia de uiuilos anuo (em mostrado a neers-
sitlade. Macliiuas tai xas dr lodo lamaubn, (auto btilidas romo Rindidai.
carros-de iniio e ditos para condu/.ir formas de Uto-
car, uiacbinas para moermaudioea, prensas pata di-
to, (ornea de farro balido para farinna, arados de
ferro da mal approvada conalruccfio, fundos para
alambiques, crixos o portas para fornalbas, o una
iulinidade do obras do ferro, que seria oiifadoubo
enumerar. No mesmn deposito existo urna peOMM
Intelligente e habilitada parareceber lodaaaten-
COromondaJ, etc., etc., que os annuuciiinlos contan-
do coma capacidade do sua* olluinas o macbiuismo,
o pericia de leus olloiaOB, se coropromettem a faxer
oxecular, com a maior presteza, peiroo.io, eetacla
conformidadocom osmodebtsou desodlos, oiislruc-
ces que ibe forcrn fornecinas'
FUNDICAO' DAURORA.
Na rundirrio d1 Aurora ai-ba-seconslanleuienle um
completo soilmenlo de machinas de vapor, lano
d'alla como de baill pressau d.....OllelhM os mais
pprovadoa. Tamben se apromplam de cncommeii-
da de qualquer forma que se posean) desojar c.....a
maior preslcza. Habis oiih iaes serio mandados
para as ir aawolar, e os fabricantes como lem de
costiiqie aliani.ain o pcrfeitotrabadlo deltas, ese res-
piinsabilis.-iin por qnal(|ner defeilo que puau Helias
apparerer duraule a primeirasalra. Mullas machi-
nas de vapor coaslruidas ncsic eslabelecimcnto lem
esladoem musanle snico nesla |irovillcia 10, 19,
e at 16 annos, e apenas lem exigido mui insiguiH-
canles reparos, c aigumas al nenliun Busolulaincii-
i<-, aorreaceiido que o eonsammo do eonbuslivcl be
mili inconsideravcl. Ossenlioresdeengenliu, |his.
colillas quaesquel peSMias que precisaren! de ma-
chiiismo sao i-es|iriiosauieiile convidados a visitar n
estabclociilionto em Sanio Amaro.
COLCHAS BRANCAS COM SAl.l'ICOS
a l-i,iMI cola una
na ra do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadeia.
No Forle do Mallo, defronle do armaiem do
Sr. Joaqiiim Irancisco de Aleiu, anda continua a
\ondor-se cera de carnauba, lencos, loalhas de la-
birinllioc oais elfeilos. por proco commodo,
TOAI.IIAS ECONMICAS
para mesa a 19600
na ra do Crespo, loja da esquina que VOlta para
a Cadeia.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Nette eslalii'leciinenlo (-oritiiiua a lia-
ver um completo soilimeiito de mofli-
da e meias moenda para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixat de Ierro batido
e eoado, de lodos os lainanlios, para
dilo
Vende-se \inho da Madeira de superior qua-
lidtdeemquarlose oilaiosdejii|Ni, por preco com-
modo: iioaruia/.ein de N. O.llieber ,\ t^ompanbia
na ra da Cruz n. i.
No boceo do oiicalvcs* arma/ein ilc Deane
Voole& Conipanlia veade-SC meias barricas com
superior f.irnlia de Irimi.
PARA BAPTISADO. t'
\'cnde-se ricas loucas de tilo de liiiho. sa- 'ij
U paliohos.lc miiiide cores, com bordados ra
1 para meninas ,ni ra Nova, loja n. 9. M
Vende-se urna crioula moca, sadia c nc boni-
ta liuura, que be porfeila cozinbeira e ennoininadoi-
ra, cose, faz labxiinlbo, eludo o snico de nina
casa rom muila ncrfeicSo : na ra eslreita do Rosa-
rio n. ;il, legando andar*
Vende-se um sobrado de mu andar na ra do
Amparo em Olinda : nosla lypographla se dir
quein venda*
a laoo ks.
Corle, Crespo, loja da esquina que volla para a Cadeia.
Vende-si' ISosrravos sendo I mulata que com
e enuomiiia. molecoles de bonilas ligaras, <> CK1 a-
Na loja n. 39 da ros do Qnelmido, vende-sc a
200 rs. o eovado de chitas fraucezas para colicrla,
de lindas e-lampas, com qualro palmos do largura.
BRAgOS DE BALANCA DE R0MA0'
&COMPANHIA.
Vende-se braeos de balanea de Romo
A Companhia prprios parj baldo de
vender a' retalbo, e mais barato do que
em outra qualquer parte : a tratar na
rua do Vifjario n. 19, secundo andar.
Vemlem-se lonas, brintao, brins o meias lo-
nas da Knssia : no armaiem de N. 0. Biebcr j
Companhia, na rua da Cruz n. 4.
Taixas para engenhos.
Na fundieao' de ferro de D. \V.
Ilowmann na rua do Bruin, pauan-
do o ebafiriz. continua haver um
completo sortimeiito de taixas de ferro
fundido e batido de 3 a 8 palmo, de
bocea, ns qnaes acbam-se a venda, por
preco commodo e com promptidao':
eiiibaicam-se ou carre(;am-seein carro
lem deipeza ao comprador.
AOS SKM10HES DE ENEXIIO.
