Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03192


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Full Text
r DIARIO
SEXTA FEEftA 10
DE JUNHO DE 1853.
lf. 128.
PERMMBltlO.
FIXIIJO DA SUBSCIUPrjAO'.
SubscreYe-se a 15J0O0 poranno, e *J000 por
quarlel pago adianlado, e l;VKi por quarlel paito
xeneiilo, na rasa do scu proprielario, M.Figueira
de Faria. na praja da Independencia, ns. 6 e 8, e no
Km de J. casa do Sr. Joa'creira Marn.
Babia
Murci
r.ii.iiiiini
Natal
Aracaly
Oara'
Maranliaj)
Para'
I
F. Duprad,
a .lii;ii|iiiin Bernardo Mendonca.
Jos Rodrigues da Costa.
Joaqutm Ignacio l'ereira.
a Antonio de Lema*Brasa.
" tiuilhermeAustislo de Miranda
o JoMiuhn Marques Rodrigues,
a Justino Jos Hamos.
CAMBIOS DI 9 DI JUNHO.
Sobre Londres 28 X
a Pars, JW
Lisboa, 95 por cenlo.
Ouro. Oncag hespanholas. ,
MwilasilclisHXIvcIhas.
de 6UK) novas .
de .-"Ni .
Prala. Palacoes brasilciros. ,
I'csos i'iiIiiiiiii.ii im- .
a mexicanos .
Acedes do Banco. .
Descoulo de Ledras ,
90|500
I6O00
101000
ilKXK)
180111
IJKMO
liWOt)
10.
9a II
NOTICIAS ISTRANCIIHAS.
Porlusal . 1+ de Maio Austria. . 3 de Maio
Ilespanba . 9 de Suissa . 5 de a
Franca. . 8 Blgica. . , 0 de Suecia.. . 29 de Abr.
Italia. . . 5 do > E. Unidos . 20 de
Alcmanha 3 de b Meiico. . 12 de
Prussia. . 3 do California 26 de Mar.
Dinamarca 1 de e Chill . 15 de
Rumia.. . 27 de Abr. Buenos-A. 3 de Maio
Turqua . 25 de Montevideo 5 de
NOTICIAS DO IMPIHIO.
Para'. 20 de Maio
MaranbaS 21 de
Ceara'.. 28 de i
Parabiba. 3 de Jim.
Alagas I de
S. P. do Sul 2 de Maio
Minas. ... 5 de
S. Paulo 6 de
H de Janeiro 25 de b
Babia.... I de Jun.
rARTIDASDOS CORREIOS.
Olinda, lodos os dias.
Victoria, as quintas Tciras.
Caruar, Bonito e (laranhuns, nos dias 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Vista, ExtieOrirury, a 13e28.
(joianna e Parabiba, segundas e sextas.
Natal, quintas fciras.
DIAS DA SEMANA.
6 Segunda. S. Norber-
lob.
7 Terca. S. Boberlo ;
S. Meando.
8 Quarta. S. Maximi-
moab.
9 Quinta. S. Pelagia v.
v. S. Primo.
10 Sexta. S. Margarida
i.mili.i.
11 Sabbado. S. Berna-
be ap.
12 Domingo. S. Onorio.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
Relacao'
lerdas e sabbados.
Fazmda
lerdas esextasas (Oboras.
Juizo de Orphao*
segundase 5. as 10 lloras.
I'rimeira rara do cirel
tercas o 6. ao mcio-dia.
.Segunda vara do cirel.
quarlas e sab. ao meio-d.
EPHEmBIDEI.
Maio 29 Quarlomiugoanteas3horas 18 mi-
nutos e 33 segundos da tarde.
Junlio 6 La nova as 6 hora, 18 minutos e 34
segundos da tarde.
li Quarto rrescenle a 1 hora, 6 mi-
nulos c 33 segundos da larde,
c 21 La rheia as 3 horas, 30 minutos o 31
segundos da larde.
PBXAMAH DI HOJE-
Primeira ;is 7 horas e 12 minutos da manilas.
Segunda sflpas e 6 minutos da larde.
H
PARTE OFFICIAL.
CORRESPONDENCIA
Relativa iatarnpc' das raUee'es ofacl.es
Pr pane do imno da 8. M. Fldallsslma
coa o ministro brasllelro n Lisboa.
N. 1.
Arito do mini'lerio doi negocio* eilrangeiroi ao
do imperio.
2." -en; i". 58. Rio de Janeiro. Ministerio dos
neioeios cslranijciros em II de agosto de 1852.
Illui.cExm. Sr. liin mi ni.I........o ministro do
Brasil cm Portugal, |iorofllcio n. 92 datado do !.
iln mci pasudo, da descobcrla feila naquelle reino
de una fabrica cm que se sup|oc falsiticar-se a ma-
mii irlur dos paios e chouriros, Mirando na sua
riini|MMtan carne de loda a especio de animaos, c
ewlo ccrlo, como observa o mesmo minislro.que no
Brasil faz-se grande consumo de arliuos deste gene-
ro viada* de Portugal cumpre-mc passar s
iniii-de V. Etc. por copia inclusa o mencionado of-
licio, alim de V.Exc, leudo rniihecimcnlo do scu
ainn|i(o, se sirva providenciar arespeito da manei-
raquemis convicr n salubridade publica.
Heos guarde a V. Exc. Paulino Jos Soaret de
Simza. Sr. Francisco Gonralxcs Marlins.
N.2.
O/fcio da legaeoimperial cm /.boa ao gorerno
imperial.
2." Serciio, n. 92. Legarn imperial em Portugal.
I.i-liii.i.ein 1 de mili.i do 1852.
Illm. e E\m. Sr. Como ile Porlusal se exporle
para o Brasil nao pequeo porrrto de paios c chou-
riros animalmente, devo informar a V.Exc. para co-
nbccinientn do publico, que a |Milicia deslc dislric-
to acaba dcdeseobririior dcnuiiria una fabrica iles-
Icsarligos cm Aldea Gallega, onde se cummcllia lo-
da a especie de falsilicaeao na manufactura dclles.
ajuiilaudo-se-lhe carne do |K>rro, de que silo com-
iwslus, carne de co, jato, cabrito, cavallo, c de ou-
Iros animaos morios por docnca e eansaoo. Descon-
fia-sc que at carne liuinana so Ibe ajuntava.
Isto que BBlav aconlccendo cm Aldea Gallega, e
foi dcscoberlo |ior urna dcnuiieia, be de presumir
aconlccji tambem cm nutras partes, c que tiln Ic-
nli.i ido c rosltiiiio ir para o Brasil paios e elimneos
Q mais carnes ensaccadas corrompidas, adulteradas,
envenenadas mesinu por esle' inqualilicavcl proce-
ilci da axareza c da immorlalidadc.
He iiiionlcslavcl que a polica do dislricto da ca-
pital se fa/. rmn mais acert c menos negligeocjl do
que DOS oiilros dislriclosdo reino. He lainbeni in-
coulcstaM'Itpje ueslodislriclo c ril-ili',ii;.ni nos gneros de commercio e meio cir-
cuanla silo menos frequcnles do que nos ou-
li.i
Islo poslu, sobra rallo para acreditar, ou ao mc-
i presumir, que nos oulros dislrirlos, solireludo
>s do Miiilin, e Doiirn, aoude esta .industria se
cree cm inaior OKtll, c da mesma forma so cm-
n.i n sen produelo pela barra do Piulo, igual ou
in.iinradullcracao h.ija anda no cvereicio della; e
que a |Hilicia nao faca inaior caso, c anda quamlo
lonlia disso denuncia feche os nlhos, ou tolere por
conveniencia i cnnlinuaclodo crimr.
Ncstes casos as denuncias nao explican) nada mais
qucunia vnsanea particular.
icnlio a honra de renovar a V. Exc. os protestos
da minba mais pcrfeila estima c subilla eousidera-
_io.Antonio de Menczet l'atenncclloi de Drum-
immd. Illm. e Exm. Sr. Paulino Jos Soarcs de
Sini/a.
N. 3.
Vofa dii legiinm de S. M. Fidrlittimn ao gorerno
imperial.
I.csariio deS. M. Fidehssiina. Rin de Janeiro, 1:1
de dezembro de IK*>2.
Oabaixo asignado, tnvlado exlraordinarioe
miiiislro plciiipolcneiario de S. M. a Rainlia do
Porluual, tendo levado vci balniontc aiilo-lionlein ao
(onlie.imcnto do Illm. o Exm. Sr. Paulino Jos Soa-
rcs de Snuza, ministroe secretario deesladodos uc-
gotfos cslrangeros de S. .M. o Imperador, os mui
poderosos motivos que delcriniiaram. nilo obstante
-i .iiiili-ini.i reluclaneia propria, o goveruo de sua
augusta soberana a inlcrrntnpcr a sua corresponden-
cia oflna| rom nSr. Antonio de Mcnezcs Vasron-
n Mus de llriiIiunonrlK.|i\ iado exlraordinario c mi-
ni-tro plenipotenciario deslc imperio ; c baveiido
na mesma uceasiao o'aboixo assignado lido en) pro-
cuca do mencionaito Exni. Sr. ministro dos nego-
rioseslrangciroso despacho reservadodo ministerio.
i que deve obediencia, roiilcuiloa exposicao de lacs,
mu juslos c |Huidcrosos motivos, e confiado dc|ioist
para ama pausado, reconherida imparrialiilade
JeS. Exc, aliim dormiros milito Importinlet do-
cimienlos, a rilada exp'iisieaii, lem ora a honra de
n(a-la a S. Exc, aqu inclusa por copia au-
ra como ruiidamcnlo c base o podido que a S.
brise cm nome c por ordem formal do goveruo
ile sua augusta soberana.
Provada rabalmente, pelos documentos junios e
follielo anneiO, a sem razan de corlas informacoes,
IraiKiniltiilas pelo mencionado Se. Driiiiimoiid ao
Exm. Sr. ministro dos negocios eslrangciros, acerca
JisupuuBta borrivel falsilicncao das carnes cnsacca-
ilas que se exporlam de Porlugal para o Brasil, nao
pollera S. Exc. desconhcccr do couledo do tal com-
iiiiiuicarn, mo dir o abaixo assignado segunda ten-
ci". mas |K)Ucii dcscupavcl leviandadc, ali.is peii-
S'i-is.ima cm suas consequencias.
Me romtudo muilo para admirar, c nao pudia
ileixar de causar grande eslrauheza ao aoverno de S.
H.a Kaiulia, considerando os precedentes, o modo
o substancia da resposfci dada pelo mencionado Sr.
Men
Exc.
FOLHETIM.
\ SOMBRA DA FELICID.DE.(*)
Pela condessa de Orsay.
Druinmond ao |iedido de cxplica^ocs de que, pelo
proprio decoro, nilo |K>diao mesmo governodis|>cn-
sar-s, nilo para remediar o mal que nunca exislio,
mas |iara ao menos avahar o fundamento no animo
do citado Sr. Drummond das j alludidasinforma-
cespor elle dirigidas ao Exm. Sr. niinislrodos ne-
gocios eslrangeiros.
. Ao juizo de S. Exc oflerece pois, o abaixo assig-
nado mais estes dous documentos pnr copia, jun-
taiido-lbcs o da replica llnal do govcrnnde sua au-
gusla soberana, em que suflicienlemcn le se demons-
tra de que lado osla a razlo.
Es|iera, pois, o monto governo, que, em presen-
ca das irrefragaveis provas riladas, deudo o illas-
Irado governo de S. M. o Imperador Indo o devido
peso aos fados ara qucsISo, resolver na sua salic-
doria o espirito ranriliador, como o mesmo smemo
do l'ortnsal desoja e pede, a substituie.ln do men-
cionado cavalleiro por pessoa que, comprchen.lcn-
do as verdadeiras inlcnces ilos dous referidos go-
venms, baja de prccnrh-las, como riimpre. para a
maniileneao, aiiiielada tilo livamenlc e tilo necean
ria, das rclacocs de ami/ade que per fortuna stibsis-
lom entre Porlusal o o Brasil.
O abaixo assignado, ao mesmo lempo que deplo-
ra em cxlremo a oeeiurencia trislissiuia que moli-
vnu e justifica scinelbaiite |iedido, eumpre sosloso
a ordem do governo de sua augusta soberana de de-
clarar, cornil clleclivameiiledeclara, ao F.xm. Sr. mi-
nistro dos negocio) eslransciros, qiicadwinlelli-
sencia Individual da mesmo governo rom o ja men-
cionado Sr. Drummond, de maneira alguma impli-
ca menor cnrdialidado emepos vivo desejo de sus-
Icnlar e cslrcitareada ve/, mais a boa bamonia, sra-
rasa Divina providencia, lao felizmente exislenle
entre as duas naces.
O aliaixo assignado aproveita mais psla orcasi.lo,
para rejlcrar ao lllui.e Exm. Sr. Paulino Jos Soa-
rcs de Souia, ministro e secretario de estado dos nc-
miiis eslransciros, << protestos alesna alta estima c
mui dfalincla conslderaclo. Joicde ra e Son:a.
N. (.
.No/fl do governo de S. .!/. Fi/lelhsiuia asenmini^
lio olarorle.
Ministerio dos nesorios eslransciros, 13 de novem-
brn de 1X52.
Pelo met odicio n. 19, datado de 13 de oiituhro
finilo, aciiinpanbailo dos documentos, que existan)
al aquella data, entro os quaes a represcnl.ie.ui di-
rigida ao governij pela cmara iiiuniiip.il da Aldea
Gallega, V. S. pode ver qii.io destituida de funda-
mento Torna parliripaeAoqueo ministril do Brasil
nesla nirlc dirigir ao scu governo cm o I.- de jullio
pretrito, sobre as adulleracoes c falsilicacies da
carnes ensaccadas, que daqui so exporlam para o
Brasil.
ConMonlaodiana V. S.,ngoverno mainluu pro-
ceder asmis escrupulosasinvcsligaees sobren lac-
lo que o dito miiiisirn asscveriiu ser iiiconlcslavel, c
nao porque se duvid.issc de que a n-scrcao cr.i in-
Icirameiilc falsa,mas porque importara levar ex-
trema evidencia Indas as eireuinslaiicias deslc nc-
gorio, de iieiihuina das quaes podia o jui/u majs pre-
leiiido adoptar era |x>requivocoa versio que se
lera a nina oriurrenria ordinaria, o corromper-so
om o lempo una pore.ao de carnet ensaccadas, que
i simples inspeceao da aiitnridailc lecbinea seria
oiidciiiiiada.
taim ctlcilu nao lionve oulra cousa.
Os ilnctiuiciilos que o governo mandn colligir,
alsiins dos quaes se conten no folheln. que a V. S.
envi, o oulros que nilo fnrain iuipressos, c quo
lamlieni lemello pin-copia, ileuiuiislraui, nioaoque
a partiripae.lo a que alinde, fui feila sem a menor
razan, un fundamento, ntaav-eealoquo nem liou-
vc so qur o desejo de a lomar Macla. I'orquanln,
queiii lulo qiii/.esse fiindar-se sobre una denuncia,
que envolva lodas as improbabilidades, ipic aecu-
avarabrieacoes rriuiiiiosascalrocissinias.quacsnun-
ca livcramoxeiuploeiilrc nos, islo quamlo nem una
-o peaMl linli.i piiblieailo lacs maleficios, nem mi)
sii jornal a ellos lizcra a mais insisnilicanlc allusilo,
de cello pedira ao governo por qualqucr das repar-
lices una iiifiirmiicjlo das (M'currencias a que se re-
fena. Aindamis: Se o Sr. Drummond no scu ra-
raclcr de iiiinislro do imperio do Brasil junio nesla
corle l>csse sabido, rom a cerleza que MMiliva-
nieiilc inculca, a cxislcneia dos faetos por elle refe-
ridos, era sua nbrteac.au declarar ao guxcrito de sua
iiiascslailcqiic ia dar dclles cunta ao snverno impe-
rial. .Sceslc prorcdiincnlonio fis-equalilieailo de
amisavcl, an menos seria franen, c iiinsurm Ii.hi.i
de tachar de intriga urdida ilaiidesliiiamculc para
fins que naopodem ser juslos. O ministro mais hos-
til a este pan obrarla anim.
ANimquechegou ao governo o reaullailodM in-
vestisaeoes a que mandara proredor enmt l'uuquo
levo indicado, denjouelle, para que nenhuma du-
vida miae obro a vordade dos Tactos, que o mi-
nislrodo Brasil deelaiasse-eni que liulia fundado a
siu penuasSo as anerfto que aventurara, para
que, scaiiula bouvaan alsiima delisencia que |uir
em pralira, osla se clfcluasse. thuii lal intuito Ibe
exped a nota datada de 27 de oulubro (n. 1; que
remeti |u>r copia.
Depnis de dccorriilosK dias, responden elle cora a
nota de 2 de nwenibro n. 2 Igualmente aqui junta
por copia, na qual, pondo de parla o MU Ctlylo e
phrases, em que Iranslii/. unta certa irona, pinico
propria do objecto, o ministro declara que o fon-
diuitenlo da sua participaban rra u enterro nfficial
do< rhouricot de lldva (allega, e a voz publica, a
qual elle, aceitando como echo da vordade, dissera o
que realmente nao ronsla que ningucn nunca pro-
fci isse, islo be, que linha sido desruberta pela poli-
ca nina fabrica de carnes ensaccadas falsificadas ooni
cerno de auimao morios de cansado, de cao, de ga-
lo, o talvez lamben) carne humana.
A coarclada que na mesma nota d o Sr. Drum-
mond, do que o seu ofllcio nao Tora destinado a ver
a luz publica, ola em iiiauifcslaconlradicciio coni o
que dcclarou no mrsmo ofllcio no ministro dos_ ne-
gocios trangeiros desse imperio : pois que alli pe-
de que so faram pblicos os fados que di por ver-
dadeiros, e as iiiduccocs que repula suinmamente
provaveis. Mas dando de baratn que o seu intento
era de que o cunlcudo no citado ofllcio do I* deju-
Iho licasso secreto, nAo piKle duvidar-se que aquella
participaran fiira escripia, ou com o proposito de
fazer acreditar un) fado escandaloso, de que resul
laria o maiur descrdito a umarlasse ro|>eitavcl,e
al ao cararlcr nacional, ou ao menos com urna le-
viandade Indeaculpavel, o cujas cunscqucncias se-
rian lio grave romo as fensiia.
E chegou a tanto o dcsaccordo daqucllc cavallei-
ro, que, sem reparar que nos paizo ao norlc dote
reino lal commercio he insignificante, aftlrma que
alli se faz a inaior parle delle, e que alli lem lugar
as horrorosas falsibracoo que diz se praticam at
pela connivencia das proprias autoridades.
A n'-|Ki-i.i pois vcio confirmar o gmerno, se tan-
to fosso necessario, na opini.loem que olavadeque
o Sr. Drummond, sem fundamento, auto contra
lodos os indicios de verdade, esem prclexln alsiim,
Diera urna parlictpaeSooflleial, que mui gratuila-
mente infama nina classe que nunca fura aecusada
de coininellcr lao perversidades, que lem direilo
ao scu rredilu o replanlo, c que experimenta des-
de ja perdas consideraveis cm scus legilimos inle-
resses.
Em quanlo deslc negocio o govcrnn se orcupava
com o manir esmero e diligencia, alim de moslrer a
inexacliilao das asscrrics do miiiislrn du Brasil nes-
la corle, e remediar os males causados ao nosso coui-
increjo c as otrensas dirigidas ao carcter nacional,
a piibliac.io do ofllcio do mesmo ministro cm lodos
osjoruaesde Lisboa o do Porto excilava a geral in-
ilisnacao da capital e de todas as povoacAcs do
reino.
Osjornao de todas as corlo polticas se dirigirn)
ao goveruo, lornatulu-o roponsavcl pela susleula-
co da honra oircndida dos funecionarios pblicos,
dos coinmcrciaiilo, c de ludas as classo da so-
iedade.
As provucaees ao assassiuio dos porluguezcs rc-
idenlm no Brasil, calorosamente fcilas em alsuus
{ornaosdu Rio de Janeiro e Babia, provoca;oa a
quodera losar aquello ofllcio, cm que o publico
pretendedeseobrir un senlimoiitii de aversao, eiim
cinpeiilio de Iransluruar a verdade dos fados, aug-
mciilaram a indignaeAo publica ; c o governo, a seu
pezar, vio o Sr. Druinmond duramente tratado cm
algiinias rcilhas peridicas, sem lbc ser pussivcl obs-
tar osle desafoso, al corlo poni ilesrulpavel
Em lacs circuinslaiuiasera impossivcl dcixar de
adoplar una medida decisiva. O goveruo respon-
savel pnr scu proccilimeiilo neslcs assiimplos que
lomam aampro una si'ria importancia, quamlo exis-
te ollensa clara.i jiislicn e;i verdade, expe se expo-
rio as mais si aves exprobracoes se licasse impassivel
CAPULLO IX.
6
i i-
MI Immm
r.i'i m..lli.
As iinpressi'io de Beatriz nao podiain deixar de
-'i Ir.ui-iiniias; a moliilidade de seu cararlcr lan-
';oii-a liem de pressa n'uiiia oulra orden) de ideas.
Por iiiii minimcnlo rpido, mas nn sem grajea, el-
la atirou para Irs os longos auucis de cabellos que
wiaiii-lhc, romo un veo de ouro, o bello rollo;
|i.ircciMi repellir ao inesnio lcni|io os sumbrins pen-
Miiicntos que a I i n lia ni |Mir un uiomenlo preoicii-
iio. seu semblante recolirou sua exprosio hahi-
ttal da r\ nira mdiflerenca.
t) duque parti para a Sicilia, disse ella depois
a un curto silencio. Einquanhi lomas um partido
|mn |,i, rccelicr-le cm minha casa bem, romo ao
patito .le leu ii nulo, pelo qual otou louca, o com
qucni pretendo rasar-mc aimla que elle me trata
romo ,,, co. Guando o vclbo Spczia vollar, hade
ruara adesa vasia. Eu fusirci rom o diiibeiro,
ruin asjiiias, c rom luduo que poder levar.
Sen-, inlcrronincu Giudilla otremerendo.
Meu ou dellc. poucu inqiorta. Tranquilliso-lc,
l'Mllionaoliailelicarconlciilc; mas nAo ousani
-rii.ii teniendo que cu falle anda mais alio que cl-
i, eje. oque sua mullicr. que be ri.....enla a poni de
halar ludo, veolia a ouvir-me. Nos entilo se-
os, c tu poilcr.is morar coinnosco.
, 1.'rsoai11 cstianhaniciite nos niividos da
rpiua. A (liba do relebrc sallcador Piclro Panizz
.:' *' ">>"'"' 'II noiina; mas peiisamlo no quo era ossoirniao,
.ii. i ',"'""'!' I'odia Icr sido, no que ella mesmo
mua lornadii, nina csiweic do roignacan filba do
w spero e da conselenell de sua vergonba aiindc-
5*1. O exrosso da desgrara scrr.i ,s vezrs
runas ea. quejvas. Giudilla silenciosa e qua-
niliiliTrnie pn.|,n,ia-sc para seguir Beatriz an
" i f '""".....I'iniia, quandii una parlicularid idc
1
Tudo sl
Viile Ofarfo n. 127.
vulgar vein dispertar loda a ardculc susccplibilida
le da niea.
Toma leu ilinhciro, dissea Biomlina a[iauh.in
do a bolsa que linda lirado no chao ; porque se el-
le rahir lias millas de mcu lemo ervo, mo veras
mais um earlinn.
.Mas Giudilla repellinrniii horror a bolsa que Bea-
triz procura\a uicllcr-lbc as mos.
NAo, nAo, disse a moca cxallandn-sc graihial-
meiile cm sua Indignarlo, que pono depois noco-
nlicccu mais limites. D ene aluheiro maldilo a
Bcp|H), ou guarde-o para si j vislo elle vir do rriiuc,
deve voltar para a infamia ; porm jamis nilo man-
chara miiihas mos. Oh mcu Dos! continuo* el-
la desprendendu-se do Beatriz para lancar-sc sobre
o cadver com a violencia das paixocs ineridionacs
e ilandu gritos dolorosos. Oh mcu Dcos! |iorquc
nilo non i i eu rom minha inai!... NAo me loque,
saia daqui. Eu a aborrece, cu a desprezo, eu a re-
pulo.
A somma ilesvmpalbia que Beatriz |m der aos males de nutrem, achnvn-sc rompletamcnlc
cssolada, o os nios iuslinclos de scu curacao, um
minenlo comprimidos, tinliam recobrado seu poder.
Ella aparlou-sc da pobre moca rom un) solo de co-
lera c de oineaea. Ergucu u braen para atirara bol-
sa sobre o soalbo; mas lomoii oulro parecer, inel-
leu-a na aluibeira pronuiiciaiulo com un) sarcasmo
o nunie do Beppo, e itc|K>s desap|iareccu halciido
com a porta.
(juando o rumor de seos pasaos na csrada se ex-
tingui, o Giuditta senlio-se intcirameiilo s junto
do corpo inanimado de sua mAi, o priinciro sent-
ment, que expcrimciitoii, foi una opceie do alli
vio inslinclivo. Suas lagrimas correram em inaior
abundancia, e pcrdcrain una parto de sua amar-
gura.
O silencio o o isolamenlo deslc quarto vano fa-
zam-lhe hem, e ella sciilia por assim dizer alguma
consolaco em iiodcr enlregar-se sem ronslrangi-
mcutu violencia de seu deses|icro. ucm poderia
seguir e analysar o encandeaineiilo das ideas que
lorvelinliaraiii durante esta vigilia mnrluaria na al-
ma dosa 11105a aflllcla. Ao aiinitcrer ella era anda
Ulna menina pela idade ciiela innocencia. Anlw
que a aurora fizse cinpallideeer a'seslrellas, ella
linha completado seu destino. A \irgcm pura so li-
nha lomado una mullier rulpaila; ella linha roro-
biiln u lorelo indclcvcl do vicio. A corda de opi-
iibos de urna prccocc c fatal cxiiericncia substitua
em sua Trono a aureola da caudiira. Scus bellos 80-
uliosdc amor edo fcliciilade se tinliam evaporado
para senipre; sua belleza deshonrada nito entinis
na presenea do to inslitas provocamos, entendeu
que Ibe nilo rolava outro incin de sabir ilcccntc-
incnte da siluaeao desagradavcl cm que 11 rolloca-
rain os fados referidos, scnAo o de iuterromper a
eoriespoiidcnria ofiieial com a pessoa do Sr. Druni-
inond, eomii V. S. veni pela copia da minha nula de
8 do crrante. ;.N. 3.)
Esta roolucAo o governo a tomou, porque Ibe era
iinpnssivel deixar de lir 11111 priicedimcnto quo .1-
plaea-sc a iiidisuacao senil que se inanifcsloii pelas
iniquas InipulacoCS exaradas 110 oflicio do mesmo
tavalleirO ao nlnitrodJol negocins desse imperio,
1 qual as ordem que den, cm ronseqiieucia delle,
altcnuou, quanlo fui possixel, o elleilo que naliiral-
ledoia esperar-sedas assercocs que o scu au-
tor li/era.
.Note sentido X. S. signilicarii ao Sr. ministro dus
negocios eslraiigcirus qiianln n sovernn de S. M.
ai.ilia e asradeee o seu acto do prudencia c de cau-
tela, recusaudo-se a apresenlar como um faeto,
oquillo que, segundo Indas as probabilidades huma-
nas, ilcvia rrpular-se iuerivel, apezar da posili\a
assereau do Sr. Drummond.
B mais V. S. far saber que n goveruo de Sua
Magostado rom a manir reluclaneia tomn a deli-
beraclti de fazer ressar rom o momo cavalleiro a
sua correspondencia olllcial, alleodendo nao 10 i
sua loiiga residencia nota orle, .i intimidade das
icl.n o.. ncepeionaei entre o Brasil c Portugal,
comparadas com as le loria* as nacoo) entre os
dousgovenios, c mu particularmente ti soberana
consideraran dos laeos de saiigue c de cstreita ami-
xade, que miem rainha de l'orlugal cfcn augu*-
lo irmao o Imperador do llrasil.
Com ludo no C'lado das colisas era mpossiud
deixar de dar una ileinonstracao do zelo do gover-
no pelo decoro nacional, lao scnsiveliiieiitc ultraja-
do, c com lauta soni razan.
Este Beto nao pana de un arlo pcssoal.
A ordem de Sua Magcsladc, que o governo rom
elle compre, loirgc do tender de neiihum modo a
entibiar as relaees cutre os iluus augustos sobern-
as duas uacocs, pelo contrario (cm |ior objecto
que os rcpresentaiiles de ambos os goveriius procu-
ran estrellar essas rclacocs por todos os melca de
franqueza c digniriaile, que devem cinpregar para
salisfazer aos desejos de Suas Magcsladcs c s vistas
de scus respectivos governo.
Ncslas circiimslaucias pois, que V. S. espora an
ministro dos negocios c-lrangeiros do imperio, sem
le minio alsiiin procurar encarecer o dcssusln que o
procedimenlo doSr. Driiiiimiiiid pude Icr causado
que nina flnr sem cheiro, urna Ivra desprovida de
cordas. Nao era ella mesmo a diuna socia de Bea-
triz e de Beppo?...
