Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03182


This item is only available as the following downloads:


Full Text
XXIX
SEGUNDA FEIRA 30
[.
"vio]
Pedrt
'1.
ra d,
DI4RI0
ni i
DE MAIO DE 1853.
N. 118
PEMAMBICO.
o un
PRXr/O DA SUBSCaiKJAO
Sil'sorovoHie-a 1580OO poranno, e 4000 por
qii.iilul paso uliaiitado, e 45O0 por quarlcl pago
runda, na rasa do seu proprielaro, Ai*. Figueira
de luna, na prara da Independencia, ns. 6 e 8, e do
Ki de J. rasa doSr. Joan Pereira Marlius.
"noai
surti,
lor
adtt.
i'niov
C dt
uliada
lo eo-
I"0,
l'araio
.i
Macei
l'ar.ihiba
Natal
Acacaly ;
Ceara*
Marauhu
l'aral
tai
F. Iluprad
Joaqun) Bernardo Mcndonea.
o Jos Ilodrigucs da Cosa.
o J.....|iini lunario Pereira.
a A ii Ionio de Lemos Braga.
o (iuilhornie Augusto de Miranda
Jn.|i|iillll Maiipii's HodrgUCS.
Justino Jos Ramos.
CAMBIOS DI 38 DE MAIO.
Sobre Londres 28 }
a Paria, :t i 11
a Lisboa, 95 por cenlo.
METIS.
Ouro. Oncas lics|iauliolaa......... 299500
MoedasilcOfflOOvelhas...... 16000
Prala. Pataces lirasileiros........ 19940
Pesos rolumnarios........ 1910
a mexicunus.......... I s i
Ai ve-, do Banco........ I117,
Descont dcLcttras....... 9a I lo
NOTICIAS Ef TBAjrCEIBAS.
Portugal . 13 de Abr. Austria. . 3 de Abr.
Hcspanha . 8 de Suissa . 6 de b
Franca. . 8 de >> Soecla.. . 28 de Mar.
Belgira. . . 3 de > Inglaterra 18 de Abr.
Italia. . . 3 de E. Unidos . 23 de Mar.
Alenianba 3 do o Mxico . 3 de
Prussia. . 3 do b' California 1 do Fcv,
Dinamarca 31 de liar. Olala . 15 de 8
Itussia.. | 30 de o Bucnos-A. 3 de Maio
Turqua . 28 do b Montevideo 5 de b
Para'. .
M.ir.iiili.in
Ceara'.. .
Parabika.
Alagdas .
NOTICIAS DO IHTERIO.
8. P. do Sul
2 do Maio
0 de b
6 de
20 de b
15 de b
Minas
S. Paulo 6 de
Hdc Janeiro 15 de
Babia.... 19 do
2 do Maio
do b
FAB.TIDAS DOS OOBBJUOS.
i H i "il.i. todos os dias.
V ictoria, nasquiilas lenas.
Caruani, Bonito e (iaranhuns, nos dias 1 c 15.
Villa Bella, Boa-Vista, Ei e Oricurv, a 13 e 28.
(loianna e Paraliiba, segundas escitas.
Natal, quiutus feiras.
DIAS DA SEMANA.
30 Secunda. S. Fernan-
dorci.
:il Terca. S. I'clronilla
v.; S. Kupicino.
1 (Juarla. Ss. Firmo o
Felino.
2 Quilla. S. Marcelli-
no presb.
3 Scita. ** O SS. C.
de Jess.
i Sabbado. S. Querino
b.
5 Domingo. 8. Paciflco
AUDIENCIAS.
Tribunal do commercio-
segundas o" quintas.
/'effoo'
tercas c sabbados.
/a zenila
ierras esexluailOhoras.
Juizo de Orphao*
segundase 5. as 10 horas.
I'rimeira cara do cicel
tercas c 6. ao mcio-dia.
.Sei/iinda cara do cirel.
quartascsah.au meio-d.
Maio
Juuho
Primeira
Segunda
tPHIMIlUDIS
29 Quarlo miugoanlo as3 horas 18 mi-
nutos e 33 segundos da tarde.
6 La nova as 6 hora, 18 minutos e 34
segundos da larde.
II Oimrto rrcsrenle a I hora, 6 mi-
nutte 33 segundos da larde.
21 La chciaai 3 horas, 30 minutse 3t
seguiii'os da tarde.
POXAMAB DI HOJI
a 10 horas c 6 minutos da mauliaa.
as 10 horas e 30 minutos da larde.
PARTE OFFICIL.
REL.ATORIO
Aprtsenudo aatcmblSa (eral letialatln ni
primeira aesaao da nona legislatura pelo
miDiiiro e arcretarlo de estado dos negocios
da faltada, Joaajalm Joie Rodrluum Tor-
o dignissimos scNhorcs reprcscnlaules
Aiiuuslos
da N.I...IU.
No oroamenlo que acalde aprcscnlar-vns aval-
lu om :ii:000:000> rs.a rerclla gera Ido ini|ierio no
evcrciclo de I8>11855. lio o lernio medio da que,
ileilu/idos osdeiiosilos, se airccadou nos dous utli-
iniis everririos lindos, c da que, i vista dos balances
cvislenles no tbesouro, calclo se orrccailar em
18521853, segundo o allestam os algarismos se-
guales :
18501851........31,576:930
18511852. ....... 35,646:1079
18521853........33,290:0919
E it.l.t ronlei com a influencia que deve cxcrccr a
reduccao dos direilosile aneoragem cdosdu exporta-
rn sobro a receila de 18511855, por parcrcr-iiic
que a ilimiiiuico |irovenienledahiscr compensada
pelo progroan)da riqueza nacional.
A despoza ueral fui errada em. .
Iirilu/ida a amortizarlo doscmpres-
mu. internos........
A receila de.
11,316:368
845:3021
tea
esem
i. :il.
re ilc
obras
Viga-
a-
ad
tata
CA-
i Su-
co dt
que-
chi-
iv an-
i 100
180
180
den
o
ralas
30,471:066 MfiOOtOOOt
3,528:931.?
39,63 :706 086}
30.171
. 837 3601
lili
ha
su
ihoej
gOQ
MIS
1,1(1l
a el
Ull0|
ro, i
mt
iadi]
Lid
A ii
fi
iilosJJ
au
i bila
i .le
01
riil
--m
ile
l.ir o
da
. d
Bo-
zos,
lidiara o saldo de......
Comparada a despeza lixada para o
everriru. ,|c (8531851.....
(.om a oreada para o de 18511855
resulUrl um accrescimo de. .
No orcamcntii da reparlirlo da fazenda-apparece
mu dinflouirao de 960:311? em relacSo ii detpeu
diada para 18531851 ; a qual provea prioeipal-
inenteda rcdiirriiu dos juros camortizar;!" da uivi-
il.i eviena, c de se diminuir a iiiiiinlia de .V):(KKIj
n.i verba Premios de letras, desconlos dcassiima-
do-, etc.
Divida publica e.rlrrmi.
.\u l'un de marro do anuo passa.lo eslava rediizida
a divida publica eviena a 6,009,850 noininaes,
|iur lerem "iiloaniuiii/adas nos niezesdc novciiibro
de 1851 a marro de 1853 172,700 ; n |ios de en-
tila para ci se fez anula a amortizaran de 71,100,
si i i.: hojea divida eviena de 5,938,450, so em
irliiile da aulorisiraoconcedida pela lei del de no-
veinbrodo 1850, e para satisfazer iiossik ompenbos
lijo honvissc o overno ronlraliidu em Londres rom
a rasa de Kulhsrhilil c Sons um empresliiiio de
l.niO.titMI noiniiaes a 05 '. ejirudr I '. |ior renlo,
para remir iiporluguez de 1823, quena forma da
loineiujAo de 29deagostode IH25 licou a cargo do
Brasil, eslava reduziloa95i,250,i|iiando se rea-
lisuu o novo einpreslimo.
Das apolleei di aoliga emitaSn j se achavam re-
midas, inulilisadas c depositadas no Itaiiro de I ai
-lalerra. no lim de Janeiro liedle auno, a totuma de
i KN'.!.350, nao estando inulilisailas "as restan-
tes por nao as lerem aprcsciilado os resjieclivo- poe-
suiaores,
(juuoseve do contrato jimio por copia, documen-
lo 13, rereliiTiim os coutraladores 2 |ior rento de
'.....inissao, iurluilasas dcs|iczasdc preparo das no-
va, apolices; I por rento em riinipeiisirrui de enlrc-
:arein a tolalidaile do producto do einprestilllo ira
lia I." dedczemliro prximo panado, conicrando a
veiircr juro siidesladala eunliaule ; e liiialuieiite
', par cenlo |Mir se encaireuarem do pagamento d.is
i|Hilire9 da anima eniissio. Todas estas roimuis-
Mies eslao couiprctieiididas na Bonuna nominal de t
1,11(0,600.
Cont que mo lercmos necessidade de faier ope-
i.ires menos vanlajosaa, pelo que diz respeilo aos
ciii|ircstiino ilc 1821 e 1825".
Do iilln.....le abril do ai.....pasudo ale agora lein
iilhctoiirorcniellido para l.undi es 110,709 u 1
S: tabella II. (i.
I'citoo pagaiiieiiledosiliveiiilose aii)orlizarlo dos
i., i .'-lim... cvlcrnos e das domis ilcs|nv,i> que se
lian realisar aleo lim de junho dcsle anuo, licai-
is-s-h.i iluda om Londres um saldo real de
KUMO
Em 7 de marro cstavam as apollcea brasilcirnn
ili-senipresliiniis do 5 por rento a 102 ,' 103 '.,
cas de 1 i, n 97 i, i)s.
Divida passica interna.
Nnquailro da divida interna rumiada, labella 11.
7, niil.i-se nina diirerenra paramis de 14:000,000
iiMiiiiiaesein relar.ioii que aildirinnei 110 relaloriu
1111".....' pamdo. augmento provin do pagamcn-
l" .le igual qqanliade ronhecinienlos da divida
iiisrripla na forma da lei de qiiinzc de noveiiihro de
KW. -
A divida represenlada por liiihelcsdo lliesuuro
ijev.iia-sc em 30 de abril do anuo pastado .1
.i.ImH:.i0O:0O0:,\ Moje eiisletn apenas em rin-ula-
'..10 ',. ai.1-., tabella n. 9. perlencciiles au excrci-
cin lorenle.
He de advertir que a lotalMadedaqiiclU divi-
'la liavla sido conlrahida pelo eieiciiio do 1851
18"i2 : c que foi paga com scus proprioi recursos a
auanlia de 3,318:181, c rom os de 18521853 a
ilc o.:(i.KI:OI9. Este ullinio algarismo lepreseula
l>i-, aileliiiencia diwrccursosdc 1851 1852. Re-
leva porni, ilutar que entre as qiiaulias dispendi-
il.i> por coala dclle Hguram 2,1(13:3253 empresladus
>govcrno do Hio da l'rala.c S 3:18,006 rcaes,ou Bs.
,933:776, au ramliio medio de 27, 7, labella 11. 10,
luc rnipregamos na amorlizacao da divida externa,
i-no |u-amcnso das 100,000que llovamos aoi
mrulcs do ilirsoiiio ; prefazjuido ambas eslaspar-
1*' Ha. a Mnima de 3,397: ll^ue nao deve ser coii-
MiiL'ia.la mino despeza senao para comparar
os recursos com os encargos de everciciu do I8"il
1K|0.
Alui dus fundos sup|>idos para prccnelier ade-
licieuria de que fallo, dcixar o auno linauceiro
'>n^^^ll,^ ,""i, Wra 'luc nao avalio em menos de
-,.i00a .1,00 couios de ris, se a renda publica nflo
uecresrer nos ilous ulliinos inezesqiic f.illain |.,n,i
lormina-lo. '
Couluclnenfoide imcripr4$. As tabellas ns.
II e 12, iniistrain instado da divida inscripta no
i-ainlelivio em auxiliaros das provincias, eas al-
icraroesquc liouvc nos ullimos 12 mezes.
r.iiijire.timo, do cofre dos orpllos, e cofres don
i'IHj-ilof publico!, e de dinlicirot de defunlon e au-
novenibro de IK5I, ordenou-se s referidas reparli-
ccs procedessein a nova liquidaeAu da divida acti-
va, c orgauisando relaroes em que se ilesii:ii.i-se o
noinc dcada devedor, aquanlia porque eslava ile-
bilado, a origein da divida c todas us mais rirruisja-
lancias necessarias, as enviassem ao Ihcsuiuo para
fazer-sco rompelenle asscnlaiueuto na ilirecloria do
eonlencioso. O quadro n. 23, fciln vista dcsleas-
aciilainenlo, reprsenla pola, nao a importancia da
lulalidadcila divida acliva.inasa da que foi liquida-
da at llmdedezeinbroile 1851.
Cafa da morda.
Esle eslabeleiinienlii vai inellioranilo de dia em
dia, mlu sil 110 que he relativo pe feirui 1I0 seus
(rahallios, senao lamliem na farilidaile e ci'onomia
delles. A machina de vapor, deque falleino rela-
loriu anterior, ja eslii inonlaila ; o serve do motor
aos lam madures saca-borailos, c ns mai lunas de or-
lar ; aos Ionios, marhinas de a|ilaiuar e limar, da
ulica ollieina de ferreirus ; s galgas que servetn
para trituraros cadinhos velliusc as Ierras, na olli-
eina de apuracu ; c vai ser applicada a dous alma-
gamadores, que ji eslilo assculadosna mesina ullui-
na. A lm ilc varias machinas iui|Htrlautes c cus-
tosos apparelhos, ruja acquisirose lein feilo do au-
no passado para r, mamlei virda Kurn|ia,e jche-
garam, os que iao iiecessaaios para anacjlo do nuru
pur via do acido sulfrico. Fallan), porcm, alim de
se |ir em pialieaesle proceeo, as laminas dechuni-
ho para forrar o pavimento da respielivaulliiina e
os lauques de prei'i|iilarAo.
Cuiiharain-se na rasa" da moeila do I.- de abril de
IKSao ultimo de marco do auno corronlet
Km moeilaa do ouro de 2!KKi....... 2,105:060
lim ditas de |iralade2>, Iej00rs. 9.18:8K2>
Na primeira parcelln est runiprcbcndido o re-
runlo do I3i:,.l7l!-* em uiuedasde ouro de i c 2 'i
oitavM.
Das anliuas inocdas de piala Icin-s-.' rcriinhailo a
soiiuna de 1,119:873950o.
Turua-se rada vez mais mlispciisavel c urgenle
construir umnovo edillcio para rasa da inocdn.Nein
oaiiiial mprolaa lodoso, inoiborameiitosqooella
|.\l'c, nein he poialvcl continuar o llicsouro evpos-
01 inc.....lios do que osla contornan.....le amcacado.
A|ue-i.nlai-vo.-liei u plaun e oivaiuenloda obra ; e
|u'i;o-vns que conalgueia ns fumn* ncccssarius para
leva-la a elleilo.
Terreno* diamantino*.
Para excrulai a lei 11. 655 do6 de aelombru do
nao'patudo, ei|wdio o governoo regulainoalo de
de de/.embiu iluaiiiio passado.
ranina lei como o regulamcntolcmsido hem a-
ceilos pela popularan da anima demarraran iliain.iu-
lina ; e em ollieiii de II do niez de abril ulliin 1,
diz-me oiiresideulc da pinviiuia de Alinas: 11 Du-
rante o primoiro praio do60 dias mareados ana 00
cupaules de leireiuis iliaiiiaulino.s fiiram pedhloi
mais 700 lotes no municipio da cidade Diamantina,
eCOIllInuanios Iraliallms das imperlivas meilirois,
tendn-so marcado o segundo prazmlo regolanaenlo,
sem que por ora appaieea rcpugnaiiria da pille da
populaeau.
Papel mellado.
ComcfOU a ter rxecurao un pi imeiro dia du aiiiui
correle, e no municipio da corle, o regubtnieuto
que ailoploii a venda do papel sellado em lugar H.i.
verlHH escripias nosdocamenloa sujeiins a esle im-
posto ; limitando-so por orosla medida ao sello li-
vo, por ngoseIcr nimia preparadoluftlcicnlequan-
liilade de pajiel praprio para o sollo prnporiioiuil.
Dentro dO|uco lempo fa-la-liei exlensivs a uniros
municipios da provincia do Khds Janeiro, visto
como ja existe pronipla qnasi Inda a qiiaulidade de
papel que para case lim hoindosi......avel.
Para iiiaior garaulia contra a fal-iiiracao ,1o sello.
o.1 casa inuiuiciri.il desia cdrloo
ln o pnfvcl que precisar a respec-
I deve sel |ireparadnile nina 111a-
iifoiine as amoslras que' licaram
a acredilailo fabrica de
:dcr
irarlri de scmclhanles
com elleilo
associaroos.
jAccresce que. solicitando na sessao de 1851 aulu-
risac.lo para sulisliluir ulgiiinas ou todas as elasses
de valores do papcl-mbeda por nulas de gvro limi-
lado, declarei todava que devora esta medida ser
acoinpanhaila do rostale, .linda que lento e gradual
do rcTcndn papel.
NU desconhecia cu as diniculdadesc |icrigos que
encoiilraria na excriicao de tal meilida, a un ser
auxiliada pur um banco que so cncarrcgassc de
substituir por suas nulas o papel do governo: mas
eslava eunveiieido, como ainda boje cslnu, que se-
ria irrealisavol a esse lempo a organisariln doseme-
lliaule estaticlccinicnlo.
Ascircumstancias porm lem mudado de enlao
para ca. A riqueza publica, c com ella a somnia
das liausacccs, lem crescido; o espirito industrial
ruinera dsenvolvci-sc de una niaiicira licm pro-
nulieiaila ; e por lim a iusullicielicia 1U1 pajiel-uiiie-
l.i be iillcslada |iela prosenca do llia 20 mil conloa
metlicos com que se acba augmentada a marsado
molo circulante.
Parece pois ebegado 11 prazode crear-sc um ban-
ca de emtalo, que nao sii auvilie u governo 110 res-
yate du p,-qiel-moeda, mas ainda o progressivo aug-
mento do rredilo o o da riqueza nacional.
Ora, a itilliriildade da rreaciln de semelbante ban-
ca seria lauto inainr quanto mais avullada fosse a
siimina derapilaes empenliados em OQlroa estabele-
ciuienlosde crdito, emboca mais limitados e im-
perfeitus. E fnrn esla observacao porque me per-
suado que un iiu-su paiz. iieiiliuiii bailen piule ser
rreado polo governo c por ronla dellc.
Nein concebo como poderla o governo, sem aban-
donar a pnsicaoile prolaclor imparcial de lodos os
Mercases da tocieiladc, encarregar-ae de dirigir
operaces cuuinierciaes; iiemcnnio se poileriam se-
parar dos bancos de cuiissau ns dfSCOntos de lelras e
OUlras uperaees de semelbante nalureza sem imi-
lilisarns mais inipurtanles serviros que laes eslabe-
leciiiieutos puik'in prestar.
NAu jiiluando puis queso pnssa rrcar om hanenof-
licial para preeucber o lim que levo exposlo, lio un-
idla opiniao quese procure incni
ilraloii-secoiu
iieeinienlode
a ollieina, oqua
neira especial
ileposiladas noli
, de P.iris, ou em uulra qu
mere
Me. As tabellas us. 13, II e 15, dito a conbe-
m iiii|uirlaiicia dcsla cs|iecie de divida passiva ;
Jfamparadas ron asqucajuulei an relalurin du au-
ItiV""'"J"' ',"'"!S ** "cr"0es 1uc clla lt,,n "t-
/'.lerriri,,, fma-,, i, |a|ic||n( 11S. j c |7_ ,!.
nionslrain as iles|nas feilascm virludedas dis|iosi-
i-?.. "r1, ,r"l "' a da de 11 de selcmbro de I8',2; as de
W ." ',!,'0Ci|ailoilnsrreililos Cnocedldoa pelas
"isjie lde selcmbro de 1850 cHdojunlio de IK52;
aile 11. 20 a iiqiortaiicia das quanlias decrcladas
wiiivcrsas le, para pagamento de cicrcicioa lindos,
mininas que se lem applicailo para cale Um, e os
Biilos que rcslam.
Ao papel-,,,,,,,;,,, |,., i^iidi.-, ^j com.
Ini,.? C"m "" 1", Juillci "" relalorios dos anoee
, Divida arlica.
>>n,!,'"''","lr"'" "vM" "cli,a nslanle do qua-
rlo ,] "!.._'' n.u,ll".l.|i| 'P"' inencionei no realo.
liOcre
I
uno passado. Cumpre dar eiplleecia desti
ira A iliHiruhla.le, senilu inipnasibilidade
""'"" ;l~ H"'-......nas ilc liquidaren! as dividas
comas corremos aoa llevadores da fazenda
i a billa do clareza c individuaran lo, 11,1.1-
lerosluinav.in, remoller ao llicsonn,; a ,.r.
I H i iMlit''*VCl "f "5 'mmm '* ftlu*
KlonVl. 1 rc'l;' Jc ",IS "> I''"'1 ""I"'- i I11-
hanlami I|'"'''"'" '''"'unienlns nan ei.unor-
K i";......'-"-'"'ii. Porissotan-
ei.ou a ser cculado o decreto de 22 de
111 Irn
gualconceik
II foineceiliirobriunii-se ; I.', a nao iinporlar nn
imperio, ucm vender do papel especialmente labri-
i'.nlo, senao 11 que l.'.i deslinadu para uso do (hesiuirn
licaiulo siijeiln pela 11.Ii .1. '.ln de aeda nina dic-
tas iluas coiiilieis rescisao du coillralo e .1
pagar a mulla Je 10:000, ali'in das penas em que
iiiconer na cnulormidade das leis du imperio 2.',
auxiliar n goveruo, por si e pelos fabricantes, as
lilminrids lem lentes a prevenir arail alai-can do re-
ferido papel, e un caso que ella se voriliqin\ a file-
lo r.iliiicar culmino as novas amoslras que fiireni
jtpnruvadas pelo mliiislro da razcnili.....cdianlen
indeinnisaeaii que este julsar raiOBvel,! qual nun-
ca exceder a ,0009.
Este coillralo dever.t durarqualro anuos 1 mas
licou eslipiiladn que esta iiinilic.iiiiiAu inhibe o go-
verno de fazer fabricar o papel no Brasil, se o enlcn-
der a-siin coniinienle ; nein de rovogar u regula-
mculu que aulorisa o usu e venda do panel sel-
lado.
lora preciso duviilar das dnilrinas mais incon-
11-as e .los lacios mais lirio averiguados para des-
conhccri os serviros,qnc as in.liluiccs baucaes pn-
ilein areslar aoroiniiierciiic industria ilcqiialqucr
pail. Ilciineni ellas os capilaes domicilies un inac-
tivos para emprosla-lofa qiiem os empreguc repre-
lluclivaineillc; SubsIillliudO lima parle ao 1111.....s
da circularan metlica por papel liduciario, con-
velido um insimlenlo de esiaiinbns milito dispen-
dioso em uul.rn que quasi nada rusia; cuucnircui
par via das liperAeoes de desconlos dos liluloa de
crdito particulares para dar mais rapidez naclivi-
ilnle ao iiiovimenlo ibis capilaes, c porlanlo pro-
ducu da riqueza ; e linalmeiile, pndem al reilu
(ionioavilar 011 neulralisaraslluiluaroes snbilas c
desordenadas da circulacAu, que, como se sabe, pru-
duiein seinpre malas maisou menos intenso..
Foieoso poim he confe-sar que, a par dus benc-
licios, os bancos podeni lambeni causar grandes per-
iiirhacies na orden econmica, se mo oslivercn
ailsirictosa remase raulclasquescjan uelmeoloob-
servadas.
Lni banco de cini-soo negocia mais com o seucie-
Jito do que como rapilal de que dispAc; o para no-
iler acudir ao pagamento de grande mas-a de papel
que qualquer pnico 011 acuiilecinieiiln siuislrn laca
idlluir ao oslabclcciincnln, heindispcnsavil ser nuil-
ln1 prudciilc em suas emissoes; que nao desciinte se-
llan a prazos curtos e cun solidas garantios ; o que
demais conserve sempio em calta um fundo dispo
nivel destinado a reslabelerer o equilibrio que pod
a cada momento romper-sc entre p mov.....nlo das
olas aprcsenladas para seren realisadas em inueda
niclalica c u |iagamenlo das lelras 011 (lulos que
liouver descontado.
Sei que nao be necessario, nein ronvni que a rc-
serv seja excessiva ; mas be iiidispcnsavcl que a
.ulniiiiialracrio du banco, rspieilando sempre os
svmpliimas quecostiimam picrcder as clises com-
merciaes, trate de accuuiular a lempo o com prc-
eaur.iu os fundos indispeusaveis para conjurar os cf-
feilos demscrises, e evitar us males que acompa-
nliam a sus|iensao 011 inesmo conlracriio repcnlina
1I0 seus desconlos, ou a clcvaeo da laxa delles.
Embado porcm osforcar^e-hia qualquer adml-
uislraciio, por mais lialnl o leal que fosse, |ior dc-
sempciibar (acs devores, se houvcssc cnipregado o
fundo capital do cslahelecimciito em desruiilo de
lelras e outros ttulos a prazos indefinidos, 011 nies-
molongos, cmliora garantidos por solidas hvpo-
I llecas.
Os principio! quo deixo succinlanicolc cipcndi-
dos scriain sulllcienlcs para iiibibir-in do aroiisc-
lhar a approva^lo de algumaa clausulas dos eslalu-
los dos dous bancos, que pretenderen! oslalieleccr
nesla Curte com o Ululo de bv pnlhocarios, muilo
dillercnles das inliluiciies de crcililo que em ilyuis
panojase deiioininam assim : e quo demais nenluiui
servico real podiatn prestar imluslria agrcola.
(luiros imilivua porm Ozerain anda forea em ineu
espirilo.
De tanta magnitude sao as qucslpesqiieM pmlern
suscitar a rcspcilu da organi*a(ao doi bancos tal
inlliieiicia pudem ellos i-veicc* tubre o nieio circu-
lante, murineote em pases onde, como no Brasil,
I leprcsenlado em grande parle por paprl-mneda ;
lainauho peso 1110 merccein as opieiowile estadis-
tas nolaveis e o eveiuplo de nace de primeira or
dem, que comeco a duvidar se ao governo pcrleuce
(Ihaiic.
o papel do ",
meiile; tlc^cu
.....'" depnis
Os primeiii
do papcl-nioe
limo pelu han
iiujiciiii pur va deaeces um banco do depsitos
Konlose einissau snli asseguinlaa bases:
I." O liaiuu lera n funiln rapilal de :M),tKXl:(MJ(.
que puilera ser unguiculado por delibcraro da as-
semhla gcraldos accioiiislas capprovacAo do go-
verno, e durar l" amnis runlailus da dala da ins-
lallncfln.
2.a As nulas du bancu sern realisaves cm moeda
eoiienle ( uielal 1111 papel-inocda }, c uozai'Aodn pri-
vilegio evelu-ivo de seren recebidas mis estarnos
publicas da corleo {iruvineiadu lliu de Janeiro, e
as das nutras onde fiirem cslalielecidas caivas li-
liaes.
3.-1 N'Ao puiler cnullir nulas de menos de 203 na
cidade c |iriiviueia du lliu de Jauciro;c de menos de
lo> as oulraaprovincial du imperio.
I.-1 O uresideiilc dn bancu ser iiomcado pelo ini-
peradur: presiilira uassembla geral dus arriunislas
e a iliieelnria un ruiisclhn geral; lera dileitu de as-
sistiraus Iraballius de todas as coininissOes, e de fa-
zer suspender qualquer drlilicranu rnnlraiia \ lei
un estatuios do banco. Da decano suspensiva do
presidente havern recurso para o governo.
I obrigar-ee-ha a retirar da circulacu
II no razan de 2,000:000 1.....ual-
iln u resbale couierar dcnlio de duus
le sua installai.'au.
s lo/OOO.-OOO einpicgados lio resgale
!a ser.10 foruecidosa titulo de empres-
rn, 11 qual uo perceber juros delles
emolanlo durar o sen privilegio.
rindo u praxo mareado na base I.-1, parala o go-
mnos referidos IO,OIH>.000 em diiilieiro ou em
apoliceada divida publica do ti pur cenlo c au par.
Logo quea aOBiila -\o papel resgalado eiceder f
lli.n(iii;HHis, o governo pagar triiiieslralmeule au
bancu 11 excesso *l.> referida soumia.
ti..'1 So pura inainr seguranza de suas uperaeoes
eiilender o li.iueo que Mu'roiivm obler em qual-
quer paiz cslrangerp un rredilo que 11A0 exceda t
quanlia que u enverno Me estiver devendn, poder.i
o nie.iuo iioverno prestar para esso elfeitoa garanta
do Irasil
l-'ica eutemlidu: 1* qucaugmeiilaiulu-sc o funilo
capital dn banco, poden o governo exigir que a ter-
ca parle (leste allmenlo seja itpplicnda an resgale
dn papel-inueda, sem vencinonlude jurus; 2* que
o iiiesmu qoverno Oca reservado o dirilo do em-
pregar animalmente in dilo rosgalo as sonimas de
que piuler dispoi, iiidepeiideulenienledas uvadas na
base 5."
_Scgundu os priucijiios consBgradoa pela experien-
cia, o capital dspiiuivcl de qualquer banco nunca
deve ser inferior ao Ierro de sua emisso; mas im
Brasil esla regra deve anda ser modifirada, ao nie-
nns emquanlo opapelHDOedl figurar cumu nieiucir-
culanle. Paiece-ine |mis prudente que se llic cu-
niu limite maxii.....la omissau du banco que se or-
uauisar o dupludo sinis fundosilispouiveis; 6camlo
porcm ao governo a raculdado do conceder o aug-
iiieiilo dcsle iiiaviuiu se as circumslancias Ih'u acuu-
sclliarcm.
Deixef (lito que os dous bancos de que oirs fallei
iieiiliimi heueliciu puiliaiu fa/er a industria agrcola.
E, em verdade, nimtueni descunliece que os capilaes
onipregados na agricultura, ahsuividus pela Ierra
(|i.....- aatillllbl e cuja nalureza liiluaiil, au rcappa-
receill sendo |ior parccllas sob a fi'irma de produc-
ios, e por ronsogulnle ruin leulido o 110 lim de lon-
go espace de temiio.