O arcano da invenrao' do Dr. Eduar-
do Stollc em llerlin, empii'jjado na co-
lonias inglezai e hollandexa, com gran-
de vantagem para o memoramento do
BNUCar, aclia-se a venda, em lata de lll
libras, junto com o metliodo de eiiipiv-
ea-lo no idioma portuguexi em casa de
X. O. Bieber & Companhia, na rua ds
Cruz, ii. i-.
ATTENCAO amo RS. A PECA.
MauapoMo com um pequeo loque d'avaria, leu
do viole varas, largo, Ihiiii a SJ300 rs. a pee,: n,
armaiem do laxendaa iuule/as de (ouveia A l.eile
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Ciiulia ,\ Amorin, rcaeJicram pelo iillimn navii
de Lisboa liareis com i flf: de superior cal em pedra
para o fabrico de assuear. e veiideiu |Kir menos que
em entra qualquer parle ; e para ferliamciiln de mil-
las ii,,i restante de polassa americana: na ruada
Cadelado Itecfc u..vi.
MO
Kim
MO
aoo
no
100
no
BOO
son
800
vos de iodo servico, e
po: na rua Dircila u.
de servico decaiii-

DAVID WII.I.IAM BOWMAN, euaeidieiro ma
ebiuisla e fundiilnr de ferro, mui resiMnlosamenlc
anuuiica aos scnliores proprielarios de engenho*,
fa/eildeiros. e aorespi'ilavel publico, queosen csla-
lielecinienlo de ferro movido por machina de vapor.
na rua do Itriim pausando ochafaii, contina em
elTeclivo exerricio, ese acha complelainenle nionlado
rom appaielhos .I. piinii'ira qiialidade para a |ier-
feila ronfeccaii das maioral pecas de iiiachinisino.
Habililado para emprehender quaesqner obras da
sua arle, David Williain Ibivvinan, deseja maispar-
lirularmenle chamar a allencao publica par, M a-
-nuil,'-, por tordellas grande sorlinienlo ja' promp-
to, em deposiln na inesina fuidica, as quacs cons-
Iruidasemsua fabrica podem ronipelir com as fabri-
cadas em pata eslranaeiro, tanto em preco como em
qu.iliilailc de malcras primas e niao do obra, a
saber:
Machinas de vapor da melhor eonslruca.
Mnendas de raima para onuonhos de lodos os l-
manlo, moi idas a vapor por agua, ou ailases.
Rdala, asna, monillos de venlo eserras.
Manejos lulepcndenlespara eavallos.
Hodas dentadas.
Aguilhoes, bromes e rhnmaeoiras.
Cavilboes c narafusos de lodos os lamanlios.
Tainas, parns, crivos e liocas de fornalha.
Mniihos do mandioca, movidos a ma ou porani-
maes, e prensas para a dila.
Chapas de fogaSc fbrnos defarinba.
Canos de ferro, lorneiras de ferro e de bronze.
llombas para cacimba c de repnno, movidas a
mno, por aninines ou venlo.
iiiiinila-ii's, gaineho,* macacos.
Prensas hidrulicas ede parafuso.
Frrragens*para navios, carroso obras publicas.
Columnas, i aramias, grados o porles.
Prensas do copiar carias e sellar.
Camas, carrosde maOearadosde ferro, etc., ele.
Alin da superioridade das suas obras, ja' ceral-
menle reconboeida, David Williain Boninau garanta
amis evada conformidad, ..... moldes o dese-
nliiisiiinelliilos pelos senhores que se dignarcm de
faaer-ll......icommeadas, aprovcilaiuln I occnlaO pa-
ra agradecer aos sens numerosos amigos e Ireguezes
a preferencia rom que lem sido por ellos honrado,
e a-souiira-lhes que na poupara esfnrcosediligen-
i i.-- para ccuilinuar o merecer a sua confiauc,. I
Vende-se por ."ikiskki rs., ama lypographia rom
maisdeilMI ., de Ivpos muilo bem sorlidos, o um
lioin |>rlo de ferro e p o: a quein convicr dirija-se
a ruadas Cruzos n. 'JH, segundo andar.
Agencia de Edwln Mor.
Na ruado Apollo a. (i, arma/ein de Me. Calmout
,\ Companhia,acha-M conslanlemenle bous sorii.
inenlos ile laivas de ferro coado e balido, lano ra-
sa como fundas, mocadas ineliras todas de ferro lia-
ra animis, auna, ele., dilas para armar em madei-
ra machina hortaoolal para vapor rom forra de
S eavallos, cocos, passadeiras de ferro eslauliado
para rasa de punzar, por inclus preco ipieosde co-
bra, esroveos para navios, ferro nale/. lano em
barras como cm arcse folbas, eludo por barato
preco.
VENDAS.
VELAS l>R STEARINA, francoMS, de Geni li
brabrancas v de coros.
CEMENTO de llambargo cm barricas de II ar-
rollas, chesado novainenle.
ACODE MII.\owrlido.
OI.EO DELINAACA cm lalai do ."> galdos,
ROI'I.M DA INDIA da primeira sorle, c iiitiilo
alxo.
I'AI'KI, liE l'KSO inglcbranco o a/ulado, e
peunaidu ac lambem iuidc*.as.
/I.NCO ICM l;OI.IIA, proprio paran forro de na-
vios 00 p.ira a coborla do lelos, e por una (piarla
parlo do proco do cobro ; o mesmn em folbas Itera-
do, proprio para cubrir unilas para uuardar comi-
das.
I ni completo sortimonlo do VIDROS ordina-
rios como COPOS, CAI.IX, GARRAFAS, etc.,
pn* se venden muito era coala para ladiar a (ae-
ini.i.