A sorle su Ihc olferecia tuna alternativa, cujas
duas faco eram igualmente espantosas; viver no
avillainenlo nu na miseria. Ella rulo con hera o elc-
iiiciiIii-, de iiciiliuin ofllcio, nao sabia coser nem ler,
nem escrever; 11A0 (nba, pois, nenbuiis nieos do
galibar a vida, neiibiinia prohabildadcile poder ad-
ipiiri-lns lores de trabalhn ; porque o mais pobre
dos artistas nao consentira em receber cm sua casa
a lilli.i daCaslelli, a iriuAa de Bcppo.
Ajoclhada junio du leilo ininundo, em quejazia
roberlo ruin um Icncid dadu de omiihi por nina
prostituta u cadver intei icario de sua inai, ella le-
vantoii urna pona desse veo fnebre para Interro-
gar una ultima vez essas feicoes lvidas,* c perguu-
lar ios despojos mora I historia da vida, que os
linha animado. Que desgracas 011 que criniQs a ti-
nliam levado a esse fim mseravcl Porque razio
aquella, que bavia vivido longo lempo no mciu de
lodos os esplendoro, linha morrido de lomo, como
urna crcalura abandonada dos bomciis c de Dios?
Ah n pobre Giudilla linha envclhecido muilo
cm||Hiiicis horas. Ml.i que liio ilcsciiidosamentc vi-
vera osa bella vida das lloro, que si careccm do
r c rio sol, agora nao ousava confosar aberlanicnte
a rcvolla de seu corarAn, e pedir a Dcos cunta dessa
cxislcneia, como de iiinanatheiiia, deque se senta
injustamente feriria V.ssc presente fulo, que elle
Ihc linha imposto sen) scu ronscnlimcnlo, nao li-
nha ella direilo de repelli-lo? Sozinha com cITeilo
c sem defeza contra lorio os escullios que a amcaca-
vam, que |Midia ella esperar do fuluro? TAo joven,
hlu abandonaria, c lAo Traca contra o sangue impu-
ro, quesua mai Ihc tinba Tirito correr as vcias, sua
ruina tornava-se inevilavel; ella linha mcrin : na-
do de sua dor, de sua ricgradac,Ao, c de seu aban-
dono.
As orneos que diriga sem eoinprcbend-las a
um Deoquc nao rnnhecia, crain nutras tantas for-
mulas supersticiosas, que nilo poiliam susl-la, nem
ronsola-hi. Na ilemnlem riesles iIIIcImis pensa-
inenlma infeliz moca 11S0 poriia senAo lancar-so si>-
hre o corpn rie sua mai, e cobri-lo le lasrimas e li
a S. M., V.S. lbc participar que lie rio desejo da
moma augusta seuhora que S. M. I. se digne orde-
nar a remuelo daqucllc cavalleiro da IcgarSo impe-
rial cm Lisboa, subsliluinrio-o |H>r pessoa que fr
do scu imperial agrario, lien-, guarrie a V. S. yin-
Ionio Mulzio Jercix de .llouguia. Sr. Jos de
Vasconcellos c Souza.
Doeamemo a que ie refero a nota sapra.
N. 6.
Sota do governo de S. M. Fidelintima legaciio
imperial em I.i*boa.
Paco, 27 de oulubro de 1852.
Illm. cExm.Sr.Emalguus jornao do Rio de
Janeiro e da Babia appareccu u ofllcio de V. Exc.
datado rio 1* ilc julho iillimo, 110 qual se ri ciimu
fado a ilescnlicrln pela {nuca dola capital de urna
fabrica de ramo eiisarcadas.dotinadas acxporlai;Aii
para o Brasil, olalielcciria em Alrica-Gallcga. em
que se empregavam nao s as carnes do auimao
morios de rioenca, msale immiindos, o nao dei-
xava V. Excdecrcr que o excesso da iinmornlida-
de e docrimn cheaasse a ponto de ser carne huma-
na um dos ingrcdienlcs rie tal fahricacao. E, nao
baslaurioa aflirmativa ria supposla docolierla, V.
Exc. accrcsccnlava, como ainplilieaeao, ligninas nb-
servaco leiiriento a lazer acreriilar que iguao
proreimcnlns criminosos linham lugar iinpuuo
em varias puvoa^o rias provincias rio mirle rin rei-
no, oiule consiilerava adormecida a vigilancia da
IKiliria, e al conniventes as autoridades noto fle-
los criminosos.
Mo he pussivcl que V. Exc. rieixassc rio avahar
riorie logo o eficilo que sobro o governo porluguez
rievia proriuzira appariciiudc umscniclliaiilc iloru-
mculo, lenricnlc a excitar, e havenrio cllcdivamen-
tc excilario o aiiimus cm ilgumas povnaedes rio Im-
perio rio Brasil contra os portuguezo, |Hir impula-
roque rio rcrlo nem um moinenlosequcr podiam
uiererer credilo 110 paiz, 1 que liizem ropeilo, mas
que ao 'unge, e com a recommenriaeAo que Iho ila-
va a posiejo olllcial necupada por V. Exc, |H>diam
azer nasccr alsiinias riuvirias.
Sem embargo ila persuasiio, cm que o goveruo
rie S. M. Firiclissiina semprc olee, de que os fle-
los mencinuido no alludiilo riocumento nunca li-
nham existido, como ciunpria sobre objecto rie la-
maiili.i Iransccnilencia averiguar como mais rigoro-
so escrpulo, ludo quanlo pujesso haver riailo lugar
i parlicipacAo que \ Exc. lizcra, expediram-sc as
ordens mais positivas s auloriilailedo compelenlo
para proccdcrcm a laesinvestigac.o, rias quaes tAo
minuciosas o severas quanlo lio possivel, resilla a
prova iniliviiluaila rio que esso fado nunca existi-
rn!, nem se fez 1 descobcrla ria polica a que V.
Evc .din I,-, c que |ior consesuinlc nAo prie dei-
xar de apreriar-sc como deslilulds de raadamen(o
a parliripacAo ilirigiila por V. Exc. ao ministro dos
negocios eslrangeiros do imperio do Brasil.
Em (es riroumstaiirias, e leudo alienlo ao ta-
cos de intimidade que prendera as duas nacoes o aos
iuleroscs recprocos, resultantes das rehicflo eom-
merciaes que entro ambas suhsislcm, o governo al.
S. M. Firiclissiina enlenric que Ihc assisle o direitn
de se riirigira V. Exc, rom u liin de que se qucini
servir de Ihc communirar os fiindaincnlus que en-
contrn para fazer urna partiripacao que vcio ad-
quirir to rieploravel puhliririadc.
V. Exc. de corlo avahar a forea de razAo que in-
va o governo de S. M. Firiclissiina 1 conliar.quc Ihc
11A0 serAn ileuiorarias as cxpliranies que reclama n
deroro rie una naciio, to injustamente atacada as
coniinuiiicaco ferias por V. Ex. ao seu governo,
',1 iiievarlidAn rias quao rie rcrlo V. Exc. lleve ser
buje o primen o a eslar convencido.
Concilio por assegurar a V. Exc que nao resta
ao governo de Sua Magolade a incnor duvkll de
que n gabinete lo Imperio rio Brasil, na presenea
do iiieniilolavel lotciniinlio los fados, conhecc
a filia de liase que bavia cm una informaran na
qual o odioso rias impulaco substitua exclusiva-
mente a autoriilarierias provas.
Renov a V. Ex. os protesto ila minha mais dis-
tinela ciinsiricracAo. .Inlonio Aluizio Jcn<< de
.llouguia.Sr. Antonio rie Mcnezcs Vasconcellos
rie Drummond.
Nota da legaran imperial cm Litboa ao governo
de S. M. Fidclhtimaem repintaiprncilentc.
LegaeAo imperial rin Brasil. Lisboa 2 de iioveinbro
rie IK52.
Illm. c Exm. Sr.Tiie a honra de receber a ola
de V. Exc. com data rie 27 rio mes prximo passario
ilizenilo-mo que o governo de S. M. I'irielissiin.i eu-
lenrie que Ibe assisle o ilircitu rie se dirigir a mim,
epedir-me que Ibe eiimmunlque ns fundamental
que cncunlrci. para fazer au nicii governo a par-
tiripacao constante rio mcu olllcio rio I- rie
julho, sobre rujo anumpto V. Exc na moma nota
rieclara que, bavcndn-se procedido a niinurioas in-
dagacn pelas auloridado coinpetcnles, roullava a
prova indiviiluaila rie que os fados por mim rebi-
lailosno mciicionailo meu nlliciu jamis cxislirain.
Posloquc rie minha coulideueial corroponrienria
cun o meugirtcriiii nn reconheca cm iiiiigucm o
riireiloileme peilirconla scnAo elle momo, com-
luiJo pordeferonciapara como governo de S. M.
I 1 Irl i--im.i, c rnusideracao com a uaro podiisueza
,111111.nl,1 |ior V. Exc. cm 11111 negocio de policia sa-
nitaria, sem o merecer, romo aballo bei rie mostrar,
nao bcsilo em satisfazer aos ilcsejus de V.' Exc. e
j o leriii fcito, se um ataque rclieiiinatico me nao
Uvera Inhibido de toda oceupaeo pnr algons lias.
A V. Exc. Icnhn de dizer, antes de ludo, quo a
parlicipacAo dirigida 10 mcu governo, i que V. Exc
se refere, nao foi feila para ser publicada pela im-
prensa, porque o seu carcter todo confidencial dis-
so a exclua, mas um ilcscuirin lbc eaiisoiiou esso
piiblicidade. Tao docuilus, posto que sej.un do
lamentar, nao sao nem rarus nem dilliccis do aron
leeer, como V. Exc. lalvez lera verificado pela pro-
pria experiencia.
Tcve por fundamento principal a dita parliri|>a-
cAo a voz publica, corroborada pelo fado do enter-
ro dos chouric,OT ria Aldea-Gallega, feto na beira-
mar, com lauta prccaucAn que se lbc ajunlou cal,
para 11A0 poder ser rieseuterrario o objecto alli iiosto,
de|iois rie ter bavido sobre ello duas siiccessivas in-
voligaces rie facullativo'. Era isto baslanie para
riar-sc creililo a quanlo a voz publica enlAo dizia a
ose ropeilo. E portantn mal pudia o governo im-
perial dcixar rie ser por mim informado doqueoc-
rorria, para [loricr a lempo lomar as mesillas medulas
ououlras analogasiis que o governo lidelissiino bavia
tomado, para destruir o mal, caso livcsse passado
para o Brasil alguma |iorelo ilaqucllo cluuirieos rie
Alriea-Gallega, ou de oulra qualqucr parle que o-
livessc 011 pudesse olar as momas circuinstaucias.
Que as mencionadas medidas sanitarias, lomadas
pnr meio do goveruo civil do ilislricto rio Lisboa,
fbsscm em virtutlo rie una denuncia 011 por nutro
qualqucr meio ; que tu cboiirieos fosscn enterra-
dos com precauces indicadas, por seren rie ramo
liversas un perniciosas, 011 por eslarcm jii cm com-
plcla piilrefarijAo, naila riislo ileslroe o fado sub-
sistente oque aiiturisou a voz publica a apregoar a
causa qiicjulgou mais prouniivcl.
Da minha parle rieclaro que muilo olimo que
antes seja a segunda do que a primoira, c se V.
Ex. aillo rie ler-se liado, nao sci cun que proposi-
to, um caraeler oilioo a um negocio rie to simples
e fcil solucau, m'o livesse com anlicipacAo infor-
mailo, cu Icria logo pela paquete rio mez passado
dado riisso parte circunislanciaila an mcu governo ;
mas dizer-se que nAo boiive nada, que a minba par-
licipacAo DM lem fundamenlo algum, he enntrn-
riar o proprio fie! do enterro ofcial do chuuri-
jos. Ella arabava rie sabir dolo paroxismo de dor
rom a firme resoliicn de morrer, e ia ilcixar reci-
bir para semprc o panno, que rohria Tbereza, i| 11.111
do -na isla parou sobro una eslreila lila rie vellu-
do piolo, quernileava o pesclo da defin!.1, c que
suspendi urna bolsinlia, ella Icmbroii-sc^enlao das
palavras quo o estertor da agonia linha interrompi-
iln. e lirou a lila para recolhcr piedosameule a he-
MUTILADO
mira de MU in.'ii. A IxiNinlia codUdIm hiiiii meili-
llia He ouro, qup iiprcscnlavi do um lado a miiiia-
Inra tlt! um mcuiio, edo ou. um anucl lO't lNI "US.
Ncssc momonlo pasis aoefOiVam na oseada ll/.o-
ram-na cslrcriiorcr. Kra l,o|ipo, uno Mil lava para
m-ruj-ar-se sem duvida do enterro mo diudUla (emia sulire lado eneoulrar-se rom ello,
orcuHou-ealr.is da ()orla, OHihindo sem rumor,
cimpjanlo ello se diriga para o leilo, arliou-sc logo
a ra.
Iiindcssos maiinOros dias de invern, eomo se
v multo* ve/es em aples, resplandeca com lodo
o Itrilho dessa opulenla nalurea. t) ur ora lao vi-
vo e 1.1o puro, o sol laoscii.luanle, c Toledo, onde
eslava siluado o palacio laircliesini, laolirillinnlcde
cuuipaeeus c de cavalleiros, mo (indina voluvcl
c imprcssionavel, eonw urna llaliana do quinze an-
uos, senlio-se renascor para a Nda poruiua mulli-
llflO Je viMls.ir.ir-., (|U0 n i' 111 ir.i i ,nn logO a M.i lll c/,i
de su.is ideas. Nena dado foliz ha lanos recursos
na alma, lana eviil>e.ranle energa na sulislanciA
malcrial, que o desprezo da ovislencia ..... pmle re-
sistir muilo lempo os promossas de felicidado que a
penelram de lodas as parles. As laurimas c o des-
lenlo nao sflo para ella mais do que urna nuvem
que tolda um uislanle o'sol do sua lelicidadc, ea
bocea de urna mora volla para o sorriso, assim co-
mo a nalureza so adorna de una frescura mais viva
depois de una eliuva de (cmpeslade. Ah! nao acon-
tece assim na idade madura. Entao as lacrimas que
tleiTaniamos queimam-nos en vez de alliviar-nos,
c muilo tempo depois de l-lM encliugado, nossos
coraees cerram-se dolorosamonlc, nossus olhos fa-
ticados r\ i;iiii a luz do dia.c nossos labios trmu-
los ii.iti poilem recobrar scu sorriso... I'ercorrendo a
vasla ra de Toledo debai^o dos Iwneficos raios do
sol, Giuditta nilo ruidava mais em morrer. A espe-
ranca Ihc chei^ava com a luz e com o calor ; eJIa
votava mui naturalmente aoJArdini de Momia Fep-
pina, onde a vida ora Uo doce e (lo fcil A inocua
liidia-seilccidido a implorar a prolongo de sua vc-
Iha prenla, a qual I lie pareca j (Ao certa, quq nao
formava oulros projectos senilo os de se mostrar
mais digna e mais rcconltecida ainda do que ou-
Ir'ora.
Aprenderei a Iraballiar, dizia ella conisigo,
liara indeninsar ininlia liadas fracas des pozas, que
lia de fazer liara meu sustento, scre sua ser\:i, mu
e-t i;i\a, se for preciso. Voncerc a repumianca, que
olla me inspira, e mo Ibe pe i un scnJo o descanso
de tima vida honesta o laboriosa, o bello sol que as
mais pobres fllhas de .aples tem gratuitamente
f
l'iz V. K\, om sua ola que .. meu ollicio falla
do nina fabrica de carnes eitsaccada* glinada*
c.rporlanlo para o ltra*i. l'oeo licoiira a V. E\.
para dizer que o met olVit-io mo diz nada disso :
falla da descuherla das carnes ensairadas falsificadas;
como se dizia cntao, c corruptas, cuun se diz ago-
ra, postoque bouvesse enlre ellas cboureos de car-
ne boa c m;, que foram distribuidos pelo As\lu de
Mciitlifidadr, mas nflo tliz que os que eslavam em
Aldea-Gallega ero destinados ti exportara-) para o
Brasil.
Cbego .id ponto mais inijvorlanle ila nota de V.
Ex., onde a proposito dos chouri^os ,'nlullcradoscoin
carne ba e in, diz V. Ex. que n naciio*fra tilo
i i'j {lilamente atacada na communieafo quo cu li-
zcra ao meu governo.
A nae.lol! OmfessoaV. Ex. que pola idea no
mepassava, nem posso ainda admitlir, quo um fac-
i individual, por mais horroroso que seja, poSM
rc\erlcr-se em des4louro da uaeao a que e-*sc indi-
viduo porlcnea.
De l'orlugal lem sido inundado o Id .i-i I com moe-
dn-papel falsa, cx'iortad.. |H>r portuguezos, em na-
vios porluguezcs.
Fabricar c passar nioeda falsa sao erinies do pe-
na capital, o todava o Rrasil, leudo soluido mullo
com smclbaiilo falsilicaeao, minea aUribulo li na-
ean portuuuoza, os crimeo que a esse respe i lo emii-
mcltem alguna porluguezes.
.Nilo atlriliiiin, nem n uae.lt> porluguoia meroeia
quo I lio Rmk allribuido, nem o lir.i-.il lau injuslo
que o fizesse. E todava o Brasil tem \islo a sua
forimia pnMie.i e particular coiDproanlUda com a
falsilicaeao quo em Porlug.il se faz de sua moeda
circuanle, e in(rodueelo della no imperio por pur-
luguezes e em navios porlumiczes.
O governo lidelssinm jamis deu a cnleudorquc
fosso ataque a naeao poilumioza dizer-se que em
Portugal se fahricava' moeda falsa brasiloira ; como
o iMde cnlcndcr aaora, por dizer-se que nellu se
1.1I1111 .mi cbourieos adullerados f NjIii, a nae.lo por-
lugiieza est bem fura desta quosto; (raz-la pa-
ra dcnlrn della, julo-o imprudente.
A srdida amhieao de lucro lem levado algOM
porluguezes ao Hrasil ascemprcuarem clandesliua-
mente no uefamln trafico de irseravos africanos c
com issoahiisnram da bospilalidadoquoo Hrasil Ibes
lava, c o comprouiclleram gravemente no interior
e no exterior; anda agora ivitlos axcnluroros pro-
euram tirar lucros ilc lao minoraos esperulaques, e
lia de se por ventura accusir a naeoporlugoezade
Inmoral, porque ha porluguezes que so nao pcijam
de o seren a esto poutot NiOi hmgo do nt'ts semo-
Ihanlo idea. Sinto profuiidamento quo V. Ex. me
chamasse a esle terreno, porcpic enlcndo que as na-
;!. csblo fra So monos importante, o que cu nao posso deixar
pausar sem couteslaeAo, he dizer V. Ex. em sua no-
ta que a apparieo de semelhanlo documento [a mi-
nha parlicipacAo d I. do julho) era tendente ae.i-
citar, e hacia effecllamente adiado os nimos em
atfjHina* povaaroes do imperio do Jtra*H contra
pnrtuinieies, etc.
V. Ex. ha do pcrmitlir-mo qiiceu rojeilc esta ac-
cusaeAo que acredito involuntaria.
Tender he dirigir, oncainiuhar a um fim, e esso
fim, diz V. Ex., he exeilar os nimos em aL'iiinas
povoaeoes to imperio conlra os |>orluguczes.
A publicaelo 011 apparieAo desse documento, ou
foi mandada exprossamcnle fazer pelo governo im-
perial, 011 foi feila como cima Sea dito, por um
descuido involuntario.
Em ambos ns casos allribuir-lhe um fin odioso
be lulo somonte urna inconveniencia, mas unta fla-
grante injiistiea ao uoverno ini|>erial.
Se V. Ex. chama excitar nimos o que por ven-
tura osereveu o puhlicou um jornal, de curta di-
nu'iislo, ta capital do imperio, o transereveu oulro
que se imprime na (xpourapliia republicana do
c a solidAo, ao ar lixrc quamlo cu li\cr acabado a
lardli do da.
Todava apezar deslas boas resoliiccs o de sua
roulianca na proteecAode sua iiniea prenla, o co-
raciodc Giuditla cerrou-sede iiupiiclaeAo, qiiaudo
ella a\slou a casi 111to, cujas velhas paredes desap-
parocam debaixo dos ramos da vinba qno a eobra
quasi inlciramenlo. A briza domar agilava dere-
moiilo a folhagem do um pltano, que dominava es-
so iiiiiIim verdejanlc, c a espossa relva quo se podia
entrever debaixo das larangerase dos limoeroscoi
vnl.n.i pela sua frescura ao descanso. O ar livro c
o aspocln desla bella nalureza eram ji um gozo pa-
ra a pobre moca que linha oslado encerrada por lan-
o lempo n'um quarto estreilo. Sua dor. sincera e
nrofumla romo ora, parecia-lhe menos amarga de-
bis da abohoda azulada do edo do quo nessa Im-
bilacao de miseria e de vicio donile acabava de
ugir.
O coraAo da ingenua moja eslava (Ao chiode
tudo o que linha solT'rido, tAo reconbocido ao refu-
gio, que esperava acbar o quo a livrava da odiosa
proleceao de Beppo c de seus infames socios, que
quamlo avistou a Poppflll foi com um grito tic ale-
gra, que ella corren a lanear-se em scus bracos.
A vclha assentada no limiar da porla, devorava
ciitlu eom una sensualidade que lbc era paiiicular
scujanlar. A chegada de Giudilla inlerrompeu de
um modo importuno esta agradavcl oecupacao, c os
abracos da moca a dcsarranjaram.
De vagar, de vagar! exclamen ella com urna
crosseiria, que exceda scu mo humor habitual.
Que vens fazer aqui'* e que signilicam to abramos? Acaso a ladra de la mai decidio-se em-
fmi a pagar-mc ludo o que me deve |olo (cu sus-
tento? Se me Irazes dinheiro, conlinuou ella csten-
dendo sua ni*o enrugada e trmula, relira-te logo daqui.
(iiuditla nada respndela c desfez-se cm lagri-
mas. Este cruel acolhimento destrua sua ultima c
Mb chara eporanea.
Vejamos, cimlinuoii a volba nnimando-se gra-
tlualmenlc ate colera. O que be que vens clmr.i-
mintzar?... Falla, ou vou eusinar-le a cscolher me-
llior leu lempo para fazer toaa visitas.
A borrivel brucha. que raras vezes lata nina vfla
ameaea, bramlia j;i da um modo inquietador a ligel-
la quo bavia conlido o seu macarr.lo. tiiudilla don
iluus p;issospara Irs.
Nao se auaslc, minba lia, di^sc ella pondo as
iluus na alIJIiide de nina articule supplica. Sou
muilo infeliz, e n3o tenho scnAo a rae, sobre a ler-
(uaycur da Bahia, he preciso saher-se que seme-
lhautespa|ieis |>erteucem a urna opposicAo que nao
lem echo un paiz, n que nilo precisava da apparic,Ao
daquclle documento, para articular naquelle sen-
tido, poique essa be, e lem sido a sua tacliea de
npposh.T". Lamento que elles a sigam, posto que
por ella espero nenbum.mal venha ao Brasil, nem
a mais aluuem, como a experiencia o vai mostran-
do.
Mas, se aquellos esenplos cxcilam sem resultado
os nimos contra os |Hirluguczes, espero quo o mes-
mo succeda a respeito dos insultos e doeslos com
que a imprciisa |>orhigucza, sem exceptuar osjor-
naes miuisleriaes ou que efeudeni o governo actual,
tem olisequiado o ministro do ni|>erador do Brasil,
o representante do seu goveruo nesla corte, ltima-
mente por occasio de um negocio de fcil exame, o
nAo menos fcil, solucao que de oulra forma e por
ulro* mcios devra ser tratado, se por ventura as
aixftcs mas nAo tivessem tomado o lugar da razo
da conveniencia.
Eiiilim, digo a V. Ex. que, se aquellos papis,
sem jamis havercm mudado al hojea sua liugiia-
gem, nAo lem podido levar a cUcilo as suas cxcila-
c/ies contra os |H>rliiguezes por causa da moeda pa-
pel falsa que do Porlugal se exporta clandeslina-
mcule para o Brasil, nem por occasAo desses arli-
gos, com que, a pretexto da chamada escravatura
branca, os jomaes |iortuguezcs lecm atacado os cos-
Inuies brasileiros, sem escapar nem mesmo o pudur
dasmiilhcres, de ccrlo a nAo IcvarAo por urna ques-
lao subalterna dechouricos, genuinos ou nAo.
t.roio ter assim completamente satisfeito os dese-
jos manifestados por V. Ex. cm sua nota de 27 do
mez lindo com a franqueza que as mutuas relacoes
de boa amizade que felizmente subsislom entre os
nossos ros|>cctivos governos recommendain, rclacocs
que cu leuho cultivado, c contribuir! para que se-
jam cullixadas pacificas cm lodas as occasioes.
Renov a V. Ex. a sciairauea da miuha subida
considoracan. Antonio de Mencze* Potconceltos
de Dntmnd. Illm. e Exm. Sr. Antonio Aluizio
Jcrvis de Alougua.
N. 7.
noto i.'i aoverno de i. M. Fidelissima legaeo
imperial de Litboa.
Paeo, em K de novemhro do 18.V2.
Illm. o Exm. Sr. AccUso lTTeT3pi;.lo da nota
queV. Ex. se servio dscrever-me em data^fiflfih*;
corronlo, respondendo quo eu Uvera a honra de
lirigir-lho cm Ti do mez anterior. I,cve ao co-
nliccmento de S. M. o Iheor desla sua resposta, e
por ordem da mesma augusta seuhora devo com-
inunicar a V. Ex. Oseguinto, para rcduziranscu
justo valor cortos fados infelizmente desfigurados.
V. Ex. dandoem sen ofllcio do I. dejulho docor-
rente auno ao ministro dos negocios estrangeiros do
imperio do Brasil parle da descobcrla das falsifica-
eoos horrorosas no la lrico das carnes ensaccadas, se
exprimo lito positivamente como so o facto fosso
ineonlcslavelmente averiguado. NAo londo appare-
cido lal fado, eomo V. Ex. o doscrove, referido cm
ncnlium jornal deste paiz, cm quo a impreusa lio
livro, corgao do diversos partidos polticos o tic lo-
das asopinios, em queso publicam lodosos boalos,
desde os mais al os menos imporlanlos, mal pode
V. Ex. iiiliriii.il') que a voz publica o denunciara.
Ao governo jamis conslou que tal voz publica li-
vesse soado. As consequencias ta publicaeao de V.
Ex. deviain ser as que foram ; ninguem ousar.i de-
clarar quo esperara oulras. Mas nunca essa pu-
hl.eaeo (cria lugar ; ou so o (ivosse seria sem resul-
tado, se no mesmo ofllcio se mencionasse as oceur-
rencias verdadeiras e nAo fados depura inveiico,
quo nem por licarcm cm segredo mudavam de na-
I ii roza.
O governo nao podia dcixar de ver na rcdaecAo
do dito ofllcio a tendencia a excitar os nimos dos
eidadaos do imperio conlra es porluguezes, embora
iMmi|un 1,11 i.imenie, du parle de V. Ex.: 1., porque
a procipilaco com ipiC se den por cerlo um fado
de lal importancia, sem que sequzesse perguular
ao govcrnn o que bavia de verdade no objecto, na-
turalmente induz a crer que l'allecia o desejo do
avorigua-lo ; d., porque as doduccoos de mxima
probaliilidadc liradas por V. Ex. foram lao gratui-
tas c lao exageradas que deram os portes do norte
deste reino, principalmente o Itouro, como aquel-
les por onde maior quanlidade de carnes ensaccadas
se exporlam para o Brasil ; quamlo o fado rons-
tanlB sabitio pelas eslatislicas dasairandegas, ereco-
uliecido por loda a populacho do paiz, he que a ex-
portadlo dessas provincias a rcspoilo deslc genero
he mnima o quasi nenhuma, c que o paiz da sua
produccAo he exclusivamente o Alm-Tejo; 3.,
[urque a assoreao de V. Ex., de quo as autoridades
pollciaes e admnislrativas cerram os olhos a actos
alrozmcnlo criminosos, quo attribuc a Indos os ex-
portadores do carnes ensaccadas,e alea connivencia
que llics imputa com os falsificadores islo geral-
inentc a todos sem excepcaoconslluc urna verdn-
deira oflensa ao carcter nacional, lal lio o'senlir
de tenia a |HipulaoAo da capital a verdadeira voz
lublica, de que a imprensa do todas as cores po-
iticas h.i lepetniu ;Ao (enha at boje apparecido. V. Ex. se queixa
le haversido por ella maltratado ; o governo deplo-
ra ilgumai demasas ijiic tem bavido ; mas iicubum
jornal em que o ministerio possa ler influencia as
commclleu, em contrario do que V. Ex. aflrma
sem razao ou fundamenlo. V. Ex. nega que hou-
\csso a olfcnsa tleque tralo, servindo-sc de um ar-
gumento de comparadlo : ileclara que nunca o rri-
mc commetlido pelos porluguezes fabricadores de
moeda falsa brasilcira seattribuioo naeAo porlucuc-
za ; o nao repara em que, se a respeilo dos (po qua-
lifica de envohenadores, V. Ex. livesse procedido
ti,i
ra, a quem possa pedir um asylo... l'elo amor
Santa Virgem das Dores nAo me repilla !
