Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03188


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Full Text
DIARIO I) E W PEMAMBICO.
PREQO DA DB3CBJP1JAO .
Snbscrev**e a 153000 por Mino, e 48000 por
quarltl pago adiantado, e yiOO por quartcl pago
vencido, na casa do sen proprielario, M. FigaeirSa
de /Virio, na praja da Independencia, ns. 6 e 8, e do
Rio de J. casa do Sr. Joa6 Pereira Martina.
< < F. Duprad.
. a c Joaquim Bernardo Mondonga.
t a JlH Hodlimic". dtjCosbt.
o Joaquim Ignacio Pereira.
f i' 'i Aiih......ilc l.i'inci. llrnL',i.
c (i o GuilhermeAuguftlo de Miranda
a Joaquim Marques Rodrigues.
a Justino Jos Ramos.
Marei
r.ii.iliiNa
Natal
Aracaly
Ceara'
MirSu
Pai
M
liad
CAMBIO* DI DI JDNBO.
Sobre Londres 28 X
t Pars, 340
Lisboa, 95 por ccnlo.
METUU.
tlliril. ()ii,j,|.|m'-|i;iiiIiiiI.i-.........MIMO
Moedas de 69100 velbas......169000
v de 69400 novu.......10JO0O
de 49000......... 99000
Prala. Patacoes brasileiros......... 19940
Pesos columnarios........19940
rociieanoa.........19X00
Aretes do Banco......... 10$
Descont deLclIras.......9a M .
noticias estuaioeiba.
Portugal .
Ilespanba
Franja. .
Blgica. .
Italia. .
Alemanlia
Prussia. .
Dinamarca
Russia.. .
Turqua .
14 de Malo
9 de
8 de *
6 de
5 de
3 de *
3 de
1 de
27 de
25 de
Abr.
Austria. .
Suissa .
Inglaterra
Suceia.. .
E. Unidos .
Mxico .
California ,
Chili .
Buenos-A.
Montevideo
3 de .Man.
5 de
8 de
29 de Abr-
20 de .
12 de
26 de Mar-
15 de
3 de Malo
5 de
noticias so raimo.
S. P. do Sul
Minas.. .
S. Paulo
Pira'... 2'de Malo S. P. do Sul 2doMaio
Mirandas 6 de Minas. ... 5 Be
Cera'... 6 de S.Paulo.. 6 de I
Pa aliiba 20 de Hde Janeiro 15 de *
Alunas 15 de b Babia.... 19 de
partidas SOS conniios.
t ti ma, lodos ns ilias.
Victoria, as quintas feras.
Caruari, Bonito e liaranlmns, nos das 1 e 15.
Vita Bella, Boa-Vista, Km. c Oricurj, a 13 c 28.
fitianna c Paradiba, segundas e sextas.
Nltal, quintas reirs.
das da semana.
6 Segunda. S. Norbcr-
Robcrlo;
ln b.
7 Terca. S.
S, (.carillo.
8 Quarta. S. Miuimi-
mo ab.
9 Quinta. S. Pelagia v.
v. ; S. Primo.
10 Sexta. S. Margarida
l,mili.i.
11 Sabbado. S. Berna-
li ap.
12 Doiniugo. S. Onorio.
IPUXMXHIDIS.
Maio 29 O'iarlo mimroauln as 3 horas 18 mi-
nulos e 33seguudos da tarde.
Junbo 6 La nova as 6 hora, 18 minutos e 34
segundos da tarde.
nutos c.'13 segundos da lardo.
t 21 Lu chcia as 3 doras, 30 minutos o 34
segundos da larde.
PBEAMAH 1 HOJI
Primeira a 3 horas e 42 minutos da (arde.
Segunda M 4 horas e 6 minutos da manba.
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio.
segundase quintas.
Relar.ao'
Ierras e sabbados.
Fazenda
tortas escxlasas lOhoras.
Juizo de Orpham
segundase 5. asIO horas.
Primeira vara do civel
tercas c 6. M mcio-dia.
Segunda rara do cicel.
quarlascsab. ao meio-d.
PARTE OFFICIAL.
9-5
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ES-
THANGEIROS.
0RDBN8 EXPEDIDAS PELO OOVF.RNO DES.
M. BRITNICA PARA ULE NA REPRESSVO
Di IR.UTCO RESPEITEM OS SEUS CHI
/KIKOS OS MAgKS TERRITORIAES DO
IMPERIO.
Sota da legacdo de S. M. fritanica ao governo
imperial.
Rinde Janeiro. Legaeiro de S. M. Hritanira, II
de te
rindo
infurii
orden
lio de 183*
hor.Recebi nslruccoes eslado dos iienocios eslrangeiras de S. M. pata
iv a V. E\e. que u governo de S. M. e&pcdo
determinando rjuc o proeedimcnlo dos cru-
zeiro britnicos, cm viriude dos acto* do parla men-
t de asuste de 1H:W e agosto de IK1, continu ago-
ra Mmenle em alio mar, e nao dentro dos limilcs Icr-
ritoriacs do imperio do Brasil.
Cumpre-nic declarar mais a V. K*c. que o govor-
m> do S. M. foi induzido a suspender as ordens que
liaviaa sido dadas cm 18JO,auIorisandoos cruzeiros
de S. Al. para fazerem capturas dentro das aguas do
Brasil, visla de iufonnacoes que julguei do meu
ilcvcr darao Roverno deS. M. acerca dos esbirros do
governo do imperio para oblcr a reprsalo do tra-
fico de escravos, c de Tacto que a imporlarao de Afri-
canos no Brasil lem grandemente diminuido duran-
Ico ultimo anuo ; mas devo ao mesmo lem|K> acrce-
eeular que a cvccuco des l as ordens lica sinmciisa
Mmenle cmquanto o trafico de escravos no Brasil
fiir clTeclivamcule reprimido, c que ser necessaru
po-ladc novo em vigor,scos Indicantes podercm re-
novar as escandalosas violac,ocs do tratado de IKi'i.
c da le do Brasil que ohrignramo governo de S. M.
a expedir aa ordens de que se (rala.
Em conclusao, lenlio prazer cm exprimirn go-
verno imperial a verdadeira salisfaco, que senle o
governo de S. M. por oslar informado da grande di-
miituic.odo trauco de escravos, c dos sinceros oelli-
razes esforeos que o governo imperial lem empre-
gado para a sua repressao, c que o Roverno de S. M
os considera como um |>culior da firme resolue.lt
em que est Jo cumprir para o Tufiiru o tratado de
1KA.
\|ii')Mui.i-inr desla occutfo para renovara V.
Esc. a sTCuranca da miuha mais alia cou>ideraefln e
eilinuia
A S. E\c. o Sr. Paulino Jos Soares de Sou/a.
lrnry Southern.
NOTA DOuOVERNO IMPERIAL AO DE S. M.
BRITNICA.
Rin de Janeiro.Ministerio dos negocios cslrau-
geiros, em l de junhodo \HTy2.
O ahai&o asbignado, do consellin re Sua Mmala*
de o Imperador, ministro e secretario de cslaihi dos
DegOl ior,eslrangeiros, reccheu a nota que cm dala de
Imiitem I lie dirigi o Sr. Hcur> Soulliern, euxiado
cxlraordinario e minislro pIeni|K>(cnciaro de S. M.
HtiUinica, ronimuuicando-llie, cm viriude de Ina-
inn-rtif- que lem do principal secretario do estado
dos negocios eslranueiros le Sua Dila Magesladc.
'ni- forain expedidas ordens aos cruzadores lirilani-
rns para nao fuzerem capturas dentro dus mares ler-
liloriaes do inijicrio.
(I abaixo assiunado agradece ao Sr. Soulliern sua
communicacao, e miga de asscgugtr-llie que o acto
de jusllca que acalia de prallcar n governo de S. M.
Brlanka Rio iwdcria aenio cofllrlbuir para fortifi-
car a resol ti cao, que lomou o gox ernoimperiaI,de em-
pregar lodosos meios aoscu alcance para conseguir
a complcla exlinc^o do trafico, se essa resnluclo nto
fusse, como he, l;lo (irmee irrc\ogavcl, e norowllai
sede scrforlalecida.
O governo imperial persevera c perseverar eom
Mgor nessa trela, c va com o maior prazer que o
covenio de S. M. Brilanica lite tai justica, e que he
cneqada a poca de coltecaremae as relacOei entro
os dona paizes naquellc peda harmona eboa Intel-
licencia que seria para desejar nunca fussem o mais
levemenl abaladas.
O abaixo assignado pre\aleec-sc desla oppnrlu-
nidade para reiterar ao Sr. Ilenn Soulliern as c\-
pressoes de sua perfeila eslima e disliucta conside-
tarmi.
Ao Sr. Hcnry Soulliern, X*, &.
Paulino Jofr Soarende Souza.
> gorer-
CORRESPONDENCIA SOBRE AS DIVIDAS
SISCITADAS ENTRE OS COMHISSABIOS
DE LIMITES HHASII.EIKO E ORIENTAL
NO RECONHECIMENTO DA LINDA DO
CHUY.
Salada tegarln imperial cm Montevideo ao
nn oriental.
tagarlo do Brasil cm Monlcvido, -1\ de feverci
ro de 1853.
O abaixo assignado, niinislro resllenle deS. U. o
Imperador do Brasil, e em miuao esfiecial, junio
'la Repuhlica Oricnlal do l'ruuuav, levou ao conlic-
ciiiienlo do uoverno iui|>erial o tdijecln c acconlo da
conferencia verbal que livera no dia "i do mez pro-
mopMsado comS. Exc.n Sr. D. I'lorenlino Cns-
Icllanos, miuslro e secretario de estado las relacocs
cvlcriores, a quem lem a honra tle diriuir-sc.
Oguvernode S. M. o Imperador enlendc o arl.
1." do tratado de tde maio do anuo prximo pas-
Mdo jielo mesmo modo que o abaixo assignado o ha-
^ia entendido, c expressou na filada conferencia a
S. Exr. o Sr. minblro das relacocs exteriores. Cabe,
pU, ao abaixo assignado o uralo dever do commu-
nicar a S. Exc. o Sr. ministro,que o uoxerno impe-
rial esl de inleiro e pcrfeiloaccordo com o poverno
da repblica, cm que a clausula finalconforme o
vti voxtidett*, expressa e claramente eslabcleoi-
da na mencionada esl i plalo, lie que deve reaular
afilar a demarraco da linba divisoria do Chu\
enlrc os pontos ( Cliuv c Pon tal de S. Miguel) nclla
designados.
DaoverM imperial concorda muilo cxplicila e
positivamente eom o governo da repblica em que
I' l" ti.ii.idn de l."> de maio (ncram por lim ambas
;* pules contratantes reduzir a Ironlelra do Cliuj,
anjpulada no tratado de V2 de oulubm, aos termos
do ulipo^idetit, e que esle pcnsamenlo he expres-
M)ccMdenU> uaspalavrasdo arl. I." do referido Ira-
lado, alienta a sua clausula final.
O governo imperial recoiiboce essa cessoquc fez
nodirciluque llic eslava garantido pelo Iralado de
12 de mihihro ; nao prelende, nem deseja rcslrin-
gi-la ; mas famlicm mo |>odcria idmillir que ella
fosse ampliada, malte menos por modo que rasulfaf-
sc urna divisa cm grande parle imaginaria e de im-
pmnvel scRoranca c |Kilicia, isio he, sem aaucllas
comlicAespssenrifles quemui prudente e amiifavcl-
nicnie contullaram m dous aovemos no ajuste e re-
gularan ..le seus limilcs.
O governo imperial recebeu com summo agrado,
win que assim o es|erassc da prudencia, boa'T c
amizade do governo oricnlal, a declaracilo de que
csU ome>mogo\erno oricnlal resolvido a accelerar
quanto esleja da sua prteos trahalhos da demarca-
cao, i- Je qm> ncsle inluilo convrn eom oabaixo as-
sisnado que os dous commissarios poileriain proae-
Ruir na verificarlo, c as*igna|amenlo das linbas cuja
demarraco n.lo depende da do Chuy. Ncsle mes-
mo sentidu se expeoioordem e iiisIruc^Oes ao com-
mrssarii) brasileiro, a quem o abaixo assignado sem
pona de lempo eommunicou o resollado da sua
rourerenria de25 do mez prximo paasado com S.
Bzc. osr. D. Florentino Castellanos.
rixatla assim a iiilclllRcnria lilleral e verdadeira
o artigo primeiro do Iralado 15 do maio, eani-
kmadosromn esto ambos o* governos das mais jus-
s e ammaveis disposicOes, he fcil c obvia a solu-
v>daduMda qlic lira pendente relativaiucnle ao
rnuhorjincnio do verdadeira Ponlal *o curso da imii.i que detener trabada enlre eate
lnio e o Clin) conforme o uli poisidtti*.
lira este arcoido esl.io almixo .'iswgmido^ifll-
r'eniemenle aulorisailo pelo seu governo. O ro-
[iio imperial, nto nbslaiilc a provhlencia j adop-
J para que iiao lique pala doiiiareac>lo do urna
Pjne nspenu a demarcacaa do Inda a fronleira,
joiw argente, e insta |>elo dito accord........vTSo
.m^10 te rrescusado indicar sabedoriadt
Pojerno oriental.
oSr. minislrodas rela^oes exteriores que se sirva
por no eonliecimcnlo do Roverno da repblica n pr-
senle ola, c respeoder-lhe com a maior brevidade
nossivel, para |>oderem proscRiiir, como muilo con-
vem, e insta o governo de Sua Magesladc o Impera-
dor no ajuste da duvida apresenlada |>elos dous
commissarios.
rendo deslc modo cumpridoas ordens que ar.iba
de receber do sen governo, o abaixo assignado apro-
veila a occasiAo para renovar a S. Exc. o Sr. I).
Florentino Castellanos a seguranca de sua mais dis-
tincla eonsideracao c alio apreco.
Illm. c Exm.Sr. D. Florentino Castellanos, mi-
UrirO e secretario de oslado das relacoes exlcriorcs
da Republie Oricnlal do l.'nmuav.a
Jos? Mariada Slra Varanho*.
NOTA DO MINISTRO DAS RELACO'ES EXTE-
RIORES DA-REI'IHLICA ORIENTAL DO
I Til tiAY A LEtlAtAO IMPERIAL EM
M(NTE\TDO.
Montevideo I!) de Mareo de 1853.
0 iballO assinado, minislro das ralac^ei exlcrio-
rcs, rccel>eu a communicarao de S. E\c. o Sr
iiislro residenlc de S. M. o Imperador do Brasil o
em missfl especial, datada de 21 dn mez anterior,
relativa ;i conferencia verbal do da tle Janeiro ul-
limo, soba duvida orcorridana demarraco da linha
divisoria, que doc partir desde o arroio Chuy ao
PonlaldeS. Miguel.
S. Exc. o Sr. presdeme, inleirado da referida no-
la, e altamente salisfciln de que o Roverno de S. M.
Imperial (eolia concordado com mas ideas acerca do
verdadeiro [ionio de parlida qnc M deve adoptar
para desvanecer cnuiplelainenle aquella du\ida,e
chocar a um ajusle ilctinilivo cmassiunplode lano
miereaBB para ambo* os paizes. encarrcRou o abaixo
aalgnado ile manifestar a S. Exe. o Sr. ministro re-
idente c em missio especial, que, sendo os limi-
tes nalurac* quedisignou n Iralado do 15 de maio,
B 0 utt putsidet/s, basissullicienlcs para delenniriar
i linha, espera com coulianca que aquellc ajusto se
possn oblcr facilmcnle por mcio de um ac-
cordo.
Nessa conformidade o abaTxo assignado foi lani-
hem aulorsadii para abrir as neress,tras conferen-
cias rom S. Exc. o Sr. ministro resllenle para o
que estar prompto sempre que S. Exc. o julgue
opportuno.
O abaixo asignado senle urna intima satisfacao
deler esla novaoccaso de poder Icstemunbar a S.
Exc. o Sr. minislro residente os sinceros desejos, de
que o governo da repblica aa acba animado para
chocar una resolucao franca e leal sobre esle as-
sumplo, c que sirva para retribuir ao de Sua Ma-
gesladc Imperial os scnlimcnlos de benevolencia
5uo moslra a ola, a que lem a honra de respou-
er.
O abafso assisnado com este nativo reitera a S.
Exc. oSr. Dr. Paraulinsas segurancas de scu parli-
Cular apreco e eonsideracao.
Illm. e Evm. Sr. Dr. Jos Mara da Silva Para-
nlios. minislro residente do imperio do Brasil c cm
missao especial junto do governo da Repulir O-
riental. Florentino Castellano*.
OFFICIO DA LEi;.U.:A0 DO BRASIL KM MON-
TEVIDEO AO GOVERNO IMPERIAL.
N. 7. Lcgacao do imperio do Brasil na Repu-
hlica Oriental do Uruguay. Montevideo, lili de
ibrl de 1859.
Illm. e Exm. Sr. Caltc-mc a salisfacao de rom-
mullicar a V. Exc. que no da du crrenle cele
brei como ministro das rea roes exteriores de*d
Estado o ajuste deliuilivo das duvida* que se susi'i-
laramsohrca linha de limilcs,estipulada no tratado
ilc I de inaiu.
O protocolo que junto Icnho a honra de passar s
mil os de V. Exc. in-liue cirrumstanciadaiiienlc de
teda a nei:ociacao. A nota Junta por copia mostrar
V. Exc, que S. E\r. o Sr. presidente da repuhli-
ca approvou o dilo accordo, e que portante para
que se lome um arlo perfeitos carece da alia ap-
provagflo de S. M. o Imperador.
Para cumprir incus deveres eom o coverno da re-,
publica, c para minba Irauquillidadc. rogo a V
Exc. que sedRucnAn perder primeira oreasen de
declarar-mc se S. M. o Imperador liouve (Mir bem
appmvar o meu proccdimenlo na nmelusao dissu
ini|>ortanle BHUmpto. Nutro a lisoimeira pcrsnasao
de qile observe! rsca as ordens c inslrucccs que
recebide V. Exe.
Se errei ,foi pordecilo do minba inlclligeiicia ;
se aeertei, mo o devo seiiilo a coiifuiica c ao auxilio
de V. Exc.
Dos sardc a V. Exc. muilos anuos.
Illm. G Exm. Sr. conscllieiro Paulino Jos Stares
de Sou/a, minislro e secretarlo de oslado dos nottn-
'i'^ c-lrangeiros.
Jos Mara da Sitca Ptrauho.
R0T0f'.0l.o IK) ACCORDO CELEBRADO EM
MONTEVIDEO POR PARTE DO IMPERIO
DO BRASIL K DA REPBLICA ORIENTAL
DO I IIKil AV PARA A KXBCl'CAO DO i riaCahrer
ART. I-DO TRATADO DE 15 DE MAIO DE
\Kr>, PELO (JIAL FOI MODIFICADO O DE
LIMITES DE \ DE 01 TI BRO DE |85t.
Aos IK das dn me/ de abril de 1*M se reuniram
na sala do despacho do ministerio das relacocs ex-
teriores da Repblica Oriental do Uruguay o mi-
nistro residente em missao especial do S. M." o Im-
perador do Brasil, Dr. Jos Mara da Silva Pra-
nnos. 0 o respectivo minislro secretario de estado,
Dr. D. Florenliuo Castellanos, para celebrar um
ajuste deliuilivo sobre as duvida* suscitadas enlre
os dous commissarns de limites hraslelrnc oricnlal
no rceonhecimenloda linba do Chuv, estipulada no
Iralado de 15 de maio de 1852.
Aberla a conferencia, o ministro brasileiro expo/.
que, acbaiido-se ja concordada c aasenlada a ver-
dadeira e lilleral ulelliuencia do arl. I- do referi-
do Iralado de l.'idc maio de 1853, em viriude da
ola da legacjh) imperild datada de i\ de fevereiro
iirnximo passado, soh n. -V, c da respusta dada pe-
lo minislrodas relacocs exteriores da repblica em
ola de I! de marco segunde, lirn a solOfAo pra-
lica c deliniliva das duvidas siihmellidas ao* doii'
governos pelos coimnissario* demarcadores redu/i-
da a lermiw mu claros c smplires.
O'ie pelas citadas nulas, rcsullado da conferencia
verbal de "> de Janeiro ultimo, foi positiva c so-
Iciuncinciitc recoiilieiido por ambas as parles ron-
(raclanlcsquo a lixacao da linba divisoria estipula-
da nolraladode 15 de maio, deve ser regulada pelas
de S. Miguel e pela clausula evpressa do UiipOMi-
deti*. Que, |>orlaulo, o ajuste deliuilivo dasiluvi-
l.i- suscitadas enlre os dous commissarios, de que
lepeinlia :\ demarcarlo dessa parle da fronleira, nao
11 nii.i imr objeclo senao u rcconliecimenlo do verda-
deira Ponlal de S. Miguel, a que se refere o Irala-
do, e da [iosse c ocruparAo dos dous governos enlre
aquelle ponto c o arrovo do Chuv.
Entrando na dtscussaodo assu'mplo j indicado,
disse que nao se poda entender por Puntal de S.
Miguel, na nlcrprclacAo do Iralado de L> de maio,
a pona de Ierra indicada pelo rninmissario oriental
oque ocommissario imperial nao accilou e deno-
mina Ponlal do Paraguav. na sua caria plana do
terreno eni queshlo, caria que o mesmo ministro
brasileiro exhibi na prsenle conferencia c na an-
terior de 25 de Janeiro. Que o poulal de que se
tic
dcexpr, eque se basca na recia ra/o e as quali-
ficaees dadas as carias corograpliicas do visconde
de S. l.e(iMi|i|o r t|n mitinfl I>. Jos Mara HCV
upa o tratado,nao pode serscuan o que fca conli
ro i Iwcca do arrovo S. Miguel sobre a ronlinuaco
da sua margem dircila.
Que quaudo nAo liouxesse oulras razos para de-
cidir esla duvida ilos dous commissarios, bastara
allendcr-sc a impropredade de designar-sc simples-
mente pela denomiuacAo de Fontal de S. Miguel a
urna pona de Icrra.quc dista da bocea doarrovoda-
quelle nome mais de qualro mil brac^is (4,0V> Ilia-
cas porluRticzas}, c&islindo mmetliada dla bocea
ulra i.....i.i de Ierra, a que naturalmente corres-
ponde esla denomina.;."*i.
Que o ponlal imlieado pido commissario oriental
he coiibecdo, ha uiuitos anuos, na provincia do S.
Pedro do Rio Crande do Sul l.i qualilic aejki de
Ponlal do Paraguayo, por ler all vivido em oulro
lempo um individuo natural do Paraguay; ebn-
mando-so lamliem lhas do Pnraguavo as porcocs
de leneno que all fcam descolarlas nos grandes
nchenles da Lagou Mcrim
deS. l.enMi|i|.
ponas de Ierra que*e adionlam para a Lagda Mc-
rim as immcdiaeoes das Imh-cos dos rios ou arrojos
que nella desaguam, allcgouo commissario oricnlal
que a enseada ou sacro que forma a Lagda-Mrriir
na sua cxlrcmidade meridional, he pelos Orientaos
denominada Lagoa de S. Miguel. Que osla deno-
minaran, poste o.ni fosse cotihecida no imperio, re-
pugnasa signilicacao ucouraphica da palavra La-
goa, e mo era anlorisada pelas riladas cartas COfO-
graphiras, segundo as qiiaes foram designadas (wlas
as li.di~.i-. l.i linha de limilcs, como era expressu no
iralado de l de oulubro. Que nem mesmo linha
fundamente nos escriplos dos auliuos demarcadores,
os quacs |>or oulro lado, niio (iiiham sido consulla-
dos para as dcnoininacoes adoptadas nos tratados
de 12 de oulubro c de 15 de maio.
Anda quando, eniilinuou o minislro brasileiro,
se pdense assim chamar o ponlal que na provincia
deS. Pedro geralmente se conbece por Ponlal do
Paraguayo, nao podendn negar-se a existencia do
que tica contiguo a bocea do arrovo de S. Miguel,
devia examinar-se a qual dos dous pontos ndra-
ilfH se referia o Iralado de I "i de maio, c a cquivo-
cacfio cessaria iinmedialamenle : primeiro, porque
di/endo o Iralado de 15de maio que a linha diviso-
ria seguir do puntal de S. Miffuel costeando a mar-
cmn occidenlal da Lagoa-Merim, he evidenle que
nao pode ir dar a um ponto, do qual leria miedos-
cer mais de tJNN bracas pela margem oricnlal da
dila Lagoa ;em segundo lunar, porque lomando-so
aquellc poni como halisa, qualquer que fosse o
curso que ao aniase dar a liona divisoria, esla se
afaslaria consideravelmenle da raia do ati po**ide-
ti.< em prejui/o do direilo do imperio, c cm prejui-
zo da aeguranea e |>olicia reciproca dessa parlo da
fronleira dos dous estados.
O minislro das relares cxleriores respoudnu, que
o governo da repblica, se nM estivesso animado,
como eslava, ibis mais amigaveis disposici>os para
com o governo de S. M. Imperial, c nao Uveaae leal
c decidido empenlio em evitar desiulelliueucias que
poseam allerar as boas relacocs de ami/ade e al-
Ii.mm; i que feli/menle exislem enlre os dous suvertios
e povos, sem prejudicar os seus direilos, poderla
mili ra/oavclinente sustentar a intelliencia do seu
commissario, pelo que respaila a dclcnnina^lo da
halisa designada no Iralado de l.'i de maio sihrc a
cosa da Lagoa-Merim. Que para esse lim leria cm
seu ajioioo (esleinunhn de um chefe doexcrcilu im-
perial,que em um cscriplo ollicial denominou Pon-
lal de S. Miguel ao poni assim indicado pelo enm-
mi"saiin oricnlal econheciilo do mesmo modo na
icpuldica ; que linha demaiscm seu a|Miio a deno-
miuaCjao de /.aguililla de S. Miguel dada a esse Sac-
ro da l.agoa-Merim, como eslava expresso no Dia-
rio da Demarcovoo de I7KV pehw commissarios hes-
pauhes.
Queainda outroi argumentes poderla presentar,
mas que julgava ocioso demorar-se sobre esle pon-
i, visto que o governo da repblica j havia conce-
dido que se rceouhecesse pelo Poulal de que falla o
Iralado oque lica junio bocea do arrovo doincsino
nome; porque assim so conforma aos anteceden I es da
demarcarn hespanhoia, c ao espirito que presidila
relehiac.lu do Iralado de |.~> de maio. QU(- assim
corlada esla primeira duvida pelo governo da rep-
blica, esperava elle que o governo imperial, ani-
mado dos mesruos senlimeiilns de amizade e n km le-
ra cao, conviesso cm que a linha divisoria, depois
de subir pelo arrojo do Chuy ale o seu Passo Cecal,
se desprendiese em linba recta al o (erreiro mar-
co, (pie os coinmissai'ios do Iralado do I,' de OUlU-
luo de 11 /7 collocaram na Orquela, que lias suas ver-
lenles forma Um poquono arrovo (pie desagua na
Lagoa-Merim pelo lado oriental c quaal na sua cx-
Ireniidade do M, seguindo d'alii o curso do arrovo
c da rusia meridional da Lagoa.
O minislro brasileiro respondeu, que muilo se
com pra/.i a cuioiivir a renovaran das seguraneas que
de seus sen I i metilos de ami/ade o moderaran lem
dado o governo da repuhlira, os quaes nos mesmos
termos rcliihuia cm nome do governo imperial.
Que, eom ludo, mo pedia deixar sem replica as
observaces que acahava de ouvir relalivamenle
duvida do Poulal de S. Miguel, c menos podia ad-
iniiii .i hnli.i diviso.iia proposla pelo governo ori-
ental.
Que Ihc ronslava cm verdade tero ollicial general
doexcrcilu imperial designado alguma vez com a
qualilicacAu de Puntal de S. Miguel o Puntal do
Paraguayo; mas que lamliem le constava que em
nutra |Hira esse mesmo ollicial designoudu mesmo
modo u terreno cm que eslava acampado mu hala-
" io brasileUo, mullo abaixo d'aquelle Ponlal e do
mesmo lado da Lagoa-Merim, adoptando assim ai-
biliariameule a auipliac^o do nome que parece ler
jilo dado por algumas pessoas a loda esia parle da
ia-Merim desde a bocea deS. Miguel.
Ouo no diario do demarcador hespauhol, Jo- Ma
i que se referia o ministro oricnlal, se
Id que 0 sarco rormado peb.s cabecciras meridionaes
da Laga-Merim pur parle de late, era chamado
h'anfa. e que o oulro da parte orcidenlal era lam-
liem chamado fstgunilla de S. Miguel. Porm que
esta Iradicfln aimia quando podesse servir de regra
para a inlelligencia do Iralado de 15 de maio, lon-
go de favorecer a npiniao do commissario oricnlal
era-the inleirameiile contraria ; |mrquc, segundo el-
la, a parle occidental, e nlo a oricnlal da exlreini-
dade meridional la Lagoa-Merim he a que era lam-
ben) chamada /MgunilladeS. Miguel; mcucionau-
do-ae no mesmo diario, e na mesma passagem cila
da, a pona de Ierra immcdiala ahorca do arrovo
do S. Miguel com a oxpliracao de que alo se devia
considerar o principio da costa occidental da Lagoa-
Merim. One, alm disso, no referido diario se de-
signa sempre com a denominarlo de Lagoa-Merim
aquella parle desla laga, que agora se quer chamar
Lagoa de 8. Miguel.
