Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03193


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Full Text
I
DIARIO
DE JU1YHO DE 1853.
N. 129.
PEM4MBCG0.
PBX^O DA SUBSCUrPtpAO .
Subsrrcve-se a 15S000 poranno, e 4000 por
qtiarlpl pago adianlado, e 4J>M0 por quarlel pago
M-iindo, na casa do seu proprietario, M. Figueira
de Fara, na prar;a da Intleuenilenria, ns. 6 e 8, c no
llin de J. casa do Sr. JoaO Percira Marlins.
. I OupYad.
o Jos Rodrigues da Cosa.
a Joaquim Ignacio Pereira.
a Antonio de Lcmos Braaa.
" UuilliermeAuguslo de Miranda
" Joaquim Marques Rodrigues.
o Justino Jos Ramos.
It.iln.i a
MaCC a 1
l'aralrba ti a
Natal c a
Aracaty c
Ceara' c
MaranhaO a n
1'ari a C
CAMBIOS DE 10 DI JUNHO.
Sobre Londres 28 X
Paris, 340
Lisboa, 95 por rento.
Ouro. Oncait hcspanholas.
Moetlasolc (WltMt vclbas.
de 6iOt) novas .
de 490O0 .
PalacOes brasilciros. .
Pesos columnarios .
mexicanos .
Acc,oes do Banco. .
Descont do i.ellras .
Prala.
misos
I69000
I (91)1)0
09000
19910
19940
I9H0O
10?
9a II
NOTICIAS CSTRANOEIBAS.
Portugal . 14 de Mato Austria. . 3 de Maio
Ilespanba 9 de p Suissa . 5 de
Franca. . 8 ilc n Inglaterra 8 do
Blgica. . 6 do Suocia.. . 29 do Abr.
Italia. . 5 de a B. Unidos . 20 de
Alcmanlia 3 de Mlico. . 12 de
l"l 11 i.i . 3 de i California 26 de Mar.
Dinamarca 1 de Cliili . 15 de.
Ruwia.. . 27 de Abr. Buenos-A. 3 de Maio
Turqua . 25 de Montevideo 5 do
NOTICIAS DO IMPERIO.
Para'. 20 do Maio
Maranliao 21 de.
Ccara'.. 28 de'
Parahiba. 3 de Jun.
Alagos I de 9
S. P. do Sul 2 de Maio
Minas. ... 5 do
S. Paulo 6 de
R de Janeiro 25 de
Babia .... 1 de Jun.
PARTIDAS DOS COIUVXIO.
Olinda, lodos os dias.
Victoria, as quintas fciras.
Caruar, Bonito c (iaranbuns, nos dias I e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Exn c Orioury, a 13 c 28.
(oianna e Parabiba, segundase sextas.
Natal, quintas feiras.
DIAS SA EMANA.
6 Segunda. S. Norbcr-
lon.
7 Terca. S. Roberto ;
S. I.icariao.
8 t.iii.nia. S. Maximi-
liin.'lli.
9 Quinta. S. Pelagia v.
v. S. Primo.
10 Sexta. S. Margarida
r.linli.1. *
11 Sabbado. S. ilerna-
b ap. m
12 Domingo. 8. Onorio.
ATJDIIirCIAS.
TYi&una do commercio.
segundase quintas.
felacao'
tercas esabbados.
Fazenda
tercas escxlasas lOboras.
Juizo de Orphaos
segundase, 5. as 10 horas.
I'rimeira cara do eieel
tercas c 6. ao mcio-dia.
.Segunda rara do eicel.
quartasc sab. ao meio-d.
Maio 29 Quarlo mingnanle as 3 horas 18 mi-
nutos e 33 segundos da tarde.
Junlio C La nova as 6 hora, 18 minutos o 3t
segundos da larde.
14 Quarlo crescento a 1 hora, 6 mi-
ntale 33 segundos da tarde,
c 21 La cheiaas 3 horas, 30 minutse 34
segundos da tarde.
rlUCAMAH DE HOJE
Primeira lis Shoras e 30 minutos da manha.
Seguuda s 8 horas o 54 minutos da (arde.
PARTE OFFICIAL.
>, 1
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ES-
TBANGEIROS.
Accordo labrado 20 a Janeiro de 1853
entre o |OTrno Imperial e a legaeao' de S.
M. Britnica para recular doanlllnmenta
o erico das malas transportada pelos pa
quetcs da ooaapanbU real a Oru-Brota-
nha, ean-Mpondeaela relativa aaaaa ac-
corda.
,/ivordo entre o goeerno de S. M. o Imperador do
llraeile o de h. M. a llainha da Gran-llrela-
nlia para regular o ser eir da correspondencia
offieial eparticular transportada entre os dout
"lizet por navioi do gore 110 Britnico, 011 por
rinliareare fretadas oti nibcencionada pelo
mamo goeerno.
Arl. I. A correspondencia ofllcial entre o gover-
ii" brasileiro o seus agentes diplomticos cm l.is-
ln'i. MoiiIcniIo e Buenos-A } ros scr transportada
velos paquetes britnicos livic do loda a despeza de
.\quellacorrespondencia, porm, para qiinlqucr
011 do qualquer daquelle lugares, nilo deve exce-
der o peso de 30 onceas por cada paquete ; se o
exceder, esse excesso unirnincnle pagar parle. Os
olliiios remellidosde Lisboa, Montevideo o llticnos-
A\res, Iranio o sello orfcial do ministro uu cnsul
lir'asilriro, o sero dirigidos ao ministro dos necorios
olranceiros no Rio de Janeiro. Os despachos re-
inetlidosdo Brasil Icvario laiiibcni o sello ofllcial do
ministro dos negocios cslrangeiros.
Arl. 2. Ematlencao a ser a corrcqiondenria of-
licial entre fiinceionarios britnicos no Brasil trans-
portad! entre os norlos brasilciros pelo* paquetes
lirasileiros livre de lodo o parle, da incsma forma a
correspondencia ofllcial do governo brasileiro ser
transportada pelos paquetes brilanicos entre quaes-
quer |orlos do Brasil coi que loqiicm livrc de lodo
0 1 mi ir britnico.
Arl. 3. Os jornacs impressos e publicados no
Brasil seo transportados dos parios do Brasil pe-
los paquetes brilanicos In res de todo o |mrlc bri-
tnico.
Afint de gozaren! da isciic.iodo porte cima men-
cionado, os jumaos nao devenl eonler oulros qnaes-
qiier csciiplos, c seraorenicltidoscom lirasoucapas
uerlMIHM lados ou iiasexlremidades.
Arl. I. O |wrtc que deve ser carresado no Rei-
lio-l'nidoaobreeada nina carta que nao exceda di
inri,! onca dau>cso, cnlrcgnc no crrelo do Heino-
1 nido c rcimlida para o Brasil, ou levada do lira-
til e entregue no Reino-Unido, quamlo transporta-
ib 1 |nir navios do governo britnico ou por cinhar-
1 .inii-> frcladas ou subvencionadas por orilein verno britnico, ser roduzidn de dous sliiltiii:s c
iinxe pcnee, laxa actual, a um sbillius. c sobre enr-
lai de maior |>eso o porlc ser regulado peta tabella
eui vior 110 Reino-L'nido pora portear cartas do
interior, islo lie, por cada caria que nao exceder d
ineiaonca om porte simples ; passandodcmeiaon
i;.i. nao e'xceilcmlo de nina enea, dous portes pas
saniln de urna onca, mo exrcdeinlo do duas, qualro
pnirles; ptSMlMlo de doa. Dio eieedendo de Ircs,
seis |K)rlcs ; passando de Ires. iiiio excedendo de qua-
lro, oilo portes ; c assiin por (liante, junlaudo-sc
ilnus |Kirles a cada oncaou iraccjo de Mies alin da
primeira onca.
Arl. 5. Nenbiim porlo se laucar no Brasil sobre
i-arlas remedidas de portoido Brasil para e Reino*
I nulo por navios do governo britnico, 011 por
navios frotados ou subvencionados por ordem dogo-
mtiio britnico.
O porlc de cada caria que niin exceder de meia
onra de peso, Irazida do Reino-luido c cnlreauc no
llra'sil, ser redu/ido iiticirreiobrasileirodctitiO rs.,
laxa actual, a 240 rs., e as de maior peso serao por-
teadas ein proporclu.
Arl. 6. A ContritraicBo que lem al agora paso o
rnrreio gcrol do Brasil ao rorreio britnico para
ajiular a occorrer as despezas que esle iillimn r.i/.,
maniendo a comnuinioarfio por paquelM enlre o
Ucinn-t nidoc o Brasil, ser redunda de 552 a 2IKI
rs. por cada onca de peso de rarlas InMBnortl-
il*. pelos ditos p.iqiieles do Heiiio-1 'niiln para o
Brasil.
Art. 7. O porlc que loni de rarregar o correio
britnico sobro cada caria que nao exceda de incia
(inca de peso,lrans|Mirlada entre dous portoshrasilei-
m- pelos paquetes brilanicos, ser reduziilo de um
liilling, laxa aclual, a 120rs. 011 cerca de 3 ,' pon-
re eslcrlinos ; e as carias de maior peso pacanlo em
rnnlnrmidailc da (abolla britnica de progressSO in-
tfitla no arl. 4.
Arl. 8. As malas conlondo a correspondencia
particular quo lera de ser Iramportada entre os por-
tus do Brasil por paquetes brilanicos, scro exefuti-
x.......ule reilas no coi ivio geral do Brasil, e o porte
devido ao rorreio britnico pela conducrao desla
correspondencia ser pago ao ngenlc dos paquetes
litilaniros 110 porlo da remessa pela forma quo fnr
njuslaila entre o correio geral e o dito senle,
Arl. 9. As malas contend'a correspondencia of-
lirial do averno brasileiro transportadas ntreos
pnrlMdd Brasil por paquetes brilanicos, serao igual-
menle fcilasiio correio gcral do Brasil em separado
da 1 nriespondcncia particular de que Irata o artigo
|irecedenle.
Arl, 10. smalas, bcmroinoos jomaos que se
pretender mandar de nlgiim dos porlos do Brasil pe-
ios paquclct britnicos, scro enlregiies 110 csrripto-
rin do agente dos paquelcs brilaniros nina hora an-
lesda livada para a sabida do paquete.
Arl. II. O ajnsle de cotilas lera limar entre o ror-
reio .'eral do Brasil c os agrilles dos paquelcs bri-
lanicos, eslalielei'idns nos diversos torios do Brasil
cni qnc loram os dilos paquetes, e a importancia
dos ida lo correio britnico ser paua na forma do
Arl. 12. Sondos paquelcs brilanicos considera-
FLHETIil.
\ SOMBRA DA FELICIDADES)
Pela condessa de Orsay.
1 CAPITULO X.
..... r.'cn imi hil : mil, li1 mona,, m'i-nnuio,
J^ IrnwtP w* pUlvirf lrilr< i-nmmr U BMat
Joir,pol i-l.i- 1.....: H m.ii.-r 1'UlUl
Kl mt un.lil, liii.k, o uui Ir. l.li.Mnl.
>,.,. r.. t* Giuun.
filando Temando d'Arville chegou i Paris, cor
aaeslaro mora do auno. Elle leve, pois, lempo
para procurar com descanso um aposenlo conveni-
le. ni'ilnli,i-lu com urna celia elegancia, rcno\ar scu
-u.irila-roupa, e comprar nina parclba de cavados
antes que a abertura geral das gelosias anuuiiciassc
Hies.ida dos viajantes que vidlam das aguas, 011 a
tcapiMiriro desses individuos, que, gracas a um dc-
^cit cni seus oreamenlos, vcem-se forcados a via-
jar em torno de suas cmaras ate poca, em que
iiodcm aprcscnlar sem correr risco de seren dcs-
lionrados.
Ileiiriqnci d'Orcmont, que bavia sillo adiado da
nnbaixada de Bcrlin no mesnio lempo que Fcrnan-
"11, fez a oslo um servieo mili ordinario entre ami-
aiis, o de aprcscnta-lo a mulbcrque elle acabavade
n Madama l.oslanses, bem que livesso j Irinla an-
"- iia anula a leoa |Kir cxrcllcnrla da sociedade
'laj.liausscd'Antin. Ella era lilbi de um advo-
5*l, inulbei de um senle de ranibio, e sem ser 1 i-
caneniespirituosa, nein disliurla, havia feita pro-
Kiessos, gracas ;i sua loa side, ao scu exccllenle
r.irartcr, e ,10 sen semblante agradavel, e oecflpaVa
'"ni eonvenicnlcineiilc no nitiudo um lugar do sc-
l'wi'la ..r.lr.ii.
. '/abridla l>ilang.....ra milito cortejada na sorie-
dns pelo governo brasileiro como nav ios mercanlcs,
mas sendo de proprieiladc de una coinpanliia rc-
prcscnlada por um agente res|Minsavrl no Rio de Ja-
neiro, o governo brasileiro, alim de prevenir qual-
quer demora na sua sabida .1 hora lixa, rouvin em
que o diloagcnte llquc res|>oiisavel pelos dircilos ou
contrihui^oes que devam pagar os mesmos paque-
tes, c |iclas mullas que em virludo dos regulamen-
los liscaes forain impostas aos commaiidantcsdcllcs:
licando bem entendido que esta concessiio nao im-
porta nciihiima alteraco nos regulamcnlos to Bra-
sil actualmente mi vigor, 011 que possam ser estabe-
lecidos |iara fazer eflectiva a respnnsabilidatle dos
commaiidanles dos navios mercanles; o que cessar
logo que 0agente daCOOpanhiaM recusar ao piga-
menlo do qualquer ronlnlniieo ou mulla por que
esliver responsavel.
Arl. l:l. Sendo cnlreciies as malas a bordo dos
paquetes brilaniros, nao poderau ellos ser deudos
sob quolijuer prelexlo nos porlos do imperio alm
da hora bvada para sua partida.
Arl. 14. Sendo reennbecida a ros|>oiisahiliilailc
do agento da realcompauliia dos |iaqueles, ter.i elle
nessa qiialidadevjc receber um beneptaeito impe-
rial riouisiciio da leuacao de S. II, Brilanica na
crine do Brasil,
Arl. 15. O prsenle acroi do be feilo por I Innoe
a contar desla dota, e culrar.iem viuor 110 !. dia do
mez de abril do rorrente auno.
.N.lc piiilo ser annullaito durante aquello periodo
do l anuos seno por rniisciilimenlo niuliio dos dous
governos.
Se ueuhiim dos novemos notificar ao outro 6 mc-
zes salea da expiracDo do referido Irrino de 4 anuos
asna iiileneo, deque o presente areordo lerminc
no iiin do dito prazu, eontiniiarii elle em \ igor |mr
inais um anuo, o assiin por dianle em cada auno
que sesesuir.
Rinde J.ineiro. ai.s!2 iliasdo niezile Janeiro do
anuo do nasrinicnlo de .Nomo Senbor Jcsus-C.hristo
lo 1853.
(L. S.) Paulino Jone Soarrtde Souza..
Correspondencia relativa ao referido ac-
cordo.
Coininunirariln do ministro 1/0.1 negnrion estrila-
ros t legarlo de s. .1/. Prilaniea.
Rio de Janeiro. Ministerio doa negocios cslran-
geiros, !) de Janeiro de 1853.
O ministroe secretario deaalado doa neizoeios es-
tranceiros faz seus allcncinsos couiprinienlos aS.
Exc. o Sr. II. Soiilbcrn, enviado extraordinario e
ministro plenipotenciario de S. M. Brilanica, o lera
a honra de riincller-llie o prujecto incluso do accor-
do para reuular delinilivaiiienle o snico das malas
transportadas entre os dous paizes. alim de que S.
Kxc. o queira examinar,c declararse esta conforme,
para seren lavradosos dous instrumentos, e assi-
nados antes da sabida do prximo pauelo.
O nwamomioislro observa que lalve fusse con-
veniente acercsrcnlar o scgoiiilc no liin do accordo:
Tica subsistente qiinnto se eslipulou |ielas rc\cr-
saesde 14 deoulubro de I8.VI, e se niin opponha ao
presente accordo,011 colisa cquivalenle ; 011 enlo
menriouar mile 08 artigoa de isenroes de que yo-
zain por ellas os paquelcs da real cinpaubia brit-
nica, e a isencAo de porlc al o valor de 120 oncas
para a correapondoncla entren ministerio dos nego-
cimeslraugeirns do Brasil e a legacJo imperial em
Londres, a queso refere o arl. 6- das mesillas rc-
rcraaaa,
O mioislro dos negocios cslrangeiros reitera ao
Sr. Sniilhern as cvpressoes de sua perfeila estima e
disliniiii considcraro.
/'autillo Jn*r Soarei de .Snuza.
Sola do governo imperial n legorii de S. ~M. II.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios cslran-
geiros, em 12 de Janeiro de 1853.
O abaiin Resignado, do conselbo de S. M. o Im-
perador, senador do Imperio, ministro c secretario
de eslado dos negocios cslrangeiros, leudo assiuuado
ncsladala com o Si. Ilcnrv Sniilbern. enviado ex-
traordinario o ministro plenipotenciario de S. M.
Britnica, um accordo com o lim de recular ilclini-
livaiucnle o snico da correspondenria ofllcial c
|iaiiicular IraaaportadR enlre os dous paizes, nos
tormos |iara os qunosse aihavain ambos aulorisadoa
pelos scusrespeiiivos novemos, lem a honra de par-
licipar ao Sr. Soiilbern que por parle do governo
imperial seevprilirain as ordena neeessarias para
que seja o dito arronlo rumprido fielmente pelas
autoridades do Imperio, esperando que o aera tam-
ben), c com a poaaivel brevidaile, por parle do go-
verno de S. M. Brilanica.
E como enlende o abaixo assionadoi c o daelaroa
,10 Si. Soullicrn anlcs, c na OCCaaMo de issigna-lo,
quo esse areordo nao prejudira o quo foi estipulado
pelas reversaos de | i de ouluhro do I8V0 iiaquollas
ihsposieoes que se llie lifTo opnoom, o al aqui lem
estado em rigor, previne e declara a o Sr. Southern
quo assignou o dito accordo nessa Inldligencia, e
que s com essa clausula ser o uiesuin posln cni
overue.Ki por parle do Imperio,
E no du\ ida o abaixo assignado de que soja lain-
hcni essa a llllelligenclfl que ao referido arcurdq d
o governo de S. .M. Brilanira, leudo elle por lim
nicamente dar una nimia uniis conveniente r re-
uular no ajusto provisional de 10 de marco de 1831,
celebrado nesla erle rom a legarlo desla dilama-
gcslade, sem alterar cm 11.na as ilisposires que al
aqui se lem guardado das mencionadas reversaos, e
se Un' iifiooppocm.
O abaixo assiuuadn aproveila-sc da arraslo para
reilirarao Sr. Southern nsexpreaeo desua perfoi-
ta estima c dialiucla considerarSa:
Paulino Jos Soares de'.Souza.
Ao Sr. II. Snulliern, ele., ele. ''
Sola da Irgaro de S. M. Hiianira ao goeerno
Imperial.
Leparan brilanica.Rio de Janeiro, 10 de Janeiro
de 1853.
(1 abaixo assignado, enviado extraordinario e mi-
nistro plenipotenciario do S. Al. Britnica, levo a
hnnra de rrreber .1 ola do S. Exc. o Sr. Paulino
Jos Soaresde Souza, ministro c secretario de esta-
do dos negocios cslrangeiros, com a qual 8. Exc.
Ihe remelleu una copia do accordo para regular de-
'inilivamenle o servido das malas transportadas en-
tre os dous paizes,cscriplo as linguas ingleza e por-
tadle/..! em columnas parallelas, alim de que o
abaixo assignado o examine c declare se o arha con-
forme, para sercm lavrados os instrumentos o as-
signados antes da sabida do paquete.
O abaixo assimiailo tem a honra to declarar que
examinoii a copia do accordo postal que Ihe foi re-
medido, c esl prompto a assignar os dous inslrii-
inenlos escriplos do conformidado com ella, na for-
ma do csta\ lo.
S. Exc". observa cni nddilamenlo que lalvez fosse
conveniente ajiinlar o seguintcao linal do areordo:
Fica subsislciile quanto se eslipulou pelas rever-
saos de II de ouluhro de 1850 (notos Irocadascntre
o Sr. Iliitlson, antecessor do abaixo assienado, c S.
Exc),ose no op|Hiuba ao prsenle accordo, ou
enlao inencionar nelleos arligos do scnciVs de que
. ni por ellas os paquetes da real companbia bri-
lanica, o a iscuefto de porle at o poso de 120 onras
para a correspondencia enlre o ministerio dos ne-
gerios cslrangeiros do Brasil ca legaeo imperial cm
Londres, a que se refere o arl. 6' das mesillas re-
versues.
Sobre este ponto, a que se faz lefercnria smenle
asura ao coneluir-sc osla demorada neuociacao, o
abaixo assignado lem de declarar que, vislo no te-
rcio os arligos molidos as reversaos de 1850 sido
ohjeeto de observaco ou de itislrurrr.es da parte do
governo ,lo S. M., o abaixo assignado concilio que
eslo ellos em vigor e continan! a reger ; porm,
se assiin no Mr, lem o abaixo assignado de par-
licipar a S. Exc. que no receben inslrurcoes al-
giuuas que o aulorisem a fazer qualquer adililamon-
to ,10 areordo conforme a minuta que Ihe mandn
S. Exc. para sua approvaro, c quo jnelusa se Ihe
deolve.
O abaixo assignado prevalece-e desta occasio
para renovar a S. Exc. o Sr. Paulino Jos Soarcs
HoSouza osprolestos dasua alia eslima c disliurla
nsiderac.lo.
Illni. c Exm. Sr. Paulino Jos Soarcs de Souza.
Ilenrg Snulliern.
na a aecudir a especie de epidemia, que allPse lem
desenvolvido, devendo prevenir aquello facultati-
vo, que comsigo ter de levar una ambulancia com
os medicamentos, que forcm necessarios, e por elle
indicados. ,
Dos guarde a V. S. Palacio do governo de Per-
namhiiro, 9 de junta) de 1853.Jos Bento da C'11-
nha e Fguciredo.Sr. brigadeiro e coinmandante
das armas.
E como o Sr. primeiro cirurgiao do corpo de -i-
ilc do exerrito, Dr. Prxedes Comes de S"jb Pi-
longa, eslava cnrarresailo do hospital regimenlal a
cargo do nono balalbo de infamara, dever ser
siiltsliluido no dilo emprego pelo Sr. facultativo
mais graduailo, 011 anligo o emprcuado no dilo hos-
Iiil;il, al que a presidencia desla provincia huja por
ir ni nomear quem osuhsliliia.
Candido //al Ferreira.
Ajudauto do ordens cncarregado do dclaMic.
EXTERIOR.
LIVERPOOL, 8 DE MAIO DE 1853.
A alteiiro da Europa anda se acba dirigida pa-
da
em qu
......ia.e ni. o Iiiiiii goslo de oslar aa-
' ,'"'1'.....os suoressoa que oblinM DO circulo do
Niliabilos, Era principalmenle nos baile que cl-
(") Vida Bario n. 128.
la \alia o quo pi^iva em ouro. Nunca fatigada,
minea triste, nein inspida, ella nao cuiilieria as rn-
cliaqoecaa e os vapores senao de iiome. Scu corpo
esvedoe delgado desprozava o uso de esparlilhos,
sua lez brilhanlc de frescura desaliava as imperti-
nencias do toldo esli, seus pos pequeninos e bem
feitos no Iciniam as indiscretas revehuilcs dos cqui-
iioxios. Sempre vestida com 11111 goslo exquisito,
sem parercr dar a issn a menor Importancia, vendo
sem pestauejar suas mais limlas rendas se rasgarem,
( ra com os mais, e sempre rodeada tic una mudidao
de adoradorcj, sem que nenliiiiii delles a orcupasse
assas exclusivamente para desanimar os oulros.
Femando arhou-a innilo ImiiiI.i, c milito engra-
nada ; um tanto rommuin, mas islo podia passar por
ronla da exuberante jovialidade de um raracler fe-
liz : cm siunnia una auradavel distraerlo para o
invern quo ello devia passar cm Paris. Ella Ihe
pareca miiilooeciipada com una mullido de in-
Irguinbas de lodos os gneros para sor exigcnle, o
muito conflada cm seus allrartivos para ser chmen-
la, lima iiiiniiiil.nl" com scmelhanlc mulhcr poda
ser um interesse passageiro em sua vida, sem que
elle corresse risco tic ver-sc eonipromellido seria-
mente. Mas Kernanilo foi for(ado a convir que o
papel de chichisbeo junio de madama Loslanges no
era lo faril quaulo elle snppunha, o foi precisa-
menle esse exccllenle carcter, com que elle havia
contado como principal recrcio, que veio a ser o
insii inni'iii'i de seu supplicio. Com effeito como re-
cusar um pedido feilo com um sorrso cneanlador,
ou procurar desavene com una mulhcr, cujo bom
humor nunca se desmenle.
Posto que dolado do um espirito aclivo, Fernando
era pregiiieoso em seus hbitos, no gostava nein de
ceior 1.11 ile'nem de levanlar-se celo, o senlia cn-
chaqueca sempre que esperavam dellcalguma coli-
sa espirituosa.
nanlo mais I abridla e sua alegro coniitiva se
entregaran ao phnnaaide nmajortaUdade.que Ihe
pan "ii pinico niolivada, tanto mais ello senlia-se
triste o taciturno. A monotona iloCharincllis era n
paraso cm comparacao desla exislenri tumultuosa
e nuca.
yuanlas vezes elle chegou a inaldizer o inesgola-
vel onlevo de madama Loslanges, suasado do er-1
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 9 da luntao 4o 1853.
Odelo.A' lliesouraria de fazenda, para mandar
pagar ao denotado eleilo por esta provincia, Fran-
iscn Xavier Paos Brrelo, por intermedio do seu
iroeurador Gustavo Jos do Reg a quanlia de rs.
Koosooo, importancia da ajuda de rusto de ida e
volla, que Ihe compele no correle anuo.
Dito.A' mesma, communicando, alim de que u
faca enlistaran iusporlor interino ta alfandega, e ao
administrador da.....as do consulado, que no rcqiio-
1 lucillo tlns negocianles Deane Voule Companhia,
relalivainciile a entrada neslc porlo da galera logle-
za Helia, ao qual se refere a infnrniaeo da mesilla
Ibesoiiraria, sol n. 437 laucn o despacho seguinte :
la......leqiierein ;salisfeilis as disposiroes ,|o regu-
lameulo dasalfaudegas,Igual communieaco se fez
ao eapilo do |Hirlo.
Dito.A' uiosina, communicando para seu eonlie-
cimeulo e evpeileao das conveuicnlcs orilcos, que o
Exm. |iresdeule do RinCranile do Norlc, partiri-
pou liavor creado nesla provincia una agencia para
arrecadar os dircilos sobre os gneros de produecao
d'aquella, que sao para aqui exportados, abonando
a mencionada Ineaouraria menaalmenla ao agento
nomeado, Jos Joaquim de Lima 12porrelo sobre
oarreeailadti, esecuindoem ludo o inclhodo de ar-
reradaeo adoptado pela Parahiba, relalivainenlo ao
mesmo lim. Parlicipou-se ao referido presi-
deuli'.
Dilo. Ao rapilo do porlo, approvando as ins-
Irueres que Sme. remelleu por copia, liadas a com-
inissanquo vai ein servieo ao litloral da provincia.
Dilo.Ao inspector do arsenal de inariuba, di-
xando earinteirado deja so.aehar promplo o laza-
relo do Pina para receber (lenles, c do haver Smc.
feilo as nouicaees provisorias dos respcclivos em-
pregadoa conforme Ihe reeoiniuenduu a presi-
dencia.
Dito.A' Ibeaourarta da fazenda provincial, dizen-
do em vista ile sua uirormaen sol 11. 2:10, que pres-
lando o vigario da freguezia de liaranhuns, .Neme-
sio do S. Joao GoalberlO llanca idnea, abone-lhe
aquella Ibeaourarta para a obra da nova malriz da
mesma fregue/ia, conforme indica a Icrrcira seceao
da referida Ihesoiiraria, una quanlia correspondente
a de i.'aiNiiNi rs., que o meiirionado vigario para es-
se lim e por esmolas j arreradou.
Dito.A' mcsiiia, declarando em solueo a llovi-
da apresenlada pelo contador interino daquclla Ibe-
aourarta, que iienhuina incompaliliilidailo se d nos
evercicios do profossnr puhliro e de delegado 'lo
conselbo de saliihridade, pudendo Ivo Piulo de .Mi-
randa aer 11 mu lar os ordenados que percebe Hirscme-
Ihanlca funeees.