CU10S, LONAS K BRINS DA RUSStA. c urna
porc;io.le I.INIIA ALCATROADA.
lua lacinia pajuena de VIN110 DE CHAM-
PAGNE muito superior,c cheuada aflora: rua do
Trapiche n. :i.f'../. ASTLBY iS ('.
Vende-se uma prela, e um moleque, sendo a
prcta ile idade t> anuos, c o moleipic \'\ anuos :
na na Velba n. .V>.
Vende-se carnauba do primeira sorle, c volas
lamben): na rua dos Pires n. .~iO.
Na loja de (i portas ein freulc da oreja do l.i-
vrameido. vende-se bitas .le coros com mullo boro
panno, a I ll rs. o eovado, risradinbo franco/ de co-
res escuras, a KM) o coxado, alpaca de cores, lisa c
de quadros, propria para xcslidos do senlioras, a
diO o eovado. loncos com barra de Cures, a KiO cada mu, ditos para me-
ninos, a KO rs. cada um, corles do cana eliila com (i
varas c meia, a In.iki, o diales de IJa prelos para
lulo.
Vende-M una taberna bem afrcouo/ada, na
esquina da rua dos Acounuinbos, freuuczia de S.
Josa, a tratar na rua do Sania Thcre/a n*0O*
\ena(?-si' cslcnas ila Cliina, do
illimo j;osl(i, para l'orrai*salas, por
ireco cainmodo; ein casa di* .lo-
llllton PalcriVL, llanta (loViga-
mkwmumm tmmmmm
Aa rua do Arainm n. vende-se por proco
mundo ossesuinles trastes em boro uso: cadei
i, consolos, so fas, c mesas do mein de sala, de
Jacaranda, e oulros muilos trastes, (|uc serAo pre-
sentes avista do comprador.
Vende-se tima carrooa, leia em
Inglaterra, rom os competentes arrotos
para dOllS ("avallos, a (jiial pode (iril-
mentc condu/ircem ariolias de nssucar,
lio intetramente nova e vendo-so |)olo
motivo i\c nao oslar anda acallada a es-
trada por onde dovia tramitar : fpiein a
pretender( drija-*e n Lu% Gomes Fer-
reir, no Alondo'jo.
No escriptorio de Francisco Sevc-
ri.hio Raltollo t\ l'ilho, nolar;oda assem-
blea, vende-se por prec/) commodo saocas
mnito grandes com snpci'ior fai'ello.cbc-
gado agora de Lisboa.
Vende-sc cbarulos de llavana: na loja n. -2,
da rua Nova.
Ycmle-se Iros moradas de casas, na cidade de
Olinda, urna na rua da l'raia do S. Francisco, ou-
tra na rua do Canoo*. e oulra na rua do Coso; ludo
do podra o cal, cbAos prprios, o um erando'quin-
tal : a tratar no Recife, alerto da Boa-Vista, casa
Joo Jos de Carxalbo Moraes avisa a. publi-
co, OJIie acaba de lorober pela barca l.rnl, uma por-
r.n i do molbor rap de Lisboa, do qual se resenta a
falla : os amantes deste genero podem recorrer b'-
ja de forrauons da i na di: Cadeia, onde pdenlo com-
pra-lo, polo proco laxado de IIjjO por libra, c a
dinbeiro ;i xisla.
Yendo-so nlco de ricino : na rua da Cadeia
Vellia, loja do ferrayons n. M>, por menos do que
em nutrat|ual(|iicr parlo.
Veade-se quoiios do manloiga, muito frescacs,
viudos do serbio do Serillo: na rua dos Martxrios, ta-
berna n. H.
TAIGHAS DE FERIIO.
Na fiimliriio' d'Aurora cm Santo
Aiiniro, c tamban no DEPOSITO na
rua do Briiin Ioko na entrada, u defron-
le do Arsenal de Maiinlia ha' sempre
mn grande sortimento de taicjiat tanto
de fabrica nacional como eitrangeira,
batida*, fundida, grandes, pequenai,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
evistem quiadastes, para carregar ca-
non, ou carros Mvres de despe/.a. Os
nrecos sao' os niais commodos.
Em casa de J. Kcller i& C
da Cru/. ii
AO PUBLIC.
Osaboixoassignadosvcndcm na sua lo-
ja da rua do Collegio e Pusxt'io n. 15
um rico sorliiiu'iiln de sedas, lisa,, furta-
cres e lavindus, por baivo, precos.
Rostron llooker Coinpauliin, negocian-
tes ingle7.es.
IIAII DE LISBOA. A 40 RS. A OITA-
VA, E 0ITAVAS POR 100 RS.
Nn rua ila Cadeia Velba n. Ii, loja do Rourgard,
vende-se rap de Lisboa, rhegado pela barca Leal,
|ielo preco cima tniado.
PAO CRIOULO.
Na padaria da rua da Senzala-Nova, n. 30,
acba-sc a venda diariamente 0 IwHouao erioulo, fa-
aricado por rxlindro, moda da curte do Riu de
Janeiro, o qual alom da superioridade an pilo enm-
mum, lem a vantagem de wr sonto derecebero
mais pequeo io||mj de suor do amassador, visto
que lie amansado por luaeluua : ua inesnia padaria
acliarfto sempre as pessoas de Iwm oslo o scuuinle
Riscoilos de aramia c d'ovos a libra. .
Kalias darainba ,-.......
Itolarbinbas deararula puru.....
Ditas americanas........
Hiscoiliiilios do erva-docc.....
