Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03190


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Full Text
m
luoaia (bina a
uti juniio VC i33.
N. 126.
DIA R10 DE PERMMBTOO.
PBX90 SA SDBSCRIFIJAO'.
Suhsrreve-ee a 15900 por anuo, c 49000 por
qu.irli'l pago adiantatlo, o J500 por quarld pago
\,'mido, na cana do seu nroprielario, M. Figueira
ile I 111 a, na piafa da Iudcpeiidencia, ns. 6 e 8, e no
Ido de J. casa do Sr. Joao Pcreira Marliiu.
o F. Duprad.
o Joaauini Bernardo Mcudon;a.
a Josc Rodrigues da Cosa,
o Joaquim I guaci Pereira.
a Antonio de Leinos Braga.
a (juilherme Augusto de Miranda
h Justino Jos Ramos.
Il.iliia u
Macelo' c <
r.iuiiihji c c
Natal c 0
Aracaty a
Leara' c M.-iranhaA c c
l'ara' 1 <
CAMBIOS DE 7 DI JNHO.
Sobre Londres 28 X
c Paris, 340
Lisboa, 95 por cenlo.
KETAKt.
Ouro. Olivas licspanholas......., 298500
MocdasdeGSlOOvelhas...... 169000
a defelOOnovis...... IfjOOO
o de 45000......... flWKK)
Prala. Pataco brasileiros........ 18910
Pesos coluinnurios........ 19910
a lln'Mi'.lliu-......... 19H00
Acto do Banco......... 10?
Descont do l.etlras....... 9a It
NOTICIA* XITILAiraKWAl.
Portugal . 14 de Maio Austria. .
Hcspaulia 9 de b Suissa .
I'rauca. . 8 de a Inglaterra
Blgica. . . 6 do Succia.. .
Italia. . . .5 de a E. Unidos .
Alcmanlia 3 de a Mciico .
Prussia. . 3 de a California
Dinamarca 1 de Cbili .
Russia.. . 27 do Abr. Buenos-A.
Turqua . 25 de Montevideo
3 de Maio
. 5 de a
. 8 de
29 de Abr.
20 de
, 12 de
26 de Mar.
. 15 de a
, 3 de Maio
, 5 de
S. P.doSul 2 de Maio
Minas. ... 5 de a
S. Paulo 6 do a
Hile Janeiro 25 de a
i Babia.. 1 de Jim.
noticias do iwnnio
Para'. 20 de Maio
Mar.mli.ni 21 de a
Ceara'.. 28 de a
I "a rali i lia 3 de Jun
AlagAas 1 de
PARTIDAS DOS COIUIEIOS.
1II i ma, lodo* os das.
Victoria, as quintas feiras.
Caruar, Bonito c tiaranliuns, nos dios 1 e 15.
Villa Bella, Boa-Visla, lixu e Oricury, a 13 e 28.
(ioiauna e Parabiba, segundas e sextas.
Natal, quintas letras.
DAS DA SEMANA.
6 Segunda. S. Norber-
tob.
7 Terca. S. Roberto ;
S. l.icariao.
8 Quera. S. Maiimi-
nin ab.
9 Quinta. S. Pelagia >.
V* t S. Primo.
10 Snla. S. Margarida
1.1111I1.1.
11 Sabbado. S. Berna-
b ap.
12 Domingo. S. norio.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
felapao'
tortas c sabbadns.
Faztnda
Ierras eseilasas lOboras.
Juizo de Orphaos
segundase 5. as 10 horas.
Primeira vara do cirel
lerdas e 6. ao meio-dia.
Segunda vara do eive.
quarlas o sab. ao mcio-d.
EPHEMXHXDES.
Maio 29 Quarto mingoanle as 3 limas 18 mi-
nutos o 33 segundos da larde.
Jiiiilni 6 La nova as 6 hora, 18 minuto e 34
segundos da larde,
c 14 (.Inarlo cresceule a 1 hora, 6 mi-
nutos c 33 segundos da larde.
' 21 La chciaas 3 bofas, 30 minutse 34
segundos da tarde.
POEAMAB DE HOJE
Primciriis (i horas c 6 minutos da man lia a.
Seguuda s 6 horas o 30 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL.
9
RELATORIO
Da rapanloao' doa neiocloi eMranfstrM
aprcMutado a' aaaaaablaa (ral loglslativa
a prlsaatra mu' da nona laf blatara, pa-
lo respectivo ministro a sacrMarlo da sudo
Paulino Josa' Soare de Sean, -
Augustos o dignissimos Srs. rcprcscnlaul da
nafta:
\ onlio dar-vos sobre os negocios que correm po-
li roparlicAo a mcu cargo, as nforuiarcs exigidas
pele Ici.
Secretaria.
AlgtiDMs altcracOcs suflreu la reparlijoo no sen
I"'-
al.
lousofllciacs que se achavam cin coaHuittto,
mn 1 "ni o carcter de enviado extraordinario c mi-
nistro plenipotenciario em missao cs|>ccial as repu-
I1I11.1 1I0 Pacifico, e oulro coKlo cncarrogailo de 11c-
coriofi da Russia, optaram, na conrorinilaile do art.
.VI ilniiccrclo n. 940 de 20 de marco de I8S8, pelo
scr\n;o diplomtico.
Hola mancha, e pelo fallocimenlo de un inligo
servidor do Estado, o otllrial maior graduado Jos
Pimmigues de Alhavdo Moncorvo, verilicaram-sc
Inu vagai ile ofllciacs, tinas das quacs foraiu pre-
cmliiilas |wr dous amanucus mnis anligos, sendo
prauuvidos |>ara a que esl deixaram dous d'enlrc
osTiais antigos pralicantcs.
*|nnal da secretaria consta da rclaclo 11. I, e
em desmorecido do conceit" que sobre elle
enourjei em mcu ultimo relatorio. A secretaria
fiiiirritiii.-i na casa do Cani|>o da Acclamarao, que
Ini alagada em virlude do arl. II 8 9 da Ici n. 551
de I5.df jiinho de 1850. Koi preciso faicr alimonas
ultras imlis|>ensaveis para inclino aroiniimtla-l ao
serviea, ao qual era ilcslinaila, c mobilia-la com
a precisa decencia.
A organisacAo do sen archivo, anlcs ImpOSSivel
por falla ilc paro, contina ; e do nove arratijo o
tiassificacao dos pa|>eis c mappas lem j resultado
grandes vantagens para a !>oa ordeiu dos trabadlos.
Corno diplomtico.
A rclacAo sob n. 2 demonstra o numero e cal.
ria das legaeoea desle imperio, que cada urna so comprie.
tainfroiilando-sc esse quailro cun o tpic rompa-
nboii o mea relatorio do anuo prximo pausado,
vcr-M'lia que neiibuma alleracilo leve lugar no nos-
so ro pn diplomtico na Europa.
rendo o governo imperial dado por fui 1.1 a mis
woes|>ecial na Repblicas do Pacifico, encarrega-
1I.1 ao const-lbciro Duarlc da Ponte Ribciro, e ha-
vi'mlo rccolhido a la corle, foi ]iosto em dispbni-
liiliilado activa esse empregado, que lem prestado
luimos n bous serviros na carreira diplomalica.
Itevondocessar essa missao, c alargarcm-sc e ad-
quirirem cada dia mais imporlaucia aa noesas rela-
r.V-rom o Per, por bem do tratado de -:l tlt-tm-
lulirn de 1851, foi uomcado enviado exlraordina-
io c ministro plenipotenciario em missao nrdinari-
pcranle essa repblica o cx-minislro residente em
llc|ianlia, Jos Francisco de Paula Cavalvanli de
Alliuquprqtir, queseachava em disponibilidade.
Tendo o Sr. visconde de Paran precuchido a
dillicil c iinporlanlc misltlu extraordinaria que llic
li'ira confiada peraute as Repblicas Argentinas do
L'rugua) e Paraguay, c solvida a quIAo que se
levantara sobre a validado dos tratados do 12 do ou-
liilno de 1851, houvc S. M. o Imperador por lirm
acceder aos desejos que manifestara de rccollicr-se
a esl corle.
Foi culio promovido o conselheiro Rodrigo de
Sinua da Silva Ponlcs a cuv iado extraordinario c mi-
in-lro plcni|H>leuciario junto Confctlerac.ao Amen-
tina, e o Sr. Dr. Jos Maria da Silva Paranbos,
secretario da missao especial c extraordinaria con-
fiada ao Sr. visconde de Paran, a ministro resi-
liente, em missao especial, na Repblica Oriental
dn Frugiiav.
A importancia de alguna negocios que se acliaiu
pcndenlcs cuije a lecaeo imperial netsa repblica
c o govcruoVrienlal, c que o Sr. Dr. Paranbos
lem Iralado desde sna origein, leudo tlcll o mais
jo-i Icilo roiibecimeiilo; a maneira pela qual lem
ilfscmiNMihado suas fuicces com pica satisfago
do governo imperial, c (lenlio inolivos para crcr)
mi..'ni com a do Aa repblica, |ieranle a quul os-
la .icii'dilado, justifican! o pedido fcilo |iclo gover-
no cmara tos Srs. dcpulados do scu conscnli-
iiicnlo para que o dito Sr. Dr. Paranbos, eleilo de-
butado |iclo Rio do Janeiro depois de sna Hornea-
ran para o cargo de ministro residente, o podse
continuar aexercer.
11 peasnal do corpo diplomtico Irangeiro nesta
corle acba-se arlualmculc limito rcduzido, como
vcioi.da relacilon. 3.
Tendo sido.o Sr. marquez de Lisie chamado lia-
ra oulro destino, foi nomeado para o subsliluirno
misino carcter de enviado extraordinario e minie
lio plciii|K)lcnriario o Sr. Cavallciro ile SI. eor-
Rs, deliberando o governo de S. M. o Imperadm
do Francezee acretlilar, durante a sua ausoncia,
piulo ao gover&e imperial o secrclario da legoc.101
Si.<,reliiig,coinocncarregado de negocios provisorio.
Aclm-sc acreditado (e ausente) como cncarregado
deneuocios de Sardcnba o Sr. Merec Cerruli
O Si. Jos l.ainioy, cncarregado de negocios da
Blgica, foi acrcdilado |ior S. M. o rci dos Belgas
romo seu ministro ridcntc nesta corle, c la au-
cnle.
O Sr. Sonnleilhner, que excrcia interinamente
a> luncco de cncarregado de negocios, depois quo
Krclirou dla corle o Sr. conde-de Rcchberg,
I......Ulan ullimamcutca carta pela qual o governo
JcS. M. Imperial < Real Apostlica o acredilava
permanentemente junto do governo imperial, na-
iuiellc raracler.
Km consenuencia do deploravel fallccimcnlo do
Sr. Ilenrv Soulhern, enviado extraordinario c mi-
ni.lro
Mee
Sl.ul,
Ten
liS,
corlo
plenipotenciario de S. M. Ilrilani'a, serve
ano chefe da legado o scu secretario, o Sr.
il Jerniigham.
lo fallecido o cncarregado de negocios da San-
Monscnlior Antonio Vicira Borgcs, llcou a
ile Rohm sem agente Beata rrlc.
FOLHETI1II.
ASOMBR DA FEUCIDADE.H
Pela condessa de Orsay.
CAP1TIL Vil.
Ii'hi, i'irplain inwl.'ur ce nV Ili.n d'iniMH m- scinuit ion> rctli* Irlcl. aunir.-.
Ita tilo \ t ,|i.m>ca...... >r ,ln..ir,il ,.;
Ce q El 11,ai l.,n,i,, ,1.. I',.r.
. Mf.IT.
Era lira espectculo borrivel ver o rosto liv ido da
'aslclli, movciHlo-sc para marcar o compasso densa
msica infernal, cnlielaulo que um sorriso convul-
>imi ilcslisava-sc-lhe pelos labios deseorados, como
J arani-a ,lc sua culpada existencia. Esquccemlo em
eu delirio a presenta da menina, cuja niocidadc c
uuiiKcnria linlia ate entilo respeilado, Theiiva mur-
"inr.ua lalavras, que faiiam estremecer a Oiudilla.
tviiis palavras horriveis, que sibilavam como ter-
mines a sen ouvidos, perlurbavam a razo da mo-
c ratgavanvlbe o roraco.
MiTi. 1 mD'u,n",'t exclamou ella Iaui;ando-se
1 i.i'jiimas ,10 |i do leilo, no esculo sa msica,
"'''ndoinrerno! Pense em Deca. que nos est
."'""piando ueste mouiento lerrivel! Procure re-
our urna orelo!
1,11 '" arao "e raio alumiou por um inslanlc
"r auaitado da Ijslclti.
I..7T "nl"'-ivel. respondeu a moribunda, vol-
para sua Dlha, ludo lenho esqiicrido.....
iIm
excepto o fro, que me gela, ca Tomo que me
*a as cnlranhas! Iii-nu. ...1.1 noln anuir !>
H ni,, pao pelo amor de
<*J VloeJWarfon, 121,
Corpo contutor.
Dos mappas ns. 4 e 5 veris qual be actualmente
o lado do em pn consular brasileiro nos paiz cs-
Irangciros, c dles nos porlos do Inqierio.
Algumas dui idas se lem suscitado |K>r parle de
alguna governos cslraugciros sobre o modo to esta-
bclccer a reciprocidade exigida pelo decreto n. 855
de 8de novembrode is ,1, subretudo na parle rela-
tiva i arrecadnclo c ailmiuistracao das berancas,
sendo tas duvidas priucipuliueiilc de embarazos
que nasccm da diveisidadc da IcgislacSo dos diver-
sos paizes.
t) governo imperial julgou conveniente nuvir so-
bre a materia a rpcrliva seccilo do conselho de es-
lado, vista do enjo parecer lomar.) a resolucao
que for mais jusla e coinenicnle.
Pio |h>sso deivar de insistir na necessidade de
una inlerprelarilo authenlica do arl. (i. SS 1. c 2.
da coiislilui.Ao pelas rasoei ponderadas nos reUlo-
rios desla reparlicilo de IKt o 1852.
lie sobrcludo as qiicslocs ipie se Icvanlam
por orcasiao da sirrecadacau tic heraucas eatnngci-
ras, e da ingerencia que os cnsules possam Icr ncl-
la que a falla daquclfo inlerprelacAo mais se faz
sentir.
.Iccordo relrlirado entre o governo imperial e n
legaeo de S. M. Britnica para regular de-
finitivamente o servir da* matas tviiiisporttiilax
>elos Hit/iielcs da compauliia real da (irm-llrc-
lanlia.
blando o governo de S. M. Britnica dbpoato
a rcduzir o porte das carias liain.pnrla.las por estes
Caqueles, ca quola que deve ser paga pelo rorreio
rasileiro aaenria britnica pelas que sao im-
porladas |>elos dilos paipieles, como lora prmiso-
riainenle ajustado nesta ciirle cm 10 de marco de
1851, deelarou a legacao de sua dita magostarle
ncsla corte, por uola de 18 do fevereiio to anuo
prximo passado, que s niaso rom ria o scu gover-
no para se eslabclecer a mais peiTeila reciprocida-
de naquellas MneeasOos, se lambcui por parle do
Brasil fosso reduzido o poTle das caria que recelic-
rcm os scus correios, viudas pelos meamos pnqilc-
les e isentas delle as que se remctlem para a GrAa-
llrelanha.
O governo imperial aimuio a la proposla por
notado 10 do abril daquelle anuo com a condicilo
tle que se elevara a 30 oncas o peso de cada urna
das malas francas da corre-pondencia olcial Irans-
porlada cutre o Brasil, .Montevideo e Biicnns-Avros,
como se havia determinado para acorrcspoinlencia
com Portugal,
Remetiendo a legacao britnica a sen governo
essas has, em sua conformidade so rcgiilou tlefi-
nilivamciile O servicii das malas, c sendo ella com-
pclcnleiiicnle aulorisada, celebrou-sc c assignou-se
em 211 de Janeiro do correle auno o accordo que
ac.....pinna este relatorio sol 11. 13.
Por esta maneira, c com a proporcao tabcleci-
da pela tarifa britnica para se portearan as car-
las enviadas de uus para oulros porlos do imperio,
e as que recebe e exped o rorreio britnico (irla,
i. e 7 do referido accordo;, licou em ludo mais re-
validado com mili pequeas alleracocs e decl.ira-
rftes o accordo de III de marco de 1851.
Para resolver tpiacsqucr duvidas sobre seren 011
nao coinprchendidas ns coueses c condiees eli-
puladas pelas rev ersaes de U de oulubro de 18.50
em lulo quanlo se nilo oppuidia ao dito accordo,
houvc com a legacao de S. M. Itrilauica a corr-
pondencia junla, de n. Ha 17.
Esse accordo devia pelo sen arl. 5. entrar cm
execucao no I. do mez prximo passidOi e teiu de
lindar em I. de abril de 1857, se um dodousgover
mis nulificar ao oulro, 6 ine/.es mica da expiracao
do pra/o di i auno, a sua uleiicao de o terminar
nn Hu iln dito prixo.
Contina cm vigor o ajuste celebrado com a lega
cao oriental para regular o transporto da corres,
poudencia oDicial c particular entre os dous paizes
Cnmmissilo mi.vtalirusileirii e mrtagueza do nrt
3. da rniivcnviii) addii'toiial 00 Iriilndo de-JMdc
amula de I852.
Tendo a seccilo dos ueuoeios cslraugciros do con-
selho de oslado dado osen parecer sobre a iusislcn-
ell do governo de S. M. Fidclissiina na reinslal-
lacao dos Iraballios da referida commissan, c na in-
tclligcncia que dava ao rilado arl. 3. de nanconi-
prehender elle senao as reclaniacics de governo a
uoveruo, e nao de particulares sobre transporte de
Iropas, cvpcdio o governo impcritl, conformaudo-sc
S. M. o Imperador com o sobreditn parecer, i le-
gacao porlugueza nesta corle, ,-.....la de 8dc jo-
lito nula deelarou o governo imperial que eslava prnmp-
(o a mandar reiuslallar a cominissilo mixla, coman-
lo que o de S. M. I;idelissiina concordase em que
ella lomarte conliec{menlu nao s das leeliniicei
de governo a governo, como laiiibeiu da oulras
fundadas em conlralos celebrado por autoridades
brasilciras 011 porlugiie/as com o proprictarios dos
navios 011 seus preposlo. e rom os fornei-edores de
viveres para o transporte de tropas, como preten-
da o governo imperial.
O governo |H>rlugue/. anuido a essa iiilelli^eucia,
como se veda nota, que me dirigi o enviado ev-
Iraordinario e ministro plenipotenciario de S. M.
Fidclissiina, de 15 de sclcmlim priivimu poado,
e cm consequencia foram expedidas as nnrnlWII ias
urden para que a rommissao proseguisse cm scus
tralilhos.
O governo imperial lala de resolver algumas
duvidas que se lem levantado entre os conunissai ios
brasileiros c porliigue/.es, sobre a classilicac.lo das
rcclamaco de uovernn a overno, proseuuindo no
entreunto acommiasfle nos Ifibalhoi prepiratorioa
|iara o exame de reclamaccs de particulares.
Commissilo mirla brnsileira e tuipanhola.
Anda pendem dcrolticao ini|>eral alguinasdii-
\ illas levantadas uessa commissiio, sobre o modo de
se liquidaren! as reclamaccs bpanbolas.
Para a rolver, c para dar o seu connnissario ns
convcnicnl inslruccnc .ilim de promover pela sua
parle o ajuste final das reclamaccs cucarrcuadas i
commissilo, aguarda o governo o parecer da ecc,io
dos negocios cstrangeiros do consellio de estado que
julgou couvenieiilc ouvir.
Parte rnnimcrriol.
As nossas relaces commerciae coiiliiiiiam a ser
estabelecidas com otilras naco, sob o pe da mais
perli'iia igualdadc de Iralamcnlo.
Com os relalorios anterior lem sido publicada a
1 ni ii'|ioii.li-ni iu diplmala o consular que lem esti-
pulado essa igualdadc.
A reciprocidade dse Iralamcnlo, jiclo que rra-
pcila a llespanha c i Grecia ficou ilcOiiiliMimculo
labelccida lelos documenlos que decorrem de n.
21 a 11. 24.
YVoTco.
Em nota datada de II do junlio prximo passado,
junla a le relatorio, sob 11. 25, informou-nic a
legacao de S. M. Britnica nesta ctlrlc que o scu go-
verno havia expedido ordens determinando que o
piorcdiinento dos cruzador britnicos, cm virlu-
de dos actos do parlamento do rnoslo de 18:19 c do
8 de auoslo de 1815, conliniiaria agora smenlo cm
alto mar, c mo deulro dos limites lerriloria do
Imperio.
Com i'ITeilo os nossos portes o mares lerrilonaes
leeni sido respeitados.
Ilavcudo o governo de S. M. Britnica ordenado
a-im a os scus cruzadores faziain vizilas c aprcsainculos
as aguas c porlos do Brasil, c parocendo disposlo
a primor c a oblcr do parlamento a revogac.lo do
bil ile 8 de rnoslo do 1845, precedendo os ronvo-
lienles ajustes para suppiir a larun.i que abri a
xpiracilo di convenele addlcJonal de 88 dcjulho
lo 1817, e das inslrurces e regulaincnlos annexos,
for o nosso enviado extraordinario c ministro pleni-
polcnciario cm Londres habilitado com as nccsa-
rias inslruccoes pera entrar em ncgociaca's, que se
achain iiciiienlcs.
Desde a iiprcscnlaro do mcu ullimo relatorio
al boje siimenlc tein "litio lugar dous rlcseinbarques
de Africanos as costas do imperio, |wis que do nc-
iilinni oulro ha noliria. Alguns boatos de oulros
desembarques foram cpalbados que se nao vcrili-
eiiram.
Um leve lugar mis costas da provinciu do Rio
Grande do Sul em abril do anuo proxi.....pastado
feilo por um navio, cujn nomo e nai-ionalidade se
ignora, o que cucalbou c perdeu-so. jCaleola-ae 1
numero dos Africanos que importou cm 300. Fo
ram apprchcndidos 2t.
O oulro na costa da provincia do Rio de Janeiro
11.1 barra do rio Bracubv, porto de Jcruiniriin, feilo
pelo hriguc norlc-amcricano Camargo, em a noitc
de 12 dedezeuibro .lo anuo passado, sendo depois
incendiado para se destruir os vraligios 1I0 crime.
Calcula-se o numero do Ah-icanos quo desembarcou
cm 5110. Foram apprehendidos 81.
Total dos Africanos importados7(10. Foram
apprehendidos em diversas diligencias 1118.
tteproduiiroi nqui o calculo que vos apresentei
cm o mcu relatorio do anuo passado, da imporlacao
de Africanos no Brasil desdo o auno de 1843 at
1851, c junlar-llic-hei oda que leve lugar no auno
que acalu de lindar.
.Inims Someros de .tfricanoi.
1812........17,435
1813........19,095
1814........22.819
1815........19,451
1816'........50,331
1817........56,172
1818........60,000
1819........54,000
1850........23,tlilll
1851........3,287
1852........ 700
Pela reparlicao da juslicn seris informados das
medidas que o governo julga uocessariu adoptar
para a completa ecssacAo do trafico c para que se tor-
ne impossivcl a sua" reapparicilo, e pela marinlia
vos scnlo evposlas aquellas providencias que lao a
cargo dessa reparlic,lo.
Parte poltica.
Ratificado O tratado de 15 do maio do 1852, foram
noineados pelos dous governos os commissarios que
deviain proceder demarcacao dos limiles uellc esti-
pulados e 110 de 12 do oulubro de 1851.
Por |>arlc do governo imperial foi nomeado,
do-llie dadas as convenientes iustriircocs, o niarc-
clial 1I0 exerrilo Francisco Jos de Souza Sirarcs de
Andrea, bem como os olliciaes que requisllou para
coadjuMi-lo, scndo-llie foruccidos os precisos ins-
truinenlos.
Os don coinmissarios juularam-se no din 2 do
novembro prximo passado no Passo do Chu\ para
dar comeen aos Irahalbos da demarracilo. Conclui
dos os Irahalbos geodsico) dessa parle da fronleira
e reunidos o dilos c.....iiiiorios em i de Janeiro
ullimo para livar a diiecrao da linba de limilc nu-
il dita parte, oeeorreu duvldl entre ellos sobre a
maneira de entender o tratado em refocilo ao ter-
reno,
(I arl. I do tratado de 15 de maio de 1852, que
adoptou a parle correspondente da base segunda da
fronleira Indicada no tratado de iucorporacao do es-
tado oriental como provincia C.isplalina ao imperio
do 31 dcjllllio do 1821, dispoo que da emboca-
dura do Arrovo Chuy no ocano subir* iilinba di-
visoria pelo dito Arroyo, o d'ahi pausar pelo Pon-
lid de S. Miguel al encontrar a Limoa-Merini, e
seguir cosleando n sua margem occidental al H
bocea do Jagiiaro, conformo o uti possidelis
(1 coininissario oriental suslenlava :
(.le a exlreniidade sul da Laga-Mcrini se clia-
111011 semprc l.aga de S. Miguel.
Que o Fontal do Paraguayo, a mais de 1,000
bracas de distancia da foz do rio de S. Miguel, era
aquello que seu governo suppoz sempre ser o Pon-
tal de S. Miguel.
(.loe o UllpOUidelil, segundo 11 conviccao do seu
governo, era para o lado oriental lodo o terreno
ao sul de una linba lirada do l'onlal do Paraguayo
_que pretenda ser o de S. Miguel) a un marco
ndigo que lica junto casa da viuva de Claudiano
Rodrigse,
U rommissario imperial suslenlava:
Que l'onlal de S. Miguel era o formado por 11111.1
pona de Ierra na exlreniidade da margem direifo
do rio do inr-iii'i nome, que apiri pela Laga-
Mciim. .
Que per Lagoa-Mcriin n devia entender lodo o
espaco rolierln pela suas niiiinres aguas, denle o
inaradouro, ou bocea do canal de S. Goiicalo, al
Dos Tu vcndesle esta maiihaa a ininlia cruz de
ouro, ultimo presente de mcu marido Giaconio, o
diuheiro est escondido dehaixodc mcu lravseiro,
mo lenho mais Torca pura lira-lo.
Giuililla passou a nulo |mr bailo do Irave-sciro,
porcm intilmente, odinheiro ludia desapparcridn.
Sania Virgen) 1... desgranado lleppo murmu-
ro 11 Giudilla leinbrnndo-sc com dcespero do le un
adeos que scu irmo dora demanhila moribunda,
a qual abracara debriicando-se alguns lisiantes so-
bro o Icilo.
Pao I bradou Thcreza, lorcendo-sc com a ago-
nfo da fomc. Nao ts que morro, Giudilla I lillia
desalmada, cinquanlo tas contando minbas lorlu-
rassem fazer um movimenlo para alliviar-ine I Val
n casa do duque de Spexil!... nao, n3o vas, clles le
perderiam lanibein...
A porta abriou-se, c Bcp|io apparcecu... lava
embriagado.
Uh disse elle rom una risada tupida, para
que lodo esse moln'.' Nao me rrepondem, mas eu
adeviiibo... semprc a mma historia nSohe? Hilo
ha diuheiro, iio ha pao, fogo menos. E ludo islo
orque a slgnorina 1 ,nnliii.i, a pcrola das lindas fi-
lias de aples, fez vol de viver c morrer no ser-
vido da casia Vala, romo efizia-se na velha Italia
no'lempoem que o governo pagava veslaes para
conservarem um fogo, que arde boje por si n.
Giudilla que bahitualnicnle ouvia os sarcasmos
de seu irmilo sem dignar-se ret|ionder-llie, laneou-
se sobre ello como una panlbera furiosa, e arras-
lou-o para junio do Icilo de sua mil agonisanle.
Beppo I exclamou ella filando uellc como
n'uma presa o olhar lerrivel de seus grandes olhos
negros, o sua voz se elavou clara e Mlrideiilc cima
do mugido da tempettade c dos calilos da devassi-
il ni; infame lleppo, cu sabia que eras vil, deprava-
do e degradado; sabia que eras um irmlo desalma-
do, um lillni semeulranla, um hornera sem f ;
mas uo le julga m um ladino!
t) iiiiscravcl vollou-sc cmpcrligaudo-so com nina
djgnidade de ebrio.
Siin, un ladro, conlinuou Giudilla n'uma
exasperadlo que ia augmentando, umladrauda mais
vil especie, que dando em sua mili moribunda um
sculo de Judas, furtii-lhc a pobre raco, que ella
linba pago com seu singue, a ultima dadiva de mu
pai cm scu Icilo de morle, 11 imagein de ludo o que
he limo, de ludo o que be sanio c puro, a cruz em
que nOMO pai depoz MU ullimo beijo. Essa reliquia
preciosa, quo inhiba mili esperava levar comsigo ao
lumulo, fui forrada a vend-la osla manhila para
ler pao I e tu, seu lilho, que devine Irahalbar romo
iimliomem para sustentar sua existencia, furlaslc
css iniscravcis sidos dl iudos a alliviar suaau'o-
nial Infame! oh! infame! proseguio a donzclla
sacudindn o braco do miseravcl Beppo, olido lii
se diuheiro-! le preciso rcslilui-lu, do contrario.
juro |K>r niinlia atina, que le dciiunciare 11 jii-Iic.i
c le farci prender.