Ah! oh! respondeu l'epnina dardojandosobro
a moca um olhar de viboru. Emlim ja dsseste ao
que wnhas; lu BaoflO com que to lanc.assc pela porla
fora, e agora vens adular la vellia lia para fazer
della um recurso!... Ah! be a mim que a tua man-
drianire cucarregou do cuidado de le nulrir e de te
ornar de filas para conservar-te cm alegra NAo,
nao, minha bella siguorna, os meios do ganhar a
vida nAo le fallam. Tcnbo visto cantoras do ra quo
nao aiTiilavam tAo bem como lu, c os studios esli-
mariain muto ulilisar leu lindo temblante para fa-
zerem quadros. Quaulu a licar aqui, nAo conles com
isso.
Mi ni ia chara la, disse (iiudilla agarrando-so
aos vestidos vclios de Peppiua, a qual se dispunha
a fechar a porta, vine, engana-sc, nAo mo expulsa-
ram, mas... mas...
Mas o que 1
Minha pobre mSj...
Que lem ?
Morrcu!
Os solueos do (iiuditla suflboavam-llic a voz ;
mas a dor d pobre nun;a que loria enternecido a
um roehedo, uAu fez impressao alguma sobre o co-
i'.iean paralysado da furia.
Morrcu, disse ella, he um bom desombaraeo!
Na I ura I mente te dcixou diuheiro ; porque essa cha-
ra iiuillierganhou mais escudos de ouro do que ti-
nba de cabellos na t.ilitv.i. He impossivcl que (c-
nlia comido ludo. Ncssc caso podes vir habitar
aqui... .i tua cusa bom entendido. Eu te darei (eu
antigo qnarto, c tu me pagaras qualro ducados por
mez; nao he muilo para urna herdeira. Dize-me,
quanlo te dcixou ella?
Ella morrcu de fome, disse (liudilta com una
voz breve c severa, suflocando um ullimo solueo.
A ino^ ergueu os bracos ao co, eomo para tma-
lo por leslemunha da dureza do urna prenla sem
oulranbas. Depois sacudi allixameuto a poeira de
seus pes, e sem olhar para a vclha, a qual osla no-
ticia fntia sorprendido, mas n3o conunovido, ga-
nliTlu a pas*oslarioso caminho do cdade.
Momia l'eppina seguioa algum teni|H com um
olhar de oveja,
De que s, queixa esta louca'.' murmiirou ella
com amargura. Que lem olla a invejar da minha vo-
Ihieoo da minha miseria:' Ella he moca c liella ;
ser.i rica uuando quizer st'-lo.
Esla Bolle a infeliz orphffa que nao linha comido
lodo o da, dormio sobre os deiraos do patelo l.ue-
chesini. (ContiitHar-*e-lta.)
i
-


J

i
como prucedeu acerca daqucllc* criminosos, Icrla
arliado o que eolio acliou. O governo do S. SI. e
ai un* autoridades se liouvcrain do Diodo nn porse-
uuicao delle* c na suacondcnuiac.no, que nada Jol-
vaioni do cmpenliur para que o crime fosse punido,
romo V. Ex. niesmo roconheceu.
Mas V. Esc. ilispensou-sc do buscar a InformarSo
do governo sobro ossupposlos falsificadores das cor-
nos que repulou envenenados, o que iain loar a
niorlc aos consumidoresIonio llrasilciros como
I', i ii :ii.-/i'- o oulros: o'proferto as suas proprios
a Uto raluitas suppusicoes ao esome rigoroso dos
fados que deu |ior cerlos, ou sununomciile prova-
veis. Eoquc me pareceainda nialcstraordinario,
lie que V. Evc. allrlhua ao governo a falta de Dio
haver informado a V. Ese. do que occorrew em
Aldea Gallega. Como podia o governo de S. Al.
arredilar que V. Evc. parliciparia ao governo do
imperio mu fado que nao elidir? Como poda
presumir que V, Evc. Iralasso do negocio mais pu-
blico c mais onicialmenle prucessado, de maneira
ial que o lornasse inlciraimnlc oulro do que fura,
Iraiisfiirnianilii ocaso de mili uatffel dclcrioraco
pelo lempo de um Roneroem .i.lu'Wroco.. crimino-
sa do niesmo, rom a juncino de carnes do animara
iuimiiuilos, cliegando al odiosa siippmifAo de que
a carne humana fazia parle densa liurrivel adullera-
eflo ; eque desse farlu assim Irauslornado V. Etc.
lirasse as ill i...... que lirou'.'
Nao seria anles de esperar que, nao flucrendo
V. Evc. Iranarrcvcrinovaclirioes de perigosas consc-
quoncias, procurara saber a verdado dos fados com
escrpulo igual sna Importancia?
l'clo que resiieila ao trafico da escravalura, que,
assim como o da falsificad-Jo da mneda, V. Evo. men-
i inia para mostrar quo o sen oflicio do I.- de jullio
nao ce,nlm otTcusa li honra nocioiial, observarei que
este trafico nunca fui feilo etclusiv amento pelos
Portugueses, uuelalve aejamwqoa neiic menor
paite lonham lido; que as autoridades portogueai
seniprc oiiiprcgaram lodos 01 esforcos em proliihi-lo
c persouui-lo, quando pelo contrario V. Exc. repre-
senta as ditas autoridades connivcnles com os falsi-
ficadores c ciiMiiicnadores das carnes de evpoiia-
cilo.
Neslos lermos, o governo rio S. AI. nilo poda dal-
lar de considerar que o ofli.ii> do V. BlC. ao ininis-
Iro dos negocios eslranuciros do ini|verio ronloin
inipiiliii,r.i-iii|iilissiuias, mima pretorias iicm me-
recidas pelo niesmo tfnvcrno, que seinprc se m,.-'i un
ilisposlo a lomar todas as medidas litis ao imperio
do brasil iiio monos do que a Portugal, oinpcuhan-
do-sc ronslanlc o seiiamento em sustentar amis
intima ba iutelligciicia c nnrizailc cnlre ambos os
poi/es; que Ihe be impossivel rieitor de proceder
romorievr, para daaagravo daoflenaa que receben
o carcter nacional; e se v por isso obituario a
iuleiromper a correspondencia ollirial com V. E\c,
o a dar quaiilu anles as onlens noce-ai ios ao repre-
sentante de Porloual junio i corle do imperio do
Brasil, para fazer soicnle aquello memo dos moti-
vos desle proecdiinenlo, lilho da nccessid.ide, o que
de modo algiini piulo faier afrniivoi os larus .le per-
leila iolimieUds, e mulla eunlianoa que suhsisicni
e bao de subsistir, entre o governo da raiuha e de
seu augusto iriniin.
Aproveilo esta oceasMO para renovar a V. E\c.
os proleslos da iiiinba mais dislinrta consideraron.
Antonio Muisii /erri e.ltouguia.$T. Antonio
de Mcnrzcs \ asonncellos de Di iiunoiiri.
ola do gneerno imperialI legar!1'' iie S. M.
Fidelsima.
N. I. -Itio de Janeiro, inijiiterio dos negocios C
lran'.,;u>f)-eiu 7 de Janeiro de 1KVI.
rTbaiMi'assiuuado, do lonsellin de S. Al. o Im-
perador, sonador do imperio, ministro o secretario
de oslado dos negocios eslrangciros, receben a nota
que, em dula de 1:1 de ilczcnihro proiimii pasado,
Ihe dirimo o Si'. Jos de Vasconcellos o Souza. en-
viado extraordinario emiiiislro plenipotenciario de
S. Al. Firiclis.ini.......i a qiial, de orden, do sen go-
verno, pode que >oja subsiiliiidn por oulra peaa
o Sr. Antonio de Meneiei Vaaconedloi de Drum-
iiiond, enviado otlraordinario e ministro p'onipo-
lenriario de S. M. o Imperador na corle de l.is-
0 aballo Mugnadu senlc lor de declarar em res
|nla ao Sr. Vasconcellos que o pedido eonslanle d
sua ola niio pn.le ser alleudldo no- Icrmoi c manel
a per que he feilo, e subsislindo a resolucao pe
qual o governo do S. Al. Fidclissima Mispeiuleu sen
causa sullirienle as suas relceos com a legarlo ini
perial em I hboa.
0 lucmonuidiim junio explie
cellos o modo pelo qual o joven
i ador considera o negocio dequ
e n pedido com i. qual concille.
Oabaixo assignado espea que u Si. Vaiooneoltos
ii.il>-!.....ir aquello memorndum ao sen governo,
c que esle, reconsiderando o aaumplo, adoptar o
uni suggerido para -ahir de una podnlo desagra-
da v el para duas naoos imillas e amigas, c que n.io
fui relia pelo governo de S. M. o Imperador.
1 Meudc velo, para que o nvenlo de S. II, l'i.lo-
lissima d assim mais nina prova da sua rircumtpoc-
rau c sincero desojo de cultivar boas i claros com o
imperio, o ahaivo aarignado prevaleco-eo da onpor-
innil.i !e pura roilerar ao Sr. VaaeoncellM e Souza
as expressoos de sua perfella, Intima e disimila
cun-iriciarao.Paulino lote Soares e Soma.
Documento amir.ro n ola .<|i
O fado que o Sr. Ilrummond aprsenla como una
fal-ilir.i. a., he reconhocido pelo governo de S. AI.
I'idoli-inia como deleriura{o dos nlijcclo. O Sr.
Droiiimoiiil Inlhrmou que oslava falsillcailo o que as
autoridades purlugucios declararaui deteriorado.
O governo imperial n/lo iwdc de modo algum vor
no oliirio do Sr. In u............do I.' de j.illio de 1832
una odensa do carcter nacional portuguez, c um
ullrage no decoro nacional. He paro o preciso
dar aquello oulcio um alcanse qno nao lom, e elc-
\a-lo a urna altura qual n.io podo ebegnr em um
nssumplo de pruporces (Ao nicsquinlins.
O Sr. Urummond allribuio a faUinraco de que
traa a una fabrica, fio a respeilo dessn fabrica
s-neiito quo elle nssevera.
Ora, cisa fabrica da Aldea Gallega |ierlcnco, se-
gundo os domnenlos que acompauhan a ola do
Ir. Vasconcellos, I mu individuo.
I.ogo a argido de falsificaco pola maneira por
que a faz|o oflicio do Sr. Driimmond, rcferlndo-se
esa fabrica somonte, referc-se larabem snincnle a
rsso individuo, e ipiando muilo, romo cmplices,
qucllcs que empregava na......um fabrica.
(Jualqucr que fosse a gravidade da offonsa irro-
gada no oflicio citado a esse individuo, por corlo
quo mo podo ser convertida em injuria nacAo por-
lugiiua.
O nialsqucsc coulin no ofl!co sao presumpiocs
que podem rccaliir ( segundo o mesnio oflicio ) sobre
alguina ou algunias nutras fabricas. Essas prcsunqi-
. soes iHiilcm ser ollcnsivas aos scus proprielorios, mas
I por rerto que anda quo seu numero avullassc a
100, oquecerlanienlesc niiod, n.io podem rons-
liluii nina ofl'ensa nacao porlugueiui. (I que se
diz no ouMcio do Sr.lllrumniond sobre a policia de al-
guns lugares do reino pdeser inexaclo, pode ser in-
justo, mas ainda assim, nao consliluo urna oll'ensa
nacional, e mo hesufllcicnlc fuuihimcnlo para a in-
lorriipcao das relaces com a legacfio imperial. A
Inglaterra reclainoii por muilo lempo a conliniiaco
los scus uizes conservadores, ofjndava-se na lalta
decoultanca que meracitm aa jualiua ordinarias.
Nao foi isso reputado um insidio. Mullas relorinas
lein sido pedidas o. rainaras legillalivaa no Brasil o
em Portugal, fundadas na ncoessulado de acabar
com a impunidad,'. Esses pedidos assim fundamon-
2
foram CODSid
cioual. Al
em impiii
aes do pa
dade
tos
lados nuil
ao carador DI
cas rundam-se
Mea) do tribu
iiem repellla
peanle a qual se reclama.
A allegaeSo de prejalut can
porluguez nos gneros sobre os
iiiiinimoiid chaman BtUencJoi
siiinidorcs bra-ileiros, n.io lem
feli/iucnlc Ihe foi dada pelo gov
I. Porque esse en.....tercio pi
nilicanle, em razaodo son valoi
ra o Itio de Janeiro auilnu no
1.1:086*000. A iraporlacao pin
lo imperio nao exceder cssa se
r.i ao Sr. V,
i do S. M. o 1
trata asna
np
al lu
ola
diado o modo poli
erial considera o negocio di
i Sr. Jos de Vasconcellos i
ado extraordinario c ministro pleni-
dc S. Al. I'idelissiina. de 1.1 de de
imo paando, c o pedido que nelii
e minisliii
do Brasil
ncellns de
Memorand
qual o go'
que Irala
Sonta, en
polenclarl
zeinbro pr
lie feilo.
O oflicio que o enviado cvlraordinar
plenipotenciario de S. Al. o Imperad
em l.i.ba, Aulonio de Mcuczes Va
lliiimmond, dirigi ao niiuislioilos negocios oslcan-
gein do imperio, em dala do I.' de lulho do \H<>
publicado |>clo Jornal lio Commrck do Rio de Ja-
neiro, em afumas nulras folhas brasileas, e nos
joman de i'urlugal, n uestes couimenladu c mais
ou menos exagerado, lio a causa c o fiinilaiiicnln
pelo (pial o governo de S. Al. Fidelsima re.....sai
un inleirouiiH'ii a sua correspondencia ullioial rom
o referido enviado extraordinario Antonio de Mc-
uczes Vasconcellos de Ilrummond, c agora pode a
sua siibsliluicao por oulra pessoa.
NAn se pode por em duvida o direilo que tein o
governo imperial de examinar c ajuixar sobre o mo-
tivo Ojue IhB no apreaenlado parajuslilicar limarlo
do qual os aiuiaes das nocoes aproscnlam raros
evemplus, c o pedido feilo em consequoncia.
Examinado li menle o fado que deu lugar
i'.inimuiiiac.lo rilada do I.- de julbo do IBSfi do
enviado evlianriliuario c minislro plonipoleuiiaiio
biasileiro, be lora de duvida, visla dos proprios
ilocuiiicnlos ollleiacs emanados de autoridades por-
luguczas, que o mesnio fado existi, poslo que dc-
Eido de coilas circuinslancios que o aggravariam.
c fado assim aggravado foi noticiado ao referido
ministro, que ocominunicou ao seu goveruo tal
qual Ibe conaUrt.
Corrla-lbe cerlamciilc a obrigaco do comnmiii-
car .i sen governo a dcscobciia, c ainda mcsiuo
meras suspeilas, da r.ilsilieaciio c da simples dolcrio-
raclo de objeclos que podiam ser desliuados a im-
porlaejo eionsumo no Brasil, oque podiam por-
l.nilo prejudicar all a saude publica. O fado da
ilelerioiacao rccoiilieciil pelas proprias auloiiilaile.
imrluguotM, e ainda meras suspeilas, leriaiu sido
siillirieiiles para dar lugar a una euimuuiiicacan ao
enverno iinpeiial, aos evainos e adnpi;o de medi-
das do prcvciiru,' em lacs casos empregadas, para
evitar um mal evidente ou simplesmcnlc suspeilado.
Se i caimiiiinicaros seiuelbanlcs devessem seni-
|uc preceder eumea minuciosos, e enunciado do
juizo da auloi idade do paii que expolia; se o agen-
to do paii esfrangeiro, fazendo alguuia commiuiira-
cao ipie o o fosse bascada u'aquellcs exornes e uV
quetle juizo, ollendcsso por. isso a nae.io e o gover-
no pei..nle o qual funi-ciona, llcaria inhibido de
cumprii o seu dever, c obrlgjdo smenle a v
lo. ollios das auloridades do paiz onde resid
(1 Si. Iliumni.....I cummuiilcou.poilano, um laclo
que existir, poslo qoe aggravado com circunnlan-
rias que Ihe refei iran, c que niio se vcrillcaran
pelo exame a quo procedern! as auloridades porta-
nueza, l-loscm duvida por zelo, porque nao he
ilccrer que livesso em vista prejudicar as bas rela-
ces existentes entre ambos os paizes. Se Ial fosse
a sua inlcncAo nao se loria guardado para una ques-
illo scniolhanlo, li-la-bia revelado cm oulras orca-
siocs, e cm oulro- assumplos de muilo maior monta.
lira, o governo imperial nunca descubri as roin-
inunicacOei do Sr. Druinmond nem Ih'o leria lole-
rado o menor desojo de perturbar aquellas retal oes
0 de inoiioscahar o governo e a nacao porlaauexa.
Nem cm lempo algn) o governo de Al. FldelM-
ma se qucixou de quo o Sr. Drumond livesso (nos
1 en demias.
Nnohe, porlanle,crivel que o Sr. Urummoml, do-
pois de lanos uiiuiis de residencia cm Portugal,
abandonando lodos ossous preccileiiles abi, f"*e
buscar uoia quclAo scmellianlc aquella de qup se
trata para i nmpiomollcr nell.i as bas relaccs dos
dous paizes, e para offender a nacao imrlugueza.
t Sr. Druinmond iio podia deliar ele calar de ba
le, renle noque Ihe fura referido, porquanln d
n laeto como descoberlO pela [...liria o por urna de-
nuncia. Acreditan, porlanlo, o lacio eomoveri-
lieadn ofllcialmente. NSo he de cree quo dsso cuino
descoberlO pela policia o que nao o lera, saliendo
que o nao linli.i sido o leudo crlela de quo ia ser
logu e ullicialmciilc redargido.
pe
ullens.
iiM.'oes diplomali-
in allegadas injus
silo consideradas
mverno e n mielo
niaesoiifiicio do Sr.
ns amurillados c con-
mpurlaiiria uno bi-
enio de S. Al. Piele-
ra o Brasil he insig-
. A Importacao pa-
ulina de IKJI em
asoulru provlnruu
mina, meterla porlii-
2. Porque ranquiliisndoo publico com os evames,
aos quacs mGdbu aqui proceder a anloridade com
peanlo, ,k generns, de i ue -c Irala n.io cxperiiuon-
lara-n solTrlnicnto conilderavel o prolongado ni
morcado.
I anibeni nao procede a allegacAo de que n oliirio
doSr. Urunimuiiil leudia a eveilar os .mimos .los
cilla.blos do impeli colilla os peililguezcs.
O Sr. minislro dos negocios eslrangciros de S. Al.
l'ideli-siina, envergando cssa tendencia no dito olii-
rio. roconhece lodavia que ella he involuntaria da
parle do Sr. IMununiind no que Ihe faz jiislira.
Euliel.iiiloa publicaran desseolllcio, que fui co-
nl.i .-i lo ,-tii lodo o imperio, mi.. tuToclOU mais leve-
iiienle a soguranca dos porliigiiczcs que nclle rc-
sidem.
A popularan pumo se occupou doli, e para logo
O i'sipie. ou : ciinsideroii o caso como um daqiicllcs
ci-ns .le policia unitaria, que nao lom maior impor-
tancia, quando logo acauleladw por convcnicnlea
providencias, e poradveiioniias feilas ao publico
para preraver-sc.
Alminsjorn.ies deopposi{!o evircina procuraran
tirar partido de seniellianles oecurrenciaa para ex-
citar paixoes; mas nem o assiunplo era proprio pa-
ra oxalta-Ias, nem aeliarnm aclio na pomilacio, o be
para laslim.ir que o governo de S. M. I'idelissiina c
a imprensa porluguei i deaaem ao que aquelles Jor-
uaospublicaran! una imporlaiiria que nao leve, que
nao lom, e que aqui niliuiiem Ihe don.
A lillguagcm vilenla, mas quo [uissoii quasi de-
sipercchi.l.i .Ir alguna de-ses jorniie-, loi correspon-
dida por parle da imnrcnsa purlugiioza, e o governo
Imperial tambemlulima que o de S. Al. lidelis-
siin.i con.iiiera.se a exagerada linguagen dessa int-
prenn como mais um motivo oJusliuCai;3o do passo,
que deu, iiilerrompondo as suas rolncoos cun o en-
viado evlra.iiilinario, e ininislin plenipoleuriai io de
S. Al. u Imperador.
Heos nos liv re de que na- qucsloes de lirio c pun-
iluiii.r nacional SO dirigissem OS governo. pela- vo-
zesdcjornae-, que, sein re-|ionsabilidailc na -olu-
cao delas, ignorando minias veze- os seus pormeno-
res, smenle iinnam a popiilariilade em seu licneli-
cio, ou dos parlidesaque pcrlencem. Smenle a
guerra poderla solver estas qunloes, cmoda parle
a parle as encara.....les ronsellieiros, Feliimenle os
governos vAem-seobrigadoa pela ro-poiisabili.lii.le,
e pela experiencia dos homena c da- cousas a seguir
osciiiiselhosda razio u.la e calma.
Por lu.l.iqiianio Dea exposto, enteude o governo
dos. Al. o Imperador que oofllcio !> Sr.|l)rum-
oud .lo I. de julbo prximo pa.-a.lo n.l.. jusliOca um
passo de lana gravidade romo aquello que .1......
governo do S. Al. I'idelissinia, inlerrompeiido as
-as relacoos com esse minislro.
O governo do S. Al. o Imperador osl muilo longo
de contestar o direilo que lem qualqiier e.ncrno de
suspender 0 iulcfioinper ai suas reanlos cen n a-
geulc de oulro, e mesino de de.|iedi-lo e f.ize-l.
lu do paiz. lie esse un do
ni
i pelo- qn
lili
is-es diplomal
Alas um proieiliinculo semclhaiile lie gravlssimo,
smenle pede ser justificado por motivos inulto pon-
derosos, ......I caaes urgente-. P.irqnanlo o ogenle
diplomalico nao .lepende-nicnle do governo.pi'ran-
tc i> qual cslii acreditado para a sua geslao, niio fui
elle quera Ihe deu poderes, c essa tuspenslo ou des-
pedida) por bao que pode Iraxer desar ao toberai
quooacredilOU, requerer mol
tilica.lo. Por es-a su.pcnsAo u
iiileic-es dossuhdilos do p.iii
agenta diplomalico, privados di
ino, c o sen soberano c uacAti
reprsenle.
leudo ose-lado, das Provine
(ioucor.iz.uv ois os propositos
bailador do Portugal l>. Aoloi
cedo, declarado ao niesmo q no
com ello emc.....ciencia, nem
como c nbaixador, rospond
Ionio : .i (.le depend
n,\
os mili foi les,
despedida lie
ao qual pelen
seu protector I.
lem lerem que
i-l ni.las, lulgando
ie lites f.i/ii.....ni-
do Snii/a de Ala-
Ao eiitrariam mais
inisi.lei.iliain mais
so mesnio II. Ali-
one depeudia dos Estados o continuar ou
nfcrcneias ; mas, polo que lociva quali-
dade do niiiiislro. Oto era delle.....as sim do seu so-
Imrano que o lluvia rerobido. pelo que os dilos Es-
tados nao o podiam despojar dola, porqufinlo cssa fa-
euldado oslava reservada ao rol seu amo, com ev-
cluMo do lodo, os oulros soberanos. (Juc o direilo
das cenes iihrigava os Esladus a lecoiibccc-lo como
embalador, ainda quo nao Ibes fo-e elle agra-
da v el.
He por laca motivos que e-e direilo desuspender
e iiilenunipe relac.ies e de dospedi agentes diplo-
mticos nao he absoluto, mas limitad., a cellos casos,
como por cxemplo, se o agenle so torna perigoso, se
conspira, se comuicllc violencias, se viola us prin-
cipios do direilo das genios, se olleude o sobera-
,&.&
E ainda assim nos rasos monos graves que ailmil-
lem ilcmora convni, segundo aconselhain os nics-
Ires do direilo iiitcrnaciiinal, diiigir-se anles ao sobe-
rano que acredilou o agenle. podindo-lbo a sua reti-
rada. A negativa lornaria entilo mais jusla n sus-
pendo ou despedida.
A corlexia entre soberanos eonlre nurAes amigas
aconselha, se nAo exige, o empican previo elcssc pe-
dido, o a sua preleiicao Dio podo deixar de dar uni-
tivo a um justo scnlimcnlo. lem islo a mais perfid-
ia c cmplela appliracao quando so Irala de dous so-
beranos tilo ligados pelos lacos de saugue como S.
M. o Imperador c S. Al. a Itaiuba Fidclissima, c de
duas nacesnulas como o Brasil e Portugal.
Parece porlanlo ao governo imperial que odcS.
AI. I'idelissiina lito leria dado nina prova do alien-
cao, se em vez de comecar por iiiterronqier as suas
relaccs com u miiiislm brasileiro, Ihe livesso feiln
saber que elesejava a sua sulwlituitao. O governo de
S. M. Fidelis-iniii lena a-.ini dado una provade
..nili.inea e de consideiai;io eerlamenle merecida ao
de S. Al. o Imiwrador.
Retirando o governo imperial oSr. Ilrummoud de
Lisboa em virlinle de semelliaulc pedido, pralica-
ria um acto de deferencia o dceoii.lcscciidencia para
emn .. enverno do S. AI. Fidclissima. Esle .ni.....
i ia valor e mcrccimcnlo, porque leria o carcter de
volunlario.
Mas suspendendo o goveruo de S. M. Fidclissima
as suas relceles com o Sr. Ili iiminoiid, c podiudo dc-
poisa sua retirada, como que a i.npe e a loma ne-
ressaria, c islo sein molivo sulTIrlcnle. Tira a este
ado do governo de S. Al. o Imperador lodo o valor e
ineieciuieiilo. O acliulo goverqo imperial Ac con-
vertido era ciuiscqueiicia do ado do governo le S.
M. I'idclissima.
A uspeuso das rolarcs com o Sr. Uruinmouel
niio lie urna simples lnlcrrupc3o do relac."-, lie un.
.l.'-peili.l i obrigada o ditfarcda.
O governo do S. M. o Imperador niio pode aceitar
esta poaiejo cm que o ele S. Al. Flilelissima o collo-
cou sera causa sulllcienlc.
Espera que o governo de S. M. Fidclissima. recon-
siderando o assumplo, se prestar a rOVogar a eleli-
bciacaoquo tomoude inlorrompcr at suas relaces
rom a IcgajAo inipe ial.
Porquanlo csso arlo do goveruo do S. Al. Fidelis-
-iiiia mo podo ser consielerado como pessoal. Impor-
lou e importa a cossae;iio das suas relae-oes com a lo-
gara., imperial, quo lirou Inhabilitada para salisfa-
zcr ao seu l'un.
Ilcvoga.l.i aquella delilieijr.io. o pe.li.b. ela subs-
(ituiyflo do Sr. Druinmond scrii lomado na devida
considerarlo.
Se o goveruo de S. Al. Fidelissima entender que
n.io deve acceeler a esle arranjo, sera retirado nao s
o Sr. Urummond, mas tenia a logara., imperial, raso
em que I ir tic crcr que S. M. Fidelissima mando rc-
iirar lamben a sua elesla curie.
Itiu de Jauciro, 7 de Janeiro do Isl I.
(Jornal do Commtrcio.
GOVERNO DA PROVINCIA.
I.l'.l N. 318.
Jos lenlo da Cunlia c Figuciredo, presideulo da
provincia de Pcrnanihuro. I'.iro saber i lodos os
scus babilanlcs, que aasseinbla legislativa provin-
cial dccrelou, e ou sanceionei a rewluco segralo I
Artigo nico. Ficam approvadot os coniproinissos
das irmandadea elo SS. Sacramenta da freguezia de
San Lourenco da Malla, comarca do ltccife, o do X.
Senborada Gloria doGoil. comarca de l'o d'Allio;
e rovngadas asdisposicocs era ronlrario.
Mando, porlanlo. a Indas as auloridades, quom
o conliocimcnlo e eiecucio da referida nmuelo
perlencer, que a cuinpr.vn c facain cumprir lo 10-
teiraiucnle como nella se conlein. O secretario da
prov lucia a faca imprimir, publicar c correr. Cida-
dedoRecifodePeroambuco, aos If de malo lo
l8.*>:l,lrige-irao segundo da Independencia e do im-
perio.
I.. S. Jote fenlo da Ciinha r Figueiredo.
Corla de le, irla i/ual I'. Bxt. inunda ejecutar
a rttolufSo da attemola legiilalieaproclneial, que
rnulrru mnrriomtr, approranio os eompromiaoi
das irmandildci do SS. Sacramento ia frnjueziti
de San Lourmeo da Malta, comarca do lleeife, r
de Nona Stnhora da Gloria do tloit, comarca do
Pao n". Ilho, 'erogadas > disnosimes em ronlrario.
Para V. Exc. ver.
Francisco Ignacio de Torres llandeira, a fez.