A" assoeiaeoes, pois, que levaieiu o lito de fazer
cmpreslimo aos proprietarios'riiraesa prazos coin-
paralivamente curtos, sciao nftis perniciosas que
nleis a cssa importante classe de nossos conci-
.l.i.l.i...
Aquellos que, movidosijaesperanca de niellinrar
seiiseslalieleciiueiilos, cuulrahirein taes euqieuhus,
ver-se-ho impussiliilitados de salisfaz-lus; suas di-
vidas crescerao em lugar ile ilimiuuir aniuialinen-
te, pela rnpilali-ar.ui de jurus evces.ivos; e an cabn
lie curio prazo, vicliiiias de s,ia illusAo, lauto mais
iiieini.sivclmente se acliaio arruinados, porque
iiAuliaverii abi suliiilacoes que faeain niuililicar o
rigor dos estatuios do tuna sciedade annnvnia.
Os eslabelccuitentos do rredilo lixpolbecario, que
na unir parle da Europa runliueiilal 'lem prestado
lanos sen icos lavoura, sao de nalureza mui dil-
ferente. taillnramlu-sc como inlcruiediarios catre
o empresto)' e o mutuario, (acs eslabelecinienlos of-
fercci-m au primeiro a garaulia solidaria, de mul-
los prni>rolaros;as:cguraiii-lhco exaelo pagamen-
te dos Juros do scu rapilal reprosciilado |wr ululo*,
que podeiii ser Iraiisferidns sem neiihiima dilllrul-
dade ; e obtein para 0 leguilda, a Juro mdico c sem
prazo livn, ncmpicstiniu de que carece, du qual el-
le se desunca denliu de rerlo numero do anuos,
Ojtiiitaniln uniramciilc ao juma amortizarn de I 011
2 por cenlo.
Infelizmente he, sen.lo iiiipossivcl.ao incuos mui-
lo dilllcil crar entro nos .scnelliantcs baos. Scr-
vcm-lbcde eslorvoa legislarlo bjpotliecaria j.asilo-
lungas e enurines despezis do nrcccssu das esecurcs
a falta de ttulos legitimas ou iuennlestados da 111.1-
ima parle lalvezdos prediosruraesi a rpidaclclc-
rioraeAo a que asIAo cxposlus; a didlculdadc de ava-
lia-los, e nutras mullas circumslancias que longo se-
ria enumerar.
\pcznr de ludo fiiruconvcnicnlc procurannos dcs-
Iruir os obstculos provoiiienles da icgislacilo actual,
con) o lim de preparar o lerrcno para a fundacao
de bancos bvpolhecarios, desuados ao nieuus para
auxiliar os propriclarios dos predios urbanos. Ira-
mos dcsla guisa naluralisando una lnsliluic.au que,
com o volver du lempo, podo cicrccr lAo benehea
inlliiencia nos deslinos do nosso paiz.
Thetouro e Ihetourarim de fazenda.
A reforma do llusoiiro vai conlinuando a dar si-
laTactoriaf resultados. No periodo decorndo do ul-
limode marco du anuo passado ao primeiro do abril
do correle lomou .1 primara conladona 80 coolas
inen-ao- do lliesniueiro geral e dos pagadores ; 107
tontas amuiacs; e examinan mais 7J, que anida
,i.i.e po.l.....dar por lomadas dcllnilivaiiicnie, por
appareccremduvidas ou falla de ilucunienlo-, que
deven, ser evpliradas, ou apresculados iwlos reS|>oii-
saveis. ^-^B
Asegunda, alin de Icr quasi em da os oulrus
milites e variados Irabalhos de quo osla incumbida,
deu cumeco csrripluraco central da receila c des-
peza dn iuipe in ; especial da receila e despeza de
Londres, c a dos livros auxiliares da receila odes-
peza ; o quo alia nunca so liavia feilo, apezar de o
exigirem a lei de i de ouluhro de 1811 o us regu-
I.menlo, do llicsouro, |ior insufliciciica do pessoal:
c linalmcule lem inlroiluzido alguns mclboramcii-
los na escripluraco, entre us quacs deve coular-sc
odcrcprcscnlarem agura os diarios com a devida
exaelidao todas as opcraciies do receila e danesas
realisadas no municipio c provincia do Rio-do-Ja-
neiro, incluidas as das reparticoei de guerra c-ina-
rinha.
Os batanees dn llicsouro nn haviam sido organi-
sados al agora com a exaelidao c clareza necessa-
ria. Alm dus defoilus de que ji fallei n'uulra or-
casiao c tenbo procurado fazer desappareccr, evislia
anda u de ligurarcm cumn inuv imcnlu de fundos
operacfies a que nao 1 > I conipclir lal ilenom-
nac.'iii ; e dahi provnba que a receila nunca poda
saldar com a despeza dcsle titulo ; o que alias dove
sempre acontecer, (os ilumnenlo de fundo
"Jo be lento a paAgein de valares e una para ou-
lrus cofres du cslado, dcnlro dn nicsuin excrcici
assim, appareciain us balancea, sob o mencionado
titulo, a cinissAo e pagamenlu de lelras du Ihesiui-
rn; supprimentiis de mis a outros oxercicios; ditos
ilo cofre de deiHisi los c caiicos; ditos do cofre de
depsitos pblicos; sabida de letras para se ajuia-
rcui; roliraura eveculiva de lelras; contras ope-
rarnos do nalureza umilndillerciilcilc piuvimen-
Inile filudos.
Para fazer resillar os inconveniente! de lal svslc-
ma, ligurarei que, em um eierciciodado, emlllia o
lliesouru 20,000:0003 de scus bilheles, c rcinia ape-
nas 10 mil. Resultarla daqul urna dlfleranca de rs.
i.tKNI:OO0 enlrc a receila e despeza de .....rmenle
do fundos, sem o reslu uu resuniu dn balanru res-
peclivo indicar donde ella provinlia, uemdara
'|u..... prelendetse averigua-la o liu que o Kiiiasse
110 emiiiai.iuhadn labviiiitliu de algarismos de que
sccompicm 03 balancea.
As letras recebidas em pauamenlo de dircilos 011
orar na capital ,ic oulra qualquer divida eram oscriplurada romo
" receila cll'ecliva ; o sodeivavain de ser pagasen! de-
vidu loinpn, dava-sc-lhes sabida em lunvimciilu de
rundas para o juizo dos feilos, sem todava alterar-
Ka receila, embola as lelras protestadas deiassatn
de ser panas em parlo, uu se pcrdcssein inlciamen-
Ic pur insolvahilidadc du devednr. So eram cobra-
das, I no; n,uu-.,. de 11.o., como imiviiiieiitu de fun-
dos un overcicin cm que se realisava : cobraiica. A
siiuplcs'inilicac.io dcsle proceaso hasta para eviden-
ciar quo ucm a racelta e despeza elleclivi......ma
le muvimeiilo de fundos, podiam saldar-sc cm um
liilam o assimurganisado.
Para acabar, pois, ron. semcllianles irregularida-
des, inaudei fazenum modelo de bibtiiros, un qual
ugurein MoperacOes quo acabo de mencionar sob os
liliilus de upriaces de crdito, dc|nisiliis e uniros
iniliradoi pela nalureza dolas; determinando de-
mais que seuruanisasse segundo esle Icnr u balanru
definitivo de 18501851.
Assim, podcr-sc-lia rcrnnhercr prima vista .1
despeza de cada :.....n linaiueiru, scus recursos, a
naluroia delles, o u verdadeiru saldo 011 deticit que
Mo perlencer.
A leiccira riinladuiia, alm de (razer em dia os
numerosas Iraballius de Iralo successivo, liqnidou,
niiileciirsu dos ilnze mezes quo lindaran) a 30 de
abril ol um.. 18"i procesaos deevercirknlindas, que
ImOTlaramom 227:806. Far-se-ha una idea dn
esfuren que lem sido priiisu para adiaular esle Ira-
lialliu, sabcudo-seque os pinre-.us de.la nalureza
evisliam quando se rcfurinuii o tbesouro, jimios aoa
que cnlraimi depois al 31 de mareo ultimo, innu-
laviima l,ll7,dosquaes reslaiu apenas pur liquidar
137, cuja importancia nao excede alOOaOOO. I.i-
quilnu OUlrosim a divida arliva provcnienle de inr-
poalusacargodarecebedoria desde asna croarlo
ale n lim de 185018.51 ; alglIlDI do de 1851
1812; ea quanlia do 57:620 do impottos pcrlen-
ceules as COlleclorlaa, pela qual san lesponsaveis
1,137 colleclailos; c linalmcule fez a liquidaran e
escriplurataodos rrediloaconcodidoa para |gninen-
lo das dividas de Ciercicios lindos, cun eveeprn do
>'.< 18 de Miembro de 1813.
Os rehilnos, que appcnso a oAa exposic&o, dan
circiinislailciiida emita Uus tiabalbns das dilleientes
diieilnrias un periodo a que me tenhn referido.
A. Iliesoiirariasde fazenila, cuja iirnisae.io be
posteriora do llicsouro, nao iwdem nprcesnlar tan
ensivcla progrossos; acmembargo dissu tilo ellas
mellioiamio. ea. denlgumaiprovinciasleinj.i pros-
lado serviros iiii|mitantos na parle lelaliva .. lonia-
da ile cuntas e li"c.ilsacAu dos dinbeiriis.
Parccc-iuc rniivcnieulo que a asseinblca geral le-
gislativa nn delibere anda sobre os decretos que
reforinaiaiii as repartieses dn llicsouro c Ihesoura-
rias de fazenda, poique nesla materia be preciso at-
ienda milita aos resultados da experiencia.
.Ilfamlcijas, consulado' e recebedoria'.
A coniiiiis.no eiicarrcuada de rever e propdr a ns
formada larda actual, aeguudo as bases que II.o iu-
liquei, cuncluiouseu Irahalho, o qual vai ser sub-
lMtlIdo ao examc do consclhode oslado.
Mandei-o imprimir com ludnsus documentos que
podeh esclarecer a discussio de materia dolama
iiluiigravidade, C 0 farei distribuir pelos nienibriis
nesla augusta cmara e do senado.
A ciiiinnisso prOpOo no seu prnjerlu que sijain
igUaudOS osdireilos sobre lodos os \ julios seceos,
qualquer que seja a procedencia delles. Esla he lal-
veza qucslo .....is dillicil ecomplicada que lein de
suscilar a discussn da iinva tarifa. O goveruo ngo
a resulvcm sciiJo depois de pesar inaduramcnlc as
razocs cm que se fundn a ruimnissAii, c de Icr 011-
vidoasu].....iies que coinhaleni o arbitrio que ella
adopluu.
Propoc lamban a roinnussAn que se iscnleni de
iluoilos, nao sii o rarvAu de |iedra c o sal, mas an-
da (W(0S ortii:us que piilem servir de materia pri-
ma .1 industria nacional, o se diminuam ns dos ge-
neral de primeira necessidade, nu que cumn laos
silo considerados. Nesla parle nioduvidaria en ad-
inittir aindaalguma roducjAo. Assim, nnve de
15, iuipuia smenle 10 pur cenlo suhre o peixc e
carne salgada; lporceolo .....lugar de 90 sobro a
farinha de triga, as hacas e pannos mossos ; e rc-
diizii 1,1 a 25 011 30 pur cenlo o dircilo robre ocha
estrangeiro.
Reconheeo que com a lava do 50 por cenlo o cur-
pn logislalivo quiz proteger osle nasccnlc ramu de
uussa industria auricula ; mas infelizmente Icin-sc
\ei Ideado ne.le casn 11 queaciinleco seniprc rom os
diieiln. |irolecltircsnimiamente elevados, nuirnien-
(c quaiiiiu rccaboiu sobre inercaihirias quo en) pc-
qiienus vnluincs enrerraiu grandes valores, porque,
provocando u contrabando, produxem em regra ^e-
ral resulladu coulrurio ao que se pretende conse-
guir.
As carias de jugar pagara actualmente' 100 rs. de
direilos sobro cada haralho, que junios a IfiOrs. de
sellu elevain o inqiustu a260rs., islo be, amis,
do 100 por rento sobre o proco do mercado asirn-
geiro, augmenlailn cum as des|iczas do Iranspurle,
reinuiis-oes c lucro do imporlador. Assim quo o
coiilrabaiidu dcsla mercadura lem avallado cunsi-
ileiavehnciile^cm einbargo do ludas as medidas cm-
pregadas para cmbanca-lo.
A nova tarifa rciluz os dircilos de importarlo das
carias do junar a :UI pur renln, mas anda assim Aca-
ra este artigo cxccssivamenlc onerado, c continuar
o mercado a ser supprido por contrabando, se nao
ri abolido o imposto do sello a que e-la sujaito es-
le artigo.
Emilliiido a opinin que so devo rciluzir mais do
quo |.i.i|.i',(. a coinmissao a laxa dos direilos sohic us
objerlosaqqo tciiho alludiilo, 11A0 dcscnnlieco que
a nossa ronda pruvm em mxima parle do produc-
to das alfamlegas, c que cumpre .olanlo serums
limito cautelosos na redueco dos mposlos que ah
se aVris-adam, |ra u.ln agureiSr os recursos do
11......in. ; nas he laiiihcui fura du duvtd.i que a re
din eu de um impostodjnlo, luormenle quando elle,
recabe sobre olijcrlus de geral consumo, quasi uun-i
ca diminu, proporctonalflienle u produrlu dclle. A '
redcelo do inqKislo provoca sempre era laea caros O]
augmento du consumo ; ilonde resella um cresci- 1
ment de receila que senao logo, denliu do um pra- I
. ln
I |n
zu mais uu menos longo, compensa o dcsfalqu.
.Iii/iilo .ela diiuiuiiea.i da lava (lo Imposto.
A coiiiinissao da praca do cominercio da cidade do
llio-tjraiide, provincia de San-Pedro, dirigi ao go-
verno imperial urna represciUaco, pedindo provi-
dencias para alalbar os niales que, segunda allega,
se faxem senlir com a cmplela csumnacao docom-
mcrcio da dita provinria.
A cuimnissAn attribuc a origcm desses males au
(Icrretu de 12 de aguslu de 1811, que nao allemleu
s rircumslaueas especiaos da provincia de 8. Pe-
dro, ao svslcina dos direilos csiiecificos adoptado no
ni r-111., decreto, .. minlicidadc dos direilos de impor-
lai;o o expoliarn que se arrecadam nu esladu uii-
enlal, em ciunparacAo rom us nossos, c ao contra-
bando a que esta crcumstaucia d iiecossarianienlo
origem ; e eulendo que, quaesquer que sejam as
iniiililii .o ..r- que se faeain na tarifa actual, nuuca
poder ella regular e equiparar convenientemente
os inlermet do commercio da provincia con, o do*
ciado* do llio da Prala.
As medidas eflicazes que a coinmissao solicita do
nvenla imperial cunsislem na adopeo de una ta-
rifa especial para as alfandcgas da provincia deS.
Pedro.
Sem me fazer cargu do disculir aqui una medida
de lamanhu alcance, cuja adupeo alias nu cabe na
a|,;.f.|a ,\o euverno, sija-iuc todava lirilo declarar
que, se he iiuluhilavcl qucjiclas fronleiras de Ierra
e fluviaes se iulruiliiz por contrabando na piovincia
deS. Pedro quanlia avullada de inercadnrias estrau-
eeira-, eoinu sempre tein acontecido; se he prova-
vcl que es.e commercio clandestino leude a cresrer
cada vez. mais, e seja dillicil, seno impossivel,
veila-ln inleiriiiciilc J he lamliem faclu averiguadu
que, au menos porora, o coinmercio licita nsose
lem resentido por modo que se poesa declara-lo
cumplelainenlo eslagiiadu.
Dan (esleiiiuiihn desla iiiinha asserrAu us algaris-
mo. sesuinles:
Producto das 1 ciulas ai recadadas as alfanilegase
rcceliedui'ius da pruvincia de S. Pedru, nos an-
uos do
feli-
IS2--4Rl:r.
1813IS1.1.
18441815.
18151816.
18101817.
18171818.
18181849.
18191850.
18501851.
18511832.
18521853 1
ela nnlar-se
73*208
1,309:181
n 1,751:3213
l.-scinesln
000:691
1,022:0923
1,332:928
1,279:662
1,664:267
1,638:293
791:2591
E revela nnlar-se que, se a renda dus everririos
le 1811 1815 a 18171818 he muilo superior i
los anteriores, o mesnio a que actualmente se arre-
cada, roiicnricrnin grandemente para esle resulta-
do o bloqueio de Montevideo c a inlernipclo dn
roinmerelo direclo entre esta praca e a de llucnns-
Avres; c que. OUlrosim, a redurcAu dus direilus
Jos ruuros, que cumecuua ler excciicAn n< everciciu
ile 1810 IKO, devia pruduzir na renda dasallan-
ienas da dita provincia um ilesfalquc, que mo se
llcular ei.....cnos de 300 a 350:000.
nos da Europa, deveinos em grande parte tilo
zes resultados.
O mappa 11. 3:1 que ja citei, e o de n. :r>. quo d
u preco medio de cada um dus productos de nossa
cvpoil.ie.ui. nur-lram queo aimii do 1851-1852 foi
ainda em goral prusnero para a industria nacional.
A dinerenra do I,l9i^)00que se nota, cm rolacao
ao anterior, provem da diminuic4o da quantidado
de a-sucar ci|iorlado, c da baila do proco do al-
godilo.
posunnosde 1816-1817 a 1851-1852 11*0 lem
. lei vi. lo de cresccr a cvpnrlaeo dos geuoros de pro-
duc{Ao brasileira para o Rio da Prala ; por lauto
nusso commercio coniaquellos paizes avulla de dia
em dia.
Verificara esla asaerco os mappas ns. 38 o 40,
posto que o do 11. 39 aecuse dimiuuicAo da quiqli,-.1
dade das productos du oslado Oriental importados
KdoJaguaro as alfandcgas da provincia de S.
edro.
O despacho iiiarilimii produzio nos anuos finan-
ceos quo lenho coniparado, a saber :
/fia*. Renda.
18191850.....557:035
1850-1851.....523:189
1851-1852.....516:941
(8521853(1. semestre). 96:153*
A diminu..,.1 desle ramo do receila provera, co-
mo se sabe, da rcduccAo dos dircilos de ancoragem
sobro a navegacaode longo cursa, c daexllurrau do
que pagavain os navios de cabotagem. ,
As rendas internas arrecadadas |ielas rcccbcdo.
lias c collccluriasproduziran em:
.limos. Renda.
18191850. 3,96.5:90lontl.
I8VI1851 .... 4,101:20290110.
18511852. 4,0ll:08>000.
Muilas 1 iilteclui ias ainda nao remelteram os ba-
lancos do primeiro semestre de 1852 a 1853; o quo
me inhibe de conhecer a quaulo mnnluu o produc-
to das rendas internas oeste periodo; mas ucnlium
unitivo ha para acrcdilar-se que ellas Iculiain de-
crescido.
I undo da faculdade que Ihc foi dada pelo artigo
12 da le de 11 .le selcmbro de 1852, delcrmiuou o
governo que dojniciru do iulho desto anuo cm
l>Wg: ido
V-sc mais das tabellas que jilnlna este lelaloi i
I. Que o valor total das iiicicailnrias despachadas
para consumeelevou-se :
Importada* Puf cainita Total.
ilir'vlo'orntr. iem.
Em ISI0-IS50. 3,0l(i:ll(i32,921:21235,910::i.58>j
I85H-I85I. 1,275:98653,r>8:98397,631:969
1851-1852. 1,024:123 I,28I:77I8,30Tk891
Que sem embargo du augmeulo glteslado por
ni as reexpurlaces pa o llio da Prli
ull.ie.
ir.:ii;i-
157:926
72li:.-|OI-
i fritas dilecta
este quad
siihiram ;
Em 1X191850 a ,
IK501851 i. .
n 18,1 1852 .
:l. Que ns valores das ci|
mcille durante o inosniu periodo "sin rcpi escolados
pelos algarismosseguinlM:
Em 1819-1850 .... 3,494:000
18501851 .... 3,783:727-
n 18511893 .... 3,001:2199
lie de advertir que neslis valores 11A11 est inclui-
doo du charque consumido mis ilillereules pruviu-
cissdu Imperio ;o lodos aabom que de lal producid
quasi u uta se exporta para natos oatrangoiros'
Dos faelos |iuis que deivn prudlizidiis concluc-se
que, seo commercio da provincia de S. Pedro 11A0
lem lidograndodescnvolvimenlo, lambem nao ha
motivos para prelemlei-sc q......lie vai ileliiibaiidn,
e deve por tanta obler in.iioi pnitec.au e favores que
0 dasoulras provincias.
Nao -o conrlua poreni do que levo exposlo que so
deve ilesalleiuler mencionada re|ireseiilacau. O
decreto 11. 1110 de 9 de abril prximo passailii,-f rc-
ndo algumaa reparliroes liseaoa lias rroulciras do
1 rugnay, Joguirao c nado Quaraliim, leve cm vis-
la .liitiriili.ii u conlrabando e evila-lo ao menos era
graudo escala 1 c acxecuru da nova laiifa com-
pletara n complexo Tic fhctliilas que Julgo puilerii
ineu os dircilos do seti
|ior cenlo que se ciibrauTna c>s}Hirlai;o dos geneu,,
le proihicco brasileira. E para loiTiJ^S.caJ(a| ;.
priileiT.iu que por esto Basle quiz o corpo leaislalivo
dar 11 lavuura nacional, parere-mc conveniente que
o_governo seja amontado para ir redo/indo os relc-
riilus direilus atuevliiigui-los de lodo, medida que
Ib 11 fureiii iiermilliiidn ns recursos du llicsouro.
Obra*.
.Na alfandcga desla cidade estao quasi cunrluidus
os cinco aruiazens levantados no seiiuudo pateo da
estiva, fallando-llics iqiciias um pequeo lauco do
soalbo c algum aterro nu pavimento inferior : 'tica-
rain com capacidade para acoiniiindar 8,000 volu-
nic. Aclu-ae lambem a......I., de terminar a runa^
IruccAu de um novo arniazcui do ferru nu local on-
de eslava a casa dos despachos livres, que por ar-
rumada fui preciso deinolir; resta simiente assen-
lar-lhe pralcleiraa c as |iorlas, e nivelar o chao. O
cdihcio licou dividido cm duas parles; a primeira
servira alfandcga, e a oulra, com sabida para o
lado da praia dos Mineiros, ser oceupada pela me-
sa dos despachos livres.
Feilo o soalho das pralclciras, assculados os auin-
dasli s, e concluidos us trilhus, licarao de lodo^iriinip-
los os don. \aslus arinaxens do ferro de que fallei no
iTlalorio i\o anuo pealado.
Para continuar mis melhurameiilos que exige a
alfaudesa da corle, se deu romero .1 reedilicacAo do
aiinazein 11.6, tende-sej* levantado dolado do liar-
le, una parede de podra ocal com 13 palmos do
comprimen, 5 de altura c i do rspessura. Fui
porm indispcnsavcl sobrestar note irubalho, em-
quanlo nao se assenlava detinilivamcuto no plano
para a conslniccao du caos de que mais aiante Ira-
laiei.
Eslo concluidos os annazeus provisorios du le-
Ihciros, o a ponlc de inadcira, de que fallei o anuo
iiassado. Osprimeiros lein 123 palmos de renlc so-
bre 220 de I mu.1 ; a ponte 131 de exlonsAo c 11 de
largura.
Ilavia cm fredo da rasa da abertura nina coxia
arrumada, queso demoli para alargar o hecco rron-
loiro a esse lado da alfandcga.....de so abril,un tres
portas de sabida, as quacs liraram de modo collorn-
ipic pndein racilmcnleser inspeccionadas pelu
jiur ara turnar para atleinler d
un
oiiimcrci
lo justo c
ida pruvincia
razoavel as icclaiuacoes do
deS. Pedro.
As rendas do impurlacau tem cimtinuailu a aug-
incular, pasto que, ujuluar-sc pelo primeiro sc-
meslnve prognato "o ser.ilainanho uuaniio linan-
ceirncurrenle como nos dotisaiileriures, cnnfuriueso
v du Mguillte qu.nlio :
.limo*. lleuda.
18101850 ....... 17,429:436
18501851 ,.....20,507:218
18511852......21.793KH5
18521853 (1. seinesle a 12,012:8889
A renda de cvpnrlacu elevuu-sc us
Aimoi, lleuda.
18191850 a.....3,81.5x000
18501851 a.....1,718:0003
18511852 a.....1,700:0003
18521853 I. semestre 2,:!50:0 Osquadrus 11. 25 e 211 iiidicain em quo razAu ca-
la pruvincia cunlribuiu para o produclo deslasdu-
i" luiiles da receila geral dn Imperio.
O muv imcnlu cuuunercial adquiri grande inrro-
menlu 110 aunn linauceiro do 185118.52, como se
colligedns algarismos que deixo indicados, o mc-
llior ainda o inostrain n's mappas ns. 29 a 33.
Subin pois ueste aunn o valor daiuqiorlacao c cx-
portacao reunidas, somata de 158,030:0173
O I........le 1850 a 1851, queja
obrenojara muilo os anteriores, ha-.
viasidu de.........111,711:051?
Iluuve pois um augmeulo de.
13,325:561
E seja-mc licilu fazer aqui sobreaalir um faci
uolavcl, quo revolara us documentos a que venho
de reliir-mc.
O (crmoincdio da iniporlacao nos
qualro annus de 1810-1817 a 1819
1850, foi de. ........
O da cvporlaca'oanuualdurante o
inesmo ..'inuil, ,le.....'.
DilTereiu;a a favor daevporlai.Ao .
No anuo liminroiro do 1850-1851
impurlacosuhiua......
E a cxjtorlacao a......
53,526:133
.55,131:1728
1,907:7393
78,922*881
67,788:1701
Ditreranta a favor da imiHirloeii.
E finalmenlc em 18511852 ele-
you-se o valor da imporlacSo som-
ma do............
A cxporlacAo foi de......
9,131:713
91,142:191
66,591 :2I9
Dilleii'iie.t a favor da im|Hiiiacu 21,847:765
Assim que.duranle o qoadrieonlo de 1846-1817,
11810-1850, "alorara animalmente du Brasil coica
Jc 2,000:0003 destinados a pagar o saldo que a ba-
tanea do coinmercio ilcixara a favurde uniros pai-
zes: nos dous anuos segrales a iiupurlai;Ao d.> ca-
pilar, e.lr.iiigeiius eleviai-se a snuuiia avulladitsi-
ma de quasi M.OOttOOO, que n estado do arabio
denola procuraren), nalui.disai -se enlrc nos para
servirein de instrumento t produc;flo nacional. As
iiisliluicies livros de que gozamos, a ndole hnspi-
laleira de notada concidadso, o niait quo ludo ,1 paz
o Iraiiqiiillidailcqiicsouhcinus ni.inler, quando u
geuio das rcvolin'esabalava quasi lodusos guvei-
eheed.i repartirlo.
Cornil iiio-se linaluienle, annexo ao 11. 3, oulro ar-
maiera que |HXlc cunler 100 vulumes; revcslirain-
se de itiadcira Iresrulu.....as da sala da abertura, re-
pararain-sc Indas as uulras. o flzeram-sc mais 213
bracas de Irllbos de rerro.
O cngoiiliciru llalfcld, dcsempciihando a cnrainis-
siln do que o cncarreguei, lev anluu a planta da alfan-
dcga e o plano .1 que iIcm'iu flcar subordinados lo-
dos oscililiciosqued'ora cm dimite se ronslruircni ;
Irai.aiulu na planta tres ras internas, q'ue devera ser
fechadas |ior porloes do ierro ; a saber : duas no ali-
iiliainciilo das du Mercado e Commercio ; e urna na
do hecco dos Adelas.
Deterniinci que lias nuvaa cuiistrurces so tivesse
em visla, assim a abertura das indicadas ras, romo
o alargamenlo da que ha de formar a ronliuuar-o
do liccco dos Adclos.
Ficar dcsla sorle a alfandega mais clara c mclhor
ventilada, c facililar-sc-hAo os scennos cm caso do
incenilio.
Para levar a elTeilo a conslruccao do caes da alfau-
dega, 1......dei coiilralarcm Inglalerra lira cngeiihei-
ru h v drauliro, u qual clieuou a esla corte era dezem-
bro do auno passailn, c deu logo comeen aus cxaiiics
o cvploracoes quo Ihe parecern! ncccssarius. Ha
pnucos dias apiescntoii-ine o plano e orramenlo da
nhra, quo dilferem dus que furaui uruaisados pela
enmmissiuia que presidio u marcrhal Andrea, cumo
se \do documento n. 11. que appeusn a este rela-
luriu. Scaiiudu a opiniao do engonheiro Neale, o
cica deve avancar pala o mar al encontrar una li-
aba h-.-ii menle curva, tirada da punta do Cala-
liniicu, no arsenal de guerra, ao verlicc do ngulo
Iiio na direceflo do'Norlc, Icruiiuaa rea du arsenal
e marii.ha.
Esle plaun, alm do dar maisampliilAu 11 hacia da
alfaudc&a, evitar, 110 entender dn referido enge-
altsjro, os depositas de lotlo carca, e iar porcon-
.equinte cousenar o fundo nocessariu para pude-
rom atracar navios ao caes, lano dentro como fura
da baca.
Sao cm verdade laminillas estas vanlagcns, que
inlo dev cinos sacrilica-las 110 receio da maiur despe-
za quo exige a cvccue.iu desse prujeclo.
Vou nois lomar as providencias necessarias para
que se Ihe d quaulo antes comeco. E porque a ex-
peri.ma lein inuslradu que as obras do Estadofei-
las por adiiiinis(rai;Au sempre cuslam mais caras, o
san mais morosas, nrucurarci fazer cxecular as da
alfandega por via de arremalacAo.
Nao olutanlo ter elevado a 10:0009 a coneiuiiacao
mcnsal destinada para as obras da uova airndoos
da Babia, |hiuco lem ellas avultado.