Mas o rapaz um instante aturdido pela violencia
da imilla, ja (liba sabido de sua confusao, recobran-
do lodaasua audacia brutal.
Elle agarrou Giudilla c fe-la vollar sobre si
n o-mu .
Silencio! disse elle forc,ando-e cm recobrar
~ii.i--i.nnla.il- coinpromcliida por la violencia.
Sim, lirci rasa bagalclla, que to faz gritar assim.
Ouiz tentar uinallima vez a sortedo jogo, c se nan
fura o demonio, que contina a iiireilicar-me com
seu olhado, eu loria duplicado a soiniua e reposlo o
diuheiroemtou escondrijo; mas, como ia duendo,
o dtabo incltcu-se 110 meio, perdi ludo, e se Beatriz,
a lliondina, nilo me livesse feilo belter um Irago
para mo dislrabir toril voltado cm jejum |ira le
covil; porm acaulcla-lc, minba irma, nilo lio bom
esqucnlar-mo osouvidos wla noile.
Perdoa-mc se le fallei grosseiramcnle, disse
Giudilla, que quera tentar a via da persuaso so-
bre o espirito do irmilo, nosta lSi l inorrcndo...
mu rendo de fome, enloudesT
i'is mais louginquas praias da nn-inu l.am'i 1. nao se
comprchendeudo os ros, e islo a dpeilo do quaes-
quer uum que ainda |>ossam dar-sc, ou se Icubain
j dado s diversas coscadas, sinuidad, ou sac-
eos da nicsma l.aga.
fue para o Brasil o u possidelis nJo poda dei-
xar de comprebcuder o terreno oceupodo desde mui
los unios |ior familias brasilciras, sem msela de
morador alguiu oriental.
Que porlaulii esse uti possidelis couiprebcndia
testo o terreno ao norte de una linha lirada do passo
gcral no rio de S. Miguel ao passo do Arroyo Chuy
Nilo sendo possivel aos commissarios ehegar a um
accordo, tujcilarain a qucsln ao ronliccimculo i
deciso de scus rpcclivos governos.
O governo imperial ex|iedio ao nosso ministro re
sideute cm Montevideo as inslrucco nccsariai
para tratar c decidir ahi a quesillo, o para exigir
Iue, uo 1,1-1.mil- a sua |icudencia, progredisse a
emarcac.lo nos pontos que nao alluclavil.
Das notas juntas linela- entre o ministro das re-
laces exteriores do estado oriental c o nosso minis-
tro residente em Montevideo, veris que ambos ae-
cordaram sobre a verdadeirj iiilelligcuria do art. I
do Iralado de 1.5 de maio de IS52.
Itcsolvitla assim a duvida em principio, deu-sc
comeco s conferencias necessarias para a sua solu-
ejo platica.
Como veris da rpccliva corrpondencia. c do
protocolo isaignldo 110 dia 18 do mez de abril pr-
ximo passado em Montevideo ( anuexo A pelo nos-
so ministro rideule, o pelo ministro das rclaco
i-\iri un- da repblica oriental, e npprovado pelo
presidente da mesilla repblica, o governo oriental
concordou na linba proposta oipprovadl pelo go-
verno imperial.
Assim licou resolvida essa qulao, que pende
desde a deinarriic.lo de 1781, o sobre a qual iiuiica
|dc baver accordo.
Tinba-se accordndo, anlcs dessa soluco, que os
duus commissarios brasileiro o oriental poderiam
proseguir na vcrillcacao eassignaliunento das llnhai
de fronleira cuja deiuarcai;ilo nilo depeodil da do
Chuy. Segundo as ultimas noticias, o co.....llfjario
c a conunissao oriental linham voltado so Chuy,
duilde deviam passar ao Jaquariio para aquel li-
li m.
Pelo accordo conslanlo do referido protocolo foi
resolvido, que ambos governos expediriiun iiume-
diataincule ordens a scus commissarios para que
progredisscui nos trabadlos da demarcacilo que ja
liie-sein comeando cm commiim, depois que se
suspendeu a deinarcaco da fronleira to Chuy, -
cando ao arbitrio do, niesmos coinmissarios. se por
proprioc mutuo accordo o en(endeem coiiveuien-
le, vollar ao Chuy para assignalar asna linba divi-
soria que liaviam escolliido para ponto de partida.
O nosso ministro residente em miilo penal |e-
raulc as repblicas de Venezuela, Nova Granada e
Equdor, condujo com a primeira, e cm conformi-
dade de suas inslrucco, dous Iratodos, sendo um
de Umitas, c oulro deexlradicao, os quaes leudo si-
do ambos ratificados pelo presidenta da mma re-
pblica licaviim cm dezembro prximo passado pen-
denlda approtaeo do cougresso.
O dito minislro espenn que se verilicasseessa
approv:ii;ilo, alim de seguir depois delta para Nova
Grullada.
II assumplo da navogaco o commcrcio da fron-
leira licou adiado pura ser Iralado no Rio de Janei-
ro, dando para se lim o governo venc/aieliino ins-
lruccoes e plenos poderes no minislro que lem de
ni.mi!.11 a ta curio para 11 troca das ralilicace da-
quclles (rilados.
ll.iM-inlii sido o Iralado junto a este relalorio.au-
nevo Ai sobre limite, eviradico e navegacilo do
Amasonas, celebrado com o governo do Per pelo
ronselliciro Duarlc da Ponte Ribciro, ratificado
pelo presidale da repblica, ipprovado pelo cou-
gresso, c igualmente ratificado por S. M. o Impera-
dor, vcrirou-sc a troca das ralilicace nesta corle
aos 18 de oulubro do anuu prximo passado, leudo o
governo peruano mandado para esse lim ao Rio de
Janeiro o Sr. Evarislo Gomes Sunches cornos pode-
res neressarios.
Ao nono encaiTCgado de negocios no ParigUI)
fui enviado o conveniente projectn, e forain dadas
inslruccoes para celebrar com o governo dc~a rep-
blica um Iralado de limilc, navegm.-ao c eoiiinicrrni.
Foram Toilas todas aquellas coucesses que a respei
lo de limite podemos fazer sem quebra do nosso di
rcito c dignidade.
A falla de soluco das quesUes de limites com o
Piragua) lem embancado a de nutras tamben de
momento, e piidc prejudirar seriamente para o fu-
turo as lina relaces que lem subsistido o subsisten!
entre os dous paizes.
O lempo que passa val enrodando c dillicullaudo
cada ve/, mais a solueo dessa quosloes, que as nos-
sas antigs metropolM debalde por militas vcz pro-
curnram resolver. Fixaudo-se cada un. 1 ila~ parle
em prelenc orompativeis com as da nutra, e deli-
beradas ambas a nilo recuar, be impossivcl ebegar 1
um accordo, c por laso durante serillos nunca o po-
de liavcr. Smenle a guerra puderia nilo desatar,
mas corlar sasdilliculdad.
Esses tratado, ainda dcpcndcnles de demarca-
ee para a lixacn da linliiis, n.iu removem (mi-
lis duvidas, mas resotvem as priucipaes. lio indis-
jii.n~.iM-l, em orden a evitar o eslabelccimcnlo de
novas posses c maior complicaces para o futuro, li
xartrs pantos cardeaes dos limiles do imperio (o que
lie nicamente posaivol por ora) c determinar,
ilescnvolve c explicar depois, por meio de commis-
sarios, as liulins que os ilevcni ligar. Supposlo, miles
de seren corridaas linhos divisoria, pnssam ler lu-
gar usurparnos, hatera comludo una liase para as
reconliccer c innlili-.u fcila a demarcacao prntica.
A ex|ierieiiciii tem mostrado quo a populacilo dos
lados visinlios rom reas iiiuilo menores que a do
imperio, e priucipatnenlo a dos contraes, leude a
alargar-sc sobre lis nosnas fronleira, ao passo quo a
nossa populaco, amigamente allrabida paca i-~e~
|K>nlos pela industria das minas, ca isso levada pelo
svsleina da nostl anliga melropole, leude boje a ap-
provimar-sc do litoral. As~un he que nao siimenlc
Dio SO lem formado notos labclccinu-nlos na no<-
III frouteiras, mas parte do anligos lem sido abau-
ioiinda, ou se nclia em decadencia.
do le
nido nuil,.
inurini
De,
Beppo.
yuKsqiier que lenliam silo scus erms c suni.
flliis, 11A0 nos compele julun-la, meu irinu. Nilo
lem ella sillo do,i ri.il para roinoosco' >'o le Irala-
\a com ciiiiltlo iit'le e ilia. (|iiaiulo eslavas ilocnle,
c nio sali^fn/ia huas as liias plmnlasias eniquanlo
leve dinheiru? Agom nao a licuars morrer tic fo-
me !... Ainda que sejam puncos sohlos, il-mc o que
resla, o cu correrci a comprar pao, senao ella 11A0
vivir ale ao lim da noile.
liidurccido romo eslava Ucppo pelo emlnuleci-
mcnloc pela cmhriauue/, elle scnlio-se conunoviilo
com esta nrdcidesupplico, o procurou muilo lempo
cm m'ii- IiiiI-i- : clles cslavamcoiiqilolamcnlc vasios.
Maldico, eslou cm seceo como a arca da
praia em liaixa-mar; perd al o ullimo cartinu,
mas que queres, lie a soiie do juco, o quo esl feilo
c-vi.i fcilo. Porlaitlo lem paciencia c mo falles mais
nisso. O duque do Spczia parle amanlia para a Si-
cilia, HimIi 1/ vira apenas esliver livrc. olla nos oju-
dar.
Dilas eslas palavros, leppo eslendeu-sc sobre o
soallio, c pta.iMii'janiln coulraa dureza do sua cama
improvisada arranjou-se para dormir.
Os tremidos do Tlicreza se loruavam cada-ve?
mais fracosf (iiudilla desesperada >ijoclliou-sc jun-
io du irmo', evencendo suarepuguaucia, pecou-llie
da 111.it o uperlou-a cnlre as suas. Supplicou-lhe
que fizesse alsuma cousa para soccorrer a inoriliun-
da, imphii 1111-0 |M>r ludo o que lia de sagrado para
os lioinens, por ludo o que elle linha amado sobre a
Ierra, mi esperado no eco ; porm imililmenle.
Nilo mancharemos eslas paginas reproduzlndo em
scu cj nismo verROiihnsn a couversacao que se se-
Kuio;supprimiinos os sarcasmos de Kep|K> contra a
virlude, seus inslenles desafos coulra as leis divi-
nas c humanas, sua pintura altiacliv do vicio re-
presentado como a felicidade sobre a Ierra, como
urna ueccwidade da eiislcncia; o luio era u espleu-
Ue|his de se demorar no Chile o lempo suflicien-
Ic para eslreitar com o governo ilessa repblica as re-
lajos de amizado e Iwa inlclligcucia quo cxblem
entre ella c o imperio, c de ler celebrado com a do
l'm'i o tratado de i do oulubro de IHl, passou o
consellieiro Duartc da I'onte Itiboiro, oncarrcRado
de urna missao especial perantc as repblicas do Pa-
cifico, i de litliM.i.
Suppondo que livesse ahi consderavcl demora, c
coimndo adiantar oulras iiegociacoes, deslacou o
governo imperial da sua missao as repblicas do Ve-
nezuela, Nova (iraitada e Equador, conliaudo essa
parle ao minislro residente em missao especial Mi-
guel Maria Lisboa.
O oslado de saude do referido consclheiro, que o
obrigou a ir residir em Valparaso para resUbclecer-
so, c sobrcludo a conviccao quo adquiri entao o
governo imperial de que a occasiAo nao era a mais
propria para ajusiar com o governo boliviano as nos-
sas quesh.es de limiles, o levaran a lomar a icsolu-
rflo de dar |Mtr linda a missao do referitlo consclhei-
ro, ordenando-llic quecui lugar de \ollar Kolivia
se rclrassi- para esta corle com luda a legacao.
A publicado mandada (azor pela secrelaria de es-
tado dos negocios do imperio de um ollicio que 1 fie
remetli, c me fira dirigido pelo enviado nosso ex-
('ordinario e minislio plenipotenciario em Lisboa,
deu lugar a que o governo porlugticz interrompesse
as suas rclaces com esse minislro, e pedisse depois
a sua subslituicao.
I'cla corres) mude ocia constanfo do aniievo It seris
iuformatlos dos motivos com que aquello governo
prciendeu justificar scmellianle pro modo pelo qual o governo imperial considerou esse
negocio.
A' visla das conferencias que live ultimamciilc
nesla corle com 0 minislro de S. M. Fidclissiina tth
bre essa desamada.el queshV), espero que cm breve
se verilique a sua lenuinanlo de um modo satisfac-
torio.
Tendo sido con mi un i cada ollicialmenlc ao gover-
no de S. M. o Imperador a clevaerto do principe
l.ui/ Napolcao ilignidade imperial, foram expe-
lidas ao nosso enviado exlraonliuario c minislro
plenipotenciario em Pars as crodcuciacs, em virlude
das quaes se ocha boje acreditado perantc o novo im-
perador los fraucezes.
Em mcu relatorio do auno passado, communquci-
VOI que o novo governo da Repblica Oriental do
L'ruguav tiuha poslo duvidas validado dos (rala-
dos de 12 de oulnbro de 1851. com o rundamenlo ile
que previamenle ralilieaeau do poder OXOCUUVO
llflO liubaiii lido a approvacao de um poder legisla-
tivo, que n,i.) exista na poca em que foram cele-
brados, c c\>n(rihuirani tjo poderosamente a salvar
aquella repblica.
Eleilo no I.1 de marco tle IS"> o novo actual pre-
sidente da repblica, e organfawdo o seu ministerio,
diricio o iiosso enviudo extraordinario e ministro
plenipotenciario em missao especial, o Sr. visconde
de Paran, ao minislro dos negocios esla nac ros a
nota de It do dito mez, cxigiudo o cumpriineufo de
obriuaci'scoulrahidas pelos dilos tratados. A essa
ola respundeu o loverno oriental com a de v\ do
mesmo mez, declinando da exequibilidade dos ajus-
tes que conten os niesmos (rbidos, pelo fundamen-
to cima cxiposlo. A essa ultima respondeu o mi-
nislro brasileiro com a de 17 do mesum mez. (An-
nexos C. ns. I, '2 c 3.)
Ao niesino lempo o governo oriental deelarava-
se promplo para enlrar em iieuociaces com o Sr.
viscontledcl'aramt para ajiistar uovos Iralados.qur
a respei lo de limites, qur a respeilode oulros as-
sumptos resolvldos pelos to \'2 de oulubro.
OSr. visconde de Paran tiegou-ao a adinlllir a-
jusle alguin (pie nan I>cnsc por base a validado dos
mencionados halados. 11 logando que nao linha po-
deres para fa/er uovos, mas simiente inslrucecs pi-
ra exigir o cuiuprimento dos fritse ratificados, os
quaes eram perfeilos, c 0*0 podan! mais ser objecto
ilo discusso.
Comludo o Sr. visconde de Paran, movido |>elo
ietefo de verlermlnado esse negocio padficaroonte,
edo maneira honrosa, deelarou depois que, se o go-
oriental accilassc os tratados laes como se a-
chavam ralilicados, mauifeslas.se que eslava na in-
lenco de os observar, mas que parasalisfa/er as
cxii-emitis da oplnlflo. farililarasua observancia,
peVava que o governo imperial accedesse as modi-
licacries(|ue depois foram consignadas no (rajado
de [5 de malo, lomara sobre si a responsahilidade |
de fazer cssas concessoes (mi um halado ad referen
//m, esperaud, lano quanlo Ihe era dado julgar
pelo conneelmenlo que linha das inh-nees do go-
verno imperial, que esso novo Iralado depois de ra-
tificado pelo governo da repblica o seria lambem
pelo de S. M. I.
o governo oriental pretenda entraren, negocia-
ccs sem o previo rccnnhcciiucnlo da validado dos
ralados de li de oulubro. e o plenipotenciario im-
perial nao as adinitlia antes dcss4|)revio reconheci-
mento.
Ncste estado de cousas cheflOU a Montevideo o
Sr. .4.iiiz Jos deb Pena, nomeado enviado ei-
Iraordinario c minislro plenipotenciario da (.oufe-
deracflo-rgentina na corle do Kio do Janeiro, eea-
pontineamente manifeatou ao minislro hrasciro a
inlciicAo de cooperar para que asqueslcs dos trata-
dos fissemiesolvdaainigivelmetile.c de una ma-
neira compalivclcoma honra do imperio.
Em 30 tle abril foram entregues ao Sr. visconde
de Paran as modilicacoes que o uoveruo oriculal
propuuh.i nos datados de l'i de ouluhio. Eram as
scutiiules:
Trotado de limite*. I. Eslabelcccr o verdadeiro
uti po>*tdrlis, islo he, os limiles leconhecidos romo
perlenceiiles ao Estado Oriental na paz de 1K2S ; c
cm consepiencia allerar-sc-ha a designar Ao do ar-
tigo 3,
'2. Supprimir a conccssuo das duas meias leguas
que delcnninao nrt. 1.
Tratado dr (tUianrn. I. Supprimir o arl. II, por
que eslahelece principios propnos das leis Internas,
c porque passou a op|>orluuidade.
2. Supprimir o arl. 12, que he relativo ao ante-
rior.
:t. Supprimir os arls. 15 c 16, urna vez que o go-
verno aruenlino cousinta.
Tratado de subsidi!. 1. Supprimir o arl. ti.
porque o governo pralicou oque elle catabelece.
2. Supprimir o arl. 15, por ser urna disposir^o de
suas leis orgnicas.
Tratado de commercio. I. Alterar o convencio-
nado no arl. 4., fazcudo eilensiva a disposi^ao, li-
mitada a fronleira do Rio Grande, a lodos os porlos
do Eslado ; de maneira que os pnoductos provenieu-
(es de scus gados se admitan) nos porlos brasileiros
como producios do Imperio ; ou supprimi-Jo.
. Como compensarlo da navegacaoem commun
do rio L'ruguav e seus alueiites, ronvirtn que oa
navios orieulaes possam sabir pela I.agoa Merim e o
S. (loncalo, leudo por conscguinto a liberdade e fa-
cilidades necessarias.
Tratado de estradieiio. Supprimir o arl. 6., por
serem os IOUS principios contrarios s leis.
Foram limiuarmeulo rejeiladas essas modificacoes
pelo plenipoleuciario brasileiro, exceptuadas smen-
lo as que depois foram consignadas no tratado de 15
de maio reduzindo a linha do Chuy ao Jaguarao ao
un pottmetU.
J)emorando-se asolurflo |>cdida pela sua ola de
17 de abril, escre^eu o minislro brasileiro ao Kover-
no oriental a de 9 de maio (aunexo C n. 4,, decla-
rando que, se nlo recebesse al o da \2 urna *res-
pusla satisfactoria s notas do 13 de niar^o e 17 de
abril, faria inimedialameutc asinlima<;oesque deviu
fazer, de conformidade com as ordens do governo
Imperial. Essa nota foi respondida pela do IU do
inesmo inez docunicnlo q, :,. .
Seguio-sc cntAo i deca raco que so conten na
nota do governo oriental ao plenipotenciario brasi-
leiro de L'tdo dilo mez de abril (documento n.0) do
|m<\ leudo o governo oriculal encontrado os trata-
lados de \2 de oulubro ralilicados pelo governo pro-
visorio, trocadas as suas rnticaeocs, o levados ci-
ecucocmsua maior parle, os considerava como
ficlotl coiisiunmailos.
Essa declaraban, porm, uo era satisfactoria, c
nan garanta a execucao dos tratados, porque a as-
semhlea, cuja maioria Ibes era hostil, ou oulru que
Ihe suecedesse, poda chama-Ios discussAo, c pr
nov menle em quesillo a sua validade. Por isso con-
linuou o plcniHileucinrio brasileiro a c&igr, antes
de ajusiar dcfinitivamculc as modilicar;ocs que so
conten no tratado de 15 de maio, o previo reconhe-
cimeulo da validade dos de 1*2 de oulubro pela as-
senibla.
(ionio esla exigencia diflicullasse o arraujo da
queslAo, ollercceu o enviado exlraordinarioc iniuis- -
tro pleui|H)(cuciario da ConfedcracAo Argentinaia
garanta desla para suhslilui-Ia, o quo foi accilo pe-
lo plenipoleuciario brasileiro.
Foi oiilAo celebrado o Iralado do 15 de maio de
iS52(anncxo A), que modilicou parle da linha de
limiles Iracada pelo de \2 de oulubro, do Chuy ao
JaguarAo, reduzudo-i ao utipomdetin, o reconhe-
ceu cm pleno e inteiro vigor lodos os tratados dessa
uli mili dala, c foi ajustado o aelode garanta lam-
bem do 15 de maio de 1852 (annexo A).
Do protocolo da negociacAo do tratado de 15 do
malo (annexo A) veris quaes as reservas queajizeram
os plcnipolciiciario.4 brasileiro e oriental a respeilo
de prclciiccs aprcscnladas por um o oulro para fa-
zerem parte do novo ajaslo pretendido as cunfo-
rencias que livcrau.
Sendo o tratado de 15 de innio de 1852, que im-
porla o rccoiihecimculo da validade dos de 12 do
oulubro, sujeilo approvacao do senado da Kepu-
ilor, o amor e lodos os seus prazeres; u virludo era
a miseria, o desespero o a morle.
E romo Giudilla rencilla com horror a descrip-
co do brillianle desliuo, que poda ser sua parli-
fha, o enmsario de Salanaz mudou de terreno, e
entrando noohjeclo queabsorva a allcnco da in-
feliz moca, fallou-lhe da salvaco desuaniAi. Nao
era um sanio dever sacrilicar-sc pira salvar-lhe a
vida? Dafaaixo desse mesmo tocto que abriga va
(auto sotrriinenlo e desespero, nao havia un homein
rico, que a linha destinguido. c que poria aun pra-
zernia forluna seus ps' Tuda islo foi dilo, nAo
ii essa liiiBuagcm brutal c urosseira, que Beppo
fallava nos scus inomenlos de furor c do embruleci-
mento; in.iscomfalavTas lloridas, com um sorriso
de archanjo, com um olhar de apostlo.
O principe Lucchosiiii le ama, disse-lhe elle
com a sua voz mais docce persuasiva, vai ler com
elle, recorre sua bcuelicencia. Ello he generoso
romo um monarcha, sua mo se abrir para nos soc
correr, ea pobre docnlcser salva.
Havia nesla pernicioso discurso urna apparencia
de razo, que o tornava parlJcularmcnle perigoso
na circumslancia falal, cm que eslava Giudilla.
A moca i-ni sua inexperiencia do vicio linha a-ve-
nas ideas mu vagas sobre o perigo, que corria cm
implorar a candado de um dssolulo, ao passo que
conhecia mui positivamente a lerrivel realidade da
foincc da mortc que a encaravam. Ou gemidos de
suamAi, a dor dosuas proprias enfranhas, o fri
que Ihe morda a carne, o enregela\a-lhe os niem-
bros eram oulros lanos demonios conjurados para
sua penla. Ella iurliuou-se sobre o Icilo de sua lui,
imprimi mnlougo beijo em sua inflo descarnada, e
banhou-a com suas lagrima', ardenh-s, esfuieando-
se por pronunciar algumas palavras de consolacAo
e de esperanca. Tlierexa ouvio-as e fez um esforco
para tentar aperlar a lilha em scus bracos.
Minba Alba, meu bou. anjo, disse ella com
una voz oilincla, ora pormini, oquando eu mor-
rer... ouve bci.,. lira-me do pescoro esta Iwlsiuha
Mica Oriental, foi ah approvado sem discussAo. A
cmara de rapreaenuntea adopiuu-o 'jiianimeincute
sendo approvado por una pequea maioria um pre-
mbulo proposlo para o dccrelo, e que exprime a
esperanca de obter ulteriores modilicacoes que po-
/ esse ni de accordo as cslipulacoes dos tratados de 12
de oulubro de 1851 com os verdadeiro* iiiterosscsda
repblica. Tendo esse prembulo voltado com o de-
erlo ao senado, foi ah approvado.
Approvado assim o Iralado de 15 de maio pela a--
semidea geral, o recouhecda deslo mudo a validade
dos ralados do 12 de oulubro, foi pura c simples
mente calificado pelo presidente da mesma repbli-
ca, cm 5 de jullio de 18>2.
Poslo i|ui' a ratifica^Ao do presidente da repbli-
ca oriental, nAo contivesse a menor referencia ao
prembulo do dccrelo de approvacao da assemblca
ueral, e fosse esfe apenas a maiiifcsla(;Ao de una es-
peranra que nAo se finida va em promessas ou com-
promettiiucnlo algum da parle do governo imperial,
pelo que cm direito internacional nao poda 1er o
menor valor, receben li nosso minislro residente or-
dem para assim o declarar ao governo oriental, o
qual nao contestou essa declararao. (Aunexo C.
n. 7J
Nculiuma proposico para novas modifcncoes nos
halados de |2dcoulubro (cm sido fcila pelo gover-
no oriental.
Assim (erminou tuna qucslao, a qual, se au fura
a prudente moderar,Au e firmeza do governo impe-
rial c dos seus negociadores, e a justa e prudente
resolucao do governo oriental as ultimas phaaas da
negoriaro, loria provocado da fiarle do imperio o
eiii|iie:'n de medidas coercitivas, quo Irariam um
rompimeuto cnlre os dous Eslados, e prejudieariam
couiplelamcnle areorgauisaco da repblica orien-
tal, ja exhausta por lanos anuos de lulas e sacrifi-
cios.
A queslao da validade dos tratados complicava-se
i-.....oulras de poltica iulerua do eslado oriculal c
de parlido.
Os tratados liaviam sido apreseutados romo oflou-
sivos dos verdadeiros inlcresses da repblica, e co-
mo contrarios au espirito da convenci de 1828. Ti-
uha-sc procurado fazer acreditar que clles sustenta-
ran! uu poder um dos partidos que dividiam a re-
pblica, que ferian) a dignidade nacional, aueda-
vam ao imperio una influencia decisiva em Rus ne-
gocios internos, que tiiiham sido filhosdacoaecao, o
(po importavam cousideraveis cessoes de lerriloro
ao qual a repblica tiuha inconleslavel direito. lia-
viam sido promovidas na campanha re|>rcscntacAcs
nesse senlido. Aquellas accusacocs repelidas na im-
prensa c na asscmbla prodiiziram e excilarara una
auimosidade fatal aucnlrctcuimenlo das boas rela-
roei enlrc o iin|>erio c a icpublica, prncipaluionle
aipiellas elasses que ignoravam o que os lratad.es
coutinham, a natureza, alcance c lim das suas dis-
posicoes, c as quaes era fcil despertar as antigs
ou de mim, um da (alvez ella
quo minease sepan
idcr...
As forjas nhandonarani-na, as palavras expira-
m-lho nos labios, celia lornou acahirscm respi-
racAo cm scu leilo de dor.
A sania virgem (enha piedade de miulia al-
ma, exclamou Giudilla lancando-se de joolhus jun-
to de sua inai. Eis o monieulo do sacrilcu, e Dos
nAo alTaslou de mcus labios esto clice do amargu-
ra oole*bppro lirio.
Einquanlo a mor,a se levanlava e dirigia-se para
a porta com o soio palpilanlc, c otoljiar csnanlado, o
feroz Beppo niesiuo sentio-sc estremecer sob o olhar
que o fasciuava. Aiuda que Giudilla audava muilo
.ipressadamcutc, pareca iuagiiao perturbada
do bandido, que cada um de scus passo* resoava-
Ihe aos ouvidos como um dohre fnebre, yuaudo a
porta fechou-so sobre ella, elle senlio um cstreme-
cimenlo glacial agilar-lhe os meinbros como se um
phanlasina lito livesso passado por junio. Nao se-
guiremos a malfatlada moca em sua carreira deses-
perada. Ella esteve ausento algumas horas, e quan-
do vollou, a paluda claridado do urna aurora de
invern allumiavao quarlo. Beppo dorma com o
somiio profundo da ebriedade, o sua cslrepiloaa
respirac^o era smenle quem perlurbava o silencio
desse borrivel aposento.
A* fcicoesde GiuditU cslavam rgidas, seus ollios
brilfiavam com uinaexpresadocslranha, ellaandava
cobrava como um cadver galvanisado, sem nada
ver sem nada ouvir. A moca depoz sobro osoaltio
um ceslo que couliiilid alimento, e alguns pedaeiM
decarvAo que linha comprado; dei>ois mettendu no
se i o nina holsa clwia de ouro api oximou-sc do Icito
de sun mi.
Imniedialaiiieufe o silencio profundo e 'yilemne
que reinava nesse triste retiro foi prliffi>ado por
um grilo doloroso. A desafortunada Giudilla linha
cahidu desmatada subro o radaverdesua mAi...
(Continuar-ic-ha.)
i

MUTILADO


2
provcncocs, mal adormecidas, oque laclo convein
pagar eslrc as rajas porlugucza e liuspauliola.