Ditos de lama.........
Ditos de laranja........
Ditos de familia.........
Ditos imponaos........
Ditos amantes. ........
HLA DO CRESPO n. 9.
Vende-se elilla lina, a ijo rs* o eovado, oatsi Oran-
can sii|>crior em qualidade, c lindos piidrAos, i 20.
'Jitle -2i'ii> rs. o eovado, cortes da cambraia frauee/.a
ile cuns oscuras, a 2TO00 rs., ditos do hrim de linlio
imilando easemira, a nmv) -.., aloalbado de alco-
dao de :l a f> palmos de largura, a 400, OO e (00
rs. a vara, riseado monslro rom ."> a t palmos delar-
uiira, a -2~0 rs. o eovado, o oulras muilas fa/.eudas
ior diminuto proco.
PARA S.J0A0'.
Veiuliyso aiuciiiloas confeitadas
viudas de Pars, propriaspara sor-
tesde San JoOO : na rua Nova, loja
aira/, da .Matriz..
WBBMBBKBESU3B0US
SUPERIOR FAZENDA PARA ES-
CRAVOS.
Nos i|ualro cantos da rua do (Jueimailo, bija n.
>0, vende-se aliiodao da Ierra, de muilo boa quali-
da*de e por proco conunudo.
Na rua Nova n. IH, loja de M. A. Cajii.bc
sempre um arando sorlimenlu de obras feila, de
lodas as ipialidades, lano superior como mais ordi-
narias camisas brancas, linas, france/.as, o de co-
res; chapeo, frailenos, finos, dilos de abas lanas,
hranras, cor de rliunilio, prelos e cor de vinho, os
mais linos ipic lia no inercado. dilos de soda ; um
sorlimenlo de pannos linos, e nierimis do lodos as
cores, lirios braucos c de cores, de poro liiibn, e
de nulros muilos padroes; lencos de seda para algf-
lieira, dilos para sravaia, suspensorios, boucl para
ni,mhiria de senhunis, dilos par, bomein, palitos,
calcas ejaipielas para pequeo, de 111 a l anuos;
um arando sorlimenlo de palilos de lodas as corse
ipialidadis. Pas-fle \eslidos para senlioras monla-
rein ravallo, de merino de qualquer cor, do 10
a ."ill^NNI rs. Ha um mu lmenlo de cbarulos tinos
ebeaados da llaliia, c oulros mais baratos paja aca-
bar ; enilim, o freaue/. que entrar nesta loja sibir
promplo de um fado completo, trazendo sempre o
Sovernador do mundoo senhor iliuheirn.
Vende-sc no palco do Carino, leuda n. I,
queijos frescaes a lJKU rs.
A BOA PITADA DR LISBOA'.
Vondc-so rap de Lisboa muilo superior \ indo de
eucoininenila: na rua da Cadeia do Hecfe, loja do
Joaoda Ciiulia .Mauallnles, a*51,
Ainda existe uma necnieiia porro
lo ja' acreditado remedio contra a em-
iriagiic/,, vindo do Rio de Janeiro, ca-
clia-se i venda, na rua do Raiigcl, boti-
ca ii. (i.
\ende-seunia muala com lodas ashabilidailes
|uerisas para urna casa, ludo 1*1 com perfeicao, aliau-
ca-se a boa conduela, porem id se vende para Ierra :
ua rua Velba n. .V>.
RAPE l)l LISBOA A HKTALIIO, A 10US. A
OITAVA.
Na loja de miudezas da praea da Independencia
n. .'I, vende-so rap de Lisboa, a 10 rs. a oilava, do
mais fresco que ha ebeaado ullimaincnle.
Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos.na Bahiu.
Vcnde-so em casa do Domingos Al ves
MaMnii na rua ila Cruz rio Recife u. 52,
primeiro andar, algoduo transado daiiuclla
fabrica, muilo proprio para saceos o rou-
pailooscravos, assim como fio proprio para
redes de pescar e navios para velas, or
prVrii muito commoilo.
na rua
r, e por
pi-e;o comnuxio, coiidos prprios para
cobrir carros, (.'llegados iiltiiiiiiiiicnlc.
Remedio especial para botibas e travos
seceos, coniinita vender-se na botica da rua do
Rangel n. lil.quo foi do finado Sebaslio Jos de
Oliveira Mseedo.
o.i, lia para
commodo, conros
carros, ebegados
LUJA DE SKIS l'OK I AS KM Ut
IGREJA 1)0 I.IVUA.MKNTO,
\ende-sc pecas de chita ile cores com muilo hoin
panno, a ."j^lM*0 rs. a peca, corles dceassa chita com
I vara, e meia, a !>1iki 0 corle, e chales de laa pre-
para lulo.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr ii Companhia
em Santo Amaro, acba-se para vender
moendas modello e ronslriiccari limito superiores.
Vendem-se verdadeiro vinho de
champagne de excedente qualidade, c
muito em cunta, para liipudacao' : em
casa de Briinii Praeger i C, na rua
la Cruz, n. 10.
Vinbos superiores de Encellas
branco'' e dcColaros Unto' em barris dequinlo;
\eudem-so ein casa do J. Kellor e\ C.
CHAPEOS DE SOL, A l.sSO.
na rua do Crespo loja da esquina quo volla para a
Cadeia.
Vcndc-sc a loja de couros da rua do l.ivra-
inenlo n. .'17, asseijurando a conservacim no edificio
por ronscnlimciilo do proprielario ; osla loja lio das
mais afreauezadas, que lem de existencia mais de
um anuo : a Iralar na mesina.