Dito.A' cmara municipal desta cidade, ennee-
ilendo a aulorisacoqiie pedio |iara construir 110 cc-
inilcrio publico mais calaciunhas no terreno, que
para esse lim foi reservado a aquella cmara, c onde
oslan edificadas as olllras.
Dilo.A' mesma, aitlorisando-a a dispender rom
os reparos do quarloiro do lado do sul da ribeira da
freguezia de S.-Jos, a quanlia porque foi arrcina-
lada a mencionada obra.
COHMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do comm.indo dai armai da
provincia de Ptrn.irabuco, na cidade do Re-
cife em 10 de junno de 1853.
ORDEM SO DIA N. 2*.
Pulilirn-sc para <|ue leotu cniraii o wgulnle
olrio:
.nscfr3o,Illni. Sr.SirvH-se V. S. do rxpcilr
suas onlciH, nliin de que 0 rrurii.o '.lUtledo cxeirilo, l)r. I'nuoilcs lomes de Suiza
Pil.iiiuii, paria 0,11.11.11iiilcs |i;ira a riilmlpilt .oia.i-
ra Orii'i.lc. Os rorres|Hiiii|eii.c$ dns uazelas de
Londres lem feilo ftpparecef mira vei rcrlo gran de
suslo a res'icilo do eHladodosnemH-ioscm Conslanlj-
no|da. (.misliiu-niM<|iie a po|nilarjlosc achava mal
evitada, e perahnenlc rirrularam rumores do dia-
Inrhios tic um raracler mu serio. Ocorrespomlonlc
do Times em Vienna den mais vulto ,i esses lioalos
a ss 11 si adores, mas, inTelizineule para elle, a sua caria
l'iililn iil.i naipielle jornal, allixliiidoao quo Uvera
hit;ar cm (.oiislanliuopla a \'2 do llllinw, lora evl-
denlenicnlc contrariada por lord Clarendou, na c-
mara ilos l.ords, pois que S. Kxc, assevernu que re-
cebera unr despacho de lord Slrafoid, datado do I i,
-1 -nuil > o iju.ii ludo se achava tranquillo cm Cons-
lanlinopla.
Tal lio a moslradas noticias europeasenm ipiMc-
mos de contender eomealbrco urna ve/ por semana
para dcscrcvcrmos exactamente o estado dos llen-
nos cslrau^ciros. O conde de Clarendou, DMOIna-
tou prrreila confianca as inlen^oes do imperador
da l.ussia. Disseque o Giar linlia pralirado cun
sinceridade ; que as |ireparanK's militares da Kus-
sia liaxiam sillo urandemeute exageradas ; que o co-
ronel Kosc nlo liouvera mandado cliamar a frola in-
slcza, se acaso estivesse lamliem inrormado rumo o
enverno de S. M. ; e n^verdade S. Kxc. conlinnon
ludo quanto lomos sempre asseverado, islo lie ,
que se a Turqua por algUM mcios poda lornar-sc o
inslrumenlo para inantrr a sua propria inleuridade,
a Franca c a Inglaterra lian de ipoia-la cun loda a
forra do scu poder unido.
Nunca livemos a mais Io\c suspeila a respeito da
resolnla c lirme iiilciir.lo do governo Ingle em sus-
tentar o -11I1.ni ; mas lie mu auradavel ouvir pelo
Mij.in de lord r.lareudon, u que os dilercntcs lo-
vernos da Europa lem asseverado do modo mais ror-
dial c franco, que os desituios c a poli I ira de rada
um acerca deslc ohjcrlo se acham 0111 perfeila har-
mona rom os nossos. Sem duvida o siiIIh ser.
Obligado a adoptar nina poltica mais liuman.i para
com os seus subdilos chstaos ; mas com um alomo
de lento coinmmn nos cousolhos ta Porta, M neffD-
C0S poilem pro^redr sem inlcrnipc.to por dilatados
anuos.
I.ord Slraford foi admilllo prespnra do ml(80,
o cm sua mcusagcm expressou 'iicr^irainenle o de-
sojo que S. M. nutre de manler a independencia do
imperio lurco. Tenuis para nos que a prosenli dcs-
coulanca provem do altsurdo e arrogante romporla-
ineulo do principe Mensi'hikolV, associado como ha
sido ao sesredo anda mais absurdo do proresso da
sua nei!ora^;lo.
Avini, o mundo lia sido levado a ercr que as rc-
rlamarcs do principe sao mais onerosas do que na
realidade parecan.; entretanto lord Glarendon de-
clara que o principal ohjeeto do Czar consiste em
resolver questao dos santos tusares de nina mauoi-
ra definitiva. N.lo pretendemos avallaras difliculda-
des do caso, mas estamos lolalmenlc cerlos de que a
Turqua lem mais a rereardas causas nlcrnacionaes
de rumpimenlo do que de aysrossilo eSlrangelra lo-
ra revocada da* acuas cresas.
As milicias franrezas quasi que se limitan) a oh-
jcrlosdc um rararlcr puramente adminislralivo. As
razrs que molvaram o abandono do projcclo a or-
Uniacjk) dns paquelcs Iransatlanlicos j foram pu-
Idicadas otlicialmenle. Numa palavra, julsou-se a
empresa mu dispendiosa. K\i;iain-se 21) navios ;
11 a forra de 17,(WOcavall(ts, e como a subvene^o
rcquerida'ao oslado era iuleiramenle disproporrio-
nada BOA lucros provaveis, o plano foi abandonado
sob pretexto de que dcsroherln* moderno di
cspcianrasdc |Mhler pralicar-se crande reducclo
no consumo de conihustivel, c por isso lora incllior
que a Franca esperas-cal a roalisacaodcsomclhaii-
le mclhoramcnlo. Oiovcruosorprcudcu a conces-
siio do sorviro das linlias traiisallaliras, mas resol-
ven eslahelerer denlro de >ouco lempo nina liuha
de communirar.lo com o Itrasil.
A imperatriz estes dias (em estado (fio indispos-
Ia que nao ha apparcrido cm publico. Como nao
se cosliima fallar das niulhcics dos soherauos
cornados com a mesma reserva com que se
falla das mu Hieres rasadas perlenrcnlcs s mais
humildes espheras da sociedade, diremos cm lin-
uaucm bella e clara que o Irahalho do amor
se |rordeii. O ilia em que sta a oocurrencia leve
luaar est cspccllcado, o as esperancas creadas po-
la allegada siluac.lo inlercssanlc acerca de um futuro herdeiro ao Ihrono de Tranca,
se acham agora inlciramcntc desvaneritlas. A inipe-
ralriz nao comparecen secunda foira 110 baile das
Tuilcrias, e o ini|-erador relirou-se mu cedo, dei-
lando lOdavU que .*>,IHI(Mios|tedes Kozassem dos |>ra-
seresda dansa al alta noile.
M. (uisot apparcrcu cm publico, e presidio rru-
n'io aunivers,iria da soriedade auxiliadora das ca-
cholas clemcnlares. Nuin discurso mu cloquele el-
le procurou consolar os circu instan les pela perda
da liberdade polilica, assegurandodbcsque o movi-
menlo religioso nuuca fra maior. A liberdade reli-
giosa suppria a perda da liberdade polilica, para que
a Franca no eslava habilitada. A rcligiao dovo sal-
var a Franca de futuros males, e a fe deve ser o
trabalhoda igreja calholica romana.
l>csohrio-se a bordo de um navin chegado do Rio
de Janeiro ao Havre una completamente montada. A informacilo que occa-
sionou a descoherla proredeu do ministro francez 110
Rio; e um cerralheiroque residir por algunsannos
no Rio, c quese achava a bordo do navio, foi preso
com a mulhcr. t
O ministerio dnamarquez foi mudado em ronse-
quencia da xolaclo recente acerca da lei dasucces-
sio. Oersted he o novo presidente do conselli
Rluhme orcupa a Mistados neuorioseslrangeiro
Temos noticias de S)ducy at .ti de Janeiro. As
narra roes das minas ron l i imam a ser de um carcter
mtii satisfactorio, e todas as tentativas merrantis pa-
recen, ser mu prosperas.
Chegou o rorreio da India que dcixou l!omba\
em J) de marro. Alein de \arias operacoes militares
contra o* salleadoros pblicos, poucas n.>licias teresse nos Irouxe de Kiirmah. Vai sempre progre-
diudna conlenda de cbefi's rivaes em Ava, c infor-
niacocs da capital pouro adiniitam acerca do quar-
lel general Ingle. O ucncral Steel linha chegadoa
Tonghoo, c abrir coininunicaces com Trome c
Meada). O prncipe, que se acba a frente do parti-
do da pa/, pede que o general Gadwln rosllua a
provincia conquistada, pois qnc nunca conlcndcu
com os iuglczes ; mas cm quanto os neaocios nao fo-
rem decididos na capital, se nilo pode lomar urna re-
-' l in. i' definitiva. 011 por malo de ajustes ou de nu-
tra qu.ilquer maneira.
As cousas na China Vio lomando um aspecloas-
susladur. Os chamados rebeldes, em numero de
O.tXM, aproximaram-sc bastantemente do Shang-
hai, camraoaram Naukin, onde reina grande susto.
O imperador publicou una piorlainario excitando o
novo e ordenou a lodos os olliciars que se unissem
sem attcudur as dslnercs lerriloriaes, o marrbas-
seindireclaineule para Hoopab, alim do da rom um
ataque decisivo no a vil rebanbo de rebaldcs.
Seu-KwincTsnfoi nomeado |h?Io imperador para o
Commando das forras; mas parece que cite lia sido
do, e Tora morto ou por suas proprias maos ou
pelas nos doinimgo. Rxiccn imperador que lodos
OS fados Ihe sejain communcados sem disfarrc, o
se tem esforrado bastante para legalisar a venda do
opio no imperio rhinez.
Trala-se de laucar um imposto de 10 tari* por
caiva, o que he quasi equivalente ao cusi do objec-
lonaasado por contrabando ; masd'ora em vaule os
diroiloscnlrarao para o Ihesouro, c nilo para as al
giheiras dos empregailos.
Fazom-se muilas conjocluras cerca da ronrluso
da guerra, c lia quem diga que I arlualidade he um
momento favoravcl para as urandes nares cixilisa-
das la Europa e da America avanrarem e suslenla-
ii'in o imperador 110 throno, cslipiilaudo-lbe que as-
soce a China a familia das naroes. Assevera-se,
posto que Ignoramos os fnndainonios, que una po-
derosa esquadra americana partir para os mares da
China, e que una forra russn fra enviada para n-
quella parle alim de espreilar-lhe os movimenlos ;
0 que he puro altsurdo, pois nunca ouvimos dizer
que nina torra terrestre osprcilassr urna esquadra
naval. Itosejaramos smeiilc que urna suflirii'iile
forra naval Inglesa se achnsae naqnelle lugar em
lempo opportuno, e que as frotas americana r fran-
cezacoiubinasscm roma nossa, alim de rcalisarem
1 abertura do grande imperio cliiuez.
1 dirimirle fjrerpool.)
ro, sua infaligavcl arlivi.lade, esse Huxo de pala*
vras, que nada exprimiam, essa agilacao perpetua
no /amiente parisiense, o mais que ludo essa Igual-
ilatlc de carcter, que loniava impossivel urna dcsa-
venca. Clin icll.i linha una amiga intima ( qual be
a Parisiense que nilo a tem*.'), urna conhdeulc, que
condeca lodos nsseus srgrrdos, excepto aquellos
que ella tinba a sagacidadede cncobrr-lhe ; que a
etiamava pelo diminutivo de tea nomo, e repetia-
Ihe os discursos pinico lsongoiros pronunciados a
seu respeito, eque (he dizia, quamlo olla scjulgava
bonita, quo tinha o nariz vermclho, e quando sjdia
que nao eslava bem vestida, que eslava encantado-
ra ; que cnlrelinha um pequeo circulo de amigos
com as mpcrfeici'resphvsicas e inoraos de sua .inu-
lta, c que fin summa gozava de todos os privilegios
concedidos em lodos os lempos inlimidadc mal-
vola.
A haroneza Dunisscc linha pelo menos oilo anuos
mais que Cahriclla ; mas dizia que eram da mrsiiin
idade. Ella liulia sido linda, era i m me usa ni en te ri-
ca, (razia mais braceletes, rendas, folhos e plumas
lo que uenbumn inulher de Taris ; era inlellicenle,
alToula, e inslenle ao mcsmoleui|>o. Pouco estima-
da pelas oulras inulbcres, ella achava em madama
Loslanges una eompanbeira mui cninntoda. A bel-
leza de (irahriella servia para allralur, c o espirito
de Cecilia Dufosso para conservar os bomens a
quem esta quera agradar, anda que talvez nilo qni-
zesse confessar que as grabas de seu c\lcrior care-
cess-m ile ajuda.
O carcter igual c impassivcl do Gabriella era
Urna fonte do (orinenlos para sua amiga como para
Fernando. Quando ella conlava-lhc que o mundo
censurava a leviandado do sua conduca, ou que lu
lldalga prclendin deixarsuaamizailc, (iabriella ron-
tentava-secoin rir-se mostrndoos mais liellos den-
les do mundo. Ou se Ihe fazia compre he mlcr que
nilo eslava bonita, ella responda que tsso lite era
indilTcrenlc com tanto que acbasse com quem dan-
sari F-mlini se Me di/ia com a apparenria de urna
lerna svinpaibia, que um dns seus adoradores pre-
RJrjdos corlejava oulra mullier, ellaapprovava com
mulla nruligencia o cosi da incoiislancia.
Na vtrdade era para desesperar ver desperdicar-
sc lauto interesse e amiude. Quando madama l>u-
oasc a renunciar este jogo, Femando d'Arvillo
apnarcreu no borisoule. Oolhar ntelligeulede Ce-
cilia adc.inhuu facilmenlc a indilUTcnca real de
Fernando dissimulada si'di um veo de galanlaria
facticia, bem como a nccuiia admirarilo de (iabri-
ella, quo so nercebia alrave desua Ungida necli-
genria. Eu||aris um ilos primeiros Ucvcres pros-
criptos pelo cdigo da iulimdade, be o de ser cas-
qtiilhrom o nniaute do sua amiga, e o conslranci-
mculo que esle manejo fazia experimentar a mada-
ma l.oslances, fazia a (arefa Ionio mais doce para
Cecilia, (iabriella linha empallidccido visivebncnle,
suas sobrancolhas se haviam conlrabido, c suas p.il-
pebras vermelhas pareciam mesmo indicar que ella
linha derramado lagrimas. (Jue Iriumpho (er em-
lim acha de dar desgoslos, tornar a medero punbal na feri-
da que se soube ade.inhar [
A haroneza se linha sensivelmenle remocado ues-
te agradavcl exerricio, c cmquanlo (iabriella pcnlia
assim alcumasde suas vantageds, ella ron versa va e
ra pcrsuadiiulo sua chara amiga, quo era em sua
lencilo que fazia tantos gastos cm presenra de Fer-
nando para, divcrliudo-o, impcdi-lo de procurar
distracees em oulra parle. Gabriella, cuja vida ti-
nli.i sido (mi.! de dores e de sol, nAo poda achar
rrsposias picantes para as malicias de madama Du-
fosso. Ella ncm tinha o espirito, nern o scu com-
panbeiroa malignilndc necessaria para pagar a Ce-
cilia na niesma moda, puslo quo seria fcil achar-
Ihe o lado fraco sem grandes esforz de imaginacao.
(iabriella no pmlia nem quera enlrar n'uma
guerra de pala vras sal) ricas; e nao sabia (ainbcm
dizer phrascssenlimciitacsa Fernando, nein chorar
de um modo seductor. Ella nao linha sua disuo-
si;.m senAo- una franca e ingenua garridice feila
para o bom lempo e sem abrigo coulra a Icmpcs-
,,U'- a
Coilada! m podia oppor sornsns aos mordenlcs
gracejos da haroneza, nsquacsella nem sempre com-
prebeudia, ou til.ir em Fernando seus Brandas olhos
negros, que ssabiam exprimir a admirarlo ou a
alecrn.
lima lardeas du.ls hiscparaveis, escollad,is por
Fe nando e por um joveu leo, o viscoudo de Fa-
raiiH're, foram assslir a urna primeira reprcwnla-
r.lu na Mprr.i. Madama Dufossce vestida do modo
mais excntrico reuna (odas as cores do arco iris:
Ce-so no Time de -JH de abril :
Folo correio ordinario rerehemos carias e jornacs
le Ibuuhax, al a dala dc:9 de marro. Kis aqui a
carta do nueso corresponden le da Imia :
11 l'oucas noticias interessanles ilo Itirman. Tudo
osla tranquillo cm l'rome e Meadray. Cm ataque
combinado linha sido diricido contra o arraial do
cbofe de salteadores Meatoon. O coinndorc sir John
Cheapc c o capitn Tarleloii avantavam, rada um
por una estrada diH'ercute aliiiMle o cercar, cuar-
damln ascaiihonciras oslucares, pelos quacselle |kj-
di.i escapar; icuora-se ainda o resultado desla ex-
pedloSo. Nenhum enviado birman chegou anda ao
quarlel general inclez, e romo muilas divisos do
evcrclo birman contiuuavam sua marcha sobre
A\a, reina erando incerteza sobre o resultado da
lula travada naquella capital enlre os partidarios da
pal c os da guerra. Di/eui que os primeiros gauha-
rain torronn ltimamente, o que o principe que se
acba frente do partido da paz escrevou ao general
Godwln urna caria, na qual exprime a esporaura de
que, 11.10 leudo jamis estado em guerra com os in-
glc/es, elle p quistada do l'egu. .Nao he pro\avel que baja algum
movimrnlo no pOUCO lempo, que resta da estac.lo
do verao ; prin o principio .11 inonrAo abrir,
daqui a tim mez, a estrado de Ava .ios nossos bar-
cos ii vapor, se houver anda alguma cousa para
fazer.
O paquete da China de 2"ule feverciro trouxe 110-
lrias importantes sobre 01 aconleriincnlos, que se
passam no Colale imperio:
11 Os rebeldes, diz o corrcspomlonlc etilo limito adianladOS no norle para amcararem
aShauc-hai, edizcmquo ellcs lem una forra de .'' 1
il homens porlo daquelle jiorlo alcuns dias de
marcha. Sew-Kwing-Tsln, nomeado pelo imperador
para o commando em chefe do ataque combinado,
que elle linha ordenado que fosse exondado cou-
lra os rebeldes, foi balido. Ilizem uns quo se suici-
dara, alrman oulros que foi morlo pelo ini-
Em summa, encarase como inuilo critica a si-
tuarlo da dyiMUtia trtara, comquanto o joven Im-
perador, para resslir as crcumstaucias, desenvolva
nina euercia o mostr para com as mximas sohre-
naloraea da (.bina mit despreso, que faz. ver que cl-
ella eslava Iruinpbalmi'iile loucada com urna cnifa
de forma estranha adornada de (raneas de cabellos,
aunis o diamantes, (jabriella que nilo desprezava
os prazeres da mesa, bavia recobrado sua jovialida-
de sob a iullucncia de um fanlar delicado, junto a
una Corle dosede lisongcra admiraran da parte do
joven \iscoude. Ella Inijava um vestido mu degol-
lado, e so pavoneara de mostrar as mais bellas es-
paduasde l'nris. Sffqui/e-scinos M'cuir o exemplo
dealguns autores da mu.1.1, poderiamos com iiouies
levemente disfarrados d esc rever aqu alguns dos
espectadores sentados nos principacs camarotes, c
pinla-los muito parecidos para que cada um podes-
so rcconber-los; mas afciaudo-os lano que o or
cinnl do retrato nio possa provar sua idenlidade, e
prefira devorar em silencio sua legitima indig-
na ca" o.
Este xilsystcma de assassinalo moral foi muito
lempo pralirado na Inglaterra; mas ha bem poucos
anuos ousaram especular cm Fanca com a vergo-
iili-i ou com a desgrana das familias, expoudo a um
publico faminli de escndalo una historia verda-
ilcira nn Yalsa, sobre a qual o lempo j lancou o veo
do esquecimcnlo, ou lalvez asss rcenle para que
a ferida anda mal cicatrisada se Inrue a abrir para
verter sangue em maior abundancia.
Se islo lie urna vergonhosa espccularHo com as
chacas do vossossemelhantos, o dinheiro que dsht
retiris, eque heoprcrodas lagrimas que llzcsles
derramar, devia queimar-vos as mflos como o ganbo
de judas. Se he una vinganra particular quo exer-
ceis, refiecli que os innocentes solTrcm com os cul-
pados, que alncando a fama do pai ou a honra da
mi, infamis a filba, que bao vcm ofl'endeii.
Se crdes simplesmcnte casligir com una narra-
co divertida a um ente cal tejado no mal, para i c
vede se essa lioa historia que ha de fazer rir, nAo te-
ve sua victima presa como a (nica envenenada do
Neo.
Saltis acaso se esses olhos que vos parecem I .lo
duros e albullos niu so desseccaram as lagrimas ar-
denles da vergonha/Sabis acaso wt voaso gracejo
arremerado rom tanta babilidade n.lo ser a frecha
quelovu a morlo?
O homeni que escarnecosse dasenfermdades do
corpo serta aliorrecido do todos o com razAo. Mas
crodes vos enlo quo os solTrimenlos da alma nao
le be mullo superior a seus predecessores. Appella
para seus vassallos cm um odilo que, impresso em
papel amarello, esl prcsenlcmeulo atxado em In-
dos os lugares pblicos do imperio. Neslo notavel
documento, reconhece allamenle que, nos seus
tres annos de reinado, lem trabalhado inulilmenfe
com |(odo o scu poder, para dar ao seu povo (odos
os beneficios da paz ; que, comquanlo dous annos
(cnliam decorrdo depois que elle fez marchar sea
exercilo contra os rebeldes, Ihe (em sido impossivel
lanca-los fra das provincias, de que se lnham pri-
milivamcnlc apoderado, ou mesmo por obstculo
aos seus progressos, e exprime vivamenlo o profun-
do M-fitimcnio que experimenta n vista dos so(Tri-
meulos inauditos do seus vassallos, que babitam as
provincias invadidas; oliserva lambem quuclorias
parriaes, assm como derrolns, hAo as vteiSslludes
ordinarias da guerra ; porem altribue a frequencia
dos reve/.es soflridos pelo seu exercilo ji indolencia
e estupidez das autoridades lora es, ausencia do
loda a disciplina 110 exercilo, na falta de uuidade,
de energa, de patriotismo em (odas as classes.
a Ordena que, linios aquellos que eslao reveslidos
da auloridade se appliquem a remediar osles abu-
sos, p favorecer a execurlo dos seus planes para a
seguranza do imperio; mas faz ohservar que para a
boa direccao do- uecocios be cssencial que o infor-
men! rom cxaetid.lo de ludo o que se passa,scm exa-
cerar, nem diminuir a importancia dos Tactos. O im-
perador faz eonhcecr com miuuciosuladc as opera-
coes militares que lem ordenado, para que os rebel-
lessejam derrotados. Sin-Kwing--Tson devia com-
mamlar em pessoa o principal corpo do exercilo,
pondo sob as ordens de seus ojudanles deslacamen-
Iih para recharar o mmico para Woochung. Tres
generaos tinham ordem de subir o Yang-Tse-Kiang
com tropas, c o quarlo, com 10,000 homens escolhi-
dos, linha sido mandado em defezada frnnleira me-
ridional do 11 iii.in e cm soccorro Ilookwang. Todos
deviam, no mais breve espaco do lempo, receber re-
forcos de (ropas mandadas das outras provincias.
Todos deviam reunir-sc sem (er em visla dis(inc^6es
lerriloriaes, e avanrarjunlamentc sobre lloopcb, pa-
ra execular de coinbinaco um alaque, que destrui-
ra o nimjgo. A milicia devia ser organisada, for-
mando cada aldeia ou corporai;o municipal sua co-
horte. As dcs|iezas deviam ser feilas pelos cidadAos
enobresque de.iam dirigir (ropa, cesta devia
ser emprocada na defeza de seus lares.
O imperador menciona anda o esgnlamcul*
do Ihesouro |>nr causa da guerra, porm oateno;
ne.*se mesmo dia, que elle enviasse um novjAoecor-
ro ao exercilo, o com o auxilio do un>a tata sobre o
npium, so loma rao medidas para fornecer de hojo
cm dianle ampios recursos, finlrelanlo, promello
favores e recompensas extraordinarias aos seus vas-
sallos, que por palriotismo, zerem subscriptos cm
favor do exercilo ; porm ello se qucixa do quo as
auloridades de dislrirloslcnbam feilo al aqui com
deslealdade um emprego criminoso dessas subscrip-
roes, e as lem por islo desanimado.
Finalmente o odilo presero ve que todas as au-
loridadrs Ihe deeni por lodo o paiz a maior publici-
dade, alim,diz elle, deque vendo-o lodo o povo
possa rcalisar nosso desojo o dar-so pressa em exci-
lar um ardor bcllicoso para chegar 1 destruijAo do
una turba ignobil. 1
as operacoes militares indicadas nesse edito,
aparte assicuada ao seu eaocorpO principal do exer-
cilo j inallogroii-se.odizem que os oulros ceneraes
nAo foram mais felizcs. As provincias j inundadas
le rebelde.* sAo representadas como leudo sido com-
pletamente assoladas ; devem oslar presentemente
enlregues i anarrbia, cr-so que os siicccssos lti-
mos do-s rebeldes compromiHinm gravomenle os in-
tereses de ind.i-s as potencias, que rmnmerciam
rom a China. Neslc eslado de cosaf, sustenta-so'
quo essas polcncias leriam interesse de ?mpregar to-
dos os mcios a scu dispor para suslentar o aclual
impera O Friaml of China se exprime desle moilo a res- '
pello do edilo cima dilo:
u A Icilura desle documenlo exlraordinario, lio
para dispertar a swnpalhia das potencial do Occi-
dcule. Sea Inglaterra,a Franca c a Amerira 0IT0-
recem deconnnnm arrnrdo a S. M, urna assislcncia
*nlllcienlepara Iho garantir scu (brono, estipulan-
do quo em cnmponsacAo elle faria entrar, scu paiz
na grande faina das naroes, nngucm duvida que
seus votos nAn IWmii salisfeitos c a causada civili-
sarao Iriumphasse.
O correspondenle do Times lerniina do modose-
cuintesuas considerarnos sobre o eslado actual das
cousas da China :
lina poderosa esquadra americana navega pa-
ra os mares da China, e coiilam quo um poderoso
exercilo russo foi mandado para all para vigiar suas
opeiares. Ncstas circiimslaucias c no eslado pr-
seme das cousds na China, queixam-se de que nos-
sa forca naval uestes mares he insutllcieiilcparapro-
teger os inlercsscs inglczcs.
O ini|crador aulhcnticou a imporlaAo e venda
de opium. O direilo de W laels (:.:*).francos) iior
caixa, qne so pro|rdc eslabeleccr, dizem que lie, *
pouro mais o prero porque as caixa* podem ser pre-
sentemente introduzcas fraudulentamente do por-
lo de C 1 n.ni ; porque 110 eslado aclual das rousas,
os 11110 ri 01:.....- niel lem na alcibeira os dotlars em
\rz de os derramar no cofre imperial, lie possvcl
que esta legalisacao da venda do opium, traga o
augmento da cultura desla planta as provincias
mcridionaes da China. So assim fosse, a renda da
companbia das Indias Orientacs licaria cruelmente
prejudirada.
Qualquer que seja o resultado da lula actual
na China, he cvidcnle que o vclho syslema exclu-
si\oc faualico desta nacAo recebcu um choque, do
qual se nao restabelerer provavelmente. Nossos
ureessos na China lem feilo desuppareccr o presti-
gio do imperio, pelo menos as provincias da cos-
ta ; as commuiuraces, quo vo em augmento com
i California e Australia, einilliares de ebinezesqun
vnllam anniinlmeulo da prmeiraenm as economas
e experiencia de Ires ou qualro annos de residencia
ILEGTVELl
mcrcccm iiciilium respeito'1 A dor era xenerada
polos auligos, os quaes conservavam as lacrimas em
vesos preciosos ; na nossa poca de civilisacao rcli-
nida deve-se acaso enlrega-las s risadas co? Ol.' !c 1 libra -vos de que as tragedias mais Icr-
rivois sffo as que ci,n- facibnenle se parodian)...
Mas vollemiK a nossa narrarao.
Nossas luasleoas fizcrain nina entrada cslrondu-
s.i .ni seu cunaron* no mcio dos *uk que daxam os
itHleta/ilc indignados com esta inlerrupro. Ilepois
de iulcrniinaveis arraiijamculosde poltronas, de es-
rabcllos o do chales, ellosacaharam por cslabclccc-
rem secundo suas ideas, e Fernando, romo os ou-
lros cspwladorcs, esperou um pouro de calma e do
silencio.