Ali-m dis a validade dos tratados, ijbra do go-
verno da prora, como de faclos consumiiiadus, im-
portara validado do lodosos oulrosfacloscousuui-
niudos do mesmo governo.
O oipiritu de moderacAo o da Justina comquo so
tem liavldo o governo imperial lias suas queslocs
rom o oslado orieulal, val convencendo a sua popu-
lacao de que os Iralados de 12 de outuhro c a lilic-
ea do Brasil foram o mais seguro e vigoroso elemen-
to para u salvarlo da sua independencia e naciona-
IcI.hIo, o u iiiui poderosos auxiliares de sua rcor-
gauisaro.
HalHicado o Iralado de l.'i de maio, o Rovcrno
oriental proseguio na oiecucAo dos Iralados do 12 de
oulubro.
K-m execuco foi-se fatendo lenlanienlc. o em
verdado lie preciso dar o doscoulo das difllculdades
'iiiTjiu- te aclia\a o governo orieulal, fallo de recur-
sos c de una accio bastanlcmciilc vigorosa jiara l.i-
zer-u logo obedecer em un paiz anda cutio coni-
plclamenle deurganisado.
A nossa legac.lu cm Montevideo recelicu inslruc-
ces para exigir, acompaaliar c liscalisar aquella
oxecuco.
A correspondencia que innndci roiiuir no annexo
l>, vos dar urna idea de algumas principaes rccla-
macocs fcilas por ella, do seu andamento c solucAo.
Em o meu relalorio do anuo |>assado communi-
iiuei-vos que o governo imperial, logo que (evo no-
licia de quo o da repabllra oriental puiilia rin du-
xida a validade dos Iralados de 12 de oulubro. sus-
peudeu o pagamento da prcslaclo mensal de 60,000
patacocs, concedida pelo tratado de subsidio daquel-
la dala.
I'ostci mi iii.-ii 11-, o em dala de 8 de maio do anuo
lido, fez o governo imperial ao oriental aviso de
Iue, desde que cessasseni os molivos da suspccso
o subsidio, realisaria as Ircs primeiras prcslaciles
Mibscqiiciitcs a ltimamente pega, retirando deen-
l.i" cm diaulc o mesmo subsidio, usando para ios
do dircilo que se reservou no artigo 2.- da conven-
cao de 12 do oulubro de Mil. (Annexo E, lluc.
n.1.)
A esse aviso rcs|ioiidcu o governo oriental, reser-
vaude-M representar ao de S. M. o Imperador so-
bre a roialiuuaco dessas prestaoc.es pela forma con-
venienlc. (I)oc. n.2,)
Em dala de I de solcmhro ( documento n. :l -,.-
licilon a legacao urienlal nesta rdrlc : primeiro, a
conltaunc.lu das dilns proslaccs pelo menos ale o
mez de feverciru do correnle tnnu de 1853; segun-
do, o pagamento das Ircs seguiules i dala do aviso
uflirial da sua ccsuoSo.
I) governn imperial declaran nao acceder i pri-
nieira parle do pedido, por nula dalada de 1 de ou-
lubro do anuo passado: ilociimenlo u. 1!, rom in-
do porm no pagunieiilo das Ircs prcslaces |iediilas
pela forma reclamada pelo governo oriental.
Em nula datada de 2 de dozembro do auno Dim-
ito ( documculo n. 5 b dirigida ao nosso uiinislro re
sidcnlccm Montevideo, solicilou iiuvi.....-ule u gn
ven oriental a conlmiiacilo das prestante* cim
mencionadas, pelos fundamentos expostos na inc-in
ola. Julgando o govtiio imperial que mo devi
lomar sobre si nina nova c liiu grande responsahili
llade, enlcndeu cao dever acceder ao novo pedid,
sem autoiisai.o docorpo legislativo, c uesse sentido
forain dadas oslriiccftcs ao nosso ministro residente
vm Moutcvido para responder aquella nula.
r'oi iustiUlada em Mootev ideo no dia 7 de jullio di
anuo pasudo | Junta de rrediln publico que o go
vemo orieulal se comprometiera B nomear, pelo arl
11 do Iralado de subsidio de 12 de oulubro de ISil
l>ara hojdar "consolidar a sua divida.
Dcvcodo um dos seus membrosser aprcsenlado
pelo ministro hrasileirn em Montevideo, foi pclogo-
verno imperial maneado para (So delirada e inquir-
ante conimissao o contador dotlicsouro publico na-
cional Antonio Nicolao Tolcclioo, oqual tem des-
eni|ieiiliado as suas fuicecs da maneiraa mais sa-
lisfacloria.
He de erar que terminada em breve a liquidarlo
c rlassilicar.ic a cargo da jimia, pelo monos de mu
modo que subministre Jados seguros e udis|iciisa-
veis, Iculiam convenienlc soturno as queslocs que
jj se ns/ivciu sobre os meios e cuidos drsolvnhilida-
de, daudo o governo orieulal romero urgente e pa-
Iriolica larefa de consolidara sua divida, c. regular
as suas Imane.,..
O Brasil inlereau uesse promplo resultado nao s
como rreilor, mas porque lie elle 0 lucio mais OfllcQJ
e seguro de lirioai a paz e a traiiquillidado na Rep-
blica Orieulal, c deassegurar aiecunslrucco de sua
naeiooalidadc.
Em abril do anuo prximo passado, punco lempo
depois da bal,ilha de Cauros, 0 da doslrub-.io du po-
lka1 de II. Joilu Manuel de llosas, foi Domando en-
viado extraordinario o ministro plenipotenciario da
Confcderaeoo Argentina nosla corte o Sr. Hr. Luiz
Jos de la Vena, ministro das rclaces cxici tona da
dita Confederarn. Esperara o governo que a sua
viuda a esta corle proporcionarla a occasiao de ajus-
far os nonios que convm regular para eslabelerer
-stilidameole a jiaz e urna harmona duradoora enlre
o imperio e a Confcilcracao Argentina, dando-w a
convenci preliminar de paz de 27 de agosto de
.1828. ciis estipularnos subsistente! dos convenios
de 29 de maio e 21 de novembro de 1851, o ncre-sa-
riodcseuvolvimeuto.
Vimlopaia o-la un le leve oSr. Dr. Pena de pas-
sar |ir Montevideo, oudc se demorou, e concorreii
iutorvindo espontanea e aiuigaielmimle para o des-
fecho da quesillo que ahi se arliava pendenle enlre
o ooverDO ini|ierial e o da Kepiililira do Uraguay
sobre a validade dos Iralados de 12 de oulubro.
Osaconlcrinicnlosquc liveram lugar cm llucuos-
Avrcsnomezdcjuuhii, logo depois de concluida em
Montevideo essa quesillo dos Iralados, e proveiiicn-
les ila opposicao feila pela sala dos representantes
daquella provincia aoAccordo deS. Nicolao de los
Arrovosde :ll de maio. deram lugar a que. Arando
sem clleilo a missao do Sr. Ilr. Peni ao ltio de Ja-
neiro, fosse elle chamado o lliicuns-Av res para reas-
sumir o cargo de miiiMro das relaees exleriorcs, e
auxiliar nessa iiualidadc o director |irovisorio da
liinfcileacui. A cummiiuicaco que em dala de .'MI
dejando foi feila desu resolucAoa IcgarAo imperial
em lliienos-Av res assesiirava-a do que seria em in-
do a osla corle mil novo plenipotenciario que fosse
do agrado de S. M. o Imperador. (Aneexol'. Hoc.
n. I.)
l'oslcriormcule porm, e em dala de SI dejulbo,
fundado cm ra/oesna ventada atlcndiveis, mauifes-
loii-ne o ministro das relances exleriorcs da Confc-
deracao o desojo de que a negociacao do balado de-
llnilivo livesse lugar em Bnonos-Ax res.
t) governo imperial resolveu acceder, c por decre-
tado 80 de agosto foi nomeailo enviado extraordina-
rio e ministro plenipotenciario em missilo oniecial
iwranle a Confcderacilo Arsenlinu o ronsclliciro de
sar-se. Os oslados alliados nao se compromcllcran a
Inlervlr nesu orgauiMc,ao o sua forma, qocbe in-
leira e otrlusivainenlc dependenlo do povo argenli-
no. O general Manocl deHous era um olislacu-
lo a essa organisato e relajos polilicas o de lioa
vizinhaoca. Os alliados ligaram-sc para fazer des-
apparecer esse obstculo, na oaperanca de quo, ro-
ino\ ido, o povo argentino uorganluria. c do que
por mein dessa organisato so constituira slida-
mente, resultando dabi relarcs iwlilicas e do boa
vUlnhanca. Nunca se enlendeu, nein se podo en-
Icndcr quo por aquello arligo do convenio, o povo
argentino obdicosse ouu direilo de governar-sc o
dispor mub negocios domsticos como cnlcndesse.
Nom elle loleraria una lo i.....lila renuncia do seu
dircilo de soberana, a quid u rosso possivel de\ e-
riaur oxplicila celara, e mo ileduzir-se de pala-
vras que lem oulro natural e obvio unlido.
A posicilo neutral que tomou o governo de S. M.
o Imperador uo foi, ncm lio de modo algum ex-
clusiva do emprego oppnrtuno de lodos es meios do
pe -na-io, de coiu-iliac.lo o ile lodos quanlos boils
offlcios posu emprogar, alim do concorror para a rc-
conciliacjlo o reslabeleciincnlo da paz entro os mem-
hr* da familia argentina, Matee irmos ameri-
canos.
O nosso euviadii extraordinario o ministro plem-
palenctarlo em Buonos-Ajrcs recebau inslrucsocs
nessa conformidado.
As diversas lonlativasfeilas al agorado parlo a
parte o por agentes cslrangciros para um arranjo
amigare) tem sido infelizmente frustradas.
ritimamcnto aquello nosso enviado extraordina-
rio c ministro plenipotenciario cm Buenos Avrcs.ao
qual se uni o cncarrogado do negocios da repblica
de Bolivia, julgou dever fazer um esforco, propendo
sua mediarlo para quo fossem noineadasconimissOes
pelo director provisorio da Confcdcrarao e pelo go-
verno de Buenos-Ax res, alim de que disculissein e
dclerminasseni junlasslennos cm que se poderia
chegar li urna coiivencao do paz. Essa nicdiaraii ba-
viasido aceila por ambas as parles. Segundo a ul-
timas commiiiiicacocs tinbam sido nomcada asconi-
mlssoes, quo pareciam animadas do mclbor espinlo
c baviamja lido diversas conferencias.
O director provisorio da Confederacao. depois que
so negou a ralilicar o Iralado de paz de 1 de marco
ultimo, celebrado pelas cominissocs Horneadas por
elle c pelo governo da provincia do Buenos-Avies
em Janeiro prolimo passado, resolveu entrar na pro-
vincia de Biicnos-Avrcs e bloquear O seu porto. .
Esse bloqiicio, noticiado cm 33 de abril ultimo no
rommandanleemclicfeda nomdtvieto naval, bavia
sido reconliecido por elle, e pelo nosso enviado ex-
traordinario e ministro plenipotenciario, conformo as
insli incoes que linliam, ccoin as seguiules dcclani-
i;oes:
I- One nao seria havido por liem raplurado o na-
vio brasileiro viudo dos partos do Brasil durante o
prazode 10 diin, Jnluado necessano para quo nos
parios do imperio liouv esse noticia do que o porlo
do Bueuos-Avrcs eslava bloqueado; 2-, que esto
regia sollreria excepc.lo |ielo quo diz respeilo nos
navioi que depois do Inliroaclo previa, devldamenle
feila, pi-sassemaliiibado bloqueio :\; quo essa
inlimacao deveria ser feila por escriplo c tuneada
nos papis de bordo ; V, que se 0 rigor do bloqueio
fosse modificado pelos bloqucadorcs pira com qual-
quer naco neutra, Osarla entendido quo as mesillas
inndiucaVes cran applicaveis aos navios brasi-
leos.
CrtiUo4.
Arliando-sc cxliaui idos os crditos abortos pelos
decretos n. 81(1 do 18 de oulubro do 1851, 881 de II
de dezcmlfro do mesmo auno, c !>22 do I- do mareo
de Mi2, |iara o p.igaincnle das prestarocs mensaos
deque trata o arl. I- da ronvcuoo de 12de oulu
bro de Mil. o sendo nceessariosalisfazer as duas ul
limas nao pagas, corrc-pondenlcs aos niezes de jullii
e agosto de M">2 como j.i no lugar compelentc do
le relalorio Uve a boina de expor-vos ), foi pan
esse lim iberio, pelo decrolo u. 10*6, de 2!l de se-
lembru prximo pasudo annexo ti), um credilo di
120,000 palacoe.
A evposic.io que precede o decrolo n. 1076 de i
de deiembro Ultimo dito annexo jusliliea o cre-
dilo que abri, e dispensa-me de prodntir aqui a
ra/ies que conten.
Paulino Jim Soartt i Snuza.
ltio de Janeiro em II de maio de 1853.
de iurinliria r.uilliermo Luiz Bernardes, a qual foi >
rom aviso da reparlico da guerra de 1o de
maio ultimo.
Dito Ao mesmo, remetiendo, em vista do que
requisilou o li vm. prcsidciito do Ccar, copia do
aviso da rcparlisao da guerra de 8 de abril desle an-
uo, alim de que descienda do conleudo do mesmo
aviso ao priinciro cirurgiao lente da rorpo de -au-
lle do eiercito Jos Joaquim Machado.
Dito Ao mesmo, dizeudo que, pela leilura do
aviso que remelle por copia, expedido pela re|rti-
c.5o do guerra cm 16 de maio ullimo, ficar S. S. ta-
lonado de se haver novamenle e|>edido ordem lita-
ra que nExm. presidente da provincia de San Pe-
dro do Rio Uraude do sul, faca vir para esla o l-
ente do uxlo balalliao de infanlaria Joaquim Cor-
roa de Faria, quo so aclia complicado no proeesso
do Iciicnte do quarlo balalhao da mesma Andr Ac-
rioli Pinbeiro, enviando ao mesmo lempo a 16 de
ofllcio desle ofllcial para se annesar ao referido pro-
eesso.
Dito Ao mesmo, cuviaudo por copia o aviso do
ministerio da guerra de 10 de maio ultimo, no qual
se declara haver-w expedido ordem para que o ca-
liil.io do quarlo batallio de arlilbaria a pe. Joao
Carlos do Vinagran Cabrita fique empregadn no ar-
senal de guerra da corle. Communicou-sc a ilie-
soiiroriade fazenda.
Dito Ao mesmo, para mandar receber a bordo
do vapor Duhiana, para Icrcn o conveniente desli-
no, os desertores de primeara linha Jos Antonio
Fernandos e Agostmliodc Sorna Castro, esto solda-
do c aquello segundo endele, os quaos foran para
aqui remedidos em o dilo vapor, segundo commu
nicou o Exni. vicc-presidculc das Alagoas. Par
liiipou-se i esle, c espediu-so ordem ao agente di
compaubia das barcas de vapor, pora mandar en
Iregar os dilos desertores.
Hilo A llicsouraria de fazenda, cominunioainlo
que, segundo couslou de av isos da rcparlii;lo do im-
porio de l!l c 20 de maio ullimo, mandoii-sc pagar
pelo Ibesouro nacional a cada um dos deputados por
esla provincia, Domingos de Souza l.eilo, o Augusto
Frcderico de Oliveira a quaiitia de 6008000, Impor-
tancia de un ajudas do custo de viuda c vollana
piimeira sessio da nona legislatura.
Dilo A inesina, inteiraiido-a de haver O alteres
do segundo balalhao ,1c infanlaria, JloGuUhenne
Marialh, que lem de seguir para a corle, alim de go-
zar da Iiceuca qucllic foi concedida, solicilaJo e
Obtido permisslo para consignar de seu sold nesta
provincia a cinilar desle me/, em dianle.'a auanlia de
ISCI
Jo
estado Antonio Pauhuo l.impo de Abren, que se
dispdzll seguir para Buenos-Avies logo depois do
pieximo cncorr.-imonln das cunaras legislativas.
Porm, na mesma occasiao cm que o governo im-
perial, accedendo ao desejo do aroeulino, rouviulia
em que a negociacao-livesse lugar om llucuos-Av-
res, o director provisorio da Confederacao, nao le-
ilo anula noticia desse asscnlimcnto, noiueava o Sr.
Dr. D. Diogcnes Jos do Crquizn, para como envia-
do extraordinario c ministro plenipotenciario, vir
tratar no ltio de Janeiro. Em dala de :il de agos-
to me foi roinmunicada essa nomeacao, e que me
ministro devia seeuir para esla corle com inaior
brevidide.
Essa i ominuuicaeo, que rhegou a esta corlo lias
vsperos da partida do Sr. I,ini|n,dc Abieu, nao po-
li.i deixar de suspende-ia.
A revoluco que sobreveio cm Bucnos-Axrcs
cm II iie Miembro velo embancare adiar aino-
gociaroes paro a cclcbraciio do tratado definitivo
de paz.
A sala da provincia de Buenos-Ajrcs, pelas leis
de 21 c 22 de sclemlmi. desronliei en l-11 -pelln n
ongresso de Sanla-F, c cassou a delegai.M liado
por sua parle ao general D. Juslo Jos do Crqu/a,
para dirigir as rclacocs exteriores.
Em ola datad* do 2(1 de sclembro (Ahucio I'.
ii. 2 cz o director provwrio da Cmifeileracao do-
clarar a legarlo imperial em Bucnos-Avres que Jia-
via i esolvido passar-sc capilal da provincia do En-
11 IIni. c conlinuar nellaa oxercer as luncc,ocs que
as provincias confederadas Me baviam conli'ado |ielo
necordo de S. Nicolao dos Arroyos, a re.peiio das
naci'ies estrangeiras. One de nenluini modo prclon-
dia levar a guerra provincia 'do Bucnos-Ajres.nem
p, i o li.n a pai que felizmente dosfrurlavn loda a
Confcdcratao, lelo que abandonava a dila provincia
nos sens proprios coniellios, c sorle que II pre-
paravaiu.
O governo iin|ierial lomou no meio dessas deplo-
i.iveisdlssencocsa nica |tosico que Ihe compelia
ni queslocs sciiiellianles, puiaiiienle do organisai,iio
interna, o da mais estrela uculralidade. Conlinuou
a considerar, c ncm oulra cousa pudia ur,o general
D. Juslo Jos de l'rquiza como director provisorio
das pi uv inrias argeiiliaas confederadas, ou da Con-
fedcrae.io ArgeMlna, edn iiislrurroes ao enviado
i'viraoiitinai io e ministro ulenipolonciirio do Bra-
sil resiliente era Bueoot-Avrc) para qne Iralnsse
eoin o governo dessa provincia dos negocios que
Ibo erain (tViili.irmenlc relalivos, e dedo deiien-
iliain.
.eiiii.iiir., mudo de proceder |i,leiia nohar fo-
nienlu no arl. I- do convenio do 21 de novembro
do Mil. Por esse artigo os estados adiados nao so
obligaran a auxiliar o ikivo argentino para organi-

GOVERNO DA PROVINCIA.
LE N. 313.
lenlo da Ciiiiha c l-igiieiredo presidente da
provincia de l'criiamhuro. Faco salicr a lodos
os seus habilanles que a asseinlilea legislativa pro-
vincial decrotou, o cu sancelouei a resolueo se-
guiule:
Arl.Ullieo. Oprofcssor de primeiras letras do
ciillegiodosoipli.i". de Olinda, Jos Pollcarpo do
Frcilas, lica jubilada com o ordenado proporcional
ao lempo que lem elleeliv ament exercido, na furnia
do ai ligo SI do le.ulameiilu de 12 de maio de 1851,
sendo pago |iclos cofres provinciaes: c lieando revo-
gadas as disiMsieoes cm contrariu.
.Mando, porlantii, a toda- as autoridades, aqiiem
u conlieeimenlo e eiecuciio da referida resolueo
pcrlenccr, que a cumpram c facain cumplir lio m-
teiraincnle como nella se eouleiu. O secretario da
provincia o faca imprimir, publicare correr. Cida-
de do llerife de Pernainliiico, aos 13 de maio de
18 ,:l,l,gc.iiii segundo ,la independencia e do im-
perio.
L. S. Jote Denlo da Cmn/m e Piguelredo.
Carta a rrsolunm ,m uuemMa legitlaitca pror/ncia,
mr le pilmelrat lellra /.. /iu de orphUoi de
Olinda, Jote l'olicarpo de FreUat, /ira jubilado
com a ordenado proporcional ao lempo tffeclkamenle exercido, na forma do artigo 51 do
regulmnenlode 13 de maio de 1851, tenio pago pe-
lo, cofreiproclnciaei.
Para V. Ele. xr.
I'ranciico Ignacio dr Turres llantlcia, a fez.
Sellada c publicada ncsla secretaria da provincia
de Peinaiiibuco, Rs 13 de maio de 1833.
Honorio Pereira de Atertdo Coutinho.
Registrada a II. 13 v. do livroS.' de leis provin-
ciaes. Secretaria do governo de Peniambuco, 111
de maio de Mid.
Francisco dr Lema Ruarte.
LE N.'lll.
ha e Piguelredo, presidente da
ulmn. Paco saber lodos os
a aswmbla legislativa proviu-
iiecinnei a lei seguiulo:
la de Marren os lica desligada
Jos liento da C
provincia de Pon
seus habilanles, qu
eialdeerelmi.ccu
Arl. i. A riego
doleriniido llio I
Arl. 2. Essa fre
mani um novo leu
Barreiros, que be
i.iii.l e vi ni. fa a de
Arl. 3. Ficam n
CON em contrario.
Mando, porlaulo
conhccinieiilo ecxecii
que a cumpram c he,
como nella se conlcin.
faca imprimir, publ
M"
le Ai
sede
:la calinga
\gua Pela.
regada lodas as
na Preln tbr-
a povonoood,
ia.de villa, li-
leis e dispo-i-
luil
asauloridades
la referida lei
n cumprir lio inl
OsecK-lanoda pi
correr. Cidadc
a qiicm i
erlencer
-iiameiili
do lie
de I85II,
do imperio.
iiAu cFigu
la
[ _/:..-,-. manda r.icrnt,
i legitlalioa procincial.
fe do Pcrnambiiro, aos 13 de I
limo-segundo da independencia
L. S. Jote Vento da t
Carla de lei pela qual I
a retolnrao da auemblta teghlatira ,
rae taneciOHOU, determinando ,/ae a freguezia de
Barrelrot flaut desligada do termo do llio Formulo
para /orinarcom a de Agaa l'rela um miro termo,
i/uc lera por sede a poroaco de llarrciros, sendo
ata elecada calhegorla de cilla, e ficando e.i Unc-
a a cilla de .igua l'rela.
Para V. Etc. ver.
Francisco de temos Duarlc, a fez.
Sellada e publicada nesta scrrclaria da provincia
do Pernambiieo aos 13 de maio de IsVl.
Honorio Pereira tle.HeredoCouliiiho.
Rcgislrada II. 14 do litro 8.- de leis provinciaes.
Secretarla do governo de Pcruainburo, aos 19 de
maio de 1853.
Joo Dominguet da silca.
Expedienta do da 6 de Jubo de 1853.
Onieio Ao Eim. Joo Pereira Danigue Faro,
lerroiro vice-presidcnto do ltio do Janeiro, diz.cndo
lien inteii.ido.le haver S. Exc. lomado contada ,-nl-
ministraco daquella provincia no din 3 do maio ul-
limo, por Icr lomado assenlo na cmara dos senbo-
ies ilepiil.i.lo. o lvm. conselliciro Luiz Pedrcira do
Couto Fcrraz.
Dilo Ao commandanlo das orinas, Iraiismillin-
do por copia o aviso do ministerio da guerra de I
de maio ultimo, do qual consta havor-so concodidn
passagem |uira a eompaohia fixa decavallaria dcsla
irnvincja no soldado particular do dccimo-lorceiro
baialli.i" de infanlaria, Joo Paulo de luna, que se
aclia na corle.
Dito Ao mesmo, inlcirniido-odc haver, em vis-
la de sua'inforinacao, concedido um mez de lccnc,a
rcgislrada aosegundo cadolo l.icinio I.iberio Passos,
para Ir a provincia das Alagoas.
IHIo Ao mesmo, recomnicndaudo a expedirn
de suas nrdens, nflm de que sigam para as Alagoas,
conforme requisilou o Exm. v a-prshbmte daquel-
la provincia, u segundo sargento JoaoMavimiunode
Cintro Baha, inapecadl Antonio de Souza Crlese
.i soldado Jos Joaquim Vieiroda Molla.
Dilo Ao mesmo, Iransmillimlo pera ter o ron-
veiiieiik- destino a guia do lenle du nono balulliai.'
2 menes, para ser entregue a Aulonin
Pereira ; deveudo aquella llicsouraria abonar a re-
ferida quiulil em seus devidos lempos, fazendo-sc as
necesurias dcclaracocs na guia que se lem de pasur
ao mencionado aderes. Couiinunicou-so no com-
uiamlantc das armas, c expedio-se ordem ao agente
da coinpanhia das barcas de vapor para dar passa-
gein ao supradilo olllcial em um dos lugares vagos,
para pasugeiros de estado.
Dilo.A' mesma, acensando recebido o cilicio em
que aquella Ihesuiiraria declara niio se adiar autori-
sada para salisrazer a Importancia das folhas.que de-
volvo, visloeslarosgoladaa soinma consigiiaila pina
as despezas com o pessoal da repartirn de mariuha
ncsla provincia, c declarando em rcsposla, que uilo
coiivinilo que liquein parausados os pagamentos das
despezas reilas com esse ramo do servijo jiublico,
deven mesma (hesourariasalisfazer a quantiadc rs.
BiSyHIO, em que imporlam as ditas rolhas, e bem
assim o mais que fr vciiccndo o pessoal da mencio-
nada reparlirao, al que o governo imperial resolvu
o contrario.
Dito.A' mesma, approvando a arrcmalacao.iiue,
segundo parlicipou aquella lliesouraria, fez Joao
lleiiriqucs da Silva, dos cavados da conipanliia de
ravallaria, que foram julgados iucapazes do servico,
pelo proco de :il5cadauin.
Dilo.A' inesina, Irausniillindo, por copia, o avi-
so do ministerio da marinba de 2(i de abril ullimo,
no qual se declara, quo por decido de I (i do mesmo
mez rni reinov ido o cptalo de mar c guerra Juan
llciiriques do Calvadlo Mello do lugar do Inspector
do arsenal de inarinlia desto provincia para u de
commindanlc da academia de roarinha, e nomeado
para aquello lugar o eapllao lenle Elisiarin Anto-
nio dos Santos, rom os rcspeclivos vencimcnlos.
Fizcrain-seas ncressarias coinmiiiiicaces.
Diln.A'mcsnia, dizendo que, pela leilura do
aviso quo remolle, por eopll, licar.i scienle de que
o Exm. mlnblro di guerra, participando que osla
provincia ac ach contemplada com a quintil de
150:000}, no augmento de crdito pedido para salis-
lacao das despezas I cargo daquelle ministerio, de-
claren au mesmo lempo quo a presidencia esla ha-
bilitada para mandar pagar aqu os serviros compre-
hendidos na rubrica-Excrcilo.
UiloAodesombargador ebefe de polica interi-
no, remetiendo, para sen conlieeimenlo c oxecuejo,
copia do dccrclo de Mdo maio ullimo, pelo qual
fui amustiado .Miguel Alvos do Lima, pronunciado
pelos aconlcciincnlos polticos, quo liveram lugar
nc-l.i provincia.
DiloAo mesmo, coinmunicando, que, segundo
a parlo olllnal do ciimmaiidanlo docorpo de polica,
datada de 3 do correnle, consta ler primeira pa-
trullia querondou u rrcguezia de S. Jos, parliripa-
do liavcr-sc conservado apagado mu dos lampeos
do palco do Terco, desdo i II huras alea mcia
nole.
Dilo.Ao mesmo, iuleirando-o de haver rcmetli-
lo allicsuuraria da fazenda provincial a cunta das
lespezas fcilas com o ansenlo dos presos pobres da
adela de Goianna, alim de que, estando ella nos
lermos lgaos, soja paga a sua importancia (18896)0
rs. Virlorlno Morcira de Souza, conforme S. S.
DitoAo mesmo, dizeudo que, para ler o conve-
niente deslino, o prclo, escravo, de neme Matlieos,
pie, segundo consta da parle olllcial, qne cmllOdo
i-orrcntc envin o comuiaiidanlo do corpo de pod-
ra, existe no x.idrez do quarlel daquelle corpo des-
le :)l do maio ultimo, o qual fura preso a ordem do
.iibdelegadoda freguezia de S.-Jost', por una pa-
lmilla que rondava na noile do mosmo dia na refe-
rida freguezia, sem que se livesse fcilo menguo na
parle ofllcial, faz-se preciso que S. S. informe que
prclo be esse, 0 escravo dcqiieiu.
DiloAojuiz rclilor di junta do justlca, Irans-
itliiidn, para seren relaladns cm sessilo da mesma
uta, os processos verbaes fcilos aos soldados do
laxo balalhao de infamara, Manuel Joaquim, Juo
ornea Macdo, Izidro Vicha Lopes, Cimillo Jlon-
iru.Joao l-'ilippe, Pedro Marques Evangelista,
Marcelino Anlouio Alves, Bonifacio Albino o lli-
biauo de Almeida, o liem assim ao segundo sargento
ilo meio balalhao do Cear, Franriscu Manocl de
lesus.Parlicipu'u-se 80 Exm. presidente da men-
ina provincia c!... das Alagoas.
DiloAu iuizdos fcilos da fazenda, remetiendo
rupia do aviso ilo ministerio da juslic.i de 30 de
Dril ultimo, acerca dos africanos livres que por
ventara eiislim ncsla provincia, lano dos que se
acham dislribuidos ii parlscularcs, como lamban
quacsipier cstabelecinii'iilos publicns, casas de cari-
dade, ordens religiosos e sociedades qiiem Iculiam
sido confiados.Ncstc sentido ofticinu-sc a llicsou-
raria de fazenda c ao juiz municipal da seguud
OHDEM DO DIA N. 21.
Tcndo o Sr. aderes do 7- balalhao de infanlaria,
Jos Cosme Damin, obtido por aviso do ministerio
da guerra de 8 du oulubro do anuo passado, Ircs nie-
zes de liecnca com o sold por inleiro, para vir
esla provincia, conforme se fez publico em ordem
do dia n. 1(17, de 30 do dczeuibro du mesmo anuo,
niio se rccolhuu em lempo dessa licenca, no obslan-
le liaver-se-lho Intimido cm margo o maio do cor-
renle, que embarcasse para a corte, econslando que
esle Sr. olllcial esquoci lo dos seus deveres, se lem
clandestinamente conservado nesta mesma provin-
cia, o hrigadeiro e ciinniaiidanlc das armas cm exe-
cueao do art. 3" da lei de 26 de maio de 1835 o de-
clara alsenle, c determina que seja chamado por
editaos.F. .1. Falco, hrigadeiro c coinmandante
das ai mas.
EDITAL.
De ordem do Sr. hrigadeiro Feliciano Antonio
Pilca, coinmandanlc das armas dcsla provincia, se
faz publico que cm ordem do dia datada de buje,
sobn. 21, tai declarado alsenle o Sr. areles do
7- balalhao de infanlaria Jos Cosme Damin, que
(ende obtido do governo (res mezes de licenca, enm
sold por inleiro, para vir a esla provincia, nao se
lecolhcu cm lempo, deixaudo de embarcar para a
corle, conformo se Ihe ordenou.
E para que possa evitar a pena imposta aos ofli
i i.ics desertores peto arl. I- da lei do 26 de maio de
1835, he pelo prsenle chamado I fazer asna reprc-
senlac.lo na forma dclcrininuila no arl. ii- da mes-
ma lei.
Quarlel general do eliminando das armas da pro-
vincia de Pornamburo, na cidadc de Recita :l de ju-
nlio de 1858.Candido />. Ferreira, ajudanlo de
ordens cncarrogado do dclallic.
CORRESPiWDEMIA.
(')Srs.rcdartorct.Leudo cm o Diario de Per-
namlur.1 n. 7!) de 9 do correnle una caria escripia
d'csla para essa provincia, ricparel com nina rcvol-
l.-nile calumnia do corrcspnndcnle contra nlilil, ac
DiloAo inovedor da saude, dizendo que, em
rcsposla aooflirioem queSmc. faz ver os incoinc-
nienles que resiillam da llicsouraria do fazenda se
ler negado ao pagamento do algumas dospezas do
cvpedienle o oulrns Imprevistas, j fcilas com o es-
caler d'aqueda DTOVedoril, quo scmelhanle falla, se-
gundo informoii o Inspector da mcsnia llicsouraria,
procede do se ler, anda que por motivo Juslo, fei-
lo inaiores despezas roinoililo escalcr, c nao se po-
der exceder dos rredilns lixodos, mas que jii nllicia-
ra acerca desemellianlc ohjeclo ao Exm. ministro
do imperio c ao Ibesouro nariunal, pediudu o aug-
inciiln de 120,000 rs. que se faz ncrcssarni.
DiloA llicsouraria da fazenda provincial, com-
iniiiiii.iiiilo, afini de que o faca constar ao adininis-
tradordO consulado provincial, quo se conredeu um
mez de licenca com ordenado ao guarda do mesmo
consulado, Eneas Targino Acciuli, que a reque-
ren |iara tralar de sua saude.
PortaraConredciido au porteiro da conlndora
de mariuha, Abilio Fernandos Trigo de Lourciro, :i
mezes de licenca com veiiciuenlos para tratar de
sua saude, deivaudo elle para fazer as -na- vezes na
referida couladoria a Manocl Anlouio Femeniles
Trigo do Lourciro.Fiteram-sc as necesurias com-
niuncares.
------**? .?*( -
COMMANDO DAS ARMAS.
Quanel (eaoral do commando du anu da
provincia de Paraambaco, na cidada do Re-
clle un 3 da junho da 1853.
ORDEM DO DIA K. 30.
tvirigadciroo commandanlo das armas, delermi-
n,i quo os Srs. commandanles dos eor|*s mandem
organi-ar as requisefles para o fnrneciincnlo do pe-
queo uniforme as pracaa de prel dos mesmos cor-
[io, conforme o mappa que rom esto ordem so p-
dica, c que foi organiudo conforme o plano eslabc-
lendn pelo decreto n. 1029 de 7 do agosta do Mi2.
Os corpas que livercm o direilo de receber o mosmo
pi-i|ueiio ii ni lu mi-, vencido em pocas posterioros ao
clado decreto, doverlo nraaniurat reqiiisieOet del-
le, em barmonia com o mesmo derroto; c aquellos
esliverem |iagos ot :il do dezembro de Mi3,
Ii-vi-i,i,i inquisiiiiro mesno farilamonlo a vcncei
lo I- de Janeiro do 1855, no t-do janeirmle 185).
F. A. FaleOo,
Hrigadeiro e commandanlo das anuas.
cusando-nic osle de haver receblo, na qualidadc de
inspector da nlfandcga, a diminua quaulia de .iOO
iniln-is para deixar passar um conlrabando.
Como cinprcgado publico, que presa a sua repu-
lacao, corre-mo a obrigaciio de fazer a ninili.i deta-
ll, alim de que a ventado appareca c o publico pos-
sa rniihcccr qual a fe que merece u meu dc-
Iraclor.
Tcndo rindo a esle porlo a barca franecza thri-
denl, cm dias do mez de marro ultimamcnlc lin-
do, diz ucnrrcsponilciilo que, depois lie haver sabi-
do, se espalhou o lualo de que o eipilSo dissero a
algucnilcr viudo receber un conlrabando. c que
esle linha sido feilo com o men conwnlhnenlo, dc-
rlirarfloquodi elle, haver sido talla pelo capitn
de oulra barra inglcza, que aqui eslava licurga, o
qual sendo por iiiim chimado a policia para decla-
rar oque soubeaaea respeilo, date por seu inlerpre-
le, segundo as pruprias palavras du meu delator
a que na vespera da sabida da barca criden', tara
convidado pelo commandante para janlarrom elle
bordo, o n'cslo occasiao llio dissera que bavia dado
ao inspector da alfandcga cinco ceios, do mil ris
para fazer um rarregainenlo, e que sin nn Brasil s
faz por malta pnnee dinlieiro, poli que j o aun
passado cm novembro bavia elle aqui viudo, c qu
laiuliein dera dinheiro.
Cortamente nosei como se pussa com tanto dos-
racamenta rallar a verdade Quo o correspouden-
e alleie os relos, referinilo-os divcrsimeiile do mo-
lo porque sucedieran!, que acrcsrenlc ou diminu
i que Ihe parecer, be sempre nina nl-idade, lie
sempre um acto reprovado ; mas inverler ou negar
aquillo que esta escriplo, pudendo ser vicloriosa-
nienle contrariado a cada mnmenlo, he mais que
una falsidadc, be nina impudencia. Se o meu gca-
luilii inimigo sabe quo a declaradlo do rapilgo in-
glcz foi rcduzida a termo, como diz cm sua carta,
so niio ignora que este termo existe no carlorio, nao
v in que i nl'.i II i v el meu le linha de ser desmentido'.'
Pois bem, seiba o publico que o capillo iuglcz
nao disse o que refere o correspondente, ao contra-
rio deelarou que nada ouvira du capillo di barca
franecza, mas sim do lianovcriano Joo tmido
llcnriques Luz, que perrebera que esle Ihe fallara
em 500mil rs. porm que lulo bavia prestado al-
iene n ao mais, o que consta do Icrmo de declara-
cao dos capilacs. inglcz c lianovcriano, junto sob
. 1. Chamado o lliiiiuvcrianu, esle responden que
apenas bavia observado ao cptalo inglcz que pela
paula da alfandcga no auno prximo passado, na
ultima xiagein, sendo regulndoo preco da madeira
talaiiiba a .VIO rs. por quicial, c n'csla a mil ris,
bavia lima diucrehra pouco mais ou menos de 500
mil ris, c que rala dillcrcucn o inspector da alfan-
dcga quera mcllcr na algihoira, o que se provo
com o supradilo termo, c combina com a certidao
dos procos das paulasldociiinenlon. 2.)
Anda nao sulisfeiloo corrcspoialcnlc, c como jl
() Provenidos, como devem de eslar os leilores,
acerco da malcri cmilida na correspondencia licima,
nao s pela defeza queja publicamos, assiguada por
um Amigo l'enladeiro c observaeftes que a.
ellallzcmos, como timbeo) pela caria do nosso ror-
respondeiilc, postcrinrmonlc publicada, c na qual se
explicou de mu iuikIii convenienle sobre a pielen-
did.-i calumnia quo u Ihe arene, julcamos desno-
rneiltln repelir ainda iqnillo que, (filo uiu.i vez,
pai ere u ais que bastante pora desvanecer juizos te-
merarios c acalmar urna susceptibilidade irri-
tada.
Nada ha mais natural do que o estarco empregado
para conwrvar a reputaran idibada : mas be um lim
que pode conseguir dentro dasraias da modera-
flo ; e uo sao ccrlamcnlco desaln iiuenlo das ex-
pressocs, en virulencia dosepUhtUM laucados ubre
oailvei-ario, que raidein levara evidencia a juslica
da cauu. S de no prejuilicarmos odireilo de defeza,nos podem
iiiduzii a tolerar al uincerlo poni o procedimololdeOl
coiilrario.
Os lili.
receando ser contrariado, quonlo a declarec|o do
capillo inglez, com que pretendo suslcnlar a ca-
lumnia, pasaou a fazer algumas oulrai retlexoos,
ic, cerlamciile nao foi mais feliz. Dia elle,
que be mullo para reparar que em urna crise em
qoe os gneros de melhor prodcelo do pan eslo
u'essa provincia retidos nos armozens falla da na-
vios, vesu urna barca ao llio lirande receber s-
menle 1,400 quiclaes do latajuba, cujo valor he
iiuiiio diminuto un mercado da Europa, nao poden-
do lalvez os lucros ulisfazar a alta despoza do lele.
Quem nao v n'esle modo de argumeular um dese-
jo ardcnle demaldizer, um proposita do calum-
niar-niei
Pretende fozer crer u correspondente que a barca
Occ/deii, dcixando deearregar om Pernambuco,
viera aqui receber apenas 1,400 quintaos de lala-
iba. e que com esta pequea carga seguir para a
Europa ; mas ainda n'esle ponto -e descobre urna
revoltanle falsidadc, por quanlo da cerlidio da me-
sa do consulado d'esu provincia, jimia ub n. 3 e
do/J/anodc/'eraamtiMcon. 57 de 10 de marco
ullimo ve-se, que a barca recebera ahi li urcas de
algodao cm pluma com 2511 arrobas c 17 libras,
2,280 couros salgados com 73,253 libras, o 2,770
saceos com n.sv.i arrobas de assucar, completaud
u'csie porlo o uu carregamcnlo com 5,8)6 arrobase
16 libras de latajuba, e 55 arrobas o 10 libras de
rouros salgados, conforme a cerlidio ub n. \.
(aiii-iileie agora o correspondciilc, que Kiido a
barca de r.n toneladas, como se v do documento
n. 3 e Diario j referido, Oto era possivel .levar a
mesma barca mais carga; e uo sci se ainda dir
que os lucros do carregamcnlo nao podem salisfazer
as despezas do frelc.
Quanlo ao socio, do que I rala o meu accuudor,
o qual diz elle que viera leata cidadc assislir s-
mcnlca un pequeo e insignificante carregamcnlo,
convm advertir que he um simr/ics coixeiro da cau
do Sr. Lasserrc de nomo Manocl Luiz Alves Vianna,
o qual velo receber gneros comprados porconla da
caudeseu pilrilo, pela necessidado de ser inter-
preto dos capilncs rraiicczcs, por cito haver aqui
quem falle rorreclamenlc este idioma ; e n'islo so
o corrcspondcnlc, arraslado pelo espirito de male-
dicencia, pode adiar urna prova de se haver fcilo
conlrabando.
Cumprcagnra pela niinlia parle, ilepuis do haver
dcslruido as filiis arrusai.oes que me foram fcilos,
observar que, nao pudendo haver contrabando sem
gneros cu mercadorias, nao se lembrou o meu de-
tractor de declarar a especie do que se elle Dura.
E qual ser o genero de pioducco do paiz de que
se podesse fazer um contrabando 1 Era inistcr que,
ilando-nie o conlraliaudisla 500 mil ris, podesse
contar com um lucro vaolajoso, porque so arriscan!
em nina enipreza dcsta ordem, expondo-u asoffrer
as penas quo pelo nosso cdigo Ihe silo fulminadas,
mas o celebre correspondente nao leudo o quo dizer
a esle respeilo, conleuta-ee rom rater-me urna eeeo-
sac.oi viga,! qual mais o deucreditudoque a inim,
e s proiiiizira lalvez o cffeilo de convencer do una
vez aonublico que esse cscrivinhador nao passa de
um emliusleiro, que pelo seu habita de mentir e ra
luminar niio pode ser acreditado, mas antes merece
a cxccracao publica, o o desprezo d'aquelles a quem
se dirigen) seus boles.
Ainda q-i.in.1.. se dcssc.um conlrabando, seria por
ventura iufallivel a roniiivencia do inspeclorda ll-
faiidega'.' Nao era mais lanl quo aquello que o
pi -i U.I--C fazer se ciUendcsse com os guardas a
bordo ilos navios? Nao poderia assim o conlrabau-
dista conseguir niclhoroscu lim, c com menos dis-
pendio'.' Bem se v que n'csla aecusarao que so
me faz, ha um motivooeculto, lalvez o desejo de
mo ver destituido de meu emprego para o dar a ou-
lro que mcrcra mais sunsvmpalliin, lalvez nlguma
iiulispn.ico gratuita rotara uiiin, o um excessivo
desejo de vinganra: Irislc porm be o papel que re-
prsenla aquello, que para um limqualquer se so-
corre a meios tilo indignos c reprovados; cerlameii-
le o csrriplor publico que assim li abe a sua uiissno,
procurando destruir a repulacilo alhcia, nlo lie
menos indigno c nbomicavel do que aquello que
as celradasatlcl o viajante para llio roubur a bol-
sa ou a vida.
Concluo a inhiba detall podlodo ao senlior cor-
respoodeale, que Uro I mascara enm que se uccul-
la, appareca de frente para alarur-iuo, e nosesoc-
corra a copa de aiioiivmu para Iraicoeiraiiienlo fc-
rir-ine: eu o desalio I que lulo so esconda, u para
lauto lem ooragcin.
Nao espero que assim acoulcc.a, porque a fraque-
za c a covardll sao qualidadcs do calumniador, mas
n'esta uccasiAo he misler que se rasguo o viso com
que so acobcrla o meu detractor, o negocio he gra-
ve, e a occullaco de seu nomo niio pode ser bem
interpretada.
Escolba pois o correspondente ou um coinhale
leal c descobcrlo, ou o cpithclo xergonhoso de ca-
lumniador.
Rogo-lheSrs, redactores que em seu conceiluado
jornal d cm publicidadc a estas liulias que escrevo
ni inhiba propiia defeza, caos documentos a que
se ella refere. Com islninuito ohrigaro ao seu cons-
umi lellor.Francisco Comes da Silca.
Natal, 28 de abril do 1853.
DOCIMENTOS.
X. I. Certifico urolbeordo (ermo de de-
claradlo, que o supplicaulc pede por ccrlidiio o se-
guiute :
Termo de declnelo. Aos 22 de marco do 1853,
icsta cidadc do Nllal na sccrelaria de policia, onde
cachava 0 Dr. chefe do policia llcrrulaiio AnloJ
lio Pereira da Cunlia, coinign escrivlo ibaiio as-
ignado, c o inspector da alfandcga desla provincia
liaueisco Gomes di Silva, prsenles John Mr. 51 is-
lam, cepillo do brigue inglcz I.iconia, o Jlo Ge-
liln llciiriques Luz, lianovcriano, c Thcolonio
Colh Cerqueira, liiii de se saber dunde liiiba-se
urdiduiimaimpiitac.au de haver o inspcchir da al-
fandcga cima referidu, recebido a quaulia do 500.9
rs., por deivar pasur um conlrabando na galera
frauceza Orcident, do que lie capillo !' Cliurilhu,
a requeriiueiilo do mesmo inspector, foi pergiiulado
pelo inlerpelre Thcolonio *- 11>.. Cerqueira au capi-
l.io inglez, qual a capillo que Ihe bavia dilo ter o
inspector da alfandcga dcsla provincia recebido
500.91100 rs. para deixar passar um r.....rabando, <
qiii'derlarassc igiialinenle em que xiagem I o iiel
capillo inglcz foi rcspondiduqiic, aehandu-se a bur-
do do seu navio na segunda ou lerca-feira da sema-
na pasuda, Ibrim 1 sen bordo os cepilles lianovc-
riano e Francez j rcfcridus.aos quacs cite interro-
gado ollcrccra se queriain lomar um copo de v niio
c que nessa occasiao dissera o capillo llanuvcryuo.
que o inspector da alfandcga bavia recebido 500S000
rs. por deixar passar um conlrabando nagalcra tran-
cen, sem que lizesse declaracao so na viagcni ulli-
111,1, ou pcnillima, c que rile interrogado, nao pres-
lra I e-edito a menor alineloe que conlinuara
uu seu traballio.
11 E sendo igualmcnlc ncrguntadoo capillo Hano-
vciianode quem bavia elle sabido que se bavia da-
do esse conlrabando, c que o inspector bavia recebi-
do essa quaulia, deelarou que niio linha fallado ao
capillo inglez cm quanlia de 5009000 rs., e obscr-
Vldn apenas que sendo I paula do anuo passado
na ultima viagem naquaiitia de .009D00 rs. de ma-
deira de lalajuba e nesta de in-uim rs. a paula,
que bavia una ilillcreuea extraordinaria j o pelo
capillo inglcz foi oulra vez declarado que, o capillo
lianovcriano bava dwlarado 5W000rB.,e que elle
mo prestara aliene o, sobre o mais que ostavam li
zeiulo; e pelo misino capillo llanoveriauo foi dilo,
que os direilos cm ntlencau au cariegameiilo eveede-
1.1111, 011 andirtam, cm .IO9OOO i-s., c que essa diile-
renca o inspector da alfandcga queda mcllcr na al
gibeira.
Pcrgunledo 10 capillo ingle! que pessoas se a-
chavain .1 bordo do seu navio na occaslo em que 1
capillo llaiievcriauo lizcra adcrlara(lu Jai mencio-
nada, rcs|ionilcu que una pessoa que frirn igual-
mcnlc rom o cptalo da barca franecza, que elle
siippimli.i ser o rciisignalariii da mesma barca,
arliamta-sc a bordo l.iinbcm o mesmo guarda que w
ada boje. E assim mandn o chota de polica fa-
zer esle Icrmo que cofli todos assignou.
Eu Anlouio Philadelpho da lincha, cscrivan o
escrevi. Pereira daCunlu, Jnlm Mc.Mellom, J.
G. Luz & C, Thcolonio C. Cerqueira, Francisco
Gomes ila Silva.
.' E nada mais condola omdilolcrmo ilo declra-
lo quo fiz passar por rerldo do proprio original,
em riimprimciilono despacho exarado na pelirlo do
supplicanlc.
a Cidadc do Nidal, 22 de abril de l(53. Fiz cs-
ever, subscrevie usiguei. Emfde verdade. O
escrlvao do riiuie.
Antonio Philadelpho da Rocha.
a N. 2. O iispcclnr da alfaiulcgao mesa do
:onsulado desla ciliado dolcrmina ao Sr. escrivlo
Ja inosmarcpirli(o,lbercrlifiquo eineoclinuaclo a
esta, qual o preco da paula da madeira lalajuba lias
anas do me* de niareo ullimo, assim comoo va-
la pautai|.i referida madeira, no mez de novem-
bro do anuo passado.
Alfandcga e meu do consulado da cidade do
Nalal, 20 de abril do 185.1.
Francisco Gomes da Silca.
Em riuuprimcnlo a porlaria supra, cerlilico
que o preco da madeira lalajuba, na paula da soma-
decoirida de 7 a 12 de marco do correnle anuo.
fui de I9OOO rs. por quicial, e 11,1 -emana de 14 a l'J
lo nfesmo, foi |>elo mesmo preco, porm por despa-
ho dumesinoSr. iiispecloc#de li do dito mez, exa-
rado na pelirao do negociante Domingos lleuriques
ra, passou a 800 rs. o quiulal da nie-ma
do anno prximo Ando, regutau 1 referida paula a
razio de 500 rs. por quintal da mesma.
a O quo paro constar onde convier, passei a pr-
senle em v i 1 lude da referida porlaria.
Alfandega e mesa do consulado da cidadc do
Natal, 31 de abril de 1853. O escrivlo.
Joaquim Jote de Lima Sllra.
N. 3. Certifico que do livro respeclivo.cons-
la ler a barca frauceza Occident, sabida desle porlo
para o Havre pelo Rio Grande do Norte, em 8 de
mareo do correle anno, o lem 350 toneladas, pelo
quo pagou 1059 rs. de a unir geni a razio de 300 rs.
por tonelada : cerlilico mais, que do manifest da
mesma barca u v ler ella carregado nesto |iorlo
2299 couros ulgados.pcuudo73.243 45 uceas de
olgodflo com peso de 253 1$ e 17 e 22,770 uccos
com assucar mascavado, peundo 23,850 u|); e nada
mais se 1 "nimba no dilo manifest.
E para constar passou-sc a presente cerli-
dio.
Mesa do consulado de Pernambuco. 11 do abril
de 1853. Subscrevl. O escrivlo,
.tarme Heraldo Mario Lumachi de Mello.
N. 415. I.aneado. Almeida. Dcsta 20.
O Ibe-oiireiro interino, Ferreira.
a N. ).O inspector da alfandcga e meu do con-
sulado desla cidade, ordena nn Sr. escrivlo da mes-
ma 1 i-|iailicao Ihe certifique ao pe desle, qual o car-
regamcnlo que conduziram desle porta para o Ha-
vre as barcas hrancezas Occident e Cont lloger,
aquella no mez de mareo ullimoo estacui novembro
do auno pasudo.
,1 Alfandcga e mesa do consuladona cidade do Na-
l.il,20deabril do!853.FranciscoGometda Silca.
Cerlilico que a barca francesa 6'onfe lloger,
carregou neslo porto em novembro de anuo prxi-
mo pasudo para o 11 avie,0,5(1-2 a c 30 de madei-
ra de lalajuba, 51 lape 7 de algodao empluma, e
424 jp de couros ulgados ; e a galera da mesma na-
ao denominada Occident, carregou cm marc,o do
correnle auno 5,846 (g>e 168 da referida madciro.c
155 arrobas o 10 S do couros ulgados.
a O que pora cunslar posaei a presente cm virtude
da porlaria supra.
o Alfandega e meu do consulado da cidadc do
Natal, 21 de abril de 1853. O escrivlo,
Joaquim Jos de Lima e Silca.
a Eslavam rccnnkecidMe -ella,lo., n
EMLICACAO' A PEDIDO.
Me.ice Pedro, val fuer cabellelras.
Follaire, ao seu /abelleiretro.
I -ni uu- oilere ido ha poneos dia. no Diario de
Pernambuco una cousa com pretencOes a soneto,
sobro que me apraz dizer duas palav ras.
lia um antigo proverbio quo diz, quo a tWal-
lo dado no te olha o denle. Mas o ofl'crlar tamul
indicos, que a gente urbana o corlea nao Jmjtv
ce; a otrcrla devo ur digna do quem a faz, e iV
3uem a dovo receber. Que a dila prmtaccio he
igua de quem a fabricou, lodos reconhecem ben
como incapaz de ur recebida.
f) aballo assignado, posto quo muilo ambicioso d
gloria, nao est disposlo a aceitar a modesta offcrla
dosqualorze liosdcupaleiro,quc Hie enviouo tuna'
dor do Diario do 3 du correnle, e islo por nina ra-
zio mu simples : he que a trova do novo Bandaira
he cen vezes mais lencbroza, e mil vezes mais as-
neada que as Irvasdo Bandarra vclbo. Nlohaven-
do portado mctler-lhe dente, no levar lambcm
a nial o infeliz amador se o nbaixo assignado as re-
jeita.
E com ludo, coftio a mana das trovas he um oro-
ndo que rarissmas vczcsdeixa os upaleiros, Icni-
brei-mede Ihe jungir aqui Iripcca, por caridade,
um bum sonclazo que, ha quasi cem anuos, es-
ere vera um poeta Ilustre, para correcc/lo do* noves
Bandarras, mas quo ha sido o mesmo al boje, qne
malhar cm Tcrro fro; ao menos, no ;itm:nm c no
zomzom (cm um mrito reconliecido.
Dosurripianle iucalposlrado infurrio
Que Irapeja no Irimbaliu erepilanle,
Eiempla nocravelio Ircpdnnlc
As fripas dolas pcnlcs do esealpurrio.
J do Irosqualquinfornca do e-lranfuirio
Intrpida friuva do farpanlc ;
B, bamboleando 110 craspo do locante,
Propalava o zmborrio do zamburrio.
No tupido parUo do eabaz,
Carpindo no facundio dcsla vez,
Trulila, frpa, entonta o ulsafraz.
Do estrpito o cmliroglio palea o calabrcz,
Que Irupa o cnlropa o trepa do alcatraz :
lin soneto cis-aqui coclra o Mrquez.
Fernando Anlouio Fidi.
Herir,.) do jucho de M53.
COMMKHCIO.
PHACA DO HECIFE7 DE JUNHO AS 3
lli HI.iS DA TAHDE.
Colni-es nllleaes.
Cambio sobro Londres a 28 Ii2d. 60 d|V.
Dita sobre dilo a 28 3|i d. 60 d|v. a diulieirii.
Compras de assucar.
Brauco I. sorle a 2J000 rs. por arroba.
Dilo someco a I9900rs. dem.
Mascavado regular a 18500 rs. idem.
Compras de palaces a 19910 rs. ^
Dilas de rarvao de pedra MjOOfWs. por lone-
lldl.
Frclo para o Kio de Janeiro 129000 rs. por lonc-
lada de carvilo de podra.
Dilo para o dita a quaulia do res 3:0009000 pelo
frclo tolal.
ALFANDEGA.
Rciidhncnlo do dia Ia6 57:81)98111
dem do dia 7...... 13:666*266
71:5119
madeira, assim como em lodo o mez de novembro
Detcarregam hoje 8 de junho.
Escuna oldcmburguczo Jlasserman mercado-
llrigiio iiiglez Camilla bacalho.
Patacho inglcz I hid dilo.
Brigue oldcmburgucz Minna farinlia de
trigo.
Brigue inglez Amtlhlll mercadorias.
Barca pcrlugucza Ual vinlios.
Brigue inglcz Fmma bacalho.
Importar ao
Escuna peruviana llenen llingsford, viuda do
llainburgo, consignada a Bruno Praeger \ C, ma-
n feslou o seguintc:
30 caixasqucjos, I bala pc^as de panno, I caixa
bezerrus traiicczes; a Manocl Joaquim llamos o
Silva.
2 catos leeiilu, de lila, 1 dita lecidos de algodao,
I paeotc amostras, 20 caixas o I caxinlia Igua de
Colonia, 11 barrs c 4 caixas drogas, 6 caixas couros
enveruiudos, 10 garrafcs uvadiuba ; a ordem.
9caixascourns envercisados, 2 balas e 12 caivas
lecidos de lia, 177 barricas botijas de genobra, t
caixas lecidos de algodiio, 185 ditos lecidos de algo-
dao. de meia seda, do lila, do meio laa, de meio b-
nlio, do I i niio. deuda o de mea seda, 5 lalas lecidos
de la o de algodao. 29 caixas quinqiillharias, 2cai-
xassabouclcs, (i ditas cadenas, 3 dilas pecas do lona,
2 dilas com 2 pianos 10 ditos com conunodas, I
dila charulos. 20 dilas i-.nleo.i-. 50massosdo cabos,
60caixas xinho, i caixa amoslras, 2 caixas com 2
pianos xerlicacs 27 dilas xidros 1 dilo rom amos-
lras de dilo.l caixa o I pacole amoslras, 4 presuntas,
2 nocas carne*defmeadas.t caixa com 2 ulaincs. 20
.....:
eflimadas,! caixa com 2 ul
1 vasias, 1 bala pecas do pan
1 bijuulcriai
accos farc
1
logias, 1220 garrafi
a Bruiui Praeger & V.
losgarrafi
xa estajos coi
V.I/los. IHIO
Compaubia.
" 12caixas vicho; a Dcano Voule&C.
I caixa pencas de ac, I pacota amoslras; o Do-
mingos Alves Malino-.
152 caixas o I camelia ferragens, 12 caixas vi
dros, I dila ohjeclos cnvernlsudos, 2 barril ungne
sugas; a J. D. Wolpliopp c 1 caita rouros cnverniudos; a A. L. Slraus.
I coia lecidos de uda, 1 pacole amostras; a C,
J. Asllny &C
Brigue nacional Fortuna do Sorle, viudo do llio
de Janeiro, consignado a Jos Candido de Barros,
ico o festn o seguiulo:
7 cauces chapeos, I barrica chumbo, 4 caixas
legunies seceos, 23 dilas conserva, 115 pipas xasia-,
10 Icrcoa barricas vasias, 1 caixlo louca, 5 volucics
mercadorias, 15 rolos fumo, 5 caixas r,i|>, 3 ditas
clui, 20 uceas feijiio, 100 caixas ubao, 52 suecas
arroz, 4 barricas lapioca, 41 barricas caf, 48 bir-
ria loiiciubo, 10 pipos vinagre : a ordem.
CONSULADO GERAL.
Rendimenln do die 1 a .....'SSS
dem do dia 7........in9
DIVERSAS PROVINCIAS
Roiidimeulo do dia I a 6 .
dem do dia 7.....
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ise
un',
Ben,
hie
l'c
ega
O
<6S
19:6689875 figi Lw*n
S. 83162 67922 psiie fcor'ln Peni
8919081 l^*1
gleza Spnll. ule:- ^J Ro
Exportacao".
liihrallar pela Parahilia, escuna
de 2i8 toneladas, conduziu o uu
saceos .-om '.:**< arrobas de assurai
Porlos do Sul. brigue ingle/ A>l
toneladas, conduzio oscguinlo:laslrodc pedia.
de 201
iis
MUTILADO
ILFGIWI


l'iilirflllnr com escala pelan Ibas dos Acnrtt, oha-
l,i|,,i |iortiigueiatfm'Ma de Ferro, deHH toneladas,
colutorio o seguiule: 400 barricas, meias e quar-
los, lia liceos rom 2,82o arrollas calibras de assu-
,,. jodii, com 300 arrobas de caf, 100 garra-
i,. ,ipiii 100 lanadas degenebra.
(irania, biale nacional Aguia Brasileira, de 53
leudadas, conduzio o seguiule: I cala ferragens,
barricas, 1 cmbrulho e 1 cuubole coni miudezas e
rerraBcns, 1 torno de |icsos, 1 forno para ferreiro, 3
racarullas, t quintaos de Trro, 12 ps de Trro, 1
rai'xa c 1 Tardo Tazendas, 1 caixa miudezas, 1 barril
rom ferros do engommar, I encapado couros de lus-
Irc, I raixa remedios, 1 barril.vinho linio, I dilo vi-
nagre, barris com Tariuha de (rigo, 5 ditas bolachi-
uba, I canaslra albos, 2 caixa* figos, 4 calas vidros,
I barrica bolacliinba, 1 aocorela azeitonas, 1 caita
I.....a-, I encapado Tulla do Tlandres, I botijo oleo
ilc Imluca, 1 sacca phncula, 1 barrica bolachinba, I
rauote manteiga, 2 Lilas bolacliinba,.', barril man-
Iciga, 13 paucllas de Trro, I barrica com7arrobase
al libras de assucar, 1 caixAo com 45 diapeos, I ro-
lo i mil I , 1 flaudre rom assucar 1 ralxotc hundei-
i is. I encapado com um scllim, 1 caixote com I2
. 11 .iLi- de azeite de deudo e 1 quarlinbas.
KECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES EPERNAMBUCO.
Itendimcnlododia 7....... "23331G
CONSULADO PROVINCIAL.
Itendimcnlododia 7.......3:3l9jOt2
O arsenal de marinha compra para as obras do
melboramenlo do |>orlo, canoas novas ou usadas
m bom estado.
MOVIMENTO DO PORTO.
Sacio entrado no da 7.
Aracal) lidias, liiate brasilciro Ducidoto, do 13
toneladas, meslre Joan Henriques do Almeida,
cquipagem 5, carga varios gneros; a Joso Ma-
nuel Marlius.
Narios solados no me/tmo da.
C.iinaiagibc llialc brasilciro Xovo Destino, mes-
lie Jos Alvos I Vi tu .i, carga varios gneros. Pas-
sageiros, Manocl Roberto da Paixflo, Manuel Cas-
iano de Oliveira, Jos do Mondonga Ilarrelo, Au-
i mi Manocl da Cunba I'cboa, Joaquim l'cdru
da Silva, Manuel Dias I..iln.il. Marcelino Jos de
Mello.
Rio (randa do Norle Lancha brasilciro Feliz dai
Ondas, nieslro Vicealo Jos, da Cosa, carga va-
rio- seeros. I'ossagciros, Antonio Manocl do
.Yi-riiiienln, Joaquim Jos Barbosa Monleiro,
Reinaldo (jomes da Silva, Francisco lji/ dos
THEATRO DE SANTA ISABEL
gb\\deevari\ioh\pe(;ta<;ilo.
OUARTA FEIHA 8 DE JUNHO DE 1835
Recita extraordinaria.
Logo que o Exm. presidente da provincia sedig
nar comparecer na tribuna, a urcbcslra execular
'pela primeira vez urna linda ouverlnra da opera
A REPRESALIA.
composslo do meslre Mercbanle, arranjada para
grande orcbeslra pelo director do mesma ; c lera lu-
gar o drama cin 3 arlos c ornado do msica
0 CAMOES do roco.
No fin do primeiro aclo, o Sr. Pedro Nolasro Unp-
lisln, director da orcheslra, execular no seu oplii-
cleidc c ttobre a acea, urnas
VAIUAgO'ES.
roniposicJo do mesmo Sr. 1*. N. II.
No lim do segundo acto a orcbeslra execular a
applaudida
BATALHA DE BADAJOZ.
arranjada para orcbeslra pelo mesmo direrlor.
No lim do (creciro acto, o Sr. 1'. N. Bautista exeo
rular no niesmo instrumento, tambein sobro ascc-
na, um.i grande o linda
DEPOSITO (eral do rap princesa do
Rio de Janeiro, nrosso, iueio-grosso,
c lino, na rita da Cruz do Recile,
n. 23.
Vinvn Pereira da Cnnlia enearregada
deste deposito, novaraentc noticia que
Semprc se aelia prvida de rape da inc-
llior (|italidude e fresco, aos procos ja sa-
bidos de 1#280 rs, os dons primeiros, e
900 rs. o lino, sendo de cinco libras ja-
ra cima. A fjrande procura deste rape
na falta do de Lisboa, que tem bavido,
tem provado bem que be o que nielboi
o pilo substituir. Aceita-se qualquer re-
3
'IVuniiar.-'i o esperturulo com a uranosa cncnipre
npnlatidida tarca
O ASNO SEMPRE HE ASNO.
Os billiutes, lano de camarotes como de platea
achan)-se a venda desdo j em casa doSr. 1*. N. Hap-
lisia na ra das Cruzes n. 3, e no da do espectcu-
lo, no cscripIorioHo Incali.
I'i mu i'i.n .1 ;'is s horas.
AVISOS MARTIMOS.
Arar;
pin
> llialc brasileiro .Inrora, meslre Manocl
Marlins, carga varios ganaros,
mil por Maceiii galera ingleza Bella, ca-
i J.IIell.ciu lastro,
ibrallar pela l'arahiba Escuna ingleza Spirit,
capilao R. Pinchis, carca assucar.
Para os porlos ilo Sol do imperio Bricuc inglez
xfrezaiio, capilao M. Noall, em laslro.
\caraeii llialc brasilciro Aguia Brasileiro, mes-
lre Eranrisco Jos da Silva Ralis, carca varios g-
neros. Passauciros, Aiilonin Curxalho de Al-
incida c sua limili i, o vigario Antonio Xavier
de Castroc Silva.
Itiodc Janeiro e porlos intermedios Vapor bra-
silciro Bahianu, cummandanlc o primeiro len-
le Antonio Joaquim de Sania Barbara. Alom
dos passagrirns que Irnuxc dos porlos do Norte
para os do Sul leva a scu bordo: capilao Marccl-
liuo Bczcrra l.iberalquinho, li. AnloniodeS.
Canillo di l.ellis, Joto l.o|ies de Modciros Cha-
ves, Manuel (Jomes Ribciro, Manuel Carlos Tei-
xeira, Joaquim Bernardo de Mciidunca, I. I'r-
sula Alcvandriiia de Barros Cavalcanli, 1 criado
C I escr.ivii da dila, Francisco Estoves Alvos, Jo-
s A lexandro dos Passos, radele l.iciniu Liborio
r.i"us, I preloe I prela livre, Anlouio Correa
Comeado Almeida, Manoel de Oliveira Bastos,
Dr. Nicolao TolciiUnn (jouvcia Portugal, Ber-
uardii da Sil\cira Bravo Vascoucellos, alTeres
Joan (iuilhcrinc Mariut,l secundo sargento, 1 de-
sertor, 3 remitas para a inarinba, c 2 esrrnxns a
entregar,
EDITAES.
.'""' Ilnrlc/Hti de Carealho e Mello, raralleim
ila imperial ordem de San Benlo ir.ni:, capi-
lao de mar e guerra da armada nacional e im-
n ra/, inspector do arsenal de inarinlia, c eapi-
iln parlo desla provincia de Peranlbueo,
S. M. I. e ('., a quein Dos guarde, etc.
por
la/
alier a Indos M consignatario*, capilla, mes
lie-, ele. de navios mercantes, que se acba eslabele
ci I" no Pina um lazareto sol a iiispecc.au desla rc-
parlicao, no qualsenlo Iraladosos doenlcs dos na-
ios aneciados da febre nmarclln, rnnviiulo por lan-
o que apias ppareca qualqucr caso, enviem seni
Jeuiura nos scus esealcrcs os doenlcs para o referi-
do lazareto (excepto em balsa mar) sendo nrnmpa-
uliado de nina guia do capilao, pillo, ele. e lieamln
na iulelligeueia, que cada pessoa tcin de pagar l?0flu
rs diarios, devendoa coiilndadcspczaserorganisada
por esta reparlieao, a lim do que o respectivo con-
Niualario ou meslre cutre para a Ibcsouraria da Ta-
lenda com a sua imporlancia, romo be de eal) lo em
Indos os ni.ii- casos. Inspcccao do arsenal de ma-
linlia de Pcrnambuco 7 de jiiulio de 183.Joao
ll-nrii/aes de Cnnalho Mello.
i' lr. Jos Itayaiundo da Cosa Menezes, juiz mtt-
ninpdt supptonle da segrala rara e do ivainier-
Cio iirsln riilade do fecife de t'ernainburn por-S.
M. l.eCo .Sr. D.l'eilro ll,gue Deosgiiardeelc.
Hace sabor que no diaS do prximo inez de ju-
nlm, se ha de arrematar em praca publica desle jui-
/". que lera lugar a una hora da larde, na casa das
audiencias, nina rscrava, cabra, de nonie l.ourcn-
n. qu representa 30 anuos de idade, a\aliada pin
"iikki rs., penhorada a l-'nrlunato Antonio Coelbo
aoi i \ei ue.lu de Antonio Gomes Villar. E para
que cliesue a nolicia de lodos inandei passar o pre-
enle cdilal e dons do mesmo llieor. que sci.lo afil-
iado! mi |iirii i|i, rniniuerrio, na porta da casa das
audiencias, e imprcssns nos jornaes. Dado a paa-
sailn ucsla eidade da Ilecife de Pcrnambuco aos Ti
tomaiodo 1853.Eu Manuel Joaquim Baptisla,
ocriv.lo interino oescrevi.
(./ose fagmundo da Cosa Menezes.
Manuel clemenlino Carnelro da Cunlia,
municipal da primeira rara da cidudc ilu
fe de l'nnamouco, e audiclor de marinlia
S. I/.7. e C. que Dos guurde, ele.
, v -altera lodos qiiaolo o prsenle cdital \-
roni, que ent virlude do arligo 8. do decreto n. 708
le II ilenululiio de IKV) sao convidados lodosos
iMciCsndoa no casco c pcrlcuecs do briguc sardo
Carolina, o apnreheiulido na praia da Costinba,
MBireado Rio-Vormoso, a vlrdenlro do prazodc
1...........'. allegaren os seus dircilos pranle este
Jiii'o, na ronformidade do decreto Mima cilado. E
P>ra que a noticia de lodos chegiie, niandei lavrar o
!'. ule quesera afiliado nos lugares mais pblicos
Ma tidadOi e publicado pela imprensa. Dado e
Maado nesle juizo d'audictoria de inarinba aos 3
h jiinlin ile IKV).Eu Jnilo Saraiva de Ai alijo Gal-
Ho, csciif&o escrevi.Manocl Clemenlino C'al-
"fno ila I'unlia.
Para n Kiu Grande do Sul val sabir ruin bre-
vidado o briguo nacional Magano, tem bous com-
moilos para passageiros : Irala-sc a bordo do mesmo
lu igue. 00 com os cnnsigualaros Novaos vV C. : na
ra do Trapiche, n. 31.
Paianllio Grande do Sul vai sabir em pon"
eos illas a escuna nacional Tamegu, poda rccclicr
alguna cargar a Irele o naamgeiroa: Irala-socom os
ronsiunarios Novaos A; C, na ra do Tr.f|iirbe.
n. 31.
PARA OARACATV
segu cm poucos dias o bem condecido liiilc Ca-
pibarilie; para o reato da carga c passageiros, (ra-
la-se na ra do Vigario n. 5.
Vcnde-sc o patacho nacional /iiularao, de
mullo boa conslrui'cao brasilcira, c est prmpto a
navegar para qualqucr parle : os pretndanles di-
rijam-sc a bordo para rorrc-lo, c Iralarao do ajlale
rom Manocl (ionralvesda Silva : no scu esc iplorio,
ra da Cadcia do I; ir.
PARA A BAHA.
Segu o biate nacional Fortuna, capi-
t3o Jos Severo Moreira Ros: para ca
ga, ou piissa;eros, lrala-se na ra do
Trapich n. 10, primeiro .indar, ou com
o capitfio no trapicbfl do algotluo.
LEILOES.
Oninla-Teira, Odocor-
rcnle, as II da inaiibAa,
o agcnle Aniones far
leilao em sea arma/ein,
na da Cruz n. 1, de
trastes de ludas as qua-
.......les, novse usados,
--a&.'J^rA.i- iloiis pianos iismlus ,
eliaroloada Ba.liia. salvas, collicras c caslieaes de
prala vclha, varios jolas do miro, coiilrns inuilusob-
jeclos queserfio vendidos barato.
I.EILAO.
I". Sauvage& Companliia Taran leilUo porconla
do leguro, cm prcseiieado Sr. cnsul liancez, c por
inlcrvencao doaucnle Antones, de una barrica com
iISduxiaa de limas roinavaria, viudos pelo briguc
Cesar na sua rcenle viagctn, sevla feira 10 do cr-
lenle as 11 horas da mandila, em scu armazem, roa
la Cruz ii- 8.
AVISOS DIVERSOS.
0 l)t,
jai
Brr
por
Preeisa-sc fallar ao Sr. Joilo Francisco Lapa,
c como se ignora sua assisleuci.i ucsla praca. pede-
sc-lhc que se dirija i livraria n. e K da praca da
Independencia.
Declaramos, em virlude do Sr. Jos Ribciro
de Brtlo lor declarado hoiitem, alloe dom soin, que
iiem elle e DCfll iicnl.....ni dos peatoai do I-orle do
Mallos aalavain lubililadM para fazer Iransac-
ccsciini as casas ingleus; que islo se noenlendc
com os adaivo assignados, nos quaes, iiiiu s os ne-
gociantes inglena como porlugueas, c de indas as
naeiies eelabelecidos uc-la praca, leeiii senipre al o
prsenle depnsiladn inlcira o illimilaila ciiulianca,
pelo quo Iho somos tralos.,/oilo llii/ilisla de Me-
deiros, Joan l'ii-ira tic .Iraujo, Francisco Aires
de Moran pires, M. I. de Oiiceira Lobo.
I'reeisa-se almiar um inuleque para o servico
de ulna casa eslrangeira de puuca familia, e una
ama secca para tomar conla de una menina ; na ra
da Cruz u. 7, segundo andar.
| LIQOES DE CANTO E PIANO. S
\ O primeiro hariluno A. \.. fian a leudo .-
\'t de dcmorar-BO insta cldadc, propOe-M a dar .-
.*. Ii< >>v- de canto e pIlDo por prei-o conimoilo m
a* podo sor procurado na ra da Pciilifla n. ,\-2.
DECLARAC.OES.

*
4
Cartas seguras cxislenlcs na aihniuisliac.lo do
'oireio, para os seubores :D. Alina Luzia de Bar-
', Administrador da Sania Casa, Antonio Cabral
ae Mello Leoncio, Anlouio Juaquiui da Silva Paula,
Amonio ,li; Suuza .Marlins, D. Francisca Mara Tei-
xwa, Joaquim Alves do Frcilas, Joaquim Lopes de
Oliveira Calvdo, Joaquim Xavier Pereira de Oli-
Vftra, Jo o Mara da Cnsla.Jos Tliomaz llcnriqucs,
u. Mara Jas da 0>nccie,aor2\MaiiocI Antonio i'c-
"u ule l.ima, Manocl Fumino Fcrrcira, (aironel
*>anoel UunizTavarea.
11 loii-iiho ailminislralivo, cm virlude da aulo-
is.ii.-io ,|a prcsiilcncia, em ofltciude ">de maiopro-
ii'iu pom^ (,,, ,|e comprar para Tornceimeiilo
oo arsenal .le guerra os odjeelos seguintea: li"l-4_
oaa ile forro 133 covados, panno prelo para pea
""Jocovados, lailes de osso prclos 30 crozas,
"'" drancos 17 ditas: as |icssoas que quizercm
... 'aos olijciiu aprvscnlcm sui.s proposlas em
Uj TecbadM, aromponbadas das coni|ictcntes
i"-uas na secretaria iloconseldo, cstabclccido no
.'"''......"guerra, as 10 horas do da U do corren-
ui'"'i *"rcl''ri''1 'lo cansclbo adminislralivo C do
Be i ,:'-"''''" lnglcz, romuel prcsidcnlo ;
lai'""'0 '''" do Curmo Jnior, vogal e serre-
CONSULADO DE l'OKTUGAI..
I orordein superior c para ronhccimcnlo da na-
acao ccominercio f,-,r pnbhco o scguinle
Ocoiifelbo de saiidc publicado Reino, desojando
i.u uiiliaraeos a naveiiar.lo, e por Irrmo a reprc-
."i-s infiiuiladas e desnecessarias, quo pareccm
(^-i i.n as na ralla de coiihccimcnlodns rcgulamcn-
( uuiannsporluuuezcscm vigor, Taz saber : que
lJ,\ ',u,e l'or cscah- >" arribada volunlaria ou
m-'in.'i ,' .T1" SCI" """ c sa,lu0 "" qualqucr
m ,!m ,,''!'"' ou(las i11'adjaceoles, po,ler.lo
ibiesn rpcellPr l'l'lo "le quarenlcna
iif-i "r r''''"''os, manlinieulos, soccorros, oo
T,':'c 1"ecarecercm, seni embargo da Taita de
auile. E para quo cbegiio o nolicia das
a qoem possa inleieisar, se publica opre-
eoilal, 1.1,1,,,,., 13doabrildelH.V).-Onscal,
I..L '""',"'' Cetario IMrigues Moncho. Cnmii
local cm Peranlbueo aos I dejiiiihn
'iii
i*
* 1X33
i,
'Hfiguim Baplitla Moreira. consu
junbo I
No din -JK de inaiu prnvimn passadn. dcsappa-' Arrenda-si'
reeeun eacravo Pilippe, de nacSo Angola, rom ida-
de de JO anuos, pooco inaisou meiins, allo.'elccor-
lio recular, cor um POUCO Tula, Inrnaiuhi-se bem
conbecidu pela cos ura de nina a I porra que se es-
lendc do pescueo at quasi a orelha, e lambein pela
cicatriz de um lalho que (em mis cosas : i|ucm pois
|iegar o referido escravo, leve-o a Sebastian Mauri-
cio Wandcrlev, morador na na Dircila, sobrade
2a, que craiilrarn genorotamenle. Inlntigo de ques-
lOes, e a que sn recorro em ullimas rirrumslaiicias,
pelo presen'c.........icio lambein peen ooSr. Manoel
de Sooza Pereira, quo diligencie o appareciiuculnilo
reTcridn escravu, |aus que bem tumbeado eslar.i.que
vendeudo-mc osle prelo cm '21 do abril desle anuo,
obrigoii-sc no titulo ila venda a responder pela fuga
no espaeo de seis niezes. Se puis csgolado oslo lucio,
menaovier o esclavo, protesto que farei valer u
lueu direilo.SebailltO Mauricio ll'aii'lcrlcg.
Na roa dn Aragao n, -7, vende-se um reloglo
de prala, paitle suissn, muilo hom regulador, cm
segunda mo, e pnr preco cominodo.
Precisa-se de una ama Turra ou captiva, para
servico de una casa de puuca Lunilla : un ra Di-
rcila n. 71!.
Jos Pereira, suddilo porluguez, rclira-se pa-
ra Portugal Iralar de sua saiulc.
I'reeisa-se de una ama secca para Iralar do
um menino da pouro nasridn, em casa de una *c-
nhora ingleza, cm Sanio Amaro, junio a fniidieao :
quem pretender, dirija-sc ao lugar Indicado, c cn-
(cuda-so com Francisco llolclbo de -\ mirado.
Desanpareccu nodiu 1 d......nenie um cachor-
ro de raca ingleza, com urna cnleira de courn, com
rabuge lias cosas, arode por Jack : quem liver no-
ticia ou arha-lo, c qiieha rcsliluir a sen dono ; di-
rija-se ii na do Vigario n. 3, que ser recompen-
sado.
Prccisa-sc de nina ama de todo servido para
na casa de pouca ramilla: na ra da Senzala Vc-
lha n. 70.
Precisa-se de um caixeiro quo leuda, pialira
do venda, de l a 10 anuos : na Ponle Vclda da
Boa-Vislan.33.
Pedc-scaoSr. J. !'. M., morador nacidado de
Olinda, que venda pagar a quanlia de MWIOO n.
que deve na luja da ra do Crespo n. 10, do contra-
rio ver o scu iiomc por cxlcnso.
Pcdc-ac encarecidamente a pessoa quo lirou
do rorreio una caria, viuda |ielo ultimo va|>0r do
sul, para Francisoo Xavier Cavalcanli Lilis, o fa-
vor de mandar entregar no aterro da Boa-Visto, Icr-
ceiro andar U.34, que se tirar obrigado.
O aballo assiguado Taz cenle, que durante
o lempo quo esleve liuado a cominissio do me/ M i-
rianno, na igreja de Nossn Senhora do Paraizo, nlu
leve cm scu poder e-ninla alguma, assim como dei-
xou de receher as esmolas daquclla pessoas.quc en
naiticular Ihc linhan promellido para o diada
Tesla por ter-se desligado antes de o acabar o
inez de Maria : para que nobaja alguma suspeila ;
por isso Taz o prsenle amiunciu.
Melquades Joaquim Marques I auna.
Precisa-e de urna ama de rasa, que Ta^a lodo
o servico de perlas dentro, e que neja capaz c cui-
dadosa : na ra do Hospicio n. 31.
Precisa-se nlogar urna osrrava, para o servico
de urna rasa da pouca familia, c que teja fiel: na
ra Augusta u. fi.
Anlouio Joaquim Salgado, flndo o correle
mez, n.iu vend' mais cspirilos naeionncs: na labcr-
na do palco do Terca u. I
lainaeao que baja por defeito de qua-
lidade.
HAP.
Joacptiin l'erreira Mondes litiiinaraes
receben ultiiuameute pelo paquete Mu-
cury, nova renicssa do cvcellente rape
nacional priuee/a, da fabrica de J. J. da
Koelia ii Companliia, do Kio de Janeiro,
onde be milito apreciado, e tido pelo
unico que mellior lubfttue o de Lisboa ,
pela grande seini'lliani'a (pie com elle tem,
tanto em O&S, como em aroma : elle be
lambein ja' bem apreciado na llabia, lla-
eci, Ceara' e Maniulio, c jeralmeiilt
em ludas as parles oiiili' letti sido man-
dado. Vender no nico deposito da
ra da Cruz n. 57, segundo andar, e pa-
ra iiiillior commodidade tambemoaclia-
r3o.ua loja da metmacasa : para scieneia
do publico se adverte que o rap deno-
minado princeza, (rosso, meio groHO, e
lino, ftiiiiiini'iail un deposito da ra da
Cl'llzn, i~>, lie da l'abiiea de liasse tani-
linn dn Rio'de Janeiro.
Precisa-so de 3009000 rs. a juros de dons por
cont, li\|ilheeaiido-se um silio na Vanea, u qual
vale OOuJOOO i-,: i|iiem esle negocio quizer Tazer,
dirija-sc a ra Dircila n. 'Jt>.
riinni.'isia d'Allavdc e Alhiiqucrqnc Melle,
com nsevaine- de llague nacional, arillimclica c
dnilrina, loado abarlo na ra dn Itanscl, n. 17,
primeiro andar, Ulna aula de insli ncrao primaria.
avisn ags pais de familia, bullo da praca como de
fura, que quizerem educar suas lilbas, que ella re-
eche em sen eslalielcciinculo meninas para ensillar
internas, externas, ou nicn-pensinui>las, c com o
niaior disvello e delicadeza omina a Icrocscrcver
com orlhugraphia, rutilar, a rrancez, inglez, geo-
grapliia, msica c a (laucar; assim conin costuras
chas, bordados de ludas as quididades, labvrinlho
c marcas. Quercndo algueni se ulilisar de sen pres-
timo piide dirfjir-ae mencionado casa, a trotar
com a aiiniincianle.
I.ava-sc c engomma-so com assciuc pcrfbirflo:
nu paleo da Itiheirade S. Jos n. !">.
(i gerente da firma surial do Silva A. Conipa-
nlii.i, tem a honra de aununeiar an respeilavcl pu-
blico, que acaba de rcccbcr pelo brimic franrez
Coar, viudo do Havre, minios c variados objerlos
de izuslu, eomu sejain corles de vestidos de sclini
hraucus bordados de velludo, para uuivas, dilos de
dilos de cores lambein liordadns de velludo, dilos de
ehamatolos de cures, dilus de camhraia de setla, di-
los do dila hraucus horibjidus, meias de Bada i^c peso,
brancase pelas para senhora, rom liuas de burra-
cha, enredes para caheca de seithnra, luvas ile lur-
eal prelas para scnbora e meninas, pcnles de bfa-
lo para (ranea do mellior gosto e ipialidade, dilus
de dilo para alisar, ditos de tartaruga para dito,
dilos de marlim para dilo, c-rnv indas linas para
denles, edapens de palda enrollados para meninos,
dilTercnles objectos de porcelana de mullo gosln pa-
ra cima de mesas, ciirles de cnlleles do seda hranens
e de cures, liordadns de velludo, dilus de ca-einia
bordados de relruz, dilus de dila pintados, dilus de
dilos dcchaiiialule de cores, lencos para grvala* de
selini preln e,de lafet.l de cures, subrerasacas ou pa-
liliis de casemia e de paiino, rica- henalas, alin-
tuaduras para rllelas^ e opino mullos objeeloi que
ceriamcnic agradaroo nSo s pelaauaqoalidadeo
guato, como pela commodidade dos precoa, paj'a o
|uesAoconvidados as seuboras e seiihoies du bom
tom, & romparcrcrcm na na du (Jueiiuadu n. 'JK,
primeira andar, atim de Tacililarem o progresso des-
e uovn csladeleeimeiito brasileiro.
Preeisa-sc de una ama, Turra ou escrava, para
servico de casa, e compras de urna casa de punca
familia; na ra dn Padre Floriano n. .'>.
As pessoasque ilevein ;i cncheira do Wandcr-
lev A Irnin, na Iravessa da ra Helia n. 2 A, quei-
rain lee a bondade de mandar saldar suas rontas no
prazo de Kdias, vislo que a dila soriedade se aeda
dissolvida: us queas-ini nan li/eieni passarSo peln
deagoato de ver sen n.....e por esla Tulla, aloqese
resnlvam a pauar.
Anselmo GoncaJves Pereira relira-so par* lies-
panda, levando einsiin rompanliia sen subiinliu.de
nomo Cvnriano Fernandos.
NKlilICI DA CAI.IFOHNIA.
Antonio Caboclo agradece muilo aoaquldam, au-
Iuros (bis aniuiueius do Diario de Pcrnamliuca n.
119, IdO, 131, em que 0 nomo* meslre de fazer Ha-
rapa, e Ihc lomara o ulico rifan du macaco, que d-
ala cotia, olba que le pisan) no rabo: incu qu-
dam, quem leni lelliadodovidro, noallra pedias.
Nu aterro da Boa Visla.oSr. Mauoid Duarlc
Viciradiril quem da hllOOaOOO n viiM-iam i,.,
cea em propriedado de pou'co valor.
Francisco deSiqueira Dias, subdito Ilrasilei
ro, regresta para o Rio de Janeiro com os stus es-
cravos Mario, parda, e Vicente, crioulo, ds scu
servico.
AIii-m-o um carro novo, grande c bem enns-
li nido, de Irabalhar na ra com pelo-, peto dimi-
nuto preco de cruzado por da : quem o pretender
dirija-so u ra du Vigario n. 20, seguudo andar.
O abaixo assifjnados continuam
a franquear a todas as classes cm
(eral os scus sortimento de fazeu-
das por biii\ns preco, nao' me-
nos de una peca ou lima duzia,
a dinbeiro,

<
ya ---------------. '
^ piceos mais
J3 tra qualquei
mu
eng
Cllllll (lllll 2.
ravns, -2."i boi> e i~> bestat, perto di
l'SI
eiiiliai(|iie, com snfr.i para tres mil piles,
una laude deslilaeo e una poreo de
roca madura : a pessoa que ote predio
pretender, dirija-ge a iravessa dama do
\ iffnrio n. I segundo andar a Iralar
(un Antonio (Jomes Pessoa Jnior.
ltmia-se n pcssua a quem fui ollcrccido por
venda un einpenbado, um easlieal de prala, o (|iial
dcsnpparcccu no dia ullimu dn me/, de inaiu pruvi-
mo passado, nesse mesmo dia, pelas duas huras da
larde, de urna casa da ra do Daniel : quem delle
snuber, leve-u a ra Furmusa n. S, que se pagara
mais do que u valor do easeal.
Precisa-sed* orna ama de hilo, preferindo-so
-em lillio. pagado bem : na ra dos ipiarlcis n. 2\ ,
segando andar.
ATTENCAO, NICO DEPOSITO NESTA
('.IDA DE.
Paulo (iaiuiiiui. denlsla receben amia denli-
friee do Dr. Pierre, esla auna cnuheeida como a me-
llior que lein appaiTcidu, ( e tem mullos elogioso
seuaulur,' lema prupiiedade de rniiservar a hueca
licito-a e preservar da* dures de denle.-: tira o
goslo dcsagradavcl (ine d cm eral e charuto, al-
uuinas nulas desla n um cupo drigua sao suflleien-
les lamlieiu se achara p denlifriee excellcnle para
a rniise vaeao dos denles : na ra larga du Rosario
n. 3(i, segundo andar. *
LOTERA DC S. PEDRO MAKTYK.
(I resto iloshilliolesdcsla lolcria acliam-sc a ven-
da nos lugares segundes : praca da Boa Vista ,
rasa dn Sr. Pedro Ignacio Baplisla ; alerro, loja n.
IS; ra do Calmen, Dolica do Sr- Moreira ; praca
da Independencia, loja dnSr. Fortunato ; prac,a do
Livramcnlo, toja doSr. II. J. Monleiro ; ra do l.i-
vraincnlo, botica do Sr. Cliauas ; ra da Cadcia do
KcciTe, toja de Domingos Tcixcira Basto, e cm ca-
sa do licsourciro ; cm Olinda, casa do reverendis-
sinin vinario, al o dia 8 du correle. Nos dias 0 c
10 al a hora do aiidareni as rodas lmenle se ven-
dern na Una \ isla, loja n. 18, alerro; S. Antonio ,
loja do Sr. Forlinialo, c botica do Sr. Cbauas, c no
HeciTc nos mesmos lugares j iudicadus. HcciTe 2
dcjinho de 18)3. -= O lliesuurciro, yosc Teijeira
Bailo.
LOTERA BE S. PEDRO HARTVR.
As rodiisdcsta loteria aiidain no dia 10
do corrate, no consistorio da iiialiizda
lloa Vista, seja (pial l'or o numero de bi-
llietes (pie exista por vender. Recife 2
de jui'lio de 185. O tlicsoureiro, Jos
Teiveira lia sin.
Cbefjou alinal o complemento do (i.
\oltune dos Misterios do Povo, que com-
prebende a e'poca das cruzadas ; os se-
nliores que tiveram comprado aleo 15.
follieto (testa obra, terfio a Iwndade de
mandar buscar os scus nltimos follietos ,
<(ue be I (i. e 17., na loja de Joo da Cos-
ta l)ourado, no pateo do Collegio, onde
tambein se vende a obra completa.
ou a prazo, conforme
se ajusfar : no sen armazem da
praca do Corpo Santo, esquina da
ra do Trapiche, n. 48. Ros-
tron Rooker & Companbia, nego-
ciantes inglezes. Os mesmos avi-
sao ao respcitavel publico que abri-
ram no dia 3 do corente me/, a
sua loja defa/.endas da ra do Col-
legio e Passeio Publico n. 15, di-
rigida pelos senlioret Jos Victori-
no de Paiva e Manoel Jos de Si-
pieira Pitanga, para vendercm
ior atacado e a relallio.
TenCaot^
Pedro Alonso Rigueira avisa ao r.espcilavcl pu-
blico, ejuulamente a seus l'rrgue/cs que muduii a
sua enraderuacao da praca da Independencia para
a ra Dircila n. 2lJ, e aeha-se prumpia para toda e
qualqucr cncadcrnacao com a maior hrevidade pos-
sivel.
Prceisa-se alagar urna prela que saiba COS-
libar, engummar o iaer 0 servico ordiiiariu de ca-
sa : na ra das Cruzes o. o se dli I quem quer.
Nos abaixo assiunadus dcrlaiainus ipie. do dia
0 de maiu prnximu passado cm dianlc, amigavcl-
mcnlc dissulvenms a sociedad* (|iic girava sulia lir-
made J. M. B. Valonea c\- Gompanni*, que linha-
inos na vendada ra larca du Ilusorio u, iti, licando
todas, asdividasperleiieeules a snciedadeal aquella
data a careo do sueiu Valcnra, e por assim eslaimos
coiivciiciouailo-, ambos assfgnamoi u plsenle.Jotia
Manocl Itodrigues l'alenra.Manocl Paiiasco ile
Souzu Brilo.
Aluga-sc um mulato, com 18 aunos de idade,
de muilo lia conduela, olli' i.il de sapaleiro, esper-
to n muito liel, servo para, maudadus, Irabalhar pe-
la ufliein eeumprav na ra: na ra dauuaii.ot
primeiru andar.
No dia 0 do rorrete, as 3 horas da larde, na
ra da Cadcia do bairrn de Santo Antonio, na casa
anude morn o fallerjiln Manuel Antonio Cocido de
Oliveira se diio de arrematar em ultima praca os
bcnsdodilo .Manuel Antonio Codito do Oliveira,
consta de mohilia, piala, ouro, I escrava, c I casa
cm Olinda, rujns lieos xao a praca por ordem do
tiln. Sr. Dr. fula de orplulos.
l(oga-se as pessoas abaixo mencio-
nadas, qtlO (lirijain-se a Iravessa da Ma-
dre de leos n. 5, primeiro andar, a ne-
gocio que Ibes di/, respeito, nu aiiiiinicia-
icm as suas moradas para seren procu-
radas : a scnbor.i Angela Mara Custo-
dia ns icnhores Francisco e Oliveira
Mello, Manoel da Silva (uimaiies, Ma-
noel Govein deSouza, Joo l'erreira da
Cosa, Manoel .lose da Silva Penna, Ma-
noel Correa de Ite/.ende llego, Josi- da
Costa Albiiqiirrqiic, e Joaipiim Pereira
da Roeba.
Precisi-ao de ama ama para Indi
Icrnu de unta rasa de punca familia : n
la, defrnnlc do beceu da Peiiba, n. .10, segund
mi fflBSfflSLmi *9SBBa
40 PUBLICO.
No armazem de fazendas bara- |
tas, ra do Collegio n. 2,
.1 vende-se um completo sortimento
^j de fazendas, linas <> Rrocas, por -^
lis bai.xos do (pie em ou- K;
piaKpier parte, tanto em por- f,':.
M enes, como a relalbo, allianeando- fi
I se aos compradores um s preco ffii
para todos: este estabelecimento t~-
abrio-se de coiiibinaeao i'oin a
maior parle das casas eommcreiacs
inglezas, l'rancezas, allcmaasesuis-
sas, para vender fazendas mais em
conla por isto oll'ercrendo elle minores
vanlagensdo que otilro qualqucr;
o proprietaro desle importante es-
labeleeimento convida a' lodos os
seus patricios, cao publico em ge-
ral, para que venliam (a bem *
seus inleresses ) comprar fo/enda
baratas, no armazem da lila do
Collegio n. 2, de
Anlouio Luiz dos Sanios.
Joaquim remira RanwM, bratileiro adopUvo,
v.ii fa/er una \iacm firi to ni|rcno : quem se jul-
uar ser so < reilor, |hIc tlirmr-sc ao mesmo, jiara
sersalisrt'iio.
Perdcu-cc no iii.i :ti de malo proxinw ia-sa-
dn, da ponle do(^cliant; at o soltrado do Mecas,
um cinlnullio rom iumciPIo ao Sr, l>r. I.mircnro
Trino de l.oiireiio, eonlendo OM nulos do iimnla-
ra,.l9000ra.|Onma caria dirigida ao meMimSr.
Dr. I.nurciro ; roua-sc a pessoa que acliou osle em
lnullio, queira siilrogar em casa do referido 8r. Dr.,
ou na i n.i do Out'im.iilo, luja do CoslodiO Jos de
Can a Iho (uimar1c8, o qual gralilicar.t a pessoa de
quem reecher dilos papis*
A pessoa a quem fallar urna cala de la-
Itaco de prala lavraila, dirija-sc a Oliudii, ra de
Malinas Fcrrcira n. H, quedando os siunnes cel-
los Ihe BOr cnllesue. l;oi appreliciidida na mAodc
i um mnlcquc que a quera vender*
AlugB-es o Icrreiro andar do sobrado da roa
cslreiladoHosariun.fi, com inuilos commodos:
OOSOgnudo andar do mcsino.
NAO Si: ASSISTEM, QUE VAl FRA-
LX). EMQANT0 VENTA, AGUA
XA VELA.
No principio da semana prxima passa-
da, parece (pie foi varejada una casa de
garapa, na l'raia de S. Jos, telo que (i-
carain os amigos de orellta em pe, cdti-
vidosos da mulita sineeridade ; ajtrcsso-
me, porlanlo, a asseverar-llies que. nilo
lbi cousa de maior aquella, porquanto
logo na tarde desse mesmo (lia se COnti*
niioii a e\ereer na mesma casa o niesnio
bonesto modo de vida, c com a mesma
sem cerimonia quedantes! islo asseverao
Antonio Caboclo.
O garapaho Anlonlo Jos1 Marques, enalteci-
do por Anlouio diluirlo, nlto sabe (|iic'in lie o attlor
(Im annunrios solire o escandaloso nedorio do gara-
jia na fre^neria de S. Jos, wrque se soulicsse, |Ktr
rerlo nilo se atrevera a rcs|Mnnler da nianelra por
que o fez ; mas, para quo nfio ronllnie MN in-.i
no, derlara-se-lhe que he aquella mpsnki pessoa, n
casa do quem foi lia poneos dias relatar suas mise-
rias, c |icdir que c*sa |>essoa foeliassc os ollios ao
eu nctiwin de garapa, mas que levo por rcsposla,
fosse Irabalhar pelo scu oflirio do ourives, que era
mais honesto.
Aliifta-se o primeiro nndar dn casa da ma do
Vinario ti. 5, propria |iara oscriplorio : a Iralar na
ntesnia na, rasa n. 7.
Arrenda-se um envendo qualro lesuas distan-
.mo da ridade do Ilecife, com Iwa Ierras, eicel-
lenlc cercad?, eslaiulo promplo ili- ludo para muer:
os prclcndenles dirijam-se ao enc;enho Capitiarihe
na Tregenla de S. Lmireiini, quo arliarao rom
quem tratar.
Un I. de juntio cm dianlc, alnga-sc o segundo
andar da casa n. H, do rita da Aurora : quem pre-
tender, unlonda-se rom o I Hu. Sr. Joan Cinto de
Lentos Juuior, itiurador no pciBKiro andar da mes-
ma casa.
Pedo-se aos senltores proprielarios das casas
das ritas dos Guararaties e Urum, quo tem em seus
quintaes padarias c ferraras, queirnai mandar que
os douos de laes oMcina* letanlem conductores do
fumara, pois que nada disto ser contra as posturas
que mandam fazer laesbueiros ou conductores, pois
os vizinhos que Ibes Hcam mais prximos muilo sof-
fmn qitaudo se acemlem os furnos o forjas, e pro-
mello oSo deixar de cjiainar a allcuilo dos meamos
senltores em quanlo nao obrigarctn seus tnquilinos a
fazer o que cima se pede,O Incommodado.
A pessoa que quer comprar galhos de pai rei-
r, sendo que queira uns j plantados em cauOes
promplos a mudar, dirija-seuopoleo du Sania Cruz,
padaria n. 0, qu nclian com quem Iralar.
Precisa-se de um fot neiro que seja tem de-
sembarazado; na ra da Senzala Volita, padaria
.96.
B. Didier vai fazer urna viagem u Franca.
AO PUBLICO TAO' SOME.NTE.
Em vista da correspondencia publicada no />' rio do boje, em que Joaquim Antonio dos Santos
ndradc me eniproza para dar [trovas de baver elle
hypolhceado a casa que acaltou de edificar na ra
Xova, dizendo que eu o alirnnra, declaro que be
iulciramantc falsa esla eiposi(o, pois que nunca
disse o queso me attribuc, o desalo o Audradc para
exhibir proves dislo.-oh pena de passar por vil e des-
prczixel ralumniador.
Francisco Jos de Magallies Bastos.
O abaixo assignado pede a pessoa que lite li-
rou do correio os Jornaes do Commcrcio do Rio de
Janeiro, de 20 de maio al 25 do mesmo mez, que
Iridia a hondude de os rcsliluir no mesmo correio,
ou de os entregar na casa do abaixo assignado, na
ra da Cadcia do bairro de Santo Anlouio n. 15.
Josi Narciso Camelo.
Precisa-se de un piano, moderno, para olu-
'.ir : quemo tixer, annuneie por esta folha.
_0s quarlos debilteles nmeros 5177 c.581(1,
da 17. leleria do Ibcalro dcNicllicrox, perlcnccm a
U. J.deS.,doBrejo.
Na loja n. 11, da ra do Qticimado, se dir
quem d dinbeiro a juros.
OSr. Aulouii Joaquim Alves Teixeira queira
appareecr na run do Aragao n. dfi, a negocio.
l;rancisco Jos Correa Nevos tent de seguir
liievemenlc para o llio de Janeiro, c leva em sita
rompaiiliia t*0*caeravjf Antonia, de liaran Amada.
O abaixo assimtado fazscienleque, .i| i-.-u de
utilorisado iiiiu s |iela scnbora sua ntai, como por I
los os mais herdeiros, para adiiiiuUIrar os negocios
do casal de scu linado e pre/ado pai, o Sr. Joo Car-
los Percha de Buruos Ponce de Len, hnvia-os, ha
muilo, dcixndo a discricilo da inesiua cusa, da qual
liiiuoit cunta in nomine sen mano Jos l'clix Pereia
Burgos, que ja tiulia suas prclenedcs, e porque
logo depois de sua dcixacAo lein hax ido enormes pro-
juizos, pot ser saliciilcmeiilemal administrada, mi
i|uer, e ncm deve o aiiiiunciantc lomar sobre si a
icsponsitliilidadc de faelos d'oulrem, c o que nilo ha-
iir. i'.Oriarado pelos jornaes, por que d'aliiutna ina-
neira ia uH'cnder a alguem, mas j que cncclou-sc,
e be u abaixo tMigaaaP inslndu a defenderle, arlta
ser elle obrigado a esclarecer o publico, para llio
snppor qunsiseu es|>anlso regresso he devalo ad-
miiiislrarao do aiiiiiinrianlC. Oulro sim, faz reito
que i eseravos, Joaquina c's'U. hlho Zenon jsao
scus, e por lano, ;i > isla de seus logues Ululas, po-
iler.i dispor, sob sua responsabiHdade, quando ccih
nio i|iii7er, preveniudo ao publico, quo niuguem fa-
ca negocio algiiui com seu escraxo Jost1, marido da-
quella, que, daiid* de scu poder, foi occullo no
eiiueubo Aau.is Claras, por quanlo niio xendeu a
iiiiigiiem. Protesta ronlra lodos aquelles que conti-
niinrcm a r,ini|irar, ou fazer qualqucr Iransacro
cora lieos do casal do sen linado pai, fallecido em
marcode 1K1I, |his que os dilns beus anda eslo
por parllbar-se, c lia orphaos, c nenlium dos her-
deiros (em o direilo de chumar sen um bem, que
inda naolbe tocn, n rjnc x-se mo seren pri\ali\os
iI'uiii, em detrimento (Toutrot. Sao tambein respon-
saveis lodos aquelles, que rereliereiu duquclla casa
dinheiro, e oulros quaesquer ohjeclos a pretexto de
pagamento :o que ellccluar-so piide como o nunlui-
cianle na oeeaaiao do iavcnlaiio que val proceder-
IC esempicxio consenlimeiilo do respeclivo jui/-
ATTENgAO'.
Nova fabrica de cbapeos deso, no aterro
da Boa-Vista n. 2>.
t O dono deste estabelecimento tem a honra de par-
ticipar ao respeilavcl pnbliro de Pernaniburo, que
Iho chegou um grande sorlimcnlo de chapeos de sol,
tanto de seda como de panno, chapeos com cabos do
caima em caricaturas, ricos chapeos do seuhoras,
lano de panno como do seda, um grande sorlimeii-
lodo sedas c Miiininlio em pec,as para cobrir arma-
(oes usadas, lamhcui se faz qualqucr concert: lodos
estes ohjeclos cima mencionados se vendem mais
em conla do que cm qualquer oulra parle, cerlo do
que o comprador vista da fazenda no deixorn de
fuzer negocio.
W BICHAS IIAMIH'HCLEZAS.
# Aluga-se e veudo-se bichas por junio e a i
JJ} relalbo: na ra da Cruz do Keeil'e n. 53, loja i
*s) de barbeiro.
(Corpinos, e lodos os devedores qui
sal, sem ser ouxiilo o aniiuneinnle,
pauaiem ao cu-
licam ohrigadi
servico iu-, a iudemnisa-lo da quola, (pie Ihe jicrlenccr cm dilus
raa llirci- dbitos, por islo que pelo presente
se lira lodos o
poderes por elle dados, paraem seu iiiune f.i/ei-se o
ipie so queira, a titulo de ser feiloa bem do casal.
EngenlHi la, 2~ do maio de 1853.Antonio Car-
los Pereira lie Burgos Ponce de ixon.
Aircnda-se um grande silio, rom excellcnle ca-
sa, eorheira c estribara, redendo-se luna decenio
moliilia que existe no niesiun : lrala-se no palco do
Collenio n. 35, nos dias uteis das 1) huras da luanlija
as 5 da larde.
Aluga-e a padaria darualleal \\,21, prximo
ao Manguind, com eraudes commodos c lodos os
seus perlences, por preco muilo eniiiinodo: a Iralar
na casa n. ti da inesiua rna.
l)esappareceii,ouforlarain una canoa grande,
abortada fenle,da casado Francisco Xavier .Marlins
Bastos, que lira ni la parta de denlrn do cae* da ro*
da Aurora, no lim da ruada L'niao, a qual canoa
lein ua popa o noine de (tScuhoriiiha mas ji est
meio)*pagadO: queinali\er achado lc\e-a a scu
dono, que ser recompensado de seu Irabalho.
ilcsapparcccu a !l do passado um pretu, criou-
lo, por mue Heraldo, o quid representa ler de ida-
de -2H a 110 anuos, levando vestido camisa de alaoiblo
trancado, cala do zuaitc e com um surr.io. Eslc
prelu velo do Ico rcinellido pelos Sis. Caminha iV
Kilhos, os quacs o linlnin comprado a Manocl
Rodrigues da Cosa, da villa de .Milagros, comarca
do Calo, provincia c,u Ce*rii, leudo o dilo eacravo
perleneido lamlicm a Manocl de Jess da Conccira'o
Cuuha ; c para mais esclarecimenlo Icm os siguae>
seguintes: balso, cabellos braneos nos pullos, bas-
lanle barbado, andar corcovado, c falla muilo hai-
xo : quem o pegar leve-o ra da ConceirSo n. II,
quo ser hem reeompensado, ou raa da Praia, ar-
inasen de GuiUienuc Soarcs Uolclho.
Na IraVMHdOjoao l'rancisqa,n. II!, se dir
quem d dinbeiro a juros sobre pcHlor de ouro.
--- Preeisa-sc fallar com oSr. I". B. M. A. a ne-
gocio de seu inlercsse: no liolel da barra.
Antonio Jos da Cunba, brasileiro, rasado, cs-
tabelc( ido nesta praca, vai para o llio de Janeiro, a
Iralar dos seus negocios, eleva cm sua ronipunbia
para asa sen ico, os sen* doaseacravos, JowplM mu
lata, c .Manocl Jos, lambein mualo.
AT1NCAO'
Precisa-se de um ou dous roziiiheiros que saibain
desempenbar bem seu lugar, e de boa couducla :
quem cslivcr ueslas circuinslancias, dirija-se a ra
larga do Hosario n. 9, que se dirn quem [irctende.
Mi H! 11,1 AS DE \ l.l i. II I..
Aluga-so mobilias com|4etas, ou qualquer Irasle
separado, a vonladc do alugador, c por preco com-
iiioilo : na ra Nova, armazem de trastes do Pinto,
em frente do ra de Santo Amaro.
Quem quizer Iraspassar as chaves de slgum
sobrado de um andar para familia, por um oulro
na mesma conformidade.aununcic.
Aluga-sc um prelo ou prela para vender fa-
zenda, aroinpanhndn de outra pessoa : quem liver,
dirija-se a ra do Hospicio n. 31.
O abaixo assignado deixou de ser caiieiro do
Sr. Manoel Ignacio de Oliveira Braga, desde o dia
(i de junbo correnle. '
Miguel Marques bogueira.
Prccisa-*c olugar urna ama para o smic,o de
uina casa de pouca familia : na ra das Larangci-
ru, n. 18.
Aluga-sc o silio c a casa dos arcos no lugar dos
Remedios, com eoiiimodos para grande familia,
Ierra para plantar, c anua todo anuo, ealgumasar-
xores de fructo, Imas haix.is para capim e arroz : a
Iralar na ru* do Collegio, n. 6.
I.. Lccontc Fcron & Companbia ,
precisBo alugar um sitio, que tcnba boa
casa, c (pie seja perto da praca ": a fal-
lar na casa dos anniinciuntes, na ra da
Cruz n. 20.
Prceisa-se de um sarerdolo para um engenho
no sul, assim como um fcilor que j Icnba pralica :
a Iralar na ra do Collegio n. 1(, lercciro andar, ou
V".aru n. 29.
S f S Ss
I HOMffiOPATIIIA. 1
A O Dr. Sabino Olegario Ludgcro Pinho mu- w
dou-se para o bairro de Saulo Antonio, ra
'.. das Cruzes u. II, casa onde morou o K\in. A
^ Sr. vigario geral Dr. Meira, onde pode ser
procurado a qualqucr hora pelas pessoas que m
$p (luizerem honrar com sua confianca. M
I ni i.ii .un i., 'ii" das manas do fallecido pa-
dre Flix, o qual lir no caminho do eugenlio Gi-
qui, na noilc para amanecer no din 2dejuulio
um ravallo castanho escuro casiiZ4' com 8-
nacs seguintes : icqucno, bastante gordo, con' ima
hela preta pelo tombo ; cabera e orelhas pequeas,
limito aniego a esporac a sipo, c com duas marcas
antigs nosjnelhos, pouco xisiveis com una baixa
no quarto esquerdo, denles quebrados, o he cce-
le ; andador baixo al meio, e passeiro, bem fcilo,
sellador curio, c bstanle passaruiheiro : pede-se ia
auloridades polica** que bajan) de laucar suas vis-
las, alim de >cr se eonseguc o abaixo assignado re-
reber o dilo cavallo, e a qualqucr particular que
delle der noticia ao mesmo abaixo assignado, na
ra Augusta, casa n. 33, ti qual bastante couheci-
inenlo tem do dilo cjvaho, o para mellior signal
quando galopea he muilo assoprador, ou no enge-
nho Camoiim Grande, freguezia de Agua Prela, on-
de mora o Sr. Pedro .Mili.mu da Silxcira l.cssa,
socio do dilo engenho, que se pajarito loda as des-
pegas com ucncrosidade, onde for cnlrcguc o dilo
ravallo. Joaquim Antonio Santiago Leua. '
Perdeu-se duas sedulas de vinte
mil reis, desde a ivonte du na da Aurora
tile o aterro da ItoaVista: quem asacbou,
querendo rcsliluir, tara* favor, porque a
pessoa que perdeu esse dinbeiro lie pobre
c tem de pagar cssa quaiitia : no atent)
da lloa Vista, loja n. 58.
Precisa-sede nina pessoa capaz, eqec dalla-
dor a Sua conducta, para vender fazendas na ra :
na ra da Hoda n. i).
Por prvido do Exm. nresideulc da provin-
cia, Dr. Francisco Anlouio Ribeiro, I.uiza A-
iles de Audradc Leal e suas manas II. Senhorinha
de Asseea Bilancourl Leal de Rezeudc c Thercza de
Jess Leal, lein aborto em sua rasa una aula para
educacilo dosexo feminiio, o Icm contratadomes-
Ires para aquellas arles.que nao se arham habilila-
dtf para ensinar. O cnsino consta de ler, eserc-
icr, contar, grammntiea nacional, arillitnclica, fran-
coz, inglez, musir o daen, doulrina elirisl.la, his-
toria sagrada c leiluras moraes, coser, bordar de
diversas qualidades, racunde labyrinlhar.e oulras
habilidades proprins do sexo: os pas de familia que
M dignaron! confiar-Ibes a educaao de suas presa-
das Mili.i- lirarosalisfeitos pela delicadeza e esme-
roconi que sorao Iraladas,- e lambein |eto augmento
(pie ellas Icriio em esludose Iwacdura^ao : rece-
lieiu-se pensionistas, meias pensionistas c externas,
iiiediaulc um preco razunvel, para o que poderao
ser procuradas na ra de Sania Rila (oulfora l;a-
giiudes n. 5, quem vem da ribeira o segundo ao-
hrado aup dn de varanda encarnada.
COMPRAS.
ANTIGA
BOTICA
HOME0PATHICA
SoTB IU A IUS CRUZES -SMMm
[Dirigida par um pltarmaeeiitico approcado$
E fundada por
I.0SSET IIIMONT.
Eslc csliiliclci'iiiici.ln jios^uc IihIosos ihc
(liciiinciiiosai agoraei|torinenlaqMi lauto
naEoropacomo noBnuiliO prppiratlns \*c-
lasmiirliinasda InYODCaO dollr. Mure.
Carlelrasdo \-2 luliosaic ico, por procos va-
rfavoili ronormo a qualiddo ilas raias, a
quaiiliatlc o*os rcmcios c suis <1>ii.im-
25:000 rs.
L'MA CARTEIRA rom ns 2i iirinripacs
remedios liomcnpalliiroso :l obras dillerenlcs,
indis|ieusaxcis para os principiantes que so
JM/ii ,n, convencer daverdade da nova iiic-
icina ; eonlendo alm de muilos eonsetbos
i clnicos, a palhogcitcsia de IKiiicdieamcn-
los.
Tubos avulsos ( cada um ).....1JO00
Tinlurosdc Indos os iiicdkaincnlos em fras-
cos de .i, onca............2JOO0
Na mesma boliea cncoiifrar-se-ha sempre
um urande sortimento de lixros em porlu-
guez c franrez, e emfim ludo quanlo be nc-
cessario para o esludo e pralica da horoopa-
Compram-se eseravos, e vondem-sc, recebem-
se de eommissao, lauto para a proxincin romo para
fura dclla; na ra dos Oii.ii le- n. 21, segundo nu-
Ur'mBrm%mm?m smamom
()om|r.im- galhos de parrern e ligueira:
quem h\cr annuiiric.
Comnra-sc prala brasileira ou hespanhola; ua
roa da Caima do Recito n. 2\, loja de cambio.
Coinpra-se un hilbar com seus |ierlences: a
fallar na praca da Imlciieudcncia, luja de livros.
Compra-sc cfTccIivomcnte Irastes usados, o
lambein se Irocam por uovos: ama Nova, arma-
zem de trastes do Pinto, defronte da ra de Santo
Amaro.
Compra-sc una escrava de mcia idade, islo
he, de O a II) anuos, sendo imr rounnodo |>reeo,
que nao lenha vicios c ncm achaques, e quccnlcnda
I* cn/inhar, c dos mais arranjos de una casa : na
lolica da ra do Queimado coufronlo ao becco da
Congregacto, se dir qDem a quer roniprar.
VENDAS
LOTEIUA 1)0 RIO DE JANEIRO..
Os ivossiiidores dos billictes abaixo de-
arados da loteria 35. do Monte Pi, cu-
ja lista acaba de ebegar jx'lo Mucurv ,
podeui vir receber.os coni|K'tenles pi-c-
mios.
Oilavns n. 5745......10:000,000
Quarlos eoitavosn. 2452. 1:000,000
Quarlosevigsimos n 5414. 1:000,ooo
n.nitos oulros premios de KIO,000 ,
200,000 e 100,000 rs.; acbu-se i nuda
i lolcria 17. do llieatro de Nictbei'oy ,
que licava a correr a 2H de maio ; a lista
vira" pelo vapor a 19 do coi-rente.
RAPE OE LISBOA A RETAI.IIO, A JO RS. A
OITAVA.
Na loja de miudezas da praca da Independencia
n. .'1, vcnde-sc rape de Lisboa, a 10 rs. a oilava, do
mais fresco que ha chegado ullimamcnte.
Vende-se um moleque, crioulo, bom padeiro,
do idade de 18 a 20 annos: na ra da Cadoia de
Santo Antonio n. I loja de empalhador.
Vende-se um lorreno na Soledadc, confronto
ao silio do Sr. Manoel Pereira Teixeira,com 31 pal-
mos de frente e 425 do fundo : a Iralar na ra do
Hospicio n. 5.
Na loja de 6 porlas cm frcnle da igreja do l.i-
vrameulo, vende-se chitas de cores com muilo bom
panno, a 110 rs. o covado, riscadinho francez do co-
res escuras, a If) o rovado, alpaca de cores, lisa e
de quailros, propria para vestidos fl> senlioras, a
2(0 o covado, lencos de candirala braneos, dilos
rom barra decores, a 160 cada um, ditos para me-
ninos, a HO rs. cada um, cortes de cassa chita com fi
varas e mciu, a IJ600, o chle> de Isa pretus para
nV'lOJA IIE SEIS PORTAS EM FRENTE HA
KiREJA 1KI LIVRAMENTO,
\euilr-so pocas de rhil.i de cores com muilo hom
panno, o 59000 rs. a peta, corte de cassa chito com
varas c mcia, a iniki o corle, e chifles do l.i.i prc-
los para lulo.
Jlo Jos de Carvalho Moraes avisa no publi-
co, que acabado rcrcher pela liare* leal, urna |wr-
eflo do niclhor rap do Lisboa, du qual so resent.i i
falla : os amantes deste genero podem recorrer lo-
ja de ferragens da ra de Cadcia, onde podern roni-
pra-hi, pelo preco laxado de 39200 por libra, a a
dinheiro vista.
Vende-se una preta, ci ioula, de 20 anuos do
idade, parida de ummez, com sen lilho nuilaliidio,
quo cozuiha, lava, engumma hem, ecuso chito : na
ra Nuxa ii. I".
Vcudc-se una escrava de nacau Congo, de ida-
de 30 .iiinu=; cm Pora do Porlos n. 115.

MUTILADO


PASTILHAS DE S0UL1.
VEGETAES CONTRA AS LOMBltHlAS
Approvada. |>cla juila central de hyslcuc pulili
1,1, c preparadas i"" J, M. Son'.i, pliarmareutico
ni,mi,i,i Ulular 1I.1 academia imperial de medicina
e 1I.1 suciedad* do iliarmarin do Hiu de Janeiro.
O milco dcpoiilo vcrdadeiro denlas paslilha. lie
eslabelecido pelo mesmo aulor na botica do Sr. Jos
da Kocha l'uranhos, ra Uircilu u. 88, cm Pcrnan
buco.
Ikwle muilo lempo 1 arle medica esla\a a pro-
cura de um medicamento <|ue time fariliiicnlc ad
mislrado as criaoras sujeitas tu inole.Ua. vennino
sas, molestias liTrivcis que rondtizein lodos os dias
ao lumulo um grande numero deltas.
O goslo crlieiro dos anlliclmiiilicos emprendo!
al hoja eram oulro. lanos obstculos i sua adini-
nislrin.o; por bao eremos le prestado um grande
iTMio i humanidade. c priuci|Uilmenlc aospais de
ramillas, amiuiiriaiido-llics um \eiinifugo, debaito
da forma do paslillias, ten) cheiro e ten) sabor, que
possue a arcao u mais enrgica como anlclminlico
vennicido culra as lombrigas intestinas. ( l/mi
brujit*. ogypafi ele., ele.)
\ i'oinposir.lo das parlillias lie puramente vege-
tal. (Juandn en) lKl li/emos a (al prepararan, cs-
liveiuos lao cerlo da sua acCJa vermicida, que nao
liesitainos um lisiante em e\pcrimenla-la em nos-
sos proprios lillios antes de a fazer conliccer: o elle i
tu fui es|ianliiso, c loco que os illuslrcs proressures
do Kio de Janeiro eda mair provincias do imperio
a coiilicceram, iiiio duvidaram emprega-la em ludas
as molestias verminosas.
0 edeilo deslas paslilhas lie tilo certo que nao piV-
pdc baver a menor du\iJa sobre a sua clliracia
como consta das epiniocs ile muitos illuslrcs mcdi<
tos que aqaixo Iranscrcvcmos. Com ludo, romo as
enancas csto sujeitas oulras molestias cojos svnip-
lomas sao qoasi os mesmos ilas molestias vermino-
sas, aconsclliamos, nos casos araxes, de consultar
um liumem da arle anlcs ilc adiniuistrar as lilhas; nao que ellas pusam piodutir alguin man
rtreito, porque na sua eiini|iesii;ao nada entra de
nocivo; mas purquepcnsaiuus mis que n'a(|ucllcs
casos graves uu deve adniiiiislrar-se remedio al-
aiiiu cniquanlo a molestia nao be pcrfeilamcnlc
diagnosticada.
A dse das pastillias lie a M'guinlc:
1 tu,1- a seis paslillias emjejiim, para as rriaueas
de dous a seis omos, augmentando a (biso gradual-
mente segundo a idade. De de/, a do/e paslitlias
para os adultos, c de nuinc avile para as pes-
W)M de Iriula anuos para cima.
Ilepeli-sc a mesniadose tres dias alios. e no quar-
lo dia pode-se dar mu purgante de oleo le ricino.
.V. //. lVidc-se BU0UOUlar a dso das |iaslillias
sem receio de produ/ir irritaran algimia as vas
digeslivas ; o so algumas vea, nao ba lombriga* ev-
liolsas, piHlc-sc estar cario que lodo o ipialipict
Miuploina de molestia verminosa lem desapparc-
cido. i Seguem-se os allcslados de illllarODtea nic-
dicos. 1
Na ra Nova 11. 18, loja dc.M. A. Caj, be
semprc um arando sorlimenlo de obras feilas, ile
todas as quulidadcs, lano superior tomo mais ordi-
narias ; cnmisis brancas, lina-, l'rance/as, e do co-
res; cbapos Trauce/es, lino-, ililos de alias larga*,
brancas, cor de cliundio, pelos o edr do vinho, "
mais linos que ba no increado, ditos de seda ; um
sorlimenlo de pannos linos, e merinos de todas..;f,
cores, brilla brancos e de cores, de pon; finito, o
le oulros inuilos padroes ; tennis;,',, fd, para algi-
beira, ditos para grvala, sin,s,;,uiaJ. nionlaria de senboras, dilof',iar;, liomem, palitos,
talcas e jaquelas para qUen01 ,|e lo a 13 anuos
um giaiut -^.iinciiiii de paluda ile todas as cores c
qualidade*. I a/.-se vestidos para senboras inonla-
rcm I vallo, de meriiiii deipialquer cor, de 103
a 50(000 re. Ha um lorlimenlo de charutos linos
clicgados da llaliia, c oulros mala baratos pa aca-
bar; cintiiu. o fregu/ que entrar neala lojaMlilni
promplo de um faelo completo, traxendo sempre o
guvernador do inundoo leiibor diubeiro.
AOTIGCIVADE E Stl'EKlOHlli.YUE
HA
SALSAPAHR1LHA DE BRISTOL
\ SALSA PAIILHA HE SAM1S.
Attencao'
A SALSA I'AUUII.IIAIIE BRISTOL data dea-
de 18:1:2. e lem coiislaiileincnlc inaulido a sua re-
pularo sem neeessidade de recorrer a pomposos
amiuucios, de que as preparaeoe-, de nierilo |nnlem
di-pensai-se. O -uece-so do l)r. HUS 11 H. lem
!mocado luflnitai oveja, e, entre onlrat, aa dos
irs. A. II. H. Sanos, de Kew-York, preparadora.
e proprielarios da salsa parrillia coubecida pelo tio-
me de Sands.
Bates .enhorca solicilaram a agencia de Salsa par-
rillia de llrislol, ecomo nao o podeaNOI oblcr, fa,-
briearaiu nina iuiiltiriin de llrislul.
Kis-aqui a caria que os Srs. A. II. D. Sands 05-
ereveram ao Dr, llrislol no dia -JO de abril de I8i,
- c ipic se aclia em nos.su pintor:
Sr. Dr. C. C. Britot.
Bfalo, c&r.
Nn-u apreciavel scnlmr.
Em lodo o auno passado Ionios vendido aiiaitli-
tlatte* ronslderavei* do cilraelo ib' Slsaparrillu de
Vmc, e pelo que ouvinios dizer de suas rirladc*
aqiiclles que a lem usado, julgamos que a venda da
iiH.t medicina se augmentar tmtitstiiHO. Se Vmc.
qui/er fa/er um ro/ivcHt't coninuseo. eremos que
nos reeuHaria muia vantagem, lano a mis como a
Vino. Temos muilo pia/erque Vino, nos responda
sobre osle assumplu, e se Vino, vicr a esta ciliado
ilaqui a um me/, 011 cousa soinelliaule, leriamns
milito pra/er 0111 o verein nossa botica, ra de F11I-
I011, n. 711.
I'icam iis ordensde VlDCieus seguros servidores
AarignadosJ A. H. I). SANDS.
f.O.NCLUSAO'.
I.c A ,in11 -nula,le da salsa parrillia do llrislol be
claramente provada, pois que ella dala desde I* I-,
e que a ift Sands s appareceu em I8I, poca na
qual esle droguista nao pode oblcr a agencia do Dr,
llrislol.
J. CA siiporioridade da salsa pan illia de llrislol
be incoiilesla\el: puis que nao obstante a concur-
rencia da de Sands, ede una purcao deoulraspre-
paraeoes. olla lem inanlidoasua repulacaocn qua
si luda a America.
As numerosas experiencias feilas cum o uso da
salsa parrilba em Indas as enfermidades originadas
pela impiire/a doaangne, cu bom xito oblido nos-
la corte pelo nim. Sr. Dr. Siuaud, presidente da
academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
Dr. Aulouio Jos l'eixoln em sua clnica, o em sua
afamada casa de saude na (iamboa, pelo lllm. Sr
Dr. Saturnino de Olixeira, medico do cxeicilo, c
por varios oulros mdicos, |iorinillcm boje de pro-
clamar altamente as virtudes efllcaxM da salsa par-
rilba de llrislol, xende-sc a ,'nWKI o xidro.
\lo acbar-se le noxo aborto a Indica do Sr. Jo-
so alaria Goncalve Hamos, na ulica ra dos Quar
teis, miiilou-sc uulra ve/, para all o deposito da sal-
sa parrilba de llrislol.
Deposito de tecidos da fabrica
de todos os Santos, na Babia.
Vende em casa de Domingos Alvos
Malheus, na ra da Cruz 1)0 Becifc n. 52,
primeiro andar, algodao transadodaquclla
fabrica, muilo proprio para saceos c roti-
pa de cscravos, assim como lio proprio para
redes de pescar o pivios para rejas, por
[ireeo muilo connodo.
" unieo IHlurUado por dechao do cviiselho real
r drrirlo imperial.
Os mdicos dos bospilaes recommendam o arrobe
l.airceleux, como sendo o nico aulorisado lelo go-
vernoc pela Hcal Soeiedade de Medicina. slc me
dicaiuento d'um goslo agradaxel, c fcil a lomar
0111 seerel.....sui em uso na mariiilia real desde mais
de tul anuos ; cura radicalmente cm pouco lempo
cum pouca despeza, sem mercurio, as aflecr,6es da
pelle, impingeos, aseonsequencias das sarnas, ul-
ceras, e os accidentes dos parto, da idade critica e
da acrimonia hereditaria dos humores; convenaos
rlbanos, da bexiga, as coulraccocs, e i fraqueza
dos ui ^.ios. precedida (Ut abuso das ingecces ou do
sondas, (ionio Hiili-sxplulilico, o arrobe cura em
pouco lempo osfluxos recentes 011 rebeldes, que vol
xein incestante) sem rousequencia do emprecn da co-
paiba, da cubeba, ou das injoteie que represan
lam u xirns sem neulralisa-lo. O arrobe l.allcolcux
lio especialmente reconunendadn contra as doencas
inveteradas ou tebeldes ao mercurio e ao iodurclo
de |Hilasio. Veude-M cm l.isbda, na botica de llar
ral. o de Antonio Feliciano Alvos di' A/.evedo, pra-
ca do II. Podro 11. H8, onde acaba de rbegar urna
grande |Hirco de carrafas grandes e pequenas. lili
das ilireeiainenle de l'aris, derasa do Sr. Boxxoau
l.allecleux R, ru Hichev l'aris. Os formularios
dam-se gratis em casa do Bgcnle Silva, na praca de
D. Pedro n. 82. No Porto, em rasa de Joaipiim
Arauju; na Haba, lima <\ Irinos; cm l'eruaiii-
buro, Souin; Hiu de Janeiro, Hucha i\ l'ilbos, el
Moieia, loja ilo drogas; Villa-Nova, J0S0 l'eroira
de Hgales l.eile; Hio-Cirande, Francisco de Pau-
la toulo (t.
INSTRUMENTOS DE MSICA.
lin 1 mu l'iiii,;;iT \ ('......|i,iiiIii,i, na lita
da Ct'ii/., n. 10, i'cehcliidi sorliuiento tic iislriiinoiitus de msica ,
como sejnm, llantina do minino em mi Ik;-
mole la', com i chave* ; pistles conisua
competente caia ; flauta d^lmxo; vio-
lies de (lillci-iiilcs qualtdades, e eomma-
cliiiiismo ; assim como 2 violto ii(|iiis-
simos, todos guarnecidos de miidrepcro-
lu ; tnmbein reeommeiidam o sen gran-
de sortimento de todos os mais instru-
mentos, tanto pora oiclieslra, coinapa-
ra msica militar, por menos preco do
queemoutia piule; sendo para liquidar
contas.
DAURORA
C. STARR & C.
tcs|)c(osaim>iilo iiiimimiaiii que no seu oxlonso es-
l.i.H'.caiiirnlo em StnCo Amaro, coDoota flirirar
com \ niijor 1 fi i"i i i > 1r i>i (iMi|'ii-i.oi.iti.i;i aqualdade
do riinrliiiiismn |>,n.i o uso va agricultura,, navega-
{lo 0 inamifatiiirn, e <|iii' para mainr rtiiiiinmln tic
M'iis iiumcii.ss rri'iic/.cs c do piililico em eral, lem
iberio en. un ins grandea armazens doSr. Ucqui-
la na na rio Itrum, alia/ rio aisunal de inaiiulia,
um
DEPOSITO Dfi MACHINAS
coittlruidan no dilowu eilabelcciiiteiiloa
,\lli aHiai.Hi o- compradores mu completo wrli-
niculo de moendw docauftai com i liinciitos iL'miis riel lo llOVOd c o iyiuat-s deqUCI
runTcuriu tlr uiuilos anuos lem moslivulo a neeot*
-hI.iiIc. Mat'liiuas tic ^;ipor ric liai\a o alia pi*ontffo,
lai\as ric lorio lamairiio, lano Imliil.in como fundan,
(utos ric ni o c tliltts para comltizr formas tlcassn-
car, macUllM para moer mandioca, prensas para io, fornofl ile ferro balido para farinha. arados de
ferro da mal approvada coiulruccaoi fundos para
alambiques, crivos e norial para fornallias, c uma
inflnidado rio obrai de ferro, que seria cnfidoiihn
enumerar. No mesino de|>oalo exilie uma peesoa
iilellfRoiilo o habillada parareceber lodasascn-
rommendas, ele, ele., que os .y^Toianie- SntaTl
docnmacapacidadedc suas olfeimu e macliinismo,
pericia ric seusofllciaai, BCfompromellem a (azer
eaecular, com a maior prcslg^ perfci^o, eeucla
coulormitlarie rom os.....djfo;,u dcseiiln', cinslnir-
!!' tpic 1 fie forem f'iiiKr'das-
FUNDieA' DAURORA.
.m\ lundic.io d*Aurora acha-se conslanlemente um
iinplelo soilimcnlo le machinas ric vapor, lano
Calla como tic baia pren3o de moilelfoa os mais
ippro\itios. Tamben*, se promplam ric enconunen-
la ric qualqucr forma que se jxissam desejar com a
maior preslc/a. Habis omciacs ser.io maildados
pina as ir asscnlar, e os faliricaules como lem ric
coaluine allancam o pcrfeilo Irabaluo deltas, oso res-
poiisitlMsim ior qualqner defeilo que possa ncllas
apparcrcr (luanle a pri.....ira sala. Mnilas iii.hi-
nas tic vapor construidas neali oslabelocimcnto lem
estado em constante servlco ncsia provincia i<>, i-'.
u ale K>anuos, e apenas tcm exiuido mu insignili-
canlea i rpnros, e algumas al noufiuns absolulaiiieii-
le, accrescendo que o coniumnio do eonbtisllvel lie
uuii incomidcravel. Ossciiburesdeengenlio, pois,
coulras quacstpici pc-sois que pie isurcm de ma-
cliiuisino so rc-peiiosaiiicnic convidados a visitar o
eslabelccimenlo cm Sanio Amaro.
COLCHAS ltl.AV:AS COM SLPICOS
a 19600 eada nina
na ra do Crespo, loja da esquina que volta para
a Cadete.
No Korlc tli> Mallo, defronle lo armaxem rio
Sr. .1 miquilo Francisco de Alein, ainria coiilinua a
\einler-sc cera ric carnauba, leiiros, loalliaa de la-
LmiiIIioc oiiis ('licito-*, por pen cnimuodo.
TOALIIAS ECONOMIC\S
para mes.-t ;I i-^kk
na ra rio Crespo, luja da esquina que M>lla para
1 Cadcia.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da
Sen/ala nova n. 42.
NVsle csialiclccimiiiii) continua n ha-
ver um completo sortiinento iltis e iiiciiis uioeiida parin-ii^i-nlio, 111a-
chinaidc vapor, c Ituxai de ferio batido
e cotulo, ile lodos os ttiintiulios, para
[lito.
1(1 A NOVA N. (i LOJA DE i'F.K-
RAGENS.
Ncslo pslaliclcciuiciii" venilo-sc forragons ilu ic-
das as qaalhlados, asaini hddo, cobra para forro, Br-
rucllai lo cobra de imlos os lanianhos, latios do io-
dos os lamanlioso da aoiwrlor qualidade, cobre lia-
ra roda, dito para rodela, cobra. paraaiiRcalio de
todas as cualidades, ealaaln cid barra, dito cm ver-
ga, rliiiiulio mi iciirol, dito 0111 barra, dito de muni-
co, ferro de todas as qualidades para ferreiro, ferro
da Scela, tornos para ferrotro, lollia de flandre em
caiusea relallio, enudasdeafD, dita porluguoias,
; oulrosiiiuilmclijcclos i|iicse xcuderao por monos
preco do que cm oulra qualqucr parle,
ChRhtos de Havana.
()s inclliorea rpie leem viudo a esle
mercado, vendein-so continuadanieiite,
cm casa de Id 111111 l'i'acj;cr t Compun-
luti, na lita da Cruz. 11. lu.
MOB1L1AS DE FERRO,
como si'jam, cadeiras dedill'erentei mol-
dea, mesas esofa'g, ludo co mais niiidci-
do iislo, viudo de Paria: vende-sena na
ntiOii/., 11. 1(1.

DAVID Wll.MAM IIOWMAN, Cliuenlielro 111a-
cliinisla o fundidor de ferro, mui respailosamenle
niiiiuncia nos senliores proprielarios de eiiucnlios,
fa/cmleiros, e aores|ieilaxcl publico, quaoaeu eala-
liclei iincnlo de ferro movido por machina de xapor,
na 111a do llriim pajeando o chalan, coulim'ia pm
elfeclixocxcrcicin. c-cacliariiuiplcl.iinenlc montado
com apparellios da prlmolra qutdtdade para a per-
fcila confercao das maiores |iecas de macliinismo.
Ilaliililaihi para eiiiprchcncler quaesipier obras da
sua arte, David Wiiiiini Bowinan, desoja maispar-
licularnienle chamal a allenra puldica para as sc-
suintos, |wr ter dallas grande sorlimenlo ja' promp-
lo, em deposito Da niosma fundicao, as qii.u- cons-
truidas em sua fabrica nodera competlv com as fabri-
cadas em p.ii/. estrangro, tanto era preco co.....om
qualidade de materias primas c mao de obra, ti
saber:
Machinas de vapor da mellior roiislrucao.
Moeodas de canna para eogenhos de iodos os l-
mannos, movidas a vapor por auna, ooanimaea.
Iludas de auna, moinlios de x culo c sorras.
Manejos indepcndcnlcs para caxallos.
Iludas (tontadas.
Agitadas, bromes o cbamacciras.
c.,i\ iiiiocs c prannos do iodos os tamanhos.
Tafias, paros, crixoso bocas de bu na I ha.
Miniilins do mandioca, movidos a ma ou |iorani-
maos, o prensas para a dila..
Chapas de fogaft e fornos do farinlia.
Canos de ferro, lornoiras de ferro e de brontc.
Kombas para calimba o de repuso, movidas a
mao, por animaos ou xcnlo.
(iiiindasles, guinchos o macacos.
I'reiisashidrulicas ede iiarafuso
Fcrragens'para naxio, cu ios o obras publican.
Columnas, \arandas, erados o pnrtOcs.
I'rcnsasde copiar rnrlasesellar.
Cunas, cairos de niaoearadosde ferro, ote, etc.
Alm la snperioi idade das suas obras, ja' goril-
liieiilorpcoiibecida, David Willi.iln lloMinan saranle
ainaiseiarla conforniidadr cornos moldes u deso-
nliii-icniciiiilii- pelos sfiiiiiirrs que se dignarem de
ra/or-lhooncoiiiiiicudas, apicixcilanilii aocca-ia,. pa-
ra auraderer aos sen- numerosos auiiuos o fregnete.
a preferencia com quo loni sido por cites honrado,
e aosura-lhos cpie nao poupara osrorcnsediligen-
i ias para continuar a merecer a sua coiiliaiu.a.
Ve.
ViMiite-so um cscraxo crionlo, que reprsenla
ler 30'tantos anuos, bonita lisura c de relenle
condur, pola qual se tornou digno do ser rocom-
1.....idado pin -cu senhor, que o remollen para esta
piara, a 11,1,1 ser veudido p.ua (ora da inesiiiu: na
1 na do Crespo, esquina que volla para a Cadeia.
Na luja n. III) da ra do ueiinado, vende-sc a
-HK) rs. o rovado do chitas francesas para coherta,
do lindas eslanipas, com qualro palmos do largura.
BRACOS DE BALANCA UE HOMAO'
ACOMPANHIA.
Vende-te bracos de balanca de Romao
& Companhia proprios para lialcao de
vender n' rttalho, <^ mais barato do que
em outi-a cpialcpier parte : a tratar na
111a do Vicario 11. 10, sejjundo andar.
Vcndc-sc vinho da.Madeirn do suprior qua-
lidade emquarlosc oilax'osdepipa, por nreco roni-
modo: noarmazomdo N. O.lliebcr I Companhia
na ra da Cruz 11. 4.
No neceo do (ioncalvcs. armazem do Deanc
Vouie & Companhia veode-so melai barricas com
superior fariuba do trigo.
Voudem-sc lonas, brinzad, hrins e meia. lo-
nas Companhia, na ra Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ierro de I). W.
Bowmann, na ra do Bru, passan-
do o cliafari/. continua liaver um
completo sortimento de taixas de ierro
rundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as (jitaes acbain-sc a venda, por
preco commodo e com proniplidao':
embaicani-'se 011 carivagam-secm carro
kctn despe/.a ao comprador.
AOS SENIIORES DE ENGENDO.
O arcano da inveitcao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias injjlc/.as c bollandc/iis, com gran-
de vantagem para o mellioramcnto do
assncar, aclm-se a vi'iida, cid hilas de 10
libras, junto com o mclliodo de empre-
ga-lo no idioma portugue/., em casa de
N. O. Iliebci' c\ Compaidlia, na ra da
Cruz, 11. i.
AriF.M.:.\0-sJKIHS.A PECA.
.Mavlnpohlo com um poquono (oque d'axai ia, leu-
do vlnlo varas, largo, bom a ttyliu rs. a ne ;irina/em de fazeudas Inglesa, de (iouxeia iJ Coito.
.^MJMtFtmr. w. ).'.'W.tss'A.
Cuiilia iV AniMiim, recoheram pelo ulUtO navio
de Lisboa barrls coni i de superior cal em pedra
para ol'aliiieo dcasaicar, c \cndcin por menos que
cm oulra qualqucr parle; c para feHiaiueuto de eon-
las um rstanle ric polassa americana: na ra ria
Cadetada llccife n. ."o.
Vcmlc-sc cera ric carnauba,prmeira sorle : na
rua ria (ladeia rio Hceifc u. til, primeiro andar.
:; \ eude-se por. ihihhhi rs., uma lypoffraphia com
masdeTO tic l}poa muilo beaa lorlfdos. e um
bom pit-ld de ferro e p/ui: a quem coovier dirija-sc
a rua das Cruies n. JH, segundo andar.
Vende-SO lencos, e luallias de lalmiiillin .
chcL-atios agora do Aracah per procos mui commo-
los : na rua da Cadeia do Kecifc n. i '. primeiro
indar.
Agencia de Edwin Maw.
Na ruado Apollon. (i, armaxem de Me Calnmu
iS; (amipaulria, acluhSO ronslanlemeiilc bous >< I i-
meulos tic laxas rie lisrro enario c balido, lano ra-
sa como lunrias, mueiirias ineliras Indas tic ferro pa-
ra animaos, aoa, ele, lilas para armar em mariei-
ra de htdos os lamanliosc moilclososmaisinoricrnos,
machina horisonlal para vapor rom Torca de
(cavalloSi COCOS, passulciras rie ferro eSlaDuado
para casa de purgar, por menos preco que os de co-
bre, oscovons para navios, ferro inulez lano cm
barras como em arcse follias, eludo por barato
preco.
VENDAS.
VELAS DE STEARINA, fraucoias, rie G cm li-
braItraneas e de cores.
CEMENTO de UamburgO em barricas rie H ar-
rollas, clieuario no\ menle.
A.lO DK UILAO sorlldo.
OLEO DE UNAACA cm latas de r, galdes.
KOIIM DA INDIA ria primeira sorlc, e mullo
alvo*
PAPEL DE PESOiuglexbraneo c azulado, e
pelmas de ac lainbcm lllgletas.
ZINCO E"M IIUJIA, puquio para o forro de na-
vios ou para a cubera de (ocios, e por uma quaria
parle rio proco rie robre ; o inesnio em follias fura-
ilo, proprio para cubrir gaiolas para guardar comi-
das.
L'm cmplelo sortimento de VIDROS ordina-
rios como COPOS, CAI.IX, I.AHKAIAS, etc.,
que se vender muilo cm conla para fechar a fac-
tura.
CABOS, LONAS E BIUNS DA KL'SSIA, c urna
purcao de I.INIIA AIXATIvOADA.
lina factura pequea de YINIIO DE CIIAM-
1'AtiNE mullo superior, c elieaada ajora: na do
liapitbc n. :(. /. IST/MY & C.
Vcude-sc urna taberna muilo afremie/ida pa-
ra a lena; declara-sc que se vcurie a diiibcirn por
BOU dono retirar-se para fnr.i: qncm qui/.cr fa/cr
negocio, appareca no Hecifo, rua da Sen/ala Velba
II. 101, (pie alii se riira aonrie be.
Vcnrie-sc iinia e-nava inora e limito sariia,
acosluinaria a servico rie rasa : na Iravcssa ria Ma-
dre de Dos, anna/ein n. i e 6 lainbeiu su troco
por um ueflTO.