Sellada e publicada nesla Mentarla da provincia
de Pernarabuco, ao, I i de malo de 1853.
Honorio l'ereira de ,l:eredo Coutinho.
Registrada a fl. 17 do livro 3.' de Icis prov in-
eiaos. Secretaria do governo de Pornambuco, 20
de maio de 1833.
Joo Domingues da Silca.
LE N.lll'.l.
Jo-.' Benio da Cunda a Figuciredo presidenta da
provincia de Poriiambiico. Fuco sabor a lodos
us leus babitontas que a assombla legislativa pro-
vincial ilocrrtoii, o eu sanceionei a rcsulucAo se-
grale:
Arl. I. O pro
a di.pondcr a q,
-ie.lo de scuicnl
bein aSSlm COII1
Arl. '. (I pre
que as semonles
M"
as divers,
tribuidas
' 'Pl
iiini
polo
dentada provincia lira aulorisai
llllia que for necessaria para aequ
i danicllior caima deassucar;
s do inelhi.i algodio.
.Ionio piovideuciar de maneii
eheguciii a osla provincia nos m
B sua planlacao, sendo rcmelliil
as uiuiiioipacs, afim de seren di
iigricullores c fazendoiios de se.
qu
111,1 porr.
-'II
irlici|Hiu-
Vrl.il. Nos anuos que se soguirom ao deesa pri
meira di-lrihiiicao, senio obrigados os agricultores.
fazendeiros, eiu'c roccborain as semonles, a fm nero
aos seu. viziuhiis qu
v el dolas.
Arl. i. l'iain rovngadas as disposicocs em con-
Irario.
Alando, porlanlo, a ludas as auloridades, a quera i
cnnheeiinenlo eevocui.ao da referida lei perlencer
quo a comprara o faean cumplir lao iuteirameiili
romo nella se conten. O secretario da provincia I
faca imprimir, publicar e correr. Chinde do Hci i
le'do Peruanibucn, aos I i de maio de 1833, Irlg
limo-segundo da Independencia crio Imperio.
I.. S. Jos fenlo ia Ciinha r Figueiredo.
Carla di flpela qual /'. i:.rc. manda emula,
a restiluco da iissemlilca legislalica produca!,
que resolreu sanccionitr. aulorisando a iresidenriu
desla provincia a dis/iender a quantia que for ne-
cessaria para acqtiisicao de semeiites da melhorcali-
na de atmear, e lian assim rom as do mtlhor algo-
iliio, sol as couiliroes cima declaradas.
Para V. Exc. ver.
Domingos Jos Soares, a fez.
Sellada e publicada nesla secretaria da provincia
de Pornambuco, aos II do maio de ISM.
tfonoWo Pertira deAureioCouUuho.
Registrada 1.47 v." do livro :!. dolis i
caos. Secretaria do governo de Pernainbu.
de maio de 1853.
Joan Domingues da Silca.
Expediente do dia 8 dejaabo de 1863.
Olllcio.Ao vice-presidenlo :\,\- Alago, .Hiendo
quo. '"o uc.....ue remolle por rupia rio conimau-
danledasarmas desla pruvincia, licar S.Exc.seiru-
le do motivo porque nao foram houlem para e-a, no
por Haitiana, as piaras do oilavo balalbrio de in-
fantaria de que Irala o sen oflicio do 8 de maio ul-
Dilo.Ao rommaudanle das aunas, reeommeu-
daudo a expedidlo de suas ordens, para que um de
corpos ele primeiro linha preste no dia \ do corren-
le a hora do cosluine nina guarda de honra para as-
sislir a resta deSanla Rila de Csala eao Tc-Deum a
uoile, lleven.In a referida guarda dar.as salvas do
eslvl.i, para o que Ihe ser iorneeldo pila niianela-
lc da mesilla sania o ra Inxaiue ncccssaiin.Evpo-
liet-se urdeiii 10 arsenal de guerra para lentecer O
i-ariuxaue ele que so irala medanle complanle in-
demnisacao.
Hilo.A' llic-ouraiia de faienda, Iraiisinillindu
iviso de una letra sob n. 11, na iinporlaiiria <\c
SSOJOOOn., sacada pela Ibesomaria de fazenda da
provincia do Rio Grande du Korbvnbre a desta, e a
favor de Theolonio Coelho Cerquoira.I
ao Exni, presidente uaipiclla pruvincia.
Dito.Anjiiiz relator da junta dcjuslica, remol-
iendo, para serem rehilados em se-soda mcsir.a jun-
(ii.os proccs.os verbaes feilosaos soldados da conipa-
ilua Ra de caca.lores da Parahiha, Jos Francisco
los Sanios o Pedro Jos Ignacio.Parlicipou-so ao
Exin. vicc-picidoiiledaquella provincia.
Hit.An Inspector do arsenal da marlnha, di-
reudo i-i soliie.lo a,, son ollicio de 31 ele maio alu-
no, que si-ja sobreestada a Iransferoucia elo briguc
ngle/ /.'/./... g Mor. para O lamelrSo a vista elo que
irespe-ilo iutoruioii u provedorda saude.
Dito. Ao director das obras publica-, iiiloiran-
lo-a de haver vista de sua infoiinacao laucado no
rcqueriinenlo dns moradores o proprielarios ela ra
la travesa do (luoimado, acercado ealcanieiilo da
ii.snia ni...o despacho seguinloConcedoaliccn-
ea podida, eom lano porem, que se observlo as
in-li uceos da ilirectoria das obras publicas, yuanlo
ao forueciinenln da podra nao pude Icr, pelas razos
expendidas pelo director.
Hilo.Ao mesmo, dsvolvondo as prnposlas que
a......ipanliaram au seu ofiiciu de li do correle) allm
de que ronlralo a rarlura dos dous tanques ou re-
scrvalnrios do ferro, noceesariw para deposito d'agua
no ralo elo.....le ela casa ele delenrao, elcvcndo Smc.
proferir a de C. Slarr A. Companhia, que se olTerere
a laxer essa obra com forro galvanisao e a :wo rs. a
libra. Cunimunicou-se a Ihcsouraria da fazenda
provincial.
Kilo.Ao mesnio, di/en,lo que pele lavraro lor-
ino do r. el.nnenio definilivo da obra dodocimu-lci-
eeiro lauro da estrada ela Victoria, da qual be ar-
rematante Jos Cavalcanli Pemil do Aiovodo. vislo
Icr-se concluido no da -2 do correlo o praxo deres-
ponsabilidade para a riila obra, eaeliar-se ella era
bom estaelo de conscivacao, corlo de que nesla elala
se cxpcele nr.loni a Ihosouraria da fazenda provin-
cial para pagar ao ditaarrematanle a quaulia a ipac
lem direilo, conformeSinr. solicilou.Neslcscnlielo
oniciou-se a mencionada Ihesoiiraria.
Hilo.Ao juiz do direilo da segunda vara desla
u.l.i.le. para quederlare quanelo poder reiueller
para o conselhoilo invesligai,'ao elo rorpo de Hiri
os livros o mais documentos, que Ihe foram envia-
do- para eoidiee-cr ela responsabilidado elos emprc-
gados a quom conipclia o exame desses docu-
antos.
Hilo.A' Ihcsouraria da fazenda provincial, para
que i vista do comnclenlc ccrllficado, inaiidc pagar
no arromnlanlc da ponte dos Afogarios a importan-
cia da primeira preslarAo a que elle leu, direilo, por
le feilo a bna liarle das obras do seu ronlralo, con-
forme elcclarou o mesnio director.Conimunicou-
sc a este.
Dito.Ao presidenta elo consclho de salubririadc,
enicllenilo o olllcio eiuo acaba do rcccbcr ela cma-
ra municipal da cidade elo Goianna, llin de que,
v isla do que ella expAc, indique Smc. um I.nuil.He
vo queso poeta conhalar para ir aquella cidade Ira-
lar dos onfermns in.ligenles, enviando una relaclo
dos niedicanionlos que se deverflo mandar.
Hilo.Ao cninmanrianle do corpa de polica, para
mandar apresonlar em frcnlc ela igreja malriz ela
lloa-Visla no dia i2 do rorreulc a hora do coslume
nina guarda de lioura cora bandoira o msica, pura
lir a fosla do orago ela mosma igreja e ao Te-
flciiiii a nolle, Cuando sera effcilo a ordomquehon-
lem se Ihe expedio, allm de prestar guarda para a
fosla de Sania Rila de Csala.
Dita.Ao presidenta da junta de qualillcacfln da
freguezia do Bonita,dizendo que com oscu tifiiio
de2 ele abril ultimo rcccbcu a lisia da qualillcariio
dos volantes daquella freguezia.
COISKANDO SAS ARMAS.
Quaretl feneral do commando das armas .da
provincia de Pertumbaco, na eldade do 1U-
clfe em 9 de Jubo de 1863.
ORDSM so DIA af. 33.
Publica-e para que lenha execuejao o olllcio abai
XO 11 .iii-ii i pl..:
a I. seccAo. Illm. Sr. Haja V. S. de expedir
suas ordens, para que um dos corpas de iirinioira li-
nha presta, no lia I-lelo rorrele i hora do coslume.
urna mana de honra para assislir .. fosla de Sania
Bita ele Csala o ao Te-Deum i uoile; devendo a re-
ferida guarda dar as salvas do csljlo; para o qui
Ihe sera forncciiln pela iruiaudndo ela mesma santa i
carluxamc necessario.
Dos guarde a V. S. Palacio do governo do Per
nainbnro ora 8 do junho de 1853. Jos fenlo di
Cunta e Figueiredo.Sr. brigadeiro coiranandanle
das anuas da provincia.
O balulhiio quarlo de arlilluria a pe lie o designa-
do para cumprir o supradilo olllcio.
Candido Ual Ferreira.
Ajudjule do ordens cncarregado rio dclalbc
l'ERNAMCO.
COMARCA DE NAZARETB
6 de lunho de 1863.
./c ue ramb entrar eu un pay* ou les tkaptua
n'onl pan Ut fall pourtoutrir la lele... dista cerl.
e.....i......-i.i. fallando da corle, dondo queria pr-so
lonco, por causa da etiqueta.
Porque riecopeao n.io passarla esle gaialo, se r
arle de percados viesso ler a esta cidade, onde so
cosluma punir Mveramonle aos descoidoso que, ai
avislareni rcrlos pcrsoiiagci, niio levara respeilosa
mente os chapos aballo !
Na manilla da boje, sabio riaqiii para essa capital
0 l)r. Breeleroiles c um lllbo .lo cscrivAo Ranga), ni
chcgaroui no rio { -KM) passos punco mais ou meiio
desla cidade ) onconlrarain-so com :1 moradores di
ra do Bom Jess, a quera dcixaram de ruiiipriincn
lar com o chapeo na mito, por dlslraliiilos, o nlorlo
na coavena, em i|ue iam : niio foi preciso mais pan
que os Bom-Jesuonscsns pnzcsseui pela ra da amar
gura, oalosaueaeassoni eom facas c cceles, di
queealavam manidos, mo indo perdante por niel
lcr-so de per malo un eadele, que casualmente os
lava lom iodo h.iiilm nena occasiao, o qual lem o
sohronome ele Casado Lima.
(i commandanta do destacamento leudo disto no
ticia. irameili.ilaincnlc parti para o rio com urai
escolla, e la acliou ainda os Iros rigoristas, que po
viu das diividas, avislando-o, arrcnierarain suas fa-
cas para bein longo, Hcando apenas com os cceles
que cacetas, caria um linha qualro i|uinas 1
O commandanta os fez desarmar c prender a or
dem dntlelcgado : um delle- he aquello Aulonii
Bernardo, ele qnem jo Ihe fallei cm oulra occasiAo
quo saecudira o chapeo do alfailo Jos Gregorio poli
Chao, para cn-iiia-lo a ser ceirlez.
Esloii vendo epie muilo breve nao compro mal
chapeo, n que ser bein bom, vislo romo nao posse
tolerar dar BU o mais por um chapeo ; arre cora o
Sis. I'rance/es I lomara que o Aulonio Bernardo se
lembrassc de ir quciinar-lhcs as fabricas.
No expedienta do dia > de maio ullimo, publica
do no Diario de 2X do mesmo mez, faz-sc menea
de nina lirciicaqucoblevco capilaoo comniandan
le do de-laramcnlo ele-la cidade para ir a cssa eapi
Ial: Icmliavidu pin i-.o scus ilcsgo.lns. niislurado
com recelos, deque S.S'indo, nao vollo mais ; .
por osla causa j cspararain para dia ele S. Joo i
reprcsonlacSn llicalral, que se preparava para o dii
do pa.lroeiro rio imperio; eousa dequelivehon
raiva poi licir lanibcm ailladoo nicu desate ele assis
lira osle c-peclaculo, i|iic ha de ser bollo.
Tennis lido abundancia do ebuvas : boiilem, pe-
la primeira vez oslo anuo, velo o nosso i'racu-
ubein com ulha ebeia, queo pozde nado : lanibcui
j tamos multo boa carne, c por prego coninioelo ;
mas a fariuha cali iusiippoiiavct: sabbaelo e-lcvc a
:i palaoas !
Fleo eom bein lucilo das enmaras de sanguc e tas
fobres azuos c uniarellas, que vAo grassando in quan-
lilalc ; ainda a-omaiia passadn astas ullinias lev arara
a sagra edous cunlmeloj elo Dr.jnii de direilo.
Por fallar nislo quero eonlar-lhc una loinhraura
In povn desla Ierra, que he o inosnio cuino o pnvo
das oulras parlo., amigo de Interpretar as accOes
dos grandes por nina forma que bem Ihe parece:
n.io se leudo S. S. o Sr. juiz ele direilo .mojado pola
mor lelos prenles cima, provavelraeole para niio
atrazar o expedienta a son cargo, opovo lem vislo
nesla deliberaran de S.S. una medida do higiene,
pelo que julgu que elaqui por dianta nao havor.i
mais quom se aojo por quera inoi re de tabres unia-
rellas.
Saude c eliubeiro Ihe desojo.,V.
. 'Carla particular.)
COMARCA >E GOIANNA
7 de junho de 1863.
Hopoisda minl.a ullima nada lem ocrorrielo nes-
la enmarca, quimn a paz, iianquillidaiic aseguran-
te publica, pniein respeilo a salubririadc vamos tic
mal a potar, ata das rospeitabelissimas cmaras ele
sanguc, quone-les ullinios elias leni-se elcsenvolvido
em grande escala, tein de mais apparccldo alguna
isas de tabre aiuarella ; islo poshi avalla rumii lulo
i--i.ii ,., desanimados os habitantes desle lugar; os
mlscraveii quesaoacommeHdoa de epidemia perc-
eeill a falta de curativoe dieta, os que te.....leios lulo
eticonlrain mu fucullaiivo euio os aaaisla, de dous
que libamos nesla cidade, boje mo lomos mu,
nii-la-ine que um delle-, o cirurgiaol'eixolo, scudo
chumado paca medicar um .lenlo no cngenlm Mc-
rorepe ah foi acommolliilode epidemia, nuilru que
lie .. llr. Firillino nao pode rhSgar para lodos, UU-
mmente sendo chamado para mediear ao sonbor
elo eiigcuhn Miranda, ahi se lem demorado, c esla
ciibnlo rinilinua em desamparo; niuiliis pewMI lera
recurrido ao nosso l)r. juiz ele direilo, iras ronliados
na amizade c oulros cm seu coraran hem-faxejo, c
por raridiulc lera medicado a mis esalvado a oulros,
e assevoram-nic lodos que rom limita fclicidade c
da mesnia forma se lera prestado u llr. Honorio, n
liuo; qual lem curado lelo svsleina b..inie,qinlir
i rao coii.la que o fcvm. Sr. presidenta i
a cmara municipal desle Ierran desse ai
ia- a seu alcance, de modo i salvar-so i
llblll
lanos de-a cal amulado publica ; porlll e-la ;......
presenta nada lem Coito, cnih.ua milrn os nielhores
elcsejos; falla-lhe iiccessaiijnieulc um medico a
quera oonlic un h"spilal que eleve ser organisndo;
asscvcrum-iue que ella seeiiiigio ao governo incon-
tiucnle a Ial respeilo.
A mortalidade do mez panado, segmidu csiou in-
formado fui de Hf.l pessoa-,
f) invern por aqui vai mullo bein, a eareslladeis
gneros val em progresso, a fariuha e-l.i B39 palaoas
no alqueire, feijilo' e niilho nAo ha, o que apparece
goza de um proco c>
lem barateado, a nielh
Adcos al..iilra vei
di.
npraalOj
, dem.)
liaras
ll)!l!W!IIMl\ll\.
nevera
u Sr. / '<
> pron
9 ohli
'dadei
le peb
uliros eofileiaesqui
al aqui s lome
lentos oflieiacs qui
i quaes est pro-
Srs. ledartores. i)K novo recorro a Vs. Ss. pa-
ra Ihe- rogar a inserrn no seu bem rnnccilu.irie
Diario dcsRis poiirns linlias, em rcsposla i curros
poniloncia du Sr. lerdiuleiro, no mesuro publicada
cm do prsenle mez.
Oorrcndon pessoa quo allega
gaco de provar, liinilo-mc a d
io que aguardo a aprescnlacAo,
silabarle, de ilnrunienliis aullu
in.i.irera evidentemente quantt
niin.'iailo, c ileslitiam os .loen
pela mi......parle j publique-i,
vado que o qocerno de Sua Maqeslade Fidclissima
mandan pdrtm exteapioo decreto imperial n. 88.
e regulamenlo annr.ro de Hite noremhro de IKJI,
rotpeilo dos agenle consulares e subditos bra-
siteiros, residentes em Portugal e mus dominios, e
que etus empregados lem arrecadado naquelle rei-
no e remeltido para esle imperio os etpolios dot
sen- compatriota* all fallecidos.
> .lo sel queni seja u cnvalleiro que se assigna sob
o iiome dercrdadejra,c nem ( apelar da sua
assercao ) o autor ela caria de Lisboa, cujo extracto
foi Irnsiriplo no Diaria de 28 elo mez prximo pas-
udo, islo, porem, niio vtjm ao caso ; a epieslAo au
he de personalidades, lio sim queslao de prova, c
esla he que cu espero do Sr. I'erdndeiio, o qual, il-
In.irado como o siipponbo, deve mili bem sabor que
para so contestar actos pblicos, c documentos au-
Ihenlicos, como os que exhib, nilu be bastante snc-
orrer-se a sublilezas .l'argiiuienia.ao, iiciu cilar
virados de carias. Recife 8 de junho de 1838.
Jnaquim Baplinta Morara.
Desconlo de lelras de 6 mezo 9 por cont ao
auno.
Compras de aisucar.
Braceo ;i. sorle a k*0 c 29330 rs. por arroba.
Mascavado escoltado a 1700 rs. dem.
Compras de oemonlo a 58200 r. por borrica.
AI.FANEGA. __.
Rendlraenlo do rita I a8 9:l8rW>.>!t
dem do dia II....... 19:16893*1
113:35730 I
Personan,
Augelo Mallpicri, Pode
DeicarregamhojeiO de junho.
Patacho oidora hu guo/ Basserman mercado-
Barca pcrlugiiezaUal ditas.
Briguo brasileiro KMra gneros do paiz.
Briguo brasileiro Fortuna pipas o barricas
lliaie brasileiro Anglicagneros elo paiz.
Hiato brasileiro Ducidos dilo.
Importacao .
Escuna ingleza Alfred, vinda ele Liverpool, con-
signada i Schrainin & Companhia, manifeslou o se-
guinle : III I.meladas ele carvo ; aos mesmos
ciinsignalarios.
CONSULADO GERAI..
Remliiiienlododia I a 8.....25:0I23.JI3
dem do dia 9........:(Ki761
do drama.
can Sr. Jnaquim Jus Be-
cerra.
Calharina BragadiniD. Carmolla LUcci.
Tislie. aclri A BF.NEFICIADA.
Rodulpho O Sr. L. C. Amodo.
Ilomodei O Sr. J. I). Coimbra.
Auarcslo Galcofa O Sr. Rotoudo.
Koginela I). Rilla.
Daphne Jwuina.
Um pagem O Sr. Sania Rosa.
UiuzeladorOSr, N. N.
O Jalo elo Sanio Aulonio de l'.t.lu.i OSr. Soba.-
lido.
Uni|)orlciro oSr. N. N.
Um arcipresteDito.
DENOMINACAO DOS ACTOS.
Primeira jornada A chavo.
Segunda tornada O crueinxo.
Tcrreira Jornada O branco pelo prelo.
No um elo drama ler.i lugar a cena e duelo da
opero ZVIter de amor do maestro Donizelli
QUANTO AMORE
cantado pela scnbora I). Carrada l.ucci e oSr. A.
L. Garca, que graciosamente se presta em obsequio
beneficiada.
Terminar o ctpcclaculo com a primeira repre-
-i i.t........ do Lu li-iniu e Jocoso drama cm un acto
denominado
3I:0JI3277
DIVERSAS PROVINCIAS.
Reiidiineiilo do dia 1 a 8.....1:0909212
dem rio da 9........ 167o 10
1:2583122
Exportado'.
Parehlba, Mala nacional Flor do Brasil, ele 28
toneladas, conduzin o souuinlo : 210 barricas ba-
callnio, 15 dilos rarinhaitalrigo, 2 voluiiicsdcmo-
Ibados, Jim c, i va- com sobiio.
Pbiladclpliia, barca americana John Farnum, de
316 toneladas, comluzio o segolnle :3,ta0 aaceoa
ruin III, 100 arrnbas ,lo nssueor.
Macelo, briguo ingles Camilla, de 268 tonela-
da-, comluzio o segrale: 300 barricas cun 300
quintaos de baealho.
KhCEBKDOUIA DE RENDAS INTERNAS GE-
It.VES UE PEBNAMIILCO.
Iteiidiinciilo do dia 9.......5:3723816
MOVIMENTO DO PORTO.
Nucios entrados no dia 9.
Ceorn pclu Assii 20 dios, do ullimo pnrlo 10, la
io brasileiro Anglica, de 82 toneladas, ineslrc
Jeis Jnaquim Alvos da Silva, equipagem 7, cor
ga varios gneros ; a Theoiriiilo Scvc \ Cumpa-
ulna. Passageiros, Tito ilieodoriro de Caslro
Feliciano Eleulerio do Oriaonto Brasileiro, c Ma
ria Ceferina da Gloria.
liba ele S. Miguel 33 dios, csriina inglczo Dol-
phin, ele91 hinolaelas. rapibu Thomoz Sloiner
ciiuipauera 7, cm laslrn ; ao cnsul iuglcz.
Natos salados no mesmo dia.
Babia lliale brasileiro.Iinelia, ineslrc Joaqun
Jos da Silvoira, carga varios gneros,
MareillliO e Par l'i-eiina brasileiro Emilia, ra-
pihlo Aiitunin da Silvoira Maeiol Jnior, cara
a.sucir o milis gneros. Passagolros, Jos Tilo-
ma v .M.uiloirn, Manuel Aulonio de .Moros lilho.
Jo.Gellrov, e Jooquin l.uiz Ferreira cora pos-
aportes.
Pliilariolphia Barra amerirana John Farnum.
capitn John Willians Coulls, rarga assucar.
l'nssagciros, Eduardo Bolli c sua lamilla.
Morsclha Briguc rranrez Charles .Idolpho, rapi-
(Jo Codoii, carga asurar.
EDITAES.
ti Illm. Sr. inspector da Ihcsouraria provin-
cial, em cumplimento da resoliieilo ela jimia da fa-
zoiuhi ele 19 do crrenle, manila fazer publico, que
nos dios li, 15 c 16 du correle peralto mesma
Junta, aa ha de arrematar a quem por menea lizero
fornecinieniu dos nveriicamenlos e utensilios para
a enferniaria ela roileio elesla cidade, pclu lempo de
um i.....u. a cuidar do I. ele jiilhodu crrenle aun
a 30 de junho de 1854, As peaeoas queso propo-
zereni a esla arremataejio, comparecam na sala das
sossi.es da subrcdila jiinla, us dias cima Indicados
pelo meto dia, ennipclenleinonlo habilitadas, que
ahi Ibes ser.lo presentas o formo! rio c i-ondiiries
d'arreinalarAo.
E para cunslar se manduii nflixar o presenta 0 pu-
blicar pelo Diarlo. Secretaria da Ihaaouraria pro-
vincial de Pornambuco 20 de maio ele 18)3.-0 se-
crelario, Antonio Ferreira iflnnunciaco.
O Illm. Sr. inspector da Ihesuuroria provin-
cial, cm cumplimento da retolucRo do Jante da fa-
ienda da mesma Ihcsouraria, manda fazer publico
que, nosdiusll, 15 c 16 elo rorreulc, se ha ele ar-
rematar, a quem por menos lizor, asimpressoes dos
Irabolbiis dos diversas repartirnos publica) proviD-
Claes, avahadas em 2:6K--s|)00 rs. A arrenialacAo
i fcila por lempo de um auno, a contar do I, rio
julbo du curenlo an.....a :l ele juihudc 1851. As
peanas que so propoierem i esta arremalaco, com-
parecam na sala das sessoes da mesma jimia, mis
dios cima inelicailus, polo mcio dia, conipolcnle-
inciiio habilitada*.
E para constar se inanrinii olllvar o prsenle e pu-
blicar |.elo Diario. Secretaria da Iheeouraaia pro-
cial elo Peruambuco 21 doinoio de 1851.0 se-
cretorio, Antonio Ferreira d'.liiniinciaeo.
t) Illm. Sr. inspector da ihcsouraria da lxen-
la provincial, cincumplimento da ordem rio Evm.
Sr. presidenta da provincia de 25 do crlenle, mau-
la fazer publico quo no dia 16 de junho pruviiuu
vmdour.i,so ha do arrematar a quera por menos li-
zer, peanle a jimia ria fazcuria ela mesma Ihcsuu-
a, a obra elo 15- lonco da estrada do Pao el'Alhn,
diada em I8d50|6w i*
V arreinalai,i1uscr feilo un forma dos arls. 2i o
da lei provincial u. 986 da 17 de maio do 1831,
c seih as clausulas espeeiacs abaivo copiadas.
A. pe-.oas quo se propozerera a esla orroinalacAo
:omparecam na sala das sessiies da mesma juula nu
lia cimo dcclara.lojielu mcio din, rorapclciilcuicii-
le habilitadas.
E para constar se mandn .olivar o presenta c pu-
blicar polo Diario.
Secretoria da Ihesiinraria provincial de Pornam-
buco, 27 de maio de 1853. O secretario,
Antonio Ferreira da AnnunciaeSo.
Clausulas especiaes para a arremalarilo.
I.' As obras rio 15- lonco ria estrada do Pao
l'Allio scro feilas ele conforinidaita com o orca-
ionlu, plantas, perlu lungiluriinncsef Iransversacs
ipprovada pda directora cui consclho, e apresen-
lados o i|iprovoe;lo elo Exm. Sr. presidenta da |iro-
vuioio no Importaucia de l8:56IL?titii is.
S.a As obras do 15* lance principiarlo no prazu
ele 30dias,cdeveiAo iilliinar-se no do 12 niezcscou-
lailosna forma rio arl. 31 ela loi n. 286.
3." A importancia da arramatai-jo soni paga cm
i preslaces iguacs; o primeira, dopoisde felle
tarro das obras do lauco, a segunda, depois rio com-
pletados dous tarcos, a tcrreira, quando forcil.
obras recchidos provisoriainciilr, c a quinta, depo
la enlrega dellniliva a qual leni lugar um annu de
pois do rccebimenlo provisorio.
i. Para linio o que nilu se arba determinado pe
la- presentas clausulas seguir-se-ha u que dispe
tai provincial n. 286.Conforme. O secretario,
Aulonio Ferreira da Annumiari
mu no de
foraiidciro.
Per
Mauricio, vclli
I a/e I la, 8110 lllha .
Helena amanta ele
Osear, csluriante
Adores
O Sr. Senna.
A Sra. D. Canuda L.
A BENEFICIADA.
O Sr. L. C. Amodo
M.u indio, ven,,, organista. OSr. J. A. da Coso.
Jos, criado elecslalagcm. .OSr. M. B. Lisboa.
Com esle diverlimcnlo julga a bencllciada agradar
i seus prulcrlorcs c ao respcilavcl publico pcriiam-
liucnno, a quem ser etariiamcnle grata.
Os hilhcles arboni-se em cosa do henol'u i.i.la, ra
ela Cadela de Sanio Antonio, casa Apollinca, c no
elia do es|ieclaculo no escrlplorio do lliealro.
AVISOS MARTIMOS
PAKAO KIODK JANEIRO
Scguovlagem em paucas elias o velciro pala
al -V.j
Luz, recebe
prelcnricr eraba
uicamenlc escr
ar onlciida-se
apilAu Vital Jos ele Mallos, ou na proeja do cum-
niercio n. 6, escriplorio ele Manuel Ignacio ri'tlli-
veira.
RIO GRANDE DO SUL.
O briguc nocional Pampeiro. j coiihccirio pela
sua boa rousliucrAo e inarrha, lem promplo o .ai-
regainento. rom que eleve seguir ao Rio-Grande do
Sul ale o ella 15 elo trrenlo : olTerecc, porm, pro-
ra para alguma rarga a froto: trala-se no escriplo-
rio ele Baltor & Oliveira, ra da Caricia Yol ha n. I!'.