No entender dos iiispcclores da thesouraria e da
airandcaa procodo oalrazo da obra, |irineipalmeiile
de ma volitado do engeuhciru que lem aidu cnc.u-
regado della. Este se dcsr.ul|ia rom a jviunia de
canteos, o cm geral de operario, habis, e cum a
uiorosidade da cvlrartao e preparo da cantal ia, 110
que Ihc d razAu u presidente da provincia.
E, puis, da inleriuimivci dosiiilclligcncia cm que
se lem adiado o engenheiro rom os referidoa inspec-
tores, resiillava n.io s peda de lempo, aeodu lain-
bcni prrjuin para a fazenda publica ; deliberci
que fosse oucarrouida ao primeiro lente do corpa
du enuenheiros, Fraociteo PorciM de Agujar, .1 di-
ta obra na parle puramente a. icntilica, li
cando a admniatracAu c liscalis.irn della a cargu do
iutpecldr da alfandega.
Segundo as 1 lili mas informacies consta ler-se
concluido, do lira do 1813.....1 que os Irabalhos live-.
inaiu coinei;o, a 31 de di/eniblo di.....no lindo,
57,987 palmos cbicos de caularia, 1,390,063 dilos
lo ,11 venara, e 987,911 dilos de alerro ; sendo em-
pregados nn caes o caradas 33,857 |ialinos cbicos
le canlaiia, 705.305 ditos de alvenaria, e 210,711
le aterro | en Id-columnas, 3,230 panos ciihicos
:1o caularia. a 9,21o ditos de alvenaria ; na uuva
fabrica 15,536 palmos cubicas de caularia, 193,690
MUTILADO m
H


-
I
i

' (
1
Jilos de alienara, c 717,230 do aterro entro csla e
o nntigo edificio.
A dcspea verificada' al referida dala rnonla a
165:4989308, c ionio ser preciso anda paracon-
cluir-sc a obra, na opinio do iuspertor, a do
321:5019692, virio a IraporUr o novo udillciq.0 os
riit'lhoraineiiluc- feiloi noanligo780:l)iNlj)00.
Cr anda o dito inspector que a obra ato eslari
le minada ein menos de 6 anuos, coolaudo con) o
atrnzo que llie impriniia a dircecsio do engenheiro
qoc fot exonerado.
Propoz o inspector da alfandega do Pcrnambtico
se utilisasse uu grande paleo lateral ao edificio cun
frente para o mar, couilruudo-se nellc lelheiros ac-
coinmodadus para receberem os eneros de estiva,
J|ue agora, ou sao despachados sobro agua, com pre-
uiio da Oscalisacslo, ou depositados cm trapiches al-
raudegados, com inaior onus para o cnmmcrcio do
quo se o fossem nos armazens da alfandega. Pare-
eendo-me de ulilidade a nhra proposla, maudei le-
vantar a planta o fazer o ornamento, para aulorisar
i enn-o ocelo della.
O nolavel dcsenvolvintcnlo quo nesles ltimos
anuos lom tomado ocoinmercio direclo no Para tor-
na por il.-iii.ii- insuflicienle a cauacidade do edilielo
necupado pela alfandega, apezarlte llie ler sido en-
tregue, e achar-se aproveilada a parle que servia de
quarlel mililar.
Ue pois forjo reinovcr o arsenal do guerra o al-
gumas repirlicAes provinciacs que alii se acbam, co-
mo solicita o inspector da respectiva ihosouraria, da
'lint recebi ullimaniente o urcanioillo dea obras que
nease caso se llvenlo fazer.
Foram ellas avalladas cm 38:7268860, a saber :
35:9U,'l9220quese ten) do dispoiider com a parle que
-i' .innovar a alfandega, o 2:8239010 com um Iclhei-
ro no paloo, que lano o meaino inspector como o da
alfandega julgam ser de urgenlo necessidade. I.ogo
que seja possivol remover o arsenal do guerra para
outro local, inandarci fazer as indicadas obras. No
enUnto/uclerrninei que fosse levada a effeilo a cons-
truerao do lelheiro.
Can a remocaO da alfandega ile Sergipe do porlo
das Redes para a barra do rio Colinguiba, no lugar
denominado Barra dos Coquciros, mandei levantar
a planta e fazer oro.menlo de urna casa desuada a
ditaroparlic,o. Ambos existem j no Ihesouro, e
calcula-sc a despez della cm 18:7178X10. Tonho
porm hesitado cm autorisa-la desde j, sem que a
experiencia de alguns aiinos baja lanccionndo o acer-
t da remoran ; sendo alcni dis-n. consumi que a
inporlacjlo dlrecla nnquclla provincia lio sobrema-
neira limilada, e |>or laso nao lia urgencia do gran-
des armazens para dopo-ilos.
liavendo iiomcado una commissao para inspeccio-
nar a alfandega de Sanios, oncarreguei-a lainbem
de nlomiar-me so conven) mudar a alfandega do
local em que se ada, conslruimlo-se nmos armazens
para csla repartirn, ou do prupdr-nie os inclhura-
inenlns uccessarios nos que esto servindo, se enten-
der que a situado desle he vanlajosa c proporciona
mcios de alargar-lites a capacidade, como parece ur-
gente. Das informadles quo lenho j recebido parece
que a commssAo propende para o segundo arbi-
trio ; mas aguardo ulteriores informar/es, hcui co-
mo a planta e ornamento que devo rcuicller-ine,
alim de aulorisaras obras necessarias.
Joai/iiim JMi Rodrigues Torra.
Kio de Janeiro 7 de maio de 1853.
GOVERNO DA PROVINCIA.
I.EI N. S"*
Jos lenlo da Cunha c~. .-uclrcdo, presidente da
~prd\jncia de JVriiamhuru. Faeo saber lodos os
seus tnuitanles, que a asscmbla legislativa provin-
cial dcrrelou, e cu sanecionei a resolucao segunde:
Artigo nico. Fica creada aVreguczin de San lleu-
lo, que compreheuiler lodo o territorio inargein
do rio Cauholo, desde sua nascenrn al a prov lucia
das Alagoas, o que for bandado pelas anuas pen-
dentes do riacho l.ibcralinbo, desde sua naseenra al
a sua confluencia no rio Tpojuca; o d'abi o mais
terreno ao sul da estrada do Redundo, comproben-
flendn o povoado Agua l''ria, c fazenda Inga; don-
de seguindo pelo alto da Scrra do Retiro, lomar o
terreno que ticar ao sul da mesma sorra, e mais o
que for banbadopelas aguas, quo van le au rio Itia-
chao, inclusivo o povoado Cacbocirinlia, c d'abi con-
tinuara abrangcudu as fazendos Buqucinlo e (.lualv,
al lindar |K>r este lado onde acaba o dislrielu da
subdclesai'ia de San liento.
I-iran revocada- lodosas dispusieres em contra-
rio.
Mando, perianto, a todas as autoridades, a quem
o i'oiilieciiiieiiln e execuoo da referida resolucao
pcrlcnccr, que a oiimprin o fnran cumplir lo in-
teiramenlc como uolla se conten, t) secretorio da
provincia a faca imprimir, publicar e correr, ('.ida-
de do Rcrifc de Pernaiiibuco ans lidias to inez de
maio de I853,lrigosimo segundo ila iiidepcndciuja e
do liiqicrio.
I.. S. Jos fenlo da Ctii'ihn e Figueiredo.
Carla de lei pela i/aal I'. Ii.tr. manda txecular
u resolucilo da asscmbla legislativa provincial,
que sanecionou, crramloa /regttezia de San fenlo,
rom 09 limites cima declarado*.
Para V. Exc. ver.
Manoel Jos Uarlini tibeiro, a fez.
Selladaepublicada nesla secretoria da provincia
de Pernainbueo aos I i de maio de 1853.
Honorio l'ereira de .tzcrednCuuliiiho.
Registrada a folba do livro.'!.* do leis provinciaes.
Secretarla do governo de Pcrnamburo, .... de
maio de 1833,
Francisco Ignacio de Torra Uandeira.
I.EI X. .110.
J.....Heiilu da lamba o Figuciredn |ircsidcnle ila
pnivincia de l'ernainbuco. Faro saber a lodos
os seus babilanlcs quo a asscmbla legislativa pro-
xincial dccrelou, o cu sanecinne o resolucao M-
nuiglc:
Artigo iiuieo. Pican) suppriniidos os dUIriclos de
pai deCurauha a Terra Novo, licaudo amonado a-
quclle ao da freguezia'i'racunliein, c este aode Ala-
go Secca.
Kicam revog.itlas as dispusieses em contrario.
Manilo, porlanto.a todas as autoridades, a quem o
i'unlieciineulo e execuoao da referida lei perlenccr.
qucacumpraiu e facam cumprir tiio inlciramenle
romo nella se contein. O secretario da provincia a
laca imprimir, publicar evorrer. Cldadc do Kcci-
fc de Pcruamburo, aos IS de maio do 1853, trig-
simo-segundo da independencia eilo imperio.
L. S. Jote liento da Cunha e Figueiredo.
Carla de lei, pela qual r. ii.ee. manda enrular
a resolucilo da asscmbla legislativa provincial,
i/ut lanccionou, suppvimindo os tlistvielos de paz
ile. Carauha e Terra Suva, cando anne.ro nquelle
ao da freguezia de Traeunhcm, e elle ao de Ala-
goa Secta.
Paro V. Exc. ver.
i'ranciico de I jema Duarle, a fez.
Sellada c publicada nesla atentarla da provincia
de l'eruainbuco, aos l.'l de maio de 18.1:1.
Honorio l'ereira de Azeredo CouHnho.
Registrada a folba ... do livro:i.- de leis provin-
ciaes. Secretaria do governo da provincia -de l'er-
uambuco.....de maio de 18.YI.
t'ranciuo Ignacio de Torra llandeira.
I.EI N. 311.
Jos Denlo da Cunha c Figueiredo, presidente da
provincia do l'ernanibuco. Faco saber a lodos os
seus habitantes que a asscmbla lecislaliva provin-
cial dcrrelou, ceii sanecionei a lei seeuinle:
Arl. I. II governo ila proviucia lira aulorisadjki
adoptar Indas as providencias que julmir convcnlen-
les, cerca do coulrato do fornccimcnlo do carnes
verdes, podando rescindir o niesmo conlralo, so en-
Inniler que o bein publico nssim telige.
Arl. 2. (Juaudo tenha l.ugar a rescisao, niio ser
i-la roiKx-duIascn expressa renuncia doaconlrala-
il'orea qualquer iudemnisacao.sejaaque titulo for:
e hem assim sem que os referidos ronlraladorea fi-
qne iniposla a obrigarao d rescindir o conlralo co-
lebradocom acamara municipal respeito dos a^ou-
gucs mesilla perlencenles.
Arl. 3. Ficain revogadas as di.<|iosicoes em con-
trario.
Mando, prtanlo, n todas as auloridadcs, a quem
i iiinlieciinenlo c c\ocuv-,to da referida lei iierlcu-
rcr, que a cumpraiu c fneam cumplir (o inlcira-
inciite como nella se rontem. O secretario da pro-
vincia a faca Imprimir, publicar e correr Culada
dn.Rcrife do l'crnambuco aos 13 de maio de IK'iJ,
trigesimo-seguinlo da iodapendourla e dn imperio.
I.. S. Jote lenlo cfo Cunha e Figueiredo.
Curta de leipela qual F. Exc. manda e.rccular
a decreto dn asemillen Ugittalita provincial, que
renlreu-tanecionar, auloriittndo o' gmerno da
provincia a aloplar lotlai a.< proridenaal que jal-
qar conveniente*, acerca do conlralo 4o forneci-
mento de carnet ver.,'<<, notlcndo r.'cintlir o tne*-
mo ct.nlraln, lecnlniler que o han publico ttx,im
ti cjige, e liando certa.* ilelerminaca a respeiio.
I'ara V.Evc. ver.
Franciico Ignacio de Torra Hantlcira. a fez.
Sellada e publicada nesla secretaria da provincia
de Peruamburo ao) 1.1 do maio de iHVI.
-Honorio l'ereira de Izeredn Coulinlw.
Registrada a follia... do livro :). ,\c leisprovin
riaes. Secretaria do govorno da proviucia do Per
nambuco, aos... de niaio de J8.VI.
I'niii'-iscn de Leinot Vitarle.
EsnjMdMHa ao dio ti zulo o 1863.
Offlcio.AoKmk presdeme do Ceorn, remcl-
icniM cm salisfacao ao seu ofllcio do I do crrenle,
urna caixinlin conlendo laminas o liilms capillare
com vaccina.
Dilo.Ao ominando das amias, inleirando-o do
liavo'uulorlaadoao inspector da Ihcsouraria do fa-
zonda a mandar pagar ao alferes Jos Inaquim
Capislrano a qiiantia de 663)720, i que se refere o
nillclo ilc S. S. n. 371, no caso do ealarcm nos ter-
mos tegaovofl documonlos de que trola o citado of-
llcio.
Dilo.A' thesouraria de [aleuda, rcconiinendan-
do, i.visla do que requisilou o commandu das ar-
mas, iios olflcios que romeltc por cipia, quefaca
pdr cm praja, paraoqae Ocain desde ja a sua dispo-
slcao os Si" cavallos da companhia de cav.ill.iria.
mencionados na rclajao, quo lambem ronclte, os
qnaes osiso iucapazes de prestar. scrvi{o, providen-
ciamloao mesmo lempo, para que tcnba lugar a re-
monta da envainada da referida companhia, pela
maneira indicada nos citados olcios. Communi-
cou-se ao coiumando das armas.
Hilo.Ao inspector do arsenal de marinha, au-
lorisando-o, a vista de su.i informacllo, a elevar a
35 diarios, o jornal que actualmente vence o meslrc
ranlelro Christovo Pratlo, empregndo as obras do
mclhoramcnto do porto.Inlejrou-so a Ibesourario
do fazenda.
Dilo. Ao mesmo, approvando o conlralo que
Smc. eclebrou com o mejire da escuna Hmilia, para
conducho dos 2i eaixocso um cofre conlondo ortigos
de fardainenlo o cquipainenlo, destinados provin-
cia do Marauhao, c rcincllcndo o oftlcio que deve o
referido ificslrc entrenar ao Bim, presidente daquel-
la provincia.Neslo seulido ofllciou-se ao mesmo
Exm. prcsidcnlc.
Dilo.Ao capilito do porlo, acensando recebido o
ollicio einquc Sme. indicou agralillcacilo que, como
aj inla do cusi, se dove abonar ao secretario daquella
capilania c ao pratico unir interino pela commissao
cm que vito ser emprogados, sendo para o primeiro
l'ii i- c ao segundo 100, o declarando cm rcs|K>slo,
que approva semelhanle gralilicasau, que llovera
sahir dos cofres das mullas da niosma capilania,
conforme Smc. pro|wi.
Dilo.Aojuiz dcdircilo da comarca do Bonilo,
approvando a nomeacao, que Smc. fez, de Manncl
Jos Pedro do Miranda para servir interinamente
o cargo de escrivao privativo do jury o execucoes cri-
minaes dn (crino de Caruaru, durante o impedimen-
to de lirl.u mniii Finnino Bezerra de Mello.
Dito.Ao mesmo, dizendu licar inlcirado do que
Smc. communicoii acerca daseuloni;a de condciiina-
ro que levo o cx-carccreiro da cadeia da villa de
Carunri'i, Manoel Tenorio llrasilino.
Dilo.Ao director das obras publicas, iitoiran-
iIohi do liaver expedido orden) a cmara municipal
do Olinda, nito su para que faca remover para oulro
Ingai os movis das salas das suas sosses edas au-
diencias dn jui? municipal, vislo quo Icm de ser
dcsioberlo aquello edilieio parase hieran os neces-
sirius reparos, mas lambem para que mando entre-
gar as chayes do memo edilieio ao arremalanle dos
diios conrerios, c declarandoquanlo a ramocSo dns
presos, que licamdadas as necessarias providencias.
Koala sentido ofllcioa-sa a referida cmara.
Dilo.A' IllOWurarla da fazenda provincial, n|>
proxando a arroinalacao que fez Vicente Ferrara da
('.osla Miranda, da ulna dos comerlos da ponte de
Tracunhacm cun 0 abale de 1 por ceulo un respec-
tivo orcamenlo, sendo fiador Francisco de Paula
Corroa de Antojo. Coniiiiunicoii-sc acdircclor das
ninas publicas. ,
Dilo.A' inesina, dizendu brar inlcirado de que,
nui talla de irritantes, deixnu de ser arrcmalada a
obra dos civucerlos do acudo do Tracunhacm, c de-
clarando que a mencionada alna dove ser polla lui-
vamenle cm piar i. Coniinuiiicoii-se ao dlreclor
das obras publicas.
Dito.A' mesina, declarando, que, nao su lira
iuleirailo do liaver Anlouio Goncalvci de Moraes ar-
rematado por "illli-s as madeiras velhas quo perten-
ec un a ponto dos Afosados, mas lumbeui approva
oaa arremalacito.(jimmiiiiirou-so ao director das
obras publicas.
Dilo.A' inesnia, iuteirando-a do liaver olciado
ao bacbarcl Jos l'iaulivlinn Mentios de Magallllloa,
no tenlido sinenlede prcalnr o dovido juranienln,
alim de cnlrar uu exerriciu do lunar de ajudanlc dn
procurador fiscal daquella thesouraria, na comarca
da lloa-Vista, vislo euiislar da SCCrotaria da presi-
dencia haver olio lirado em il denovembro de
IHjO o compelento Ululo.OfUciou-so o reipcilo ou
inencionaili) baebarel.
Dilo.A' mesilla, di/endo, que xi-lo ler o nacha-
rol Joilo de Barros Falcan de Alhuqucrquc Mara-
uhao preslado a Manca de que lala despacho da
prcsiilcncia de 7 de mar.' ullini.....tanda sobrestar
em qualquer proccdiinenlu, que por venluia te le-
uli.i Intentado contra elle o seu Dador para a cobran-
cade 2509 que receben por contada tradcelo da
obra de Mr. Rolir sobre a cultura do algodao, al
que I mesilla presidencia decida acerca do requcii-
mcnlu em que n mes.....baebarel pedio 1 anuos de
prorogacao para a apre-enlacao das nulas que dc-
vein fazer parlo da referida liaducco, conforinc re-
quercu o rcferidn baebarel.
Dilo.Au promotor publico da comarca do Bro-
to,A' vista dos ollicios que V.ine. me dirino ein
dala de .1 e ti do crrenle, tico inlcirado de baverem
fuido da cadeia dessa villa o criminosos Francisco
Bezerra de Araujo e.Doininnus (jomesde Agular c o
rocrula Jos Lories, e pelo seu ofllcio do 10 do me-
mo mol fleo seicnlc de liaver sido preso o crcel ciro.
que segundo o que V. me. pipe nospriiuoiros dom
oillcius, fdra conlvenlo na raga dns inonchtnadoi
erimiiiosos, o su me ie-l.i declarar-lhe, que a V. me.
compele rqlicrcr peanle as autoridades i onipolcii-
les, nao soa pris.lo dos ciiiiiiniisiis, mas lambem a
formarn da culpa contra quem Iciiba favorecido o
fua.
Dilo.A' cmara municipal de.la ridade. devol-
vcndoroiiipcleiilenicnle npprovailas as plaas das
piiMiaccsdo Poco da Pancha, ('.aldereirn, Uouloi-
ro c A'pipuciis, ns quaes para csse liui foram reinct-
lidas por aquella caqiara.
Portarla.Ao ancnle da ronipanhia das barras de
vapor, para mandar dar paasagcm para a corle, por
coala dn governd, no vapor que se espera do norle,
io scgiiiido*argeiilu do corpo.111 de Minas tierae-.
Joaquim Grogorio Rudrigucs. Coniinunicnu-se ao
coinmandantc dns armas.
frcquonlanln os melbores circuios, c enlrolcndo re-
larflcs com as pessoaa mais gradas deas nracaj aoo-
de nto podlam ler avent senlimcnlus pervenos,
quae osdaquelles que desde o cornejo do sua vida
se v iran sempro circundados de vicios e torpe/as:
recorra-so mesmo a desvolada eduraeAo que deu a
leus fllhos o rcspeltavel coronel Gabriet, pai do Dr.
Jcronvmo... Mas que? Para que aventurar mais
cousa alguma em face desse moco ? Quem bao v
iiiasmu i'i-t-i contexto da corrcspondcucia do sulis-
ta, que seu lim lie proparar e dispor o terreno pa-
ra ein lempo opporluuo cregirem o edilieio de sua
persenuicao contra o Dr. Jcronymo Quem nao
ronliccer os perversos designios desse desalmados?
lili creio que o Dr. lera de chamar a responsabili-
dadeo ibera!, j quo lio lau fcil cm rcccbcr li-
bcllos daquella naliircza, sub a assignalura do ano-
nymo, e entilo veremos que [trovos exhibir contra
sua fuudada reputadlo. Essa correspondencia en-
chcu de indignaco a lodos ns nalolonscs que apre-
cian! as boas qualidadcs do Dr. Jcronymo.
Agora diroi alguma cousa acerca do Amigo ver-
dadeiro, que assigou a rorrespundencia inserta cm
seu Diario n. 103 ; aiuda que Vmc. em sua nota
uasi que mo dispensou de dizer mais nada, o que
lo agrdelo cordialiuenlc.
A simples loilura do rajaba carta, c a confronla-
lo com a correspondencia do Amigo verdadeiro
asa para convencer a qualquer, quo nito estoja
prevenido por osles eslreitos lac,os, que prendero ao
inspector o .Imt'eo verdadeiro, de quo cu no sou
ueiibum dclraclor, como lao pondamente mo ap-
pclbda aquello senlior; pois narrando-lbc boatos,
que bu inuito riirriaiu nesla eidade, nada puz de
iiiinlia rn-a, e Hem busqiici prevenir o publico con-
Ir.t aquello einpregado, a quem lamben! no defon-
di, mo st't porque tlislo me lulo liavia Vine, encar-
regado, c netn ou linlta cabal conbeciinenlo to fac-
i ; Jclizmcntc porm o Amigo verdadeiro se en-
carregando de defendo-lo, gravemente o compro-
nictleu com a publicado do primeiro documento,
jiislilicandii ludo quanlo cu Ibc liavia dilo; proxan-
do que llie flz nina exposicu fiel do quanlo aqui
corra, o que agrade a aquelloAmigo', |wrem
llie rogo mulla que minea o procure para defender
causa sua, porquuulo a parda ser itievilavel. Con-
testar os argumentos do que se soccorreu para jus-
tilicar o inspcclor, serio por inuilu patento seu com-
piomelliineiilo nesse fcio ucnocio, o que be
odio-o. e autillo quanlo posso de entrar cm laca po-
lmicas : o publico, que inipart ial lom lido tudn o
oreoriiilo, tpte ajui/.e, reguzijaudii-mo to que um
itieu gratuito inimigo, eaquem lulo lenho abolir
deoonheccr, se cncarrenasso de lite provar a oxac-
Ililao de minlias noticias.
Aiuda no S. Salcattor niln velo o Dr. Cunha, o
pelo que vejo se roalisar a entrada do Dr. Amaro
p.u .t a cmara, com o que inuilo contentes cslao
os sulislas, bes iioilisias licaram, rumo ilisse 000-
Irn l'asmavil galn, el fuavil olltando '.
J est terminado o processo do Bernardo 1'/-
nliciro; poiin lulo me disse o Jos Vicente qnal
foi a proiiuucia, da qual nito me esqueccrei dar-lbo
parle, logo que chcnie ao incu coiilieriinenln; ve-
remos pnri'tn n impareialissimo jui' de tlircilo oui
seu recurso, cun u tpial j conlo, so aiuda ochar
falla de prove.
A salubridad! publica conlioua pewima, c Hrme-
hneule creio que mais viclimas ha pela falla de Ira-
lamculo, duque pela inlensidade do mal, porque,
como ja Ihedisse, estamos entregues Divina Pro-
videncia; |iors nos fallain mdicos o botica, apezar
tic.ler o Evtn. 8r. prosideute einpregado lodos os
OsTottos, para vir para aqui nlgum meilieu visto
Ce a lei provincial oroou um medico do parii-
i publico com I:000b is. de ordenado; mas os
Calinos cillendein que s devem serviros liuma-
nidade ral Hora de excessiva paga, e aiuda assim
grilatnuossos sacrilicios em favor dos pobresI
Estamos poisKpresonlaudo verdadeiraineiile o pa-
pel do misero ineudigo ; nao temos nein um bolica-
rio, O Vinos, leein lautos mdicos, que nao sc cu-
ino ah se roinniuilnm "*Aos riros uun fallam eres-
cida-nalas, ricas sedas, manjares exquisitos cen
profusao, no pjibrc albergue do deigracado prnlela-
rio os ven nem ilquer urna billiadc agua, ou urna
falla de po No so persuada porta que son 1 i
neiihiiin tiestos roininiinislos ou xcrniclhu republi-
cano, nao ; guarda-roa Dcos to taca Iculaccs: sou
verdadeiro huinanllnrlo.
Nao llie desejarei mais palacos, ou cun quilius,
porque di/.cm os adev inhos que salas nalavassao pri-
vativas il'oulrcm ; peco pola a Dos Ihe conceda sao
de e infinito! bens, que siippnnhn nao ler.lo to-
2
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Natal 18 de maio de 1853.
A inesiierada x ma to s'salruilnr me nilliou
ilesaperceliitlo, c por isso nuiilo a'pressa pudo Ihe
escrever as poucni linhas, que por elle escrevi, boje
porm lito direi mais llgumi cousa.
l'riucipiarei noliciando-lhc, que sem mais nem
que. innorauio-o eu inesiun, me veja feilo guanta
naciuual, e romo Ial obrigadoa servir a querida |'li-
li ia. com o que nao me agasto miiilo, apezar de j.i
nao ser l iieiibuina rriauca, porm nao goslel nada
do una guarda, que boiileiu mo lizeraiu dar; por-
que mo vi forjado a, om dura larimba, oacossadodos
infallivcis pcrsuvejo.s, tiritar da fri, longo de inl-
nlt.i cara matado, devia o legislador dispensar dai
nuardas ios casados, ou quando milito |>erinillir quo
dolas li/i-seni parle as queridas consortes, aoque
creio se mo nmaiia a iniulia amada Jnauniulia. poli
que L-imbein he alguma cuusa palriola. Essa nuar-
da, porm nao lio ti quo me incomnioda, porque
cinliin csl passada ; leoio porta j o que me
lia de vir, porque vejo que nAo ha aqui forca
de linlia |ro O serv {o tic uuarnic.lo, exiguo he o
corpo tic polica, e nem com inaior |H>dc u cofre
provincial, e por sso conlo que me hlenlo i porlu
muilo breve. Avalio porem Vmc. que veamos mo
passn um pobre guarda, qac cm una fidade pobre
lira sua subsistonoia de seu trabalhu diario, oquo
fomo no rapar* no dia do guarda, o no ininiedaro
em que lambem no Irabalba 1 Islo muila allencau
deveria merecer na orlo aMni de que xiesso para
aqu .il-uin.i tropa de linlia, tpio nos alliviasso do
servico.
Pelo correin ejo boje me vcio in.lu o Liberal n.
187, o oseo Diario do 10do torrente, n. 1113 so-
bre os quaes me permitlr dizer alguma cousa.
A ciiie.piinilencia insera no Liberal insinuada
pelo sulsta, lie um corolario de una outra de que
Ja Ihe fallei em una das minlias ultimas ; islo lio,
a repoticrio to Delicio plauu |de assassitiato contra
o Dr. Moreira, ha lano lempo ptanejada pelo*
norli'lai f m agora dacoberlo seu autor Que a
pe versiilaile tos sulislas ebegasse a invectivar um
plano de assassiualo contra n Dr. Moreira, para as-
sim laucar por sobre un partido inleiro o tabeo de
assnssino, para verse assim o dosmoralisaria, se coli-
na elle io'lisp.nia a opiiiAo publica; jl be um
acto destimiua perversidade, mas que aiuda poda
ler tiiii.i sabida, lonba aiuda umadeslas cscapalurias
poUlicas. a que inuito avezado estilo os sulislas ;
porm que levassem seu arrojo a indicar individuo
niio, a quem queirain alliibuir um acto torpe o
infame, he do mais! lie um prucepimenjo lo vil
quo eu nao me alrevo a quallfira-lo, prfnriplmen-
le reveiiciido esla perversidade sobre un) i....."n,
cuja moralidado e hunra silo |kh-quasi todos reeo-
uheriiUs 1 K que procedimcnlo menos justo j le-
ve oDr. Jernimo Cabial Raposo da Cainain, pora
nucpurelle se juluando, uusc akiiont alliibuir-lhc
il,,, .,.....-malo .' He infamo osle proceder ..(.luein
.......,..,-ii nossa ridade ao referido Dr., quando e*-
Itidanle, uo deiiar de lenn dar-so de Mis ha blin-
do mortlidade ; nao esqitocera que o vio semprc
O mez do maio, que csla a Andar, den-nos dous
veroniros beni sorTriveis; mas, desconladoi clles,
lem as ebuvas runlinnado abundantemente. Rei-
nain algumas febrirulos onlre a populafo, o lam-
bem ascamaras de sangue, que com espccialidade
tem perseguido as moneas.
Entraran) durante a icmana 19 embarcacBes e
saliram '21.
Bcndcu a alfandega 7.,K)39773 rs.
Fallccoram 56 pessnas : 12 homens, 16 mulheres
e -'-'prvulos, livres; 2 honiens e 4 mulheres, es-
cravos.
DI Ullll DE muy. .unto.
Chamamos a aliento dos leilores para o relatorio
do Exm. ininislro da fazenda, quo Iranscrcvcmos
nesle numero, do qual se deprehende o prospero
estado flnaucciro do Brasil. Calcnlamlo-se a renda
do anno futuro do 1853 a 1851 cm 31,000:000,-00(1
de i -. o a despeza em 30,17l:066>, deve flcar um
saldo do 3,5^:93t000, o qual tem tic subir a mais
de I ,i 1:0110-011-. a caico lar-e pela renda do anuo
eorrentc de 1852 a 18.53.