Relativamente ;i diroceflo pnqiosla para a linha
divisoria, que deve correr-so enlre o Ponlal de S.
Miguel e o arrovo Chuv, disse que iiAo poda acei-
tar por parle do coverno imperial, em viriude das
ra/ies que passava a expor :
Que os dou- governos se haviam declarado arror-
dea no pensamonlo de nao sabir fra da letra, espi-
rito, inlelligencia c cxeeiieao do Iralado de 15 de
maio, emquanlo que a linha proposla pelo minislro
oricnlal seguia um curso que jichi era determinado
pelas duas halisas estipuladas para a demarraco,
nem pela clausula do uti pofuidetis, a qual, com
aquellosdOUS limites naluraes, devia lixar precisa-
mente essa parle da fronleira.
Que scmetbaule linba, alm de importar urna
evidente modirifaeAo das eslipulacoes sancriouadas,
oircrcria urna diviso imaginaria em erando exleusau,
muilo menos ronveniente cm Indos o* sentidos aos
duus oslados, do que a que dava eslriclamenle a
base do uti po**ideti*.
O minislro das relacocs exteriores rcjilicou que
scgnOo se expressou o Iralado, se devia em rigor
supporo Ponlal de S. Miguel fra da Lagoa-Merim,
allemteudo-sc as palavra* (cxluacsale cucoulrar
a Lagoa-Merim.
Que a linba proposta por elle, dilTcrindo cm favor
do imperio da que foi estipulada e demarcada pelo
Iralado de 1777, celebrado enlre Portugal e n iles-
paulia. evilava toda divergencia |iossivel sobre o
rrctiiiliei'iiiii-iiin da actual pnsse c occunajlo do im-
perio o da repblica; era urna soluctio ao mesmo
tem concilialoria o conformo i lelra o espirite do
tratarlo.
Que. nao fazendn o (ralndo referencia divisa
natural do arroyo de S. Miguel, levar-se um do*
ramos da linha,' como prapunha o governo imperial
pela marocm dircila d aquello arro>o, parecia urna
Iteracao duquo so oslipulou, eque iwrlanln nSo
era objeclo de um simplos accordo rcgulamcnlnr da
execuco dn Irarndn.
O minislro brasileiro suslcnteu as proposices
que havia emillido, exprimiido-sc nos termos sc-
guinles:
Que haveria niodiheaeao na letra e espirite do tra-
tado, se, cm vea da base do uti potnidetit e dos
pontos designados ( arro)o Chuy e Poulal de S. Mi-
guel J, se adoplassem, para flxar a linha divisoria,
lovas e diflerenlcs roudicAos, que nao so allerariam
consideravelmenle a dila base, scn.lo (ambem des-
I..
((rain muilo os dous governos, de lindas divisorias
naturaes, oudc podessem ser adoptadas, e em lodo
caso de fcil polica e seguranea.
Une o Iralado de I.' do maio, eslalielcccndo a
clausula do uti ponstdet/f, se refera larla e neees-
sariamenle a lodos os pontos e divisas arlilicacs ou
nalurac* que fossom determinadas por aquella con-
dfto. Que o Arroyo de S. Miguel eslava compre-
enddo na dila clausula, desde o scu Passu Coral
ale a Lagoa-Mcrimf porm que o governo imperial
mo pretenda que a linha fosse corrida pela mar-
ucrn esquerda, scuilo pela margem direila. a prlir
do liln Passo, para que fnsse escrupulosamente pre-
hencludaa eondicande nassar peln Ponlal de S. Mi-
guel.Que desle modo o governo imperial dava
una prova evidente do seu espirito de ami/ade o
mo Que o minislro das relacoes exteriores, com quem
(oiifercuriava, fui um dos neuoeiadorcs do Iraladn
de 13 de maio, o porlanln ronhecia hem as razoi-s
por que essa nova linba divisoria nao foi desimiada
rom loda a indivldualidadc. Que estas razos fo-
ram: primeiro, falla de um plano especial do terre-
no emqueslan; segundo, a urgencia d'aquclla ne-
gocacjlo que nao permitlia demorado exame, como
seria ucressarin, para que as duas parles contraan-
les rimvesscm na lixacao do sen uti po*. Que anda boje o mesmo minislrodas relacoes ex-
teriores remidieren a terca desla segunda rozao,
quando allegou que, para obviar discusses sobre o
Nil pOSfflflMU, ronvinha regular a actual demarraco
nosfa parle da fronleira peU demarraco de 17SI ;
drmarcaeo esla que elle minislro brasileiro coules-
lava houves*e sido feila pelo mutuo e deliuilivo ac-
cordo enlre os rommissarios purluguezes c bespa-
DOOeS) porquanln os primeirosj. nessa nessa pora
prelcuderam a mesma linha que marca boje a posse
e occupaeo do governo ini|>erial, e que esl garan-
tida (icios novo* parios.
Que era inconleslavcl que em um ou oulro dos
Pseos gentes do Chuy o s. Miguel,ealgumas ve/es
cm amlios, existir sempre urna guarda brasileira
nos lugares indicados na caria plana levantada, ha
poucu, pelo commissario imperial.
Que era sgualnierric um fado notorio e incnnles-
lavel, que em lodo o terreno, que separa a linba li-
rada enlre o* ditos paaMtt, nao h.i um s habitante
que nao soja brasileiro.
Ilavendo proposloo minislru das relacoes cvlerio-
resqueso lermin.is.se aqui a conferencia, foi com ef-
feilo encerrada.
Conferencia do dia de abril
Ans das do iniv. de abril de isvt se reunirn)
os mesmos iiiiuislros na sala de despacho do minis-
terio das rrlaees exteriores. Abri a conferencia o
minislro das relacoes exteriores, declarando que sen
governo eslava dis|Ki-lo a accilar a soluco proposla
pelo governo imperial. Depois de breves explira-
ees jM-.lni.i-; |Mr esse minislro brasileiro, foi formal
0 delinilivamcnle adoptado o scguiulc areordo, que
amlios os miiiislros declaram, conforme as ordens o
inslrurci'ies de seus governos :
Que a linba divisoria estipulada no Iralado de
15 de maio de IK.V2, deve ser entendida c demarca-
da pelo modo abaixo declarado, a saber.
Da cm boceado Ea do arroyo Chuy lio ocano su-
bir a linha divisoria pelo dilo arroyo al seu passo
gral, do qual correr |r urna recia ao passo geral
do arrojo deS. Miguel, c descera pela sua margem
dircila al cnroiilrar o Ponlal des. Miguel na costa
meridional da Lagoa-Merim: c continuara desle
punto circulando a margem occidental da inesina
lagoa alea bocea do Jaguaro
Concordou-se mais que ambos os governos expedi-
rlo immcdialameule ordens a BOUS respectivos com-
missarios, para que prosigan) nos trahalhos de demar-
carlo quejahouvesscm eomecado emeommum, de-
pois que se sus|iendeu a demarrante daquella parte
da fronleira, Tirando ao arbitrio dos mesmos com-
missarios, se por proprio c mutuo accordo o cnlcn-
derem mais conveniente, voliar ao Chuy para de-
signar esla linha divisoria, que haviam escolhido
para ponte de parlida.
Lidoo presente protocolo, e adiado exacto em lu-
do, anillos o* ministros o assiguaram eni dous aulo-
graphiM, e deram por concluido o seu objeclo.
./ove Maria dn S/lca l'aranho*."/-'torcntino Cas-
tellanos.
.NOTA DO GOVERNO DA REPBLICA OKI EN-
TAI. DO I RIliAV A' LKAr.xO' IMPERIAL
EM MONTEVIDEO.
Montevideo39 de abril do 1853.
0 abaixo assignado, minislro das relacoes exterio-
res, tema bonra de roinmunirar ao Illm. e Kvm.
Sr. iniuisiro residente eni mislo especial de S. M.
o Imperador do Brasil, que S. Ex. 0 Sr. presidente
da repblica houve |hji- bem dar sua approvaCao,
com dala re boje, ao accordo celebrado enlre o abai-
xo assignado e S. Ex. o Sr. ministro residenlc, na
conferencia do dia 22 do crrante, com o flm de pdr
termo s duvidas suscitadas sobre a linba divisoria
do Chuy, crujo Iheor he o seguinle:
* Que a limia divisoria estipulada no tratado de
15 de maio de |K.V> deve ser entendida o demarcada
do modo abaixo expressado : a saber :
(i Da emhoccadura dn arrovo Chuv no ocano su-
bir a linba divisoria pelo diio arrovo al seu Passo
Ceral, do qual correr porania recta ao patso geral
do arrovo S. Miguel, e dcsepr. pur sua margem di-
rcila al onronlrar o ponlal de S. Micuel, na cosa
meridional da Lagoa-Merim; e continuara desla
ponte, circulando a margem orridcnlal da mesma
lagoa, al a borra do JaguarAo n
O abaixo assignado aproveita esla opporlunidade
para reiterar a S. Exe. as segurancas de sua disliuc-
ta eonsideracao capero.
Illm. c Ex'm. Sr. Dr. Jos Mara da Silva Para-
nhos, minislro residente do imperio do Itrasl e cm
missao especial junte do governo oricnlal, ele ele.
Florentino Castellano*.
Fclieita-se o senado com V. M. I. |ior ntin ler oc-
rido as relacoes internarionacs acn Ice i me nlo al-
gum que |Krti jicrlurhar as dis|HWcoes aftiigaveis
que continuam a manifeslara V. M. I. as potencias
eslrangeiras. A amizade enlre os diversos povos do
mundo, c a benevolencia enlre os seus governos sflo
urna ilas mais preciosas conquistas da civilisaco
moderna, c o governo de V. M. I., cultivando
aquellas relaeoos sem quebra da honra e da dignida-
do nacional, tcm comprelieiidido perfeitamente a
sua missilo.
De accordo rom a ueeessidade do azer ressar com-
plclamenle o trafico de Africanos o dej (ornar im-
possivel a sua reappai icao, o senado examinar con
escrupulosa allcncte as medidas que o governo de
V. M. I. houvcr de propor naracouseguir-se aquel
le duplicado lim, c adoptara (oda* aquellas que fo-
rcm exigidas pela f dos I ral.idos e aconscl liadas pe
lo nosso proprio inlcresse.
O senado ler por dianle, na serie dos seu* Ira
balhos, loda* as qursinos que possam referir-sc
colonisa^ao cslrangeira. He com elTeilo nina nc-
eessidado geralmente reronliccida e sentida a de al-
l ahir para o nosso pai/ nina emigracao ulil c iu-
duslrinsa.
I'ni extremamente agradavel ao senado a commu-
nicacao deque as feli/.es circumslancias eni que nos
echamos exgent a cren(Aode um banco aolidanwn-
le constituido, que d aeliv idade e cvpansao sope-
rarocs do commercio o industria. O senado oceu-
par-se-ha com urgencia ile dolar o paiz com una
insliluican que se terna arliialmcnle um elemeiilo
Indlspensavel de noauorganisacao econmica.
A revteaoda Ici orgnica das cmaras nuinicipacs
he assumnlo que deve merecer o mais cirrumspeclo
e profundo exame parapnderem conbecer-sc e ve-
rilicar-sc osdefeilos que ella possa conler, c os ine-
Ihoramenlos de que he susceplivel. Niio so recusa-
ra oseuadoa esla laref.i, em que espera ser road-
juvado indo governo de V. M. I.
O senado aguarda os rehilnos dos ministros de
V. M. I. para ler exarla inhirniaeao do* negocios
que. correm [Hilasdiversas roparlicos e prover de
remedio as neresVnladesdo servico publico ;e coil-
gralula-sc com V. M, I. pelo estado prospero da*
nossas tinancas, resultado natural de urna adiniuis-
Iracilo zelosa c iiilelligcnlc.
Senhor! o senado ompregar ns mais assiduos des-
velos para ver preenchidos os ardenle* volos do mag-
nnimo eeracao de V. M. I., c rom este inluilo Ba-
lar sempre disposlo a adoptar ludas as medidas que
fdreni necessarias para dar prolcreiio ellicaz aos di-
reilos c Ulereases de lodos, creando i le-, l .n \<< segu-
ros penbores de glona e prosperidade, que sombra
do augusto Ihrouo de V.M. I. possam elevar o Bra-
sil aquellc grao de forra o de grandeza para que o
deslinoii a Providencia.
Pan do senado, em 19 de maio de 1853. A. /'.
Umpode jbreu.l'i*rondede Paran.
A eom missao da cmara dos doputados, enrarre-
gada de formular o prujeelo do resposla < falla do
llirono, apresenlou honlcmo resultado do scu I raba-
Uto* Di/, assim:
Senhor.O jubilo que a reunido do* repre-
sentantes do Brasil inspira sempre V.M. I., lie a
cuuscqiicuria e a prava da jusla coulianca que V. M.
I. deposita uo amor o Icaldidede lodosos seus sub-
ditos. A enmara considera o mais grato de seus de-
veres repetir ante V. M. I. fervorosos protestos des-
ses scnlimenlos que animam lodos 08 brasileiros. e
nuca cmara lite lieliiienlo reprsenla. Me funda-
da, Senhor, a coulianca de Y.'M. I. no palriolisuio
da cmara para promover cumempenhons inleres-
ses deslc ahenenado pai/; ella empregaia os maiores
esforros para conesponder lamben) ao conceilo que
desua illustracno V. M. I. com lana benevolencia
houve por bem manifestar.
A cmara los deputados redondo gracas Di-
vina Providencia por haver recompensado enmure
ldelidade da nacao as iusliliiieoesque jurou o a |h>-
liliea justa c moderada do governo de V. M. I., com
a pa/c Irauquillidadc de une temos gozado, conlia
na duracao oeste immenso beneuclo e no consequen-
INTERIOR.
RIO BE JANEIRO-
Projeeto de resposla a' falla do throno, lldo
no senado na aesiao' de 19 do mei prximo
pastado.
Sen/ior*. O senado agradece rcspeitesamculc a
V.M. 1. n mniiifeslnco do jubilo que I bu inspira
sempre a reuniste dosrcpresculanles do Brasil, re-
go/.ijando-se de ver nesta stilemue declaracilo urna
solida garanta de eslahilidade para as iiisliluiccs
que (Mir mais de um quarlo do secute lem folio a
ventura du paiz.
desoja i ido sincera o ardciilemeiilo auxiliara V. M.
I. no cmpenlio de promover osiiitercssesdesleahen-
COado pai/., o senado assegura para osle lim a V. M.
. o concurso dos seus csforcos e a sua inleira dedi-
ca cao.
Coigralula-se o senado com V. M. I., e rende
graeasa Divina Providencia pela paz e tranquilli-
dade de que temos go/ado, e a cuja sombra**sc dcs-
envulvem de da emdia os germen* da riqueza e
prosperidade nacional. O espirite do povo, esclare-
cido pela experiencia, repelle as ms doulrinas que
lem feilo a desgrana de algumas lineos, o o lempo
e a reflevan forlalecem cada vez. mais o sentimento
de amor eadbcsao insliluices quo nos regem.
Estas canil de races devem inspirar a mais bom fun-
dada seguranea no presente, c nite podem deixar de
promcller um futuro anda mais satisfactorio.
Convencido deque o* raininbos de ferro o a na-
vegacao por vapor muilo devem concorrer para o cn-
grandecimento e orosperidade do imperio, compraz-
se o senado de salicr que em breve lenqio eslarao
definitivamente estipuladas as condiees dos con I ra-
los que devem preceder a conslruccao das duas es-
Iradas de ferro que foram objeclo da* leis de J.t- de
jiinlioe II de oulubro do auno passado. Nao he
menos cerlo quo o horn exilo desla* emprezas, hem
como o da cslrada de Mau aorio Parahyha, e oda
navegacjtedo Amazonas, lian do servir de meeniivo
a oulras de scmelhaule natureza, e dar impulso nos
melhoramcutos mal crines que o paiz reclama. O
simado nao hesita em alian car V. M. I. a nlaanu
solicilude que moslrou durante a pasuda legislatu-
ra em promover esles mellioramenlos, de que Unto*
beneficios devem resultar, por lodos os meios que
v aba.x0 assignado solicita, portento, de S. Exc. I Que para responder so armonio que acahava | truiriam inteiramenlc a conveuiencia, que cnsul-1 estiverem na espliera de suas allribuicoes
le desenvolvimento dotgormcns de riqueza c pros-
peridade nacional.
" As eslradas de ferro e a navegacilo ilos nossos
grandes rios sSo omprcxat ojue, aorvindode incenti-
vo a nutras de seuielbaule iinltire/a, podem maior
impulso dar aos melhoraiueiilos malcriaes, que nie-
receram lao especialaltcneilnda legislalura passada,
e que ser.li> o objeclo dos mais ilesvelados esforeos
da actual. Taca inelhoramenlos sao sem duvida um
dos meios mais poderosos de promover grandeza
c prosperidad)- I m muilo agradavel a seguranea de quo as pe-
lencins eslrangeiras conliuiiam a manifeslara V.
fcf. I. disposieoes ninigaveis, e de niio ler orcorrido
nenlium aconteclmeolo que as posan alterar.
A f dos Iralados, e nosso proprio interesaa exi-
lie imperiosamciile uo s a complcla cessacan do
Irafico de africanos, ma* lamhem que se lome im-
[Missivel sua rcnppnriejo. \ cmara tomar jios na
devida eonsideracao as medidas quo aos minislro* de
V. M. I. parecer em nimia precisas para conseguir-
se oslo duplicado lim.
Proteger a emigracao eslrangcira he um dos
objeclo* que reelamam ihcessanlesodesvciados esfor-
eos ; cada ve/, be mais urgente iicitlralisar o* ellei-
os da falla de braco*. Pode V. M. I. contar rom a
i mai* decidida coo|>eraeao da cmara para rcalisar
esle pcnsamenlo.
a A rceoinineudaeo que V. M. I. houve por bem
fazer da creac.lo de um banco slidamente consti-
tuido, que de aetividadu e expansfio aa opernecs do
commercio e indiadHa, foi ouvida com auecluoao
reapeilo. A cmara rr que seiuelbanle insliluieaO
he um elemento indispensavcl da nossa orgnnisaeao
econmica as eircuinslauciasem que felizmente j
nos achamo*.
a Ella er igii.ilmculc que a Ici orgnica das c-
maras muniripaes carece de inelhoramcnlo*, que as
hahililem para prestar ao paiz os scrvicos proprios
desle imprtente ramo da adininislrai;ao publica.
A cmara, apreciando nos relalorius dos minis-
Iros da* dilferenlc* repnrlice* u cxposico circuins-
lanciada do estado do* negocios a cargo do cada
una dolas, exulla desde j com a seguranza deque
Continua a WT cada vez mais prospero o calado de
nossa-, liunucns.
'( Senhor! Acamara, convencida de quo os mais
ardentos volos do coracao iie V. M. I. *ao dar pra-
loecao etlieaz aos direilos c interesses dcsoiivolvimcnlo dehossas instituirnos, envidar os
inniorc* esforeos para auxiliar a V. M. I. na diflicil,
porm meritoria trete de crear, por esses meios,
(iciihorc* seguros do prosperidade para o imperio
o do gloria para a sagrada pcssoa de V. M. I., cuja
conearvacio |K>r dilatado* auno* hoanonu primei-
ra neecssidnde, o o mai* ardcnlo vol da cmara
lo* depulados.Fuzebio de Quciroz Couiiiu'ut Mai-
tozo Cmara.'Joa Manat l'ereira da .Sitia.
.Iprigio Jota de Sonza
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUGO.
Rio 26 de malo ds 1853.
Mon cher.
Tive o prazer de escrever-lbc pelo paquete inglez
de 15, noticiando-I he o quo por aqui lem occorrido,
e hojo pouco mais lonhoa acrescenlar-lhe, porque a
cmara lem oslado estril, c cu nlo tenlm jmdido
frcquenlar os cafs, Irnlsa de unlirias nesta corte,
on.h: os maiores poli I icos sao o* que menos, lecm
que fszer.
O eslado almosphcrico lem variado depois de mi-
nba ultima, de surte que j I i vemos novamenlo ca-
lor um pouco scnsivcl, e na uoilo do da 19 urna
ehuva, que aturou por loda a uoilc, lodo o dia e
nolto de 21), noile e dia de 21, e parte do dia 22,
deixando-mo ilhado, cas commuuicacocs qoasi in-
lercepladas, de sorlc que para sabir a ra tive do
envainar |)or muilas vezes, o nao muilo a contente,
uns burros de dous pos que aqui ha, chamados ca-
itoa*t os quacs relalivamenle :* di*(aneias, fazem-se
pagar solTrivolmente raro, segundo o louvavel cos-
lumc da Ierra*
Tanla agua despejada de rofre sobre esla ridade,
que nenluim declive lem, rociiou para a* casas, c
foi incomraodar os inquilinos, mullos dos quacs li-
vernm de sabir [telas janellas. Alguns morros, como
o do castello. c oulros dcixavam cahir pedamos sobro I cussilo
alemna* casas, que as> arruinaram, mas com lo
bom juizo, que nao oflenderam a pessoa alguma.
Oulras casas, que aqui sao feilas com barro e arda,
amolleccraiueabaleram, maslamlwm sem moteslar
o* moradores.
A ponfo do Andarahy seguio forja das correntes,
e os moradoresdaquclle lugar esiao com a corarau-
nicacilo corlada para esta cidade.
Houve quem se lembrassc de fazer entrar um
dos va|wres da carretea de Nclheroy |ior eslas mas
para receber os iiirommodndos e salvar os que nau-
fraga vam nos mnibus, gndolas, carros e lilburys;
mas houve recete da alluviao dos ralos, que vio o
Mercantil trepados as arvoresa guisa de passaros,
dos quacs, diz elle, fez-sc urna grande cacada. Ccr-
lamcnlese os ralo* pilham o barco, ninguem mais o
vera, c cites aproveilariam aoccasio de seguir (ta-
ra a Australia, ondo multo se necessila de una cw
lonia de scmelliante rara.
Felizmente j estamos menos recciosos desso novo
diluvio, durante o qual o zombeteiro eseripter do
Jornal do Commercio leve os olhos lites no morroau
corcovado, nao lano, diz elle, para tomar altura,
como para varea aluum novo Noo eslava rccrulan-
do bonicos ( c mulliercs lambein ) para povoar o
novo mundo, assim como elle pretendo recrnlar ros-
seros e propriela'rio* para compor a nova cmara
(invencao dellc) na qual niio devem cnlrar ho-
mens, quecnlcndam do loi*. |K)rque para faze-las,
nao hemisler cnleiidc-la*. Veremos o que anda ha
l.i pota atmosphera,1 o cu, na duvida, tenho dado ao
lomo o momento, em que live a Icmbranca de ver
esla corle, na qual s vou adiando molivos do sus-
to* c dcsanoiitamciilos.
Juluuoi que com a lavagem que soffreram, as ras
mclhorassem de sua iminundciacdobello perfume
que cxhalam ; ma* quanlo me enganci 1 Todo o
ocano niio he capaz de purificar ccrlas ras de meu
nhecimenlo ; e eslou convenci de que os hab-
lanics dallas o sentiran) *e tal aconteeuaae.
A fehre amarclla lem diminuido, mas os laes tu-
brculos ptilinunarc* c os Ufo deque cm nulra Iho
faltei vAn rcifandoa torio e a direilo, c a ponta do
aj mloperdna freguezia.
lia poneos dia* mclli-mo u'um vapor, com bsten-
te rceeio da histeria da especuladora o fui a Nicle-
roy. tiostei daquclle* ares, c se houvcsse de demo-
rar-me por aipii ira arrumando a Irouxa para l*
porque acbci-lhc urna scmelhauca com o meu
pnll, que me Icsdobrou o eoracSo o tez appareccrem
a* saudades. He muilo bella aquclUi cidade, cjMm
mim (em a especial qualidadede niio rhelrnr como
a corle. As ras sao airosas, limpas c arojadas ; por
ante (entapara mimo goslo sine quo niio sei lia-
bllar.
Eu sri que pouco Ihc imporlam osmeus nassetes;
mas o quo bei de noliciar-lbc I Que Luiz Napolelo,
por graea dellc mesmo, quor fazer saffrar-sc por
S. Sanliitadc '.' Isso j deve ser ahi velho ; portante
vamos com as nihilidadcs.
O nosso Hamos da justica foi escolhido senador
por Minas, o quo dcsapoulnii um pouco seus desaf-
teicoados, qiie, para vingarcm-se, dizem quo olio
deixar ex-votunlate a pasla ; mas anda n.o eou-
cordaram uo sen substituto. Eu lenbo mcus reccios
de que me recrulcm, porque nao posso ser bom mi-
nistro da juslica, depoi* que ella lem dous olhos
muilo .iberios o be rica. No lempo de sua cegucra
e pobreza, lalvcz, porque qualquer um moco guia
um pobre ceg.
Julgo que a Ima vontade faz com que baja alguma
anlccipacan na escolha do suecessor do minislro;
|iois, segundo pens, elle esl muilo a commodo, c
nao lem pressa de desfazer-se da lal pasla.
O da guerra lem sofTrido seusarregaubos de den-
les, mas, romo deve suppor, pelas cosas, porque
naosc brinca assim com o homcm das espada*. Tam-
bem conlinuam a di/cr que elle sabe, mas ella diz
que uoqucr*ahir, c he quem lem razite.
Ilizein-mc que comprou-se um cxrelleuu galo
inallez liara o arsenal ife guerra, que acabou a voraz
raca de ratazanas, que all ludo eatragavam. So o
galo parir, mandar-lhe-hci um filbole, para que o*
ralos Ihn nao roam os lypos, c prensa mechanica rio
sua oflicina.
No dia 1S foi inlerpcllado.na presentada augusta
pelo dignissimo Nehias o Exm. minislro da juslica,
a res|ieiio de um desembarque dd metas cara* no
Baraciil de*ia provincia, o do urnas buscas aloque- .
rito* procedidos cm alguma* fazenda*.
Aflullhoaram-no tainhem os dignissimo* Figueira
de Mello o llaplisla, quo esliveram fortes. S. Exc,
responden satisfactoriamente, como era de suppor, o
o Pedro Chavea, quo lambein linba annuiiciado no
senado igual nter pellada o, licou rom agua na boc-
ea. Pnrcco-me que os liomen* silo teimosos c que
o negocio niio lica ahi.
No llaracui cruzavam dous navios, urna vapor, o
Thetis e o oulro rio vela, o Thercza, o all esliveram
dousmczc*; o Thetis \c\o buscar carvo c o Tkere-
m foi niio sei a qnc prceiso, cis se nlo quando, dous
dias depois, chega o nogreiro, desova e suicida-sc pe-
las cliammas. Enlaoogovcrnodculodasasprovidcn-
rias, ecisabi o motivo dn lano espalhafalo, como
se fora urna cousa nunca v*(a desemharcarem uns
piiuhcnlo* hucaeny quCagora rendem como ouro.
Os dignissimos (cem eslado um pouco arripiados
com um artigo, que sabio no jornal da casa, soba
pigraphe A phisinnomia da cmaraNao lano
porque nclle se diga quo ellos andam agrupados sera
pcnsamenlo poliliro, sem saberem o que querem,
sem mesmo lerein catdes para (res pastas; mas
sim |iorqucse disse, que os haiiiannos haviam de do-
minar no recinto, porque so cscolbcram patricios
pela ana, elizeranielcgcralguns pelas oulras ; por-
quo leem um pcnsamenlo, c urna alia eaparidade,
o Wandcrlcv, quo os ha de capitanear.
Muilo lem dado que fazer canecas poli ticas
o lal artigo, no qual querem descobrir tantos pen-
samcnlos, quanlas palavras, lauto alcance quanlo
o da clcrnidadc; cu porm, que nlo sou poltico,
julgo que n (al artigo lio unta abcrrar.ao de algu-
ma cabeca escandecida, que (cm (aula significario
romo um cifrosem companha.
J alguns campeos pegaram no Troco, c respon-
dern), o que obrigou oaulor dar urna explicaeo,
na qual, eoulra o rifao, a emenda sabio mcllior do
que o soneto.
Esquccia-mo dizcr-lbc, rjiie no mesmo dia em
que Ihc cscrovi a niinha ullima decidi a Augusta,
que o Souza Franco mo era dignissimo, c sim scu
runhado Angelo Custodio.
BaU deciso cchoou, c abalou as columnas do
lii ni,menlo poltico, (auto que algucm temen dcs-
ahaiueulo do odillcio social. |Os polos trcmerain,
o ocano oscillou, o eu segure i osoculos... Maso*
equilibrios rcslabelcccram, luilo cnlrou cm sou
conlro de gravitado ; c s os curioso* liveram ma-
teria pordou* dias |>ara disscrlar. A Irauquillida-
dc aqui he muilo apreciavcl, o esse gusto casa-so
inlciramente com o meu *>stema nervoso.
l)ef>os do Par eulrou outra questeo idenlica
.ido (ioyaz enlrc o ex-presidente daquella provin-
cia Silva Gomes, e o scu secrelario conego Leal. O
Sr. (ornes o oconegn liuhant feito liga nOensiva o
defensiva eoulra oSr. Flcury : esle nao he dos que
so dcixam lograr, o encaixou-se, dcixando o pomo
da discordia entre osalliados, que hrigaram pelos
despojos ; ma* o conego que sempre he ronceo, lo-
grn o Dr., assim eom um ar de innocencia insi-
nuante que a Augusta decidlo ler elle razao, pete
que locoii a retirada o Dr.