Mas Gabriella (inba descobcrlo que Augusto do
Parabere linha mui linda figura, o que no era iu-
leiramenle iuscnsivcl s suas alvas espaduas. Ella
lemhrava-se que o joven dandy bavia lido a polidez
de rir-se de alguns grosseiros gracejos que ella se
pcrmiltira durante o jantar, os quaes nAo tinham
oblido ile Fernando, seoAo gestos desapprovadoros
altrihuidos por nossa poln' Loslanges a um ciumo
feroz. Ella se linha, pois, resol.ido a apprnvcilar
suas vantagens rcaos ou supposlas, e, algezar das
reclamarrics reilerapas da platea, emtou-sc a
urna conversacAo em alta voz rom sou jHp adora-
dor, cmquanto a baroneza exultando ile^cr-sc em
publico com o joven poeta, que era o I cao do dia,
c-meiava-se por ineo de gestos familiares, c de
incigiiices cm altrahir a attcnco de lodos sobre esta
Intimidado. Fernando eslava sobre espinhos, o s
procurava um prclexlo para escapar do scu marty-
rio, quando a cidrada de algumas pessoa n'um ca-
marote em frente do scu atlralno sua nltcnco.
Era urna mulhcr dessa idade duvidosa, a que
costumam chamar certa; ella vinha acouipaubada
de urna mo^a e do alguns homens. A moca eslava
vestida simplesmenle, mas com um goslo exquisito,
odfl maneira a fazer valer loda a delicadeza de suas
feicAcs infantis, e loda a grara do seu lalhe de S\ I -
pliide.
Nilo lie ella aiIonfWmenle bolla disso Au-
gusto de Parabre, o qual desde a entrada dos re-
ccni-chegados no linha cessado de contemplados.
(Continuai*t-ha.)
-i-.


cm um |iuiz civilisado, iiopoderiam dcxardc pro-
ditzir mu graude effclo imii seu paiz, onde I im-
prem lie Uto barata e a insliucc,*) lao gcral.
So i >l> uaslia actual Mr hinrtdi por Ierra o re-
bulle il.il" mn citado de .111,11i ni, a conserrarao da
tranquillidadena fronteira dara Ru-si,i motivos
plausivci de iiilervencao, se nao for por ventura
de aunoxuoau. tO,OUU huracos de tropa rusias po-
deriam piovavolmcnlo guardar a China propria-
menlcdila ruin mais facilidade, do que o mcsiuo
numero deInglozcs guardara o luduslau. Nao ha
all nculiuma especie de avcnlureiro militare ro-
mo 0,1 ludia. A i-\icn-"ii. inmensa do canal inter-
no e a navegacSu fluvial, que atravessa o pala, faci-
Ulariam de um nimio singular a ocruparjo a qual-
quer potencia europea, que livcsse vapores cui sou
servico.a
O Stamdari de: de abril roiitcm a respeilo da
rcvulla da China, urna carta milito curiosa do rove-
rondo J. J. Ilobert, natural da California do Norte,
e que residi dguus auno na China :
ii Acabo le aber, diz ello a son amigo, que o
principal cliefe da rebclio est cm llong-hong ;
chama-se Iliinguame-Saw-Chuen. Ha cinco 011
Befa anuos, elle xcio a Caulao, ondo catudou por
miimIii- iiiezeso i liri-ii.iiii.......
Em vez de levantar o estandarte da revolla para
derribar o goveruo, elle parece, antes combalcr pela
liberdade religiosa, c destronar a Idolatra. Sou ci-
terior nada leni do extraordinariu. Sen porto lio
de cinco ps o qualro ou cinco pollegadas, he bem
construido, Icm o rosto redondo o trapos regulares;
be um liomein da idado media c do manchas dls-
tinclas. Na sua residencia aqui, dava-sc ao esludo
das esrripluras, as aprenda lodos os das de cor, e
buha urna conducta illibada. I'odio baplismo,
mis, parti para o Kwang-ii antes do estar perfeta-
inenle convencido de que eslavo cm esludo do o r-
cete.
Na prinicira visila que nos fe*, Irouxc al-
BUIM vano o oulros ensato*, que elle liiiha.csirip-
lo soluta rcligiaoclirlslaa, da qual dizia elle, linba
lido conhccinienlo prniciro cm um Iralado, que II-
ulia recehiduem um dos otamos quo Tez ciu Canto,
c depois 0111 urna visad quo linba lido, quando este-
ve iloontc, visito qoe, accrescculava elle, eurrobura-
vi as diiulriuas qiichaviiiapprcudido no santo livro.
I',i- aqu porque elle Or no verdadoiru Denso linlia
viudo oxpressamente a Cautilo para se instruir, co-
nhecer mais pcrfcilamcute a vonlade do sonbor poJ
ida propria palavra.
Acaban] do me informar que cerca de cen mil
pessoas eslo do lado deslc chefe, o qual lio muilo
amallo do |hivu que elle hala rom oltcnoics, bene-
volencia e goncrosidade.
No > desta caria o Standard la/ os segralos
letloxcs:
So os fados enunciados nesla carta sao exactos,
e 11 ni tomos raan alguma para os por cm din ida, be
i,ni do- mais uolavcis da uossa poca. Bliem que
a iuiperulrii da Chino he christla, (lilla de um
rluislao, e que o prop lo imperador est mais que
mel euiiv orlido. iJoiirnul de Debuts.!
INTERIOR.
cada um, forraando-se assiin um commerclo provei-
iii'i-iiiuo c consegiiindo-se a desojada abaslauca, e
nala mais be preciso dizer sobre sua ulilidade no
pcenlo. A capital do Scrglpo, por eiemplo, re-
ctela do sul azoilos do mamona c do coco, labua-
iIim de coiislruecu civil e naval, toda a sorlc de
uiadeia- de que neoessitasso, capailas, aves do le-
da a qualldades, farluha o todo os gao coreacs,
c ein troca daria al, que alia ja forneco em parlo,
principalmente para f reir do l'riap, cm Santa
l.uzia, porm rom o grande detrimento e dispen-
dio da cunduecu do Parui para o porto das rnri-
uhas por carro na cxlcnsju de 3 legos, procurando
os mal pontos mencionados son fornecimcnlo pola
Baha o vo/cs pola Culingulba por mcio da nave-
gacao eo-leiia. E no mcu enlcndur a navegacao
pelo canal, do que so trata, connnuiiicando tantos
liontos, lodos do producto do assucar, cuja tolali-
dade cedo de vinlc mil caitas, devera Irazcr a
crearo do una alfandcga na capital da provincia,
ou alvos rom mais proveilo para os particulares o
para o esludo na cidade da Estancia, franqueando-
o o comincrcio ao eslrangeiro, o que lio, como so
sabe, do summa vanlagem. O Brasil actual coma rc-
pressao do trafico de Africanos, e iiidcpeiidento mes-
mo desta ulular medida, deve empregar todos os
meios de adquirir popularn Iraballiadora, o oulro
n.1o temos, coni quo mais possamos contar, scuo a
europea: cliamouio-la por todo os modos, j fran-
quoando-lbo a navegaran dos porlos, onde nunca
lor.iiain, j; oflcrccondii-llie proporces para se lho
amoldar vanlojosa a culluru das nossas Ierras, c a
mclhordestas propnenos he scui duvida a abertura
do ranaos, o molliorainenlo das estradas. Nao se
descuido Sergipc deslas impiirlanles viasou manan-
Cial deprnspeidadc, pelas quacs so avalia a civili-
saran e bem oslar de um poVO, o sen futuro nflu re-
moto scr.i lisougoiro. Faca a provincia o que c-l
da sua'parle, o ns poderes geraes lulo llic llegarlo
5uo estiver da sua.
i dlsse quo ohtendo-se fazer Canaca, pelos quaes
so navegasse interiorinonto do sul ao norte, do Itio
Kcal al o rio de S. Francisco, urna navegarn so
oblcriu de pello de IDO leguas desdo as Piraulias al,
a villa do Conde. Islo j he mullo para o amonen
lo de qualqucr pala, o o Bergjpenso patriota deverii
emprear todas as suas forras para ver rcalsada csl.
-2
ullado
ii ciliados, it.ilu.nl i un
idos exisleoles, fiia ni
ule surgiriam como po
rmo boje, e completan
alo
al.
Mil no Itio Ycriiiclhi
as aguas dorio Jago
oulros, al do Blacii
roorogipe .i se coi
Cullgipe, o que pare.
munieao.lo coni o Itei
O corlo he que agu
cao, p.)is aleill das di
aobrt..... ha as de imi
mallo parte do Cl
e Jama entro Itapicur
as que ha vizinhas doal
Inhambiipc c Suhaliiimu.
leaoMcnsa laga de ln
iilia-iInSiihaunu; aslag
Saupe; as do Jacuipe pi
para o rio ,1c Joannos,
"'"- do Ai,......ope, qu
do-so d
na evle
fallandi
n!,
SEHOIPE.
Ollicio a que ie referi o nono correspondente
desta provtacla, na carta que fol publicada
no n. 134 deste Diarlo.
[lliu.eBim.8r.Teto a provincia deSeraipc
no-en curto litoral qualro barra) navegaveis (nao
metiendo cm conta a da Japaralulia) a do rio de San
Francisco, a da Colinguiba, a do Va-a Dan i-, quo
lio a da caplal e a do rio lleal. cima do puntal
do noria dtsia. obra de qualro a cinco militas, do-
bfa o rio cm direrou para o norte, e nella apr-
senla um esparo de seis leguas dr navegacao franca,
Mihimlo polo braco denominado Itio Fundo de 150
SKI bracas de largura, estrellando no lim ao .-hogar
io porto das Fariiibas. Se dosso lugar se abrisse um
ranal para eominiinirai cora a. aunas do Va-a Bar-
ra, nellas se echarla anavogacno, a-sis......nacida,
al as caheceiras do rio Santa Maria, braco do dito
Vasa Darris, laiuliom rom direcr-iu para o norte; c
deslas caheceiras abrindo-se oulro ranal para corn-
il.....irar cun as aguas da barra da Colinguiba pelo
l'ocliini, ahi so encontrara a lies ou qualro niilhu-
cima deasa barra o rio Pomonga, braco do Colin-
guili.i coin dircrnln |iara o mirle por esparo de nov c
leguas, cm cujo lenno ou r.ihccoira est verilicado
Mr exequiyel a abertura de um canal commtfni-
, ai nuil O .lap.il aluli.i.
Com as indicadas ahcrlura- nos tres pontos, cahe-
ceiras I iin.lo no porto das Familias, na- quae." tola- tifo
llavera milis do que lie- leguas lie lerrenn l cavar.
o uto todo haivo. chelo deapleum edobrelo, e
......eguiria urna nacgacflo ,1o :l"i legua-, se tuto
mais; poi-pcrlo da nana do rio Real, arhu-sc lam-
bein franca e muilo franca navegacSo para o sudoes-
te ale pcrln da barra do llapicur em parlo pelo
rocano rio licul cera parlo por braco delle denoml-
uadii Maiacanahv, do sorlc qoe ncslas 33 leguas te-
la licava a eommiinicacao por aguas Mvegaveil da
ponulaeao da Japaiatuba ruin as vlllaado .Maroini,
cidade de lairangeira-, villa ,1o goccorro, capital da
provincia, cidade daBetanch), villa de Sania Lua-a
c villa do E-piiiio Sanio,e lambomcora a- villas da
Ahbadiac do Conde da provincia da Baldo o Tice
versa.
Nao para porem nielo esta BraniWoncopcSo d
pingiL o. podeodo-ee rom algum etnreo
ler una navegacao do !MI a lili) legua-. I
nhecedoras lio terreno dn Japaraluba para o norli
alirinan, que doliese podo abrir coi.........ieacaoal,
iiiindcSaii Francisco pelo riacho lleliune o'oiilr,
Intermediario; e sendo o dito rio de San Irami.,,
navegavcl por esparo do III leguas de sua fo/. al
porto das Firanha-, eslava dcsl'arte feila a ronnnii
niracao das cidade e villas j., apuntadas com nutra,
villas de Sergipc, porto da Folha, Propiia o Villa
Nova, o mais rom a cidade do l'encdo, v illa do Trai
p, Pao d'A-surar e oulros pontos iuipnrlantcs (
cnnimcrciaos da margein norte do rio, porlciirenlc.
n provincia das.Magoas, os quaes sao o iulcrposli
do comiuercio de outros punios importantes do In-
terior, Tacaratii, Maleada PoGrande e Agua Bren
c,i, lluique, l'almcira dos Indius, Mar Vermollio
Ole. Immcnsa o iiicnlrulavel he a vanlagem, qui
desta Innovacio dererli reaullar, mormenlc na nos-
aa |Micocoin o uso dos vapores!
"cltandi.....i que tem eonheeimcnloe lopngraphi-
cos ilos punios do norle 0 descrovor.....as propon iv
que la iill'erecem as localidades para a renlidado dai
abertura, limilar-MO-hcia ctporoqueaci respei
I,; do ranal entro o porto das Farinbas c as aguas do
Suhindo a cnrlienlo da maro alguinas bracas ci-
ma do porto iliis Farinlins e eflcoillrando-ae como
luejo, que rorma a iiasreucn dn riacho, j so v que
fcil be, mediante o conducente Irabalho, coulimiar
a navegacao alera do dito potlo. Nao longc toriniua
cssebrejo, c desse termo dever-se-ha procurar rom-
iwi para l,afoa Redonda, que lira a pouca dhlan-
cia, o para demonstrar a polibllidade doslc n......i-
nicnlo bata dizer quo ella, quando almud mi as
agua pluvlaes, sangra para o dilo brejo. lia lagna
segu um lerreno bailo c alagadico de invoriio, pot
onde dove forni.ir-sc o ranal por aparo ilo mcia le-
gua, poiico mais ou mciio-, al cncoiilrar i
Tijnco : ho (-.le de boa profunilidadc e fi
portlo ranal, prerlsaiido smcnle de serum,
cm loda sua evlenso, parerondo fcil su.-i limpcza
ou preparaco para a navegacao, principalmente na
liarte por mira Mohecida, purque mo heborladu de
grandes arviircs, dosquaos cahiiidu algiimas possam
Ic-lo ob-li nido, ou lomado muilo Irabalhosii a lim-
pe.
Sei por iiformacocs que o Tijuro cilcnde-so som- ncfl0 'll ,
pro fundo al encolilroi romos brejo da cabecoi- da hvdraulii
ras ,l riacho Imlioai.aba, oqual desagua pulo da cscalas p
liana do Vasa llarris, -.iilrriidu fluxo c roffllo da 'o*'"
maro, c or consequencia ouorecendo navegaran chcgaollin
franca. Nao Uve anida occasiao de oaminar ludo c contornos j.-
islo, limilaiidu -e mcu evanic no que llca relatad lelllas faiendi
Indo o porto das Parite ale encoiilror o Tiju
mus o rerlo he que fazendo-se uo nos ag
de Sergipc de canoas fritas nas malas dn rio lleal, o
sendo o nisluinc mal frcquonlc ronduzi-las ora car-
ros do porto das Farluhti para o do Parul, aconlerc
ligninas \ezesque ou por uflo ler o dono da canda
dea lao rica de grande,
o por naveuacAo qual
do villas o muilo-pov,
uniros que necessanam
CanlO em lugares alias
abandonado!.
Nao limila-se, poicm, nielo a idea d
natal pangeos; son arrebatado para mala longo
Seiquo da barra do llapicur, no termo lia tflll
do Conde, pide-se i-oiiliuu.u um canal de navega
cao interior al a Balda, e esto he o romidcmouli
da importante empieza de que me lenlio ocu
padn.
Na furmaSo deste canal, quo devera arouipa
nhar a cosa a exlensao de 30 leguas, distancia qu,
so calcula do litoral da Baha para o norte at sin
evlremidadc no ponlal sul do llio Kcal, liavendi
quasi II) leguas ja preparadas pola nalureu dalo
do ine-iiio llio lleal al o llapicur pelas rabecci
ras do Uarncanah) coinmunlcaudo com o Pirangl
COIlfluenla do dito llapicur na IbrnwClu do canal
digo, enlraian os aguas deste lio o as dos rios tari
ri, Inhambupe, Subabuma, Macarandupi, Saulne
Quirico, grande o pequeo, Pofca, Jacuipe. l'il
cauoira o llio ,1c Joai
devondo-
ipanhaiidn
lija
lu iva
co.,la ale-a-
teusao recebera
he c das Podras c diversos
is Tripas confliicnlo do Ca-
ra antes i.....aniinliar para
iielhur para facililar a com-
an fallarlo para n navega-
iosapotiladoa, que parece
-as launas, que por si for-
rera a sor. as das Pedias
c Tarar n emendar com
a; a do .Maunr.iho entre
liaveudn vi/.iuha d'aquel-
i.i contras sera nomo visi-
to Macarandupi para
ii l'ilicaucra e deslc
oeWoi pelo .......o de
i cvlciisissraas, poden-
pie o canal" do Jacuipe para Joannos,
de :l leguas, esta finio pela naliirezn,
aprofundailo ; o para dizer ludo de
ot <
alele
quo,
di
i,
lago di
,il
xa
dinheiro para esea conducrSo |Mir carro, mi quero..
do por animoso c esforcado evitar a despera, ajun-
la -eciiiii raijiarada, islo em lempo do Invern, o
ora n >eg iajk, ora puchando a caima por sobro o
capius ou jMnsdos lircjos e alagadiros, il.i com cita
lias aguas de Sorsi|ie.
II romo assiin he, indicada cal n direrrflo, que
devo ler oconal. Ilesa purera anda craminarso
dciando oTijuco, U onde elle ciicamiiiha-se aos
brejo do Iniboacaba. convini nulos lomar urna ,li-
rccyo para o Parul, porque desaguando aquello,
muilo pcrlo da foz ,1o Va-a Barra, rbreoso viria
ser navegar em agoas quasi Kinpre cncapell I laa, e
esle formando barra defrunlc da ealreinldadc sul da
Pcdreira, leMe-hia de nlraronar sonieiilc o lugar
chamado Pona liro-sa, o domis o l'arui por ..i he
1..... "'a' de,loa- leguas com boa profinulidade cna-
Iranqnlnima com fliuue rcflino.
Kcalisaiido-se a navegacao dos aguas do llio lleal
para as do Vmo-Barris, fciln"Vdava a rommunica-
cao entre a mvoacao da riapnranga, Capital, rid.i-
de da Estancia, villas de Santa l.uzio c do Espirito-
hlito, c-las de Sci.jipe. cas villas ,|a Ahliadia o
Conde, ,1a llalua : de un. deste, ponloi para oa ou-
Iro so cvpoi tarta ncrosurlanmle o uperlliiii do
dentro desde u llah
rio de S. Francisco eiiroiilrain-se bailas e I.
disto nasco a evcqubilidade de um canal |
li costa.
lie gcralineiilc -aludo o avalla,lo proju
com pedas frequculos de cmbarcaeoi,
connnorrio o lavour.i de Sergipc, c nao inoi
Babia, pcloperigo das n......s lunas o navegara
pelo ocano, o claro esta que una navegacao pe
interior furia ceatar eaw prejubo. Procure-no foi
mar um quadro da impoilamia dos navios pe .lid,:
c dos ohjcclos nolles .arrogados por lempo do II)
........i, eaoconhocera cutan palmarraeiile adopl
vanlagem da navogajSo interior lauto pura Sergipc
como para a Baha, rossarao de prejuios, Ngurau
ca e racilidade du lran|iorle, a|irovoilamonlo d
iminonsos productos, que prcacnlcmonte so perdem
pela que, dando 8orgl|ic impulso li sin grande,
principal obra, devo fazer sentir sua lilla conven!
curia a llalli,, para p,ir-lhe O complemento, COuYb
niencia, qual de preaenlo nem ;o pode avallar.....
pareceildn una navegacao inferior, rnlan,lo-si
rom os mares do Reconcavo, do mais de 100 legua
da Baha at as Piranba, dando hnmenao valor i
muilo ten.....is, quo ora neiihiiin lera.
O canal, que alravena a China de Norle a Sul
diznviajUiiIcCnlliuSniilh, Icm 000 leguas de c\
lensan. Nao he ,. Brasil.....vo c un COIIIOCO do sin
pulillca, o atiliquisslinoe sobro modo po-
orlo da China, mas, precisando ibi avaii-
i marcha do florescencia o engranJociinoil
un povo livro. bem constituido, riimprc
io deve perder lempo cm cuidar do -en
Hilo material. fa/cn,lo rada provincia n
oiidurenle f,'u. Tora a Sergipc cuidar de
I"" a......ireza lho pruporcionoi.......egai
Mito do mirle a sul, o com islo excitar a
niplelar a maiurdas obra--, que se pode i-
*"......lor, eommunlc......i (rosprovln.
i. Serglpe e Alagoas, e lao mil, que nella
rani cnipenbaros pudores geraes da nacao.
polo que fui dilo a principio, vio-so que a
micceo rom as Alagoas seria aumente com
lacocs da margein do Rio do San-Fr.inci.eo,
agora arresceiitar que, -c eaM provincia pe-
lo-se da conveniencia de urna navegacao pelo
r, quier liicremonlar o canal da Babia ao Rio
-Francisco, o peder fazer, comeando do um
ule deslc cima da powiaen do Placabuci'l
Ha deSan-.Miguel, emciijo esparo modelara
le GlquKo unirs, ede San-Miguel al
rlieipou
uInle
puloso i
lajar-e
lo, que
Seinor
r:,;::
Interior
Baha a
Bal
. |
ele
de Sai
runflo
ato i
as lag.
npial, donde iiavcga-ee rrancamenli
i lagoas, donde a provincia lira o nomo
cntao, nosso feliz lempo noderiovia
ii canal c\i-lc de ISO legua, di
llcrcrendo navegacao do mais di
les ramilieaeoes ; canal som dilu-
a nnlig;
pela lagoa
al Macci; ci
jauto ill/i-i que
Babia a Maeei.
2II pela, ditle
cuidados Indrauliras, i'scnlod
porcaladupas.
Aqui caba largar a penna, o nao
ge o quadro arrebatador, quo imagii
litante futuro na man ha de cIvUM
levar o Brasil, mas mo tique por di
o aiiginoiilode popularanc do riquoz
verdadeiro espirito civilisador nos n
sar os melhoraraciilos possiveis, enhi
L-ssidadodoln
i levar mais ton.
i, do mais hri
o, quo pode
'le 'I.....I'
i, ou mos um
iiluzir a reall
i nave-
s rios, veiircndo-so peh
.- olislacolos, quo as carhoeiras i
UlvegaclO, cnlao ata se farii cm mili-
iihos iirima dos poulos, a que nollc-
rcllusn da maro, ora rujas margen.
e achara innmeros enjennos o opa-
do lavoura o ciiaeflo; viudo a sci
navegado o llapiciini por militas leguas ; o Inliaio-
luipe por olgumas, devendo baver mi punto, cm
que terminar a navegaran, grandes armnzens de ar-
rcradatao para os sonoros de imporlarSoo prinri-
palincnlc do ejporlacSo, do quo sous terrenos ahun-
it.iiii; tambera n Subahuma por algumas logna-, ha-
vendo a inesma noeessidade do arrecadaco, como l-
c^dilo; c da inesma furnia o Pojuca o Jacuipe, lo-
dos com anillada nrodurcao d'ossucar, acrescendo
no Inhamhupr a dn tabaco. O grande canal, que
foi delineado, lirar endo romo um grande rio, do
qual todo o mais indicado sero Iributario, e des-
ta forma a uavcgac.io no momo canal se turnar ca-
da voz mais ratonan o por consequencia mais prove
losa, mais rira o digna de sor invejada pelas grande!
n acota.
Dco guarde a V. Esc, villa do Espirito Sanio d.
HioHcal, IB dejunhn do IR5I.
Illra. c Bul. Sr. presldcnlc da provincia, douloi
Amaiicio Joilo l'creira do Andrde.
Kaimunio it.iraujo Jorge.
uameiro, abrio-se a sesso, o foi llda o approvada a
acia da antecedente.
Fol lido osoguinlo
EXPEDIENTE.
Um aviso expedido a alr. cmara pola -secretaria
de oslado dos negocio do imperio em dala de 96 do
ni neo ullimo, communicando ler sftlo o actual
Kviu. pie-idenic da provincia uomoado para esle
cargo por caria imperial de 21 do mamo roe.In-
leirada.
Oulro do momo Eim. praidente, concedoiido a
aniiiii-ae.ii) quo a cmara Ibe pedio para coiilinuar
a fazer desposas cvenliiaes al o flu do corrcnlo so-
n municipal, vislo so lercsgolado a respectiva ver-
ba. inlcirada, o mandou-sc communicar ao procu-
rador c contador.
Oulro do mamo, ramcllcndo u:.i escmplar im-
prosso da falla do Ibrono, na ahcrlura da piinicira
sessflo da nona legislatura da asscmblca geral, quo
leve lugar no dia 3 do corrcnlo.Inlcirada.
Oulro do mamo, dizendo quo, em94 do correnle
ofilciiira ao coniinaiidanle dasarmas, para na con-
formidade da requisicao da camarii, ordenar quo
una aenliuolla da gualda do Ihesouro 90 inrumba
do vigiar da 9 horas da nollc l 6 da manliaa na
conervaco da arvores plantadas ao norte do cbii-
fariz do passcio publico, nao consciillndo que sejam
ellas destruidas.Inlcirada.
Oulro da cmara municipal de Nazarolb, arcusa
do o rccchimcnlo do desta, era que Ibe par
posse do aclual administrador da provincia
rada.
Oulro do advogadoda casa, distado que, por ral
leroin rhegado as suas nulos as iirormacocs cm quo
so baseou o parecer da corainisso relativo i quesillo
propoiicnda contra Bernardo Antonio de Miranda,
para a abertura da estrada, nao linba iiroposlo o ac-
Co. Ouc so ofllciassc ao voroador Rogo para re-
moller os papis que lem em sen poder scmelhau-
Ic rcspcilo, alim de seren Iransraillidos ao advo-
' Oulro do contador, participando lor rcassiimido o
oierciclo deslc cargo desdo o dia 19 do corrcnlo.
Inlcirada.
Oulro do procurador, oproscnlando a conla da
dospeza relia com cera para as cleiiocs, na Importan-
ciarle OOOlOtO, o dizendo ,|uo dn qoola respectiva
so resta MC.--H(il) pur se baver j gaslo o mais.Man-
dou-sc responder que pagaste parte da divida cora
o rstanle da quola, oquequanio a parlo quo licas-
so por pagar, se providenciarla.
Oulro do fiscal da Bua-Visls, roprescnlando sobre
o uni oslado da ra do Alerro. Inlcirada, por so
estar tratando do sou molburamcnlo.
I tullo do ciigonheiro cordoador, iiilormando sobre
a pellejo de Maiincl do Almcida Lima. A' cotn-
missao do cdilleinao.
Oulro do incsuio, remoliendo n projoclo o orca-
inenloda obrado dous canos de alveuaria, de Hier-
ro, o vallas a fazer na Mirada dos Pocos nos Alega-
dos.Que a conladoria inforraasse so ha fundos para
ossa obra.
Oulro dn fiscal de S.Jos, rcmcl leudo o inappa
do gado muri para consumo na semana de 16a
do correle, thtiren, inclusivo91 pelo marchan-
la particulares).(Jue se arrhivasse.
Oulro do administrador do eemilerio, inforniando
-:u c a prrlonrao da irmandado das dinas da fre-
gucziii da Boa-\ i-la, que requercu ao Evm. presi-
ilenlo da provincia, para continuar na eontlruccio
de -nas catacumbas no eemilerio.Queso inforraas-
se a S. Evo. com a copia da rcsposla do adminis-
trador.
Oulro do fiscal da Boa-Vista, pedindo mandatSO a
cmara pagar ao Dr. Prxedes (Jomes de Souza Pi-
liuiga, a quanlia de 3*200 do um oame sanitario
que ai no dia -JO do crrenle no acouguc puhlico.-
M.iiidou-c passar mandado.
Oulro do fiscal dos A fugados, dizendo quo evis-
icm no rio sobro qoe paaM a poni dos Afogados,
algn leos doseslcios da pinile velha, quo emba-
ra'c.un o transito das canoas, J leudo alguma dol-
as ido de encontr aos mismos. Que so ofllciassc
ao Exm. presidonle da provincia pura mandar pro-
ceder ao arraiiramciilo desees leos.