E.i a carga para o Passo rio Cauaragibe a
barca I 'ajante Feliz, muilo estanque o velciro:
Irolo-so cora o mcslre ajiardo, junio ao Irapiclic du
algodio, c na pa da Ci uz n. 3i.
LEILOES.
LEILAO.
I". Souvoge ; Companhia far.io leihlo por tonta
elo seguro, em presenta rio Sr. cnsul franoez, e por
inlirveneao rio agenta Aulunes, ele una barrica rom
2l5diizios ele limas com ovara, vietas pelo briguc
Cetonia iua rcenle i iagem, sella fcira 10 do cor-
rele as ti horas ria manh.la, em sou armazcm, ra
ria Cruz ii- 8.
ti Sr. Eduardo Bolli, anles de reliror-sc des-
la provincia, auloiisnu oo*geiilc Oliveira, a vcndoi
eniloil.in puhlicu, lud, o mobilio c mais adornos
ria sua eos, eonsislinelo em comas ele ferro c ele ino-
eleira, sofiis, ronsolos, marquozos, mesas, carioiras
usuaes, rie bracos e ele bataneo, uparodores de me-
sas, guardo-i uupos, conuiindos, lavatorios, alguna
com peilcnras ele porcelana, csnelhos pora salas,
(oiicariori's, relogios para cima ele mesa, chrislaes,
apparelhos do mesa e ehil, qunelros ele rara cscolha,
um magnifico piano forte ele cxrellcntes vozes o
quasi novo, uma Mirarla ele obrns ilos melbores au-
tores franrezes, bem eucadernados, c elomuilos ar-
ligos ele goslo e ulilidade: lera pois lugar o lcilao
ilos referidos objeclos, lcrca-fcro, 15 do corrcnle,
os 10 horas da manilla, na ra rio Scvc, sobrado do
Sr. Jos Gomes Leal, prximo au da scnbora vtava
dcJoAo Maria Scve, ourie oulr'ura evislio o collegio
Sanio Aulonio.
AVISOS DIVERSOS.
i.i.i
DECLARADO ES.
COMMERCIO.
PHACA !><> RECIFE 9 HE JIIMIO AS 3
ORAS I)A TARBE.
CotMOeS nlllrioes.
Cambio sobre l.nudre- a 28 l|2 d. 00 el|v a eli
nheiro.
O consclho adminblralivo, ora virluele du uilo-
i.aran da presidencia, era oflicio de 25 de raoio pro-
limo paseado, lem ele comprar poro forneciincnlii
lo arsenal de guerra os ohjerhis scguinles : liul-
lanria rie forro 133 rotados, panno prelo pora po-
lainas 66 coyadus, bules de osso prcios 30 grozos,
dilos hratiros 17 tillas: as possoos que quizerora
vender lacs objeclos apreseiiloni suas proposlas em
carias fechadas, aconipanhadas das r.....plenlos
omoslros, na secrelaria doconselbo, eslobelecirio no
arsenal de giienn, as 10 horas do din 11 do corrcn-
le mez. Secrelaria rio lausclbuadiiiinislralivo Dele
junho Je 1853.Brilo Inglez, coronel presidente
Bernardo l'ereira do Carino Jnior, vocal e secro-
lario.
O arsenal do mnriiilia compro pora os obras do
niellioramcnlo do porlo, canoas novas ou usadas
em bom oslado.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
SABBADO II DE JUNHO DE 1855.
BENEFICIO l)\ ARTISTA
MNDELA I \\ I \ \. LUCCI.
Hopoi- que> -enlior director ria orebestra o mais
professores, esecularcm uma ove .lenle ouvcrlura,
subir scena pela primeira vez nesle lliealro ori-
quisiimn e inlcressanle drama elo Ilustrado eserip-
lor francs Vjrlor Hugo, dividido era Iresjormulos,
intitulado
ANGELO I YR.VNNO DE PADL'A
ni a actriz mimn.
lUISIRlBLTCAO.
I'recisa-se de una ama ele leilc
quo linha oilo mozos ele parida : na l'raea da I n.l.
pendencia llvrarii u. de8.
SORTES PAKA VE5PEBA DE S. ANTO-
NIO E S. JOAO'.
Vende-sc papis rom sorles divertidas, para en-
liclimciilo elas sorles eleS. Antonio, e S. Juan a 10
rs. caria tira : na livmria n. 6 c 8, da l'rac.i do Inde-
pemloucia.
l'reoiso-se fallar an Sr. Joilo Francisco Upa,
c como se ignora sua n..sslenrio nesla praea, pede-
-e Ihe .po so dirija n livrnria n. 6 c H da praea da
LOTERA DES. PEDRO 1ABTVR.
I luje ai 10 horas em >< > i< >. andatn us
l'OrJna un roiisislofio (lu Mnlriz. ta Bou Vis-
ta. Refcife 10 tle junho de 1855.
Jusp Teizeira Busto.
Todos os prensarlos elo Forlo elo Mallos n-
ziiiii ria cunllanca elo iavrailorcs, c do commeroio ;
o como poileriam ellos recolher nos seus armazeiis
u genero rie mis c oulros, se conlianca Miles mi
houvcssc7 Mas, se islo he cerlo, o be lamben, que
aquelles quo maior numero ele iransacees eHecliia-
reni no auno, e maior deposito liverem us seus
respeclivos armazens, maior conlianea Iccn ellos
i.iei e. ido ,io. lavraelores e commerriautos ; que es-
sa prosneriilade nflo pude ter oulra fonlc. Casa evis-
le no lorie elo .Mallos, que sem commerriar inoi-
el orte, que faz lautos un mais Iransacees animal-
mente, e nem assim recollic no seu armozem lautas
ou mais saceos cora algoilflo, que lodos os signata-
rio! da correspoiidcnria elo ian'ii de Peruambuco
n. 1-20, e era por isso be mais soberbo essa casan.
So alguem ilislo duvida pcrgunlc anOiiinquim.
O modesto.
associa;ao' co.mjikbcial dos
locistas.
Em virtude doartfeoSl dos e$tatutos,
(jtie regein esta associaeiio, so convidn-
iliis ossimis Miembros pura compareri'ii'ni
na casa de sitas sessoes, no din domingo
12 do cori-enle, as 10 horas da manllSa.
Precisa-se tle nina ama de' leite: na
ra do Queimadon. 40, primeiro aiidnr.
informai;ao' AOS especiladoki-s
DAGARAPA.
As ritas mais IVeiptentiulas ailiialmeii-
te pelos consumidores desta deleitarle
bebida, sao:
Paleo do Tetro, preferencia a lanocirias.
Largo da Hibeira, lado do pei\e. v
Bita e Praia de Santa Bila.
Ba do Nogneira.
Ra da Calcada,
lina Imperial, lado do mar.
Imniediacii'8 da rita Augusta.
Quem mais ligninas uilbrmai;es pre-
cisar : dirija-se a calcada ele 8. Jos', ela.
7 horas da ooila por diaute.
Acahamdechegarpela barra Leal,*
novas aementesde horlaltcas de ililleivii '
tes tpialiclueles : na rua largelo Rosario
loia ele miiielezas D. 22.
SAMA HITA liECASSIA.
A mesa actual ela vcncravel Iriunnda.le ela glorio
sa Sanio Hilo rie Cansa, faz setenio que a Tosa di
Santa Malriareha lera lugar no dia l do oorrcuh
rom vespera, resta eTc-Deura, fazendo |ionlihonl i
Eviu. Rvm. Sr. Monscnhnr ria rapello inqierijl lli
Francisco Miiniz lavares,sendo preeodoron l.vii
gelho o Rvm. Sr, pregador da canella imperial i
dro meslrc Joao Capislrano de Mcndonca, c ao 1
Dcum o Rvm. Sr. ev-provincial do (irrao Fr. I.i
rio Monta Cannello ; pelo que convida a ine-a I
luol. a lodosos IrmiiiK e devotos da mesma mal
archa eninparecereni a loes ocios, c muilo rei'oi
menda que no dio orima dito conipnrccam as 9 I
ras, pois a tala principiar impreleriveimenlo as t
*
io
P
in
ce
.1.
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In
do
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qu
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'I u
VO
H
n
1101
lili
18!
qu
at
'do
OSr
Manoel Augusto de Figueiredo quoir
v ir resgalar o sen penhor, no prozo ele 3 elias, COOll
dos da dala desle, que rio oonlrorio scrii vendido |W
ra sen pagamento.
f) aiiniinciu inserto nesle Diario ele H do ror
renta, com as lelras miriacs J. I'. M. nao so cuten
ele com 0 Sr. Jo-e l'en cnu .M.ll inln..
nea
do
Je.
ro/,
divi
bal,
so el
ilas
roe,
e
nio.
'ser
nu
Ixi
^l ITII A


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BJ""^=^"
TRUNFO EM PROCISSAO'.
Aoque nos diz a lluatral revista,
Assovera o Prosaico,
E com vos marcial u Armado de osporoescnlrcasgaTlinlias,
Asovaooes lis damas de llicalro
D'ora coi vonle se hilo do faiir fra,
l'ra asiumploH nao dar a vis r-nsore,
Que no Sania fsabel nio querem corflas.
I'er nao tomos, mas gustamos muilo
1 caiinhas lionilai ver no palco,
Agradar he merecer.
Se pin- osla un aquella nos agrada,
l'or islo ou por iquillo, ou quer que sejn,
Querenio-lho o Iriumpho.
Assim ser.Gruamos; temos dito,
lie fin.i do thealro onde se campa,
Aos invejosos dando duque e male.
Vii pois .1 iiurina deovac&es futuras,
A' quintos beneficios (orem dados
A's estrellas da scena isabolina.
Ir na frente do cortejo, um maelio,
Que turba Irluinphal naodc vergoiiliiis;
Levar dous r.inu- sobre a cangalfia
Heplelos de odras, qvadreat o snelas:
Sobre a carga mimosa ir sentado
Um t, masque nao be o Sr. (recia,
Com mito larga cspalhando a tal fazenda.
Y nina carraca a par do Careteiro
I rilo os fahriqueiros agachados,
Knlre (arrapos, por modestia, ocultos.
l)o carru triumphal na frente excelsa,
I ni grandiseimo po ir fincado,
No qilal urna handeira, em que pintados,
Km perfumadas lellrasamarcllas,
Ver-sc-hao do Careteiro os cinco jacios.
Hcgular do sahimento n marcha
Cario d'a lar ve, d'occulos reluzentes:
.Id eternam menwriain d'esse lempo
Em quesaias veslio nos Ihcalrhiho*,
Ensillando o papel por Ira/ das sceuas
l>c inanlo de saloia ir Irajado.
I'ni carro i quatro levar a dama;
OJoehey reger os dous Ja frenlc,
Kraldiqueiro dileclo enlrcmil uulros.i
Que ululandosempro atraz, c a tanto (einpo,
Denla vez finalmente ir dianle,
Sein lipa enlo, seni rravo liranco oo peito,
Vosl'do en casaquinho do velludo,
Keliquia usada por quadriz (raquinos,
Layando na cabera inmensa gorra.
Ti izando um lado o dstico seguinte :
Verso cambado; ed'oulro lado esfoutro
Proza de holequim. Estes lelreiros
Sero de tal inaneira enllocados,
Com engenho c arle que ligurem
Coulinuaro de ambas as urelhas.
0 redactor em ebefe das caretas,
Oulr'ora de cncheira illuslrc chefe,
Uovcrnarii a Irella da trasoir.
Sdb oossouloda dama em grossas lellras
Gravados estardo as olmofidns,
le Thalia c A/e/iumencos emblema;
Tragedia se lera; lcr-sc-lii Comedia'.
Em grupo arl si iro
Tcr luanr do sabio l.a l'onlaine
A pequenina rl, lomando vcnln,
Ao Indo dclla um frade de sabugo
lili lanibor, um |iandciro, um cornlpio.
I'finia levar da noile a herona
l>c brancas flores o reguco cln'io.
Ii-llic-ha no trato a turba enlhusiasla
Atacandolro/e, rallando traques.
1 ni lapul de casaca de velludo.
Acenando o gritando em voz rouqiicnhn,
Iciluir o cortejo.
, O Sunipalhico e o sensiccl.
Desappareccu no da 7 do rorrentc una escra-
\.i de nomc llencdirla. de naro Congo, reprsenla
Ici 10 a "id anuos de idado ; sabio rom vestido de
i hita rilr de rosa de listras, e com panno da Cusa,
baila, falla orossn c ronca, c nao se explica beta:
roga-M as autoridades indiciaos e aos capullos le
campo de apprcheitdcrcni e lc\a-la ao palco de Tcr-
ni n. I!l, qucsoio generosamente gralilirailos.
' Prccisa-se alugar una casa de um andar, ou
memo un priincro andar que lenha boas salas e
rommoilos para familia, em alguina das ras princi-
pies da freguezia de S. Jos: na na llrgl do Ro-
sario, loja de inudezas n. 20, se dir qiiem prc-
U LOTERA DE NOSSA SEMIOliA 1)0
ROSARIO.
II Ihesourciro desta lotera annunciii que oonli-
ua a pagar nos dias uleis os premios da I." i." par-
le da i." lotera, na ra do Quelmado, loja n. 61;
mim como esporo venda no din 11 do correnli',
O) buhles di 2." I." patlc da 1." lotera, e breve
marcar o dia mprclcrivcl para o andamento das
rodas.
CASADA ESPELUNCA, RA DOQUEI-
IIADON. 01.
Tendo boje de correr as rodas da loleia de S.
Pedro Marlvr, o caulclisla di rasa anua aiiuuncia
aoa -cus fragala ana lera c\|msio .i venda as suas
raulclas. as quiies vender ale a hora da cvlraccilo
da dita loleria, sendo os preeos Mguiolea :
Quintos......:toK)
Decimos......19IIH1
Vigsimos......971X1
TACHiGRAPUIA.
O proessor de tachigiaphia Carlos Eriieslo .Mes-
quila I al uu. ii'in aberlo um curso do Bita arle na
casa de -ii.i residencia, roa do Manuel n. .V.1, segun-
do andar, pcicchcndo pelo sen Irabalho o mdico es-
tipendio do I0.SKKI rs. incnsaes, e proinplilicando-
-o a dar promplos os scus disripulos dentro do :1 a I
motes, sendo gralis lodas as mais lices que eveede-
reni desso lempo. Tnmhcm se obriga a dar lices
por casas particulares para maior ucilidadcdas pes-
soas que se quizercm dedicar lachigraphla, por
prero muilo razoavel.
AVISO AO l'l IJI.ICO.
lis aliaivo assignados avisam ao rcspeilavel publi-
co desta ridade, senhoresde engenhos e azondeirns,
que em su.i botica (agora! sita na ra do Uangcl n.
S. cm fipnle do becro que vai pura oarsenal de
'-'urna, i'iiliimain a vender as verdadeiras e bem
concoiliiadaspilulas para bobas, rravos seceos, go-
mas e limos venreas por mais antigs, que sejain,
rojih. I.iiiis effeiln- ronleslam Indas aquellas pessoas
que ilcll.is lecm feilo uso. Hnpostao do tallecido
|li.......m-iiiiro Scbasliilu Jos de Oliveira Murlo ;
e para que o respeilavel publico se niio lluda non
uniros imuuncios que tcm apparecido, fi/emos o
prele, que assignamos.l'ci.vnlo & Pinto.
Contino a estar fgida desde IHdc abril pro-
i.....pasudo a cscrava de nomaCnsuia, muala, de
iiladc pomo mais ou menos 10 anuos, com os sig-
ues -eguinles :allura regular, as costas com duns
costuras, sendo urna no hombro esquerdu c nutra
para o mel das coslas.no lugar da nuco tem igual-
menle unas costuras |qucuas de ventosas, os ps
roiii|ii idos o seceos, leudo o nulo esquerda um lauto
dorinente por ler tido um panaricio, cabellos rnrlu-
00, orclhas grandes, |iernas linas; sabio de saia o
liinlii de lila bastante vclha, he lilha do Kio Grande
do Norte, fui cscrava do l)r. Selle, dopois de D. Ma-
rta Feliciana de Oliveira, leudo feilo varias fgidas,
c lu ja penada uma ve na villa de Iguaranu : ro-
BMO M aiiloridades |M)liriaes e qualqucr particular
que snubcieni della, se dirigir ao aterro da Boa-Vil-
la n. 17, a lidiar com l'rcdcriru Chaves, que rcconi-
|ieusar.
Joaquim Pinliciro Jicoince uniros credores de
Manoel Antera de Souza Reis, avisam a qupin quer
que inlercssc livor, que os bens de raz cesera-
\o- |eileiircnles ao dito Manuel Anlero, se arham
o-i'orialiiieiile b\ polbecados aos anmiiicianCes [tara
garanta de km crditos rosullanles dcclleilos cge-
erosqueoderedor commum Ibes compren, como
tuiloconsta da res|icclva escrlpliira celebrada pelo
l;".'.....i 'lo cscrivilo llezcrra aos lli de Janeiro de
"Vii, semlo ,jin por iwo previuem osannunciaulos,
que iiiiiguem faca negocio ouiualquer oulrn Irau-
,Mrra ,-oni os referidos bens, filos quaes lem elles
"e v panareni rom preferencia.
. ~ Aluaii-se o segundo andar do sobrado da ra
"a I culta, piulo do em que mora o Sr. Dr. Quin
ella, rom iiuiitos rommodos e nuiilo fresco : a fal*
lar no priincro nndar do mesmo,
I'" provisAodoEm
'ia, Dr. Francisco Anlouii
lesdcAndradc Leal e suas manas 1). Senhorinha
oeAsMia Ihlaiirourt Leal de Rezendc eTherczade
eal, lem alicrlo em sua cas uma aula para
Precisa-so alugar uma casa na ra Augusta,
Imperial. OU liir.mn pela Cinco Puna-, que lenha
uintal e cacimba, e que seu aluguel nio etceita de
CS n, mensaes; annuncic.
Furtaram da casa u. W da na do Qneimadn,
uo dia 5 do correte, una.baca grande de cobre:
a pesjoa a qiiem fdr oflerecida, faro favor apprehen-
dc-la c manda-la levar no Lerceiro andar da dita ca-
aa, que se pagar o Irabalho.
Odercre-se uma mulher para o servido de urna
casa de |Hiuca familia, ou homem aolleiro : na ra
de Uurtas n. 17.
ATERRO DA ROA-VISTA.
Pomalheau lem a lionra de participar aos aman-
tes do cachimbo, que acaba de receber fumo de su-
perior qualidado.
I'recisa-se de um amassadur de padarin, que
entenda de fornn, para fra do pracs distante i li-
guas ; dilo-se 2AWKKI rs. mensaes, roupa lavada o
sustento: quem quizer dirija-so ru Dirci la, casa
de Joaquim Antonio da Silva, que arhar com quem
tratar.
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
vende-se iiin completo sortiinenlo
de l'u/.eiidus, lin.is e grorns por
IHvi iis ni.ii-. I,:,iMis do (|iie em on-
Ira < 111.11111 r i parte, Imito em por-
eiies, como a retulho, iifliainjando-
se ios compradores um s pecijo
para todos: este cslahcleeimeiilo
al)i-io-se de eombiimeao com a
maior paite daseasnscoinmeraacx
ngleui, fraDoest, dtemaaieiuri-
sas, para vender a/.endas mais em
COnta do (pie te tem vendido e
por isto ollereceudo elle maioret
vaiitajjensdo (pie ouiio qnkiuer
oproprietaro desta importante &
tabelecimento convida a' todns os
seus patricios, e ao ptlblicoem |c-
ral, para (jue venlinm (a* bem do*
sens inleresses ) comprar la/.endas
baratas, no armazem da rita do
Collegio n. i, de
Antonio Lili/, dos Sanios.
9tmaBS%aammi sis 'Kmm
Preeisa-se de uma me-lra para ensinar pri-
ini'irin letras a meninas, em um engaito K lesnas
disimilo ddtl praro : a quem iniivier, annnnrie.
O eatitelisl.'i Salnstiann de Apniio
Fereita pagara' no (lia II do corren le ,
os quatro pruneiros premios da lotera
de S. Pedro Marrj'r, rnie corre no din 1(1,
caso elles lenliaiusaliidonos sens billietet,
ou cautelas da mesilla lotera os ipiaes
premios em conlormidadc de sens an-
Iciioresanniincios, sero pagos sein o des-
cont dos 8 por ('enlodo imposto gcral;
linda tem un resto de Itillietes e ("nite-
las, (pie se vende as lujas do Arantes, e
Porto A Coinpanliia, na prora da lude*
pendencia, e na de .lose Fortunato dos
Santos Porto, na ra da Cudria do Itccil'e.
Aluia-n um pelo lorie o lid, para Irabalhar
em Irapirlie, ou armazn de assucar, do que slen-
le pcrfi'ilameute, ou niesmii para qualqucr oiilin
lervfco em que o quciain empujar: a Iralar na
Solcil.ule no sitio des Quatro l.cics.
Prccisa-se de uma rasa lenca, na ra de Hul-
las, queseja sollrivel, paga-SS bem, e iio para pes-
Mi que sabe Iralar do rasa : na na dcS. Francisco
n. I.
Manocl Ferrcira Goneahei Magalhles ictira-
se para Perlugal,
Q aballo aasignado lem a nllstacao de apre-
senlar aus senhoris accIonlsUM da rompauliia Luso
Rrasileirii, aqu rcsidenles.a cariada connnissslo di-
raelora que fui Iranttrinla noie Diarlo do din v.
paraoTscienlIflcar da llsongelro o progreailvo es-
tado da niesiua eumpanhia, e se aquel les dos refe-
ridos seulioi es que desla pauaram a primeira pros-
ta^o, parecer adeipiado o entraran com a Nguuda,
cujnreccbiiueiilo a mesina dircreilo juluoii coiim'-
nicnle sulicilar-se, para poder sobre si lomar coin-
proinoltiiuculos, como o dci larou em caria de III de
marea i publicada lenliam Iwndado de diri-
cir-sc al o dia II, do ronciilc, casa do mesmo
balso snlgnado, ro do Tranichi n, fi.
Manuel hilarle ttmlriyiics.
Passa-sc a limpo qualqucr niappa lopograplli-
en, fa/.-se desenlms de predios, a commodidade dos
proprii'laiins, lodos esles Irablhos rom evilrlid.ia*c
perroicao: na ra do Quelmado, luja n. I6,w dii.
Prcci-a-se de una ama de experiencia para
i,uar couli de uma menina de 11 meses desnuv-
luando, c que lanibein soja boa cosliircira, livre uu
esenna, cagradandopaua-se bem: na Paassgem da
Magdalena, silio do Sr. Guerra, al as :i huras da
manilla nos dias uleis, ou dopois das I luna- da
larde.
Aluga-M em Fra de Parlas, a rasa D. (I) ;
quem a pretender, dirija-so a misma ra, casa n.
7, das :l as (i da larde. Na inesma casa se \cnde
um prelo de II anuo- de idade, remador de ealrai.i
lancha, o rauociro
AVISO AO CO.M.MKIIUO.
Os abai.vo nuignados coutinuam
a franquear a todas asclussesem
geral os seus lortmentos de l'a/.cn-
das por l>ai\os piceos, nao' me-
nos de urna peca on uma du/.ia,
i/.o, conforme
Precisase d uma ama de casa, quo faca lodo
o scrvlco de portas dentro, c que so|a capaz o cui
dadoia : na ra do Hospicio n. M.
Prceisa-so alugar urna escrva, ptra o ser Ico
de uma casa rio pouca familia, e queseja fiel: na
i un Augusta n. lili.
g II0(E0P\TIII\. I
W O DR. CASANOVA mudou-o para o bair- A
M ro (lo Sanio Aulonin, ra das Larangeiras u. *;
Sj> 18, aegundoandar, onde i.........Si. Claudio K
9 Duboui, onde pido ser procurado a qual- O
quer hora do dia. #
Declaramos, cm virlude do Sr. Jos Hibeiro
de Brllo ler declarado liuiilem, alloc bom som, que
nem elle o nem nenhuma das pessoas do Forto do
Mallos eslavam habililadas para fater Iransac-
jOct com as casas nglczas; que islo se nocnlendo
com os abaixo assignados, nos quaes, nSo s os nc-
gocianles inglezes como porlugucies, o do lodas as
natoes eslabclccidos nesla pra^a, leein scinpre at o
preseule depositado inleira o illinni,nl i ronfiauca,
pelo que llio somos gratos.yoiio Bapllsla de Me-
deiros, Joiio I eir de Jraujo, Francisco Alies
de Moraes >res, M. I. de (iliveira Lobo.
O abaixo assignado declara ao respeilavei pu-
blico, c principalmente aos Sm. c mais pessoas, eu-
corregados de pagaran os ns. dos bilheles que sahi-
rcm preniiados da loleria do S. Pedro Mari jr, que
uo dia 6 do correnic, pelas K 9 horas da noile
dous sujeitos pardos, Ihc roubaramna Bua-Visladc-
fronto do chafara do bolso du rasura, um leen
brancocom uma carlcira roxa do tranca, coiiduziu-
do na mesma l.j(VSII(K)rs. r vatios papis, amule lo-
r.'uu os bilhetcs dos ns. scguinles : um iuleiru do
i. ,9M, um iiiein. n. :l.ill ; um quarlo, n. :i.l_'J;
Icndn estes bilbetes as rusias assignudos os nonios,
de Mara, Cica o Jrenla, que silu sous legtimos
donos, por quem foram comprados cm casa do Sr.
Aranles ; c por isso desdo j se previne aos iiiesmos
Srs., para no caso (ine saia qualqucr premio, de lulo
pagaron os ditos hilheles, anda que c-slejain risca-
dus os nomes, pois que o supplicado pro ara o seu
dircilo. francisco Caralcanli da Silva Jurema.
- Roga-se as pessoas altaixo mencio-
nadas, (pie dirijam-se a travesea da .Ma-
dre de lieos n. 5, primeiro andar, a ne-
gocio (pie 11 es diz respeito, ou annnncia-
rein as suas moradas para seren procu-
radas: a senliora Angela Mara Custo-
dia osSi-s. Francisco de Oliveira Helio,
Mauorlda Silva (uimaiies, Joo Ferrcira
da 1 aisla, Manuel .lose (la Silva l'enna, Ma-
nocl Correa de Rezende llego, Josi- da
Costa Allmipienpie, e Joaipiini l'ereira
a Itoclia.
Oll'ercce-se uma ama de boa conduela para ca-
ta de homem ollclro ou viuvo, subo engommar, co-
ser, calendo de eosinlia, lano pa a praca, como
para al .um silio pcrlo : quem precisar dirija-sc
Itoa Villa, ra da Sania Cruz u. SJ,
ct ui&ix&wtfytwtf
^T'.f.^-- ^ pe i. i asi n pon
S B;irhirrln;ii|uim Jos.'1 Moicira n. 10 nliin-
sc bichan do Uninliuruo lo stiporior qu.iliila-
ilo a :-'iit rs. tMiiaunii, o limlicmM vcntlcpor
comroodo |oni, aquimse iTcominonil.tni,
n.lo st> pursii cxrolloitlc (|iiiliiliiilc, que jn
lio couliccida, mas aluda pala melhor mii<
apreciavel porfoia sudo a lotliisas possoiis a quem lio
AlUga-ae ti lerceiro ailar do suhrailu da ru,
eslreila do u >.....n. II, com minios rommodos:
noscgnudtf andar do inosnin.
NAO SE ASSISTCM, QLE VAI FLItA-
DO.EMQANT0 VENTA, ACIA
NA VELA.
No principio da semana pro\inia pasta-
da, parece (pie lu varejndn uma casa de
garapa, na l'raia de S. .lose, pelo (pie li-
earatii os amigos de orellia em ])(', edu-
Vldosos da minlia sineeridade; IiprcsSO-
tnc, portento, | asseverar-llics (pie. nio
lu colisa de maior aquella, pornuanto
logo na larde desse inesino dia se conti-
tiiton a evercer na mesma casa o mesmo
honesto modo de vida, e COin a mesma
sein ecriuionia ipiedanlcs: islo asseverao
Antonio Caboclo.
I) garapero Aulouo Jos .Marques, couheci-
lo por Aulonio Caboclo, nao sabe quem he o aulor
tos ,'iniiuneos sobra o escandaloso negocio de gara-
pa na fioguczia de S. Jos, porque se soubesfO, por
cello n.mi se aln-vcra a responder da luancira por
que o fe/ ; mas, para (pie uno coiilinue esse onua-
declara-ee-llic que be aquella mesma pswoa, '
casa de queiu foi lia poucos das relatar suas mise
ras, o pedir que c>sa pessoa Icchatse os ollius ao
seu negocio de garapa, mis que tc(e por rcsposia,
fosse Irabalhar pelo seu ollicio de ourives, que era
mais honesto.
LOTERA DO 1110 DE JANEIRO.