MYUlllim
KI'Cll'K 2S DE MAIO DE 1 ')">.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETROSPECTO SE.IW.U-
A groja semprc solicito pelo bein dos seus lilbos,
acabada abolir neslo imperio,pelo orgiodo -en chele
vizivel, nina parle dns das sanios, cuja observancia
nos era proscripta. Pelo Breve de 8. 88., que pu-
blicamos na seguiiila-feia passada rom a pastoral do
iiosso Prelado diocesano, j devem do estar bem n-
loh.idos os leilores de quaes as Tosas que foian lup-
piiniidas. e quaes ai conservadas; cuinpre poist|uo,
romo tlllioa doceis, loconhccamos o beneficio que
nos fui Oulorgado, O nos disponliamus a guardar hel-
tnenloos tlias de proccitoquo nos roslatu. Se u aun-
monto dos das tle Irabalbu favorece os progiesso>
da riqueza nacional, pnr oulro lado a easM(lla do
mesmo frabalho, nos das preacriplos, iiiuilo into-
ressa lambem ao oslado, pois que nenlunn Irabalho
so elleclua sem nina perdn de foreas, atpialdcvc ser
reparada polo descanso, aliiiideque a obra da pin-
iliii'i.ni nu venha a sullrcr por essa causa. Sbrela
to importa, liualineule, que cesso tic unta vez u es-
cndalo da piihliciddc, com que nesle pimo so per
(iirbava entro nos impunemente a homenageni ret
giinn,prestada pelo Eslatlo ao culto que niluplou.
No da 11 do crrenle, nesla ridade, lenluii sin
cidar-sc, envenenaiido-se, cerlo joven quem una
desgracada palilo amorosa liavia alluciuado. Illu
tlido em seus sonlios, a-senlou o infeliz muco do pti:
termo a existencia, acallando assim 09 tormenlM de
unta cruel tlecepcAo ; c para esse lim recorren a
tuna bolica, otttlo Ibc foruccerain niela nuca de ars-
nico, que, sondo dissolv to cm anuardenlo, fui por
elle bebido ein a uiiile to referido tlia ; soccorrido
|Hirni pela medicina, lugo que oseueilosdo vepono
se manifeslaram, presume-ie que escapar. Ovala
que. expiando a sua eegiteira com os sollriutenlos
lionpte lia passado, consin.isdle emeudai-se, c possa
sen nelo do loucura, cuino exemplo, aproveil.it nos
seus iguacs.
Pelos ailinos 7c sdu UluloS' das posluras inuni-
clpaes lio expressamonte prohibido aos pliarmaceu-
liros uu boticarios o vendercni substancias veneno-
sas, sem leceila dos facullalivos, n pessoa que nao
seja de reconhecida prohidtiile. o que assigue no li-
vro cunipelonleo seu nuinc, prolissAu, murada ele.
ele., sol os penas do 311-i s. to mulla c K dias do
prsilo. Teriam sido observadas as posluras uu ca-
so que acabamos do mencionar? Ets o que a poli-
ca j tcr. provavclmeiito averiguado, mas quo ns
anda ignoramos.
Ilouleii) 27. ao auoilceer, fo tloscubcrlo na pou-
lezinlia da ruada Aurora o cadver de una pela,
em camisa, com una focada tic un lado, as mos.
amarradas o presas no corpo |ior unta conla, a qual
pausando lambem pelo pesroco, linba unta nranile
podra na pona, relia nveslorla peii polieia foi o
mesmo cadver deposllado na nialriz da Boa-Visto,
eno tlia senuiile iboje rrcnnheccu-sc scro da es-
crava lloiningas, tic afio Baca, idado de 30 an-
uos, enjo dosappareeiinenlo, na larde du dia 2(i, l'oi
aiinnnciado ein nnssa folba. Teudo sabido a dila
escrava cun brincos de uuro, rollar c anclan, vcsli-
dodecassa o panno filio, fui despida de ludo pelo
assasslno, c encontrada como dissemos. Dizem
que as suspeilas quanlo ao aolur desse allenladu,
so dirigeui c.unlra um prelo seu amaso ; porem al
esta hora nata sabemos do resollado das pesquizas
policiaes a tal respeito.
No dia 26 leve lugar, na matriz de Santo Anto-
nio, a festa do Corpo do Dos, com grande pompa o
esplendor.. Assisliram a ella os Exms. hispo dioce-
sano c presidente da provincia, o houvca nuite um
solemne Tc-Dcum. Por felicidadc nao temas quo
mencionar aqui os salvas da moda : o que quer di-
zer ipic onain oiniltidas as liombas, tle quo por vc-
zcs temos fallado, inoSIrando a sua inconveniencia,
e a mmoralidadcdos que as inaiulam sellar, consli-
luindosopor timbre eonlravciiloros das posturas
iiiiiuiripac. Em|um lempo om que pana por mo-
da a vrolar.ao da lei, nierccem sempre honrosa inen-
c."to aquellos que a ella so moslram oliedienlcs, soja
alias qual for o motivo, pois quo cato perlcncc nu
foro inlcrno.
Alinal, depois do Iros Icnlalvas, ouecluadas cm
dias diH'erentt-. rabio ao mar na larde tle ,'.",, do cs-
lalclrodo ar-enal de marinha om F'ira de Portas, n
brigttg brasiltiro llamaraci, o stimo em que lom
Irabalhado n arlnal segundo constructor Jos Joa-
quim Kibiini rmenla, film este vaso 107 112 pos
innlive- de t-iiinndaleiilo pelo convs, 92 diltis de
?uilhalinipa, oBS-hocca na inaior largura: lem
porla. por cada tanda |iaia nutras lanas pecas :
demauda II pesd'aguair; cosen porlo i cal-
cinado em XM, tonelada) braslleirns, Dizetii-nos
que lodo embaracu eoeonlratlo na can oir neto
navio, pioviu de mil debito na c.uisli nccAo to es-
laleito, o qual nao letu u declivio sulllciolc puta a
facilitar.
Srs. Redactores. Leudo e Diario n. de(i d
correte depare! cun um avnlso aiqiciiso nu mesmo
Diario, no qual era vilmente calumniado o Sr.
Manoel Gomes Ribcirn por um seu prenloMa-
noel Antouio Gomes Rbeiro.Bem sci que aquel-
te senlior nao precisa na sua provincia de dch'sa,
c (auto islo lio assim quo calculadamente mnndaraiu
para aqui a imprimir esse pasqum, porque as Ala-
coas o Sr. Manoel Cuinos Rihciru be bem coidieci-
do do lodos o goza de una estima gcral cnlre os
seus oniiiprovinriunos : como homeni publico c par-
ticular, iiinguem se alrcvcu ainda a locar na sua re-
pulacAo, nem inestnu aquellos que nAo parlilham
suas ideas. Tem todas as quididades que cunstilucm
um Itouiein de honra, bom eidatlAu, huiu pai de fa-
milia, bun lilho, Ihiiii amigo e hom prenle, e lio
dcsles nealadu, menus to Sr. Manuel Anlouio (to-
mes Riheiro. He por ludas ossas considerar/ios que
o Sr. Manoel Gomes Ribeiro lem sitio semprc apro-
ciadn e considerado pelos prcsidenlcs daquella prn-
vinia e pe" governo imperial condecorado, com-
manilanlo superior da guarda nacional de sou mu-
nicipio, v ice-presidente ta provincia, agora e mais
vezes Icm siilu oceupa do semprc por elle n lunar
tle delegatlo de sen municipio, conslanlcmenlc elei-
lo depuladu asscmbla provincial, e estanto ueisa
citlade acaba do ser eleilo pelos seus dignos collc
as, presidente da inesnia asscmbla. K, Srs. re
dadores, ser preciso mala provar-sc que o Sr
Manuel Gomes Ribeiro goza iucoulcslnvclnicnlc de
muila opiniAn c concedo para cun ns Ai.inoanns e
que be nina falsidudc inqualicavel u que diz dellc o
sen prenle? E so lauto nAo basta, Srs. Redarlo,
res, recorra-se ao Exm. Sr. consclbeiro ileno pre-
sidente tlesla provincia, ao Sr. Dr. Paos Barreln
chele de polica daquella, o aoulras nimias pessoas
de conceiln, e saber-sc-ha quem be aqui o raliim
niado c o calumniador. Inimigo da mentira.
ERRATAS.
Em b corrcs|)(M. gina do 11. 117 tiesto Jornal, alm do oulros erro-
t> posTaphicos fccis ilo supprir-sc, ewaparap q
-'juiule-, uinU iiolavH*:
>'a primeira columna da rorrcspomlcncia, 1. Gf,
k'ia-sc SI. cm vr/. do Itl. Na BOglinda col., i 12,
cm TM do ul ti Manten te nomeathf, loa-so ltima-
mente Humeados vive-presidenta ; o supprima-sc a
I'.iI.imi rve-pre*idente, Ibgo ahaivo, licando o res-
to da pliraso assim :scr.lo liomous de |>ouco rarac-
Icr, sciu principios fi\os, <|uc aduln aos presiden-
tes para ohlcrcm caraos pabllcaa?
ISa col. n, I.5, loia-sc A/endonras em vez do
Mendo/ira.
niii.iaiotsuMiiiio.
Marcando n planta to caes ila ru if Aurora tres
rampas, oreadas, suppoc-se, cm (UO31X10 ris .cada
urna ; c Inrnandu-sC indispcnsavcl quanlu aules a
laclara da dncenlrn, alenla .1 concurrencia diaria
para ns moradores d'aquclla parle ila citlade c Hos-
picio, sem quo o caes [tela sua altura nlercea des-
embarque ainiiin, nbslando a segunda punto pela
sua excessiva correle a passagem de canoas; o leu-
do-so j requerido baldadamente por tullronles ve-
zes, e a despeito das hilas informaees tlu director
das obras publicas s udimuislracocs transadas ;
roga-sa lS. Exc", o actual preslilenlc da provio-
cia, a maca de mandar construir diln rampa, ton-
liantlo-se na philanlropia c bous ttosejos que nulrc
S. Exc.n a favor desta provincia, que ato olvidara
esta supplioa chela do (aula joaliea. .
Carla do joven poeta ao seu amigo
do Limoeiro.
I
Mu, cher, en V0U lite mular
derlas coiisitilias mu liell.is,
Eslimo que uoste d'ellus,
Por seren impareiaes
i'i iiuramenlo Ihealracs.
II
Temos por aqu meninos
Oue lenlam ser llternlos,
veiidoni nrligos baratos,
Daudu assim aenlendcr
Oseu priifiiniln saber.
III
Hijo mi, no se enfado
Cota a iniiilia iuipci'linciieiu,
Soll'ra cm lim com paciencia,
(Jue ns c lambem soll'retnos,
Puis he o remedio que lemus.
IV
Pcco-lhe que levcni a si-ena
I 111 tirana dallo valor,
Tem por lilulo o tachador '.
Me cliamma tpic au so apaga,
He papa-lina de llraga.
V
Esto drama,'"/" min,
lio prodticco excelleute,
Aihuillc milita gente,
Bellas damas, bous actores
E nutras cnusas iiielliore.-..
VI
Descobrio-sc ullimamenle,
Enlrc os'frascus da bolica,
l'ma farra mu rica,
Tom |ior Gflo ns meas peceudos
Ou osflivJldra desqtududo*.
Vil
lloiivo quem me tsseverasso,
Ser obra muila galante
i'eila por mu pralicanle,
Com rerla preparacao :
I le obra tic csliniat;ao!
MU
Porm la us seus Linic*
i'amhcni ha bous escriplures,
Bous ptelas, bous doutores.
Porque, apremia a fama
1 .ine U se forjara um tirana.
l\
Oucro me mande dizer
Ouaudu he sen henclicin,
{ Turnara perder Ial viejo )
i.in.'in gastar meu vinleni
Em cousa que me cnixem.
\
NAn |iosso ser mais extenso,
D lemliraitcas au Sampaio,
V. que cuide n'esle cnsaio;
Porque c u nnsso llarltn*a
\ ai-so engolfando na prosa.
Si'xio Ibini, 20 do coircnle, i's 7 l|2
horaida inonliii, gaiuiniando o paque-
te a Vapor TeVOt, 1 razBo (le I (I inillins
por hora mu dos pftstageii'Ot pre iiui-se ao mar. Iimnedalaueiite o va-
por l'oi snspiiiso, laiionrain-sc holes no
mur e opussageito eslava salvo ante de
iiivoi ili'cui liiln "1 minutos. Isloheuuin
pxiva evidente do e\cellrnli' sv sienta que
exislea hordo destelxeiii corthecido vupor.
neicarrcgamltojt 30 de maio.
Barra inglete Bella mercaduras.
Barca ingleza Jleraza ditas.
Barca americana John Farnum farinlia de
trigo
Briguo americano Smyrna dita.
Briguc austraco Areme dila.
Brigue francs Charles Aiolpho vlauo e
ateilo. .
Chalupa portuguea Quilha de Ferro vioho.
Importacao'.
(alera inglea Deraza, viuda de Liverpool, con-
signada a Me. Clmonl & Companhia, manifeslou u
seguiulc :
28 fardse G3caas lecidos de algodao, 1 caivas
ditos de linlio, 2 fardos balas; a II. Oibson.
55 fardos e II caii cenlos de algodao, 12 rat-
lai ditos de liuho, I dila chapeos, H dilai chales tle
algodAo, 5 fardoi lencos de cambraa, 2 barris cer-
veja; a Jones & Nain.
10 gigos, 22 barrica e 1 cesto lou{a, I barrica
ferrageus; n E. II. Wjall.
JIO barricas 1 ei veja, ti'fardos o 5 caixai lecidos
de linhu, 11 ditos e :l ditas ditos de algodao, 10
caixas miudezas, i barricas biscoulo; a Adamson
llowio t\ Companhia.
2 caixas apparelhos citymicos; a J. da C. Bravo
50 barris manteles.; a'Rnlhe & Bidoulac.
32 fardos o20" caixas torillos de algodao, ls mi-
xa. lencos de algodao, 10 ditas lecidos de Indio, !
ditas ditos de lita, 100 barris manleiga j a Russell
Mellorst.v Companhia.
10 caixas e 1 fardos lecidos de algodAo ; a C. i
Asi ley oi Coinpanhia.
2 fardos pannos; a Dcanc Voulc 1^ Companhia
2 fardos bacas, 10 di los e 3-5 caixas lecidos de al
godAo, 13K gigos o 2 caixas amostras de Imim. '.
fardos c 5 caixas Icnros de algodAo, 3 caixas lecidos
de liuho ;a Fox Brolliers.
11 fardos lecidos de algodAo ; a Rosas Braga A
Companhia.
2 caixas o 3 fardos lecidos de liuho, 10 fartlus c
.1:1 caixas dilos tic algodAo, KKI caixas aro, OS sac
cas pincnla, 2caixas lucias de algodn, 50 barris
manleiga, II laixas ferro balido, lli dilas ferro
coado; a Me. Calmont c\ Companhia.
7 barricas ferros de cngominar, 5 caitas, 21 bar
1 iras o I ccslos ferrageus, (i barricas Ircm de rnzi-
tilia, HO barris pregos, 250 fogarelros, I barrica
urcllias, 39 bigonias, 102 nilhos pns, lO'i rassaru-
las, 2.1 saecus lampos, 0 barricas ferrageni, 2 caixas
cutiros, 2 dilas miudezas j a H. iavlor.
7 raixas sapalos e bolas de las, soda e solas do
lilas ; a Osear DestlbaDl.
"1 giuos 10115a ; o ordom.
2 barricas ferrageus ; a Brandcr a Brandis.
1 calla tcritlos de atoodo ; a James Rvdcr&
Cuinpanhin.
;I0 iniii-l.i la- ferro bruto, 1 parole ferrageus ; a
\V. liona 11.
I caixa labaco; a Stores.
1 cala cha ; a C. A. Aiislin.
25 caixas Iccitlos de algodao, I dito curies de se-
da e lila ; a Pnho l.cile Irnios.
2 fartlus lecidos de 1,1a, 2 ditos ditos tle algodao,
II caixas dilos tic bla, algodao c tle setla ; a Rus-
Irun Riinkcr ,\ Cumpunliin.
2 fardos lecidos tic bla. 30 caixas e 2 fardos tlitos
da algodAo, 25 barris salitre; a James Crobtrco \'
Cumpanbi.'i.
S caivas Iccidns de algodao, 7 dilas dilos de linho,
15 ditas Chapeos do sol; a R. Rov le.
Chalupa porluue/.a niiillta-dc-l'crrii, viuda ila
liba do l-'aval, COoaigoadaa (lliv eir IrmuscV Com-
panhia, manifeslou a segualo:
70 pipas, 20 barricas c 13 barris vinlio, 10 barris
dito anglica, 3 lentos ceslos ; aosmeanca consig-
nalarios.
Briguc francez Charlei-.ldolphr, vindn de Mar-
seille, ctinsigiiailn a Oliveira lrmaus t\ Companhia,
manifestou o segiiinle :
100 pipas, 10 incias dilas, 2-5 barris vinbo linio,
50 barris dilo branco, 30 barris c I00 raivas a/eilc
doce, IR barris oleo do liuhoco, KKI caixas violto
muscolcl, 25 saceos pincola. 30 (liles alfazcma, 5
fardos caiiuela, 50 calas emofre, 50 dilas pape!
branco, 5 dilas dito de pesn, 212 bulas dito de em-
In iillui. 50 ditas un. 20(1 ditas manas, 10 barris Ic-
eumes, 300 barricas fariuha, 07 ccslos hlalas, 10
saceos amendoas, 00 caixas licores, 10 barris cog-
nhac, 1 raixa Ircmpes, .50 saceos forcllos, 20 caixas
velas; aos niesmos coiisignalaiius.
Barra americana Jokn-Farntnn, viuda de Phila-
delphia, consignada a Roslrun RooLcr Compa-
nhia, manifestou ti scuuinlc :
2,10.1 barricas fariuha de Ilion ; aos mcsinos con-
sigualaros.
CONSUI.ADDCERAI..
Rendimenlti do dia 1 a 27 72:!ll.5;ii0
dem tlu dia 28........1:005,-2*1
Vinhos- ----- Orto Cello liniooblcve 132w
pipa. e o Muscalel emeaur,
Soo.
Dcsconlos- Rebaleram-se letras do besa s
mezesde praiodeS a II portau
lo ao anuo.
Frote- ----- Para o Caual a i2-(i e Valparaiu,
a 7-6, ambos rom 3 por Malr.i
para o Canal at llambu
(ibrallar al Trieste a 65 s. }
por eento para lomar o ram-j.
ment na citlade da Baliii.
licaram no porto 88 navioi,a saber: 5 amenrao,
t anslriaro, 29 brasilejros, 2 dhumarquezas, t \,tr
cezes, 2 liainburgaoies, 1 hespanhol, 20iagleio,p
norueguenso, 6 porluguoies, c I sueco.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 28.
Moiiiev itlo e Rio de Janeiro 28 das, do .:
porlo 15, hiato americano Arclic, de 911 in
dai,capil5o W. Hunl, equipagein li, ca.. ,
secca a Viuva de Amorim A FIBjo. Fin
quarcnlena.
Ro de Janeiro 21 dias, galera iwrluguea Fbt
do Porlo. de 510 leudadas, capullo Manuel \n-
Ionio dos Santos, equipagem 10, ain la-lro;.
Manoel Joaquim Ramus e Silva. Passagciro, .u.
Ionio Mara Ramos. Ficoo de quarcnlena.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rinda Prata polaca licspanliola Pronta, capisJ
R. Ros, carga assucar e agurdenle.
Philoilelpha patacho americano Charlotte e
Tai/, capitao W. J. Charli, carga anucar.
dem hiato americano Salltj -Inn, capilAo il
se, carga assucar. Suspendou do lamcirao.
DITAES.
7:IIO-0IO
diversas Provincias.
Reodimenio do da 1 a 27.....3:0.ixss2(
dem dn'da 2K........ 80*012
8:I3UB39
Saude
COMMERCIO.
I'ltAl.A DO BECIFE 28 DE MAIO AS 3
HORAS DA TARDE.
. Colac/ies ollciacs.
Compras de assucar.
Mascavado cscolbldo a 190.50 rs. por arroba.
le para > Canal l-'pi al 60| conforme os por-
lo.., pai.i assucar,
Al
IteinlimeilliMlo dia
I.lom do dia 2H .
IA.MII-(..\.
I a 27 .
201:7159111
20:172>K)
282:1879331
Exportacao'.
Plilladclnhia, patacho americano c.-li.-Tag, de
til toneladas, cuuduzo seguiule: 1,202 saceos com
JI,3IOariolas de assucar.
Canal, patucho Consttiner, do IK5 toneladas, con-
ilu/ o leguiulo : 2,5(SI saceos com 12,-500 arrobas'dc
a-.ucar mascavado.
Buenos-Ayres com escala por Montevideo, bri-
bre dlnamarquo Ida-limma, de 232 toneladas, eon-
ilu/. o seguate : 500 barricas f.u inlia de Irigo, 300
dilas 0 90 liaiiiqiinlias ruin 1,010 amibas e 22 li-
bras de assucar, 53 pipas cachaca.
Riii-ile-Janeiro, barca lirusileira l'lor-il'Oliveira,
de 207 toneladas, condui o icguinle : i caixas per-
funiarias, 2 dilas fazendas, KKI dilas massas, 2N di-
lase i barris diuo.os, KM) barris lireu, 3IK) barricas
bacalhao, I,(KM) dilas fariuha do Irigo, 153 pipas o 2
quarlolas com 28,310 caadas tic gurdenle cacha-
ra, II pipas cun 2,000 caadas do espirito d'aguar-
lenlc, III sacias rom 51 arrobas o 1 libra ilo algu-
lau, i:m dilas coin 598 arrobase i libras tic cera tle
carnauba, i duiiasde laboai dccoslaoo doamarel-
lo. 3 pares tle cassus c 3 canualbas. p
Ideo), palhabole nacional l'iedade, to I i.> tone-
ladas, eoutlu/ u seguiule: 1.50 barricas haralhnu,
I lo barricas, 3 liarriquiuliase KKI saecus rom 1,502
arrobase 17 libras do assucar, 20 pipas agurdenle,
I dila espirito, 1,115 uieius do sola, 99 rolus fumo.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS (iE-
RAESDEPERNAMBLCO.
Ilendimeulo CONSIT.ADO PROVINCIAL.
Hciiilinientododia 28...... 7899921
l'RA.A DO RECIPE 28 DE MAIO DE 1853,
AS TRES DORAS DA TARDE.
Ilevi'ta semanal.
Cambios Os saques de que fui portador o
vapor Teviol audaram de (0 a 70
mil libras slerlinas, aos precos
mencionados da ultima rov isla, c
ns desla semana ellecluaram-sc a
28d. e l|l por l.-v.afiOdias vistos
a diuheiru.
Akiidn-----------Vicram au mercado 751 sacoa
tas quaes huuxeram xendas da
nrimeira surto regular a 5-^itK),
da escolhida a 58700, c da secun-
da sorlo do .59200 a 5300 por ar-
roba.
Asquear ----- As cidradas foram diminutas eas
vendas punco importantes, sendo
insignilicanlc n deposito : o braii-
iii.vendeu-scdo l9!KX)a 29l00e o
mascavado to 19150 a h-050 por
arroba.
Couros ------------Conlinita a falla, c o proco lio
nominal,
Vcndcu-sc de 16> a I7000 por
quintal.
Iilem a i>500 por aiToba da roxa.
dem a 129 pnr barril do suero,
dem do lo> a 17 por barrica,
dem a 89 por caixa.
Helalbou-so de II- a I33OOO por
barrica o licaram cm ser 1,000
barricas.
Vcndcu-sc a 179 |ior tonelada.
dem ilc70n750rs. por libra.
A exslenle motila a 31,000 ar-
robas, sendo 25,000 do Rio tiran-
do do Sul c 9,000 de Buenos Av-
ies : vendeii-se a primeira to
39500 a ^j, por arroba, c ila se-
gunda tic 392OO a :t9l00.
Vciidcrtim-so a 59500 |r arroba.
l-'ai odia de trigo- NAo sollYcii alleracAo de preco,
porem os precos da tle Baltimorc
foram mais frottxoi, c pde-se co-
lar menos 500 rs. por barrica;
toda a exislenbi monta a 17,000
barricas.
dem do 250 a 25.5 |mr ceulo do
premio.
dem a 900 rs. 11 resina do de etii-
In iillin, e a 2S3tm do tle machina.
I.l.in de 200 a 220 rs. |ior libra
do da ludia.
Aro de Miln
Alfaiema -
Alralrao -
Aloisia -
Azeile-docc -
Bacalhao -
Carvu de pedra
Cauela -
Carne secca -
Cuininhos
I .nuca ingle/a-
Pa|M>l ----";
'iineula -
MUTILADO
O Illm. Sr. inspeclur da thesouraria prov
rial, 1 invuni|ii uiionlo da erdem do E1111. Sr. pref
denle da provincia de23 do correnle, inauda fin
publico, que nos din H, 15 c 16 do junho provim
viniloiirn, pnale a junta da fazenda da mesilla ti*,
souraria, se ha de arremalar a quem por menos f
zer 1 obra do enqicdraniento do decinio-selmo larn;
da cslrada do Victoria, avallada em 5:115911011 rs.
A arrcmalacAo ser feita na Turma dos arlnos 2J
27 ila lei provincial 11.286 tle 17 do maio de 1851,
sol as rausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas queso propozerem a esta arreinalar.ii
comparecan! na sala tas sessoes da mesina juulaaa
tlias cima tleclarados polo mcio-dia, compctenlcnia
le habilitadas.
E para constar se inauduu itllxnr u preseuto c
blicar pelo Diario.
Secretarla da thesouraria provincial de Periuaj
buco 23 de maio de 1853. 0 iccrclaiio,
Antonio Ferreira SAnnuneiaem
Clausulas especiaes para a arremataran.
1." Esta obra ser feita tle cnnforinidade coari
orcamcuto approvadu pela directora cm.ronsclho,
suliincllido a appiov, imn do Exm. Sr. pir-il.-hi..
provincia na importancia de 5:1159000 ri
2.n (). Irabalhos principiaro 110 prazo tle ua
mez, e scrau concluidos 110 de sele inezes, conlaJti
da dala da cnlrega ilo termo d'arrcmataeAo
3.* A imporlancia desla arreiualacaodvidir-sc-lij
em Ircs prcslacocs, que sero pagas ao arremiuiilr
da furnia seguiule: a primeira de 2 quintos ilrr-tt
de feita met'idc ila obra ; a segunda de 2 quintil
lambem depois to concluida e entregue provisoria.
menlc a obrn ; e a lereeira llnalmenlc de I quinte
depois do recebimentn dclinilivo.
1.a Para ludo mais que nAu esliver delciuiiiiai
as prsenles clausulas scguir-sc-lia o que dis[
lei provincial 11.280.Cunforme. O secretaria
Antonio F. d'Aniiunriati.
O Illm. Sr. inspector da llicsouraria proviaet
cm ruuipriinenlo da orilcm do Exm. Sr. presiden
da provincia de 18 jo correnle, manda fazer puMi
co, que nos dias 11, 15 e 16 tle junho prximo vh
douro, peanle a junla da fazenda ila inesnia llie
raria, se ha tle arremalar a quem por meo
obra do dcimo lamo da cslrada d Snl_avaim
cm 8:8(KI9000 rs. 1^
A ,111 eiii.ii.n ao lrTMla' a forma dos arliucVil
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio tic lfcl.
sol as clausulas especiara aballo copiadas. 1
As pessnas que se propozerem a esla arroma!
enmpareram na sala das scssesda iiitsmajuul
diascima tleclarados [icio mcio-dia, compclcnloi
le hnhililadns.
l para constar se inaiidou aflixor o |H-escn
Idicar pelo Diario.
Secretaria da llicsouraria provincial de
bur 25 tic maio do I8>3. O sccrcla
Antonio Ferreira a"Annunc
Clausulas especiaes para a arremata^
I." As obras do dcimo lauro da eslrod
scrau feilas de cunformidade com a plaa
lis lungiludiiiaes e Iransversaes juntus ao o:
approvodo pela tlirecloria em rouselho ca_
do a approvacao ilo Exm. Sr. presidente ta
cia. na importancia de 8-8009000 rs.
2.i O arremalanle dar principio is obrai
zoilo um mez, c devora conclui-las no tle 0
/.es, ajobos cuidados na formado irligo 31 da
viudal n. 280.
3.a O pagamento ta imporlauca da ai re
roalisur-se-liu em qua'lro prcslao/ies igua
meira depois de feilo o primeiro Ierro ds
segunda depois tic roncluido o seguudti terco : a
reir depois do rccebinieulo provisorio-; e a qu.
depola da cnlrega definitiva,
1." Paro ludo>o que nnse ncha delcrniinado
prsenles rlausulas nem no orconicnln, scauir
oque dbpOealei provincial n, SBO^Coofonat
O secrelarin,
Antonio F. o" Innuncinc
O Illm. Sr. inspector ta thesouraria pro
rial, em cuniprinculo dn ordem do Exm. Sr
denlo da provincia, de 25 do correnle
publico, que no dia 16 de junho prximo viral
se ha do arremalar, a quem pur nicnns fizcr, p
le a junta da fazenda da inesiun Ihesuiiraria a
do dcimo-quinto lanco da cslrada do Po tf.
avahada 0111 18:.5606t>l ris. A arrciualacjo
reiln na forma dos arligos 21 o 27 da lei provino
n. 280 de 17 tle maio de 1851, c sbb as clausti
especiaos abaixo copiatlas.
As pessoas que se propozerem a esla ar
comparci;am na sala das sessoes ila mosl
nu dia cbne declarado, pelo meio ilia,
lemenle habilitadas.
E para constar se innndu nflix.ir o pres
blicar pelo Diario. Secretoria da Ihcsuuraria |i
viueial de Pcrnamburo, 27 de maio de 1851.
O secrelarin
Antonio Ferreira if.-l;iioi'if'
Clausulas especiaes para arrematan".
I." As obras do dccnio-quinlu lauco tlae>lr*
do Pao d'Alho serio feilas do confu inididc con
orcamenlo, plaas, perfil longiludiiiacs c Iri
versaos, approvadas pela directora emeoM
apresenlailas a approvacao ilo Exm. Sr._ |HX5
da provincia ua im|iorlanca de IS:."i00Ni01 re
2." As obras do drmio-quinlo lauco pimcip
rao no proio de : dias, c deverto ulliniar-sc no
12 inezes conlados na forma do arl. 31 da le
mero 28t>.