Entra cm discussao um parecer assignado polos
Srs. vorcadore Barros Barrlo o Rogo, declarando
as baso) sob as quacs coiivcncionaram com Manocl
Percha Tcixcira a indonmisar.io de parle do sitio
do mcsino Toiveira, que pela plaa approvada lira
destinada para serventa publica.
Sao lidos mais osscguinles papis, viudos com des-
pacho da presidencia para seren informados:
Fiuollicioda directoria das obras publicas, In-
formando sobre apelic.iodc I). Mara Francisca das
Praiera liurieseSilva, requorondo permballo para
fa/.cr um rano rommuiiiraulo cora o aqucduclo do
paleo do Carino, para por elle leeegolarem as aguas
,1c chuvas e do uso donioslieo de aua casa da ra de
Horlain.33, em cujo quintal so ajunlain. Que so
inforinasso a S. Evc. cora o ocrorrido.
Oulro do mesinn, iiirorinando sobro a pelieo do
neg icianlo Si.....le Power Johnslon & C. que qur
col locar mu guindasle do forro no novo raes do
Apollo, em frente do sou arinazcra. Que "'"*-' rO-
mcllido ao cngoiiheiro rordeador e fiscal respectivo
para informaren!.
Oulro do nicsino, informando acerca donillera di-
rigido pela cmara presidencia, fa/.endo ver o man
osladod.....a do Aleo da Boa-Vista, c podindu
que S. Evc. boiivcsso do providenciar sobro O MU
molbiiramoiilo. Que so respndase, ropollindo
com preci-aoas argiiieoes aliradas sobro a cmara
pola directora das obras publicas, conformnndu-sc,
nao obslauto a incala cmara com o linal de sua
infuruiarao, oill quo diz ser ronvcnionlo rc|iarar-sc,
no mosiu s> slcnn, o calcameiilo da dita ra do Ator-
ro, no que so poder dispeuder, por contado arl. 19
da lei provincial n. :MII), SOU?.
lina policio da irmandado do S. Podro desla ci-
dade, requei endo ser isenla do pagar lava por inhu-
mado que se li/er nas suas calacmnhas, que vilo ser
construidas no comHorio, fundando-so em ler para
esso lira comprado lerreno ii porpeluldado o mo lor-
llie sido concedidogr.iluilaincnte, como unirsr-
oi.uidade-, a ipiom wimoiilo suppocni a obrigaciio
lo pagamento da laxado art. 61 i, regulamonlo do
eemilerio. (juo so infonnasso ronlra soniclhanlc
preloneo por ir de cncotilro no dilo artigo, ao li:i
llcsolicu-seque soollioiasjcao Sr. vercador Dr.
Si Poreira. para OJircUnlar quanlo nulos u sen pa-
rorcr sobro o ofllcio da presidencia, que lho fui
Iran-miltido, robrindn o do cousclho do lalubrlda-
de relativo as medidas quo so devora adoplar Icu-
donlcs a Impedir O niaior doscnvolvimenlo das ro-
bres unarellas.
ResDlveu-se mais, qneo procurador s,'. rondoMO
comonlo, fleaudo eansorvauoaoa uniros maleriaesda
obra do maladouro.
Ilcpa, haraiii-se us peticoos do Auna Joaquina do
Monto Ponaeea, do Frt.....fsco Jos Rodrigues For-
icira, do Exm. eousclhciro Jos liento da Cuuh.i c
Figueirodo, do JachllllO Carduzo Pires, de Joao
Soares da Silva Pincnlcl, do Jcw liuncalvcs Fer-
reira Costa, do Manocl larqua Bitorra, do Maria
da Conn-irao, o levanloii-so asessao.
Eu Joao Jos Fcrrciade Aguinr, sorretariu n
-uh-erevi. B.imn do Caplbaribe, presldento.
Vil.....a, Barros Brrelo. Bogo. S Pcrcira___
Olivcira. llego o Alhiiqueique.Mamodc.
Iraras, passaudo csso lempo ser.lo ncre-sarios novo
brlbela. .....
Arl.,70. Serirecebldo no grande hospital, inde-
peiideuledosdocnuienlos exigidos no arl. 68, aquel-
lo individuo, que fr repeutinaraonlo assallado na
Er molestia grave, desenvolvida oucausada por
lie imprevisto, sendo acompauhadocom urna
ordoni assignada |iolo presldcnlc da provincia, ou
qualqucr auioridadi- policial,ou conduzido por pes-
so.i conhecida, quo alile o caso.
Arl. 71. Os docnla que forcm receblos no gran-
de bospil.il, na formo do arl. 68, exhibirlo dentro
de ipi ii cuia o nito hora segulnlcs, M alleslados que
comprovem sua indigencia, som u que serau despe-
didos, exrcplo se o praidente da provincia mandar
ordempor cscriplopara que o,lenle soja conservado
ale coinplclo rcslabolcchnenlo.
Arl. 7. Serio recebidos om qualqucr do bospi-
lan, desde a sele horas da inanliaa al as cinco da
larde, o enfermo que forera adraitlidos om virludo
do arl. 68, os oulros porom a qualqucr hora do dia
ou da noilc.
Arl. 73. Os rcgenlcs rectelo os docnla, a r,
licito do quacs forera precnchidas as coodiecl
dos arl igos 68 o 70, i v isla das orden c dorument
quo lho scro exhibido, remetiendo essn papis a
adminislracao, onde scrao cmmassados o archi-
vadu.
Arl. 71. Os rcgenlcs, logo que so recete um en-
fermo, farilu inventario de linio que Irouxer, o que
se laucar om um livro especial, c so depositar cm
lugar para isso destinado: o ruupa ser primciramcn-
le lavada.
Arl. 75. Serlo receidos no grande hospital docn-
(es de molestias agudas c chronicas, c os inriiraveis
na dcima pai le dos loitos existentes, motade teneos,
nielado mulhcres.
Arl. 7ti. No hospital dos lazaros por ora, scrao
smcnle recebidos os docnla dasdiffercnles especia
do lepra : a administraran porem, Icndu em v isla o
lim da inslluji;o c os meios pecuniariosdisiionlvcis,
combinar com os racultallvoa dea csiubelcciincn-
los, acorra das inoloslias ,1c pollo que uu dilo hos-
pilalse pmlcrao tratar, c tamben a rcspcilo das me-
didas que em lal caso so llvenlo lomar, acoinraodo-
cocs a fazer, A-
Arl. 77. No grande hospital llavera una reparli-
e.lodcslinada cxrliisivamcnle para os alienados, a
qual ser construida c disposla segundo o cousclho
dos facultativos.
Arl. 78. 0 numero de loitos para os enfermos ir
sendo augmentado, a medida que os rcndiinonlos
do patrimonio o pcrniillirora. pur determinaran d.
presidencia, sobro nforiiicao do adminislracao.
Arl. 79. Fica auloriada a adniiiiisliac.ln iidinil-
lir nn grande hospital e un dos lazaros docnlcs, qui
qiiciram Iralar-so nolles, pagando as despezas.
Art. 81). A llcenca ser ronredida ii vislade mu
llanca de pessoa abonada, o residente nesla cidade
que se responsahilise pelas despezas qu so ll/.orcn
rom o curativo c entono, no caso demorlc.
Arl. 81. No grande hospital o nodos lazaros lia
verso loitos para osles enfermos iiiin Indigentes, u:
ipiaes lloaran separados di
rao alera das aiais despe
por rento, sendo o enfenn
re.....sondo csrravo.
Arl. K>. A conta ser
lculo livor all, c o sen
,1o pelo lliomn ciro da adi:
coila.
oulros (lenles, o paga
I, un graliliraca,, de :,ll
pessoa livro jede33 po
ida no'da
BR2
:su
lile
Era ludo- o.
pacidade, ou
res. Nos negocios
lar as dolaccs lgaos d
lo de fnmenlai o cicdil
los para repetir a mol
PORTUGAL
7 de abril,
asaetee, revela
guala os losllm
governo a uira-
desorgaulsado-
,,., nao conteni de assal-
lividas sagradas, a prclex-
!), levando a voz nas cor-
i evadas o mais dcsairosas
ila dos Inl,un
i o Inslito uiir
lores a rospoilo
que Icm propalado a ira descabella-
s. O escndalo dn a pasta negra a,
do Sr. Ionios ous scus anloccs-
- emprestnos de 1810 assiin o at-
iestan!.
Na poltica eslrangcira ou proslra a independen-
cia e o decoro ios ps dos oulros gabinetes, romo
siiccodeu na quesillo do Douro (do que a seu lempo
trataremos rom largueza), ou susrila pur iuopria
cunllirlos ilosnocessarius, o s fccuiidus em possimus
resollados, porque as causas justas nao se sustentara
com verdes o lorias fanfarricos, mas com argumon-
los claros, c hbil dircce.lu era os oxpnr.
O que osl acontorendo acerca da conlcslaeao -us-
citada entro u ministerio portuguez o o ministerio
d-i imperio do Brasil, prava do um nimio conclu-
denlc a Impericia, cora quo o Sr. Jcrvis nosobriga
a figurar. 0 Sr. Foulra proclamare Inventor de
raras Ibcorias econmicas, fundando a eonuanea
dns capilaos na espoliadlo svsleraalica. O \ iscomlc
novo para o arompauhar invcrlo ososlvlos aduiilli-
dos, ei igi-se cm reformador das formulas diplom-
ticas, c torca do prooipiacocs c ,1c Inconvenien-
cias, como curda de Uo honrosas fadigas, ronsoguc
Icccr urna gravo rumpliearao anude |0 havia um ne-
g, io simples. J ho babilldadc I
lodos alarlo lumbradas do alalo que mulivuu a
puliliracio de una correspondencia confidencial do
Sr. Uruiiunond, ministro do hnperiona corle do Lis-
boa, ronlcndo asscri.oes fortes acerca da ron upe.io
de corlas cunos onsarcadas cm Aldea-Gallega. A
excossiva cxlenco deslas issercfie-, o alguma phra-
os menos pensadas, que na occaslSo analyaamea
rom rigor, deram origoin a ,losenradearoni-so con-
tra Portugal as furias dos jomaos, alleraildo-M a
boa sombra dos consumidora dos nossos genero-.
O incidente unsccii da Iuadvcrleuria cun que o se-
de ciado
stampe
OUll
ii Itio de Janeiro deixuu voi
ofllcio ,1c sua natiircza sen li-
mis averiguado.....dia cur-
nau viosse alimentar os rom-
is infereurias injuriosas das lo-
oscc que o governo porlugui
idircilo, odcsaggravar a leal-
lirava disto incsino recurso
Extraecao' dos premio grandes da lotera do
S. Pedro Martyr da Olluda, m qual tere lo-
gar a 10 de Juoho de 1853
6
:t:l8ti.
iaoi.
3633.
I8">.
8705.
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1187.
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tOslllKl
.-KKI-mil)
dtKWHJt
otlDJIUK)
oimrMiiK)
-'IHWIIHI
imisiKK)
KllllsKK)
IIKWHX)
li '-iii.i
|llll~KKI
liiioim i
ri uncu Os a pedido.
miMiimco.
CMARA MUNICIPAL.
Sessao' extraordinaria de 35 malo da 1SS3.
Pntlirutia do Sr Datth) i (Haibarikt.
Prsenlas OS Sis. Huiros llarroto, Reg e Alhit-
Slioiquo, Vianna, llego, Manicio o Olivcira, rallan-
osem causa |,arlicipada o Srs. Dr. Sa l'creira c
1
HEGULAMENTO PROVINCIAL DE 25
DE FEVEREIHO DE 1847.
CAPITULO IV.
Da admh'n e iwr/if So do en firmo.
Arl. (S. A pessoa que qulior ser adinillida no
grande hospital, ou no dos lazaros dover :
g I. Conseguir alicatado do parodio respectivo, ou
de'una da autoridades policiaes du dislriclo, |ielo
qual jusliliquo sua indigenria.
Aprocniar-e a algum do facultativos dos
ditos cstabelerimcnlos para o inspeccionar, o qual
acbandu molestia llio dar mu bllliele, concebido nos
termosscguinlcs :F... lea... (denuminacauda ir,o-
loi i.i ) o osla na circumslancias de ser rcrobidn no
hospital de... dala o assignalura.
g :l, Ohler do iiicmhro d'odininislracao, qucesli-
vor do semana, um hilbeio de recepcao, o qual s-
mcnle -o conceder ao que exhibir os domnenlos
de que Ir,ilam os t,S anlercdoiiles, c sera do Ibour so-
giiinte :I ... evliihio doeumenlos nos devidos tor-
raos, e piulo sor recebido no hospital de... bavemlo
vagadala e assignalura.
Art. 611. Os domnenlos exigidos no artigo ante-
cedente, 55 i c 3, s Icru vigor por quaronla o uilu
luid
tu, que mili o' oflii
i igir, so a inpress.li
mciilarius alro/.cs e
Ibas braslleiras. Ar
parafawrvalor.ose
dado do rnmuicrcio
vanlajeao.
Mantel a verdade c porsuadi-la ; desliuir as ap-
I'"''"'"-1""'ilir'.....adas ; e pugnar pela o.....piola re-
habilitaran de carcter nacional, ora nina empresa
faril, ede bstanlo boma, para negocia,lares expo-
nentos, c capazos do pereelieremoa negocios, o do
os oncaininh.u em. Desgracadainenle o contrario he
o que se fez. O Sr. Jcrvis preferiu o conflicto i
salislac.lo pacifica I
(jiiai deviaser amelo, quo a raalo indica, para
so eolher mu lim til depois do estrepito ,1a noti-
cia '! Todos diran) que era dirigir-se o nosso mi-
nistro ao Sr. Iiiuii.........I rom alirmcza que n.loc.x-
cluea urbaiildade, a convidado a vcrlflcat as suas
Infcrnuc/Des, para, eonveneldo olio proprio da etag-
geracfto, acudir, como lho cuinpria, cun as necos-
larlas rcclilicaroos, anude so muslraxa ii noressida-
de dolas ; c ao iiicsmo lempo instruir poranlc a sc-
rrclaria do imperio us instancias ooinpcleules, alim
de se restablecer a verdade alterada, c de IO repa-
rar o daino moral o phvsico, rosullanlc da extem-
pornea puhlirarilo.
lina vez que um lapso do ministro imperial fo-
ro cania de toda a perturbaran, havia grandes mo-
tivos para esperar, om virludo da harimmia dos
dousgovernos, una reparado cabal ; sondo ped
da nos Icemos convenientes, c guardadas as preci
sas formulas.
O Sr. Jcrvis cuidou que os foros o o .irruido me
llioravam a silaaogo ; 0 ds|icnsuu-sc por isso d.i
reserva o disrrirau, que os homens prudentes mui-
r poeta de lado. Nas suas man-, a experiencia I
preval naocsla segura nem a luz ; o o aspelo fa-
voravcl das quesillos n.lo larda om so complicar,
araraa ii Infellcidade dea sous espedienlea bellico-
sos c chelos do oalenlaojo. Eis o que acensa a ma-
neira nulo o inhbil porque S. Ex. enlrou cm ne-
uoeiarao.
Itompeudo pur urna nota dirigida ao ministro du
Imperio em Lisboa, parece que se osinerou era reu-
nir quanlos sol, ismos ella poda cunlor. Contra os
usos recebidos, iivocou-sco nomo da soberana, dos-
roliiindo a roia, o omprogaiido-sc nina liugiiagom
quo seria toleravcl apenas da parle de um superior,
censura........s ocios do um subdiln ou inferior '.
Ordcna-me Sua Magostado diza o Sr. Jcrvis
ao Sr. Drummoiid, como so as nogoriaees diploma-
licas muilo do proposito n.lo tiimasscm rumo regra
omillir a invoraiMo do inonarcha O resto era dig-
no do Mordi. I'.in vez do estilo allonrioso a phra-
sc levara o em lugar dos meios do suasno quasi o
lora imperioso das rolacoei jerorrhicas da secreta-
ria rom os sen subordinados I O resultado corres-
poudou. O representante do Urasil repellio a ins-
taiiria po, causa da forma ; c o Sr. Jervis sabio da
dilliculdado suspundeudo as relacocs! Assiin co-
incroii esla infeliz cooleslacao. Ao uiosnio lempo
passou-se una nota ao secretario de estado do im-
perio, cm que o goveruo portugus exiga a ramo-
cao do Sr. Di iimiii.....I nipulando-lbo a inicio,.lo de
insultar s nacJto porluouoza, e o desojo de inlcrrom-
ocr a ba harnioiiia entre as duas pulonrias, os-
Vcilainenlo unidas polos lajo do alliaucaedo fa-
milia.
O gal,mel do imperio respoodeu a cilcs rasgo
com o seriedad,.' propria; sentindo e eslranhaiido
a medida vilenla da -uspou-o das relacSes, e ,,.',
mono a exigencia da rcnioeo e os torraos dola.
N'o.-lo docunicnlo da secretarla lua-ilena. itizia-se
cm substancia a que o goveruo de S. M. Fidoliwl-
,i na so ItoovesM limitado a pedir a remofo do
a Sr, Drurainoiid, fuiulaudo o pedido ueste ou em
alipier oulro motivo, ilmpcsniculc, o gove
mouia, preslar-so-hla a annuir, embora o icu mi-
i iiistro om Porlugal racrecesse toda a confiaura;
i raa que dado o passo imprudente e menos reflec-
< Hito da inlorriipe.lo das relacocs dplomalicas sem
i previa communicacto ao gabinete do Rio do Ja-
i neiro, de nenbum modo esle poda supporlar a
< ida de quo seiiielkauto acto Ibe fosso Imposto.
i Oue enlrctantu.quercndoo governo portuguez r-
considerar a renlufo tomada, c restituir as
< cousas aoeslado em que se aehavaui anle-, nio
oxisliria dlfllculdade cm aer concedida a i-01110-
1, cao do Sr. Driimmond ; nao se admillindo porm
a al o prirneiro fado lor lugar, qualqucr discus-
11 sao por levd qoe seja acerca do segundo. A no-
li laconclula'dcclarando, quo no caso do ralnislc-
n rio portuguez inslslir na sua idea, cra-lhc li-
li vre enviar o passaporlc ao ST. Drumiiiond, na
u certeza de que o gabinete imperial obrara com
o rigorosa reciprocidade a rcspcilo do agente diplo
o matico portuguez I o
Chegado o assuraplo a csso poni, n "> reslavam
seno dous meios honroso de resolver a crisc ; ou
enviar os pa-a porto ao ministro do Brasil, aceitan-
do as ronseqiicncias; slo he, a suspensao do toda
as rolarnos com o imperio do Brasil ; ou rclirar-e
da adniinislracuoSr. Jcrvis, que pela sua lcvian-
dade o inhbil iniciativa suscitara o confliclo.
Ounlqucr dclles ciecda as for^a do dcploravcl m-
iiislcrio que nos flagella. O primeiro, |iorqiic so-
bre a verdura c irreflcx.10 do prcleslo se lovant
riam os justo clamores do commcrcio prejudiendo
o segundo, porque a abncga(an o o sacrificio nunca
foram virtudes eonhecidas doquadriinviralo rei
le. Assiin, Iralou-sc de sabir pela janclla desde
quo foi alisoliilanicnle impossivol sabir com decen
cia pola porla.
\ endo-ae era apuro exlrcmn, o governo implora
o auxilio do Sr. conde do l.avradio, ao qual lomea
ludo por vezo a Irislc niissao de amparar na vid
dolorosa os passos dos nossos dictadores. Frustrad)
a esperanca de levar do golpe a negoela{ao, (com
suppnzern) porque se mo iluvldoii rororrer a incioi
fiira da csplicra ordinaria da diplomacia, oque poi
isso foram dcsallcndidos, o Sr. Jcrvis, rhcio de an-
gustia o de pe plexidade, escroveu a pedir conselhi
ao nosso ministro cm Londres, rogando-llie ao mes-
lo lempo que usasse de loda a Influencia para ai
cancar a valiosa inicie,--., do gabinete do S. M. Hri
Inica.
Aanram-nns quo o Sr. cunde do l.avradio, cora o
tlenlo c aplldao que o raractcrisain, nao occiillou
ao ministerio o erro de preripilacilo, em que o julga
va iucurso, rompendo em um exresso, que era ra
ros c determinados casos ho juslilicavcl, como a cien
cia o a pralica dos negocios aponan! ; mas om dea
ompenho das suas fiiucccs procurou lainlicm con-
correr parase por termo an incidente, invocados o
bous ollicios dos societarios de estado de Inglaterra
Lord Abcrdccn, liomein consumado, cxaniiiiand,
0 oslado da conlo-laelo, nianifoslou o sou voto om
ludo igual ao do Sr. conde do l.avradio ; c fallando
a este re-peilo rom o ministro do Brasil 0111 Londres,
,. ravalleiru Marcdn, dcclarou-lhc que se linlia re-
corrido a son arbitraje (phrase propria' sobro
quesillo do Sr. Drumuumd.ao que o agento Imperial
replicn, quo au do corlo por parle do Brasil; ao
queS. S. redargnioconcordando, o emillindo urna
iipiuiaoiio elogio aa da gravldadecom quo se
comportara nesla queslM q chancellarla do llio do
Janeiro Eis romo de nbvsnin cm abxsmo, esle nil-
nisioriii incapai nos sao arrestando om ludu.'
Cada vez mais confuso, c n.lo rcccbcndo Nulo
advertencias ou dc-approvacocs sobre o son procedi-
menlo, o goveruo apresontou-ee poranlc o cnnsclho
do oslado, naturalmente para ver se consegua es-
cudar com oslo voto nutorisado a quebra a que ia
ser obrig ido, e que lian loria lugar som as aberra-
coos queassigualaram este imdfadadoobjerlu. Sendo
secretas as conferencias do conselhn, devoraos igno-
rar o que so passou ; porm ousamos assegurar, que
os actos irrolloclidos do iniuislio lian escaparan!
analvsc que provocara ; o que o recurso para lira
tribunal desta categora, drpois de ralo haver sido
ouvido mis rasos que a carta indica, seria dc\da-
monto fulminado era prewnca do ludas as cirouins-
laucias.
Acredilamosque o muiitterid araba poras confor-
mar s insiiiuaei'ies du gabinete imperial, e que 1
sua nula expedida pelo ullimo paquete leva oslo ul-
timtum: mas ilopiiisdasanugaucias o temeridades,
que son iran de exordio quosl.lo, que papel fica-
mos representando a face da Europa, conservndo-
se 11 Sr. Jervis, autor |ior incapacidado) do ludo o
confliclo I Cuino hade feslabclcccr as retacaos cora
o Sr. Druiiimuiid o incsmo ministro, que as iilerrnm-
|ieii ora das pralica seguidas, Jscm niolivo sulll-
eienle, o antes do previa cu......unlcacaO i corle dn
llio de Janeiro '.' Silo h.....ilhaeoes quo noicuslara a
acreditar, c que us aflirmam odaxia, que Oto tere-
mus remedio senao supporUir.
A secretaria dn imperio, oproveltando a irrcgula-
riiladcrrassa doSr. Jcrvis, inudou u lerreno cun-
te-laca.......loso inoslra rosoli ida .1 ceder mies do
dada a salisl'ar.lo, uno exigi na sua nula. O mi-
nistro portuguez desapprovado pur quanlos csla-
dislas 11.11 noeles o cslrangeiro* consultan, mas de-
vorado pelo desojo de guardar a pasta, mo quor
fazer o sacrificio do lugar 11 dignfdade do pudo
,N,io podemos suppr quo so lexo a quesillo aos lo
mes desesperados da interrupejo absoluta das re
coes-nlire laes prclexln. ; es alternativa, que I
grandes motivos autorbnm procedondo da* cans
que notamos, cobrtria de odio o Si. Jervis e os sei
colicas polas pedas a quo d iriain ongein rom o es-
tampido c a Ignorancia da sua diplomada.
Nada mais accrosrcnlaromo.i por em quanlo. J
dina.......bstanlo, e rom boas auloridadea para
manlor, so fr ooulostado. Esperamos que o .lelil
leploraveh) Menas, o mo iurolva nove
gloz de marro, so conforma com o memorn-
dum do governo imperial, mas nos oslamos persua-
didos do cuiilrariu, porque se o fojse, a consequencia
natural era uiramodiato retlabcloclmculo das rola.
(tes nfllriaes com o Sr. Dmuunond, e entrelnnto al
a sabida du dita paquelo anda ella nao eslavam ros-
tahclecido.Inclinamo-nos antes a crr, quo o go-
verno portuguez procura tergiversar.i\nguom ig-
nora hoje, quo cm l'm I11g.1l cedas polencia cons-
liluemo mural dasconspiraclles, e lendo-lbc sido o
Sr. Druinmond ura porniancnlo obslaculn, boje so-
fre a sna perseguido, e sob o infame prcloxlo *l\
qucslflodoschouncos o pro, iii.iiii llalli tirar. Mas
o governo do Brasil tullidlo em defender a honra
nacioaal, nao lia do consentir, que seja feita a von-
lade desses torpes especuladorc, bom como sabara
vingar-so do ultraje, qiiollie foi felo, na pessoa do
Sr. Druinmond, que ha lanos auno servo ao paiz
ora lldclidsde, honrados e elo a loda a prova.e he
un, dos punco-, que anda 1 i-lam du que loniaram
liarlo c levaram a cflolo a uossa gloriosa omancipa-
Ao pnhlira.
COMMERCIO.
ALFANDEA.
lielnlillli'l.....lo da I a'.) .
I,Icm do dia 10.....
113:3.779011
2010795I6
I33:76Ivm7
Desearregam hoje 11 dejuno.
Escuna oldcinburguezatasserman mercadu-
ras.
Barca porlugiiczaLeal dita.
Briguc brasilciro Eleira pipas de vinho.
Briguo brasilelro Fortuna do Norte fumo,
sabilo e toucinho.
Male hrasilciro nucidos sola.
Dalo hrasilciro Anglicagenerodo paiz.
CONSULADO GERAL.
lien.lime......India I a V.....M0S1lz77
dem do dia 10........ i:79tej.:il
DIVERSAS PROVINCIAS.
lien i,me.....do da I a 9
dem do da 10
Exportacao'.
Rio tirando do Norte, Maranh.10
iram,/1 /[arre, de 255 tonelada, c
guinlc:1,027 cobro volito agr
salgados verdes com 13,628 5 ba
de laniarndus, 1 mesinha de made
I,
32:8199811
1:2589122
379519
1:2959671
barra
e P
mduziu o so-
al, 278ouuros
ris com 10 dp
_..j paro roslura,
a borbolclus, 6 de rap arca-prcla. 20 do-
ro seceo, 6 qiiarlinbas para agua, t mesinha de ma-
I,-,,a. I caixilu borbolcla, 6 rap, 20 dita doce,
6 .pa, Imlias.
llalua, hiato nacional Fortuna, da 61 tonelada-,
enndu/.iu o seguate:-1 caixas diversas miudezas,
10 caius papel de machina, 100 barr brcii, 2 ra-
xas fazcuda*. 20 han i- pains, I raixao chapeo- de
bala, 1 caita caitinhas de colxeles, 3 gigos ardi-
les de palha, 1 dilu mangas de vidro, 1 caita ruupa
para uso, II) barrica cavada, 10barr inanteigade
iiorco, I caixiio missaugas, 2 encapados cadclra de
bataneo escllim, I caita diversas mcrcadoriar, III
1,1111. c 20 meios dilu- nianleiga franreza, 12 sarros
orva-doce, 16 ditos cera de carnauba, 81 moflios
rouros do cabra, 5 holljcs oleo de eiipahba, 1 cal-
a caixinhasde colxeles, 40 mullios esleirs, 2 bar-
rica c I 1 ai van assucar candi, 178 saecus arroz, I
cala ruupa d'.i-n, macbiiia do roda, c livros usa-
dos.
ItECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAESDEPERNAMBUCO.
Rcndimciilo do illa 10....._. 1:1419117
CONSULADO PROVINCaW..
Rondiincnlududia9......:!:iii;i-i ;j
dem du dia 10 .....1 :sIn-, 1
MOVIMENTO DO PORTO.
Karios entrados no dia 10.
Torra Nova .1:1 dias, brimie nglez Beile, do 200
toneladas, capitflo R. Palpey, equipagera II, car-
ga h.ie.iih.ii,: a Mr. Calmnnl & Cumpanhia.
Rio de Janeiro 16 dias, barra iuglcza /./-,/ .//,
Itusscll, de 333 loucladas, capillo John II. Clar-
ke, rquipagein 14, em lastro ; a N. O. Bicbcr i\
Corapanhia. Fieou de quarcnlcna.
\acios tullidos no mesmo dia.
Havre com escala pelo Ro Grande do Norte, Ma-
mullan c Para Barra franceza Ilaere, caplilo
M. J. l'icrra ; algn generse lastro.
I.iverpoul pur Macci Briguc inglcz Camilla, r,i-
pilllo W. II. Brinc, carga parle da quo Irouxe.