Os nossilidores dos liillieles alai\o de-
clarado! da lotera o. do Monte Pi, cu-
acaba de cliegar pelo Miteurv ,
vir receber os competentes pre-
3
L. Lecontc Feron & Companhia ,
precisan alugar um sitio, que tenlia boa
casa, e que seja perto da praca : a fal-
lar na casa dos annunciantes, na ra da
Ciiir. n. 20.
rrerisa-sc de um sacerdote para um engenho
no su!, anim como um feilor que j lenha praliri:
a Iralar na ruado Collegio n. 16, lerceiro andar, ou
Vigario n. .
Na loja n. 14, da ra do (Jueimado, sodlt
quem do dinheiro a juros.
O Sr. Anlouio Joaquim Alves Teitcira queira
Ipparecer na ra do Araglo u. Al, a negocio.
Francisco Joso Com>a Nev tcm de seguir
brevemeulc para o Rio de Janeiro, c leva em sua
companhia a sua eserava Antonia, de nacfin Angola.
;* t.i #
8IIICIIA8 I1A.M111KC.LE/AS.
Aluga-so c vende-se bichas |Mir junto tii
^ rclalbo: na ra da Cruz do Recifc n. .k'1, loja
M de barbeiro.
;; :&!
DEPOSITO geral
llio de Janeiro,
na da Cruz do Rwile,
do rape priucc/.a do
gi'osso, mcio-grasso
C lino
li. 23.
Viuva Pereira da Cunlia encarregada
leste deposito, novamcnlc noticia que
sempre se acba provida de rap da nnv
lOr (pialidade c Ircsco, aos preeos ja sa-
bidos de I#280 rs, os dous pruneiros, e
900 rs, o lino, sendo de cinco libras pa-
ra cima. A glande procura dcste rajH''
na Taita do de Lisboa, que leuj liaviuo,
tem provado bem (pie be o (pie nelbor
o pode substituir. Accita-sc qunlquer re-
clamacao (pie baja por defeito (le (pia-
lidadc.
RAP.
Joaquim Ferrera Mendes 6uimar8ei
receben ltimamente |H'lo paquete Mu-
curv, nova remeta do cediente rape
Desappareccu a 9 do pastado um prcto, criou-
lo, por nomc Gcraldo, o qual representa ter de ida-
de 16a 30 anuos, levando vestido camisa de algodSo
[raneado, cuba de zuarlfl o com um aurro. Esle
relo vcio do leo remellido pelot Sis. Camlnha t\
tillo*, os quaes o llnham comprado a Manocl
Rodrigues da Cosa, da villa de Milagrea, comarca
do Cralo, provincia do Cear, leudo o dilo eseravo
tierloncido lambeni a Mnnoel de Jess da Conccii;flo
iuulia ( e para mais esclarecimenlo tcm os signaes
scguinles: baiio, cabellos hrancos nos peilos, bas-
lanle barbado, andar corcovado, e falla muilo baj-
o : quem o pegar lev-o i ra da Conccic.Ao n. ti
quesera bem recompensado, ou ra da Praia, or-
mazcm do Guilhcrrae Suares Botclho.

nacional princesa, da fabrica de J. J. da
Rocha & Companhia, do Ro de Janeiro,
onde be milito apreciado, e tido pelo
nico (pie iii. IIi' 'i siibslitue o de Lisboa ,
pela graiidcscmclliaiicaqiiecom elle lem,
lano emer, como cm aroma : elle be
tanibem ja' bem apreciado na Babia, Ma-
celo, Ceara' e Mamullan, e geralmeiile
em todas as palles onde lem sido man-
ido. Vende-te no nico deposito da
ra da Cruz. n. 57, segundo andar, epa-
de lanibem oaclia-
ja lisia
podem
mus.
Oitovos
im.
a dinheiro
se
presidenlo da provin-
Rilieiro, D. I.uia An.
Jes ii
educaco do seo fcinin
no, e lem conlratadomes-
para aquellas arles.que niio se acbam habllila-
J para entinar. O cnsino consta de ler, cscre-
er.rouiai, grammilica narional, arllhmctlea, fran-
, logia, musir c d,inoa, ilouii in.i chrisISn, his-
miia sisrada
eiiuras moraes, coser, bordar de
venas nulidades, rarum|,ic labvrinihar.e oulras
nuilailespropnasdotcvo: o pas de familia que
.,?!""? '""liar-lbesaeducacio de suas presa-
os ninas licira,, satisfeilot pela delioadeta e esme-
inii''1"',w-r*n lr"la('is, e (ambempelo augmento
ji i filas lean cm esludos e boa cduracwf: rece-
nw-iiTr ll*nsl""lsl'|s, meias pensionistas e externas,
Bf ser",," ,!!,"'..I.'rw-" '"tnivel. para o que jioderilo
ni
un
roraradan
dea
ii de Sania Hila unlr'orn Ka-
laano 'i K..... ve,n cl" rilM!'rn seuundo so-
"*) o), do de virauda cucarnada.
peca.
ou a pri
ijUStnr : no seu arma/.ein da
praca do CorpO Santo, esquina da
ra do Trapiche, n. 48. Kos-
irnn Rooker & Companhia, nego-
ciantes inglezes. Os mesmosavi-
soao respeilavel publico quealiii-
am no (lia "> do eorrente me/, a
sua loja de fa/endas da ra do Col-
legio e l'asseio Publico n. 15, di-
rigida pelos senliores .lose Victori-
no de l'aiva e Manuel Jos de S-
ipieira Pitanga, para veiideiem
IKir atacado e a rclalbo.
i) ahaixo assiunacln (icrdcti o moto Ixllieile II.
799 Ja lotera deS. lcdi- Marl)r doOlimlu prxi-
ma a correr, |>r isso previne no Sr. Ihegourciro de
nao paar ililo meio liillielc saliintto premintlo, sc-
ii.to ao seu leuilimo dono.
Mminct Jusi- ile Oliveira.
AVISO JCRIDICO.
A i'.jnii'l.i i'im-.io dos pi i luciros clemenlos pra-
i icos to iniiM-ixii, mate bem corrfglda e crffconla-
ila, n"io s a respeilo to que alleron a lei da refor-
ma, comoreren dos despachos, iiilcrlot-utorias e d-
linilivas ilos juliatlorcs ; olna essa (Tro iiilcwmanla
nos prinripianles cm pralica que lites servir de lio
condurlor: na praca da Independencia n.C c 8.
AO PLILICO.
E*l justa para eomprar-se a casa (erren perlrn-
cenle noSr. "Joilo iTancisfo Montciro desla cidnde,
sila no Pago da Paoella. jimio a igrfja e com fren-
10 para o Hio Capihnrilio: quem n ella se julgar
com direilo por li\polliecnou oulra qualqucr Iran-
saeco, anmmcic por esta Mha ou dirija-sea la da
Cruz n. '<:, islo al o (un do correule mez.
IVecisa-sc de um amassador de padara que
lenha pralira, o um negro para o servio ordinario
de urna casa: uo paleo da Sania Cruz, padaria n.
106.
Prccisa-se fallar rom o Sr. Joaquim Jos dos
Sanios, na ra de Apollo n. l:l, a negocio do mu
lolofVM ; cs(e aniHincin nAn se cnlendecom o Sr.
Joaquim os dos Sanios, suarda livros do Sr. Jos
Candido de Barros, e simeom onlrode igual nome.
aos pus,
J. Jane, u bem ronlicrido doiilistii lia mais de 10
nniiot nesla praca, pude ser procurado a <|u.il.juer
hora, na tua residencia, na ra Novan. 19, pripiei-
ro andar.
Qualquer senlior dono ou capililo do embar-
cacio que queira alnaar um eseravo crioulo, sadio
e sem virios para o nervino da mesma, procure na
i ii.i eslreila dn notario n. 28, primeiro andar, das
11 lloras em dianle.
I.ava-se e ensomma-te rom itseiae ]>erleicn:
no paleo da Ribvinde S. Jos n. 15.
n. o7t.">......10:000,000
Quartoieoitavotn.2452. 1:000,000
Ouarluse vigsimos ii.">i I i. 1:000.0110
muitos ouiros premios de (00,000 .
'200,000 e 10(1,000 rs.; aelia-se a venda
a lotera 17. do thealro de Mcllieroy ,
(pie (cava a correr a iH de malo ; a lista
vira' pelo va|>or a I!) do eorrente.
l'recisa-sc aluar um moleque para o servico
de una casi (sliaiicrirn da punca familia, c uma
ana sena para lomar conla de nina menina ; na ra
da Gru n. 7, sesundo andar.
l'rcrisa-se (le nina ana Torra ou captiva, para
servico de uma casa du pouca familia: no ra Oi-
reila u. 7(.
Jusc ferrcira, subdito portugus,relira-sc pa-
ra Portugal i tratar de sua sade.
l'rccisa-se de nina ama secca -para tratir de
um inenino lia potICO nascido, em casa nliora ingle/a, em Santo Amnro, junio a fuadicilo :
quem praleniler, dirija-sc ao luyar indicado, c en-
(euda-sc com franrisco llolelliu de Audraile.
Oesappareccu no dia i do corrale um cachor-
ro de raca luglosa, com nina colcira de coaro, cun
rabuge aas coilas, acode por lack i ipiem vef no-
licia ou acha-lo, o queira redimir a seo dono; di-
rijvse :: ra du \ i-iiiio n fa que -cri rcconipeu-
sado.
l'rccisa-se de nina ama de lodo servico para
urna ca-a de pouca familia : na run da Scnzala Ve-
as u. 711.
l'recisa-sc de um esiselro que Icnlm pralica
de venda, de 12 a lli anuos : na l'onle Vclha da
Boa- Villa u. 33.
I'cde-sc no Sr. J. I,n. M., inornilor na clilade de
Olinda, que vcnlia pinjar a quinlia de .">HiO rs.
que (leve na luja da roa do Crespo n. 10, do culina-
rio vera o seu nome por extenso.
W(|Jfcll\#f
CO.NSl'I.TOIIK) IIO.MOKOP.VTIIICOUHA &
TI I ro PARA os POBHE8. e
: Na casa aniarclla paleo do Cnllecio, primei- ;:C
j.0 ro andar, residencia do ueneral Abren e l.i- $
$ mu. Esle rnnsiilliiiio he dirigido |>cl proprio
$$ general Abren e l.ima, enelledain-sorunsul-
(|$ las cralis aos polires em lodos os dias uleis *.
t desde as dez da manliaa al uma hora da lar- :r
;:; de. O memo ssolior pode ser eontaltatto *
a por oulras pessoas a qualqucr llora do dia ou fl>
Sb da noile. W
atii:>(;ao-.
Novu fabrica de eliap da Boa-Vista n. 22.
O dono dcste eslabdccimenlo lem a honra de par-
ticipar oo respeilavel publico de l'ernambuco, que
llic clicuou un grande sorlimento de chapeos de sol,
lano de seda como de panno, chapeos com cabos de
launa cm caricaturas, ricos chapeos de senlioras,
lauto de panno como de seda, um grande sorlimen-
to de tedas c panninho em pecas para cohrir arma-
coe usadas, lambem se faz qualqucr concert: todos
esles objeelos cima mencionados se vendein mais
em conla do que em qualqucr oulra parle, corto do
que o comprador i vista da fazenda nio deisorn de
faier negocio.
__ Precisa-so ulugar uma ama para o ervic.o de
uma cas de |ioiica familia : na ra das l-arangci-
ri, n. 18.
__ Precisa-sc de um piano, moderno, para alu-
gar : quemo liver, annuncic por esta folln.
va mellior commodid
rao na loja da mesniacasa : para scicncia
do publico se adverte quo o rapd deno-
minado princesa, grosso, mekj erowo, e
lino, aniiunciado no deposito da ra da
Cruzn. 2.1, be da lubrica de Galle lam-
bem do Kio de Janeiro.
Precisa-so de :itK)- rento, liypolliecsndo-se um silio na Vanea, o qual
vale (HHISIOO rs.: quem esto negocio quizer fazer,
dirija-so ama Dlreill n. 1>.
OgerealO da llrmfl social de Siha i\ Compa-
nhia, lem a honra de an......ciar ao respeilavel pu-
blico, que acaba de receber pelo briiio trances
Ccsnr, vlndo do Havre, mullos c variados objeelos
dcgoslo, coinii scjain corles de vestidos de selim
hrancos bordados de velludo, para univas, dilosde
ililus de cores laiiiliem bordados de velludo, dilos de
chmateles de cores, ditos de cambraia de seda, di-
tos de dila hrancos bordados, lucias de seda de peso,
brancas e prclas para senhora, com hijas de borra-
cha, enfciles para cabeca de senhiira, luvas de loi-
ca! prelas para senliora c meninas, peules de bla-
lo para Ir,inca do mellior elisio e qmilidade, dllot
de dilo para alisar, ditos de laiiariitia para dilo,
dilos de marina para dilo, escovinhas linas para
denles, chapeos de palha cnfeilados para meninos,
dilferenlcs objeelos de porcelana de muilo ijoslo pa-
ra cima de messi, luirles de colleles de seda hrancos
e de cores, bordados de velludo, dilos de casemira
bordados de reros, dilos de dila piolados, dilos de
dilos de chmatele de cores, lencos para grav alas de
selim prelo e de (afola de cores, sobrecasacas ou pa-
lilos de casemira o de panoo, ricas benoalss, bdo-
Ivsduras para colleles, e oulros mullos objeelos que
ecriaiiicnic sgndsrio nao s,i pela sus aualidsdee
yoslo, como pela coiniuodidnde dos preeos, para o
que sao convidados ssseohoras e seuhores do bom
loro, comparecerem na ra do Queimado n. js,
primein andar, aflu de f.icililnioni o progresso des-
.......mi eslalieleci.......lo lirnsileirn.
*llsls,TS*"lWlwsT3T"ISll"Ki""1Wr'aC rr**r'fi&t.'^Kn*XJI*l^&Jt*K&fr^%
DAUt'ERREOTVPO.
Avisa-se ao respeilavel publico que o esla-
beleciuicnlo do aterro da lloa Vista n. 10,
esl.i passado para Sanio Anlouio, ra do
Quelmado n. ti. leguudo andar, onde o re-
t al isla poder ser procurado das il horas da
manida usd da larde; aqu os pielciideules
sahirao Inleiraiueiile satisfeilos, nao s pelo
variado e bello sortiinenlo evislenle para os
retratos, como pela seinellianca di pessoa
lielmenlc copiada, pelo Sleclrolvpo, orelra-
lista pois eslg prouiplo siiisfazcr completa
.......ic aos que o procuraran
Prccisa-se de urna ama, forra ou eserma, paia
o sen {o de casa, c eooipras de uma casa de pouca
familia ; na rua do Padre lloriano n. .j.
w No aterro da lloa Vista, oSr. Maumd Hilarle
Vicha dir quem d l:(HHBJ eam bvpollieca em propriedade de pouco valor.
Arrenda-se tun engenho eoin 25
esclavos, 25 hois c 25 beslas, pcrlo de
embarque, com safra para tres mil poes,
tima grande deslilacao e urna porcuo de
roca madura: a pessoa (pie esle predio
pretender, dirija-se a Iravessa da rua do
Vigario n. 1 segundo nndar, a Iralar
com Antonio (iomes Pettoa Jnior.
I'recisa-se de urna ama de leile, prclerindo-sc
sem lilla,, psgs-Se bem : na rua dos quarlcis n. 2'i ,
seuundo andar.
ATTENCAO, l.MCO DEl'OSirO NESTA
CIIIAIIE.
Paulo Gaionou, dcnlisla receben SgUS deuli-
frice do Dr. I'icne. esta agua conhcclda como a inc-
Ihor (pie lem apparecido, ( e lem mullos elogioso
seuaulur, lema propriedade de conservar a bocea
eheirosa e preurvar das dores de dentes: lira o
gusto desagradavd que d em geral o cluuiilo, d-
^uinas yolas desta n um copo d'agun siio sullicieu-
les; lambem se achara pi'idenlil'rice evccllcnle para
a coiisci-vacaj dos denles : na rua IsrgS do Itosario
n. :l(i. legundo andar.
I'ede-sc aos senhores proprielarios das casi
das mas dos Gasrarapes e llruin, (pie tcm em sous
quiilaes padarins e ferrarias. quciran inandar que
os donos de lacs olliciuus Icvaiilem conductores do
funiaca, pois quo nada dislo ser contra as postulas
que niandain fazer lais biieiros ou conductores, pois
os viziuhos que Ibes licam mais previmos muilo sef-
li i-i.i quaudo se areudeni os fornos c forjas, e pro-
meti niio deisar de chamar a allcnrao dos mc.-inos
seuhores cm quanto naoobrigarcm seus iuquilinos a
fazer o que arima se pede.O Iwiiminodadn.
A |iessoa que quer comprar galbos de pal rei-
r, sendo que queira uns j plantados cm caisoes
promplos a mudar, dirija-sc ao paleo da Santa Cruz,
padaria u. I>, que ochar com quem Iralar.
Prccisa-se de um forneiro que seja bem dc-
semharacado; na rua da Sentala Vclha, padaria
u. %.
II. Didicr vai fazer una viagem Franca.
O abaivo assisnadu pede a pessoa que llie ti-
rn do crrelo os Jornacs do Commorcio do Hio de
Janeiro, de 20 de niaio al 2.'i do mesmo mez, que
lenha a blindado de os restituir no mesmo correio,
ou de os entregar na casa do aballo assiunailo, na
rua da Cadeia do boirro de Sanio Anlouio u. t,.
/Ot \arcisu Canelo.
* BESTISTA AMEKICAMI. g
% I). W. Bavnon, cirurgiao dcnlisla, rouliiia a 9
t everrer sua prollssao, fazendo lodas as opera- SP
(Oes que forem precisas do qualqucr nalurc- #
9 tu, lauto por fra, como na sua residenria, S
onde pode ser procurado a qualqucr hora : $$
i ni ro da Cruz n. 7, aegundo andar, no He- ';
rife.
Aluga-tc o silio c a casa dos arcos no lucir du.
Keniodios, com romniodot ptra grande familia,
lena para plantar, e agua todo auno, ealgumisar-
vores de fruclo, boasbaixns jiara caplme arroz : i
Iralar na rua do Collegio, u. C.
HOMOSOPATHIA.
II HUA DAS CKL7ES KL'HEIU) II.
A l.ulii a ccnlral hoinu'upalliica de 'ernambuco
inuilnu-fc para a rua das CrOzei n. II, casa de seu
iironriclario o Doulor Sabino Olegario Ludgero
t'inlio.
Alii se encontraran os mais arredilados modica-
nienio. preparados cm branca, nos Estados Unldns,
no Hio de Janeiro, e em l'ernambuco, cuja efllca-
ii.i lem sido prodigiosameulo verificada na extensa
pralica do Dr. Sabino, o allcslada por numerosas
liessoas, que os lem experimonli'do. Eiislem carlel-
ras de dilTcreulcs quididades, cujos preeos varioni
conforme riqueza do seus lavores, c o numero de
iiinlii,iuiciiIos, Ocsdc KtsOOO al I jinkki rs. rom os
competentes livros indispeusaveis para a pralica da
homieopalhia.
Cada vidro de Mullir da qiilnla dvnamisncao 28000
Cada tubo iloinediramcnlo IJOOO
ADVEHTE.NCIA.
Pirt maior ronimodidado do publico cslalielere-
ram-sc os scguinles depsitos de mcdicainentus em
carleiras :
Prlniolro.
/{mi da (inicia dn llecife n. SI, primeiro andar,
consultorio do Dr. Pires Hamos Jnior.
Segaaao.
AlerrO da lina l'IlU n. 20, pr'uneiri' andar, Con-
sultorio do professor cm homu'opalbia llenrlquc A.
Cliaves-aiue.
Teroolro.
Em Podras do l'ngo, casa do Sr. ('.amulo II. daS.
Tavors Indigens.
A. //. Aos esforcos c sncrillcios do Dr. Sabino de-
ve a homii'opalhia o credilo de que boje goza cm
Pernanihuco, e as de mais provincial do norte. A
elle mais que a uingueui compele inanlcr, sustentar,
ecsleoli! esse credilo facilitando ao povo a acqui-
si^'Ao de luedirameulos verdadeirns, de que uccessita
para o curativo piimiplo, infnllivcl. eseguru de suas
uwleslln. Corre-lhe pob a neurosa obrigaco de
leiiiiiMiiendar os medicaiiieuliis da bolita central ho-
aoplkiea de Pmambueo, como os nicos, de
ja elllcacia n.ln se piideduvidar. Todas ascarlei-
s, que Sidiirem da botica central de l'ernambuco,
vareo ulna lilla dos medicamentos quaconlcm ,
marcada com o emblema da bomicopaliiia cima es-
tampado.
;;-, ntsiv, f.\ .1% *sv n ^^^i))
J) DICCIO.NAUIO DOS TERMOS j$,
DE MEDICINA *
~ coulendo a delinicilo clara dos nomes de ZA
*> todas as molcslias etc. ele. '$
9} Se aliumaspessoas quequinremlcresti /
* obra independeiile do manual do Jnhr, le- K
) nli,un a bondado uestes l.'i dias, at 20 do (^'
,? eorrente jiinlio mandar assiguar ueslecou- /St
s^ sullorio, pagando.logo 5# rs, pela anigna- w
ff) lura : quando mo. se evlrabiui smeule os
a esemplares (pie sejam sulllcieiiles para a /r/>
(iv cdiciio do manual do Jahr, e nao se vende- w'
.*? nio mais nwilso. Cunsullorio homieopa-
'Jf Ihiro du Dr. I.oIhi Moscou rus do Collegio -z
9) n. 2>, primeiro andar. V
*.*vv *l\ <4 ^ V '<.^n^%^)
Tendo-se dado mu engao da li-
lograpliia na iniprcssio de alguns viges-
simos da I".'1 lotera do ibealni de ,\ic-
llierev boje a venda, (pie di/, se llagara'
ao portador aoititva parle, e tendo-se s
boje dado por esse erro, previnc-sc aos
possiiidores de (aesvigessinios que s te-
rao direitoa vigessima parte (fu premio
visto une s deram a quantia eorrespon-
dente a v igessinio enao 2,500 rs. como
por engao da litograpbia existe nocor-
po dos metmot Vlftessimotj previne-se
milis queso se faz esle aimimcio por can-
lela e para ev lar din idas, pois evislem s
pequea norenocom este engao,I'. P.
Saluslianode Aipiino Feneira. Cante-
lista'.
MOBILIAS ni: Al.lil Kl..
Alau-se mobiliss completas, ou qualqucr Irasle
separado, a voulade do aluuadorr e por proco com-
modo : na rua .Nova, armazem de rosles do Pinto,
te da rua de Santo Amaro.
AJTENCAO-
Tnnm-M paasaportos para tlenlro e fra do Im-
perio, rolha< corrijas, liluloa de reudeucia, e den-
|Micliam-sr e t iii v com muila liseiteza : quem quizer acreditar
v.i rua da Caricia de Santo Antonio n. ib, primei-
ro ;ui(l;ir, c adiar eom queroIraUr.
A fabrica de tinluraria frauceza, que eslava
rsl;iln'|iTi da Boa Vista n. 75, onrio continuar a (iugjr luda a
qualidadede piuiio, por presos coromodo c com
prompliilo.
rcrt{uula-M ao Sr. aferidor, atiaulo custa a
reviu d'uma vara e um covado; pouo ex-aferidor
recebia 500 rs. e agora exige-se 800; i(o deseja sa-
ber o Ignorante.
Joaquim Jos de Seixas, por haver outro do
igual oome, k atwignar de hoje em dianle por Joa-
quim Jom Amarante.
$ CONSLI-TOIUOHO-MEOPATIIICO(ff,
ej, Rua do Collegio n. 25. pri- ^
A, meiro andar. ^
V 0 Dr. P. A. Lolto Moscoso, da',
W consultas gratis aos pobres, to- 1
W dos os dias das 8 as 12 horas da W
'> manliia, (&
l'ratica qtialquer operaeSo de
cirtirgia, ou de partos.
Hecebe esernvos doentes para
tratar de suas onfennidades, ou
fazer qualuuer opeructio, jmji- pre-
o comniooo.
MAIIAME HOUTIEH. MUIHSI \ FRANCE7.A,
rUHUA NOVA N. 58,
lem a honra deannunciar ao reaneilavcl publico e
particularmente aot seus Tresuezcs, que scaba de
receber um lindo sorlinicnlo de Tazcudis Indas de
eoslo, sendo bicos de linlm, fil, penna", (lores e fi-
las, ricos chapeos de seda c cahecoes de bicos, ro-
meiras laiimeridis de lucos, cnpellas de flores, lin-
dos veos de montara o lambem para casamento, lu-
vas de pellica para noivas, toucat pan meninas e
crianzas, prosdouapolcs de lelas as cores, clispeos
de palha para senliora c meninos, bileiss para ves-
tidos, meias para senliora e mancas, c oulras mili-
tas azendas por diminuto proco : na meima loja
(azciiMO vestidos de casamento c bapllsado, loncos
de meninas c senlioras, capoladlos de lodos is qua-
lidades, eom perleirao e preeo comniodo.
Arrenda-sc um ftrande sillo, com etccllenle ca-
sa, corheira c cslriliatia, cedendo-se una decent
niobllia que ctislc uo mesmo: Irala-se no polco do
Collmio u. :l>, nos dias uleis das 9 horas da m.inli.i.i
as da larde.
AIueii-sc a | nid.ii ia da rua Ileal n. 27, |u o v imo
ao MaiiBiiinlio, com Rrandes commodos e todos o
seus pertenres, |mr prejo muilo commodo: s Iralar
na casa n. 6 da mesma rua.
:;
iii)iii:oi'\nii\.
. Sabino ()lp|jario Luducro Pinito mu-
m l>r-
;-.- ilnu-i- para o baino do Sanio Anlouio, rua W
ig ilas Cruzcs n. 11, casa onde morou o Hvm. ^
t Sr. \iaario geral Dr. Mcira, oude pude twr <
'*y procurado a aaalquer bvra pelas pessoa* que i
3^ o quizercm honrar com na couliant;^. '0
MADAME THEARD,
Muflista fi'ance/.a, na na Nova n. 3,
avisa ao publico e juntamente as suas freguezas, a
;|uem ella lem feilo esperar pelas (Azendas de modas
que eslavam na alfamlcua, sao chegadas, e por isso
convida a (odas as senlioras que a quizercm honrar
rom sua presenca, poriem-se diran a sua casa, no
primeiro andr, aonde acliarAo as scguinles fazen-
4las:-clia(icos de seria c crep, e de velludo o mais
lindo c rico que he possivef, pois sao fcilos pelas
tres primeiras modistas de Pars, ditos de Kilha
aborto sem cnrcilcs, dilos de cliun com bicos do mes-
mu, chapeos de palha da Italia recitados c enfciles
rie muila riurarjao, para meninas, ditos de seda, di'
lus tic seria com abas, para meninos, cnfeilcs para
cabera rio senhora os mais ricos e modernos que he
possncl, faz-se turbantes de velludo para senlio-
ra os i.i i- ricos e ualanlcs que lem apparecido uo
mercado, pulseiras de perolasou enfciles de luvas
para turnas, capellas de flores de laranja para noi-
\as, as mais delicadas |>ossiveis, rouieiras rie lilde
linho buriladas, brancas c prelas, catnisinbas rie lit
rio liulio bordadas, cnbenies ria ullima moda, pro-
prios para bailes, mangas de tilo de linlto c cambraia
i mu Lulas, guoriiic,es de porolas para vestidos de
iioivMi un sorlimento de Illas recortadas para en-
feitar vestidos, corles de vestido de garc,a de cores
para baile e soirc, romeiras de rclroz res, muilo ricas, lcnciubtrs de rclroz Itordarios pa-
ta scuho
(as oulras
de rusa e branca,
de modas.
c nui-
IICO
cm fin
ANTIGA
BOTICA
HOMBOPATHICA
*B III A DAS CKI7.ES -:
Dirigida pnr um p/ntrmareittico approcado)
E fundada por
GOSSET liniOM.
Bofe OSUboleciniontO possne loilnsos ino-
di'amcnlosal auoracvpcrimonlatlos, lano
na Europa mino uo Itra-il, c prepararios pe-
las machinas ta imcncaA do |)r. Mure.
Carloirasdc IJ I u boa al IW). |hh presos va-
i,i\i>i-, conforme a qualiriaric rias ratvas, a
quanlidaric dos remedios e suas rijnami-
LUXSn.TOHIO IIOAIEOPA1HI
>sse( Uimonl, professor rie botncoii;
| |ici.i esrola do Rio de Janeiro, continua a
dar consuUas gratis aos pobres loriososriias ;
uleis, das 8 horas ria manhaa al ao indo (
no seu constillorio, rua das Cruzes n. 28.
25:000 rs.
IMA CAHTEIHA
remedios homcopalhic
iprii
/inripnes
lITcrenlcs,
um os
se 3 obras
lisjit'tiiaiilcs que se
ui/t'imi comeucer daverdarie ria no>a mc-
^ saklna ; cuiilcudo alcm de inulos rnnsclbus
clinicus, a palhoscucsia de 18 medicamen-
tos.