Vendse relogios deouro cprjita,
potente ingle/.; na rua da Sen/.alla-No-
ran, V2. ________
MSUEBXSBBSBSn&XI&BUl 9
i PARA IIOMKM.
,rj Camisas brancas fraucezas de linbn, di
,S las de niiirculina : na loja n. "2, da rua
j Nova.
i0iSiL^E3S*TSSZJ; _
Vende-oa ama morada de casas terreas, sitas
na rua das Trincbeiras n. '22: quem pretender dl-
rija-s4* rua de A|m>IIo, arma/ein de assuear da viu-
va Percira da Cunba.
PARA FECHARCOXTAS.
Venderte cera em velas em caixas sor-
tidas, mercurio doce muito superior e
em pequeas caixinhas, azeite de peixe
em volumes pequeos, barricas rom li-
oliaca em grSo, charutos da llaliia, jaca-
randa'cm cossueiras, e de superior qua-
lidade, logo da China em (guras, etc.,
etc., tudo se vende por o mais baivo pre-
co : na rua do Vigario n. 19, segundo
andar.
Vende-se colchas brancas de l-
picos muilo enCOppadas, propriaspara o
lempo de fro, a i ,000 rs. cada uma: na
rua do Crespo, loja n. 0.
Vendem-se relogios de ouro, pa-
tente inglez, os melliores (pie tein viudo
a este inercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Rus-
sel Mi-ni's 6 Companhia, na rua da
Cadeia do Recite, n. 50.
Venili'in-si' vaquetas de lustre, para
coberta de carros : na rua da Sen/.ala
Nova n. 42.
RAPE DE LISBOA.
Na rua da Cadeia do Reeifo n. 15, vende-M rape
de Lisboa, a 350D rs. a libra, afianc,ando-se a qua
lid.de. e Iroca-se.rason8oaarade.o comprador.
Vende-sc chales muito grandes e es-
cupos, pelobaratissiino preco de um mil
ris, cada um: no aterro da Boa Vista ,
loja n. 18.
ROB LAFFECTBDV.
o nico autorizado por decis&o do confflho real
e decreto imperial.
Os mdicos dosjhospilaes recommendam o arrobe
Laneclcuv, como sendo o nico autorisado pelo go-
vernoe pela Real Socicdade de Medicina. Esto me-
dicamenln d'um goslo agradavel, o fcil a lomar
em serrelo, esl em uso un mariulia real desdo mais
de 60 anuos; cura radicalmente em pouco lempo,
com pouca despeza, sem mercurio, asafleccoes da
lielle, iinpii'-'ens, asconscquoncias dflMarnas, ul-
ceras, e os accidentes dos liarlos, da fffcwlc critica o
da acrimonia hereditaria dos humores; convm aos
, all.ii ni, da bc.iga, as conlrarc,es, e i fraqueza
dos orgsos, precedida do abuso das ingercAc* ou de
sondas. Como anli-sypliililico, o arrobe cura em
pouco lempo os Ilusos rcenles ou rebeldes, que vol-
vem inressanles sem consequeneja do emprego da co-
padla, da cubeba, ou das injecc,ocs que represen-
I.IIU o virus sem neulralisa-lo. O arrobe Lallcrleuv
he especialmcnlo reroimncudado contra as docncas
iuveleradas ou rebeldes ao mercurio o no indurlo
de potasio. Vende-se oro Lisboa, na Indica de Bar-(
ral, e de Antonio Feliciano Alvos do Azevedo, pra-
ea de I). Pedro n. HS, onde acaba de ebegar urna
grande porciio de garrafal grandes c pequeas, vin-
das direclainenlc de l'aris, de casa do Sr. Boyvcju-
Laueolcuv l, ru Riehev H l'aris. Os formularios
dam-sc aratis em casa do agente Silva, na praca de
II. Podro n. 82. No Porto, em casa do Joaquini
Araujo; na Rabia, Lima & Irmaos; ein Pornam-
buco, Soiiiii; Rio de Janeiro, Roclia Filhos, el
.Moreira, loja do droga,; Villa-Nova. Joan l'ercira
de Maaalcs l.cilo ; Kio-Grande, Francisco do Pau
POTASSA SUPERIOR
\endein-se por preco muito com-
modo, no arma/.em n. 7 de caes d
alfandega, de lote* Joaquim Pereirade
Mello, ou no esci-iptono de Novaos di
Companhia na rua do Trapiche n. 51."
Vende-se um ptimo cabriolet
qiuisi novo, de muito boa conitruccao e
lom coberta ; assim como um cvcellentt
(avallo pura o tncsino, muito forte ebo-
nito : para ver ua rua da Guia, cocheira
do Sr. Wollichard, c para tratar na rua
da Cru/., n. 10.
Vende-se as seguintes setuentes de
Ion l.ilir.is. il.is mais novas que ha no mer-
cado, a saber : rbanos rabaneta
braucos eencarnados, nalxis rovos ebran-
COS, all'ace allemaa, dita repolliuda, coil-
ves Saboia, tronsuda, lombarda, salea ,
cebla de Setubal, coentro de tosseira ,
segorelha, cenouras, pimpinella, repolho,
sicoria, ctomates grandes : veiide-seem
porcao maior e mais barato para acabar,
na rua da Cruz co Recife, n. 62, venda
de Martin, & Irmiio.