EOITAES.
paro n
ciis posado
ludo he uossiv
ms.
proprio Sr. Di
'se absurda.
mus m de re,
iidiclo
"urque'
Ci
1 a sua ti
11 um governo doslcs
- sabe anule acaba 1
mcrldade. Sement
1
era voz da completa leparacao,
que seria facilimu alcauear ale do
limn,I, fuios enllocados cm lima
1:1 qual, invenidos os papis, tore-
ar, o do abrir o oxcmplo das ron-
ces-no, comecando polo rcslabelcciincnlo das re-
lacocs com o agento diplomallco do Urasil) depois
de so loar al Londres o espectculo da rudeza o
b-c,a,a com que so exorhiloi, dos catvlos adinil-
lidus pura av anear um passo, cuja retirada he um
desairo para mis, o um Iriuinpho para a chancella-
rla do lliu de Janeiro!
Honra, pola, an Sr. visronde de Alnugiiia. Assiin
se ral a glora. SU ilur ad nafra .'
(Imprenta de Lisboa.)
OBSERVACO'ES A CORRESPONDENCIA
SUFRA.
Pormilla-iins o nobre aulur dcsle inporlanlo arti-
go, que um Rrasilolroadoptivo, desinteressadoe Im-
parcal na quesillo Ibe dirija poUCOS patarras, era
nppnsirao a algumas das soas assercoos lalvoz fun-
dadas cm falsas noticias. Nao be exaolo, que os pe-
ridicos do Brasil se dcscucadcasscm furiosos cunlra
Portugal por oeeasifm de'apparcoer mpressn o ufli-
Cio do n.iiiislro do Brasil acerca dos chouricus de
Aldoia Gallega ; quasi que nao se occuparain dia,
mis apenas um lho don passagora inipurlaneia no
lliu de Janeiro, o o seu artigo foi Irauscriplo cm ou-
1ro,la Babia.Ambo pcrlourem a oppoieao, c ne-
nbum dclles precisava da pul i......daqiiolla poca
oftlcial jiara articular contra Portugal.Se as oppo-
sigfcs sao rolasaos principios, seguo-sc, que no Bra-
sil o tralar bem os l'orliiguezos be um principio
consagrado pela maiorla alus nio lacla havldo lao
tenue uppusicilu.Oiiem ignora, que o paiz inlnilcii
aquella participarn, a importancia, que ao depois
Portugal llio allrlhuio lie fado lao publico o 110-
lorlo, que nauovigo proxa.
O governo delermlnou, que nas olfandega se nao
ilossem de-pachosamch.....iros do Purtugal, scmlo
dopuis do examinados pela sanidade publica e de-
clarados por ella cm bom oslado, c todas as pessoas
confiaram na sullicilude ib) governo, nada IMishOU-
ve.11 ,lu por diantc fui u guvcruu Purtugucz que
a, inl incnle aggravuu o noguro, foi quera o lani;nu
a disrussau da iinprensa, o insinuou a cmara de
Aldoia Gallega, e Aseociacae Mercantil do Podo
para rcprcsenlarem cunta o ministro dn Brasil em
lerinos dcscommunacs, e rcpelldus polos cslvlos do
loda a diplomacia, e li ello mesmo nusuu dificir-so
mesmo lora do Inurbanldade, querendo dcsl'arte
lomar- lho contns da correspondencia, que diriga
au sou governo.O minslro do Brasil repellio coi!
Inda a indgnaro a osla prelcnciio do govcino Por-
tuguez, donde so seguio declarar osle iulerrompi
do as rclaces com o legacilo do Brasil Por von
tura liouvc ou n.lo da parle do imperio loda o rao-
O I1I111. Sr. inspector da Ihesouraria pruvin-
al, cm cumprinionloda rcsolucflu da junta da fa-
llida do 19 do corrcnlo, manda fazer publico, quo
M dias 11, 15 c 16 du rurrcnlc peranle o mcsina
jiinla, se ha de arrematar a quera por menos lizcr o
fornecimenio dus medicamentos e utensilio para
a enfermarla da radria dcsla cidade, polo lempo do
un anuo, a contar do I. de julhodo crrenle anuo
a 30 de Junde de 18.54. As pessoas que so propo-
zerera a esta arrematai;o, conipareram na sala das
sessoes da sohrcdlla junta, nd dias cima indicados
pelo mcio dia, competentemente habilitadas, quo
atii Ihossor.lu presentes o formulario e ruiidiccs
d'arremalacao.
E para constar se mandn afllxor o prsenle c pu-
blicar pelo Diario. Secretaria da Ihcourara pin-
vinrial de Pernamhuro 20 do miio do 1853.O se-
cretario, Antonio Ferreira tClimunrianio.
Pola inapecloria da alfandcga se faz publico
que nodia 13 du crrenle, depois do ineio dia, se lia
de arrematar em hasta publica, a purla da meama
rcpaiiie.in, |N pc-os de ferro fundido para rclo.i,,.,
no valor de 229, approhenddos polos esrriplurarios
por arrroscimu 110 manifest da barca aincriciina
Saint Jame*; sendo a arremalaco livro do direitos
ao arroinataiile.
Alfandcga de l'crnambiico 10 do junbo do 1853.
O inspector inlcriuo, liento Jos Fernandos
llarros.
I'cla iiispeoloria da alfandega, e faz publico,
que uu dia 13 do coricnlc depois do mcio-dia so ha
do ,111 emular era hasta publica, |.....a da raosin.i
reparlico, 50tatas com bisroilo de suda, pesando,
III libras cada una, novalur do93*750, apprchindi-
das polos esrriplurarios por accrcsciiuu ou maiul'cstn
do biilc amcrirano Sally .Inn; sendo a arrcmala-
c.lolivre de direilns ao arrematante.
Alfandcga de Pcrnamburo 10 do jiinho de IH53.
O inspcolor interino, z7c/u Jone Fernando
llarros.
la
tu
M
do
las
po
en
gn.-i
su-
de
lia
:>f
DEGLABA^O'ES.
Oconsclbo adra
risarno da presidci
timo passado, Icm
do arsenal do gucr
tanda de forro 133
tainas 66 covadoa, bulos do osso prelos
islralivu, cm virludo da auto
a, cmollriudc25dcinaiupre
lo comprar para furnccinionlo >
us ohjcclos soguinles: bol
a,!,,-, panno pselo para po
I gnu
alea
Je
alrosin
glICIIl l
esse pri
vela m
he a ,.i
cao ne-sa ,
s d'Aloug
...... Porlou-sc ou nao o Sr.
o com loda a precipilacfo, fcrimlo
lie a digiiidado nacional do Brasil'' Nln-
iisciouciosaincnto o contestar, c por cedo
chnenlo do minslro Puduguoz se n.lo ro-
la ousadia o crassa ignorancia, ao monos
ia mais exuberante do ura carcter sobro-
and e ion o IASCVcI___ O ttulo de VS-
conde pur duas vidas ruin que acaba de ser agracia-
de. sem duvida so pido dizer llovido a tiu boas qua-
lidados, qne pussue, porque so ai nao lvosse nao e
portara como se portan pora com o Braiil nema
i|uest,',o lalvoz suppondo-o oslado igual 00 da rai-
nha Pomai 110111 lerui recubido o-so ttulo como
picinin du son inqualilciivel prnoodor.Feliz poca
c bemavenlnrado paiz. que preancia a queni ultra-
ja e rebaira a dignidade aiheia E a Brasil ludo de-
ve soll'rer ?...
Parece quo o nobre autor do ni ligo er, que u 11I
dilo brancos 17 ditas: as pe-,,a- que q
leuder laes nhjcclu ,|ircsentein suas pro|Hisla:
cartas fechadas, aconipanbadas das comiteU
amostras, na secretaria dnconselho, cstabclccldo no
arsenal de guerra, as 10 horas do dia li do coi ca-
le mea. Secretaradorousclhoadministrativo li do
junbo de 1853.Brll Inglez, coronel presidente ;
Heanlo l'creira do ('armo Jnior, vogal c sccrc-j
tarta.
O arsenal do niarlnlia compra para as obras du
inelhuramenlo do podo, canoa novas 011 usadas
em hora estado.
l'ela segunda serrn da mesa do consulado pro-
icial se faz publico a loda os colectados 110 Im-
posto do tres por cont, poilonccnle ao auno luan-
lo 1852 a 1853, que no prximo incido juMi.i
passam-sca extrabiras competentes rclaccs, alim
lo juzu competente oxceular a lodus aquello-.,pn-
Icixarcni de pagar o referido Imposto.
O cousclho adniinslrativo do hospital reg-1
non I al a cargo do 9. balalbo de infanlarui, faz pu-
hlcu que precisa caiar o mencionado hospital c am-
ortar n OHlnha do raosmu I quem quizer arrema-
tar a dita nbra, eoniporc^a na secretaria do referi-
do h ilalii io. no .[un 1,1 du Hospicio, as 9 horas da
mulla do da 16 do coi rente rara de junbo.
TRIBUNAL DO COMMEIICIO.
Pela secrolara do tribunal do roinniercio da pro-
vincia de Pcrnamburo so faz publico, dconlcni d
mesmo tribunal, que a escuna Xelma, de 131 tune
ladas, propriedade do Jos., Joaqun) de Mirando,*
ridadao hrasilciro, domiriliadu nesla ridade, foi po"
despacbodnsuhreiliclu tribunal do 27 do niez pro
timo pausado registrada, |iassando-e-llic carta ,1
registro c matrcula : oulro 111, que |ir despart.
de 6 do correnle foi matriculado na qualidado ,1
roinmercianlc do grusso trato Jos AIlnnsuMuroira
cidado porluguez, doniiciliadu nesla cidade. Se
crelarla do tribunal do cunnicmu da provinri.i d,
Pcrnamburo 9 do junbo de 1M.3. /0,1o l'into d:
Lemos, no impedimento do secretario.

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u iinpcriu desejoso da mauulenrao da ba bar-1 limatum do seu goveruo viudu pelo paquelo in-
T+TxTir'i \
THEATRO DE SANTA ISABEL.
Hoje lera lugar u cspcclaeulo auraiuciadu c hu-
so publico que lulo lora validado qualqucr billiCH
que apresa, do caujarolo n, 1 de primeira ordcni.
aa
1. l"
ViV,
'01 en,
K dia..
bata*


ITBMCACAO MTTEIURTA.
>.ilim a tu/, o intcressaule obra de dircilo, o Ad-
x.'j.uli dos OrpliAus, ou guia praliea do proceuo
Or|>lianolof(ico, adoptado no foro brasilciro para u-
mi |iii/.i-, esciivea v advogados. ole; vunuV-se
rada exemplar por 3^000 n.: na loja de Irnos, ra
jo r.ollciio n. 9, e na do Hvro azul, paleo do Colle-
\ c ua praca da Independencia n. 6 c8.

AVISOS MARTIMOS.
PARA O RIO DE JANEIRO
Scguo viagem cm poucos jdias o velciro patacho
ii.ii-.....al .Vora l.uz, recebe unicamcnlo eacravus a
hele: quem pretender embarcar cnlcuda-sc com o
rapitao Vilal Joj de Mallos, ou ua praca ilo rom-
inercio ii. 6, c-rriplorin de Manoel Ignacio d'Oli-
RIO GRANDE DO SUL.
I > brigue nacional l'oinpeiro, j cunbecido pela
.1111 boa comlrucc.ao e mareba, lera prompto o car-
ii-iMincnlo, com que dovo seguir ao Hio-Grando do
bul al o dia 13 do corrculo : oflerece, jiorni, pra-
1..1 para nlgunia carga a frelo: Irata-se no cscrplo-
rio de Bailar & Oliveira, ra da Cadeia Velba n. 12.
Esi carga paraoPasso do Cautaragibe a
luna / 'iajante Feliz, inuilo cslunqueo vcleirn :
ti ala-so coiu o itieslre a bardo, unto ao trapiche do
algodln, c na ra da Ciuz n. J.
- '' -gggggagg;gg
Preeiaa-ae de urna mcslra para ensinar pri-
meiras letras a meninas, cm unr engenho 8 legoas
disimile ilc.la praca : a quem cunvier, anuuucic.
Aluga-ie uin prelo forte e llel, para trahalhar
cm trapiche, ou arm.r/.cm do assucar, do que enten-
d pcriciainciile, ou mesmo para qualquer oulro
ervijo em que n queiram empregnr : i tratar na
Sledade no silio dos ualro Lesos.
I.F.TT.AQ'
Sr. Eduardo Bolli, antes de retirar-so des-
l.i provincia, autorisou ao agente Uliveira, a vender
(iii leilao publico, loiU a mobilia c raais adornos
il.i ui cas., consislindo em camas de ferro e de ma-
ilcira, sofis, consolos, marque/.as, mosas, cadoiras
usuacs, de bracos c de balando, aparadores do me-
sas, ".iiarda-miipas, comroodas, lavatorios, alguns
ri de porcelana, espclhos para salas,
Miradores, relogios para cima de mesa, chrislacs,
appirelkoi de mesa c cha, quadros de rara csrolha,
mu magnifico piano forlc de excedentes vu/es 0
imasi novo, urna livraria de obras dos lucidores au-
tores francezes, bem cncadernadas, c de inuilos ar-
to- de goslo c utilidade: ler.i pois lugar o leilao
d,.. referidos objeelos, terra-feira, 15 do crtenle,
as Id horas da mandila, na ra do Scvc, sobrado do
Sr. J'sc Comes Leal, prximo aodo scnbora viuva
di'Jio Mara Scve, oudcoutr'ora csistio o collcgio
Santo Antonio.
lia
in-
fa-
iio
ni.i
r o
ira
do
I no
po-
las
jos
no
nos
pu-
ro-
se-
ico
ka
na
eoj
ros
ma
los
53.
Jes
Mi
lia
na
n.lo
idi-
-l,i
da-
c,:l.
les
AVISOS DIVERSOS.
Illo-
pre-
mio i
liol-
I'"-
caa,
rom
cm
ules
) lio
roil-
i; de
tic;
CTO-J
isdo
adas
pro-
ini-
nan-
illlio
ilim
quo
egi- ^
pu-
i-on-
iiii.i-
feri-
s da
pro-1
n do
l'recisa-se de una ama de leile inda mesmo
qiiolinha oilo mc7.es de parida : na Praea da Indc-
|K'iideiu-ia livraria n. 6 e 8.
S0RTES PARA VESPERA DE S. ANTO-
NIO E S. JOAO'.
Ycnde-sc papis com orles divertidas, para en-
irelimcnlo das sortes de S. Aulonio, o S. Joo a iO
rs. rada um : na livraria n. 6 c 8, da l'raca da Indc-
I tendencia. *
Precisa-se fallar ao Sr. Jofio Francisco l.apa,
< romu se ignora sua assislcwia nesla praca, tetlc-
m'-1Iic que se dirija n Hvraria n. 6 c 8 da praca da
Independencia.
AVISO AO PUBLICO.
ite abai\o nslgmdoi ausain ao respeilavcl publi-
co dest.i citlade, senboresde cimeuhosc fazeiideiros
que em la botica (aiwra) sita na roa do Hangel n.
S, cm frente du liceco que vai para o arsenal de
puem, continan! a vender as verdadeiras c bem
ronreiluadaspilulas para bobas, CftVOI seceos, go-
iDiiscdoies >envreas por inais anligas que sejam,
rujos bous elt'eilus conlcslaiu ludas aquellas pessoas
que ib-Has leem fcilo uso. Composiclo do fallecido
pliaiiiiacculico Scbastiilo Jos de()li\cira Matedo;
e para que u'respeilavel publico se nao illuila com
uiilroj aiuuinrios que tein apparcciilo, lieinos o
presento, que assiguamos.Pei.roto \ Pinto.
Joaquim l'inlieiro Jacomc c oulros credores de
Manoel Aulerii de Seuza Keis, avisam aqueniquer
que iiileressc livcr, que os bens de ra/, eesera-
\i>4 perlenccnlcsao diloMunoel Antero, leachaid
e|rcclalme0lfl liypolbeeados aos anniiuciaules para
caraiilia de seus crditos resultantes de ceilos c gc-
ui'ittsquco devedor commum Ibes coinprnu, como
ludo consta da respectiva cscrplura celebrada pelo
r.trtoro do escrivflo Hczcrra aos 1 de Janeiro de
IS.V2, sendo que por isso proioein osannuncianles,
que iiiii_iiiMii faca negocio ou qualquer oulra tran-
Miccll com os referidos bens, pelos quacs tcm elles
de se pagaren) com preferencia*
Aluga-se u segundo andar do sobrado da ra
da l'cnba. junio do em que mora o Sr. Pr. ijnm
lilla, com muilos commodos e innlo fresco : a fal-
lai no prmeiro andar do mesmo.
Precisa-so alugar una casa na na Augusta,
Imperial, ou mesmo pela (anco Pona, que lenba
quintal e cacimba, e quesea llague! mo exceda du
lupino rs. mensacs ; annuncie.
Ofl'eicce-se urna mullicr para o servico de urna
casa de pouea familia, ou liomem solteiro : na ra
de Hurtas n. 17.
ATEHHO DA BOA-VISTA.
I'oinalheau lem abonra di; participar aos aman-
tes do cacbimbo, que acaba de receber fumo desu-
peiior qualidade.
l'recisa-se do um amasador de padarh, que
enlenda de forno, para fura da praca dislante te-
^oas; do-so "WHH> rs. mensacs roupa la>nda c
luslenlo: quem quitar dirija-se A ra Ihreiit. casa
de Joaquim Auloniu da Silva, que adiar com quem
a AVISO AO COMMERCTT
M OsabaixoHSsiyuailos coiitiiiiiain
fc a (ranquem.' n todas as classi-8 cm
tfl f^eralot scus surtimentos ce lii/.en-
bai\os prcros, nao' ini'-
ima ptra ou nina iln/.ia,
a dinheirO, ou a prazo, conforme
Se ajustar : no sen ai-ma/cm ila
placa do &)rpo Sanio, esquina da
iila do Trapiche, n. .18. Ros-
Iron.Rooker i Companhia, nc(o-
i-iiihtet inglez.es. Os nuaniosavi-
sao ao respeilavcl publico que abii-
laiu no dia 5 do corrente me/, a
sua loja d<; fazendns da ra do Col-
lcgio e Palacio Publico n. 15, di-
rigida ]M!los senliores Jos Victori-
no de Paita e Manoel Jos de Si-
lcica Pitanga, para vencierem
J |Kir atacado e a retallio
ilas pol-
n i* de tu
ASSOCIACAO' COM.MEHCIAL DOS
LOGISTAS.
Em vrtude do artigo51 dos eslalulos,
'liit* regen] esln assoclacio, sao convida-
iliisiissiiisinembios para compareccreiu
na casa de suas sessoes, no (lia domingo
H do corrente, as 10 horas da manliaa.
Prccisa-se de urna ana di; leile: na
fila do Oiieimadon. Mi primeiro andar.
iNFORMACAO' aos especuladores
DAGARAPA.
As ras inais f'refpienladas acluahnen-
te pelos cousitniidores desta deleitante
bebida, sao:
I aleo i|o Terco, preferencia a la nociras.
''";;o da Ribelra, lado do ]iei\e.
Una c Praia de Santa Rita.
Jua do Nogueira.
ua da Calcada.
Ra Imperial, lado do mar.
unmediacjBei da ra Augusta.
Ooeca milis alguna, infonMcAe* I***
Ottr : otrifa^e a calcada de S. Jos, das
" horas da acate por dianta.
Acabain de cliegar pela barca Leal,
"vas sement de liortahcai <|ualidades : na ra larga do Rosario,
;''J; dcniiiidezas n, 22.
.~ "Sr. Manopl AiibuhIo de KiRueircdo qncira
il. V ia''ir"sc" llcnll"r' "" praio de 3 rtia, ronla-
, la '''1,a denle, fine ilo i-onlrario era vendido pa-
" wii rameato.
. ~ l'reria-io de una rasa Ierren, na ra de Itor-
'" qoewll onrivcl, pata-ie bem, e he pura pes-
Ln
VT "ij'"' a**'anado, mirador no aterro da Boa-
I'ih "* "' il% '>d a ',K'a' "* pessoas que lem penlio-
I ium?" '""Ier- 'luea"> ressala-loii no afaie de
na '" Sl'""es ver nbraado a vende-loa
iMeo |.ogoiuenlo.-Jco M(a Luz Penetra.
Paulo Gaignou, dentista.
Pode ser procurado a qualquer hora em
sua casa na ra larga do Rosario, n.
36, segundo andar.
lo para Portugal.
Q abaito asa||nado lem a satisfago do aprc-
sentar aos senliores accionistas da rompanliiaLuso
Brasileira, aqu rcsidenlcs.a cariada cpminissiio di-
rectora que lu Iranscriiita ncslo Diario do dia 7,
para ws identificar de lisontioiro o proicressvo es-
tado dn mesilla companliia, esc aquel les dos refe-
ridos senliores que dcsla pasaram u primeira pres-
taco, parecer udequado o cnlrarem enm a segunda,
cujo receliiniciilo a niesma dircc^Ao julgou conve-
nieiilo solicilar-sc, para poder sobre si lomar com-
promclliinentos, romo o derlarou em caria do 10 de
marco (jil publicada ) Icnham a bondade de dir-
gir-c al o dia 16 do corrente, casa do incsnio
abaiio assguado, ra do Trapiche n. '2G.
Manoel Duarle Hodriguti.
Precisare de una ama de experiencia para
lomar renta de una menina de II incies desma-
mando, o que tamben) seja boa i-oslureira, livro ou
escrava, o agradando paga-so bem : na Passauein da
Magdalena, silio do Sr. Guerra, al as '.I horas lia
manual nos das nieto) ou depois das i horas da
tarde.
O nbaixo assguado perdeu o meio billicilc n.
7!lda lotera doS. Pedro Marljr dcOlinda proxi-
ma a correr, por sso previne ao Sr. Ihesouiciio de
nao pagar dito meio hlhelc saliindo premiado, sc-
ii.n. ao scu lcgiliuio dono.
Maiwrl Josr tic Oltictrtt.
aviso Ji.mmco.
A segunda edicto dos primeiros elemenlos pra-
llcos do foro civil, maisliem conioida o acrosccnla-
da, nao s a respeilo do que alli-ioii a lei da refor-
ma, i niiii. ni-, n-.i dos ilcspaclios. inlerloi'ulorias a di-
flnilivas dos julgaduies ; obra cssa lao inleressanle
aos principiaiiles em praliea que Ibes servir de lio
conduclor: na piarada Independencia n. ti c 8.
AO PUBLICO.
Esl Juila para rompiar-se a rasa terrea pirtcn-
cenlcaoSr. Joilo l-'raiicisrn Slonleiro desta cidade.
sita no Paro da Panclla, junto a Igreja c rom fren-
te para o Itio Capibaribc: quema ella M julg.u
rom dircilo por h\ potinca ou oulra qualquer Iran-
sarciio, nm.....cic'poresta follia ou dii ija se a rua da
Crai n. 55, islo at o liui do riiriciilc'nu'/..
PiTcisa-se de um amansador de nadara que.
cuba platica, e um negro para o sel viro ordinario
de ama casa : no paleo da Sania Cruz, piulara n.
lfi.
Lava-se e onRomma-M'com asseio e pcrfeic.lo:
no pateo da Itiheira de S. Jos n. 15.
AOS NEMES.
J. Jane, o bem condecido denlista lia inais de lo
anuos nesla praca, piule ser procurado a qualquer
hora, na sua residencia, ua rua Novan. I'.l, prmei-
ro andar.
#Mfe*att.':;-'- ';;:;y y;;:
I iiiniiEorvniv. i
}$ O lili. t'.ASAMlVA mudou-sc pira o liair- {:{
ni de Sanio Antonio, rua das Larangeiras n.
IK, segundo andar, onde mora O Sr. Claudio
e) lluboiix, onde pode ser irorurado a qual-
;-. quer hora do dia. Kv;;;.;;:;-:::::::::::;::::;:::;Ks
Onercrc-se una ana de boa conduela parara
sa de homem nllvira ou v iuvo, sabe engommar, co-
ser, cntende da ro/.inba, lano para a praca, romo
para algum silio parlo : ipiein precisar dirija-so li
lloa Vista, rua da Sania Crin u. H_>.
Aluua-se o lerreiro andar do sobrado da rua
estrriladoHosarion.il, com minios roininodos:
noeegnudtf andar do momio.
Jos leneira, subdito portuguez, relira-se pa-
ra Portugal tratar de sua sade.
Desaiiparcceu nodia t do rorrele um cachor-
ro de rara IngleU, com una coleira de couro, rom
rahiiue as roslns, acode por Jark : quem Inec no-
liria ou arha-lo, c queira retliluir a sen I......; di-
rija-se a na do Vlgatto n. 3, que sera rei'oinpeii-
sado.
f:'. '' ::::::;:::::::;
;; MICHAS IIA.MIIITltil K/.AS. .;
;; Aluga-ea evendo^e bichas por junio c a c
Si ralalno: na rua ila Cruz do Reciten.53, luja (..;
$$ de harheiro.
ATTENgAO*.
Nova fabeica de chapeos deso, no aleo
da Boa-Vista n. 22.
I) dono deslc estala Icrimi'iilo lini a honra de |iar-
liciparao rajpellavel publico de Pciliainhiiro, que
Ihc clicgou um grande sorliiiienlo de chapeos de sol,
liinhi de seda como de panno, cha|>eos com rabos de
caima em earicaluras, ricos chapeos de senlioras.
lauto de panno como do seda, um grande mrllmcil-
lode sedas e pannlnllO em peras para rolnir arma-
cocs usadas, lainbciu se lai qualquer concert: lodos
sles (ihji'closaciina niencioiados se veuilem inais
em conla do que em qoalquef oulra parle, certa de
que o comprador vista da (atonda nao deixaia de
la/.er negocio.
__ Prerisa-se alujar una ama para o servico de
una casa de pouca familia : na rua das Larangei-
ras, u. 18.
L. Leconle l'eron A Coinpanlllll ,
[H-cciso alugar um silio, pie Icnlia boa
casa, C me seja pello da praca : a fal-
lar na casa dos aniiuncianles, na ma ila
Cruz. n. I>-
Arrenda-te un engenho com 25
25 boii e 25 bestas, |ieilo de
, com safra para lies mil paes,
urna grande dcslilacio e iimn |iorc."io de
roca madura: a pessoa ([lie esle predio
pretender, dirija-se a Iravessa da rua do
Vigario n. I segundo andar, a tratar
com Antonio Gome Peuoa Jnior.
Prccisa-se de una ama de leite, preferiudo-sc
sem nilm, paaa-sc bem : na rua dea quarteis n. ->\ ,
secundo andar.
ATTENGAO, NICO HEPOSITO NBSTA
CIDADE.
Paulo Gaignou, denIMa rerelieu agua denli-
Mre lo I Ir. Pierre, esla agua roiiherida romo a me-
Ihor que lem apparecido, ( e lem muilos ohmios o
seuaulor.) lem a prnprrilade deronservar a horca
ehrirosa a preservar das dores de denles: lira o
gosto dcsagradavcl que di em doral o charuto, al-
yumas lilas ilesla n'iim copo iPagua sao snllicieu-
les; lainhem se adiar p denlifrire excellenle para
a conservaca.i dos denles : na rua larga do llosario
n. 86, Manado andar.
...... ...,.......;,.. ..-..:.. ..........
CONSt ITOKIOlKlMOlitlPATIIICOCIlA
j!} TilTtl PAKA 08 POBRES. 5;
;.; Na rasa amai ella paleo do Collcgio, priniei- (j
ro andar, residencia do
HOMEOPAHIOA.
25 rua do Collcgio 25
PROPRIEDADE DO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Esle ealalielecimenlo aclia-se prvido doinediramonlos loilos viudos da inais arredilada pharmaria
do universo- A PHARMACIA ESPECIAL IIOMEOPATIIICA|l)E CATELAN E.M|PAIUS, e Isso dis-
pensa do qualquer rerommondai.'lo c (ai lodo o seu principal elogio. Os medicamentos s.lo preparados
com os inais puros c perodos glbulos, que sua qualidade sem igual sao os quo inais cuslam a ser dete-
riorados pela liiiinul.il... e por conscguinlo os quo mus convem ao nosso clima : verdado cala que lem
sido conlirinada por todas aspessoasque tcm possuido incdicamenlos do oulra qualquer liotica c os desta.
10,000 A 24,000 RS.
Vcndc-sc por esto prero urna liolica do Ji mctlic dade das eaiXMa
Jln semprc promplas carleiras de h a 144 (ubos, por prc^oH demasiadan>enfc commodos, o refor-
mn-se qualipicr carleira que w aprsenle.