TOlbOO avulsos( caria um ).....18000
Tinturas rie lodos os medicamentos cm fras-
cos do,', onra............4*000
Na mema bolica encunlrar-se-ha sempre
um CTande surlitnenlo de livros cm porlu-
Rueze francez, e emfm luduquanlnhe ne-
cessariu para o cstudu c pralica da homopa
AVISO AOS SEMIOHIS DE EXiEMIO.
Alenlas as grandes vanlagcns na mongcni de ciii-
na, |iro\eniciilcsde ler os tambores rias mucudas
pcrfeilaincule torneados, oabaiio asignado res[>ei(o-
samcnle lenthra aos senhores do eusenlto que na
sua fundiro de ferro em Fura de Purlas k ptle
pcrfeilanienle ItHitcar rie novo um jugo de lmbe-
les, e aparar e eiidireilar os denles das carretas cun
tanta presleza, que se pode cnlrcga-los no mesmo
dia, evilandu-sc assim o inconveniente da demora
don carros e u impale da moagem ; assim como que
a mesma fundicause acha sempre surtida, nu s do
novas moeudas de riiversus lamaiihus c modelos, se-
ii.lo lambem de todas dentadas, lano para agua,
cninu para auimaes rie lodas as proporces, a saber :
volla |ior vulla, volla e quarla, vulla e terco, vulla
e mcia.duas, tres, quarlro vollas, e\v., etc., e por-
(anlo que qualqucr senlior do engenho querenrio ac-
celerar a sua mocndfl, a litn de moer mais caima DO
meuno lcnt(io, uu retarda-la, a lint de espremer mais
litpiiilo da mesma caima, prie sem demora escolher
as toiLis coiiipelenlcs. Fundidlo do ferro na rua
to Itruiii passandu ochafaris. D. II'. Howman,
cngenhciio.
COMPRAS.
NEGOCIO 0E IXTEKESSE
Traspassa-se urna luja cm muilo Ihiiii lugar c em
una das priucipaes ruu desla cidade, muilo pro-
nria para pessoa que se desojar eslabeleccr, quer cm
(atendas, quer em oulro qoalquer ramo de coni-
mercio advcrlc-se quo esla mesma loja se Iras-
possa com armiicao ou sem ella : quem pretender
iIiiijii-se rua do Qucimndo n. l., uu u. :ln. loja.
D.i-sc um |wrco do entulho, que (anibeni
serve para estreo: quem o quizer cnlcnda-se eom
o liscal da (reguezia de Sanio Antonio.
Manuel Mcira i.iuii,', alosa apparclbos de bo-
tar |>edras, ou Inmiscu qualiiucrobra que se edi-
fique, ou cnicci le : na rua (TAgum Verdes n. 12.
Manoel Viein Quii imidou sua re?iidcucii da
run do Calaliuuco, para rua d'Aunas \ riilc- n. TI,
onde contina a dar lioBet de nutica, c se presta a
qtialquer demarcarlo de terrenos. *
Antonio Fronrisco Itelm.l'idado broslleiro
retirante para o Hio de Janeiro, lovsndo em sua
companhia a tua eserava muala de nome Nilela,
JAIIUIM DAS DAMAS.
lis s,uihores que linda niio rocebcrain o numero
16 dotte fMtritxIteo UlUmamenU publicado, queirim
mandar rercbe-lo: na rua eslreila do Rosario n.
28, priiuciro undardas 11 horas eindiuule.
C.oiiipram-sc oscnTOS, e \endcm-sc, recebem-
se de rnuunissa, tanto para a provincia romo para
(ora della; na rua dos Quarleis n. 21, segundo an-
dar.
Compra-se piula brasileira ou hespanhola ; na
rua da Cadeia do Hecifc n. 21, loja de cambio.
Conipri-so cncclivinicnle UaslM usados, o
lambem se Irocaui por novos: nnrua flora, arma-
rcni de li asir, do l'inlo, de(ronle da rua de Sanlu
Amaro.
Compra-se urna eserava do neta idade, islo
he, de o a 10 anuos, sendo or commodo preco,
Juo niio lenha vicios e nem achaques, e que entenda
e co/inhar, e dos mais arranjos de una rasa : na '
bolica da rua do Queimado courroule no beceo da
Congrcgacaii, se dir qem a quer comprar.
Compra-se em mtio uso, a colecco das leis
hrasiliras, desden Independencia: quem livor, an-
nunric para ser procurado.
Compra-so garra(as vatias, para vinho (ran-
ees, que ii.iu lenham servido em azeilc : na rua do
Trapiche n. 3.
Compra-se em segunda mo urna (lauta de eba-
ini ;i|'|i.u ulli.iil.i do pula : na rua das Cruzea n. i,
on anmineie.
Compra-se um quarlao de ambas os sellas: di
e-quina da rua da Concordia, ao vultir para a ca-
deia nova, taberna.
VENDAS
TABELLA l>OS UIAS SANTOS ABOLIDOS,
l'OK UOL'S VINTENS.
Veiuk-sc por I rt. una tabella, declarando
os dias sanios abolidos ou dispensados : na livraria
n. (. t- s ,l.i praca da Indc|>cndeiicia.
LOTERA DA MATRIZ DA BOA VISTA.
Acliar-se-lio u venda, do din I i eiit
diante, os billnTes riustn lotera, cujas ro-
d;is niidniflo iiiiulivelim ntt: uo consisto-
rio dn mesma Mutri/., no din 15 de jullio
pi'oxiinoiutiiro, soja (juil fot' o numero
de hillieles, (jue nesse dia existam por
nder. Reate 10 dejunlio de 18.">r>.
Jos(; Tcixeira liuslo.
Vende n uma bouila rrioula, do darte de 18
anuos: uo aterro da Boa Vitu) ii. 86, no primeiro
audut,



4
PASTIL1IAS DE SOULI.
VKC.ETAES CONTRA AS LOMBRIGAS.
ApproviulM pela junta cenlral rte hygiene publi-
ca, e preparadas por J.iM. Souli, pharniacoulico
inemuro Ulular da academia imperial de medicina
c da oriedade de pharmacia do Rio de Janeiro.
O nico 11 | >. -11 veraadeiro testas paslilbas he
eslabeleeido pelo mearon autor na bolica do Sr. Jos
da Rocha l'aranlios, mu Dircili n. 88, eni Pcrnam-
buco.
Desde muilo lempo a arle medica eslava i pro-
cura de um medicamento que fosso farilmnlead-
mislrado *s chancas sujeilas is moleslias vermino-
sas, molestias lerriveis que conduiem todos usdiaj
ao i n iiuln um grande numero dellas.
O goslo e rlicire dos anllielminticos empregados
al boje rain oulroj lanos obstculos sua admi-
iiislr.ii-.o ; |>or isso eremos ler prestado um grande
servico liumanidade, e principalmente ospas de
familias, annuiiciiiiiilo-llies um vejmifugo, debilito
da forma de paslilhas. sem ebeiro e sem sabor, que
possue a arro a inais enrgica como anlelmintico
vermicido cnlra as lombrigas intestinas. ( I/>m-
brigtl/. oxyuru, etc., re.)
A romposic<1o das parlillias lie puramente vege-
tal. Quando om IHi.'i lijemos a tal preparado, es-
livemos lao oerlu da sua necau vermicida, que nao
limitemos um instante cm experimenta-la cm nos-
sos proprios lilhos anlcs do n fazer conhecer: o eflei-
lo (i espantoso, o logo que os illuslres prnfessures
do Hio de Janeiro c da mair pjov inrias do imperio
a conlieceram, nao duvidaram emprcga-la em todas
as molestias verminosas.
O cfleilo deslas paslilbis lie lito errto que niio p-
pde liaver a menor duvida sobre a sua eflicacia,
como consta das epiniftea de muilos illuslres mdi-
cos que aqaixo Iraiiscrevemos. Om ludo, como as
chancas estu sujeilas i outras molestias cujos sjmp-
lomas" sao quasi os mesnios das molestias vermino-
sas, aconselliamos, nm casos graves, de consultar
.....homem da arle autos le administrar as ditas pas
lilhas; nao que ellas |iossam produzir algum mo
effeito, porque na sua coniposicau nada onlra de
nocivo; mas porquepeusamos mis que n'aquclles
casos graves nao deve administrar-so remedia al-
gum emquanto a molestia nao lie |ierfeitamenlo
diagnosticada.
A di'ise das pastilbas he a scgiiinlc:
Uuas a seis |iastillias emjcjum, para as chancas
de dous a seis omos, oiigiiienlando a dso gradual-
mente segundo a idade. l>e dez a do/e paslilhas
para os adultos, e de quinze a v inte para as pes-
suas de trinta aunos para cima.
Repele-se a niesmadose Ircsdias afios. e noquar-
lo dia pode-se dar mu purgante de oleo de ricino.
.V. O. I'de-se ansmcnlar a di'ise das paslilhas
sem reccio do produzir irrilarflo llgaiM nns vias
digestivas; c so almonas >c/es niln lia lombrigas ex-
pulsas, pi'nle-sc cslar ccrlu que todo o qualquer
svmploma do molestia verminosa lem desapparc-
ciilo. (Seguem-sc os allcslados de dillcrcnles m-
dicos.
- Na ra Nova n. 18, luja de H. A. Caj, he
sempre um grande sortimciilii do obras Coilas, de
todas as qualidades, lauto superior como inais ordi-
narias ; camisas brancas, linas, ranrezas, c de co-
res; chapeos fraurezes, linos, ditos de alias largas,
brancas, cor de chumbo, prclos e cor de vinho, os
inais linos que ha no mercado, ditos de seda ; un
sorlimenlo de pannos linos, e merinos de lodas as
cores, brin brancos e do cores, de puro linlio, e
do oulros muilos padroes ; lencos de seda para algi-
beira, ditos para grvala, sus|iensohos, lioncl para
montara de senlioras, ditos para homem, paliliis,
calcas e jaquclas para pequeuos de 10 a 12 anuos ;
"tlfii grande sorlimenlo de palitos de lodas as cores e
qaHHflitos, Faz-se \Vslidos para senlioras iiionla-
rein cavallo, de merino de qualquer cor, de IOS
a 5OJJO00 m. Ha um torilmente de charutos linos
i llegados da Halda, e outros inais baratos paja aca-
bar ; emflm, o Crrgucz que enlrar ncsla lojn sahira
promplo de um faci complete, tratando semprc o
governador do mundoo seulior dinlteiro.
a.nthil iiiade e si i'eiuoridae
salsaparuilia de busto l
a SALSA r\RRIUIA DE SWDS.
Attencao'
A SALSA iVVHHII.IIADE KRISTOI. I a la des-
de IKtJ, e lem conslaulemenlc manlido a sua re-
putado sem necessidade de recorrer a pompOMM
aiinuncios, de que as preparan-es de merilo iiudem
ili*|.tiisai-se. O Mirresso do Dr. BKISTOL lem
provocado iiilinit.is in\ojas <\ cnlrc oulras, as doi
Sis. A. H. D. Sands de No-York, preparadores
e propriclarios da salsa parrillia ronlicndd polo nn-
inc de Sands.
Ksies *eidior<>s solicilaram a aecnria i illiii ilc Hri-dol, ecomo nao o podessem obler, fa-
brlcanm inna imitafo de Brslol.
Eis-aqui a caria que os Srs. A. R. II. Sand* rs-
crcvcr.uu ao I)r. Itrislol no ilia 0 de abril de 181:*,
c qu; se ada eni nosso poder:
Sr, Dr. C. C. flrittol.
Bfalo, &c.
Nosso apreciavel seulior.
Em lodo o auno passado lemos vendido quanti-
iladrs rousdera\eis do rvlraclo de Salsa parrillia de
Vmc, c pelo que ouvinios dizer de suas rirtiitlr*
iquclles que a lem usado, juljiamos que a venda da
lila medicina se aucmeular muittsshno. Se Vine.
quluf fazer mu conteni coiiinusio, eremos que
nos resultara ninila \anlacom, lano a mis como a
Vmc. Temos mnilo pra/er que Vmc. mw re^pomla
wd>rc esle assumplo, e se Vine, wer n osla enlade
.l.ii)oi a um mez, ou cousa semelhaiile, loriamos
muilo prazer cm oNcrem nossa bolica, ra de Kul-
lou, ii. TI.
I it.iiii as ordens de Vmc. seus seuuros ser\iilorcs.
(Assignados) A. R. I). SANDS.
CONCLISAO'.
1.c A anliuuidade da salsa pan ilha de Hrislol be
clarameiilo provada, pois que ella dala desde ls.!J.
eque a de Sands si appareceu cm 18., poca na
qual esle droguista nao pode obler a acencia do Dr.
Brslol.
'2. A su|erioridade da salsa parrilba de Rrislnl
he iiiriiriii'si.iM'l ; pois que niio obslanle a coueur-
inicia da de Sand*, ede urna |>nrcao de oulras pre-
paraedeti, ella lem mantidoasua reputacaocm qtut-
si (oda a America.
As numerosas e\peronrias feilas rom o uso da
Milu parrilba em lodas as eufcrmidadi's originadas
pela impureza dosancue, o o bom exilu obliilo n<".-
la corle jielo Illm. Sr. Dr. Siaaud, prcsidenlc da
academia imperial de medicina, pelo illuslrado Sr.
Dr. Aulonio Jose^ I'eivolo em sua clnica, e em sua
afamada casa de saude na (iamboa, pelo Illm. Sr.
Dr. Saturnino de Oliveira, medico do cmrilo, e
por varios oulros mdicos, permiem boje de pro-
clamar altamente as virtudes edlrazes da salsi par-
nllia de BrUlol vende-se a .') Valo achar-se de novo aberla a Iwtica do Sr. Jo-
>' Mara (ioncal ves Ramos, ua anlica ra dos (uar-
INSTRIMENTOS DE MSICA.
Brtinn Pracppr fit Compaiihiu, na na
daCni/., n. 10, ccebenim de novo um
sorlimenlo de inslrnmenlos de mttaica ,
como ejain, flautins de bano em mi l>e-
mol e fa', com chave ; pitfle com ua
comp<'tente caixa ; flauta debuxo; vio-
lAe de diirerentes fnjaliddeie comma-
chinimo ; auim como 2 violoes oquia-
imo, todo guarnecido de madrepero-
la ; tambem recommendam o eu gran-
de sortimenlo mentos, tanto para orcliestra, como pa-
ra mutica militar, por menos preco do
(rite emoutra parle; sendo para.liquidar
contas.
DAURORA
C. STAUR & C.
respeilosamenle anniinciam que no sen extenso es-
lalielccimenlo em Santo Amaro, continua a fabricar
rom a maior iierfeiciio c promplidao.loda aqualidade
do marbinismo para o uso da agricultura, uau'ga-
cfio e liauufaclura, c que para maior onmmodo de
seus numerosos fregue/es e do publico em geral, lem
aborte cm um dos grandes annazens doSr. Mosqui-
ta na ra do llrnm, atrar. ilo arsenal de maiinha,
um
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no diloscu eslabelecinicnlo.
AUI diario 01 compradorea mu complelo sorli-
menlo de moendas de calina, com lodos os mellio-
ramenlos (alaniis delles novos o originaos) de que a
evpi'rieni-ia ilo muilos anuos lem muslrndn a neces-
sidade. Machinas de vapor de baivacalla presso,
taitas de lodo lamauho, tanto batidas romo fundidas,
carros de iiio c ditos para condiizir fui mas de .lau-
car, machinas para moer mandioca, prensas para di-
to, Ionios de ferro hatillo para familia, arados de
ferro da mais approvada comlrocco, fundos para
alambiques, divos o portas para fornalhas, e una
inliuidadc de obras ile ferro, que cria cnfadoiilio
enumerar. No mesmo deposite existe nina pessoa
inlelligenle c habilitada para receber lodasasen-
coniniendas, etc., etc., que os aiiiiuncianles contan-
do coma capacidadeile suas ofllcinas c maoliinisnio,
o pericia de seus nfllciacs, se romp onieltein a laxar
everiilar. rom a maior presida, perfeico, e exacta
conforniidado rom osinodcliBou deseulios, c inslrur-
ciies que Me forein forneeidas-
FUNDICAO' DAURORA
Na fundicao cTAurora arha-se coiislanlenienle um
completo so'riimeiiio de machina, de vapor, tanto
Palla como do baiva pre-so de niodellos os inais
npprnvados. Tambem so aproinplain de cnconmicn-
da de qualquer forma qoe te ponam desojar rom a
maior presteza. Habis muraos ser.lo mandado*
para as ir assenlar, e os fabncaiilcs como (em de
cosime ali.incam o pcrfcilo Irahallio del las, eseres-
ponubilbam por qualquer defeilo que pona lidias
app.iiereftdiiianle a prinieirasalra. -Militas niiulii-
iiii- la apor COWlruiilaa nesle oslahclecimenlo lem
eslailo cm conslaule serv ico nMhl provincia 10,13,
c al Hialinos, o alienas lem exigido mili insignifi-
cantes reparos, e IgulUafl al iieiiliiiiisalisiiliitamen-
le, accresceudo que o consuminn do conbiislivel lie
mui inconsideravel. Os senlioresdcengenlio, pois,
e oulras qiiaesquei pe-soas que preciaarem de ma-
chiuismo sito respeilosanienlo convidados a visitar o
cslalieleciiiienlo em Santo Amaro.
COLCHAS BRANCAS COM SAI.I'ICOS
a I -.....i caila una
na ra do Crespo, leja da esquina que Volla para
a Cetela* ,
No Finio do Mallo, (torrante do imaxem lo
Sr. Joaqun Francisco deAIem, anda continua a
\enili'i-M> cera de carnauba, teneos, loallias do la-
bj ri ni lio o mais clleitos, por proco rnmiuoilo.
I1IAI.HAS ECONMICAS
para mesa a INta
na rua do Crespo, leja da esquina que volla para
a Cadete,
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42. '
Nestc estabelecimento continua lia-
ver um complelo soiliincnto de niocn-
dai e metal moendaspara engenlio, ma-
chinas de vapor, e taisas de btUTO balido
e coado, de todo os tamaulios, para
dito.
AOS AMANTES DA BOA PITADA. 1)1-
NHEIRO A VISTA.
Na ra do ( hifi.....1. loja da aqailia do becco da
O ni; reliarn n. l, \eude--c rap ,le l,i>boa,a W i*.
a nila\a, ilo inais fresco (juc existe, cheuado no ul-
ra I'AIA BAPTISADO
t, ) Vcndc-scricas tuncas de lil de liiiho, sa- J
n< paiinliosde afrinde oires, rom bordados
fj para ineninas : na ra Nova, loja II. i.
Charutos de Havana.
Os melhores pie tecm viudo a este
ulereado, vendein-si' continuadamente,
em casa de llitinii Praegei
da (".ni/, n. 10.
uiudoii-sc nutra ve/, para all o deposito il.i
parrilba de Itrislul.
Nll-
Deposito de tecidot. da fabrica
de todos os Santos,na Bahia.
Vende-se em casa de Domingos Alves
Malheus, na ra da Cruz do Becife n. 52,
primeiro andar, algodo transado daquella
S fabrica, muilo proprio para saceos e rptt-
Q parleescravos, assim comij lio proprio para
w rolos de pescar e pavios para velas, por
I* preco muito commodo.
li unko autoritario por dfd>.7o do comeiho real
e decreto imperial.
Os mdicos dos bt-spilaes reconimendara o arrobe
Lalleclcuv, como sendo o nico autorizado lelo ao-
vernoc |)0la Keat Socicdade de Medicina. Eslc me-
dicamento il'tini goslo aitradavel, c fcil a lomar
em secreto, esta em uso ua inariuba real desde mais
de GO aunos; cura radical me ule em pouco lempo,
com nouca despeta, sem mercurio, as auecoes da
pello, impincens, as consecuencias das sarnas, ul-
ceras, c os accidentes dos partos, da idade critico c
di auiuionia hereditaria oos bumores; convm aos
cal barro, da bexiga, as coiilr.cc,ocs, e i fraque? a
dos orglos, precedida do abuso das inqecc,des ou de
sondas, (lom anli-sjpbililiro, o arrobe cura em
pouco tcni|K) os Huios rcenles ou rebeldes, que vol-
v em incessanles sem consequencia dn emprego da co-
paibr, idiu o virus sem nculralisa-lo. i) arrobe l-aflecleuv
lie especialmente recommendado contra as docn^ns
inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao iodurelu
de |>olasio. Vende-sc em Lisboa, na bolica de Bar-
ril, e de Antonio Feliciano Alves de A/cvedo, pra-
c,a de D. Pedro n. 88, onde acaba de ebegar urna
graudc norco de garrafas grandes e pequeas, \in-
tl.is tlireciainente de Taris, de casa do Sr. lo\w>,m-
I.alTecleuv i', rin> Hicbcv l'aris. ()s formularios
da i n-se gratis em casa do agento Silva, na. jirafa de
I). Pedro n. H;?. N<> Polio, cin rjsi tic Joaquim
Araujo; na Babia, l.ima A Imijos; em Pernam-
Imco, Soum; Rio de Janeiro, Kucba c\ Fillios, el
Moreira, loja de drogas; Villa-Nova. Joao lViviia
de Msales Uitc; Kio-rande, l'rancisco de Pau-
la (loulo .\
\ Compan-
iia, na ra
MOB1L1AS DE FERRO,
como lejam, caderas de dilFei'entes mol-
des, incsiis csolas, ludo do tuais inoder-
do {joslo, vbldo de Pars: vrnde-M na ra
naCriiz, n. 10.

DAVID WH.l.IAM BOWMAN. ciineiiliciro ma-
cliiiiisla c fundidor de ferro, mu; respeilosamenle
anouncia aos senhoros pnipriolarios do eimoiihos,
raiendeiros, o aorespeilavel publico, me o sen esla-
Mecimeiilo do ferro nio\ ido por machina de vapor,
na ruado llrnm Daando orhafaiif, continua cm
oth'rl i \ o oxonicio, escacha complelanicnle montado
com apparelllos da primeira qualidade para a per-
feila lonfeccaodas malera pocas do mailiiiiisino.
Habilitado para eniprolicnder quaeaqner obras da
>ua arle, David William Knwiiian, dos<'ja mais par-
liriilanneiile chamar a atlenca publica para as se-
auinles, |Kir Icr debas crande sorlimenlo ja' promp
ln, en depotllona mesma fundicao, as quaeecon
Iruidas em sua fabrica podem competir rom asfabri-
radasem paiz eslranaeiro, lano cm preco como cm
qualidade de materias primas c man de obra, a
saber:
Machinas de vapor da melhor romlrncaS.
Moendas de raima para enuenhos de lodos os la-
rnanbos, movidas a vajior |Mir aeua, ou animaos.
Bodas do auna, moinhosde vcnlo'cscrras.
Manejos independentes para cavallos.
Hnilas dentadas.
Aguilboes, bromes e cliumaceiras.
CvilliAes o parafusos do todos os Umanhos.
Tallas, paros, rrivose lwcas de fornalha.
Miiiiihns de mandioca, movidos a mao ou norani-
maes, e prensas para a dila.
Chapas de h i-.ni c fuios de farinba.
Canos do ferro, lin neiras de ferro e de bronze.
Bombas para cacimba e de repujo, movidas a
mao, por animaos ou vento.
Guindastes, izuiicbose macacos.
Prensas hidrulicas ede parafuso.
Ferrancns para navios, carroso obras publicas.
ColuniDas, varandas, arades e porles.
Prensas i le copiar carta o sellar.
Camal, carros da laatearadeade ferro, ele, etc.
AMm na uperiorldade das suns obras, ja' gcral-
menlereroiilircida. David William llowman garaiilc
amaiseucta mtonWdade cora os moldes e dese-
nhosrcmctlidos pelos senhures quesoMiguanin de
fazcr-lbecncoromenilas. apnivcilaiulo aoccji.iao i>a-
raapradecer aosseusiiuinoi""-"- amloe frecuces
a preferencia com que tem sido por ellos honrado,
c a-Muura-lbc que nao poupara esforcos o diligen-
cias para conlinuar a merecer a sua couhanca.
_ Na toja n. 39 da roa do Quoimado, ende-se a
iki i-. i. covado do chitas frauceras para cubera,
de lindas eslampa, rom qualro palmos de largura.
BUACOS DE BALANCA DE KOMAO
&COMPANHIA.
Vende-sc braro de balanca de Romao
& Companliia proprio pan Iwilcao de
vender a'rctnllio, e mai liarato do.qne
em outi-a qualquer parte : a tratar na
ra do Vijario n. 19. segundo andar.
Vende-se vinho da Madeira de superior qua-
lidade emquartose oitavosdenipa, por preco com-
modo: normaiemde N. O.Bieber ACompanlua
na ruada Cruin. No becco do ron(alvcs. armaiem de lleane
Youle & Companliia vende-se mcias barricas com
superior farinba de trigo.
Vendem-se lonas, brintaO, brms o meias lo-
nas da Kussia : no armaiem de N. O. Biobcr *
Companbia, na ra da Crui n. h.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann na rita do Brum. passau-
do o chafuri/. continun liaver um
complelo sortimento de taisai fiiniliilo e batido de 3 a 8 palmos de
Iwcca, as qune acliam-se a venda, por
preeo commodo e com promptidao':
embarcam-M ou carrej;am-eem carro
sem despeza ao comprador.
AOS SKNIIOKES 6E ENGENHO.
0 arcano d inveneao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empreado as co-
lonias in'gleza e hollanttaat, com rjran-
de vantagem para o mellioramento lo
assucar, elia-se a venda, em latas de 10
libras, junto rom omelliodo de etnpre-
{-a-lo no idioma portugus, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na ra la
Cruz, n. i-
ATTENCAO 2S20D BS. A PECA.
UadapoUo rom um pequeo loque d avaria, leu-
do viole varas, largo, bmn a !rJtl(l_rs. l":;,;""
annazenido fa/endas iuule/as de liouvcia i\ l.cilc.
DEPOSITO DE CAL E P0TASSA.
Cunlia \ Amorim, receberam pelo ullimo navio
de Lisboa liarris rom 1 a de superior cal cm podra
para o rubrico de assucar, o vciidem |ior monos que
cm ouli a qualquer parlo ; c para fcchamcnlo de cil-
las um restante do polassa americana: na ra da
Cadelado Recife 0.50.
Vendc-sc ci^ra de rarnaba.primeira sorlc : na
ra da Cadoia do Bcrie u. 19, primeiro andar.
OO.OOO RS.
Vendc-sc por .VMI.^000 rs., una IjpnErnplua rom
mais do700 I do Ivpos muito hem sorlidos. e um
bom prclo do ferro c pie: a qncni convier dinja-sc
a ra das Crii7.es u. '-H, seaunilo andar.
Afnela de EdwInMaw.
Na ruado Apollon. ti, armar.em de Mr. Calmnnt
A Companhia, acha-se ciiiislanlenienlo bous sorli-
menloe de laivas do ferro coado e balido, lano ra-
sa romo fundas, moendas incliras todas de ierro pa-
ra animaos, aaoa, ole. ditas para armar cm madei-
ra do lodos os laiiiauhosomi'ilclososniais modernos,
machina horisoiilal para vapor rom forra i e
i cavallos, cocos, passadoiras do Ierro eslanliailo
par casa do purgar, por menos proro que os de ro-
bre, etcevens para navios, forro inler. lano om
barras como cm arcos e folhos, c ludo por barato
proco.
VENDAS.
VELAS DE STEARINA, fraiiceas, de fiem li-
bratironeas o de cores.
CEMENTO de llamhiirgo om barricas de 11 ar-
roba-, enejado nqvamenle.
ACODE MI I.AO sorlidu. _
OLEO DE LINAACA em latas de .i galcs.
BOTIM DA INDIA da primeira sorlc, c.niuilo
alvo* ,
PAPEL DE PESO ingle/.blanco c azulado, c
peonas de aro lantbein iimle/as.
ZINCO EM I'OLIIA, proprio parao forro do na
vios ou para a robera de ledos, c por una quarla
parle do proco de cobre ; o mesmo em olbas Tura
do, proprio para cubrir gaiolas para guardar ronu
1 ni completo sorlimenlo de VIDROS oriliua-
rios como COPOS, CAI.IX. GARRAFAS, te.,
que se vender muilo cm coala para fechara fac-
TaBOS. LONAS E BlttNS DA Bl SSIA, e urna
porcaode I.INIIA ALCATBOADA.
Inia faclura pequea de VINHO DE CIIAM-
PAli.NE milito superior, c chcaada agora: ra do
Trapiche u. Xc. J. JSTCBY& C-
\ende-so um inolequc, rrionlo, bom padeiro,
de idade de IS a M anuos: na ra da Cadeia de
Santo Antonio n. 11, loja de empalhador.
__ Na loja do ti portas cm frente da iroja do 1,1-
vraincnlo, vcude-sc (hilas de cores rom muilo bom
palmo, a IIII rs. o invado, risiadinho francez de co-
res escuras, a KM) o covado, alpaca de cores, lisa o
de quadros, proprla para vertido do senlioras, a
210 o covado. lencos de umbrala brancos, dilos
cun barra do cores, a Itl cada um, dilos para nic-
ninus, a Ktl rs. rada um, nirlcs de cassa hila com (i
varas e meia, a 11600, e ebale de laa prelupar
lulo.
N'endc-s-c um hiberna bem afregue/ada, na
a dfl ru dos Aciuiuiiinhos, Irogueii de S.
a billar na ra de Santa There/.a n. 60.
Venue-se estena
iltimo oslo, para forrar ala,
ireco cammodo; em casa de 7o-
insioii Pater&C, uaruadoViga-
CIIITAS BARATAS.
Na ra Nova, loja nova n. 16, vende-se chitas do
muilo Ihiiis pannos do cilrcs escuras, podrios moder-
nos, pelo baralo'preco de 140 e 160 rs. o covado, c
5J000 c 59.VK) rs. a peca ; os senhores cheles de Ta-
milia,queiram mandar buscar as amostras desta fa-
tenda, que a vista do preco e qualidade, niodeita-
ro de comprar.
ltl'A DO CBESPO n. 9.
Vcndo-9 chila fina, a 120 rn. o covado, cism fran-
oeza superior em qualidade, o lindo* padroes, a 20,
Jn i- 20 r--. o rovido, cortes de camlirnia franreza
di> rnrrs rscuras, i -J^MK) rs., dos de hrim de linlio
imitando casemira, a -nhki rs., aloalliado de aluo-
dflo de 3 a 6 palmos do larura, a 400, TiOO c 600
rs. a vara, riscado monslro com 5 a 6 palmos do lar-
cura, a 270 rs. o covado, e oulras tnuilas fa/.endas
"nulo preco. ________ _____^^
PAKAS.J0A0'.
Venilos*^ nmendoa confeitada
vindasde Par, propriaspara sor-
tes de San Joo: na rita Nova, loja
atraz da Matriz.
' Vende-se chale muito grande e e-
curos, pelobarntissiino preco de um mil
re, cada um: no aterro la Boa Vista ,
loja n. 18
JORTES DE CHITAS BARATAS.
liun inii.i-o a vender ciirles de chila fran-
cesa larga, cores Asas, pelo barato preco
de -2)1100 rs. cada um : na toja do sobrado
amarello da rna do Qucimado, n. '29.
csquin
Jos:
por
Na i:a do Aramio II. 7 vcude-sc por preeo
commodo os segiiinlcs trastes cm bom uso: cadei-
ras, contlos, sofs, c mesas do meio de sala, de
jacarando, c oolrw muilos trastes, que senlo pr-
senles livlsll do comprador.
Vende-se una carioca, feila cm
Inglaterra, com o competente arreio
para dous cavallos a qual pode (acil-
mente COlldur.ir cen arrollas de assucar,
lie iiiteirameiile nova e vendc-sr pelo
motivo de niio estar ainda acabada a es-
trada por onde devia tramitar : quem a
pretender, dirija-se a Luir, (lomes Fcr-
ri-ira, no Mondcgo.
No e*criptorio de Francitco Seve-
rianiio Rabello & Fillio, nolargoda atem-
blea, vende-se por pre<;<> coniinodo sacras
muito grande c:om superior fnrello,cliv
gado agora de Lisboa.
Velidc-sc charolode llavana: na loja 0*2,
dama Nova.
Vendc-sc Ircs moradas de rasas, na rulado de
Oliiida. urna na rua da Praia do S. Francisco, ou-
Ira na rua do Carino, c oulra na rua do Coso; ludo
do pedra e ral, chaos proprios, c um crande quin-
tal : a tratar no Recite, aterro da Boa-Vista, casa
u. 75.
Vcndc-sc na rua do Jardim n. 18, una csrrava,
crioula, rom alguma hahilidadc.
Vende-se queilos do manteiga, muilo frescacs,
viudos do acrlitu do Serillo: na rua dos Marlvrios, la-
licrna n. 36.
TAICHAS DE FERRO.
Na fundi;ao' d'Aurora em Santo
Amaro, c tambem no DEPOSITO na
rua do Brum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal le Mai iiilia lia' sempre
nm grande sortimento de taicba tanto
de fabrica nacional como strangeira,
batidas, fundida, grande, pcauenas,
razas, a fundas ; e em ambos os logares
i'sisli'in quindasteSi para carregar ca-
noa, ou carro vre de despeza. Os
presos sao' o mai commodo.
Em casa de J. Keller C. na rua
da Cruz n. 55, lia para vender, c por
preco commodo, couros proprios para
cobrir carro, ebegado ultimamciiie.
Romedio eapecial para bonbas e cravo
seceos, continua a vender-se na botica da rna do
Rangel n. 64, que foi do finado Sebastiao Jos de
Oliveira Macedo.
SUPERIOR FAZENOA PARA ES-
CRAVOS,
Nos qualro cantos da rua do Queimado, loja n
20, vendc-c algodau da Ierra, de muilo boa quali-
dade e |ior preco commodo. '
CUITAS E CACA DE BARBA.
Na rua Nova, loja nova n. If, ovslc nm grande
sorlimenlo de chifas, e cassa* do lirra .de padroes
nioilcruissiiiHK, leudo variedade de cores, para es-
colher ; peloliaralo proco le SQTtOQ rs. o corle.
Vcutlc-seum c>allo I.....andador,sellado cen-
froimlo ; para ver e tratar na coclicira do Sr. Bcr-
uiirdiuti, (ravessa tic S. Amaro.
. Vende-se nina casa com laherna bem afresue-
/.ada no melhor lugar da estada no\a do Cacliaui;,
passando o sobrado do VlflgM para ilianle: (piein pre-
tender dirija-sc a mesma, a tratar com Francisco
PARA BOMEM. f
Camisas brancas france/as de liulio, di- y
las tic murculina : na loja n. '2, da rua Y"
Nova. t' i
vcndc-sc no palco do Carino,venda u. I,
queijos frescacs a I^JNO i-s.
A ItOA IMTADA DE LISBOA.
Vcndc-sc rap do Lisboa muilo superior vndo de
cuconimenda: na rua da Cadeia do Bccifc, loja de
JoAnda Cunlia Maudhiles, n..">l,
Anda eiUStfi nina jx*<|ticna ]>orrao
do ja' acreditado remedio contra a cih-
briagueZi vindo do Rio de Janeiro, ea-
dia-sc a venda, na rua do Rangel, l>oti-
Ca n.' g .
Vende-se una mulata enm bulas as habilidades
precisas para lima casa, ludo faz com pcrfeiriio.arian-
ca-sc a boa conducta, porcm s se vende para Ierra :
ii.i rua Vcllia n. .V>.
NA Bl A NOVA, LOJA DE MADAMA POIBSON
N. 10,
vende-se luvas de selim branca<, cor decanna, e de
oulras cures, para homem o senhora, a |$600 rs. o
par, penlcsdclarlaru^a decbupa, du.'ia !5 cada um, dos melhores lisios possiveis, chapeos de
velbulu c blond para senhora, dos mais modernos
que ha, a Ii.-ihi rs. cada um, dilos de palha lisos
ecnfcilndos, manmiilos fraucezes ilo camhraia, a
I3IW0 rs. o par, chapeos france/es para hrtmem.e ou-
tras maltas Dtzendat que se veadem por baratissimo
preco.
RAPft DE LISBOA A BETALHO, A WRS. A
OITAVA.
Na loja de ni i ud e/as da praca la Independencia
n. '.i, vendc-sc rap de Lisboa, a 10 rs. a oilava, do
mais fresco que ha chafado ltimamente.
Vcude-sc um terreno na Soledade, confronlc
ao silio do Sr. Manuel Pereira Teixcira,com .11 pal-
mos tic fenle c i _' de fundo : a (ralar na rua do
Hospicio n..".
NA LOJA DE SEIS PORTAS EM FRENTE DA
KiBEJA DO LIVBAMENTO,
vendc-sc pecas de chila de cores com mui ln bom
panno, a .ffiOOO rs. a peca, cyrlcs de cassa chita com
varal e meia, a loOO o corle, c chales do Ua prc-
los para lulo. *
Joo Jos to Carvalho Moraes avisa a, publi-
co, que acaba de receber pela barca Isnl, una por-
rao do uielhor rap de Lisboa, do qual se resenta a
falta : os amantes deslc genero podem recorrer lo-
ja de ferracens da rua de Cadeia, onde poderaocom-
pra-Io, pelo preco laxado do ;te00 por libra, c I
tlinheiro .< vista.
Vendc-sc una prela, crioula, de 0 anuos de
idade, parida de um me/, com sen lilho mulaliiiho,
que co/iulia, lava, engmala hein, e cose chao : na
rua Nova n. 17.
MOENDAS SUPERIORES.
Nn fiuidinio d om Santo Amaro, adia-se para vender
moendas de raimas toda de ferro, deum
inodcllo 6 COnitruCQut) muito stinenotrs
Vendem-se verdadeiro vmho de
cliainpaj'iic de cvccllcnte (itialidadc, e
multo cm coiita, para li[iudarao : ein
casa de Ri'iiim Pi*neger & C, na rua
da Cruz, ii. 10.
Vinlios superiores de Hiieellns
;branro* c deColares ilinlo' em liarris de quinto:
vendem-so em rasa de J. Keller jj 0.
Vende-ee una parda rom tuna cria de 6 an-
uos, cltcnada do lertto, a qual lem principio de cn-
L'oiiimadii, lava, cose e co/inba, e lem um deleito
em um ulbo : na rua do Trapiche Novo n. I, uu da
Cruz, armazem n. 10.
CHAPEOS DE SOI., A IJ380,
na rua do Oos|ki loja da esquina que volla para a
Cadeia.
Vcndc-sc a bija de rouros da rua do l.ivra-
mento n. 37, asseyurando a consenarao no edilicio
por ciiiisciiliiiiculu du proprielario ; osla loja be das
mais aresuc7.adas, que lem de existencia mais de
um anuo: a tratar na mesilla.
Vende-te reloffio* deouro eprnta
ptente ingleas; na rua da Senunlla-No-
va n. ;>.
Vende-e um carro de quatro ro-
da, de um cavallo, com arreios corres-
pondente, e ausento para quatro pes-
na ; tima canoa aherta que pega em
mil tijqlos : o pretendentes podem ver
o carro no sobrado da rua de S. Francis-
co n. 68 A, e para tratar na travesa da
Madre de Dos n. 5, primeiro andar, a-
onde se dir' o lugar em que esta' a canoa.
POTASSA Sl'PERIOR
Vendem-se por preco muito com-
modo, no .iIIH../I ni n. 7 de caes da
allande(ja, de Jos Joaquim Pereira de
Mello, ou no cscriptorio de Novaes &
Companhia na rua do Trapiche n. 5i.
Vende-se um ptimo cabriolct ,
quali novo, de muitq, boa construceao e
com coberla ; assim como um excellente
cavallo para o mesmo, muito forte e bo-
nito : para ver na rua da Guia, coclieira
do Sr. Wollirhard, e para tratar na rua
da Cruz., n. 10.
LOTERA de S. PEDROMAKTYR.
Ao I2:000 e 6:000*den.
Na loja de miitde/.as ila praea da Inde-
pendencia n. i, vende-se bilhetcs mtei-
ro, meio, quartos, quintos, decimos e
\ ijji'siinos, que corre no da lOdejmiho
Bilhete inteiro......12s000
Meio........... OsOOO
Quintos.......... 5J50
Quintos..........2S700
Dcimo.......... l|600
Vigsimos......... 700
Vende-se as seguinte teniente de
hortalieas, das mais novas que ha no mer-
cado, a sa!>cr : rbanos rabanete
brancos e encarnados, nahot rxos e bral-
eo, al face allemaa, dita repolbuda, cott-
ve saboia, tronxuda, lombarda, salea
cebla de Setubal, coentro de tosscia ,
tegorellia, cenouras, pimpinella, repolho,
\ieoria, e tomates erandei : vende-se em
porcao maior e mais barato para acabar,
na rua da Cruz, do Recife, n. 62, venda
de Marlini& Irmao.
Vendem-se em ean de Me. Calmnnt o Com-
panbia, na praca do Corpu Santon. II, osesiiinlc:
vinho dcMarseilleem cimas de :i a (i duiias, linhas
em novellos ccarrelcis, bren era barriras muilo
arailes, aro de milao surlido, ferro ingle
RAR DE LISBOA, A \0 RS. A OITA-
VA, E 3 OITAYAS POR 100 RS.
Na roa da Cadeia Vclha n. I.~>, loja do Boursard,
vende-se rap do Lisboa, rhegado pela barca Leal,
pelo proco cima lavado.
RAPE DE LISBOA.
Na roa da Cadeia do Itorio n. t "i. vende-se rape
de Lisboa, a 3300 rs. a libra, aflanfando-se a qua-
lidade. o troca-se.caso nio agrade ao comprador.
Vende-te saccas com a mai superior farinba
que lia no mercado: no becco Largo n. 1, segundo
andar.
Vende-se oleo de ricino : na roa da Cadeia
Vclha, loja do ferragens n. 56, por menos do que
em outra qualquer parte.
Vende-se 18escravos sendo I mulata qoc cose
e engomma, 4 molecotes de bonitas figuras, 6 escra-
vos de todo lervicp, e 7 escravos de servido de cam-
po: na rua Oireila n. 3.
ATTENCAO' AS PECHINCIIAS.
Vende-se corte de cassa para vestido, padroes de-
licados, pelo baratissimo precu de '-'-1> rs., cortea de
cambraia aberla com listra de cores, os mais moder-
nos que lia, pelo barato prer,o de 48300 r corles
de vestido de barra a ultima moda de Paris pelo ba-
rato preco de 5VO0O rs., assim como cortes de cam-
braia do lislra, e salpico pelo barato preco de SjlK)
rs., risi'.idinliiis de todas as cores muilo miudinhos,
a 20 rs. o covado, e ara complelo sorlimenlo de fa-
zendas linas, como sejam cambraias franeczas riquis-
simos padroes pelo barato prejo de 800 e IJJOOO rs. a
vara; cortes de colleles bordados brancos de se-
tim, proprio para casamento pelo barato preco do
8000 rs., ditos prcloa tambem bordados por 68000
rs.,rapolinbosde fil muilo ricos pelo barato uncu
de 9000 rs.: na rua Nova n. t2, defronle da igreja
da Conceicao dos militares.
Na rua do Collegio obrado n. 21, segando an-
dar, vende-se om excellente cscravo, preto, crioulo,
de 24 aunos pouco mais ou menos, baslante robusto,
sem virio e nem acliaque algum, faz todo e qual-
quer servico de urna casa, ganba na rua, e tambem
em conducho de saceos de assucar.
Vende-se urna escrava muito moca, de exomplar
conduela, tem vicio nem molestia, quccozinba com
pcrfcicilo o diario de urna rasa, e le insigne doccira
c faz lodo o servico e tem duas crias, sendo una nc-
grinlia de 5 mezes, o motivo da venda lio por causa
das duas crias : na rua dos Quarleis n. 2t.
Vende-se urna preta, e um moleque, sendo a
prelu de dado 20 annos, e o moleque t:l annoi:
na rua Vellia n. 55.
A 1600 RS.
Cortes do ganga- amarclla para calca: ua rua du
Crespo, loja da esquina que volla para a Cadeia. '
Vende-so carnauba de primeira norte, e velas
lambem: na rua dos Vire n. 50.
AO PUBLICO.
Os abai\oassijjnados vendem na sua lo-
ja da rua do Collegio e Passeio n. 15 ,
um rico sortimento de seda, litas, fttrta-
Cres e lavradas, por lia i vos preco.
Rnitron Rooker & Companhia, negocian-
te ingleze.
MANTELETES E CAPOTIMIOS.
ide-se maleleles e capolinlios prolos e do ;
cores, bordados a agulba, do gosto muilo '
moderno, para senbora : na loja do sobrado !
lio da rua do (ucimado, n. 2!1.
Vendc-sc fio de algodo
hia, por preco commodo
Ba-
o es-
criplorio de Novis & Companhia,
na rita do Trapiche n. 3V.
ATTENCAO'
Vende-se um carro iiomi do qualro rodas
ei\o palenle, muilo bem conslruidn e mo-
derno, de qualroasscnlos, forrados desfila c
envidracadn, iiiuitoamodcrno o leve, com os
seus competentes arreios, muilo delicado
ferragens brancas, e obra do metliur segeiro
de Varis. Cloclicz, um cabriole! de duas ro-
das, patente, novo, o com copa de pore tirara
>onlado mui lo inaneiro.e com seus conipelcn-
les arreios de nidal branro, c do mesmo fa-
tiriranle de carros do qualro rodas, nina paro-
dia de ravallos de carro, muilo grande, novo
c manso: na rua Nova, codicien de Adolpbe.
\ einlo-se una morada de casas terreas, sitas
na rua das Triurbeirns n. 22: quem pretender di-
rija-sc rua de Apollo, arniazciu de assucar da viu
va Vereira da Cimba.
PARA FECHAR CONTAS.
Vende-se cera em velas em caixa sor-
tidas, mercurio doce milito superior e
em pequeas caixinhat, ateite de pci\e
em volumet pequeo, barrica com li-
nliaca em grao, charutos da bahia, jaca-
randa'em eossiieira. c de superior qua-
lidade, fogo da China em figura, etc.,
etc., tudo se vende poro mai baixo pre-

andar.
Vende-se colcha branca de l-
pico muito encornadas, propriaspara o
tempo de fro, a 1,600 rs. cada nina: na
rua do Crespo, loja n. 6.
Vendem-se relogio de ouro, pa-
tente ingle/,, o inelhore que tem viudo
a ette mercado, e do mait acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Rus-
srl Mellor & Companhia, na rua da
Cadeia do Recife, n. 30.
Vendem-sc vaquetas de lustre, pira
coberta de carro : na na da Senzala
Nova n. Ai.
Veiulem-se os venladointsscllinsiiiyiP7.cs, pa-
lenle, do mola c sanella> 1 na rnailaScnza la No-
va n. V2.
A 500 RS. A VARA.
Brin trancado hranco de puro linlio, muilo en-
corpailo: na ioja da esquina ta rua do CrespH, que
volla para a Cadeia.
COBERTORES DE TAPETE
Escures para escravos, a 900, IjOOO c ISHOrs.:
na loja da esquina da rua do Crespo que volla para
a Cadeia.
COBERTORES DE TAPETE.
Na rua do Crespo n. (i, vendc-sc siqicrioros cobcr-
lorcs de ligedlo escuro, proprios para escravos. a
!KM), 18000 rs. elSIttlcada um, briin trancado bran-
ro de iinbo puro, a 5110 rs. a vara, corles de dilo es-
curo, a 18110 o 280110 rs., cortes docilita com baba-
do o barra,a 18000 rs., Icndo 1:1 covados cada um,
cbilasescuras dclinlas scauras, a tfiO, IKO, c 20(1 rs.
o covado, selim preto maco, a :l8tK"J c38200, pan-
no prclo tino, a .1 c 48000 rt. o covado, dilo azul
muilo lino, a 18000 rs. o covado, DMM de cambraia
de salpiros rom 7 varas, a 4 e 1>>00, o militas mais
fazondas por menos preco do que cm oulra parle:
na rua do Crespo, loja n. 6.
DOCE DE IIACORV.
Cbegoii rcccnlcincnle do Maraiibio urna pequea
porco dcsle delirado doce, o nielbor que lia, tanlu
pela sua evcollcnle qualidade, como |wr ronservar-
se por muito leni|Hi em perfeilo oslado: veiule-sC'
em casa lie l'uiile trinan, na rua da Cadeia Vellia
VINHO DO PORTO MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, cm
barrisde l., .r>. e 8. : no arir.a/.em da rua
do A/.cile de Peive n. I ou a tratar no
cscriptorio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapichen. ~>\.
CAPACHOSCOM ABERTURA
para mesa de meio de sala: vende-sc na rua da Ca-
deia do Recife n. 18, primeiro andar.
CALCADO BARATO.
Na rua Novan. S, loja de Jos Joaquim
'* Moreira,
lia um riel sorlimenlo de sapalOes de bezerro, ron
ro de lustre borzeaiiins clasliros c de ImiIocs, ludo
para bomem, pelo mais barato prego que al aqu
lem liavidol ouein disto se quizar cerlilirar, dirija-
sc a dita loja ; adverlindo, porm, que tute vende-
rn adinbeiro, e que nao se foro abale algum alm
dos procos aqui mencionados.
SapalOes do latir fraucezes.....18800
Ditos abolinados da Russia......S9S
Ditos de bezerro francez.......3SS9
Bor/egiiins rom bolocs.......78IJOO
Ditos elsticos..........78"i00
Dcpoiilo d uibric. de Todo. o. Snnloi na Baha.
Vendc-se, em rasa deN. (1. Ilieber i\C, na rua
da Cruz n. h, .disidan Irancado d'aquella fabrica,
muilo proprio para sarros de Matara roupa de es-
cravos, |Hir proco rommiido.
\'endivse um carrinbo de i rodas com i assen-
senlos, sendo 2 para ineniios.com lauca c varaos pa-
ra I c 2 cavallos, em milito boiu estado [Mir ler sido
fabricado a anuo e meio, por preco romniodo: os
pretndeme dirijam-so ao aterro da Boa-Vista n. ti,
segundo andar, das (i as 10 bnras da inanlia.
Vendc-se cbapcos de palbinlia para cnliora,
muilo minenlos, c de diflerente qualidade, mui-
lo proprios para a presente eslacao, o |H)r procos
muito mdicos : na rua da Cadcin do Recife, n.
21, primeiro andar.
Oeo.
Vende-se gessoembarricas,ebegado ullimamne-
lc:om casa J. Keller f5t Companbia, na rua da
Cruz n. 55.
Moinhos de vento
com bombas do repino para regar borlase baivas
de capim. na fundicao de D. W. llowman: na rua
do llrum ns. 0, 8 o 10.
A 6,004 r. pequeo, 6,600 rs. tr.nde.
Vendem-se cbapcos de sol de seda incleza de
superior qualidade, pelos preco cima : na rua
do Collegio n. 4.
Na rua do Aragito n. 27, vendc-se um relogio
de prala, patente siiisso, muilo bom regulador, em
seyu nda mao, c por preco commodo.
Vendc-se presunta inglezcs muilo novo para
fiambre, tala com bolaclimlia de soda ingteza,quei-
jos de pralo, consol vas mallo novas, scmciiles de to-
da a qualidade de liorlalire, rliciMdas iiltimamen-
le: na rua da Cruz n. 4(i, defronle do Sr. Dr.
Cosme.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C. cm
Santo Amaro acha-te para vender ara-
dos de ferro de superior qualidade.
Oleo especifico para curar a caspa e con-
servaro cabello, continua a vender se aa botica
da rua do Rangel n. 64, a 640 rs. cada vidro.
Vende-se urna escrava de nacAo Congo, de ida-
de 30 anuos: em Kra de Portas n. 145.
PAO CRIOULO.
Na padaria da rua da Senzala-Nova, n. 30,
acha-sc i venda diariamente o bello pan crioulo, fa-
aricado por cylindro, moda da corle do Hio de
Janeiro, o qual alenj da superioridade ao pilo eom-
nuim, lem a vanlattem de ser sonlo de receber o
mais pequeo golpe de suor do amaatlor, vislo
que lie amainado por machina : na mesma padaria
acharao semprc as pessoas de bom goslo o seguinle:
480
800
too
20(1
m
\w
400
800
800
800
Hirtcoilos de .ii tii!,i e d'ovos a libra.
Kalias darainha ....
Mnl.icliinli.is de aramia pura.
Dilas americanas ....
Biscolindos ilc erva-doce.
Dilos de Lima.....
Dilos de I ara nja ....
Dilos de familia. '.
Dilos imperiaes ....
Dilos amanles.....
ESCRAVOS FGIDOS.
Conlinuam a cslar fgidos desde 2 de uovem-
bro de 1851, dous escravos nrelos, por nomc licne-
diclo, de nacao Angola, bem parecido, representa
ler 27 anuos de idade, barbado, alio, pos e mos
grandes, denlos limados, e lie cozinlieiro; c Maan-
ita, do n;i<;.i" Costa,' alta, liem parecida, representa
ler 21 annos,suppoe-se fossem furlados para o mallo
ou para fra da provincia : roga-sc as autoridades
policiaes e capitlcs de campo osapprehendam crc-
mellam para esta praca a entregar a Jos tionral-
ves Torres, na rua da Cadeia do Recife n. t, que o
mesmo gralilicarcom 2OOJO00rs. a qncm os entre-
gar.
No dia 28 de maio prximo passado, dcsappa-
receu o cscravo l'lp|ie, de nacao Angola, com ida-
do de 20 anuos, pouco maisou menos, alio, deror-
po regular, edr um |iouco fula, lornando-sc liein
conliccido pela costura de urna alporra que se cs-
lende do |icscoco al quasi a orclha, c lambem pela
cicatriz de um lalbo que lem as costas: quem |M>is
|iesar o referido cscravo, leve-o a Sebasliao Mauri-
cio YVanderlcv, morador na rua Dircila, sobrado ti.
2">, que gratilrar generosamente. Inimigodcqucs-
lOes, e a que s recorro em ultimas circunstancias,
polo presente annuncio lamliem peco ao Sr. Manocl
de Souza Pereira, que diligencie o apparccimenlodo
referido escravo, pois que bem lembrado oslar, que
vendeudo-me este preto cm 27 de abril deste anuo,
obrigou-se no titulo da venda a responder pela fuga
no esparo de seis mezes. Se pois esgolado este meio,
me nao vier o escravo, protesto que farci valer o
nicu dircilo.SelNWtiito Mauricio Ifanderlry.
Ilesappareceu a 19 de maio prximo pascado,
o negro Anilr, crioulo, do idade 20 anuos, jhiucu'
mais n menos, altura regular, pernas finas e ps
cambados de iiichos, liem preto; levou camisa c ce-
roulas de algodlo da Ierra, e clia[io de palba ; ro-
ga-sc as autoridades policiaes a apprcbensao do
mesmo, ou aos capitaes de campo; e de o levaren)
a scu seulior Jo,io de l)eos Mcllo.na Pedra Tapada,
comarca do l.imoeiro, ou no Recife, rua do Quei-
mado, loja de Lopes & Pinbciro n. ffi.
Mi il l-.nl !: I-1 1.1 ni i.
Ilontem, 2 de junlio, sabio da casa de scu senlior,
na Passagcm da Magdalena, um moleque, cabra, de
nomo l.uiz, rom camisa branca de algodo, calca de
ganga azul com corrcia na cintura, c cliapeo de pa-
lba : suppoe-sc quo anda vadiando por ser muilo
criante : quem o pegar, pode leva-lo ao dito lugar
oo vil ciro da Passagem, om no Recife, rua doTra-
piclien. 10, segundo andar, quo se gratificar.
Fugio, viudo ja preso du Recife na nuile do
21 de maio, cm Ierras do cngcnbo Frtgozo, o nearn
de nomc Antonio ltabiauo, representa Icr 50 anuos,
rllelos ja brancos, tem urna tend cm una perna, e
mis tallios ao romprido no pcilo de anillos os lados
como marca da Ierra delle, c tem a mesma nos
bracos ; lie ebeio do corpo, no pcilo baslante cabel-
ludo. Esle escravo anda fgido desde novembro
pausado, o disse na occasito de ler sido preso que
esleve occullo em Ierras do engenlio Inliaman o
d'alii vejo para Ulinda onde andava ullimamenle,
be provavel que abi se v occullar de noi o |Kir Icr
abi eonbocimcnlo, bem como no Recife por ler si-
do escravo da Sr." Viuva Pereira da Cunda, c os-
la Sr.i ler um silio cm Olinda a quem o abaixo as-
signado o comprou : roga-se por tanto as autorida-
des policiaes ecapiliM de campo a apprclicnso de
dilo cscravo, podcnoVser condolido ao seu senlior
l.uiz Antonio da Silva.no cngenbo Caiapc.ao seulior
Jos da Silva l.oio, que recom|icnsar cum genero-
sidade.
Ilesappareceu na madrugada do dia II do cor-
rente dn silio do Canhcngue, em Beberibc, um es-
cravo pardo de nome Bernardo, natural do serijo
do Ir, pertencenlc a Viccnto Ferreira da (aisla,
que o comprou aos senbores Caminba & Futios, os
quacs o bouvcramdo Sr. Jos Pastor Ferreira l.ima.
rujo escravo lem os signaos seguinlcs: or clara,
araliiirl.iilo. cabello corrcdio, barba cerrada, |>cs do
papagaio, lem um defeilo nocolovcllo esquerdn,
que qiiaudn dobra o braco, sahe o osso, que foi des-
tocado, be de altura regular c grasura proporcio-
nal, be bom encarado e alegre, e representa ler 30 a
:"i minos de idade : levou nm farao, e um lurrao
com roupa de pagem, jaquela, caira c colletc azul,
roupa branca e do riscado para servico, una rodo
e um rliapo de pello sem gal.lo : pede-so is animi-
dades policiaes, uu a quem delle souber, o obsequio
de o apprebender ein.'mda-lo entregar asen seulior
no dilo -Mu I i Beberibc, ou no Ri-rite, no irinazeiil
da escadinlia, que alm de se pagarein lodatas des-
pena de toa apprcbensao, iegrallllrar generosa-
nenie a quem o aprcsenlar.
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