Vendem-se em casa de Me. Calmont A; Com-
panhia, na praea do Corpo Santo n. ti, o sean i ule;
vinho de Marseilleeui caitas de 3 a li duzias, linhiis
ein uovellos ecarreleis, breu em barricas muito
grandes, aro de mila surtido, ferro i nalez.
Vendo SC lio de algodao da Ba-
bia, ]x>r preco commodo: noes-
criptorio de Novaes & Companhia,
na ruado Trapiche n. 51^.
A 500 RS. A VARA.
Iliiin trancado branco depuro linho, muilo en-
corpado: na oja da esquina da rua do Crespo, que
volla para a Cadeia.
COBERTORES DE TAPETE
Escaros para eseraios, ,900, IsOOOc ISUflrs.:
na luja da esquina ila ma do Crespo que volla para
a Cadeia.
cobertores de tapete.
Na rua do f.rospn n. fi, vende-se superiores eolier-
toros de aluodo oscuro, prprios para osera vos. a
'.mi. I-"'' i-, i'i-i.iictil.i um, brim trancado bran-
co de linbn puro* a ."iOO rs. a vara, cortos de dito es-
euro, a l^HO o 2^000 r*., corles da chita com liaba-
dos c barra,a i?<)0 rs., tenido 1:1 eoTadoi cada mu,
cbilasescuras detinlas securas, a 1(0. 1H0, e (Xlrs.
o eovado, setim preloniac.in. a 'X*tHi. Q3JB00, pan-
no prcto lino, a 3 e 1>(KKI rs. o eovado, dito a/ul
muito lino, a V^OOO rs. o eovado, |>crasde cambraia
de salnicos com 7 varas, a i o -"ii-o, c muilas mais
fa/ouJas por menos proco do que em* oulra parle:
na rua do Crespo, loja n. 0.
DOCE l>B BAGORY.
Cliesou roconlomenle do Marauliao urna pequea
porcao doslo delicado doce, o molbor que lia, lauto
pola sua escolente qualidade, como por conservar-
se por muilo lempo em pcToilo oslado: vende-se-
i'in rasa de I;ontc ,\ frmfto, na rua da Cadeia Velha.
VINHO 1)0 PORTO MIMO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barris de i., 5. e 8. : no arir.a/.em da rua
do A/.eile de Peive n. I \, ou n tratar no
escriptorio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapichen. 5i.
CAPACHOSCOM ABERTURA
para mesa de meio de tala: veudc-sc na rua da Ca-
deia do Iteeife u. 1H, primeiro andar.
CALCADO BARATO.
Xa rua Nova n. 8, loja de Joro Joaquim
Moreira,
lia um rico sorl i monto dcsapales do hezerro, eou-
ro de lustre, bor/ecuins elsticos c de botos, tudo
para bon.oin, pelo mais barato preco quo al aqu
lem liavido: quem dina se qulzer certtOcar, dirija-
se a dila loja ; adverlindo, porm, (pie ssc vomle-
rao a dinheiro, c que nao so far abale algiim alm
dos preros aqu mencionado?.
Sapatos ila luslre france/es.....13*80(1
Dilos abotinados da Hnssja......fi&'fOO
Dilos de bo/orro francez.......WitMI
Horzo^uiuscom bolos .......T^tKK)
Dilos elasliros..........7^300
Z>-Iu..I(. da fulii cu de Todos o 3(.nlo M Bhi.
Vende--o, ein rasa ile N. (. Hieber i\-C., na rua
da Cruz n. -1, alm-da Irancado d'aquella fabrica,
muilo proprio para sarros ile assuear o roupa de es-
cravoo, por proco eoramodo,
Vende-so um carrnbo do rodas com i asse:-
soulos, sendo 2 para meninos,com lauca c > a raes pa-
ra I o 2 ca\allos, em muilo boiu estado por lor sido
fabricado a anuo o inciu, por proco commodo: os
prelendcnics dirijain-sc ao aterro da Boa-Vista n. (,
secundo andar, das (i as 10 liaras da manba.
Vende-se chapos do palliiuba para senhora,
muilo modernos, e de di llrenles quididades, mui-
lo prprios para a presente estacan, o por procos
muito mdicos : na rua da Cadeia do Hccifc, n.
2., primeiro andar.
Boato*
Vendo-so sessoein barricas,allegado ullimamne-
te :em casa J. Keller ,\ Companhia, na rua da
Croen. 55.
Monhos de vento
com bombas de repuxo para rosar hurlase bnixas
Jo capim, na fundicao do I). W. fionmau: na rua
do Itrumns. (i, KetO.
A 6,000 rs. pequeo!, e 5,500 n. fTMmto.
Vendem-se chupos de sol de seda incloza de
superior qualidade, pelos precos cima : na rua
doColleaio n. 4.
Vende-sc saccas coro a mais superior familia
que lia no mercado: no boceo I^irgo P. t, segundo
andar.
Vende-sc presuntos infflezes muito novo* para
fiambre, latas com holarbinhas de soda ingleza,quei-
jos tle pralo, conservas muito novas, semen I es do lo-
das as qualidades de horlaliro, rllevadas itlliuiamon-
te: na rua da Cruz n. 46, defronle do Sr. Dr.
Cosme.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C. em
Santo Amaro acha-sc para vender ara-
do! de ferro de superior iptalidade.
Oleo especifico para curar a caspa e con-
servar o cabello, continua a vender se na botica
di rua do Rangel 6^, 6(0 rs.ctda vidro.
LOTERA DE NOSSA SENHORA DO
ROSARIO.