Tiilws avulsos I^MMI rs. Vidros de meia.om;a de lindura KHM) rs.
Na mcsmapliiiimacia veudc-se cncadcniodo por
20,000 RS.
NOVO MANUAL
DE
MEDICINA HOMEOPATHICA
ATTENgAO.
Tiiain--r p;i*si|iurh'!. para denlro e fra dn Im-
perio, follias oorriilju, tilulns de residencia, e de-
|t,n'li,iiii-sc eacravos, Indo por diininula porcenla-
flem e com muila liyciicza : quem tini/fi* acrctlilar
v na da C.ulcia deSanlo Antonio n, 15, prmei-
ro andar, e nrlntr com quem trotar.
no
OUTI
TTAU/IDO EM PORTL'tUEZ
DR. PEDRO DE ATTAVDE LOBO MOSCOZO.
Esla obra, a primeira o principal do Indas as obras que Iralam da homoMpalhia, he a nica que
piidc pieencher o lim a que he destinada c salisfa/cr a curiosdndo deludas as pessoas nio m daarle,
romo daqucllas que, rom qiianlu nflno sejam, lem precisan dcc\crcc-la para acudir ans seussolfiinicu-
los e aos de sua familia, applicaiido-lhes remedio mil e que em pouro lampo pona evliiigui-los.
I'ara farililar a qualquer pessoa du poto a Indiligencia desta iui|urlaiilis 'Mialquer livro que trate de medicina, ser ella acouipanbada do
IIICCKINAHIO MOS TEIIMOS HE MEDICINA
riinlendo : a delinicilo clara dos niinics de lodas as muleslias, es|iecilicnndu os s\mplornas palotquaM rada
unase faz. conbecer, e ilslinguir ilc oulra : a inaior parte dos termos de anatoma c pbvsioloaa com
eiplicacao iulcienle das hinecoea que cada orgao eiecula c ieu machlainno, e dos termos de H-
mica, pliarmacia, etc., etc. Bala obra arba-sej no prelo da l\ pograpliia do Sr. Manuel l-'igucira de
Paria, c saliir com a inaior lircvidinlc possivel. ,.,,,,
Logo que sabir esla mirara no prelo da niesma lypograpllia o VADE-MECLM IIO.MEOPAI HA,
pelo llr. P. A. Lobo MosCOIO, que he o resumo das materias ninlcudas no MANCA I. DOJAIIH, c
do ludas as uulras prineipaes ulnas de I.....leopalhia : saldr cm frmalo pequeo, proprlo parase levar
n......indamente para qualquer parle. Assigualura para o mesmo hodoAtOOOra. pagos no acto da en-
trega do cxemplar, no consultorio homeopalbico, ma do Collcgio, n. "i, piiineiro andar.
Pl'BLICACAO DO INSTITUTO II01KEOPATICO DO BRASIL-
DICCIONARIO POPULAR
DE
GrM'MQM" KIOSflisQE^IPOTuHID^.
Obra indispensavel a' todas as pessoas que se quizercm curar o suas
familias homceopatbicamente, contendo :
/ tle/htrlo rlara dos termos de medicina : as causas mais frequeulcs das nuili-.li.i~: os svinplomas,
porque oslas se la/cni coiiliccci : os mcdirameidos que inelhnr Ibes corrcspundeiii : a quanlnla.le das
deaca de cada medlcamenlo c seus respectivos inlenaltea mis moletiias agudas a ehronlen : a maneira da
curar os onvonenamontaa, as mordeduraa de cobros, taradas, tiros, quedas, [hincadas o fracturas, e ludas
as molestias condecidas, principalmente as que grassaiu no Ibasil. qur nal pessoas hvres, quer as
csrravas : os surcnos que se devcni nreslar i inullicr duraulo a prenhe/, ua orrasiao do parlo e dapoil
dalle : os cuidados que a manca reclama, qur logodcpois do uasciiiienlo, quer durante a infancia os
perigoa, que Cllilo sujeilos lodos oa que loinain remeilios allopallllcoa : c muilos uniros arluos de vilal
inleresse, bemCOOIOuma desrri|icAo concisa, cen llnguagem arrummoilada i iulclligcncia das pessoas
almilla! medicina, dos igaos mais importantes, que enlram na coiiqiosic.lo do corpa huniano, etc.
IR. SUII>0 0LS6AIN LGDGEIfl PBIHI,
Mcdiro pela imperial faculdadc de medicina da JJabia : meinhio do Instituto hoiniinpalhirii do Brasil,
e seu representante as provincias do norte : primeiro |iropagador das doiiliinas lioniieii|iallucas em
Pcrnambiicu, e cm ludas as provincias do norle : fundador das sociedades lioimi'opalliicis da
l'arabiha e do Mai.inh.lu : finida.lor c director da esrola honiii'opalhra de Peruainhuro : incnibrn
corraipondenle da academia homccopalhlea do llio de Janeiro: do inalitulo lioniieopalliicn de
Pars : das sociedades llal.....maimianas lo Pars o do Madrid : das academias liomu-opallucas
de Tiirini e Palenno, ele, ele, ele.
Tudos os honieus devein esliidar inedirina ; por-
que ella lie una nrciipaeilo hoiie-la e mil na vida,
mximo para us boniens eruditos o cluqiicnlos ; c
porque a medicina be minia o coinpauhcra da sa-
hedoha.
Nao vos |iccu que deis credlo lis niiubas |ialavars ;
peco-vos siimenle que facais cvpcricncias ; mas fa-
/eas cuino cu as facu, segundo os preceitos que
mis don, olicareiseulo convencidos.
i llahniiemaitii.)
eicfavoi,
embarque
Carla ilc Demoerllo a lliimcrale* acerca da na
lure:a humana.)
Todas as obras, que al buje lem sido publicad] em porluguel ruin o hm de cnsinar .10 povo a
Dratiea d 1.....1.....palma, wlae longe da proencheroi louvaveis desejos de seus autores, e nimio nicnus
salisfa/.er a curiosidade das f.....tai CSlrantlaB liarle de ciliar. TllOS obra- 1B0 so.......le propriai para os lio-
monsprofoasionaei yersados na larlinologia medica, o na arte de diaguosliro ; e nao para aquellos que
milito punco, 011 iicnlii.....luilierime..... Irem da medicina, e que descjain empregar a bomiru|>allua
por gu.ln e para utilidade sua, de suas familias, de KUS ainigns e dos uecc-silados.
Kilo basia que sc diga:fmpleHrodyHia, lypaot, Uro doloroto, aitotmla, ucncu, clr ele, etc.
titc late, c ihc medicamentos. Nloj lito ipenw indica que essea medleainentea curameaMimo-
lesias, e jamis peder dar o indlsiicusavel conliecimenlo dellaspara se Ihca appllenr e remedio,
Sendo pola palpitante a nccesifdadc de uma ulna, que ponln as pesoaa curiosas ao abrigo uai
dilculdadea, que coiislaulomonlo onconlraui nos livro. de hoimponalhla, lome sobre mim o penoso
Sito de escever o DICCIONARIO POPULAR DE MEIHClfiA IIOMOBOPATICA, obra ver-
dadeiranienle popular, em que leuhn guio mullo lempo, 0 mulla paciencia ara consultar os amores
,1........licina. 0 accommodiir a linguageni da scieuria aquella usada pelo povo.
ll.CCIONAIIIO POP I.Alt l)E MEDICINA IIOMOEOPATIIIf.A he urna obra cumple a
de.....ilion,,;......1 lie o icsull.ulo da praliea dos lll.....enpalhas euinpeus. aniericaiios, parlicu. ariiiin c
dn- lu.i-ileiros, e da niinlia prupria experiencia ; ella salisfaa inlcirnn.cnle os mdicos, que qni/er ,n
expernu......r, ou exerre, a i.uva ......li'ina ; c mullo mais anda aos pas de familias, quer das culacs
quer lo c.unpo, chele, de e.labclc, imcnles, capilaes de navio, curas d'al.na, ele., que ,wr si mesmu,
quicremcontieeer os prodigiosos olTeiloi| da tomowpalliia. .,.,ii,i
Rala obra, que deve constar de :i volunies, cada mu de mais de KM) paglnaa, -era precedida do 011-
Ira igualmente mullo inlerenaute, em um voliime de mais deSOfl l',>jj-'l-j, 'I"? Sf^^p^ff?"
da ix poaraphia o Diario de Pernambueo. intitulada: \ADE-MECIM no HOMofciil A lll.v-.
a aal lie 0 'resuiuu das material lysntidas 110 Diccionario Popular de Medicina lloiiuropa-
Ihirit, oque dOVOiempre ser consullada, quaudo sc bouver da tratar qualquer molestia aguda ou
dirimir.
Precnda assigualura HfOOOf*. ____......
Pagoa em treaprosunoea! meladenaoeeaiHodaeolrega do \ADh-MECLM; uma (piarla parle
na entrega do primeiro xlumo do Diccionario.....resto na rulrcga do Kvglindo voluini'.
Aaailgnalura w b pesia cidade em eaaa doaulur. na rua das Cru/es, 11. II, < na botica central
huinieuiiatliiea, rua da Cadeia do Recite, n. SI. primeiro andar. ,.,
As dual obras depois de iuquessas cuslaro :|UJUUU rs. para os quo mo forem assigiiantcs. (IljUOU
o Vadc-Mecuin, c Os o Diccionario Popular).
ANTIGA
BOTICA
HOMEOPATHICA
man rua das crlzes sai
Dirigida por um pharmaceutieo approciu
E fundada por
GOSSET IIMON
Esto esta bolee imento pomuo Iwlosos me-
dicnmeiiloftal agora c&|wrimentados lano
na Europa romo un ttrasll, c preparados pc-
% las madrina* da invenroo do l)r. Mure.
Corteiras de 12 tulmsat 160, por procos va-
riareis conronne a qualidade das caixas, a
quanlidade dos remedios e suas djnami-
sarocs.
25:000 rs.
UMA CARTEIRA rom oa H nrincipacs
remedios lioniopalhieos c 3 obras difleron les,
iudispensaveis pan os principiantes queso
i|iii/n mi convencer ilaverdade da nova mc-
uirna ; ronlcudo olm c muilos ronselbos
clnicos, a palliogcncsia de 18 medicaincn-
los.
Tubos avulsos( cada um ).....19000
Tinturas de lodos os medicamentos cm fras-
cos do '. onen............2&O00
Na luesma Iiolica encoulrar-se-lia scnqire
um grande sorlimento de lixros cm portu-
guez c Tranccz, c emllm ludo(|iianlolie lie
ressario para o esludo e praliea da hoiuupa-
Ihia.
lil'IIKT/.u lili
moral Abreu e l.i-
15 ma. Este consultorio he AtriaMo pelo proprio j
0 general Abren e Lima, e nelle dam-se cnsul- Q
ff) las gratis aos pobres em Indos os diis litis
desde as dei da manlian al urna hora da lar- *;
S de. O mesmo seiihor mido ser consultado s"
2 por outras pessoas a qualquer hora do da ou
As da iioilc. ^
'__ Sa loja n. 14, da rua do (Jueimado, sedira
quem ddinheini .1 juros.
__ OSr. Anlonl* Joaquim Alvos reixeira queira
apparceer na rua .10 Arago u. -26, a negocio.
Deaappareceu a 9 do pausado um prelo, emu-
le, por nomc lioraldo, o pial representa Ier de ida-
de 8 a : anuos, levando vestido camisa de algodao
trancado, calca de zuarlo e com um surrao. Este
reto veio do'lr rcmellido pelos Srs. Caniinha A
ilim- os quaes o linham comprailo a Manoel
Rodrigues da Cosa, da villa de Milagres, comarca
do Cralo, provincia du Ceer, Icndo o dito travo
perlencido tambem a Manoel do Jess daConceicao
Cuuha ; c [iara mais esrlarccinicnlo lem os signacs
seguimes : baixo, ealicllos brinco* nos peitos, bas-
tante barbado, andar corcovad, c falla milito bai-
xo : quem o pegar leve-o i rua da ConccicAo n. H,
quesera liem recompensado, ou rua da I raa, ar-
mazcm de Giiilherme Soarcs Bolcllio.
Aluga-sc o silio e a casa dos arcos no logar dos
Remedios,, com commodos para grande familia,
Ierra para plantar, o agua lodo anno, e algnmas ar-
vore de fruclo, honsbaisiis para capimearroz: a
tratar na rua do Collcgio, n. 6.
Prerls-s de urna ama, torn ou cscrava, para
o ervico a> casa, e comen de urna eiwa de pouca
familia ; na rua do Padro Floriano n. 5.
DEPOSITO geral do rape ,
Itiu de Janeiro, OTOO, incio-jjrosso,
e (no, na ruu da Cruz lo Itecife,
n. -2."..
Viuva Pereiro da Cuofaa encarrujada
deate deposito, noramente noticia que
lempA se nclin provida de rap da me-
llior qualidade e licsco, no preelija m-
bidoi do I.S2S0 rs, os (Idus pniiu-nos
000 n. o lino, sendo de cinco libras pa-
ra cima. A grande procura dete rape1
un falta do de Lisboa, irue tcm havido,
tcm provado bem que lie o <|ti<^ melhor
o pode substituir. Aceti-se qualtfuer re>
clamacfto pie haja por defeito de qua-
lidade.
1IAP.
Joaquim Ferrara Aleudes Guimarei
receben ltimamente pelo paquete Alu-
eury, nova remessn do CMillciile inpe
nacional princeza, da fabrica de J.J. du
lloclla i\ Companhia, lo Itio le Janeiro,
onde he muito apreciado, e tio pelo
nico que mellior ittbstilue o de Lisboa ,
pela grande seinellmni;.", que com elle tein,
tanto emcOr, como em aroma : elle lie
tamlx'm ja' bem apreciado na Babia, Alu-
cen), Ceara' e Maianlio, e (erabiicnle
em todas us parles onde tcm lido man-
dado. Vende-ae no nico deposito da
rua da Cruzp. 57, segundo andar, pa-
ra nicllior comuiodidadetambemoaclia-
liio lia loja da inclina casa : liara scicnia
ilo publico se adverte (pie > rap deno-
iiiinailo princewi, gi-osso, meio ri-osio, e
lino, niininiciailo no deposito dama la
Cruzo. '2~>, be da fabrica bem ilo Itio de Janeiro.
__ Manuel Vicire Quilo miubui sua residencia da
rua do Colslinuro, para rua d'Aguas Verdes n. 72,
onde contina a dar litos de nutica, e se presta a
qualquer demarcarlo de terrenos.
O gerente da Arma locial de Silva 4 Compa-
nhia, lem a honra do annunriar ao res|ieilavcl pu-
hlicu, que acaba de reccher |iclo brigue fraucez
., Cesar, vindo do Havre, muilos c variados ohjectos
.. de goslo, romu sejam corles de veslidos de selim
branca burilados do velludo, para nnivas, dilos de
dilns de cores tambem bordados de velludo, dilos de
chamalotes de cures, titos de cainbraia de leda, ili-
loa de dita bramos bordados, lucas de seda de peso,
brancase pelas pina seuliura. rom ligas de borra-
cha, clifciles para ralieca de senhora, luvas de lor-
ij.it pelas para senhora elucilinas, pontos de hua-
lo para tranca do melhor goslo c qualidade, dilos
de dito para alisar, dilu de tartaruga para dilo,
dilos de niarliin para dilo, esciivinhas linas para
denles, chapeos de palha eufcilados para meninos,
dillereules uhjectos de porcelana de iniiln costo lia-
ra cima de mesas, corles de culleU's de seda brancos
e da corea, bordado! de sellado, dilos de euemlra
bordados de relroz, dilos ilc dila pintados, dilos de
ditos de rbainalolo de cores, lencos para grvalas de
selhn prelo ede lafcl.l ilc cores, sohrcrasacas ou pa-
litos de rnsemirae do panno, rirns bengalas, abo-
luadiiras para rolletes, o oulros muilos objei los que
ccrlamcnle agradarao lian s goslo, como |wla comniodidadc dea procos, pan o
que Silo convidados as senlioras c senliores do bom
lum, ronipari'cciem na rua do .lueiinndo n. 2H,
primeira andar, alim do facililarcm o progresso des-
sc. novo cslabclecimcnlo brasilciro.
NEGOCIO DE INTEBESSI
l'ras|i,issa-sc una loja cm muilo honi lugar c cm
uma das prineJpeei mas desta cidade, muilo pru-
pria para pessoa que se desojar eslahelecer, querem
rafeadas, quer cm oulro qualquer ramo de rom-
mercio ; adverle-sc quo esla niesma loja asirs.
passa com nrmacao ou sem ella: quem pretender
dirija-se rua do Jucimado n. I9 ou n. i<>. loja.
Il.i-se uma |iureao du eulullio, <|uc lamliem
serve para estreo: uiiem o quizer enlcuda-so com
o fiscal da freguezia le Santo Antonio.
.Manoel Vieira Quito aluga apparclhos do bo
lar |>edras, ou Iravcsem qualquer obra quo se edi-
fique, ou coiircrtc : na rua d Aguas Verdes n. 7.
Auloniu francisco llelm, eidnilan lirasileiro
iriii.i -. para o Itio de Janeiro, levando em sua
ompanhia asna e.crava mulata de mime Meara.
;l praca da iiule|ieuilencia, lujado Mr.
Ilarbier Joaquim Jos Moreira n. 10 aluna-
se bichas de llaitiburgu de superior qualm'a-
do a 840 rs. cada ama, e lainliemse vende por
ronuuodo |irei,'o, as quaes se rerommeudain,
nilu so [Hir sua excellenle qualidade, que j
he eonbecida, mas alada pela melhors mais
a|)rceiavel de dcixar liv re de inuleslia c com
|ierfeila samle a lodas as pessoas a quem sao
applirailas.
......iawsey^www^fc#^**s*ft *m^?'fcWj.'H^
II. Dulier vai lazec urna viagem a rraur,
Joaquim Jus ileSeivas, por baver oulro do
igual nnme, se assignar.i de boje em diaule por Joa-
quim Jos Amarante.
MADAME ItOLTIKIt, MODISTA 1 HANCEZA,
NARI.A NOVA N. SS,
lem a honra dcaniuinciar ao respeilavcl publico c
parlirularinciilc aos seus fiegue/es, quo acaba de
receber um liudu sorlimento de fa/iuulas ludas do
goslo, sendo bicos de linbo, lit, peanas, llores c li-
las, ricos chapeos de seda e eabopOeB de bicns, ro-
uirias guarnecidas de bicos, capcllas de flores, lin-
dos veos do montara e taiuhcm para casamento, lu-
vas de irlln i liara nuivas, loucas para meninas e
criancas, grostlena|ioles de bulas as cores, chapeos
de |ialha para senhoio e meiiinos, baleias para ves-
lidos, inei.is paraaenhora e crianras, e outras umi-
tas fazendas por iluninulo preco : na niesma luja
lascnxo vestidos de easamenlo e hapiisado, loucas
delueiiiiias csenlioras, ea|K)tinlios de lodasasqua-
lidadea, c.....perfeirau o preco rnimiiodo.
v *^*** '> ^* %\ %\ t^Wf i
A DICCIO.NAKK) DOS TKIIMOS <
% DE MEDICINA
T? conlendu a definiese clara dos nonios ilc
*J/) lodas as muleslias ele. etc.
,*? Se algumas penosa que quizercm Ier esla
o^ obra ndcpendenlc do manual do Jahr, le-
fy iiliam a bundade uestes l.">dias, (at90 do
,A corrente juulio) inaudar assiguar neslc cou-
oy aoltorio, pagando logo ."^ rs. pela assigna- ^'
&\ tura : quaudo mo, se eslribir smenle os \Si
jl. cxcmplurcs quo sijam sullicienles para a /-4
\&) edic.iu du manual du Jahr, e mo sc veudc- W
.&l rao mais avulso. Consullorio boiiueopa- fffi
*j; bice do llr. Lobo Wiwcozu rua do Collcgio ~
y) o. -J'>. plimeiro .indar. tV>
^^% > t* *> A %\ ";^.\*i\'<.\'<-*
Arreinia-se um grande silio, rom excellenle ca-
, coehelra e eilribarla, reilendo-sc uma decente
mobilia que eiiate po mesmo: traia-se no palco du
Collcgio n. 35, us dias ulcil das 1 huras da inauhaa
as da lardo.
Aluga-sc a nadarla da roa Real n. -127, proiimo
ao Mangiiinhu, ruin grandes cuuunodus c lodos os
AVISO AOS SENHORES DE ENGENHO.
Ailoniu.i- grande* vanlageni na moagcni de ean-
ua, provenicidesdo Ier o tambores das moendas
perfeilamenle torneados,oabaixo asoignado res|>eilo-
sameule lemhra ans aenborai de engenho que na
sii.i riuiilii.iii de ferro em Kra do Perlas se pude
perfeilumi-ulc turnear de novo um jugo do lambo-
res, e aparar c cndireilar os denles das carretas com
lauta preslcza, que ie podo entrega-Ios no raeamo
dia, evilando-se assim o inconveniente da demora
dos carros c o impide da moagem ; assim cpmo que
a inc-ui.i luiidii.-.iose arlia sempresorlda, njn > de
novas nioendasdo diversos lamanhns e modeles, se-
n.in lamliem de rudas deuladas, lauto para agua,
conio.paia animaei de lodas as pronor^oes, a saber:
volla por volt.i, volla e quarla, vulta e terco, volla
e mea, duas, tres, quartro voltas, etc., ele., e por-
l.mi. i que qualquer senhor de engonho querendo ac-
celerar a sua moondS, a li 111 de moer mais raima no
mesmo lempo, ou retarda-la, a lim de espremer mais
liquido da niesma caima, pode Sem demora escollier
as rudas competentes. FundicSo do forro na rua
do lli um passando ochafaris. D. II'. Houman,
engenheirn.
CO.NSLti HOMEOPATIIICO
C-ossct Himonl, professor de homeopallii
pela escola do Rio de Janeiro, continua a
lar consultas gralin aos pobres lodos os dias
utes, das 8 horas da manlta alao meio i"
no seu rnnsultoro, rua das Cruzes n. 28.
:'
, |Mir prego "iviito
ta incsina rua.
i'uiiiniutlo: a iiittiii

TACIliiKAPHA.
O professor do lacliinraphia Carlos Brn&ilo Mes-
quila FalcAo, tem ahcrlo um cuno de sua arle na
casa de sua residencia, rua do Kansel n. 59, segun-
do andar, percebendo pelo seu Irabalho o mdico es-
tipendio de 1OJ00 rs. mensacs, e promptifleando-
se a dar promplos os seus discpulos denlro de 3 a 4
mezes, sendo gralis lodas as mais UcAosque excede-
rem desse leni|K>. Tambem sc ohria a dar lices
por casas parlicularcs para inaior facilidade das pes-
soas que so quizercm dedicar i\ tachigrapliia, por
l'ii'<;<> muilo rnioavcl.
Desappareceii no dia 7 do correle uma cscra-
va do nomo Benedicta, de nac,o Congo, reprsenla
(cr 10 a j0 anuos de idado; sabio com vestido do
dula edr do rosa de lislras, c com paono da Cosa,
baixa, Talla grossa c mura, o nSo se oxplica bem :
roga-se as auloridades policiaes o aos capilaes de
campo de apprclicndcrcm c leva-la ao palco de Tr-
ro ii. 13, qnoserSo gciferosamenlc graliflcados.
Prccisa-so alugar una cosa do um andar, ou
mesmo um primeiro andar que Icnlia boas salas e
commodos para familia, em alguma das ras nriiici-
pnes da Im-uic/u de S. Jos: na rua larga do Ro-
sario, loja do iiiiudczas n. 20, se dir quem pre-
tende.
lotera de nossa senhora do
ROSARIO.
O Ihcsourciro desta lolcria annuiiria quo cooli-
in'ia a pagar nos dias ulcis os premios da 1.* *. par-
le da .' lotera, na rua lo (jucimado, loja n. (il;
iissim como espora venda no dia II do correle,
os hilbelcs da 2. ). parle da t." lotera, e brevo
maicaiH o dia im|iretexivcldjNira o andainclilo das
rodas. m
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, rua do Collegio n. S,
vendse um complet sortimento
de (atienda!, unas e puras, por
|:||'I ii- IILIIS 1)111 MIS lili l|IIC l'lll llll-
Irn (|iinl(|iier parte, tanto em ji-
* COet, como a relallio, aflinnrando-
se o comprdore nm s prcejo
para todos : cite estalielecimento
abrio-W de eoinbiiiu;uo com a
niiiior parte das casas commercitics
inpleziis, francezns, illemasiisiiis-
sas, | mi a vender l'a/.nnas mais em
conla lo pie se tem vendido e
por isto oilerecentlo elle mniores
v .inl.i;;i-n- do j i li- mil lo i|iiali|iii'r;
iroprietario leste importante rs-
u-li-i iini'i Mi i convida a todos os
IIAGLEHKEOTVI'O.
Av isa-se ao rcs|ieilavcl publico |uo o csla-
Ik leciiuenlo do alerro da lloa Vista n. 1(1,
esln passado para Sanio Antonio, rua do
yueimado n. 14, sepundo andar, onde o re-
l (ralista noder ser procurado das 9 horas da
manilla asi da larde; aqu os prelendenle i
sahrao Inleirameule satisrelo, nao >ii palo
variado e bello sorlimento eiislcntc para os
retratos, romo pela semelhaiira da |iessoa
(ielmente ropiada, pelo elerlrotv po, o retra-
lisia pois est proniplo i'iMlisfaier coinplela-
! mente aos quo o procuraran.
i i-i > .
MOBILIAS DE ALUtiUEl-
Aluaa-se mobilias eomplelas, ou qualquer na-ie
separado, a vonllde do alueadur, e por preco rom-
modo : na rua Nova, armaiem de traites do Pinle,
oin frenle da na de Simio Amaro.
A fabrica de tinturara fraiicc/a, que eslava
e-ilal.ilii-ida na rua Velli.i, inudou-se para o alerru
da Boa Visla n. 75, onde conlinuar a Uncir luda a
qualidade de pimos, por piceos conmadei o cero
prouiplidao.
HOMCGOPATHIA.
II Itl'A HAS CIII7ES M.'MEHO II.
A Indica central lioiniri.palhica de l'ernanihiiro
iniidnu-se para a rua das Cru/es n. II, rasa de seu
pruprielariu o lluulur Sabino Oleu'aro l.udgcro
Moho,
All se enroutrarao os mais arredilados medir
uienlos preparados cm l;ranca, nos Estados ruidos,
un Kiu de Janeiro, e cm Pernambueo, cuja dura-
ra lem sido prodigiosamente verilcada naevlensa
pnilica do llr. Sabino, e dlleslada por numerosas
pessoas, que os lem evperimcnl'.'do. Evistem carlc-
ras de dilTcrcntcs qualiiladcs, rujus procos variam
conformo i riqueza de seus lav-oros, c o numero do
mcdicamcnlos, desde Itc^NMI al I^IJOOO rs. com os
coiupelenles lvros iudispensaveis para a pralira da
honurupatliia.
Cada vidro deliulura da quinta dv niinii-.n.iu 2g000
Cada lubo de uiedieahieiilo IstlOU
A1IVEHTENCIA.
Para mainr commoildiido do publico eslahelcce-
ram-sc os segiiinles depsitos do medicamentos cm
carleiras :
Primeiro.
/la da Cadeia do feeife n. 51, primeiro andar,
ronsulturio do lh Pires Hamos Jnior.
afnate.
Alerro da lloa lilla a. il, primeiro andar, rnn-
sultoro do professor cm homicopalhla llcnrique A.
Chaves-aine.
Tercelro.
Em Pcilras de Fugo, casa da Sr. Camillo II. daS.
'Pavura Indgena.
A. II. Aos esforcos e sacrificios do llr. Sabino de-
ve a honueopatliia o crdito de quo boje nota em
Pernambueo, c as de mais provincias un norte. A
elle mais que a iiingucm rom|iele mentor, sustentar,
ccslciidcr ossecredilo facilitando ao povo iac<|ui-
sir.ni dr iiicdicaincutos verdadeiros, de que necessita
para o curalivo promplo, infallivel, eseguro de soas
molestias. Corre-lhe pois a rigorosa obrigac,o de
recoimncndar os medirameulos da 6o/ca crnlcnl Itu-
mirnpalhirtt ilc Pernambueo, como os nicos, de
ruja c-llirarin nle se pode duvida. ludas as cartel-
ras, que sahirein da rifo eenlral de Pernambueo,
lev ario uma lista dos medkamcnlos me conten .
marrada rom o emblema da lioinrropalhia cima es-
tampado.