3. A importancia da arremalaco sera i"
qualru prcslacocs iguaes: a primeira, dopoN aeu
tu o torco tas obras do lanco; a segunda, dc|
tnmplolailus ilous lerfos; a lereeira, quando
as obras receliidas progresaivamculc", 'I11'
depois ta entreva deliniliva, 1 qual tero lugar o
anuo depois to recebimenlu provisorio. t
l. Para ludo o quo nao le ncha delcrminao I
las prsenles clausulas, segilir-se-ha u que 0*1
a toi provdcial n. 286. Conforinc.
Osccrclano,
Inlnuin Ferreira it.limunacSo.
Joo letifiques de Cariallio Mello, capitii"'1''"'
e guerra da armada nacional e imperial, r/
tilo do porto da provincia de periutmlnico. F
1. M. I. que Dos guarde ele. .
Facii saber, para ronlici imcnlo de quem uucr
sar, que leudo de tomar providencial iiinneui.
no icnlidn do aviso imperial ev|iedrdo pela sc"
ra de estado tos nagactnsoa marinha, em 2|ioci"
rente mei, lrcrca dosrurracs, |N>r isso niautlo
blicar ti .i(:i,l-i aviso, para que ninguein posa w
gar ignorniicia, quando vciibama solfrcr pelas
didas de que se liouvcr de laucar niAo.
Capilania do parlo de Pcrnamburo 2(.dof<
1853. Joto Henriqueedc CairttlI.o.Writo.
Copia n. 88. Circular. IHm. e fcxui. si. L
S. M.o Imperador, visla do que ponderoa o cli
fe de divhuio capilo desse porl
dczembroulliino,sob 11.1:i9,nt;crra ao*:
venientes quo icsullant do c-l.1l.ele.11n
raes de peixe, dle, mina que sejaui dcinol.dos lo
os que exislcm, com prejuizo da navegai.-'u ,
so comiula que se.fat;ani oulros que couseni
Ihaafa dainno, em qualquer ponto da 1 Mil
nossos portos o ros; o que rominuini u .1
paraaieucunbceiuieiil..e cvpcdicao das ne
rias urdons, pelo que diz rcs|ieito a esta pn'
.uanlcaV.Evc. Palacio doRio. le Ja-
ro em 2 de abril de 185.1. /.canas de
reuconceltu.Sr. preoldenlo do proxmcu
iiaiiibuc.i. Cunipra-se. Palacio do gnxorno uer
namhura 1 de abril de 1853, /honro. Confu*
O secretario, 7'nooif Fcrnandes Muden"
Catiro, a
.rsa
la 1.1
.-;ii.iI.ii;i
1.1 jnnld
HnpUaj
nlccpiii
.1 leal
1 tona
T
Pe-
la
ci:
to.
di:
1111
la
do
COI
td
ie,
un
mi
ni-' as
I ir
SVI
nllicio de 7 *
jsraves ine""
.Mito 1
l'.-.J
1.1
I im
fu
lili.
I-..ii
lie


ica^_________ -a
l'u> Henriquei de Carcalho Mello, cacallriro da
nrtlein de S. Beulo ri'./i-i;, capitilo de mar
quena da armada nacional e imperial rispelo
dn arsenal de marinha, e capitilo do porto derla
provincia por S. M. I. que Dcot guarde ele.
Allcndendnaos graves prejureosquo rcsullaiu ao
nmiinereiu, a navegaciiueniesnio osriscos do vida
que correin as tripolares das barcac.it, com sou
informado liaver acontecido, o lie natural ; Icnho
resolvida que nenhuma barraca \xmt navegar som
que Icuha a seu bordo dous ferros o duas amarras
para n sua teguranca ; concedendo para esse flm o
prazo de 30 din, a contar da dala dolo edilal, (ln-
dusoiquocs, scro lomadas as medidas neccssarlas,
para i ep......o dos infraclorcs.
Capitana do |>orto de Pernambuco cm 27 de ti-
ln! de 1843.Joilo llenriques de Carralho Mello-
Ignacio Jos Pinto, fiscal da freguezia da Boa-
l isla do termo da cidade do fecife, etc.
I .i'." publico para o devido couhecimcnlo os ar-
tigo* nbaixo transcripto das posturas municipaes em
vigor.
TITULO*.
Artigo 9.'Toda* as rezes que morrerem na tul
.....duccio para a orara em qualquer lugar que sc-
ja deuli'o do municipio, defera w onlorradas logo
pelo coiiduclor da boiada cusa do seu dono, o nos
lugares que a cmara municipal liouver destinado :
o infractores rao multados em IftjOOO rs.
Ait. 10. O conductores do boiadas devero en-
trar com ellas a recollie-las ao curral das Ciueo-
Puiitas da meia noitc al as 6 boras da nwnhfla : os
infractores pagara a mulla de 11)000 rs.
E para que scmclhanles orligos tcnliam a devida
ni'ii'in, lavrei o presente, que scri pubtirado (te-
la impreusa. O liscal Ignacio Jos Pinto.
I i' -iir/M da Uoa.Yitla 19 do maio de Is >;.
Iicpnis da qual lera lugar, pela primoira vez ueste
Ibealro, a roprcscnlaco do drama cm 3 actos,
o iiiLiiriio
DA
( aplalo X. Precisa-fe de nina ama captiva ou forra, para
Do Clero em gcral, scus privilegio c foro : ligei-! casa de pouca familia, que saiba cozinhar c engulli-
rs ideas sobro a nrdem do juio.
J.IVRO III.
iuprmsa
*
que (anlo tein agradado no* tbcalros do Bio de Ja-
neiro, e n'oatros luido lem sldo-rcpresenlado.
AclOTH.
J. J.Bczerrn.
J. A. da Cot*.
I>. II. do Sania llosa.
I). Leonor Orsnl Mondes.
Uaooala Lucai.
OSr.
A Sr.
DECLARA O arsenal de marinba compra para as obras to
iiielhorameiilo do porlo, canoas novas ou usadas
cm buiu estado.
(I procurador da cmara municipal dcsla ci-
dade cm virlude de ordem damesma cmara, arha-
e aiilni isado a vender os lijollos, cal c sement que
seai'liam prximo ao muladoiiro das Cinco Ponas:
a> pessoas que quizercm comprar os malcraos cima
itiriirioiados, dirijam-so ao paro ,la mesma cmara
loili os das ulcis al as tres horas da larde.
REAL C0MPAM1IA DE PAQUETES
INGLEZESA VAPOR.
No dia 31 dotteincz
espera-*c da Europa o
vapor Tay, conmiaii-
daule KiM'll, qual
depois da demora do
ii\ seguir paro os pintos do tul; pira plata
geiros, Irala-so na agencia n. 12, Trapicho Novo.
Pela subd'elcgacin de polica da fregoexia '!i
S. Jos do Kecifc, se auuuncia a adiada de 31 ara-
ras de cabo para cinbarcaeuo, que foroin encontra-
das peloranociro Anlonio de Almcida, cutre asiin-
i.....lianics do llom Gesto c Cabanga, jimia- ns rai-
les de un* coqueiros alli evislenlos : ten legitimo
ilwo comparec!. que provando o dominio, llieacni
entregue.
Aiiuiincia-ii' pola segunda secio di meta do
nnsulado provincial, a lodos os proprielarios dos
predios dos huirlos desln cidade, e frrcuczio dos
Afolados, que os .'MI dias ulcis para pauaiiwnto da
ilcciiia, ahorca do cofre, do segundo semestre de
IKia 183:1, principia-tea contar do dia I. doiu-
nli.i cm dianle, e que liniliis .' mesmos, ficam in-
intoa na mulla de :l por rento lodos aqucllcsquc
deiuram do pagar a referida dcima.
ti consellio administrativo, resolvido como os-
la a dar inteira evecucao ao artigo 23 dorcgulniiien-
lo, o l,\f publico, para que os infractores iiAc se
rliamcm a ignorancia.
Arl. 23.Objeclo que mo rnnfcrir em qunlida-
ilc com a la amostra, ser regeitado, e ao vendedor
qnco linuver aprcsenlailo,.scrao restituidos lodosos
uniros olijeclos, idntico- em especie e qualidaile
na memia urrasiilo liver vendido, embora ron-
hri"i.....ni respectiva amostra. Sollrer alm dis-
s.....ledori mulla deriurocnla por ccnlo sobre
i tator dos gneros qnc ajo forero semelliintes as
IBOilras, A- UMHUM penas se importo guando os
aero* nao ronferirein cm qiianlidade, ou nao fo-
ein npresentados as pocas determinadas no arl.
ti. Se oronlralador fornecer algiim olijeclo que
ii coulira com a retpecllva amostra, mi nao lonlia
[a medida o peso estipulado, sen obligado a substi-
tuido poroutro, pagando alm disto a mulla de rin-
iiiinia por eenln ii valer do objeclo recusado. U
I : Im n.lo vcrirupie immedtalamenle a substitui-
rn, u ii,io rompido a quanlidade, o conselho far.i
toiuprar o objeclo no mercado por ronla domesmo
ruiilrulador, quouinda ueste caso pagar a dita mul-
la. Secretaria do concibo admini.lralivo 28 de
iiiain ilc 183:1.lase de llrilo Ingle:, coronel pre-
siilenle'Bernarda l'creira do Carmo Jnior, vo-
pjl a secretario,
(I lllni. Sr. inspector da lliesouraria de fa/en-
da manda fazer publico, que em Cumplimento de
ordem do Bim. sr. presidente da provincia, sordo
nudillos cm bast publica, no dia 2 de jiinbo pr-
ximo futuro, pecante a mesma lliesouraria, 21 ca-
billos da ronipnnhfa de cuiallarin de liulia que fo-
ram julgados lucapaxet do snico da mesma eom-
pjnliia : as pessoas que qui/ercm licitar, compare-
Nni no referido dia a una hora da larde, no limar
u i'oslume, podendo antea evaminar os ditos ea-
rallos na respeclivi co\ia, c no dia da arremalaco,
no largo do Collegio, para onde sern eouduzidos.
Secrelaria da lliesouraria da fa/enda de Pernainbu.
coideinaiode 18V1. O ollirial maior interino,
lunilla Xacier Sobreira de Mella.
o conselho adnrinislralivo em virlude da tu-
liii-.ii;,'n da presidencia cm ollirio de23 dn corrcil-
Ic inw, lem do comprar paro fornecilucnlo do ar-
senal de uerra os ohjeetes seguintes :briin lirancii
lisolili:! \aros, hollaull de forro l:i corados, pan-
no prelo para polainas IHi covados, biilcs de o.ssn
luc. :ui grozat, ditos branee* I" nroai: a* pes-oas
aquem cumici a vendado lacs objeclo, apresen-
lemas mus proposlas em carias fechadas, aenmpa-
nli.nla das eninpclenles amostras, na secrelai ia do
HOKllio, estliwlccido no arsenal do guerra, as III
horatda niaohl do dia (i de junbo' provimo fuluro.
Secretaria do conselbo administrativo, |iara forneci-
nienlo du arsenal de guerra 28 de inaiodo 183:1.
FertOMa|u
Rei.......
Ministro ....
Joo guarda purlao
II'- i .
Viraiuil .
Pedro sarucnlu
iiiMilido .". O Sr. I.. C. Amodo
llcnriquc conll-
denle do minis-
tro .......
Presidculc diicon-
sclho......
Carcereiro.....
Cabo de esqoadra
Priineiro reque-
renlo...... u !S. N.
Segundo dito. u J.J.l'creira.
Soldados, criados, e vogacsdoionsollio.
Seguir-se-ha pelo Sr. ('aisla, c suo tcnl
na l'rsuliua da Cosa, o duelo do
Capitulo I.
Dos dircilos do Imperante civil nuil reanlo o
Igreja em gcrnl.
Capitulo II.
l)ot direilos do implanle civil com rolaran
Igreja em particular.
Uualquer pessoa pois que quizer comprar a pri-
ineiro edlcao dcslo compendio, mi nMUDO a sua
propriedado, poden) dirigir-sc casa do autor, ra
do Hotario t'streita, sobrado n. JO, segundo andar.
Sabio a luz a intcressanlc obra de direilo, o Ad-
vngado dos Orpblos, ou guia pralica do procesto
Orpbanologico, adojilndo no fdro brasileiro para u-
so dosjuizes, esrrivact c advogadot, ele.; vende-se
cada ctcmplar por 3|000 r.: na loja do livros, ra
do Collcgio ii. 9, c na do livro azul, pateo do Colle-
gio e un praca da Indepciidcniia n. (i c8.
mar : na i na da Caileia do Keelfe n. 8, segundo a
Jai, (\,\~ [I lioia- da maullan ale ao meio din, c das
Ja) Picii-i si'de nina ama deleite para acabar '..',
0 do criar una menina, patando-so generla- J(
9 memo ; no sobrado amarelloda na do (.luc- A
mado o. 29.
A. Jurgc.
Itcrnnrdino do Sena.
M.l). Lisboa.
Ilosendo.
ir,i H. Au-
HEIKIMIO E A ')I1!L
AVISOS M AH TIMOS
liando liui an espectculo urna bcllajarea.
NOo obstante oe-pectacolo ser alguma colisa e\-
ienso, todaxia nao incomniodar ao respeilavel pu-
blico |>or ser em xespera deuin dia Santo de guaras*
\ pe ido de mudas pessoas propoz-se o Sr. Pedro
Nolasro llaplisla, director da urchcslra a fazer e\e-
cular a inleressanle pera de msica, que cima lien
declarada, na qual blverflo os toquot seguiulca :
niroiluccan, chamada de ofllcim.....larclia em conii-
nencia, avipcadl, ataque du balalba alegro lo-
-n c ilegnlar, loque de arrcbalu, liros de peca islo
be, ataque de fugo: segoc un alegro currespondeiili'
cesvir fugo, adagio, gemidos do- l'cridos, reunir, ule
ero em retirada, valsa vicloria.
()* bilheles aclmm-sc a dispnsieilo doreapeilayel
publico, na ra de Sania Isabel n. 1:1, e no escri|i-
ioriodo Ibealro no dia doespcclaculo.
Principiar as horas do cosiiiine.
Grande espectculo variado drama-
ticomsicae danca.
SAIlll.Mu I lE JIMIO DE 1853.
Ilepois que a orchcslra evcctilar a ouvcrluri da
opera N.ibuciidoiiosui principiar o cspeclacnlo
pelo multo detejado quarlo orto da
GUACA DEDEOS.
Ile.einpeiilianilo. por oli-eifuio, a Sr.
I.uiri a palle de Mara.
Seguir-to-ha a reprotcularjio da linda
milito applaudiila comedia em :l actos
A UMIKIM>!(\ IIK PERIi'S
PARAOARACATV
segue em poucos dias o bem eonhecido hialc C.a-
piliaribe; para o rclo da carga o passagoiros, Ira-
la-se na ra do Vigario n. ,3.
' l'ARA I'OKTO K LISBOA.
A barca brasileira llydra, capilo liento Jos*
d'Ahiieida, pretendo cllerlliar sua tullida no dia 4
do provimo mez de junbo com a carga que liver,
visto que aiuda pode recober alguma; o que se faz
corlo au comnicrcio, bem como aos tenhores que ncl-
lalemcarregado.cpassageiros, que uella queiram
acguirviagein.
PARA A BAHA.
ide, iMr un
Va'i seguir com breviuode, |ku
i'.iiulf parle do si'tt ('am'jjiiiiicnlo traa-
lo, o liiat oucionnl Fortuna, capitSo Jo-
teSevero Horeira Rio; paro carga, ou
panageiros trata-te na rtia do Trapiche
ii. tU, iiriiiiciroanihir.
PARA O PORTO E LISBOA.
Pretendo seguir com a brevidade poasivel, a liaica
brasileira llydra, para o que lem parle de carga
prouipia. Oucn na mesilla quizer carregar para
qualipicr ibis ditus porlo-, ou seguir de psetsgem
para oque lem bous cimmiodos, esc aliauca Com
Iralameulo, pode dirigir-sc a Ilutar com Amurim
Irinaos na ra da Cruz u.:l, ou rom o capilo lien-
to los d'Alincida.
Para o Rio de Janeiro saira' com
: maior brevidade ponivel, u mitia ve-
ii' conliecidn barca nacional Firme-
No dia 18 do crroule, desappareceu do en-
eulio Piabas de cima, uro mualo com os signaes
segulnlea, |>ornomeBenedicto:alto,cabello-eara-
pinhadt, ps grandes e torios, pemas caliellnda,
pouca barba, suissas imperiacs, mullo fumador de
cachimbo; levou canica c ceroula de algodilo/iulio,
e chapeo de palba ; esle mualo fui comprado ao Sr.
capitn Francisco Itezerra de Vasconcellos e Silva,
morador em Pedros Surrados, fregiiczia do Bezcr-
ros : roga-se a (odas as autoridades policiats o capi-
(Aes de campo que o capturcm e levcm-o.ao seu sci
nitor Antonio l.uiz Percira de Caldas, uo engenho
Piabas de ciiiia,frcguezia de t'na, que scro bem re-
conipciisadii-.
HATIFICACAtl' DE 209000 RS.
Aiuda Dio apparcceu I cscruva llellina, que de-
tappareceu lia oilo inczes, com um livro na mlo no
nelo ile ir comprar alguns objeelos em una venda.
A pela lem 30 anuos de idade, lie magra c parece
tunta, alta, com poucos denles na frcnle; levou dous
vestidos, um de chita c uulro do risrado, alm do
panno da Costa; lio milito condecida por ler j.ven-
dido Troclas no Itccife c agua do beber ; fui com-
prada a Manuel Joaquim Pascboal llamos, ha quasi
fez a primoira fuuida c fura pegada no
ropos, nqaellet que vendem tal, dizem oso ser pre-
ciso medir, porque Vendem a liglas, aquelles que
vendem rape us nilavos, dizem nao ser preciso hi
tyc
nenio,
Manuel.
scinpre
le
/.a, por si'arl
ilo seu enrreg
rarrcijar.
Personagent, .tetares.
Uci da Pruttia. Sr. Amolo.
Gmdfl iU- Neulw laro ilo Canichi Ile/.erra.
erg Seiiua.
Itullcr . Jorge.
HiTiuiii, ntrlailt r de Icuha, Costa,
Jiii/. de pal ila iltU'ia leudes.
Poten . Konndo.
Im offlrlal. . Joaquim. Ii. armella
KUfnlia iIji Trussi; Sr.i
Itiiroiic/a . Hila.
iiili.i, vendedora le penis . Hi-alM.
Dorolheiiflllia i ruallUtaB HIms 111/ i ' i""-nulos c as qu. N. N.
A urchcslra c&oculm allq drill is brasileiras
iar ]n ".iijil't i niiiior parte
iiiiiciiio : rjuem preteudci*
ou ircle iKSsngeiii, para o que
teui (ixcelleiitescominodos, pole dirigiiy
86 ii na (la CauY'ia, II, (, a tratar COD1
.Manuel da Silva Sanios, ol COmoCBpilSo
na juara do Commeivio.
I'ara Lisboa CiJUC COlll bl'i'vidadc,
|nr ler palle da Caqji promptfl, abarca
|tniiuj>iKv.a MariH Jos, de ciue he capilo
JoSC Teiicna LcftSu : paira o i'hIo e nas-
lugeii'OS |ara o (|iio teni os melliores
enmmodos, a fallar com Francisco Seve-
runo Bobello A Killio, ou com ocapitao
na praca OU a fiordo.
um aun
silio Jo Sr. Carlos Prederfcb na Solerladciem Ierras
iloSr. Ifercalano: roya-sc as autoridades policiaes
c capllfei do campo a sua raplura, e leva-la im Ho-
cifo ao Sr. Norhcrlo Joa(|iihn (uodcs, ra de Apol-
lo, uu ao son ..il.M.osoiilior C. Ii. Salinas, ruado
Sobo ni 10, que alm ' "' as drsnc/as t| \ > -mi liaver.
DECLAKAC40 AO PlIBLIGO.
obrado do um andar, silo un ra do l.ivro-
qiifi (n oilo para o boceo do radi, nflo
jmmIo ser arrciualmlti por o\erurAo de liuillierino
\ ii ii (; ii i Selle contra o rhuicuo Jos
Francisco Pinto tiuhiiarSo, porquanlo oslnhypo*
lliocailo polo referido cirunzino Piulo c sua mulnor
Kicna Joaquina Pinto do Carralho, norespoclivo
c.'irlorio do liypolliocas, ao altaixo assimiado, desdo
^1 de Janeiro de 1S:l, o o dilo Sr. Piulo nunca pa-
BJOQ um real ; a mosina (sniplnra, logo que so pu-
blicoua nova le, foi npi'c>onlada no mesmo carlo-
rio em > do oulubro de IS", e lem o numero l.'i
no prolocolo do re'ji^lro Reruj das liypolliecaa a fo-
lli.i- 170, com o mosmo numero foi rcuislrndaa To-
Ihaa 33 do livro segundo do reaisiro coral daaby-
polliecasiileriorcs ncsla cidade do Kocife, om !t de
oiiIuIh^ de 1847; nao pagando odiloSr. Pinto, o
credor, por fallecimonlo de sua mullier I*. Anua
rranriwa do Miranda, a dt-M-rcvoii no iuvculario
como llic ciiinpi ;i, e Toi pu lilliada cun* o uieeiin e
herdeiros, locando parle a faionda pubiic.-i, o a par-
liiii.i foi Toia pelojulxo municipal ta togunda vara(
e amlm nflo pode o Sr* Sello esperar dahl nada, o
(piando fos-e aneuialatl", o tlinhoiro doveria ser re-
collildoaodeposito para o levantar quem direilo li-
vor; o Sr. Pinto nao lem obrado t\v boa ,iiu
nffo conaanliria cm lemellianle penbora cm um
predio quallie nOu porlenee, c basta, para mo np-
paroeerapi ractosprovadoa, que desdouram a quoin
OS pralica, c, liicilincnle, quem qiii/cr Irabalhos
procure-os. Allelos, -S lo maio lo 1853.
Juln/O Manocl ilr Minar* dn Mrsi/infti l'imeiilel.
pu ns uilavas, dizem nao ser preciso ba
I.; 11. i. aquelles que tendo niais rio urna cullec^-o do
pesos cm uso, si albre nina, aquelles quo icmlcni
corno socca nos barcos, nSo aferciu, c aquelles que
M'iiili'm cal cm canoas, que um s nao aferiu as
mediilas, us quo aiulain eum ancoras por ossat ras,
vciidenrlo azeitc, mcl, espirilos, uno aferem, aquel-
los que lem baliinr.is rommas e declmaet nos. lun-
dos (tas vendas, muilot dizem nSo ter precito afc-
ri-lns, oulros liii.-ilincnlc que leudo inediilas ilr ca-
nallas de tulla, al o turo marcando u lugar das ca-
ados, as appellidam canecos. Ser islo loleravel
om face dn lei e Inlcrnvel n visln da razilo que reco-
u lu-oc ii a nci'i'ssi 11 .ule da a i'uric.i 11 ? Srs. uiestret pe-
dreiros, campias, que aind nao afcrirain, veinte.
dores de carnc'de Ipurco que lambem nto aferi-
r.vm, que etloobligados pela lei, abaivo Ironscrc-
vcroinos os ortivos 8 o 11 do regimcnlo da afero,o
de bnlanca, posos o medidas no municipio do Rc-
cife.
a Artigo 8. Por cada urna regua de 10 palmos cra-
veiros, pagaro mi rs. da qual sao obriftidos a usar
todos os 11 io-11 os de obras, carapinas o pedreiros, cau-
loirot, vendedores de inadeiras, e lodos aquellos
quo pela qunlidndo de sua proflstlo, lem necestida-
ile dessas medidas.
Arl. 11 Aiiuelles que vendorem pelas ras o
morrndosda cidade, azeile, mol, loilc, feijo, inilbo,
aiToz, cal, ole, o nulros gneros, pagnnlo de afori-
Cao e rcvislu o dobro dn quo esl oslabelccido neslo
regiment para as medidas c |icsos avulsos nos arls.
;l o 7. E su o arrematante, contando com todos estes
senburcs, le. o calculo de sua nrrcmalaco, lio vlslu
que, licaniln subrogado no direilo da cmara, toma
raruldadc de fazer .iquilla quo esta poderia fazer, e
us im!....... sendo socios cm face das leis fiscaes, pe-
la siilidariedadc inherente sua rcs|Hiusabilidade,
pnili'iu iguilimnll fazer o que fur comcnienle para
rcuular a oveoucilu da loi niunicipal, estando os lit-
ilores aulorisailos para auxiliar o lureuiatanto no ile-
soiupenbo do suas I.....;., de modu .iIkuiii pode ser
-siiaullada a mu vigilancia, porque como respousa<
veis, Tein direilo a evitar oque pdecompromctler
o como sucio r|ualilicadu pelas leis liscncs, subrnua
dopetairrenlltlflo nos direilos dn miinicipalidade
u esse respello, be rumiado un lei, que empresa
qualquer ililigcncia. Joaquim yulonia fariai
0 baclurel Jouo Vicente da Silva
Cosa uiiulou asna reidencia dq aterro da
Bou Vista, |)araopateodo Paraizo, so-
brado da esquina onde morn o Sr. des-
mhurgadar Un lie I lo.
CO.NSl LTOKIO 1IOMEPATIIICO
(ossel llimunl, profettor de hoineopalbia
pela escola do Rio de Janeiro, continua a
dar consulta! rni.' .....pobres lodos os ilias |
ulcis, das 8 boras da maullan alao meio dii
uo mu roiisullni io, i n.t das l i u/os n. 28.
^ re"% <"IPV'n|SMr^>Nr>*B>m x
ITHEATRO DE SANTA ISABEL.
TEHI.:.\-IEIKA .11 HE MAIO ni-: 1853.
Grande recita extraordinaria.
Entra cm sreun o ador
JOS DA SILVA RES,
I que novamciite sencha ncsla provincia, para onde
I vollou saudoso du publico peruambucano.
Il0|iois de una brillianlc svuiphonia, excculada
*lo> piofcssorcs da orchcslra," subir i scena pela
[ prinicira vez neslc tbcairuu drain aero .1 arlos
O CONDEMNADO A MORTE
OS THES HIAS :\0 ORATORIO.
, -stp drama, cscriplo om Lisboa pelo Sr. Ccvnr
II trun de l.ucca, c traduzido com toda a priiiiric-
luaiicdc liimuagcn pelo insigne poda Antonio l'cli-
ici.ino doCaslilho, tein oblidu npplausos geracs cm
ouc os Ibealrot em quo so lem repre-ontailo, o lio
gne de tal sorlc pela riqueza de ~raias c pensa-
nii uto, inorae, que ncllc se cncerram.
ro ciic esiolludu cm mun das fonlos mais \nslas
nilcraura franec/a; foi, por assiui dizer, copia-
o'iuo un poema de Mr. Vctor Iluso, intitulado
I "".( jour d'un nmdeMHtpoam oscripto
i lagrimas do i.uacao quando o grande poeta
1""'m. "l-olu> da |io,i de morlc.
';"" 'l"ri'' dc fainilias c ii magistratura om goral
I. "''"'"''""ios esta pera, para qnc a vejam como
.w n""lcl(K dil rar'"l c rcliaio, c para isso
i s, i i1'? t'!""'lirr,'r ao Ihealro nessa noilc, onde
cituaiie ,le lodas as rlasscs aprcndcrii mais nina
"" que a iodos Intcroni,
nina n drama, c de|Mis de una oulra escolhida
i 'JS"2S*! a miiilo jocosa farra
0 ASNO SEMPRE BE ASNO.
i JJ,, e l""lclM wl" >enda no lugar do cos-
j'rinripiara as 8 b
arom!!l','TJm'','li,Sih'1 'is nJo pode dcliar de
'-ii", ir c<""",nci iwilimlo a lodos osteus
I"enl '""'l,.'l|ado, e ao rcs|icitavcl publico cm
|*n'ii i 'l" w'B'iein bnnra-lo com suas pr-
no liui das quaas se reprcsenlara a cngraeaila co-
media cm um arlo
OS IRMA OS DAS ALMAS.
E ilur lint m'ilncrlimciilo um
SOLO DE MARINHE1B0,
.l.iiii.1.1> pela Sr." Leonor rsal .Mndez, ein carc-
ter He rslc um cspeclacnlo ilimiodc scriprenailo pe-
los bcucmcrilos habllanlos unta ciibitle, valo et
um ili\cilimcuio complclamonto variado*
Os bilheles acliain*ac Avcndat lesdc j.i, omcasa
do actor Alendes, na daCadoia do Saulo Antonio
ii. 7, c no dia do especiando no escriploiio do
Ibealro.
Principiara na s boca-.
PUBLICADO 'ES I.IHCItAKIAS.
Alo loriado do agosto prximo fuluro deve eslar
rnncluidu c prompln para entrar na prclo um COM-
PENDIO DE DIHElTOECCI.ESIASTiCO, m^a-
nisaiio polo hr. Jernimo N'ilclla deCotlro Tsvnros,
lenta sulislitulo da Academia Jurdica dcOliuda.
Esta obra, rm-lo dos liaba los e lunibranics do
Dr. Vilella Tnvnros, ba porlo de auno c meio, lie
a liecCMidado paljiilanlc, inurinenlo para o
Juridii-asilu Imperio ; por ipianlo
i InslUuirSet d- dimito publico eccMaslico
.Yin ier Cuina iinr. que alo boje lem son ido de
pendi nossas Academia!, alm dos dofoilns quo
quando tupende doulrlnas, que hao
ibidas, porque nlicim os
LEILOES.
das Arad
tituirm
r Huir
nidio nessa
lio' nolaiii, nuindo
podi'lll ser BCeftlS e le
uejn. o negain-lbe mullas ven, e cm
rlaiilis-imos, sua malcrnal auloridade,
iie relativa ao notso |Miiz, una ap-
om que se
... --- -. o'ioi,i-io itriti ntmo int
1 os CLc ''"l'Mlaculo; aaradecendo d'anlcmo
V? uS-oT ",c r""M"vmU'^ ** M,c ",cs-
Ol'IIfTA 1UIRA '_> l)K JUNilO DE 1853.