Os bilhetes desla lotera arham-se venda nos lu-
gares doeoslume; e o Ihewureiro esbi dispoi,, a la-
va correr a rodas nn dia primeiro de julho aluda
quo flquem ,il-un bilhetes por vender-se.
AVISO DE INTERESSE.
Muito bom negocio paro nesson que se
desejar estabelecer ; uma das melliores
lojas da rua Nova esta' para vender-se :
a abalso auionada, em raiSode doenc, ede m que-
rer retirar, vende a sua loja da rua Nova n. tO,
com as ni,'Un,re condifoe. para o comprador: quem
se adiar enm voutade de fazer esle negocio, dirja-
se a mesma loja.Adele Poirson.
Vendem-se os verdadeirossellintinulezes, pa-
lete, de mola e sem ella: naruadaSema la No-
va n.4.
Na rua do Collegio sobrado n. 21, segando an-
dar, vende-se um excedente ettravo, prelo, rrioulo,
de Ut annos pouco maisou menos, bastante robusto,
sem vicio o nem achaque algum, faz todo o qual-
quer servico de uma casa, ganba na rua, e lambem
em conduco de saceos de assuc.r.
ATTENCAO' AS PECHLVCHAS.
Vende-e cortes de eassa para vestido, padroes de-
licados, pelo baratissimo pre^u de "0 rs., curies de
cambraia aborta com listra de cures, os mais moder-
nos que ha, pelo barato pirro de 49000 rs., corles
de vestido de barra a ultima moda de Pars pelo ba-
rato preco de 5)000 rs., assim cuino cortes de cam-
braia de lisura, e salpico pelo haralo preco de 't>"oii
rs., riseadinbos de todas as cores muito miudlnhus,
a 220 rs. o eovado, e um cmplelo sorlimenlo de f.i
zondas finas, como sejam camuraiasfrancezas riqus-
imos padroes pelo baralo preco de 800 e 115000 rs. u
vara; cortes do colleles bordados brancos de se-
tim, proprio para casamento pelo barato precode
hni wi rs., dilos prelos tambem bordadoi por (i&OOO
rs., cipolinhos de fil muito ricos pelo baralo prec,u
de K.-S,hmi rs.: ua rua Nova n. \2, defroute da igreja
da Coiiceicao dos militares.
PASTiLHAS DE SOLI.
VEGETAE9 CONTRA AS LOM/RICAS.
Approvadas pola jimia eenlral do b>Rcuo publi-
ca, e preparadas por J. M. Souli, pbarmaceulieo
membro titular da academia imperial de meilicina
c da sociedado de pliarmacia du Rio de Janeiro.
O nico deposito verdadeiro deslas paslilhas he
eslabelccido pelo mesmn autor na botica do Sr. Jos
da Rocha Paran los, rua Diroila n. 88, cm Pornam-
buco.
Desde muilo lempo a arle medica eslava pro-
cura de um medicamento que fusse fncilmcTilo ad-
mislrado s enancas sujeilas s molestias vermino-
sas, molestias terriveis queconduzem todos os das
ao tmulo um sraude numero deltas.
O Kosto e cheiro dos anlhelminliros empregadir*
al hoje eram oulros lautos ubslacutos ii sua admi-'
nistraco; |>or isso eremos ter prestado um grande
servico humanidado, c priucipalmenle aos pais de
familias, annunciando-lhes um vejinifueo, debaivo
da firma de paslilhas, sem cheiro e sem sabor, que
potsue a accjlo a maiseneruica como antclminlieo
vermicido contra as lombrigas inleUinas. (l/tm-
brga*. OTyura*, etc., ele.)
A romposic-lo das parlilhas he puramente vecc-
tal. Quaudo cm 1H1.~> llzcmos a (al preparaco, cs-
(ivemos 1,1o eerto da sua aceito vermicida, que nao
hosilamos um instante cm experimenta-la em nos-
roe prprios filhos antes do a fazer eonbeeer: o euei*
lu foi espantoso, e Ipffo que os Ilustres professures
do Rio de Janeiro o da roair pjovincias do imperio
a conhoceram, uo duvidaram cmpreija-la em lodas
as molestias verminosas.
O eITcilo deslas paslilhas he Uto certo que nao pt-
pde haver a menor duvida sobre a sua eflieaeia,
como consta das epinmes de muilos i Ilustres mdi-
cos que aqaixo (ranscrevemos. Com tudo, como as
enancas estao sujeilas outras molestias cujossymp-
tomas sao quasi os mesmos das molestias vermino-
sas, aronsclhamos, nos casos (travs, de consultar
um liomem da arle antes de administrar as ditas pas
lilhas; nao que ellas possam produzir algum mo
eOello, porque na sua eomposi^flu nada entra de
nocivo; mas porquepensainos nos quo n'aquelles
casos gravea nao deve adminislrar-se remed., al-
cuui emquanln a molestia nao he perfeilamente
diasnnslicada.
A diVsc das paslilhas he a seguinlo:
Duas a sois paslilhas cmjejum, para as enancas
de dous a seis ounos, augmentando a dsc gradual-
inente sesundo a idade. De dez a dore paslimas
para os adultos, e de quinze a vinto para as pes-
soas dclrinta annos para cima.
Repele-so a mesma dose tres das afios, e no quar-
to dia pode-se dar um purgante do uleo de ricino.