Enlrou finalmente a qucslo do Hio Grande do
Norte, na qual figura o r. Amaro rom arligos de
llidade ascleices daquella provincia, quo fora ni
recebidos eom cffcilo suspensivo, o que poz, al
o ilia 23, o Dr. Octaviano no inferno de Taalo,
com o nariz na |Kirla e sem |Hdcr entrar.
Feli/menle a dignissma facilitn seus umhracs
aquelle novo adopte, contra o qual se conspiraran)
al. os elementos, e olio com prazer c jubilo vio aca-
bar-so o mo fado quo desde o anuo de 18.9 o |)cr-
seguia.
Enlraram lamhem urnas pensos para mulliercs
de servidores do estado, morios eni campauha, ofll-
etees da guarda nacional, c. a Auuusut moslrou-sc
generosa, |>clo quo Iho faco os llovidos cumprimen-
lo*. Acho muilo justo que se cuide da* familia*
dos que morreni em dofssa da palria.
Foi apresenliHla no dia 23 a resposla da falla do
throno, a ma I foi a imprimir: para entrar cm dis-
Nuo pereo meu ugarilo na galera, por-
.:
i
MUTILADO


ni.
que dizem-mc quo eni a occisiu da tempestado,
que j se arma no horisoulc polilico. Veremos a
Unida que levan) os Srs. ministros, que vio princi-
piar agora a colher os espiabas em quo Ibes falln
o PaoTa Uaplisla.
So dessa va nao te arrazot o roalo do mundo,
crcio que (eremos inundo |ior muilo leui|io, |>elo
menos assini o es|>ero.
(hulivcrlimcnlcs lecm oslado auspenso por cau-
sa do invern, e os loos o looas mullo mal salistoi-
toa eoin issu, porque nilo podem dar agilai;So s
pernas.
O llicalros aiuiunriam espcclflciilu ; mas nin-
guom lem a curagem de aTronlar inmenso) luda-
caes |iara i-Ios apreciar.
Eu rui a um hailc masoorado, quo esl ngora
muilo em moda, e, salv as alHUinas honrosas excep-
eiiea, s oncoulrei cspirilos nos (Wjs. Nao ouvi um
dilo agudo, um vestuario plianlasia, que oceu-
passe por um moinenlo a allcnr.il.
Ifuas morro de enjoo, o quei por muilo t.-inj
abysmatto em profunda ipeditacHo, al quo um mas-
cara despcrlou-mo oOerccciido-inc |io-dc-IA, quo
rccolii para nao lomar algum dos elogio sal) ricos,
coni que vi mimosear largamente a alguusttosrum-
pauliciros sem mascara.
Forlc loleima. Crcio que fiquei curado da ma-
na dos bailes mascarados.
Saudo c felicidades Ihc desojo, c quooccupo-me
em sen lervico, pois aqu Idilio pinico que lazcr.
w
Baha 30 de malo de X853.
l'or 11,10 deixar do salisfazer o meu romprnmisso,
Taco oslas linhas para aproveilar a passagem do Mu-
ctti'if, |kis que dc|Hiis da minlia preccdenlc corres-
pondencia nao ha noviiladcs, c mmenle a pcrsislcn-
eil dainaldila febre amarclla, e rc|ielidos boato) de
insuircicn de escravos.
A policia lem emprcgado|lodos os mcios, c nadase
(em indiilo descubrir de indicios que dem razando
siupcitar-so a probabilidade de qualqucr Irania pa-
ra tal lim. Nao obstante lem-se fcilo varias priaftea
ile Africanos escravos c lilicrlos, dos quaes aquellos
han sida entregues, logo depois das averiguococs, i
scua enhorca, c os oulros ou lodos 011 quasi lodos,
se lem conservado roclusns para se Ibes dar destino,
islo he, deporlo-los.ou etporla-los ou ree.riorta-to*
para a frica.
lie lerrivel esla juslica do forte contra o (Meo; o
amor da rmiservarao propria ou o inlcrc.se pcssoal,
qiiaudo dicla a Ici, he pessimo legislador, ino juiz
o oierulnr peior. O Hiedo, o interesse faz calar lo-
do oulrnseiilimonto ; juslica, liumanldadc, rari.la-
de clirislaa sao nomos v.ins em (aes ronjiincluras. K
o que he palor que ludo, silo as patalea horrendas,
quo em taes uocasies se despcrlam, a pcivcrsidnile,
a malvadcza, o espirilo haixo itormiiloraomcsqui-
nha appareecm, o romo cortejo de ludo kso a) de-
nuncias ; c uestes casos nina denuncia importa o
IMMM que una acensaran formal e pruva.lo. NO
ha rcmisstlo, nein ageravo, qiicni be infeliz e desva-
lido, romo sao lodos os liberlos, deveser sacrilicado
ao nosso soocceo; pnrqiic tpic injuslica se pode fazer
a um Africano, que podei NT um InturgCnlel Ouo
val o sarrilicio de alguns SO, ID ou 30 innocenles,
cnlro os quaes podar lalvcz hover algum crimin-
lo ou pernicioso |KirMi.is ntencAea criminmeAor-
muta* limibemlC; Nao haveria porem OUlrO mel
ile afaslar a |aissiliildadc de insiirgircm-se cssos li-
lierlos, proporcionando-lhcs tuna especie de colonia
cin Ierras iurullas edislanles das povoacos, villas0
cidades, con) as quacs s fnssc fcil a cumuuiuicar.iu
lelo mar, e nudo olios viVMMm dehaixo das vi-las
iminoilialas das autoridades cscolliidas c creada) mi
hnc! Sera razoavcl (j iiu digo de juslica natural
irav.ir npai/ de qiiacsquer bracos, .punido se sen-
Ic a" lata dclles, o quaiulo se iiAn alia ooui
os mcios de Mippri-u'.' Nao soi, se po
ladamcnlc; oque sei lio, que ru-lo fe
.....Iilni tu. que vivo de sen nc-oriu Icnha
cm pn......ver mi Iramar usurrohes, ma
se elle lem alguns bcus.
Ks|icia- nciro, o qual lem dciloinorar-se aqu un
e regreawr por Caravcllas e mab ponloi inle
E islo o.ni he um programoqualqnor 1!
o vapor san Saltador, em na poaniBemJqui,
rumluziu o presidente da pn incia o Sr. Wnndci lev.
Eslcsonbor no relalorio. rom quo e.llregou a ,ul-
minisliaciio, Icinhrnu a conveniencia do applicarem-
sc os 50 conloa da duai ,1o do Sr. o da Sra. Iloicl ao
asvlu doincndicidodo piojeclado. No motmo rola-
lorio refere-so que o Sr. de engenho, Thonioz Pc-
dreira tiiriinuaho, a quom forain culmines uns ins-
trumentos agrarios, mas una mcia Julia do ani-
maos vaceuns para mclhoramciilo de raras, una
cena o tele limucus dados a lavoura, rniiduzidos
pelo coronel Canon no sen regresan das parles da
America, onde linlia ido inslriiir-sc nos proceaioa da
lavoura da raima e rabrico do aaauear, leudo fcilo
Iralalh.ircm dous hiimons eom qualre bois cm una
enana, achara quecslc Irabalho rorrespiindeia ao
do 10 esrrnios, em 10 dias (.blando hiuivcsso cv.i-
gcrarilo ueste tcslcinunbo, o que nao crcio que ba-
ja, foraj nao pequea vanlagom redimido esse re-
sollado a um quarlo. Veremos o iirovcilo que se
tirara do 19o vanlaJotM iuslrurcocs sobro ludo depoh
que o coronel Carsou aprosenlai scu r.laluiiu, oqual
me parece ha de ser nlcressanle; pois que elle via-
jen para aquello lim un Cuba, Estados) nido, e Eu-
ropa, rrolendo que -o assurar da hclcrraba deve
brcvenicnlo ir cm um docrcscimcnlo, o dallar de
concorrer com o'da caima. A prcdicAo pode ad-
iiillir-.se como de prmavel rcalisaon. lias quan-
do aquella induslria, aqttnl j osl liogcimrnli-nda
lia Europa, venha a derahir, j o assurar da raima
e principalmente o do Brasil lera lalvcz dewppare-
cidn dos morcados principacs de Europa, lieos
quelra que seja errneo esle incu juizo.
A asseinblca provincial oncerrou scu*esteris Ira-
balbos a *. Veremos o que d.lu as prximas clei-
cMa,dlgo prximas, ponpie para o mein do auno nao
falla muilo, o, passoda nieladcdomesiiio, o lim \eni
accoleradamcnle.
O relalorio do presidente ver Vmr. no n. Cldo
Jornal da Hahia, de l doslo mcz.
As rliuvas lem sido mais ou menos frcqucnlcs,
|HMln que anda nfloexcessivamenle copios,, o que
nao obstante anda o calor se faz mu pouco sontio.
A alfandega rondeu no mcz de mam Ri031*515.
O consulado rendeu no idb de maio 67:133*611.
Alosa do rendas provinriacs no mcz de maio rs.
5I):H(I3b6II. S/n7o.
I'. S Kiz esla bonlem pensandu que o vapor
parlissc boiilcni memo, o que nao leudo tillo lugar,
hojo primero dcjunlio nada Icnho a acrcscenlar.
Ale agora, 7 horas da manlia, nao me consla lonha
chegado o vapor liclarin do que fallei, |ntIciiccii(c
a I iiib.i de Sania Calhariua, c nada ha do novo a ac-
rrcsienlar a osla caria.
Digo mal, ahio bonlem no.Sotiriaor Calholieo
una caria do Sr. arccbhqio oni rcs|iosla a oulra do
Sr. l)r. Villela lavares, a qual faz-se diguada mi
alinelo, o urge una resnosla; pois nao deten) licar
tomo principios irrefraaaveis \arias propodeOM que
o alias muilo douln prelado all cslaliolecc.
lio mu digna do allenco, cnlro oulras cnusas,
maneiro pela qual S. Exc. restringe ou cnlondc
arligo ronslilucional quo confero ao imperador o d
rollo de pioier oa B*M/b*oe ecclta'Um, o o di
relio de in.porc.1o que diz devora (or o |Hidcr espi
rilual sobro o ensillo publico. A igreja lit urna e>pr-
rie ile poiln--protegido, que i/uer dirigir o protec-
tor, c formar como Iheamado ou cnlcuda, o pcns
lucillo, a inlelligcuria publica, lle-la iKiri'in tabei
se cm um paiz onde dcic prevalecer a libcrdadc, de
aillo* uo, quo n.lo tennis, porm de roligiao, do
conscicucia, a educcilo devera sor modoladn sobre
os principios de una rcligiao particular? Scscinc-
Ih.inle aapiractO fosse taJiaWla, broc poileriamos
vercmcam|io os prinripios'do conde de Maislrc
ganlliodo lcrrcno,c lalvcz as lulos religiosas que lal-
vcz se vio preparando, |iolo que rece, lambeui se
travassem no llrasil, romo (em afilado em oulras
pocas, .mili,i nao mili remlas, a Europa, c cpmo
mo be improvavel, quede novo all turjam.
co, c 700 o mascavado. Ora vendido por tal proco o
or, Ih-ando-sc200 rs. por arroba, do frclo daqui
Babia, a commissao de 3 % nos corresponden-
ios, oslada de Irapiclies, o Imposto provincial aobre
ele genero, prejuizos de naufragio, riscos de avadas
Ir. ele., me diga que lucro dea a um propriclario
m rclaciio au capital o cuidados empregadoa? Nao
deizaosjuroeflt lei de6 %. Eu dcii^rci lal vida,
c fiquo l quem quizer com a nobreza de sonlior de
cngoiibo. Eulciilio visto quo ahi lem-se vendido o
assucarala >i ; o qual a razo de nao gozormo de
lal vanlagein '.' Sera monopolio da praca da Babia '.'
lio verdado que o nosso assurar he mais Irignoiro,
porein lamben) be verdado que lem melbor gr.ia, c
|wr cslamais preferido para a refiiacSo. J do l nos
veio osle anuo mu barco,o Flor "Angelm,o qual 1c-
vou saceos e caixa: Dos queira que as conlas nos
venliamde modo que nos animen) a Irequenlar essa
praca, ao menos cm quanlo nao livernios commcrcio
directo com o estrangeiro.
Como fallei do imposlo, que ha solire o assurar, di-
r! que he de .5 por coulo, c alen) deste, lomos o iin-
|M)slo ospcciol de TM rs. por cada caixaislo a San-
oscom o lim do ser empregada dila quanlia na
navcaaciio vapor dcsla provincia com as da Baldo
oAlagoas. O cofre provincial lem da safra deslo an-
uo IK7:JOOJOOI) seguramente, porque 50.000 calvas
(vendida cada urna pelo baixo pceo defiOSOOO rs.,
vislo levar a caixa aqui scinpremaiailo 10 arrobas)
do o liquido do 3,()(Kt:(l0090O0 rs. dcsla somma
liranilo-so o imposlo de 5 porccnlo, d 1.50:000!}
rs. com mais mulliplicacto de 50,000 pelos 7.50
rs., d 37:.50090OO rs., c ludo somma a quanlia ci-
ma, que lia a favor da provincia, do IS7:VKW000 rs.
Nulo que ludo islo he cobrado nao pelo preco cr-
reme daqui, sim peluda Babia !
Eu c do meu canto pcrgunlarci a mim mesmo,
cm que se lem emiircgado os laca 7.50 rs. por caixa
desde 3 anuos'.' .Violemos anda a navegacin va-
por, nao Icinos liilu obra nenhuma, lomos porlaulo
cslcdinhciio un cofre? Nao; coque dellc so lem
fcilo ? Pago a eniprcgados.....o antea deslo imposlo
rom que se pagava ? Nao quero mais pcrgunlar, por-
que naveri lempra roapoalaa.
Em toda parle a industria nasienlo ou decadente
recebo do governo, qnando alo auxilio, ao meno
llvreOcad'encargoa. A agrlcultnra, wpcclalmenl
I da caima do a-sucar, est cm nosso pall cm oxlrc-
mo atraa, e cada vez mais pciorada pela fallado
bracos, o si os governot piovinciaes, ornis quo lo-
dos o gcral, nao se csnirrarcm para o mcllioramenlo
do falo ico, c para entrada de bracos, entilo podorc-
mos Icr por corlo a queda desla induslria: |Kirquc ou
dovemoa produxir muilo para lendcrmoj mais ba-
rato, ou quando nao lano, porem mclhor para ven-
dcrmosniaiscaro.
A iiiinba opinlohc queso
pelo
ja
de Ja
s dim
MSdiO!
be com lne> impos-
dlniinnldoa, mas .piando
linuein, deivemo-nos dessa uavcgac.io a vapor,
que rclalivaineulc he de mais lino do que de neces-
sidade, c aiipliqui-se esle dinheiro para adj......io
de uma conrpanllia do vapores a reboque dos navios
naoionaea c oalrangciroi, poique nssim fcilmente
leramot corrotpondencia directa cornos denuda pai-
testraiendo olios o sen producto em Iroca do nos-
so. islo coii.cuiio-se, porque o temor de naufragios
ro.wlanlct desapparoce avista dem mollioramcnto.
Bnllo Scrgipc nao ser mais a cotona Irab.ilhando
para sua metrpoli! ...
A necea dos mezea de Janeiro, fevereiru o marco
maln umitas plaas, edilucultou a vogolacao das
oeai;aleuidblo, liouve logo iioa ongenlioa de modo
que .(mimaran, quasi Indas as caimas vclhas : por
tollo Islo pens cu. que a safra futura nao sera a me-
ladc da pastada.
Nao sei se so Icinbi.u que o una das nimbas
las do i......i pateado Ihe diste, que 0 grande invern
havia embetodatto qunai toda mandioca, milito, a
feijo, por agora he que sulfieinos o alfolio desse
malo millio cal i carriaaimo i pon" do qoeffl quer
planla-lo, comprar a SO rs. a espigaa farinha esl
ruin raa vendeudo-sc ale a 3800rs. a terca, e i
feij.io mais ou un.....i caro lambn).
Canalitacin.O Pomongaho um rio quo so lae
idei eslevea alfil
ilgdns j diann qja
2
i para o b-
'onslruir no Porto das Redes
lega) um grande annazem. Alg
W com o lim de ser otTcrerido ao gi
laliclccbncnlo da alfaudega.
Conliua o detgoslo conlra a alfandega, e 1-
guma razio ha, altendcndo unicamenle oque a,;il
respeilo j disso o Dundo Amando cm um do) seis
elalorios :
o O iuleresse da liscalisacao j linba feilo qic,
ha poucos annos. Ame mudada a alfandega do Po-
lo das Bodes para o dos Coqueiros ; mas a falla de
m deoosilo para aconimcalar o grando numerodo
aixas, quo se cxporlam, e onde te podoste cxcfccr
inspccciio do alfamlcga sobro o peso o qunliladc
di assucar, muilo toffreram o exporlador pela de-
mora dos carregamontos, o pela parda das nares
Sara sabida das embarcac'ops, o pola subida doi "re-
s em razo dasdespezas com a condcelo das rai-
zas na grande distancia que linham a percorrer, do
5 leguas, c|a!6 do 8, como he o exlentlo que vai do
Porlo de Sania Anna a Barra dos Coqueiros.
n Tcndo soil i ido muilo os dous pontos maisemn-
merriaesda provincia, Maroim e I.trangeiras, ihn-
do-sc a esle mais Ires loguas do distancia por mar,
e aquello muilo naior distancia, lamben por Mr,
vcdando-se-lhe ao mesmo lompo um pequeo Iran-
silo por trra, pola estrada;.lo Canto do Negro, que
apenas precisa de algum niclhonuncnlo, muilo lam-
bom diminuto a nportaclo, o lornnu por issoa al-
fandega para o mesmo local do Porlo das Redes,
donde linba sabido. Adeos. O Colliiguibeiro.
Dollavel familia, deixou lodos ot Dlhos cm bom es-
lado do fortuna. Foi trpullado no convento doa
franciscanos, de coja ordem era Irmao Icrceuo, no
.lia 28 depois de um offleio solemne que se> Haas; fez
pela alipa.dcixando incontolavcl loda a ua familia,
e especialmente os seus lilltoa, assim como a pobreza
que linli.i nelle um protector, um. arrimo. Como
vcnladcirocbrisISo, nunca desejou o nem fez mal a
algueu), pelo que nonbum inimigo deixou, lamen-
lando Unios a sua morle.
He o que por ora Ihe posso noticiar, continua an-
da a salubridado publica no mesmo estado, c quanto
a trauquillidado nada ha occorridu al agora que cu
liba
Saude o dinhoiro Ihe apeloro, ole, ele.
PERWMBl'CO.
ItECIFE t DE JUNIIO DE 1853.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETROSI'ECTO 911 ANAL.
Damos cm lempo os paralicns aos Icilores I Em
um amiimn" publicad" no din 'II do passado, nesla
mesilla folln, foi-nos declarado que a infraccao
do arl. 8, III. 2 da) posturas municipal, relativa ao
cnvencnamonlo do joven por nos referido, linba si-
do dcvidamonlo punida pela fucalitarao da fregue-
zia. Sempre fm boa a lemhranca. Em molera do
infraceftes do posturas, a iinpunnlade faz regra gc-
ral : pretumptio ex eo quid plcruinque ft; e conres-
samos que, oslo particular, estamos inicuamente
dearcordo romornspcilavel. Mas, polo geilo, pare-
ce que as oulras infrarracs por mis denunciada lem
Dcado impunes, |h,s do conlrrio loriamos (ido lam-
nenlo daqucllas do quo espe- |,cmunia declararn a respeilo. Vejamos cn-
uito dosojoso eslou quo jase irclaulo, para o luluro, romo corren) as rautas; so
dellc, e ver a cara do onlro. llil0 lcm(M m.,is daqucllas insiiporlabilissiiuas boin-
maio mo Ion sido mullo pro- Uil5i C|C. c|c., c a j,raliitu-3o lera louvores.
seja antes Eoi preso crecolliido n cadeia desta ridade o al-
I da esrrova Domingas, cuio assassinalo nul
Farahlba, 30 da malo de 1863.
vsperos de concluir oslo mcz par
inte de
Ti.I
di-
noColioguiba, i
so lauca un ma
derla ser naveg,
milita podra ipu
le -" disia deslo m
terreno de apieam
nina gr.....le lagda,
lencAoa ludo islo,
dado de abrir ume
do dcsle modo 120
lia non a Vlllllagci
i Japaraliibanuiin grando rio q
llamado de S. Isabel, rio que po
\ pelu sen fundo, so nao fosse i
visle na liana: a caboceira daquel
id oiloecnlosc lana braca d<
', c,.lli'in .lisio, leu lo uesle meii
, tegundo sou luformado. Em al-
ba muilo que se ronhecc a fcil i
nal cutre osles dous rio, tornan-
igonlwsilaHIieiradoJaparaln
le ler Irapiclies com dislancia
"K
i-i.i
i,i
le leg.....c ale .le menea cm lugar dos trapichea do
Uaroiin que dislam para mais do5 legua, o presi-
dente allcndcndo qoc era esla a priinoira neeottl-
da.lo da provincia applic.ui dous cnnlos o lautos
diuliciio que foi a esla provincia distribuido pelo
i|.....lesla obra conlra-
por esla quanlia ; c islo
da a obra pelo o enge-
sr. Scbaslio lote Basilio
leller-lhe a forma do eon-
longcda capital, posso apenas
a milicia.
i diier-lhe que a provincia por meto de
ir,,,-,,si' loniaria quasi toda navegavel|
lugar falle o Si. Ilavinundo do Araujn
u relalorio que llouao Blin. Sr. Aman-
era es-e illuslre linailu adininisliadur
ia : leia-se o offleio que remello, que
leinciii'i.....oinlclligenle.
cj.i
lindo o
dopoi, ,1
nheiro .la pn
Pvnho. Euil
lalo.mas com
dar esto ligeira
En poderlo
lacis caualba
mas em me
Jorge, cm
ttt
iKiloumln
| Daremos em antro nume
Poltica. No lim di......
Sr. b.uao do Maroim, para
semidea acial. Esle lionicm
oqoar.....a, foi acompauhad
Coiii-cinio por mande mu
narios. loi rhcio do ene.......
espera, nao porque din
i Exm.
o.)
copa, I,o daqui
loiiiai atiento na aa-
roino chele doparlidc
al a bordo do vapot
ro de scus carrol i gio-
cnilas : c dellc muilo
iba de grandes me*
ale
alnos, mas porq
. -es, que pela
m ; o mais que Indi
rnnstiluinlos. quo ti
Diiem que logo qui
dor nao esqueceu
arhava a malri
c be lilbo
na forra n
, pclns mu
. mal repr
cheg.iu, fe
la pi
de tu
de
Sargia El-B.l M da talo de 1863.
/ Uto lemport Ibeoscrevi cuilcxlc lim de feve-
roro: e i rcwo dar o molivo do assim fallar, seria
cavaco eni.idonhu aos seus leilore.
Agora eslou deliberado a Kgnir cm minhascarias
o nimio dos rotatoriosdiv blindo a materia em ar-
ligns diversos ; porque desla maneiro cada um lcia
oque mais Ihe ronvcnb.i.
Igrirullura.Ji aMU pojados os igcnbos. S
pela barra do Colinguiba ma tahtnjB) menos de Irin-
la mil cai va-, nao fallando dos tarcos, que j so vo
iilr.xluziniln,soinoltcrmns as caita sabidas dospor-
losdorio do S. rranrisw, Vasa-liarris o Balancia
poderemos com loda aecuraura calcular a safra da
provincia cm 50,000 caixa. No en treta ulo eu da
iniida parle assevern que pouco lucro livemos, por-
Sue se graude foi a safra, grandes foram lambcm as
cs|iezaa fabrica esleve rarissima c lodo o mais
urces-,o io para os upontame/o* dos engenhos, o mis
alciu dislo liados ejii lisongeiras cs|ieraiicas, gaslava-
mos as mao, cheiaa. Eis o prco que lomos (ido da
Babia l.-s-si) o lo anco, o II00 o maaravado, e aqui
leninslidii o I9ill)ii branco.eIr.o mascavado, lulo
fallando ib) |*eco correnlodas oulras ribrirat, par-
que cm Vasa-larris lem estado al a fl<>0 o biau-
l.ou-ideieso a qualid.ide, liiracao e hillos
bis uusm soldados de p.dicia c de mis podrslrut,
que lomos d.i meana hila, a faca-ae Meta dot e-pan-
c.oiiei.b,s,.,ui qui-s*. Irtltdos'us nil.li/e- que Ibes
cjhein as feio/.i.~ garras.
I niiiili
ibis direll
geniado lecm sido,
iaopaco, o olmpe-
-se de pcrgunlar 0 oslado, em que
d.i Maroim I obra gigantesca, que
esl Calendo o bario a sua rusia I, musir assim o
nosso I inperadiir que nn seesquece de nenhuma
piMgem do imperio, .- lamheniibis lemplosdc nos-
sa religiao. Den. queira que lio riva seja a lem-
hranca do corno legislativo o dos Srs. miiuslios.
I.ombrciu-sc que lemos necessidade do augmeulo
dos depulados geraes para assim termos mclhor le-
presenlaco; lemhrcm-se quo lomea necessidade de
un) rogintenlO, que rcmilo os cmolumenlos para
mais, ou eolio levaiilcm o ordenado doajniea mu-
nicipaosedo orphos, e dos jiromolnrcs, allondam
bou ao que disto a respeilo o Exm. Sr. Eii/ebi.i em
los scus i elalorios, quando ministro da juslica.
Muilo mais (cria que dizerscuao fosse cu) urna di-
flo.
lalvcz j Icnha libido oque surcolcil ao Dr.
Y rauco, quando vinha jiii Pedio //a lomar das mios
do Exm. Olivcira e Silva a ailmiiiislracao desla pro-
vincia. O pralicn do vapor a entrar na barra da
Estancia pensando que f.isso a de Vaasa-Banis, o
comoaconlcreii balero vapor por v arias vezcs.liraram
todos alemorisados a lal i.....lo, que v.dlarain para
Iras. Agora nao sei quando por c Icremos csso no-
vo Exm. Uns ilizcm que vem por Ierra, oulros quo
vem por mor anda no mesmo Pedro II, nao soi por
onde vira, o que posso asseverar he que todos o es-
peran! com ardor, al os luzias; mas ou suppoulm
que osles Ionio s esperamm lempre rilu, rene*
* dore/.
Poneos.lias ha que a nata dos saquaremos esleve
na capital para rcrclrimcnlo do Franco, e despedida
do Olivcira c Silva.
Eli
cnlrarnwa cm Junl
novidades, partcula
ro olgunia melhora,
conclua a ulliina bol
Do cerlo.cslo mcz d>
nielo aos babilanles dcsla r
delle as epidemias rcinonlos faziam algumas
mas,lu ante o sou iloinini" nn orlte, augmenlou-se
o numero .telina, pois nem ao un.....s rospoilou a al-
guna vclbna, quo Ionio vencido grandes cdiOlcullo-
sas Iravcssias cm oulras pocas ruto menos calamito-
sas, naufragaran) dcsla vez. O signo do Cvmiitl'
innsiroii grande Influencia no corno humano, car-
voran.lo-sc do Sagitario, fui arremessondoo flexa
son dii, nem dislinccAo. Vejamos o Cncer se nos
Iras alguiua bonanca, dando-nos alguna esperanca
e melhora do futuro.
Tiveinos un .lia -1i, na inalri/. dcsla ridade, a fes-
la de Cori de Dos pelo Inundado doSacramcnlo.
e a larde houve procisso. Nao assisli a Testa, mas
disserain-me que esleve decente, a pro.iss.lo vi-a do
niiulin rasa, e coniquaiilo achasse uella uron.le dlf-
ferenca do lempo pasando, em que uesle dio conctr-
ria lodo o povo pequens o granito; havia gramlc
uiuniacoile tropa, onde apparecia lodo o garbo
militar cm boa parada, lodavia anda nilu Ion ane-
fecidn ailevocilo.bwlies; a acompanharam lm
numero de pessoas, onlre as quacs la tamberoS.