Recita extraordinaria.
l'-ii ",,'!,'!!' oE"n- presidente desla pruvinciasc
|-'es'|, ''";''" "liibnna, os senhores profes-
I '""Ma i1. ewul,ri<' a graiule c lida peca
* ATALia'e BADAJOZ.
lircitoa da
objeelos ini|
n.lo leoiUi no i
plicacrio legitimo c verdadeint.
o COMPENDIO \W, IHUKITO ECO I.ESI.\S-
TfCO do Di. Vilella Tararea lein huirgavcl nicrc-
rmcnlo nesla parlo: elle he cloro, niclliodico, o
quasi lodo enriquecido com notas, Iciidcnlea n des-
envolver 6 explicara- principae> queatocs de direilo
eccIniaslirOaAbaixoiranacrevcreinos <> wu plano,
c o ciiiciulidof na materia cakularflo (ilraliallio,
o avaliarAo o mrito da obra. KI lo devo sor to
inojmo Noliune, se nao um pouco menor, ijuc o de
Cuiwciiirr, c desde j podc-se calcular o prenide
cada volunte, por anjgualura, em .v^km) rs.
Brevemente se annunciaro os luuare
receben) nianaluraa.
COMPENDIO DEOIREITO ECGLESIA-
TICO.
INTKObfCCAO.
Capitulo I.
to direilo occleslutico, sua divisto o origem.
Capitulo II.
Do direilo eoolotiaslico considerado como scicn-
cia. seu "bjerlo, e relaeo com nutras soienria-. sua
lilleralura.
Capitulo III.
Da Escriplura Sagrada oda Tradiean : doaprin-
inios de demonstrar, e das regias cttenclacs para
a inlcrprelai'.m.
I.IVKO I.
Pltl.NCIl'lUt GERAE8 DE DIIIEITO ECCLB-
SIA8TICO.
Capitulo I.
Da Igreja o seu fuudadori caracteres della.
Capitulo II.
\ Lroja he urna snriodado necessaria o perpe-
tua : ella goza da infallibiliiladc.
CapIlHlo III.
Do podar Bpora(iM) da Igreja ou de sua aulorida-
de : liniiiosilcsic poder; coDiequencias neceasariat,
que diiuaiian do poder de dclcrminar.
Capitulo II',
A Igreja le.....s poderes logislalivo ejudiciariu ;
limites desloa poderes.
Capitulo f.
A Igreja lem 0 direilo de punir: o quo teja pe-
na, quacs asquea Igreja pode inqior, c scus efl'ei-
los, Do podercxcciilivo.
I.IVKO II.
Capitulo I.
Do Rovrrno da Igreja, seu limite o independen-
cia do govrruo ri\il: o gnvcriio da Igreja ovlende-
sc is pessoas c s coosas.
Capitulo II.
Da Tnrma do goveruo da Igreja : Concilios.
Canil tilo III.
Da gerarrhia Sagrada: poderos de ordem c de jti
risdireaii. Diflcrenlcs graos de ordem ; sua ori-
gen), materia e forma dessas ordciis.
Capitulo II .
Dos Bispos, scus direilos o obrigares. I tos itis-
jios titularos o roadjuclores.
Capitulo I'.
Dos Cardiacs PalnarchasExarcas Primates
c Metropolita!
Capitulo II.
Dos Legados o Nuncio, A|>oslolicos.
Capitulo I'II.
Dos Parocbus, sua iu>tilui{ao, direilos c obri-
gacOe*.
Capitulo lili.
Da S, Cabido, Conegot: scus direilos e oliri-
gacacR.
Capitulo l.\.
Iteligioao! e suas oapecies.
t) agento Oli\eira farn Icilao epl lutosa vonin-
deilos prcleiiilenlcs, do cerca do lll. pipas deiqili-
inns viulins branOOS, sondo om |ii|ias, lucias, e cm
quarlus do pipa, desembarcadas de bordo do culor
porlugiic/. Quitliu ilc Perro, chogado prximamen-
te dn illia do l-'aial: lerea-foira, lll du crrenle, as
lll limas da manilla, uu largo derruirle da porta da
allandegu.
I.KII.At IKANS|-|:itlDO DI) DIA l', POR CAU-
SA DA CHIVA.
Ten.a reir :tl de correle ai 11 huras da maullan,
o agento Aiiluues faro Icilo em -en inoatom, ra
da Cruz u. 15, de Iraslct de toda- as qualiilados, no-
Mis o usados, eoii-isiinilo em cailoirns, sofas, ine-.is
roiloinlii-, contlos, marquetas, nanla roura, guar-
da I.....;i, loucadores, lavatorios,cadeiraide bracos,
armarios di- pinlio, e.irleiras, bancas de JORO, eiini-
modas, mangas do vldro, lanternas, candelabros,
garrafas do crtsial, copos para clininnanha, perla li-
cor, rrurlcirns, randiciro para meio de sala, qumlros
iliver-os, espingardas paro caca, diversal obras de
piala xelba, e muitos uniros objeelos, os qunes va>
louia pena de serein arrematado, visto que scus do-
no- ipieiein vender barato.
AVISOS DIVERSOS.
0osl
Pt'rffinila-ie ao Sr. H..... I'.....
w fui iiuinendo pola cjmissn encarregada da co-
inaean da aehi/ Knot, cmsollar os foguelos, ou em
ipanliar as laboras; islo desoja saber,
A corneta dr rilares.
O epigramraa a Sr." Knoth ou o
bom gosto de seus admiradores!.
E digain que nn ba progresso '.... que uo he
estooserulo das lusos, na nua torra, onileueida
pasto em-oiilrainos tuna utaravlia da arlo mu
pliouonieiio da natoreta !.....\ imito de ssbbado,
s do maio. foi um padreo do iiiiiinii-i.il gloria, fui
.....Icsloinnnhu dnti verdiile inconteslavel, onde
para punas mais eonxiiiiculos exisiciu os dncuincn-
Irxvivor!... A Sr. knnlli fallamos da filli.i i.
gigante dolada do um genio suhrcnnlural, cheKOU,
vio c reiinni !... Astro que fulgura nasecna, cun
a fronte ornada da corda devida ao genio, eslcoo e
pidenc cinpunhou o sccplro !... Si os ignoranles o
us materialista abxsmados no positivo, noderiam
doitar de envergar, eporlautn de aiiplauair a rai-
nlii da bello/a, o iuraiilo o magia do uiissas almas,
mas os eoraees dedicados, os entes divinisadot, 0
cnlexadoa cm mgico arroulio, roinprelienderao o
sublima de seus transportes cada ulhaiviueolla
vibrava oipressiva pelos espeeladores, cm o genio
que Iruntpiracal cada nula de seus virgneos la-
deos era uma anglica harmona, vedada sos pr-
laiius, o quando asna dbil injgein semovil nos
bem Bulada pilco, ora a sBmbra" de um anjo, era
mu.i inspiraeilu que seinolbanlo n do- propbelas,
diinanava iloco. (.luc importa seoulras atritos de
mererlmoulo n.lo roram ou tent recoinpcnsadns
por seus esforcos, pudem ollas attingir dhuincla
da pn-ieaii da rainha.... Ah al. lab! oh! ah eo
mais he que deixei-mc levur n'uin arrebalainendi
poclicn pela vossa deidado. nao est imi a lirinc.i-
deira. Srs. pers, mas (|iicrcis vi'is que cu couipar-
lilho a xo-sa estpida leiuhranea, vos que adulte-
raste, o palio, coronndo una estatua > que lem-
brarcis ontflo para galardn o verdMelro mritot
vos quo a forja do versos, musir o tloroa qulieslcs
ANTIGA
BOTICA
HOHEOPATHICA
28 RA DAS CniI7.ES ,28.
Dirigida par uai pti'irwwrutiro apjirormlo
Bsleotlabolecimeiiln possu'o lodosos nio- j
dlcan.....lsale agora expermientadus, lauto
na Europa como no Brasil, o preparados pe- -
las machinas da menead dosbr. Mure.
Carlcirasdo I2liihosnll60, |irprccosMi-
riaveis, conformo a qualidado das calxas, a
qiianlidadu dos remedios o suas dvuilimi-
s.ieoes.
25:000 rs.
I'.MA CARTEfRA com oa l\ prlneipaea
remedios h(iiiico|ialbiitise;lulnasililVerenUs,
udispensa\eis para os principiaules quOHO m
quizerein eoiiveneer daverdade da nova roe
uirina ; roulcndo alm U1 mulloa cnitsellim
a palhogeneaia de s med
llarhosti
ANISO AO COMMERCIO!
Os iliiii\i) iissijini(los ciiiiliiiniiiii
a iiiuiiucar a todas as cltisses em
jri'ial 01 st'iis soilinii'iiliis de lii/oii-
il.is pur bu\6f prcros uno' nio-
nnsili' urna pira mi tuna dttzia,
;i rlitilii'iro, ou ,i jirii/i), cojortne
- njustat' : no sen itriiiu/.riu du
I 1 |ir,ii;i iln Coi'po Simio, cs(|iina lili
>I ra do Trapiche, n. S. Ros- I
rg iron Itookcr A Coinpnnliia, ne/ro-
C3 citintes iiiglexes. Os meninos av-
fsfioiio i'i'siH'ittivrl |iiililirii(|iii'nl)i'i-
i'iiiu im da ."> iln crrante roen u
sita Inju tic lu/.t'iiiliis (lii l'tin (lii Col-
legio c Pnsscio Publico n. 13, dj-
rigidii pelos scnltores Jos Viclori-
nii de Paivn t; Manoel .lose' de S-
rjtteira Pilonga, para venderem
un- atuendo e n petallio.
I'M.VC.IUAXC.A PERDIDA.
Ka ra dos (iuinmpoi o.O, eiu rasa de Antonio
Alves Barlinsa, ncba-sc um crioiilinbo de."> a (i an-
uos de dado, que foi a -2H du cnenlo lomado das
iiio. do una piola, ipieili/le-lo ,-irbado perdido;
picm ello fallar, pode proritra-lo ipic
1
ii ni engeoho qaalqucr
. por ler sido cniprc-
'J anuos, p enfeude
fa/er asquear: (pieui
Sol t'iiiuiic do porlo
. Jacob de SanliaL'o, ou
H
ruda mu
os medie;
elevar ipiem exfau
ieisos, muste
na nullidade
ilaaeoiuaB eipic I "'
reosles um tributo ao nierJIo, escameeendo-a
assim porque ella o nao tuii,i !.. t'i-r-i.iiinn.4 offbn-
sivoaoamorproprio ilaqoella, que aeo llvera vea
amarla inab, ae do i i voa nao lemuraaee 1 Belhe
(pii/eslei* mostrar a vossa prodiualidado em boma
ii; roaaoi lervidoa aoulimonloa porque nio voajun-
lasies, o llie oderecefleu qualquet couM do valor,
que osea nasse a eamelaelo publica .' teria* poupado
(|uco ridiculo callMO solevos, eanda mais lorias
evitado a pobre rapariga o motejo mata e-earnece-
tlor c a nobieelasse tios artistas una lu^^oa cruel.
II f'rotaiotf,
Conalaodo ao ibalxoaiaiguadoi que sua esern-
%a, parda, de mue Hosa, lem coulrabido divoraol
dbitoseni nomo de sua seiiora, por isso derlara,
i|ue linio (piauto inauda-sc comprar pclu mesilla lie
com diriliciro, c para 'i.W continuar com semelban-
le Aueo, o fax publico para que nlnguem lb ^cll-
da nada sem diubeiro, lano a ella como a nutro
ijiialquer escravoscu, aliiu de mo perdercui cu di-
ubeiro, vtoloque nao responde por debito alRUUI
(pie qualquer de seus esiravus leuda felo ou r.ica.
Miguel Joxe llarbwa Gttiniaraet.
Na ra larga do Kosnrio, taberna n. 37, preei-
sa-so de um caixeiro quelculia pralica de vemle I
rclalbo, c qtio lo fiador a sua conduela.
8 Troca-sc una propriedade neaui praca, #
':' por sitios de coqueiros, ou \cndc-ffe; faz-M A
', coromoduooncw: a quem convier, dirija-sc '',
$ a na da Guia n. (, secundo andar.
Quem liver perdido um par de orillos, ipicra
procura-Ios na ra da Cadeia do Uccilc n. j, que
dando os siynacslbo serao anlrecuai,
Par.i liquidaco de cotilas fa/-.-e neuocio com
tuna loja com pouco-; fundos, c prop i.t para qual-
quer eatabcleciiuoulo, sila na roa Nova; qoeiu a
pretender, dirija-so a roa da Oui n. l.i, priroeiro
andar.
Augurio Carlos Hitaucourl. aqbdHo braafleiro,
yfll an .M.u.iidijii.
clini
(OS.
Tubos a\ul>os
Tinturas de iodo
eos do 'i oiiea .
Na mesma notii
mu Brande sorli
uui'/e iVaiire/, c
pejwarlo para oci
Prceha-ae de um caixeiru que lenba pralica
de tonda: a Indar na Soledade, taberna nova de-
Fronte do quartel de UernardinoJosO1 la Cosa.
Picrj-a-:p ile unta pessoa que lenba akuiua
pralica de escripia com infonnacAo idnea do sua
coiiilurla : dirija-se a ra do (uchuado n. *, (pie
alu se indicar quem pretende*
Precisare alusai um iirelo queeiilenda de
|.,nl,ui,i, uaga-se liein : na Soledado u. H. iMuInria.
AIADAME HOI'TIEH. MODISTA rTUNCBZA,
NA l(i A NOVAN. M,
lem a boina deauuuuriar ao roapcflavel publico e
particularmente aus seus iic.:ue/es, quo acaba de
recebor um lindo Kortimeoto de faxendas Indas de
RoatOi sendo lucos de lioho. Ido, penuasi florea c li-
las, ricos chapeo?, de seda e eabceOca de bicua, ro-
niciras Ruaruocidaa le bicns, capclas de llores. Mu-
dos veos do montarla e lanibempara casa.....nlo, lu-
vas de pellica para noivas, loucaa para meninas e
criancas, groadeiiapoles do bulas as cores, chapeos
tic p.illi.i para senb.ua c meninos, balcias para \cs-
tidos, lucias para scnliora e el ancas, c oulras niut-
las fa/endas por. diminuto preco : na uicsma loja
faiein-eo veatidoe do caaouionto o bapiisulo, Ioucm
de meninas e Seolioras, eapotinbos de todas as qua-
litlades, com perftflcao e preco commodo.
De-eja-sc fallar com Joo Elias finio de fiou-
vcia : na ra doCabug cun Joaquim Jos da Costa
l'ajo/es.
Traspas-a-se o arrendainenlo do engonho l'in-
dobinba, ua ureguoxia de [guarassu, com.uma safra
fundada c oulra a fuudai-se, e \ende-sea safra Ja*
fundada para inabdol,500|Hlea;voejdo4c urna mo-
enda toda de ferro, um temo devaSOS, liinla bostii
lo roda novas, abona Imi-. inansosi carros, vaccaide
eile, tudosc \cndc por preco commodo, e o ooge-
ibo Im arrendado por 700|000 rs., o mais barato
que piule liaver ua provincia por sor mullo bom o
ni militas commodidados, distante desla praca oilo
a pessoa
Ibe SCTl enlre_.
(Is abai\o ftssgnadus dissoherain a socicdade | '
(pie tinbain em nina loja de la/endas, uo PaMeio l'u
blico n. -2\ A, roba llrma de Joflo Aleundre Vlcira
i\ Companhla, Hcaudo desta dala em dianle sacir-
io socio JoJo Alcxandro Vieira a liquidario da
c\lin.la llnna.y7o Alejandre riera.lnionio
tttiplMa Sogueira.
- l'ropoe-sea administrar
nina pe- oa muilo habililatla,
ada neslo snico mais de I
perfeilamente do melliodode
precisari procure na ruu[do
das canoas, em casa do Sr
aunuucie.
Prerba-flodc umcalxelrode 13a \\ anuos,e
que lenlia ahuma pralica de vonda, prcferiinlo-se
desles cliegadosba |N>uro do Porto, mas quede fia-
dor .i sua Conduela : na run das Cru/cs n.^U.
Precisa-so de urna ama forn......captiva para
senicode penca familia: na ra Uireila n. II..
No dia ^7 do crrenle enlregou-soa um prelo
(l barris do manleioa inolexa, ua porta do armazeni
los Srs, Joo Martina do Baos o Joaquim fllippe
da Cosa,e o prolOSOCUtrcgOU "> barris. vlndoa fal-
lar I barril COlll 0 peso de -2 arrobase JH libras: pe
de-so a quem del le ouber, de dar parle na ra do
Rosario venda de Antonio l)omingusdo Auneida
Pochos, que lie seu dono*
Justino da Sii\;> boa-Vista,sui>di(o porfagueti
relira-sc para lora do imperio.
AO PUBLICO
O uImiKo assifjnado nvisn aos so-
j nitores de eugenlto, liivitidores,
_, fn/undeii-os^ ejiopublicoenigcral
*.j i|iu, (Je ciiiiiliiiuicii coni lllmilUO!
SM cusas ciintliiciciiics inj;lv.:is, l'iuii-
K? cc/.us, nllciiius csiiissus, Icin.-ilicr-
-~j lo mi run do Collcgio, ii, i, mu
t ;;i niiilc ;m iiiiizcni, ricamentesorli-
Jo ilc in/endus linas < srossiis paro
J feutler |K)i'ffrosto c a rebtlho c por*
"n prtXjOS niiiis l>:ii\os(l(M|ilcciil(|iinl-
tiner otttra pni'te, Antonio Lutz
ti dos Simio:
I
ICII1
0 siilishiiito de plnlosophia e geo-
metra do collegifi das artes do fcitnoju-
rdico; avisa a quem convier, ([ue se u-
clin morando no pateo do Paraizo, sobra-
do da esquina donde saliio o Sr. desem-
bargador Kabello, e onde pode ser pro-
curado mais convenientemente a tarde ,
pois que tcm de leccionar pela inanli.ui
naquellc collegio.
Domingos Joto Gomes Tai publico, e proletta
contra qucmqiicr (pie neja, que aetta dala cm dianle
nflo pasar divida alguinn conlrahidaportua mulher
Ali'v.iii'liiiui M.iiin ,ln Paivio. ou por ulra qual-
quer petsoa cm seu nomo, vltlo que o annucianlc et-
11 om milito boa armona com dila sua mullier e
rom quanlo esta tratando de tua -.nulo cm cata de
ten liooSr. JotcUabricl da l'uriticacjlo, (ende tido
condiizldii por seu padrasto Caelano Aulunet Vito-
re, com quanlo nflo lie do gotlo nem vonlade do an-
iiuiirjnnlcquoettet tenliores, ou oulra qualquer pes-
ua fadrn despcKiis eslraordinarias, vitlo que o an-
nuncianle por ti ett promplo a late-lat; e para que
pcssua ncnfiuinii te chame a ignorancia e nem Uro u
direilo que sri uo annuocianlc compele, pdr istoo
abaixo attignadn fm o prsenle protesto pelas fo-
lli.is pulilicat.
Precia-to aluaar nma cscrava para lodoeiier-
rlco de nina rasj .lo puuca lamilla : na ru da Cruz,
luja de barheiro n. 59.
O obaiio attisiiiido, ihjhIc ainda continuar a
dar de lardo |ior innis algum lempo llenes de es-
cri|ilur,icflo rommcrcial por partidas dobradas; e
nqnclluii pessoat quenfln Icni livres as lardes, seof-
ferece a ciisinar-lbct no..domneos cmtua rctiden-
cia, un ra dos (jiiorarapcs n. :i ; para o qoe pode
ser proiiuailo Im lo. os ifiat das \ as ti da larde; no
deposito ilo machinas dos Srs. C. Slarr (i Coinpa- >
iiln.i, na rui do Krum.Jotcda Mala.
Precisa-se alugar um sitio jierto da praca ;
piom liver, dirija-tea esta lypograpbia, que te riirn
piem r|ucr.
() Sr. Ilcriinrdini, lliiinliiRiH Porlo lenh.i a Imn-
lade de declarar a sua habilafSo, que se llic quer
fallar a negocio de seu nlcrcssc.
Precltue do duas amas para casa cslrangeira,
no a i,mi o da lina Vista n. H primeirn andar, una lie \
para coser, cngouiinar e lavar dosabflo, eiigindo-so f
estes servicos cun pcrfciro, que lio para cugominar
so para duas senhoras o nina nieniua ; a oulra be
para eosinliar para lodaa familia, c maitservico de
casa.
^_^- J'rafTsa-te de una prcla forra ja do idade o de
boa cnduiia paro ludu u servico de cata de liomem
sollciru: na m.i do i.iurim.oio loja de hiendas
u.-22. ~*-~~.
Prerisa-to Tallar aoSr. Joao Jes de Oliagiri, "
Rodrigues, n negocio de seu inlcretsc: alltmaflo tua
inorada, ou dirija-sc n livraria u. G c 8 da prac da
Inilepeliili'uria.
ATTENCAO, LNICtl DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo Glisnoa, deulisll, rcrclieu anua dcnli-
Tnce do Dr. l'icrrc, esta agua conliecida cuino a me-
llior que lem apparerido, ( c (em miiilut elogioso
seu autor,) lema prnpriedade de cnnteri ar a borra
dirima c preservar das dores do denles: lira o
gosto desagradlvel que d om geral o rbariilo, al-
-uinas golaa ilcsla ii um ro|m d'agua tu sufllcieii.-
; tambeni leicbari podeiilifrlre escolenle para
nnscrvaeao dos denles : na ra larga do Hotario
i. .'Ifi, segundo andar.
.No- ilias 30c II de maio, c 1. do jiiulio, ir a
in.iea de renda a.....lal a rasa n. (i da ra da Cudcia
le Sanio Antonio, pclnprcrodc itSOO por mes.
t
:.8
lo-ii.is: quoin proloilder Ta/er HCgocio, dirija-sc a
i ua du l.iv mnenlo, loja do Tazcinlas n. 16.
Ai'Eiur.vo' i: ii:\ isao'.
O ahaivu attigiiado arreinalantc da aterirn dos
pesor c medidas dn nuiniripio do Recife, "declara
que a rasa da afi-ricao. na ra da I'liircnlin
tcm soiuprc estado iberia das X horas da maiihua al
as 3 da tarde, o continua |iara o oipcdienle di.....s-
ina maneta ; c tendo certeza que alguns cslnbeicri-
inentoslcm deludo de aferir, lonioii a delibcracu
dccmprcgariM lucios para ronherer quem tinlia fal-
lado ao cumpriinenlo do dover prescriplu no arl. 2.
lil. II das posluras niiinicipacs, vjslo coniu cabe al
Bx-ofllajo proseguir nos lemos da lei contra os ia-
frarlores, e sendu o Sr. .los da lincha Prannos um
dos -cus liailin es c principal pagador, o auloi isou na
r.i a-sisiii a resisflo. rereher sua inipurlanria, Msig-
nnrus respectivos bllbcles daqucllcs que quisessem,
pois que nimios de varios cslabelccimculos clitniam
para se Tn/cr este terv ico em suas casas, romosiicec-
ileu na afcricflu, cujo expcdiculc cntondi ter conve-
uicnlc, porque quasi todos os ronrurrculet se ajun-
larjnn cm una occasiao, o qui/crain ser son idus ao
iiusiiio lempo, e i-so ^HTliculvia o promplo despa-
cho do muilas pessoas','alienta a demura que mudas
vezesse d em accrlnr petos, halane.is c medidas,e
proslaudo-so esseseulior, como responsav^, aassi-lir
a nrrcradnro que assim se lizesse, neiibiriii.i cansa
ha a estrauliar. Os tenhores, quo nflo leudo ofe-
ndo se persiiadcni que hilo de esrapar ao cunipri-
ineuto da lei, eslo pngaiiadns, porque Stslm romo
o arrematante o seu* fiadores sito responsaveis a pa-
gar as letras ,lo ipiauM.i ,1o I.kOOUjOUO de rs. por
quanlo arremataran), na persuasSo de que nlnguein
-e esquivaste detse cuiii|)riineiilotquo a lei impdc,
assim nos termos o direilo de uiraT a jujz.....-nulie-
eiiniiilo das InTracrttes, provar tqiicllcs fados, que
coiisliliiiudo falta de cumpriinenlo de llovere-, pre-
judicial ao. iirenialanlcs, o po.hr as nenias edatn-
nos. AliMiiis'lcndu Injadireni nflo ser preciso vnr,
porqut inedcni no baleo, os que \emlem espirito,
dizem nao ser precito medida-, ponpie nicdein nos |
Pronsa-se ,1o nina ama de leilc
praca da liidepeiideucia u. :is.
Tendo os devotosdii Snniissiinu Vti>
gem do Cenculo convidado airmaudado
do Divino Espirito Santo, erecta na ijjrtj'j
tleNossti Senliom da Conceicao dos milita-
res, pnrn ncompaiihur c dirijir a pro-
CSSuO CJIte para COUClllSiO do He/. .Matiaii-
iiii, pretende! fazer nddiit l docojTen-
lc: o jtit dcsla irmnndude romia todos
os scus iiiiios, liajain de comparecer para
este lim no referido diti, pelas ~> Iioi.ik da
tarde outro lim, leudo osla |irocss,"io de
percorrer as ritas Nova, Cahuga'j pnu;a
da Independencia, Cruzes, Crespo, QueU
iii ido, l.i\lamento, Penlia, Direita, Ter-
co, Hurlas, largo do Carino, canilln do
('anuo, Flores a recollier : roga tambem
os moradores tiestas masa bondade de
mandar limpa-lan convenienleiuenle.
ios mm.
J. June, o bem eonhecido dculisla ha mais do 10
anuos ne-la praca, pode sor procurado a qualquer
hora-, ua sua residenria, na ra Novan, lll, priinei-
ro andar.
PrsclM-te de una ama de loilc, nimia mes-
uro quo (eolia seis mezas do parida: Basta l>po-
grnnhia, ou na livraria da praca da independencia,
DENTISTA AMERICANO
D. W. Itain.....ririiraiaodculisla,contina a
oM'reer sua pruUSSfie, fiizcndo todas as opera-
r'ies que forein prerisas de (|ualquer naliirc-
(I, lano por fura, ionio na sua residencia,
mide pode ser procurado a qualquer hora :
na ra da Cruz n. 7, segundo andar, un Re- w
cio. ;.;
:i#S#SS.W
Ilcsappureccu no dio qiiiula-fcira a nnile, 5de
maio, do lugar Silgado de Mocos, comarca da cida-
de deCoianna, um esclavo de nome Bcrlamino, du
casa de leu tcahor Custodio de Oliveira Civatcaati,
com nisiunacsseguinlcs:mualo, com idade de 2
anuos, pouco mais ou menos, altura mediana, corpo
regular, mitos c ps alguma cousa gagtjcn, Sabeinai
carapinhadns c avcrmelhados.olhos pequeiios.pardos
c amarcllados, naris alilodu, liocci pequea, beicos
linos, falla haslanlt dcscnncada.saliio com camisa o
ceroula de allodaoziulin blanco c chapeo do pnlha,
por isso queflodu a auluridadc policial ouopilflo de
campo, o loMini no lugar dn Salgado ao dhn tcubor,
uu na praca do Rccifc, cm cata do Sr. Anlonio Du-
urlc de Oliveira Rcgo, na ra da Madre Dcos n. 7,
que sera hciu rcconi|iensado.
I'recisa-sc llagar una esci-ina para lodo o
snico de urna casa do |icquciia familia, o que sir-
va para vender na ra: quem livor, dirija-te ao
A Tugados, casado dcTunto Canuto, ou a ra estrel-
la do Rosario n. l, venda.
FURTO.
l-iirlaraiii do palco du Carmo venda n.t, das 7
para 8 horas da noilc, um meio barril com manlci-
ua lianccza naoccasiflo do estar-so cntregandu unas
cargas a mis malulos; por isso roga-sc loilo nquellu
que Ibe fur ollcrecido o dilo barril, de o apprchcu-
dere mandar participar, quo ser gralilicadu.
Confronto ao Rosario do Santo Antonio u. 911
A, se dir quem precisa alagar dous prctos para o
sen ico do p.ularia ; paga-te bem, c se agradaren!
lumbcn se Tara negocio.
Joaquim Alves Uurbota faz publico a qiieui
convier, que Manoel Percira MagaHics nao lie j
seu procurador.
.No dia quarla-fcira, 1. dcjuulio, dopoit da
audiencia do Sr. Hr. juiz da toeuuila vara do cjvel,
so ha do arrematar por renda animal c pur lempo
de seis anuos, a casa do Iros andares c loja da ra
do Crespo n. 19, a icqueriincnlo dos proprielarios,
o he a ullimu prar,a.
Precisa-so de olllclaes de rliaruteiro : na ra
da Madre de Dcos n.9tt, venda.
DEPOSITO (eral do rape' priuce/.a do
Hio de Janeiro, rosso, mcio-orosso,
e lino, na tira (la Cruz, do Itecil'e,
ti. .".

"' l'.ofi:i(IA 1)0 K10 DE JANEIRO.
Na loja da praca da Independencia,
n. i, ifccbc-si' liillietcs premiados da lo-
tera de N'oSSa Senlioia do Rosario eni
troca dos liillicies do Hio de Janeiro.
- O Sr. J. V. P. quein ni.indar satisfazer a
lUDSCrlpCjfO dcslo Diaria.
Prcrisa-sc le iim.i ama de leile: quem qui-
zer, dirija-te a ra Imperial, deTrunte do tehrado
do ii.iioo/ que fabrica vinagre, a rasan, i: a Ira-
tarde manh.la ale" horas o uieia, e do lardo a qual-
quer hora.
Traspisui-sc o nrrendamcnlo, liapouco fcilo,
deiini silio (roni bous riiininodos) que foi iiinun-
ciadu no lugnr do Ciqui i, poeeo avilante do amia-
do. om rszflodC so hsver comprado um oulro, e se
reui de-iioce-arios .iinhos: a enlendcr-sc na cosa de
MISO punilo no inesinu, no n Rccifc rom o lilil.