JV. li. Pdc-se auumeular a diise das paslilhas
som-rcrein de produzir irrilar.io alitiima as vas
digestivas; e se aigumas vezo* nan lia lom br i gas ex-
pulsas, pdo-se estar eerlu que lodo c qualquer
symploma de molestia verminosa tem desapparc-
eulo. (Seguem-se os al testad os de diflercnles m-
dicos. )
Vende-se uma eserava muilo moca.de ejemplar
conduela, sem vicio nem molestia, queeoziiiha com
I mi ii'ir.in o diario de uma casa, e he insiane doceira
e faz todo o servico e tem duas crias, sendo urna ne- .
rinba de ~i me/es, o molvu da venda be por causa
das duas crias : na rua dos Quarleis n. 2H.
ESCRAVOS FGIDOS.
Contina a eslar fuRda desde IR de abril pr-
ximo passado a eserava de nomc Cosma, mulata, do
idade pouco mais ou menos 40 anuos, com os sig-
na*, segundes :altura regular, as costas com duas
costuras, sendo uma no hombro esquerdo e oulra
liara o mcio dos cosas, no lugar da nuca tem igual-
nicnlc ninas costuras pequenas de ventosas, os ps
comprlos e seceos, leudo a mo esquerdo um lauto
domicilie |H>r ler lido um panaririo. cabellos corla-
dos, orelbas urandos, pernas finas; sabio de saia o
limando lila bstanle velba, be fllha do Rio Urande
do Norlc, foi eserava do Dr. Selle, depois de II. ala-
ria Feliciana de Oliveira, lendo feilo varias fgidas,
o roij pegada urna vez na villa do Iguarass : ro-
sa-so as autoridades policiaes e qualquer parlirular
que soubercm della, se dirigir ao aterro da Boa-Vis-
la n. 17, a tallar com Frederico Chaves, que recom-
pensar.
Uesoppareccu a I!) de asilo prximo passado,
o neiiro Andr, erioulo, do idade 0 anuos, pouru Jl*
mais ou menos, altura regular, pernas linas c pes
cambados de bichos, bom prelo; levou camisa c ec-
roulas do algodo da Ierra, e chapeo de palba ; ro-
ga-sc as autoridades |ioliciaes a appreheus.1o do
ni,-ni,,, ou aos capilSes de campo; e do o levarem
a sen senhor Joan de Dcos Mello,na Pedra Tapada,
comarcado l.imoeiro, ou no Recife, rua do Quci-
iii.i,I,,. loja de Lopes ifc l'inbeiro n. 18.
MOLEQUE HUIDO.
Ilonlom, de junho, saliio da casa de sen senhor,
na l'assagcn da Magdalena, um molcqiu!, cabra, de
nomc Luiz, com camisa branca de algodao, calca de
ganga azul com eorreia na cintura, e chapn de pa- t
Iba : sup|ioe-sc quo anda i adiando |ir sor muilo
enanca : quem o pegar, podo lova-lo ao dilo lugar
no viveiro da Passagcm, oh no Recife, rua do Tra-
piche n. 10, segundo andar, que se gratificara.
Fuuio, viudo ja preso do Recife na uoilo de
i do maio, em Ierras do engenho Fragozo, o negro
de nonio Antonio Haitiano, representa ler 00 anuos,
cbelos ja brancos, lem urna ferida em uma pema, e
mis lalhos ao comprido no pcilo de ambos os lados
como marca da Ierra dellc, c Icm a mesma no*
bracos ; he rhcio do corpo, no pcilo bstanle cabcl-, 1 ,
ludo. Eslc escravo anda fgido desde novenibrn
passado, e disse na oceasiilo de ler sido preso que
esleve occullo cm torras do enuonho Inhantan o
d'ahi veio para Olinda onde andava ltimamente,
he proiavcl que abi se vi occullar de novo por ler
ahi conhccimeiilo, bem como no Recife por ler si-
do escravo da Sr. Viuva Pcreira da Cunba, e es-
la Sr. ler um sitio cm Olinda a quem o boixo as-
signado o comprou : roga-sc |ior lano as autorida-
des policiaes ccapiles de campo a apprchcusao de
dilo escravo, podendoser conduzido ao seu senbor
l.uiz Aulonioda Silva.no engenho Caiapc.ao senbor ,.
Joso da Silia Loio, quo recompensar com gencro-
siilade.
I losa | ipanvoii na madrugada do dia i I do cr-
reme dnsilio do Omhengue, em Reberibe, um es-
cravo pardo de nomc Bernardo, natural do serian
do leo, perloiiccnle a Vicculc Firreira da Cosa,
que o comprou aos senhores Caniinba A Filhos, os
quacs o houveramdo Sr. Jos Pastor Fcrreira Lima,
eujn escravo lem os signacs seguintes: nir clara,
araboclado, cabello enrredio. barba cerrada, |is de
papagaio, lem um defeilo no rotovelln esouerdn, ;
que quaudo dobra o braco, sabe o osso, quo foi des-^
locado, be de altura regular e urossura proporcio-
nal, be bem encarndn o aleare, e reprsenla ler :m a
Xi anuos do idade : levou um faco, c um Mirria
com roupa de pagem, jaquela, ralea e rllele azul,
roupa branca e de riscado para servico, uma rede
e um chapeo de pello sem calilo : pede-se as animi-
dades policiaes, ou a quem delle soiiher, o obsequio
de o appreliender emanda-lo entregar asen senli.n
no dilo siliode Reberibe, on nn ReclTe, no armaiem
da istradinlia, que alom de se pagarem Indas as des-
pC7as de na apprehensao, se gratificar generosa-
mente a quem o apresenlar.
rVNv.i-TTF.4sM. F, *. PwU. -MW.
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