Vende-se unta taberna bem ofregueada, na
esquina da rua dos A<;oin;uiiilios, frei;uczia de S
Jos : a halar na rua ric Santa Tbcreza n. (>.
MOENDAS SL'PEKIORES.
Na fumliro de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, aclin-se liara vender
un nulas de i-ni i mis todas de trro, de um
nimlrllo econslruerno milito superioii'.s.
Vendem-se vcrdadeiro vmlio de
champagne de excellente cnialidade, e
muito em conta, para li(|iiidarao' : em
casa de Bruna, Prac/jer i-V C, na rua
da Cruz, n. 10.
LOTERA desta provincia.
O oniitelista Antonio Jos Rodrigues de
Sou/.a Jnior avisa ao rcspeitavel puhco
que, as rodal da lotera fe S. Pedro Mr-
tir de Oliiida aiidum no dia lOdocor-
reiUc mez, fiquem ou uo bilhetes por
vender, e que seus liillietes e cauteial a-
Cnam-ee eXpOttOl a venda, na prara da
11 ii l<-| un lii K-m, loja n. 40; ruadoQueH*
mado, loja n. 57 A, e no aterro da lloa
Vista, loja u. 48, aos eommodos procos
abaixo, cujos [iremios sao pagos mme-
diatamente logo que se ohtenham as
listas.
Ililhele inteiro
Meio hilhetc.
(Juarlos .
Decimos .
Vigsimos. .
Vende-se una rasa na
favo
tve
1-2,500
0.500
5,200
1,400
700
ixnarao do Miinleiru,
na qul mora O Sr. .Manuel Ahcs Guerra, a tratar
un paleo do Torro n. t.
Vcnde-sc dous cscraxos, riimilus, inoras, boallas llgura. na na da Cnlcla do Recite, luja
do r.i/oudas ii. .',!, de Jnaiiuini da Cuilba Uaga-
Ihcs.
Vinlios superiores de Sucellas
liranro e ileColare. [Unto] om barr, do t|uinin:
xeudein-se om rasa de J. keller i.x, C,
Vcndo-so una parda Com una cria do I an-
uos, cliegada do aartlo, a <|,i ,i lem prluelpio do on-
gommado, laxa, roso o rn/iulia, e lem um defeilo
om iimolliii: na rua do Trapiche Novo n. f, un da
(lili/, arina/i'iu n. til.
CHAPEOS DE SOL, A I.S2S0,
na rua do Crespo loja da cacalina que volta para a
Cadcia.
-Vende-se uma catroea, com lioi :
na rua da Gloriaj R.- 58.
PREGOS K FOLHAS DE COBRE. ,
Na rua ria Caricia rio Kecifc n. l. escriplorio 'fe
Jote l'ercirada Ouiba, vende-se por mdico preco
EregOS c ftillias de cobre rom aluum uso, e que pelo
om oslado em (pie se acbam, tornam-sc recOftt-
mciidavcis a ipiem l\cr piceisao ric forrar quali|tier
navio.
Yenrio-se a loja de cuinos ria rua rio lavra-
menlo n. :t", asscuurando a couservacao no eriilicio
por consenlinieiilu rio propvielai o ; esta loja lie das
oais afreijiic/aJas, qm: lem ric existencia mais ric
um auno: a I ni lar na inesuia.
ylEMDEIXAl.A' DHCOMPUAU PQR
39300,
Corles ric cassas franctvas ric padres ninilcrnis-
simos, leudo variedade do cores para cscolbcr, c
laiido-se U (laurino para modelo, pelo barato preco
rie :U>'i00 0 corle: venrio-sc a qualidade c preco (Ies-
la fa/cuda nao se rieiva rie comprar : na rua Nova,
loja nova n. Ili.
Vcnde-se relogios dt ouro o pnila,
ntCIltti ligios; na na da Sii/.alla-\(>-
va u. \>.
Vende-8e os diccionarios gi'andcs de
Vieirn* em inglez : no pateo do Coli-
;ii, Inja ilf JofiO da Cosa Donrado.
Vende-SO V.) cscravos, sendo J iiudecolcs de
bonitas lisuras c coznliciros, -2 mulatas de idade de
19 anuos, que coso clifla eengomma liso, 6cscravas
de lorio servicO) e > cscravos rie servic^ de campo :
na rua Dircila n. X
ATTK.NCVO*
' Veuric-sc um carro novo ric qualro rodas j
exo patente, muilo bem construido e mo-
derno, rie qualro Osenlos, forrados de seria c
1 env idiarado, muito moderno c leve, com os .
seus competentes arre i os, mullo delicado
ferrabais brancas, c obra rio mellior segelro !
de l'aris. Clociic/, um cabriole) ric rias ro*
das.palcntc, novo, c com copa de por c litara
\ oulade muito mauciro,)'com seus com plen-
le- aireiosdc metal blanco, e do mcsino fa-
bricaulo de carros de qualro rodas,uma pare- i
iba de cavallos de carro, mullo arando, novo
c manso: na in.i Nova, coebeiraric Ariolphe.
.';.. :;., / -:; -...: .; V.-
\ciiiU--sc esleirs da Clima, UO
ultimo gOStO para 'oiiarsalas, ]M)l" S
S pi'iro caimnodo; cm casa de Jo- eS
Ilusin Patei'&G., na rua do Viga- w
un,..-,. m
ixmmwm wwefmmmw
Vende-se urna negra, <|iie eulende de lorio u
servico rie uma casado familia: na rua Nova u. 1*.
Vende-SO meias prelas de peso iillimaineulc
eheaadasde Lisboa, prprias para ecclesiaslicos. o
mellior possivel: na lujan. 3 ria.rua do Crespo ao
lado rio arco de Sanio Antonio.
Na na do Arauao n. 7 vcndc-sc por preco
commodo osseguiotes Iraslesem bom uso: cadei-
ras, consol os, -..i,i-, c mesas de meio rie sala, rie
Jacaranda, c uniros muitos trastes, que sera o pr-
senles avista ilo comprador.
Vende-se urna caiTora, fcila cm
Inglaterra, com os competentes arreos
l>ara dona cavallos, a (pial pode facil-
[iial ni.
ibas de
mente condu/.ir cem arrimas de assuca.
lie inleirainciitc nova e vcnile-sc pelo
motivo tic uo estar ainda acubada a es-
fraila por onde de\ia transitar : quema
pretender, ilirija-sc a Lili/. Comes Fcr-
reira, no Mondcgo.
Vende-SO urna linda mulatiiilia rie 17 anuos,
que sabe coser e fa/er labvriullm, c he recirihiila,
uma dila de .! anuos que cm:omina ptimamente,
um mulato de 90 anuos, bom pauem c com principio
de sapalciro, luas nemotas ric M anuos que servem
para lorioscrviju (pie se ijueira applicar, e oulros
cscravos : na rua das l.aianyciras ,n. If, eguudo
andar.
TAICIIAS DE FERRO.
Na riuidieiio' d'Aurora em Santo
Amaro, e tamlietu no DEPOSITO na
rua do Itrum loj'o na entrada, e ilel'ron-
te do Arsenal de Maiinlin lia' sempre
un raiid^sorlMiienl'i de taiclias tanto
de i'.ilirle.i nacional como ettrangeira,
batida,, rundidas, grandes, pequanai,
razas, e fundal'; e em ambos os logare*
existem ([iiiiidastes, papa carrcj;nr ca-
noiis, ou carros livros de despe/.a. Os
preos sao' os mais eommodos.
|j,i casa de J. Keller & C. na rua
da Cru/. n. 55, ba para vender, e por
preco Commodo, roncos proprios para
Cobrir carros, rbegado* ltimamente.
Remedio especial para boubas e cravos
taceos, continua a vender-so na botica da rua do
Rangel 11.64, que foi do finado Sobosliio Jos de
Olivoira Macedo.
\ cnile-se nina muralla de casa, larreas, sitas
n,i rua das i'riiiclii'iriis n. 22: quem pretender di-
rija-sc rua de Apnllu, armazem de ansucai' da nu-
va I'un.i da (huilia.
Veiulc-se cha, a 19760,8$2<0 e 29560, farl-
uliadu Keiiiu milito superiur.lapiui'a, uumma ilu en-
.:.....in.ii, saliDn hrancu, lata, cum sanliiiliils, c.ii\cs
de doce, (picijos novo., nianlelga Inglesa e Irancexa
alelria, lalliarim, vinlius de l.ishua, e oulros niuilus
mais Kencrus da Ihuii e do mellior, M presea se la-
no u vista ilus lYcguezcs : no paleo da CamA n. l:i,
taberna iln esquina do berro da Doraba.
LOTERA DE S. PEDRO MARTYR.
Na praea da Independencia h. l el6,
loja decalcado do Arantes; n. e il ,
loja de calcado de Porto iV Companhia, c
na rua da Cadeia do Itccife n. 45, loja de
miudezas de Jos Fortunato dos Sanios
Porto, \ende-se bilbetes, meios eeatile-
las da lotera de S. Pedro Martyr, ojiic
ba de correr podin Itl dejunho do coi"
rente anuo. Osquatl'O premios glandes
sao |lagos sem o descont de 8 por ccnlo
do imposto geral.
Bilhetes 15,000 12:000,000
Milus 0,500 0:000,000
Quai'tos 3,500 0:000,1100
Quintos 2,700 2:400,000
Decimos 1,500 1:200,000
Vigsimos 700 000,000
Yendc-sc a lalicrna que fui de Jos Morcia
Campos, cum puncos fundo*, proprla |iara princi
|ii,iule, sila na rua do Muiiiieuu, junio no Ueccuila
tarreiras u. 3: a tratar cum Joau Marlins de
Barro*.
i caligrafa,
|FLIIRESI)E((IJ1JI.I |
% |,ii.....ni-,iinrnir oxceulada*. c pur muilo *-
^j cumniuiln preco: na ruada Trompe u. II. (
Q*\*\t\ *(\ *V SV *-\ *> *'i*'i'fc'V'V<*'
PARA FECHAR CONTAS.
Vende-se cera em velas em cai\as sor-
tidas, mercurio doce milito superior c
eiu pequeas caixinbas, a/.eile ue peixe
em volumes pequeos, barricas com II-
nbaea eingro, ebarulosda Rabia, jaca-
rauda'em COSSUeiraS, e de superior liil.uli-, fugo da (.Iiiii.i etsMigui'as, etc.,
etc., tudo se vende por o mais balso pre-
co : na rita do Vigario n. 19, segundo
andar.
Vende-te colchas brancas de sal-
pieos muito encorpadas, prprias para o
tempo de fro, a i ,000 r*. cada uma: na
rua do Crespo, loja n. (i.
Vendem-se relogios de ouro, pa-
tente inglra, os melbores que tem viudo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Itns-
sel Mcltors & Companhia, na rua da
Cudeia. do Recife, n. r>(i.
Vendem-se vaquetas delustre, para
cobertu de carros : na rua da Senzala
Nova n. 42.
Vende-se um carro de qua tro ro-
das, de um cavallo, com arreios corres-
pondentes, e assentos para quatro pes-
suas ; uma canoa aberta pie pega em
mil tijolos : os pretendentes podem ver
0 carro no sobrado da rua de S. Francis-
co n. 08 A; e para tratar na travessa da
ladre de Dos n. 5, primeiro andar, a-
onde sedira'olugarcmque esta' acanoa.
Vende-se hvros de nortes, muito in-
trressantes paraos noites de Santo Anto-
nio, S. Joo, e S. Pedro, a 240 rs. ; as-
sim como nortes avulsas em blhas, a 40
rs. : no pateo do Collegio n. loja de
Joao dn Costa Dourado.
POTASSA SUPERIOR
Vendem-se por pi-ei;o muito com-
modo, no armazem n. 7 de caes da
alfaiidega, de Jos' Joaquim Pereira de
Mello, ou no escriptorio de Novaes &
Companhia na rua do Trapiche n. 54.
Vcnde-se um ptimo cabriolet ,
q'unsi novo, de muito boa constritceao e
com coherta ; assim como um excellente
cavallo para o inesmo, muito forte ebo-
nito : para ver na rua da Guia, coebeira
:lo Sr. Wollicbard, e para tratar na rua
da Cruz, n. 10.
LOTERA DE S. PEDKO.MAIITYH.
Aos 12:000$ e 6:000$ den.
Na loja de miudezas da praca da Inde-
pendencia n. 4, vende-te liillietes intei-
i-os, meios, (piarlos, quintos, decimos e
vigsimos, que corro no dia 10 dejunho.
Bilhetes inteiros......12x000
Meios........... 8*000
(.litarlos.......... ,"$500
Quintos..........2.S700
Decimos.......... IJB00
Vigsimos...... $700
Vendse as seguintes semen tes de
lioilalieas, das mais novas (pie ba no mer-
cado, a saber : rbanos rabanetes
blancos eencarnados, nalxis rosos ebran-
os, alface allemaa, dita repolhuda, cou-
V6S saboia, tronsuda, lombarda, salea ,
cebla de Setubal, coentro de tosseira ,
jegorellia, cenouras, pimpinella, repolho,
xieoria, etomates grandes : vendoseem
00rc30 maior e mais Ijarato para acabar,
na rua da Cruz do Ueeife, n. 62, venda
de Marlins & Irmao.
Veadcnvmoni casa de Mr. Calmea! & Com-
panliia, na praca du Girpu Sanln n. II, uscifuinte:
viulio de Marscilleeiii caixas de :t a ti du/.i.is, liulias
em novcllus ecarretel., lino era barrica, muito
srandes, acu de niil.ni aorlido, ferru i unir/.
Vende-se lio de algodao da Ba-
bia, por preco commodo: no es-
criplorio de Novaes Companlna,
na ruado Trapiche n. 34.
Vendem-se usierdadeiriissclliiisinile/cs, |ia-
lente, de nula e sem ella: na ruadaScnza la No-
va 11.42.
A 500 US. A VAHA.
Ilrini Irancade branca de puro liuho, muilo cn-
rorpado: na loja da esquina da rua do Crespo, que
volta para a Cadcia.
COBERTORES DE TAPETE
Escampan cscravos, a900, laOOOc IsHOra.
na loja da esquina da la do Crespo que vulla tara
1 Cadeia.
COBERTORES DE TAPETE.
Na rua do Crespo u. 6, vcmlc-se superiores celier-
lerea de algodlo escuro, proprio* para cscravos. a
'M>, 13000 rs. clditOrada um, lirini trancado blan-
co de liulin puro, a 500 rs. a vara, corles de ditu es-
curo, a ISifOe 24000 rs., curies lo chita com baba-
da* c barra,a iffOtlO ., tendo 13 eovado. cada um,
chita-escuras dclinlas seguras, a ll), IN0, e 2110 rs.
o eovado, sclim prclo inarn, a :i000 e:h?200, pan-
no prclo lino, a 3 e 15000 rs. o eovado, dilo azul
muito Ano, a 4S000 rs. o eovado. peras de rainbraia
de salpicos com 7 varas, a i e 19300, o mullas mais
faienda. por menos precu do que em oulra parle
na rua do Crcs|io, loja 0. 6.
DOCE DE BACOKV.
ChegOU rcn'iili'iiicntc du Marauliao urna pequea
|iiu r.in desle delicado doce, o mellior que lia, lauto
pclii sua excellente qualidade, como por conservar-
se pur milito lempo cm pcrfeilo estado: venilc-sc-
cni cata de l'oiilc o. Irmao, ua rua da Cadeia Velha
Vl.MIO 1)0 PORTO M1ITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
liareis de l., 5. e 8. : no armazem da rua
do Aceita de Peixe n. IV, ou a tratar no
escriptorio de Xovaes & Companhia, lii
rua (I*, Trapichen. 34.
CAPACHOSCOM ABER.URA
para mesa ilc meio le salo: vooda-tfl na rua da Ca
dolido Kecifo n. S, jiriniciro andar.
CALCADO BARATO.
No rua Nova n. H, loja de Jost Joaquim
Moi'eira,
ha um rirosorlimenlo desapalcs de lie/erro, ron
ro de liulre, UOntegJlflM elMliCM c de lioloes. ludo
|.ara huiiiem, pelo mais banlo prcfO que al ai)ui
lem liavido : (|uem dMO se qollr ccrlilicar, dirja-
se a dila loja ; atlvcrlindo, porin, que ai se veiue-
rto adinheiro, c que nilo se Tar alale algimi alm
dos preeoe aqu mencionados.
Sapaloes de Imite franceses.....\#WO
Dilos iboUnidoi da Raesli......ffiSS
hilos de he/.erro (rnmei. ._ 30600
BonegulM com boloe*......."simk
Ditos elMliCM..........T^i
Depoiito da fabrica dr Todoi o Santo* na Baha.
Vende-se, en fui de N. O. Bleber &C.i di roa
da Cruz n. -1, akotlao Iranrad d'aquella fahrica
muilo proprio para sarros de assunire roupa de cs-
rravos, por proco commodo.
Vende-se um carnudo de i rodas com asseu-
ionios, sendo -' para iiieninos.coin lauca e varacs |>a
ra 1 e 8 cavallo>, em muilo Imtu oslado por (er sido
fabricado a auno c meio, |>or preco coiuinodo: os
preleiuleiiles dirim-M 10 alerro da Hoa-\ isla n.G,
Segundo indar, das Gas 10 horas da manlia.
Vende-se chapos de palhinha para sen hora,
muilo modernos, e de diMcrenles qualidades, mui-
lo proprios para a prsenle eslar/io, c por procos
muilo mdicos : ua rua da Catjcia do Hccie, n
J, primeiro andar.
Gcho.
Vende-sc osso ca barricas, chocado ullimamnc-
le;om casa J. Keller & Coinpaiibia, na rua da
Cruz D. 55.
Moinhos de vento
com bombas de rcpuxo para rrsar borlase hai\as
do npun, na ruudica de l'. W Unwinan: na rua
do llrumns. Ke O.
A 5,000 r. peqaMoi, a 6,500 rs. i-raadas.
Vendem-se rhapcos de sol de seda iimleza de
sii|K'rior qualidade, polos procos cima : na rua
do CoIIcbJo ii. 4.
Vende-sc pedras redondas para moinlios, > in-
das prximamente da Iba de S. Miguel: na rua da
Cadeia do Hecifo n. 18.
Vendc-se saccas com farello muilo novo, a
29000 rs. : na rua do Trapiche n. 8.
Vendc-se prcsunlos inglezcs muilo novos para
fiambre, lalnseom bolarhinbasdesoda in^lcza.quci-
|ti- do pralo, conservas muilo novas, sonieules de to-
das as qualidades do bortalicc, cheijadas nllimamen-
le: na rua da Cruz n. 4(>, defronle do Sr. Dr.
Cosme.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C. em
Santo Amaro acbu-se para vender ara-
dos de ferro de superior ipialiiladc.
Oleo especifico para curar a caspa e con-
servar o cabello, continua a vender se na botica
da ruado Rungel n. 61, a 040rs.cadavdro.
NA RUA NOVA, I.OJA 1)E MADAMA l'OIRSON
N. 10,
vende-ae luvas de sclim brancas, rir deranna, c ile
outra. cores, para homcm e Mnliora, a IsdOtlrs.o
pj, |>ciilesdclarlaru|iadecluipa, (lun tgOOllri.
rada un), dosmelliores soalo. Doasivcis, chapeos de
velludo e blnnd para seiilwra, dos mus modernos
que ha, a lii-onn n. caila um, ditos de pallia li-,,,
o enreitados, mansuilos frauceze. de cambrala, n
I9OOO r.. o par, chapeos franoezes para hoinem.e 011-
Iras inuitas Taiendas quo se venden) por karalissimo
preco.
Vende-so barricas com enxada* do Porto, pa-
litos em '.mu ou mesmo cm porcAcs de _' 1 macos
para cima, e maros de meias do liuho, ludo por pc-
eo commodo: ua rua do Eucaulainenlo n. II, ar-
mazom de molhados.
Vndenlo um relogio patente, wmlo de prata,
com uma correte de ouro: na rua do Sol 11. 17.
Vcnde-se no paleo do Carino, venda 11, I,
queijos frescaes a 19^H0 rs.
Vndenle um bom escravo do nariio para o ser-
vico de casa, sem vicios non achaques: na rua Hel-
ia n. 40.
A BOA PITADA DE LISBOA.
Vende-se rap de Lislma muito superior \indoile
encommenda: na rua da Cadcia do necife, loja do
Joao da Cunha Magalhiles, n. 51,
Vcnde-ie um par do Dvelas guarnecidas do
diamantes para sapalosde padre, e una aboloadu-
ra para collele decarolindas encastoadas cm ouro:
na rua do Livramcnlo n. 10, sobrado.
ARROZ GRAUDO DE VAPOR,
de qualidade* regulares, cliegado recen-
temente do Maranho, pelo origue-cscii-
na Laura: vende-se a 3,000 e 3,300 rs.,
por arroba, e |wr menos conforme a
i|i,.iul idade de saccas UO a, ina/.ein (f
Aunes, defronte da escadinha.
RUA DO CRESPO n. 9.
Vcnde-se chila lina, a 120 r. o eovado, cassa fiau-
ceia mi pe mi- cm qualidade, e lindos padrAes, a Jl,
M) c 2I0 rs. o eovado, cortes do camuraia Irancea
decores escuras,a 9000 rs., ditos debrim de linlio
imitando ensenara, a 29000 r., aloalbado do algo-
dio de .1 a 6 palmo, de largura, a 400, 00 c (ilu)
r*. a vara, riscadu monstro com 5 a 6 palmos dclar-
mir.i, 4k270rs. o eovado, c oulras muilas laxeodas
|H,r diminuto pree.o.
A) CORTES DE CHITAS BARATAS. (JA
Jj7 Continua-se a vender corles de chila frau- <*v
:) ceta larga, corea ii\.,,, pelo haraln preco >
^a de 29"00 rs. cada um : na loja do sobrado ,jk
"V) amarello da rua do Queimado, 11. 29. ^ Vende-se cliale* muito grandes e t?*
euros, pelohnratissimo preco de um irfl
reis, cada um: no aterro da Roa Vista }
loja 11. 18.
AO PRLICO.
Os aliaixoassignados vendem na sua lo-
ja da rua do Collegio e Passeio 11. 15 ,
um rico sortimento de sedas, lisas, furta-
cres e lavradas, por liaivos piceos.
Rostro,) Rooker & Companhia, negocian-
tes n;le/.es
MANTELETES E CAPOTIMIOS.
! malelctcs c capotinlios prelos c de
cores, bordados a agulha, de goslo limito
para senhora : na loja do sobrado
da rua do Queimado, u. 21).
e-sc I marquc/.a, I melado meio de sala
-2 bancas, cadeiras de palliinha, c de wio, -2 peres de
lenlcrnas, 1 pianno, um espclbo, t-niesa de juntar,
1 caitilho euvidracado pin vender fazeudas, I vio-
lAo com caixa, 1 g&lhcteiro Uno, I bengala de uui-
corne, com caslfo de ouro, 1 ({amella para biiulio, I
cama de armac,ao, 1 bandeja, 1 capa de borracha,
2 retobos do ouro, 2 coiroutes, I pares de brinco*,
2 tios de carotinas, I Irancciim, conlao, anclos, I
dedal, i alfiuclc, (helas para ci>s c suspensorios, c
oulras liras de pralae ouro : na ruadol.ivrameulo
sobrado n. 10.
Vende-se duascarrocas, uma de qualro rodas,
muilo lio,i, grande o forte ; serve para lx>i ou para
cavallo, c muilo propria para carrcaar assurar; ou-
lra de duas rodas cm bom uso, serve tainbcm para
boi ecavallo: na coebeira, rua Nova, confronte ao
paco da cmara municipal.
PAO GIUOULO.
Na padaria da rua da Senzala-Nova, n. W,
acba-sc a venda diariamente o bello pao crionlo, la-
aricado por cvlindro, moda da corle do Rio de
Janeiro, o qual alm da superioridade ao pao com-
iiiiuii, tcm a vanlaacm de ser iscnlo derecebero
mais pequeo Kolpe de suor do amassador, visto
que he ainassado por machina : na mesnut pdirl
acharao sempre as pessoas de bom noslo o soguinte:
Uiscoitos de .ii.ii ula o d'ovos a libra. # 480
I'alias da rainha..........mt
Bulacliiuhas dcararula pura.......i"
Ditas americanas..........*2flll
Biseoitiuhos de erva-doco.......i" '
........HNI
........JIM
........81
........WNI
........mi
Ditos de Lima.
Ditos de laranja
Ditos de familia.
Dilos imperiaes
Dilos amantes.
ESCRAVOS FGIDOS.
Dcsapparcccu do engenho Cnmar da fregoe-
zia do Santo Amtrodc Jaboalilo, no dia i. docor-
renle, o escravo, pardo, de nomo Nicolao, com o-
siiiiiaes seguintes :estatura regular, representa Icr
O ao nos, cabera graiidc, alguma cousa acaboclado,
cabellos almelados, beicosgrossos, peruas quasi ar-
(ucadiis; foi vestido com camisa de madapolao, cal-
ca de riscado de algodao o chapeo le palha de car-
nauba : roga-se a pialquor |>cssoa queo apprelicn-
tlcr, que levc-oao Jilo cugoiiho, ou no K ce i fe a rua
Dircila, sobrado de dous andares n. 137, que ser
recompensado gcnerosamenle.
Desapparcceu a 19 de ma i o prximo passado,,
o negro Andr, crionlo, do idudc 20 anuos, pouco
mais ou menos, allura regular, peruas linas c pos
cambados de bichos, bom prclo; levou camisa e cc-
raulas de algodao la Ierra, c chapeo de palha ; ro-
ga-se as autoridades policiaes a apprelieiisAo do
mesmo, ou aos capilac* de campo; e ile o levaren)
a scu senhor Joao de Dos Mello,na I'edra Tapada,
comarcado l.imoeiro, ou no Hccife, ruadoO,|L>'~
mado, loja de Kopos \ Pinhciro u. 38.
MOI.EQUE FGIDO.
Hontcm, 2 do junlio, sabio da casa de scu seulioi,
na l'assagein da Magdalena, um molcque, cabra.de
ni nin' l.ui/, com camisa branca do algodao, calca dej
ganga azul com corrcia na cintura, o chapeo de pa-
lha: suppnc-sc quo anda radiando por ser muilo
manca : quem o pegar, pode leva-Io ao dito limar
no viveiro da l'assagcm, om uo Kecifc, rua doTra-
piclien. 10, segundo andar, que se gratificara.
Fugio, viudo ja preso do Kecife na uoilc de
21 de in.iii. om Ierras do cngoulio Kragozo, o negro
de nomo Antonio Haitiano, reprsenla IcrjOanno^,
cbelos ja brancos, lem uma ferida em urna perita, e
uns tal los ao comprido no poilo do ambos os lados
como marca da Ierra delle, c lem a mesma nos
bracos; licchciodocorpo.no pcitobastantecaliel
ludo. Este escravo anda fugdo desde iiovembro
passado, c disse na occasiAo de ler sido preso que
cstcvcoccullo cm Ierras do cngoulio Inhaman o
(i'alii vcio nara Oliuda onde audava ultiiiiamciilc,
Uk provavol que abi se v occultar de novo por Icr
alii conhecimciilo, bom como no Kecifc por Icr si-
do escravo da Sr." Viuva Pereira da Cunha, c c>-
la Sr. Icr um silio em Oliuda a quem o aba i no as-
signado o comprou : roga-so por tanteas aulorida-
les policiaes c capites de campo a apprebciisao de
lilo escravg, podendoscr eonduzido ao sen senhor
l.uiz Antonio da Silva.no engcnbo Caiap,ao senhor
Jos da Silva I.oio, que recompensar com gencro-
sidade.
Desapparcceu na madrugada do dia li do cor-
rente do silio do Canhenguc, em Hcbcribe, um es-
cravo pardo de nomo Bernardo, natural do serlio
do Ico, pcrlcnccnlc a Vicente rerreira da Costa,
que o comprou aossenhores (laminha (\ FIIkw, os
quaes o houveramoo Sr. Jos Pastor Ferreira lama.
cujo escravo ten os signaos seguidlos : cor clara,
acaboclado, cabello corredio, barba cerrada, |>cs do
papagaio, tem um defeilo no colovcllo esquerdo
que quando lobra o braco, sahe o osso, que foi dos-
locado, be de allura regular o grossura pro|M>rcio-
nal.hc bmn encarado e alegre, o reprsenla ler 50a
3.anuos do idade: levou um facao, e umsurrao
com roupa de pagetii, jaquela, calca 6 collolc azul,
roupa branca e lo riscado para servico, urna rede
e um chapeo de pello sem galau : pede-se asauton-
lailcs policiaes. ou a quem delle souber, o onequm
de o apprcbender emauda-lo onlrogar aseu senhor
nodilo silio de llelicrinc, ou no Kecife, no arma/em
da i-e.idinha, que alem de se pagarem Imlasasile
peas le sua appreliensflo, sagrallear genero>a-
le a quem o apiosenlai.
F.l-TyF. dsM. F. dt rri. -uw.
MUTILADO


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