Exc. o Sr. vire-prcsi.lciilc, acompaiihadii do sou ea-
la.lo-maiur rompnslo de oDiciacs o mais individuos,
l'ma cousa, porem, nolei, c lalvcz liguen) coroigo,
o foi que sendo osla |irocissao do grande respeilo, e
muilo rocommendada pela igreja, poneos tacerdo-
lesa aeoinpauharain, o que certomente he para re-
parar, pois a elle compele dar o cxemplo para
ser seguido pelos .levlos; sao autoridades da igre-
ja o guia dos Deis, c quando o'mo exemplu iiasco
loschcfcs, os subdito ac consideran) desabrigado
loproceilo, resultando dahi rutopoderem iquellea
chamar esto coalla, c r.laxar-sc assim loda a reM
ra da obediencia o alolefo. NMo sei a causa que
nolivou I pnura conciirroncia dos Srs. saccnloles
ia dila procissini, mas nao me consla que eslivessem
lenles.
lem atildo osles dina a administrarn de roldas
prov iuciaes occupadl com as arrcmalarocs dos dizi-
inos dos gado, que forma urna das parle inlcrcs-
sinlos da nossa receila provincial. Ton havido al-
gun>aconcurrencia de arrematantes paraos laes di-
zimo, o alguna muito empanluMloa, pelo que nao
sei, I vista do lauto desojo, como lio que muilo di-
zein nada lucrarem os arronalanles nesse negocio,
e anlcs sabiron prejuilieados de inaneira que quasi
sempre esliln requerendo a asscmbla provincial
abale no proco, quando Ion de eflccluar oa scus pa-
gamentoa fazeuda.ou algumimoratoria para, com
vagar e a sen cimiento, salisfazercm as -lias letras ;
porquanlo so os dilns arromalantca aahisson proju-
dicados a primeira al scaunda voz, |H)r cerln que
nao vollariam ao nc-ocin, iiois iiinguou quer ein-
pregar-teera um Irabalho donde nlo tire provcilo ;
he principio cerlo, o que nlo solfrc conlcsInrAo, lo-
go, se ee bomens vollain, c at caprirham para rhc-
aarein a mais.....i do que os oulros, be porque a
cousa sempre deiva algum dolo, que nao faz mal ao
estomago e nem no- edito, nao iprovoilindo o di-
zcr-se quo o abalo, quo eiMoaoMpro a requerer, he
por causa do preluio, porque tal nao ha, o como a
baaemblaquasi aemproeala disposia a oticndcr s
supplieas as ve/es lien) dosarrazoadas, 1,11o sera
aquello quo, adiando ineio de pagar cinco, vai dar
de/, porque como diz o libio Oiicm be beata pa-
ra si, peden Doisquco malo, cao diaboque o leve.
Aqui he coslume velho apparecerein na qecasiao
de.-as airemalace- algumiilrnrrssiidores para es-
pecuTarem, o quaai aempra aroniccc lahlrem-ae
lieiii de silos etperitlare*, sondo o caso deslo modo :
comparece um individuo sem designio corlo do ar-
remalir oflo ou aquello municipio; habilitaste eom-
pclenlcmeulo para faao, o sabe ao campo; quando
v que liguen) Olla! muito empciibado por lal lugar,
c que a lodo o Irause desi-ja vencer, opresciilo--c c
lo/ a -nena ao prcloidcnle depois de llguma lu-
la diz, a esle, sei quo vosa quer o lauro, moa cu
tamben) lenho iTandc cmpenbn nelle por pedido do
um amigo, o s Ihe eederoi se me lizcr algiima ara-
ra que me faca re, do contrario nada arraigaremos ;
o piclcndciil.'que Ihe faz rnnla c.un essa eondlcaO
fazcr-lhe, nn so uma graca. como nicsino duaa,
ou qualre, ajnsia a negocio, o cm resollado a lal
2009000 ou iMMjOut) rs. que i
cscrava Domingas, cujo assai
moa em nossa revista passada. Era umeacriYodo
Sr. (iislavo Jos do llego, oqual, apenas souhodo
boato que enrria acerca dellc. mandou-o agarrar,
c enlregou-o juslica. o perverso confonou em
juizo, com o inaior s'inguc fri, segundo nos dizem,
ludas as circumslanrias uncu criinc abominavcl.
Juslica Ihc soja fcila.
Na minhll de :ll do passado anianbcccn morlo,
nos bancos de podra da ponlc da Boa Viril, UID al-
mocrove, son sigual de fcrimcnln algum ouonqiii-
silo. SuppO-ac |mr sao, que, sendo alorado de al-
gum mal, na tarde antecedente, c nn tcndo por
aqui condecidos, ropousro naquollc lugar, c ahi
fallecer. O cadver eslavo oinorellado.
l-nrain nomcados: roniinandanlcdo corpn de po-
lica o major de engenbeiros Chrialiano de Azcrodii
Coulinho ; c major do mesmo corno o lenle re-
formado Manuel Bezerra do Valle. Censaran) Mor-
anlo as iioiucnccs que interinamente se linham
fcilo, o das quas domos coila.
Terminou no da .11 a fostividade do Mcz Moran-
nn, a qual indo cm progresso, foi ueste auno feila
com maior fervor o brilhanlisino do quo no- ante-
riores, nn ao nos igrejas do l'oiha, convenios do
Carino c de S. Francisco, Conccico dos militare,
Paraizo, Santa Cruz e Madre de Dois, como lam-
ben) mis casaa particulares cao havendo lalvcz
urna ra. nii.losc nlo ouvssccnloarlouvnreaa Vir-
gem Mil do Dos. Logo depois da meta noitedo
da anlcccdciile, cnniecaram os Deis a afliuir poro
os palcos das sobredilas igrejas, c principalmente
paro o do Poda, onde se conservaiaui al as horas
cm que ellas ac abrirn), airando cntico do devu-
co : repicaran) lodos os sinos ; subirn) ao ar va-
rios cuantilas de fugeles ; e ludo parcela annun-
riar una noilc de Natal c urna missa do galo A gra-
da v el illuso....
Oa devoto da igreja da Conccico, deaejusos de
primar entre oa donis por llgumi unvi.la.lo lou-
vavel, lizcram sabir da mesilla, na larde de 31, urna
decenio c mu bella prncissao, em que figuraran)
paramis do 72meninas,clegantcmculo vcslidas de
brinco, algumas das quaes conduziain bandcirolas
la ine.ina cilr, orladas do azul, sendo que o mesmo
andorda SS. Virgen) ero corregodo por qualro den-
Ir ella, de maior I amando.
Acaba de oiilrar do Sul o vapor Mamrij, toldo
Icixado ludo por l cm santa paz. c son maior no-
vidade. Em lugar proprio lem os Icilores as poucas
noticias, que por elle nos vieran).
Entraran) durante a semana 25 embarcarlee sa-
hirain 16.
Rondel) a alfandega 82:1309550 rs.
Fallecern) 17 pessoas: 11 lionicns, 9 mulhcre c
II prvulos livres; 3 honiens, 5 muflieres, c 5 par-
vulos, escravos.
2o barris vinlw ; a Manool Ignacio do Olivcira.
I caixa (ampos e ilhargas de madeira para violas,
I dila bordie para violas ; a Joo Jo6 da Cruz.
10 barris viudo; o Francisco de Paula Peroro.
5 barris presuntos, cbouritjasc paios, lOdiloivi-
nho, 10 dito cal em podra, 20 barrica alptsla; a
Luiz Jos da Cotia Amorim.
IO pipas o 50 barr violto; a Dcane Youlo
Companba. ., .
30 borris vinbo, 20 dilos loucinho, 880nolhos de
ceblas, 1 calile mercurio doce, 10 surroes alpts-
la ; a Novara & Companhia.
1 caixa agoa medicinal, ditas vidros -vasios, 1
fardo flor de abugo, 1 caixa diversas drogas, 1 di-
ta espirilo delouro, 2 barris bzeilcdocc, t dilo vi-
nbo tronco, 2 dilo vinagre ; a Jlo da Conccico
2 caitas drogas, 1 fardo rclallio de pellica, 1 ca-
xa vidros vazioa ; a Jos da Rocha Paranbo.
(i caixas agoa medicinal, I fardo mtlva, i cana
droga, livro do ouro e de prala, o pincel ; a An-
tonio Pedro das Nove.
313 lages; a D. Mariauna Dorolbea Joaquina.
37 pipas, 10 mcias dilas, c 37 harria vinbo ; a Jo-
s dos Sanio Pcreira Jartlitn.
30 sacras semeas; a Joaqun) Jos do Amorim.
1 esleir para sala ; a ordem.
15 sarcos alpisla; a Vuv.t Amorim & Fillio.
5 caixas rap ; a Joo Jos de Carvalhu Morocs.
1 caixa flor de tilba. I dita droga; a Antonio Jo-
so Fernandos.
2 caliles drogas e Iclrciros para vidros ; a B. B.
de Souzn.
100 ranaslraa hlalas, 27 barr cal, 50 barrissar-
dinbaa, Cldilo pcixc ; I Anlunin Alvca Villela.
1 caixolinho com 3 grovuraa, e cxeuqilares de
msica ; a Francisco (lomes de Olivcira.
2 aucorclas viudo e vinagro ; a Jos Tcuoira
Baslo. .
1 parolinho ; a Manocl FilipiwdeFtgueirctlo.
I embrulho rclroz ; a l'roncisco Joo de Borros.
CONSULADO OBRA L.
Rcndimoilo do da I a 3.....8:2919171
dem do dio I......... i43l69
^^
CONSULADO DE PORTUGAL
Por ordem superior e para conhccimcnlo dao,
vegaco c commercio, faro publico o segunte
EDITAI.:
O micolho de sade publica do Reino, !--..... .
evitar .mb.ir.u'os a navegacao, o por termo a reprc-
scnlatSca infundadas e desneressaras, quo parecen')
originadas na falla de conhccimcnlo dos rcgulamcn-
Ins -aHilarios portuguezc cm vigor, faz labor: que
os navioque por escala, ou arribada voluntaria ou
fm cada, entraron em rarta de sai'ulc cm qualqucr
porlo dcsle Reino, oudas ilha adjaceBlc, podero
sem dDIculilade receber debalio do quarenlena
quocsquor refrescos, maolimcuto, toccorros, ou
bjeelo de quo carecercm, nem embargo da falla de
,. la desande. E para que chorno a noticia das
pesaoa a quem posaa inlcreasar, se publica o pre-
sente edilal. Lisboa 13 de abril de IH53.O fiscal,
Or. Malhem Cetario fodriguet Sloarho. Consu-
lado de Portugal em Pernamhuco aos i dejunho
le 1853.-Joaquim llaptitta Mor'eira. cnsul.
eh<
la.
Contando |ior corlo
pillados, dizem quo os
Imi ,i" pedindo que tanc
sern oleilos o cx-prcs
IcrinoiiDi. Manuel (i
os sorvicns q
compromcllc
apenn diga
Os, Coi
Ibes fon
aliaba h
pie se lio-Ib"
sdevida a lo
) augmento de mais dous do-
aquaremas dirigiram-ee ac
onasse o dosejo, que ha, de
denle c chele de policia in-
recz. Olieron ncunipensai
ni prt-slados. Nlo quero
ip.ucial.dade, o por istl
adminulraco nao tive-
t[iesluosa quadradascb
to, non (rol;
no induslria. Nao sei
[Un desscsiu
vi.li/cr, ilgunmoni
preco olgiunorouso i
to provincia, se dep
lolgeoeta dos abales
sao do jury depois quasi
, apezar to" Jubileo, son-
ados uns qualro mais ries-
a desencargo da contcien-
iii-d o menos, louvamoa
posto que tleviom nao
trocm cuaca rirounslan-
ilvidos por tpierercin. nao
llnelo aos advocado!,
coca do quo a falla tic boaa iulcucors e inlelli-
gencio.
Foi adiatla a assembla provincial para o prime-
ro to jiinho. Dizem que o Olivcira o Silva lomen
desabrida opposico tos depulados luzias. Bou) foi
assim, |Kuquo lalvcz tic olgiinia harmona com ti
Franco resulte hcnclirio para a provincia. Sempre
caleris alo as disrusses dc.|iolilica provincial.
Foulemillido do promolorlo deLarangcirai o Dr.
NorhcrloJosDiuuzYillas-hoas, e untucado para
este lugar o Dr. Manoel Ha v mundo Tellcs de Mc-
BCM. Fui lambcm exonerado ta serrolaria o Dr.
Ilrilu, nomcada para succcde-lo o Dr. Antonio
Augusto, juiz municipal da cidade da Estancia, sen-
do aquello nomoado para prorurador-Dscol.
Sotieia dierta$. Tenwc dado alguns casos
do fobre amarella no Maroim cm alguna eslrangci-
rns no lim to me/ paasndo j linham morrillo H
pi-soas do Iripolaco de um navio, incluaive o ca-
pltlo.
O jury Irabalhou cm Divina-Pastura, e foram
julgadosdoua reos, o ambo- cuiidenuiailos um a
galiN iivrpelua, e o .miro a II annut.
J tonos na provincia uma aolTrivol livraria
olobclecida lio Maroim pelu Vrancer Julio laichez.
Sao os livro aqu mais baratos do que em Pernam-
bii.-o e Baha, -cumulo dizem o enlenttedurcs.
llizon que a toctedade de Seliraniui tul C. vai
grara s
iippncnlc os-im son moioi
Ibn, spelo sti.tvidadc da
agora Icriam apparoeklo i
arara; |ioreni, secundo n
pios forom orreniolodos |mi
b.lo, o quo au ha mo |.o
nao houvcra coftamitda i
moralorina.
Enecrrtui-sc aflnal a se-
do 15 dias do Irahalbos. e,
preon)flm foram condemn
r.ivorerido. ila Torlnna pai
cia dos Srs. jurados ; ilo
anda a-im a sua juslic.i.
condescender lanluromou
rias, c que st'i lahiram abs.
pesando bem ajutlica, lo
como que, so a posirgn mais ou menos olla' tlosles,
lirnarriminalidadcihirco.
Dis-cram-me que nesla soss.ui dos Jurado Imuvc-
toni suos cousas boas, c entre ellas que 0 promotor
publico ou urna de sitas acusacoes, levado lalvcz tic
grande zelo o iuleresse |icla causa publica, c (riuin-
pho di juslica, dissera cm pleno audiluriu que a
maior parle da nos-as nilloi i.lados poliriaos, mi era
negligente no cumplimento tic sois devores ou cu-
ino protectora tos criminoso-; oro, e assim succo-
deu, oque nAo parece crivel, o Sr. promolor desla
vez tnoslroii refinado zelo peto bou publico, o a ser
i enlode o sen petun.......lo, pora ser justo devia prin-
cipiar por si, para cnlAo chocar oos oulros, pon S.
S. como promolor he autorldade, c luloridide bem
Importante,aqneni a Ici incumbedeniinciar.acousar
c ludo quinto araba ou ar; -o.....hoco lio particu-
larmente que as autoridades sao protectora* de n i-
iniuosoa, proresso uellas; nao lera litio o milico cri-
minal per venan ? Seguramente o da tic icr litio,
e lora vislo que ello Imple peno a oquello onlori.la-
de que nao onpregar para I prieto "U castigo doa
licuores, ou roa de criniesjiuldicos que cvisli-
n mis lugares de siinju adiccou, os mcios que es-
tiverem a sen alcance, logo se S. S. incumbe de-
nunciar tic ludo quanlo lie erime publico que Ihc
for .o-1 "ubecuiieui", coule.....mi-s a si proprio son
virlutlc abroma, quando nvoilurtni a propoalejio de
que os auToridodes erain protectoral do criinc, sa-
boulu disso S. S. son proceder como Ihc man-
ila a lei. Ahi esta porque os vclhos dizem que u
inundo boje est torio, que o sol o a la Ojo aiidam
m.ii- ao redor da Ierro como, j foi cm algum lempo,
e sim cala passou a andar cm nula daqucllcs; quo
os galos n.lo miain como cm oiilro Icii>|k> ; que as
gallinbas nao pOera ovos grandes, quo as chancas
nlo tlflo mais (abaco aos luis, c lio,lmenle que os
mojos de boje sao rapazolat tonteados, son juizo
e sem asento; he pm MM c oulra. quo vo appa-
A opposicloaqui lomou n graca |ior veras; o fez
thcmotimo/iKitfopora o meu amiguinlio Argot, do
maneiro quo Ion dado u que fazer au promotor, fo-
zcndo-lhc auar camisas sem saber u que ha de res-
ponder, e por mais que invoque o auxilio to lia Ca-
lhariua e de sua boa irina lia Margarida, nao lia re-
medio ao ariiilirem cm tan triste potiejio. Vivemos
como se -abe do embrulho.
Fallereu no tlia 27 pola- sele horas da larde um
dos nossos mais abaalados, c concciluados proprie-
l.uios, o Sr. Antonio Fornandesde Carvallio. Com
Hade ja de N:l anuo, cmplelos, nao pode rcsislir
mais as enfcrmldadc- chioiiicas.quc lia muilosolTro,
tentlu o ten maior mal uma grande frouxldo de
ervos que padeca a poni de inultas vezo por si
nlo poder servir-so da proprlas mo, precisando
quemuajudasse. .Tronco de tuna numeroaa ere-
DIARIO DE MIMHHII0.
Pelo rapo* Muran/, cnlra.luaiilc-lionlcmdnsiil
recclicmns jomaos do Rio de Janeiro al 25 do pas-
sado, e da Babia eAlago ale o i.- do crranle.
Recebemos igualmente as carias dos nossos cor-
rcspontloilcs.quedcixamos exaradas cm oulra liar-
lo ; c ao quo nos eommiinica o da corle, cabc-iioi
openos acrcscenlar o seguate :
A resposla a fallado Ibrono havia sido apresen-
ta.la nlo ti na cmara lemporarta.eomo lambem m
leado. Km logar competente oflerecemos a consi-
deraco dos Icilores, ambas essas peas.
Os'Srs. miiiislros, do Imperio, juslica, guerra cos-
Iranccirosji linham lid" oa rompeloitcs relalorioi
sobre os negocios de suos rcparlicnes.
O scno.lo opprovou no dio 21 o parecer da com
misso de consiitiiicA.i e podere*more carta im-
perial, que nntneou leador do Imperio ao Exm
Sr. Souzn Hamos ; o prosegua na segunda discussAi
do projcclo queaulorisa a creacAo de um banco na-
cional.
<)s Irabalho queoeraparam a llnelo da cania
ra dos depulados, erain Igualmente destituidos dt
iuleresse.
Aehn-sc nomcado pora ronmiond.iro brigiie-escu
na Lci/alidaile, estacionado nesla provincia, o pri-
mlo le.......e Jen do Silva Bruteo, em aubsiituioa.
du cnpilu-loiienln l.oiiicneodaSilva Araujn Ama-
lona*, que po lie. demissao.
O ronunendodor Veiiaucio Anlonin.la Rosa, ne-
gociante por muilo, auno, da praca do Rio, c re-i-
denle na provincia do S.-Paulo, havia uro anuo, foi
ossossinodo por um son cscrovo, na sua fazciuhi d.
Pinbal. Perpelradu o criinc, o assassnu suir-
doti-se.
Tinha chegado ao Rio abarca porlngucza .ra-
:oiid.s, prormlciile de Buenos-Avros, com II dios
tleviagem. Na MU dajornae*, refera o capitn que,
lotlua ua dioa, havia fnrlcs lirolcios eolio us sitiado
Hend DIVERSAS PROVINCIAS. menl" do tlia 1 a 3..... 2:721-5:110 eostws
dem to tlia l........ 119*977
7S5V89
Exporl.icao
Porto o Lisboa barca brasileira lliplr
ladas, condullo o Kguinle :771 MCI
Cai,90TellOI e I caixa com8,llvS arroli
assurar, 1 cala um Togarciro,-272 co
I chapa pora fogo, 3 hcela raslatili
1 caita doce secco. I barrica farinl
I dila dila de
has tic assura
leSSDIono-
. 539 barr
c I libra ib
as saleados
conleilados
, I borrico farinha tic mandioca
rula, li!Ki sarcus com 3,IS0 arre
96 couros seceos com 3,010 li
ConccicAo Flor d;
roiuliiziu u sccuinlo :
301) arrobas de ca
Parahha, hiato brasileii
Virludea de 2fi toneladas
10 voluntes de molhado-
Caal, hrigue inglcz .. Brvit V Mor, de344 lono-
lada., condoli o seguinte: 3,HOI) saceos con
19,000 arrobas do ossuror.
KKCP.IIEDOKIA ni*. RENDAS INTERNAS CE
RAES DEPERNAilDUCO.
Rcn.limoilii .India 1....... 3078707
CONSIT.ADO PROVINCIA!
Rendimo)lo iluda 1.......9:320,144
Cambio)
Algol
Assucar
Couros
e -iliodures, e que so receiava un
cidade por mar o |Kir Ierra : que
mira riguroso, MIMO erando a pon
hre. por Icrein subido milito OS |
comesliiois; quo liiialmcnle pare
Biionos-A v ris ludo us nav ios i
.luifl:'iH \ se, |his, que a ser exacta essa u
retallado favoravel obteve a mediafi
liviana. .
Em Macc rcinovan, sccun.ln .1
cmaras de sancue e febre Intermit
res eslavom por um alio proco, e a ct
lo, alm de 'n, nao era inluelento.
taque ceral
bloqtieio so lor-
ia da classe |io-
:cos to lodus o
ni) ler sabido di
eslrangeiros, sendo i
tihuui
o-bo-
7-e;i.no,
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendmenlo do da I a 3 .
dem do tlia I......
34:587*4I
12:4099706
I7:0.5I-I)17
netcarrciiamhoje li ilejinilio.
Barca ngleza Hcnr.a mcrcadorias c ferro.
Ilriguc nclez Camilla liacalln.
Patacho )iglez i ciddilo.
Ilrigue nldcmhurguez Miaa farinha de
triga.
Patacho oldonburguc/. llatterman mcrcado-
Imporlcicao'.
Barca porlngucza Ijcai, viuda de Lisboa, con-
signada a Manocl Joaquim llamos o Silva, inani-
fcslnu o segunte :
36 pipas, > mella ditas o 112 harria vinbo, t cai-
xa mereui io tloco, 10 barra cbourica, 10 pipas vi-
nagre, .'- ai vites !i.i|......a patolca o lioncleade o-
lcatlo, fl saccaa fciao, 7 caiiolea velas, H moios de
sal, 20 caixa ao.o de millo ; aua'conaignalarios.
lo pipas, 4 ineiasdilas c 1 barris vinbo, 20 barris
atiere, 20 ditos loucinho, 7 catos cera cm velas,
20 barris manlciiudc porco ;a Francisco Sevcrion-
nu Habcllo & Filho.
30 pipas, 115 barris o .iaiicurclai vinho, 311 pi-
las vinagre, O caixas ... lavrada, 1 lata rap, 20
lardeas farinha de tren, 5 eaiiolcs bolacda d'agoa
: sal, 100 sacias semeas; a Thomaz de Aquino Foli-
cea & Filho.
50 barris cal cm ped a ; a Benlu Gandido do
Mora es.
I caia livro e folhclo ; a Ricardo xlc Freilas ti
Coinpaiilna.
i caixa- livro c follietos, I caitolo J'anoramat c
livroa diversos ; a Miguel Jus Alvos.
I cu va livro e Tldelos; a Mor.
I cala livro ; au padre Jos Antonio do- Sanio
Leita.
I caia earlildas; a Joaquim Mouieiro da Cruz.
10 borris azeilo doce; a Jos Fernando. Fcr-
rcira.
PRACA DO RECIPE 1 DEJINIIO DE 1853
AS TRES MORAS DA TARDE.
Arriata temaual.
- Fizcram-se saques a 28 I [i ti. por
I- pnrin boje depois da entrad
do vapor do sul houverain letra
oirerecitlasa28 l|2.
- A primeira surto escolliida obteve
50J, c a regular 55700 por ar-
roba, e a segunda do 59300 a
5*500; lamben) se fez venda de
algum existente na Parobib;
praio.de IMIl a fi!>t00 por arro-
ba posln o bordo.
- A enlratlalcniliiniiiiindocoi
dcravclnicnlc, c a venda do br,
co regular de 13850 a 2I50
por arroba, o lo mascavado de
13500 a 15BH0 rs. por dila.
- Ilouve uma venda a 110 rs. por
libra dos salgados.
- Vendcu-se a 558 por pipa.
- De Iros rarrcgamcnlos chegodos
esla semana, um vendeu-sc de
12500 n I2B7IKI por barrica, ou-
lrodell--1 lalIJJOO; rclolbou-
se do 12 a 139, o Tiraran) cm ser
7,.50o barrica,
- Veu.leii-se de 39500 a i por ar-
robo do Rio Credo, de 3*000 a
:t-ll I de Monto Vdeo, o de
333001 SfWO a de Buenos Av res.
A cxislcnle monta o 38,00(1 orro-
has, sendo 96 do Rio Grande, c
l2,CiHidol(ioilo prola.
i- dem de 15950(1 0 lli-3 |ior borri-
ca da de llollmorc, ede I(i3 0
IrlS-'iOO da tic Philodclphia, o fl
l!).J da to Trile.
- Rcbolcrain-sc letra de 2 I 7 mo-
zos.lo 8 a'.) parenlo ao anuo.
- Du assurar do Macc para Liver-
pool a 50 s. em caixas, c a 40 em
saceos com5por cenlo, c.loal-
godilo a 5(8 por. libra.
Fiearam no porlo (i!) novios, a saber: 7anMrieanot,
I auslriarn, 39 hrasileiros, 2 riauce/es, 2 hespo-
nhnos. 1 hanihureuez, I hullandez 17 incle/es, 2
Oldcnihurgiifzcs, (i |Kiilugiiezcs, c I suero.
THEATRO DE SANTA ISABEL.
GRAMO VARIADO EXPECTACliLO.
QUAttTA FEIRA 8 DE JUNHODE 1857,.
Recita extraordinaria.
Logo quo o Exm. presidente da provincia k dig-
nar comparecer na tribuna, a orehealra cieculai
pela primeira voz uma linda ouvcrlura da o|icra
A REPRESALIA.
nm[)09i(]o do mcslrc Mcrcadanto, arranjada pan
raudo orcbcslra pelo director to mesma ; o lera lu-
gar o drama cm 3 arlo o ornado de muiica
0 CA10ES no roco.
No dm to primeiro acto, o Sr. Pedro Nolasco Bap-
lilla. director da orrlicalra, etecutor nu seu ophi-
cleidc e sobre a secna, urna
VAIUACO'ES.
com|NMtlo do mesmo Sr. P. N. B.
No lim do segundo aclo a orchcslra execulara a
I!mili. DE RADAJOZ.
arranjada para orchcslra pelo mesmo director.
No lim do lereelro aclo, o Sr. P. N. Banlisla exee
rutar numesmn inslrumoilo, lambem sobre a Me-
na, urna grande c linda
Terminara u espeeloeulu con) a graciosa c lempo)
applaudida Tarca
O ASNO SEMPRE HE ASNO.
Os bilbeles, tanto do camarote romo do platea
acham-sc a vcuda desdej cm cata doSr. P. N. lia;
(isla na ra das Cruzes n. 3, o no illa do etpeclacu-
lo, no cscrplorioilo Ihoalro.
Principiarnos 8 boros.
AVISOS MARTIMOS.
Cata
Baca
Carne secca
Farinha de lri|
Deaconlo- -
Frclcs-
MOVIMENTO DO PORTO.
rVcirfOl eniradotnndia 1.
Alnnlovi.hn27 dias, polaca hispanhola /tonda, do
135 toneladas, capilao Antonio Rodos, etpiipa-
ectn II), em loslro; I Viuva Amorim & Plliot.
Rinde Janeiro e porlns intermedioII dias c lli
horas, vapor brasilciro Mucury, rnnunatitlanlc
l.uiz Corroa tic Mello. Traz a scu bunio, pora
esla provincia:aaltores (uilhcrmc Mart|ues
de Souza.c Auuuslo Leal Ferrcira ; as cx-pracas
Manocl Antonio, Malhiasliomcs, Vicenle Alcxan-
drino, e7 prarasde pret ; o loicnlc J. Pire
Mnuleiro, segundo dtloa Pcdru Maria Amaro da
Silva, c Jos Marta de Carvalho Jnior, Vctor
Chatanay, Carlea Busrhok, Domingo Francisco
Alvcs Ferreira, Jos Antonio dos Santos, Joo
Telieira tic Mallo, Manuel Jos de l.ima, Jos
Joatpnm do tllivcira: scgiion pora o Norte, o Dr.
Anlonio Jus Maria, o escrivo Vctor Jos. Mana,
I segundo cadete, Mi piaras do nrcl do 5- hala-
lli.m ,1o nTaiilario, o ex-prtn;a Si uslano de Sou-
7.a, o _' ev-ihla-de morinha.
Terra Nuva- 31 din, litigue itiglez limma, do 207
toneladas, capilao Thomaz Fcrrv, cquipagem 12,
carga hacalhau; a Jamos Crahticc A Companhia.
Rio do Janeiro ludias, hrigue brasilciro i:lcrn,
do 181 tonelada), capilao Joaqoim Feliciano di
Silva, ci|iiipagom licurgo vario) geiicms; a Ma-
chado & I iuheiro. Condiiz I passageiru. Ficou
do quarenlena.
dem27 dios, hrigue brasileiro Fortuna do Nor-
te, de l'.HI toneladas, oapilSe Marcos Jos da Sil-
va, eipiipaeem 12, ruga varios genero; a Jos
Candido de llanos. Condiiz 3 passagoiros.Fi-
cou de quarenlena.
Maranlio36dias, hiato brasilciro A'OM Olinda,
de 85 lonelodos, mcslrc Cuslotlio Jos Viotuio,
cquipagem !), earg ano/.; a Jos Jacorn Tasso
Jnior.
tVorto tullid uo me*mo dia.
Marsolha hrigue Tranccz. Catar, capilao Bcrns,
carga assucar.
Obierrarao.
A escuna nacional Lindoiu, commaudanto Joa-
quim Alvcs Moreira, rccolbcu-sodo coinmiss.o.
PARAOARACATY 1
segu cm poucos tlios o bem conbeciiln hiato Ca-
pilmrilie; pora o reto da carga o passogeiros, Ira-
ta-sc na ra du Vgario n. 5.
Para o Rio de Janeiro segu al e dia 10 do
correlo o hrigue brasilciro Sagitario, de primeira
classe, o tpial inda pode receber alguma carga, es-
cravos a Trole e passageiros, para o nuaea ton cx-
ccllcnlcs ctimmodos, a tratar; na ra to Collcgio n.
17. segundo andar, uu com o eapihlo a bordo.
Vendo-so urna barraca multo bem construida,
de 15 caitas, prompla a seguir viagem para qual-
qucr parle ; quem a pretender, pode vogf)im Fol-
ie do Mallos ao p do cluTariz, que ahi esl Tun-
deada; c (rotor do ajusto, cm casa du Sr. Joaquim
Rihciro Ponte*, ra da Cadeia n. 51.
Vcndc-sc u patacho nacional Emulaeao, de
muilo hua coo-li uro.'io brasileira, o esl promplo a
navegar para t|ualqucr parlo : os prelcudenles di-
rijam-so a bordo para corrc-lo, e tratado du ajuste
rom Manocl lioncnlves da Silva: no scu eaeriplorio,
ra da Cadeia do Recito.
PAKA A BAHA.
Si'(jne o liiate nacional Fortuna, cnpi-
tiio Jusc Severo Moreirn Rios: pura cai^-
ga ou passarjeiros, tmta-ac nn ra do
Trapiche n. O, primeiro andar, ou com
o capito no trapiche dotaleodo.
Para o Rio do Janeiro salur mprclerivcl-
mcnlc no dia 8 do corrcnle, a barca nacional Fir-
meza, recebe passageiros c escravos a Trole : a Ira-
lar con Manoel -da Silva Santos, ua ra da Cadeia
n. 40, ou cam u capilao na praca do Coniiiierrio.
LEILOES.
N. O. Ilicber & Companhia Tarilo Icilo, por hi-
len cnco do agento Olivcira, o porconla c risco de
Jucm perlcnrcr, tic cerca 100 barrica tic farinha
c Irigo, morco Fontana, ovariada a bordo da cale-
ra iuglcza Corrillo, capillo Soycll, na sua rcenle
viagem de Fime poro este porlo, segunda fcira fi
do curenle, lis dez boros do manhila, no armazn)
n. 1, do Srs. Roslron Rnokcr & Companhia, horco
dooncalve, no Kecife.
Tcrca-Teira,7 do corrcnlo, ao mcio tlia em pon-
i, bavera Icilo no orinaron do Miguel Carneiro,
na ra to Trapiche n. 38, tic urna porco de borri-
cas rom bolacha lina iuglcza, rhegada ltimamente,
sendn em lole a volitado do comprador; assim romo
lambetii ir a Icilo urna machina nova de dagucr-
rculvpo, cum laminase molduraa, um carro tic I
rodas cm bom e-lodo, e diversos objeelos tic boira-
cha.
Quinla-Tcra, Odocor-
rcnlo, as II do inanlia,i,
o agente Anlunc lera
Icilo cm scu armarcni,
ra da Cruz n. 25, de
les de loda as qua-
lidadca, novos c usados,
tlou pianos usatlos ,
choriilos to Babia, salvo-, colhorcs c cailieaca tic
prala vclha, varios jnias to ouro, e oulros muitus ob-
jeelos que scro vendidos barato.
Moje. (1 dejunho, polas 10 hora da manhao.
no ro da Madre de Doos, armazcm n. 21, hovera
Icilo de 50 caitas, conlcutlo cada una 12 queijos,
chegado prximamente do Havre.
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AVISOS DIVERSOS.
EDITAL.
O Dr. Manoel Clcmtntin Carneiro da Cimba,
jai; municipal da primeira rara da ciitiule do
Iterifc de Pernamtiuca, e audictar de inarinlut
por S. M. I. e C. que Deot guarde, tl<
presento edilal
do hrigue sai
oaia da Coslinba,
dentro do prazo de
Faeoeoboraloilos quanlo
ou. que cm virlude do ortigo 8. do decreto u. 708
de 14 deoulubro de 1850 sao convidados tolos
Icressados DO casco e nert
rolina, c opprebentlido
marca do Rio-Forinoso, a
u auno, allegaren) oa seus tlircilo pente osle
juizo, na conformidade do decreto ariina citado. E
para que a noticia tic lodos ebegue, mande lavrar o
prsenle que ser aullado nos lugares mais pblicos
dcsla cidatlo, e publicado pela iniprensa. Dadoe
pastado ncsle juizu d'audicloria de marioba aos 3
do juolio do 1853.Eu Jlo Saraiva de Arauju lial-
vlo, cscrivlo i'-ctcvi. Manoel Clementino Cal-
miro da Cunlia.
DECLARADO ES.
O arsenal da
nwlhorainenlo do
cm bom oslado.
imrl.
itha compro para a obras do
i, canoas novas ou usadas
Nesla lypographil prerisa-aodc um prelo cap-
tivo poralogool menaal.
,r. Ileducloret. Fallara cu ao mais sagardo
lever, so dcxassc passar wn silencio o meu reco-
aliccimenlu, cono cncarrcaailu da criilicanle devo-
cu do mcz Marianno, celebrado )iu convenio de
Sanio Aolumu tiesta citlode do Herir, pela grande
on.ljiivaco, zelo osolciliide que prettoo paran
lito ocio o mui digiiu reverendo padre guardi.10 do
tilo convento, assim como a maioria dos rcligto-
,us ; tornando-so tlesl'arle tliguos dos mai bem tnc-
eeidus encomios, e lioatidu por sao pcnhorad.i a
ninlia graldlo. Dignon-sc |iois, Sra. redactores,
razcr-inc n obsequio tic dar nubliritlade a eslas nial
trabadas linhas do |sou mullo afloclutiso c nbriga-
do criado, .tntonio Marque* Fariel.
Fiirlaram do sitio das manas du Tallecido pa-
dre Flix, oqual lica nocaminho do engenho Iii-
qui, na noilc paro amanhecer no da 2 to jiinho
mu carillo caslanho escuro castrado, com os sig-
naos acguinlcs : |wquoio, baslaule gurdo, com uma
hola prela polo IouiIhi ; caliera c orelhas peqnenas,
muilo ardego a esporac a sipo, c com dos inarros
tiligas nusjoelhos, poucu x siveis cum uma liana
uo quarlo eaquerdo, denle quebradtw, e he cce-
lo ; andador baito al mcio, c passeiro, bou rolo,
soltador curio, e baslaule passannhero : pede-se a
auloridade policiacs quo liajam de tancar suas vis-
ta, nlim to ver se ronseguc o abaxo asaignado re-
ceber o dilo ravallo, o a qualqucr particular ow
delle der nulicia ao mesmo alwixo awignadu, na
ra Augusta, casa n. 33, u qual baslaule etuiheci-
racnlo lem do dilo cavollo, e para melbor sigual
quando galopea be muilo ossoprattor. ou no enuc-
hutUmorm Orando, Tregucza de Agua Prela. mi-
do mora o Sr. Pedro Miliano da Silveira Usa.
socio to dilo engenho, que se pagarlo lodas as es-
pezas eom generosidatlo, onde Tor entregue o thl"
ravallo. Joaquim .tntonio Santiago Una.
L. Leconle Feron & Coinpnihin ,
precito aliigar um sitio, casa, e pie leja perlo da prara : a Mu-
lar na OBia dos aniumcianlcs, na na da
Cruz n. 20.
Perdeu-Mi dual ledulm de vint*
mil re'is, desde a ponte da na m Aurora
ate o aterro daBoaViltn! tjuem aiachou,
(p)erendo i-cstilui)', ra' vor, poripie a
penoa tpie |ierdeu ewedinlieiro lie |ol)i-
e ton de pagar -ssa quanlia : no aterro
Ja Boa Viitn, toja n. 58.
- Precta-so do urna |icasoa rapaz, equ
dor a sua rnnducla, para vender razendas na n
na ra da Rudo n. 15.
Precsa-ae alugar urna osoiava para lodo o
v icu de uma casa de pouco f,mi i lia: na ra da U
ioja de barbeiru n. 53.
aula
do I
um
min
que
SCtls
llrr,',
no,
..-.i n
quel
mi.ll
rom
mar
por
leir
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fabe,
Pose
ra os
rbicrc
par
buho
tf li.
Teiloi
Para
re,
SCI
l;
d Ib


1
AOS MOTES.
J. .I.nio, o bem couhccido dentista li.i milis do 10
anuos ncsta praca, pode Mr procurado n qualquer
hora, na "ii.i residencia, na ra Xovnu. I'.', primei-
i.i mular.
O solicitador de capcllas, residuos de 1." e 2.
in.laiicia, niiiilou sua residencia |>ara o palco do
Terco n. sobrado de um andar, onde seni cn-
rmilrado de nianhila al 9 doras, c das 3 al os 5 da
Urde.
Gralilica-sc liem a quem entregar a cu dono,
ii.i aterro da lloa-Visla defroule do Ir. 77, urna licu-
ada com caslo de marllni, que na nnlle de 31 de
iii.iiodesappnrcceu do enmarle n. ti da segunda
,r.liiii. no iliealro de Santa-Isabel.
_ Aluga-sc o lercciro andar do sobrado dama
,..lnila do Kosario u.il, com mullos corumodos:
i,,. ''-'.....lo andar do mesmo.
UAIIAME HOUTIEH. MODISTA FRANCIA,
NARUA NOVA N. 58,
Km a lionra doannuneiar ao ratpcllavcl publico o
I uliriil.irinciilo ao* seus fregueie, que aralia de
recelHT um lindo sorlimcnlo do fazendas lodas de
ii.lo, sendo hirns do llnlio, fd, ponuas, llores cIl-
las, ricos clia|>eus de seda e caberocs de Idcos, ro-
meiras guarnecidas de bicot, capcllas de flores, Iin-
j .. veas da montara o laubcm para casamento, lu-
yas do pellica para nolvas, loucos para meninas e
enancas, jirosdenapolcs de lodas as cores, chapeos
de palha para senhora c meninos, baloias para ves-
tidos, mcias para senhora e criancas, e oulras mili-
tas fazendas |>or diminulo proco : na mesina luja
fazcm->c vcslhlus de casamento e baplisado, loucas
deiiii'iiinas escnlioras, ca|Hiliiilios de Indas as qua-
lidades, com perfeicao e preco rommodo.
Joaquini Ferroira Hamos, brasilclro adoptivo,
tai fazer urna viagem lora do ini|ierio: quem so jul-
tar ser seu rredor, podo dirigir-sc ao mesmo, para
ior-alisfeilo.
I'er.lou-sc no dia 31 de maio prximo passa-
l.i, J,i ponte doCacliang at o sobrado do Viegas,
lirullio com subscripto ao Sr. I)r. Lourenco
Do I. de junlio em dlaftle, alnga-*e o segundo
andar da casa n. 8, da ron da Aurora : quem pre-
tender, en(onda-e com o.Ilhn. Sr. Joao Pinto de
l.emos Jnior, morador no primeiro andar da mes-
illa casa.
DAGliERREOTVPO
Avisa-se ao rcspeitavel publico que o csta-
bclecimenlo do aterro da Boa Vala n. 10.
est passado para Santo Anlonio, ra do
(ueimado n. 14, segundo andar, onde o rc-
iralista poder ser procurado das 9 lioras da
mantisa as 3 da larde; aqu os pretendemos
sahirao Inteiraiuenle sallsfeilos, nao so pelo
variado o bello sorlimcnlo existente para os
retratos, como pela scmellinucn da |>cssoa
fielmente copiada, pelo eloclrotvpo, o relra-
lisla pois esta promplo n salisfazcr completa-
mente aos que o procuraren!.
O rosto doshilhclcsdesla lolcria acliam-sc a ven-
da nos lugares soguinles : iraca da Boa Visla ,
casa do Sr. Pedro Ignacio llaplisla aterro, loja n.
1H ra do Cabugi, boliea do Sr. Morcira ; praca
da Independencia, loja doSr. Fortnalo ; prara do
Livramcnlo, loja do Sr. I). J. Monleiro ; r
3
NOVO MANUAL
l)B
MEDICINA HOMEOPATHICA
K Ififrl
?g
1)0
;,. .le l.ourciro, coulendo uns mil... de invena
v^lOOrs., c urna caria dirigida ao mes.....Sr.
l.ourciro ; roga-so a pesua que acbou esle eni
lio, queira entregar cm rasa do referido Sr. I)r.,
ni na ilo Queimado, loja de Custodio Jos de
,,illm (uimarSes, o qual gratificar n |>essoa do
.jiii-ni receber ditos papis.
A i" --.'i a quem fallar una rnixa do la-
tan ile peala I,i\ i .na. dirija-sc a Oliuda, ra de
Malinas Forrara O I i, quedando os siguaes ccr-
I0.II10 ser cnlregue. Foi apprebcndida na unto de
um un .loque que a quera vouder.
O aballo assiguado, dci\ou de ser cai\eni do
Jos.. Antonio da Silva Vianna.dcsdc o' dia 30 de! X 'rW-*-,"> f""> Tanles P?" ">w *

Jo coirenlc anuo ; igradecciulo-llic o I
Ir.ilaiiu'iiloquc recebeu nao s do mesmo como lam-
i'i'iii da sua illusirc familia.
Jos Ignacio Ferreira /tabello.
I're< ki-se de um amansador: na padaria da
1 iiii Dircila 11. 69.
J/ojo :: 1111 I, i ff i 1,1 fl do correnlp, a urna
Imra da larde] dopoisda audiencia do Sr. Ih. mi/
tlucivel da primeira vara, se lio de arrcmalar por
NT a ultima praca, alpuos osera* o* o movis pe-
nhorado* a I, timheliiia Candida de Mello por e\c-
cu{5o de Jos Mafia de Caslro Nunes, romo lulor
dos menores lillios do fui ido Francisco Joaqun, de
Castro Nanea*
Por pro* silo do Exm. prcsidcnlo daprovin-
rla, Dr. Francisco Aoloolo Hihciro, l>. l.uiza An-
iiesde Andrad, l-eal e suas manas I). Seiiliurinhn
ilc Aneea HiUunMii i l.cal do Itczcnre o Therczade
Jesui l.eal, *9 ni)crin cm sua casa urna aula para
rdiirac.lo do sexo f'cmiuiuo, e lem contratado mes-
Ira pira aquellas arlcs,quc nao se acliam hallila-
ts para eusinar* Oemioo cnisia de ler, esere-
\cr,contar, crainmalica nacional, arilhmelica, fran-
rw, ingloi, mofllea c danra, doutrina chrislaa, liis-
t"ii.1 HKrada leituras inoraos, coser, bordar de
itivenaa 'iiialidadcs, caenndoe lalijrinlhar.e oulras
labilidadesproprlas do wao: os palada familia que
wdiuiiareni eoBllar-lheaaadnoacao de soaipresa-
l;t' ''lli.is licar.ui s.ilisl'citns pela delicadeza e esme-
inriiiiique sero tratadas, e (ambem pelo angmeiilo
|aeellas ter&o em esludos c Iwa educacio : rece-
sarn-se pensionistas, mcias pcusionsls c externas,
Mediante um prec,o razoavel, para o que poderao
verprocaradas na ra de Sania Rila (oulr'ora Fa-
niadeft d, quem vem da ribeira o segundo so-
bradu au pe do de vapanda encarnaila.
CONSULTORIO HOJHBOPATHIGO
tiiK-iel Himnnl, sprofOBBOr de limneopatliia
pela escola do Rio de Janeiro, continua a
dar consullas grath aos pobres lodos os dias
uleis, das 8 boras da manlia at80 nieio da
do sen consultorio, ra das Cruzcs n. 28.
O aballo assiiuiado fazseicute que, ape/ar de
lUtorbedo nus pela senbora sua mil i, como porlo-
tlif.s mais lierdciros, para admiiiislrar os nepocie,
io casal de sen finado e prc/ado pai, o Sr. Joo Car-
kn IVreia de lluri;os l'oncc do l.eun, liavit-<>s, lia
nniilo, dciado discri;ao l.i incsma casa, da qual
lomou conlain nomine seu mano Jos Flix Pereira
Je Huiros, que j;i tinlia nas prclences, e porque
bao depois de sua dri \;u;.in lem bavido enormes pre-
jin/os, por ser salientemente mal administrada, nao
quer, c nem deve o amillonante lomar sobre si a
X'sponsabilidade de fados d'outrem, e oque nlo ba-
ila declarado pelos jornaes, por que d'aluuina ina-
m'ira ia ol'ender a alguein, mas j que encelou-se,
f lie i abai\o assifnado instado a defender-*?, arha
ni i Mi-ubricado a esclarecer o publico, para Uno
uppor que osen cspanloso regreaso lu de\ido ad-
ninislrai;lo do anniiucianle. Outro sim, faz cerlo
sjne escravoe. Joaquina e seu lilbo /enon (sao
nos, c por lano, visla de scus leeacs ttulos, po-
ilcr.i dhpor, sol sua rcspousabilidaile, quando e vu-
iiH' iiM/rr, prcveiiindo ao publico, que niugucni fa-
ta negociu ali;um com seu escravo Jos;, marido da-
<|iiell.i, que, scduzido de seu poder, foi occullo no
tn^enlio Ajh.is Claras, por quanlo nao vendeu a
icm. Prolesla contra todos aquellos que eonli-
iii a comprar, ou lazer qualqucr IraiKicrao
ns do casal OO seu linado nai, fallecido em
.SdeflfHI, |Hiis que os ditos bous anda estilo
l^rp.irlilliar-se, e lia orpliaos, c ncnliun dos licr-
doiros (cm o dirclo de chamar seu um bem, que
"i d'inn. cm dclrimeulo-d'oulros. S9o lambcni raspon-
Mvri-t (oilusnqucllcs, que reccberein daquclla casa
linlicim, c oulros quaesquer objectos a pretexto de
pacariiciiiu 'o que eflccluar-sc |kkIc como o nnnitn-
nmile na orcasio do inventario que vai proceder-
* Bsem previo consentimenio do respectivo juz
ilriliiu., c te-dos os devedures que nanarem ao ca-
uI.mmii ser ouvido o annuuciaute, licam oMgadoa
l,'"'.....Isa-loda quola.que Use pcrlcnccr cm ditos
Pililo., por isto que pelo presente se lira t mi os os
ssdera por elle dados, para cm seu nome fazer-se o
N lequcira, a titulo de ser fcilo a boW do casal.
Bngj ilin i nA| 07 ,|c nuiiu de \H33.Jittonio Car-
io l'neira tic Hurgo Ponee de Len.
* l'rcisa-sode um fonieiro que sababem Ira-
l'dlliiir ni sua rwcuparlo; nao se olba a dar bom
faenado: a tratar na ra estrella do Rosario n. iJ
. uem anuunriou precisar de tiOO^iNM) rs.
lUr"-. dando (-or garante 5 osera vos nesta praca, au
, 11a do |,i
vraineulo, botica do Sr. Chacas ; na da Cadcia do
Rccife, loja de Domneos Teiscira Raslo, eem ca-
sa do Ibesoureiro ; cm Olinda, casa do reverendis-
simo vinario, at o dia 8 do correte. Nos dias l o
10 al a hora de andarciu as rodas smenle se ven-
derla na Boa Visla, loja n. 18, aterro; S. Anlonio ,
loja do Sr. Fortunato, o botica doSr. CJiagaa, o no
Heeifc nos nuwmos lugares j indicados. Rccife
dejuulio de 18.">3. O Ibesoureiro, Jote Teiaeira
Iia*to.
lotera de s. mino martvr.
As un Lis, I,-.i., lotera andum no tlia 10
'lt> correte, no consistorio do matriz da
Hoii Visla, leja qual for o numero de l>-
llioles (|iie existn por vender. Rccife 2
dejunho de 185."). O thesourciro, Josti
Teiscira Ilaslo.
;s; :::::;::? s SS?s;sK:R
A. LACAZi;, SeCESSOR DECA-
1 SEHIH GARNIER4C."
lema honra de |iarti.-i|iar aorespeilavcl pn- S
Miro i|ue nm.loii sen esl.ilieleeiniento de re-
W lojoeiio do (lem da lina Visla para a ra A
Nova n. 2, c\-loja dos senliores arima, ees- j-
i
ronl-
listarAiidas pessoas que se diiiarem a
W iiuar-llic sua ronlianra.
i? 1111K M8 K s g i
Clicrjon alinal o complemento do 0.
rolume 'los Misterios do Poyo, prehende a poca das cruzadas; os se-
nliorcs (lite tncivni comprado ate o I .
(bliieto uesta obra, terBo a Ijondadc de
inanilar buscaros SeilS ltimos (blhetOS .
i|iir lir 11. c I'., na loja de Joao da Cos-
ta Dourado, no pateoyuo Collefjio, onde
tambem se Minie a ulna completa.
Arrenda-an o prlOMifo andar do sobrado .la
ra do Craipo n. 1:1: quemo pretender dirija-sc i
na do Trapicho, arina/.cn n. 13.
Arren.la-Mj pur tres anuos o ciici.Iio Ila-
nlicnua, na ribeira de Pod'Albo,atenle o eorrente,
rapaz de safiejar qualro mil liles, Ierras encllenles
(auto para caima, rumo para toda a ipialidadc de
legamos 0 mandioca, .iplimn cerrado para refa/er
gado pelo sen [amando lema'flguroiCOpOOOrs. do
l.'.i .i dos moradores, c lie sumido mar^em do Cap-
baribe, c .lisiante desla eapilal orne leguas: quem
o pretender arrendar dirija-sc ao paleo do l.iua-
mcnlo, loja de fa/en.las de Francisco (iaMilcanli
d'.VIbinpierquc n. II. queshlao Me dir as coudi-
eftes c preco.
.:.'::: :::::::::::::;::.'
CONSI I.TOKIO IIOMOEorATIIICOi
runo I'.vka os i-oiihes.
Na casa amarella paleo do Colle^io, pi
ro andar, residencia de general Abren
na. Eslc consullori.) lie diri|(i.lo pelo proprio v;
"" general Abren e Lima, c nclle dani-se c.insnl- ';.t
fas graui aos pobres em |odoa o lias uieis ...
desde as dez da manlia at nina hora da lar- '.^
de. o memo senlior pode ser couaullado
|mr oulras pessoaSS qualquer hora do dia .ni @
da niiile. M
i.;;.:-::::.::::::::-:::::::.: .;:::;:. :':::;;
LOTERA DO 1110 DE JANEIRO.
Na loja da praca da Independencia,
i, recebe-ce billictes premiados da lo-
. -."*.
TTADUZIDO EM POItTlJGL'EZ
PE1.0
DI, PEDRO DE ATTAVDE LOBO MOSCOZO.
Esla obra, a primeira c principal de (odas as obras qut Iralam da liomaeopalbla, hoa nica pido preenchor o fim a que bo destinada e nolisfazer a cnriisidade como daqucllas que, com quanlo nfio o nejam, lem precisAo do ctercc-la para acudir nos seussoirriincn-
(os o aos do mi;i familia, applirando-lbos remedio ulil c qnc cm |iouco lempo possa eilingui-lo^.
N.lo lendo ella sido feila de proposito para as pessoas d poyo, (em o inconveniente de se arliarem,
o que mo pode deixar de acontecer cm obra alguma sciciiilica, nclla cmprcuados ecrlos Icrmos Ic-
clmicos, cuja compre I icnsflo se lonifl diflicil as pessoas que lo estilo familiariwidas com a tecbnoloRa
medir ; sendo \crdado que nao basta saber o que be neumona, typtm, tico doloroso, anomia,
acnOj ele, ele.; nflo : lia muitos oulros termos que w eiironlram cm muilas oulras obras, quo a cu-
riosidade Icvan a ler, c cuja dcflncA~o n,1i> so acbnr.i sen4o em algtim Hvro especial : cis a raiiio |x>r-
que olraduclor queremlu tirar i nica difficuldadc que as pessoas do povofiodcm encontrar no ma-
nual do Jabr so propoz a compor um
DICCIONARIO 1M)S TEKMO" DE MEDICINA
coulendo: a delinirilo clara dos nomos das molcslios, c^periuVandi) os symplomus pelos quacs cada
unase faz. conbeccr, e distincuir de oulra : a maior parle dos termos de anatoma o pb>sioIojua explicacHo suflicicidc das fuucres que cada orplo esecilla c seu macliinsmo, imiilos lrmosdocbi-
mica, pbarmacia, ele, etc. E*la pequea obra mais que suulcicnle para se cnlendcr nflo si o manual
do Jabr com uulro qualquer I>ro de medicina, acliao piasi proni|)la r no principio tUi me/, vin-
ilonm entrar nos prebis da (\ poranbia do Sr. Maliocl Figuoiroa do I- aria. Os Srs. que aasifiiiaraiii a
Iraduccao do Manual do Jabr reccbc-la-bao Kialis, c osquo a comprarem d'ora em van le coiilinuarao
a payar -JOJ^HK) rs. por ella encadernada, cuino at acora.
l-ogo quo se acabe a improssao do Diccionario, entrara no prelo o VADE-MEC-L'M IIOMOEOI'A-
TIIA pelo Dr. P. A. I.obo Mosco/o, o qual lie o resurau das piincipaes obras do medicina bomo>o-
Ibica dos craiif.es mediros da Europa, o conltr as expIfcaUcs suilicieiilcs |ara acudir rcpcnlinameii-
lc a qualqucr enfermidado no caso em que pressa nao w lugar a consullar o MAM'AI, DO JAlllt,
nica obra que pode servir de verdadeiro niM as pessoas que prcclsam cstudar capplicar a lioimro-
patbia. Seu prero antes e depois de publicado sera aunuiiciado em lempo, c ser o mais commodo
poarivel
No consultorio do Dr. Lobo Mosco/o exislcm os me I boros medicameiilos boiim'opalliicos lano cm
lindiras como cm i;lobulos, que uAo se alleram com a humidade, o que imderiio atlcstar todas as |ies-
soas f|uc os lem comprado.
\i'iir)e-se boticas de "2 medicamentos, de ItiJ) a IMty rs., conformo o tamanbo dos tubos c a quali-
dado das calvas.
O Manual do Jabr com n Diccionario com nina boUea i\v. -.'i mcdiramenlos, tubos milito gran
des |Mir llr^rs.; de^li ditos iV) rs. ; de 18 ditos 50*. E\islcm sempre promplai Iwticas de IH lu-
bos Kir proco milito eommndo, e apronipta-sc com a maior browdade qualquer encominemla de me-
dicainenlos. Cada botica vai acompanbada de um frasco da GENUINA TINTHA DE RNICA.
TVeavulsos..........................i^tkm)
Vidros de lindara........................-ia^HKi
Consultorio bomicopaltiico, na do Colleuo, n. _''. prmeiro andar.
PDBLIGAGAO DO INSTITUTO nOB(IOPATICO DO BRASIL-
DICCIONARIO POPULAR
DE
.imiiis)iidri^ mm@mymA.
Obra ndispcnsavel a' todas as pessoas que se quizerem curar e suas
familias homoeopatliicamente, contendo :
./ ilrfiiiin clarados termos de medidnn : aseausasnialalreqoealesdasniolesllas: os symplnmas,
norquo eilas so ftzem conheeer os medicamentos quemellior lites cotrespondom : i qaaaudadc d.'ii.
.iii.i medicamoDlo oseus rc^pcriivos Inlervallos das molestias iku.I.is o chronicas: .n maneira .le
, as mordeduras do eobras, lacadas. Uros, quedas, pancadas e Rraduraa, c lodas
|iriici|!.ilnicnle as quo Biass.iin un lliasil, qur lias pessoas llvres, quer as
esc devem preslar mulner duraalo a prennex, na orcaslflo rrianja reclama, qor loaedepob .1 naseimealo, quer .luante a inlancia : os
s.*iffl3gp|S;|
sc?.S*F
|L,Sg.E.g
WlS'fl.i'lfsB
l*i|s?|-|si.-g
Lf 3f s
ttB.'!

ii f'itisfi'll
i-a lff*J!S.ff*"
C mililOS oulros arfijRM de
lada inletligencia das peaso
lii|ioscAo do corpo bumaiio, ele
iBA ;,;
U-

loses de
miar ns cnvcnenaineuto:
as niolesliis coubecidas
escravas : os soccorros qi
delle : os cuidados que
pergos, n que eslSu sujeilos lodos os que lomam remedios allopalbici
Inlcrease, bem como urna dcscripcjlo concisa, eem lingliagcm accommo
eslranbas t medicina, dos orlos mais inqloriantes, que eulram na ci
III!. SUIIMI 0I.EIAI0 II IH.rlIO PIMO,
Mc.lioo pela imperial taruldade de medicina da llalila : nu nil.ni do Instiliilo liom.i'opallil.o do Brasil
6 seu rcprcsentanle as provinrias do norte : priineiro propagador das donli inas lioin.copalliiras era
Peraambueo, e cm lotlas as provincias do mirle : fundador das sociedades lioiim*opnlliras da
l'ar.iliiha e do .Maranli.l.i: fundador e direrlor da escola li.iiii.copalliia de l'crnanibiiru: membrn
roiTcspuudeiile da academia liooiiciipallii. a do Ido de Janeiro : do instituto liom.ropalliico de
Taris : das sociedades llaliueninnnianas de Parla o de Madrid : das academias Iramonipalllica
do Tiiriin c l'iilcrmn, ele, ele, ole.
r
ra- s ESJ E.
= "2 ?
It|*?|sfll
i*5iffI
I III V
o o v, n
Desaprtareceu a 19 de maio prosimo passado.
o negro Andr, crioulo, de idade 0 anuos, poum
mais ou menos, altura remilar, peritas flnasjj.ps
cambados de liirlios, bem prelo\ levou c.imisaT'cc-
roulas de algodao da Ierra, e rliapo de palba ; ro-
iW-sc as .iiiim il.i.lc- policiaca a apprelienslto do
mesmo, ou aos rapilaes de campo; e de o I.varem
a seu senhor Jojo de Deus Mcllo.na Pedra Tapada,
comarca do I.imoeiro, ou no Itocife, ra do Quei-
mado, loja de l.o|>cs & Piuhoiro n. 38.
Do silio do Sr. Abreo, na Soledade, junio ao
do Em. Baro de Suassuna, onde reside o Sr. Jolin
Cowio, dasapparecen um navo : roga-M a qual-
quer pessoa quo o achar, de o levar a ra do Tra-
piche n. 18, ou ao mesmo sitio, que ser recom-
neasado.
Quem precisar de um cauiro portnguoi para
venda, do que (em muila pralica, ou mesmo para
lomar por lialanco, para o que dar conhecinicnto
da sua conduela : quem precisar, poder dirigir-se
a ra do Kangel n. 36, a qualqucr liora do dia, que
achara o mesmo para Iralai.
Predas se 0 semen de casa, c compras de nina rasa de [wura
familia ; na rua do Padre l'loriano n. ,'>.
1 BICMA8 IIA.MIII UlilTi/AS. 5
Aluga-sc evende-ae bichas por junio cii
relallio : na rua da Crol do Reclle n. 53, hija f
de barbeiro, ;
11: K ::::;::: ffi? s>jskffi j;g
O .Sr. Anlonio J.iaqiiiin Alvos Teixciiu, quei-
ra ir un rua do Aragffo n -2t, pava solbc cnlrrear
iiin.i i'iiriiiiiincliila viuda do fura.
I'rccisa-so de um raiieiroque lenh.i haslautc
|iralic.ide venda para lomar coala porhalanco, por-
issn se dc/eja lenlia muilo lioa conducta : "na rol
das Crii/.es no Hcrifen. .11, achara rom quem Iralar.
Na i ua das Cru/es n. >, N dir quem lava e
cncomma milpa rom loda a perfeicao, promplidiio c
roininodidadc em preco, da mclliur forma que se
pode ImoglrMir.
L
^2?S;
^
Todos os honicns devem esludsr nicdicina ; por-
i|ue ella he una nrciiparAn houcsla e til na vida,
mailme para ns liomens orudilose e)oqoenlcs;e
i mi ip ie a medicina he inn.la c roinpaiilicira da M-
bedoria.
Nao vos peco que deis cielito s niiiihas pelaran;
peen-Mi. siiinenle que facais evperieneias ; mas fa-
MMI .nmii cu as taco, sogundo os precitos que
vos don, e licareiscnlAo convencidos.
(llahiiiiriiHiitii.)
lucii
qiico
das:-
limli,
MSAME TIIEA'IU),
(lisia fniiiee/.a, nu rita Nora n. 52,
ao |iiilili< .i e jiiiitaincnlc as suas frciuc/jis, a
ella Icin fcilo esperar pelas farcn.his .le modas
slavam na alfau.legn, sflo chegadas, e por i-n
Wdl a ledas as scnlioras que a quizerem honrar
i 'ii.i [itcsenca, |iiiileni-M' dirigir a sua rasa, no
lindar, aun.le aeh.u.in as scguinles fazen-
|ieos de seda c crep, o de velludo o mais
..roque he possivei, pois sflo fcilos pelas
e pnoMiraj modislas de I'ari, ditos de pallia
airt.i sem eufcilcs, ditos de clino com hicos do mes-
. rliapeos de palba da Italia fechados o enlejes
1ik"i""'H (,llri'Ci,ui I'" meninas, ditos de seda, di-
os Uc seda com abas, para menino, cnfciles para
PJJ |lc senhora os mais rico o modernas que he
posivcl, ra lurhonlcs do velludo para scnlio-
J0"*"" rico c galantes quo lem apparccidn no
rraiio, pulseiras de [rolasou cnfeilcs de lavas
P nonas, capcllas de flores de laranja para nol-
,,. as iiiaisdelii.i.las possiveis, romeiras de Tilo de
"ii'dailas, hianeas o [irclas, camisinhas de fil
to bordadas, caherAcs da ultima moda, pro-
I "MMia hades, mangas de 111.1 delinhn o rambraia
i.i,tas, guarmeoc ,lc pcrolas para vestidos do
r- '""""ment de litas recortada para cn-
V....."' '"'.''"'(lc Wrtl*> de "ca de cores
'" liado c so,rc, romeiras de relroz de tollas as
i is. muilo ricas, Icnrinlios de rclroz bordados pa-
rts ,','"";' larl?l"!l '" de rosa c branca, c mui-
322 "s r"c,"|as '!' mo,his.
tcriii de N.issa Sciilinia il.i Kosario cm
(roca dos liillilcs do Kio doJanciit) : na
iiicsiiia luja foram vendidos os dousmeios
bilhetes da lolcria do Kosario n. 3955, em
que salii.i os 1:001),011(1 de rs., co billielC
inteiron. 1120, emque sabio 800,000 rs.
Na casa de modas franreas de madaine llucs-
sanl Millochau, Blorro da lloa-Visla a. I, recben-
se pelo ultimo navio >indo do Havre, um e-.ollu-
menlo da mudas de Pars, c.insistiudo cm chapeos
cenfeilcs para caheca, capoliuhns c manteletes, col-
leles de seda, camhraia e fil, collnriuhos e manilas,
cabeciles c romeiras, lencos de linios, vestidos de
noivas e de hades, llores linas para noivas, grosde-
naples prelo c de cores, rico chamalole e seda para
cliapeos, raheeoes de hlou.l, cpelaf, grinaldas e
caivos de llores linas, eainhraias, larlalana, casaos
branca, lavas, tranca- e mita [Km vestidos, cs-
pariilliosd.'sii|ierior qualidado, lil.ls braaciw c pr-
elas do seda brancas, lita e hi.-os, rendas c
ciilremcios, o mais fa/endasque se farao palcnles|ao
Comprador, por proc.....,us era reala quo cm qual-
quer parle.
Jos llcrnar.lino de Sou/a i'cixc, dev idamente
titulado pela presidencia da pro.iaeia, nos lemos
do rciailamoutu das aulas, para cstaheleccr una de
liiiuua nacional e de flanee/., declara ao rcspeitavel
publico, que lem ad.licioua.lo a referida aula oulra
de nslrureii cleniei.lar do segundo grao, compre-
hendendo almde leilura, escripia, .rilhmellcae
doulrina rhrisl.ia, noroes de gcoiuelria pralica o de
eographia e historia; as pessoas que quizerem hon-
rar n aiiiiuiieianle, ronliaudo-llie a educacao de seus
lilhos, ua qual empenhara lodo o zelo e desvelo,
procurem-no na rua Direilan. li1', primciioandar,
INii prara da Imlependeiicia, bija do Mr. ^
Uarbier Joaquiui Jos Morcira u. 10 aluja-
se bichas de llanihurgo de superior qualida-
de l rs. cada urna,elambeni so vende |Mr
commodo pceo, as quacs sr rccomineiidaiii,
iijIoih |iorsuacxcellenle qiialidade, que j;
lie coubecida, pas anda pela nn-lliorc mala
apreciavel de dei\ar li\rc de inoleslia c rom
pciTcila saudc a todas as pctfOM a quem sio
apjilicadas.
les me
palbia
('titiii de Dcmocrito a Hippoerales acerca da tia-
lureza humana. )
Todas as obras, que al boje tein sido publicadas' em porlumicz com o (un de cnsiuar ao povo a
pratca da honuropaMiia, eslo loilge de preencher os loiivaveis desejos^le seus autores, e muilo menos
salisl'a/.er a rurioaldaile das pessoas eslrannaa a arle de curar. Tacs obras san lmente nropriaa para os bo-
inensprofcs-ioiiaes versados na Icclninlnua medica, o na arle do diagnostico ; c nao para aqu*
muilo pouco, nu ncnbiiui cnilirriiiii'iilo Icom da ini-dirina, oque descjain emprear a born
por Relo e para uU I Idade ana, de suas familias, de seus amibos o dos neconitados.
>'lo hasta que se iliea:para pleurodijHia, ly/ifto*, tiro doht 0*0, anosnua, rtica, ele., etc., etc.
tan, tac*, clac* medicamento*. .Nao; isto apenas indica que oases medicameiitos curam essas uio-
li'slia-, e amis poder dar o ind>pcnsavel COnliecimenlO ilellas para so Ibes appliear o remedio.
Sendo pois palpitante a urecsitlade de urna obra, que Pflnha as pessoas curiosas ao abriuo das
difllculdodea, que conslanlenienlo enconiram nos livros de liom.....Mlliia. lomel sobre mim o penoso
Irabalbo de osc.evcr o DICCIN A HIO IHJPl'I.AIi DE MEDICINA HOMOIiOPATICA, olira xer-
dadeiramcnlc popular, em que leubo naslo muilo lempo, e muila paciencia em consultar os aulores
di: medicina, e aecummodar a liiiiiaycni da sriencia atpielta usada pelopnvo. '
o DICCIONARIO POPULAR DE MEDICINA IIOMOEOPATIIICA he una obra cmplela
de bniniropalbia ; be o re-ullado di jiratica dos liouueopatbas europeos, americano-, parliciilarinenle
tos brasileiros, c da inhiba propria experiencia ; ella satisfaz inleiraineule os mediros, que quizerem
Oiperimenlar, ou etercer a nova medicina ; 6 moilo mais anda aos pas de familias, qur das eidades
qur do campo, ebefes de e-labolecinienlos, capules de navio, curas d'alma, etc., que por si mesmo:
quizerem cnnliecer os prodigiosos elleilos da homiropalbia.
Bala ultra, que deve conalar le :l volumoa, cada um de mais do Otl pauuas, wr precedida de n-
(ra i'jualnieiite nuiil iuleressaiile, em mu voliimc de mais de .100 paginas, quo se acba nos prelo?
da hpographia Ao Diario de Pernambnco. Inlllulada: VADK-MKCI.M un IIOMOEOPATHA,
a qual lie o resumo das mal cras conlidas no Dicionarfa Popular tle Medicina NomcBOpa*
Ihira, e que tleve sempre ser con-tillada, quando se bouxer de Iralar qualqucr molestia aguda ou
elironica.
Proo da mlffnafura iwxHirs.
PaRoa em 111", prestantes ; melada na ocCflaiHo da enlreu'a do V'ADE-HECUM; urna quarla parte
na onlresa do primelro volumo do Diccionario, e n rrslo na entrega do Bcuundo voluntf.
,\ RMionatura se Tai neala cfdade em casa doaulor, na raadasCnuea, n. II, c na botica central
homirnpalhira, rua da (ludria do Kerife, n. 'ti. priineiro andar.
As duas obras ilepois de impressas cuslarao IKI^KK) rs. para os quo nao foromassignaiiles. (ItljHt)
o Vadc-AIcCUm, e ^O"* o Diccionario Popular).
3teu
ANTIOA
BOTICA
HOHBOFATHICA
mmm kua das cklv.es tmt
Dirigida por um pharmaceulko approvadn
E fondada por
i.ossii imniM.
Este cstabelecmento possue lodoso me-
dicamenlosal asurae\()erimcnlados, ranlo
na Europa como no Brasil, c preparados pe-
la^ machinas da iinenrii do Pi Muir.
Carteiras de 12 tubosal 160, por precos va-
riaveis, conforme a qualidade das calas, a
quantidatlc dos remedios e suas djnami-
25:000 rs.
l'MA CAKTEIRA com os 21 nrincipacs
remedios boroaopaUMeoaeSottrudlrales.
iii.li-pciisa\cis para os priiuipianles que se
quizercn convencer daverdade da nova me-
dicina ; coulendo alcm do muitos rnnselhos
clinicos, a palliogcncsia de 18 medicamen-
tos.
Tubos avulsosf cada um ).....1JO0O I
Tinlurasde Iodos os medicamentos em fras- !
ros de i onca............2B000
Na incsnia iMilica cnconlrar-sc-ha sempre
um grande nrumsolo de livros cm norlu-
Bucac franrcz.e emliin ludo quanlo lio ne- i
cessario para o esludo c pralica da hoiuopa-
Ihia.
HOMCOPATHIA.
RUA lAS CIUZES NUMERO II.
ral Imin.i'.ppalhira de l'crnandiuco
l
ma propriedade uesla praca,
mm,^am cC0?UI!"'1, ou \cnde-w; faz-sc m
* -x ,.n*.corl0 : a I""'! rom ier, dirija-se #
2i_rua da Guia u. 81. Jm.nd. ,jar. "^ J
* ZZ^t??*.'"!*1'* ixra.oservi.
"-Vista, ojif,, |iwluella f""1'" ;o aterro da
..nalI' ,"'l''ri* ',,,r"n''l ni7, provi.no
liriein ''"" 8rl""lM "'nn..nw e lodos os
B rua estreila do llosa, i
dar, lava-sc e enoiiuna-sc com perfeicao e accio,
|Kir precos coinmodos.
Arrenda-se um Brande silio, ron. cxccllonlo ca-
sa, enrheira ccslriharia, cedeiido-sc una decente
moliilia que existe no inesino: Irala-se no paleo do
CoIIcbo ii. 35, nos dias uteis das 9 horas da manhaa
da larde.
ATTENCAO, INICO DEPOSITO NESTA
C1DADE.
Paulo GaL.'.iou, denlista receben agua denli-
fricc do Dr. Picrre, esta auun c.inheci.larnmo a ine-
llior que lem appSncido,.(a lem nniilos eloBioso
seu autor,) lem a pn.pricda.lc de consonar a bocea
cheirosa e prese^^ar das dores de denles: lira o
Boslo desasradavcl que d em ecral o rharulo, nl-
uumas Bolas desta n um ropo d'aua sao sullicicn-
les; lainhcm se achara p denlirrice excellcule para
a ronservaea.1 dos denles : na rua l.u-,i do Kosario
n. 3G, seBundo andar.
mena-as .1. aaia ama de leile, prererlndc-M
sem fttbo, paga-ac bem : na rua dos quarlcis n. 21 ,
segundo andar.
Arrenda-se mu engenlio OOSD 25
cscravos, 25 Iwis c 25 licstiis, perto le
embarque, com safra pura tres mil pues,
tuna (runde dcsulueao e nina poreo de
roija madura : a pessua pie esle pird(i
pretender, dirija-sc a travessa da rua do
Vigurio u. 1 segundo andar, u tratar
t:oui Antonio llomes Pessoa Jnior.
Precisa-sc de uiua ama para servico de urna
casa de poura familia : na rua da Cruz do Rccife
u. .vi. I..|a de barbeiro. |
- Roga-sc a pessoa a quem foi oflerecido por
venda ou embullado, um r.islical de prala, o qual
dcsappareceu no dia ultimo do mez de maio prxi-
mo passado, uesse mesmo dia, lelas duas horas di
larde, de urna casa da rua do Kangel : quem delle
souber, leve-o a rua Formosa n. b, que se pagar.,
mais do quo o valor do casfical.
AVISO AOS SENHORIS DEEWENI10.
Alenlas as erandes vanlagciK na moagem do cali-
na, pn nenie, desdo ter os lamhorcs das niorudas
perlcilaineiilo torneados, oahaixo assiguado respeito-
umenle lembra aos senhoros de cagenho que ni
sii.i fuudiea.i de ferro cin Fdr de -Porlas se podo
Ii.-i l'.-iLilil-.ii.- tornear de novo um jugo do lainho-
res, c aparar c eiidireilar os denles das canelas com
la.da presida, que ac podo oalrega-los no uicsmo
dia, evilando-sc assiin o inconveniente dn demora
dos carros eo impalo da moagem ; aaslai cuino i|iie
a ni., ni.i fun.licilosc arha sempre suri ida, nao s. de
novas mocadas do diversos lmanla o modelos, sc-
ii.lo lamliem de rodas dentadas, lauto para agua,
como para auimacs de todas as pronorcAos, a saber :
Milla por olla, volla e quarla, Milla c Ierro, volla
e mala,dona, tres, quarlro rollos, etc., ele., e |ior-
lanto q.....|ualquor senhor deengcnlioquerendo as-
celerar asna mocada, fl lini de moer mais canna no
mes.....teiii|......u rclarda-la, a lim de esprciiicrinais
liquido da inesnia caima, pide sem di.....na esr.dhcr
as rodas conipelciilcs. lun.lico do ferro na rua
do llriiin passau.lo oeliafaris. I). II'. Ilinnmiii,
engenheiro.
Tlioin.'.sia d'Allaydo e Alhuquerquo Mello,
com os oumes .le lingua nacional, ai illunctica c
doutrina, Icndd iberio na rua do Rlligcl, a. 17,
piiineirii andar, una aula do liwtruceo primaria,
aviso aos pas de familia, lauto di pr.iea como de
f.'ira, que .|ui/ercni educar suas fdhas, que ella rc-
ccheein seu cslalieleciineiilo ni.nina para ensinar ;
mili n .-, estarnas, ou moio-penflionbiiw, e aom o
maior disrello delicadeza entina 4 lercesrrevci
com orlhograpliia, cuitar, a frailee/., ingle/., geo-
giaphia, msica e a .laucar ; assiin como cosluras
chas, bordados de todas as qualidades, lahiiinlho
o marcas. Qiiercu.lo .ilguein se utilisar de seu pres-
(iuio pode dirijir-sc ii nieiiciouada casa, a tratar
cun ii annuncianU'.
Lava-sc e engoninia-sc com asscioe perfeicAo:
no paleo da Ribeira de S. Jos n. 15,
- IIEMISIA AMERICANO.
I). W.llavnon, cirurgiaodenlista, roulina a 9
i* excrcersua prolissao, fazendo todas as <* (tei que forcm precisas de qualquer nalure- af
}} za, lano por Aira, cmno na sua iMideiiria, IM
.' oiidc pode ser procurado a qualquer hora :
na rua da Cruz n. 7, segundo andar, no Re-
rife. '
O iiii.l...pn- Domingos, oscravo do Sr. Pinlo,
declarou cm |ircscura do Sr. delegado do Rccife,
que linha multado no Sr. Avril, raixeiro do Sr. llo-
hrard, paslclciro, no dia :ll de maio prximo pausa-
do, o seguale :l'inS rnrtcir.i prela guarnecida de
aro, dcnlro decdr encarnada, c com urna mola que
fecha o (cpartiincnlo do nielo da dila rarteii
I'ierisa-sc de :|OOS<)I>0 rs. | juros de dous por
renlo, hvpolhceaiuln-sc um sitio na Vanea, o qual
vale tu KM KM! rs.: quem este negocio quizer fazer,
ilirija-so a raaWlrela n. 2ti. _________
ANISO AO COMMKIICIO. P3
Os ubuixo assignados contiouam K
riui(|uear a todas as clnsses em
(eral os seus scirliincnlns de la/.en-
as por lai\os piceos, nao'me-
nos le nina peni, ou nina duzia,
b dinliciro, ou a prazo, conforme
se njustar : no sen armazcui da
|ii'.ii.i iloCoi-jio Santo, esi|iina la
rua do Tra|tielie n. 18. Itos-
ii.in llooker A Companhia, neg
ranles Higienes. Os meamos avi-
SO ao i esiK'ilaK'l |uiblieo Ule alti-i-
rain no dia 5 do corrnte ni.v. a
sua loja dclazenilas da rila do Col-
leipo e Passcio Publico n. 15, di-
rigida pelos senliores Jos' Victori-
no de l'aiva e Manocl Jos' de Si-
queira Pitanga, para venderem
tJ iioi' alaeado ea relullio.
Dn'OSITO (eial do rape princesa do
liin dr Janeiro, frrpsso, motOgrOSSO,
e lino, na i'iiu lu Cruz do I!. 11. ,
11. 25.
Viuva Pereira da Cunha encarregada
.leste deposito, niivaiiieiili' milicia que
seni|ire si- aelia provida le rape da me-
Ifaor qualidade e tresoo, aos precos ja sa-
ludos de IjySO rs, os dous priiDetros, v
900 r*. o lino, sendo de cinco libras pa-
ra cima. A Brande procura (leste iniic
na (alta do de Lisboa, pie tem liando,
tein provado bem que be o que nielbor
o pode substituir. Avita-se qualquer re-
claniacao que baja por deeilo I
II
A bol i.
inudou-s" para a rua das Croza n. II, rasa de
iiropriclario o Doulor Sabino Olegario langero
Piano.
Ah se encontrarlo os mais arredilados medica-
lucidos nreparados cm branca, nos lisiados luidos,
no Rio de Janeiro, o cm Peraambueo, cuja cfllra-
cia lem sido prodieiosameiilc veriticada ua exlensa
pralica do Dr. Sabino, e fllleatadl por numerosas
I....."i-. BJIIC os lem cvperimenlado. Exislem rarlci-
s do dillcreules qualidades, ruj.e. precos variam
conforme .i riqueza de mu lavores, e o umein de
medicamenloa, desde ki^kki al i20soo rs. rom os
rompcleiiles livros indispensaveis para a pralica da
lioiu.enpalhia.
Cada vidro deliulura da quinta djnainisae.lo 1KK)
Cada luho demediramculo 1.-000
ADVERTENCIA.
Para maior rninmodidailc do puhliro eslahelerc-
ram-se os scguinles deposilos de niedicamenlus em
carteiras :
Primelro.
fua ia nidria dn llnife n. SI, priineiro andar,
consiilliiiio do Dr. Pires-RSBKM Jnior.
Segundo.
.Ilerrn da lina I 'la n. 20. priineiro andar, con-
sultorio do j.rofcssor em homa'opalhia llcnriquc A.
Chaves-ai no.
T.rc.iro.
Em Podras de logo, casa do Sr. Cimillo II. dlS.
Taiora lii.liBeua.
rV.lt. Ao-esforeos o sacrificios do Dr. Sabino .le-
ve a hom.i'opalhia o crdito de que boje goza cm
IVrnaiuliiirn, o as de mais provincias do norle. A
elle mais que a uiiiaicm compele niauler, sustentar,
ecslcnder csse crdito facilitando ao povo a ae.pii-
sican de medicamentos verdadeiros, de ipie neressila
para u eoralivo prompto, infallivel, eseuuro de suas
molestias. Cirre-lhe pois a rigorosa obrigirJJ do
recoiiiniendar os mcdiraiiieuliis da linliai central lio-
uHM/m/litra de l'ernaiiiliarn, como os unicus, de
cuja ellieacia mo se pddeduvidar. Todas as carlei-
pie sahirem da liollea central de l'ernnmbuco,
levarlo ama lisia .los aiedicamanloi que eoalain ,
marcada com 0 emblema da hounropalfia arima es-
tampad.
0 gerente da flrm social da SUva ft Campa
uliia, (em a honra de annuiiriar ao rcs|ieilavel pn
Idieo, que ...aba de rtceber |ieht liriguo francez
Cesar, viudo do llaire, inuilos c lanados ohjecl
degoslo, como Kjam corle do vestidos de setim
hrancos bordados de lellu.lo, jiara noivas, dilos de
ditos de cores tambem bordados de velludo, dilos de
chamaloles de cores, dilos de camhraia de seda, di-
tos de lila broncos bordados, ineias de seda de |ieso,
brancase pelas para senhora, com ligas de borra-
cha, lufeile. para caheca de senhora, luvas de lor-
Cll prelas para senhora c meninas, pei.les de hua-
lo para Iranca dn iiielhor DMta e qualidade, dilos
de dito para alisar, ditos de tartaruga para dilo,
lilos de uiarliui par dito, cscoviuhas linas liara
denles, chapeos de palha enfeilados para nieiuiios,
dlOerenlea ohjecios de porcelana de muilo goeto pa-
ra cima de mesas, corles de colleles de seda brancas
c de core-, bordado de velludo, dilos de casclllira
bordados de relroz, dilos de dita piulados, dilos de
dilos de chamalole de cores, lencos para grvalas de
setim prclu e de tlela de cores, sobrecasacas ou pa-
litos de caseinira e de panno, ricas bengalas, aho-
luaduras para rlleles, e oulros muitos objectos que
cortamente agradaran nao s pela sua qualidade c
goslo, como |.< l.i commodidade dos precos, |..na o
que silo convidados as scnlioras e senliores do bom
tom, compareccrem ua rua do Queimado u. 2N,
primeire andar, aliui do facililareui o progresso ra-
se novo rslahclcriineulo hrasilciro.
As pessoas que devem i
lev & Irin.lo, na travessa da rua Bella n. '2 A, qu.i-
raiii ler a bandado de mandar saldar suas ronlas no
prazo da Sdias, visto que a dila soriednde se icha
dissoh ida : os que assiin nao lizerem nassarSo pelo
disgusto de ver sen nome por esla follia, al que se
resolvatn a pagar.
_ PmPpifoie"d do fngen'io Cumar da freguc-
zia de Sanio Amaro de Jaboa...... no dia 1. doror-
renle, o escravo, pardo, donme Nicdl'o. com o
siguaes scguinles :estatura regular, reprsenla ler
20 annos, caheca grande, alguma rousa araburlado,
cabellos almelados, bei(osgrossos, pomas quasi ar-
queadas ; foi realldo rom camisa de madaiioUu, cal-
ca de risrado de algwlao c chapeo de palha de car-
nauba : roga-so a qualquer (icssoa que o a|iprehcn-
der, (pie levc-oa.t dilo eiiBonho, ou no lenle a rua
Dircila, sobrado de dous andaics n. 137, que ser
recompensado Eenerosnuienlr.
Anselmo tioucalvcs Pereira rclira-sc tara Ht*-
paulia. levando cm sua companhia sen sobriuliode
nomo Cv priino Feraaadea.
MUTA ATTENCAO.
I'icou DO camarote no H da segunda ordem, no
dia do lienelii in do Sr Reis, una bengala de raima
da India com grande casis da ataran terminando
cm urna esphera, sendo o mesmo circulad par urna
cobra : a pessoa que a entregar na rua da Cadcia do
Rccife n. III, sen. graliUrado.
AO PUBLICO.
En abaixo assiguado, declaro que leudo id a casa
do Sr. Antonio Morcira Reis, na dia !J do mez
prximo passado, o injuriado atrozmente ao dilo Sr.
Itcis rom palavras c ameacas deque odilo Sr. nao he
merecedor ana m Iba digm, apelo simples fado
do dito Sr. me ler pedido as chaves da casa, siia na
Capimga, propriedade do mesmo Sr., por precisar
della para si, sem que dilo Sr. na occasiao de en ter
commelti.lo lal allcnlado me lomasse urna s pala*-
v ia que me podesse ollcnder a miiiha honra, c de-
pois do dito Sr. ler inlenladoronlra mim umaquei-
xa pcranlc o Sr. delegado, e cu conhecewo que li-
nha obrado prcripilu.lamenlc, c .leste mudo inror-
rido no ciiine previsto no arl. 237 8 3. combinado
com 0 arl. 238 do cdigo penal, dirigi-mo ao dilo
Sr. pedindo-lbe jierdao do erro que linha cujnmet-
lido, aoque inimedialamenlc aunuio, com a coslu-
mada prudencia de que he dolado, mas como fosse
a injuria feila ao dilo Sr. publica, por isso facn pu-
Mi.'.i o meii erro (libo do pouco o mal |iensar.
Francisco de .Salle. Silva.
KEOCIO DA CAI.IIORMA.
Anlonio Ciborio agradara muilo aos qudam, a-
lores dos anuiiurios do fiarin de l'ernambuco u.
11!), 120, 121, em que o nomca meslre de fazer ga-
rapa, e Ihe lembra o antigo rifa do macaco, que di-
zia ciitia, olh.i que lo pisam no rabo: meu qu-
dam, quem lem telhado de vidro, nao alira pedras.
ATTENCAO'.
Pedro Afouso Rigucira avisa ao rcspcllavel pu-
blico, c juntamente a seus freguezeri que mudoua
sua eiica.leruacao da pruc.a da lndc|ieudcncia para
a rua Dircila u. 29, e arha-sc prompla para toda a
qualquer cncadcruacuo com a maior brevidade jios-
?ivel.
Prccsa-se alugar una prela que salba coz-
nhar, eiigoinmar c fazer o servico ordinario de ca-
sa : na rua das Cruzcs n. 20 se dlrl quem quer.