Sr. Amaio l.onoahes dos Sanios, rita nova, Jlilldu
andar sobrado n. 99,
Viuva l'creira da Cimba encarregada
dcste deposito, iiovamenle noticia que
sempre se nclia prvida de rape' da uie-
llior qttalidadi' e fresco, aos prccosju sa-
bidos (le ISiBO rs, OS (lulis priiiH'iios, o
!)00 rs. olim, leudo de cinco libras pa-
ra cima. A 'laude procura (leste raiic
na falta do de Lisboa, que tein Im virio,
lem provado bem (pie be o que inelboi'
o pode substituir. Aceila-se qualquei' re5-
clatuacao ijite baja por defeifo lidade.
# a
a CO.NSlM.TORIOIIOMOKOl'ATIIICOCRA
i TL'ITO PARA US POBRES. S
9b Na casa amacolla palco do Collcgio, priniel- n
K rn andar, residencia dn general Abrcu e l.i- St
|| ma. Esle consultorio be dirigido pelo proprio A
S general Abrcu c Lima, c nelle dlin-te cnsul-
; as sriilis aos pobres cm todos os dias ulcis _
ffi desde M dez da manliSa al ulna bom da lar- g
i de. O mesnio scnlior pode ser consiilludo
?|mr outrat pestoasa qualquer hora do da ou m
da noilc. ^__^^?
(uilbcriiic Selle nluga |r roiumalo jn-eto a
sua rasa amuclla da ra da l'raia onde estuve o
lliealrn, proprio para algum etlabelw imenio gran-
de como Ivpogmplril, escola de meainot, do danca,
i, 'parllclii puhllra ou deposito, por eslar tcm repar
lmenlos per .toulro: na rus do Raugcl n. i.
_ lii_-o cu abnivo assignado que tenho justo e
cnnlralndirn miopa da 11bernia sila no paleo da
Pciiba u. I": quem so -o liar rom diieiloa dila ta-
berna appareja nopra/'i do .'1 dias.
- Jos Dia< da Costa Cordial.
Aroga-se n padaria da na Real n. !?, proilnso
ao M.ingiiinho, com grandes comnrados e lodos os
scus pcrleares, |mii preco milito commodo: alralar
na cita n. (i da mesma ra. *
Predio-te de un niulalMiu Torro para o lin-
tel da barra: a tratar uu me
MUTILADO
aludi
*


I
r-
COMI'AMIIA DE BEBIRIUE.
0 cai.vi da coiiijwiiiliia achant autor
sado ii pagar o dccimo dividendo5, u rt
/iode2)'0i-s. par upolic. Lscripiorio
da cinpunliia do Itrliinbi- 19 dciaaio ele
1853.Odirertor, Joao Tuilo de Lemos.
& Paulo Gaignou, dentista.
} Pode ser procurado a qualquer hora em
S tua casa na ra larga do Rosario, o.
3 36, segundo andar.
I'iecU-sc alugar un curato que teja del e
iliIiueule, ut|in'ru/nlic alguma emita, para o ser-
vico de casa de mu lioiiieni soltelro: quem u qui-
zo* alugar, dirija-sc 10 sobradinhn de Ires janellas,
i ii ii i ii a i -1 i'j.i de S. (ioncalo, ou aiiiiuncic a sua mu-
ralla |iara ser procurado.
Noccmilerio publico precisa-so de serventes
de pcdrciro, paga-so bem : a Tallar com onieslrcno
monioccmiterio.
LOTERA DE S. PEDRO NARTVR.
O tliotoiiieiro destu lturia avisa ao
respeitavd publico, (|uc nodia 10 de ju
nlio pro\mo futuro, andarao as rodas
destu nterin, teja qual foro numero de
hillietes que exista por vender : o resto
dos billietes estao a venda nos logar* ja'
.1......III lilil I.
Jnaquim Correa de Itezcndo Rcgo vai a Por-
tillad no prximo futuro me/, e juntamente sua so-
hriuhu lleliuira, drizando seus eslabeleciinculos no
memo g>rn sobre a adniiniidrac.ao de seus irmaus
Diiininuos Correa de Kezcndc Reg c lleruardinii
Correa de He/ende Rcgo, socios dos mesmos esla-
bclccimcntos: podendo os senhores de eiigeulio. la-
v radores e inais pessoas com queni tein commercia-
do, diriuir-se aos ditos seus mulos, quo suas ordens
sero cumpridas como ale o presente.
Joilu Pinto Itcgis de Souza. no prximo futu-
ro mez, vai o Portugal, deixando durante sua au-
sencia como procuradores nesla prava, 1. ao Sr. Joio
M.ii Mu- de Barros, i. ao Sr. Jos Antonio I'creir.i
Hego. c 3. ao Sr. Jos Kibciro (uiniarcs, socio em
seu cslabcleciinenlo, silo no paleo daPenba; pu-
dendo qualquer scnlior de cucenlio, latradoro e
inais |iessoas com quem lem comincrriado, diriuir-
se ao dHo socio, que suas ordens scrao rcslriclaiiicn-
le cumpridas.
FE1TOK.
Piecisa-se de un fcilor |iara cngeiilio, na coniar-
i'ii do l.unociro: quem pretender, dirija-se a ra da
Cadcia dn'Hecifc n. l'u primeirn andar.
Aluga-sc a casa dos arcos no lugar do Reme
dio, com coniniodos para grande familia, estribarla,
ron Brande lerrcne para plantar campim, calinas
e ludo o m lis que se quizer ; lem 2 grandes poros
d'agua que nao sccram, c i cacimbas, sendo una de
belier : a tratar na na do Collegin.bolica n. G.
Prccisa-sc alugar uui sitio por un ou dous an-
uos, que lenlia boa rasa, com corbeira e baixa de
capia), nos lugares seguinlcs: Ponte de l'chou,
.Manguiubo, Passagem e Copuuga, agrodandn poda-
se beni; na ruada Cadcia do Kcrife/u. fliK"1'11"-'-
ro andar.
Na loja de livrns ;e Joao da Costa
D.Hirado, no'|1|(Hj(l0Collegoii. (i. con-
linuir'1' .i lirmor papel ecartpes, com to-
do asseio e pi-dinplidao.
OITcrcrc-se una inullicr de boa conducta, para
.una de casa de boiiiem solleiro, uu de pouca fami-
lia, cose, ciigoiuiiia e culcnde de cozinba, para osla
praca, ou meso para qualquer sitio |ierlo : quem
precisar, dirija-sc a Itoa Vista na ra da Santa Cruz
ii.tt.
O Sr. Antonio Joaquim debrcilas, aliuoxa-
rife una carta: na ra das Cruzcs u. 10.
DAiil'KKREOTYPO.
Avisa-se ao roprilatcl publico que o esla-
bcleriim-iilo do aterro da lloa Vista n. 10,
ci p.issado para Sanio Antonio, ra do
Queimado n. II. segundo andar, onde rc-
tralisla podra srr procurado das 'i luirs da
I niaahit as3 da tarde; aqui os pratendentei
B -uhiio Inlciruiiieiile salisfoilos, uaosii|iehi
^ variado o bello sorlinienlo existente para os
retratos, como pela senielhanco da petto*
Belmente copiada, |icloclcclrolvpo, o retra-
tista pois oslu prompto satisfazer i limpela-
mente aos i|ue o procuraren!.
"Precisa-sede um ioincin pai a botar sentido e
Irahalhar em um pequeo sitio pcrlo desla praca,
pagando-M o que so njuslar, eteode-se urna mesa
anido de pioln para juntaron casa de pasto, um
relogio saboncle de piulo, cun sclliin u-ado com
lu.lus os perlcnics: na fortaleza do Bru, o Sr. aju-
danle dir Cl.....piem se trilla.
Itcseja-se saber quem be o correspondente
nesla praca do Kim..Sr. Jcrniitmo Brrenos Rau-
gel, I negocio de seu iiilcresse: dirija-sc a ruado
Queimado, segunda loja n. IK, ou aununcie.
Na larde do da i perdeu-se no arsenal de
mariulia, na occu-iode ir o nntio ao inlr, urna car-
leira comVSIlOUO rs., |kiuco inais ou menos: a pes-
soa que a acllOU, querendo rcsliluir a u douo que
be pai de familia e caixeiro, o qual d nielado da
quunlo, dirija-sc aloja de litros do Sr. Flguelroa,
ipie eulreuiiiido, recbela o se ficar exlrein.uneiile
grato.
Aluga-sc una ]>rela seria, de nicia idaile.iiiui-
lo liel e boa ruziiiheira, iicoslumada a sernasas
eslrangciras: quem a prclcuder. procure na ruado
Sebo n. 10.
Do 1. de iunli" fin diaute, aluga-sc o segundo
andar da casa n. 8, da ra da Aurora : quem pre-
tender, cnlcnda-se eoni o lllm. Sr. Joao Pinto de
l.emus Jnior, morador no primeiro andar da incs-
111-1 cata.
Piccisa-ae de urna miillier para ama de casa,
que-atiba cozinliar c cngominar bem: quem pre-
tender, procure no largo do S. Pedio n. 1, para se
ajuslar.
A viuva Koiua, desojando ir morar fura da
piaea, arrenda a sua Itpogruphia, '.< na lila da
i'raia n. 55, cempotll de dous pretal e diversas ron-
les de Itpos notos cem bom uso, c lodos os airan-
jos necessarios para a Impronto de qualquer obra :
a quem couvjer, coinpaiceu no mesino cslabclcci-
meulo.
Prccisa-se de nina ama para trrico de urna
rana de |iouca familia : na ra da Cruz do Hccifc
n. 53, loja deliarbcirn.
f**slttvlt 3 IIOMCEOIViTIIIA.
0 ti l)r. Sabino Olegario l.udgero Pinlio mu- **
m dou-se para o bairro de Santo Antonio, ra K
aj. das Cru/.es n. II, casa onde morou o Hwn.
i Sr. visarlo geral l)r. Mcira, mide pode ser tj>
*' procurado a qualquer bora pelas peissoas ijuc $R)
4$ o qui/eiem honrar com sua confianza. At
#it:*s5i*i Mauoel Jote Gomes llraga avisa
uot seus lirguczes e devednics <(ue, tem
COntn na sua padaria, na rita da Si n/.nl.i
Vellia n. US .ilc u lim do auno passadii,
que se llie nao paearem ale' o im do coi--
rente me/, de maio, le o dr ver os seus
noines .por extenso neste Diario, e te
com islo nao satisli/.civn seus dbitos se-
rao(llamados a juizo, |>elo que etper
assim nrio acntela.
I ix.i c c eiigomma-sc com asseioc perfeicao:
nu pateo fla Rtbejra de S. Josc n. 15.
A abaixo auigmul i, moradora na eidade do
Kio-Forinoso, faz puliluu, :iJini deque iiingiiem se
clianie ao engallo, que mu iillio Candido (iiicdes Al-
canforado, que vivo fi'irt de sua coiiipanbia, o de
quem lem recebidu re|ielidas ingralidoes, nculiuina
aulorisacio lem para contratarM seu nomo, cine
nos \ciuier eousa alguma do pouco que |Hissiie a
aiiiniurianle. A rogo de Francisca Robiiu do Mello,
Jote .ntimio de fsiio.
Perdcu-sc na uoilc de dominas i do crren-
le, urna puleeii .i de ouro polido, toda de engastes,
e roa uma mole por fecho; esta perda fol fcil.i da
praja da Boa-Villa al o Rccie, u roa do Torres,
casa do Sr. Bernardo Anlunio de Miranda; quino
a livor adiado, o a ifni/er restituir, dirija-so i Bra-
ca da Ba-Vista, rasa da quina da ra doAragao
. 32, segundo andar, que tern gencrosaiiiciilc ura-
lilnndodolraballin.
Na ra do Fogn. Iti, faz-so alinocu ejanlar
11,0.1 :t un 'i pcssoii", iMji coinniodo prero, inaudan-
do-se levar ou virfdo uscar: quein quizer, dirija-
se a mencionada cas.il iuin.i para lial.ir.
No ili.i :to do r.....nic te devB arreinalai em
kasla publicada juifu du rivid d.i primeira vara as
parle da rata de um andar, sita na ra do l.ivra-
nii'iilo, peuhoradaaior eteciiclp de llullharine An-
tonio Rodrigues Sello, cuulra Jus- l'raiiciwo Pinto
(juimares e oulrotf>

HK l.lilIK
*recisa-sedo una nina que Icnlni Inislaulc leile,
c que ii.lu lenba lilli", para acabar de crear una
menina: na na do Trapiche n, 1, ou na da Cruz
arnia/cui n. I1.).
RIIUBO.
Em a noile de segundo pira lerca-feira do coi-
rente mez, roubar.iin da loja da um dt Oinu leis n.
24, iieilencentc aos abaixn nssignados, a quaalia de
1:770 o lanos mil res, M.,ido sedlas de 2U9e rs. dolhos.....o e banco, I dita de 1003)000 rs. do
banco, 1 ou dilas do OJOOOis., urna |iurcio do so-
dulat de 20, 10, J, e l.-^KKI i-.. :: un I nioedas de
2OJO00 rs. em miro, I scdula de 20JOIK) rs., amarcl-
la, bastante dilacerada que pela -cu nio esladose
suppic falsa.aqual lem um remend de pa|iel lino
que acoinpanha as costas de toda a sedula, sondo
este remondo grudado com goiiima-arabid, 1 dita de
28000 rs. om o menno estado; levando mais alm
deslo diuheiro uns peuhores conslando do t bolao
do ouro de abertura sendo todo liso e puntudo, etn-
briilhado em um papel que conlinlia um lolrcimini
nouie seguinlc (Podro .los de Barro- e i.......flvel
las de calcio, antigs, de piala, piucm a prala bas-
tante bassa, com mais mitro botan do obertura de
igual fcilio do ouro falso, embrulhado em um papel
com o nome de Francisco Pacheco do Oliveira:
quem tal roubo descubrir nu dci algn csrlarcci-
nicnlos a este respeil". dirija-se a mesma loja que
sera generosamente recompensado, e pruleslaiido-se-
Iho guardar todo o segredo para este lim.
flrtu & Bafo
AMA.
Prccisa-sc de urna ama, pira casa de pouca fami-
lia, que saiba cozinliar o diario, e engommar : na
roo do (Jucimado loja do niiudezos n. 25, se dir
quem preci
rtiNSTT.TOHffi"TCIMOEOPA THICCI.
/tua do fotarfo, rn/iiiiia do Cubwjit, cata :
n. 29, proMfirO iinrfur.
Jos Firmo Xavier d cunsullas gratis
pobres, o presla-se a qntlqUM hora o quem i
se iliunar occupa-lo, lano para dentro cuino
para (ora uacloadc.
Prccisa-se de uma ama de lcilc, prefcrindo-si
sem lillio, pag-c bem : na ra dos quarlcis n. 21
segundo andi>a
(nercee-so uma miilhcr de mala idade para
cozinliar e engommar para casa de honicui soltcir
na ra da tiiiia u. 7, luja de inarcii.eiro.
Precisa-sc de una ama, forra mi cscrawi, paia
oservico de casa, c compra* de urna casa de pouca
Lunilla ; na ra do Padre ITorianu
COMPRAS.
Compra-so urna piola da Cosa que tej qui
laiideira: na ra da Scnzalla Nova n. 39.
Compra-so um lomo de medidas de pao. Iros
ditos de Inllia em Ihiiii oslado : na ra das l.arau
goiras n. 18.
Coinprain-se escravos, e xendein-se, recehein
se de cuinmissao, lano para a provincia como para
fiiradclla; na ra dus l.luarleis n. 21, seguudu
?$m?m-. i m BEflfeg
^ Compram-M! galIlMdeparrelri c limuira: j
v ; .-i i i i
Compra-te urna eteruva, qnetenlia
bonita figura, eteja ptima quitnndeira
nesla typogropbia.
Compra-so piala brasilcira e hespauluda : III
ra da Cadcia do Recite n. 24, toja de cambio.
(.mnpra-sc un jugu de malas usa.lu para \in
geni: quein liver dirija-so ra larga do Rosalii
ii. IG.
ido-se urna pela milito moca, o de limito
nouttajigura, sem defeilos nem achaques: uara de
tlorlaTn.2. se-un.lo andar.
CHAPEOS DE SOL, A l/}280,
n.i na do CreS|K> loja da esquina que volla pora a
Cadeia.
Vendc-se um mulalinlio com 7 aanns de idade,
e enmpra-se um csci'umi mi e-cr.ivn quo soja criola,
nu pArda, idade de Mi i ;t auno : no aterro da
Boa-A isla casa u. 12.
Vcndc-M) duas iiegriuhas mullo linda o es-
|iei iiiscuiu III a 12 auno, uma crioula miiilobolilla
de 14 anuos, con) principio de costura o oiigomailn,
una Oflbrinna coin8annus milito linda, dousneeros
bons Irabalhadorc de enloda, e um molcquc com
12 anuos, milito lido : na ra do Rosario larga, n.
_'_'. tgjTUnflo nuduc. *
Vende-te ama eteravia. do incito Congo, do
ten ico do campo, reprsenla ler :>."> anuo* de idade,
sadia, tem achaque algiiin: na ra do Faguudes hi-
ja ao enlrar, lereeiro sobrado, cuja entrada he pela
parle da na da I'raia.
\ HI A DA CADEIA DO RE-
CIFE N. 1.
\cnJc-scLM'iicin. ti- maissuj>eriorcs<|uo
lem \indo a le mercado e |>or Itaiios pre-
rtrs : uiarmclailn inuito fina c nova, superio-
res queijo londrinos, prcsunlos para liam-
ln'i', s.ilaiiin ilaliaitu, bolachinliasde soda,
diia-i u\liilii<;;^i>, ililas feitas a capricho, ci-
liado de al)s>nlli, licores linos, maiileiRa eni
li.isni-, chaiulos cnipapcladits do suprior
i]iialidadi*, cdilerenles fabricaulcH, coucer-
vas iicli'/.i-, e oulros muilos uencros <|ue
\isla do comprador se inoslrarfto.
BRACOS DE BALAN!.:A DE ROM.VO"
&COMPANHIA.
Vcnile-se braco* de balancade Romao
& Compiuiliia proprio para lialc/ de
vender a'relallin, e DJliit norato do que
em Otltru quakiuer parle : a tratar na
na do Vinario n. 19, scaundo andar.
Vcude-se curies de (hila larga r..... Ilcmadns
cada corle, pelu diiiiiuiito proco de gOtNIrs.: na
ra do Crespo, loja n. 3 ao lado 00 arcu de gante
Antonio.
Vende-te sacias com perfoito milhu pur .VgOOO
rs.: na ruada Sen/alia Nova n. 39, _
Na 111.1 da Cadeia no Hccifc n. i ha chegadu
para xoniler nina pureo de oleo de ricino, mulla
nu\n. e bem acundicinnadu, om latas, vonladc dus
compradora! Ollbr cada ama, o qual tem lido bas-
lanlc exlracco, o como inda ha um resto de hilas,
ospcra-seo5frcgue7.es concorrain a elle, anles que
se acabe, Vendjj-te por preco rommodo; assiin como
urna jorra de madeii a milito lina para de|iosilo d'a-
gua, c arcos do forro multo groam o novos, urna
IKircAn de folhas, cubre uoMi e > cilio pan navio e
lachos VClllOt.
Na ru das Cruzcs n. 22, vonilc-se Bina elcsan-
le crioula de23 annotqueengomma, coze beineluio
e lava desalan ; e urna parda de III anuos que cozi-
' nli.i. lava e coso elido e um muleque criouiodeto
4
VENDAS
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Pelo vapor nacional, a "> dejiuilioe-
pera-se a lisia da lotera ">">. a lienelieid
do Monte Pi Geral; o resto do bilhetet
aelia-se a' venda as lujas do coslunie.
LOTERA DE S. PEDRO MARTVR.
Na praea da Independencia n. 15 e 15,
loja de colgado do Arantes; d. 37 e 50 ,
luja de calcado de Porto v\ Coinpanliia, e
na rita da Cadeia do Recite n. la, loja de
miuile/.as deJiise' Fortunato dos Sanios
Porto, vende-gebilbetes, uieiot ecaute-
las da lotera de S. Pedro Martjr, tjue
lia de correr nodia 1(1 dejuubo do eor-
renle auno. Osiptalro premios (laudes
sao paftos sem o descont de S por cento
lo imposlo
(i
Bilbetes
.Vicios
Qiiartos
Quintos
Decimos
Vigsimos
Vende-sc nina upl
gommadeira, e com ma
palcu duCarmn n. 20, si
01)0 1:2:000,000
500 0:000,000
500 3:000,000
700 :.: iOO.000
300 1:200,000
700 lilil,000
ma en rava moca, boa en-
i alguinaa habilidades: im
gundn andar.
i

i
CALIGRAFA.
IM8HCMU.
prmororamen^
coininodo |irc<;
oxcruladfl
na ma do
$
i
l'l.inulicil. II
.^*i^i*v *&, %\ %\ *&, *h\ %%%%*!)
\ enile-se uma escrava queengomma, coailiha,
entibos e sene para vender na ra : uoalcrru da
BotaVbla n. II.
Vende-so uma cacrava crt
nos, linda figura, queengomma
ma de IK a 20 an-
i cu/e, faz lalivlim
ipiem a prcten
lim o rosinha, (iidncom pcrfciiu
der, dirija-se n ra do Crespo n
VENDE-SE
mercurio de Lltboa de tuperior quslidadc, c linlia
de llurlz, por preco roinniudo lia rul de Apollo n.
H, anuazein de larrozo v\ Compatlbil,
Vende-te corteja do Rio, a. -tfi rs. a garrafa,
para liquidacilo : no arniazcni II. da ni.i da Cruz.
Vendo-te uma eterava cun urna cria de 7 an-
uos : na ra Vcltia u. :t(i.
Vende-te urna taberna tila na Iraveau da ra
das Ciuzcs u. ti, sendo motado vista, e o reato I
prtzo, sendu boas fu mas, porque o dono relira-sc
para tora da pnn Inela.
Vcude-se una escrova moca robutll liara lodo
o servido de una rasa por 750(000 rs. : na ra lli-
rcila u. 72.
Vende-sc uma negra de 38 annot de Idade co-
siuha, lava c ciigonima : na ra da (luia n. 7.
__Vende-sc saccas cun farcllu mullo novo, a
2n()00 rs.: mi rua do Trapiche n. K.
Na ruadul.ivraineiilon. 2li, ha uniaevccllen-
le eterafa crioula de Mi annot prate vender, a
qual nao tem vicios nem achaques ; os compradores
peder dirigir-se a qualquer hora do da, que ah
acharu com quein Iralar.
Vcude-se un ptimo escravo aiuda moco, po-;
prio para o tnico do (asa, mu i lo Del, matr.....a
coiidicao de ser para foro da provincia, ou para o
mata: a uuom convier com estas eondicocs, se dir a'
razo deltas: a Iralar na rua da 1 niJo tule penlti-
ma casa do lado esquerdo indo para a mar.
Vende-te por :t.jOO rs. umeortede calr
de rascinira da Kiutia, propria para invci- ?!
no, loja u. 2, da rua Nova. 'tj?}
-venilo-se farcldc l.islma
Iravema da Madre Dos, n. 7.
Vende-e echo coado em barricas, viudo lti-
mamente do Rio (irande : no aterro do Dua-\ isla
n. (i.
Vende-te arcas com inillio mullo superior
lie J 'i alqucircs novos: na Iravcssa da Madre
de lieos arniazem n. \'\.
Vende-sc frascos de vidro com amendons con-
Iciladas viudos do Palia : na loja n. 2, da rua
Nova.
Vaiide-se sapalos do marroqumi fronroz para
senhora, a ISOOO re. o par bnlins de duraquo cum
pona de lustre para senhora. a jgOU rs,; sapalos
dodoraque para menino,
loja n. 2.
M&mr^SSSriSefflBB&JsS
\ ende-so |Kirl*J00rs., litas para cal laa de
hachareis, luja n. 2, da rua Ne
TTIoja n. uva, icnde-sel.....los
corles do collolo de mcriiir de caf, sement, a-
zul.decinza e pelo.
a on rs. : ua rua No\
anuos.
Vende-sc vinhn da Madeira de superior qua-
lidadeomquarlosc oilavoadepipa, por preco com-
mndo: noarmanmde V. O.Bieber j^Companhia
ua ruada Cruzn. 1.
Vende-se a lalierua do paleo ou (ravessa do
l'araizo, rom puncos fundos, bem arredilada, o cun
rununiiilos para familia, assiin como ama divida em
a eidade do l'cncdn, documentada, o o devedor lem
bent, um alambique de follia que leva 10 caadas,
urna purcao de saceos vazios bous, clui miado, pro-
lirio para liulureiro, um lonel de 270 a 800 caa-
das, puquio para carrapalo, barris quo foram do
niel, i'roprios para conducco por scrom fortes, lu-
do c.....onla |Hir sen dono precisar rclirar-se Ilutar
de sua ailc: Irala-te mi mesma n^JO.
Vende-se a lalierua na eslrada dos Afilelos no
lunar da Mamuicira : quem a prclcuder, dirija so a
mesilla, a halar rom seu dono N. B.: faz-sc lodo o
negocit
AO N i.
Vende-se finos riseadinlios i' chi-
tas de cores (isas em eortfs de ol-
io, oitoe ineio, nove.e mc0, on/.e,
Irc/.e C meio e dezesseis COVados a
900, 1,000, 1,120, 1,280, 1,000
e 1,920 rs. : noarilifizcnidcfazcii-
rua doColletjio I
'Vcnde'cuina casa Terrea de pudra c col
proprio, na eidade dc-Olillda, na rua do Juno da
Bola: ns prelcndentcs diiijain-se ama do l.ivra-
nienln, loja de fazeiulas n. Ili.
Vende-sc duas bonitas salvas de prala contral-
lada!, uma do cinco copea coulra de tres; vend-
se sem fcilin: quem as pretender, dirija-sc a rua du
Arago n. 27.
DO CRESPO n. 9.
trior ehilac(Uii cures tivas a 120 rs.
s. a peca, curies de casta franre-
:. a 290 rs., ditos de dita com
i-Mm is.. chita trancen eom btr-
vado, e mitins umitas fazeiulas
lo que em oiilra (|uah|iicr parle,
i luja de livrus de Meira lleiiri-
ItlA
Vende-te supe
n eovado, IgliOOl
xa, lindos padre'
ttlplcot 0 barra a
ra a 2(10 rs. o o
or menos prcen
_ Vende
ques,
inalie
no paleo doCollcgio: compendio de gram-
purlug'iic/a. recopilado dos lucidores aulo-
ie- e m c.......Halado n inlelligcncia dus meninos,
pin I. A. I'n-sos: preco Stsi rs. Este compendio
he um dos mais completos i|c cxislem, coulendo
precitamoote erVmologJa, ayulaio, prosodia c or-
lliognpliia, alni do umeutaio ou ejercicio do ma-
lve, lie mili claro e nielhodicn as definieses t
p'recrilns ; e dislillgue-te dus que al tgort se lito
publicada, priucipalmenle nosarligot tobreaa lin-
gliagin virluacs, funle de luiiiiaro daslinuuauriis,
rcgiinent dos verbos, e rcenlo relriz das palavras,
dando as regras poativeit para se conhecer quaudu
predomina a ultima, penltima ou anlipenullima
svliaba, c quandn o toni he agudo ou grave. Como
CU) rimwiu UU eiwirio.
NA LOJA IIESEIS PORTAS EM FRENTE DA
IGREJA O" I.IVRAMENTO
vendo-te pecas de (hilas de cores, cum multo buin
panno a-jSOOO rs. corles de caataahita altvgOOrt.,
i iscadinluis de linlm proprius para jaqueta c pslil
a uoze viulens o eovado.
Taixas para engenhos.
Na I'undicao' de Ierro de D. W.
Iloumaun, na rua do Itrum, passan-
do o clial'ari/. eonliiitia liaver um
completo sortiwento de taixas de ferro
fundido e balido de ~i a 8 palmos de
bocea, as (uaes acliain-se a venda, por
preco conunodo e com promptidao':
emliareaiii-se ou carre);ain-sccni ean-o
sem despeza ao comprador.
AOS SENHORES DH KMKMIO.
O arcano da iiiveneao' do Dr. Eduar-
do Stolle un lliliii. empregado as co-
lonias inglftas C liollando/.as, com (pan-
de vnntufjem para o mellioianienlo do
assitcar, aclia-se a venda, em latas de 10
libras, junio eom o melbodo de empre-
fja-lo no idioma porlu;iie/., em casarle
N. O. Bieber & Coinpaiiliia, na rua da
Cruz, n. \.
Kobeeeodo Gou^alves. armazom de licanc
Vonle i Cnmpanliia vende-se meios borricos com
superior farinho do Irigo.
1MHASSA Kll'ERIOtt
Vendoin-sc por |ireeo milito coin-
modo, no arma/.em n. 7 de caes da
alfandeija, de Jos Joaquim l'ereira .le
Mello, ou no oscriptorio de Novaes di
Compaiibiu na rua do 4'rapicbe n. 3.
Na rua do Queimado n. 27, se dir onde lem
um casal do cscravos pelos para se vender, pro-
prius lu .i ^o.lu o servico.
ATTBNC.IO 2>2O0 US. A PECA.
MadapolHu cum um pequono loque d'avaria, ten-
do vinle varas, largo, Iioiii a awHO rs. o peta: no
armaxeindi- fazeiulas inglezas de Cuiiveia ,\ lcilc
Veudo-so doce de guiaba liuu : no arni.uem
n. da rua da Cruz.
Vcndc-se ou Iroca-sc por um inohnpie dj
mesma i,hule, nina eterava crioula de Iannus cun
alguna principios de costura, e oplima rendeira,
milito propria para andar ruin meninos portorlnnl-
lu e.irinliu'a ; elainheiil um innleqne em til anuos,
proprtopara aprender (pialquer olliein* os prefcejt-
deules dirijani-se a Antonio Leal de Barros, iui rua
do Vigario n. 17.
Venileni-seeni rasa de Me. Calmonl
paSma, na praca dn Corpn Sanio n. II, o
vinhn de Mui-eilleeni calas de 1 a (i diizhu, tliihns
mu unvellos ecarreleis, bren em barricas iniiilo
inilaflsorliiln,
Vendc-se fio de Bigodo ta Ba-
bia, por preco commodo : noes-
eriplorio de .Novaes v (".oinpanbia,
na rua.do Trapiche o. ~>\.
GRAKDr FABRICA DI OHAPXOS I SOI,
HOA DO COX.LZOIO N. 4.