O Sr. I.uii Jos Telseira de Sa, lem urna car-
el do inlerior : na praea. da Independencia, livraria
us. ti o B.
simis patricio!, e ao pidilicu em ge-
ral, para pie venliam (a' bem dos
sen itileresies ) comprar fazendas
baratas, DO armazem da rita do
Collej'io n. 2, de
Antonio Ltiiz dos Santos.
A fesla do Santo Antonio do arro da pnnln do
llcrfe deisa do ser fcila nu da Vi, em virlude de
nao ser, romo semprc fui da fealivo, C dea Iransfc-
i i-l.i para II)do rorreulo.
Precisa-scdc uma casa Icrrca que leiiha quin-
tal c cacimba, cm bom lugar, e que seu preco nilu
eveeda do Ihnwhi i ... mensaes, pagaiido-sc adiaola-
do : na rua larga do Kosario 0. 99.
CASA DE COM.VIISSAO' DE ESCHAVOS.
Na rua Direila, mlirado do (res aiidorcs, defron-
le du lieeco de S. Podro n. 3, reroliem-sc escravos
do anillos os sesos para sc venderem do commsso,
nao sc levando por esse Irabalho mais do quedoiis
pnr rento e sem so levar musa alguma de comeilo-
rias, ullcrcrondo-sc para islo toda a sogursnea pre-
cisa para os dilos escravos.
I elido a ii -ma miado do SS. Sacrameiilo da ma-
Ir/. da lloa-Visla de fazer rom (oda a pompa a festn
de seu Orago, no dia 12 do rorrele, rogaa lodos us
moradores do alerro, praca c rua la malrii, para
illiiminaicm a frcnlc do suas casas no dia II o ii.
Oabaiso assignado, escrivflo inlcrlno da ir-
inaiulaile do Senhor Bom Jcqgs das Chagas, cm no-
mc da mesa convida h lodos os irmiios da niesma
irmandade para uma mesa geral, domingo 1v do
rorrenlc, devendo comparecen no consistorio a
10 horas da manilla..luanlo Jote Firmo.
IIISIOHIA DE l'OHTI'UAI..
Tcndo rhegado o quarlo volume desla obra, es-
cripia pelo illuslre lilleralo Alcxnndre llerrulano,
av ne-se ans senliores assignantes queiram mandar
buscar o mesmo volumo ii casa u. C, dcfronlo do Tra-
picho Novo.
GABINETE PORTUGUEZ DELEITURA.
\ direcloria manda fazer pulilicoaos senhores so-
cios accionislase suliscri|ilores," que eslan d'ora em
dianleein lodos os dominaos e dias santos a her v o
mcsnmuabincle, desdo as 10 lioras da manliita as -1
da l,n 'Ir, c das i as II da nolc como semprc.
GABINETE POKTUGL'EZ DELEITURA.
A direcloria convoca aos senliores accionU1 una reimio cm assembla geral no dia 19 do cor-
rente, as 10 horas da luanlia, para Irte ser aprc-
senlado o parecer da commisso por ella nomcida,
para desfase* as duvidas que houvo na eleico do
consellio.
HOMIEOPATIIIA.
jl O l)r. Sabino Olegario l.udgcro Pinito mu- '"
','.: diui-se para o hairrn de Sanio Antonio, rua %
2 das Cruzes n. II, casa onde mqrou o Hvm. ;:>
S Sr. vinario eral Dr. Meira, onde pode ser M
* procurado a qualquer hora pelas pessoas que SO
A o quierem honrar rom sua conliiinea. t
S ## 8
Iloje .111 se lulo do arrematar uin movis pc-
nhorados Jos Firmino Aires do Quintal; depois
da audiencia do Ilim. Sr.juii municipal ila segunda
vara do rlvel.
SeoSr. empresario do llieatro do l.imoelroqui-
zcr Ier urna boa casa, e dar crdito u sua empiezo,
leve scena o drama senlimcnlal e moral que lem
por tiln >As duas virgens mallezashe dei grande
elfellu scenieosT muilo conhecdei nos ibe. ''te-
lo Imperio. Hecommendamos lamber, a '' -.n-
preznrioas tarcasa lilhlnha do Lncifer o |.alca-
la do Ho Grande. Para oblcr todas enas pecas,
dirija-se ao actor Igranno de sen Ibedlfo, qoe lem
grande repertorio.O filhn do ceg.
Jos Francisco dos Santos regieau para o llio
de Janeiro, e leva em sua companhia a sua cscrava,
rrionla, de nomo Paula, do dade 2 annoa.
Manoel Franriscu di Silva regressa para o Rio
de Janeiro, e hva em soa companhia as suas cscra-
vs Anna, parda, deldade l auno, Bihiauna, par-
la, de idado tt annos, e Wargarida, crioula,de ida-
BENTISTA AMF.II1CAM). C3
IT. W. Bav non, ciriirgin denlista, Contina a
even-or sua proDcio, fa/endo Inda as opera-
. Cees que forem precisas de qualquer iialure-vfn
~f; a, lauto por fra, como na sua residencia, ?t
toude pide ser procurado a qualquer hora :
na rua da Cruz n. 7, aeanndn andar, no He- 9
ft'aatn* ?: sSM|*
Jarinlbu SimOcs lem le sc retirar para o Rio
de Janeiro,
i
mi itii Ann


-I -.=- 3 ^ 4
S.-3 2 5,;3S-8.S.
in"iR:ii
!l|KHlHa
I'.* i Lls.il 8
H*iHi!*l
" E'I ? S -* = 2 &B
=-a o s !,S rjSi
i gil lilil
o 9Sa3''il? C
S a fM*I S
SB! 1.3-5 d ; a
o S.-23.CSC-*-
a e.55" "g ff
| N o s.5 f8 5,
- rH*pl
I & 1-.
as
KESTA DE S. ANTONIO NA MATIUZ
DA BOA VISTA.
No (lia 15 do corrente, lustcjnr-sB-liii
solemnemente o Glorioso Santo Antonio,
erecto na Motriz da Boa Vista, olliciara'
o reverendissimo vicario da l'rejjue/.ia ,
pregiuido no evaiiKellio o reverendo fran-
ciscano IVei .li>ai|iinii ilo Espirito Sanio, a
noite llavera' ladainlia solemne, pregando
ncssa occatifio o reverendo franciscano
IVei Lourenco da Divina Pastora Loyola.
A niiisica lera' brilhante; de madrugada
llavera' missa rezada para aqnelles ijnc
nao podarem ver a festa, espera-te/|ue
lodos os devotos leste padroeiro eortipa-
receeain para lirilliantismo do aeto.
Prcrisa-scdcunajVniulhcr de dado para ama:
na i ii.i das Cruzes n. 1:4
COMPRAS.
Cumpram-se esoravos, e TtOdOMBOi rcecliein-
se ile commissa. lano para a provincia romo para
fura dola; na rua dus (Juarleis n. 21, segundo a-
ilar.
Compra-se prala hrasilcira mi despalillla ; na
ra da Cadeia do Kccifc n. M, loja de cambio.
Compra-so cueetanienle trastes usados o
liimhein se Iroram (K>r ROVOS: na na Nova, arma-
/em do trastea do Piulo, defronlc da ra do Sanio
Amaro.
Compra-so mi meio uso, a colcceo das Icis
lirasleiras, desde a Indepondcncia: quem li\or, an-
iiiiurio para scrjprocurado.
Compra-se em segunda mao una flaula de ba-
no apparclhada de prala : na ruadas Cru/.es u. ;l,
OU amiuurio.
Compra-se umquarlo de ambas as sellas : r.a
eMOldt da ra da Courordia, ao VOlUr para a ra-
deia nova, hiberna.
VENDAS
TABELLA DOS DAS SANTOS A DOLIDOS,
l'OH DOUS VINTENS.
Vendc-se por Ors. uina tabella, declarando
os das sanios abolidos ou dispensados: na 1 i vi aria
n. (i eS da piara da Independencia.
Vende-so urna bonita rrioula, de idaile de 18
anuos : no aterro ila Hoa Visla n. 84i, no primeiro
- andar.
Vende-so urna cscrava crioula de idade 8 an-
uos, cozinba, lava, coso alumna rousa, fa/. ronda o
l'O encllenle quilandera : na ra do Gollcgion. .'(I.
primeiro andar.
AS BELLAS PEKNAMBUCANAS.
Vende-sc encllenles sorlcs para Santo Antonio,
S. Jo.io e S. Pedro, a iO rs. rada nina, do difiran-
las cores eboasamendoas: m rua lo Qucimado 0.16
AKTIC.IDADE E SI PE1UORIIIAHE
DA
SALSAPABUILHA DE BBISTOL
sobro
A SALSA PARRILIIA E SANOS.
Atlencao'
A SALSA PAHHILIIADE RIUSTOL data des-
de 1fCUt c lem conslanlemenle manlido a sua re
pu/arilo sem ncccssidadc de recorrer a pomposos
amiuncios, de que as proparac,es do mrito podcni
dispensar-se. O successo do Dr. BKISTOL tem
pro>orado infnitas in\cjas, o, eulrc oulras, as dos
Srs. A. H. I). Sands, de Ncw-Vork, preparadores
o propriotarios da salsa parrlba couliccida polo no-
mo de Sands.
Estes enhorca solirilaram a a sonra de Salsa par
rilba de Itrislol, ccomo nlo 0 podessem oblcr, fa
briraram una imilartio i\c Hrislol.
Eis-aqui a caria qift os Srs. A. R. D. Sands es-
creveram ao Dr. Rrislol no dia 0 de abril do 1812.
o que se aclia em homo poder:
Sr. Dr. C. C. Brbtol.
Boho, &c.
Nosso apreeiavel sonlior.
Em lodo o anuo pavtdo lomos vendido quanli-
tladtf considerareis do extracto de Salsa parrilba de
Vine, e pelo qucotivimos dizer do suas virhttle*
quelles que a tem usado, julgamos que a venda di
dita medicina se augmentar muifisnimo. Se Vine
qui/er faitor un convenio comnosco, cromos que
nos resultara milita vantauem, lauto a nos como a
Vine. Temos limito prazer que Vine, nos responda
sobre osle assumplo, e se Ymc. vier a esta eidade
daqui a un mez, ou cousa souielbaule, teriamos
milito prazor em o\orem nossa botica, rua de Tul-
I..... n.79.
I m .mi s ordens de Vme. seus securos scrvidorcSi
(Assisnados) A. R. I). SANDS.
CONCLUSAO'.
t. c A antisuiilade da salsa parrilba de Rrislol be
clnramenlc provada, pois que ella dala desdo 1832
eque a de Sands so apparerou em IH12, pora na
rpial este drosuisla nao pode obler a aRenria do Dr,
Itrislol.
2. c A sii|>eroridade da saKa parrilba de Rrislol
be inrontoslavcl: pois que nao obslanle a concur-
rencia da do Sands, e de urna porrao de oulras prc-
pancoeSi ella lem manlido a sua repulacao rm qua-
si toda a Ameriea.
As numerosas experiencias feilas com o uso da
dalia parrilba em todas as enrermidades originadas
pola impureza do sanano, o o bom exllo obtido nes-
la cdrlc i>clo lllm. Sr. Dr. Sio&ud, presidente da
academia imperial de mediciua, pelo illuslrado Sr.
I>r. Antonio Jos Peixuto em sua clnica, eefUsUJ
alamada casa do saude"na Gamboa, pelo lllm. Sr.
Dr. Saturnino de Olivoira, mediro do e\orcito, e
por varios outros mediros, pcrmillem hojo de pro-
clamar allamenlc as virtudes cffiraues da salsa par-
rilba de Rrislol, vendante a .i") o vidro
\ i.(o liat- d imvo aberla a bo'ro do Sr. Jo-
m'1 Vi,'', n jal ves Ramos, na anliga rua dos Quar
Icis, i....i-so oulra ver para all o deposito da sal-
sa parrilba de Bristol.
Na rua Nova n. 18, luja deM. A. Caji, lie
sempre um grande sorlinu-nlo de obras feilas, de
(odas as qualidades, lanto superior eomo mais inl-
uariii.; camisas brancas. Unas, francezas, c de co-
rea; i-ltii|riw francezos, linos, ditos de abas largas,
brancas, ir do ebumbo, pretos e cor de vlnho, os
mais Ano* que ha no morcado, dilos deseda; um
sorliinentu de pannos Anos, c merinos de (mas as
cores, lirios brancos c de cores, de puro linbo, c
de outros muilos padrees; lenros de seda para nlsi-
beira, ditos para grvala, suspensorios, bonel para
montara do aenliuras, ditos para bomem, palilos,
cairas ejaquetas para |K'quenos de Hi a 12 annos ;
um grande sortimeoio de palitos de toilas as edres e
qunlidades. V'az-so reslidns para sonboras monla-
rem ravallo, do merino de qualquer cor, do 1<>^
a .o-HH. i, ii.i um sortimenlo de oliaruto* finos
rlieuados da Rabia, o outros in;ii- Itaraloa paja aca-
bar ; endim, o fregoez pie enlrar nosla leja sabira
prnuipio de um fuclo completo, trazondo aempre o
guveruador do muudoo sonlior dinheiro.

FABF.LOS.
Vendse no arnia/.ein do Sr. Aunes
farelo em saceas de 5 arrobas, por me-
nos preeo do que em onti'a qualquer
parte.
Vende-M uro esorava rrioula, mora, rom
lialiilidadw, c pravlila do 6 mew : ru do Ran-
Kel n. 59, eininilo andar.
Na rua da* Cruic n. 2i, vende-sp urna rriou-
la de 20 nno, que engomina p ha cclureirn, ra
hpin urna camlrn do linmem, fai lal.\ rindi e mar-
ra, ooxinliae lavado ahilo; urna dila do 20 anu,
que ni7.inha.ro4crli.1iic lava, rom urna flllia inu-
lalinhade t'.r inczcs, c urna parda de t anuos, mui-
lo robusta.
Vendc-so urna casa Iprrea na rua do Sebo n.
36. Na mesma casa vonde-se :i mualas de idade de
>inlp p lanos annos c i dila de 9 annos, de bonilas
fiiiras, proprias para embarrar pora o llio : a Ira-
lar com o dono na mesma casa.
DAURORA
C. STAUR c\ C.
respeitosainenle annunciam que no seu extenso es-
laMecimonto em Santo Amaro, continua a fabricar
com a maior jierfciro c promplidao.Ioda aqualidade
de inarbiiiisnio para o uso da agricultura, navoga-
cao e nianiifarlura, o que para maior commodo de
seus numerosos fregue/es o do publico em geral, tem
aberlo em um di grandes arniazens do Sr. Mosqui-
ta na rua do Rrum, alraz do arsenal de niarinlia,
ii m
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no diloseu cstabelecimeiito.
AH arbarao os compradores um rompilo sor l-
menlo de moendas de raima, rom lodos os melbo-
ramenios(alguna deHoanovoa oorlginaea) loquea
experiencia de muilos anuos lem mostrado n uncos-
sidado. Marbinas de xa por de baixa o alta pressao,
lalxOJ do lodo lamaulio, lano balidas como fumliilas,
carros de miio o ditos para COOdoilr formas deassu-
Car, machinas para moer mandioca, prensas para di-
to, foruos de Ierro balido para familia, arados do
forro da mais approxada cimsliuccao, fundos para
alambiques, crivos e portas para fornallias. o urna
iufiuidade do obras de fono, que seria enfadoiibo
enumerara Po roestno deposita existe una peatoa
inlelh'jeiite c babililada para rorebr lodasasen-
conimendas, ele., etr., que os aununcianles contan-
do Com a eapaeidade de suas ofticiiias e nuchinumo,
c pericia de leusoflklaes, se eompromeltem a fa/er
exocu'.ar, rom a maior pie-loza, pei^eirao, ccxarla
rouformidadrom OsmodWoSOUdetonhOS, cinslrur-
oca quelbe fumn Tornerdas*
FUNDICAO' DAURORA.
Na fundirn d*Aurora arha-scronslanlciupiilp mu
roniplplo siiiiiinciilo i|p marhinas de vapor, lano
d'alla romo dp boivo preaalo lie inoilpllos ib mais
ipprovadoa, Tambdni as apromplsm dp euconuncn-
da dp-qiialqupr forma que sp pomm discjar rom a
maior proslea, II abrs omcaM Berilo mandados
para as ir asspnlar, e os fabriraulps romo lem dp
rosluine aliani.am o perWloIrabalho dpllas, escres-
I.....sabili-am poi qualquer defilo qlu- puan uaUns
appareicr durante a prinicira salra. Multas machi-
nas dp vapor construidas neslc cstabelorimeBlO lem
oslado em conslanle lervlco neilfl provincia 10,12,
cale Hialinos, eapenaa lem asllido inui iiisinnili-
canlcs reparos, e alaiunas al nrohunabsolutamen-
te, ai ci p-cendo <|uc o consiininio do conbuilivol lie
mili inconsidcravel. (Is spidiorcsdccnueuho, pois,
eoulraa qtiaeequei pesaoaa que preclsarem de nia-
chiuisnio siloTes|iP(osainenle convidados a visitar o
estalielcriinciiln pin Sanio Amaro.
COLCHAS BRANCAS COM SALP1C0S
a |n,iiii rada nina
na rua do Crespo, toja ila esquini que volla para
a Cadeia,
No Porto do Mallo, defronlc do arma/eni do
Sr. Joaquim Praaeiscu de Alcni, ainda coiiliiina a
vender-sc cera de carnauba, lencos, Inalhas de la-
bvrinlboc mais efleiloa, por proco eoflunodo.
KIAI.HAS ECONMICAS
para mesa a 18600
na rua do Crespo, bija da csipiina que volla para
a Cadeia.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Nesle islalieleeiiiH'iilo continua a lia-
ver iini completo sorlinienlo de moen-
das e metas inoendas pura engenl.....na-
eliinasde vapor, e taixas de Ierro batido
e coido, de lodos os latnaiilios, para
dito.
iVOS AMANTES DA BOA PITADA, 1)1-
NHEIRO A VISTA.
Na rua do Oiicimadu toja da esquina do beceo da
Congregaban ti, i I, vendeja ra|i de Lisboa, a iii ra.
a oitava, do luaisTrcsco que osfalOi chogtdo no ul-
timo navio.
D3 PAMA BAPTISADO.
Loj Vcndc-se riras loucas de lili" de linho, sa- '<
F^ palinhosde inirimi do riircs, rom bordado!
para meninas : na rua Nova, luja u. 2.
\ eile-c una crioula moca, sadia c de DO
la lisura, que he perfpila rti/nlirira c pniioinniailei-
ra, cose, fas lahynntho, o lodo o servico de una
casa rom nuiila pcrleic.lo: na rua estrella do Rosa-
rio a. SI, segundo andar.
Vendc-se um sobrado de mu andar na rua do
Amparo em Oliuda : lies I a lypograpllia se dir
quem vende.
A I $600 RS.
Corles de sanca ainaiclla para ralea : ni rua do
Crespo, luja da esquina que volla para 0 Cadeia.
Vende-se IHescravos sendo I muala que rose
e eir-'uiuma. I molecoles de bonilas lisuras, ti esera-
vos de todo serv ico, e 7 esesavos de tervieo de cani-
no: na rua Direila n. 3.
DAVID WII.LIA.M IIOVV.MAN, enucnbciro m;
chinisia e fundidnr de ferro, mu reapellosamenle
anniincia aos senliorcs propriclariiw de cnuenbiis,
bsendeiros, e aorespeilavel publico, que o sen esta-
beleciinenlu de ferro inov ido por maemna de Vapor,
na rua do llrum passando ochalaiil, contina em
eireclivo evercicio, ese arlia rnniplelmenle nionladi
com op|iarelhos da primeira qualidaile para a per
feila confeccaodas niaiiucs pecas dp niailiinisuin.
Habilitado para emprelii nder quaesqner obras di
sua ario, David William Bowman, deaeja mais par
(iriilarmenle chamar a allencafi publica para as se
guinlcs, por ler dcllas grande sortimenlo ja'promp-
lo, cm deposito na mesma fundicao, as quaea cons-
Iruidasem sua fabrica podan competir com as fabri-
cadas em pail eslranaeiro, lano em |irero romo cm
qualidade de malcras primas c ma de obra, a
saber:
Marhinas de vapor da ntcllmr conslriica.
Moendas de raima para enuenhos de IimIos os la-
manbos, nun idas a va|r por agua, ou nninacs.
Rodas de agua, moinhos de vento eserras.
Manejos iiulppendcnles para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhfies, bromes c rbumareiras.
Cavilhoes e parafusos de todos os lamanhos.
Tai va-, panie-, crivos c iMicas de forualha.
Moinhos de mandioca, movidos a man ou porani-
maes, c prensas para a dila.
Chapas de fogad c tornos de farinba.
Canos de ferro, lurneiras de ferro e de bron.e.
Rombas para cacimba c de repulo, movidas a
ma, por a ni mac ou vento.
Guindastes, uninclime macaros.
Prensa- bvdrauliras ede parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras publicas.
Coliiiiinas, varamia-, grades c porlocs.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carrosde maScaradosdc ferro, ele, ele.
Alm daanperioridade das suas ulna-, ja' ucral-
menlcrcroiibccid.i, David William llowmaii garante
amaisexacla conformidade com os moldes c dese-
nhii- remellidoa pelos seabares que se dignarcm de
fa/cr-lhe encomiiiendas, aproveilando aun......, pa-
auradecer ans seus numerosos amigos e IregneseS
preferencis nun que lem sido por piles bonrado,
c assegura-lhes que nao pnuparo -fuii.n-ediligen-
cias para continuar a merecer a sua conlianea.
- Na laja n. .19 da na do Qucimado, vemle-se a
200 rs. o rovado de chitas tallecas para robera,
de linda- eslampas, com qualrn palmos do largura.
BRACOS DE Al.ANgA DE R0MA0'
&COMPANHIA.
Vende-se litaros de batanea de RomSo
& Compunliia proprios para hlalo de
vender a' relallio, e mais narato do que
em outra qualquea parte : a tratar na
rua do Vi;ario n. 19, s^nndo andar.
Vendc-se vinhu da Madeira de superior qua-
lidade cmquartosc oilavosdepipa, por precu roin-
inodo: noarinatemde N. O.lliober & Companhm
na Miada Ci u/ii. I.
No neceo do Goncalves. armarem de Deanc
Vnule & Compaiibia vende-se ineias barricas com
superior farinha do trigo.
Vendem-M lonas, brinzaA, brins e meias lo-
nas da Russia : no armazcm do N. O. Richcr ^
Conipanhia, na rua da Cruz n. 4.
Taixas para engenhos.
Na fundicao* de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Bruta, pastan-
do o chafarte continua baver um
eomnlelo sorlimento de taisas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as (ptacs acliam-sea venda, por
preeo eommodo c com promplidao':
embaream-se ou carregnin-seem carro
sem dcspc7.il ao comprador.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
0 arcano da inveneao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, emmegado as co-
lonias inglcxas e liollandezas, com fjran-
de vantagem para o inellioramenlo do
assucar, aclia-se a venda, em latas de 10
libras, junio com o melliodo de enipre-
fja-lo no idioma porlii;iie/., cm casa de
N. O. Bieber & Coinpanbia, na rua da
Cruz, n. i.
ATTBNCAO isaOO US. A PECA.
Madapoln com um pequeo loque d'avaria, leu-
do vinlc varas, larsii. bom a WKIrs. a peca: no
armazem de fa/endas inglezas de Gouveia i\ l.cite.
DEPOSITO DE CAE E POTASSA.
r.iinlin (\ Amorim, reccbrr.un pelo ultimo navio
de I JsIioji liarris rom 4 :i de superior ral em pedra
para o fabriro do assurar, c voiidein por menos que
emdulra qualquer parle; c para fediameolo de coo-
las um reslanle de nolassa americana: na rua da
Cadeia do Herir D.OO.
00.000 RS.
Vende-se por ."ilKIstKSI rs., una l\ pographla com
mabdeTOOf de Ivpus muilo heni surtidos, o um
bom prlo do ferro p nao : a qnpin runvier dirija-sc
a rua das Cruzes n. 'JH, sesuudo andar.
Af enca de Edwln Mjw.
Na ruado Apollo ii. (i. arma/cm de Me. Calmonl
Companliia, acha-se cnlislanlcmclile bous smli-
meulos de taixas de ferro ruado e balido, lanln ra-
sa como filudas, moendas indicas ludas de ferr pa-
ra animaos, asna, ele., dilas para armar em madei-
ra de lodos os lama nhose inodelososniaisiniiilpinus.
machina burisonlal para vapor rom torca de
1 cavallos, cocos, passadeiras de ferro eslauhailo
para rasa de porgar, por ineuos pirco qup os dp co-
lire. eacovens para navios, ferro inslcz lauto pm
barras como pm airoso folhas, eludo por lualo
preeo,
VENDAS.
VELAS DE SIEAHINA, francezas, de cm li-
brabrancas c de cores.
CEMENTO de llamhnrgn em barricas de II ar-
rolla-, chesadu novainenle.
AC DE MII.AO sonido.
(LEO DE LINAACA cm Islas de .1 galSes.
ItOIT.M DA INDIA da primeira sorle, c milito
alvo.
PAPEL DE PESO Inglebranca c azulado, e
ponas do aro lainbcni Inglesas,
ZiNCo Kil l'oi.HA, proprio parao torro de na-
vios un para a cubera de lertos, o por una quarta
parte do proco de robre ; o ine-mo em Tullas tura-
do, pruprio para cubrir saiolas para guardar romi-
das.
Lu eomplelo sorlimcnln de VIDROS ordiun-
1 ios romo COPOS. CAI.IX, GARRAFAS, etc.,
queso vender nluilo cm cenia para fechara fac-
tura,
CAROS, LONAS E BRINS DA HI'SSIA, c 11111.1
purcilo ,le I.INHA ALCATROADA.
1 na factura pequea dp VLNHO DE CII.VM-
PAUNE muilo superior, e cliegada agora: rua do
Trapirlif/n. :!.('. ./. JSTLBY& C.
Vendc-se lima prela, c um inoleque. sendo a
prcla de dado "20 anuos, e o molcquc 1:1 annos:
na 111a Velha n. 35.
Vendc-se carnauba de primeira sorle, c velas
lambn! na ras dos Pires n. ">o.
Na luja de Ii perlas cm frenlc da isreja do L.
vramento, vende-se dulas de cores rom muilo boin
panno, a 1 o rs. o rovado, riscadiuho franrez de vo-
res escuras, a Itill o rovado, alpaca de cores, lisa c
de quadros. prupria pata vestidos de senhoras, a
2\0 o rovado, lencos de camliraia branrns, ditos
com barra derores, a Itill cada um, ditos para me-
ninos, a SI) rs. cada um, corles de cassa chita com Ii
varas O lucia, a 19600, O chelas dS lia prelus para
luto.
Vende-se tuna taberna hetn afresuezada, ii
e-quina da rila dos Arousilinhn-, frevuezia de 8
Jos: a halar na rus de Sania Thcrczu n. (l.
Vende-se eateirai da China, do
ultimo gOStO, para forrar salas, por
preeo eammodo; em casa de Jo-
liusloii Patei'&C, na rua do Viga-
rio n. 5.
Vende-se nlco de ririno : na rua da Cadeia
Vrlha, loja do ferragens n. 56, por menos do que
em outra qualquer parle.
KAK DE LISBOA, A VO HS. A OITA-
VA, E 3 OITAVAS POIt 100 HS.
Ka roa da Cadeia Vellia u. 15, loja do Bonrgard,
vende-so rape de Lisboa, chegado pela barca Acaf,
pelo preeo aelmo tinado.
PAO CRIOULO.
Na nadara da rua da Sonzala-Nova, n. >90i
aeha-sc venda diariajuenle o bollo nio rroulo, fa-
arirado por eylindro, moda da eorle do Itio de
Janeiro, o qual nlm da superioridade ao pilo com-
miiNi, (cm a vanlaem de ser isonlo dcrcrcbcro
mais pequeo golpe do suor do amassador, vislo
que he aina.sMido por macbina : na mesma padaria
arlur.io sompre as pessoas de Iwm goslo o seguidle:
Hisroilos ile ararula c d'ovos a libra. 480
Faliasdarainlia..........800
Hnlaehinlias do ararula pura.......400
Dilas amoriranas..........1200
llisroiliiilios de erva-dore.......400
Dilos de I.ima...........400
Dilos de larauja..........400
Dilos de familia...........ROO
Dilos imperines..........WH
Dilos amantes...........800
CHITAS RAItATAS.
Na rua Nova, loja nova n. 10, vcndc-se rlulas de
muilo bons pannos de rdres oriiras, padfAOI moder-
aos, ^veln barato prcro de 140 o 160 rs. o rovado, e
iBOOO o .">$0 rs. a (icra ; os sonlioros rlicfos de fa-
milia, queiram mandar busrar a amostras dosla fa-
zeuda, que a vista to preeo o qualidade, nao deixa-
rilo de comprar.
KA 1)0 CRESPO n. 9.
Vcndc-se chila lina, a i-Jtl rs. nenvado, cassa fran-
ecza superior em qualidade, e lindos padrees, a 20,
II) e 260 rs. o rovado, cortes de camliraia franre/a
decores escuras, a 3000 rs.. ditos de hrim de linho
imitando casemira, a S4MNI rs,, aloalhado de algo-
dAo de II a 6 palmos do largura, a 100, 50!) e 600
rs. a vara, riscado monslro com 5 a 6 palmos de lar-
tzura, a 70 rs. o covado, e oulras militas fazendas
or diminuto proco
Sai ru~ ilii rago' n. 7 vemle-sc |iur preeo
commodo os seguinles trastes em bom uso: radei-
ras, contolos, sofiis, c mesas ilo meio do sala, de
jacarando, c uniros muilos trastes, que scrao pre-
sentes avista do comprador.
Vende-se nina carmen, feila em
Inglaterra, com os competentes arreica
para dous cavallos a Cllial piule ncil-
iiieiiii' condnzir cem arrabal de assucar,
he iuteirnmentc nova e vende-se" pelo
motivo de nao estar ainda acabada a es-
Irada por onde devio tramitar : quem a
pretender, dirija-se o Luiz Comes l'er-
reira, no Mondego.
No esci'iptorio de Frapcisco Seva-
rianno Italiello & Pililo, no largoda assini-
lile'a, vende-se porpreOOCOmmodo sacras
multo caniles rom superior farrllo.clie-
rrado ngorn de Lislioa.
Vcndc-se rliarulos de llavana: na loja n. >,
da rua Nova.
Vende-se Ires moradas de rasas, na eidade de
Olinda, nina na rua da l'raia de S. Franrii
Ira na rua do Carino, e oulra na rua do Cu\o; tildo
de pedra e cal, chaos proprios. e un rrande quin
lal: a Iralar no Recite, aterro da Roa-Visla, rasa
n. 75.
Vcndc-se na na do Jardn! n. 18. una esrrava,
crioula, enm aluuma luibilidade.
Vendc-se queijos de manleiga, muilo fresracs,
viudos do seriando Serid: na rua dos Mari) rio-, ta-
berna n. .Mi.
TAICIIAS DE IERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Sanio
Amaro, e tamben) no DEPOSITO na
i na do llrim logo na entrada, e defron-
te do Arsenal ele Maiinlia lia' sempre
um grande sorliiuento de laichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, peijuenas,
razas, e fundas ; c em anillos os logares
e\istem (|iundaste8, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despez. Os
precos sao' os mais eoinmodos.
Em casa de J. Keller & C. na rua
da Cruz. n. 55, lia para vender, e por
preoo loinmodo, cotiros proprios para
cobrir carros, chegados ltimamente.
Remedio especial para boubas e cravos
seceos, continua a vender-se na botica da rua do
Rangel n. Oliveira Macado.
PARA S. JOAO'.
Vendivse amendoas eoufeitadas
vindastle Paril, proiiriaspara sor-
bgsdeSan Joo: na rua Nova, loja
atrnz da Matriz.
SUPERIOR FAZENOA PARA ES-
CR.VVOS.
Nos qualro ranto- da rua do (Juciuiado, loja n.
0, vende-te alsodau da Ierra, de muilo lina quali-
dade e |ior preeo commodo.
CHITAS \ZC\V.\ DE BARBA.
Na rua Nova, loja nova n. 10, existe um erando
BOrtimenlO ile rbilas e cassas de liarra de padrees
modcrnlssimos, tcutlo varedade de odres, para cs-
eolber ; |>olo barato preeo de :i$"iOO n. o rorlo.
Vende-team ravallo bom and.idor,sollado een-
freiiido ; para ver o tratar na rorbeira do Sr. Iler-
iiardiuo, Iravessade S. Amaro.
Vende-se urna casa rom taberna bem afrouue-
/ada no mcllior lugar da estada nova do Cachang,
paseando o sobrado do Viegaspara dianle: quem pre-
tender dirijase a mesniii, a Iralar rom Franrisro
bd PARA HOMEM.
yn Camisas brancas franrezas de linbo, di- '
35 las de imtrnilina : na loja u. 'J, da rua I
SI Nova.
\ eiide-sii na paleo
queijos frescaes a l>SII r-.
A ROA PITADA DE LISBOA.
Vende-se rap de Lisboa muilo superior viudo ti
enronimeiida : na rua da Cadeia do Recite, loja de
Juan da Cuiilia .Magallules, n. 51
Ainda existe urna pequea porrfio
do ja' arredilado remedio contra a em-
briaguez, viudo do Rio de Janeiro, ea-
eba-se a venda, na rjia do Rangel, Ixili-
ca ii. (ii.
; Vcndc-se una mulata com todas aalubilidades
nradsSS para una casa, ludo faz rom perfeicilo, alian
ca-sc a boa conduela, pnrem so se vende para Ierra
na rua Velba n. 55.
RAP HE LISBOA A HETALIIO, A 10RS. A
OITAVA.
Na loja de miinle/.as da praca da Independencia
i. 3, vende-se rap de Lisboa,a 10 rs. auilava, do
mais fresco que ha ehcadu ltimamente.
NA LOJA DE SEIS PORTAS EM RENTE HA
n.III. I V 110 LIMIA.MENTO
vende-sc pecas de chita de cores rom muilo bnm
panno, a ."gslHiO rs. a peca, cortes de cassa chila rom
II \ ara- e meia, a I96IIO u corlo, c chales de lila pro-
les para luto.
Joiio Jos de Carvalho Moraes avisa a. pulili-
co, (pie acaba de rereber nela barca l.ml, una por
cao do mcllior rap de Lisboa, do qual so resenta a
falla : nsamanles doslc genero podcni recorrer lo-
ja de ferragens da rua du Cadeia, onde |Hideraorom
pra-lo, pcin preco laxado de d-^(SI por libra, c I
dinbcirn a visla.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fitndirao de C. Starr & Companliia
em Santo Amaro, aeba-se para vender
moendas de caimas todas de ferro, dettm
inoilello eCOnStniCCOo milito superiores
Vendem-se veriladeiro vinlio de
champagne de excellente qualidade, c
milito cm conta, fiara litpudaeao' : em
casa de Briiiui Praegcr iV C, na rua
da Cruz, n. 10.
Viudos superiores de llueell
liranro) c de Colares (linio) em barris de quii
vendem-se cm ras;ideJ. Keller A; C
Vende-so urna parda com lima cria de (i an-
uos, chegada do serbio, a qual (cm principio d
cumulado, lava, cuse c co/inha, e lem um defeilo
em um olbo : na rua dn Trapiche Novo n. 1. ou da
Cruz, armaiem 11. I!l.
CHAPEOS DESO.. A 1x280
na rua dn Crespo loja da esquina que volla para a
Cadeia.
Vende-so a loja de courns da rua do l.ivra.
mcnlo n. 117, assesuraiulo a conservacao no edificio
jmr cousenlimcnlu do propriclario ; esta loja he da
Ufis afreguezadas. que lem d existencia mais de
mu auno : a Iralar na mesma.
Vende-se relogios de onro e piala,
plenle ingles; na rua da Senzalla-.N'o-
va n. i-2.
MANTELETES E CAPOTI.MIOS.
Vendc-se mteteles e rapotinhos prelus c de
moderno, para lenhora : na loja dn sobrado
amarello da rua do (Jucimado, n. 21).
Vende-se una inorada de rasas terreas, sla:
na ruadas Trinrheiras n. : quem pretender di-
rija-se i rua de Apello, armazcm de assurar da viu
va Pereira da Cuiiha.
PARA FECHAR COMAS.
Vende-se cera em velas em cai&ai sor-
bidas, mercurio doce muilo superior '
em pequeas caisinhal, azeile de pei\c
em voluraes pequeo!, barricas com li-
ndura em grao, charutos da Radia, jaca-
raiKia'em cossuetras, e de superior qua-
lidade, fofjo da China em liguras, ele
etc., tudo se vende poro mais bai\o pre-
eo : na rua do Vigario n. 19, segundo
andar.
Vende-se colcdas brancas de sal-
picos muilo encorpadaa, propriaspara o
tempo de fno, a 1,600 rs-cada urna: na
rua do Crespo, loja n. (i.
Vendem-se relogios de onro, .pa-
tente inglez, os moldures que tem vindo
u este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Bus-
sel Mellors & Compnndia, na rua da
Cadeia do Recife, n. ."iu'.
Vendem-se vaquetas de lustre,.para
coberta de carros : na rua da Senzala
Nova n. *2.
__Na rua dn Collegio sobrado n. 21, segundo an-
dar, vende-se um escolenle cscravo, prelo, rrioulo,
do 2* annos pouco mais ou menos, bstanle robusto,
sem vicio o nem achaque algum, tai lodo c qual-
quer servico de urna casa, ganha na rua, o tambem
cm condiicio de saceos de assucar.
ATTENCAO' AS PECHINCHAS.
Vcndc-se corles de cassa para vestido, padrees de-
licados, pelo baralissim precu de 220 rs., corles de
camliraia aberla rom lislra de cores, os mais moder-
nos que ha, pelo barato preco de t500 rs., corles
de vestido de barra a ultima moda de Paris pelo ba-
rato preeo de .58000 rs., assim como corles do cam-
liraia de lisira, e salpico pelo barato preco de .19.500
rs., riscadiulios do (odas as cores muilo miudinhos,
a 220 rs. o covado, o um completo sortimenlo de fa-
zendas linas, como tejan cambraias francezas riqu-
simos padrees pelo barato prejo de 800 e 19000 rs. a
vara; corles de rolletes bordados brancos de se-
lim, proprio para rasamenlo pelo barato preco de
89000 rs., dilos pretos tambem bordados por 69OOO
apottnbos de fil muilo riros pelo barato preco
de aajno rs.: na rua Nova n. 13, dcfruule da igreja
la Conccico dos militares.
RAP DE LISBOA.
Na rua da Cadeia do Recito n. 15, vende-se rape
de Lisboa, a 119500 rs. a libra, aliancando-se a qua-
lidade. o Iroca-se.caso uo agrade ao compradnr.
Vende-se chales muito grande e es-
tros, pelobaratissimo preco de um mil
re'is, cada um: no aterro Ja Boa Vista,
loja n.18.
A CORTES DE CHITAS BARATAS. <*
"2 Conliiuia-sc a vender corles de chila fran- W
S) ceza larga, cores fixas, pelo barato preco ifft
do 29IIOO rs. cada um : na loja do sobrado /
9 amarello da rua dn Oucimado. n. 2. W
POTASSA SUPERIOR
Vendem-se por preco muito com-
modo, no armazem n. 7 de caes dn
Ifandega, de .lose' Joaquim Pereira de
Mello, ou no esrriplorio de Novaes &
Companhia na rua do Trapiche n. 51-.
Vende-se um ptimo cabriolet ,
quasi novo, de muito boa construccBo e
:om coberta ; assim como um excellente
cavallo para o mesmo, muito forte e bo-
nito : para ver na rua da Guia, coedeira
lo Sr. Wollicliard, e para tratar na rua
la Cruz, n. 10.
Vende-sc as seguinles semenles de
lortalicas, das mais novas pie da no mer-
cado, a saber : rbanos rabanetes
brancos eencarnados, nabos rovos ebran-
cos, alfacoalleniaa, dita repolhitda, cou-
ves sadnia, tronvuda, lombarda, salra ,
cebla de Setudal, coenlro de tosseita ,
segorelda, cenouras, pimpinella, repoldo,
\icoria, e lmales grandis : vende-se em
porcao maior e mais barato para acabar,
na rua da Cruz do Recife, 11. 02, venda
de MartintA Irmflo.
Vendem-se em casa de Me. Calmonl A; Com-
|ianhia, na praca do (airpo Santo 11. 11, osegulnlai
vinho de Marseilleem caixas de .'I a G duzias, linbas
cm novcllos ecarrcleis, bren em barricas muilo
crandes. aro de milal,orlido. ferro inglez.
Vende-se lio de algodao da Ba-
bia, por proco commodo 1 noes-
criploiio de Novaes & Coinpanlua,
na roa do Trapiche n. 3V.
_ maaBBBnt nwBwajBOBa
Vendem-se osverifadcirosscllin-iirjle/i'-, pa-
tente, ile mola c sem ella: naruadaSenza la No-
va n.12.
A 500 RS. A VARA.
Rrim raneado hranco de puro linho, muilo en-
cornado: na loja da esquina da rua do Crespo, que
volla para a Cadeia.
COBERTORES DE TAPETE
Eseurospara cscravo-, 900, 19000 c 19110 rs
na loja da esquina da la do Crespo que volla para
a Cadeia.
COBERTORES DE TAPETE.
Na rua do Crespo n. fi, vende-se superiores rnlier
loras de algodao escuro, pruprios para escnvos. ;
900, LsOOOrs.elSilOraila um, briin Irancadn bran
en de linho puro, a 500 rs.a vara, corles de dito es-
ruro, a I9II0 e 9OIK) rs., corles da chila com liaba-
dos c barra.a 19000 rs.. leudo 13 (ovados cada um
chila-escuras de tildas seguras. .1 100, 1811, e OOrs
o covado. selim prelo mani, a IIJOOO c :!Q200, pan-
no prelo lino, a :l c I9OOO rs. o covado, dito azul
muilo lino, a 19001) rs. o covado, pecas de camliraia
de salpiros com 7 varas, a 1c1.>500, o militas mais
fazendas por menos proco do que cm'uutra parle
na 111a do Crespo, luja 11. fi.
DOCE HE RACORY.
Cheanii recenlemenlc do Maranliao una pequea
|iorc:lo dcslc delicado doce, o mcllior que lia, lano
pela sua exrellcnle qualidade, cuino |iur conservar-
se por limito lempo em perfeilo estado: ycnilc-se-
cm casa de Ponte iS: Irmiin. na rua da Cadeia Velba
VINHO 1)0 PORTO M1ITO FINO.
Vende-se superior viudo do Porto, em
barris de A., .">. e 8. : no armazem da i-i ni
do Azeile de Peixe n. IV, ou a tratar no
escriptoro de Novaes A Companhia, na
rua do Trapichen, ."i.
CAPACIIOSCOM ABERTURA
para mesa de meio de salo: \cnde-sc na rua da Ca-
deia do Herir n. 18, primeiro andar.
CALCADO IIAKATO.
\a rua Nova n. 8f loja de Jow Joa((iiim
HoreirSf
lia um rirosorlimenlo de sapaloes de he/erro, enu
ro do lustre, boruguiM ataalkoi 0 de IhiIoc, ludo
para lioinein, pelo mais harnlo preeo que al atjui
lem liavido : quem dM0 se quizer cerlilirar, dirija-
sea dila loja ; advcrndo, |>orin, que aaa vende-
r.lo a dinheiro, c que uilo se Tar alale almnn alm
dos procos aqui nieiirionados.
Sapaloes ile lustre fraiieo/cs.....l^HlK)
Hilos alMilinados da Kussia......i-'(hi
Kilos d boxerro fraocoi.......W600
Itnr/ORiiinsrom IhiIos.......7JHMK)
Hilos rlasliros..........7j
DepOMto da fabrioa de Todo* > Smnto na Baha.
Vende-se, cm rasa do N. O. Bieber &(',., na rua
da Cruz n. 4, aluodao Iranrado d'aquella fahrira,
muilo proprio para sarros de assurar c roupa de es-
CravMa por preeo eommodo.
Vende-sc um carrinlio de \ rodas eom i asseu-
lenlOBi HNldoS para nieiiinos.roni lanera ai >araos pa-
ra I c "2 eavallos, em muilo lioiu oslado por ler sido
labricado a auno e meio, por proco eommodo: os
prclcndcnlcs dirijam-sc M aterro da Boa-Vnla n. 6,
sesundo antlar, das lias KHiorasda uianlia.
- Vendc-se ehapi>s de palliinlia para scnliora,
niHiin modernos, c de diflcrenles qualidades, mui-
to proprios para a presente eslarao, o [>or procos
muilo modii'iis : na rua da Cadeia do Hccile, n.
i\, primeiro andar.
Orno.
Vendc-se uessoem harneas, eliosado ullimamnc-
(e:cm easa J. Kcllcr & Companhia, na rua da
Cruz n. 55.
Moinhos de vento
com nomhas de repuso para rosar hurtas haixas
do eapim. na rundicao de l. W. Jlowmaii: na rua
lo Hruin m, fl, 8 o 0.
A 5,000 re. pequioi, 5,600 re. craadai.
Vcndeni-sc ehapeos deso do seda inglcza de
superior qualidade, pelos presos cima : na rua
doColletzio n. 4.
Vende-sc saceas com a mais superior farinha
que ha no mercado : no heceo Kargo 11. I. segundo
andar.
Vende-sc presunlos ingle/es muito novos para
liamhre, latas com botaclunhas do soda inileza,quei-
jos de pralo, conservas muilo novas, semenles de to-
llas as qualidades de horlalice, cheitadas iillimamen-
le: na rua da Cruz n. 46, dcfronle do Sr. Dr.
Cosme.
ARADOS DE FERRO.
Na fiiiulirao' de C. Starr. & C. em
Sanio Amaro nelin-se para ven^i1 ara-
dos de ierro le tuperior qualidade.
Oleo especifico para curar a caspa e con-
servaro cabello, continua a vender se na botica
da rua do Rangel n.64, a 640 re. cada vidro. pr.i Ty.
ROB LAFFECTEUV.
O nico autorinado por dtcio do cotuelho real
e decreto imperial.
Os medicos doshoeplaes roeommendam o arrolle
Laflecleuv, como sendo o nico aulorisado pelo so-
vernoe pela Real flociedade de Medirina. Rsle me-
dicamenln d'um goslo agradavel, e fcil a lomar
em secreto, est em uso na marinha real desde mais
de 60 annos; enra radicalmente em pouco lempo,
com pouca despeza, sem mercurio, as IToei;oes da
pello, impingeos, aseousequencias das sarnas, ul-
ceras, e os accidentes dos partos, da idade criUca e
da acrimonia hereditaria dos humores; convm aus
catharros, dn heiga, as conlracc^Oes, e fraque/.a
dos orgAos, preeodda do ahuso das ingeccOes ou de
ondas. Como anli-flyphilitiro, o arrobe cura ein
pouco lompo os fluxos rcenles ou rebeldes, quo vol-
veminrossanles semeonsequencia doempregodaco-
paiba, da cubeba, ou das injoccoes que 'represen-
lain o virus sem neulralisa-lo. O arrobe l^lrcrlcuv
he cspecialmenle recomroendado contra as doonrai
inveteradas ou rebeldes ao mercurio c ao odtirclo
de potasio. Vende-se cm Lisboa, na botica de Bar-
ra!, e de Antonio Feliciano Alves de Azcvcdo, pra-
^a de ]). Pedro n. 88, onde acaba de chegar una
grande porcao de garrafas grandes e pequeas, vin-
las directamente de Taris, de casa do Sr. Boyvoau.
I.iilli'iieiiv 1 _', ru Richcv k Pars. Os formularios
lam-fjc gratis em casa do agente Silva, na praca iln
D. Pedro 11. 82. No Porto, em rasa de Joaquim
Araujo; na Rabia, I.ima firmaos; cm Pernam-
bueo, Soiini; Rio de Janeiro, Rocha i\ Filhos, el
Moreira, loja do drogas ; Villa-Nova. Joo Pereira
de Magalcs Leile; Rio-Grande, Francisco de Pau-
la Couto i\ C.
PASTILHAS DE S0ULI.
VEC.ETAES CONTRA AS LOMBRIGAS.
Approvadas pela junta central de hygiene publi-
ca, e preparadas por J. M. Soul, pnarmaceutnii
membro Ulular da academia imperial de medicina
e da soeiedadc de pharmacia do Ro de Janeiro.
O nico deposito verdadeiro deslas pastillias lie
eslabelecido pelo mesmo autor na botica do Sr. Jo>
da Rocha Paranhos, rua Direila n. 88, cm Pornam-
buco.
I) --le muito lempo a arto medica eslava i pro-
cura de um medicamento que fusae facilmcnle ad-
mislrado is criancas sujelas s molestias vermlno-
sas, molestias (erriveis queconduzem todos os dias
ao tmulo um grande numero dcllas.
O gosto e rheiro dos anlhelminticos empreados
at boje cram nulros tantos obstculos sua ndmi-
nislra^o ; por isso eremos ler prestado um grande
servico a huinanidade, c principalmente aos pas de
familias, aniuinriando-lhes um vcjmifugo, ilchaixo
a forma do pasllhas, sem cheiro e sem sabor, que
possuo a ac^flo a mais enrgica como anlclmlnllco
vermicido conlra as lombrigas inlcilluas. ( //un-
hrigt. o.ryiro, etc., ele.)
A composlrflo das partlhas lie puramente veir-
lal. Quando cm 18,5 fizemos a lal preparaoao, oY-
livcmos t.iorerto da sua achilo vermicida, que n'i
hosilamos um instante em ctperimcnta-la em nos-
sos proprios filhos anles de a fazer conhecor: o effei-
to foi espantiiso, e logo que os illuslres profes-mres
do Rio de Janeiro o da mair piovincias do imperio
a conheceram, nao duvidaram emprega-la em lotl.n
as molestias verminosas.
O eileito deslas paslilbas lie l.io flrrlo que nao p-
jxHle haver a menor duvida sobre a sua efllcaeia,
como consta das epinioes de muilos Ilustres mdi-
cos que aqarxo Iranscrevemos. Com ludo, como m
criaucas osto sujeilas oulras molestias cojossymp-
lomas sao quasi os mesmos das molestias vermino-
sas, aconsclhamos, nos casos graves, de consultar
um homem da arle anles de administrar as dilas pan
tildas; niio que ellas possam produzir algum mo
eITcilo, porquo na sua compesicjlu nada entra tic
nocivo; mas porque pe usamos mis que n'aquclln
casos graves nao deve adininlslrar-sc rcmedi. al-
gum emqtiantn a molestia nao de pcrfeitamenlc
diagnosticada.
A dse ilas pastildas de a seguinlc:
Duas a wis paslilhas einjcjum, para as crianraf
de dous a seis omos, augmentando a dse gradual-
mente segundo a idade. De dez a dozc paslillias
para os adultos, e de quinze a vinlo para as pes-
soas dctrinla minos para cima.
Ropelc-se a mesma dosc Ires dias afios, c no quar-
to dia pode-se dar um purgante de oleo de ricino.
.V. //. Pdc-so auumentar a dime das paslildas
sem rocco de produzir irrilarAo alguma as vias
digeslivas ; c se ahumas vezes nao ha lombrigas ex-
pulsas, pde-sc oslar ccrlo que lodo e qualquer
svmploma de molestia verminosa lem desappare-
cido. (Seguem-so os al tostados de diflcrenles m-
dicos. )
AO PUBLICO-
Os ahaixo nfts.ftnudos vendem na Blia lo-
ja da na do Collegio c Passeo n. 15 ,
um rico Hortimenlo de sedas, lisas, furla-
cres e lavradati por haixos prvs.
Koshoii Rooker 01 Companhia, negocian-
te! inglezes.
Vende-se urna cscrava muilo mocta, de exemplar
conduela, sem vicio nem molestia, que cozinba com
perfeirflo o diario de urna easa, e he insigne doceira
e faz todo o servico c lem duas crias, sendo una ne-
l'i inlia de 5 mozes, o molivo da venda he (wr causa
das duas cras : na rua dos Quarteis n. 1 .
ESCRAVOS FGIDOS.
'.'
Contina a estar fgida deslc !8ilo abril pro-
\inin pi4sailo a i-rr.n.i de nonic Cn^ma, niiiliilii, ilo
i.l.nli- niiirn mais 011 monos 10 annos, com os a*a>-
nacs seguinles :altura regular, as rostas rom duas
rosluras, sendo una no hombro csqiierdo c oulra
para o meio das costas, no lugar da nuca lem igual-
mente urnas costuras pequeas de ventosas, os p
conipridos e seceos, leudo a mito esquerda um lano
Ii>......11I1- por ter lido um panaririo, cabellos corla-
dos, orelbas grandes, |iernas finas; sabio da safa i
limodc lila bstanle velba, he filba do Rio Graoda
1I0 Norte, foi cscrava do Dr. Selle, depois de II. Ala-
ria Feliciana de Oliveira, leudo feito varias fgidas,
e foi j pegada urna ver. na villa de Iguarass : ro-
ga-sc as autoridades noliciaes e qualquer particular
que soubcrcm dola, se dirigir ao aterro da Hoa-\ is-
la 11. 17, a tallar com Frcdcrico Chaves, que recom-
pensar.
Iiesappareccu a 19 de maio prximo passado,
o negro 'Andr, rrioulo, do idade 0 anuos, pouco
mais ou menos, altura regular, pernas finas c pes
cambados de bichos, bom preto; Icvou camisa c ce-
roulas de algodilo da Ierra, o chapeo le palha ; ro-
ga-se os auloridadcs policiacs a apprehenso do
mesmo, ou aos capitaes de campo; e de o le\arrin
a seu senhor Joao do Dos Mello.na Pedra Tapada,
comarca do l.imoeiro, ou no Hecife, rua do Quei-
inado, loja de Lopes i^ Pinheiro n. 118.
MOI.EQIE FGIDO.
Ilnnlem, 2 de junbo. sabio da casa de seu senlmr,
na l'assigem da Magdalena, um molcquc, cabra, ilc
nomc Lola, rom camisa branca de algodao, calta de
ganga aiul com corroa na cintura, c chapeo de |'.i-
Ih.i : n|i|.....-se que anda vadiando porscr muilo
enanca ; quem o pegar, pode leva-lo ao dito lugar
no viveiro da Passagem, oh no Recife, rua do'tra-
pichen. 40, segundo andar, que se gratificar.
Fugio, viudo ja preso do Recife na noite de
2i do maio, cm Ierras do engenho Fragozu, o negro
le nomc Antonio Haitiano, reprsenla ler jO annos,
-ahelos ja brancos, tem una ferida cm urna perita, e
uns lalhos ao contprido no pcilo de anillos os lados
como marca da Ierra delle, o lem a mesma imi
bracos; he ebeio do corno, no pcilo bstanle cabcl-V
ludo. Esto escravo anda fgido desde novcnibro
passado, e disse na occasiSo de ter sido preso que
esleve occullo em Ierras do engenho Iiibaman o
il'ahi vcio para Olinda onde andava ltimamente,
he provavcl que ah se vi occullar de novo por ler
ah conhccimcnto, tem como no Recife por ter si-
do escravo da Sr. Viuva Pereira da Cunha, e es-
la Sr. ler um sitio em Olinda a quem o ahaixo as-
signado o comprou ; roga-so |r lano as aulorida-
dcs in.liri.n-. orapilcs do campo a apprcltcnsao de
dito cscravo, podendoser enniluxidn ao seu senhor A
I.ui Anlonio da Silva.no engenho Caiape.ao senhor '
Jos da Silva Loto, que recompensar com gencro-
sidade.
Dcsappareceii na madrugada do da II do cor-
rcnlodosiliodoCanhcnguc, cm Bcboribc, um es-
cravo pardo de nomc Bernardo, natural do serian
do le, perlencenlc a Vicente Fcrrcira da (.osla,
que o comprou aossenhores Caminha A Filhos, os
i|ii.ii". o I...ii\.-i,un .I.. Sr. Jos Pastor Fcrrcira Lima,
cujo escravo lem os signaos seguinles: cor clari,
ai-abnrliiilii. raliello corredio, barba Barrada, pes do
pa|tagaio, lem um defeito no rotovcllo esquerdn
que quando dohra o braco, sabe o nao, que foi des-
bocado, he de allitra regular < grossura proporriii-
Tal, be tem encarado e alegre, e reprsenla ler Na
35 anuos de iilade : Icvou um farao, c um snrriln
com roupa de pagem, jai|iii'la. calca e rllele aiul.
roupa branca c uc riscado para servico, urna rede
e um chapeo de pello sem gnlm : pede-sc as autori-
dades policiaes. ou a quem delle soulwr, o obsequio
de o npprobendcr e manda-bi entregar i seu lenM
nodilo sitio de Beberilie, ou lio Recife, no arniaeni
da osendinha, que alm de se pagaran Inda- a- dot-
peras de sua apprcheiisiln, segralllirarn generosa-
mente a quem o aprescnlar.
Parla,
-18*3
1 MUTILADO


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