.Nos ahdixo assignados declaramos que, do dia
!> de maio prximo passado cm dianle, amigavcl-
menle dissolvcinos a sncieila.lcque girava subafir-
made J. M. R. V'aleuca \- Compantiia, quo linha-
u.os na v onda da rua larga do Rosario n. w, Orando
lodas, asdivi.las|icrtcnrciitcs sociedadeate aquella
dala a cargo do socio Valonea, e |>or assim eslarmos
eoiivcuci.inados, ambos assignamos o presente.-Juaa
.Wanoel fodrigiies I 'aleara.Manat Panano de
Sonsa llriin.
COMPRAS.
i sodulas de KlgOOO.
r, .lilas de JSuUO.....
.lilas de 2JO0O.....
I dila .le.......
I palacio lu-paiiliol. .
e mais um bilbrle do liaivco de..
nimia Avril de f. .
e 3 pecas de 5 f.
, rom
109000
V)0 19000
19000
19K00
7ISH0O.
, a ni ileni da se-
. JOU
i 15
Udade
:>
de pia-
IIOMOPATIIIA. I
";' O I Mi. CASANO\ A mudou-se p:irn o luir- A
;.;. i<> dr Sanio Anlonio, rua tas l.arjnwiras n. Q
;:; 18, segundo andar, oiulo mora o Sr. Claudio A
ty Duboui, ondo |m'h!o -i procurado a qual- S
V-- mur hora do dia. .-/
Pioti^.i-se alugar um silio jtor un ou dOM ,1tl-
iii)-. i|iir rnlia lioa ci-i, com rorheira e li.nv.i de
capim, nos hiRanv seguinlvs: INmle defJclute,
Manuinlio, l'ass>af{oiii e Capuiiga, agradando uaga-
.! Im'mi ; n.i ruada Cadeia Jo HcciTe n. VJ, jirjiuci-
ro andar.
OCILOS.
Gliapront i\ Bertrand, rclojoei-
vo, ua praca da Independencia
n. IS e 20, recetaram de Franca
um rico soiiiineiito le orillos de
todos os graos, e para todas as villas
lauto deotiro, como de tartaruga,
dcTinclal dourado, de blalo e de
ac; recommenda-sc cspcx'ialinen-
te ios ini.ipi-s tuna piulidade de
Vidro ainda nfio conlierido no Bra-
sil, eollei-ecendo lautas vantagens
sobre os nntigos, pie todos bao de
querer usai clclles. .
jiptfffltiHBBiasijqh
^oalcr^oda lUta Vala,osr. Uauoel Duarlc
Viciradirii quem i UOMyOQO ou 1:4OOO rs.,
com li>|milipca em propriedado tle pouco valor.
Osabaiio assiguado^ fazcm publico me dbsol-
m i.mi inii_'ii\olinenlea sociedade qiielinliiiin n.t I"
ja n. 13 do Passeio-Publiro, oh a firino social dr
Motos A BragM, Ltado i rargo lo sucio Joso Vie-
ra ilos Sanios o pasmo e arlivo da inesma casa.
Domingo* Jos t'ielra llraya.-Jote t'tcira dos
Santo*.
Aluga-sc um RMlOfM para o servido do casa,
coriutii. o diario: quem o prclcmlcr dirija-S A pra-
ca da Itidepemicut-ja, loja n, 3.
Gimpram-se osrravos, c vendem-se, recelieni-
sc de cninmissa, lauto para a provincia como para
fra dola; na rua dos Quarlcis n. '\, (eumido an-
i .1 nu i o ..ni -e galbos de parreira e ligueira:
qucmlivcr annuiiric.
VENDAS
Vende-se osdieeioiiaricsgrundei lo
Vii'ira, em ingkw : no pateo do Colle-
;;ni, loja de Joao da Costa Dourado.
Vcndc-sc na rua Nova n. 10, confronto a igre-
ja da G.nceico dos Militares, taberna do Pitomha,
muilo sii|ierioresqucijos flanicngos e gruier, mau-
Iciga inido/a e franrez, dila cm frascos, cb hjsson
de su|terior qualidade, |rcsunlos, cliouricas, con-
servas, sardinhas, crvilhas, superior viudo do Pnrln
engarrafado c para ranadas, champagne cm garrafas
e ineias, Hordcux em raixas, marrasquino e oulros
licores linos, facililla de aramia csaau, sevadinba o
oulros gneros para bem supprir una disjiciisa, .
por preco commodo c de boa qualidade.
Vcndc-se 10 escrav.is, sendo -2 inolecoles de
linnilas liguras e cozinheiros, 2 mulatas de idade de
19 anuos, que cose rlia e engomma liso, carra vas
do lodo serviro, c 9 esrnrrna de servico de campo :
ua rua Diroila n. 3.
Vende-se duascarrocas, una de qualro rodas,
moilo boa, grand. o forle ; serve para lioi ou para
cavado, e muilo propria para rarregar assurar; ou-
lra de duas rodas cm bom uso, serve lamliem para
bni o ravallo: na ccheira, rua Nova, ronfronlo ao
paro da cmara municipal.
Vcndc-se um escravo crioulo, que representa
ler ;I0 c lanos annos, bonita figura e de escolenlo
conduela, pela qual se lomou dicuo de ser rccom-
mcudado j ii n seo senhor, que o rcmellcu |>ara esla
praca, a nAo ser vendido para lora da mcsnia : di
rua do l*res|K>, es.|uina que volla para a Cadoia.
Na loja n. 39 da rua do IJucimado, ven.le -. a
Jfi rs, o cova.lo do chitas franeeas para cobcrla,
le luidas rslanipas, rom qualro palmos de largura.
Vindi'-se relogios de Ouro e piala,
patente ingle/, ; na rua da Sen/.,.11,.-Ni,
va n. te.
ILEGTYE
MUTILADO



PASTILfIAS DE SOULILK.
VEGETAKS CONTRA AS LOMBRIGA&
.\f^ro\i.i i- iwla junta central de liyeicne publi-
ca, preparidas por J. M. Souli, pliarmncculico
nioiiibro Ulular da academia imperial de medicina
e da 8oriedadc de pharmacia do Rio de Janeiro.
O nico deposito \erdadciro des I as pastlhas lie
cslahetecido pelomesmo aulor na botica do Sr. Jo-*1
ila KocliA l'aranliw, ra Direila n. 88, em Pernam-
boco.
Desde muito lempo a arle medica eslava t pro-
cura de uin medicamento que fosac.fcilmente ad-
mislrado as enancas sujoilos s molestia* vermino-
sas molestias lerrivcis que conduxem todos os dias
ao lumulo mu grande unmero dclliis.
O Rosto o cliciro dos anltielminlicos empreados
al hoje eram oulros lautos olslaculos sua admi-
nilrncao; por hwo eremos ter prestado um grande
servico a liu manidade, c principalmente aos pais de
familias, nnunriaudn-llics um vcimifupo, rielwUo
da f-.i iii.i de paslilhas ......cliciro e sem sabor, que
possue a achilo a mais enrgica como antelminlico
vermicido contra ns lombrigas inlcsliuas. ( Ijom-
triga*. o.ryuras, etc., elf.)
A composirflo das parlilhas lie puramente vege-
tal. Ouando em IKl.'i fi/emos a tal propnraco, cs-
livemos (dio ecrtu da sua aceflo vermicida, quo nao
liesilamos um instante em e\pcrimouta-la em nos-
sos pro|trios Pililos antes de a f.izcr ronlicrer: o eflei-
lo foi espantoso, e logo que os i Ilustres profesares
do Itio de Janeiro c da] mair pjov incias do imperio
a conlicceram, Dio duvidaram emprega-Ia em todas
as molestias verminosas.
O efleilo dcslas paslilhas lie tilo ccrlo quo nao p
pude haver a menor duv ida sobre a sua cfllcacia
como consta das cpiniVs de ntuilos illuslres mdi-
cos que aqaivo Iranscrevemos. Com ludo, como as
enancas eslao sujeilas nutras molestias rujossunp
lomas sao quasi os mcsinos das molestias vermino-
sas, econselliamos, nos casos Graves, de consultar
um homem da arte antes de administrar as lilas pas
tillias; ii que ellas possam pioduzir alguin mo
cfToito, porque na sua cnmposieAu nada entra de
nocivo; mas porqiiepensauos nos que n'aqnclUs
casos graves nao deve administrar-sc remed.) al-
gum einquanto a molestia nao he pcrfcilameiiic
diagnosticada.
A dose das paslilhas he a seguinte:
l>uas a sois paslilhas emjejum, para as criaucas
de dous a seis omos, augmentando a dsc gradual-
mente secundo a idade. Iv de?, a dojto paslilhas
para h adultos, e de quinze a vinlc para ts pes-
BOM ilelriula anuos para cima.
Kepele-sc a mesma dosc (res dias atios, e no (piar-
lo dia pode-se dar um purgante de oleo de ricino.
A'. //. IVide-so augmentar a dsc das paslilhas
sem recelo de producir irrilarflo alguiua as vas
discslivas; c se aluumas vezes Dio ha lonihrigas ex-
pulsas, pde-se eslar cerlo que todo e qualquer
svmploma do moleslia verminosa lem dcsappare-
cido. ( Seguem-so os alleslados de dilfcrcnles m-
dicos. )
Ka na Nova n. 18, loja de M. A. C-iji, he
sempre um grande soiTlmenlo de obras feitas, de
todas as qualidades, tanto superior como mais ordi-
narias ; camin branca-, linas, franeczas, (deco-
res; chapeos francezes, linos, di los de abas larcas,
brancas, cor de chumbo, pretos e cor de vinlio, os
mais finos que ha no mercado, ditos de seda ; um
sorlimculo de pannos linos, e merinos de todas as
cores, brins lira neos c de cores, de puro linho, e
de oulros muitos padres; lencos de seda para alni-
beira, ditos para grvala, susnensorios, boiiet para
montara de scnboro'* !;& para hO".'!, calilos,
calcas ejaquetas,;,,,,,! pequeos de 10 119 anuos;
Mn crandesorlimculo de paliliVs de lodas as cores e
qualidades. Faz-sc vestidos para seuhoras nionla-
rem cavallo, de merino de qualquer cor, de 108
n ."rOgUOO rs. Ha um sortimenlo de charutos linos
chegados da Babia, o oulros mais baralos pa.ia aca-
bar; cmfim, o freguezque entrar ncsla loja saldr
promplo de um fado completo, Irazendo scinprc o
guvernador do mundo0 senhor dinbeiro.
ANTH.l.lDADE E SI 'EIUOHIIUDE
DA
SALSAPARRILHA DE BR1STOL
obra
K SALSA PARRILHA DE SAKD8.
Attencao'
A SALSA PARRILHA UE BRISTOL dala des-
de \K\2, c lem eonslaulemenle manlido a sua re-
pUtOfUa sem necessidade de recorrer a pomposos
auuuncios, de que as preparantes do merilo podem
dispensar-se. O successo do Dr. IIKISTOI. lem
Srovocado uriuilas i ovejas, o, entre nutras, as dos
rs. A. K. D. Sands, de Ncw-York, preparadoies
e proprielarios da salsa parrilha conheci(|d pelo li-
me de Sands. t
EM senhores solicilarain a agencia do Salsa par-
rilha de llristnl, ecomo nao o pwlesscm ohler, fa-
bricaran) urna i'i7f Eis-aqui a caria que os Srs. A. R. D. Sands cs-
rreveram ao l)r. Hrislol no dia 2\ de abril de llSii,
e que se acha em nosso poder:
Sr, Dr. c. c. BrUtol,
Bfalo, &c.
Nosso apreciuM*! senhor.
Em lodo o anuo passado lomos \ondido t/nanli-
dadet consideravesdo filtrado de Salsa parrillia de
Vmc, e pelo que ouvimos di/.er de suas rirliidr*
.'iquellcs que a lem usado, julgainos que a Venda da
dita medicina se augmentar muilitsitno. Se Vine,
qnizer fazer um convenio conmosco, eremos (pie
nos resultara milita vanlagem, tanto a nos como I
Vine. Temos muilo prazer me Vine, nos respirla
sobre osle assumpto, e se Vmc. vier a esta cidade
daqui a um niez, ou cousa semelbaule, [crimnos
muilo prazer em ovcreiu nossa botica, ra de i-'til-
lon, n.79.
Ficam is ordens de Vmc. seus seguros sen dores.
(Assignados) A. R. D. SANDS.
CONCLISAO".
1.c A aiilianidadc da salsa panlia da Hrislol lie
i1 'i amento novada, pois que ella Jala desde 1892,
o que a de Sands s apparcccu em iHi-2, pofil ua
Jual esle drufuisla iidupoilc uliler a Igracll do Dr.
rislnl.
2. A superioridade da silsa parrilha de Hrislol
Iw inronlcsla\pl; pois que niio ulislanlc a conrur-
i i'iin.i da de Sands, ede una porran deoulraspre-
pararles, ella lem manrhlu asna reputaran em qua-
si Inda a America.
As nuniArusas e\[>erieiieias feilas rnin o uso da
salsa parrilha em lodas as enlcrmidadcs origiDlda
|ela inipure/a dosan^ue, eo Ikiiii exilu nlilido nes-
la rdrlc pelo Illm. Sr. Dr. Siuaml, presidente da
academia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr.
Dr. Antonio Jos l'eixolo em suaclinira, e em sua
afamada casa do Mude na liamha, |ielo Illm. Sr.
Dr. Saturnino de Oliieirn, medico do ciciciln, e
|Mir varios oulros mediros, permillem hoje de pro-
clamar allamenle as virtudes edica/es da salsa par-
rilha de Brislol, vende-sc a 19(100 o vidro.
Vislo achar-c ilc novo aherla a Iwlica ilo Sr. Jo-
s Mari (loncalvos Hamos, na anliiia ra dos Quar-
leis, mudoii-w oulra vez para alli o diposilo da sal-
sa parrilha de Hrislol.
Deposito de tecidos da lubrica
de todos os Santos, na Babia.
Vcndo-so em rasa de Domingos Alvos
Hatheus, na na da Cruz do Roerte n. 52,
primeiro andar, algodo transidodaquolla
fabrica, muilo proprio para saceos o rou-
pa de escravos, assim como fio proprio pa ra
rodos de pescar e pavios para velas, por
i muito commodo.
INSTRUMENTOS DE MSICA.
Krui'ii. Praeger k Companliia, na rita
da Ciiiz, n. 10, recebeain de novo um
tortimento de nitriimentos demutica ,
como e>m, llautihs de bano em milx- jjRAQOS DE BALANfA DE R0MA0
mol e lit\ com i chaves ; pislfies com sua COMPANHIA.
competente caixa ; flautas de l)ii\o; vio-
l)e de di Iteren tes qoalidades.fl cominn-
chiuismo *; assim como 2 violes riqtiis-
Sinios, todos guarnecido de mudrepeo-
la ; tambem recommendam osen glan-
de tortimento de todos os majs instrn-
raentos, tanto para orchestra, como pa-
ra msica militar, por menos ]>rcco do
que emoutra parte; sendo para liquidar
cbntas.
Vende-sc doce d, caj scceo, a 400 rs. l S; di-
to de llmo secco, a 320 re. a s dito de mJiiRab
seeco, a 320 rs. a ; easlanh confeiladas, a 0 n,
nes de M|>ol, bous de se roudarem: na ni do
Itniiiun em Olinda, na casa do abaiio assigi^ldo.
Manat Nonti t Millo,
Vcnde-se bracos de Imlnnrn de Hmfto
<& Compnnliia proprios para baloo de
vender'retalho, e mais barato do que
era oiifi-a qualquer parte : a trabar na
ra do Vigario n. 10, segundo aula i
Vende-se \ indo da Madeira de supedor qua-
lidadc em quarlose oilavosde pipa, por prego com-
modo: noarmazemdc N. O.Hieher ^ Coiipanhia
M> .... .1- C...
O nico autoritado por decifilo do constlho rtal
t derrrln imperial.
Os mdicos dos liospilaes recommendam o arrobe
LalTeeteuv, como sendo o nico autorisado pelo co-
vernoe pela Heal Sociedade de Medicina. Este me-
dicamento d'um posto auradavel, e fcil a lomar
em secreto, esl em uso na marinha real desde mais
de 60 anuos; rura radicalmente em ponco lcni|K),
com pouca dcs|icza, sem inerrurio, as aflcccocs da
|>ellc, impinuens, as consequencias dasMrnas, ul-
ceras, c os accidentes dos parln, da idade critica e
da arrimonia hereditaria dos humores'; convm aos
calharios, da bcva, as conlracrrs, e a fraqueza
dos oritaos, precedida do abus das inueccoes ou de
sondas. Como anli-svphililico, o arrobe cura em
iwuro leni|to os dutos recentes ou relicldes, que vol-
vem inressanles sem ronsequencia do em preso da eo-
paiba, da cuboba, ou iIks iiijorces que represen-
lam o viro* sem neulralisa-lo. (I arrobe l.airerlcuv
he (-pee Mmenle recoinmendado contra as doencas
inveteradas ou rclieldcs ao inerrurio e ao iodorclo
de potasio. Vendc-sc em Lisbda, na liolira de Bar-
rol, e de Antonio Feliciano Alvos de Azevrdo, pra-
^a de D. Pedro n. 8K, onde acaba de rhegar una
uraude portjo de garrafas tfrandes e pequeas, viu-
das directamente deParis, de casa do Sr. Itowe.m-
l.ill'ecleuv 12, ru Kirhe\ a l'aris. Os formularios
dam-se ffralis em casa do senle Silva, na praca de
I). Pedro o. K2. .No Corlo, em casa de Joaquim
Araujo; na ll.-thia, Lima (.V limaos; em Pernam-
Iiikii. Smiiij; Kio de Janeiro, Hucha ,V Ifilhos, el
M.....Ira, loj.i dedrovas; \ illa-Nii, Joio l'eieira
de Mauales.l.eilc; Uu-(irande, Francisco de Pau-
la toulo f3| C.
DAURORA
C. STAHU i C.
respeilosamenle annunciam que no sen eilOMO W-
(alieleeimenlo em Santo Amaro, eonliniia a filiriear
enni a niiiioi jierreicao e |irnmplido,loda u|iialidnde
ile micliini-iino para o uso da aricullura, uave*a-
rf"! c miinufaclura, c que para maior commodo de
seus numerosos fre^ue/e-' e do publico em peral, lem
aliorlo em um dos randes armazens do Se. Mosqui-
ta na ra do Itiinn. aira/ do arsenal de marinha,
um
DEPOSITO DE MACHINAS
conslruidas no diluseii eslalndecimenlo.
Alli acharan OS compradores um completo sorti-
meiifn ile moendM de cauna, com lodos os uiellio-
ramenlos(iiluuiis delles unvns eoiiuinaes) deque a
oxperienriade mnilm unios lem innsli.ulo a noecs-
-hl.i.ir. Maolunas de Vapof tle hai\a e alia presso,
taivas do lodo lamanlio, tanto hatidas como fnndiihis,
carro- de mao e dilos para rondu/ir fnniias deassu-
ear. machinas para nnter mamliocn, prensas para di-
lo, romos de ferro balido para lamilla, arados de
ferro da mais nppro\ada conslruci; alainliiqies, cri\os e pbrlM para fornallias, e nina
inlini enumerar. No mesino deposito oxisle nina icssoa
inlelliuenle e haltililada para rceeher todas as en-
commendas, etc., ele., que os anniinciaulcs conlan-
loeoin aeapacidadede suas ofliciuas e inaeliinismo,
e (vericia fe seusolliciaes, se conipromellem a fa/er
eu'cutar, fom a maior presteza, poifnc.io, o evada
confu inidade cn os modelos OU desodlos, eiiislrur-
cites que Ihe Ibmn fornecidas*
FUNDICAO D'AURORA. "
Na rundicao d'Anrora acha-se conslanlemenle um
completo sorlinicnlo de machinas de vapor, Imito
falta como de haixa preaso de modelos os mais
iiipni\ados. i'amlien; se aproinptam decncommen-
d de qualquer fin na que se posum desojar com a
maior presle/.a. Habis oniciaes serAo mandados
pia as ir assenlar, e os faliricanliN como lem de
eoslie aliancam o perl'eilo Irabalbo dolas, o se res-
poiisabilisiim u qualquer defcilo que possa nellal
apparerer doranlo a priiueira salra. iMuilaiiiiarhi-
nas de vapor construidas ueste eolabelocimonlo lem
estado em coiislanie servirn nesta provincia 10, 12,
il 16anuos, e apeno lem evisido inui iusisuili-
canles reparos, e algunwi al nennuna absolulamen-
le, arcresrendo que o consi,:onio do eonhuslivel he
mili incoDsdcravel. (Isseuiioresdeensenho, pon,
couir.is quacsquei pessoas quo precisarem de ma-
cllillismo s;lo rr-|H'ilosamenle convidados a \i-ilar o
eslalieleciineiilo em Santo Amaro.
COLCHAS BRANCAS COM SAI.PICOS
a 18600 rada nina
na roa do Crespo, loja da esquina que volla para
[i Cadria.
No I-orle do Mallo, defroiile do Brmarem do
Sr- Joaquim Irancisco de Alcni. Rinda conlinua a
vender-oc cora de cRrnauua, lon(oa, loalhas de la-
tiM'iulhoe mais elleilos. por proco romniodo.
TOALHAS ECONMICAS
para mesa a IsMKI
na un do Crespo, loja da esquina que volla para
a Cadcia.
AGENCIA
Da Fundicao' LowMoor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste c'slalicli'ciini'nlo conlinua a lia-
ver 11 mi rompido sorlimento le nuicn-
das e meias moi'iiilas para engenllQ, uia-
cllinasde vapor, lai\as de Ierro hatillo
6 coado, de todos os tnmaiilios, pata
dito.
DEPOSITO DE CHAPEOS DE SOL
Francezes, ra da Cruz n. 15.
Primeiro andar.
Os Srs. Manoel 4\ Villail leein a honra de par-
liripar ao respeilavel publico, priiicipalinenle aos
srnhnies loiaslas (jue acabain de reeelier un i ieo
e completo sorlimculo de chapeos de sol de seda,
par.i lininem 0 para senlinra, onglas, do lodas as
qualidades e procos. As pessoas que os honraron
rom *iia OSlimaTel piesenra lirarao salisfeilas da
qualidade dos dilos e da rediicc.io dos precos :
vende-se em porcao, a .praio Bl ilinheiro, acosa
estar alicrlailo meiodia as I horas da larde.
Charutos de Havana.
Os mellones ipte leein vinilu a cslc
meicado, veiidein-se con I un nula mente,
em casa de liiiuin Praeger & Coinpan-
liia, na rila da Can/, n id.
MOBILIAS DE FERRO,
COmO sejiin, cadeii'as (le dillerenles mol-
des, mesas esol'as, ludo do mais modei-
iln mixto, viudo de l'aris: vende-sena rtia
na Cruz. u. 10.
rtS\%mitono

DAVIIIWM.I.IAM HOW.MAN, enueulieiio ma-
chinisla e tundidor de ferro, niui respeilosamenle
anuuncia aos aenboree proprielarioB de cnaenhos,
fa/endeiro-. e aorcapoliavel publico, aaooseu eala-
belecimenlo de ferro movido por mnrliina de vapor,
na roa de Bran paawndo ocliaftnlt, conlinua em
clleelivoevercicio. OSOarharoinplelamenlcmontado
r.....apparelhos da primeira qualidade para a per-
fcila ronferraodin inaiorr- peras de inarliinisnio.
Habilitado para einprebender quaesquer obras da
sua arle, David YVIIHam Bowiin.....leseja maispar-
lieularmenle chamar a alteuca publica para as se-
Siiinles, |mr tordellas orando sorlimculo ja'promp-
lo, em Iruidaseni sua fabrica pmlem compclir com as fahri-
cadasem paiz eslraimeiro, lanloem proco como em
qualidade de materias primas e inafi de obra, i
saber:
Machinas de vapor da mellior rouslrurai
.Moendas de caima para eimenhos de lotb- os la-
maulios, mo\ illas a va|M)r|ior amia, ouauimacs.
Rodas de acua, moiiihos de v culo e serras.
Manejos independeutes para cavallos.
Hodas dentadas.
AruIIiocs, hronze* c chumaceiras. >
Ca ilhocs c par ifusos de lodos os lmannos.
Taisas, paros rriiose bocas de fornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a mao ou porani-
maes, e prensas para a dila.
Chapas de foga c tornos de farinlia.
Canos de ferro, lorneirns ile ferro ede bronze.
Honibas para cacimlia e de repulo, movidas a
mao, por animaos ou vento.
Cuiiidasles, uiiiuclHae macacos.
Prensas liv draulicas c de parafnso.
Fcrrasens' para nal ios, cal gjae obras publicas. *
Columnas, varandas, arades e porI6es.
Pronaai da Copiar car lase sel lar.
Camas, carros de mao caradosde ferro, clc.ctc.
Alm da superioridade das suas obras, j,,' geral-
meulercroidierida, David William llowinan saraulc
aroaisoaaela couforniidado ruin os moldes e desc-
iiIiik leiiiellidos |ielo- senbiiirs que se diguarem de
la/ei-llie eiiininniendas, aproveitiindo a ooeai iafi pa-
ra uraderer aos seus uuiner.....s amigos e Oregnexei
na ra da Cruzn. 4
No liecco do (oncalves. armazcm d Dcane
Voule A; Companhia ventlc-sc meias barritas com
superior farinha de trigo.
Vendem-sc lonas, briuznil, brins e meias lo-
nas da Hussia : no armazem de N. O. Ilieaer ^
Coiupaiihia^narua da Cruz n. 4.
A'cnde-sc um prcto criuulo, moco c sadio, he
gauhador muilo bonita : na ra larua do Hosariq, u. 3>i.
Tai xas para engenhos.
Na fundicao' de ferro tle I). \V
Itnii in.iun un ra do lli iimi. 11,--lil-
il o chafariz. conlinua liaver um
completo sortimenlo de taivas de ferro
fundido c batido de li n 8 palmes de
lincea, as ipiaes acham-sea venda, |X>r
preco ciimmodo e com promptulno' :
einliareain-se ou cnrregam-seein CUTO
sem despe/.a ao comprador.
AOS SENHORES l)K ENGENHO,
O arcano ta nrencao' lo Dr. Eduar-
do Stolle em Berlin, empregado nal co-
lonias inglez.as c liollaii'le/.as, com gran-
de vantagem para o mclhoramento lo
assucar, aclia-se a venda, em latos de II)
libras, jinili com o mellxido de cuiiii'*'-
ga-lo no idioma portugtiiv., em casa de
\. O. lin-li.T ,\ Companhia, na ra la
Cruz, n. i.
ATTBNCAO SjaOO HS. A PECA.
Madapnlao com um pequeo loque d'avaria, Ion*
do vinlc varas, lareo, Imiiii a '>200 rs. a peca: no
arina/ein de fazemlas inclezas de tiouveia cV le le.
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cunhii iV Aiiiorim, receher.un |K'lo ultimo navio
de l.ishon harris com 1 ($) de superior <;il em |>edra
p.n .1 o fahrici de nssucar, c veudem por menos que
em oulra qualquer parte ; o para fechainento de coti-
las um restante de pOUaM americana: na ruada
Cii!eiidu Heeifc D.fiO.
Vcndc-sc rer.i le rarnaha,primeira sorte : na
na (la~('.a~iToin do llecife u. W, primeiro andar.
. una (ypograplila rom
lito honi sorlidos, c um
a quem eonvicr dirijn-sc
Veml.'-se por :.hi-inhi i
mais de.7(10 t de \y\nh n
I.....i pri'lo dr ferro e po :
a na tas Cnn n. -2s. aogundo andar,
Ventlc-se lencos, e toallias de lalnrinllm,
clieu'ados auora do Aracatv por procos inui comino-
dos : na ra da (iadeia do Itecife u. til, primeiro
andar.
Agencia de Edwln Maw.
Na na de Apollo u. t, arina/em de Me. Calmout
i\ Ouipanhia, acha-se conslanlemenle Imhis sorli-
menlus de laixas de ferro coado e balido, tanto ra-
sa como fundas, mocuilas ineliras Imlas deferid pa-
ra aniuiaes, auna, ele., dilas para armar em madei-
ra de tinliKits lamanliose inodelososiiiais iimileruos.
machina horiaooUI para vapor eom forra ilc
Icaxallos; cctis, pas^adeiras de ferro eslauliailu
para casa de purear, por menos preco que os de eo-
lire. CflCOVens para navios, ferro iuule/. tanto em
harras como em arcse Tullas, eludo por barato
preco
Vende-se nina porran de taimado do cedro de
JO a "i palmos de comprimenlo, proprio para obras
de inairineiro pm piuco commodo na ra do Vica-
rio n. 5. **
VENDAS.
\KI.AS HE STEAUINA, fraucc/as, de 6 em li-
braliraucas o de cores.
CEMENTO de UambargO em barricas de II ar-
roba*;, chegado no\ menle.
AC DE MII..VO sonido.
OLEO HE IJNAACA cm latas de ."> guilles.
litiTI.U HA INDIA di primeira sorle, 0 muilo
alvo.
APELDE PESO ingle*-brinco c azulado, o
.penuas de ac lamliem iiu;le/.a.
ZI.VO) EM I*'(H.1IA, proprio parao forro de na-
vios ou para a robera de lefios, e por urna qunrta
pilrlc do preco de robre ; o inpsmn em folbas Tura-
do, proprio para cohrir uaiolas para guardar comi-
das.
Tin completo sorlimento de VIHKOS ordina-
rios como COIMIS, CAXIX, GARRAFAS, etc.,
que so vender.i muilo em conla para fechar a fac-
tura.
CABOS, LONAS E BRINS DA RUSSIA, e una
porcio de LLMIA AIXATROADA.
I ma factura pequea de VINU0 DE CHAM-
PAGNE muito superior, e ehegada ai;ora : ra* do
Traplelie h. :lc. ./. .stimy \ c.
mu ** 1v" :'?'
iK ^ ende-so na loja de livros de Meira lien- $
$$ riques, no paleo do ('olle^'io, compemlio de
:; BrainmaUca portunueza, recopilado dos me- ^
lliores autores cnccoinmodado intclliuenei
dos meninos por J. A. Passos : preco S00 rs
C Este compendio he um dos mais completos
W que cxistein, contendo precisamente cUmo


logia, BluUse. prosodia c orloraphia, alm J
de um cnsaio on cxcrcicio de anahsc. He S
S mili claro e inelhodico as delinicoes e prc- g
2 ceilos; e disliiiuc-se dos que alo auora se S
i_\ lulo publicado, prncipalmenlc nos urlizos so- \'\
9 ble MnguagOIU viruaca, fonledcfonnaclo **
' das UnRUBgena, rgimen dos \erbos, cacenlo w
$ relri/. das palavras, dando as rearas possiveis $$
,':; parasecoilliecer quindo predomina a ultima, -.'if
;,' penltima ou antepeuulliina s\liaba,equan- ;:C
j doosom lie agudo ou grave) comoei romv- tj
j: ro v rmica/. tf;(i
Vende-se nina taberna muilo afreuuezada pa-
ra Ierra ; drelara-se que se vmica dinheiro por
sni dono retirar-se para fra: queni qnizer fazer
negocio, appareca no Rccifc, ra da Senzala Velba
n. 10., queahi se dir aonde lie.
Vendc-sc una escrava moca e muilo sadia,
aeoslumadaa servico de casa : ua travessa da Un-
ir de Dos, armazem ti. i c t; tambem se (roca
por um ueero.
Vende-sc una taberna hem afre^uezada, ua
esquina da ra dos Acouuuinhos, fre^uezia de S.
Jos: a tratar mi ra de Santa Thcreza ni (K).
Vndc-se um ptimo escravo anda moco, pro-
prio para o servico de casa, muito liel, mas com a
condicao de ser para fia da provincia, ou para o
mallo : a quem oonvler eom esUu condicoes se ijir
a razo dellas, a tratar ua ra da l'iiiio.antc penl-
tima casa lado esquerdo, indo para a mar.
. Vendo-fe un cavallo sellado c cufreiado, e
muilo bom andador: para "ver c tratar, na corbeira
ilo Sr. Heruardinu, travessa de Sanio Amaro.
Vende-se una litada mul.ilinlia de 17 anuos,
]uc sabe coser c fazer labvriulho, c he recolbida,
nina dita do '25 anuos que cnuonuna ptimamente,
um mulato de -!' > anuos, Ihiiii patcm c com principio
do eapateiro. duaa negroun de m anuos que servem
para todo serv 50 que se queira applicar, e oulros
escravos : na ra das Liraimcras 11. II, segundo
TAICHAS DE FEBRO.
Na fiuidirtio' d'Aurora em Stinto
Amaro, e tambem iwj DEPOSITO na
ra lo Iti'itin lojjo na entrada, e defron-
t; do Arsenal le Mal inha ha' aeiujii e
11111 pitiude sorlimento de taielias tanto
de brica nacional romo strnngeira,
batidas, fundidas, grandes, petnienas,
ritzns, 6 fundas ; e ein ainhos os logares
cxistein <|iiindastes, para airregar ca-
noas, mi carros IWrea de despe/a. Os
niveos sao' os mais coinmodos.
Em casa de J. Keller Si C. na ra
da Cruz n. 55, lia para Tender*, e por
11
MOENDAS SUPERIORES.
Na I'iimiIi;.iii de C. Star & Compauliia
em Santo Amaro, acha-se P"ra vender
moendas de cannas todas de ferro, de um
inodello c nstruc;ao muito superiores.
Vendein-se verdadeiro vmho de
champagne de cxcellente qualidade, e
muito em conta, para ([uidai^io':' em
casa de Brunn Praeger & 'C-. na ra
da Cruz, n. 10.
LOTERA DESTA PROVINCIA.
O cautelista Antonio Jos Rodrigues de
Soma Jnior avisa ao i-uipcitavcl puhlico
que, as rodas da lotera de S. Pedro Mai-
tvr de Olinda nudam no dia 10 do tor-
rente me/., itptem ott nao bilheles |xir
vender, e que seus bilhetes e cautelas a-
cham-se expostos a venda, na praca da
ludejiendencia, lojan. 10; ruadouei-
mado, loja n. 57 A, e no aterro da lloa
Vista, loja n. 48, aos coinmodos preros
ahaivo, rujos premios sao pagos inme-
diatamente logo que se obtenham as
listas.
Slbete inteiro .... 1-2,500
Meio bilhete.....0,500
Quarlos......5,200
Decimos......1,400
Vigsimos...... 700
Vende-(e chitas muilo boas para
forrar balis, por seren le um desenlio
proprio para o lito lim e por preco mui-
lo bnivo : no aterro da lina Vistn n. 18.
GRELHAS SOLAS PARA FOGA-
REIROS.
Vende-sc na na la Cadein doRecife,
lojadeferragentn.50, do Vidal.m
Vaatto'aa una parda i'iun unin crin n I an-
uos, i lirL'nl.1 iln ucrlau, ,i <|u.il i,'in prDeiplo de en-
Kiiiuiuailii, lava, eoas o conha, c lem um em um ollio : na ra du Trapiche Novo n. 4, ou *l.i
(.mi/, armaran a. Itl.
Panno lino nal, 0 covado a IW00,-*0l)0iilKI
rs, proprio pnra tardas de militar, ca|Milcs, etc.: no
ii ni :/.in ilr raneadas de Gontcaa l.eilc, na do
'.'iiriin.iil.i n. '27,
CHAPEOS DE SOL, A 1x280,
ua ra do Crespo loja da esquina que rolla para i
Cadcia.
Vende-te una carroca, eom boi :
na na la (loria, n. 58.
PREGOS E l'OLIIAS DE COBRE.
ama da Canalado llecite n. II, cscrijilnrio de
Jos l'crcira da Cunta, vende-se por mdico preco
presos e Tullas de cobre com akiim uso, c que pelo
lioin estado cm que se acliam, loriiam-se recom-
mendaveis a qucni lver precisao de forrar qualquer
navio.
Vendc-sc a loja de rouros l.i ra do l.ivra-
nienlo n. :~, assegurando a conservacao uo edilicio
por roinciilimciito do proprielario -, esta loja lie las
mais iiir^iK-/.hI.is. que lem Mi' cxislencia mais de
um auno: a tratar na mesilla.
Na ra do l.ivramenlo n. 'Mi junto a loja de
erra, existe para vender urna |H>rcio de caixasdosa-
faniailos charutos de Snn-Fclii.
QUEM DEIXAHA1 DE COMPRAR POR
3300,
Cirtes de cassas traueczas de padroes modernis-
sinios, temi variedado do cores para cscolhcr, c
dando-sc o liaurino para modelo, icio barato piafa
dnSaxMJO o corle: vendo-se a qualidade c preco des-
la wxenda nao so delta de comprar: na ra Nova,
loja nova n. 16.
Vende-H a obra Rcrreaciio l'hilosopliica, pelo
padreTheodoro do Almcida : na ra Nova n. Iti.
Vemle-sr lima escrava, crioula, de idade de
2I anuos, com una lilha inulalinlia do 9 mc/cs :
nlraz da malri/ de Santo Antonio,no segundo andar
cima da lalierna ATTENQAO.
Vende-sc um carro novo do qualro roilas
cixo patento, muito bem construido c mo-
derno, de qualro asscnlos, forrados de seda c
envidracado, muilo moderno c leve, com os
seus com|ielenlcsarreios, muilo delicado c
ferratcns brancas, e obra do melhur segeiro
de Pars. Clochcz, um caliriolel ilcduas ro-
das, patente, novo, c com co|ia de |Hir o tirara
\ oulade muilo manciro.ecom seus eompelcn-
les aneroide metal brinco, c do meMio fa-
bricante de carrada quii rodas, una parc-
i de cavallo, de carro, muilo arando, uovu
auso: na ra Nova, rocheirade Adolphc.
\ ende-se ouia morada de casas terreas, silas
na ruadas Trinrhciras n. -22: quem pretender di-
rija-sc ra de A|miIIo, armazem de assucar da viu-
va Perelra da Gunna.
Vende-se cha, a 13760, 4>2U> efiSO, fari-
nhado Reino muilo superior,(a|iioca, uoinma de cu-
goimnar, sabllo hranco, latas com sardiuhas, caixocs
de doce, queijos novos, mauteiga ingleza c franceza,
alclria, liilharim, vinbos de Lisboa, c oulros inuilos
mais gneros do bom e do niclbor, os precos so fa-
rHo visla ilos freguezes : uo paleo do Carino n. 13,
taberna da esquina do berro la lloniba.
LOTERA de S. PEDRO mabtyr
Na |)ra;a la Independencian. 15 e 15,
loja decalcado do Arantes; n. 57 e 59 ,
loja de calcado de Porto !s Companhia, e
na na da Cadeia doRecife n. i.">, loja de
miudezas.deJos Fortunato los Santos
Porlo, vende-se liilluti'S, ineios ecaiitc-
i loteria de S. Pedro Martyr, que
las da
ha de correr no dia 10 dejunho do cor
rente anuo. OsouatTO premios grandes
sito pagol sem o descont de 8 por t'ento
do imposto geral.
Bilhetes 15,000
(,500
3.SO0
2,700
1,500
700
Meios
(.luarlos
Quintos
Decimos
Vigsimos
Vende-sc a taberna que fui de Jos Morciru
Cani|Kis, com poucos fundiis, prnpria para princi-
nianlc, sla na rila do Mondcuo, junio ao lUs-co das
II n i ni. i- n. 53. a tratar eom JoAo Marlins de
Barros.
12:000,000
0:00(1,000
5:000,0011
2: iOO.OOO
1:200,000
000,000
st
CALIGRAFA.
t E FLORES DE GOHHA
I
m
i
s, c por muilo
Trompe n. II.
#
preoo commodo, couros proprios pa
cohrir carros, chegados iilluiiamenle.
Remedio especial para boubas e cravos
seceos, conlinua a vonder-se na botica da na do
ciupara coiilinuiu .1 mcrecur a sua conllauca. I Oliveira Uacodo
$} prinioro-amciile exccul.id;
ci^\ commoili) preco : n;i niaiJa
PARA FECHAR COMAS
Vendse cera cm velas em caixas sor-
tidas, mercurio doie muilo superior C
em petpienas caixinhas, azeite ile peixe
em vohtmes petjuenos, barricas com li-
nhaca eiugro, charutos da Unhia, jaca-
randa'em cosstieiras. e de superior pia-
lidade, l>;; > da China em guras, etc.,
etc., tudo se vende por o mais baixo pre-
co : na ra do Vigario n. 19, segundo
a Hilar.
Vende-se colchas brancas de sal-
pieos muito encorpadas, propriaspara o
lempo de fro, a 1,000 rs. cada tuna: na
ra do Crespo, loja n. 6.
Vendein-ec relogios le ouro, pa-
tente ingle/., os inelhores que tein viudo
a este mercado; fe do mais acreditado
I.iIh i me ile Liverpool: em casa de Rus!
sel Mcllors V Companhia, na ra la
Gadeia do Recif, n. 50.
VMidein-se raquetas de lustre, para
Vendc-ae livros de sortcs, muito in-
teressantes para as noites de Santo Anto-
nio, S.Joao, e S. Pedro, a2M)rs. ; as-
sim como sortts avulsus em Iblhas, a 40
n. : no pateo do Collegio n. 0, loja de
Joaoda Costa Dourado.
POTASSA SUPERIOR
Vendem-se por preco muito com-
modo, no armazem n. 7 de caes da
alfandega, de Jos Joaquim Pereira de
Mello, ou no escriptorio de Novues 4
Companhia n ra do Trapiche n. 34.
Vende-se um ptimo cabriolet ,
quasi novo, de muito boa construccao e
com coberta ; assim como um excellente
cavallo para o mesmo, muito forte ebo-
nito : para ver na ra da Guia, cocheira
doSr. Wollichard, e para tratar na ra
da Cruz, n. 10.
LOTERA DE S. PEDRO MARTYR.
Aos I2:000 e 0:000$ de rs.
Na loja de mindisas la praca da Inde-
pendencia n. 4, vende-se bilhetes intei-
rOS, meios, |iiartos, plintos, decimos c
vigsimos, que corre no lia 10 dejunho.
Rilhetes inteiros......ISjOOO
Meios............C$000
Quarlos..........5J500
Quintos..........TOO
Decimos.......... l|500
Vigsimos......... $700
Vende-se as segiiintes semeiites de
horlaliras, das mais novas que ha no mer-
cado, a salu'i : rahanos ralianetes
hrancos e enea ruados, nalms mxos; bron-
cos, alface allemaa, dita repolhuda, cou-
ves sahoia, tronxuda, lombarda, salra ,
cebla de Setubal, coenlro de tosseira ,
segorelha, eenoiiras, pimpinella, repolho,
\icoria, e tomates grandes : vende-s'em
porcBo maior e mais harato para acahar,
na ra da Cruz do Rccifc, n. 02, venda
de Mai luis >\ Irmfio.
Vendcni-scem rasa ile Me. Calmonl & Com-
panhia, na praca do Corpo Santn. II, o seguinte:
vinho dcMarseilleem eaixas de .1 a C> duzias, linhas
cm uovcllos e earrelcis, breu cm barricas muilo
grandes, ac de mihisorlido, ferrninglcz.
Vendse lio de algtxlo da Ba-
bia, por proco commodo: no *-
criptorio de NoVacs i Companhia,
na ruado Trapiche n. 5V.
epbertn
Nova n
de carros
42.
na i-mi da Senzala
-il FniVFI L-J MUTILADO
Vemlem-se os verdadcirosscllinsinglczcs.jia-
tculc, de mola c sem ella: naruadaScnza la Ko-
va n. U.
A 500 RS. A VARA.
Brini Irancado hranco de puro linho, muilo en-
rorpado: na loja da esquina da ra do Cres|M>, que
volla paraaCadela.
COBERTORES DE TAPETE
Besares para escravos, a 900, IJOOO elSlIOrs
na loja da esquina da ma do Crespo que volla para
a Cadcia.
COBERTORES DE TAPETE.
Na ra do Crespo n. G, vendc-sc superiores ruina
lores de aluoiblo escuro, proprios para escravos. .
ai i i. tstlllt) rs. elSliOrada um, brim Iraucadu lu.ai-
ra de linho iiuro, a aOtl rs. a vara, corles de dito es-
curo, a l.-i i<> li-jtxm r-., corles do chita com baila-
dos e barra,a l-mxi rs., lendo II rovados cada um,
chitas escuras de titilas seguras, a lliO, IW, e liOOrs.
o covado, selim prelo maro, a :l^4MM) c :i&00, pan-
no prelo ruin, a 9 e .nkhi rs. o covado, ililo azul
muilo lino, o 1.51100 rs. o covado, pecas de cainliiaia
de salpicos com 7 varas, a i c lOt), c militas mais
blenda* |Mir menos |ircco do quo em oulra |rlc:
na ra do Crespo, loja 11. 0.
HOCE DE BACORV.
Chegou rcecnlemcntc do Alaranbao una pequea
poreflo ileslc del irado doce, o mclhor que ha, lano
pela sua cxcellente qualidade, como por conservar-
se por muilo lempo cm perfeilo estado: vende-se-
rai casa de Fonlc & Irmao. na ra da Cadeia Velba
VINHO 1)0 PORTO MUITO FINO.
Vende-eesuperior vinho do Porto, em
harrisde i., 5. e S.: no armazem da ra
do Aceite de Peixe n. 1 i, ou a tratar no
escriptorio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapichen. 5t.
CAPAC IOS COM ABERTURA
I'.h'i mesa 1I0 mel licia 1I0 lli-i'il'i- 11. 18, |n iiiicii" andar.
TKASTKS BARATOS.
Na na do Aragilo n. 7, vcndc-sc du/ias de ca-
deiras de jacarandii, _' consol, '2 toras, I mesa de
meio de sala, -2 violos, c oulros muitos olijeclos de
arranjos de casa, [M>r barato, |nir a familia se rcli-
iii para o malo.
CALCADO BARATO.
Xa ma Nova ti. 8, loja du Josu Joacjnim
Morcira,
ha um ricosorlimonlo dcsapales de liezoiro, con-
ro de lustre, l.or/ctuiins clasliros o de boles, ludo
para Imniom, polo mais harato pceo que al anu
lem havido : quem disso se qnizer certificar, dirja-
se a dila loja ; adverliudo, jvorcm, que ssc vende-
1.10 adinlioim, c que niio so faro alate algum alm
dos procos aqu mcnrionidus.
Sapatocs de lustre fian ce/es.....-nmj
Ditos .ilioliuados da Kussia......(;--'.ihi
Ditos de liezcrro francez.......39600
Uorzeauius com liolAos.......7$000
Dilos clasliros..........79500
Depotito d* fabrioa de Todo* o* Santoi na Babia.
vcndc-sc, ein casa dcN. Ilicbcr &C, na rua
da Cruz n. aliznda- Irancado d'aquclla fabrica,
muilo pnqirio para saceos de assucar e roupa de es-
cravos, por proco commodo.
Vcndc-sc um carrinlio de 1 rodas com t assen-
scnlos, sendo '2 para meninos.com lauca e> araos pa-
ra I c 2 cavallos, cm muilo bom estado |>orlcrsnlo
labricadn a auno o meio, por preco commodo: os
prelcmlenlcs dirljam-so ao alono da Itoa-Visla n.t,
secundo audar, das lian 10 doras da mandila.
Vcndc-sc edapcos de paldiuhn para scndora.
muilo modernos, o de dillerenles qualidades, mui-
lo proprios para a prsenle eslac.lo, e por preros
muilo mdicos : na rua da ('idcin do Kccife, n.
:t, primeiro andar.
Geno.
Vcndc-sc cessocm barricas, rlicadn ullimamnc-
le:em casa J. Keller A Compaudia, na rua da
Cruz n. 55.
Moinhos de vento
com bombas de reputo para resar liorlasc baivas
do capim, na fundicao de D. W. Jlowman : na rua
do Bran n. 6, Kcio.
A 5,000 rs. peqnenoi, a 5,500 n. |rdii.
Vendcm-sc cli|tcos de sol de seda inidcza de
superior qualidade, pelos precos cima : na rua
do Collcijo ii. 4.
Na loja da quina da rua do Crespo, quo \olla
para a do Queinudo, vendo-se lencos do rclroz, de
varias cores, ponto de n, de muito bous goslos,
edeuados ullimamcnlc de Franca, assim como bar-
relindos de rctrnz prelo, ponto de n, para segurar
o cabello dos meninos, e a asa 1 bar a oalteca do ar,
para o que nada da mais |troprio, Imnilo c leve.
DEPOSITO DB DICCIO.NAHIOS.
Vcnde-se diccionarios da lingua porliifjueza p Conslancio, de ptima cncadornac^lo, e |ior prcr^o
commodo : na rua da Cruz n. 3.
Vendc-sc suecas com farello muilo novo, a
23000 rs.: na rua do Trapiche 8.
Vcnde-se presuntos inxlezes muito novos para
fiambre, latas com bolacbmbas de soda ni^leza.quci-
jos de pralo, conservas muilo novas, semen les de lo-
das as qualidades de boilalice, e-licuadas uUimaincn-
le: na rua da Cruz u. U\. defronle do Sr. Dr.
Cosme.
ABADOS DE FERRO.
Na fiuidieao' de C Starr'. & C. cm
Santo Amaro acha-se para vender alu-
dos de lino de supeiior pialiilade.
Oleo especifico para curar a caspa e con-
servaro cabello, continua a vender se na botica
da rua do Rangel n. 64, a 040 rs. cada vidro.
ARROZ GRAUOO DE VAPOR,
de qualidades regulares, chegado rercn-
tcmente do Maranhao, pelo brigue-escu-
na Laura: vende-se a 3,000 e 5,300 rs.,
por arroha, e por menos conforme a
quantidade de sacis no armazem do
Aunes, ilefionte da escadinha.
Vende-ie papel piulado de rjo gmtM, para
torra de salas, por pre{0 commodo : na rua da
Cruz u. 3.
Vende-se um eteravo, crionln, de 26 annos do
idade, sem detritos: quem o pretender, dirija-sc ao
sitio do Cajuelro, que alii so dir quem o vende.
RUADO CRESPO n. 0.
Vende-se chila fina, a 120 rs. o covado, eassa trn-
cela superior cm qualidade, e lindos padroes, a -'J",
210o 260 rs. o covado, cortes de cambraia francea
de cores escuras, a 2f000 rs., dilos de brim de linho
imitando c.isemira, a 29000 rs., alealhado de aleo.
il.ii i de 3 a 6 palmos de largura, a 400, 500 e 600
rs. a vara, riscado monslro com a 6 palmos de lar*
gura, a 270 rs. o covado, eoutras muilas fatenm
por diminuto prec,o.
CHITAS BAKATAS. (i*
Conlinua-se a vender corles de chita fran- ?
cera larga, coros fisas, pelo barato preco uh
de 29000 rs. cada um : na loja do sobrado ^
amarillo da roa do Queimado, n. 29.
1
um boi gordo proprio para carroca, muilo manno,
por |irei;ci comaioao : quem prlender dirija-se no
paleo do Terco, sobrado de nmandar n. 36.
Venae-se chales muito grandes e <*-
ciii-os, pelo Imratissimo preco de um mil
reis, cada um: nq aterro du Boa Vista ,
loja n. 18.
AO PUBLICO.
O* abaixo assignados vendem na sua lo-
ja da rua do Cmlegio e Passeio n. 15 ,
um ricosortimento de sedas, lisas, turta-
cres e lavradus, por baixos preco*.
Roslron Rooker & Companhia, negocian-
tes inglezm.
MANTELETES E CAPOTINHOS.
Vende-se mateletes e capoliribos prelos e de !.
cores, bordados a agullia, de goslo iiniilu 1
mmlcrno, para senliora : na toja do sobrado
amarcllo da rua do Queimado, n. 29.
XK9BK8EK3-
qirqiie 2 bancas, cadeiras de palbinlia, e lentcrnas, I pianno, um esnelho, 1 mcs.'i de jaiitar,
1 caisilbo envidracado para vender tazcmlas, 1 vio-
l.'in com caixa, 1 galboleiro fino, I bengala de uui-
corno, com casto de ouro, 1 gamella para banlio, t
cama de armado, t bandeja, I < .i|>.i de borracha,
2 relogios do ouro, 2 crranles, 3 pare* de Mucos,
2 los de Carolinas, I Irancclim, cerdeo, anclos, I
dedal, 1 alfinctc, livelas para eos e sospentorlos, c
oulras obras ile prata e ouro : na rua do l.ivrameiiln
sobrado n. 10.
Vende-se esleirs da China do qlliino goslo pa-
ra forrarsatas, por preco comiDodu, eflaxasadcJolin*-
tou Paler ,\ Cinpanhla : na rua dsl^gario u. 3.
Vende-sc pedras redondas para moinhos, viu-
das prximamente da ilha de S. Miguel: na rua da
Cadcia do Hecie n. 18.
Vende-se varias obras do prata (sem feilio) co-
mo sejam, rasuraos, colheres de sopa, e de cha, cs-
pivilador, baudeijas e colher grande para tirar so-
pa : quem pretender dirija-se a rua do Cahug, n. li,
Vcnde-se missacs novos, e boa eiicadernai; quem pretender dirija-se a rua da Cacimba no Re-
cite, no arinazeni do Sr. Bastos.
AO PIBLICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, rua do Collegio n. 2,
vendt>se um completo sortimento
de fatendat, linas e {fi-ocas por
preros mais Ikxos do <(ue em ou-
tra i|ii.ili11iit parte,'tanto em ]>or- g
,'ies, como a retalho, afliancando-
se aos compradores um s pre;o
para lodos : este estabelecimcnto
ahrio-se de combina;ao com a
maior parte das casas commerciaes jj
iuglczas, franeczas, allemaasesuis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do pie se tem vendido e
por isto ollerecendo elle muioifi
vantagens do <|ue otitro pial(|uer;
o proprieta rio deste iin|>ortantees-
liilii-liri meii ln ii mv i l.i a' todos OS
seus |i.i i lirios, e ao publico em ge-
ral, para pie vcnhaifl (a'lmmuos t
seus nteresses ) comprar fazendas *
barata*, no armazem da rua do 3
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos.
PA^O CRIOULO.-
Na padaria da rua da Seniala-Sova, n. 30,
arlia-se a venda diariamcnle o bello pan crioulo. fa-
arirado (ior cilindro, ii moda da corte do Bio i
Janeiro, o qul alm da superioridade ao pAo com-
i mi ii i, lem a vaulauem de ser sonto dr rerebero
mais pequeo golpe de suor ilo amassador, viste
que he amassado |H>r niaehiiia : na mesma pidarH
acharilo scnipre as pessoas de bom goslo o seguinte:
Biscoitos de araruta c d'ovos a libra. IHO
I .ii ii- da i .ii ni i-i..........860
Bolachinhas de aramia pura.'......'"
Hitas americanas..........201)
Biscoilinhos de erva- Hitos de l.ima...........!<>
Hilos de laranja..........IB
Hitos do familia...........800
Hitos imperiaes..........800
Hilos anianles. ,......800
ESCRAVOS FGIDOS.
Mili Ki.il K I I l.ll'U.
Ilonlcni, 2 do jiinho, sabio daca*i de son sen
na 1'assagciD da Magdalena, um moleque, rabn
nomo I .ni/, com camisa branca de alcodao, cali;
ganga azul com corroa na cintura, e chapeo de pa-
llia : sunpne-se que anda vadiando |ior ser muilo
crianca : quem o pegar, pode leva-lo ao dilo lui:ar
no viveiro da Passagcm, ou no Becite, rua do Tra-
piche n. 40, seguido andar, que se gratificar;!.
Fugio, viudo ja preso do Bccife na noile de
21 de maio, cm Ierras do cngcnlio Krago/.o, o nenio
le noinc Antonio Bibiano, representa ter .VI anuo:
calilos ja brancos, lem urna ferida em una perna,
nos lalhos ao comprido no |ieito de ambos os lados
como marra da trra delle, e lem a mesma nos
bracos; he chcio do corpo, no peito bastante calicl-
ludo. Este esrravo anda rugido desde novciiihro
passado, e disse na occasiito de ter sido preso que
eslevo oradlo em Ierras do engenho Inhaman c
ri'ahi veio para Olinda onde audava ullimainenle,
he pruvavel que ahi se vi occullar de novo por ter
ahi conhecinienlo, liem cuino no Heeifc por ter si-
do escravo da Sr." Viuva Pereira da Cunha, e e*-
la Sr.a ter um sitio em Olinda a quem o ahaivo a*
signado o comprou : roga-sc por Imito as auloriila-
des policiaes c capiles de campo a apprchcno di
dilo escravo, podemloser conilurido ao scu seuli*
l-uii Antonio da Silva.no engenho Caiapc.ao senhor i
Jos da Silva l.oio, que recompensar com genero-
sidade.
Hesapparcceu na madrugada do dia 11 do *"r
rente dosilio do Canhengue, em Beberiuc, unir~
rravo pardo de nomo Bernardo, natural itn ser*
do Ir, iierlencentc a Vicente Ferrcira da Cosli
que o comprou aos senhores Caminha A Filhos,
quaes o houveramdo Sr. Jos Pastor Fcrreira Llalli
rujo esrravo tem os signaes seguinles: ciir clara,
araborlado, cabello corredio, barba cerrada, pos t
papagaio, tem um dofeilo no colovcllo csqucril,
que quando dobra o braco, sabe o osso, que foi des
locado, i..- de altura regalar e growira Pftferew
nal, he bem cncarilo o alegre, c rc|weseutaTcr :)0
li alios de idade: louiu um faci, e umsiirnl
coa roupa de pagem, jaqucla, calca e rllele ainl
rnuna branca e de risrailo para servico, aula red
e um chapeo de |iellosein gahlo : peaete s luan
dades policiaes, ou a qiioiu delle soulier, o olix'ini
tle ii :i|i|uelieii.lor o maiiila-lu entregar aseu scnlwl
.....lila litio de lleberilie, ou uo Iterife, noarnune
da escadinha, que alm de so pagarein todas as de-
|ic/aa>dc ,na apprchcnsjki, so grallficar genero**
ineiilc I quem o apresenlar. _______
i-Tj. UM. W. 4e rarla. -
fi-i
li;
le


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