J. Falque faz scienle SO respeitavcl puhlicu do
Peruamhucn, e em particular aos seus freguezes
(pie acaM de receber do Pars, como do Hin de Ja-
neiro, da fabrica de Falque lrmas, um lindo e
completo sorl ment de chapeos de sol de spda c de
panniihii, lauto para liomcus como para senderas
leudo para ns pruueiros um esroldido sorlimeulode
Chapeos de sol com cabot iadairicot os mais lindos
que lem viudo em caricaturas diversas, ditos de can-
na, etc.;'grande uiiantidade de sedas o pamiiuhos
im'u \irnt para cubrir armacOes servidas, as que forom
do ferro, enveriiisam-se que liraiu novas; dalei,
largas, ettreilas e de acn para esparlilbos c vestidos
de senboras, henalas honilas: cobre-se c eoncer
ta-sc toda c qualquer qualidadc de chapeos de sol
lodos os objeclos cima mencionados veiulcin-sc em
pori;ao c a retalho por iiicuos prci;o i|uc em oulra
qualquer parle.
Vendein-se relo;io8 de ouro, pn
tente injjlez, os mollinees (pie tem viudo
a este mercado, e do mais neredilado
fabricante de Liverpool: em cata de llus-
sel Mi -I luis iV .Coiiipunliia, na rua da
Cadeia do Recife, u. oti.
Vcudcm-sc os verdadeirossellinsinolczes, pa
lenle, de mola e scmella : "na rua daSenza la o-
va ii. 12.
Vcndem-sc saccas eom farellos, a .'I?)j00: m
arma/.em u. I du caeiuda alfandeiia.
A 500 RS. A VARA.
Ihiiii trancado branco de puro liulio, muilo en
cornado: nainjada esipiinailariia do Crespo, que
volla para a Cadeia.
Vendem-se vaquetas de lustre, pa
coberta de carros : na rua da Sen/.ala
Nova n. 42.
Vendem-se hutas, hrinza, brins e meiat
as da Kussia : nu arniazem de N. O. Itieher .&
Companbfa, na rua da Grato. I
Vende-so um prclo rrioulo, moco e sodio, lio
ganhador de ru, c urna negriiiha de cinco anuos c
uiuilu linnit.i : na rua larga do Rotarlo, n. .1'
Vende-sc, na rua del Crespo u. 9, luvas de
pellica muilo boas para linmrui e senhnra a l?tXK) e
I5J00 rs. o par.
Vende-te viuho (ranees muilo superior, em
linii-, rlicgado ulliinamcnle, champagne da mclhor
possivel em gigos- chegada lamlHun ullimamenlc,
fugo ortilicial de dilTereules modelos, proprio para
divertimenlu do familias, ludo islo se vende pur
preco haratissimo: na roa da Cruz n. 2(1, primeiro
'' COBERTORES DE TAPETE
Esruros para cscravos, a 900, lOOO c IjtflOrs.:
na luja da esquina da tua doCrcspo (pie volla para
a Cadeia.
COBERTORES DE TAPETE.
Su ra o Crespo D. 6, vcmlt-sc sii|)crioros roltcr-
Iniesflcalu'othlo escuro, proprios para cscravos. a
!NiH>, l-Nm rs. cIJi.OMda um, loiin Iranrado bran-
co tic liiilio puro, a 500 rs. a vara, corles tl<- tlilo es-
curo, a l?it e -2#m rs., corles da chita com baba-
(l(i- c barra,a nmmi rs., leudo i:i covados cada um,
chitas escuras de lilas seguras, a KM), Ih-i, o200rs.
o eovado, selim pelomaco, a 30OUO c'.tyM), pan-
no pelo lino, a :t e 49000 rs. o eovado, dito azul
muilo lino, a i-noo rs. o eovado, peras de camhraia
de salpico com 7 varas, a \ e 4->"iO0, c muilas mais
fa/emia" por menos preco do quo cin outra parte:
na rua do Crespo, loja n. G.
DOCE DE ll.VCOKY.
Cliesot rcceiileinenle do Maranlio urna pequea
poic.io deslcdelicado doce, o mellior que lia, (auto
pela sua excedente qualidade, como por conservar-
se por muilo lempo cin pciTcilo estado: vendc-se-
em casi de Eoulc i\ Irino, ua rua da Cadeia Velha.
V1NH0 DO PORTO AHITO FINO.
NViiilt'-seftupmor viulio do Poi'tO( em
baiTsue ., "). v 8. no ormazcmdn rua
do A/.ciic de Peixe u. I \t ou a ti*alai* no
csri iptorio de Novnes & GornTmnhin, na
rua do Tropiclien. i.
RAPEPAJJLO CORDEIRO.
Na ruadaCatleiado Hecife loja n.50, de Cuidia ,\
Amoriiii, vende-sc blese meiosdilosde rap Paulo
Corxleiro.
Venle-sopresuntos InglexcsmuHo novos para
fiambre, lulas rom holacluidias de soda in^le/a.quei-
jos de pialo, couscrvns muilo novas, scincnlfls de lo-
das as qualidadc* do borlali
lo: na rua da Cruz u.
Cosme.
, cliegadns ullimameu-
tli'tiiiiih' do Sr. Dr,
DAVID WILUAM BONVMAN, enuenbeiro ma
cliiuisla c rundidiir de ferro, mui respcilosaWnlc
aununcia aos srulmres pinprelarios de ongenhos
fa/dulciros, e anrcspcavel publico, que o MU e->ta
beleeimenlo de (erro movido por iimliiiia de vapor
ua rua do Itrum passando orhafaii/., ronlina em
ell'eclivo evereieio, cseaeliaronipletameiile mnulado
eom apparellnw da primeira qualidaMc para a |h?i-
fcila rnnfeccao (Um maiores peeas de marbhnsmn.
Ilabililado para empreliender quaesquer obras da
sua arle, David William Howinan, deseja maispar-
lieulaimeulc ebainar a allenea publica |tara Mse-
- u i ii (r-,|" i- ler dellas mande sorlimeulo ja' promp-
l<, em deposito na mesma fundicao, as quaes cous-
Iruidasem sua fabrica pudent coiiqiclir com asfabri
cadas em pan estrahffciro, lauto em preco como em
qualidadc de malerias_ primas c mad de obra, a
saber:
Madrinas de vapor da mellior conslrucart.
iMocudas de caima para enpcnlios de lodos os la-
na n los, movidasa vapor por asna, nuaiiimaes.
Rodas de agua* inoinlios de vento c sorras.
-Manejos indepcudenles para cavados.
Hodas dentadas.
A -nillir.es, hronzes o ebumarciras.
Cavilboese pararustis de lodos ns lmannos.
Taixas, paroe?, crivosc bocas de fortialba.
Monbos tlq mandioca, inoudto a uiao ou poraui-
maes, e prensas para a dila.
Chapas de fosaOO fnriiiis defarinba.
Ganos de ferro, lorneiras de forro e de bronze.
Bomba**par* cacimba c de repu&O, movidas a
maO| por infmacfl ou vonlo.
liiiiiidasles, miincliose macacos.
l'rensasbv di ulicas ede pnafiiso.
I'erraiienspara navios, carroso obras publicas.
Columnas \ aramias, gradea 0 portos,
l'reiisas de copiar carias c sellar.
CaiDasfrarrosdo maoe arados do ferro, ele., etc.
Alm da stijK'i iuridade das suas obra** ja' ccral-
mciilcrccoubecida, David William Bowman garanto
a mais evada conforinilade cornos moldes e dse-
nbosremellidts pelos rubores que se igiiaroni de
fazer-lbeencomnieiidas, aproveilando aocc.ii.i |,i-
ra auradt'cer aos seos inimci u-n- ainiuos c frewue/es
a preferencia com que lem sido por ellos honrado,
e assCRra-lhcs que nao poupara esforcos e diligeu-
cias para eonlinuar a merecer a sua cnnlianca.
Vende-se uma casa terrea. *ia Eslrada-.Vova,
indo da Soledadc para < M.ih-uiiiIih ; a (ralor na
rua do Cabug n. (i.
Venoe-aa superior fin de vclla inuito proprio
En .i coser saecus com as-ucar, em casa do James
rab ice i\ C. : rua da Cruz n. l.'l.
Vcnde-sca armacAo de uma luja decalcado
propria para qualquer negocio: na rua Dircila
n, 8j.
Vende-sc um negro cofli alguma hahilidade
na rua lo Calmea loja dn Sr. A'nuclo Custodio dos
Sanlos.se dir quem vende,
NA LOJA DE SEIS PORTAS KM FRENTE DV
IliKKJA DO UVKAMKVIO.
Vende-se chitas de cor, eom muilo bom panno
a ladra, o eovado, riscadinhos francezes de con
escuras a 100 rs. o eovado, alpaca da cores, liza
le quadros, propria para vestidos do seuhora a
210 rs. o eovatio, lencos de camhraia, l-ramose
com barra de cores a 100 rs. cada um, dlos para
meninos a 80 rs. cada um, chales pelos de I.i.i pa-
ra lulo, caasas pela* para lulo a 120 rs. o eovado.
Vende-so saccas eom muilo superior milhu :
ua escadinha da alfandega, aiuuueiu de Jos Joa-
quim l'ereira de Afelio.
NAO* SE FIA.
.No aterro da Boa-Visfa n. 49, venda nova rom a
fenle pintada deaxul, vende-so o seguimos gne-
ros; man (oiga iiiRleza mullo boa, a720rs. ., ti
bra, cha da India do mclhor, a 2J>400, dito a *900t>
rs., dilo pelo, a t#>20 a libra, Ion i ricmbrulhos, I
omhralHfi por 640, mle, a IJtfHX) a libra, esperma-
cele, a 720, caftWla primeira sor le, a 1G0, cevada, a
100 rs., tapioca, a 120, estrellinba, a 40, toucinho
bom, o 200 rs., astuta/ refinado o mellior |>ossivel.
a tOO o 80 r., cro do biro muilo proprio para sd-
pa, a 240, pai nao, a lOOrs., azetodoee de Lisboa c
muilo bom, fl SW, vinaRro dilo, a 120, dito da Ier-
ra, a 80 rs. a garrafa, o oulras cousas mais que so
far o preco vista do comprador.
Vcndc-sc 16 cscravos, sondo cinco escravas do
lodo servico, inora** de bonitas ti mu as ; uma m-
tala do idade de 20 a 24 annos, quo eiiKanima o
cozinba ; 2 molecotcs de 10 a 20 anuos; 8 cscravos
deserviro decampo: na rua Dircila, n. 3
' PAKA FECHAR CONTAS.
Vendte cera em vela eiu caixai tor-
tilla, mercurio doce milito superior e
em pequeas cumnlius, azeite de peixe
em Miliiiiirs peipienos, barricas com li-
li haca emgro, charutos da Bahia, jaca-
randa'em cossueirat, e de sii|)erior qi
ldade, logo da China em (guras, etc.
etc., tildo se vende por o mais bnixO pi-^
co : na rua do Vigario n. 19, segundo
ailar.
ATERRO DA BOA-VISTA, LOJA DE
CALCADO N. 38, JUNTO AO SE-
LEIRO,
Nislcesralieleriiiiciiln vcmlc-sc ai fazendas peU"
Mniiiiles iircroa:aapalAos Je lnslrc para lioincm
a :iNitKid|iar, dilot dclic/crro, a i-mh... sa|ia
Incido lustre franrcrcs para rapai, a 33HIK),sapalos
,lc lu.lir para senhora, n lyJS, UJitOe 11)930, lior
/.ciiiins para senhora, a tl-VillO, aapa(os ilc eordavo
para senhora feilos na lena, a 730, sapalos de mar
loipiim parir liomcni, n H00 rs., ditos de laa linos, a
ISiOOo I-i.iid, benualas, atilO, 19000eltiOO, pen
les para Irmiea iinilando lartaruga, a 1)000 rs., leu
ros de ramhraia com urade o hico, a 19600, meios
iolins de heztrro, a .',-'"! rt., penlcs de niT.ilt ini
ra (le-einliaraar, a (00 rs., issim romo jgua de Co-
lonia em sarrafas lapidada*, dila cnyfrsios granilea
e pcqiicnu*, jarro rom Imnlia, tabonelca, pomada.
ocovat para denles c casara, um completo sorll
ment de pcrhimarhis, niarioipiim, cnurodo lustre,
lie/erro, e oglras muilas rousas que se vendeio ha-
ruto, a diuheiro : os frciuezes ipic romparecerem
iicslo eslahelecinicnlo scrAn hrin servidos.
LOTEHIA DES. l'EDKOMAltTYK
Aos 12:00(>S e :000.s di-rs.
Na loja de miudc/.as da praca da lodo*
pendencia n. 1, vende-ce nilhetes intu'
ros, meio*, (marte*, quinto*, decimos e
vigsimos, que (torre nodia lOdcjmiho
llilliclcs inteiros......12x000
Meot........... .sOOO
Ou.-irlos.......... ."i.s'riOl)
Quinto*..........2J700
Decimos.......... l.s'")00
\ j'csiiuos......... J>"00
BOM E BARATO.
AniliiiilcA Amara!, rua doCahugii n. II, \en-
dein corles de rasimiras de novos padroes, pelo di-
un mil,, nrero de ".SIK10 rs. o corle.
ATTBNCAO \(> BARATO.
Amlraile ,\ Am.inil.rua doCabaai a. II, vendca
sapalos francencs de nijiiroipiim ccorda\Ao a H00 rs.
o par, rhiuetlas de panno. Iraaceut, a 900 rs.
o par.
Venilc-si' as seguinte temante* de
linrhilir.'is, il.is mais novas que hanonier
cado, a salier : rbanos rahanete
hraucos c encarnados, nabo r\o e brau-
cos, alface allemaa, ditarepolhuda, cou-
ves saboia, Iro'nxttda, lombartla, salea ,
((bola de Setubal, coentro le tosseira',
scgorelha, cenoiiras, pimpinella, rcpollio,
\ Coria, e tomates grandes: M'ndc-sci'iii
porcao niaior e inais barato para acabar,
na rua ila Cruz, do Itccil'e, n. 02, venda
de Martn* A I ini,ii i.
Vcndc-sc o rnuenho (ainihe, sito na fn'L,ii,'/i;i
de San Jos de Bczerros. siliiado ua malla do Sul,
he (fasua, e pura moer n.lii |trccsa se niili-.ii do a-
Ciidc por ler rio e nio\cr-se rom o mcsino, por ser
muilo forle; lem lioas ohras, rua de muro de |iedra.
lina munida de asscnlaincnlo, lata serrarin trigal
um aviamciitii pura faxor fariidia.coin cercado,* rom
Ierras de caima: quem o prclcuder ilirija-se ao en
ucnhoBoii \isla, a fallar com o proprielario Josi
Antonio do ('.osla Braca.
Bcpoiito da fahrioa de Todo. o. Santo! na Bahia
Vende-se, em cosa de.N. 0. Ilieher &C., na rua
daCll u. ?, nlodao Irancailo (('aquella Tahrira
muilo prfiprio para saceos de assucarc roupa de ea-
eravot, |Hir preco commodo.
N'cnde-se um carnudo de i rodas com i assen
Malos, sendo 3 pan meninos,com hinca e vinel pa
ra I c 3 (u\,ill((s, em milito Ihiiii estado por ler sido
Rubricado a auno e meio, por preco coimnodo: o-
preleudeules dirijaiu-se an aleiro da Boa-Vista n.(i.
seaiindo andar, das (i as 10 horas da niinli.i.i.
Vendc-scou ariciidii-scocnienliii Tetegnpho
dislaulc desla proco duas lemos c ini'i.i, inocule e
Corrale, coni bou maltas c Ierras de plantaron, lina
casa de viveiMla, c animaes de reda : os pretenden-
tes du i|,o -c an lereeiro tobradn da rua do Fagun
des.
COLCHAS BRANCAS COM SAI.PICOS
a I -i,"'i rad.i nina
ai nu do Crespo, loja da esquina quo >ol(a pan
a Cadeia.
No Forte do Millo, defroale do arinazcnfilc
Sr. Joaquim l-raucisco de Alan, anda continua a
\Cilder-w cera de cariiauha, lencos, loalhas do la-
hMinlliueinois ell'cilos, |ior pceo conunodo.
T0AI.1IAS ECONMICAS
pura mesa a 1 -','ni
na rua do Crespo, loja da esquina quo volla para
a Cadeia.
SI'MENTES DE HORTALIZAS
Vendiese semeiiles de liortacas de to-
das as quididades, chegadas prox una men-
te do l'orlo, por jirecocomuioilo : na rua
Dircila, venda n. 7(, esipiina do becco
dos Peocado* Morais.
Vende-se colchas brancas de sal-
picos milito encornadas, proprius pun o
lempo de l'no, a 1,000 i*, cada uma: na
rua doCrcspo, loja n. (i.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua
Senzala nova n. 42.
N'cste cstabeiecimento contina a ha-
ver mu completo sortimenlo de niocii-
das e metas nioendas para enfjcnho, ma-
chinas ile vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os taniatibos, para
lito.
Vendc-se chapeo do pnlliinlia para sonhora,
muilo inodernos, e do dillcrcnlcs ipi.iliil.nl,'-, mui-
lo proprio para a prsenle eslacu, e por precos
muilo mdico : na rua da Cadcia do Kecilc, n.
1, primeiro andar.
Orno.
Vcnde-seiiessoeniharrira*,cliccado ultima mue-
le : em casa J. Kellcr & Coinpanhia, na rua da
Cruz. u. 35.
Moinhos de vento
com bombas de repuso para renr brlate liahas
ilc eapi......a rumlieao de I). \V. Bowmaa: na rua
lo Bru ns. 6, 8 o lo.
A 6,000 n. pmpnmi, 5,600 ra. trandai.
Vendem-se chapeos deso de seda iimlcza de
siqierior ipialidadc, pelos presos arima : na rua
doColleuio n. 4.
NOVOS CORTES l>E CASSAS FRAXCEZAS
A 99300 rs.
I*'itii"iin.'is cassas france/as de burra, que se po-
dem corlar, pura faier de bailados, do modernis-
siinos pudines, leudo variedade de cores para csco-
llicr. e dando-se o faurino para modelo, pelo Ba-
ralissimo pre^o do 39-OO rs. o corte : na rua Nova,
loja nova, n. (ti.
Na loja da quina da rua do Crespo, que volla
para a do Ouclmodo, vende-sc lencos de relroz, de
Varias cores, poni de mi, do muilo bous costos,
chegados iillimamenle de l'runra, anm comohar-
relinbos de relroz preto, ponto do n, para sSSarar
0 cabello dos meninos, o agisalhar a caliecu do u^
pino que nada ha mais proprio, bouilo e leve, ^k
da
DEPOSITO DE CAL E POTASSA.
Cunlia & Aniurim, receheram pelo ultimo naviu
do Lisboa barris com \ ^ de superior cal em pedra
para o fabrico de aasuear, e vendem por menos que
em ouli'u qoalqacr parle; o para fecliniiicntoderou*
las um restante de po(aa imciicun.i: na rua di
Cadeltido Recife .n. 50.
Vende-so cra de carnauba,primeira orle: na
rua da Cadeia do Recife n. 19," primeiro andar.
5OOO00 US.
Vende-se por 50O500O rt., umi lypoRrupIlia rom
inuis de700 i de t> |w multo benf or(ido>, e uai
bom prlo de ferro e pao; a quem couvicr dirija-se
a rua das Cruzo n. 38, segundo audur.
Vcnde-se lenco, c loalhas de bjbvriullio,
chegados agora do Aracalv por procos mui eommo.
dos: na rua da Cadeia do Recife n. 49, priniciro
andar.
Aleada a. Eawta Haw.
Na rua do Apollo n. 6, armazem de Me. Ca!inn[
A Com|ianliia, acba-se coaa(an(emciilc bons sorli-
mcnlos de taixa de ferro coado ebalidp, lauto ra-
sa como funda, nioendas ucliras ludas de ferio pa.
ra animaes, agoa, etc., dilaa |iara armar em inailri-
m do todos o lamanhosemodelnsosinais modernos,
machina liorisoulal para vapor com forcu de
i cu i.dio-, coco, paasadeiras de ferro cslanlwdo
[ara casa de purgar, por menos preco que os de co-
re, escoveu para navios, ferro inglcz tanto en
barras como em arco e follias, e ludo por barato
praco.
No ,ii in.i/i'iii de ;i/einl;i Collegio n.2, vende-se um completo sor)
meulo de faiendu fm.isc urossas, por pr
mais lu i mi do que em oulra qualquer par
lano em por^descomoarelallto, alianrainl
se aos compradores um s preco |>ai \ iodos:
este estalH'leciinenlo abriu-se de comhinarao
coma ntaior parle das casas con .inercia es in-
- le/.is, fraucezas, allcniAas e suissas, p,n a
vender la/cndas maisemconla doqiicscleni
vendido: e por isso utTereceiido elle niaioro
\anlagcns do que oulro qualquer; o pro-
prielario desse imporlanlc cslalwleriiiiciilo
convida a lodos os seus palricios e ao publi-
co em aeral, para que venham ( liem dos
cus n(creases} eompnir fazeudas liaralas
no arma/em da rua do Collcgio n. '2, do An-
Trnr4,M dos Sanios.
Na rua do Livramenlo n. :l.s, junio a iom -i,.
cera, existe para vender-sc uma |>orrno de caitas
dos afamados cliarulosdo S. Flix.
Vende-se um cscravo muro, poMinlfl esem
achaqnosalauns: na rua do Padre rtoriano n.JE
Vcndc-se uma pon;ao de labuado de redro do
20 a > palmos de comprmcnlo, proprtopara ohrw
to marcinciru por prei;o commodo na rua do Viga-
rio n. 5.
DEPOSITO DE TIMO.
Vcndc-sc fumo a rclalhoe por alarado, de pri-
meira c scuunda qualidade da Ilaliia, c primeira Ierra : no tiairru do Hccifc, beceo de Ju-c Cael(9Jn
ii. c r.iiiMi-,1 de charulus.
A PECIIINCHA ESTA' QIASI AC.V-
I1ADA.
Na loja da Estrella dos baraleiros (jrcuorio^ S|.
veira, rua do QueimadD n. 7, dcfronlc do berro do
l'cive Frito aiuda tcui um resto do alcaides que qut-
rcni lailar fra por lodo o preco, como sejam chi-
lla em rctalhos, muilo linas, eovado 110 rs. Iciun-
do o rclalho.
Ditas cm |icca um |>ouco fracas, eovado III
Ditas, muilo lionilos goslos c cores Uvas IflO
Riscados francezes muilo tamiles c linos n 1N0
Cambraias de edres, muito laruas e proprius pa-
ra rorliiiadns, ou oulras obras idnticas, eovado i-JS
Corles de nieias casimiras de algodo liara calcas
corle IgsiHO.
Alpucas do edres muilo bonitas, eovado KIO .
um completo sortimenlo do fazendas mais baratas
do quo cm oulra qualquer parle
Panno lino azul, o eovado a lytOtVJgdlin SJOI
rs, proprio |iara fardas do militar, capoles, el
ni mu/u de fazendas de (jouvcia'o. I.eilc, rua do
Queimado II, 27.
ESCRAVOS FGIDOS.
Desuppurercn na noile do dia -JS de
n cabra l.ourenco, doblado ilc 30 a 10 anuos
\o, rosto bastante descarnado, corpo secco. olj
dolidos, apilomliadosc broncos, cabellos carupi
pernal arqueadas c cabelluda; fallam-lhe .i
denles na frente, c no queiiaes; lie alguma
carcunda, fallante e mentiroso; eacrnvo do pudro
Fr. Mauoel do Sanio Sepulcro Pavo, rehuios
Franciscano do convenio de Santo Antonio desla c
dude do Recife, por compra feila ao Sr. Anloni
Teiveira dos Santos, o qual cscravo dizxe forro,
icgoio para Piauby, ou cm coinpanhia de um ta
lanejo nara o Carfrv novo o velho, ou provincia i
Ccar, donde liavia sido remedido por Antonio I.u
Alvos PeqiienoJunior a Domingos Rodrigues de Ai
drude, o qual olevou i liasla publica, em que '
urremutado pelo dilo Anlonio Tcixeira dos Sanios
ipieo venden ao unnuncianlc : roga-sc |
toridudes policiacs de Pedras de Foyo, onde liuliil
a nuii do referido escravo, o aprehendan!, a lim de
poder-to verificar a crdude, assimeomo se rcconi
mendl a todas as inais autoridades desla provincia,
de oulra qualquer, onde |wssa appareceru referid
escravo, o upprchcndam para o momo lim ; mil
como o anuunciunle gralitica rom a quanliu d
ltlllr(KK) rs. a qualquer pcsna que lite aprcsciilun
ni,', .loM.i, lo cscravo, ou o entregar a 11........ -
Si 1 \ ii Cumpos, na rua das Cruzcs.
Doaliaixo assignadn, nodia 12 do concille
deaappareced um escravo, rrioulo, de nome l.uiz
reprocnla ler de idade, pouro mata ou nicnoi, nuil
de 10 annos, estatura regular, chein do corpo, e un
lano espadando; lem cm um dos olla uma curno-
sidade, tem pouca barba, qiiando falla rom Iciiior
ou raiva gagueja, e nao pisa lirmo por ler cruvos -
ludias nns pos: eslo cscravo foi cnconlrado i|ue de
cin para o Rente no dia Id do inesniocorrale,coi
cuicac camisa branca, e chapeo do palha novo:
.i,, itecife c l oblcve uma caria de tpadrliihanieoto
de Domingos' da Silva Campos, com a qual anda
ilisfarcando-sc: rogo as auloruladra policiacs, cam
paulias, ou a qualquer |iessoa que eiicoulraiido-o
amarre-o e leve-o a seu sonbor no cnaenho lio
dizio, freguezia de S. laiureiifo da Mulla, ou ai
dito Dniniugos da Silva Campos, na rua das Cruzes
que seraobem reciini|iciisados.
Sebiwlio .litlmiiti /'( Barrito.
Dcsappareccu no dia, 9 do corrcnlc, um pre-
til rrioulo, por nome (icraldo, o qual reprc-ciilu M(
de idade'JHallO limos, levando volido cunt di
algodao trancado, calta dczuartc.e rom um sur-
ro ; es(e prclo veio do Ic remedido pelos senhora
Cuniinlia & Filhos, os quao o linliam coinpri
do a Mauoel Rodrigues da Cosa, da villa de M
lugres, comarca do Cralo, provincia do Cear.i, lea
do dilo escravo pcileurido lainbcm I Muiioet de Je-
ss di ConccicjloCunha ; c para maiscsclurcciincii
lo lem os ignae scgiiinto : b.iio, cabellos bruii
eos nos iicilos, baslaulo barbado; andar ron-otado
c fulla muilo bailo: quem o pegar love-o a rua d
Conccii-ao n. H, que seni bem recompensado, o
nu rua da i'raia ai inazcui de (juilbcrinc boares Bi
lelho. .
Tendo no dia 25 do corrcnlc. 1 hora**
larde, sabido a passear a cscrava Dominga, de na-
ci Baca, de idade de 30 anuos, pouco mais ou lc-
aos, ehcia do corpo, olatura regular, levando t-
lalo de camhraia n'na de quadros branros com don-
liohados, hrinros do ouro as orelbas, rolar no pes-
cos e annclo no dedo, panno da Cosa lino r
lislra encarnadas c franjas brancas, al o prsenle
nao volloua,casa: mo so suppoo que fusisse pon
nao bouve motivo para isso, c nem ella lie dada a
olas faltas, pornijulga-se loidia acontecido aluom
mu Mi o. Consta que hontcm iiKsmo fdra seda ua
ii do Hospicio, pelo que pede-te as auloridades
iipetentes (oda a vigilancia a respeilo, com es-
peciulidadc ao lllm. Sr. siihilelcgaib) do liairro da
lina-Visto: qualquer noticia podera ser dado nu rua
da {il, armazem ti. 51, pelo que se licar minio
obrigado, ou se gralilicor bem o seu Iraliilho.
Desapparcceu na madrugada do dia 11 do cor-
ralo do sitio do Canbengue, em Bchcribe, unio-
cravo pardo do iioiihs Bernardo, natural do serlao
do leo, perlcnccntc a Vicente Fcrrcira da (am,
que o comprou aossenhoro Caminha A; Filhos, o
ipiao o houvcrainilo Sr. Josi1 Pastor Fcrrcira Luna,
cujo escravo (cm os tignao seguintes:. j'!'
aralMirlado, cabello corredio, barba cenada. I"'- ''''.
p.i|iagaio, lem um dcfcilo no rolovcll" esquerdo, N
(|ue quaudo dobra o braco, sabe o osso, que loi itc-
locado, lu.de altura regular e grosturi lpoii'iii-
nal.he Mil encarado c alegre, e rcjiroenla ler .1(1 u
:(.- omos de idade: levou om facao, c um turrao
eom roupa de pagem, jaqucla, calca e collcle uul,
roupa branca c do lisiado pura servico, unta redo
e um chapeo de ih-IIo sem '-J,:<" l"dc-se as autori-
dades policiuo, ou quem delle soulter, o olmequw
de o appn-bendcr e mauda-lo entregar a m>ii teiilnr
no dilo litio de llelierilic, ou no Recife, no arniu/cni
da escadinha, que ulm de se paaarem iMlasasde--
pczitdesiia ipprehontlo, se graltllcar geiwrovi-
nienlc a quem o apresenlar. _
.,-Tn.. *..*. FiurU.,,-1-
fui
pr
di
di
de
ful
du
.i
i"1
lu
rln
to
lll.l
I
me
(|il(
ci
O-
da
PTC
de,
jin.
I
cut
A'1'
Tin
me
elle
lo,
que
SCI
1
du
los
teg
da
n.i
I
do.
pro
ollil
ni-;
le*
dila
den
Irul
t
|OI
em
le ,|
de
reo
(|uc
sua
n. '
|ue-
lem
II
lili.
II...
due
II"-
aun
ron
\:
/en,
I,re
\lo|
|iub
MUTILADO
i
ua
-ata
bjuc
tisl.
rici
le|
mu,
'mil
Ni
S|


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EKCHXIG4F_2PWTG0 INGEST_TIME 2013-03-29T17:29:09Z PACKAGE AA00011611_03182
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES